Manual de Fluxos e Processos de Pessoal da Diretoria de Gestão de Pessoas do IFRS

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1 Manual de Fluxos e Processos de Pessoal da Diretoria de Gestão de Pessoas do IFRS Designado pela Portaria Nº 1616 de novembro de 2013 Servidores: Flavia Garcez - Presidente Édson Régis de Jesus Hélen Rejane Silva Maciel Diogo Michel Victor Krindges Ricardo Moro Wendell Ribeiro da Silva Outubro de 2014

2 SUMÁRIO 1 ABONO DE PERMANÊNCIA ADICIONAL DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE ADICIONAL NOTURNO AFASTAMENTO PARA EVENTOS NO EXTERIOR (Técnico-Administrativos) AFASTAMENTO PARA EXERCÍCIO MANDATO ELETIVO AFASTAMENTO PARA QUALIFICAÇÃO STRICTU SENSU (Técnico-administrativos) AFASTAMENTO POR CASAMENTO/FALECIMENTO/DOAÇÃO DE SANGUE OU ALISTAMENTO COMO ELEITOR AJUDA DE CUSTO ALTERAÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO COM REMUNERAÇÃO PROPORCIONAL Técnico-administrativos ALTERAÇÃO DE NOME, ESTADO CIVIL, TELEFONE, DADOS BANCÁRIOS ALTERAÇÃO DE REGIME DE TRABALHO PARA SERVIDOR DOCENTE APOSENTADORIA AUXÍLIO-FUNERAL AUXÍLIO-MORADIA AUXÍLIO-NATALIDADE AUXÍLIO PRÉ-ESCOLAR AUXÍLIO-TRANSPORTE AVERBAÇÃO POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO CADASTRAMENTO DE DEPENDENTES PARA ABATIMENTO DE IMPOSTO DE RENDA CADASTRAMENTO DE DEPENDENTES PARA RESSARCIMENTO À SAÚDE SUPLEMENTAR FÉRIAS GRATIFICAÇÃO CURSO/CONCURSO HORÁRIO ESPECIAL PARA SERVIDOR ESTUDANTE HORÁRIO ESPECIAL PARA SERVIDOR PORTADOR DE DEFICIÊNCIA OU COM FAMILIAR PORTADOR DE DEFICIÊNCIA INCENTIVO À QUALIFICAÇÃO ISENÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA LICENÇA À ADOTANTE LICENÇA CAPACITAÇÃO

3 29 LICENÇA GESTANTE/PRORROGAÇÃO LICENÇA PARA ATIVIDADE POLÍTICA LICENÇA PARA TRATAMENTO DE ACIDENTES DE SERVIÇO LICENÇA PARA TRATAMENTO DE SAÚDE DO SERVIDOR LICENÇA PARA TRATAR DE INTERESSES PARTICULARES LICENÇA PATERNIDADE LICENÇA POR DOENÇA EM PESSOA DA FAMILIA LICENÇA POR MOTIVO DE AFASTAMENTO DO CÔNJUGE OU COMPANHEIRO LICENÇA PRÊMIO POR ASSIDUIDADE PAGAMENTO DE EXERCÍCIOS ANTERIORES PENSÃO POR MORTE DO SERVIDOR PROGRESSÃO E PROMOÇÃO FUNCIONAL DOCENTE PROGRESSÃO POR CAPACITAÇÃO PROGRESSÃO POR MÉRITO PROFISSIONAL REDISTRIBUIÇÃO (Para servidores que não façam parte do quadro de pessoal do IFRS) REMOÇÃO RETRIBUIÇÃO POR TITULAÇÃO SUBSTITUIÇÃO DE FUNÇÃO REMUNERADA VACÂNCIA

4 INTRODUÇÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Adotar procedimentos operacionais e administrativos é de suma importância quando se trata da necessidade de (re) organizar o processo de trabalho desempenhado por determinado segmento. Inúmeras ferramentas podem ser utilizadas a fim de desenvolver um modo de trabalho mais uniforme e menos complexo. Logo, padronizar é estabelecer padrões, normas ou modelos, além disso, é uma forma de potencializar o trabalho uma vez que a adoção de tal modelo ou norma deve minimizar os possíveis erros e, sobretudo, o desperdício de tempo. Dessa forma, o Grupo de Trabalho para tratar da Padronização dos Fluxos de Processos da Diretoria de Gestão de Pessoas do IFRS (DGP), constituído na Reunião da DGP em conjunto com as Coordenadorias de Gestão de Pessoas dos Câmpus (CGPs), realizada na data de 16 e 17 de outubro de 2013 na Reitoria do IFRS. OBJETIVO GERAL Orientar o processo de trabalho, através do desenvolvimento de um instrumento de operacionalização padrão para o IFRS, a fim de dar transparência e agilidade no fluxo de processos relacionados com a área de gestão de pessoas, no que diz respeito às etapas, formulários e fundamentos legais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Listar os processos; Construir o fluxo dos processos; Avaliar os formulários atuais, realizar mudanças e criar novos formulários; Definir cada processo, de acordo com o fundamento legal; Listar os documentos que devem constar no processo; Estabelecer os prazos e encaminhamentos gerais. METODOLOGIA Desenvolver o Manual de Padronização de Fluxos e Processos de Pessoal, através da elaboração de um documento de padronização para cada processo com os procedimentos passo a passo. O presente trabalho será desenvolvido por todo o grupo, com prazo de média duração. O grupo realizará reuniões mensais e, inicialmente, apresentará a previsão de término do trabalho para o mês de outubro de

