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1 Public Disclosure Authorized IRP72 Vol. 1 -POPULAÇAiO *UALOCAÇAê - EMPRESAS m PAR Public Disclosure Authorized 'e ¼A>/ 4e?~~~k 4 h)~~~~~~~~~~~~ õ -5Linha 4 - Amarela Trecho: Morumbi - Lu`z Public Disclosure Authorized Public Disclosure Authorized F'LE COPY

2 APRESENTAÇÃO A Companhia do Metropolitano de São Paulo CMSP realiza, desde 1992, estudos para implantação da Linha 4 (Amarela) do sistema metroviário da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). A Linha 4, ligando a região do Morumbi àquela da Luz - operando com pátio em Vila Sônia -, é considerada prioritária no atendimento à demanda da região sudoeste e da ârea central da metrópole paulista. A Linha em pauta deverá desempenhar importante papel de articulação da rede de alta capacidade, ao promover elevado número de interconexões com outras linhas ferroviária e de metrô. Parte integrante do programa de ação da Secretaria de Transportes Metropolitanos do Governo do Estado de São Paulo, à qual a Companhia do Metropolitano de São Paulo está subordinada, a Linha 4 requer, para sua implantação, desapropriação 274 imóveis, dos quais 77 (28%) usados como domicílio e 197 abrigandoutros usos, predominantemente empresas de pequeno e médio porte. Desde 1992 a Companhia do Metropolitano de São Paulo vem se empenhando em estudos para tratamento dos efeitos adversos associados ao processo de desapropriação e conseqüente deslocamento compulsório de população e atividades econômicas inseridas nos imóveis afetados pelo projeto. Este esforço tem se traduzido, por um lado, em ajustes de projeto visando impactar a menor quantidade possível de imóveis reduzindo ao máximo a quantidade de famílias e empresas a deslocar. Como exemplos de tai empenho podem ser citadas as otimizações realizadas em 1993 no Pátio da Vila Sônia que reduziram em 12% a quantidade de imóveis originalmente afetados naquele ponto. Também ajustes mais recentes, como aqueles feitos em 1997 na Subestação Primária Vital Brasil/Estação Três Poderes/Estação Morumbi contribuíram para redução de impactos ao reduzir de 11 para 2 a quantidade de imóveis residenciais afetados. Por outro lado, o empenho da Companhia do Metropolitano de São Paulo com relação ao tratamento de famílias e empresas afetadas por seus empreendimentos está modelado em um plano específico para tratamento do problema. Hoje intitulado PLANO DE AÇÕES PARA RELOCAÇÃO DE POPULAÇÃO E EMPRESAS (PAR), a primeira versão do plano foi editada em 1994 recebendo, naquela época, a denominação de Plano de Relocação de População (PRP). Em seus cinco anos de existência o plano em tela passou por várias revisões, desembocando na versão consubstanciada no presente documento. Na primeira parte do texto que segue, denominado Antecedentes, são apresentadas as alterações do plano no período Na segunda, intitulada Quadro de Referência descreve-se o empreendimento e seu contexto registrando a experiência da Companhia no tratamento das questões sócio-ambientais, em específico exercício da desapropriação e as ações para licenciamento ambientai do empreendimento. Na terceira, nomeada Magnitude e Caracterização do Problema, está o dimensionamento do tema, com informaçõesobre a quantidade de imóveis, população e empresas sujeitas a desapropriação. O Plano de Ações para Relocação de População e Empresas para tratamento do problema está alinhado na quarta parte e o Monitoramento e Avalíação do mesmo são apresentados na quinta. Na sexta estão alinhados os entendimentos referentes aos Mecanismos de Gestão. O Calendário de Referência para sua execução comparece na sétima e última parte do texto.

