Entrevista exclusiva com mendes Ribeiro, Ministro da Agricultura, PecuÁria e. Pantaneiro PatrimÔnio de

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1 Entrevista exclusiva com mendes Ribeiro, Ministro da Agricultura, PecuÁria e Abastecimento Cavalo Pantaneiro PatrimÔnio de Mato Grosso do Sul Grupo Pinesso investe no Continente Africano e planta soja no Sudão

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3 palavra da presidente Os servidores públicos são os agentes executores dos programas de governo Glaucy da Conceição Ortiz Os servidores púlbicos no Brasil representam a segunda maior categoria em número, se considerar todas as esferas governamentais, perdendo apenas para a categoria dos comerciários. O grande diferencial entre esses trabalhadores, é que os servidores públicos são altamente especializados e preparados, pois além de assumirem funções mediante aprovação em concurso público, muitos têm anos de preparação e formação para desempenhar suas funções na totalidade que se exige. Dessa forma, os governantes não deveriam ver esses trabalhadores como um problema, como adversários lutando em lados opostos, mas sim parte da solução para transformação desta sociedade desigual e do modelo econômico insustentável, que tende ao fracasso e ao caos. Apesar disso, passamos por um grande momento de mobilizações no qual as entidades sindicais de trabalhadores de carreira têm se unido para fortalecer suas lutas. São buscas por melhores condições econômicas e sociais para seus representados. Por outro lado, não temos visto por parte do Governo disposição para equacionarmos o binômio direito da população e respeito ao servidor público. Sem essa relação equilibrada tenderemos mais ainda ao sucateamento do serviço público, com a substituição por serviços terceirizados e não qualificados, descompromissados e parciais, onde, cada vez mais, a ação do Estado tem sido diminuída e os interesses da sociedade prejudicados devido às ações de oportunistas que visam apenas benefícios próprios. Os sindicatos, como agentes transformadores da sociedade, não devem se isolar, mas despertar para a execução de ações que fortaleçam seus pares, mutuamente, apoiando políticas públicas que favoreçam o serviço público de qualidade, com condições de trabalho decente para os trabalhadores que o promovem. Na opinião de Chiquinho Pereira, presidente do Sindicato dos Padeiros de São Paulo: Há uma mudança, no mundo e no Brasil, que exige a abertura de um novo ciclo histórico para o movimento sindical. Temos de ir além do corporativismo-economicista e combinar os interesses econômicos e sociais imediatos das trabalhadoras e trabalhadores com os interesses democráticos, libertários e de justiça social do povo brasileiro. O papel do mundo do trabalho, do movimento sindical, é o de lutar sim por melhores salários e condições de trabalho, mas tem que, além disso, fazer avançar a democracia no sentido de construir uma nova civilização, humana, ética, justa socialmente e ambientalmente sustentável. Se esta parece uma solução aceitável, o que está faltando? Talvez, falte iniciativa dos nossos governantes em promover estas transformações, em iniciar um diálogo que coloque fim à queda de braço, onde quem sempre perde é a população. Ou falta vontade política para acabar com o tiroteio de acusações entre governo e servidores públicos, agravado principalmente pela omissão do Estado em cumprir suas obrigações constitucionais de fornecer melhores condições de vida para a população. Talvez, falte ainda credibilidade e compromisso político perante a sociedade, que se renova a cada campanha eleitoral. O servidor público é um agente do desenvolvimento, por isso deve ser levado em consideração e respeitado pelos próximos governantes. Sem ele, não há excelência e nem qualidade nos serviços prestados ao povo brasileiro. 4 Revista SIFEMS

4 expediente Diretoria Executiva do SIFEMS Sindicato dos Fiscais Estaduais de Mato Grosso do Sul Presidente Glaucy da Conceição Ortiz Vice-Presidente Mauro Rodrigo Rossetti Secretário Geral Luciano Chiochetta Diretora de Administração e Finanças Vera Lúcia Amaral de Oliveira Pereira Diretora de Publicidade e Eventos Flavia Queiroz Cusinato da Fonseca Secretária Geral (suplente) Angela Nunes Boni Diretora de Administração e Finanças (suplente) Milena Biasi Ferlin Diretor de Publicidade e Eventos (suplente) Fábio Shiroma de Araújo Editora Focus CNPJ / Diretora executiva Fátima Espíndola Endereço: Rua Otaviano de Souza, Bairro Monte Líbano Campo Grande-MS CEP: Tel: (67) ou (67) Caixa Postal 3515 Agência dos Correios da Costa e Silva ou Site: editorial Mais diálogo e flexibilidade Passadas as eleições municipais, que foram antecedidas por inumeras greves dos servidores públicos federais, podemos avaliar que está chegando um novo momento político não só em Mato Grosso do Sul, mas em todo o Brasil. A renovação demonstra maior amadurecimento por parte do eleitor, que almeja mudanças que de fato impactem sua vida. Neste novo cenário que se configura, esperamos que haja mais diálogo e flexibilidade para que as políticas públicas avancem no sentido de servir verdadeiramente a população. Nesta segunda edição, a Revista Agronegócio/MS traz uma entrevista exclusiva com o advogado Jorge Alberto Portanova Mendes Ribeiro Filho, ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), na qual ele fala sobre as ações para combater a febre aftosa no Estado, faz uma avaliação positiva do agronegócio na região e reafirma a greve como um direito legítimo, mas que deve ser pautada pelo diálogo para a solução das demandas. Traz ainda casos de sucesso, como o do Grupo Pinesso, que está plantando soja no Sudão, no Continente Africano e deve expandir seus negócios também em Moçambique, a do empresário Arimar Couto, que investiu na produção de mel e tem trazido inovações para o setor. Você verá ainda a avaliação que a presidente do Sifems, Glaucy da Conceição Ortiz, faz sobre o Plano de Cargos, Carreiras e Salários aprovado pelo Governo do Estado não apenas para os fiscais estaduais agropecuários, mas sobretudo o impacto que terá na vida da população e para os produtores rurais. Boa Leitura! Jornalistas responsáveis Suki Ozaki DRT/MS 9304 Tatiana Martins DRT/MS 107 Editoração Eletrônica W/28 Comunicação, Propaganda e Marketing (67) Foto Capa: Fazenda Promissão Fechamento desta edição 20 de novembro de Revista SIFEMS

