õ -5Linha 4 - Amarela

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "õ -5Linha 4 - Amarela"

Transcrição

1 Public Disclosure Authorized IRP72 Vol. 1 -POPULAÇAiO *UALOCAÇAê - EMPRESAS m PAR Public Disclosure Authorized 'e ¼A>/ 4e?~~~k 4 h)~~~~~~~~~~~~ õ -5Linha 4 - Amarela Trecho: Morumbi - Lu`z Public Disclosure Authorized Public Disclosure Authorized F'LE COPY

2 APRESENTAÇÃO A Companhia do Metropolitano de São Paulo CMSP realiza, desde 1992, estudos para implantação da Linha 4 (Amarela) do sistema metroviário da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). A Linha 4, ligando a região do Morumbi àquela da Luz - operando com pátio em Vila Sônia -, é considerada prioritária no atendimento à demanda da região sudoeste e da ârea central da metrópole paulista. A Linha em pauta deverá desempenhar importante papel de articulação da rede de alta capacidade, ao promover elevado número de interconexões com outras linhas ferroviária e de metrô. Parte integrante do programa de ação da Secretaria de Transportes Metropolitanos do Governo do Estado de São Paulo, à qual a Companhia do Metropolitano de São Paulo está subordinada, a Linha 4 requer, para sua implantação, desapropriação 274 imóveis, dos quais 77 (28%) usados como domicílio e 197 abrigandoutros usos, predominantemente empresas de pequeno e médio porte. Desde 1992 a Companhia do Metropolitano de São Paulo vem se empenhando em estudos para tratamento dos efeitos adversos associados ao processo de desapropriação e conseqüente deslocamento compulsório de população e atividades econômicas inseridas nos imóveis afetados pelo projeto. Este esforço tem se traduzido, por um lado, em ajustes de projeto visando impactar a menor quantidade possível de imóveis reduzindo ao máximo a quantidade de famílias e empresas a deslocar. Como exemplos de tai empenho podem ser citadas as otimizações realizadas em 1993 no Pátio da Vila Sônia que reduziram em 12% a quantidade de imóveis originalmente afetados naquele ponto. Também ajustes mais recentes, como aqueles feitos em 1997 na Subestação Primária Vital Brasil/Estação Três Poderes/Estação Morumbi contribuíram para redução de impactos ao reduzir de 11 para 2 a quantidade de imóveis residenciais afetados. Por outro lado, o empenho da Companhia do Metropolitano de São Paulo com relação ao tratamento de famílias e empresas afetadas por seus empreendimentos está modelado em um plano específico para tratamento do problema. Hoje intitulado PLANO DE AÇÕES PARA RELOCAÇÃO DE POPULAÇÃO E EMPRESAS (PAR), a primeira versão do plano foi editada em 1994 recebendo, naquela época, a denominação de Plano de Relocação de População (PRP). Em seus cinco anos de existência o plano em tela passou por várias revisões, desembocando na versão consubstanciada no presente documento. Na primeira parte do texto que segue, denominado Antecedentes, são apresentadas as alterações do plano no período Na segunda, intitulada Quadro de Referência descreve-se o empreendimento e seu contexto registrando a experiência da Companhia no tratamento das questões sócio-ambientais, em específico exercício da desapropriação e as ações para licenciamento ambientai do empreendimento. Na terceira, nomeada Magnitude e Caracterização do Problema, está o dimensionamento do tema, com informaçõesobre a quantidade de imóveis, população e empresas sujeitas a desapropriação. O Plano de Ações para Relocação de População e Empresas para tratamento do problema está alinhado na quarta parte e o Monitoramento e Avalíação do mesmo são apresentados na quinta. Na sexta estão alinhados os entendimentos referentes aos Mecanismos de Gestão. O Calendário de Referência para sua execução comparece na sétima e última parte do texto.

3 z 9... '' '''... '''''' ''...''''''...'''.'''..''''..''''... 1e1 o1pn oo dojdojdesse ] ' '" ''. ''' ' IgA9owl op IeAeBiwV obã!s!fnbv z l ' '..... oeueidojdesea e ep o ssepojd 'IJd SE.~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~...0O011D 1OOdvv' VÚ-1 S...'. SVS3ddWI3 o0v~vlndod 3C0 OV-óVO013dI VdVd S3QóV 3C ONV1Id 'b Z oi eu oeu exij ap nej S'Z' '....dw.3 es. ep oe-ôen}!s 2.Z'..e. *.- eseadw3 ep GPOd Z'EE O '... '''''''''''''' OpepAIV ap owey 7 z E WZ '''''..''''''''''''''''... soiu~ewileqeqs3 sop oe5ezijajpeje) Z'EE Z. -. ewiqojd Op ezapuej5 a WOPJO VE 53Z sejopejow sop spep2ai4e ap Jo;e e s v SZ eaow! op oe!bej eu OB-eSXI ep SeJoPeD!pPU Z'Z z se..e 60owap swi!s9jepejece Z'Z'Z' laiowi W... op oeôedn3o ap oe ipuo3 i'z'z' oeteendod I... ep 0o,W1Ouo3-Ot,OS I'JJad Z,,,,,,....s. pepexv sossad e seilnwei 'so!oiwoo ep epep!iueno.... OV3vlndOd SOV13JJV SI3A0II SOa V1070dll 3 30n11NOVn [ Zc Z'c Oz... VIA310d 0O OV VZI331OVdVD 3 3fnllNOVIN ' s!eaaowi ap oe5ejdojdesac e woo dsw3) ep eiouaijadx3 Sl '''''''... el7 u71 B see!ioossv siexueiqwv-soiios saoiseno sep oiuawe;ej o W zz sv... SIViN3I9MV-iOQS SOIOVdVI 30 OIN3IV1VW1 ON OlflVd OVS 3C ONV 1 10d0Qd13" o0 VIHNVdk409 VO VI(ON3 13dX3 Z' SI (znlj!qwnmo") - elajewv t equ,il Vi z z. dsnv eu a;iodsuejl ap jejninj;s3 ewais!s op oesuedx3 ep sejnini seai!nadsjad 1 i.z W. OIX3INOO n3s 3 10N3WL"ION33~d13 O i.z V z. - -VION3d3-3d 30 OdGVnO z 33IaN!

4 4.2 OBJETIVOS E PÚBLICO ALVO Objietivo Gra Objetivos Especificos PúbIicos Aivo DIRETRIZES ; Garantia de Recursosos AntecIpaão Isonomia Puraidade Indenzação Socialmente Justa Via Amigável Livre Opção Articulação Institucional Suporte Técnico ESTRUTURA DO PLANO Programa de Aquisição e Liberação de Área Objetivos..., Públicos alvo Principais ações Programa de Apoio à Relocação Residencial e Comercial....., Objetivos Público alvo Principais ações Programa de Comunicação e Interação Social Objetivos Públicos alvo Temas âncora Mecanismos operacionais MONITORAMENTO E AVALIAÇAÃO MONITORAMENTO Conceito Objetivos Gerais Objetivos Específicos Metodologia e Procedimentos Operacionais Fatores político institucionais Licenciamento ambiental Efetivação da lei orçamentária; do financiamento e da concessão da Linha 4-Amarea Fatores jurídicos

5 1? SVZDIVH00fl8l2 SVIN3Nid3A3d NVN 30 S N 3 SOISf3O 3S V'AIYI'VJS3 e VION3 d3j3 30 OlkIv N3IVO L C9 '...' '... ' '..... '' ONVld 00 0VIS39 30 SONSINVO3I1 9 ZS ''''''''''''''''' '''''''O ytv l V Z '..S ewej6ouou op oluewequedwomv S'S'l'... IeAow! op JojeB op oeidepo5eu a oebôeuesajdb ep reni4! op o;u6ewbuedwov b's' i,9 6t '.' -- siaaowi sop!eluewfnoop oesenf!s ep o2ueweuuedwoov e, vs - 8b. ''''' ' sajopel!i!dej sowsluezaw sop eiuaiepe ep awex3 Z g 'S ''.....b s!euo.jeiadc soiuewipwojd ; 1. Lt...siaAowi sop soóejd soo eo!weuip ep oluaeuuedwoo v 1.9 Lv Lib... '''' '''' '''' s!3uul-ou... se3 eunljn-ofwouo u sejo-lej sejoie 9 b'i ''

6 SIGLAS E ABREVIAÇÕES CMSP CONAMA CPTM EMTU GTC PRP-94 PAR-96 PITU RMSP STM TCT BIRD COMPANHIA DO METROPOLITANO DE SÃO PAULO CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE COMPANHIA PAULISTA DE TRENS METROPOLITANOS EMPRESA METROPOLITANA DE TRANSPORTES URBANOS GERÈNCIA DE TECNOLOGIA E CONCEPÇÃO DE TRANSPORTES PLANO DE RELOCAÇÃO DE POPULAÇÃO, edição 1994 PLANO DE AÇÕES PARA RELOCAÇÃO DE POPULAÇÃO, edição 1996 PROGRAMA INTEGRADO DE TRANSPORTE URBANO REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO SECRETARIA DOS TRANSPORTES METROPOLITANOS DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA E VIABILIDADE DE PROJETOS BANCO INTERAMERICANO PARA RECONSTRUÇÃO E DESENVOLVIMENTO 5