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4 4.2 OBJETIVOS E PÚBLICO ALVO Objietivo Gra Objetivos Especificos PúbIicos Aivo DIRETRIZES ; Garantia de Recursosos AntecIpaão Isonomia Puraidade Indenzação Socialmente Justa Via Amigável Livre Opção Articulação Institucional Suporte Técnico ESTRUTURA DO PLANO Programa de Aquisição e Liberação de Área Objetivos..., Públicos alvo Principais ações Programa de Apoio à Relocação Residencial e Comercial....., Objetivos Público alvo Principais ações Programa de Comunicação e Interação Social Objetivos Públicos alvo Temas âncora Mecanismos operacionais MONITORAMENTO E AVALIAÇAÃO MONITORAMENTO Conceito Objetivos Gerais Objetivos Específicos Metodologia e Procedimentos Operacionais Fatores político institucionais Licenciamento ambiental Efetivação da lei orçamentária; do financiamento e da concessão da Linha 4-Amarea Fatores jurídicos

5 1? SVZDIVH00fl8l2 SVIN3Nid3A3d NVN 30 S N 3 SOISf3O 3S V'AIYI'VJS3 e VION3 d3j3 30 OlkIv N3IVO L C9 '...' '... ' '..... '' ONVld 00 0VIS39 30 SONSINVO3I1 9 ZS ''''''''''''''''' '''''''O ytv l V Z '..S ewej6ouou op oluewequedwomv S'S'l'... IeAow! op JojeB op oeidepo5eu a oebôeuesajdb ep reni4! op o;u6ewbuedwov b's' i,9 6t '.' -- siaaowi sop!eluewfnoop oesenf!s ep o2ueweuuedwoov e, vs - 8b. ''''' ' sajopel!i!dej sowsluezaw sop eiuaiepe ep awex3 Z g 'S ''.....b s!euo.jeiadc soiuewipwojd ; 1. Lt...siaAowi sop soóejd soo eo!weuip ep oluaeuuedwoo v 1.9 Lv Lib... '''' '''' '''' s!3uul-ou... se3 eunljn-ofwouo u sejo-lej sejoie 9 b'i ''

6 SIGLAS E ABREVIAÇÕES CMSP CONAMA CPTM EMTU GTC PRP-94 PAR-96 PITU RMSP STM TCT BIRD COMPANHIA DO METROPOLITANO DE SÃO PAULO CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE COMPANHIA PAULISTA DE TRENS METROPOLITANOS EMPRESA METROPOLITANA DE TRANSPORTES URBANOS GERÈNCIA DE TECNOLOGIA E CONCEPÇÃO DE TRANSPORTES PLANO DE RELOCAÇÃO DE POPULAÇÃO, edição 1994 PLANO DE AÇÕES PARA RELOCAÇÃO DE POPULAÇÃO, edição 1996 PROGRAMA INTEGRADO DE TRANSPORTE URBANO REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO SECRETARIA DOS TRANSPORTES METROPOLITANOS DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA E VIABILIDADE DE PROJETOS BANCO INTERAMERICANO PARA RECONSTRUÇÃO E DESENVOLVIMENTO 5

7 RELAÇÃO DE QUADROS E FIGURAS FIGURAS FIGURA 1 -REDE DE METRO PROPOSTA PARA A RMSP FIGURA 2 - INTERCONEXÕES PROMOVIDAS PELA LINHA 4-AMARELA FIGURA 3 - QUADRO INSTITUCIONAL DO SISTEMA DE TRANSPORTE COLETIVO NA RMSP FIGURA4 - PLANO INTEGRADO DE TRANSPOR T ES URBANOS-PITU FIGURA 5 - ÁREAS DE PESQUISA: RECORTES PARA ORGANIZAÇÃO DOS RESULTADOS FIGURA 6 - TIPOLOGIA DE FAMíLIA...,,.,.24 FIGURA 7 - ESTRUTURA GERAL DO PAR FIGURA 8 - PROGRAMA DE INTERAÇÃO E COMUNICAÇÃO SOCIAL QUADROS QUADRO 1 - PLANO DE AÇÕES PARA RELOCAÇÃO DE POPULAÇÃO E EMPRESAS - PAR ( ) QUADRO 2 - PESQUISA SóCIO-ECONÔMICA 1998: IMÓVEIS A SEREM PESQUISADOS QUADRO 3 - FAIXAS DE ÁREA CONSTRUíDA - AMOSTRA DE IMÓVEIS AFETADOS QUADRO 4 - NÚMERO DE DOMICÍLIOS. FAMiLIAS E PESSOAS RESIDENTES QUADRO 5 - CONDIÇÃO DE OCUPAÇÃO DOS IMÓVEIS QUADRO 6 - FAIXAS DE IDADE DOS CHEFES DE FAMíLIA QUADRO 7 - TEMPO DE MORADIA NO DOMICÍLIO QUADRO 8 - SETOR DE ATIVIDADE DOS MORADORES QUADRO 9 - POSIÇÃO DOS MORADORES NA ESTRUTURA PRODUTIVA QUADRO 10 - TEMPO DE TRABALHO DOS MORADORES QUADRO 11 - RENDA MENSAL FAMILIAR, 28 QUADRO 12- NÚMERO DE IMÓVEIS OCUPADOS POR ESTABELECIMENTO QUADRO 13 - SITUAÇÃO DE OCUPAÇÃO DO IMÓVEL QUADRO 14 - RAMO DE ATIVIDADE QUADRO 15 - SITUAÇÃO DA EMPRESA QUADRO 16 - ESTABELECIMENTO POR TEMPO DE FUNDAÇÃO E TEMPO NO LOCAL QUADRO 17-TIPO DE CONSUMIDOR QUADRO 18 - LOCALIZAÇÃO DA CLIENTELA QUADRO 19 - NÚMERO DE CLIENTES. 34 QUADRO 20 - ESTIMATIVA DE CUSTOS

