1 a SÉRIE EDUCAÇÃO FÍSICA. Caderno do Professor Volume 1. Linguagens ENSINO MÉDIO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "1 a SÉRIE EDUCAÇÃO FÍSICA. Caderno do Professor Volume 1. Linguagens ENSINO MÉDIO"

Transcrição

1 1 a SÉRIE ENSINO MÉDIO Caderno do Professor Volume 1 EDUCAÇÃO FÍSICA Linguagens

2 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO MATERIAL DE APOIO AO CURRÍCULO DO ESTADO DE SÃO PAULO CADERNO DO PROFESSOR EDUCAÇÃO FÍSICA ENSINO MÉDIO 1 a SÉRIE VOLUME 1 Nova edição São Paulo

3 Governo do Estado de São Paulo Governador Geraldo Alckmin Vice-Governador Guilherme Afif Domingos Secretário da Educação Herman Voorwald Secretário-Adjunto João Cardoso Palma Filho Chefe de Gabinete Fernando Padula Novaes Subsecretária de Articulação Regional Rosania Morales Morroni Coordenadora da Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Professores EFAP Silvia Andrade da Cunha Galletta Coordenadora de Gestão da Educação Básica Maria Elizabete da Costa Coordenadora de Gestão de Recursos Humanos Cleide Bauab Eid Bochixio Coordenadora de Informação, Monitoramento e Avaliação Educacional Ione Cristina Ribeiro de Assunção Coordenadora de Infraestrutura e Serviços Escolares Ana Leonor Sala Alonso Coordenadora de Orçamento e Finanças Claudia Chiaroni Afuso Presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação FDE Barjas Negri

4 Senhoras e senhores docentes, A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo sente-se honrada em tê-los como colaboradores nesta nova edição do Caderno do Professor, realizada a partir dos estudos e análises que permitiram consolidar a articulação do currículo proposto com aquele em ação nas salas de aula de todo o Estado de São Paulo. Para isso, o trabalho realizado em parceria com os PCNP e com os professores da rede de ensino tem sido basal para o aprofundamento analítico e crítico da abordagem dos materiais de apoio ao currículo. Essa ação, efetivada por meio do programa Educação Compromisso de São Paulo, é de fundamental importância para a Pasta, que despende, neste programa, seus maiores esforços ao intensificar ações de avaliação e monitoramento da utilização dos diferentes materiais de apoio à implementação do currículo e ao empregar o Caderno nas ações de formação de professores e gestores da rede de ensino. Além disso, firma seu dever com a busca por uma educação paulista de qualidade ao promover estudos sobre os impactos gerados pelo uso do material do São Paulo Faz Escola nos resultados da rede, por meio do Saresp e do Ideb. Enfim, o Caderno do Professor, criado pelo programa São Paulo Faz Escola, apresenta orientações didático-pedagógicas e traz como base o conteúdo do Currículo Oficial do Estado de São Paulo, que pode ser utilizado como complemento à Matriz Curricular. Observem que as atividades ora propostas podem ser complementadas por outras que julgarem pertinentes ou necessárias, dependendo do seu planejamento e da adequação da proposta de ensino deste material à realidade da sua escola e de seus alunos. O Caderno tem a proposição de apoiá-los no planejamento de suas aulas para que explorem em seus alunos as competências e habilidades necessárias que comportam a construção do saber e a apropriação dos conteúdos das disciplinas, além de permitir uma avaliação constante, por parte dos docentes, das práticas metodológicas em sala de aula, objetivando a diversificação do ensino e a melhoria da qualidade do fazer pedagógico. Revigoram-se assim os esforços desta Secretaria no sentido de apoiá-los e mobilizá-los em seu trabalho e esperamos que o Caderno, ora apresentado, contribua para valorizar o ofício de ensinar e elevar nossos discentes à categoria de protagonistas de sua história. Contamos com nosso Magistério para a efetiva, contínua e renovada implementação do currículo. Bom trabalho! Herman Voorwald Secretário da Educação do Estado de São Paulo

5 SUMÁRIO Orientação sobre os conteúdos do volume 6 Tema 1 Esporte coletivo: basquetebol 9 Situação de Aprendizagem 1 Apreciar e analisar um jogo de basquetebol 14 Situação de Aprendizagem 2 Os sistemas do basquetebol 16 Situação de Aprendizagem 3 Nossas estratégias para jogar basquetebol são Atividade Avaliadora 21 Proposta de Situações de Recuperação 22 Recursos para ampliar a perspectiva do professor e do aluno para a compreensão do tema 22 Tema 2 Corpo, saúde e beleza 24 Situação de Aprendizagem 4 Espelho, espelho meu Situação de Aprendizagem 5 Balança energética 34 Atividade Avaliadora 39 Proposta de Situações de Recuperação 40 Recursos para ampliar a perspectiva do professor e do aluno para a compreensão do tema 40 Tema 3 Atividade rítmica: o ritmo no esporte, na luta, na ginástica e na dança 43 Situação de Aprendizagem 6 Do ritmo próprio ao ritmo nas manifestações da Cultura de Movimento 46 Atividade Avaliadora 51 Proposta de Situações de Recuperação 51 Recursos para ampliar a perspectiva do professor e do aluno para a compreensão do tema 52

6 Tema 4 Esporte individual: ginástica rítmica 53 Situação de Aprendizagem 7 Os aparelhos da ginástica rítmica 56 Situação de Aprendizagem 8 Aprendendo a apreciar um espetáculo esportivo 59 Atividade Avaliadora 64 Proposta de Situações de Recuperação 64 Recursos para ampliar a perspectiva do professor e do aluno para a compreensão do tema 64 Tema 5 Corpo, saúde e beleza 65 Situação de Aprendizagem 9 A construção histórica e cultural dos padrões estéticos e a minha beleza 72 Situação de Aprendizagem 10 Tribunal da beleza 78 Atividade Avaliadora 81 Proposta de Situações de Recuperação 81 Recursos para ampliar a perspectiva do professor e do aluno para a compreensão do tema 81 Quadro de conteúdos do Ensino Médio 83

7 ORIENTAÇÃO SOBRE OS CONTEÚDOS DO VOLUME A Educação Física no Ensino Médio deve possibilitar que os alunos confrontem suas experiên cias de Se-Movimentar no âmbito da Cultura de Movimento juvenil com outras dimensões do mundo contemporâneo, gerando conteúdos mais próximos de sua vida cotidiana. Assim, a Educação Física pode se tornar mais relevante para eles, não só durante o tempo e o espaço da escolarização, mas, e principalmente, auxiliando- -os a compreender a Cultura de Movimento de forma mais crítica. Isso lhes possibilitará participar e intervir nessa cultura com mais recursos e de forma mais autônoma. Vale lembrar que os alunos de Ensino Médio, ao longo dos ciclos anteriores de escolarização, já vivenciaram um amplo conjunto de experiências de Se-Movimentar, incluindo o contato com as codificações das culturas esportiva, gímnica, rítmica e das lutas. Podemos, então, definir como objetivos gerais da Educação Física no Ensino Médio: a compreensão do jogo, do esporte, da ginástica, da luta e da atividade rítmica como fenômenos socioculturais em sintonia com os temas do nosso tempo e com a vida dos alunos, ampliando os conhecimentos no âmbito da Cultura de Movimento; e a ampliação das possibilidades de significados e sentido das experiências de Se-Movimentar em jogos, esportes, ginásticas, lutas e atividades rítmicas, rumo à construção de uma autonomia crítica e autocrítica. Tomando-se por base essas considerações, vislumbra-se o Currículo de Educação Física no Ensino Médio como uma rede de inter-relações que partem dos cinco grandes eixos de conteúdo (jogo, esporte, ginástica, luta e atividade rítmica) e se cruzam com eixos temáticos interdisciplinares relevantes na sociedade, gerando subtemas a serem tratados como conteúdos ao longo das três séries. Os eixos temáticos escolhidos (corpo, saúde e beleza; contemporaneidade; mídias; e lazer e trabalho) justificam-se por estarem relacionados à construção da Cultura de Movimento contemporânea e por serem importantes e atuais para a formação de um jovem no Ensino Médio. Neste volume da 1 a série, discutem-se os temas Esporte e Corpo, saúde e beleza, os quais não se limitam a esta série ou volume, pois aparecerão ao longo de todo o Ensino Médio. Em relação ao tema Esporte, pretende- -se considerar uma modalidade esportiva coletiva conhecida pelos alunos, ou seja, que já tenha sido abordada em suas aulas de Educação Física do Ensino Fundamental. Sugere-se que a escolha da modalidade leve em conta, entre outros fatores, os interesses dos alunos e o contexto local. O basquetebol será tomado como exemplo neste volume. O objetivo, neste momento, não é apenas repetir um conteú do já desen volvido, mas proporcionar conteúdos e atividades que facilitem aos alunos a compreensão de que os sistemas de jogo e as táticas utilizadas pelas equipes permitem uma prática Entende-se por Cultura de Movimento o conjunto de significados ou sentidos, símbolos e códigos que se produzem e reproduzem dinamicamente em jogos, esportes, danças e atividades rítmicas, lutas, ginásticas etc., influenciando, delimitando, dinamizando e constrangendo o Se-Movimentar dos sujeitos, base de nosso diálogo expressivo com o mundo e com os outros. O Se-Movimentar é a expressão individual e grupal no âmbito de uma Cultura de Movimento; é a relação que o sujeito estabelece com essa cultura com base em seu repertório (informações e conhecimentos, movimentos, condutas etc.), em sua história de vida, em suas vinculações socioculturais e em seus desejos. 6