5 expediente 4 Palavra da Presidente 7 Editorial 10 Entrevista 14 Agricultura Sudão 16 Canasul 20 Soja 22 Morcegos 24 Algodão 26 Artigo 27 Política 28 Fiscalização 32 Apicultura 35 Aftosa 36 Suinocultura 40 Agricultura Familiar 44 Agrotóxicos Biológicos 46 Capacitação 48 Cavalo Pantaneiro 50 Pecuária Leiteira 52 Extensão Rural 55 Artigo 56 Educação Ambiental 58 Fenapec 60 Artigo 64 Escritórios da Iagro 9

6 entrevista O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento incentiva cada vez mais o produtor rural a utilizar os agrotóxicos biológicos e os feromônios no combate às pragas nas lavouras O advogado Jorge Alberto Portanova Mendes Ribeiro Filho, ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), é natural de Porto Alegre (RS) e deputado federal pelo PMDB gaúcho pela quinta legislatura. Atuante em sua carreira parlamentar, foi líder do Governo na Câmara dos Deputados em 2011 e integrou as Comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; Constituição, Justiça e Cidadania; Finanças e Tributação. Nesta entrevista exclusiva para a Revista Agronegócio- -MS, ele fala das ações do Mapa para combater a febre aftosa na região de fronteira, faz uma avaliação positiva do agronegócio no Estado e defende o diálogo entre o Mapa e os fiscais federais agropecuários. Quais são as ações do Governo Federal previstas para combater a febre aftosa na região de fronteira? As ações serão sempre permanentes enquanto houver qualquer risco de disseminação da aftosa. No último dia 21, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio dos fiscais agropecuários, participou da Operação Ágata 5, abrangendo a fronteira de Mato Grosso do Sul e mais os Estados do Sul. As fazendas consideradas de maior risco, principalmente aquelas com áreas em ambos os lados da fronteira, serão monitoradas com mais frequência pelos técnicos dos serviços oficiais do Brasil e do Paraguai. Os dois países firmaram um plano de ação cooperado com ações e prazos determinados para execução - para reforçar a sanidade animal na região e evitar a ocorrência de novos focos de febre aftosa como os registrados recentemente do lado paraguaio. Entre as atividades acertadas estão continuar com as supervisões conjuntas da vacinação contra febre aftosa nas fazendas definidas previamente pelas unidades veterinárias de ambos os países, com prioridade nas propriedades de maior risco. Também ficou definido que deverá ser incrementada a atualização da identificação individual de bovinos, bubalinos, ovinos e caprinos e o fortalecimento do intercâmbio de informações de cadastro, desenho de marca dos bovinos, zoosanitárias e de movimento de animais entre os serviços em todos os níveis. Por Suki Ozaki Qual a avaliação que o senhor faz sobre o atual desempenho do agronegócio em Mato Grosso do Sul? Os resultados sempre foram positivos na região. E o produtor rural é o principal responsável pelo bom desempenho no campo. E o Estado ainda pode mais. A soja é o exemplo, que alcança resultados acima do esperado. Recentemente, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) alterou o zoneamento agrícola de risco climático em Mato Grosso do Sul. Estas mudanças devem influenciar ainda mais nas solicitações de crédito e seguro agrícola e identificar, a partir de uma gestão de riscos para minimizar os impactos relacionados aos fenômenos climáticos, a característica de produção com maior exatidão e detalhamento. Preocupado com a saúde dos brasileiros e com o meio ambiente, o Mapa tem incentivado cada vez mais o uso de agrotóxicos biológicos. Carlo Silva / Mapa É possível utilizá-los e manter a crescente produtividade? O Brasil tem um dos melhores modelos reguladores de defensivos biológicos do mundo. E seguiremos neste sentido para obter maiores resultados também em produtividade. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) incentiva cada vez mais o produtor rural a utilizar os agrotóxicos biológicos e os feromônios no combate às pragas nas lavouras. Esses tipos de defensivos são menos agressivos à saúde humana. A meta até 2015 é que 10% do total de defensivos produzidos sejam biológicos. Se o produto for eficaz e menos tóxico, o agricultor passará a adotá-lo. O Brasil tem aumentado a produtividade de alimentos para atender a demanda internacional. Há como expandir ainda mais a fronteira agrícola sem, contudo, causar danos irreversíveis ao meio ambiente? O Brasil tem aumentado constantemente a produção de alimentos, os desafios ainda são grandes. Vamos incentivar a produção de alimentos com qualidade. O objetivo é que a pasta esteja mais perto do produtor. Com a aproximação dos técnicos do ministério, poderemos extrair todo o potencial do agricultor fornecendo orientações, assistência técnica de ponta. Assim, verificamos as falhas e necessidades. Temos trabalhado em interação com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o que é fundamental para que a produção cresça. Essa é uma atribuição de todos nós. A produção de grãos cresceu 290% no Brasil e o rebanho de gado 250%, com o acréscimo de área de apenas 39%. Somos líderes na produção de alimentos, mas também somos líderes em áreas de preservação ambiental. Isso é possível porque estamos na dianteira da tecnologia de produção em áreas tropicais. Qual a avaliação que o senhor faz sobre a greve dos O Brasil tem aumentado constantemente a produção de alimentos, os desafios ainda são grandes fiscais federais agropecuários? O direito de greve é legítimo. Mas a greve não precisa virar uma Revista SIFEMS