8 ANEXOS 1. RESOLUÇÃO DE DIRETORIA (RD) APROVANDO PRP, PLANO DE RELOCAÇÃO DE POPULAÇÃO - PRP, PLANO PARA RELOCAÇÃO DE EMPRESAS, PLANO DE AÇÕES PARA RELOCAÇÃO DE POPULAÇÃO E EMPRESAS - PAR, RESOLUÇÃO DE DIRETORIAPROVANDO PAR DECRETOS DE DESAPROPRIAÇÃO 7. SÚMULA DE REUNIÃO COM CRECI 8. SÚMULA DE REUNIÃO COM SISTEMA FINANCEIRO 9. CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DE IMÓVEIS A DESAPROPRIAR 10. MODELO DE FORMULÁRIO UTILIZADO NA PESQUISA SóCIO-ECONÔMICA 11. CRITÉRIOS ABIPEME 12. DIMENSIONAMENTO E CARACTERIZAÇÃO DAS FAMILIAS E DAS ATIVIDADES ECONÔMICASUJEITAS A DESLOCAMENTO COMPULSÓRIO 13. INFORME 1 - MONITORAMENTO INFORME 2 - MONITORAMENTO LICENÇA PRÉVIA - TRECHO VILA SÔNIA 1 PAULISTA 16. LICENÇA PRÉVIA - TRECHO PAULISTA 1 LUZ 7

