DESCRIMINALIZAÇÃO DAS DROGAS

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1 EXEMPLAR GRATUITO Edição: 330 Jornal da Universidade Bandeirante de São Paulo UNIBAN Ano 11 de 26 março a 01 de abril de 2007 Foto: Mariana de Alencar DESCRIMINALIZAÇÃO DAS DROGAS ENTREVISTA A ex-moradora de rua Maria Eulina (págs. 4 e 5) Tema polêmico divide a opinião de políticos, advogados, médicos e especialistas. Uns defendem que com a legalização o narcotráfico ficaria enfraquecido. Outros acham descabida a proposta e que o ônus decorrente da liberação traria caos em setores como segurança e saúde. Qual a sua opinião? (págs. 10 e 11) DIÁRIO OFICIAL UNIBAN Edição CII

2 02 EDITORIAL Estão abertas as discussões no plenário sobre a Descriminalização das Drogas. Na verdade o assunto já é pauta abordada pelo deputado federal pelo PV do Rio de Janeiro Fernando Gabeira há muito tempo no Congresso Nacional. Porém, sem grande entusiasmo pelos demais participantes. A Descriminalização das Drogas pela primeira vez é levantada por um governador, Sérgio Cabral (PMDB), do Estado do Rio de Janeiro e proposta para todos os outros Estados brasileiros, visando combater a violência gerada pelo tráfico de drogas no País e principalmente em seu Estado. E como funciona essa medida? Normalmente o assunto causa muita polêmica e dúvidas entre as pessoas, além de opiniões completamente opostas de algumas autoridades regionais. A descriminalização de entorpecentes, na Holanda por exemplo, consta de uma lei que permite usuários de drogas como a maconha, por exemplo, possam portar gramas do narcótico para uso próprio e deixando de ser considerado crime. Além disso, é permitida a venda do produto e o uso em alguns locais específicos, sendo que na venda do produto é imputado um imposto de 10 % em cima do valor pago na compra que é destinado a centro de reabilitações de narcóticos para dependentes. Em alguns países europeus e estados dos EUA essa medida está em vigor há alguns anos. Porém, não podemos esquecer que no Brasil a corrupção atualmente encontra-se intrinsecamente ligada aos nossos valores políticos e morais. Imaginem quantos esquemas não existiram para driblar a lei? E creio que o Brasil, somente nos últimos anos, está tomando medidas de conscientização sobre o álcool e o tabaco e sinalizando a prevenção sobre riscos de drogas legais na população. Como seria a liberação do uso da maconha, por exemplo? Não acredito que este seja o momento ideal, existe a falta de maturidade dos brasileiros sobre drogas ilícitas. Pois somos um País fornecedor mundialmente conhecido nesse quesito. Minha grande indagação é se nós, brasileiros, teríamos a capacidade de aceitar, entender e conviver harmoniosamente com essa mudança. Sabemos perfeitamente que ronda uma hipocrisia sobre o assunto há décadas em nosso território. Independentemente de leis, o uso é feito de qualquer maneira e quase em todos os lugares públicos, tanto a maconha como a cocaína, e ainda algumas drogas sintéticas. Mas outro ponto que implica essa medida de descriminalização é como seria feito esse controle dos usuários e se a própria polícia está apta a encarar e entender a nova situação imposta pelo Estado. Enfim, os brasileiros ainda necessitam de mais esclarecimentos sem hipocrisia e maquiagens para começar a pensar na implantação da descriminalização das drogas, mesmo sendo a favor da medida, creio que mais alguns anos ajudariam a amadurecer a idéia... já que no Brasil tudo acontece com ou sem lei. Tenham uma ótima leitura! Mariana de Alencar Diretora de Redação ÍNDICE Ação Social... 3 ONG preserva meio ambiente com educação Entrevista... 4 E 5 História de vida cidade...6 Prefeitura institui combate a roedores tecnologia... 7 O receio do monópolio saúde... 8 Mais recursos para a saúde dependem de regulamentação pan-americano... 9 Pentatlo, Badminton e Softbol em busca de torcedores Matéria de Capa...10 E 11 Discussões sobre a descriminalização por dentro da uniban E 13 Curso oferecido pela Biblioteca UNIBAN teve êxito Docente desenvolve trabalho sobre Alzheimer Educação O Inglês que não se fala meio ambiente Etanol será a solução? CULTURA Uma viagem no tempo do café Guia Universitário ESTÁGIOS e CLASSIFICADOS HORÓSCOPO E preliminares ENTRETENIMENTO Diário Oficial UNIBAN (encartado) EDITORIAL político Semana passada este editorial político tratou de um assunto espinhoso, o possível aumento da verba de gabinete dos membros do Congresso Nacional. Rapidamente o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT- SP), veio a público para desmentir o que foi publicado no jornal Folha de S.Paulo sobre o tema. Acontece que depois disso, entre os dias 20 e 22 deste mês, os deputados federais tiveram reajuste na cota de passagem aérea de 2,57% e no salário de 26,49%. Os parlamentares tiveram bom senso e resolveram aumentar também os vencimentos dos senadores, do presidente, do vice-presidente e dos ministros de Estado. Bom, agora todos os funcionários eleitos pelo povo e pelos próprios políticos, no caso os ministros, podem trabalhar com mais vontade, pois tiveram seus vencimentos reajustados. O projeto que beneficia os nobres trabalhadores de Brasília é de autoria de um petista, o parlamentar mineiro Virgílio Guimarães. É bom que todos saibam que o salário do deputado federal passou de R$ ,20 para R$ ,42. O salário do presidente Lula, que era de R$ 8.885,48, será de R$ ,24. José Alencar, vicepresidente da República, ganhava R$ 8.362,80. Agora, irá receber R$ ,11. Os ministros de Estado recebem o mesmo valor que o vice do Lula. Como o assunto é urgente, no caso do aumento dos parlamentares, a Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados decidiu desmembrar o projeto de reajuste em três partes. A parte que cabe exclusivamente aos parlamentares já pode ir a plenário, mesmo antes da votação de 12 Medidas Provisórias que trancam a pauta. Já o reajuste dos ministros de Estado, do presidente e de seu vice vai ter de esperar um pouco, pois primeiro as MPs precisam ser votadas. Lamentavelmente os representantes não se preocupam com quem os elegeram. Eles votam seus próprios salários e dane-se a população que é obrigada a trabalhar duro por um salário baixo e sem reclamar. Afinal de contas eles só estão lá pela nossa vontade. E assim caminha a humanidade, a passos largos para o buraco... Nilson Hernandes EXPEDIENTE: Folha Universitária é uma publicação semanal da Universidade Bandeirante de São Paulo - UNIBAN - Ano 11. Edição nº 330 de 26 de março a 01 de abril de Reitor: Prof. dr. Heitor Pinto Filho. Vice-Reitores: Prof. MS Milton Linhares e Prof. dr. Silvino Lopes. Pró-Reitor Acadêmico: Prof. dr. Heitor Pinto Filho (interino). Vice-presidente da Fundação UNIBAN: Américo Calandriello Júnior. Diretora e Jornalista responsável: Mariana de Alencar (Mtb ). Direção de Arte, ilustrações, produções gráfica e editorial: Ronaldo Paes e Ricardo Neves. Editor-chefe: Nilson Hernandes. Editor de Ação Social, Cidades, Pan-Americano e Educação: Cleber Eufrasio. Editor de Entrevista, Capa, Cultura e Saúde: Renato Góes. Repórteres: Jairo Giovenardi, Manuel Marques e Vivian Costa. Estagiário: Daniel Tenreiro. Diário Oficial UNIBAN: coordenação Francielli Abreu. Impressão: Folha Gráfica. Cartas para a redação: Av. Braz Leme, 3029, Santana, São Paulo, CEP Tel. (11) Home page: - Tiragem:

3 Por Daniel Tenreiro AÇÃO SOCIAL ONG preserva meio ambiente com educação 5 Elementos, que atua na zona Oeste paulistana, já conscientizou mais de 20 mil pessoas 03 A 5 Elementos é uma ONG fundada em 1993 e que trabalha com educação e pesquisa ambiental. Seu compromisso social é formar crianças, adolescentes e adultos conscientes da preservação do meio ambiente por meio da responsabilidade ambiental e da cidadania. Um dos conceitos que a entidade adota é sobre educação ambiental. As escolas, no geral, poderiam ter aulas ao ar livre e assim manter um contato maior com o meio ambiente. Esta é uma das linhas de ação da ONG, que conta com mais uma série de projetos paralelos, todos eles relacionados ao meio ambiente e à cidadania. Hoje a ONG atua no parque Villa-Lobos, na zona Oeste de São Paulo, onde executam visitas monitoradas sob responsabilidade de voluntários. Isto visa criar responsabilidade nas pessoas com o espaço público. Só no ano passado, a 5 Elementos atendeu diretamente, Divulgação Crianças de escolas públicas aprendem na prática a importância de lidar com atividades naturais por meio das visitas, sete mil pessoas. Já o público indireto, ou seja, aquele pessoal que vai só para visitar, o número estimado ficou em cerca de 21 mil pessoas. A maior atuação do instituto tem sido na zona Oeste. Gostaríamos de ter mais centros de educação ambiental para atender mais escolas e as comunidades locais, incentivando a coleta seletiva de lixo e ensinando a respeitar e conhecer melhor a natureza, falou Mônica Borba, diretora da ONG. Ela ainda fez questão de ressaltar que sem seus parceiros não haveria um bom resultado. É válido lembrar que a 5 Elementos também funciona aos finais de semana realizando atividades diversificadas. A coisa mais importante que o meio ambiente precisa é que o ser humano viva uma vida mais simples e menos arrojada. É a simplicidade que gera a felicidade, finalizou. Mais informações,