7 entrevista batalha, já que o País não pode sofrer com a falta de um serviço básico. Ou todos nos tratamos bem ou teremos problemas na relação. E se eu tiver problema, vou pedir ajuda. Não vou deixar que prejudiquem o povo brasileiro. Sempre estive à disposição de construir uma solução conciliatória com a categoria e o Mapa trabalhou desde o início para acolher e encaminhar as questões demandadas pelos fiscais federais. Fizemos nossa parte porque nosso interesse, como instituição é de que a situação sempre volte a se normalizar. Carlo Silva / Mapa institucional Biogénesis-Bagó consolida sua atuação no Brasil Há mais de oitenta anos, a Biogénesis-Bagó dedica-se a desenvolver, fabricar e distribuir produtos voltados para a produtividade e sanidade animal. Uma empresa focada no mercado de bovinos, a Biogénesis-Bagó quer contribuir com o desenvolvimento da pecuária em todos os países onde está inserida. Presente no Brasil desde 1998, a empresa vem consolidando ano a ano sua presença no principal mercado da América Latina no segmento de produtos veterinários. De forma ativa, vem contribuindo com projetos de erradicação de febre aftosa e demais ameaças ao desenvolvimento pecuário através de apoio e doações sempre que solicitadas e avaliadas como decisivas para a manutenção e ampliação da qualidade do setor no Brasil. Para citar algumas ações, em 2010 realizou doação de 50 mil doses de Aftogen Óleo ao Fundo Emergencial de Sanidade Animal do Estado do Mato Grosso (FESA) para vacinação dos rebanhos brasileiros na fronteira com a Bolívia. Em 2011, foram doadas mais 6 mil doses da vacina para o Instituto Mineiro de Agropecuária, de Minas Gerais, para vacinação de rebanhos pertencentes às comunidades indígenas do estado. Atualmente, a Biogénesis-Bagó está entre as quatro maiores empresas de produtos veterinários para bovinos da América Latina e opera sob um sistema de Controle de Qualidade que é certificado em conformidade com a norma ISO e opera sob normas GMP (sigla em inglês para Boas Práticas de Fabricação). A partir de 2003, desenvolveu equipe técnica e comercial própria para atender as necessidades dos produtores e técnicos em todos os estados brasileiros. Seu portifólio de produtos se concentra em animais de grande porte com ênfase especial nos bovinos. Além da vacina contra febre aftosa estar presente em todos os países da América do Sul com programas oficiais de controle da doença também produz vacinas virais e bacterianas para a prevenção de síndromes respiratórias e reprodutivas, doenças clostridiais e anti-rábicas, endectocidas, antiparasitários externos, farmacêuticos e hormônios para programas de reprodução assistida (IATF e TETF). Como todo início, não foi fácil. Mas hoje, a Biogénesis-Bagó está consolidada no mercado brasileiro e é uma das principais empresas deste mercado. Colhemos os frutos de todo esse esforço, diz Sergio Barros, Gerente de Relações Institucionais. Dentre seus destaques, o Cronipres Monodose foi desenvolvido para os programas de Inseminação Artificial de Tempo Fixo, técnica que está revolucionando a reprodução bovina em todo mundo e especialmente no Brasil. Outro destaque que tem contribuído para o crescimento da empresa é o Ivergen Platinum, um endectocida de longa ação à base de ivermectina 3,15%. Indicado para o controle de parasitas internos e externos em bovinos e ovinos, sendo já um dos principais produtos do segmento no Brasil. Ainda, a Aftogen é reconhecida e vastamente utilizada no combate à febre aftosa, sendo um dos principais produtos da companhia em todos os mercados onde ela atua. Segundo Raul Moura, Diretor Comercial, a chegada da Aftogen foi decisiva para consolidação da empresa no mercado brasileiro, pois além de um produto estratégico no mercado nacional, nos permitiu nos aproximar ainda mais dos pecuaristas e elaborar um plano sanitário completo para cada fazenda brasileira, diz o diretor. A empresa faz parte do banco de antígenos da Argentina desde 2000 e em 2006 a Biogénesis-Bagó marcou mais uma vez sua presença mundial ao tornar- -se responsável em prover o Banco de Antígenos e vacinas contra febre aftosa para a América do Norte (EUA, México e Canadá). Significa dizer que qualquer foco da doença em um destes países, a Biogénesis- -Bagó será responsável pela formulação da vacina, que deverá ser enviada ao país em 72 horas. Por isso, em setembro deste ano, obteve o registro da vacina nos EUA, tornando-se a primeira e única vacina contra febre aftosa registrada pelas autoridades americanas. Nesses anos de trabalho e pesquisa, a Biogénesis-Bagó se tornou uma empresa líder do setor pecuário, que pode demonstrar grandes conquistas na luta contra a febre aftosa. Uma delas é a obtenção de registros e comercialização de sua vacina em diferentes países. Para o diretor de estratégia para a América Latina, DiptenduMohan Sen Dee Seen É um extenso trabalho, mas que os resultados são compensadores. Estruturamos nossa equipe técnica e de campo. Hoje estamos nos principais estados brasileiros, atuando junto aos pecuaristas e profissionais do setor, com eficácia comprovada. Estamos próximos a todos os fatores que compõem o mercado bovino brasileiro, garante, pois a empresa leva este lema até em seu slogan: O campo é a nossa vida Revista SIFEMS