9 1. ANTECEDENTES Em 1993, a Companhia do Metropolitano de São Paulo inicia negociações com o BIRD visando financiamento da construção da Linha 4. Entre as peças requeridas pelo órgão financiador como condição do empréstimo estava a elaboração de planos específicos para tratamento da população e das empresas cujos imóveis estivessem sujeitos à desapropriação. Naquela época, pretendia-se construir apenas o trecho Vila Sônia/Paulista, com afetação de 197 imóveis. Deste total, 83 (42%) eram usados como residência e 114 (58%) apresentavam usos diversos, predominantement empresas de pequeno e médio porte. Dos 83 imóveis residenciais atingidos, 68 estavam ocupados por 74 famílias congregando um total de 229 pessoas. Em fevereiro de 1994, a Companhia do Metropolitano de São Paulo formulou a primeira proposta para tratamento da desapropnação residencial, através do documento intitulado: 'Dimensionamento, caracterização e altemativas de tratamento para famílias sujeitas a deslocamento compulsório", exaustivamente discutido pelo corpo técnico da Companhia e por seus dirigentes, através de reuniões promovidas por várias diretorias. Esse processo de discussões gerou, além de aperfeiçoamentos técnicos, manifestação oficial da empresa sobre a política para tratamento da matéria (ver Anexo 1), ensejou, concomitantemente contatos com agentes públicos e privados, cuja atuação era considerada imprescindível para viabilização da política de tratamento das famílias deslocadas compulsoriamente. Entre esses contatos destacam-se aquele realizado com o CRECI - Conselho Regional de Corretores de Imóveis, e aquele realizado com o BANESPA - Banco do Estado de São Paulo. O primeiro constituía elemento chave para instalação da Bolsa de Imóveis, um dos mecanismos instrumentalizadores da proposta. O segundo representava elemento capital para viabilizar abertura de uma linha de financiamento da casa própria, outro mecanismo de tratamento visando facilitar aquisição de outro imóvel. Em agosto de 1994, o documento inicial assumia forma mais elaborada, alimentado com todo processo de discussões promovidos no interior da Companhia. Intitulado, então, como Plano de Relocação de População (PRP), foi encaminhado ao Banco Mundial (ver Anexo 2). O PRP estava estruturado em cinco programas, quais sejam: O Programa de Aquisição e Liberação de Áreas, com objetivo de aquisição e desmonte dos imóveis residenciais e mudança das familias residentes. Seu mecanismo básico é a indenização amigável, efetivada com antecipação suficiente ao inicio das obras, objetivando evitar que as famílias passem por periodos de transição indesejável, manifesto no curto espaço de tempo entre a desapropriação e a busca de novo imóvel. o O Programa de Reínserção da População, com objetivo de organizar facilitadores de reinserção, no parque de moradias, das famílias deslocadas. Entre esses mecanismos, compareciam: a) o Titulo de Crédito (mecanismo através do qual o valor da desapropriação seria transformado em um Título de Crédito, descontável para a compra de imóveis em todo o território nacional); b) Línha Especíal de Financiamento da casa própria que consistia em promover, junto ao sistema bancário, uma linha de crédito especial para os desapropriados da Linha 4. O valor da indenização seria depositado como poupança inicial exigida para financiamentos da casa própria e a diferença necessária à compra de um novo imóvel seria financiada através de linhas de crédito específica. É importante lembrar que tal mecanismo destinava-se àqueles com interesse em adquirir um imóvel de maior valor que o desapropriado. O papel da Companhia do Metropolitano consistia em promover o apoio do sistema bancário às famílias desapropriadas, feito alcançado na época, através de convênio firmado com o BANESPA e c) formação de uma Bolsa de Imóveis colocando à disposição dos desapropriados listagem de imóveis a venda em suas áreas de origem, em outras regiões da metrópole e diversas cidades do Estado.. O Programa de Interação com a Comunidade, com objetivo de instrumentalizar ações de diálogo entre a Companhia do Metropolitano de São Paulo e a comunidade, visando a implementação do plano dentro de preceitos amigáveis. Especificamente, o programa em tela se propunha a informar as famílias 8

10 sobre o processo de desapropriação e sobre os mecanismos facilitadores da reposição do imóvel expropriado. A implantação de Postos de Informação ao longo do trecho da futura linha, e várias campanhas especificas veiculadas através de distintas mídias compareciam como instrumentais do programa em tela. * O Programa de Monitoramento do PRP objetivando: a) Assegurar que as ações progredissem de acordo com os preceitos (diretrizes) estipulados no Plano; b) Asseverar cumprimento do cronograma de implantação do Plano, detectando-se em tempo hábil entraves e oportunidades à consecução dos objetivos, informando oportunamente escalões decsórios para tomadas de medidas pertinentes e c) Conceber um Banco de Dados com uma dupla perspectiva: sistematizar as informações necessárias ao monitoramento e armazenar referências que serão utilizadas no momento de avaliação de resultados do plano. Finalmente, o último componente do PRP era a Avaliação. Concebida como atividade 'ex-post", a avaliação deveria determinar a pertinência, eficiência, eficácia e resultados do PRP, gerando insumos ao planejamento de outros empreendimentos da Companhia. Em outubro de 1994 foi concduída proposta específica para tratamento das empresas subordinadas à desapropriação ( ver Anexo 3). Também naqueia data, a Companhia do Metropoiitano de São Paulo inaugurava o monitoramento do PRP (ver Anexo 14) O processo relatado até aqui foi congelado em março de Concorrem para a desaceleração do processo a convergência de múltiplos fatores, entre os quais se destacam: as eleições para govemo do Estado, realizadas em novembro de 1994 e todas suas repercussões na empresa, desde um reordenamento na estrutura decisória, passando por revisões de prioridades, até entraves do processo de obtenção de investimentos internacionais para construção da Linha 4. Em 1996, embora ainda congeiado o processo de negociação com o BIRD, a Companhia do Metropolitano de São Paulo decide revisar o PRP. Naquela época, a retomada do plano não teve relações com a retomada da construção da Linha 4, mas com a filosofia de planejamento da Companhia, marcada por atualizações perrnanentes de seus planos e programas, mantendo a aderência dos mesmos à realidade sócio-econômica para a qual foram concebidos e, portanto, garantindo habilitação dos mesmos para serem implantados quando assim convier à empresa. Nessa perspectiva, a Companhia do Metropoiitano de São Paulo determinou, em 1996, revisão do P.R.P, no sentido de compatibilizá-lo às alterações de contexto que se processaram no período Tais mudanças retiraram a aderência de algumas medidas do plano com a realidade contemporânea, exigindo portanto uma revisão das mesmas. Como resultados dos ajustes reaiizados ocorreram: a) Fusão dos dois temas (população e atividades econômicas) em um plano único, denominado Plano de Relocação e Reinserção de População e Atividades Econômicas - PAR (ver Anexo 4). A opção de fundir os dois temas nasce do propósito de racionalizar o cicio de planejamento e otimizar os mecanismos de implantação das ações. Tal decisão metodológica garante as singularidades de cada um dos temas, uma vez que ambos perseguem objetivos semelhantes de reposição de perdas e incentivo a reinserção domiciliar e empresarial; estão subordinados às mesmas diretrizes, possuem alguns mecanismos e ações em comum, além de adotarem um mesmo horizonte de implantação, guiado pelo cronograma de obras. b) Supressão do mecanismo Titulo de Crédito, adotado na versão 1994 do PRP. O referido mecanismo foi concebido tendo como pano de fundo uma situação econômica inflacionária. Sua função maior seria a de salvaguardar o valor recebido pelo imóvel, em especial para os casos de moradores mais idosos, sem familiaridade com aplicações financeiras, realizadas para garantir a correção de capital. Com uma inflação atualmente em tomo de 1% ao mês (contra quase 40% ao mês à época de 9