4 04 ENTREVISTA História de vida A maranhense Maria Eulina Reis Silva Hilsenbeck saiu da condição de moradora de rua para se tornar líder de uma ONG que ajuda os necessitados Ex-moradora de rua, Maria Eulina Reis Silva Hilsenbeck tem uma história semelhante a um conto de fadas, com direito a castelo e príncipe encantado. Nascida em uma tradicional família de São José dos Basílios, interior do Maranhão, aos 21 anos de idade deixou a terra natal em busca de um futuro diferente daquele programado pelos pais. Já em São Paulo, as coisas não andaram como havia imaginado. Após 15 dias na Capital transformou-se em moradora de rua. Durante quase os dois anos que esteve nesta condição, adotou cinco regras básicas para a própria sobrevivência: não roubar, não matar, não usar drogas, não se prostituir e nem virar pedinte. Virou-se como pôde, comeu até sobras do lixo para não morrer de fome. Um dia seu destino a fez cruzar com uma moça, cujo carro enguiçara no local onde dormia. Ela viu aí a oportunidade de sair daquela situação. Era março de 1975, Maria pediu uma chance à moça que resolveu ajudá-la. Arrumou-lhe emprego, local onde Maria conheceu seu príncipe, o executivo alemão Alexander Hilsenbeck. Desta união nasceram Bárbara e Alexander, hoje com 29 e 27 anos respectivamente. Com a ajuda do marido e muita determinação, Maria fundou a ONG Clube de Mães do Brasil (www.clubedemaes.org.br). A sede, mais conhecida como castelinho uma construção de 1912 abandonada há anos e que pertencia ao patrimônio da União localiza-se na Avenida São João, no Centro. O trabalho da ONG começou com moradores de rua e hoje prioriza crianças entre três e 14 anos. Maria Eulina concedeu entrevista à Folha Universitária na própria sede. De início, ela mostrou um jeito rude, mas ao longo da conversa, ao falar da época em que esteve nas ruas e de sua luta social, deixou transparecer que tem coração mole quando seus olhos marejaram de lágrimas. Folha Universitária Você teve uma criação rígida, estudou em colégio de freiras, formou-se professora. Seus pais sonhavam para você uma vida de casada, com filhos. Mas você queria mais do que isso e saiu de casa para tentar a sorte em São Paulo. Aqui, as coisas não andaram bem como você havia pensado. Qual foi o impacto quando você se viu nesta condição? Conte sua trajetória. Maria Eulina Sou uma pessoa de naturalidade forte desde pequena. Saí do seio da minha família e vim para São Paulo, acredito que como a maioria dos jovens que querem tentar algo novo. E deu tudo errado. Fui para a casa de uma prima, passados quinze dias o esposo dela pediu para que eu saísse da casa deles e eu tive que assumir minha atitude. Fui para um pensionato, depois acabou todo o meu dinheiro, eu troquei minhas jóias para pagar mais um período. Eu procurava Fotos: Mariana de Alencar Quando o ser humano chega no fundo do poço o que ele mais tem é medo e vontade de vencer. Ele só não tem alguém em quem se apoiar. Ele passa a não ser nada emprego e não conseguia. Fiquei um ano e sete meses debaixo de uma ponte, tirando do lixo para matar a fome. Quando me vi literalmente nas ruas, passei a ser observadora da massa humana. F.U. Mas inicialmente você sofreu com o baque? M.E. Baque todo mundo tem quando se perde aquilo que nunca imaginaram perder, ainda mais quando se está literalmente sozinha. Eu não tinha muitas opções. Ou voltava para minha família, com desculpas de que a vida não deu certo, e me conhecendo do jeito que sou não faria isso, ou ficava na rua. Eu tinha assumido a responsabilidade de cuidar de mim, de querer ser eu mesma e não a filha do Arão Reis (pai). Então, tive que colocar limites na minha vida. O que eu posso fazer? Posso observar o ser humano, tenho tempo para isso. Posso ler, tirar do lixo o pão para matar a fome. Mas não posso roubar, matar, usar drogas, me prostituir e nem virar pedinte. F.U. Você conseguiu manter estas regras durante todo o período que esteve nas ruas? M.E. Claro. Eu poderia fazer tudo, mas eu tive que escolher em ser cidadã ou facilitar a vida em alguns momentos. Às vezes as pessoas viram para mim e dizem: acredito tanto em Deus e estou passando por isso. Se você não acredita nem em você mesmo, como pode acreditar em Deus? Se você se olha e escolhe caminhos fáceis na vida porque vão favorecer de uma forma ou de outra o bem-estar, você não acredita em nada. F.U. Você sempre teve este modo de pensar ou o adquiriu depois do que passou? M.E. Sempre tive isso. Sempre fui muito diferente de toda a minha família. Eu nasci em uma família abastada e nunca passei necessidade quando estava com eles, mas eu já sabia o que era a necessidade. O que os vaqueiros dos meus pais sofriam com sua família. Porque a filha do Arão Reis podia estudar onde ele determinasse, mas a filha do vaqueiro, que era minha amiga, não teria o mesmo espaço que tive. Sempre questionei isso e defendi o direito de cidadania, mas não sou comunista. Defendo um social justo. Não posso estar feliz quando alguém do meu lado passa fome. Sempre pensei desta maneira, e quando me vi ali, sabia que estava sendo graduada na vida cidadã. F.U. Você fez amigos na rua? M.E. Na minha época não existia muita gente nas ruas. E uma coisa que coloquei foi que jamais eu iria me encostar naqueles que não podem me oferecer absolutamente nada. Então, eu

5 05 buscava em jornais, livros e revistas. Tive muito tempo para afiar minha cultura. F.U. Você dormia nas ruas mesmo ou em albergues? M.E. Nunca procurei albergue, sempre dormi nas ruas. Eu andava a noite e dormia durante o dia no Parque Dom Pedro II. Estava fortalecida espiritualmente. É difícil entrar neste mérito porque só quem passou pela estrada que passei sabe definir estas coisas. Quando eu estava ali eu separei meu espírito e minha matéria. Quem estava frágil era a matéria, que estava acostumada a tomar banho todos os dias, a ter o cabelinho limpo, vestidinha, perfumada, unhas feitas, mas meu espírito se fortalecia. Claro que, às vezes, ele também fraquejava. A vida me humilhou. As pessoas passavam e me ignoravam. Não sofria preconceito porque ninguém olha para o morador de rua. Acham que ele não é ninguém. F.U. Você se fortaleceu espiritualmente, mas em nenhum momento pensou que poderia ficar ali para sempre? Não teve medo? M.E. Medo todo mundo tem. Expectativa, as pessoas que moram na rua têm muito mais do que você ou qualquer um que tem tudo na vida. Quando o ser humano chega no fundo do poço o que ele mais tem é medo e vontade de vencer. Ele só não tem alguém em quem se apoiar. Ele passa a não ser nada. Ele é abaixo no nível do lixo. Porque o lixo as pessoas ainda reciclam, e o ser humano que está jogado ali ninguém quer saber. Então, se tiver uma oportunidade como tive com a Vânia, que chegou, se aproximou de mim, me ouviu e tirou das ruas. Fui privilegiada. Este mês faço 56 anos, estou há 33 na área social, voltada para resgatar a vida de outras pessoas que passaram ou estão no caminho de passar o que passei. O ser humano nasce dotado de todas as maravilhas da vida, nenhum é mais do que o outro. Eu não sei porque algum idiota coloca que o Bush é o homem mais importante do mundo. No que ele é mais importante, no poder de matar? Ele é um lixo da humanidade. Importante somos nós que ganhamos um salário mínimo e somos dignos com nossas famílias. F.U. Depois que a Vânia lhe ajudou você foi trabalhar? M.E. A Vânia era secretária de uma empresa. Quando saí da rua e fui trabalhar na casa dela, me ofereci porque achava que era uma maneira de gratidão. Depois ela me convidou para trabalhar na empresa como telefonista. Ela era secretária da superintendência e meu marido era superintendente da empresa. Acabei conhecendo o Alex, ele era mais velho que eu 32 anos e nunca tinha se casado. Meu marido, já falecido, era um ser humano indiscutível. Tive um amigo, um amante, um companheiro. F.U. Foi com ele que conseguiu dar vida ao projeto? M.E. Ele me ajudou muito porque me deu a oportunidade de ser alguém. Me casei com um homem que tinha uma vida estável, mas não era rico. Não precisava trabalhar pra ajudar no orçamento de casa, mas não queria ser uma dondoca. Eu já estava do outro lado e poderia fazer algo. Meu marido queria que eu estudasse, e com medo de ter problemas com ele, disse que sim. Ele me matriculou no cursinho pré-vestibular, mas não era isso que eu queria. Defendo a educação, acho que a formação é importante para o cidadão, mas eu, Maria Eulina, não poderia ficar dois anos sentada em uma sala de aula para poder agir. Ele me deixava no cursinho, eu dava meia volta e tomava um ônibus para ir pra favela do Jaguaré. Comecei a trabalhar com aquelas famílias, a maioria nordestina. À esq., fachada do Catelinho que abriga o Clube de Mães do Brasil. Abaixo, Maria Eulina e as dezenas de crianças atendidas pela ONG F.U. Como surgiu a ONG? M.E. Comecei em 76 com um trabalho itinerante em quase todas as favelas de São Paulo. Em 93 convidei um grupo de amigas e fundei a ONG oficina profissionalizante Clube de Mães do Brasil. Dentro das favelas já tinham cursos de capacitação como bordado e datilografia. Com a ONG, fiz parceria com o SENAI-SP e montávamos cursos. Nós íamos até a favela, preparávamos um instrutor de dentro da comunidade e este se tornava multiplicador daquilo que aprendeu. Algumas pessoas da favela já tinham salário digno e profissão. Chegamos a capacitar 76 mil pessoas de 1996 até Em 2002, decidi trabalhar com crianças. Mas sempre no primeiro domingo do mês ainda atendemos os moradores de rua em parceria com uma outra ONG. Hoje preciso de voluntários e toda ajuda é bem-vinda. Por Francielli Abreu F.U. Quantas crianças atende atualmente e o que fazem? M.E. - Atendo 98 crianças. Elas têm capoeira, reforço escolar, aulas de teatro, entre outros projetos. Elas têm também o café da manhã, o almoço e à tarde um lanche. Nossa preocupação é mostrar para esta criança que ler e saber é a coisa mais importante da vida. F.U. Por que o castelinho como sede da ONG? M.E. Quando eu morava nas ruas, muitas vezes pedia para os seguranças pra dormir aqui dentro. Tenho uma história muito forte com o castelinho. Quando vivi nas ruas já era um prédio abandonado. Fundei o trabalho e meu marido foi atrás para ver como fazia para pedir este prédio. Quando o recebi ele já não tinha mais teto, era um ferro velho totalmente abandonado. Alguns dos espaços daqui hoje foram construídos por moradores de rua. F.U. Qual sua avaliação sobre as políticas públicas governamentais? Elas são realmente eficazes? M.E. As políticas sociais do governo para mim são zero. Eu fico horrorizada quando vejo em campanhas que existem X vagas para negros. Isso é uma vergonha social muito grande de preconceito e racismo. Se eu fosse negra não aceitaria, porque é uma humilhação. Quando você distribui cestas básicas, escuta aqui dona Maria, a senhora vai colocar os seus filhos na escola porque vai receber por cada um R$ 50,00. Então que bom, vou parir 10, 20 filhos porque de cada um eu vou receber um valor X. Está tudo errado. Você tem que capacitar o cidadão, dar condição para ele cuidar da sua própria vida. Vamos cuidar da saúde, da educação, da capacitação para todos, com igualdade. F.U. - Neste mundo tão individualista, no qual as pessoas não dão tanta importância aos seres humanos, e que querem sempre tirar vantagem sobre tudo, que dica você dá para aqueles que ainda têm esperança de mudar algo? M.E. Abra as janelas da sua vida e seja aquilo que você deseja ser de verdade. O maior investimento que o homem pode fazer é investir no próprio homem. Invista em você, investindo em alguém. Esqueça sua conta bancária, porque você vai embora e tudo fica. Um dia eu estava debaixo da ponte, já devia estar há uns seis meses, me lembro que estava chorando e um garoto se aproximou de mim e disse: porque você está chorando?. Eu até o tratei grosseiramente e disse: estou chateada, você não está vendo minhas condições?. Ele me respondeu: Você já viu um caminhão de mudança seguir um cortejo de enterro?. Eu falei: Como?. É isso, naquele monte de carro do cortejo, você já viu algum caminhão de mudança? Eu disse não. E ele falou: então tudo fica. Levantou e foi embora.