8 Educação Física 1ª série Volume 1 mais qualificada, bem como contribuem para a apreciação do espetáculo esportivo. A importância do tema Corpo, saúde e beleza centra-se no fato de que as doenças relacionadas ao sedentarismo (hipertensão, diabetes, obesidade etc.) e, de outro lado, o insistente chamamento para que se alcancem determinados padrões de beleza corporal, em associação com produtos e práticas alimentares e de exercício físico, entre outros fatores, colocam os alunos do Ensino Médio na linha de frente dos cuidados com o corpo e a saúde. Esse tema aborda, também, a questão dos padrões e estereótipos de beleza corporal e oportuniza o reconhecimento de seus riscos e benefícios à saúde orgânica, com ênfase no cálculo do balanço energético, relacionando-o ao consumo de alimentos, ao gasto com exercícios físicos e à obesidade. O exame dos indicadores que levam à construção das representações sociais, no que concerne aos estereótipos, permitirá que os alunos elaborem uma perspectiva crítica e autocrítica sobre esse fenômeno. Na sequência, são contempladas as relações desses padrões com os diferentes contextos histórico-culturais que os condicionam e com os interesses mercadológicos envolvidos. A finalidade é que os alunos percebam as representações da beleza em seu próprio grupo sociocultural, identifiquem e critiquem os recursos (exercícios físicos, produtos e práticas alimentares) voltados à busca de padrões de beleza. O tema Atividade rítmica partirá do pressuposto de que o ritmo, entendido como organização do tempo e considerado em sua etimologia original (aquilo que flui, que se move), está presente em todos os outros conteúdos e, ao mesmo tempo, é bem visível nas manifestações da Cultura de Movimento, que se caracterizam pela intenção explícita de expressão por meio de movimentos e gestos coreografados na presença de sons, música e canções. Assim, a Situação de Aprendizagem proposta buscará fazer que os alunos percebam o ritmo como organização expressiva do movimento, usando, para fins de exemplificação, algumas modalidades esportivas coletivas. É também o ritmo que estará em destaque na retomada do tema Esporte, quando a ginástica rítmica será discutida como exemplo de modalidade individual conhecida dos alunos, tendo sido abordada nas aulas de Educação Física no Ensino Fundamental. O objetivo agora é evidenciar a importância das técnicas e táticas para o desempenho no esporte, como também para a apreciação do espetáculo esportivo. Pretende-se que os alunos possam, além de realizar os diferentes gestos e movimentos da ginástica rítmica, ser capazes de apreciar e analisar técnicas e táticas em uma sequência de exercícios. Contudo, o projeto político-pedagógico da escola poderá optar pelo atletismo ou pela ginástica artística, com o mesmo enfoque, levando em conta os interesses dos alunos e o contexto local. As estratégias escolhidas que incluem a realização de gestos e movimentos, a participação em jogos, a busca de informações, a assistência e análise de vídeos, o debate, a tomada de medidas corporais, o relato das próprias percepções e a resolução de situações-problema procuram ampliar as possibilidades de aprendizagem e compreensão por parte dos alunos no âmbito da Cultura de Movimento. A avaliação é proposta de modo integrado ao processo de ensino e aprendizagem, sem se restringir a procedimentos isolados e formais (como uma prova, por exemplo). Sugere-se privilegiar a proposição de Atividades Avaliadoras que, vinculadas ao percurso da aprendizagem, favoreçam a elaboração de sínteses relacionadas aos temas e conteúdos abordados, bem como a aplicação, em situações-problema, das habilidades e competências pretendidas para os alunos. 7

9 As Atividades Avaliadoras devem permitir aos alunos a geração de informações ou indícios, qualitativos e quantitativos, verbais e não verbais, que serão interpretados pelo professor, nos termos das competências e habilidades que se pretende desenvolver em cada tema/conteúdo. Nesse sentido, professor, você pode valer-se de observações sistemáticas sobre interesse, participação e capacidade de cooperação do aluno, autoavaliação, trabalhos e provas escritas, resolução de situações-problema, elaboração e apresentação de situações táticas nos esportes coletivos, dramatizações, entre outros recursos. Por fim, é importante lembrar que a avaliação não tem como finalidade primeira atribuir conceitos e notas aos alunos, mas conscientizá- -los sobre suas aprendizagens, assim como problematizar e aperfeiçoar a prática pedagógica para que essas expectativas sejam atingidas. A quadra é o tradicional espaço da aula de Educação Física, porém algumas Situações de Aprendizagem aqui sugeridas poderão ser desenvolvidas na sala de aula, no pátio externo, na biblioteca, na sala de informática ou de vídeo, bem como em espaços da comunidade local, desde que compatíveis com as atividades programadas. Algumas etapas podem ser também realizadas pelos alunos como atividade extra-aula (pesquisas, produção de textos etc.). As orientações e sugestões a seguir objetivam oferecer-lhe subsídios para o desenvolvimento dos temas apresentados. Não pretendem apresentar as Situações de Aprendizagem como as únicas a serem realizadas, nem restringir a sua criatividade, como professor, para elaborar outras atividades ou variações de abordagem dos mesmos temas. As Situações de Aprendizagem aqui propostas também poderão ser enriquecidas com leitura de textos (adequados ao Ensino Médio) e exibição de filmes relacionados aos temas. Sugestões nesse sentido serão apresentadas ao longo deste volume. Isso posto, professor, bom trabalho! 8

10 Educação Física 1ª série Volume 1 TEMA 1 ESPORTE COLETIVO: BASQUETEBOL O esporte é um conteúdo importante da Educação Física e talvez um dos que mais motivam os alunos. De fato, compreende- -se esse interesse pelo esporte em virtude da dimensão que esse fenômeno alcançou nas últimas décadas. As mídias (televisão, jornais, internet etc.) ocupam muito espaço e tempo para difundir notícias do esporte, da vida dos atletas, dos recordes, das medalhas, das jogadas espetaculares. Há canais de televisão e jornais exclusivamente esportivos. Além disso, o esporte difundido pelas mídias tem gerado ídolos e mitos que passam a ser exemplos para jovens e crianças cujo sonho é repetir aqueles gestos, ascender na carreira esportiva e alcançar a desejada mobilidade social. Tratar do esporte a partir de seus sistemas de jogo e de suas táticas não significa que o objetivo da aula deva ser o treinamento esportivo. Afinal, não é o propósito da Educação Física escolar especializar os alunos em nenhuma modalidade esportiva. Pretende-se que eles sejam capazes de compreender que o esporte pode ser praticado com sistemas de jogo e táticas mais elaborados, e que isso faz o jogo ser mais bem estruturado. Ainda mais importante que isso é mostrar aos alunos que todos podem e devem praticar esporte e que podem fazer isso com mais autonomia, consciência e qualidade. Nesse nível, a prática esportiva poderá gerar prazer em vez de frustração, fazendo as pessoas estabelecerem contato em quadras, parques, clubes e escolas, em seus momentos de lazer. Wilson Dias/ABr Figura 1 Esporte coletivo. 9

11 Tonel Filipe Alvim Ákos Buzeky Delmer Pedro Roma Zé Castro Tixier Conexão Editorial Dyduch P. Henriques Marinescu David Nenck Figura 2 A compreensão das táticas nos esportes coletivos, como o futebol, permite uma prática mais qualificada. Várias pessoas, em sua vida adulta, relatam dificuldades com a prática esportiva. Algumas até detestam qualquer atividade com bola, relatando traumas originários das aulas de Educação Física, como a exclusão por parte dos companheiros, a autoexclusão ou simplesmente a falta de oportunidade para experimentar tais atividades. Há quem relate o gosto pela prática esportiva, mas sem conseguir realizá-la com um nível mínimo de organização e conhecimento, atribuindo essa capacidade aos atletas de alto rendimento. É óbvio que os atletas de nível elevado praticam alguma modalidade esportiva com mais destreza, em virtude do próprio tempo de treino, uma vez que a relação que eles mantêm com o esporte é de trabalho. É importante que os alunos compreendam, porém, que os sistemas de jogo e as formas táticas de seu desenvolvimento também podem ser aprendidos, aperfeiçoados e exercitados nas aulas de Educação Física, gerando melhoria na prática. No Currículo de Educação Física, as modalidades esportivas coletivas serão compreendidas a partir da categoria esporte coletivo, que reúne o futsal, o handebol, o basquetebol, o voleibol, o futebol de campo e outras atividades menos praticadas. De fato, em todas elas, duas equipes disputam um implemento (a bola), criando táticas para levá-lo a um alvo, ao mesmo tempo que devem proteger o próprio alvo das investidas da equipe adversária (BAYER, 1994). Nessa abordagem, a técnica não se restringe à execução mecanicamente perfeita de um movimento específico para o jogo, mas se amplia ao conjunto dos modos de fazer necessários para sua prática; e a tática não se reduz ao sistema de jogo definido pelo professor, mas inclui razões do fazer, que orientam as ações exigidas pela própria situação. A técnica não existe sem a tática e o contrário é igualmente verdadeiro. O que deve ser feito numa situação de jogo (a técnica) é demandado pelas exigências da situação (a tática). 10

12 Educação Física 1ª série Volume 1 Tradicionalmente, o basquetebol, por exemplo, foi ensinado a partir de seus elementos técnicos, também chamados de fundamentos do jogo: o drible, o passe, a bandeja, o arremesso, o jump etc. O voleibol resumia-se à reunião dos fundamentos de toque, manchete, cortada, bloqueio e saque. O futsal era dividido em recepção, passe, drible, chute etc. Uma modalidade esportiva era fragmentada em elementos técnicos, e o seu ensino seguia hierarquicamente as partes do jogo, que deveriam ser reunidas ao final do processo. A execução técnica é requerida para se praticar uma modalidade esportiva, mas não garante uma ação inteligente. É uma condição necessária, porém não suficiente. A questão principal não é arremessar uma bola com precisão à cesta, ou chutar forte em direção ao gol, ou cortar uma bola com força no voleibol a precisão pode ser alcançada com a prática repetitiva por aqueles que assim a desejarem. A questão principal é saber para quê, quando e como executar determinada ação, uma vez que as situações que ocorrem nas modalidades esportivas coletivas são imprevisíveis e exigem constantes adaptações. Portanto, cabe à Educação Física estimular os alunos a compreender a dinâmica tática do esporte coletivo, a fim de que saibam, numa situação real de jogo, o que taticamente seria melhor fazer, tanto em termos individuais como coletivos. Garganta (1998, apud SILVA e ROSE JR., 2005) define quatro fases de prática do esporte coletivo, denominadas em ordem de organização crescente: (1) jogo anárquico; (2) descentração; (3) estruturação; e (4) elaboração. Essa classificação não depende somente do nível técnico dos praticantes, mas de três variáveis indissociáveis: (a) comunicação entre os jogadores; (b) estruturação no espaço de jogo; e (c) relação com a bola. Dessa maneira, a forma mais simples de jogo, o anárquico, é aquela em que os praticantes se aglutinam em torno da bola, não utilizam adequadamente os espaços da quadra ou do campo, movimentam-se apenas em torno da bola e comunicam-se prioritariamente de forma verbal. A intenção é que os alunos possam avançar nas fases do jogo, compreendendo-o melhor e executando ações mais inteligentes. A forma mais elaborada de jogo prevê praticantes mais afinados com a bola, que se movimentam taticamente pelo espaço de jogo, mesmo que estejam sem a posse dela, já antecipando os passes, tentando se deslocar para onde ela deverá ir, além de não necessitarem tanto da linguagem verbal para pedir o objeto para si. Há uma comunicação e uma movimentação taticamente inteligente não só de cada jogador, mas do grupo como um todo. É importante ressaltar que essas quatro fases estão relacionadas aos níveis de compreensão do jogo. Dessa forma, pode haver grupos de crianças que consigam praticar essa modalidade esportiva de forma mais elaborada e adultos que ainda estejam presos a modelos anárquicos de prática. No caso dos alunos de Ensino Médio, espera-se que já tenham abandonado o jogo anárquico e mostrem-se capazes de praticar o esporte coletivo de forma mais organizada em termos táticos, tanto individual como coletivamente. Ao professor, cabe fazer que os alunos compreendam que são capazes de praticar o esporte em níveis mais qualificados, chegando a formas elaboradas de jogo, ainda que não venham a se tornar atletas. Em relação ao espetáculo esportivo, é importante garantir aos alunos de Ensino Médio a possibilidade de sua apreciação de forma mais tática. Isso lhes permitirá uma análise do jogo esportivo para além do ganhar ou perder ou do torcer de forma passional para seu time vencer e, assim, compreender que a dinâmica tática das equipes é importante para o resultado do jogo. 11