5 1 ABONO DE PERMANÊNCIA 1 Benefício em pecúnia equivalente ao valor descontado ao Plano de Seguridade Social PSS, concedido ao servidor que, tendo preenchido todos os requisitos para aposentadoria, manifeste opção de permanecer em atividade. Requerimento do servidor por meio de formulário próprio, com ciência da Chefia Imediata. - O servidor que preencher os requisitos para se aposentar tem direito a receber os valores retroativos à data em que cumpriu todos os requisitos da regra de aposentadoria utilizada, limitada, em qualquer caso, à data de 31/12/2003, uma vez que o instituto do Abono de Permanência somente passou a existir a partir desta data, com a entrada em vigor da Emenda Constitucional nº 41/ O Abono de Permanência será concedido com base na regra mais benéfica ao requerente, e ainda, conforme opção do requerente pode-se computar na forma convertida (em dobro) os períodos de licença-prêmio não gozados. - Para concessão de abono de permanência é necessário possuir critérios cumulativos e indispensáveis, de forma que para concedê-lo ao docente é necessário o atendimento dos requisitos próprios e específicos, impostos pelo art. 40, 19 da Constituição Federal, bem assim pelos art. 2º, 5º e 3º, 1º da EC nº 41, de Ressalta-se ainda que a aplicação de determinada regra de aposentadoria para fins de concessão do Abono de Permanência não vincula o servidor a aposentar-se por esta mesma regra, podendo aposentar-se por qualquer outra, desde que cumpridos todos os seus requisitos legais. - Importante observar que não se trata de deixar de contribuir para o Plano de Seguridade do Servidor PSS. Continua havendo a contribuição do servidor ao PSS, mas há um abono (crédito) no mesmo valor. - Art. 40, 19 da Constituição Federal de Emenda Constitucional nº 41 de 31/12/ Orientação Normativa nº 6, de 13 de outubro de Ofício nº 160 /2007/COGES/SRH/MP, de 12/11/ Orientação Normativa/MPS nº 1, de 23 de janeiro de Servidor Preenche formulário encaminha para CGP 2. 2 CGP Abre processo, protocola no sistema e encaminha à DGP. 1 Quando solicitado cópia autenticada de documentos, esclarece-se que a autenticação poderá ser administrativa (mediante apresentação do documento original). 2 No decorrer deste documento, sempre que constar a sigla CGP entenda-se o Setor de Gestão de Pessoas dos Câmpus do IFRS e quando constar a sigla DGP entenda-se a Diretoria de Gestão de Pessoas da Reitoria do IFRS. 5

6 3 DGP Analisa e, em caso de deferimento, emite portaria de concessão. Em caso de indeferimento emite parecer. Após emissão da portaria de concessão, publica no Boletim de Serviço e encaminha à CGP para dar ciência ao servidor. 4 CGP Recebe o processo. Dá ciência ao servidor e, posteriormente, devolve à DGP. 5 DGP Arquiva na pasta funcional do servidor. 2 ADICIONAL DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE Adicional sobre o vencimento do cargo efetivo, a que fazem jus os servidores que trabalham com habitualidade em locais insalubres ou em contato permanente com substâncias tóxicas, radioativas ou com risco de vida. Requisitos básicos: - Exercício de atividades em condições insalubres ou perigosas, com exposição permanente ou habitual com substâncias tóxicas, radioativas ou com risco de vida. -Ambiente insalubre: é aquele que apresenta determinados riscos, que o servidor está exposto em caráter habitual ou permanente, em contato com substâncias que podem vir a causar doenças ocupacionais. São consideradas atividades e operações insalubres: ruído, calor, frio, umidade, agentes químicos, agentes biológicos, radiações ionizantes, radiações não ionizantes, condições hiperbáricas e vibração. Riscos ergonômicos, NÃO são considerados insalubres. - Ambiente periculoso: é caracterizado por um risco imediato, oriundo de atividades ou operações, onde a natureza ou seus métodos de trabalho configure um contato permanente, ou risco acentuado. São consideradas atividades e operações periculosas trabalhar com: explosivos, inflamáveis, material radioativo, eletricidade e em situações que expõem a roubos ou outras espécies de violência física. Formulário contendo informações sobre as atividades desenvolvidas pelo servidor; - Portaria de localização emitida pelo Diretor/Câmpus. Obs.: Após realizado o laudo pericial, este deve estar presente no processo, bem como a portaria de concessão de Insalubridade/Periculosidade, para posterior pagamento. - O Adicional de Insalubridade corresponde aos percentuais de 5% (cinco por cento), 10% (dez por cento) e 20% (vinte por cento), de acordo com os graus mínimo, médio ou máximo, calculados sobre o vencimento do cargo efetivo do servidor. - O Adicional de Periculosidade corresponde a 10% (dez) por cento, calculados sobre o vencimento do cargo efetivo do servidor. - A execução do pagamento somente será processada à vista de portaria de localização ou de exercício do servidor e de portaria de concessão do adicional, bem como do laudo pericial. 6