6 06 CIDADE Prefeitura institui combate a roedores O Rato Fora foi criado para conscientizar a população sobre os perigos que os ratos trazem para a população paulistana Por Jairo Giovenardi Quantas vezes você ouviu falar que existem oito, nove ou dez ratos para cada pessoa em São Paulo? Se essa e outras histórias sobre os roedores já despertaram seu interesse, fique tranqüilo. Cerca de 11 milhões de pessoas vivem na Paulicéia, mas o número de ratos pode não ultrapassar o de habitantes. É o que disse a coordenadora do Programa de Combate aos Roedores no Município, o Rato Fora, a bióloga Maria das Graças Soares. Para ela, essas estimativas não têm respaldo técnico. O que houve de fato foi um levantamento do programa, criado em setembro de 2005, sobre os tipos de ratos urbanos, que são alvo de análises, além das fontes de alimentos e a porcentagem de imóveis na cidade que apresentam vestígios dos animais. Este último, porém, ainda não foi finalizado. O rato é considerado pela Secretaria Municipal de Saúde como uma praga urbana das mais preocupantes, devido ao risco à saúde do ser humano. Os ratos urbanos podem ser divididos em três espécies: ratazana, camundongo e rato-de-telhado. A primeira se locomove pelo esgoto da cidade, o camundongo é o menor deles, vive dentro do fogão ou atrás do sofá. Já o rato-de-telhado foi o que mais se espalhou pela cidade, pesa mais ou menos 250 gramas, gosta de ficar dentro dos imóveis, diferentemente da ratazana, que vai fazer uma toca no fundo do quintal ou se esconde na bagunça da lavanderia e onde há acúmulo de jornais. Não tem tanta habilidade para se locomover no esgoto, mas é ótimo na escalada de paredes e no andar sobre fios. O rato, que pode ter uma ninhada de oito a doze filhotes em apenas um mês, precisa se esconder durante o dia, que é o período em que ele dorme. Só acorda à noite. Eles agem três horas depois que escurece e param três horas antes do amanhecer. Com o auxílio das subprefeituras, o Programa desenvolve um trabalho de conscientização e prevenção na Capital. O controle tem a sua Vivian Costa Mas não depende só de mim. Todos têm que se empenhar para acabar com os ratos. Se os vizinhos não cuidarem, outros podem aparecer, comentou Alírio Vitor de Araújo, morador da zona Sul importância, mas conseguimos a participação da sociedade apenas com muita informação, trabalhando com escolas e lideranças comunitárias. Há populações de vários níveis de localidade. Alguns, nós conseguimos atingir por jornais de bairro, mas em outros lugares, é necessário passar filme, pois as No ano passado foram registrados 291 casos de Leptospirose em São Paulo e 50 mortes em decorrência da doença. O estudo mostra que 72% das pessoas moravam na área urbana e 43,4% tiveram contato com a bactéria, transmitida por meio da urina do rato, dentro da própria residência. Além disso, 39,7% dos doentes foram contaminados por água ou lama das enchentes que ocorreram na cidade. Essa doença ocorre o ano inteiro, Leptospirose matou 50 em 2006 pessoas quase não lêem, e os folhetos têm que ter muitas gravuras, quase nada de texto. Depende muito da região da cidade em que está se trabalhando, contou. De 2005 para cá houve aumento de 80% no número de cidadãos como agentes operacionais, atuantes no Rato Fora. Eles trabalham na desratização de áreas selecionadas. A zona Sul de São Paulo é a mais problemática. Lá existem represas, tem muita água doce, córrego, invasão, áreas que ainda estão sendo estruturadas. Temos casos de leptospirose em todas as regiões da cidade, mais de 291 casos, 98 ocorreram na zona Sul, afirmou Alírio Vitor de Araújo, aposentado, morador do bairro Guarapiranga e trava uma árdua batalha contra os roedores. Ele pegou dois ratos neste início de ano. Segundo ele, um era tão grande, que a ratoeira apenas o deixou preso e Alírio teve que usar a vassoura. Não vi mais, depois do último. Mas não depende só de mim. Todos têm que se empenhar para acabar com os ratos. Se os vizinhos não cuidarem, outros podem aparecer, disse. Em 2006, técnicos e agentes da Zoonose visitaram 18 mil imóveis e constataram que há vestígio de ratos em 22%, sendo comerciais, residenciais ou industriais em toda a cidade. No levantamento realizado para saber quais as principais fontes de alimento para ratos na cidade, a sobra de alimentos como tomate e batata, ficou em primeiro lugar. O 2º alimento mais encontrado foram as rações para cães, gatos e pássaros, que geralmente são balanceadas e desenvolvidas para atrair o paladar o olfato dos animais. mas predomina no verão e tem formas de transmissão além do contato com as enchentes. Os catadores de latinha para reciclagem, por exemplo, são os que mais preocupam no momento, segundo Maria das Graças: Eles buscam no lixo essas latas para vender e com isso, têm contato com urinas de rato. Esse grupo tem nos preocupado bastante e está se tornando uma populaçãoalvo, finalizou.

7 Por Cleber Eufrasio O receio do monópolio tecnologia 07 A Anatel concedeu o direito à Telefónica para operar TV por Assinatura. Associação de classe não vê com bons olhos Uma luta de gigantes. Assim vemos o mercado de Telecomunicações no Brasil depois do anúncio, no último dia 7, no Diário Oficial da União (D.O.U.) que autoriza a entrada da A.Telecom S/A, subsidiária do grupo espanhol Telefónica, a prestar serviço de TV por assinatura em todo o País. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgou em seu site oficial uma nota do compromisso de pacotes apresentados pela empresa que irá beneficiar o usuário, no preço e no serviço. Porém, contrário a esse processo está a Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA), que acredita que a entrada de uma concessionária de telefonia fixa no mercado brasileiro de TV por Assinatura pode extinguir a concorrência no mercado de telecomunições nacional a longo prazo. O monópolio é o receio. Esse mercado, apesar de competitivo, vive em expansão e a chegada da Telefónica, aparentemente, pode parecer em tese interessante ao consumidor, mas segundo Alexandre Annenberg, diretorexecutivo da ABTA, o problema não está no direito de fazerem TV por assinatura, mas o problema está numa coisa muito mais importante para as Teles, que é a banda larga, ou seja, as Teles para oferecer banda larga a um nível de qualidade e preço aceitáveis terão que fazer grandes investimentos em sua rede. Entretanto, isso não ocorrerá nem a curto e talvez nem a longo prazo, devido a liberação dada pela Anatel à Telefónica de prestar serviço utilizando tecnologia via satélite, conhecida como DTH (Directto-home), o que por lei não se presta nem a banda larga nem a telefonia. Sem esse investimento em banda larga, a Telefónica, que possui uma rede capilarizada mais extensa, mais a licença de satélite, MMDS (serviço de TV paga com transmissão pelo ar) e Wimax, pode tornar injusta a competição, de acordo com o ponto de vista de Annenberg. Ninguem é contra a concorrência. Pelo contrário, mas tem que ser feita com cuidado para evitar dumping, e dando nas mãos do monopolista todos os meios e todas as redes, como você quer que surja uma competição? Não tem como! E mais: A Net, por exemplo, só tem cabo, a SKY só satélite, a TVA tem MMDS e Cabo, Ninguem é contra a concorrência. Pelo contrário, mas tem que ser feita com cuidado para evitar dumping, e dando nas mãos do monopolista todos os meios e todas as redes, como você quer que surja uma competição? Não tem como!, ressaltou o diretorexecutivo da ABTA, Alexandre Annenberg Fotos: Divulgação [...] basicamente haverá uma grande concorrência entre eles que vai estimular avanços tecnológicos e diversidade de serviços que vão estimular o barateamento. Isso tende a ser um dos maiores benefícios para o assinante, disse o prof. Marcelo Tamura do curso de Engenharia de Telecomunicações da UNIBAN Fonte: mas são duas tecnologias muito próximas uma da outra, ou seja, ninguém tem todas essas plataformas. E ter todas é perpetuar o monópolio. O que deveria ser melhor analisado já ganhou forma. A Telefónica, com permissão da Anatel, comprou toda rede MMDS da TVA na Capital paulista, e ainda uma parte das ações ordinárias da operação de TV a cabo. Em meio a discussão, fica outra interpertação, devido ao próprio contrato de concessão das Teles no Estado, que diz textualmente que não se pode fazer televisão por assinatura na área de concessão. A Telefónica tem direitos de expandir seus serviços, em qualquer outro lugar do País, menos em São Paulo onde é concessionária. Ficará agora a cargo do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), vinculado ao Ministério da Justiça, e à Anatel, orientar e fiscalizar os trâmites legais ligado a questão. Para compreender o sistema operacional, as operadoras de telefonia fazem uso da conexão ADSL para disponibilizar banda larga. Por exemplo, o serviço Speed da Telefónica é acessado via essa rede mas, sua cobertura é reduzida e tecnicamente sua velocidade é menos eficaz do que um Virtua da Net ou um Ajato da TVA, que possuem velocidade maior e qualidade melhor. É nesse ponto que as Teles perdem e agora visam migrar e competir. E mais importante do que a TV por Assinatura, sem dúvida, a banda larga é a melhor infra-estrutura nesse segmento para o futuro. Para o prof. do curso de Engenharia de Telecomunicações da UNIBAN Marcelo Tamura de Lima, toda essa transformação nas operadoras de TV por Assinatura e operadoras de telecomunicações é uma tendência que, segundo ele, vão se convergir para operadoras de multiserviços e quem ganha é o consumidor. O mercado consumidor vai ganhar na diversidade e na opção de escolha. Hoje temos dois grandes fornecedores, de um lado voce vê uma TELMAX com uma NET, de outro a Telefónica com a TVA. Mas basicamente haverá uma grande concorrência entre eles que vai estimular avanços tecnológicos e diversidade de serviços que vão estimular o barateamento. Isso tende a ser um dos maiores benefícios para o assinante, finalizou.

