MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME SECRETARIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME SECRETARIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL"

Transcrição

1 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME SECRETARIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Cadern de Orientações sbre Índice de Gestã Descentralizada d Sistema Únic de Assistência Scial IGDSUAS Brasília, març de 2012

2 Sumári Intrduçã O que é IGDSUAS? Cm será feit Repasse de Recurss d IGDSUAS? Quem receberá IGDSUAS? IGDSUAS-M Base de Cálcul d IGDSUAS-M... 6 I. IDCRAS MÉDIO:... 7 II. EXECUÇÃO FINANCEIRA AJUSTADA IGDSUAS-E Base de Cálcul d IGDSUAS-E I. ID CRAS MÉDIO: II. EXECUÇÃO FINANCEIRA AJUSTADA: Cm é feit Cálcul d Tet Mensal ds entes? Cm pdem ser utilizads s recurss d IGDSUAS? Us d IDGSUAS: Sugestões de Planejament Pss utilizar s recurss d IGDSUAS para pagament de pessal cncursad? Cm fazer a incrpraçã ds recurss a rçament municipal, d DF u Estadual? Cm fazer a reprgramaçã ds recurss d IGDSUAS? Em quais situações haverá suspensã d pagament d IGDSUAS? Cm será a prestaçã de cntas d IGDSUAS? Legislaçã e Referências para cnsulta... 37

3 Intrduçã Inspirada na experiência invadra d Índice de Gestã Descentralizada d Prgrama Blsa Família, a instituiçã d Índice de Gestã Descentralizada d Sistema Únic de Assistência Scial IGDSUAS caracteriza-se cm uma estratégia essencial para aprimrament da gestã d SUAS. Pr mei d IGDSUAS, a Uniã passa a apiar financeiramente aprimrament da gestã recnhecend e incentivand s esfrçs ds gestres na cnduçã e implantaçã d SUAS de frma qualificada. O índice é uma frma de medir s resultads da gestã descentralizada d SUAS, cnsiderand a atuaçã da gestã na implementaçã, execuçã e mnitrament ds serviçs, prgramas, prjets e benefícis de assistência scial, bem cm na articulaçã intersetrial. A mesm temp, visa incentivar a btençã de resultads psitivs na gestã e alcance de patamares de qualidade d Sistema. Os recurss d incentiv estã alcads n Fund Nacinal de Assistência Scial e serã transferids fund a fund as funds de assistência scial ds municípis, DF e estads. Os recurss deverã ser utilizads n aprimrament da gestã d SUAS, incentivand investiments na rganizaçã, gestã, estruturaçã e manutençã ds serviçs e sua integraçã cm benefícis e transferências de renda, gestã ds prgramas cm Plan Brasil Sem Miséria e Prgrama BPC na Escla e BPC Trabalh. O IGDSUAS deverá auxiliar na estruturaçã da gestã d trabalh e educaçã permanente d SUAS, na implantaçã da vigilância sciassistencial e d mnitrament d SUAS n âmbit da gestã e serviçs. Pr fim, é imprtante ressaltar que a mens 03% ds recurss d IGDSUAS devem ser utilizads para api técnic e peracinal as cnselhs de assistência scial. 3

4 1. O que é IGDSUAS? O Índice de Gestã Descentralizada d Sistema Únic de Assistência Scial IGDSUAS visa avaliar a qualidade da gestã descentralizada ds serviçs, prgramas, prjets e benefícis sciassistenciais n âmbit ds municípis, DF e estads, bem cm a articulaçã intersetrial. Cnfrme s resultads alcançads pels entes a Uniã apiará financeiramente aprimrament da gestã cm frma de incentiv. O IGDSUAS fi instituíd pela Lei n.º /2011, que altera a Lei n.º 8.742/1993 (LOAS) e regulamentad pel Decret n.º 7.636/2011 e pelas Prtarias n.º 337/2011 e n.º 07/2012. Trata-se de um índice que varia de 0 (zer) a 1 (um). Quant mais próxim de 1 estiver índice, melhr é desempenh da gestã e mair pderá ser valr d api financeir repassad as entes cm frma de incentiv a aprimrament da gestã, respeitand tet rçamentári e financeir. Cm base ns resultads apurads, s entes que apresentarem bm desempenh, cnsiderand s critéris das nrmativas, receberã s recurss para investir em atividades vltadas a aprimrament da gestã d SUAS. Espera-se que Índice seja utilizad cm fatr de induçã à melhria de aspects priritáris para a gestã d SUAS. As variáveis selecinadas para cmpsiçã d índice apntam as gestres quais aspects da gestã precisam ser melhrads e repasse visa recmpensar s esfrçs realizads pr cada municípi, DF e estad n alcance ds resultads. O IGDSUAS pssui duas mdalidades: Índice de Gestã Descentralizada ds Municípis - IGDSUAS-M, a ser aplicad as Municípis e a Distrit Federal, e; Índice de Gestã Descentralizada ds Estads - IGDSUAS-E, a ser aplicad as Estads. 4

5 2. Cm será feit Repasse de Recurss d IGDSUAS? De acrd cm as alterações feitas pela Lei n.º /11 à LOAS, as transferências para api à gestã descentralizada d SUAS adtarã a sistemática d Índice de Gestã Descentralizada d Prgrama Blsa Família (IGD-PBF), previst n art. 8º da Lei n.º , de 9 de janeir de 2004, e serã efetivadas pr mei de prcediment integrad àquele índice. O IGDSUAS será repassad mensalmente d Fund Nacinal de Assistência Scial (FNAS) as Funds de Assistência Scial ds Municípis, Distrit Federal e Estads que cumprirem s critéris para recebiment ds recurss, descrits n item a seguir. Os recurss serã depsitads em uma cnta aberta pel FNAS ns respectivs Funds de Assistência Scial ds municípis, DF e Estads especificamente para fins de execuçã das atividades vinculadas a aprimrament da gestã d SUAS. Essa medida visa facilitar a análise e cntrle scial ds Cnselhs de Assistência Scial e ds órgãs de cntrle intern e extern, sbre s recurss. 3. Quem receberá IGDSUAS? O IGDSUAS será repassad as Municípis, Distrit Federal e Estads que se habilitaram e aderiram a SUAS, na frma definida pela Nrma Operacinal Básica d SUAS NOB SUAS/2005. Os municípis devem estar habilitads em gestã inicial, básica u plena, cnfrme prcess descrit na NOB SUAS/2005. N cas ds Estads e DF, é cndiçã para repasse d IGDSUAS a elabraçã d Plan d Pact de Aprimrament da Gestã Estadual e d DF e sua pactuaçã em CIB u CIT, cnfrme Resluçã CIT n.º 17/2010, que dispõe sbre Pact de Aprimrament da Gestã Estadual e d DF e estabelece as priridades nacinais e s cmprmisss para quadriêni

6 Para receber IGDSUAS, municípi, DF u estad deve ainda alcançar índice superir a 0,2 (dis décims). 4. IGDSUAS-M O IGDSUAS-M será aplicad as municípis e a Distrit Federal. Para exercíci de 2011 e 2012, seu cálcul utilizará Índice de Desenvlviment d Centr de Referência de Assistência Scial - IDCRAS, cletad a partir ds dads d Cens SUAS, e a execuçã financeira d fund de assistência scial d municípi u DF. Os recurss d IGDSUAS serã transferids apenas para s Municípis e Distrit Federal que tiverem IGDSUAS-M superir a 0,2 (dis décims). Assegura-se as Municípis e Distrit Federal que atingirem índice mínim estabelecid valr mínim de repasse mensal equivalente a R$ 500,00 (quinhents reais). Assegura-se as Municípis e Distrit Federal que atingirem IGDSUAS-M igual u superir a 0,9 (nve décims) valr mínim de repasse mensal equivalente a R$ 1.500,00 (mil e quinhents reais). 4.1 Base de Cálcul d IGDSUAS-M Cálcul d IGDSUAS-M O valr d IGDSUAS-M d exercíci de 2011/2012 crrespnderá a resultad da média aritmética pnderada d IDCRAS, btid n Cens SUAS 2010, cm pes 4, e da execuçã financeira ajustada, referente a exercíci de 2009, cm pes Existem dis tips de média aritmética: a simples e a pnderada. A média aritmética simples é btida dividind-se a sma das bservações pel númer delas. A média aritmética pnderada envlve númers sujeits a um pes. Seu resultad é a sma de cada bservaçã, multiplicads pr seus respectivs pess, dividid pela sma ds pess. Pr exempl: O IGDSUAS é igual a IDCRAS multiplicad pel pes 4 smad à execuçã financeira ajustada multiplicada pel pes 1, divid pela sma ds pess, u seja, 5 (IDCRAS x 4 + execuçã financeira ajustada x 1 / 5). Se 6