11 concepção do plano) o mecanismo perde sua aderência à realidade, tendo sido portanto excluído do elenco dos mecanismos compensatórios originalmente idealizados. c) Ajustes nos mecanismos de gestão do plano tendo em vista compatibilizá-los à atual estrutura organizacional da empresa que também foi alvo de reestruturação no período em tela. d) Manutenção dos objetivos, diretrizes, públicos alvo e estrutura dos programas adotados na versão Em 1998, dois fatos novos apontam a necessidade de outra revisão do plano: o A decisão de construir, também, o trecho Paulista-Luz, expandindo o projeto prioritário estabelecido em 1994 que referenciou o desenho dos planos para tratamento de população e empresas. Consequentemente, emerge a necessidade de rever a magnitude e o perfil da afetação de imóveis, verificando pertinência das propostas indicadas no PAR 96 ao novo universo e características de população e empresas atingidas por desapropriação. o As perspectivas da concessão da Linha 4, adotando-se a premissa de entregar, ao concessionário, a área necessária à construção do empreendimento totalmente liberada, nisto compreendido: desaproprações, deslocamento e reinserção de familias e empresas afetadas; bem como a demolição e desratização dos imóveis. Consequentemente, emerge como necessário revisar algumas referências de implantação do plano, em especial aquelas relacionadas com uma de suas principais diretrizes, qual seja, aquela de Antecipação. Na versão até então disponível do plano estava preconizado que o mesmo deveria estar totalmente implantado três meses antes do inicio das obras. No cenário da concessão, estas últimas não estão a cargo da Companhia do Metropolitano de São Paulo. Desloca-se, portanto a referência de conclusão da implantação do plano para a data de assinatura do contrato de concessão. O quadro incluido a seguir (ver Quadro 1) resume a evolução do plano para tratamento de população e empresas no período