13 Per Winbladh/Ivy by Corbis/Latinstock Figura 3 A compreensão das táticas permite uma apreciação mais qualificada do esporte televisivo. Bill Bachmann/Alamy/Glow Images Figura 4 Jovens jogando basquetebol ao ar livre ou na quadra da escola. Professor, para iniciar o tema, solicite aos alunos que façam a leitura do texto reproduzido na seção Para começo de conversa, do Caderno do Aluno, e respondam às questões propostas. Este esporte não é inédito na escola, pois já foi trabalhado no Ensino Fundamental. Talvez você o pratique em parques, clubes e no intervalo das aulas. Quem sabe até você seja um praticante de streetball (basquetebol de rua) ou um 12

14 Educação Física 1ª série Volume 1 espectador de jogos de basquete. Quase posso ouvir seu pensamento: Tudo de novo.... Mas você se engana! No Ensino Fundamental, você vivenciou diversas situações nas quais aprendeu noções de técnica e tática, desenvolveu a agilidade (lembra-se dela?) e outras capacidades físicas relacionadas às diversas modalidades. Agora, vai dar continuidade à construção e à ressignificação de conceitos para compreender mais e melhor o basquetebol. Você deve estar se perguntando: Para que eu deveria saber isso? Vou lhe dar um exemplo: Você se lembra de como era o jogo nas séries iniciais? Aposto que todo mundo se deslocava em direção à bola, sem aproveitar os espaços da quadra é o que chamamos de jogo anárquico. Mas isso já faz tempo, não faz? Hoje você já compreende que deve se deslocar, mesmo não estando com a posse de bola, e que toda a equipe precisa se movimentar a fim de atingir o objetivo (cesta, gol etc.). Agora, nesta fase, você compreenderá as táticas defensivas e ofensivas do basquetebol. Mas, antes, responda a estas questões: 1. O que é marcação individual? Cada jogador marca um adversário específico. 2. O que é marcação por zona? Os defensores atuam em determinados setores. 3. O que caracteriza a ação ofensiva de uma equipe? A posse de bola por essa equipe. 4. Qual a diferença entre técnica e tática? Técnica é a execução de um movimento em que, para sua prática, se considera o conjunto dos modos de fazê-lo. Tática é o conjunto de estratégias adotadas por meio dos sistemas, orientadas segundo as razões do fazer exigidas pela situação de jogo. Wilson Dias/ABr Iwan Ahlim/Getty Images Figura 5 Competição oficial. Figura 6 Jogando no intervalo escolar. 13

15 SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1 APRECIAR E ANALISAR UM JOGO DE BASQUETEBOL As modalidades esportivas coletivas fazem parte da vida cotidiana dos alunos e estão na rua, no clube, na escola, nas matérias televisivas etc. No entanto, muitos alunos apresentam dificuldades para compreender e analisar técnica e taticamente a partida de uma modalidade esportiva coletiva. Será que os alunos reconhecem os motivos que levam uma equipe a vencer outra em uma modalidade esportiva coletiva pelos aspectos técnico e tático? Quais são as características táticas defensivas e ofensivas em um jogo de basquetebol? A sugestão nesta Situação de Aprendizagem é a apreciação, para posterior análise, de alguns princípios técnico-táticos de um jogo de basquetebol. Essa apreciação pode ser feita pelos alunos em conjunto com você, professor. Conteúdos e temas: sistemas de jogo e táticas em modalidade esportiva coletiva; basquetebol. Competências e habilidades: analisar, do ponto de vista técnico-tático, um jogo de basquetebol assistido pela televisão ou presencialmente; valorizar o conhecimento dos sistemas de jogo e das táticas como fator importante para a apreciação do espetáculo esportivo. Sugestão de recursos: televisor, DVD; aparelho de DVD; computador. Desenvolvimento da Situação de Aprendizagem 1 Etapa 1 Um jogo de basquetebol Apresente, em sala de aula, uma partida, um período ou um quarto de jogo de basquetebol previamente gravado e solicite aos alunos que procurem perceber os sistemas de jogo utilizados pelas equipes, bem como a relação de oposição entre os sistemas, uma vez que um tenta anular o outro. Solicite ainda aos alunos que procurem perceber a dinâmica tática apresentada pelas equipes, em termos de ocupação do espaço, ritmo de jogo, comunicação entre os jogadores, domínio de bola, transição da defesa para o ataque e retorno para a defesa. Se julgar necessário, divida a classe em grupos e estabeleça o que cada grupo pode observar durante o jogo. Etapa 2 Registro das observações analisadas Com base nas observações dos alunos, resuma os sistemas de jogo verificados na etapa anterior, destacando, posteriormente, os principais elementos a serem vivenciados na quadra. Procure mostrar também as vantagens obtidas pelas equipes em cada momento do jogo, em decorrência da realização de determinadas ações táticas. É importante sensibilizar os alunos para que percebam que um jogo de basquetebol se constitui em um conjunto de ações táticas, tanto no plano individual como no coletivo, e que normalmente vence a equipe que realiza essas ações de forma mais coordenada e elaborada. Para finalizar esta etapa, proponha aos alunos que, em grupos, registrem os aspectos considerados mais importantes referentes às ações táticas individuais e coletivas para uma modalidade coletiva. Vale ressaltar que todos os aspectos observados pelos alunos dos grupos precisam ser registrados. 14

16 Educação Física 1ª série Volume 1 Professor, solicite que os alunos investiguem a classificação da equipe feminina brasileira de basquetebol nos Jogos Olímpicos. Para isso, sugira que realizem a atividade descrita na seção Pesquisa individual, do Caderno do Aluno. O basquetebol feminino brasileiro, que teve sua época de ouro com a dupla Hortência e Paula, esteve entre as oito melhores equipes nas Olimpíadas de 1992 a 2008, exceto em uma. Pesquise, conforme o exemplo dado na tabela, e assinale qual foi essa Olimpíada. Olimpíada (local) Ano Colocação Barcelona o Que avaliação você faz do desempenho da seleção brasileira feminina de basquetebol nesse período? A modalidade está progredindo? Por quê? Resposta pessoal, mas espera-se que o aluno perceba a queda no desempenho da seleção feminina de basquetebol, o que possibilitaria a discussão sobre uma possível ausência de renovação na equipe, bem como pouco investimento nas categorias de base, além da precária organização da modalidade, baixo investimento financeiro. 1. A seleção brasileira masculina de basquetebol teve um atleta apelidado de Mão Santa, com os seguintes recordes: Maior número de Olimpíadas: 5 Mais pontos em Olimpíadas: Maior número de vezes considerado cestinha em Olimpíadas: 3 Mais cestas de 3 pontos, 2 pontos e lances livres em Olimpíadas Mais minutos jogados em Olimpíadas Mais pontos totais em campeonatos mundiais: 893 Mais pontos em um jogo olímpico: 55, contra a Espanha em 1988 Mais pontos em um jogo de campeonato mundial: 52, contra a Austrália em 1990 Quem é esse jogador? Oscar Schmidt. 2. Durante as aulas, você teve a oportunidade de analisar alguns sistemas de jogo. Considerando os conhecimentos abordados nessas aulas, você consegue lembrar por que determinados alunos tiveram mais ou menos facilidade para concretizar suas intenções táticas e técnicas no jogo? Espera-se que o aluno consiga perceber que, apesar de determinados alunos dominarem melhor a bola (por terem maior experiência no esporte), o desempenho desses jogadores estará também diretamente relacionado a como ele age técnica e taticamente diante da equipe adversária, bem como perante sua própria equipe. 15

17 SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2 OS SISTEMAS DO BASQUETEBOL Atribuir aos alunos a responsabilidade de transferir alguns princípios de organização técnica e tática percebidos em um jogo de basquetebol para uma vivência torna-se uma tarefa extremamente desafiadora. Isso exigirá deles capacidade de organização e compreensão para valorizar e reconhecer a importância dos sistemas táticos no desempenho esportivo e na apreciação do esporte como espetáculo. Os alunos vivenciarão algumas situações táticas analisadas na Situação de Aprendizagem anterior com a intenção de perceber os sistemas defensivos e ofensivos no basquetebol. Conteúdos e temas: importância dos sistemas táticos no desempenho esportivo e na apreciação do esporte como espetáculo. Competências e habilidades: vivenciar e compreender alguns sistemas de jogo e alguns preceitos táticos inerentes ao basquetebol; compreender os sistemas defensivos e ofensivos no basquetebol; reconhecer a importância dos sistemas de jogo e das táticas no desempenho esportivo. Sugestão de recursos: bolas de basquetebol. Desenvolvimento da Situação de Aprendizagem 2 Etapa 1 Vivência dos sistemas de jogo observados e analisados Procure reproduzir com os alunos algumas situações de jogo observadas por meio do vídeo apresentado durante a Situação de Aprendizagem 1 e que já tenham sido discutidas. Destaque algumas situações em que se observem os claros limites de reproduzir situações de jogo de equipes de alto rendimento. Por exemplo, o momento em que uma equipe utilizou a defesa por zona ou a 3-2 ou a 2-3, a ocasião na qual uma equipe utilizou a defesa individual, as situações em que o ataque priorizou o jogo próximo à cesta, a transição da defesa para o ataque etc. Inicialmente, procure destacar as ações de defesa e, depois, as de ataque. É importante garantir que todos os alunos passem por todas as posições, tanto de ataque como de defesa, a fim de que compreendam melhor as características de cada uma delas. Agora, professor, peça aos alunos que atentem para a questão 3 da Lição de casa. Observando as imagens da marcação por zona, oriente-os a desenhar, no Caderno do Aluno, as movimentações do sistema (para isso, é necessário que interpretem a legenda). 3. Foram discutidas em aula vivências referentes aos sistemas de defesa 2-1-2, 3-2 e 2-3. Na figura a seguir, observe as elipses em torno dos defensores. Cada uma delas indica a área que o respectivo jogador deve proteger, mas, como em todo sistema, sempre há pontos vulneráveis; do contrário, nenhum time converteria as cestas, não é? Este é um sistema de fácil execução e, por isso, é muito utilizado em campeonatos escolares. 16