8 agricultura sudão Continente Africano, o novo celeiro agrícola Grupo Pinesso investe na África e já produz soja no Sudão divulgação Para os especialistas em relações internacionais, a África é considerada um novo celeiro agrícola no mundo devido a extensão territorial. Falta de mão-de-obra qualificada em alguns países e recursos financeiros impedem que muitas terras tomadas pelo mato se tornem produtivas, gerando emprego e trazendo prosperidade a um continente marcado por guerras civis e a vida miserável do povo. Para mudar essa situação, os países africanos têm buscado cada vez mais a iniciativa privada. Quem atendeu ao apelo e decidiu apostar na agricultura no Sudão foi o Grupo Pinesso, um dos maiores da atividade agrícola no Centro-Oeste brasileiro. Depois de uma visita das autoridades sudanesas ao Brasil, que vieram prospectar empresários interessados em investir no país, o grupo se comprometeu em iniciar a produção, mesmo sabendo da falta de infraestrutura agrícola na região. O Sudão não está provido de uma rede de armazenagem satisfatória tanto para grãos, quanto para algodão. Por essa razão, nós tivemos dificuldades em beneficiar este último, pois tivemos de importar máquinas da China, explica Henrique Brunetta, diretor de novos projetos do Grupo Pinesso. Segundo ele, a área plantada de soja é menor, pois o foco do grupo é mesmo o algodão. Para a safra 2012/2013, o grupo prevê a instalação de silos bolsa, como se usa em Mato Grosso. A saga Africana O grupo Pinesso começou a produzir no Sudão há três anos. A idéia inicial era cultivar 20 mil hectares, mas por conta de clima apenas 14 mil foram usados. Mesmo assim, o resultado surpreendeu. O milho plantado em área irrigada rendeu Por Rafael Cozer 100 sacas por hectare. Já pela maneira tradicional, foram 80 sacas. De acordo com o grupo, o teor de fósforo e potássio encontrado nas terras do país, que fica ao norte da África, é maior em relação às terras brasileiras. A surpresa existe. Os primeiros grupos de técnicos que foram para lá ficaram maravilhados com a topografia, matéria orgânica e para fechar com chave de ouro, a fertilidade natural do solo garante Henrique. Quando deram início aos trabalhos, 52 funcionários brasileiros, entre agrônomos e operadores de máquinas, foram levados ao Sudão, 15 deles, continuam no país. Como a mão de obra qualificada é escassa, 32 técnicos sudaneses vieram fazer um intercâmbio nas fazendas do Grupo aqui no Centro-Oeste brasileiro. Depois do Sudão, o próximo país escolhido pelo grupo é Moçambique, que fica no Sudeste da África e que tem a língua portuguesa como oficial. O país conta com três corredores ferroviários e também hidrovia. Algodão e milho foram as culturas escolhidas para iniciar a produção de 500 hectares no país. Ainda de acordo com o grupo, 150 mil hectares de terras são produtivas, o que despertou ainda mais o interesse de investir na região. O desafio na produção de alimentos no mundo é muito grande. Hoje, 20% da população passa fome. A África, com a fertilidade natural do solo e clima, fez com que o grupo prospectasse a área e a partir dos resultados econômicos e sociais do Sudão, os países como Moçambique, Angola e Congo, vieram em busca disso. O Grupo Pinesso já se tornou referência em exploração de agricultura na África, diz, satisfeito, o diretor de novos projetos do Grupo Pinesso. Thomas Espósito Neto, doutor em Ciências Sociais e professor no curso de Relações Internacionais da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), confirma que o mundo vê hoje a África como novo celeiro agrícola, mas faz um alerta aos empresários que queiram investir no continente mais pobre do mundo. Quem deseja investir nos países africanos deve levar em consideração não só a instabilidade política, mas as diferenças culturais e outros fatores, como por exemplo epidemias que ocorreram alguns anos atrás, como o ebola, a Aids entre outras doenças, afirma. Segundo ele, é preciso estar atento a alguns fatores e aos problemas para fazer a análise muito bem do custo/benefício. Se você olhar os últimos investimentos, os benefícios superam em muito os custos, mas vale a pena analisar cautelosamente se vale ou não o investimento, orienta Neto. 14 Revista SIFEMS

9 assessoria prefeitura dourados canasul lideragronomia.com.br Dourados recebe Canasul e Agrometal Os dois eventos movimentaram R$ 25 milhões em negócios feliz: Estamos muito felizes por saber que acertamos ao eleger o setor sucroenergético como uma das alavancas da economia de Dourados, comemora. Comparados ao ano passado, o Canasul e Agrometal tiveram um crescimento considerável, já que em 2011, os eventos geraram R$ 12 milhões em negócios e este ano dobraram de tamanho, a gregando novas empresas como as gigantes do setor agrícola e metal mecânico, como a O 6º Canasul (Congresso da Cana de Mato Grosso do Sul) e a 2ª Feira Agrometal (Feira do Agronegócio e do Setor Metalmecânico de MS), realizados nos dias 22 e 24 de outubro no Parque de Exposições João Humberto Andrade de Carvalho, em Dourados, recebeu mais de quatro mil visitantes e gerou 637 contatos de negócios entre 115 empresas, gerando em torno de R$ 25 milhões em negócios. Na opinião do prefeito do município, Murilo Zauith, a escolha do setor sucroenergético como um dos pilares da economia para a região foi muito Revista SIFEMS

10 canasul assessoria prefeitura dourados FMC, Bardahl e Mobil. Do total de R$ 25 milhões em negócios, R$ 10 milhões foram gerados dentro da Rodada de Negócios, realizada no dia 24 de outubro pelo Sebrae/MS. Lançamento O lançamento do 6º Canasul (Congresso da Cana de Mato Grosso do Sul) e da 2ª Feira Agrometal (Feira do Agronegócio e do Setor Metalmecânico de MS) e o 1º Canacentro 2012 ( Congresso do Setor Sucroenergético do Brasil Central) aconteceu no dia 17 de julho, na sede da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), em Campo Grande, fato que destaca a importância do Estado para o setor. Durante a cerimônia, que reuniu diversas autoridades e representantes de entidades, o vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg) e coordenador do 1º Canacentro, Bartolomeu Braz Pereira, apresentou dados do zoneamento agroecológico do Centro- -Oeste, que aponta uma área de milhões de hectares aptos para o plantio e que atualmente, estão sendo utilizados, ou seja, apenas 4,6% de toda a projeção. Segundo ele, um dos objetivos do congresso é discutir a sustentabilidade da produção sucroenergética, principalmente nos estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás. O 1º Canacentro aconteceu nos dias 15 e 16 de agosto, em Goiânia. 18 Revista SIFEMS

11 soja divulgação Brasil se prepara para tomar liderança dos Estados Unidos em soja sojicultores brasileiros devem se beneficiar também da quebra da safra americana na rentabilidade de suas lavouras. Os preços do cereal estão em patamares recordes e, segundo o assessor da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Sávio Pereira, eles se manterão para o próximo ano. Há uma quebra muito grande nos Estados Unidos e isso beneficia a produção e a expansão da área agrícola no Brasil. Os produtores brasileiros terão lucratividade garantida para a safra de 2013, disse Pereira, em nota. Com o início das chuvas, produtores brasileiros de soja começam o plantio da safra 2012/2013: o Brasil deve tomar a liderança dos Estados Unidos como o principal produtor mundial do produto. O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja), Glauber Silveira, disse que a liderança deve ser conquistada, em grande parte, pela quebra de aproximadamente 20% da safra de soja americana. Além disso, a produção no Brasil deve crescer cerca de 14%, passando de 66,3 milhões de toneladas na safra 2011/2012 para 83 milhões de toneladas na que se inicia. Além da possibilidade de conquistar a liderança mundial na produção de soja, os Revista SIFEMS