12 Quadro 1 PLANO DE AÇÕES PARA RELOCAÇÃO DE POPULAÇÃO E EMPRESAS-PAR ( ) MECANISMOS PARA FACILITADORES PARA PÚBLICOS AQUISIÇÃO DE IMóVEL REQUISITOS AQUISIÇAO/LOCAÇÃO ALVO E LIBERAÇÃO DE ÁREA DE OUTRO IMóVEL DESAPROPRIAÇ O ACORDOSOBREPREÇODOIMOVEL TJTULO AMIGÁVEL DOCUMENTAÇÃO EM ORDEM CRÉDITO PRP / \ DISPONteIDADE DÉ FUNDOS LINHA DE LINHA DE LINHA DE FINANC. FINANC. COMPATIBILIDADE CRONOGRAMAFNFNAC FNNC PROP., \ ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~FINANC. Xl ~~JUDICIAL ACORDW SOBRE PREÇO DO )IMÓYEL BOLSA BOLSA BOLSA \\ DOCUMENTAACÃO EM ORIDEMASSTEC \ DISPONIBIUDADE DE FUNDOS \ COMPATIBlLIDADE CRONOGRAMA ASTC \ Ittt FORMAÇÃO M COOP. DESOCUPAÇÃO CONCORDÂNCIA PRAZO DE SAIDA PAGTO 3AALUG. 3ALUG. AU. 3ALO 3AU. AMIGÁVEL ~~~~~~~~~~~~~~~3 MUDANÇA MUDANÇA MUDANÇA 9 DESOCUPAÇÃO _ DISCORDANCIA PRAZO DE SAIDA BOLSA BOLSA BOLSA IMóVEIS IMóVEIS IMÓVEIS

13 2. QUADRO DE REFERÊNCIA 2.1 O EMPREENDIMENTO E SEU CONTEXTO O plano registrado no terceiro capitulo desse documento, visa equacionar impactos associados à implantação da Linha 4-Amarela, Morumbi 1 Luz, do sistema metroviário da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). Esse projeto integra-se à rede de alta capacidade existente, promovendo maior acessibilidade a diversas porções da RMSP. Sua proponente é a Companhia do Metropolitano de São Paulo (CMSP) subordinada à Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos (STM). Constituída pela capital do Estado e por mais 38 municípios circunvizinhos, a Região Metropolitana de São Paulo, concentra cerca de 16,8 milhões de habitantes em uma área de aproximadamente km2. A metrópole se caracteriza por uma área central relativamente infra-estruturada com alta concentração de empregos e bairros onde reside grande parte da população de alta e média renda. Esta área exerce papel altamente polarizador das atividades econômicas. Contrapõe a esta área uma vasta zona periférica estruturada em tomo de um número reduzido de subcentros. Nesta periferia a cobertura de serviços de infra-estrutura, as taxas de emprego e a renda média familiar são significativamente menores que na área central. As densidades populacionais variam de um extremo de menos de 50 habitantes por hectare nas áreas periféricas, a valore superiores a 500 habitantes por hectare nas áreas centrais. Embora o processo polarizador da área central encontre-sem reversão, ainda é extrem a concentração de empregos na área central e expandida, o que reflete em perdas no deslocamento diário da população. Considerando a proporção dos modos de transporte no atendimento das 31,4 milhões de viagens produzidas na metrópole, percebe-se a precariedade da oferta do modo coletivo, principalmente de alta capacidade. Desse total de viagens, 10,8 milhõe se realizam a pé, 10,4 milhões pelo transporte coletivo e 10,1 milhões pelo transporte particular Perspectivas Futuras da Expansão do Sistema Estrutural de Transporte na RMSP. Diante do quadro descrito, a importância da expansão do sistema de alta capacidade toma-s evidente. O plano de expansão da rede de metrô com horizonte para o ano de 2010, leva em conta a utilização intensiva da rede ferroviária existente e a ampliação do sistema metroviário para 7 linhas - Proposta da Rede Básica de Metrô, com extensão de 146 km e um atendimento diário de 7,4 milhões de passageiros, triplicando número de passageiros transportados atualmente (ver Figura 1). Dentro desse plano a Linha 4-Amarela, Morumbi 1 Luz, operando com pátio em Vila Sônia, é considerada prioritária no atendimento à demanda da região Sudoeste como importante vetor de expansão das atividades econômicas da área central da Metrópole. A linha cumpre, também, papel de articulação da rede de alta capacidade, ao promover elevado número de interconexões com outras linhas ferroviárias e de metrô (ver Figura 2). 12