8 08 saúde Mais recursos para a saúde dependem de regulamentação A Emenda Constitucional nº 29/00, caso seja regulamentada pelo Congresso Nacional ainda neste ano, trará benefícios aos usuários do SUS Por Nilson Hernandes Quem usa ou pelo menos tenta usar os serviços de saúde oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o Brasil sabe muito bem como é difícil. Superlotação, falta de profissionais, infra-estrutura inadequada, equipamentos sucateados, escassez de medicamentos etc. Já para funcionários sobram reclamações, baixos salários, jornadas exaustivas e até falta de segurança. Tudo isso poderia ser pelo menos amenizado caso a Emenda Constitucional nº 29/00 (EC-29), que estabelece o montante a ser gasto na Saúde, fosse regulamentada ainda neste ano pelo Congresso Nacional. A EC-29 estabelece o montante de recursos orçamentários que o Governo Federal, os Estados e os municípios devem aplicar na saúde. Mas, no próprio texto constitucional está definido que a mesma deverá ser regulamentada num prazo de cinco anos. O texto constitucional é genérico, pois diz apenas que os recursos deverão ser empregados em ações e serviços de saúde o que permite uma variedade de interpretações. O que a regulamentação fará é definir com clareza o que são as ações e os serviços de saúde, esclareceu o médico e deputado federal Rafael Guerra (PSDB-MG), presidente da Frente Parlamentar da Saúde. Segundo o parlamentar mineiro, o montante a ser aplicado pelas esferas de governo de acordo com a EC-29, é dividido da seguinte maneira: os municípios devem aplicar 15% de seus recurso na saúde e os Estados 12%. Cabe à União o montante gasto no ano anterior acrescido da correção nominal do Produto Interno Bruto (PIB). Acontece que no Orçamento Geral da União aprovado em fevereiro deste ano, a verba para o Ministério da Saúde, R$ 40,638 bilhões, sofreu redução de cerca de 14%, devido ao contingenciamento feito para ajudar no pagamento da dívida do Estado brasileiro. Com a regulamentação da emenda, isso não poderia acontecer. Tanto para os usuários como para os funcionários, a regulamentação, segundo o deputado mineiro, garantirá não só a manutenção do financiamento do setor como a própria continuidade e aprimoramento do Sistema Único de Saúde (SUS), com gastos garantidos com o atendimento direto (prevenção, cirurgias, medicamentos) ao cidadão e investimento em equipamentos. Também irá melhorar a verba destinada às Santas Casas e aos Hospitais Filantrópicos. Haverá maior garantia de fluxo permanente de recursos. Para o deputado Rafael Guerra, outro ponto Em último caso recorreremos ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Ministério Público para obrigar o Governo Federal a cumprir a Constituição Brasileira, disse o médico e deputado federal Rafael Guerra (PSDB- MG), presidente da Frente Parlamentar da Saúde Divulgação importante é a fiscalização. Este é um dos pontos importantes da regulamentação. A EC-29 não estabelece formas de fiscalização e/ou punição para os gestores que não a cumprirem. Aí está a importância da regulamentação onde tanto a fiscalização como a punição serão definidas. Para que aconteça de fato a regulamentação da EC-29 é preciso entendimento político. O Governo Federal, desde o seu primeiro Orçamento, vem tentando sistematicamente reduzir os recursos da saúde justamente utilizando a ampla interpretação possibilitada pela EC- 29. Se observarmos o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) lançado como panacéia para todos os males do País, veremos que lá não se fala em saúde. Será que a saúde no Brasil está quase perfeita para não merecer nenhum tipo de referência num programa que pretende tratar de desenvolvimento nacional?, disparou o parlamentar do PSDB de Minas Gerais. Entretanto, a Frente Parlamentar da Saúde tem lutado incansavelmente para garantir estes recursos. O deputado argumentou que vem tentando aglutinar parlamentares e entidades representativas do setor para mostrar à sociedade e ao próprio governo os absurdos cometidos com os recursos que deveriam estar sendo aplicados no atendimento ao cidadão brasileiro. No mais, ainda segundo Guerra, o trabalho da Frente Parlamentar da Saúde consiste também em pressionar o governo para garantir um atendimento de qualidade e para todos. Caso se esgote todos os entendimentos políticos para fazer valer a justa regulamentação da Emenda Constitucional nº 29/00, o deputado federal Rafael Guerra garantiu que pode ir à Justiça. Em último caso recorreremos ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Ministério Público para obrigar o Governo Federal a cumprir a Constituição Brasileira, finalizou.

9 Por Jairo Giovenardi jogos pan-americanos Pentatlo, Badminton e Softbol em busca de torcedores Esportes sem tradição no Brasil podem roubar a cena no Pan do Rio e fazer com que o torcedor esqueça, pelo menos por um momento, o futebol 09 As equipes que irão representar o Brasil no handebol buscam mais duas medalhas de ouro. O vôlei masculino, comandado por Bernardinho, deseja conquistar a única medalha que ainda falta no currículo desde a chegada do comandante. Além disso, o basquete masculino quer o terceiro ouro consecutivo, após as vitórias em Winnipeg/ 99 e Santo Domingo/03. Ingredientes não faltam para temperar os esportes mais populares do Pan e que, sobretudo, possuem status olímpico. No entanto, esportes que não são conhecidos podem despertar o interesse do torcedor brasileiro, a partir de 13 de julho, no Rio de Janeiro. Pentatlo Moderno, Badminton e Softbol estão entre os principais. O nome Pentatlo pode parecer estranho, mas trata-se de uma modalidade divida em tiro, esgrima, natação, hipismo (saltos) e atletismo. Segundo o CO-RIO, as provas são disputadas ao longo de um dia e, nas quatro primeiras, os atletas somam pontos de acordo com seu desempenho. A pontuação define, assim, a ordem da largada da corrida dos 3.000m: cada atleta larga separadamente, em intervalos que variam de acordo com os pontos somados nos eventos anteriores. O vencedor da corrida ganha a medalha de ouro do pentatlo moderno. O Badminton é disputado em Jogos Panamericanos desde O pessoal associa ao tênis, pois é o esporte de raquete em que temos maior referência no Brasil. Mas, na verdade, o esporte é tão antigo quanto o tênis, disse o técnico das seleções masculina e feminina, Luiz de França. Ele confia nos atletas, que buscam a primeira medalha do Brasil na modalidade. Nas duplas os atletas conseguiram uma maturidade muito interessante nas questões técnicas e táticas. Desde 2005, a Confederação Brasileira faz um trabalho totalmente voltado ao Panamericano. A diretoria passou Fotos: Divulgação Meninas do Softbol se preparam para os jogos. A estréia do esporte está marcada para o dia 23/07 a olhar o Badminton como esporte competitivo. Para França, essa é a oportunidade que faltava para a modalidade crescer no País. A equipe está sendo bem preparada. Diminuímos muito a distância entre os favoritos, que são os países da América do Norte. Nunca vi nossos atletas tão focados num objetivo como agora. Essa é a chance não apenas de ganhar a primeira medalha para o Badminton, como também dar mais visibilidade ao esporte. O atleta Guilherme Kumasaka é uma das esperanças do Brasil. Ele, que pratica Badminton desde os 14 anos, acredita que a equipe tem que torcer para enfrentar adversários mais fáceis na primeira fase. Sabemos de duas duplas fortes, que são dos EUA e do Canadá. É difícil ganhar. Já o restante, é normal. Espero não precisar cruzar com eles antes das semifinais, afirmou. Guilherme forma dupla com seu chará, Guilherme Pardo. Oito atletas irão representar o País nos Jogos Pan-americanos, quatro homens e quatro mulheres. Guilherme Kumasaka é uma das esperanças do Brasil no Badminton O softbol é uma versão bem mais leve do beisebol e tem algumas diferenças. A bola, por exemplo, é maior e mais macia, o campo mais curto e o arremesso é sempre feito de baixo para cima (ao contrário do beisebol, onde os arremessos são feitos por cima). Este esporte é mais praticado por mulheres, como será o caso do Pan 2007, onde apenas as meninas irão atuar. No Brasil, o Softbol começou a se desenvolver a partir dos anos 90, quando técnicos japoneses chegaram aqui. Assim como no beisebol, quem fizer o maior número de pontos vence a partida. Quero que todos tenham a curiosidade para acompanhar os Jogos, disse Márcia, capitã do Softbol Até o ano passado as meninas que irão defender a seleção brasileira treinavam três vezes por semana. Agora, chegam a treinar seis vezes em sete dias. Durante a semana por três horas e nos finais de semana, o dia todo. Para a capitã da equipe, Márcia Miyahira, ter o torcedor ao lado será importante nos momentos decisivos, até para despertar a curiosidade nele e mostrar que o esporte é muito empolgante. Quero que todos tenham a curiosidade para acompanhar os Jogos. Não acho que o Softbol seja uma versão tão light do beisebol. O campo é menor, mas há força. Claro que não é igual à força do homem, mas a distância é menor e isso requer força e agilidade da mulher também, declarou a atleta que joga Softbol desde os 11 anos.

10 10 MATÉRIA DE CAPA Discussões sobre a descriminalização Especialistas discordam sobre a descriminalização das drogas. Uns acreditam que com a liberação o tráfico ficaria enfraquecido, outros que o País viraria um caos Em fevereiro de 2007, o governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), defendeu que a discussão sobre a descriminalização fosse colocada em pauta, como uma forma de frear o tráfico de drogas, principalmente no Estado que dirige. Com isso, trouxe a tona um tema tão delicado que divide opiniões em todos os segmentos. Muitas pessoas acreditam, como o próprio governador, que o fim da ilegalidade diminuiria o poder dos traficantes. Outros acreditam que com a legalização o caos estaria instalado, já que muitos jovens que não usam por ser ilegal, passariam a consumir e que o tráfico não perderia força. A profa. da USP Maria do Socorro Sousa Braga lembrou que este assunto é recorrente, mas nunca se chegou a uma conclusão. Ela acredita que a discussão é pertinente. Na opinião dela, falar que a descriminalização das drogas possa ser responsável pelo fim do tráfico é muito vago. Crê também que é preciso colocar o assunto na roda de discussões sim, mas discutir ações efetivas, benéficas de como frear ou acabar com essa atividade criminosa. Segundo ela, esse assunto só voltou a ser debatido por causa do grau de violência que se tem visto, principalmente, no Rio. O poder público só retomou esse assunto porque está bastante ausente em terras fluminenses e, por isso, querem apontar o traficante como o enfoque para essa situação instaurada. Na opinião da socióloga, os políticos têm um discurso sem muita funcionalidade por não trazerem algo consistente em termos de como deve ser feito, principalmente em termos de aparato. É preciso apresentar ações consistentes, porque a situação de criminalidade chegou a esse patamar somente por causa da ausência do poder público. Para ela, criar obstáculos com forças paramilitares é uma boa iniciativa, mas não o suficiente para frear o estágio avançado em que a situação se encontra, é preciso que o governo seja mais firme, já que o grande desafio dele é a segurança pública. Os políticos têm discursos prontos, mas sem nenhuma efetividade, Aquele portador que transporta drogas para uso próprio, precisa de um tratamento que não é cadeia. Portanto, tem que ter uma resposta do Estado que aquilo não é bom, comentou o presidente da OAB, Luiz Flávio Borges D urso ressaltou a docente. Tanto que atualmente não estamos mais discutindo se a descriminalização é eficiente ou não, porque o assunto já ultrapassou essa etapa. Lembrou que antes de uma legalização, o Brasil teria que olhar para outros países como exemplos, já que alguns liberaram as drogas mas não conseguiram diminuir os índices de violência. Se um dia vir a legalizar realmente, será preciso saber como que vai proceder, punir, controlar os lugares que se possa usar, como será o acesso a essas drogas. Isso exige uma outra discussão, já Arquivo Folha Universitária Cristovão Bernardo que é preciso ver como a questão pública vai administrar essas diferentes áreas, disse a professora da USP. Para Filipe Schmidt Sarmento Fialdini, do escritório Fialdini, Guillon Advogados, a discussão é válida já que todos temos liberdade sobre nosso próprio corpo. Ele só pondera que se as drogas fossem legalizadas, deveria ser feita de forma responsável e com uma fiscalização efetiva. Para ele, uma das ações que poderia ser adotada se refere às propagandas que alertassem os consumidores de que as drogas fazem mal, algo que já ocorre com o cigarro. O especialista em Direito Penal crê que se as drogas fossem legalizadas, os traficantes ficariam sem essa fonte de renda e, conseqüentemente, o tráfico cessaria. Ele afirmou ainda que a lei é muito pequena para influenciar o comportamento das pessoas. A conduta dos cidadãos é formada por diversas razões, como família, região em que mora, amigos e não na lei. Tudo é uma questão social. Não é uma pena ou liberação que vai incentivar o uso de mais drogas. O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro (OAB-RJ), Wadih Damous, também apoia a proposta de Sérgio Cabral, de retomada do debate sobre a descriminalização das drogas no País. O objetivo seria conter o tráfico por meio da permissão de uso controlado. Segundo informações da assessoria de imprensa da entidade, ele apoia, em caráter pessoal, que a discussão atinja órgãos internacionais de saúde. Ainda de acordo com os assessores, o assunto ainda será tema de amplo debate pela OAB. Damous disse acreditar que o tema terá o apoio dos membros da OAB fluminense e deve resultar na pressão do Congresso para a votação da mudança.