12 Controle da Raiva, morcegos imperativo para a saúde e a economia do Estado A raiva nos herbívoros em Mato Grosso do Sul causa enormes prejuízos à pecuária. Cerca de dois mil animais morrem anualmente em conseqüência da doença, pois não há cura para esta enfermidade que acomete animais e humanos. Sua ocorrência é favorecida pela posição geográfica de Mato Grosso do Sul, em conseqüência de fatores como topografia e o clima favoráveis ao desenvolvimento de diversas espécies de morcegos. A Serra de Maracajú, que divide o Estado, oferece condições propícias de habitação a esses mamíferos quirópteros, especificamente os hematófagos (que se alimentam de sangue), em conseqüência da existência de abrigos como as cavernas e a fartura de alimentos, representadas pela população bovina estimada em 22 milhões de cabeças. Os municípios localizados nas Serras de Maracaju, Bodoquena e Morrarias de Urucum e Por Ademar Etiro Mori e Fábio Shiroma de Araújo* Amolar, são as áreas enzóoticas (de doenças de rebanho) da Raiva Bovina, que nos últimos anos tem avançado dessas regiões endêmicas atingindo as regiões de surtos esporádicos ou livres da enfermidade. Esse avanço da Raiva sobre áreas livres ou de surtos esporádicos nos últimos anos, é consequência dos impactos ambientais como, construção de usinas hidrelétricas, mudanças no perfil econômico, tais como retirada da pecuária para plantio de eucalipto, cana e outras culturas. Das três espécies de morcegos hematófagos existentes no Brasil, a espécie Desmodus rotundus é tida como a principal transmissora da Raiva aos herbívoros. Para combater esta praga, foi criado o Programa Nacional de Controle da Raiva dos Herbívoros (PNCRH), baseado na vacinação estratégica de espécies susceptíveis e do controle populacional de seu principal transmissor, o Desmodus ro- tundus, associados a outras medidas profiláticas e de vigilância. Para o controle dos morcegos hematófagos existem duas formas: Seletiva direta: captura dos morcegos no abrigo (caverna, tapera, bueiro, poço, oco de árvore, turbina) ou junto à sua fonte de alimento (curral, pocilga, galinheiro, etc.) e aplicação de vampiricida (Varfarina substância anticoagulante). Seletiva indireta: aplicação tópica da vampiricida ao redor da sugadura recente dos morcegos. Nos dois casos, ao retornarem ao abrigo os morcegos passarão a vampiricida aos outros morcegos através de lambedura e contato, com início das mortes 3 a 4 dias. Hoje, Mato Grosso do Sul tem 665 abrigos cadastrados por GPS, sendo que 236 são habitados por Desmodus rotundus. Para manter os baixos índices da doença no Estado, é necessário: Notificação compulsória (obrigatória) do produtor ao Serviço Oficial (Iagro) da ocorrência de animais com sintomatologia nervosa, assim como da existência de abrigos com morcegos e/ou sinais de sugadura nos animais. Isso se faz necessário, pois com a presença de morcegos sugando os animais existe o risco da colônia de morcegos transmitir a doença aos herbívoros da região e divulgação para o ser humano; Vistoria periódica dos abrigos já cadastrados e dos abrigos novos pelo Serviço Oficial para controle da população destes morcegos; Atendimento pelo Serviço Oficial das suspeitas nervosas assim como da ocorrência de espoliação por morcegos; Vacinação contra Raiva nas áreas de maior risco para a doença; Palestras de orientação a técnicos e produtores rurais. *Fiscais Estaduais Agropecuários divulgação 23

13 Vazio sanitário para o algodão algodão em Mato Grosso do Sul divulgação De 1º de outubro a 30 de novembro de 2012, este é o período do chamado vazio sanitário para a cultura de algodão em Mato Grosso do Sul, estabelecido por decreto publicado no dia 4 de setembro de 2012 pela Seprotur Secretaria Estadual de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo. A medida é para prevenir, controlar e erradicar a praga denominada Anthonomus Grandis, boheman ( Bicudo do Algodoeiro ). O período de vazio sanitário vegetal é aplicável aos casos de plantio de algodão, no ano agrícola 2012/2013, nos municípios de Água Clara, Alcinópolis, Camapuã, Cassilândia, Chapadão do Sul, Costa Rica, Coxim, Figueirão, Pedro Gomes, Rio Verde de Mato Grosso, São Gabriel do Oeste e Sonora. De acordo com o decreto, a medida foi tomada porque para efeitos de combate e controle da praga Anthonomus Grandis, boheman ( Bicudo do Algodoeiro ), a destruição de restos culturais ou materiais inaproveitáveis de algodoeiro só é efetiva, no Estado de Mato Grosso do Sul, se houver um período de 60 dias entre a destruição dos restos culturais e o estabelecimento do início de plantio da safra seguinte. Além disso, no município de Chapadão do Céu/GO, vizinho aos municípios produtores de algodão de Chapadão do Sul e Costa Rica, o período de vazio se estende até 30 de novembro. Em final de colheita em alguns municípios, a cultura na safra 2011/2012 chegou a 62 mil hectares e prevê alcançar uma produção de 241,8 mil toneladas. autuado pela Iagro e também deixa de receber o Certificado de Destruição de Soqueira, documento que permite o recebimento de incentivos através do Programa de Desenvolvimento da Produção Agropecuária de MS (PDagro). Só para o controle do bicudo são feitas, em média, 15 aplicações de inseticida nas lavouras, destaca o coordenador do Programa de Controle do Bicudo do Algodoeiro da Iagro, Geraldo Gélio, ao chamar a atenção para a importância do controle da praga. Ainda segundo ele, a Iagro manterá o rigor no prazo de início do vazio sanitário, quando seus técnicos sairão a campo fazendo as fiscalizações nas propriedades. divulgação Sanidade A praga do Bicudo do Algodoeiro está presente nas lavouras do Estado e sobrevive dos restos de algodão à espera da nova safra para se multiplicar. Porém, nos últimos três anos, a Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) não registrou, dentro do prazo de vazio sanitário, ocorrências do não cumprimento da destruição de soqueiras. O não cumprimento leva o produtor a ser 25