7 Cmpnentes d cálcul d IGDSUAS-M: I. IDCRAS MÉDIO: O IDCRAS, criad em 2008, é um indicadr sintétic que tem pr bjetiv sistematizar as características de funcinament ds CRAS e aprimrar prcess de mnitrament. É cmpst pela cmbinaçã ds seguintes Indicadres Dimensinais: atividades realizadas; hrári de funcinament; recurss humans; e estrutura física. Cada dimensã pde ser enquadrada em quatr graus de desenvlviment: insuficiente, regular, suficiente u superir. O Índice de cada CRAS é resultad da cmbinaçã ds Graus de Desenvlviment apurads pr dimensã. N cas d IGDSUAS, IDCRAS será calculad pela cmbinaçã ds graus de desenvlviment apurads nas dimensões e distribuíds em seis estágis da classificaçã, send estági 1 equivalente a menr grau de desenvlviment e estági 6 a mair grau de desenvlviment. Estágis 1 - Duas u mais dimensões n nível insuficiente. 2 - Uma dimensã insuficiente e a mens uma n nível regular. 3 - Uma dimensã insuficiente e demais ns níveis suficiente u superir. 4 - Uma dimensã regular e demais ns níveis suficiente u superir. 5 - Tdas as dimensões a mens n nível suficiente, send 50% u mens n nível superir. 6 - Tdas as dimensões a mens n nível suficiente, send mais de 50% n nível superir. Pr exempl, supnhams que um municípi btenha s seguintes graus de desenvlviment: municípi btiver um IDCRAS igual a 0,5 e uma execuçã financeira ajusta igual a 0,3 terems: 0,5 x 4 + 0,3 x 1 /5. O resultad, u seja, IGDSUAS, será igual a 0,46. 7

8 Dimensões Estrutura física Atividades realizadas Hrári de funcinament Recurss humans Graus de Desenvlviment Suficiente Superir Suficiente Insuficiente Cnsiderand s estágis mencinads acima para cálcul d IGDSUAS, este municípi hiptétic bteria IDCRAS igual a 03 em uma escala até 06, u seja, uma dimensã insuficiente e as demais suficiente u superir. Cas municípi tenha mais de um CRAS, IDCRAS médi será calculad a partir da média aritmética simples d IDCRAS de cada unidade CRAS, u seja, a sma simples ds IDCRAS dividid pela quantidade de CRAS d municípi u DF. Finalmente, IDCRAS é dividid pr 6, de frma que varie de 0 a 1, antes de ser cmbinad cm a execuçã financeira ajustada para cálcul, lembrand que IDCRAS tem pes 4. N cas d municípi hiptétic acima que bteve IDCRAS médi igual a 3, valr para efeit de cálcul será 3 / 6 = 0,5. Os quadrs abaix descrevem enquadrament ds graus de desenvlviment de cada dimensã: INFRAESTRUTURA FÍSICA Graus de Desenvlviment Superir (pssui s itens) Itens existentes n CRAS Lcal para recepçã. Sala para entrevista que pssibilite atendiment individual. Salã para reuniã cm grups de famílias*. Banheir. Cndições de acessibilidade - em cnfrmidade cm a Nrma da ABNT- NBR para pessas idsas e pessas cm deficiência**. Imóvel própri. Lcal para recepçã. Sala para entrevista que pssibilite atendiment individual. Suficiente (pssui s itens) Salã para reuniã cm grups de famílias*. Banheir Cndições de acessibilidade - em acrd cm a Nrma ABNT - NBR para pessas idsas e pessas cm deficiência*** 8

9 Imóvel própri Regular (pssui s itens) Insuficiente (nã pssui algum ds itens). Lcal para recepçã. Sala para entrevista que pssibilite atendiment individual. Salã para reuniã cm grups de famílias*. Banheir. Lcal para recepçã. Sala para entrevista que pssibilite atendiment individual. Salã para reuniã cm grups de famílias*. Banheir. * Critéri 2008 para sala de atendiment - mínim de 2 salas, send que pel mens uma delas cm capacidade superir a 15 pessas. ** Critéri 2008 pssui cndições de acessibilidade em cnfrmidade cm a Nrma da ABNT - NBR ***Critéri 2008 pssui cndições de acessibilidade, mas que nã estã em cnfrmidade cm a Nrma ABNT - NBR ATIVIDADES REALIZADAS Graus de Desenvlviment Superir (realiza tds s itens) Suficiente (realiza tds s itens) Regular (realiza tds s itens) Insuficiente (nã realiza algum ds itens) Atividades Realizadas n CRAS Visitas dmiciliares Acmpanhament de famílias Orientaçã/acmpanhament para inserçã n BPC Encaminhament para inserçã de famílias n Cadúnic Grup/ficina de cnvivência e atividades scieducativas cm famílias u pr cicl de vida u intergeracinal Busca ativa Visitas dmiciliares Acmpanhament de famílias Orientaçã/acmpanhament para inserçã n BPC Encaminhament para inserçã de famílias n CadÚnic Grup/ficina de cnvivência e atividades scieducativas cm famílias u pr cicl de vida u intergeracinal Visitas dmiciliares Acmpanhament de famílias Visitas dmiciliares Acmpanhament de famílias 9

10 DISPONIBILIDADE DE SERVIÇOS Superir: Funcinament da unidade 5 dias pr semana cm mais de 8 hras pr dia u mais de 5 dias pr semana cm 8 hras u mais pr dia; Suficiente: 5 dias pr semana cm 8 hras pr dia; Regular: 5 dias na semana u mais, cm seis u sete hras pr dia; Insuficiente: Inferir a 5 dias na semana u seis hras pr dia. RECURSOS HUMANOS Grau de Desenvlviment Equipe de Referência Metróple/Grande Prte/ Médi Prte CRAS para famílias referenciadas Pequen Prte II CRAS para famílias referenciadas Pequen Prte I CRAS para famílias referenciadas Superir Suficiente Nve u mais prfissinais, send: cinc u mais prfissinais de nível superir, quatr u mais prfissinais de nível médi, devend haver, pel mens: - dis assistentes sciais - um psicólg - um crdenadr de nível superir e estatutári Oit u mais prfissinais, send: quatr u mais prfissinais de nível superir, quatr u mais prfissinais de nível médi, devend haver, pel mens: - dis assistentes sciais - um psicólg Sete u mais prfissinais, send: quatr u mais prfissinais de nível superir, três u mais prfissinais de nível médi, devend haver, pel mens: - um assistente scial - um crdenadr de nível superir e estatutári Seis u mais prfissinais, send: três u mais prfissinais de nível superir, três u mais prfissinais de nível médi, devend haver, pel mens: - um assistente scial Cinc u mais prfissinais, send: três u mais prfissinais de nível superir, dis u mais prfissinais de nível médi, devend haver, pel mens: - um assistente scial - um crdenadr de nível superir e estatutári Quatr u mais prfissinais, send: dis u mais prfissinais de nível superir, dis u mais prfissinais de nível médi, devend haver, pel mens: - um assistente scial 10

11 Regular Seis u mais prfissinais, send: quatr u mais prfissinais de nível superir Cinc u mais prfissinais, send: três u mais prfissinais de nível superir Três u mais prfissinais, send: dis u mais prfissinais de nível superir Insuficiente Mens de seis prfissinais u mens de quatr prfissinais de nível superir Mens de cinc prfissinais u mens de três prfissinais de nível superir Mens de quatr prfissinais u mens de dis prfissinais de nível superir II. EXECUÇÃO FINANCEIRA AJUSTADA O segund cmpnente de cálcul d IGDSUAS-M é a execuçã financeira d municípi u DF. O cálcul da execuçã financeira ajustada cnsidera ttal de recurss repassads pel MDS a municípi u DF para execuçã ds serviçs d SUAS durante exercíci financeir e a prprçã de recurss gasts n mesm períd. Essa prprçã é ajustada da seguinte frma: 1) Municípis u DF cm percentual igual u inferir a 20% de execuçã recebem valr final igual a 0; 2) Municípis u DF cm percentual igual a 100% recebem valr final igual a 1; 3) Municípis u DF cm execuçã entre 20% e 100% terã seu valr de execuçã financeira ajustada equivalente a X - 20 / (100-20), nde X é a prprçã de recurss gasts pel Municípi u DF. Lg, um Municípi cm execuçã de 60% teria sua execuçã ajustada equivalente a / (100-20) = 40 / 80 = 0,5 u 50%. Supnhams que municípi A tenha recebid d MDS ttal de R$ ,00 (cent e cinquenta mil reais) durante an para execuçã ds serviçs d SUAS e que tenha executad R$ ,00 (cem mil reais), u seja, 66%. Esses 66% sã aplicads na fórmula X - 20 / (100-20), nde X é igual a percentual da execuçã financeira, u seja, 66%: 11

12 66-20 / (100-20) = 44 / 80 = 0,55 u 55% (execuçã financeira ajustada) O resultad da execuçã financeira ajustada será cmbinad cm IDCRAS para cálcul d IGDSUAS. N cas d municípi que bteve IDCRAS médi igual a 0,5 e execuçã financeira ajustada igual a 0,55, cálcul d IGDSUAS será feit da seguinte frma: IDCRAS médi cm pes 4 smad à execuçã financeira ajustada cm pes 1 dividid pr 5 que equivale à sma ds pess, u seja: 0,5 x 4 + 0,55 x 1/ 5 = 2 + 0,55 / 5 = 2,55 /5 = 0,51 O IGDSUAS-M deste municípi é igual a 0, IGDSUAS-E O IGDSUAS-E aplica-se as Estads. Seu cálcul cnsiderará IDCRAS Médi ds municípis de seu territóri e a Execuçã Financeira Ajustada, utilizand-se s valres da execuçã financeira ajustada de tds s municípis d estad. Os recurss de api à gestã descentralizadas d SUAS serã transferids apenas para s estads cuj IGDSUAS-E seja superir a 0,2 (dis décims). Assegura-se as estads que atingirem índice mínim estabelecid valr mínim de repasse mensal equivalente a R$ ,00 (dez mil reais). 12