11 11 O juiz Pérsio Pires, da 20ª Vara Criminal da Barra Funda, é amplamente a favor da discussão da descriminalização da maconha. Eu não conheço nenhum caso de autores de crimes violentos que tenham usado a substância. Segundo ele, na Guerra do Vietnã a substância era usada de forma camuflada pelos soldados. Eu acredito que a pinga, que pode ser comprada por R$ 2,00, tem um poder deletério muito maior. A permissão da venda da aguardente por um preço acessível é inaceitável, disse. Quanto às demais drogas, o juiz acredita que o usuário deveria pagar com tratamentos. Para ele, quem fosse apanhado com alguma substância deveria ser internado por dois anos. Com essa imposição se inibiria o comércio, pois muitas pessoas deixariam de comprar. Os contras O delegado que dirige a divisão de prevenção e educação do Departamento de Investigações de Narcóticos (Denarc), Edemur Ercilio Luchiari, contesta a discussão sobre a descriminalização das drogas por não achar correto liberar algo já sabido que faz mal à saúde. Para ele, se ocorrer a legalização irá acontecer o mesmo que ocorreu com o álcool. Nós temos cerca de 11% a 17% de alcoólatras no País. Ou seja, pessoas que são dependentes do álcool e que precisam de ajuda. E completou, se o álcool está causando todo esse estrago, com toda a tolerância social e liberdade que existe, imagina o que vai acontecer se liberar geral?. Para o delegado, essa discussão não é conveniente já que não conseguimos controlar o álcool, educar as pessoas para beber de forma responsável e só agora o País está trabalhando melhor a questão do tabagismo. É preciso, segundo ele, analisar essas experiências. Se estivéssemos num paraíso celestial, eu concordaria nessa postura, porque as pessoas não teriam nenhum desvio de conduta e não usariam nada dessas substâncias acima de suas possibilidades. Portanto, no estágio atual esse discurso é meramente ideológico, político e muito menos científico. O poder público só retomou esse assunto porque está bastante ausente em terras fluminenses e, por isso, querem apontar o traficante como o enfoque para essa situação instaurada, sentenciou a socióloga da USP, Maria do Socorro O policial entende que os traficantes continuarão a ganhar dinheiro com atos ilícitos, porque eles sempre encontram alguma maneira de driblar a lei. Basta olharmos a economia atual. Já temos problemas com o álcool, que saem da usina clandestinamente e vai direto para postos de gasolina. Luchiari também concorda que não é a lei que vai mudar a conduta do cidadão. O que pode mudar é a educação e o apoio dado para o ser humano. A nossa população está precisando disso. É preciso mostrar para as pessoas as vantagens de uma vida saudável. Enquanto o presidente da OAB do Rio é a favor da discussão, o presidente da OAB de São Paulo, Luiz Flávio Borges D Urso, é contra por vários motivos. Para ele, a lei tem restrições, além de ter aspectos pedagógicos e didáticos. O que a lei não proíbe, a população acredita que seja bom. Por essa razão, ele acredita que essa ausência de proibição pode levar os jovens, que se afastam das drogas por ser algo ilícito, a se aproximar. A conduta dos cidadãos é formada por diversas razões, como família, região em que mora, amigos e não na lei. Tudo é uma questão social. Não é uma pena ou liberação que vai incentivar o uso de mais drogas, comentou o advogado, Filipe Schmidt Fotos: Divulgação Por Vivian Costa Outro aspecto importante é o mecanismo de distinção do tratamento dado ao traficante e ao usuário. Aquele portador que transporta drogas para uso próprio, precisa de um tratamento que não é cadeia. Portanto, tem que ter uma resposta do Estado que aquilo não é bom. Para o dependente que é uma questão de saúde, tem que ser oferecido um tratamento compulsório. Quanto ao traficante, é preciso adotar uma repressão severa e mais rígida, explicou. D Urso acha que é uma ilusão querer diminuir o poderio dos traficantes com a descriminalização das drogas. Sempre terá alguma substância ilícita circulando por intermédio do traficante e, lamentavelmente, o estímulo da criminalidade continuará. Miguel Pacha, que foi desembargador e presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, também é contra a descriminalização das drogas por acreditar que esse é um problema também de segurança pública. Não é legalizando as drogas que se resolve os problemas já efetivados, afirmou. Para ele, até a discussão sobre o assunto é sem fundamento, porque todos sabem que as drogas só criam problemas para o Estado. Ele, que também é professor de processo penal, alega que se as drogas de menor potencial ofensivo fossem liberadas, no futuro outras seguiriam o mesmo caminho. Não há lógica na liberação de algo que faz mal. O cigarro vendido traz aquela frase falando que é prejudicial à saúde, que pode causar câncer, entre outros problemas. Qual seria a frase transcrita no pacote de maconha?. E completou, é um contra-senso colocar no mercado algo que já sabe que vai prejudicar a população. Pacha também concorda que a discussão veio à tona porque a polícia não consegue mais combater o tráfico de drogas. Se liberasse, os negócios só passariam das mãos dos traficantes para a dos empresários. Para ele, o governo quer é uma solução fácil para um assunto delicado que envolve questões como segurança e saúde pública. As leis não foram feitas para facilitar ações políticas.

12 12 POR DENTRO DA UNIBAN Por Marisa De Lucia, coordenadora do Núcleo de Jornalismo da UNIBAN Curso oferecido pela Biblioteca UNIBAN teve êxito Como Publicar seu Primeiro Livro atraiu 19 pessoas interessadas em publicar obra literária O curso Como Publicar seu Primeiro Livro, oferecido pelo Sistema de Bibliotecas UNIBAN, resultou num livro muito bem elaborado e rico em detalhes, organizado pelo casal Kasuko e Takashi Kawakami, pais de Fátima Igue Kawakami, aluna do Centro de Reabilitação UNIBAN (C.R.U.). De acordo com Ilíria Ruiz Pilissari, coordenadora do Sistema de Bibliotecas UNIBAN, o curso contou com a participação das comunidades interna e externa da UNIBAN e juntou 19 pessoas interessadas em publicar seu primeiro livro. Muitas delas já com algum material de pesquisa ou ficção manuscritos. Fiquei muito orgulhosa quando recebi um exemplar do livro do casal Kawakami, que obteve excelente êxito com as aulas, pois fizemos um grande esforço para oferecer um curso de qualidade que realmente atendesse às necessidades daqueles que querem publicar seu primeiro livro. Kasuko teve a idéia de publicar um livro FOTO DA SEMANA Foto: Marisa De Lucia Kasuko e Takashi Kawakami, pais de Fátima Igue Kawakami, aluna do C.R.U - Centro de Reabilitação UNIBAN quando Koken Ige, seu pai, expressou o desejo de ter as memórias de sua família copiladas num livro. Isso ocorreu quando foi visitá-lo por estar adoecido. Tão logo o pai veio a falecer, em outubro de 2005, Kasuko decidiu levar à frente seu desejo e começou a recolher de familiares e amigos textos que falavam um pouco da vida de Koken. Ainda durante a visita ao pai, ela pediu que ele narrasse algumas histórias e fez um rascunho, no qual conseguiu que ele assinasse. Mal sabia que aquele rascunho também estaria no livro. Com muitos textos nas mãos e ainda sem saber como publicar o livro, o desejo de Koken tomou forma quando, juntamente com o marido, Kasuko ficou sabendo que a Biblioteca da UNIBAN, onde passa todas as tardes enquanto espera Fátima sair das aulas no C.R.U., estava oferecendo o curso Como Publicar seu Primeiro Livro. No curso, Kasuko e o marido aprenderam de tudo. Desde como escolher a fonte, dicas de diagramação, gramatura e cor do papel, além de formato da publicação, tipos de edição, direito autoral, mercado, editorias, produção, escolha e envio de originais, registro da obra e depósito legal. Daí o excelente resultado obtido. O livro foi escrito em português e japonês, pois alguns autores dos textos moram no Japão. Por Marisa De Lucia Workshop de equipamentos para alimentos do curso de Nutrição da UNIBAN - Campus MC

13 Por Marisa De Lucia, coordenadora do Núcleo de Jornalismo da UNIBAN Docente desenvolve trabalho sobre Alzheimer O projeto do prof. Cassio Rodrigues instiga a discussão em sala de aula sobre as implicações da doença O docente do Programa de Pós-Graduação em Psicopedagogia e em Distúrbios da Leitura e da Escrita da Universidade Bandeirante de São Paulo (UNIBAN), Cassio Rodrigues, vem realizando projeto que versa sobre a investigação psicolingüística do processamento da linguagem em pacientes portadores da demência do tipo Alzheimer (DTA). Este projeto vem sendo realizado junto ao Conselho Nacional de Pesquisas (CNPq), órgão filiado ao Ministério de Ciência e Tecnologia, e, segundo o prof. Rodrigues, tem impacto direto no seu dia-a-dia na UNIBAN, pois as disciplinas que ministra como Introdução à Neuroanatomia, Neuroanatomia da Aprendizagem e Distúrbios da Linguagem são um ambiente muito propício para discussão e reflexão com os alunos sobre as implicações da doença para a nossa sociedade. Para o desenvolvimento do projeto, é realizada a testagem de portadores da DTA e a respectiva comparação com um grupo em atividades lingüísticas diversas (fonológicas, semânticas e sintáticas) em eventos de compreensão e produção da linguagem. PhD em Neuropsicologia Cognitiva pela Ruhr-Universität Bochum, na Alemanha, o professor disse que somente uma pequena parcela da população tem acesso a um tratamento adequado para a demência do tipo Alzheimer. Infelizmente, o poder público tem falhado no enfrentamento da doença. Embora o Ministério da Saúde tenha como uma de suas prioridades a saúde mental dos cidadãos brasileiros, de acordo com o professor, existe uma carência expressiva de profissionais da saúde em instituições públicas habilitados para tratar dessa patologia, bem como de centros públicos de ajuda para os pacientes e seus familiares. Somente a implantação de uma política pública de saúde para diversas patologias relacionadas ao envelhecimento pode, a médio e longo prazo, reverter esse quadro. Os dados relativos à idade em que surgem os primeiros sintomas da doença infelizmente ainda são inconclusivos. Parte-se do princípio Foto: Marisa De Lucia Prof. Cassio Rodrigues, do Programa de Pós-Graduação em Psicopedagogia da UNIBAN de que os primeiros sintomas da patologia podem aparecer a partir dos 60 anos de idade, porém está mais freqüente o relato de pacientes na literatura nas faixas etárias de 40 a 50 anos e de 50 a 60 anos. Quanto aos cuidados para evitar o Alzheimer, vários pesquisadores levantaram a hipótese que hábitos de vida saudáveis como prática de esportes e alimentação, bem como uma vida intelectualmente ativa, com leitura de livros e participação em atividades culturais, estão estreitamente correlacionadas com uma saúde mental satisfatória. Isto não significa, todavia, que tais hábitos previnam sua incidência, mas somente que tais pacientes não apresentavam sintomas característicos da patologia. Outra hipótese interessante, recentemente levantada, é que pessoas que vivem intensamente sob fatores de estresse têm uma tendência maior para desenvolver a patologia. Isso explica-se pelo fato da liberação excessiva de uma substância denominada cortisol, que tem sido identificada em exames histopatológicos de pacientes que faleceram da doença. O professor frisou, no entanto, que se trata de uma hipótese que vem ganhando adeptos recentemente. TV UNIBAN Canal Universitário: 11 NET e 71 TVA (HORÁRIO EXCLUSIVO PARA SÃO PAULO) Destaques de 26 de março a 01 de abril de 2006 Palestra na UNIBAN Reprodução Humana No último século as mulheres conquistaram muitos direitos e mais liberdade. O lado ruim é que muitas tiveram que adiar o sonho da maternidade e agora enfrentam dificuldades para engravidar. O especialista em reprodução humana, o médico Roger Adbelmassih, explica todo o processo de fertilização. Horário: 2ª: 4h, 19h30 3ª: 16h 4ª: 7h30 5ª: 4h, 19h30 6ª: 16h Sáb.: 04h, 19h30 Dom.: 16h00. Sala de aula Nova Lei Antitóxicos É crime consumir drogas? O usuário de entorpecentes pode ser condenado? Até que ponto a posse de drogas é considerada tráfico? O diretor dos Cursos Jurídicos da UNIBAN, prof. Fernando Capez, fala sobre a mais nova lei antitóxicos que está em vigor desde outubro de Horário: 2ª: 7h30 3ª: 4h, 19h30 4ª: 16h 5ª: 7h30 6ª: 04h, 19h30 Sáb.: 7h30 Dom: 04h, 19h30 Palestra na UNIBAN Seguros e Previdência Quando devemos começar a nos preocupar com a aposentadoria? A especialista em capitalização Rita Batista ensina como gerenciar um plano de seguro de boa qualidade e um plano de previdência privada que garanta uma aposentadoria digna. Horário: 4ª: 05h e 6ª: 11h Mariane Rocigno é aluna do 2.º sem. do curso de Rádio e Tv da UNIBAN PROGRAMAÇÃO: Imagens: TV UNIBAN 13