14 Commodities Ambientais divulgação artigo Contextualização no mercado financeiro política * Lorivaldo Antonio de Paula; * Elisangela Pazeto Puks A expressão commodities ambientais nasceu no Brasil em 1990 na BM&F Bolsa de Mercadorias & de Futuros. Segundo o minidicionário Michaelis, commodity é artigo ou objeto de utilidade, mercadoria padronizada para compra e venda, sendo assim, as commodities ambientais são mercadorias negociáveis em bolsa que têm sua origem no meio ambiente e são produzidas com base na preservação ambiental e em condições sustentáveis, ou seja, o material utilizado na produção é reposto, como é o caso do reflorestamento retira- -se da natureza a madeira, mas há a preocupação de compensar a perda, plantando-se novas árvores. As commodities ambientais podem ser a água, energia, controle de emissão de poluentes (água, solo, ar), madeira, biodiversidade, reciclagem incluindo os minérios que são ativos financeiros desde a idade da pedra, como é o caso do ouro. Estamos falando da cadeia produtiva, do complexo que envolve todas essas matrizes. Podemos observar o exemplo da cana-de- -açúcar: dela deriva o álcool e seu subproduto o bagaço, energia substitutiva de combustíveis fósseis. Assim sendo, a cana pode ser candidata à commodity agroambiental que possibilita a realização de estratégias e negócios com relações entre- -mercados e intra-mercados. Ou seja, o cruzamento de produtos agrícolas com produtos ambientais, a troca de insumos agropecuários com insumos industriais. Esta commodity estará apta a receber os investimentos necessários para tornar competitiva a operação de gaseificação do subproduto bagaço, desde que os usineiros se enquadrem nas normas e exigências de projetos agro-ambientais, comprometidos com a geração de empregos e investimentos sócioeducacionais. Como exemplo do potencial de negociação das commodities ambientais, os mecanismos como sequestro de carbono ou redução de emissão de poluentes podem se tornar fontes adicionais de recursos para o setor agropecuário, desde que adequadamente implementados. No caso do Brasil, esse mercado emergente é possibilidade concreta de adicionar valor e um plus de remuneração a um enorme leque de atividades agrícolas. Some-se a isso o fato de em muitos casos viabilizar o uso sustentado e lucrativo de reservas florestais e áreas de proteção que hoje, além de ameaçadas, funcionam como importante fator de desorganização da nossa política agrária e constituem um dos alvos principais das críticas e dos desgastes que sofremos no âmbito internacional. Entretanto, apesar da importância estratégica dos desdobramentos comerciais resultantes do MDL Mecanismos de Desenvolvimento Limpo e das resoluções do Protocolo de Kyoto, nosso país, nosso Estado e principalmente as entidades do setor agrícola e dos agronegócios ainda se mantêm à margem desse debate, que em países como Malásia e Austrália, por exemplo, envolve até os principais mandatários. * Lorivaldo Antonio de Paula é administrador, Membro do Conselho Estadual de Meio Ambiente, do Conselho Estadual de Recursos Hídricos e responde pela Gerência de Desenvolvimento e Modernização do Instituto de Meio Ambiente do MS IMASUL * Elisangela Pazeto Puks é acadêmica de Direito, educadora ambiental e estudiosa da política de Resíduos Sólidos e temas ambientais Reinaldo quer aplicação de 100% dos recursos da União sobre a exploração do petróleo para Educação Kelly Venturini com Liderança do PSDB O líder do PSDB na Câmara, Bruno Araújo (PE) e o vice Reinaldo Azambuja (MS), protocolaram um projeto de lei que destina 100% da participação especial da União sobre a exploração do petróleo ao Ministério da Educação. De acordo com o líder, o objetivo é garantir que todos os recursos que cabem à União possam ser, de fato, destinados à Educação. Reinaldo se mostrou otimista quanto à aceitação do projeto. Junto do deputado Bruno, Reinaldo também devem pedir o apoio dos demais partidos para que seja votado o pedido de urgência para a tramitação do projeto já na próxima semana. O projeto preserva a parte dos recursos destinada aos municípios. O objetivo é assegurar à área de Educação e em benefício das futuras gerações recursos suficientes para alcançar metas ambiciosas de investimentos públicos em todos os níveis da educação pública no país, justifica Revista SIFEMS

15 fiscalização Animal ou vegetal tudo que estiver em trânsito é fiscalizado altino.blogspot.com.br Por Tatiana Martins Tudo que estiver em trânsito sendo transportado seja animal ou vegetal precisa passar pela vistoria dos fiscais agropecuários, sejam eles estaduais ou federais. Em Mato Grosso do Sul, há os postos fixos e volantes para que ocorram as fiscalizações, montados pela Iagro Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal. A fiscalização do trânsito animal e vegetal busca impedir a proliferação de doenças e pragas, além de garantir a saúde dos animais e dos vegetais, preservando a economia e a saúde da comunidade. No caso do transporte de animal, a importância dos postos aumenta ainda mais por conta da luta constante contra a febre aftosa. Existem regras e normas sanitárias que devem ser cumpridas para que a movimentação de animais e produtos de origem animal possa ocorrer com segurança. Essas regras e normas têm como objetivo impedir a difusão de doenças dos animais e garantir o correto transporte de produtos para o consumo humano, comenta Luciano Chiochetta, gestor de Defesa Sanitária Animal da Iagro. acrissul Para exportar é preciso certificar No caso dos animais que irão para abate e a carne para exportação, é preciso que estejam devidamente identificados e registrados através do Sisbov Sistema de Identificação e Certificação de Bovinos e Bubalinos. Segundo Flávia Queiroz Cusinato da Fonseca, coordenadora do Sisbov/ Iagro, esse sistema permite o rastreamento do animal desde o nascimento até o abate. A adesão ao sistema é voluntária, mas é obrigatória no caso de comercialização de carne bovina e bubalina para mercados que exijam a rastreabilidade, comenta. Porém, esclarece Flávia, existem mercados como a União Europeia que só importam carne que venha de propriedades que estejam certificadas e auditadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e pela Iagro. A arroba do boi gordo rastreado já chegou a alcançar um 29