7 RELAÇÃO DE QUADROS E FIGURAS FIGURAS FIGURA 1 -REDE DE METRO PROPOSTA PARA A RMSP FIGURA 2 - INTERCONEXÕES PROMOVIDAS PELA LINHA 4-AMARELA FIGURA 3 - QUADRO INSTITUCIONAL DO SISTEMA DE TRANSPORTE COLETIVO NA RMSP FIGURA4 - PLANO INTEGRADO DE TRANSPOR T ES URBANOS-PITU FIGURA 5 - ÁREAS DE PESQUISA: RECORTES PARA ORGANIZAÇÃO DOS RESULTADOS FIGURA 6 - TIPOLOGIA DE FAMíLIA...,,.,.24 FIGURA 7 - ESTRUTURA GERAL DO PAR FIGURA 8 - PROGRAMA DE INTERAÇÃO E COMUNICAÇÃO SOCIAL QUADROS QUADRO 1 - PLANO DE AÇÕES PARA RELOCAÇÃO DE POPULAÇÃO E EMPRESAS - PAR ( ) QUADRO 2 - PESQUISA SóCIO-ECONÔMICA 1998: IMÓVEIS A SEREM PESQUISADOS QUADRO 3 - FAIXAS DE ÁREA CONSTRUíDA - AMOSTRA DE IMÓVEIS AFETADOS QUADRO 4 - NÚMERO DE DOMICÍLIOS. FAMiLIAS E PESSOAS RESIDENTES QUADRO 5 - CONDIÇÃO DE OCUPAÇÃO DOS IMÓVEIS QUADRO 6 - FAIXAS DE IDADE DOS CHEFES DE FAMíLIA QUADRO 7 - TEMPO DE MORADIA NO DOMICÍLIO QUADRO 8 - SETOR DE ATIVIDADE DOS MORADORES QUADRO 9 - POSIÇÃO DOS MORADORES NA ESTRUTURA PRODUTIVA QUADRO 10 - TEMPO DE TRABALHO DOS MORADORES QUADRO 11 - RENDA MENSAL FAMILIAR, 28 QUADRO 12- NÚMERO DE IMÓVEIS OCUPADOS POR ESTABELECIMENTO QUADRO 13 - SITUAÇÃO DE OCUPAÇÃO DO IMÓVEL QUADRO 14 - RAMO DE ATIVIDADE QUADRO 15 - SITUAÇÃO DA EMPRESA QUADRO 16 - ESTABELECIMENTO POR TEMPO DE FUNDAÇÃO E TEMPO NO LOCAL QUADRO 17-TIPO DE CONSUMIDOR QUADRO 18 - LOCALIZAÇÃO DA CLIENTELA QUADRO 19 - NÚMERO DE CLIENTES. 34 QUADRO 20 - ESTIMATIVA DE CUSTOS

8 ANEXOS 1. RESOLUÇÃO DE DIRETORIA (RD) APROVANDO PRP, PLANO DE RELOCAÇÃO DE POPULAÇÃO - PRP, PLANO PARA RELOCAÇÃO DE EMPRESAS, PLANO DE AÇÕES PARA RELOCAÇÃO DE POPULAÇÃO E EMPRESAS - PAR, RESOLUÇÃO DE DIRETORIAPROVANDO PAR DECRETOS DE DESAPROPRIAÇÃO 7. SÚMULA DE REUNIÃO COM CRECI 8. SÚMULA DE REUNIÃO COM SISTEMA FINANCEIRO 9. CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DE IMÓVEIS A DESAPROPRIAR 10. MODELO DE FORMULÁRIO UTILIZADO NA PESQUISA SóCIO-ECONÔMICA 11. CRITÉRIOS ABIPEME 12. DIMENSIONAMENTO E CARACTERIZAÇÃO DAS FAMILIAS E DAS ATIVIDADES ECONÔMICASUJEITAS A DESLOCAMENTO COMPULSÓRIO 13. INFORME 1 - MONITORAMENTO INFORME 2 - MONITORAMENTO LICENÇA PRÉVIA - TRECHO VILA SÔNIA 1 PAULISTA 16. LICENÇA PRÉVIA - TRECHO PAULISTA 1 LUZ 7

9 1. ANTECEDENTES Em 1993, a Companhia do Metropolitano de São Paulo inicia negociações com o BIRD visando financiamento da construção da Linha 4. Entre as peças requeridas pelo órgão financiador como condição do empréstimo estava a elaboração de planos específicos para tratamento da população e das empresas cujos imóveis estivessem sujeitos à desapropriação. Naquela época, pretendia-se construir apenas o trecho Vila Sônia/Paulista, com afetação de 197 imóveis. Deste total, 83 (42%) eram usados como residência e 114 (58%) apresentavam usos diversos, predominantement empresas de pequeno e médio porte. Dos 83 imóveis residenciais atingidos, 68 estavam ocupados por 74 famílias congregando um total de 229 pessoas. Em fevereiro de 1994, a Companhia do Metropolitano de São Paulo formulou a primeira proposta para tratamento da desapropnação residencial, através do documento intitulado: 'Dimensionamento, caracterização e altemativas de tratamento para famílias sujeitas a deslocamento compulsório", exaustivamente discutido pelo corpo técnico da Companhia e por seus dirigentes, através de reuniões promovidas por várias diretorias. Esse processo de discussões gerou, além de aperfeiçoamentos técnicos, manifestação oficial da empresa sobre a política para tratamento da matéria (ver Anexo 1), ensejou, concomitantemente contatos com agentes públicos e privados, cuja atuação era considerada imprescindível para viabilização da política de tratamento das famílias deslocadas compulsoriamente. Entre esses contatos destacam-se aquele realizado com o CRECI - Conselho Regional de Corretores de Imóveis, e aquele realizado com o BANESPA - Banco do Estado de São Paulo. O primeiro constituía elemento chave para instalação da Bolsa de Imóveis, um dos mecanismos instrumentalizadores da proposta. O segundo representava elemento capital para viabilizar abertura de uma linha de financiamento da casa própria, outro mecanismo de tratamento visando facilitar aquisição de outro imóvel. Em agosto de 1994, o documento inicial assumia forma mais elaborada, alimentado com todo processo de discussões promovidos no interior da Companhia. Intitulado, então, como Plano de Relocação de População (PRP), foi encaminhado ao Banco Mundial (ver Anexo 2). O PRP estava estruturado em cinco programas, quais sejam: O Programa de Aquisição e Liberação de Áreas, com objetivo de aquisição e desmonte dos imóveis residenciais e mudança das familias residentes. Seu mecanismo básico é a indenização amigável, efetivada com antecipação suficiente ao inicio das obras, objetivando evitar que as famílias passem por periodos de transição indesejável, manifesto no curto espaço de tempo entre a desapropriação e a busca de novo imóvel. o O Programa de Reínserção da População, com objetivo de organizar facilitadores de reinserção, no parque de moradias, das famílias deslocadas. Entre esses mecanismos, compareciam: a) o Titulo de Crédito (mecanismo através do qual o valor da desapropriação seria transformado em um Título de Crédito, descontável para a compra de imóveis em todo o território nacional); b) Línha Especíal de Financiamento da casa própria que consistia em promover, junto ao sistema bancário, uma linha de crédito especial para os desapropriados da Linha 4. O valor da indenização seria depositado como poupança inicial exigida para financiamentos da casa própria e a diferença necessária à compra de um novo imóvel seria financiada através de linhas de crédito específica. É importante lembrar que tal mecanismo destinava-se àqueles com interesse em adquirir um imóvel de maior valor que o desapropriado. O papel da Companhia do Metropolitano consistia em promover o apoio do sistema bancário às famílias desapropriadas, feito alcançado na época, através de convênio firmado com o BANESPA e c) formação de uma Bolsa de Imóveis colocando à disposição dos desapropriados listagem de imóveis a venda em suas áreas de origem, em outras regiões da metrópole e diversas cidades do Estado.. O Programa de Interação com a Comunidade, com objetivo de instrumentalizar ações de diálogo entre a Companhia do Metropolitano de São Paulo e a comunidade, visando a implementação do plano dentro de preceitos amigáveis. Especificamente, o programa em tela se propunha a informar as famílias 8