14 14 EDUCAÇÃO O Inglês que não se fala O método ultrapassado de ensino do idioma Inglês na formação e a má qualificação dos professores trazem insegurança ao aluno Por Manuel Marques A função básica da escola é formar. Já que todas as disciplinas devem convergir para uma boa formação, cabe levantar uma questão sobre o ensino da disciplina de língua inglesa em terras tupiniquins. Essa disciplina tem formado algum cidadão? Tem contribuído para o aprimoramento dos estudantes dos ensinos Fundamental e Médio? Esses alunos conseguem se comunicar em inglês? E finalmente, o leitor conhece alguém que fale fluentemente a língua inglesa e que tenha adquirido essa habilidade só nos bancos escolares? É provável que não, e isso é uma prova do fracasso da educação pública no Brasil, pelo menos no que diz respeito ao estudo de língua estrangeira. Em outras palavras, as escolas brasileiras estão entre as piores do mundo também no quesito idiomas. No Brasil, praticamente todos os que falam inglês aprenderam em institutos de idiomas, ou então viajaram para países de língua inglesa para finalmente dominar o idioma de Willian Shakespeare. Será que esse fracasso ocorre devido à má formação e incompetência dos professores? Esse é um dos pontos, mas não está só. Há quem enumere muitos outros obstáculos a serem superados. A primeira barreira é justamente a da língua, já que a origem da língua inglesa é contrária à portuguesa. A primeira é anglosaxônica, e a nossa é neolatina. Temos muito mais identidade com línguas de origem latina como o italiano e o espanhol. Línguas que tiveram a mesma origem, tem uma lógica similar. Um exemplo, de acordo com lingüistas, se aplica na primeira letra do alfabeto, a letra A, que tem 12 sons diferentes nos países onde é falado o inglês. O mesmo não ocorre no País. Mas esse fator não é Manuel Marques Existem muitos críticos ao ensino da língua inglesa em muitos países. A argumentação mais comum é aquela que afirma que, ao invés de educar numa língua, o ensino dessa língua forma consumidores dóceis da cultura norte-americana e inglesa. Consumidores de música, cinema, turismo e tudo mais que chega abundantemente em inglês. Um exemplo muito usado diz respeito ao rock n roll que, se tocado em japonês ou grego, muitas vezes provoca riso e estranheza. Mas quando executado em inglês, é encarado com naturalidade, mesmo quando o ouvinte não entende o que se está cantando. Nesse ponto, preponderante para o fracasso de nossa educação. Em muitos outros países, como Portugal e Argentina, inúmeros jovens dominam o inglês. Então, onde está o X da questão? De O aluno só aprende e conhece uma língua quando ele a vivencia. Como disse um pensador francês, aprender uma língua é habitar um outro corpo, sentir a cultura do outro, disse Margibel de Oliveira, profa. de inglês da UNIBAN acordo com a educadora Margibel de Oliveira, que leciona inglês e Metodologia do Ensino da Língua Inglesa na UNIBAN, a falta de compreensão do inglês no Brasil tem raiz histórica e está associado a um método há muito ultrapassado. Ela explicou que as técnicas utilizadas são voltadas para o ensino da gramática e tradução, que é utilizado desde o século XlX. É um método que não estimula o aluno a conhecer outro idioma, outra cultura. O estudante aprende a traduzir uma estrutura, mas não a adquirir uma língua, explicou. Ela disse ainda que a questão fundamental é que normalmente a prática não acompanha a evolução teórica. Então eu considero que uma das questões primordiais é que faltou a essas escolas, mais especificamente as escolas públicas, acompanhar essa evolução da teoria e transpor essa teoria para a prática. A educadora afirmou que na Europa se utiliza principalmente um método denominado de comunicativo, ou seja, o aluno parte de um contexto de interação, interagindo com o idioma numa situação real e experimentando essa língua a partir de um contexto que ele vai vivenciar no dia-a-dia. Parte de uma situação real e vai aprimorando, assim como acontece na aprendizagem da língua materna. Uma criança, por exemplo, primeiro aprende a pedir uma maçã, uma banana, água, mas só depois é que aprende a escrever e a classificar gramaticalmente essas palavras. Ela crê que se o Brasil adotar um método similar nas escolas públicas, o ensino de língua inglesa melhora substancialmente. O aluno só aprende e conhece uma língua quando ele a vivencia. Como disse um pensador francês, aprender uma língua é habitar um outro corpo, sentir a cultura do outro, finalizou. argumentam que a escola atinge um único objetivo: formar consumidores de inglês. Não falantes. Não leitores. Não usuários. Não beneficiários. Apenas dóceis consumidores. Uma das declarações mais polêmicas vem do escritor Umberto Eco, que defende o uso de um língua neutra: Em minhas freqüentes viagens a muitos países, tenho ouvido constantemente queixas de que a obrigatoriedade da língua inglesa constitui-se num perigo de natureza imperialista para as línguas nacionais. Então digo-lhes, a solução é simples: comecem a ensinar o Esperanto a seus filhos e o perigo desaparecerá.

15 meio ambiente 15 Por Renato Góes Etanol será a solução? A principal preocupação de especialistas é quanto ao desmatamento desenfreado com o avanço das plantações de cana-de-açúcar A recente visita ao Brasil do presidente norte-americano George W. Bush teve como principal pauta a questão das fontes alternativas de combustíveis. Não é errado afirmar que os EUA formam um país deveras dependente do consumo de petróleo. Os altos índices de emissão de poluentes na atmosfera (alguém se lembra do Protocolo de Kyoto?), aliado aos conflitos patrocinados pelo Tio Sam no Oriente Médio, região detentora da maior reserva de ouro negro do planeta, apenas confirmam essa tese. Mas talvez essa dependência seja causa de preocupação, já que os olhos dos gringos se voltaram para cá. Não é de se espantar, afinal de contas vários centros de pesquisas e universidades brasileiras têm conseguido significativos avanços na questão das fontes alternativas de energia. Temos os biocombustíveis vindos da soja, do milho, entre outros tipos de grãos, e contamos também com o etanol, de origem da cana-de-açúcar e considerado o carro-chefe do assunto. Esse status se deve ao Brasil ser o maior produtor de cana do mundo e contar com uma experiência bem-sucedida na implantação do combustível junto à indústria automotiva. Com o claro interesse dos EUA em financiar estudos, pesquisas e, quem sabe, comercializar esse produto em seu mercado, um furor no setor surgiu repentinamente. Muitos vislumbram a possibilidade de se dar bem num negócio que tende a crescer. No entanto, pouco se falou do impacto ambiental decorrente dessa cultura. É aí que entra a preocupação de ONGs, ambientalistas e entidades ligadas ao meio ambiente. Pessimista quanto a essa questão, o prof. de Ecologia do Departamento de Ciências Biológicas da ESALQ/USP, Flávio Bertin Gandara Mendes, lembrou que o incentivo ao uso em larga escala do etanol demanda uma maior produção de álcool, que por sua vez demanda uma maior área plantada de cana-de-açúcar. Na sua opinião, haverá um grande aumento de áreas destinadas ao plantio, ou seja, desmatamento à vista. Atualmente já é a cultura com maior número de área plantada no Brasil, Renato Góes principalmente no Estado de São Paulo. A tendência é de que essa área aumente não só aqui, mas em outros Estados, principalmente na região Centro-Oeste, comentou. Vale lembrar que nessa região está localizado o Pantanal. Outro aspecto levantado diz respeito à colheita da cana que, segundo ele, é uma cultura muito impactante. É utilizado fogo, ou seja, a área que vai ser colhida é incendiada para que facilite a vida dos trabalhadores rurais que fazem a colheita manualmente. O impacto ambiental decorrente desse método é grande e pode ser dividido em três etapas. Segundo Mendes, ocorre primeiro a poluição do ar, pois gera muita fumaça. Até foi suspensa a colheita da cana em vários momentos devido aos altos índices de poluição decorrentes desse método. Depois disso, parte da biomassa extraída desse processo é descartada, o que não deixa de ser um contra-senso. Para finalizar, muitas dessas queimadas ultrapassam a área plantada e invadem florestas. O incentivo ao uso em larga escala do etanol demanda uma maior produção de álcool, que por sua vez demanda uma maior área plantada de canade-açúcar, lembrou o prof. de Ecologia do Departamento de Ciências Biológicas da ESALQ/USP, Flávio Bertin Gandara Mendes [...] É uma das poucas alternativas ao petróleo e o Brasil tem potencial de produção muito grande, já que domina a tecnologia e a indústria automobilística acompanhou tudo isso [...], disse a profa. Sandra Favorito-Raimo da UNIBAN Paulo Soares Ele entende que o etanol ainda não é a solução encontrada para evitar a dependência do petróleo, mas admite que ele pode se tornar uma das possíveis alternativas. Mas faz questão de frisar que os interesses comerciais atropelam qualquer ideologia ou vontade de melhorar as condições ambientais. Vejo esta questão do etanol de forma pessimista. É até papel das universidades, ONGs, ambientalistas, secretarias e Ministério do Meio Ambiente questionar essas questões. Já a profa. Sandra Favorito-Raimo, coordenadora do curso de pós-graduação da UNIBAN em Análise de Impacto Ambiental, se mostra mais otimista com o assunto. Ela afirmou que o etanol, é um produto que promete substituir gradativamente os combustíveis fósseis. Como qualquer combustível, há emissão de CO2 no ar. Mas se compararmos com o diesel, a quantidade não só é menor como o CO2 era o mesmo que há meses atrás estava na atmosfera e foi absorvido pela cana por meio da fotossíntese. Essa cana se torna álcool e uma vez queimada, volta para a atmosfera. Apesar de ver com bons olhos essa questão, ela também enxerga problemas, como o referente ao desmatamento. No entanto, ela enxerga como solução investir em tecnologia para produzir mais cana por área do que se produz hoje. Temos legislação e o caminho já traçado. Se aproveitarmos as áreas já desmatadas ou melhorar a produção investindo em tecnologia por áreas já plantadas, não vejo problemas. Sobre o futuro dessa questão, a profa. Sandra ressaltou que a utilização do etanol é uma alternativa importante. A previsão quanto ao aumento do uso e a exportação desse combustível é muito clara. É uma das poucas alternativas ao petróleo e o Brasil tem potencial de produção muito grande, já que domina a tecnologia e a indústria automobilística acompanhou tudo isso. O resto depende de decisões políticas. O controle, a fiscalização e uma estratégia racional para o aumento de produção dependem da pressão da opinião pública para que funcione da maneira correta.