7 - O direito à percepção de Adicional de Insalubridade cessa com a eliminação das condições ou dos riscos que deram causa à sua concessão. - A servidora gestante ou lactante será afastada das operações ou locais considerados insalubres, pela chefia imediata e, enquanto durar a gestação e a lactação, exercerá suas atividades em local salubre. - Considera-se exposição habitual aquela em que o servidor submete-se a circunstâncias ou condições insalubres e perigosas como atribuição legal do seu cargo por tempo superior à metade da jornada de trabalho semanal. - Considera-se exposição permanente aquela que é constante, durante toda a jornada laboral e prescrita como principal atividade do servidor. - Não terá direito ao Adicional de Insalubridade o servidor que no exercício de suas atribuições fique exposto aos agentes nocivos à saúde apenas em caráter esporádico ou ocasional. - No caso de futuras modificações, no que se refere à localização/setor do servidor, os chefes imediatos deverão informar a CGP para que seja verificada a continuidade ou retirada do adicional. - Decreto Lei nº 1.873/81. - Art. 68 a 72 e art. 186, 2º, da Lei nº 8.112/90. - Lei nº 8.270/91. - Decreto nº /89. - Orientação normativa nº. 6 18/03/ Portaria do Ministério do Trabalho e Emprego 3.214/1978, anexos 15 e 16. Passo Setor Procedimento 1 Servidor Preenche formulário, juntamente com a Chefia Imediata, e encaminha para CGP. 2 CGP Abre processo, protocola no sistema, anexa portaria de localização e encaminha para a Comissão. 3 Comissão Realiza a avaliação do setor. 4 Engenheiro Civil e de Segurança do Trabalho Emite o laudo e encaminha para a CGP. 5 CGP Emite a portaria de concessão de insalubridade/ periculosidade. Encaminha à DGP. 6 DGP Lançamento no sistema para pagamento, após arquiva em pasta funcional. Obs.: A comissão é formada por um membro da CPPD, um membro da CIS, um membro da Direção e os Engenheiros de Segurança do Trabalho em conjunto com um membro da DGP. 7

8 3 ADICIONAL NOTURNO Adicional pago aos servidores ocupantes de cargo efetivo que realizam jornada de trabalho compreendida entre às 22 horas de um dia e às 5 horas do dia seguinte. O valor-hora será acrescido de 25% (vinte e cinco por cento), computando-se cada hora como 52 minutos e 30 segundos. Requisitos básicos: Realizar jornada de trabalho compreendida entre às 22 horas de um dia e às 5 horas do dia seguinte. - A hora noturna é computada como 52 minutos e 30 segundos. - O pagamento do adicional é feito mediante comprovação da prestação de serviços. - Em sendo a hora noturna trabalhada também extraordinária, o percentual de 25% incidirá sobre o valor da hora diurna acrescida de 50%. - Artigo 75 da Lei nº 8.112/ Decreto nº de 10/08/95 (D.O.U. 11/8/95) - Decreto nº 4.836, de 09/09/2003. (D.O.U. 10/9/2003). - Orientação Normativa SRH/MPOG nº 02, de 06 de maio de Instrução Normativa IFRS 04/ CGP Analisa o registro de freqüência, inclusive verificando a assinatura ou homologação da chefia imediata e, posteriormente, lança os dados no sistema. FORMULÁRIO: ( ) SIM ( X ) NÃO PROCESSO: ( ) SIM ( X ) NÃO 4 AFASTAMENTO PARA EVENTOS NO EXTERIOR (Técnico-Administrativos) Afastamento concedido ao servidor para viajar ao exterior, com ou sem remuneração de acordo com o objetivo da viagem. Requisitos básicos: - Interesse da administração no afastamento solicitado. - Correlação com a área de atuação do servidor Obs.: O processo deve chegar à Diretoria de Gestão de Pessoas com antecedência mínima de 30 dias da data em que o servidor pretende se afastar, devidamente preenchido e assinado pelas partes interessadas e com a documentação necessária, conforme descrito abaixo. 8