13 5.1 Base de Cálcul d IGDSUAS-E Cálcul d IGDSUAS-E O valr d IGDSUAS-E d exercíci de 2011/2012 crrespnderá a média aritmética pnderada d IDCRAS Médi ds municípis d territóri estadual, btid n Cens SUAS 2010, cm pes 4, e a Execuçã Financeira Ajustada, btida pr mei de média aritmética utilizand-se s valres da execuçã financeira ajustada de tds s municípis d estad, referente a exercíci de 2009, cm pes 1. Cmpnentes para cálcul d IGDSUAS-E: I. ID CRAS MÉDIO: Para s estads, será utilizad prcediment análg a empregad para s municípis e DF, cm as seguintes mdificações: O IDCRAS médi d estad será calculad a partir da sma ds IDCRAS médis de tds s municípis dividida pela quantidade de municípis existentes n Estad. Demais perações sã idênticas a cas ds municípis (divisã pr 6 para variar de 0 a 1 e pnderaçã cm pes 4, cnfrme descrit n item Cmpnentes d cálcul d IGDSUAS-M ). Pr exempl: um estad hiptétic pssui 10 CRAS distribuíds em 5 municípis, cm s seguintes IDCRAS: - 3 municípis cm 1 CRAS em cada um, tds cm IDCRAS médi igual a 0,66; - 1 municípi cm 2 CRAS, cm IDCRAS médi igual a 0,50; - 1 municípi cm 5 CRAS, cm IDCRAS médi igual a 0,83; O IDCRAS médi d estad será a sma ds IDCRAS médis de cada municípi, dividida pel númer de municípis, u seja: 0,66 + 0,66 + 0,66 + 0,50 + 0,83 /5 = 3,31 / 5 = 0,66 13

14 Dessa frma, IDCRAS médi deste estad hiptétic é igual a 0,66 devend ser pnderand cm pes 4 para cálcul d IGDSUAS-E. IDCRAS médi municípi a + IDCRAS médi municípi b IDCRAS médi de n municípis / númer de municípis n estad = IDCRAS médi d Estad II. EXECUÇÃO FINANCEIRA AJUSTADA: O segund cmpnente d cálcul d IGDSUAS-E é a execuçã financeira ajustada ds municípis. A execuçã financeira ajustada d estad será btida pr mei de média aritmética utilizand-se s valres da execuçã financeira ajustada de tds s municípis d estad. Dessa frma, a execuçã financeira ajustada d estad crrespnde a sma das taxas de execuçã financeira btidas pr cada um ds municípis d estad dividida pela quantidade de municípis existentes n estad. Pr exempl, n estad hiptétic cm 05 municípis que tenham btid s seguintes valres de execuçã financeira ajusta n cálcul d IGDSUAS: - 3 municípis cm execuçã financeira ajustada de 50% u 0,5-1 municípi cm execuçã financeira ajustada de 30% u 0,3-1 municípi cm execuçã financeira ajustada de 40% u 0,4 A execuçã financeira ajustada d estad será a sma da execuçã financeira de cada municípi dividida pel númer ttal de municípis, u seja, n exempl acima cálcul será: 0,5 + 0,5 + 0,5 + 0,3 + 0,4 / 5 = 2,2 / 5 = 0,44 14

15 Dessa frma, a execuçã financeira ajustada d Estad será igual a 0,44 devend ser cmbinad cm IDCRAS médi para cálcul d IGDSUAS-E. Execuçã Financeira d municípi a + Execuçã Financeira d municípi b Execuçã Financeira de n municípis / númer de municípis n estad = Execuçã Financeira ajustada d Estad 6. Cm é feit Cálcul d Tet Mensal ds entes? Cálcul d Tet Mensal O Tet mensal ds entes será apurad anualmente até mês de junh de cada an. a) Tet Mensal municipal Para btençã d tet de repasse para s municípis adtar-se-á s critéris de ppulaçã cnstante na última atualizaçã d Cadastr Únic, quantidade de CRAS e CREAS em cada lcalidade, infrmada n últim Cens SUAS, e a área municipal extraída d Cens IBGE mais recente. Nã bstante, em funçã da grande variabilidade ds valres assumids pr estas variáveis, após análise de sua distribuiçã estatística ptu-se pela adçã ds seguintes piss e tets: Ppulaçã n Cadastr Únic: mínim de famílias e máxim de famílias, pes 0,5. Área Municipal: mínim de 100km2 e máxim de 2500km2, pes 0,2 Quantidade de CRAS e CREAS (sem ajuste) pes 0,3 Prtant, tet mensal será equivalente à multiplicaçã ds pess acima pels respectivs valres para as três variáveis apresentads pr cada municípi (ajustads, n cas de ppulaçã e área, cnfrme acima), dividind-se sempre pel smatóri d valr de tds s municípis, de frma a se bter uma distribuiçã nrmalizada. 15

16 Matematicamente, tems: Tet mensal (TM) = f (c;d), nde c = cmplexidade da ferta de serviçs, que se desdbra em quantidade de equipaments (e) e área de cbertura (a); d = vlume da demanda, representada pela ppulaçã ttal n Cadastr Únic (p). Assim, para municípi "i" ter-se-ia tet: TMi = [(pes pp x pp xi) / n= pp xn; (pes área x área xi) / n= área xn ; (pes qtd equip x qtd equip xi) / n= qtd equip xn ] u ainda TMi = [(0,5 x pxi) / n= pxn; (0,2 x axi) / n= axn ; (0,3 x exi) / n= exn ] Após a btençã d tet mensal, prcede-se a seu ajuste pel critéri de pririzaçã scial, que cnvencinu-se equivaler à taxa de extrema pbreza (EP), cnfrme divulgada pel Cens IBGE 2010, segund a fórmula: Fatr de ajuste (FA) i = 1 / (1 - EPi) Lg, tet mensal ajustad (TMA) para municípi "i" será igual a: TMAi = TMi x FAi Cm resultad da peraçã acima nã é nrmalizad, efetua-se nva nrmalizaçã para apuraçã d tet mensal ajustad final (TMAF) TMAFi = TMAi / n= TMAi O valr específic d TMAF será resultad de sua multiplicaçã pr 90% d mntante glbal de recurss dispníveis para repasse a fim de incentiv à gestã (s demais 10% serã distribuíds para s estads). b) Tet mensal estadual A btençã d tet de repasse para s Estads adtará cm critéris a ppulaçã cnstante na última atualizaçã d Cadastr Únic, a área territrial e quantitativ de Municípis pr Estad, extraíds d Cens IBGE mais recente. Analgamente a cas municipal, pr frça da ppulaçã d cadastr únic respnder pel dimensinament da demanda, adtu-se pes de 60% para esta variável, cntra 20% para a quantidade de Municípis e 20% para a área territrial d estad. 16

17 Pr cnseguinte, tet mensal será equivalente à multiplicaçã ds pess acima pels respectivs valres para as três variáveis apresentads pr cada Estad, dividind-se sempre pel smatóri d valr de tds s Estads (que crrespnde, bviamente, a valr nacinal), de frma a se bter uma distribuiçã nrmalizada. Matematicamente, tems: Tet mensal (TM) = f (c;d), nde c = cmplexidade da ferta de serviçs, que se desdbra em quantidade de Municípis (m) e área de cbertura (a); d = vlume da demanda, representada pela ppulaçã ttal n Cadastr Únic (p). Assim, para estad "j" ter-se-ia tet: TMj = [(pes pp x pp xj) / n=1 27 pp xn; (pes área x área xj) / n=1 27 área xn ; (pes qtd mun x qtd mun xj) / n=1 27 qtd mun xn ] u ainda TMj = [(0,6 x pxj) / n=1 27 pxn; (0,2 x axj) / n=1 27 axn ; (0,2 x mxj) / n=1 27 mxn ] Depis de calculad tet mensal, prcede-se a seu ajuste pel critéri de pririzaçã scial, que cnvencinu-se equivaler à taxa de extrema pbreza (EP), cnfrme divulgada pel Cens IBGE 2010, segund a fórmula: Fatr de ajuste (FA) j = 1 / (1 - EPj) Lg, tet mensal ajustad (TMA) para estad "j" será igual a: TMAj = TMj x FAj Cm resultad da peraçã acima nã é nrmalizad, efetua-se nva nrmalizaçã para apuraçã d tet mensal ajustad final (TMAF) TMAFj = TMAj / n=1 27 TMAj O valr específic d TMAF será resultad de sua multiplicaçã pr 10% d mntante glbal de recurss dispníveis para repasse a fim de incentiv à gestã (s demais 90% serã distribuíds para s Municípis). 17

18 7. Cm pdem ser utilizads s recurss d IGDSUAS? O planejament das atividades desenvlvidas cm s recurss d IGDSUAS deve integrar Plan de Assistência Scial de que trata art. 30 da Lei n.º 8.742/93 (LOAS) e Plan de Açã. ATENÇÃO: Os recurss d IGDSUAS nã devem ser utilizads antes de sua incrpraçã a rçament. IMPORTANTE: N setr públic, só pdem ser gasts s recurss que estã prevists n rçament. Se recurs fi usad antes diss, a prática pde ser cnfigurada cm Caixa 2, u seja, fi usad um recurs que nã existe legalmente n rçament. Para incrprar n rçament é precis primeir planejar a utilizaçã ds recurss e submeter planejament à deliberaçã d Cnselh de Assistência Scial. N planejament devem ser listadas as atividades que serã financiadas cm s recurss d IGDSUAS pr rdem de priridade. A identificaçã dessas atividades priritárias é fundamental para a categrizaçã ds recurss n rçament (custei u capital). Após a aprvaçã d Cnselh de Assistência Scial, gestr deve encaminhar planejament para a área d municípi, DF u estad respnsável pela cntabilidade e finanças que, pr sua vez, adtará s prcediments para identificaçã das categrias ecnômicas (Custei/Investiment) e a psterir incrpraçã ds recurss a Orçament Municipal, d DF u Estadual. Ressalta-se ainda que pel mens 3% (três pr cent) ds recurss transferids n exercíci financeir deverã ser gasts cm atividades de api técnic e peracinal para fins de frtaleciment ds Cnselhs de Assistência Scial ds Estads, Municípis e Distrit Federal. Cnfrme a Prtaria n.º 07/2012 que regulamenta IGDSUAS, s recurss devem ser utilizads para aprimrament da gestã, investind em ações de: 18