16 16 CULTURA Uma viagem no tempo do café Por Manuel Marques A cidade de Santos sedia a Bolsa Oficial do Café, que por sua vez abriga um museu com muitas histórias para contar Não são poucos os autores de ficção científica que fizeram milhões de leitores sonharem com uma agradável viagem no tempo, explorando o passado e visitando o futuro. Nessas histórias, os personagens entram numa máquina e escolhem se voltam à era dos dinossauros, ou dão uma olhadinha no ano Mas é ficção e como todos sabem, a tal máquina do tempo não existe. Entretanto quem visitar a cidade de Santos verá que essa viagem é possível, não numa cápsula, mas visitando um local que reproduz com fidelidade a cultura do café, a arquitetura e a vida santista na primeira metade do século passado. Trata-se da Bolsa Oficial do Café, um dos mais visitados e belos monumentos da Baixada Santista. Se o leitor descer a Via Anchieta, logo na entrada de Santos em frente ao Porto, verá uma torre de 40 metros de altura. No topo há um grande relógio, o mesmo que em 1922 fazia a chamada para o pregão do café. A torre está ornada por quatro estatuas, feitas para simbolizar os deuses da Indústria, do Comércio, da Lavoura e da Navegação, itens fundamentais no cultivo e comércio do café. O prédio em si chama a atenção com mais de duzentas portas e janelas, em cerca de seis mil metros de área construída. O interior do prédio, pra quem vem da Rua XV de Novembro, chega a ser mais suntuoso e belo que o exterior, a começar pelas colunas e os detalhes desenhados nas paredes. É difícil encontrar um ornamento, uma cadeira, uma mesa e uma lâmpada que não sejam belos e que mostrem o trabalho dos artesãos e artífices do início do século. Todos os detalhes remontam ao passado, pois datam da inauguração. Esses cristais são belgas, os bronzes franceses e os Foto: João Caldas Acima, vista geral da sala que abrigava o pregão da Bolsa. Ao lado, objetos do Museu e abaixo, foto do edifício de 1922 Divulgação Divulgação Fotos: Nilson Hernades mármores que estamos pisando são italianos, explicou Aécio Morais, monitor do museu. Ainda no interior do prédio pode ser vista a grande sala dos pregões, que tem no teto um belo vitral intitulado A visão de Anhangüera, desenhado pelo pintor Benedito Calixto. Outra coisa que chama a atenção são três imensos painéis feitos por ele que enfeitam a parede do fundo, onde se sentava o presidente da bolsa: Esse quadro maior, central, tem 153 figuras, representando a Elevação de Santos à Vila, e o sonho do progresso no futuro. Os dois painéis laterais, menores, mostram a concepção do artista no que diz respeito ao futuro da Vila, finalizou o monitor. Uma curiosidade é que nos quatro cantos de cada obra, Calixto pintou brasões alusivos ao Brasil Colônia, Brasil Império e Brasil República, além de reproduzir a fauna brasileira. Só os quadros e os vitrais valeriam uma visita, mas há muito mais. Ainda no primeiro andar há vários tipos de embalagens de cafés de várias partes do mundo, muitos quadros reproduzindo a vida nos cafezais e objetos utilizados no cultivo e industrialização do café nos últimos cem anos. No primeiro andar do prédio também há dezenas de objetos como telefones, telégrafos e quadros que reproduzem a memória do museu e do café na sociedade paulistana, além de um espaço para exposições temporárias. No primeiro andar dá pra ficar no mesmo local em que os coronéis do café se escondiam pra observar as transações na bolsa. Mas a boa nova é que o leitor não tem que ser coronel pra ver tudo isso. Basta descer a Via Anchieta e, assim como eles, dar uma espiadinha. A construção do prédio que abriga o Museu e a Bolsa do Café teve início em 1903 e foi instituída oficialmente em Mas com a eclosão da Primeira Guerra Mundial, houve uma interrupção e só retomaram a construção em 2 de maio de Na ocasião, estabeleceram uma taxa de vinte réis por saca de café vendida. Embora até hoje não se saiba quem foi o arquiteto responsável pela construção, sabe-se ao menos que o projeto é francês, inspirado no renascimento italiano. A construçao foi marcada pela diversidade de origem do material de construção. O cimento e os ferros vieram da Inglaterra, as telhas e pisos vieram da França, os mármores vieram da Itália, Espanha e Grécia e os ladrilhos vieram da Alemanha, explicou Aécio. Uma vez finalizado, a inauguração do edifício ocorreu em 7 de setembro de 1922, como parte das comemorações do Centenário da Independência. Era a maior Bolsa de Café e Mercadorias do mundo. Em 22 de setembro de 1981, o prédio foi tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico. Foi reinaugurado pelo então governador do Estado Mario Covas em 25 de setembro de 1998, após um longo trabalho de restauração. Atualmente funciona como o primeiro Museu do Café brasileiro, mantido pelo governo paulista, proprietário do prédio, e pela Associação Amigos do Museu do Café.

17 GUIA UNIVERSITÁRIO 17 My Fair Lady Considerado um dos musicais mais famosos de todos os tempos, o público paulista pode conferir a adaptação brasileira de My Fair Lady. A história se foca na figura de uma pobre vendedora de flores chamada Eliza Doolittle, interpretada por Amanda Costa, que se torna objeto de desejo do professor de fonética Henry Higgins, papel do ator Daniel Boaventura. Ele tem como objetivo transformar a humilde garota em uma dama da alta sociedade. O espetáculo é baseado na peça Pigmaleão, do famoso escritor e dramaturgo George Bernard Shaw, e nessa versão tem como diferenciais os belos cenários assinados por Daniela Thomas, o figurino de Fábio Namatame e a direção de Jorge Takla, que é responsável por coordenar cerca de 40 atores e bailarinos que se revezam em cena. A música da peça, executada ao vivo por uma orquestra, somada a interpretações convincentes torna o espetáculo único. (R.G.) Teatro Alfa Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722. Tel: Quintas e sextas, às 21h, sábado sessão dupla às 17h e 21h e aos domingos às 16h e 20h. Os ingressos variam entre R$ 50,00 e R$ 160,00 Estudantes pagam meia-entrada Estéticas, sonhos e utopias dos artistas do mundo pela liberdade Pela primeira vez é possível ver, fora do Chile, 130 obras, das duas mil do acervo do Museu da Solidariedade Salvador Allende. Com curadoria de Emanoel Araújo, a mostra tem como objetivo exibir uma coleção de arte que se formou de maneira singular e, também, mostrar a produção de vanguarda dos anos 1960 da Europa, EUA e Brasil. A exposição conta com nomes fundamentais da arte moderna como Frank Stella, pintor, gravurista e escultor americano. Da Catalunha chegam trabalhos de Joan Miró e de José Balmes, nascido em Barcelona, mas naturalizado chileno, que era amigo de Allende e foi um dos primeiros artistas a doar um quadro para o museu. O Brasil está representado pela escultora e pintora mineira Lygia Clark; o escultor carioca Sergio Camargo; o pintor paulista Antonio Henrique Amaral; e Frans Krajcberg, artista ecológico polonês, naturalizado brasileiro desde (V.C.) Galeria de Arte do SESI, Av. Paulista, De Ter. a sáb., das 10h às 20 h; Dom., das 10h às 19h. Entrada: franca. Mais informações, ligue: Jamiroquai Live in Verona Para quem gosta de uma das melhores bandas de acid jazz dos últimos tempos e não teve a oportunidade de ver os caras tocarem ao vivo, podem ter parte dessa sensação em casa. Como todas as músicas do Jamiroquai são sempre muito dançantes, cheias de groove, influenciado pela música disco e pelo funk, o DVD não poderia ser diferente. O vocalista (Jason Kay), com sua dança exótica, mostra que não pára nem debaixo de chuva, mantendo o clima da galera. É se segurar para não sair dançando. O disco também traz nos extras um documentário rápido com passagem de som e opção de multi-ângulo na música Love Foolosophy. Não contém legenda em português, mas sendo ao vivo, torna-se dispensável. O show se limita aos álbuns Syncronized, Travelling Without Moving e A Funky Odissey, e não precisa de mais nada, apenas um som alto, é claro. (R.N.) Gravadora: Epic Preço médio: R$ 45,00 Divulgação Jairo Goldflus Renato Góes Diga-me com quem tu andas... Os mais críticos podem dizer que o diretor Martin Scorsese só ganhou o Oscar de melhor diretor como uma forma de retratação da Academia depois de tantas injustiças ao longo dos anos. Por mais que seja inferior aos clássicos Taxi Driver, Touro Indomável e Os Bons Companheiros, o longa-metragem Os Infiltrados pode ser considerado um dos melhores da atual safra, disponível agora para locação. Adaptação do filme Conflitos Internos, produção original de Hong Kong, a história é ambientada no submundo de Boston, onde quem dá as cartas é o mafioso Frank Costello, numa atuação inspiradíssima de Jack Nicholson. Preocupado com as ações da polícia, ele escala o jovem Sullivan (Matt Damon) para se tornar investigador e informante de sua gangue. Ao mesmo tempo, o policial Billy Costigan (Leonardo DiCaprio) é escalado pelo departamento de investigação para se infiltrar na gangue de Costello. Nesse jogo de gato e rato, onde ninguém é confiável, fica evidente a riqueza do roteiro de William Monahan, que por sua vez contribui com diálogos marcantes que dão margem a performances inspiradas dos antagonistas Damon e DiCaprio, além do coadjuvante Mark Wahlberg, indicado ao Oscar nessa categoria. Aliás, Os Infiltrados foi o grande vencedor da premiação com quatro estatuetas nas categorias de melhor montagem, roteiro adaptado, filme e diretor. Consagração tardia, mas justa, de Martin Scorsese, um dos mais importantes cineastas vivos da história do cinema. (R.G.) Divulgação