18 Educação Física 1ª série Volume Leopércio de Oliveira Guimarães Leopércio de Oliveira Guimarães Ponto Vulnerável Relembre a movimentação: Veja o que acontece quando X 2 passa a bola para X 5 : Leopércio de Oliveira Guimarães Leopércio de Oliveira Guimarães Agora observe: quando X 1 passa a bola para X 2, o defensor 1 sai para a marcação de X 2 ; o defensor 3 se desloca do meio do garrafão para cobrir o defensor 1. Legenda: trajetória da bola X jogador da equipe ofensiva jogador da equipe defensiva 17

19 Leopércio de Oliveira Guimarães Quando X 5 recebe o passe, o defensor 1 volta para o seu lugar na cabeça do garrafão; X 5 recebe a marcação do defensor 5 e o defensor 3 cobre a posição do 5. Veja como fica: Leopércio de Oliveira Guimarães Ponto Vulnerável 1 3 Leopércio de Oliveira Guimarães Veja agora os sistemas 3-2 e 2-3. Ponto Vulnerável 4 5 Ponto de maior vulnerabilidade Ponto Vulnerável Leopércio de Oliveira Guimarães Pode-se observar que todos os sistemas apresentam pontos vulneráveis, e a escolha de um ou outro vai depender das características de sua própria equipe e da equipe adversária. O importante é que você comece a identificar os sistemas ao assistir aos jogos ou quando participar deles. Você vivenciou em aula a movimentação do sistema Agora, indique as movimentações nas imagens a seguir e, depois, confira nas páginas anteriores se você acertou. 18

20 Educação Física 1ª série Volume 1 Leopércio de Oliveira Guimarães Leopércio de Oliveira Guimarães Professor, solicite aos alunos que respondam à atividade proposta na seção Você aprendeu?, disponível no Caderno do Aluno. Relativamente à questão 5 dessa atividade, peça-lhes que desenhem um sistema tático criado por eles e tragam na próxima aula para que o vivenciem na Situação de Aprendizagem 3 (relacione as respostas dos alunos com as etapas dessa situação). 1. O que indica se uma equipe está no ataque ou na defesa? A posse de bola. 2. Quais sistemas de defesa você conhece? Resposta pessoal. O aluno poderá responder: 2-1-2, 2-3 e/ou Quais dos sistemas citados você vivenciou? A resposta dependerá do conteúdo desenvolvido nas aulas. 4. O que você achou mais difícil nos sistemas? Resposta pessoal que depende das atividades desenvolvidas. 5. Desenhe um esquema tático que você tenha vivenciado ou crie outro e justifique cada posição da defesa ou do ataque. O aluno deverá representar um esquema tático de defesa ou de ataque que tenha vivenciado e justificar de modo coerente suas escolhas. SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3 NOSSAS ESTRATÉGIAS PARA JOGAR BASQUETEBOL SÃO... Como organizar um time na defesa? Como partir para o ataque após um bom posicionamento defensivo? As Situações de Aprendizagem anteriores mobilizaram os alunos para a apreciação, a análise e a reprodução de alguns princípios técnico-táticos no basquetebol. A tarefa dos alunos nesta Situação de Aprendizagem é organizar as próprias estratégias, com a intenção de valorizar e reconhecer a importância dos sistemas táticos. Em grupo, os alunos elaborarão sistemas táticos para vivenciar diferentes situações no basquetebol. 19

21 Conteúdos e temas: elaboração de sistemas táticos. Competências e habilidades: elaborar estratégias táticas para o basquetebol; reconhecer a importância dos sistemas de jogo e das táticas no desempenho esportivo. Sugestão de recursos: bolas de basquetebol; folhas de papel sulfite; canetas; lápis; giz. Desenvolvimento da Situação de Aprendizagem 3 Com base nas observações feitas e discutidas em sala e nas aplicações realizadas na quadra, proponha aos alunos atividades que possam otimizar alguns elementos táticos pretendidos, como: jogo de passes com marcação individual: o objetivo é a disputa de bola por parte de duas equipes, compostas de quatro jogadores cada, que deverão realizar o maior número possível de passes num espaço previamente delimitado. Esse jogo pretende dinamizar a marcação e a fuga da marcação, isolando nesse momento a finalização na cesta. Procure iniciar a atividade em um espaço maior, reduzindo-o em seguida, a fim de dificultar as ações de passe; minijogos de basquetebol: jogos em meia quadra, com número reduzido de participantes, em que algumas ações possam ser otimizadas. Por exemplo, 3 3, em que há possibilidade de demonstrar mais facilmente alguns elementos, por haver equilíbrio entre as ações ofensivas e defensivas. Pode ser variado para 3 2, com vantagem para o ataque, ou 2 3, com vantagem da defesa; minijogos de basquetebol 5 5: jogos com a composição normal de cinco jogadores, mas ainda realizados em meia quadra. A intenção, com esse tipo de jogo, é que os alunos atentem para a organização coletiva da equipe, tanto na situação de defesa como na de ataque; situações de jogo na quadra toda, 5 5, que exijam ações para obter a rápida transição da defesa para o ataque e o necessário retorno para a defesa. É importante, nesta etapa, que os alunos possam se organizar em grupos e definir as estratégias para vivenciar as diferentes possibilidades do basquetebol como modalidade esportiva coletiva. Coloque à disposição dos alunos folhas de sulfite, canetas, lápis, giz etc., para que eles registrem as estratégias elaboradas. Etapa 1 Três contra três, rotativo Organize os alunos em trios, divididos equitativamente, para cada meia quadra. Dois trios iniciam o jogo após definirem a posse da bola. As equipes tentarão converter a cesta após passar a bola entre os componentes do grupo. A bola será recolocada em jogo sempre pelas laterais. O jogo poderá ser feito com troca de uma equipe a cada cesta convertida, a cada cesta não convertida, a cada duas ou três perdas da posse de bola ou qualquer outra convenção estabelecida entre professor e alunos. O jogo poderá ser realizado inicialmente apenas com passes para posterior introdução do drible. Etapa 2 Três contra dois ou dois contra três? Organize a classe em grupos de cinco alunos, com uma bola para cada grupo. Divida os grupos equitativamente nos lados opostos 20

22 Educação Física 1ª série Volume 1 da quadra, conforme a Figura 7. Os integrantes do grupo devem estar subdivididos em uma dupla e um trio. Inicialmente os trios farão passes entre si, tentando chegar ao outro lado da quadra sem perder a bola, enquanto a dupla tentará interceptá-la. Na execução de volta, invertem-se os papéis, e o trio passa a defender enquanto a dupla ataca. Peça que os alunos façam um rodízio de formação entre os integrantes do grupo, de tal forma que haja um rearranjo das duplas e dos trios. Posteriormente peça novas composições. Para variar a atividade, introduza o drible e a finalização do percurso com arremesso à cesta. Figura 7 Posições ofensivas e defensivas. ATIVIDADE AVALIADORA Proponha situações encontradas nos jogos oficiais de basquetebol, apresentadas como problemas a serem discutidos, vivenciados e solucionados pelos alunos (divididos em grupos de cinco), por escrito ou mediante demonstração na quadra. Com isso, será possível avaliar, a princípio, a capacidade dos alunos de pensar taticamente o jogo de basquetebol e, posteriormente, realizar na quadra as ações pensadas. Não valorize a execução perfeita das ações específicas do basquetebol, nem atente para o fato de a ação proposta ter culminado ou não na consecução de ponto. Avalie a compreensão, por parte dos alunos, da situa ção de jogo proposta e das iniciativas para solucioná-la. Alguns exemplos: Como uma equipe de basquetebol deveria se comportar se estivesse perdendo o jogo por um ponto de diferença e tivesse de repor a bola em jogo numa lateral no ataque, faltando apenas cinco segundos para terminar o jogo? 21

23 Como uma equipe de basquetebol deveria se comportar se estivesse perdendo o jogo por vinte pontos e restasse apenas um quarto de jogo para o seu final? Como uma equipe de basquetebol deveria se comportar se estivesse vencendo o jogo e sofresse marcação individual? Ao final de cada situação de jogo proposta, discuta com os alunos as alternativas apresentadas pelas equipes e realize as correções necessárias. É importante garantir que os alunos atentem para a organização tática coletiva, em vez de recorrerem às iniciativas individuais para a solução das situações propostas. PROPOSTA DE SITUAÇÕES DE RECUPERAÇÃO Durante o percurso pelas Situações de Aprendizagem, alguns alunos poderão não apreender os conteúdos da forma esperada. Serão necessárias, portanto, outras Situações de Aprendizagem, que permitam ao aluno revisitar o processo de maneira diferente. Tais situações podem ser desenvolvidas durante as aulas ou em outros momentos, individualmente ou em pequenos grupos, envolvendo todos os alunos ou apenas aqueles que apresentarem dificuldades. Por exemplo: roteiro de estudos com perguntas norteadoras elaboradas por você, professor, para posterior apresentação das respostas em registro escrito; apreciação e registro, por parte do aluno, de seus próprios movimentos e dos colegas; resolução de outras situações-problema não contempladas na Atividade Avaliadora, referentes às técnicas e às táticas da modalidade em questão; atividade-síntese relacionada a determinado conteúdo, em que as várias atividades sejam refeitas numa única aula e discutidas posteriormente (por exemplo: circuito que contemple diferentes preceitos e sistemas táticos da modalidade em questão). Livros RECURSOS PARA AMPLIAR A PERSPECTIVA DO PROFESSOR E DO ALUNO PARA A COMPREENSÃO DO TEMA ASSIS, Sávio. Reinventando o esporte: possibilidades da prática pedagógica. Campinas: Autores Associados, Relata o desenvolvimento de uma pesquisa em que o autor teve por objetivo a reinvenção do esporte na escola, atribuindo outros valores à experiência. BAYER, Claude. O ensino dos desportos colectivos. Lisboa: Dinalivros, Discute o processo de ensino dos esportes coletivos, apresentando os princípios operacionais comuns às modalidades esportivas. PAES, Roberto R.; BALBINO, Hermes F. Pedagogia do esporte: contextos e perspectivas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, O livro é composto por nove capítulos que discutem a pedagogia do esporte sob vários aspectos, desde a iniciação em modalidades individuais e coletivas até o treinamento. 22