10 sobre o processo de desapropriação e sobre os mecanismos facilitadores da reposição do imóvel expropriado. A implantação de Postos de Informação ao longo do trecho da futura linha, e várias campanhas especificas veiculadas através de distintas mídias compareciam como instrumentais do programa em tela. * O Programa de Monitoramento do PRP objetivando: a) Assegurar que as ações progredissem de acordo com os preceitos (diretrizes) estipulados no Plano; b) Asseverar cumprimento do cronograma de implantação do Plano, detectando-se em tempo hábil entraves e oportunidades à consecução dos objetivos, informando oportunamente escalões decsórios para tomadas de medidas pertinentes e c) Conceber um Banco de Dados com uma dupla perspectiva: sistematizar as informações necessárias ao monitoramento e armazenar referências que serão utilizadas no momento de avaliação de resultados do plano. Finalmente, o último componente do PRP era a Avaliação. Concebida como atividade 'ex-post", a avaliação deveria determinar a pertinência, eficiência, eficácia e resultados do PRP, gerando insumos ao planejamento de outros empreendimentos da Companhia. Em outubro de 1994 foi concduída proposta específica para tratamento das empresas subordinadas à desapropriação ( ver Anexo 3). Também naqueia data, a Companhia do Metropoiitano de São Paulo inaugurava o monitoramento do PRP (ver Anexo 14) O processo relatado até aqui foi congelado em março de Concorrem para a desaceleração do processo a convergência de múltiplos fatores, entre os quais se destacam: as eleições para govemo do Estado, realizadas em novembro de 1994 e todas suas repercussões na empresa, desde um reordenamento na estrutura decisória, passando por revisões de prioridades, até entraves do processo de obtenção de investimentos internacionais para construção da Linha 4. Em 1996, embora ainda congeiado o processo de negociação com o BIRD, a Companhia do Metropolitano de São Paulo decide revisar o PRP. Naquela época, a retomada do plano não teve relações com a retomada da construção da Linha 4, mas com a filosofia de planejamento da Companhia, marcada por atualizações perrnanentes de seus planos e programas, mantendo a aderência dos mesmos à realidade sócio-econômica para a qual foram concebidos e, portanto, garantindo habilitação dos mesmos para serem implantados quando assim convier à empresa. Nessa perspectiva, a Companhia do Metropoiitano de São Paulo determinou, em 1996, revisão do P.R.P, no sentido de compatibilizá-lo às alterações de contexto que se processaram no período Tais mudanças retiraram a aderência de algumas medidas do plano com a realidade contemporânea, exigindo portanto uma revisão das mesmas. Como resultados dos ajustes reaiizados ocorreram: a) Fusão dos dois temas (população e atividades econômicas) em um plano único, denominado Plano de Relocação e Reinserção de População e Atividades Econômicas - PAR (ver Anexo 4). A opção de fundir os dois temas nasce do propósito de racionalizar o cicio de planejamento e otimizar os mecanismos de implantação das ações. Tal decisão metodológica garante as singularidades de cada um dos temas, uma vez que ambos perseguem objetivos semelhantes de reposição de perdas e incentivo a reinserção domiciliar e empresarial; estão subordinados às mesmas diretrizes, possuem alguns mecanismos e ações em comum, além de adotarem um mesmo horizonte de implantação, guiado pelo cronograma de obras. b) Supressão do mecanismo Titulo de Crédito, adotado na versão 1994 do PRP. O referido mecanismo foi concebido tendo como pano de fundo uma situação econômica inflacionária. Sua função maior seria a de salvaguardar o valor recebido pelo imóvel, em especial para os casos de moradores mais idosos, sem familiaridade com aplicações financeiras, realizadas para garantir a correção de capital. Com uma inflação atualmente em tomo de 1% ao mês (contra quase 40% ao mês à época de 9

11 concepção do plano) o mecanismo perde sua aderência à realidade, tendo sido portanto excluído do elenco dos mecanismos compensatórios originalmente idealizados. c) Ajustes nos mecanismos de gestão do plano tendo em vista compatibilizá-los à atual estrutura organizacional da empresa que também foi alvo de reestruturação no período em tela. d) Manutenção dos objetivos, diretrizes, públicos alvo e estrutura dos programas adotados na versão Em 1998, dois fatos novos apontam a necessidade de outra revisão do plano: o A decisão de construir, também, o trecho Paulista-Luz, expandindo o projeto prioritário estabelecido em 1994 que referenciou o desenho dos planos para tratamento de população e empresas. Consequentemente, emerge a necessidade de rever a magnitude e o perfil da afetação de imóveis, verificando pertinência das propostas indicadas no PAR 96 ao novo universo e características de população e empresas atingidas por desapropriação. o As perspectivas da concessão da Linha 4, adotando-se a premissa de entregar, ao concessionário, a área necessária à construção do empreendimento totalmente liberada, nisto compreendido: desaproprações, deslocamento e reinserção de familias e empresas afetadas; bem como a demolição e desratização dos imóveis. Consequentemente, emerge como necessário revisar algumas referências de implantação do plano, em especial aquelas relacionadas com uma de suas principais diretrizes, qual seja, aquela de Antecipação. Na versão até então disponível do plano estava preconizado que o mesmo deveria estar totalmente implantado três meses antes do inicio das obras. No cenário da concessão, estas últimas não estão a cargo da Companhia do Metropolitano de São Paulo. Desloca-se, portanto a referência de conclusão da implantação do plano para a data de assinatura do contrato de concessão. O quadro incluido a seguir (ver Quadro 1) resume a evolução do plano para tratamento de população e empresas no período

12 Quadro 1 PLANO DE AÇÕES PARA RELOCAÇÃO DE POPULAÇÃO E EMPRESAS-PAR ( ) MECANISMOS PARA FACILITADORES PARA PÚBLICOS AQUISIÇÃO DE IMóVEL REQUISITOS AQUISIÇAO/LOCAÇÃO ALVO E LIBERAÇÃO DE ÁREA DE OUTRO IMóVEL DESAPROPRIAÇ O ACORDOSOBREPREÇODOIMOVEL TJTULO AMIGÁVEL DOCUMENTAÇÃO EM ORDEM CRÉDITO PRP / \ DISPONteIDADE DÉ FUNDOS LINHA DE LINHA DE LINHA DE FINANC. FINANC. COMPATIBILIDADE CRONOGRAMAFNFNAC FNNC PROP., \ ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~FINANC. Xl ~~JUDICIAL ACORDW SOBRE PREÇO DO )IMÓYEL BOLSA BOLSA BOLSA \\ DOCUMENTAACÃO EM ORIDEMASSTEC \ DISPONIBIUDADE DE FUNDOS \ COMPATIBlLIDADE CRONOGRAMA ASTC \ Ittt FORMAÇÃO M COOP. DESOCUPAÇÃO CONCORDÂNCIA PRAZO DE SAIDA PAGTO 3AALUG. 3ALUG. AU. 3ALO 3AU. AMIGÁVEL ~~~~~~~~~~~~~~~3 MUDANÇA MUDANÇA MUDANÇA 9 DESOCUPAÇÃO _ DISCORDANCIA PRAZO DE SAIDA BOLSA BOLSA BOLSA IMóVEIS IMóVEIS IMÓVEIS

13 2. QUADRO DE REFERÊNCIA 2.1 O EMPREENDIMENTO E SEU CONTEXTO O plano registrado no terceiro capitulo desse documento, visa equacionar impactos associados à implantação da Linha 4-Amarela, Morumbi 1 Luz, do sistema metroviário da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). Esse projeto integra-se à rede de alta capacidade existente, promovendo maior acessibilidade a diversas porções da RMSP. Sua proponente é a Companhia do Metropolitano de São Paulo (CMSP) subordinada à Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos (STM). Constituída pela capital do Estado e por mais 38 municípios circunvizinhos, a Região Metropolitana de São Paulo, concentra cerca de 16,8 milhões de habitantes em uma área de aproximadamente km2. A metrópole se caracteriza por uma área central relativamente infra-estruturada com alta concentração de empregos e bairros onde reside grande parte da população de alta e média renda. Esta área exerce papel altamente polarizador das atividades econômicas. Contrapõe a esta área uma vasta zona periférica estruturada em tomo de um número reduzido de subcentros. Nesta periferia a cobertura de serviços de infra-estrutura, as taxas de emprego e a renda média familiar são significativamente menores que na área central. As densidades populacionais variam de um extremo de menos de 50 habitantes por hectare nas áreas periféricas, a valore superiores a 500 habitantes por hectare nas áreas centrais. Embora o processo polarizador da área central encontre-sem reversão, ainda é extrem a concentração de empregos na área central e expandida, o que reflete em perdas no deslocamento diário da população. Considerando a proporção dos modos de transporte no atendimento das 31,4 milhões de viagens produzidas na metrópole, percebe-se a precariedade da oferta do modo coletivo, principalmente de alta capacidade. Desse total de viagens, 10,8 milhõe se realizam a pé, 10,4 milhões pelo transporte coletivo e 10,1 milhões pelo transporte particular Perspectivas Futuras da Expansão do Sistema Estrutural de Transporte na RMSP. Diante do quadro descrito, a importância da expansão do sistema de alta capacidade toma-s evidente. O plano de expansão da rede de metrô com horizonte para o ano de 2010, leva em conta a utilização intensiva da rede ferroviária existente e a ampliação do sistema metroviário para 7 linhas - Proposta da Rede Básica de Metrô, com extensão de 146 km e um atendimento diário de 7,4 milhões de passageiros, triplicando número de passageiros transportados atualmente (ver Figura 1). Dentro desse plano a Linha 4-Amarela, Morumbi 1 Luz, operando com pátio em Vila Sônia, é considerada prioritária no atendimento à demanda da região Sudoeste como importante vetor de expansão das atividades econômicas da área central da Metrópole. A linha cumpre, também, papel de articulação da rede de alta capacidade, ao promover elevado número de interconexões com outras linhas ferroviárias e de metrô (ver Figura 2). 12