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16 A Linha 4, ora em estudo, é também parte integrante do plano de ação da Secretaria de Transportes Metropolitanos do Governo do Estado de São Paulo, à qual a Companhia do Metropolitano de São Paulo está subordinada (ver Figura 3). Esse plano de ação, denominado Plano Integrado de Transportes Urbanos para PITU 2020 tem como principal objetivo viabilizar a rede estrutural de expansão do sistema de alta capacidade. (ver Figura 4) A Linha 4 (Amarela) - Morumbi / Luz Na concepção geral do Plano Integrado dos Transportes Urbanos - PITU 2020 e no Plano de Expansão da Rede de Metrô, a Linha 4 - Amarela com extensâo até Vila Sônia, cumpre um papel fundamental na articulação das regiões oeste e sudoeste, predominantemente residenciais, hoje segregadas pela barreira natural do Rio Pinheiros, a importantes pólos da metrópole. A linha interligará diretamente dois importantes subcentros de atividades: o pólo Pinheiros 1 Faria Lima, de atendimento regional de comércio e serviços e o pólo Paulista, centro de negócios financeiros de serviços, cultura e saúde de abrangência metropolitana, além de acessar diretamente a região central. Através da integração intermodal, a linha permitirá ainda o acesso mais rápido a outras porções da metrópole. Com a integração intermodal e implantação de terminais de ônibus junto às estações prevê-se o seccionamento de cerca de 57 linhas de ônibus, gerando uma redução da quilometragem rodada pelo sistema, o que repercutirá de forma positiva na redução de poluentes emitidos por ônibus e na circulação viária em geral. A Linha 4 - Amarela propiciará, ainda, a reorganização e reestruturação do sistema de transporte por ónibus de densos bairros periféricos destas regiões, criando uma nova alternativa de trajeto - com redução dos tempos de viagens, maior conforto e segurança - para os usuários do transporte coletivo. O projeto compreende a construção da Linha 4 - Morumbi 1 Luz com extensão até Vila Sônia, com seu traçado desenvolvido em subterrâneo, com 15,894km de extensão, 14 estações e 6 terminais de integração intermodal. 2.2 EXPERIÊNCIA DA COMPANHIA DO METROPOLITANO DE SÃO PAULO NO TRATAMENTO DE IMPACTOS SÓCIO-AMBIENTAIS O Tratamento das Questões Sócio-Ambientais Associadas à Linha 4 A Linha 4 é a primeira linha de metrô a passar por todo o processo de licenciamento ambiental, cumprindo determinação definida através da Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA. Esse licenciamento prevê a elaboração de Estudo de Impacto Ambiental - EIA e o respectivo Relatório de Impacto Ambiental-RIMA, cuja aprovação é condicionante à implantação do empreendimento. Cabe ressaltar que em abril de 1997, tendo sido cumpridas as determinações da legislação ambiental brasileira e demais normas pertinentes, foi expedida a Licença Prévia para o empreendimento da Companhia do Metropolitano de São Paulo, denominado Linha 4-Amarela trecho Vila Sônia-Paulista e em junho de 1999, a Licença Prévia do trecho Paulista-Luz (ver Anexos 15 e 16). 15

17 Figura 3 QUADRO INSTITUCIONAL DO SISTEMA DE TRANSPORTE COLETIVO DA RMSP I COMPANHIA DO METROPOLITANO J Operadora das DE SAO PAULO - METRó 1 Linhas de Metrô GOVERNO DO 4 SECRETARIA DE ESTADO DOS COMPANHIA PAULISTA DE TRENS Operadora das Linhas de Trens ESTADO DE SÃO PAULO TRANSPORTES METROPOLITANOS METROPOLITANOS - CPTM r Metropolitanos (PassageF os) j EMPRESA METROPOLITANA DE Operadora e Fiscalizadora doia TRANSPORTES URBANOS - EMTU Sistema de ónibus Intermunicipal PREFEITURAS DOS MUNICIPIOS j EMPRESAS PRIVADAS Operadoras de Linhas DA REGIÃO METROPOLITANA DE ÕNIBUS de denibus Municipais

18 PLANO INTEGRADO DE TRANSPORTES URBANOS - PITU 2020 Arujá Guaru >os Santana do A \, / - Da~ Itaquaque- Parnaíba. Sancetubat _uaçu ã Paulo São JBernardo z r /J LV~/{ITaboã f.;«ssuao,b Cara) o amo Embu- v EEND,L A - -da Guaçu t/< Mxa<uór>< tx >" / ~~~~~~~~~~~~São Bernardo ><=ra;2' :2 so Campo L: a m <, f X ~~~~~~~~~~~~do t r- ~~~~~~~\9Lhz ( f55<j \t 0 Metn7posit:1no,~ ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~20 1 2iê