24 Educação Física 1ª série Volume 1 Artigos DAOLIO, Jocimar. Jogos esportivos coletivos: dos princípios operacionais aos gestos técnicos. Modelo pendular a partir das ideias de Claude Bayer. Revista Brasileira de Ciência e Movimento, São Caetano do Sul, v. 10, n. 4, p , Disponível em: <http:// portalrevistas.ucb.br/index.php/rbcm/ article/view/478/503>. Acesso em: 28 maio O artigo parte das ideias de Claude Bayer sobre o esporte coletivo e propõe um modelo para seu tratamento pedagógico. SILVA, Thatiana A. F.; ROSE JR., Dante de. Iniciação nas modalidades esportivas coletivas: a importância da dimensão tática. Revista Mackenzie de Educação Física e Esporte, São Paulo, ano 4, n. 4, p , Disponível em: <http://mackenzie.br/fileadmin/ Graduacao/CCBS/Cursos/Educacao_Fisica/ REMEFE /art5_edfis4n4.pdf>. Acesso em: 28 maio Neste artigo, defende-se a importância do desenvolvimento da dimensão tática na iniciação em modalidades esportivas, levando-se em consideração as características de cada modalidade e também das crianças. Sites Comitê Olímpico Brasileiro. Disponível em: <http://www.cob.org.br>. Acesso em: 29 maio Confederação Brasileira de Basketball. Disponível em: <http://www.cbb.com.br>. Acesso em: 24 out Confederação Brasileira de Futebol. Disponível em: <http://www.cbf.com.br>. Acesso em: 29 maio Confederação Brasileira de Handebol. Disponível em: <http://www.brasilhandebol.com. br>. Acesso em: 29 maio Confederação Brasileira de Voleibol. Disponível em: <http://www.cbv.com.br>. Acesso em: 24 out Confederação Brasileira de Futebol de Salão. Disponível em: <http://www.futsaldobrasil. com.br/2009/cbfs/index.php>. Acesso em: 29 maio O site do Comitê Olímpico Brasileiro e os sites das confederações esportivas brasileiras podem auxiliar tanto o aluno quanto o professor em seus estudos e pesquisas, no sentido de aprofundar o tema esporte coletivo, com informações oficiais sobre competições e transmissões pela televisão. Também apresentam as regras oficiais das modalidades, algumas informações históricas, as principais conquistas das seleções nacionais em diversas categorias e acesso para outros sites, bem como para alguns pequenos vídeos. 23

25 TEMA 2 CORPO, SAÚDE E BELEZA Todo professor de Ensino Médio percebe o impacto que certos modelos de beleza corporal, insistentemente propagados pelas mídias (televisão, revistas etc.), exercem sobre os alunos, que, com frequência, se julgam obesos, querem emagrecer e tornar-se musculosos. Para isso, aderem a regimes milagrosos, praticam exercícios de forma equivocada e eventualmente fazem uso de substâncias proibidas, como anabolizantes e remédios que inibem o apetite, com prejuízos para a própria saúde. Sabemos que muitas vezes os alunos comunicam tais práticas aos professores de Educação Física, os quais precisam estar preparados para lidar com isso. Basta prestar atenção às capas das revistas voltadas para o público adolescente e jovem (em especial para as meninas), à venda em qualquer banca de jornal, para constatar o que sugerem ou prometem explicitamente: Emagreça comendo de tudo!, Defina seus músculos com apenas 15 minutos de ginástica!, Corpo novo em três meses! etc. A personagem central das capas é sempre uma mulher jovem (raramente de etnia negra), bela, magra e sorridente, em geral trajando biquíni, fotografada das coxas para cima, em pose sensual. Também as figuras masculinas são, em geral, homens jovens e brancos, às vezes com o torso nu e pernas expostas, para exibir uma musculatura bem delineada. No interior dessas revistas sempre há programas de exercícios ginásticos para diversos grupos musculares, com a promessa de diminuir a barriga, endurecer o bumbum etc., ou sugestões de corridas, caminhadas e prática de esportes para perder calorias e, portanto, emagrecer. Percebe-se aí como o exercício físico não é associado à saúde ou ao bem-estar, mas a um modelo estereo tipado de beleza corporal caracterizado pela extrema magreza. Se calcularmos o índice de massa corpórea IMC (peso dividido pela altura ao quadrado) das modelos e artistas estampadas nas capas, encontraremos valores muito baixos, que indicam magreza, às vezes abaixo do mínimo para que uma pessoa seja considerada saudável, além de muito distantes da média nacional. Fabio Chialastri/Conexão Editorial Figura 8 Revistas dirigidas ao público jovem feminino prometem a beleza-padrão de modo excessivamente fácil e rápido: Corpo novo em três meses, Emagreça e fique durinha com a dieta antiflacidez etc. 24

26 Educação Física 1ª série Volume 1 Todavia, para esculpir esse modelo corporal definido pelas mídias (para mulheres e homens), não basta apenas o exercício físico, nem mesmo conjugado com dieta. Exige-se também a intervenção cirúrgica (lipoaspiração, cirurgia plástica propriamente dita, próteses de silicone). Tudo isso, com o devido suporte de supostas evidências científicas, aumenta o oferecimento de produtos e serviços associados à busca desse ideal de beleza corporal massagens, cosméticos, equipamentos de ginástica domésticos, alimentos light e diet etc. no contexto do chamado mercado do corpo e do fitness. Contraditoriamente, esse mercado convive em nossa realidade com bolsões sociais de pobreza e miséria, nos quais há ainda muitos brasileiros que passam fome! Esse bombardeio de informações verbais e visuais fixa um modelo de beleza (o qual contribui decisivamente para a construção das representações sociais do corpo) e, ao propor os meios para alcançá-lo com facilidade ilusória, não mais nos dizem: Você pode..., mas Você deve!. É muito difícil resistir a essa pressão e, a partir de certo grau de adesão às práticas alimentares e de exercitação física sugeridas, pode haver comprometimento da saúde, bem como constrangimento social decorrente da sensação de não atingir o padrão idealizado. Referências desse tipo dificultam o autoconhecimento, o reconhecimento das possibilidades do ser humano e seus limites tal como é, e restringem as possibilidades do Se-Movimentar em jogos, esportes, ginásticas, lutas e atividades rítmicas a certos objetivos muito específicos (emagrecer, delinear a musculatura etc.), empobrecendo seu potencial formativo. Em todos os canais de comunicação, e também nos espaços públicos, ditam-se as regras de cultivo do corpo. Dentre os exercícios físicos, difundiram- -se a musculação, o fisiculturismo, as atividades de fitness. O corpo belo é aquele sempre superdefinido, durinho, sem celulite ou estrias. É importante que os alunos compreendam as relações entre os contextos históricos e culturais que estabelecem padrões de beleza inalcançáveis pela maioria da população. Não temos de buscar um corpo perfeito ou ideal. Temos de aprender a cuidar de nosso corpo possível! Apesar dos avanços em relação à compreensão dos mecanismos pelos quais a alimentação e o exercício físico podem contribuir para a aquisição e a manutenção de níveis adequados de saúde, a busca por um determinado padrão de perfectibilidade da beleza impulsiona o consumo de produtos, práticas e recursos nem sempre compatíveis com esse propósito. Diante da possibilidade (ou ilusão) de obter resultados expressivos em curto espaço de tempo, muitos jovens passam a adotar condutas por vezes enganosas ou mesmo prejudiciais à saúde, entre as quais se encontram as dietas milagrosas e o uso inadequado de suplementos alimentares. Modificações drásticas na dieta que resultam em perdas acentuadas de peso em curto espaço de tempo são difíceis de serem mantidas. Além disso, a perda de peso observada decorre principalmente da redução hídrica (perda de água), bem como da perda de tecido magro, permanecendo as reservas de gordura quase inalteradas, especialmente em virtude da diminuição na taxa metabólica de repouso (energia gasta para manter o funcionamento orgânico durante o estado de repouso). Em verdade, programas saudáveis de emagrecimento preconizam que a perda ponderal não exceda 1% do peso corporal total por semana, evitando-se assim prejuízos na regulação metabólica, na função imunológica, na integridade óssea e na manutenção da capacidade funcional ao longo do envelhecimento. 25

Associação Catarinense das Fundações Educacionais ACAFE PARECER DOS RECURSOS

Associação Catarinense das Fundações Educacionais ACAFE PARECER DOS RECURSOS 13) Acerca do conceito de corporeidade descrito na Proposta Curricular de Santa Catarina, assinale a alternativa correta. A Corporeidade é presença no esporte, via corpo, que age e que, ao expressar-se,

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESCOLAS PRIORITÁRIAS - 2014

PLANO DE AÇÃO ESCOLAS PRIORITÁRIAS - 2014 DOCUMENTO ORIENTADOR CGEB Nº 02 DE 2014 COORDENADORIA DE GESTÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA PLANO DE AÇÃO ESCOLAS PRIORITÁRIAS - 2014 SÃO PAULO MARÇO DE 2014 Governador Geraldo Alckmin Vice-Governador Guilherme

Leia mais

CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR Acreditamos ser relevante abordar de forma rápida o contexto atual da Educação Física Escolar