19 I. Gestã de serviçs; II. Gestã e rganizaçã d SUAS; III. Gestã articulada e integrada ds serviçs e benefícis sciassistencias; IV. Gestã articulada e integrada cm Prgrama Blsa Família e cm Plan Brasil Sem Miséria; V. Gestã d trabalh e educaçã permanente na assistência scial; VI. Gestã da infrmaçã d SUAS; VII. Implementaçã da vigilância sciassistencial; VIII. Api técnic e peracinal as cnselhs de assistência scial, bservad percentual mínim fixad; IX. Gestã financeira ds funds de assistência scial; X. Gestã articulada e integrada cm s Prgramas BPC na Escla e BPC Trabalh; XI. Gestã e rganizaçã da rede de serviçs assistenciais; e XII. Mnitrament d SUAS; 7.1 Us d IDGSUAS: Sugestões de Planejament As rientações a seguir sã meras sugestões. Cabe a gestr da plítica de assistência scial a decisã e a respnsabilidade sbre us ds recurss, bservand sua crreta aplicaçã de acrd cm a legislaçã federal ns prcediments de cntrataçã, licitaçã, empenh, pagament e utras que sã próprias da gestã de recurss públics. I. Us d IGDSUAS de md geral para rganizaçã d SUAS, aprimrament da Gestã de Serviçs, Prgramas, Prjets e Benefícis, e frtaleciment d cnselh de assistência scial: Uma mesma açã financiada cm recurss d IGDSUAS pde se destinar a finalidades diferentes, cm pr exempl, algumas ações destinadas a implantaçã da vigilância sciassistencial também pdem repercutir n aprimrament da gestã e rganizaçã d SUAS. Seguem abaix algumas sugestões de planejament de ações que pdem ser realizadas cm IGDSUAS que abrangem e repercutem em várias áreas 19

20 essenciais d SUAS, cm gestã d trabalh, vigilância sciassistencial, gestã de serviçs e benefícis, entre utrs: Aquisiçã de equipaments eletrônics, tais cm, cmputadres, cntrataçã de serviçs de internet (prvedres), impressras, scanners, datashw, GPS, tablets, mdem; equipaments de áudi e víde, equipaments para instalaçã u ampliaçã de redes de internet, entre utrs, destinads à gestã d SUAS, cntrle scial u à execuçã ds serviçs sciassistenciais; Aquisiçã de mbiliári, tais cm mesas individuais, mesas de reuniã, cadeiras, sfás, estantes, arquivs, armáris, gaveteirs, aparelhs de ar cndicinad, ventiladres, bebedurs, quadrs de aviss, aparelhs telefônics, aparelhs de Fax, e utrs que sejam necessáris para a estrutura física d ambiente nde é feita a gestã, cntrle scial u atendiment das famílias; Aquisiçã de materiais de cnsum e expediente, tais cm carimbs, papéis para impressra e frmuláris, tners e/u tinta para impressras, brrachas, lápis, canetas, grampeadres, furadres, pastas, caixas arquivs, entre utrs; Realizaçã de capacitações, encntrs, semináris e ficinas reginais e lcais para trabalhadres d SUAS, preferencialmente servidres cncursads, gestres e cnselheirs de Assistência Scial: Cntrataçã de Pessas Jurídicas u Físicas, pr temp determinad, para ministrar as capacitações u treinaments referentes a SUAS. Essas cntratações devem seguir tds s rits licitatóris impsts pela legislaçã pertinente; Lcaçã de espaç físic e lgística para capacitações, encntrs, semináris e ficinas de interesse d SUAS; Custei de diárias e passagens ds trabalhadres d SUAS, gestres e cnselheirs de assistência scial para participaçã ns events d SUAS. Atençã: rdenadr de despesa deverá justificar bjetivamente ns auts, cm a participaçã n event irá cntribuir para a melhria da capacidade técnica ds 20

21 participantes, na execuçã de suas tarefas, e/u n aprimrament da gestã d SUAS. Tdas as despesas cm passagens devem ser cmprvadas pr mei de cartã de embarque e as diárias se estiverem n sistema de reembls, pr mei de ntas fiscais, cmprvantes de pagaments, etc. Ressalta-se que tdas as despesas devem ser aprvadas previamente pel Cnselh de Assistência Scial. Elabraçã, desenvlviment e publicaçã de material de api às equipes ds serviçs sciassistenciais, gestres, cnselheirs e usuáris de assistência scial; Cntrataçã e desenvlviment de estuds, pesquisas afetas a SUAS; Impressã de estuds, pesquisas e material de api às equipes, gestres e cnselheirs de assistência scial; Elabraçã e publicaçã d Plan de Assistência Scial, Relatóri de Gestã, entre utrs dcuments relativs à gestã d SUAS em âmbit lcal; Desenvlviment de ferramenta infrmacinal e de tecnlgias que apiem a rganizaçã d SUAS; Deslcaments e api às atividades das(ds): equipes ds serviçs sciassistenciais para realizaçã de visitas, busca ativa e acmpanhament das famílias em situaçã de vulnerabilidade e risc scial; prfissinais ds serviçs reginais para s municípis vinculads; gestã municipal para api técnic, acmpanhament e mnitrament da rede de serviçs sciassistencial pública e privada na execuçã ds serviçs, prgramas, prjets e benefícis; gestã estadual para api técnic, acmpanhament e mnitrament as municípis e serviçs reginais na gestã e execuçã ds serviçs, prgramas, prjets e benefícis sciassistenciais; cnselheirs para acmpanhament e fiscalizaçã ds serviçs da rede sciassistencial pública e privada, lcal, estadual e reginal; 21

22 cnselheirs e usuáris para participaçã de fóruns, encntrs, reuniões, semináris e cnferências de assistência scial; Campanhas, ações de divulgaçã e esclareciment a ppulaçã sbre s direits sciassistenciais, sbre s serviçs, prgramas, prjets e benefícis d SUAS, Benefíci de Prestaçã Cntinuada (BPC) e ações crrelatas cm BPC na Escla e BPC Trabalh, Prgrama Blsa Família e Plan Brasil Sem Miséria, cm desenvlviment e cnfecçã de materiais infrmativs, cartazes e panflets, divulgaçã n rádi, televisã, carr de sm, teatr e utrs meis; Aquisiçã de veículs e de cmbustíveis e lubrificantes para veículs utilizads na ferta de serviçs sciassistenciais, atividades da Gestã e/u d Cnselh de Assistência Scial, devend veícul ser identificad cm a lgmarca d SUAS, cnfrme padrã dispnível em Atençã: Cnsiderand alt cust ds autmóveis, recmenda-se que, antes de se efetuar qualquer aquisiçã de veícul, municípi, DF u Estad verifique se essa despesa nã cmprmeterá as demais atividades vltadas para aprimrament da gestã d SUAS. Lembrand sempre, que tdas as aquisições devem seguir tds s rits licitatóris aplicads às cmpras pretendidas. II. O Us d IGDSUAS para a Implementaçã da Vigilância Sciassistencial, Mnitrament e Gestã da infrmaçã d SUAS; A Vigilância Scial é uma área vinculada à gestã d SUAS e tem cm bjetiv a prduçã e a sistematizaçã de infrmações territrializadas. Entre suas tarefas, está a elabraçã de indicadres, diagnóstics e análises referentes as padrões de qualidade ds serviçs fertads, bem cm das demandas e necessidades decrrentes das situações de risc e vulnerabilidades presentes ns territóris, famílias e indivídus. Cabe à Vigilância subsidiar cm infrmações e análises as atividades de planejament, gestã, mnitrament, supervisã e execuçã ds serviçs sciassistenciais. Os recurss d IGDSUAS devem ser utilizads, dentre utrs fins, para a implantaçã, estruturaçã rganizacinal e funcinament das áreas de Vigilância 22

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE RESOLUÇÃO N 379, DE 19 DE OUTUBRO DE 2006 Cria e regulamenta sistema de dads e infrmações sbre a gestã flrestal n âmbit d Sistema Nacinal

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS Versã 0.0 25/10/2010 Sumári 1 Objetivs... 3 2 Cnceits... 3 3 Referências... 3 4 Princípis... 3 5 Diretrizes d Prcess... 4 6 Respnsabilidades... 5 7

Leia mais

Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher E s c r i t ó r i o R e g i o n a l p a r a o B r a s i l e o C o n e S u l

Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher E s c r i t ó r i o R e g i o n a l p a r a o B r a s i l e o C o n e S u l Fund de Desenvlviment das Nações Unidas para a Mulher E s c r i t ó r i R e g i n a l p a r a B r a s i l e C n e S u l Fnd de Desarrll de las Nacines Unidas para la Mujer O f i c i n a R e g i n a l p

Leia mais

Ministério da Justiça. Orientações para a preparação dos Policiais que atuam na Região

Ministério da Justiça. Orientações para a preparação dos Policiais que atuam na Região Ministéri da Justiça Departament da Plícia Federal Academia Nacinal de Plícia Secretaria Nacinal de Segurança Pública Departament de Pesquisa, Análise da Infrmaçã e Desenvlviment Humanan Orientações para