9 - O prazo para deslocamento será de, no máximo, 3 (três) dias, observada a localidade do evento, justificando caso haja a necessidade de período adicional. Formulário devidamente preenchido e assinado, acompanhado dos seguintes documentos: - Carta convite nominal para participação no evento ou documento de inscrição com respectiva tradução; - Pareceres das Coordenadorias/Pró-Reitorias de Ensino, Pesquisa ou Extensão dos Câmpus/Reitoria, da Chefia Imediata e do Diretor Geral do Câmpus. - Apresentar comprovante folder, agenda, prospecto, convocação ou programação do evento, devidamente traduzida, quando for o caso; - Cópia física do trabalho completo e/ou resumo do trabalho a ser apresentado no evento ou cópia física do projeto de visita técnica e/ou missão de estudo/intercâmbio, quando for o caso. - Cópias do prospecto do curso ou documentação da empresa promotora, contendo o nome da Instituição, a natureza do curso, seu regime e local de funcionamento, tempo de duração, carga horária e conteúdo programático para eventos de capacitação como cursos de aperfeiçoamento, similares ou visitas técnicas; - Plano de compensação do horário no Câmpus ou Reitoria com parecer da chefia imediata para recuperação das atividades que deveriam ser realizadas durante o afastamento; - Com ônus para outro órgão, documentação comprobatória. Todos os documentos que estiverem em língua estrangeira deverão ser entregues traduzidos para língua nacional. As viagens ao exterior do pessoal civil da administração direta e indireta, a serviço ou com a finalidade de aperfeiçoamento, sem nomeação ou designação, poderão ser de três tipos: - Com ônus, quando implicarem direito a passagens e diárias, assegurados ao servidor o vencimento ou salário e demais vantagens de cargo, função ou emprego; - Com ônus limitado, quando implicarem direito apenas ao vencimento ou salário e demais vantagens do cargo, função ou emprego; - Sem ônus, quando implicarem perda total do vencimento ou salário e demais vantagens do cargo, função ou emprego, e não acarretarem qualquer despesa para a Administração. - O afastamento do País de servidores civis de órgãos e entidades da Administração Pública Federal, com ônus ou com ônus limitado, somente poderá ser autorizado nos seguintes casos, - Negociação ou formalização de contratações internacionais que, comprovadamente, não possam ser realizadas no Brasil ou por intermédio de embaixadas, representações ou escritórios sediados no exterior; - Missões militares; - Prestação de serviços diplomáticos; - Serviço ou aperfeiçoamento relacionado com a atividade fim do órgão ou entidade, de necessidade reconhecida pelo Ministro de Estado; - Intercâmbio cultura, científico ou tecnológico, acordado com interveniência do Ministério das Relações Exteriores ou de utilidade reconhecida pelo Ministro de Estado; - Bolsas de estudo para curso de pós-graduação stricto sensu. - Nos casos não previstos acima, as viagens somente poderão ser autorizadas sem ônus. 9

10 - Decreto nº , de 18 de Outubro de Decreto nº 1.387, de 07 de Fevereiro de Portaria nº 404/MEC, de 23 de Abril de Portaria 441/MEC, de 25 de Abril de Portaria 362/MEC, de 10 de Abril de Servidor Faz requerimento através de formulário, anexa documentação necessária e pareceres, após encaminha à CGP. 2 CGP Confere documentação, abre processo, protocola no sistema e encaminha à DGP. 3 DGP Analisa processo, emite portaria e encaminha para assinatura do Reitor. Após assinada, a portaria deverá ser publicada no Diário Oficial da União e anexada ao processo. Lança o afastamento no SIMEC e no SIAPE. Encaminha portaria à CGP do Câmpus para providências relativas a passagens e diárias, se for o caso. Emite memorando à CGP para que providencie junto ao servidor dentro do prazo, de 30 (trinta) dias, a contar da data do término do afastamento, a juntada ao processo, do Relatório Circunstanciado das Atividades. 4 CGP Anexa ao processo o Relatório Circunstanciado das Atividades, e quando for o caso, o Certificado de Participação no Evento. Encaminha-se à DGP para análise e encerramento do processo. 5 DGP Após análise do processo, caso este esteja de acordo com o solicitado, finaliza no sistema e arquiva na pasta funcional. 5 AFASTAMENTO PARA EXERCÍCIO MANDATO ELETIVO Afastamento permitido ao servidor quando investido em mandato eletivo federal, estadual, municipal ou distrital. - Requerimento do servidor; - Comprovação do mandato eletivo a ser desempenhado (diploma do Tribunal Regional Eleitoral ou outro documento oficial). - Tratando-se de mandato federal, estadual ou distrital, o servidor ficará afastado do cargo; - Investido em mandato de prefeito, o servidor será afastado do cargo, sendo-lhe facultado optar pela remuneração do cargo efetivo; 10