16 reprodução fiscalização imagens.usp.br valor 10% maior do que o boi sem certificado. No entanto, atualmente, os frigoríficos não estão recompensando o produtor pela carne rastreada e a exportação para a União Europeia diminuiu consideravelmente. Provavelmente, por esta razão, hoje o número de propriedades na lista de espera para serem auditadas pelo serviço oficial caiu drasticamente menos de dez, mas esse número já chegou a mil propriedades Apesar disso tudo, Flávia acredita que o Sisbov seja um caminho sem volta, já que a exigência dos mercados compradores só tende a crescer pois é uma questão de segurança alimentar. Hoje, Mato Grosso do Sul possui 215 propriedades na lista de aptas a exportar para a União Europeia. Fiscalização também no voo Bacalhau português, doce de leite, queijos, carnes, frutas e flores são exemplos de produtos que os passageiros trazem na bagagem quando visitam outros países. Mas o que muitos não sabem é que alguns produtos agropecuários possuem restrições para o trânsito internacional. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) veda a entrada de alimentos que possuem ingredientes de origem animal visando impedir o ingresso de pragas vegetais e agentes de doenças que podem comprometer a sanidade e a produção agropecuária do Brasil. O servidor do Ministério da Agricultura há mais de 35 anos e coordenador-geral do Vigiagro (Sistema de Vigilância Internacional), Marcos Valadão, explica que o trabalho dos agentes é baseado na inspeção de mercadorias que ingressam e saem do Brasil. Principalmente nos aeroportos que recebem voos internacionais, o trabalho de inspeção é muito intenso, conta. No Brasil, o Vigiagro mantém 110 pontos de fiscalização em locais de trânsito internacional de produtos ou insumos agropecuários. São 31 em portos, 26 em aeroportos internacionais, 27 em aduanas especiais e 26 postos de fronteira monitorados por fiscais federais agropecuários, que inspecionam a sanidade dos itens que entram e saem do País. Itens de origem animal e vegetal, como alimentos, plantas, sementes, animais vivos ou peles e tabaco não podem ser trazidos e nem levados a outros países sem autorização prévia e certificação fitozoosanitária do Mapa e dos órgãos responsáveis dos países de destino. A regra também vale para vegetal in natura. Apenas produtos de origem vegetal com um grau de processamento maior estão liberados para viagens internacionais, tais como: óleos, álcoois, frutos em calda, chocolate, café torrado e moído, gomas açucaradas, sucos, corantes, frutas e hortaliças pré-cozidas, vinagre, picles, polpas, vegetais em conserva, arroz, farinha e erva-mate industrializada. Os produtos apreendidos, por não possuírem certificação sanitária de origem nem autorização, são considerados inaptos ao consumo humano e são destruídos. Os produtos agropecuários que não podem ingressar no País sem prévia autorização do Vigiagro e/ou certificação sanitária são: Frutas e hortaliças frescas; Insetos, caracois, bactérias e fungos; Flores, plantas ou partes delas; Bulbos, sementes, mudas e estacas; Animais de companhia (cães e gatos); Aves domésticas e silvestres; Espécies exóticas, peixes e pássaros ornamentais e abelhas; Carne de qualquer espécie animal, in natura ou industrializada (embutidos, presunto, salgados, enlatados); Leite e produtos lácteos; Produtos apícolas (mel, cera, própolis); Ovos e derivados; Sêmen, embriões, produtos biológicos, veterinários (soro, vacinas); Alimentos para animais; Terras; Madeiras não tratadas; Agrotóxicos; Material biológico para pesquisa científica, entre outros. Em 2011, os fiscais federais do Vigiagro apreenderam nos três principais aeroportos do País (Guarulhos, Galeão e Juscelino Kubtschek) 53,4 toneladas de produtos sem autorização para transporte, uma diminuição de 3,9% se comparado ao resultado de (Com informações da Assessoria de Imprensa do Mapa) Revista SIFEMS

17 apicultura Abelhas também são fiscalizadas divulgação Por Tatiana Martins Para quem acha que sanidade animal só envolve gado, ave, porco, entre outros, está muito enganado. As abelhas também precisam passar por minucioso controle sanitário, envolvendo os fiscais estaduais agropecuários e dessa forma garantir a oferta de alimentos seguros e bem-estar animal, segundo informou Noirce Lopes da Silva, coordenadora do PNSAp - Programa Nacional de Sanidade Apícola/Iagro em Mato Grosso do Sul. Através deste programa, para prevenir, controlar ou erradicar doenças das abelhas, serão realizadas várias atividades, entre elas: cadastramento/recadastramento de propriedades apícolas e apicultores; fiscalização e controle do trânsito de abelhas e produtos apícolas; vigilância sanitária em apiários, e educação sanitária. Para atuar nessas ações, 34 fiscais estaduais agropecuários da Iagro foram capacitados no I Curso de Emergência e Sanidade Apícola e estão aptos para desenvolver este trabalho, comenta a coordenadora do PNSAp. Noirce Lopes da Silva ainda afirma que para controlar ou erradicar qualquer tipo de doença em abelhas é necessário a fiscalização de trânsito: Todo o trânsito apícola, independente do destino e da finalidade, está condicionado à emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) e à apresentação dos demais documentos sanitários e fiscais, observadas as legislações vigentes. Além disso, os produtores precisam avisar com urgência o aparecimento ou suspeita de doenças nas abelhas como: cria pútrida americana e cria pútrida europeia. A cria pútrida americana pode provocar sérios prejuízos, pois seu controle é difícil, já que a bactéria é resistente a antibióticos e pode permanecer no ambiente por muito tempo. Por isso, é tão importante a prevenção das enfermidades e quando ocorrer enfermidades, o aviso imediato da suspeita, para que as medidas sanitárias ocorram o mais rápido possível. Daí o papel fundamental dos apicultores nesse processo mantendo seu cadastro atualizado e em caso de qualquer alteração da condição sanitária do apiário, comunicar imediatamente ao serviço oficial, cita ainda Noirce. Importante ressaltar que os apicultores precisam utilizar somente insumos agropecuários registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, respeitando as indicações de uso. Para se ter uma ideia da importância do setor de apicultura para a economia, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), há cerca de 16,5 mil apicultores cadastrados no território brasileiro. Mato Grosso do Sul tem aproximadamente 700 apicultores apenas e produz cerca de 650 toneladas de mel por ano e somente 50% desses apicultores estão cadastrados na Iagro, portanto o PNSAp precisa avançar para que todos estejam no programa. divulgação 33