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL Intrduçã O presente Regulament cnstitui um dcument intern d curs de Ciências Cntábeis e tem pr bjetiv reger as atividades relativas a Estági de Iniciaçã

Leia mais

Software Utilizado pela Contabilidade: Datasul EMS 505. itens a serem inventariados com o seu correspondente registro contábil;

Software Utilizado pela Contabilidade: Datasul EMS 505. itens a serem inventariados com o seu correspondente registro contábil; TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS ESPECIALIZADOS DE ANÁLISE DA REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL DE ATIVO PARA CÁLCULOS DO VALOR DO IMPAIRMENT E VIDA ÚTIL RESIDUAL, EM CONFORMIDADE COM O DISPOSTO

Leia mais

O Certificado é um dos documentos exigidos para solicitar as seguintes isenções de contribuições sociais:

O Certificado é um dos documentos exigidos para solicitar as seguintes isenções de contribuições sociais: PROCEDIMENTOS PARA CERTIFICAÇÃO E/OU RENOVAÇÃO DO CEBAS CNAS CERTIFICAÇÃO/RENOVAÇÃO O Certificad é um ds dcuments exigids para slicitar as seguintes isenções de cntribuições sciais: Parte patrnal da cntribuiçã

Leia mais

PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA

PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA CAMINHO PARA ELABORAÇÃO DE AGENDAS EMPRESARIAIS EM ADAPTAÇÃO ÀS MUDANÇAS DO CLIMA Prpsta de Framewrk Resultad d diálg crrid em 26 de junh de 2013, n Fórum Latin-American

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS REALIZAR MANUTENÇÃO PREDIAL

MANUAL DE PROCEDIMENTOS REALIZAR MANUTENÇÃO PREDIAL Códig: MAP-DILOG-002 Versã: 00 Data de Emissã: 01/01/2013 Elabrad pr: Gerência de Instalações Aprvad pr: Diretria de Lgística 1 OBJETIVO Estabelecer cicl d prcess para a manutençã predial crretiva e preventiva,

Leia mais

Excluídas as seguintes definições:

Excluídas as seguintes definições: Prcediment de Cmercializaçã Cntrle de Alterações Entre PM AM.08 APLICAÇÃO DE PENALIDADE POR INSUFICIÊNCIA DE CONTRATAÇÃO E PENALIDADE POR INSUFICIÊNCIA DE LASTRO DE VENDA & PdC AM.10 MONITORAMENTO DE INFRAÇÃO

Leia mais

Glossário das Metas Prioritárias 2010 Versão 1.2.14 Agosto/2010

Glossário das Metas Prioritárias 2010 Versão 1.2.14 Agosto/2010 Meta Priritária 5 Implantar métd de gerenciament de rtinas (gestã de prcesss de trabalh) em pel mens 50% das unidades judiciárias de 1º grau. Esclareciment da Meta Nã estã sujeits a esta meta s tribunais

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE LAMEGO EDITAL

INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE LAMEGO EDITAL EDITAL CANDIDATURA AOS CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS (CTeSP) 2015 CONDIÇÕES DE ACESSO 1. Pdem candidatar-se a acess de um Curs Técnic Superir Prfissinal (CTeSP) da ESTGL tds s que estiverem

Leia mais

Nome do programa, pesquisa ou produto: Projeto Censo GIFE 2005/2006

Nome do programa, pesquisa ou produto: Projeto Censo GIFE 2005/2006 1 GIFE Grup de Instituts, Fundações e Empresas Dads da rganizaçã Data de elabraçã da ficha: Fev 2008 Nme: GIFE Grup de Instituts, Fundações e Empresas Endereç: Av. Brigadeir Faria Lima, 2.413 1º andar

Leia mais

DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS

DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS Prjets n Bima Amazônia A Critéris Orientadres B C D E F Cndicinantes Mínims para Prjets Mdalidades de Aplicaçã ds Recurss Restriçã de Us ds Recurss Critéris

Leia mais

PROCESSO EXTERNO DE CERTIFICAÇÃO

PROCESSO EXTERNO DE CERTIFICAÇÃO 1 de 7 1. OBJETIVO Este prcediment estabelece prcess para cncessã, manutençã, exclusã e extensã da certificaçã de sistema de segurança cnfrme ABNT NBR 15540. 2. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES - ABNT NBR 15540:2013:

Leia mais

Florianópolis, 25 de janeiro de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017

Florianópolis, 25 de janeiro de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017 Flrianóplis, 25 de janeir de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017 1) Cnsiderações Gerais: A Federaçã Nacinal ds Estudantes de Engenharia Civil

Leia mais

MTur Sistema Artistas do Turismo. Manual do Usuário

MTur Sistema Artistas do Turismo. Manual do Usuário MTur Sistema Artistas d Turism Manual d Usuári Índice 1. INTRODUÇÃO... 3 2. DESCRIÇÃO DO SISTEMA... 3 3. ACESSAR O SISTEMA... 4 4. UTILIZANDO O SISTEMA... 9 4.1. CADASTRAR REPRESENTANTE... 9 4.2. CADASTRAR

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE SANTA EFIGÊNIA DE MINAS

ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE SANTA EFIGÊNIA DE MINAS ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE SANTA EFIGÊNIA DE MINAS AUXILIAR DE SECRETARIA Organizar e manter atualizad serviç de escrituraçã esclar. Redigir fícis, expsições de mtivs, atas, declarações, certidões de cntagem

Leia mais

CARTILHA PARA ORIENTAÇÃO ACERCA DAS OBRIGAÇÕES PREVIDENCIÁRIAS PARA O PERÍODO ELEITORAL

CARTILHA PARA ORIENTAÇÃO ACERCA DAS OBRIGAÇÕES PREVIDENCIÁRIAS PARA O PERÍODO ELEITORAL MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL SECRETARIA DA RECEITA PREVIDENCIÁRIA - SRP DEPARTAMENTO DE FISCALIZAÇÃO - DEFIS CARTILHA PARA ORIENTAÇÃO ACERCA DAS OBRIGAÇÕES PREVIDENCIÁRIAS PARA O PERÍODO ELEITORAL

Leia mais

MANUAL dos LABORATÓRIOS De INFORMÁTICA

MANUAL dos LABORATÓRIOS De INFORMÁTICA MANUAL ds LABORATÓRIOS De INFORMÁTICA Objetiv 1. Oferecer as aluns a infra-estrutura e suprte necessári à execuçã de tarefas práticas, slicitadas pels prfessres, bservand s prazs estabelecids. 2. Oferecer

Leia mais

Regulamento para realização do Trabalho de Conclusão de Curso

Regulamento para realização do Trabalho de Conclusão de Curso Universidade Federal d Ceará Campus de Sbral Curs de Engenharia da Cmputaçã Regulament para realizaçã d Trabalh de Cnclusã de Curs Intrduçã Este dcument estabelece as regras básicas para funcinament das

Leia mais

PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO

PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO MUNICÍPIO DE PAREDES DE COURA Fund Lcal n Cncelh de Paredes de Cura PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO Entre: O Municípi de Paredes de Cura, pessa clectiva nº 506

Leia mais

INFORMAÇÃO GAI. Apoios às empresas pela contratação de trabalhadores

INFORMAÇÃO GAI. Apoios às empresas pela contratação de trabalhadores INFORMAÇÃO GAI Apis às empresas pela cntrataçã de trabalhadres N âmbit das plíticas de empreg, Gvern tem vind a criar algumas medidas de api às empresas pela cntrataçã de trabalhadres, n entant tem-se

Leia mais

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS OESTECIM A MINHA EMPRESA

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS OESTECIM A MINHA EMPRESA 1. Intrduçã e Objetivs a) O Cncurs de Ideias OESTECIM a minha empresa pretende ptenciar apareciment de prjets invadres na regiã d Oeste sempre numa perspetiva de desenvlviment ecnómic e scial. b) O Cncurs

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos

Relatório de Gerenciamento de Riscos Relatóri de Gerenciament de Riscs 2º Semestre de 2014 1 Sumári 1. Intrduçã... 3 2. Gerenciament de Riscs... 3 3. Risc de Crédit... 4 3.1. Definiçã... 4 3.2. Gerenciament... 4 3.3. Limites de expsiçã à

Leia mais

PM 3.5 Versão 2 PdC Versão 1

PM 3.5 Versão 2 PdC Versão 1 Prcediment de Cmercializaçã Cntrle de Alterações PM 3.5 Versã 2 PdC Versã 1 PM 3.5 Versã 2 PdC Versã 1 Alterad Layut d dcument. Alterad term de Prcediment de Mercad para Prcediment de Cmercializaçã. Inserid

Leia mais

Anexo 03 Recomendação nº 3: estatuto padrão, estatuto fundamental e contrato social

Anexo 03 Recomendação nº 3: estatuto padrão, estatuto fundamental e contrato social Anex 03 Recmendaçã nº 3: estatut padrã, estatut fundamental e cntrat scial 1. Resum 01 Atualmente, Estatut da Crpraçã da Internet para a atribuiçã de nmes e númers (ICANN) tem um mecanism únic para alterações.

Leia mais

Volume I: Tecnologia Sesi cultura e as leis de incentivo à cultura. Brasília: SESI/DN, 2007, 50p.