11 - Investido em mandato de VEREADOR o servidor optará por uma das seguintes possibilidades: havendo compatibilidade de horários, perceberá as vantagens de seu cargo, sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo; não havendo compatibilidade de horários, será afastado do cargo, sendo-lhe facultado optar pela remuneração do cargo efetivo ou do cargo eletivo; - O exercício remunerado de mandato de Vereador por Docente em regime de dedicação exclusiva implica sua alteração para 20 (vinte) ou 40 (quarenta) horas semanais de trabalho, enquanto durar o mandato; - No caso de afastamento do cargo com perda da remuneração do cargo efetivo, não se recolhe contribuição para o plano de seguridade social do servidor, por ausência de fato gerador; - O Servidor investido em função de Direção Chefia, ou Assessoramento que se afastar para exercício de mandato eletivo será dispensado da função; - O servidor investido em mandato eletivo não poderá ser removido de ofício ou redistribuído para localidade diversa daquela onde exerce o mandato; - Art. 94, 102, inciso V e 201 da lei n 8.112, de 11/12/90 (DOU 12/12/90). 1 Servidor Faz requerimento através do formulário, anexa documentação necessária e encaminha à CGP. 2 CGP Abre processo, protocola no sistema, confere documentação e envia para a DGP. 3 DGP Emite portaria e encaminha para assinatura do Reitor. Após assinada publica-se no Boletim de Serviço, sendo uma cópia encaminhada para a CGP (para ciência do servidor). Realiza os devidos lançamentos e atualizações no sistema SIAPE. 6 AFASTAMENTO PARA QUALIFICAÇÃO STRICTU SENSU (Técnicoadministrativos) Afastamento concedido ao servidor, no interesse da Administração, com a respectiva remuneração, para participar em programa de pós-graduação stricto sensu em instituição de ensino superior no País, desde que a participação não possa ocorrer simultaneamente com o exercício do cargo ou mediante compensação de horário. Obs.: O processo deve chegar na Diretoria de Gestão de Pessoas com antecedência mínima de 30 dias da data em que o servidor pretende se afastar, devidamente preenchido e assinado pelas partes interessadas e com a documentação necessária. 11

12 - Formulário devidamente preenchido e assinado, acompanhado dos seguintes documentos: - Pré-projeto apresentado ao PPG ou resumo das intenções de estudo /pesquisa; - Comprovante de Matrícula /Aceite no processo seletivo. - Termo de Compromisso que deverá ser entrega antes da publicação da Portaria. - O afastamento somente será concedido se o servidor não tiver se afastado para tratar de interesses particulares ou por gozo de licença capacitação nos dois anos anteriores à data de solicitação de afastamento para pós-graduação strictu sensu. - O servidor deverá estar atuando no Órgão há pelo menos três anos para afastar-se para mestrado e há pelo menos quatro anos para Doutorado, incluindo o período de estágio probatório. - Caso o servidor obtenha o título anteriormente a data prevista para o término do afastamento, deverá retornar as suas atividades, devendo preencher o Termo de Retorno às Atividades Funcionais. - O servidor deverá encaminhar um Relatório Semestral de Atividades, conforme modelo disponibilizado pela instituição, referente ao semestre de cada ano civil. - Lei 8.112/90, artigo 96-A 1º ao 7º. - Nota Técnica 433/ Servidor Faz requerimento através do formulário, anexa documentação necessária e parecer da chefia imediata, após encaminha à CGP. 2 CGP Abre processo, protocola no sistema, confere documentação e encaminha para CONCAMP. 3 CONCAMP Emite parecer e devolve para a CGP. 4 CGP Caso o parecer seja favorável encaminha à DGP para providências (caso contrário dá ciência ao servidor e envia à DGP para encerramento no sistema e arquivamento na pasta funcional) 5 DGP Emite portaria, publica no Boletim de Serviço e informa a CGP para ciência do servidor. Obs.: O processo deverá ficar em trâmite entre a CGP e DGP até o fim do afastamento para análise dos relatórios semestrais de atividades. 7 AFASTAMENTO POR CASAMENTO/FALECIMENTO/DOAÇÃO DE SANGUE OU ALISTAMENTO COMO ELEITOR Sem qualquer prejuízo, poderá o servidor ausentar-se do serviço: - Por 1 (um) dia, para doação de sangue; - Pelo período comprovadamente necessário para alistamento ou recadastramento eleitoral, limitado, em qualquer caso, a dois dias; 12