14 /~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~(Ffl Guarulhos Itaquaque- V ) > ( ç 0 ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~c,ç, _ i \,,<São Paulo > /,o mar» > - buaç k > I Sã~~~~~~~~oBead 9> tha-eiòbllc) / Emb~~~~~y& nt<li(xu d ap ih3 = $ X ~~ t -X +*t*x4- ~~~~~~~~~~,u >s r ( \ A S~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ -I.-4- th" =9faLIma.m `ip 7 NÕI, t a a- nzu luozano ccn«~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ro) 1// Guaçu (á ; t ) 0 G M,;wVrbana 8 Lm~.Cr~,ko firra v8

15 ij 4 J ii

16 A Linha 4, ora em estudo, é também parte integrante do plano de ação da Secretaria de Transportes Metropolitanos do Governo do Estado de São Paulo, à qual a Companhia do Metropolitano de São Paulo está subordinada (ver Figura 3). Esse plano de ação, denominado Plano Integrado de Transportes Urbanos para PITU 2020 tem como principal objetivo viabilizar a rede estrutural de expansão do sistema de alta capacidade. (ver Figura 4) A Linha 4 (Amarela) - Morumbi / Luz Na concepção geral do Plano Integrado dos Transportes Urbanos - PITU 2020 e no Plano de Expansão da Rede de Metrô, a Linha 4 - Amarela com extensâo até Vila Sônia, cumpre um papel fundamental na articulação das regiões oeste e sudoeste, predominantemente residenciais, hoje segregadas pela barreira natural do Rio Pinheiros, a importantes pólos da metrópole. A linha interligará diretamente dois importantes subcentros de atividades: o pólo Pinheiros 1 Faria Lima, de atendimento regional de comércio e serviços e o pólo Paulista, centro de negócios financeiros de serviços, cultura e saúde de abrangência metropolitana, além de acessar diretamente a região central. Através da integração intermodal, a linha permitirá ainda o acesso mais rápido a outras porções da metrópole. Com a integração intermodal e implantação de terminais de ônibus junto às estações prevê-se o seccionamento de cerca de 57 linhas de ônibus, gerando uma redução da quilometragem rodada pelo sistema, o que repercutirá de forma positiva na redução de poluentes emitidos por ônibus e na circulação viária em geral. A Linha 4 - Amarela propiciará, ainda, a reorganização e reestruturação do sistema de transporte por ónibus de densos bairros periféricos destas regiões, criando uma nova alternativa de trajeto - com redução dos tempos de viagens, maior conforto e segurança - para os usuários do transporte coletivo. O projeto compreende a construção da Linha 4 - Morumbi 1 Luz com extensão até Vila Sônia, com seu traçado desenvolvido em subterrâneo, com 15,894km de extensão, 14 estações e 6 terminais de integração intermodal. 2.2 EXPERIÊNCIA DA COMPANHIA DO METROPOLITANO DE SÃO PAULO NO TRATAMENTO DE IMPACTOS SÓCIO-AMBIENTAIS O Tratamento das Questões Sócio-Ambientais Associadas à Linha 4 A Linha 4 é a primeira linha de metrô a passar por todo o processo de licenciamento ambiental, cumprindo determinação definida através da Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA. Esse licenciamento prevê a elaboração de Estudo de Impacto Ambiental - EIA e o respectivo Relatório de Impacto Ambiental-RIMA, cuja aprovação é condicionante à implantação do empreendimento. Cabe ressaltar que em abril de 1997, tendo sido cumpridas as determinações da legislação ambiental brasileira e demais normas pertinentes, foi expedida a Licença Prévia para o empreendimento da Companhia do Metropolitano de São Paulo, denominado Linha 4-Amarela trecho Vila Sônia-Paulista e em junho de 1999, a Licença Prévia do trecho Paulista-Luz (ver Anexos 15 e 16). 15

17 Figura 3 QUADRO INSTITUCIONAL DO SISTEMA DE TRANSPORTE COLETIVO DA RMSP I COMPANHIA DO METROPOLITANO J Operadora das DE SAO PAULO - METRó 1 Linhas de Metrô GOVERNO DO 4 SECRETARIA DE ESTADO DOS COMPANHIA PAULISTA DE TRENS Operadora das Linhas de Trens ESTADO DE SÃO PAULO TRANSPORTES METROPOLITANOS METROPOLITANOS - CPTM r Metropolitanos (PassageF os) j EMPRESA METROPOLITANA DE Operadora e Fiscalizadora doia TRANSPORTES URBANOS - EMTU Sistema de ónibus Intermunicipal PREFEITURAS DOS MUNICIPIOS j EMPRESAS PRIVADAS Operadoras de Linhas DA REGIÃO METROPOLITANA DE ÕNIBUS de denibus Municipais

18 PLANO INTEGRADO DE TRANSPORTES URBANOS - PITU 2020 Arujá Guaru >os Santana do A \, / - Da~ Itaquaque- Parnaíba. Sancetubat _uaçu ã Paulo São JBernardo z r /J LV~/{ITaboã f.;«ssuao,b Cara) o amo Embu- v EEND,L A - -da Guaçu t/< Mxa<uór>< tx >" / ~~~~~~~~~~~~São Bernardo ><=ra;2' :2 so Campo L: a m <, f X ~~~~~~~~~~~~do t r- ~~~~~~~\9Lhz ( f55<j \t 0 Metn7posit:1no,~ ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~20 1 2iê

19 A experiência da Companhia do Metropolitano de São Paulo, com a gestão de questões sócio-ambientais antecede a essa legislação. Ao longo dos 30 anos de sua existência, a Companhia do Metropolitano de São Paulo desenvolveu um conjunto de normas e procedimentos referentes ao planejamento de sua rede e à operação de suas linhas, crescendo a preocupação com tais questões e gerando novas formas de atuação. Dentre as transformações sócio-ambientais provocadas por uma linha de metrô, os impactos sobre o patrimônio econômico e social urbano constituem um tema crítico, pois evidenciam a multiplicidade de fatores envolvidos num processo de mudança que implica em ganhos e perdas para diferentes atores A Experiência da CMSP com a Desapropriação de Imóveis O principio adotado nas desapropriações relativas à Linha Norte-Sul, a primeira linha a ser implantada em 1974, foi o de restringir ao mínimo necessário a área dos imóveis a desapropriar. A avaliação daquela experiência, permitiu ao longo do tempo, detectar alguns tipos de problemas decorrentes da forma de implantação da linha. O principal deles diz respeito à paralisação das transações imobiliárias e posterior valorização imobiliária acelerada, não captada socialmente, na medida em que a excessiva valorização não permitiu a implantação de equipamentos complementares ao metrô. O plano de desapropriação das obras da Linha Leste-Oeste, em 1979, procurou se orientar de forma diferente, instrumentado pelas zonas especiais constantes da Lei de Zoneamento da cidade. Assim, a criação da zona especial Z8 - ZML (Zona Metrô Leste) previa a implantação do sistema metrô aliado a adequações do sistema viáno, terminais de ônibus, estações de transferência, remanejamento da rede ferroviária e obras complementares. Apoiado num amplo programa de urbanização, o plano de desapropriação apontava cerca de imóveis a desapropriar, configurando-se porém numa oportunidade para suscitar planos de reorientação do crescimento da cidade. O efeito da paralisação das transações imobiliárias decorrentes da implantação da linha se observa a partir do cinturão imediatamente contíguo ao traçado apontando para a canalização de capitais privados para sua transformação, onde, nesse momento o setor privado se constituiria em agente executor dos planos e projetos fixados pelo poder público. O efeito gerado pelas desapropriações se refletiram por outro lado, no clima de apreensão e incerteza causados à população diretamente atingida, com destaque à situação dos cidadãos de baixa renda com maiores dificuldades de resolver seu problema habitacional. No que se refere a esse item, a Companhia do Metropolitano de São Paulo mantinha proposições de assegurar remuneração adequada aos desapropriados em ressarcimento aos seus imóveis e o atendimento aos desalojados, colocando à sua disposição recursos humanos, materiais e financeiros, oferecendo à população opções na resolução de seus problemas em conjunto com o Metrô e agentes públicos diretamente vinculados à urbanização e habitação. A política de desapropriações da Companhia do Metropolitano de São Paulo, que na década de 70 e início dos anos 80, quando foram implantadas as linhas Norte/Sul e Leste/Oeste se pautava pelo favorecimento de acordos amigáveis, com o agravamento da crise econômica no pais se altera para a preferência de encaminhamento judicial. Assim, dos imóveis desapropriados na Linha Norte/Sul, 75% ocorreram de forma amigável e 25% por ação judicial. Na Linha Leste/Oeste, 55% dos imóveis desapropriados, se fizeram por acordo e 45% por ação judicial. Na extensão Norte e no trecho Clínicas - Ana Rosa, de implantação mais recente, apesar do número bastante reduzido de imóveis atingidos, as desapropriações ocorreram em mais de 90% pela via judicial. 18