Volume I: Tecnologia Sesi cultura e as leis de incentivo à cultura. Brasília: SESI/DN, 2007, 50p. Data de elabraçã da ficha: Jun 2007 SESI Serviç Scial da Indústria Dads da rganizaçã Nme: SESI Serviç Scial da Indústria Endereç: Av Paulista, 1313, Sã Paul, SP Site: www.sesi.rg.br Telefne: (11) 3146-7405

Leia mais

EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 2

EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 2 EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL REGULAMENTO ESPECÍFICO: EQUIPAMENTOS PARA A COESÃO LOCAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 2 Ns terms d regulament específic Equipaments para a Cesã Lcal,

Leia mais

PRÊMIO INOVAÇÃO PGQP 2014

PRÊMIO INOVAÇÃO PGQP 2014 QUALIDADE RS PGQP PROGRAMA GAÚCHO DA QUALIDADE E PRODUTIVIDADE PRÊMIO INOVAÇÃO PGQP 2014 GUIA PARA CANDIDATURA SUMÁRIO 1. O PRÊMIO INOVAÇÃO PGQP... 3 1.1 Benefícis... 3 2. PREMIAÇÃO... 3 2.1 Diretrizes

Leia mais

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR 1. Históric da Jrnada AGIR Ns ambientes crprativs atuais, a adçã de um mdel de gestã integrada é uma decisã estratégica n api às tmadas

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNINOVAFAPI

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNINOVAFAPI CENTRO UNIVERSITÁRIO UNINOVAFAPI EDITAL Nº 005/2014 DE 07 DE ABRIL DE 2014 PROCESSO SELETIVO O Centr Universitári UNINOVAFAPI, situad à rua Vitrin Orthiges Fernandes, nº 6123, Bairr d Uruguai, CEP.: 64.073-505,

Leia mais

PM 3.5 Versão 2 PdC Versão 1

PM 3.5 Versão 2 PdC Versão 1 Prcediment de Cmercializaçã Cntrle de Alterações SAZONALIZAÇAO DE CONTRATO DE LEILÃO DE VENDA EDITAL DE LEILÃO Nº 001 / 2002 - MAE PM 3.5 Versã 2 PdC Versã 1 Alterad Layut d dcument. Alterad term de Prcediment

Leia mais

5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO:

5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO: 5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO: 5.1 INTRODUÇÃO A rganizaçã da manutençã era cnceituada, até há puc temp, cm planejament e administraçã ds recurss para a adequaçã à carga de trabalh esperada.

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA REGISTO DE. Técnicos de Instalação e Manutenção de Edifícios e Sistemas. (TIMs)

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA REGISTO DE. Técnicos de Instalação e Manutenção de Edifícios e Sistemas. (TIMs) MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA REGISTO DE Técnics de Instalaçã e Manutençã de Edifícis e Sistemas (TIMs) NO SISTEMA INFORMÁTICO DO SISTEMA NACIONAL DE CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA NOS EDIFÍCIOS (SCE) 17/07/2014

Leia mais

Política de Investimentos. OABPrev-SP

Política de Investimentos. OABPrev-SP Plítica de Investiments OABPrev-SP 2011 1 Intrduçã 2 Objetivs de Investiment 3 Alcaçã Estratégia 4 Limites peracinais para investiment n segment de Renda Fixa 5 Us de Instruments Derivativs 6 Índices de

Leia mais

Procedimentos Hospitalares do SUS por local de internação de 1992 a 2007 Notas Técnicas. Descrição das variáveis disponíveis para tabulação

Procedimentos Hospitalares do SUS por local de internação de 1992 a 2007 Notas Técnicas. Descrição das variáveis disponíveis para tabulação Prcediments Hspitalares d SUS pr lcal de internaçã de 1992 a 2007 Ntas Técnicas Origem ds dads Os dads dispníveis sã riunds d Sistema de Infrmações Hspitalares d SUS - SIH/SUS, gerid pel Ministéri da Saúde,

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Escrituração Contábil Digital ECD

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Escrituração Contábil Digital ECD Parecer Cnsultria Tributária Segments Escrituraçã Cntábil Digital ECD 23/12/2013 Parecer Cnsultria Tributária Segments Títul d dcument Sumári Sumári... 2 1. Questã... 3 2. Nrmas Apresentadas Pel Cliente...

Leia mais

Capítulo VII Projetos de eficiência energética em iluminação pública Por Luciano Haas Rosito*

Capítulo VII Projetos de eficiência energética em iluminação pública Por Luciano Haas Rosito* 20 Api O Setr Elétric / Julh de 2009 Desenvlviment da Iluminaçã Pública n Brasil Capítul VII Prjets de eficiência energética em iluminaçã pública Pr Lucian Haas Rsit* Neste capítul abrdarems s prjets de

Leia mais

Uma nova proposta para a Agenda Ambiental Portuária

Uma nova proposta para a Agenda Ambiental Portuária Uma nva prpsta para a Agenda Ambiental Prtuária Marcs Maia Prt Gerente de Mei Ambiente O grande desafi a tratar cm as questões ambientais prtuárias é bter um resultad equilibrad que harmnize s cnflits

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I Lei nº 11.494, de 20 de junh de 2007 Regulamenta Fund de Manutençã e Desenvlviment da Educaçã Básica e de Valrizaçã ds Prfissinais da Educaçã - FUNDEB, de que trata art. 60 d At das Dispsições Cnstitucinais

Leia mais

Projetos, Programas e Portfólios

Projetos, Programas e Portfólios Prjets, Prgramas e Prtfólis pr Juliana Klb em julianaklb.cm Prjet Segund PMBOK (2008): um prjet é um esfrç temprári empreendid para criar um nv prdut, serviç u resultad exclusiv. Esta definiçã, apesar

Leia mais

2. Condições a Observar pelas Empresas Beneficiárias. Síntese dos termos e condições gerais da Linha de Crédito PME Crescimento. Condições genéricas:

2. Condições a Observar pelas Empresas Beneficiárias. Síntese dos termos e condições gerais da Linha de Crédito PME Crescimento. Condições genéricas: 2. Cndições a Observar pelas Empresas Beneficiárias Síntese ds terms e cndições gerais da Linha de Crédit PME Cresciment ( presente dcument identifica as principais características da Linha de Crédit PME

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA

DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA REQUISITOS TECNICOS O Prgrama de Api as Actres Nã Estatais publica uma slicitaçã para prestaçã

Leia mais

1.1.3.1 Ausência de processo de monitoramento e avaliação da execução do PDTI.

1.1.3.1 Ausência de processo de monitoramento e avaliação da execução do PDTI. Cnstatações 1.1.3.1 Ausência de prcess de mnitrament e avaliaçã da execuçã d PDTI. 1.1.3.2 Cmitê de TI nã atuante e inefetiv. 1.1.3.3 Quantidade insuficiente de servidres para a gestã de TI. 1.1.3.4 Falhas

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO

INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO 01. Instruções para recadastrament Pessa Física IN CVM 301/2001 e 463/2008 1. Pr favr preencha tds s camps ds frmuláris, aqueles que nã frem preenchids, pr gentileza, bliterá-ls u invalidá-ls; 2. Imprima

Leia mais

Anexo V. Software de Registro Eletrônico em Saúde. Implantação em 2 (duas) Unidades de Saúde

Anexo V. Software de Registro Eletrônico em Saúde. Implantação em 2 (duas) Unidades de Saúde Anex V Sftware de Registr Eletrônic em Saúde Implantaçã em 2 (duas) Unidades de Saúde Índice 1 INTRODUÇÃO... 3 2 ESTRATÉGIAS E PROCEDIMENTOS DE IMPLANTAÇÃO... 3 4 INFRAESTRUTURA NAS UNIDADES DE SAÚDE -

Leia mais

1ª EDIÇÃO. Regulamento

1ª EDIÇÃO. Regulamento 1ª EDIÇÃO Regulament 1. OBJETIVO O Prêmi BRASILIDADE é uma iniciativa d Serviç de Api às Micr e Pequenas Empresas n Estad d Ri de Janeir SEBRAE/RJ, idealizad pr Izabella Figueired Braunschweiger e cm a

Leia mais

Código: MAN-VCIV-002 Versão: 00 Data de Aprovação: 18/01/2011 Elaborado por: Magistrados e servidores das 8ª e 14ª varas cíveis

Código: MAN-VCIV-002 Versão: 00 Data de Aprovação: 18/01/2011 Elaborado por: Magistrados e servidores das 8ª e 14ª varas cíveis Códig: MAN-VCIV-002 Versã: 00 Data de Aprvaçã: 18/01/2011 Elabrad pr: Magistrads e servidres das 8ª e 14ª varas cíveis Aprvad pr: Presidente d TJPB 1 Objetiv Estabelecer critéris e prcediments para recebiment

Leia mais

REGULAMENTO 1- OBJETIVO

REGULAMENTO 1- OBJETIVO REGULAMENTO 1- OBJETIVO O Prgrama Nv Temp é um iniciativa da Cargill Agricla SA, que visa ferecer as seus funcináris e das empresas patrcinadras ds plans de previdência sb a gestã da CargillPrev Sciedade

Leia mais

REGULAMENTO DA OLIMPÍADA JURÍDICA 2014

REGULAMENTO DA OLIMPÍADA JURÍDICA 2014 1 REGULAMENTO DA OLIMPÍADA JURÍDICA 2014 PARTICIPANTES A Olimpíada Jurídica 2014 é uma cmpetiçã direcinada a aluns que estejam regularmente matriculads ns curss de graduaçã de Direit de Instituições de