13 - Por 8 (oito) dias consecutivos em razão de casamento ou falecimento do cônjuge, companheiro, pais, madrasta ou padrasto, filhos, enteados, menor sob guarda ou tutela e irmãos. - Art Lei 8.112/90 1 Servidor Faz requerimento, através de formulário, anexa documentação necessária e encaminha à CGP. 2 CGP Abre processo, protocola no sistema, confere documentação, encaminha à DGP e publica-se no Boletim de Serviço. 3 DGP Realiza os devidos lançamentos e atualizações no sistema SIAPE. 8 AJUDA DE CUSTO Indenização concedida ao servidor público civil que, no interesse da administração, for mandado servir em nova sede, com mudança de domicílio em caráter permanente. Não poderá ser concedida mais de uma ajuda de custo em prazo inferior a um ano. Requisitos: - Interesse da administração. - Exercício em nova sede, com mudança de domicílio. - Requerimento e declaração. - Cópia da portaria de nomeação para o Cargo ou Portaria de Redistribuição (comprovação da mudança de sede). - Cópia da certidão de casamento ou comprovante de união estável. - Cópia da certidão de nascimento ou termo de guarda dos filhos menores, ou, se maiores, cópia do comprovante de matrícula em instituição superior de ensino. - Cópia do contracheque do mês em que for solicitado o auxílio. - Comprovante de residência atualizado. * Base de cálculo: remuneração de origem, percebida no mês em que houver o deslocamento para a nova sede. Corresponderá a 1(uma) remuneração, caso o servidor possua um dependente, a 2 (duas) remunerações, caso possua dois dependentes e a 3(três) remunerações, caso possua três ou mais dependentes. Segundo o art. 8º do Decreto supra mencionado, o pagamento das despesas relativas à ajuda de custo, passagens e transporte de bagagem será efetivado com a observância da existência de recursos orçamentários, vedada a concessão para pagamento em exercício anterior. 13

14 *Dependentes: -Cônjuge ou companheiro (certidão de casamento ou declaração de união estável) - Filhos, enteados ou menor que, mediante autorização judicial, viva sob a guarda e sustento do servidor. -Pais, desde que, comprovadamente, vivam às expensas do servidor. -Empregado doméstico, desde que comprovada regularmente tal situação. Atingida a maioridades, os filhos, enteados ou menores que estejam sob guarda do servidor perdem a condição, exceto nos casos de: a) filho inválido; b) estudante de nível superior, menor de 24 anos, que não exerça atividade remunerada. Os dependentes somente farão jus à ajuda de custo quando efetivamente se locomoverem para junto do servidor, devendo este informar, se for o caso, as razões que motivaram a permanência do dependente na origem, de modo que a indenização possa ser paga quando do efetivo deslocamento do mesmo. Restituição de valor: - considerando-se, individualmente, o servidor e cada dependente, quando não se efetivar o deslocamento para a nova sede no prazo de 30 (trinta) dias, contados da concessão. - quando, antes de decorridos três meses do deslocamento, regressar, pedir exoneração ou abandonar o serviço. - Art. nº 53 da Lei 8.112/90. - Decreto nº4004/ Orientação Normativa SEGEP/MPOG Nº 03/ Servidor Preenche formulário, anexa documentos necessários e encaminha à CGP 2 CGP Abre processo, protocola no sistema, confere documentação e encaminha para DGP 3 DGP Analisa e encaminha para o setor financeiro do Câmpus para pagamento. 4 Setor financeiro Realiza pagamento e envia processo à DGP para arquivamento na pasta funcional do servidor. 09 ALTERAÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO COM REMUNERAÇÃO PROPORCIONAL Técnico-administrativos É facultado ao servidor da administração pública direta, autárquica e fundacional, ocupante exclusivamente de cargo de provimento efetivo, requerer a redução da jornada de trabalho de oito horas diárias e quarenta semanais para seis ou quatro horas diárias e trinta ou vinte horas 14

15 semanais, respectivamente, com remuneração proporcional, calculada sobre a totalidade da remuneração. 1. Requerimento do interessado; 2. Manifestação da chefia imediata; 3. Antecedência mínima de 30 (trinta) dias. 1. Observado o interesse da administração, a jornada reduzida com remuneração proporcional, poderá ser concedida a critério da autoridade máxima do órgão ou entidade a que se vincula o servidor, vedada a delegação de competência. 2. A redução da jornada de trabalho será autorizada pelo Reitor. 3. A jornada reduzida poderá ser revertida a qualquer tempo, de ofício ou a pedido do servidor, de acordo com o juízo de conveniência e oportunidade da administração. - Medida provisória n o , de 24 de agosto de Portaria Normativa nº 07 SRH/MP, de 24/08/ Portaria Normativa nº 01 SRH/MP, de 30/01/2009. Fluxo: 1 Servidor Faz requerimento através do formulário e encaminha à CGP. 2 CGP 3 Direção Geral e Chefia Imediata Abre processo, protocola no sistema, confere documentação e encaminha à chefia imediata e direção do Câmpus. Emite parecer e devolve à CGP. 4 CGP Encaminha à DGP. 5 DGP Analisa os documentos e encaminha para emissão de portaria. Após assinatura, publica-se no Boletim de Serviço da reitoria, sendo uma via anexada ao processo, outra via arquivada na pasta do servidor e uma cópia encaminhada para a CGP (para ciência do servidor). 15