20 Desde então, o aperfeiçoamento das técnicas de construção subterrânea tende a reduzir a área de interferência direta ao mínimo necessário, e, levaram a um processo de revisão de normas e condutas da Companhia do Metropolitano de São Paulo quanto a desapropriação, voltando a favorecer indenizações amigáveis e uma nova política de tratamento para a questão. Dentro desse contexto, para a Linha 4, com extensão até Vila Sônia, o número de desapropriações restringiu-se ao mínimo necessário e, foi concebido o Plano de Relocação que procura garantir a reinserção da população e atividades econômicas deslocada compulsoriamente, por força de implantação da linha. A experiência desse plano deverá, ainda, implicar numa forma de atuação da Companhia do Metropolitano de São Paulo no tratamento da questão do deslocamento compulsório, em seus próximos empreendimentos. 19

AS PRINCIPAIS MUDANÇAS PROPOSTAS PELA PREFEITURA DE SÃO PAULO PARA O NOVO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO

AS PRINCIPAIS MUDANÇAS PROPOSTAS PELA PREFEITURA DE SÃO PAULO PARA O NOVO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO AS PRINCIPAIS MUDANÇAS PROPOSTAS PELA PREFEITURA DE SÃO PAULO PARA O NOVO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO Marcia Heloisa P. S. Buccolo, consultora jurídica de Edgard Leite Advogados

Leia mais

Odebrecht TransPort traça novas rotas brasileiras

Odebrecht TransPort traça novas rotas brasileiras nº 342 outubro 2014 Odebrecht TransPort traça novas rotas brasileiras Odebrecht 70 anos: projetos que contribuem para melhorar as opções de mobilidade urbana das comunidades Odebrecht Infraestrutura Brasil

Leia mais

Mapa 09 Área Central de PiracicabaOcupação do Solo. Urbano

Mapa 09 Área Central de PiracicabaOcupação do Solo. Urbano L E I T U R A E I N T E R P R E T A Ç Ã O D A S I T U A Ç Ã O U R B A N A Mapa 09 de PiracicabaOcupação do Solo Urbano P L A N O D E A Ç Ã O P A R A R E A B I L I T A Ç Ã O U R B A N A D A Á R E A C E

Leia mais

Manual do Usuário. Pré-Cadastro de Participantes. 08.11.2004 Versão 1.1

Manual do Usuário. Pré-Cadastro de Participantes. 08.11.2004 Versão 1.1 Manual do Usuário Pré-Cadastro de Participantes 08.11.2004 Versão 1.1 Índice 1. Introdução ao Pré-Cadastro...3 1.1. Pré-Cadastro de pessoa Física...3 1.1.1. Termo...3 1.1.2. Dados de identificação...4

Leia mais

PLANEJAMENTO E AVALIAÇAO DE SAÚDE PARA IDOSOS: O AVANÇO DAS POLITICAS PÚBLICAS

PLANEJAMENTO E AVALIAÇAO DE SAÚDE PARA IDOSOS: O AVANÇO DAS POLITICAS PÚBLICAS PLANEJAMENTO E AVALIAÇAO DE SAÚDE PARA IDOSOS: O AVANÇO DAS POLITICAS PÚBLICAS Renata Lívia Silva F. M. de Medeiros (UFPB) Zirleide Carlos Felix (UFPB) Mariana de Medeiros Nóbrega (UFPB) E-mail: renaliviamoreira@hotmail.com

Leia mais

OPERAÇÕES URBANAS CONSORCIADAS Instrumentos de viabilização de projetos urbanos integrados

OPERAÇÕES URBANAS CONSORCIADAS Instrumentos de viabilização de projetos urbanos integrados OPERAÇÕES URBANAS CONSORCIADAS Instrumentos de viabilização de projetos urbanos integrados DEAP/SNAPU/MCIDADES Maio/2015 Contexto brasileiro Necessidade de obras públicas para requalificação e reabilitação

Leia mais

MINISTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Nacional de Habitação. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Representação de Apoio ao Desenvolvimento Urbano

MINISTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Nacional de Habitação. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Representação de Apoio ao Desenvolvimento Urbano MINISTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Nacional de Habitação CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Representação de Apoio ao Desenvolvimento Urbano SNHIS / FNHIS - Lei nº 11.124/05 REQUISITOS PARA ADESÃO DOS MUNICÍPIOS AO

Leia mais

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es).

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es). A QUALIDADE DE VIDA SOB A ÓTICA DAS DINÂMICAS DE MORADIA: A IDADE ENQUANTO UM FATOR DE ACÚMULO DE ATIVOS E CAPITAL PESSOAL DIFERENCIADO PARA O IDOSO TRADUZIDO NAS CONDIÇÕES DE MORADIA E MOBILIDADE SOCIAL

Leia mais

Cidade de São Paulo. 3ª CLÍNICA INTEGRADA ENTRE USO DO SOLO E TRANSPORTES Rio, out/2011

Cidade de São Paulo. 3ª CLÍNICA INTEGRADA ENTRE USO DO SOLO E TRANSPORTES Rio, out/2011 Cidade de São Paulo 3ª CLÍNICA INTEGRADA ENTRE USO DO SOLO E TRANSPORTES Rio, out/2011 LOCALIZAÇÃO POPULAÇÃO (Censo 2010) RMSP...19.683.975 habitantes Município de São Paulo...11.253.563 habitantes Estatuto

Leia mais

O que é o PLHIS? Quais são os beneficiários do PLHIS? Quais são as exigências do PLHIS?

O que é o PLHIS? Quais são os beneficiários do PLHIS? Quais são as exigências do PLHIS? O que é o PLHIS? Quais são os beneficiários do PLHIS? Quais são as exigências do PLHIS? Planejamento Planejamento é uma das condições para a prática profissional dos Assistente Social (BARBOSA, 1991).

Leia mais

Etapa 01 Proposta Metodológica

Etapa 01 Proposta Metodológica SP Etapa 01 Proposta Metodológica ConsultGEL - Rua: : José Tognoli, 238, Pres., 238, Pres. Prudente, SP Consultores Responsáveis, SP Élcia Ferreira da Silva Fone: : (18) 3222 1575/(18) 9772 5705 João Dehon

Leia mais

Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais. Secretaria Nacional de Programas Urbanos

Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais. Secretaria Nacional de Programas Urbanos Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais Secretaria Nacional de Programas Urbanos CONCEITOS Área Urbana Central Bairro ou um conjunto de bairros consolidados com significativo acervo edificado

Leia mais

PESQUISA DE MOBILIDADE DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO PRINCIPAIS RESULTADOS PESQUISA DOMICILIAR DEZEMBRO DE 2013

PESQUISA DE MOBILIDADE DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO PRINCIPAIS RESULTADOS PESQUISA DOMICILIAR DEZEMBRO DE 2013 PESQUISA DE MOBILIDADE DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO PRINCIPAIS RESULTADOS PESQUISA DOMICILIAR DEZEMBRO DE 2013 SUMÁRIO Página Capítulo 3 Objetivos, conceitos utilizados e metodologia 12 Dados socioeconômicos

Leia mais

SP-URBANISMO. Nova Luz Projeto Urbanístico Consolidado

SP-URBANISMO. Nova Luz Projeto Urbanístico Consolidado SP-URBANISMO Nova Luz Projeto Urbanístico Consolidado Setembro 2011 Perímetro da Nova Luz Sala São Paulo Parque da Luz Praça Princesa Isabel Largo do Arouche Igreja de Santa Ifigênia Praça da República

Leia mais

Informações do Convênio N.o 001/2008 - Linha 3, Lote 2 do Metrô do Rio de Janeiro:

Informações do Convênio N.o 001/2008 - Linha 3, Lote 2 do Metrô do Rio de Janeiro: Informações do Convênio N.o 001/2008 - Linha 3, Lote 2 do Metrô do Rio de Janeiro: A - SeMOB participa do Convênio em questão na condição de Concedente. O Convênio n 00112008 foi celebrado em 30/12/2008

Leia mais

Simon Schwartzman. A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade.

Simon Schwartzman. A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade. A educação de nível superior superior no Censo de 2010 Simon Schwartzman (julho de 2012) A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade. Segundo os dados mais recentes, o

Leia mais

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO URBANO. PROJETO DE LEI Nº 4.992, de 2005

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO URBANO. PROJETO DE LEI Nº 4.992, de 2005 COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO URBANO PROJETO DE LEI Nº 4.992, de 2005 Dispõe sobre o financiamento e desenvolvimento de programas habitacionais sociais, destinados à população de baixa renda e dá outras

Leia mais

ESTADO DA BAHIA PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMAÇARI SECRETARIA DE HABITAÇÃO - SEHAB

ESTADO DA BAHIA PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMAÇARI SECRETARIA DE HABITAÇÃO - SEHAB PROJETO BÁSICO CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA EXECUÇÃO DO PROJETO DE TRABALHO TÉCNICO SOCIAL NO RESIDENCIAL MORADA DOS CANÁRIOS CAMAÇARI PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA Camaçari, 10 de julho de 2015. 1. ANTECEDENTES

Leia mais

Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia.

Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia. Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia. Introdução Sávio Marcos Garbin Considerando-se que no contexto atual a turbulência é a normalidade,

Leia mais

O MERCADO DE TRABALHO NO AGLOMERADO URBANO SUL

O MERCADO DE TRABALHO NO AGLOMERADO URBANO SUL O MERCADO DE TRABALHO NO AGLOMERADO URBANO SUL Abril /2007 O MERCADO DE TRABALHO NO AGLOMERADO URBANO SUL A busca de alternativas para o desemprego tem encaminhado o debate sobre a estrutura e dinâmica

Leia mais

Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume 1

Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume 1 Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume 1 Entenda quais são os Instrumentos de Planejamento e Gestão Urbana que serão revistos Revisão Participativa

Leia mais

MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V. Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo.

MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V. Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo. 1 MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo Maio/ 2014 Metodologia 2 Metodologia 3 Técnica Pesquisa quantitativa,

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO EDITAL 040/2010 - PROJETO BRA/06/032 CÓDIGO: ARRANJO INSTITUCIONAL O Projeto BRA/06/032 comunica

Leia mais

REQUERIMENTO N o, DE 2015

REQUERIMENTO N o, DE 2015 REQUERIMENTO N o, DE 2015 (Da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio) Requer a criação e constituição de Comissão Especial destinada a proferir parecer ao Projeto de Lei Complementar

Leia mais

GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS EM MACEIÓ CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RECOMENDAÇÃO Nº 02, DE 02 DE MARÇO DE 2005

GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS EM MACEIÓ CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RECOMENDAÇÃO Nº 02, DE 02 DE MARÇO DE 2005 GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS EM MACEIÓ CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RECOMENDAÇÃO Nº 02, DE 02 DE MARÇO DE 2005 O Plenário do Conselho de Previdência Social em sua 6ª Reunião Ordinária, realizada em 02/03/2005,

Leia mais

Manutenção das desigualdades nas condições de inserção

Manutenção das desigualdades nas condições de inserção A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE MARÇO 2014 Manutenção das desigualdades nas condições de inserção De maneira geral, as mulheres enfrentam grandes dificuldades

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Julho 2009

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Julho 2009 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Julho 2009 Desafios do Programa Habitacional Minha Casa Minha Vida Profa. Dra. Sílvia Maria Schor O déficit habitacional brasileiro é

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego

Pesquisa Mensal de Emprego Pesquisa Mensal de Emprego EVOLUÇÃO DO EMPREGO COM CARTEIRA DE TRABALHO ASSINADA 2003-2012 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE 2 Pesquisa Mensal de Emprego - PME I - Introdução A Pesquisa

Leia mais

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Jacaré Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Jacaré Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.1 Programa de Gerenciamento Ambiental NOV/2013 CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já Realizadas... 2 2. Justificativa... 4 3. Objetivos... 5 4. Área de Abrangência...

Leia mais

Sistema Metro-Ferroviário e a Integração Metropolitana do Transporte na RMPA

Sistema Metro-Ferroviário e a Integração Metropolitana do Transporte na RMPA MOBILIDADE URBANA EM REGIÕES METROPOLITANAS Sistema Metro-Ferroviário e a Integração Metropolitana do Transporte na RMPA Marco Aurélio Spall Maia Diretor Presidente TRENSURB-Porto Alegre Região Metropolitana

Leia mais

CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO

CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO FUNDO COMUM PARA OS PRODUTOS BÁSICOS (FCPB) BUSCA CANDIDATURAS A APOIO PARA ATIVIDADES DE DESENVOLVIMENTO DOS PRODUTOS BÁSICOS Processo de

Leia mais

Terceira Clínica de Integração entre Uso de Solo e Transporte, e sua Conexão com a Qualidade do Ar e a Mudança Climática

Terceira Clínica de Integração entre Uso de Solo e Transporte, e sua Conexão com a Qualidade do Ar e a Mudança Climática Terceira Clínica de Integração entre Uso de Solo e Transporte, e sua Conexão com a Qualidade do Ar e a Mudança Climática Outubro 2011 1. Ferramentas de Financiamento e seu Uso a) Que ferramentas para a

Leia mais

1 INTRODUÇÃO. 1.1 Motivação e Justificativa

1 INTRODUÇÃO. 1.1 Motivação e Justificativa 1 INTRODUÇÃO 1.1 Motivação e Justificativa A locomoção é um dos direitos básicos do cidadão. Cabe, portanto, ao poder público normalmente uma prefeitura e/ou um estado prover transporte de qualidade para

Leia mais

A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM

A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM DECRETO nº 1098, de 12 de fevereiro de 2009 Dispõe sobre alocação, denominação e atribuições dos órgãos que compõem a estrutura organizacional do Gabinete da Prefeita e dá outras providências. A PREFEITA

Leia mais

FGTS 45 ANOS DE DESENVOLVIMENTO O BRASIL E PROMOVENDO A CIDADANIA

FGTS 45 ANOS DE DESENVOLVIMENTO O BRASIL E PROMOVENDO A CIDADANIA FGTS 45 ANOS DE DESENVOLVIMENTO O BRASIL E PROMOVENDO A CIDADANIA Inês Magalhães Secretária Nacional de Habitação Ministério das Cidades Brasília, 24 de novembro de 2011 Política Nacional de Habitação

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego - PME

Pesquisa Mensal de Emprego - PME Pesquisa Mensal de Emprego - PME Dia Internacional da Mulher 08 de março de 2012 M U L H E R N O M E R C A D O D E T R A B A L H O: P E R G U N T A S E R E S P O S T A S A Pesquisa Mensal de Emprego PME,

Leia mais

VERTICALIZAÇÃO E CUSTO DA TERRA: TENDÊNCIAS DE EXPANSÃO DA CIDADE DE CURITIBA

VERTICALIZAÇÃO E CUSTO DA TERRA: TENDÊNCIAS DE EXPANSÃO DA CIDADE DE CURITIBA VERTICALIZAÇÃO E CUSTO DA TERRA: TENDÊNCIAS DE EXPANSÃO DA CIDADE DE CURITIBA Gislene Pereira Universidade Federal do Paraná (UFPR) gislenepereira42@gmail.com Bruna Gregorini Universidade Federal do Paraná

Leia mais

DELIBERAÇÃO NORMATIVA CGFPHIS Nº 016, DE 28 DE MAIO DE 2013

DELIBERAÇÃO NORMATIVA CGFPHIS Nº 016, DE 28 DE MAIO DE 2013 Deliberação Normativa nº 016, de 28 de maio de 2013. Reedita, com alterações, a Deliberação Normativa nº 014, de 11 de setembro de 2012, que aprovou a implantação do PROGRAMA CASA PAULISTA APOIO AO CRÉDITO

Leia mais

LEI N 547, DE 03 DE SETEMBRO DE 2010.

LEI N 547, DE 03 DE SETEMBRO DE 2010. Pág. 1 de 5 LEI N 547, DE 03 DE SETEMBRO DE 2010. CRIA O FUNDO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL FMHIS E INSTITUI O CONSELHO GESTOR DO FMHIS. O PREFEITO MUNICIPAL DE CRUZEIRO DO SUL ACRE, EM EXERCÍCIO,

Leia mais

DOCUMENTO DE CONSULTA MODELO DE ABERTURA À INICIATIVA PRIVADA DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS DE LISBOA

DOCUMENTO DE CONSULTA MODELO DE ABERTURA À INICIATIVA PRIVADA DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS DE LISBOA DOCUMENTO DE CONSULTA MODELO DE ABERTURA À INICIATIVA PRIVADA DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS DE LISBOA Fevereiro de 2014 AVISO: Este Documento de Consulta é exclusivamente informativo,

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 19/2015

NOTA TÉCNICA Nº 19/2015 NOTA TÉCNICA Nº 19/2015 Brasília, 3 de Novembro de 2015. ÁREA: Planejamento Territorial e Habitação TÍTULO: Novidades na operacionalização do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV) em sua Terceria Fase

Leia mais

Investimento para Mulheres

Investimento para Mulheres Investimento para Mulheres Sophia Mind A Sophia Mind Pesquisa e Inteligência de Mercado é a empresa do grupo de comunicação feminina Bolsa de Mulher voltada para pesquisa e inteligência de mercado. Cem

Leia mais

6. Leitura e Interpretação da Situação Urbana PLANO DE AÇÃO PARA REABILITAÇÃO URBANA DA ÁREA CENTRAL DE PIRACICABA 27

6. Leitura e Interpretação da Situação Urbana PLANO DE AÇÃO PARA REABILITAÇÃO URBANA DA ÁREA CENTRAL DE PIRACICABA 27 6. Leitura e Interpretação da Situação Urbana PLANO DE AÇÃO PARA REABILITAÇÃO URBANA DA ÁREA CENTRAL DE PIRACICABA 27 6. Leitura e Interpretação da Situação Urbana 6.1. A Dinâmica de Uso e Ocupação do

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego PME. Algumas das principais características dos Trabalhadores Domésticos vis a vis a População Ocupada

Pesquisa Mensal de Emprego PME. Algumas das principais características dos Trabalhadores Domésticos vis a vis a População Ocupada Pesquisa Mensal de Emprego PME Algumas das principais características dos Trabalhadores Domésticos vis a vis a População Ocupada Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Algumas das principais

Leia mais

Revisão Participativa. dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo

Revisão Participativa. dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume II Revisão Participativa do Plano Diretor Estratégico (PDE) 1. A importância do PDE (Plano Diretor Estratégico)

Leia mais

Urban View. Urban Reports. Fielzão e seu impacto na zona Leste

Urban View. Urban Reports. Fielzão e seu impacto na zona Leste Urban View Urban Reports Fielzão e seu impacto na zona Leste Programa Falando em dinheiro, coluna Minha cidade, meu jeito de morar e investir Rádio Estadão ESPN Itaquera acordou com caminhões e tratores

Leia mais

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Fortuna II Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Fortuna II Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.1 Programa de Gerenciamento Ambiental NOV/2013 CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já Realizadas... 2 2. Justificativa... 4 3. Objetivos... 4 4. Área de Abrangência...