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSESSORIA CONTÁBIL

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSESSORIA CONTÁBIL CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSESSORIA CONTÁBIL Cntratante: O CONSELHO REGIONAL DE SERVIÇO SOCIAL - 12º REGIÃO, pessa jurídica de direit públic cnstituída sb a frma de autarquia fiscalizadra,

Leia mais

ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000

ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000 ISO 9001:2008 alterações à versã de 2000 Já passaram quase it ans desde que a versã da ISO 9001 d an 2000 fi publicada, que cnduziu à necessidade de uma grande mudança para muitas rganizações, incluind

Leia mais

Cursos Profissionais de Nível Secundário (Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março)

Cursos Profissionais de Nível Secundário (Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) REFERENCIAL DE FORMAÇÃO Curss Prfissinais de Nível Secundári (Decret-Lei n.º 74/2004, de 26 de Març) Família Prfissinal: 07 - Infrmática 1. QUALIFICAÇÕES / SAÍDAS PROFISSIONAIS As qualificações de nível

Leia mais

- Minuta Pesquisa CREPOP - Centro de Referência da Assistência Social CRAS/SE

- Minuta Pesquisa CREPOP - Centro de Referência da Assistência Social CRAS/SE - Minuta Pesquisa CREPOP - Centr de Referência da Assistência Scial CRAS/SE N mês de mai d an de 2010 realizu-se a pesquisa CREPOP cm psicólgas(s) que atuam ns Centrs de Referência da Assistência Scial

Leia mais

A atuação do Síndico Profissional é a busca do pleno funcionamento do condomínio. Manuel Pereira

A atuação do Síndico Profissional é a busca do pleno funcionamento do condomínio. Manuel Pereira A atuaçã d Síndic Prfissinal é a busca d plen funcinament d cndmíni Manuel Pereira Missã e Atividades Habilidade - Cnhecems prfundamente a rtina ds cndmínis e seus prblemas administrativs. A atuaçã é feita

Leia mais

REGULAMENTO DE POLÍTICA DE CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DOS SERVIDORES DA FETLSVC - RS

REGULAMENTO DE POLÍTICA DE CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DOS SERVIDORES DA FETLSVC - RS REGULAMENTO DE POLÍTICA DE CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DOS SERVIDORES DA FETLSVC - RS Julh 2007 INTRODUÇÃO As amplas, prfundas e rápidas transfrmações pr que passa a nssa sciedade prvcaram, frçsamente,

Leia mais

PIM TECNOLOGIA EM GERENCIAMENTO DE REDES DE COMPUTADORES (GR3P30)

PIM TECNOLOGIA EM GERENCIAMENTO DE REDES DE COMPUTADORES (GR3P30) UNIP Brasília - Crdenaçã CG/CW/GR/AD Senhres Aluns, Seguem infrmações imprtantes sbre PIM: 1. O QUE É? - Os PIM (Prjet Integrad Multidisciplinar) sã prjets brigatóris realizads els aluns ds curss de graduaçã

Leia mais

PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO DE 2014 CURSO: GESTÃO EMPRESARIAL

PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO DE 2014 CURSO: GESTÃO EMPRESARIAL PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO DE 2014 CURSO: GESTÃO EMPRESARIAL Objetivs: Gestã Empresarial Desenvlver cmpetências para atuar n gerenciament de prjets, prestand cnsultria

Leia mais

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da Comissão de Acompanhamento, sendo composto por duas partes:

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da Comissão de Acompanhamento, sendo composto por duas partes: DOC. CA/N/15/08 PROGRAMA OPERACIONAL ALENTEJO EIXO 2 DESENVOLVIMENTO URBANO E EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL INSTRUMENTO: MOBILIDADE TERRITORIAL O presente dcument suprta a apreciaçã d

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos

Relatório de Gerenciamento de Riscos Relatóri de Gerenciament de Riscs 2º Semestre de 2015 1 Sumári 1. Intrduçã... 3 2. Gerenciament de Riscs... 3 2.1. Organgrama... 4 3. Risc de Crédit... 4 3.1. Definiçã... 4 3.2. Gerenciament... 4 3.3.

Leia mais

Vensis Manutenção. Rua Américo Vespúcio, 71 Porto Alegre / RS (51) 3012-4444 comercial@vensis.com.br www.vensis.com.br

Vensis Manutenção. Rua Américo Vespúcio, 71 Porto Alegre / RS (51) 3012-4444 comercial@vensis.com.br www.vensis.com.br Vensis Manutençã Vensis Manutençã É módul que permite gerenciament da manutençã de máquinas e equipaments. Prgramaçã de manutenções preventivas u registr de manutenções crretivas pdem ser feits de frma

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS. Uma visão geral Baseado nas diretrizes do PMI

GESTÃO DE PROJETOS. Uma visão geral Baseado nas diretrizes do PMI GESTÃO DE PROJETOS Uma visã geral Bead n diretrizes d PMI 1 Intrduçã Objetiv da Apresentaçã O bjetiv é frnecer uma visã geral ds prcesss de Gestã de Prjets aplicads à Gestã de Empreendiments. O que é Prjet?

Leia mais

é a introdução de algo novo, que atua como um vetor para o desenvolvimento humano e melhoria da qualidade de vida

é a introdução de algo novo, que atua como um vetor para o desenvolvimento humano e melhoria da qualidade de vida O que é invaçã? Para a atividade humana: é a intrduçã de alg nv, que atua cm um vetr para desenvlviment human e melhria da qualidade de vida Para as empresas: invar significa intrduzir alg nv u mdificar

Leia mais

3. TIPOS DE MANUTENÇÃO:

3. TIPOS DE MANUTENÇÃO: 3. TIPOS DE MANUTENÇÃO: 3.1 MANUTENÇÃO CORRETIVA A manutençã crretiva é a frma mais óbvia e mais primária de manutençã; pde sintetizar-se pel cicl "quebra-repara", u seja, repar ds equipaments após a avaria.

Leia mais

CURSO COMPLETO SOBRE O NOVO SISTEMA TESOURO GERENCIAL

CURSO COMPLETO SOBRE O NOVO SISTEMA TESOURO GERENCIAL CURSO DE CAPACITAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO CURSO COMPLETO SOBRE O NOVO SISTEMA TESOURO GERENCIAL Carga Hrária: 16 hras/atividade Hrári: 8h30 às 18h (cm interval para almç) Brasília, 26 e 27 de nvembr de 2015

Leia mais

Seminário de Acompanhamento SNPG. Área 21. APCNs. André F Rodacki Marcia Soares Keske Rinaldo R J Guirro

Seminário de Acompanhamento SNPG. Área 21. APCNs. André F Rodacki Marcia Soares Keske Rinaldo R J Guirro Seminári de Acmpanhament SNPG Área 21 APCNs André F Rdacki Marcia Sares Keske Rinald R J Guirr Áreas de Avaliaçã - CAPES Clégi de Humanidades Ciências Humanas Ciências Sciais Aplicadas Linguística, Letras

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016

PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016 PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016 Tend presente a Missã da Federaçã Prtuguesa de Autism: Defesa incndicinal ds direits das pessas cm Perturbações d Espectr d Autism e suas famílias u representantes. Representaçã

Leia mais

A Estratégia do Tribunal de Justiça do Rio Grande Do Sul

A Estratégia do Tribunal de Justiça do Rio Grande Do Sul A Estratégia d Tribunal de Justiça d Ri Grande D Sul PODER JUDICIÁRIO Missã: De acrd cm fundament d Estad, Pder Judiciári tem a Missã de, perante a sciedade, prestar a tutela jurisdicinal, a tds e a cada

Leia mais

CONSIDERAÇÕES DA CAPGEMINI

CONSIDERAÇÕES DA CAPGEMINI CONSIDERAÇÕES DA CAPGEMINI 6.1 Requisits de Capacidade e Experiência d Prestadr A ANEEL deveria exigir um puc mais quant a estes requisits, de frma a garantir uma melhr qualificaçã da empresa a ser cntratada.

Leia mais

O Centro Universitário UNINOVAFAPI, situado à rua Vitorino Orthiges Fernandes, nº 6123, Bairro

O Centro Universitário UNINOVAFAPI, situado à rua Vitorino Orthiges Fernandes, nº 6123, Bairro CENTRO UNIVERSITÁRIO UNINOVAFAPI EDITAL Nº 7/2015 DE 27 DE ABRIL DE 2015 VESTIBULAR 2015/02 O Centr Universitári UNINOVAFAPI, situad à rua Vitrin Orthiges Fernandes, nº 6123, Bairr d Uruguai, CEP 64.073-505,

Leia mais

BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES CIRCULAR AC Nº 07/2015

BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES CIRCULAR AC Nº 07/2015 BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES CIRCULAR AC Nº 07/2015 Atualiza a Lista de Prduts, Linhas e Prgramas Passíveis de Outrga de Garantia pel Fund Garantidr para Investiments FGI.