16 10 ALTERAÇÃO DE NOME, ESTADO CIVIL, TELEFONE, DADOS BANCÁRIOS Atualização permanente das informações dos servidores junto aos órgãos de gestão de pessoas. - É proibido ao servidor recusar-se a atualizar seus dados cadastrais quando solicitado. - As alterações de endereço, estado civil e telefone deverão ser realizadas pelo servidor no Siapenet/Sigepe. - Formulário padrão, devidamente preenchido e assinado. 1 Servidor Preenche formulário e encaminha à CGP. 2 CGP Realiza as alterações e encaminha para DGP. 3 DGP Arquiva na pasta funcional do servidor. FORMULÁRIO: ( X ) SIM ( ) NÃO PROCESSO: ( ) SIM ( X ) NÃO 11 ALTERAÇÃO DE REGIME DE TRABALHO PARA SERVIDOR DOCENTE É a alteração do regime de trabalho (20 horas, 40 horas ou Dedicação Exclusiva) de servidor docente. É vedada a mudança de regime de trabalho aos docentes em estágio probatório. - Requerimento do servidor por meio de formulário próprio destinado ao diretor geral (Anexo I, da Resolução 44/2012); - Declaração de vínculo exclusivo (Resolução 44/2012); - Parecer da coordenação da área/ curso; - Parecer da coordenação geral de ensino/diretoria de ensino; - Parecer dos aspectos formais/legais (CPPD); - Parecer do diretor geral do Câmpus; - Parecer do Conselho de Câmpus; - Parecer da DGP. Fundamento legal: - Resolução IFRS 44/2012; - Lei Fluxo: Conforme seguir o fluxo estabelecido na Resolução 044/

17 12 APOSENTADORIA É a passagem para a inatividade remunerada, diante do preenchimento de um dos requisitos abaixo: - o preenchimento de todos os requisitos legais que garantam aquele direito. - por estar incapacitado para o serviço público. - por ter completado 70 (setenta) anos de idade, independente de sexo. - Requerimento do servidor por meio de formulário padrão; - Declaração de acumulação de cargos e aposentadorias; - Declaração negativa de débito para com o erário, - Declaração de opção bancária; - Declaração de bens e valores ou cópia da última Declaração de Imposto de Renda; - Cópia do CPF; - Cópia da Carteira de Identidade; - Cópia do último contracheque. Obs.: A autenticação das cópias poderá ser administrativa, mediante documento original. Caso o servidor não possua averbação de tempo de contribuição e deseje incluir algum tempo de contribuição, deverá anexar ao processo de solicitação de aposentadoria as certidões de tempo de contribuição originais juntamente com a solicitação de averbação. - Emendas Constitucionais nº 20/1998, 41/2003 e 47/ Artigos 25, 186, inciso I e parágrafo 1º, 188, 190 e 191 da Lei nº 8.112/1990 Fluxo do Processo: 1 Servidor Preenche formulário, anexa documentação necessária e encaminha à CGP. 2 CGP Abre processo, protocola no sistema, confere documentação e encaminha à DGP. 3 DGP Analisa processo, emite portaria de concessão, publica no Diário Oficial da União. Após publicação no D.O.U., encaminha para o setor de pagamento para realizar os acertos financeiros. Providencia processo SISAC para envio à CGU e ao TCU. 17

18 13 AUXÍLIO-FUNERAL Benefício devido à família ou a terceiro que tenha efetuado o pagamento do funeral de servidor falecido, ativo ou aposentado. - Formulário devidamente preenchido e assinado. - Cópia da certidão de óbito. - Notas originais de despesas com a funerária, onde conste o nome do falecido e a identificação da pessoa que efetuou o pagamento. - Cópia do documento de identidade do requerente. - CPF do requerente. - Dados bancários do requerente. Obs.: A autenticação das cópias poderá ser administrativa, mediante documento original. - O auxílio-funeral pago à pessoa da família do servidor falecido corresponderá a um mês da remuneração ou provento a que o servidor teria direito no mês de seu falecimento. - O funeral custeado por terceiro será indenizado no valor da nota de serviço apresentada, sendo que e o valor da indenização ficará limitado a um mês da remuneração ou provento a que o servidor teria direito no mês de seu falecimento. - O pagamento de auxílio-funeral deverá será efetuado à pessoa que tiver custeado o funeral. - Em caso de falecimento do servidor em serviço fora do local de trabalho, inclusive no exterior, as despesas de transporte do corpo correrão a conta da Instituição. - Consideram-se família do servidor, além do cônjuge e filho, quaisquer pessoas que vivem as suas expensas e constem no seu assentamento individual. Equipara-se ao cônjuge, o(a) companheiro(a) que comprove união estável como entidade familiar. - A solicitação deste benefício prescreve em 05 (cinco) anos. - Não há previsão legal para pagamento de auxílio-funeral em virtude do falecimento de dependente(s) do servidor. Igualmente, não há previsão legal do pagamento deste benefício pelo falecimento de pensionista. - Artigo 110, inciso I, e artigos 226 a 228 e 241 da Lei nº 8.112/ Ofício nº 111/2002/COGLE/SRH/MP. - Nota Técnica Nº 127/2011/CGNOR/DENOP/SRH/MP. 1 Familiar ou Preenche formulário, anexa documentação exigida e Terceiro encaminha à CGP 2 CGP Abre processo, protocola no sistema, confere documentação e encaminha à DGP. 3 DGP Analisa processo, publica no Boletim de Serviço e encaminha para a PROAD, para providenciar pagamento e arquivamento. 18