Leia mais

NÚCLEOS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

NÚCLEOS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA SERVIÇOS TÉCNICOS ESPECIALIZADOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DOS NÚCLEOS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA NOS INSTITUTOS QUE OPERAM NO ÂMBITO DA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE CONTRATO 189-01/2012 RELATÓRIO 1 30.09.2012

Leia mais

INVESTIMENTOS NO METRÔ DE SÃO PAULO

INVESTIMENTOS NO METRÔ DE SÃO PAULO INVESTIMENTOS NO METRÔ DE SÃO PAULO Fonte: Relatório 2001 do Governo do Estado de SP O sistema metroviário de São Paulo paga suas operações e ainda devolve aos cofres do Estado os investimentos realizados.

Leia mais

Centro Educacional Juscelino Kubitschek

Centro Educacional Juscelino Kubitschek Centro Educacional Juscelino Kubitschek ALUNO: N.º: DATA: / /2011 ENSINO FUNDAMENTAL SÉRIE: 6ª série/7 ano TURMA: TURNO: DISCIPLINA: GEOGRAFIA PROFESSOR: Equipe de Geografia Roteiro e lista de Recuperação

Leia mais

Nº ALGUMAS DAS PROPOSTAS INDICAÇÃO DA ALTERAÇÃO 1 Aumento do tamanho dos lotes:

Nº ALGUMAS DAS PROPOSTAS INDICAÇÃO DA ALTERAÇÃO 1 Aumento do tamanho dos lotes: Instituto Defenda Sorocaba aponta contradição no Plano Diretor 2014: meta de projeção de uma cidade sustentável e a ampliação do parcelamento de lotes são incompatíveis O Instituto Defenda Sorocaba (entidade

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher TERMO DE REFERENCIA Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Supervisão Geral No âmbito do Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher, conveniado com a Secretaria Especial

Leia mais

MODELO DE CARTA-CONSULTA PAC 2 MOBILIDADE MÉDIAS CIDADES IDENTIFICAÇÃO DO PROPONENTE

MODELO DE CARTA-CONSULTA PAC 2 MOBILIDADE MÉDIAS CIDADES IDENTIFICAÇÃO DO PROPONENTE MODELO DE CARTA-CONSULTA PAC 2 MOBILIDADE MÉDIAS CIDADES IDENTIFICAÇÃO DO PROPONENTE Proponente: Município Beneficiado: Estado: Nome Entidade: CNPJ: Endereço da Sede: CEP: Tel/Fax: Representante Legal:

Leia mais

Estas seriam isentas de contribuição predial ou qualquer outra taxa camarária, durante os primeiros dez anos do período de amortização.

Estas seriam isentas de contribuição predial ou qualquer outra taxa camarária, durante os primeiros dez anos do período de amortização. «CASAS ECONÓMICAS» Desde há muito que se ouve falar no conceito de casas económicas, mas nem sempre o cidadão comum percebe o que realmente são e em que contexto elas apareceram, e, o que tem a Caixa Geral

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa DECRETO Nº 51.307, DE 20 DE MARÇO DE 2014. (publicado no DOE n.º 055, de 21 de março de 2014) Estabelece o Sistema

Leia mais

Como estruturar empreendimentos mistos

Como estruturar empreendimentos mistos 1 Como estruturar empreendimentos mistos Por Mariana Borges Altmayer Advogada esclarece dúvidas sobre o registro de incorporação, a convenção de condomínio e o modelo de gestão para empreendimentos de

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social. A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social. A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV SILVA, D. Pollyane¹ MORO, M. Silvana ² SOUSA, G. Cristiane³ Resumo Este trabalho tem o intuito de descrever a Prática Profissional

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EM EMPRESAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL DE MÉDIO PORTE NO BRASIL. Elisabete Maria de Freitas Arquiteta

Leia mais

PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO DE USO E OCUPAÇÃO DO CÂMPUS ITAJAÍ

PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO DE USO E OCUPAÇÃO DO CÂMPUS ITAJAÍ PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO DE USO E OCUPAÇÃO DO CÂMPUS ITAJAÍ Agosto/2014 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS Roteiro

PLANO DE NEGÓCIOS Roteiro Anexo 3 PLANO DE NEGÓCIOS Roteiro 1. Capa 2. Sumário 3. Sumário executivo 4. Descrição da empresa 5. Planejamento Estratégico do negócio 6. Produtos e Serviços 7. Análise de Mercado 8. Plano de Marketing

Leia mais

CRESCIMENTO DO SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL FAVORECE A EXPANSÃO DE POSTOS DE TRABALHO E DO RENDIMENTO

CRESCIMENTO DO SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL FAVORECE A EXPANSÃO DE POSTOS DE TRABALHO E DO RENDIMENTO Nº 4 Outubro CRESCIMENTO DO SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL FAVORECE A EXPANSÃO DE POSTOS DE TRABALHO E DO RENDIMENTO Em, a retomada do crescimento econômico em patamar superior ao verificado nos últimos anos

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos:

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos: 1 INTRODUÇÃO Sobre o Sou da Paz: O Sou da Paz é uma organização que há mais de 10 anos trabalha para a prevenção da violência e promoção da cultura de paz no Brasil, atuando nas seguintes áreas complementares:

Leia mais

Experiência: Centro de Pesquisas do HCPA: inovando a gestão da pesquisa por meio de laboratórios compartilhados

Experiência: Centro de Pesquisas do HCPA: inovando a gestão da pesquisa por meio de laboratórios compartilhados Experiência: Centro de Pesquisas do HCPA: inovando a gestão da pesquisa por meio de laboratórios compartilhados Hospital de Clínicas de Porto Alegre Administração Central Responsável: Sérgio Carlos Eduardo

Leia mais

Visita a Cortiços em São Paulo Uma Experiência Didática

Visita a Cortiços em São Paulo Uma Experiência Didática Visita a Cortiços em São Paulo Uma Experiência Didática Valéria Grace Costa ***, Antônio Cláudio Moreira Lima e Moreira, Suzana Pasternak, Maria de Lourdes Zuquim, Simone Cotic Clarissa Souza, Letícia

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE SÃO JOÃO DE MERITI

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE SÃO JOÃO DE MERITI PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE SÃO JOÃO DE MERITI PROCESSO: 0007733-93.2015.4.02.5110 (2015.51.10.007733-0) AUTOR: MINISTERIO PUBLICO FEDERAL REU: MUNICIPIO DE BELFORD ROXO Fls

Leia mais

Urban View. Urban Reports. Higienópolis: como o metrô de gente diferenciada influencia no mercado imobiliário

Urban View. Urban Reports. Higienópolis: como o metrô de gente diferenciada influencia no mercado imobiliário Urban View Urban Reports Higienópolis: como o metrô de gente diferenciada influencia no mercado imobiliário Programa Falando em dinheiro, coluna Minha cidade, meu jeito de morar e investir Rádio Estadão

Leia mais

PROGRAMA PROREDES BIRD

PROGRAMA PROREDES BIRD ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA PROGRAMA PROREDES BIRD TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR INDIVIDUAL PARA APOIO TÉCNICO À GESTÃO DOS PROJETOS DE RESTAURAÇÃO

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PROCURADORIA-GERAL DO ESTADO PARECER Nº 12672

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PROCURADORIA-GERAL DO ESTADO PARECER Nº 12672 PARECER Nº 12672 Faixas de domínio marginais às estradas de rodagem cuja exploração é objeto de contrato de concessão. Uso por particulares, sem exclusividade. Autorização. Competência. Licitação. Expondo

Leia mais

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1 Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I Atenção Básica e a Saúde da Família 1 O acúmulo técnico e político dos níveis federal, estadual e municipal dos dirigentes do SUS (gestores do SUS) na implantação

Leia mais

Taxa de desocupação foi de 9,3% em janeiro

Taxa de desocupação foi de 9,3% em janeiro Taxa de desocupação foi de 9,3% em janeiro A taxa de desocupação registrada pela Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, nas seis principais Regiões Metropolitanas do país (Recife, Salvador, Belo Horizonte,

Leia mais

A menor distância entre você mil consumidores

A menor distância entre você mil consumidores A menor distância entre você e 200 mil consumidores O privilégio de estar localizado no melhor pontode Cotia! Entrada da Cidade Av. Antônio Mathias de Camargo São Roque Itapevi Barueri Jandira Carapicuíba