Leia mais

PM 3.5 Versão 2 PdC Versão 1

PM 3.5 Versão 2 PdC Versão 1 Prcediment de Cmercializaçã Cntrle de Alterações SAZONALIZAÇÃO DE CONTRATO INICIAL E DE ENERGIA ASSEGURADA PM 3.5 Versã 2 PdC Versã 1 Alterad Layut d dcument. Alterad term de Prcediment de Mercad para

Leia mais

FIES - Documentação comprobatória

FIES - Documentação comprobatória FIES - Dcumentaçã cmprbatória OBS: Devem ser apresentads riginais e cópias ds dcuments relacinads. COMPROVANTES DE RESIDÊNCIA DO ESTUDANTE: O estudante deverá cmparecer à CPSA e psterirmente a agente financeir

Leia mais

Pessoal, vislumbro recursos na prova de conhecimentos específicos de Gestão Social para as seguintes questões:

Pessoal, vislumbro recursos na prova de conhecimentos específicos de Gestão Social para as seguintes questões: Pessal, vislumbr recurss na prva de cnheciments específics de Gestã Scial para as seguintes questões: Questã 01 Questã 11 Questã 45 Questã 51 Questã 56 Vejams as questões e arguments: LEGISLAÇÃO - GESTÃO

Leia mais

Faculdade de Tecnologia SENAI Florianópolis e Faculdade de Tecnologia SENAI Jaraguá do Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO

Faculdade de Tecnologia SENAI Florianópolis e Faculdade de Tecnologia SENAI Jaraguá do Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO Faculdade de Tecnlgia SENAI Flrianóplis e Faculdade de Tecnlgia SENAI Jaraguá d Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO Pós-Graduaçã Lat Sensu em Gestã da Segurança da Infrmaçã em Redes de Cmputadres A Faculdade

Leia mais

Este documento tem como objetivo definir as políticas referentes à relação entre a Sioux e seus funcionários.

Este documento tem como objetivo definir as políticas referentes à relação entre a Sioux e seus funcionários. OBJETIVO Este dcument tem cm bjetiv definir as plíticas referentes à relaçã entre a Siux e seus funcináris. A Siux se reserva direit de alterar suas plíticas em funçã ds nvs cenáris da empresa sem avis

Leia mais

EDITAL BOLSA SOCIOECONÔMICA. Seleção de Bolsistas para o Programa de Bolsa Socioeconômica para o período de 2014

EDITAL BOLSA SOCIOECONÔMICA. Seleção de Bolsistas para o Programa de Bolsa Socioeconômica para o período de 2014 EDITAL BOLSA SOCIOECONÔMICA Seleçã de Blsistas para Prgrama de Blsa Sciecnômica para períd de 2014 O Reitr d Centr Universitári Tled Unitled, ns terms d Regulament aprvad pel CONSEPE, cm vistas à seleçã

Leia mais

Regulamento do programa de bolsas de estudos

Regulamento do programa de bolsas de estudos Regulament d prgrama de blsas de estuds Unidades Ri de Janeir e Sã Paul Data de publicaçã: 13/05/2015 Regulament válid até 30/08/2015 1 1. Sbre prgrama Através de um prcess seletiv, prgrama de blsas de

Leia mais

Direitos e Obrigações no âmbito dos Acidentes Profissionais e Doenças Profissionais

Direitos e Obrigações no âmbito dos Acidentes Profissionais e Doenças Profissionais Cmunicaçã Direits e Obrigações n âmbit ds Acidentes Prfissinais e Denças Prfissinais Direits e Obrigações n âmbit ds Acidentes Prfissinais e Denças Prfissinais (Lei nº 98/2009 de 4 de Setembr) 1- QUEM

Leia mais

Operação Metalose orientações básicas à população

Operação Metalose orientações básicas à população Operaçã Metalse rientações básicas à ppulaçã 1. Quem é respnsável pel reclhiment de prduts adulterads? As empresas fabricantes e distribuidras. O Sistema Nacinal de Vigilância Sanitária (Anvisa e Vigilâncias

Leia mais

PADRÃO DE RESPOSTA. Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I PROVA 3 FINANÇAS PÚBLICAS

PADRÃO DE RESPOSTA. Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I PROVA 3 FINANÇAS PÚBLICAS Questã n 1 Cnheciments Específics O text dissertativ deve cmtemplar e desenvlver s aspects apresentads abaix. O papel d PPA é de instrument de planejament de médi/lng praz que visa à cntinuidade ds bjetivs

Leia mais

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização CIRCULAR Data: 2007/10/10 Númer d Prcess: DSDC/DEPEB/2007 Assunt: GESTÃO DO CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007 Para: Inspecçã-Geral de Educaçã Direcções Reginais de Educaçã

Leia mais

Esta Cartilha vai ajudar você a entender melhor o Fundo Paraná de Previdência Multipatrocinada e o Plano de Benefícios JMalucelli.

Esta Cartilha vai ajudar você a entender melhor o Fundo Paraná de Previdência Multipatrocinada e o Plano de Benefícios JMalucelli. ÍNDICE CARTILHA EXPLICATIVA... 3 FUNDO PARANÁ... 4 PATRIMÔNIO... 5 SEGURANÇA... 5 BENEFÍCIO FISCAL... 6 ASFUNPAR... 7 PLANO JMALUCELLI... 8 PARTICIPANTES... 8 Participante Ativ... 8 Participante Assistid...

Leia mais

^i * aesíqn e=> ~omunícc3ç:c30

^i * aesíqn e=> ~omunícc3ç:c30 ^i * aesíqn e=> ~munícc3ç:c30 CONTRATO DE LICENÇA DE USO DO SISTEMA - SUBMIT CMS Web Site da Prefeitura de Frei Martinh - Paraíba 1. IDENTIFICAÇÃO DAS PARTES CONTRATANTE Prefeitura Municipal de Frei Martinh

Leia mais

Plano de curso Planejamento e Controle da Manutenção de Máquinas e Equipamentos

Plano de curso Planejamento e Controle da Manutenção de Máquinas e Equipamentos PLANO DE CURSO MSOBRPCMME PAG1 Plan de curs Planejament e Cntrle da Manutençã de Máquinas e Equipaments Justificativa d curs Nã é fácil encntrar uma definiçã cmpleta para Gestã da manutençã de máquinas

Leia mais

Academia FI Finanças

Academia FI Finanças Academia FI Finanças A Academia é melhr caminh para especializaçã dentr de um tema n ERP da SAP. Para quem busca uma frmaçã cm certificaçã em finanças, mais indicad é participar da próxima Academia de

Leia mais

Legenda da Guia de Tratamento Odontológico

Legenda da Guia de Tratamento Odontológico Legenda da Guia de Tratament Odntlógic Term Registr NS Nº da n prestadr Num. d Camp na Númer da principal 3 Data da autrizaçã Senha senha 1 2 4 5 6 Nme d camp na Registr NS Númer da n prestadr Númer da

Leia mais

O desafio da regulação econômico-financeira dos operadores públicos de serviços de saneamento básico no Brasil: primeiras experiências

O desafio da regulação econômico-financeira dos operadores públicos de serviços de saneamento básico no Brasil: primeiras experiências O desafi da regulaçã ecnômic-financeira ds peradres públics de serviçs de saneament básic n Brasil: primeiras experiências Karla Bertcc Trindade VI Fr Iber American de Regulación 11/11/2013 - Mntevide,

Leia mais

EDITAL Nº 01/NIC/ 2014

EDITAL Nº 01/NIC/ 2014 Núcle de Intercâmbi e Cperaçã Institucinal EDITAL Nº 01/NIC/ 2014 Seleçã de acadêmics para Intercâmbi n primeir semestre de 2015 d Prgrama de Blsas Iber-Americanas Santander Universidades 2014 A Universidade

Leia mais

Novo Sistema Almoxarifado

Novo Sistema Almoxarifado Nv Sistema Almxarifad Instruções Iniciais 1. Ícnes padrões Existem ícnes espalhads pr td sistema, cada um ferece uma açã. Dentre eles sã dis s mais imprtantes: Realiza uma pesquisa para preencher s camps

Leia mais

O Centro Universitário UNINOVAFAPI, situado à rua Vitorino Orthiges Fernandes, nº 6123, Bairro do

O Centro Universitário UNINOVAFAPI, situado à rua Vitorino Orthiges Fernandes, nº 6123, Bairro do CENTRO UNIVERSITÁRIO UNINOVAFAPI EDITAL Nº 010/ DE 11 DE JUNHO DE VESTIBULAR /02 O Centr Universitári UNINOVAFAPI, situad à rua Vitrin Orthiges Fernandes, nº 6123, Bairr d Uruguai, CEP 64.073-505, Telefne:

Leia mais

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PIAUÍ. PROJETO OTIMIZAR Plano do Programa

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PIAUÍ. PROJETO OTIMIZAR Plano do Programa 1. Escp u finalidade d prjet PROJETO OTIMIZAR Plan d Prgrama O Prjet Otimizar visa aprimrar ações implantadas que têm pr bjetiv a reduçã de cnsum de materiais e criar mecanisms de avaliaçã que pssam medir

Leia mais

Art. 2º. Trata-se de uma promoção de caráter exclusivamente de estimulo cultural, profissional e acadêmico sem vínculo com sorteios.

Art. 2º. Trata-se de uma promoção de caráter exclusivamente de estimulo cultural, profissional e acadêmico sem vínculo com sorteios. Prêmi Data Pint de Criatividade e Invaçã - 2011 N an em que cmpleta 15 ans de atuaçã n mercad de treinament em infrmática, a Data Pint ferece à cmunidade a prtunidade de participar d Prêmi Data Pint de

Leia mais

DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO

DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO 1. PREÂMBULO... 1 2. NATUREZA E OBJECTIVOS... 1 3. MODO DE FUNCIONAMENTO... 2 3.1 REGIME DE ECLUSIVIDADE... 2 3.2 OCORRÊNCIAS... 2 3.3

Leia mais

táxis compartilhados Shared-transport / Shared-taxi

táxis compartilhados Shared-transport / Shared-taxi Benefícis ds serviçs de transprte de táxis cmpartilhads Shared-transprt / Shared-taxi Reuniã de Especialistas sbre Transprte Urban Sustentável: Mdernizand e Trnand Eclógicas as Frtas de Táxis nas Cidades

Leia mais