19 14 AUXÍLIO-MORADIA Consiste no ressarcimento das despesas comprovadamente realizadas pelo servidor com aluguel de moradia ou com meio de hospedagem administrado por empresa hoteleira, no prazo de um mês após a comprovação da despesa pelo servidor. - Requerimento e declaração; - Cópia da portaria de nomeação para o cargo em comissão ou função; - Cópia do contracheque do mês em que for solicitado o auxílio; - Cópia do contrato de aluguel; - Cópia do recibo de pagamento referente ao primeiro mês de aluguel. * Requisitos para a concessão: o servidor fará jus ao auxílio, desde que: - Não exista imóvel funcional disponível para uso; - O cônjuge ou companheiro não ocupe imóvel funcional; - O servidor ou seu cônjuge ou companheiro não seja ou tenha sido proprietário, promitente comprador, cessionário ou promitente cessionário de imóvel do município aonde for exercer o cargo, incluída a hipótese de lote edificado sem averbação de construção, nos doze meses que antecederem a sua nomeação; - Nenhuma outra pessoa que resida com o servidor receba auxílio-moradia; - O servidor tenha se mudado do local de residência para ocupar cargo em comissão ou função de confiança do grupo-direção e Assessoramento DAS, níveis 4, 5 e 6 de natureza especial, de Ministro de Estado ou equivalentes. - O Município no qual assuma o cargo em comissão ou função de confiança não se enquadre nas hipóteses do Art. 58, 3º da Lei 8.112em relação ao local de residência ou domicílio do servidor (mesma região metropolitana, aglomeração urbana ou microrregião, constituídas por municípios limítrofes, cuja jurisdição e competência dos órgãos, entidades e servidores brasileiros considera-se estendida); - O servidor não tenha sido domiciliado ou tenha residido no município, nos últimos doze meses, aonde for exercer o cargo em comissão ou função de confiança, desconsiderando-se prazo inferior a sessenta dias dentro desse período; - O deslocamento tenha ocorrido após 30 de junho de Valor mensal: - O valor mensal do auxílio-moradia é limitado a 25% (vinte e cinco por cento) do valor do cargo comissionado ou cargo de Ministro de Estado ocupado. - Independente do valor do cargo em comissão ou função comissionada, fica garantido a todos os que preencherem os requisitos o ressarcimento até o valor de R$1.800,00 (mil e oitocentos reais). - O valor do auxílio-moradia não poderá superar 25% (vinte e cinco por cento) da remuneração de Ministro de Estado (aproximadamente R$2.858,00) 19

20 - Se o servidor optar por alugar um imóvel cujo valor seja, por exemplo, de R$ 1.000,00, mensais, independente do fato da Legislação garantir a este servidor o mínimo de R$ 1.800,00, o mesmo receberá R$1.000,00 a título de auxílio moradia; a verba nada mais é do que um ressarcimento do valor efetivamente gasto com o aluguel. - Art. 51, 58 e 60 da Lei 8.112/90. 1 Servidor Faz requerimento através do formulário, anexa documentação necessária e encaminha à CGP. 2 CGP Abre processo, protocola no sistema, confere documentação e envia à DGP. 3 DGP Analisa processo e encaminha para pagamento. 15 AUXÍLIO-NATALIDADE O auxílio-natalidade é devido à servidora por motivo de nascimento de filho (nascituro ou natimorto), em quantia equivalente ao menor vencimento do serviço público, inclusive no caso de natimorto. - Formulário devidamente preenchido e assinado; - Cópia da certidão de nascimento; - Cadastro de Pessoa Física do(s) dependente(s); - Na hipótese de parto múltiplo, o valor será acrescido de 50% (cinquenta por cento), por nascituro. O auxílio será pago ao cônjuge ou companheiro servidor público, quando a parturiente não for servidora. - O valor do Auxílio-natalidade corresponde ao menor vencimento do serviço público federal. - É possível o pagamento de auxílio-natalidade em regimes jurídicos distintos. - Art. 196, da Lei 8.112/90. - Nota Técnica nº 1008 /2010/CGNOR/DENOP/SRH/MP. - Nota Técnica nº 425/2011/CGNOR/DENOP/SRH/MP. - Nota Técnica Nº 110/2014/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP 1 Servidor Faz requerimento através do formulário, anexa documentação 20

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