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

JOGOS DESPORTIVOS COLETIVOS

JOGOS DESPORTIVOS COLETIVOS JOGOS DESPORTIVOS COLETIVOS Prof. Ms. Daniel Querido danielquerido@gmail.com Ocupam lugar importante na cultura esportiva contemporânea Riqueza de situações: - constituem um meio formativo; - prática orientada

Leia mais

DATA: VALOR:20 pontos NOTA: ASSUNTO: Trabalho de Recuperação Final SÉRIE: 2ª EM TURMA: NOME COMPLETO:

DATA: VALOR:20 pontos NOTA: ASSUNTO: Trabalho de Recuperação Final SÉRIE: 2ª EM TURMA: NOME COMPLETO: DISCIPLINA: Educação Física PROFESSORES: Isabel Terra/Marcelo Paiva DATA: VALOR:20 pontos NOTA: ASSUNTO: Trabalho de Recuperação Final SÉRIE: 2ª EM TURMA: NOME COMPLETO: Nº: QUESTÃO 01 O sedentarismo já

Leia mais

Escola E.B. 2/3 dos Olivais

Escola E.B. 2/3 dos Olivais Escola E.B. 2/3 dos Olivais Esta planificação foi concebida como um instrumento necessário. Os objectivos da Educação Física no ensino básico bem como os princípios de organização das actividades nas aulas,

Leia mais

Experimentação Esportiva

Experimentação Esportiva Experimentação Esportiva Aula 2 O Movimento e o Rio 2016 Versão 1.0 Objetivos 1 Analisar o desenvolvimento e o amadurecimento dos aspectos motores. 2 Relacionar os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs)

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA

PLANEJAMENTO ANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 PLANEJAMENTO ANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA SÉRIE: 7º ANO PROFESSORA:

Leia mais

Como resultado da preparação desse I Workshop foram formalizadas orientações básicas para formatação de um projeto cultural que seguem abaixo.

Como resultado da preparação desse I Workshop foram formalizadas orientações básicas para formatação de um projeto cultural que seguem abaixo. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO CULTURAIS A Fundação Cultural do Estado da Bahia tem como missão fomentar o desenvolvimento das Artes Visuais, Dança, Música, Teatro, Circo, Audiovisual, Culturas

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO FÍSICA Apresentação e contextualização da Educação Física e da cultura universitária em geral; Discussão

Leia mais

SEE Secretaria de Estado da Educação DERITQ Diretoria de Ensino da Região de Itaquaquecetuba

SEE Secretaria de Estado da Educação DERITQ Diretoria de Ensino da Região de Itaquaquecetuba SEE Secretaria de Estado da Educação DERITQ Diretoria de Ensino da Região de Itaquaquecetuba NP Núcleo Pedagógico Sejam bem vindos, professores de Educação Física Rose Ribeiro PCNP Ed. Física 1 2 EDUCAÇÃO

Leia mais

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/coordenador-pedagogico/projeto-formacao-professoresmatematica-623627.shtml

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/coordenador-pedagogico/projeto-formacao-professoresmatematica-623627.shtml Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/coordenador-pedagogico/projeto-formacao-professoresmatematica-623627.shtml Projeto de formação de professores em Matemática Um projeto exclusivo

Leia mais

A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1

A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1 A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1 Claudiane da S. EUSTACHIO Dayana Pires Alves GARCIA Fátima RODRIGUES Jean de J. SANTANA 2 Juliana CESANA 3 Ana Lucia de Carvalho MARQUES

Leia mais

Experimentação Esportiva

Experimentação Esportiva Experimentação Esportiva Aula 4 Criando um Plano Rio 2016 Versão 1.0 Objetivos 1 Conhecer um passo a passo para trabalhar com a categorização de esportes. 2 Identificar sugestões de planejamento para as

Leia mais

OFICINA DE JOGOS MATEMÁTICOS E MATERIAIS MANIPULÁVEIS

OFICINA DE JOGOS MATEMÁTICOS E MATERIAIS MANIPULÁVEIS OFICINA DE JOGOS MATEMÁTICOS E MATERIAIS MANIPULÁVEIS Mais informações: Site PIBID: http://www.pibid.ufrn.br/ Site LEM/UFRN: http://www.ccet.ufrn.br/matematica/lemufrn/index.html E-mail do LEM/UFRN: lem2009ufrn@yahoo.com.br

Leia mais

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina Campus Sombrio Curso Técnico em Agropecuária Integrado ao Ensino Médio

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina Campus Sombrio Curso Técnico em Agropecuária Integrado ao Ensino Médio 1 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina Campus Sombrio Curso Técnico em Agropecuária Integrado ao Ensino Médio DISCIPLINA: Educação Física CARGA HORÁRIA: 40hs PROFESSOR(A):

Leia mais

PEDAGOGIA DO ESPORTE: A IMPORTÂNCIA DA UTILIZAÇÃO DA SITUAÇÃO PROBLEMA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DOS JOGOS ESPORTIVOS COLETIVOS

PEDAGOGIA DO ESPORTE: A IMPORTÂNCIA DA UTILIZAÇÃO DA SITUAÇÃO PROBLEMA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DOS JOGOS ESPORTIVOS COLETIVOS PEDAGOGIA DO ESPORTE: A IMPORTÂNCIA DA UTILIZAÇÃO DA SITUAÇÃO PROBLEMA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DOS JOGOS ESPORTIVOS COLETIVOS Prof. Ms.Camila Corrêa Moura Prof. Ms. Larissa Rafaela Galatti

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

PLANEJAMENTO DE AULA 2010 EDUCAÇÃO FÍSICA PROFESSOR MARCIO LUIZ DALMOLIN

PLANEJAMENTO DE AULA 2010 EDUCAÇÃO FÍSICA PROFESSOR MARCIO LUIZ DALMOLIN COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAUJO NETO PLANEJAMENTO DE AULA 2010 EDUCAÇÃO FÍSICA PROFESSOR MARCIO LUIZ DALMOLIN GENERAL CARNEIRO 2010 OBJETIVOS GERAIS DA DISCÍPLINA Proporcionar ao aluno a cultura corporal

Leia mais

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos:

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos: 1 INTRODUÇÃO Sobre o Sou da Paz: O Sou da Paz é uma organização que há mais de 10 anos trabalha para a prevenção da violência e promoção da cultura de paz no Brasil, atuando nas seguintes áreas complementares:

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO PROJETO DE ETENSÃO CÂMPUS: Campos Belos ANO DE EECUÇÃO: 2015 LINHAS DE

Leia mais

Em nome de toda a equipe da F12 Sports, gostaria de felicitá-lo pela recente aquisição da franquia Centro de Treinamento Falcão 12.

Em nome de toda a equipe da F12 Sports, gostaria de felicitá-lo pela recente aquisição da franquia Centro de Treinamento Falcão 12. CARTA DE BOAS VINDAS Prezado Franqueado e Parceiro, Em nome de toda a equipe da F12 Sports, gostaria de felicitá-lo pela recente aquisição da franquia Centro de Treinamento Falcão 12. Acreditamos que esta

Leia mais

Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009

Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 Caderno de Provas EDUCAÇÃO FÍSICA Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 INSTRUÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA Use apenas caneta esferográfica azul ou preta. Escreva o seu nome completo e o

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA As Histórias do Senhor Urso. 2. EPISÓDIO TRABALHADO A Prima do Coelho. 3. SINOPSE DO EPISÓDIO ESPECÍFICO Os brinquedos ouvem batidos na porta: é

Leia mais

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS Daiana Rodrigues dos Santos Prado¹; Francine de Paulo Martins² Estudante do Curso de Pedagogia; e-mail:

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Orientações para a elaboração do projeto escolar

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Orientações para a elaboração do projeto escolar MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA Coordenação-Geral de Ensino Médio Orientações para a elaboração do projeto escolar Questões norteadoras: Quais as etapas necessárias à

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL COORDENADORA SANDRA MARA KUCHNIR

ENSINO FUNDAMENTAL COORDENADORA SANDRA MARA KUCHNIR ENSINO FUNDAMENTAL COORDENADORA SANDRA MARA KUCHNIR 2014 EDUCAÇÃO FÍSICA EDUCAÇÃO FÍSICA PRODUÇÃO CULTURAL DA SOCIEDADE EXPRESSADA ATRAVÉS DO MOVIMENTO EDUCAÇÃO FÍSICA CONTEÚDOS EDUCAÇÃO FÍSICA EIXOS ESPORTE

Leia mais

O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu

O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu GTT: Escola O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu Almir Zandoná Júnior 1 Fernando Henrique Silva Carneiro 2 Justificativa/Base teórica A entrada da Educação

Leia mais

Como aconteceu essa escuta?

Como aconteceu essa escuta? No mês de aniversário do ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente, nada melhor que ouvir o que acham as crianças sobre a atuação em Educação Integral realizada pela Fundação Gol de Letra!! Conheça um

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA Balinha e Dentinho. 2. EPISÓDIO TRABALHADO Leite, O Meu Melhor Amigo. 3. SINOPSE DO EPISÓDIO ESPECÍFICO Leite, O Meu Melhor Amigo é um episódio da

Leia mais

FP 108501 FUNDAMENTOS DA GINÁSTICA

FP 108501 FUNDAMENTOS DA GINÁSTICA Ementas das Disciplinas de Educação Física Estão relacionadas abaixo, as ementas e a bibliografia dos diferentes eixos curriculares do Curso, identificadas conforme os ciclos de formação: Ciclo de Formação

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

TÁTICAS BÁSICAS DO VOLEIBOL TÁTICAS BÁSICAS DO VOLEIBOL SISTEMAS TÁTICOS

TÁTICAS BÁSICAS DO VOLEIBOL TÁTICAS BÁSICAS DO VOLEIBOL SISTEMAS TÁTICOS TÁTICAS BÁSICAS DO VOLEIBOL TÁTICAS BÁSICAS DO VOLEIBOL SISTEMAS TÁTICOS Para o melhor entendimento técnico e tático das definições sobre os sistemas de jogo adotados no voleibol, é necessário, em primeiro

Leia mais

E Nas extremidades da rede existem duas antenas que delimitam o espaço aéreo de jogo.

E Nas extremidades da rede existem duas antenas que delimitam o espaço aéreo de jogo. V O L E I B O L A quadra de jogo A quadra de voleibol mede 18 x 9 metros e é demarcada por linhas de 5 centímetros de espessura. Possui uma linha central que divide a quadra em duas áreas com 9 x 9 metros.