Leia mais

EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA

EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

Aula 1 Introdução à Avaliação Econômica de Projetos Sociais

Aula 1 Introdução à Avaliação Econômica de Projetos Sociais Aula 1 Introdução à Avaliação Econômica de Projetos Sociais Avaliar é... Emitir juízo de valor sobre algo. Avaliação Econômica é... Quantificar o impacto e o retorno econômico de um projeto, com base em

Leia mais

1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS

1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS 1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS 1.1. Diretoria Executiva (DEX) À Diretora Executiva, além de planejar, organizar, coordenar, dirigir e controlar as atividades da Fundação, bem como cumprir e fazer cumprir

Leia mais

SEMINÁRIOS TEMÁTICOS. Mesa 1: Produção Habitacional : programas de financiamento da habitação de interesse social

SEMINÁRIOS TEMÁTICOS. Mesa 1: Produção Habitacional : programas de financiamento da habitação de interesse social SEMINÁRIOS TEMÁTICOS Mesa 1: Produção Habitacional : programas de financiamento da habitação de interesse social Maria do Carmo Avesani Diretora do Departamento de Produção Habitacional Secretaria Nacional

Leia mais

Emprego doméstico na Região Metropolitana de Porto Alegre em 2013

Emprego doméstico na Região Metropolitana de Porto Alegre em 2013 EMPREGO DOMÉSTICO NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE ABRIL 2014 Emprego doméstico na Região Metropolitana de Porto Alegre em Em, diminuiu o número de empregadas domésticas na

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

Mídias sociais como apoio aos negócios B2C

Mídias sociais como apoio aos negócios B2C Mídias sociais como apoio aos negócios B2C A tecnologia e a informação caminham paralelas à globalização. No mercado atual é simples interagir, aproximar pessoas, expandir e aperfeiçoar os negócios dentro

Leia mais

FICHA DE CADASTRO EMPRETEC. Município Data: / /

FICHA DE CADASTRO EMPRETEC. Município Data: / / FICHA DE CADASTRO EMPRETEC Município Data: / / Caro Empreendedor, Obrigado por seu interesse pelo Empretec, um dos principais programas de desenvolvimento de empreendedores no Brasil e no Mundo! As questões

Leia mais

FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO URBANO

FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO URBANO FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO URBANO As condições para o financiamento do desenvolvimento urbano estão diretamente ligadas às questões do federalismo brasileiro e ao desenvolvimento econômico. No atual

Leia mais

No presente estudo foram consideradas as seguintes premissas:

No presente estudo foram consideradas as seguintes premissas: 11. ANÁLISE DE VIABILIDADE ECONÔMICA O presente capítulo consiste da avaliação econômica do Plano Estadual de Recursos Hídricos. Esta avaliação objetiva quantificar e demonstrar os impactos da implementação

Leia mais

FAQ Perguntas Frequentes

FAQ Perguntas Frequentes FAQ Perguntas Frequentes Índice 01. Incorporação Imobiliária...3 02. Contrato...4 03. Pagamento e Boletos...5 04. Financiamento...6 05. Distrato e Transferência...8 06. Documentações...9 07. Instalação

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL RESOLUÇÃO Nº 21 DE 10 DE OUTUBRO DE 2001

CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL RESOLUÇÃO Nº 21 DE 10 DE OUTUBRO DE 2001 Publicada no D.O.U. de 20/12/2001, Seção 1, Página 36 CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL RESOLUÇÃO Nº 21 DE 10 DE OUTUBRO DE 2001 Dispõe sobre a aprovação do Programa Jovem Agricultor

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE LEI N. 1.099, DE 1º DE DEZEMBRO DE 1993 "Dispõe sobre a constituição do Conselho Estadual do Bem-Estar Social e a criação do Fundo Estadual a ele vinculado e dá outras providências." O GOVERNADOR DO ESTADO

Leia mais

O Emprego Doméstico na Região Metropolitana de Belo Horizonte em 2013

O Emprego Doméstico na Região Metropolitana de Belo Horizonte em 2013 PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE Ano 19 Nº 13 - O Emprego Doméstico na Região Metropolitana de Belo Horizonte em A partir da aprovação da Emenda Constitucional n 72,

Leia mais

PLANO HABITACIONAL FRANCA PLHIS PLANO LOCAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL

PLANO HABITACIONAL FRANCA PLHIS PLANO LOCAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL PLANO HABITACIONAL FRANCA PLHIS PLANO LOCAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL HABITAÇÃO: COMO NECESSIDADE HUMANA ABRIGO As pessoas precisam de proteção para si e suas famílias contra as intempéries da natureza.

Leia mais

Programa San Tiago Dantas de Apoio ao Ensino de Relações Internacionais

Programa San Tiago Dantas de Apoio ao Ensino de Relações Internacionais C A P E S Programa San Tiago Dantas de Apoio ao Ensino de Relações Internacionais A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) convida as instituições públicas de ensino superior

Leia mais

PNAD - Segurança Alimentar 2004 2009. Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros

PNAD - Segurança Alimentar 2004 2009. Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros 1 of 5 11/26/2010 2:57 PM Comunicação Social 26 de novembro de 2010 PNAD - Segurança Alimentar 2004 2009 Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros O número de domicílios

Leia mais

Esta apresentação foi realizada no âmbito do projeto Moradia é Central durante o seminário do projeto em Recife.

Esta apresentação foi realizada no âmbito do projeto Moradia é Central durante o seminário do projeto em Recife. Esta apresentação foi realizada no âmbito do projeto Moradia é Central durante o seminário do projeto em Recife. Data: dia 29 de abril de 2009 Local: sede da ONG Etapas no Recife PROGRAMA REABILITAÇÃO

Leia mais

3.1 Planejar, organizar e realizar oficinas de mapeamento participativo utilizando técnicas de educação popular e promoção da saúde;

3.1 Planejar, organizar e realizar oficinas de mapeamento participativo utilizando técnicas de educação popular e promoção da saúde; EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 05/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 05/2012 TIPO: MELHOR TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

Ao considerar e ao explicitar a representação feita, nota-se sua lógica e o que levou o aluno a tal escolha. A partir dela, o professor pode chegar a

Ao considerar e ao explicitar a representação feita, nota-se sua lógica e o que levou o aluno a tal escolha. A partir dela, o professor pode chegar a 37 Ao trabalhar questões socioambientais e o conceito de natureza, podemos estar investigando a noção de natureza que os alunos constroem ou construíram em suas experiências e vivências. Alguns alunos

Leia mais

A inserção das mulheres nos mercados de trabalho metropolitanos e a desigualdade nos rendimentos

A inserção das mulheres nos mercados de trabalho metropolitanos e a desigualdade nos rendimentos A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO MARÇO 2013 A inserção das mulheres nos mercados de trabalho metropolitanos e a desigualdade nos rendimentos De maneira geral, as mulheres enfrentam grandes dificuldades

Leia mais

Política Institucional

Política Institucional ÍNDICE 1. OBJETIVO... 2 2. ABRANGÊNCIA... 2 3. DIRETRIZES E PRINCIPIOS... 2 4. PROCEDIMENTOS RELATIVOS A POTENCIAIS CONFLITOS DE INTERESSE... 3 5. PROCESSO DECISÓRIO DE VOTO... 3 6. MATÉRIAS OBRIGATÓRIAS...

Leia mais

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS PARA SOLICITAÇÃO DE BOLSA DE ESTUDO NÃO RESTITUÍVEL (BOLSA FILANTRÓPICA)

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS PARA SOLICITAÇÃO DE BOLSA DE ESTUDO NÃO RESTITUÍVEL (BOLSA FILANTRÓPICA) RELAÇÃO DE DOCUMENTOS PARA SOLICITAÇÃO DE BOLSA DE ESTUDO NÃO RESTITUÍVEL (BOLSA FILANTRÓPICA) 1. INFORMAÇÕES GERAIS 1.1 Será concedida a Bolsa Filantrópica com base nos critérios básicos consignados nos

Leia mais

Investimentos em imóveis de forma moderna e inteligente.

Investimentos em imóveis de forma moderna e inteligente. Investimentos em imóveis de forma moderna e inteligente. A possibilidade de diversificar o investimento e se tornar sócio dos maiores empreendimentos imobiliários do Brasil. Este material tem o objetivo

Leia mais

Política governamental e propostas para combate do déficit habitacional As Contribuições da CAIXA

Política governamental e propostas para combate do déficit habitacional As Contribuições da CAIXA Política governamental e propostas para combate do déficit habitacional As Contribuições da CAIXA 1 Conferência Internacional de Crédito Imobiliário do Banco Central do Brasil Experiência Internacional

Leia mais

Lei Complementar Estadual do Maranhão nº 89, de 17 de novembro de 2005. Cria a Região Metropolitana do Sudoeste Maranhense, e dá outras providências.

Lei Complementar Estadual do Maranhão nº 89, de 17 de novembro de 2005. Cria a Região Metropolitana do Sudoeste Maranhense, e dá outras providências. Lei Complementar Estadual do Maranhão nº 89, de 17 de novembro de 2005 Cria a Região Metropolitana do Sudoeste Maranhense, e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO MARANHÃO, Faço saber a todos

Leia mais