18 18 estágios Os alunos interessados em alguma das vagas abaixo devem entrar em contato pelo site ou telefone: (11) Cursos Vagas Menor valor Maior Valor Administração 90 R$ 500,00 R$ 950,00 Adm. de Empresa- COMEX 42 R$ 600,00 R$ 1.000,00 Ciências Contabéis 30 R$ 500,00 R$ 800,00 Ciência da Computação 48 R$ 600,00 R$ 1.000,00 Publicidade Propaganda 44 R$ 480,00 R$900,00 Direito 50 R$ 260,00 R$ 850,00 Engenharia Civil 81 R$ 550,00 R$ 1.050,00 Secretariado Executivo 15 R$ 500,00 R$ 900,00 Arquitetura 32 R$ 550,00 R$ 900, oportunidades de estágio para jovens talentos Os serviços para o estudante são GRATUITOS. Caso você tenha interesse em alguma das vagas abaixo ligue para (11) e informe o código OE. Curso Semestre Bolsa Auxílio OE Eng. Eletrônica... 4 ao 10 sem.... R$ 1.200, Ciências Contábeis... 3 ao 7 sem.... R$ 800, Adm. Empresas... Concl. 2 sem R$ 1.348, Eng. Civil... 7 ou 8 sem.... R$ 700, Eng. Materiais... 4 ao 7 sem.... R$ 6,65 p/hora Arquitetura... 3 ao 6 sem.... R$ 1.044, Publ. e Propaganda... 3 ao 8 sem.... R$ 1.200, Adm. Empresas... Concl. 2 sem R$ 7,34 p/hora Ensino Médio... 1 ao 3 ano... R$ 300, Outras oportunidades no site classificados Mande seu anúncio com nome, telefone, RA (aluno), RGF (funcionário) e CLASSIFICADOS Vende-se uma estação de ginástica da marca Nautilus, pack deck, esteira mecânica, step, abdominal, dois pesos. Tudo seminovo. Valor: R$ 1 mil à vista. Ou troco por algo do mesmo valor, de meu interesse. Ayrton. Tel.: Vende-se Imac G3 233, 64MB, verde, c/ teclado e mouse original, funcionando. MAC OS 8.6. Ótimo para edição de imagem. Valor: R$ 300,00. Ac. contra-oferta. Marcel - campus ABC. Tel Vende-se gravador de DVD R-RW marca LG interno16x, cor marfim sem uso e c/ nota fiscal. Valor R$ Camila. Tel.: Vendem-se livros de farmácia. Leila. Tel.: Vende-se geladeira Electrolux, seminova, 310 l, bege, valor à combinar. Elmano. Tel.: Vende-se monitor LCD - LG de 15" colorido. Valor: R$ 550,00. Davi. Tel.: Vendem-se ovos de Páscoa, chocolate Garoto ou Nestle. Ótimos preços, pedir tabela por ou tel. Katia. Tel.: Vende-se computador Itautec, 80HD, seminovo. Valor à combinar. Carlos. Tel.: Vendem-se filhotes de Basse, na cor preta e marrom, com quase três meses. Valor: R$ 80,00. Shirlei. Tel.: Ofereço serviços de digitação de TCCs e trabalhos extracurriculares, cada página digitada custa R$0,70 com ou sem impressão. Katia. Tel.: Vende-se celular Nokia 6110, operadora Claro. Valor: R$700,00. Tel.: Raquel. . Vende-se uma máquina de costura antiga da Singer, em ótimo estado. Valor: R$150,00. Juliana. Tel.: Vende-se caneta tradutora POR./ING. - ING./POR., lacrada, com fita de instrução de uso. Recurso pronúncia. Funciona c/3 pilhas AAA (palito). Perfeita para leituras de livros, artigos, revistas, etc. Valor: R$100,00. Rodrigo. Tel.: Vende-se moto Crypton (Yamaha) preta, ano 2002, partida elétrica, documentos ok. Valor: R$ Douglas. Tel.: / Gostaria de comprar o Atlas da Anatômia do Corpo Humano. Gilson. Tel.: Vendem-se cestas para todas ocasiões, ótimos preços. Patricia. Tel.: Vende-se Ford Ka 97/97, trio-elétrico, c/ som alarme (positron), kit-embreagem novo. Valor: R$ 3.000, x de R$ 415,00. Viviane. Tel.: Vende-se moto Scooter linda, vermelha metálica ano 98/99 gasolina, 2ª dona em ótimo estado. Camila. Tel.: Procuro pessoas (somente do sexo femino, de bom comportamento e que trabalhe) para dividir despesas de apto em Osasco, próximo à Uniban. Michele. Tel.: Vende-se Pentium III 750 Mhz, 256 Mb de memória, Hd 20 gb, pronto para Internet, teclado e mouse sem monitor. Valor: R$ 400,00. Marco. Tel.: / Tenho 3 vagas no carro para transporte para Guarulhos. Regiões: Centro, Parque Renato Maia e proximidades. Valor à combinar. Renata. Tel.: / Vende-se Pentium III 933, 256mb, 20gb, HD, vídeo, som e rede onboard e monitor de 17", teclado e mouse. Valor: R$ 650,00. André. Tel.: Vende-se patins in-line RollerBlade mod. Speedster (street) tam. 37, usado em ótimo estado. Valor: R$ 350,00. Eduardo. Tel.:

19 entretenimento 19 Áries 21/03 a 20/04 Momento de fazer as pazes com a pessoa amada e levar o relacionamento mais a sério. Utilize o bom senso para lidar com alguns assuntos no setor profissional. Concentre-se na finalização dos projetos da empresa e dê a autonomia necessária. Dica da semana: ajude os entes queridos na superação dos problemas. Touro 21/04 a 20/05 A sua intuição será a chave mestra para a solução mais adequada a este romance. Nunca perca a esperança. Receberá uma nova motivação no ambiente de trabalho e ficará surpreso com a satisfação da equipe. Dica da semana: caminhe com segurança para a sua felicidade. Pense nos seus sentimentos. Gêmeos 21/05 a 20/06 A compreensão da pessoa amada com o seu ciúme doentio chegou ao fim. Fique esperto! Trabalhe em prol das suas conquistas profissionais. Convença os seus superiores de que os seus talentos não devem ser desperdiçados. Dica da semana: uma novidade no ambiente familiar irá trazer muita alegria. Câncer 21/06 a 21/07 Exponha os seus sentimentos pela pessoa amada e alivie o coração. Não tenha medo de entregar-se ao amor. Invista na sua carreira fazendo um curso para aperfeiçoamento das suas habilidades. Você possui muitos talentos. Dica da semana: use o otimismo para passar a semana com tranqüilidade. Leão 22/07 a 22/08 Use todo o seu charme com o intuito de envolver o seu par nos seus jogos de sedução. Arrase! No ambiente de trabalho não se envolva em problemas que não lhe competem. Seja cordial, mas não inocente. Dica da semana: esteja próximo dos entes queridos para melhorar a sua vibração. Virgem 23/08 a 22/09 Estará esbanjando sensualidade. A pessoa querida poderá ficar com ciúme de toda esta energia. Não horóscopo permita que os problemas do ambiente profissional interfiram no seu humor. Mantenha a calma. Dica da semana: a sua vida financeira está melhorando. Esteja atento a qualquer novidade neste setor. Libra 23/09 a 22/10 Momento de comprometer-se seriamente com o seu par. Tire todas as dúvidas sobre este relacionamento. Não atrase as suas obrigações. Fique em dia com as tarefas do trabalho, pois poderá surgir uma oportunidade de viagem a negócios. Dica da semana: não se aborreça com problemas familiares. Escorpião 23/10 a 21/11 Surpresas na vida amorosa prometem atear fogo a esta paixão. Curta estes momentos com intenso prazer. Resolva os problemas profissionais com muita atenção e sensibilidade. Evite a dispersão. Dica da semana: seja compreensivo com os amigos íntimos. Não se distancie das pessoas queridas. Sagitário 22/11 a 21/12 Acredite nos sentimentos da pessoa amada. Você terá a oportunidade de saber o significado do verdadeiro amor. Analise os pontos positivos dos colegas de trabalho e saiba valorizar aqueles que realmente se dedicam à função. Dica da semana: revele os seus segredos somente a pessoas muito íntimas. Capricórnio 22/12 a 20/01 Demonstre a sua admiração pelo seu par, declarando todo o seu amor. Bons momentos estão por vir. Tome as decisões na vida profissional visando a ampliação dos conhecimentos da equipe de trabalho. Dica da semana: cuide do seu lado espiritual e traga um pouco de equilíbrio a sua vida. Aquário 21/01 a 19/02 Analise as criticas da pessoa querida e utilize estes conselhos para ampliar as suas qualidades. A sua criatividade estará em alta no ambiente de trabalho. Realize todas as suas tarefas com objetividade. Dica da semana: não julgue as pessoas na primeira impressão. Sem preconceitos! Peixes 20/02 a 20/03 A cumplicidade será primordial para a harmonia da relação amorosa. Acredite no seu amor e realize todos os seus sonhos. Valorize a sua qualidade profissional e empenhe-se na melhoria da sua carreira. Dica da semana: solicite o apoio dos amigos para a solução de problemas emocionais. PRELIMINARES Frigidez e anorgasmia são tratáveis A falta de desejo sexual é uma queixa comum nos consultórios. Quando este problema é relatado pelas pacientes, ele normalmente é acompanhado de sentimento de frustração e vergonha. O impacto na autoestima é avassalador. Embora relacionadas, a falta de desejo e a dificuldade de chegar ao orgasmo são disfunções sexuais diferentes. A falta de desejo, ou frigidez, consiste em uma negação da sexualidade no seu sentido mais amplo, enquanto a anorgasmia, ou ausência de orgasmo, não impede que a mulher sinta prazer e interesse sexual. Segundo uma pesquisa realizada em 2003 pelo Projeto de Sexualidade do Hospital das Clínicas de São Paulo (Prosex), cerca de 30% das brasileiras têm dificuldade de chegar ao orgasmo. A falta de desejo sexual está relacionada, na maioria dos casos, a fatores psicossociais como tabus, falta de informação, medo de engravidar, monotonia conjugal, entre outros. Mesmo tendo mais liberdade, muitas mulheres ainda associam o sexo à culpa e ao pecado, crença que colabora com a frigidez. Dentre as causas biológicas da frigidez estão disfunções hormonais, tabagismo, alcoolismo, diabetes e problemas neurológicos. O desinteresse sexual resultante de fatores psicossociais provoca crises nos relacionamentos, que muitas vezes poderiam ser evitadas por meio da comunicação do casal. Mesmo amando o parceiro, algumas mulheres sentem dificuldade de sentir prazer durante o sexo. Falar a respeito pode ajudar muito nestes casos. O casal deve conversar sobre o que gosta, o que está faltando, suas fantasias, para evitar que o relacionamento caia na rotina. A anorgasmia e a frigidez podem ser tratadas e o grau de êxito costuma ser elevado. Caso nenhuma causa orgânica seja encontrada, a psicoterapia é altamente recomendável e pode ser individual ou de casal. Texto elaborado pelo GAPSI Grupo de Atendimento Psicológico. Site: / Central de Atendimento: (11) Se você tiver alguma questão relacionada a sexo ou relacionamento é só enviar um para:

20 20 entretenimento CHARGE PALAVRAS CRUZADAS Concorra à camiseta do filme O Cheiro do Ralo, estrelado por Selton Mello e dirigido por Heitor Dhalia. Basta mandar um para com nome, RA (alunos) ou RGF (funcionários), curso, campus e a resposta da seguinte pergunta: Qual o cheiro mais desagradável você teve que aturar? Promoção O nome do autor ou autora da melhor resposta sai na próxima edição da Folha Universitária. Resultado da promoção Confira os nomes dos três ganhadores de pares de ingresso para a peça Eu Te Darei o Céu, estrelada por Nany Di Lima e Mateus Rocha e dirigida por Luiz Antonio Rocha. Maria Alice Pires Fabrin do curso de Turismo do campus MC Renata Cristina Ribeiro da Silva do curso de Direito do campus MR Marcio Viana Silva do curso de Sistema de Informação do campus CL Os vencedores da promoção devem entrar em contato com a produção da peça por meio do para agendar a data em que desejam assistir a peça. Quem quiser receber a Folha Universitária pelo correio, basta enviar nome e endereço completo ao

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