19 A experiência da Companhia do Metropolitano de São Paulo, com a gestão de questões sócio-ambientais antecede a essa legislação. Ao longo dos 30 anos de sua existência, a Companhia do Metropolitano de São Paulo desenvolveu um conjunto de normas e procedimentos referentes ao planejamento de sua rede e à operação de suas linhas, crescendo a preocupação com tais questões e gerando novas formas de atuação. Dentre as transformações sócio-ambientais provocadas por uma linha de metrô, os impactos sobre o patrimônio econômico e social urbano constituem um tema crítico, pois evidenciam a multiplicidade de fatores envolvidos num processo de mudança que implica em ganhos e perdas para diferentes atores A Experiência da CMSP com a Desapropriação de Imóveis O principio adotado nas desapropriações relativas à Linha Norte-Sul, a primeira linha a ser implantada em 1974, foi o de restringir ao mínimo necessário a área dos imóveis a desapropriar. A avaliação daquela experiência, permitiu ao longo do tempo, detectar alguns tipos de problemas decorrentes da forma de implantação da linha. O principal deles diz respeito à paralisação das transações imobiliárias e posterior valorização imobiliária acelerada, não captada socialmente, na medida em que a excessiva valorização não permitiu a implantação de equipamentos complementares ao metrô. O plano de desapropriação das obras da Linha Leste-Oeste, em 1979, procurou se orientar de forma diferente, instrumentado pelas zonas especiais constantes da Lei de Zoneamento da cidade. Assim, a criação da zona especial Z8 - ZML (Zona Metrô Leste) previa a implantação do sistema metrô aliado a adequações do sistema viáno, terminais de ônibus, estações de transferência, remanejamento da rede ferroviária e obras complementares. Apoiado num amplo programa de urbanização, o plano de desapropriação apontava cerca de imóveis a desapropriar, configurando-se porém numa oportunidade para suscitar planos de reorientação do crescimento da cidade. O efeito da paralisação das transações imobiliárias decorrentes da implantação da linha se observa a partir do cinturão imediatamente contíguo ao traçado apontando para a canalização de capitais privados para sua transformação, onde, nesse momento o setor privado se constituiria em agente executor dos planos e projetos fixados pelo poder público. O efeito gerado pelas desapropriações se refletiram por outro lado, no clima de apreensão e incerteza causados à população diretamente atingida, com destaque à situação dos cidadãos de baixa renda com maiores dificuldades de resolver seu problema habitacional. No que se refere a esse item, a Companhia do Metropolitano de São Paulo mantinha proposições de assegurar remuneração adequada aos desapropriados em ressarcimento aos seus imóveis e o atendimento aos desalojados, colocando à sua disposição recursos humanos, materiais e financeiros, oferecendo à população opções na resolução de seus problemas em conjunto com o Metrô e agentes públicos diretamente vinculados à urbanização e habitação. A política de desapropriações da Companhia do Metropolitano de São Paulo, que na década de 70 e início dos anos 80, quando foram implantadas as linhas Norte/Sul e Leste/Oeste se pautava pelo favorecimento de acordos amigáveis, com o agravamento da crise econômica no pais se altera para a preferência de encaminhamento judicial. Assim, dos imóveis desapropriados na Linha Norte/Sul, 75% ocorreram de forma amigável e 25% por ação judicial. Na Linha Leste/Oeste, 55% dos imóveis desapropriados, se fizeram por acordo e 45% por ação judicial. Na extensão Norte e no trecho Clínicas - Ana Rosa, de implantação mais recente, apesar do número bastante reduzido de imóveis atingidos, as desapropriações ocorreram em mais de 90% pela via judicial. 18

20 Desde então, o aperfeiçoamento das técnicas de construção subterrânea tende a reduzir a área de interferência direta ao mínimo necessário, e, levaram a um processo de revisão de normas e condutas da Companhia do Metropolitano de São Paulo quanto a desapropriação, voltando a favorecer indenizações amigáveis e uma nova política de tratamento para a questão. Dentro desse contexto, para a Linha 4, com extensão até Vila Sônia, o número de desapropriações restringiu-se ao mínimo necessário e, foi concebido o Plano de Relocação que procura garantir a reinserção da população e atividades econômicas deslocada compulsoriamente, por força de implantação da linha. A experiência desse plano deverá, ainda, implicar numa forma de atuação da Companhia do Metropolitano de São Paulo no tratamento da questão do deslocamento compulsório, em seus próximos empreendimentos. 19

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