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

HANDFULT: RELATO DE EXPERIÊNCIA DO PIBID EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA ESTADUAL PROFº JOSINO MACEDO

HANDFULT: RELATO DE EXPERIÊNCIA DO PIBID EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA ESTADUAL PROFº JOSINO MACEDO HANDFULT: RELATO DE EXPERIÊNCIA DO PIBID EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA ESTADUAL PROFº JOSINO MACEDO Resumo TEIXEIRA, Ana Cláudia Alves 1 - UFRN JESUS, Edna Nascimento de² - UFRN Este artigo é um relato de

Leia mais

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE Maria Cristina Kogut - PUCPR RESUMO Há uma preocupação por parte da sociedade com a atuação da escola e do professor,

Leia mais

6h diárias - 11 meses

6h diárias - 11 meses 6h diárias - 11 meses PROPOSTA PEDAGÓGICA PROGRAMA DE APRENDIZAGEM EM AUXILIAR DE VAREJO ÍNDICE 1 - Apresentação da Entidade ijovem 3 2 - Justificativa do Programa. 3 3 Público-alvo: 4 4 Objetivo geral:

Leia mais

Desenvolvimento motor do deficiente auditivo. A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada a outras deficiências, como

Desenvolvimento motor do deficiente auditivo. A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada a outras deficiências, como Texto de apoio ao Curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Desenvolvimento motor do deficiente auditivo A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada

Leia mais

Duração da atividade: Recomendam-se cinco encontros/aulas, com duração de uma hora-aula para cada encontro.

Duração da atividade: Recomendam-se cinco encontros/aulas, com duração de uma hora-aula para cada encontro. Nível de ensino: Ensino Fundamental Componente Curricular: Educação Física Modalidade: Futsal Duração da atividade: Recomendam-se cinco encontros/aulas, com duração de uma hora-aula para cada encontro.

Leia mais

GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA ALFABETIZAÇÃO NO TEMPO CERTO NAs REDES MUNICIPAIS DE ENSINO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS

Leia mais

SUA ESCOLA, NOSSA ESCOLA PROGRAMA SÍNTESE: NOVAS TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA

SUA ESCOLA, NOSSA ESCOLA PROGRAMA SÍNTESE: NOVAS TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA SUA ESCOLA, NOSSA ESCOLA PROGRAMA SÍNTESE: NOVAS TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA Resumo: O programa traz uma síntese das questões desenvolvidas por programas anteriores que refletem sobre o uso de tecnologias

Leia mais

salto em distância. Os resultados tiveram diferenças bem significativas.

salto em distância. Os resultados tiveram diferenças bem significativas. 1 Análise de comparação dos resultados dos alunos/atletas do Atletismo, categoria infanto, nos Jogos Escolares Brasiliense & Olimpíadas Escolares Brasileira. Autora: Betânia Pereira Feitosa Orientador:

Leia mais

Como desenvolver projetos

Como desenvolver projetos 1 Coletânea de Projetos Educação de Jovens e Adultos Como desenvolver projetos No 1º semestre de 2007, os calendários da Educação de Jovens e Adultos - Ensino Fundamental e Ensino Médio passaram a contemplar

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

Projeto Acelerando o Saber

Projeto Acelerando o Saber Projeto Acelerando o Saber Tema: Valorizando o Ser e o Aprender Lema: Ensinar pra Valer Público Alvo: Alunos do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino contemplando o 3º ano a 7ª série. Coordenadoras:

Leia mais

CONTEÚDOS REFERENCIAIS PARA O ENSINO MÉDIO

CONTEÚDOS REFERENCIAIS PARA O ENSINO MÉDIO CONTEÚDOS REFERENCIAIS PARA O ENSINO MÉDIO Área de Conhecimento: Linguagens Componente Curricular: Educação Física Ementa A Educação Física no Ensino Médio tratará da cultura corporal, sistematicamente

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO Bruno Rodrigo Teixeira 1 Universidade Estadual de Londrina - UEL bruno_matuel@yahoo.com.br Camila Rosolen 2 Universidade Estadual de Londrina - UEL camilarosolen@yahoo.com.br

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014. Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO.

V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014. Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO. V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014 Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO. RESUMO Adriana Vieira de Lima Colégio Marista Arquidiocesano

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Plano de Trabalho Docente - 2015

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Plano de Trabalho Docente - 2015 Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Plano de Trabalho Docente - 2015 ETEC Monsenhor Antônio Magliano Código: 088 Município: Garça Eixo Tecnológico: Habilitação Profissional: Qualificação:

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO ESTÁGIO DOCENTE Ato educativo supervisionado realizado no contexto do trabalho docente que objetiva a formação de educandos que estejam regularmente frequentando cursos e/ou programas de formação de professores

Leia mais

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS Ana Lúcia Cunha Duarte UCB duart_ana@hotmail.com Resumo: A prática investigativa desenvolvida no curso de Pedagogia do Centro de Educação,

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS PADRE ALBINO. Catálogo 2015 do Curso de Educação Física - Licenciatura

FACULDADES INTEGRADAS PADRE ALBINO. Catálogo 2015 do Curso de Educação Física - Licenciatura EMENTÁRIO ANATOMIA I Ementa:. Estudo da forma, estrutura, função e localização de órgãos que compõem os sistemas que formam o aparelho locomotor: sistema esquelético, sistema articular, sistema muscular

Leia mais

A ESCOLA, A EDUCAÇÃO FÍSICA E O ENSINO DO FUTEBOL E DAS COPAS DO MUNDO

A ESCOLA, A EDUCAÇÃO FÍSICA E O ENSINO DO FUTEBOL E DAS COPAS DO MUNDO A ESCOLA, A EDUCAÇÃO FÍSICA E O ENSINO DO FUTEBOL E DAS COPAS DO MUNDO CAROLINE SOUZA DE AZEVEDO Acadêmica do curso de Licenciatura em Educação Física da Universidade Federal de Santa Catarina BRUNO VICENTE

Leia mais

ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL EM SAÚDE OCUPACIONAL E GINÁSTICA LABORAL O

ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL EM SAÚDE OCUPACIONAL E GINÁSTICA LABORAL O Educação Física A profissão de Educação Física é caracterizada por ter um vasto campo de atuação profissional, tendo um leque com várias opções para realização das atividades pertinentes ao Educador Físico.

Leia mais

O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR: TRÊS ASPECTOS PARA CONSIDERAR

O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR: TRÊS ASPECTOS PARA CONSIDERAR Título do artigo: O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR: TRÊS ASPECTOS PARA CONSIDERAR Área: Gestão Coordenador Pedagógico Selecionadora: Maria Paula Zurawski 16ª Edição do Prêmio Victor Civita Educador

Leia mais

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal.

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal. A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA MUNICIPAL RECANTO DO BOSQUE: LIMITES E POSSIBILIDADES PARA UMA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA A PARTIR DO SUBPROJETO DA EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESEFFEGO/UEG.

Leia mais

PEDAGOGIA ENADE 2005 PADRÃO DE RESPOSTAS - QUESTÕES DISCURSIVAS COMPONENTE ESPECÍFICO

PEDAGOGIA ENADE 2005 PADRÃO DE RESPOSTAS - QUESTÕES DISCURSIVAS COMPONENTE ESPECÍFICO PEDAGOGIA ENADE 2005 PADRÃO DE RESPOSTAS - QUESTÕES DISCURSIVAS COMPONENTE ESPECÍFICO QUESTÃO 4 a) O conteúdo do diálogo a ser completado deve manifestar que as colocações da aluna não constituem aquilo

Leia mais

Valores Educacionais. Aula 2 Alegria do Esforço

Valores Educacionais. Aula 2 Alegria do Esforço Valores Educacionais Aula 2 Alegria do Esforço Objetivos 1 Apresentar o valor Alegria do Esforço. 2 Indicar possibilidades de aplicação pedagógica do valor Alegria do Esforço. Introdução As próximas aulas

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1. ª SÉRIE CÓDIGO DISCIPLINAS TEOR PRAT CHA PRÉ-REQUISITO 99-7233-02

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1. ª SÉRIE CÓDIGO DISCIPLINAS TEOR PRAT CHA PRÉ-REQUISITO 99-7233-02 MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA SERIADO ANUAL - MATUTINO/NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS

Leia mais

UM POSSÍVEL DIÁLOGO ENTRE FUTEBOL E GÊNERO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: O ESTÁGIO NUMA ESCOLA MUNICIPAL DE GOIÂNIA

UM POSSÍVEL DIÁLOGO ENTRE FUTEBOL E GÊNERO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: O ESTÁGIO NUMA ESCOLA MUNICIPAL DE GOIÂNIA UM POSSÍVEL DIÁLOGO ENTRE FUTEBOL E GÊNERO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: O ESTÁGIO NUMA ESCOLA MUNICIPAL DE GOIÂNIA Tiago Onofre da Silva 1 Rafael Santos Nunes 2 RESUMO: O presente artigo aborda o processo

Leia mais

Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem?

Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem? SAIBA TUDO SOBRE O ENEM 2009 Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem? Até 2008, o Enem era uma prova clássica com 63 questões interdisciplinares, sem articulação direta com os

Leia mais

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS 1 FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS MAURICIO SEBASTIÃO DE BARROS 1 RESUMO Este artigo tem como objetivo apresentar as atuais

Leia mais

5- Cite, em ordem de preferência, três profissões que você mais gostaria de exercer: 1º 2º 3º

5- Cite, em ordem de preferência, três profissões que você mais gostaria de exercer: 1º 2º 3º 18. DICAS PARA A PRÁTICA Orientação para o trabalho A- Conhecimento de si mesmo Sugestão: Informativo de Orientação Vocacional Aluno Prezado Aluno O objetivo deste questionário é levantar informações para

Leia mais

07/05/2013. VOLEIBOL 9ºAno. Profª SHEILA - Prof. DANIEL. Voleibol. Origem : William Morgan 1895 ACM s. Tênis Minonette

07/05/2013. VOLEIBOL 9ºAno. Profª SHEILA - Prof. DANIEL. Voleibol. Origem : William Morgan 1895 ACM s. Tênis Minonette VOLEIBOL 9ºAno Profª SHEILA - Prof. DANIEL Origem : William Morgan 1895 ACM s Tênis Minonette GRECO, 1998 1 Caracterização: O voleibol é um jogo coletivo desportivo, composto por duas equipes, cada uma

Leia mais

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA O que é o Projeto de Intervenção Pedagógica? O significado de projeto encontrado comumente nos dicionários da Língua Portuguesa está associado a plano de realizar,

Leia mais

Objetivo construção de um cenário

Objetivo construção de um cenário Objetivo Levantar informações junto aos professores de Educação Física e aos diretores / vice diretores das escolas públicas brasileiras, de modo a permitir o mapeamento e a construção de um cenário sobre

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

difusão de idéias EDUCAÇÃO INFANTIL SEGMENTO QUE DEVE SER VALORIZADO

difusão de idéias EDUCAÇÃO INFANTIL SEGMENTO QUE DEVE SER VALORIZADO Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias outubro/2007 página 1 EDUCAÇÃO INFANTIL SEGMENTO QUE DEVE SER VALORIZADO Moysés Kuhlmann :A educação da criança pequena também deve ser pensada na perspectiva de

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO DA REGIÃO DE SÃO CARLOS - SÃO PAULO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO DA REGIÃO DE SÃO CARLOS - SÃO PAULO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO DA REGIÃO DE SÃO CARLOS - SÃO PAULO E.E. PROFª ALICE MADEIRA JOÃO FRANCISCO SANTA EUDÓXIA-DISTRITO DE SÃO CARLOS RUA

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA ENSINO MÉDIO INTRODUCÃO

PLANEJAMENTO ANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA ENSINO MÉDIO INTRODUCÃO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PLANEJAMENTO ANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA ENSINO MÉDIO Docente: André Luiz Sponhardi ANO:2013 INTRODUCÃO Há muitos benefícios provenientes das aulas de educação física para os alunos

Leia mais

IV JOGOS MUNICIPAIS DA TERCEIRA IDADE DE PORTO ALEGRE 1, 2 e 3 de julho de 2005 - Ginásio Tesourinha REGULAMENTO ESPECÍFICO. Módulo Competitivo

IV JOGOS MUNICIPAIS DA TERCEIRA IDADE DE PORTO ALEGRE 1, 2 e 3 de julho de 2005 - Ginásio Tesourinha REGULAMENTO ESPECÍFICO. Módulo Competitivo PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE ESPORTES, RECREAÇÃO E LAZER IV JOGOS MUNICIPAIS DA TERCEIRA IDADE DE PORTO ALEGRE 1, 2 e 3 de julho de 2005 - Ginásio Tesourinha REGULAMENTO

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

Dinâmicas para Jovens - Brincadeiras para Jovens Atividades para grupos. Quem sou eu? Dinâmica de Apresentação para Grupo de Jovens

Dinâmicas para Jovens - Brincadeiras para Jovens Atividades para grupos. Quem sou eu? Dinâmica de Apresentação para Grupo de Jovens Disponível no site Esoterikha.com: http://bit.ly/dinamicas-para-jovens Dinâmicas para Jovens - Brincadeiras para Jovens Atividades para grupos As dinâmicas de grupo já fazem parte do cotidiano empresarial,

Leia mais

Educação Integral, Escola de Tempo Integral e Aluno em Tempo Integral na Escola.

Educação Integral, Escola de Tempo Integral e Aluno em Tempo Integral na Escola. Educação Integral, Escola de Tempo Integral e Aluno em Tempo Integral na Escola. Chico Poli Algumas vezes, fora da escola há até mais formação do que na própria escola. (M. G. Arroyo) É preciso toda uma

Leia mais

FUNDAÇÃO CARMELITANA MÁRIO PALMÉRIO FACIHUS FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO: PEDAGOGIA

FUNDAÇÃO CARMELITANA MÁRIO PALMÉRIO FACIHUS FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO: PEDAGOGIA SUBPROJETO: PEDAGOGIA Alfabetizar letrando com as tecnologias INTRODUÇÃO A escola necessita formar seu aluno a aprender a ler o mundo, ter autonomia para buscar seu conhecimento, incentivá-lo a ser autor

Leia mais

Kit de Apoio à Gestão Pública 1

Kit de Apoio à Gestão Pública 1 Kit de Apoio à Gestão Pública 1 Índice CADERNO 3: Kit de Apoio à Gestão Pública 3.1. Orientações para a reunião de Apoio à Gestão Pública... 03 3.1.1. O tema do Ciclo 4... 03 3.1.2. Objetivo, ações básicas

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO-MG PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO - EDITAL 001/2009 CARGO: PROFESSOR NÍVEL III EDUCAÇÃO FÍSICA CADERNO DE PROVAS

PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO-MG PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO - EDITAL 001/2009 CARGO: PROFESSOR NÍVEL III EDUCAÇÃO FÍSICA CADERNO DE PROVAS CADERNO DE PROVAS 1 A prova terá a duração de duas horas, incluindo o tempo necessário para o preenchimento do gabarito. 2 Marque as respostas no caderno de provas, deixe para preencher o gabarito depois

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

A Importância do brincar nas aulas de Educação Física MARCELO LEITE

A Importância do brincar nas aulas de Educação Física MARCELO LEITE A Importância do brincar nas aulas de Educação Física MARCELO LEITE RESUMO Este texto é uma reflexão sobre o brincar nas aulas de educação física escolar do primeiro e segundo ciclo do ensino fundamental,

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Abril de 2012 Página 1 de 11 Sumário Introdução 3 Justificativa 5 Objetivos 6 Metodologia 7 Dimensões de

Leia mais

RESULTADOS ALCANÇADOS

RESULTADOS ALCANÇADOS Política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão 2.1. Coerência das políticas de ensino, pesquisa e extensão com os documentos oficiais. Objetivos Ações Realizadas RESULTADOS ALCANÇADOS

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DE CONTEÚDOS CURRICULARES. Rosana Nascentes de Melo E. M. Prof. Leôncio do Carmo Chaves UDI - rosananascentes@terra.com.

ORGANIZAÇÃO DE CONTEÚDOS CURRICULARES. Rosana Nascentes de Melo E. M. Prof. Leôncio do Carmo Chaves UDI - rosananascentes@terra.com. ORGANIZAÇÃO DE CONTEÚDOS CURRICULARES Rosana Nascentes de Melo E. M. Prof. Leôncio do Carmo Chaves UDI - rosananascentes@terra.com.br Resumo A Educação Física, como disciplina escolar, deve estar inserida

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

PROPOSTA PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ENSINO DE CIÊNCIAS 2010

PROPOSTA PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ENSINO DE CIÊNCIAS 2010 PROPOSTA PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ENSINO DE CIÊNCIAS 2010 OBSERVAÇÃO NA ESCOLA Localização da Escola 29/03 16/04 Espaço Físico PPP e o Ensino de Ciências OBSERVAÇÃO NA SALA Relação Professor/Alunos

Leia mais

Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres

Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres 2 Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres Ana Paula Bueno de Moraes Oliveira Graduada em Serviço Social Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUC Campinas Especialista

Leia mais

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA - APRESENTAÇÃO 1- COMO SURGIU A IDÉIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 2- O QUE SIGNIFICA INCLUSÃO ESCOLAR? 3- QUAIS AS LEIS QUE GARANTEM A EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 4- O QUE É UMA ESCOLA

Leia mais

Avaliação Econômica. Programa Escola Integrada. Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte

Avaliação Econômica. Programa Escola Integrada. Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte Avaliação Econômica Programa Escola Integrada Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte Criado em 2004, o Programa de Avaliação Econômica de Projetos Sociais, da Fundação Itaú Social, atua em

Leia mais

Unidade didática de Futebol Objetivos gerais do Futebol

Unidade didática de Futebol Objetivos gerais do Futebol 102 Recursos do Professor Unidade didática de Futebol Objetivos gerais do Futebol Cooperar com os companheiros para o alcance do objetivo do Futebol, desempenhando com oportunidade e correção as ações

Leia mais

GUIÃO DO PROFESSOR BRINCAR CIÊNCIA. As profissões. Exploração de conteúdos Preparação da visita Caderno do professor

GUIÃO DO PROFESSOR BRINCAR CIÊNCIA. As profissões. Exploração de conteúdos Preparação da visita Caderno do professor GUIÃO DO PROFESSOR BRINCAR CIÊNCIA Exploração de conteúdos Preparação da visita Caderno do professor As profissões Introdução Preparação da visita A Casa Inacabada é um dos espaços que faz parte da exposição

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Concepção Marcelo Garcia João Cruz Rodrigo Salgueiro Naira de Araújo. Revisão Ludmila Schmaltz Pereira

FICHA TÉCNICA. Concepção Marcelo Garcia João Cruz Rodrigo Salgueiro Naira de Araújo. Revisão Ludmila Schmaltz Pereira SENAR INSTITUTO FICHA TÉCNICA Presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil Senadora Kátia Abreu Secretário Executivo do SENAR Daniel Carrara Presidente do Instituto CNA Moisés Pinto

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA

EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA Q U E S T Õ E S E R E F L E X Õ E S Suraya Cristina Dar ido Mestrado em Educação Física, na Escola de Educação Física da Universidade de São Paulo, SP, 1987 1991 Doutorado em

Leia mais

A EXPERIÊNCIA DO CONTEUDO DANÇA NA INTERFACE E FORMAÇÃO CULTURAL NA EDUCAÇÃO FÍSICA A PARTIR DAS INTERVENÇÕES DO PIBID UFG/CAC

A EXPERIÊNCIA DO CONTEUDO DANÇA NA INTERFACE E FORMAÇÃO CULTURAL NA EDUCAÇÃO FÍSICA A PARTIR DAS INTERVENÇÕES DO PIBID UFG/CAC A EXPERIÊNCIA DO CONTEUDO DANÇA NA INTERFACE E FORMAÇÃO CULTURAL NA EDUCAÇÃO FÍSICA A PARTIR DAS INTERVENÇÕES DO PIBID UFG/CAC Fernanda Costa SANTOS UFG/CAC- nandacostasantos@hotmail.com Karolina Santana

Leia mais

Suas atividades terão como horizonte a escola, de modo particular, a escola em que você atua!

Suas atividades terão como horizonte a escola, de modo particular, a escola em que você atua! PROJETO-INTERVENÇÃO O curso de formação de gestores escolares que estamos realizando orientase por dois eixos básicos: a) a educação compreendida como direito social a ser suprido pelo Estado; b) a gestão

Leia mais