18 mel Casal inova no mercado com brindes à base de mel Fernando Bizerra/BGPress Há 30 anos, Arimar Couto resolveu cultivar abelhas para produzir mel para a família. Com o passar do tempo, percebeu que seria uma boa oportunidade de negócio e expandiu a produção. Para divulgar o produto, ele procurou ajuda do Sebrae. A partir de consultorias, Arimar participou de feiras e descobriu que a inovação é uma importante aliada dos empreendedores, independentemente do segmento de atuação. Inicialmente, seu apiário distribuía mel em pontos específicos da cidade. Mas com dedicação e persistência, a produção foi expandida para vários locais de Brasília com vendas regulares dos meses de janeiro a setembro. De outubro a dezembro, a procura do produto diminuía. A partir daí, o produtor, com a ajuda da esposa Eliane Meireles, buscou um novo nicho para aumentar as vendas: as confraternizações de final de ano. De olho nesse cenário, o casal resolveu inovar e desenvolveu uma proposta inusitada para os brindes de fim de ano: uma embalagem artesanalmente produzida com vários produtos feitos com mel. A ideia do Brinde Mel alavancou a empresa, comemora Eliane. A ideia deu tão certo que o Brinde Mel agora faz parte do portfólio da empresa durante o ano todo. Além do produto in natura, o consumidor tem a opção de comprar pão de mel, granola, licor e até mesmo o pólen. Em busca de novas oportunidades, o casal Arimar e Eliane buscou mais orientações no Sebrae e já participou de cursos de gestão e design e até de Rodadas de Negócios. Para o futuro, a expectativa de Eliane é ampliar o portfólio da empresa, oferecendo mais produtos, e aproveitar as oportunidades de mercado que devem surgir a partir da Copa do Mundo FIFA (Fonte: Agência Sebrae de Notícias) aftosa Fiscais Agropecuários realizam vacinação contra febre aftosa na região de fronteira A imunização dos bovídeos na Região de Fronteira, antiga Zona de Alta Vigilância (ZAV), começou no dia 01 de outubro, obedecendo o calendário de vacinação contra febre aftosa em Mato Grosso do Sul. Nesta segunda etapa, todo o rebanho deverá ser vacinado na Região de Fronteira, cumprindo o período de 1º de outubro a 15 de novembro. Os servidores da Iagro fiscais agropecuários e agentes fiscais estão na região realizando vacinação do rebanho de pequenos produtores e assentados com vacina doada pelo governo estadual, denominada agulha oficial. Os servidores também estão acompanhando a vacinação do rebanho de propriedades de risco e fiscalização da vacinação das demais propriedades. Só na região de fronteira, a expectativa é vacinar aproximadamente 400 mil cabeças de bovinos. Por Tatiana Martins Já no Planalto, apenas animais com até 24 meses devem receber a vacina contra aftosa, cumprindo o período de 1º a 30 de novembro. No Pantanal, para os optantes desta etapa, todo o rebanho deverá ser imunizado, entre os dias 1º de novembro e 15 de dezembro. Em todas as regiões o produtor tem ainda o prazo de 15 dias após o término da campanha para realizar a declaração da vacinação. Nossa meta é manter a aftosa bem longe do Estado, esperamos que a segunda etapa também apresente resultados positivos, comentou a diretora- -presidente da Iagro, Maria Cristina Carrijo. A campanha do primeiro semestre de 2012 contra a febre aftosa em Mato Grosso do Sul atingiu 99,02% dos animais de Mato Grosso do Sul, uma vez que do total de animais, foram vacinados. divulgação Revista SIFEMS

19 suinocultura Em alta Argentina suspende embargo, volta a comprar carne suína brasileira e preço tem ligeira alta Rafael Cozer cooasgo O ano tinha começado bem para a suinocultura brasileira, depois que os Estados Unidos abriram o mercado e começaram a comprar carne suína do Brasil. Frigoríficos de Santa Catarina, estado forte na atividade, foram os primeiros a exportar para os americanos. Tudo seguia bem e indicava um ano bom para o setor, mas para surpresa de quem trabalha na atividade, uma má notícia vinda dos nossos vizinhos, trouxe preocupação e prejuízo. Em março, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, impediu as importações de carne suína brasileira, por falta de um acordo sobre o preço. Resultado: o valor pago ao produtor caiu reduzindo lucro e deixando suinocultores brasileiros em situação crítica. Mato Grosso do Sul foi um dos estados mais prejudicados, já que Argentina é a terceira maior importadora de carne suína sul-mato-grossense, ficando atrás apenas da Ucrânia e Rússia. A crise se prolongou demais e muitos suinocultores tiveram de sair da atividade. Então teve uma oferta muito grande de suínos, que puxou o preço para baixo. Muitos produtores anteciparam os abates, para tentar sair mais cedo do prejuízo, explica Jair Borgmann, presidente da Cooperativa Agropecuária de São Gabriel do Oeste (Cooasgo), município forte na suinocultura. A atividade garante 70% do lucro da cooperativa, que trabalha há 19 anos no setor. Em São Gabriel, 58 suinocultores são ligados à cooperativa, que possui matrizes e depois fornece o leitão ainda filhote para a chamada terminação, quando o animal vai para a granja na fase de engorda e depois segue para o abate. Este suinocultor, o chamado integrado, não sentiu muito os reflexos da crise, nem mesmo a valorização do preço do milho, um dos principais ingredientes da ração animal. cooasgo 37

20 suinocultura cooasgo Possivelmente, quem está com um custo comprometido hoje é a indústria que está pagando um alto preço pela ração devido a alta do farelo de soja e milho. O produtor integrado não absorve os custos das commodities. O produtor independente sim, ele traz para o seu custo este valor da ração, explica Adriana Mascarenhas, assessora técnica da Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul). E tem produtor independente abandonando a atividade. Depois de três décadas, o ex-suinocultor e, agora, agricultor, Dorival Xavier abandonou a produção dos animais. Só no ano passado, ele amargou um prejuízo de R$ 30 mil. O ano passado foi péssimo e este ano continua no mesmo caminho. Eu não sei o que vai acontecer. Se o governo não der uma ajuda, a suinocultura vai morrer, desabafa Xavier. As exportações brasileiras de carne suína somaram 267 mil toneladas de janeiro a junho deste ano, praticamente o mesmo patamar em relação ao mesmo período do ano passado de acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Europa e Ásia são nossos maiores mercados. Já aqui no Estado, a situação ficou complicada, por conta do embarco argentino. De janeiro a junho de 2012, 6,556 mil toneladas de carne suína in natura saíram de Mato Grosso do Sul para outros países, o que corresponde a 30% menos, em relação ao mesmo período do ano passado. Depois de quatro meses suspensas, as exportações de carne suína para a Argentina foram retomadas em julho e com isso o preço pago ao suinocultor apresentou ligeira alta. Em apenas uma semana no mês de agosto, o valor do quilo de suíno pulou de R$ 2, para R$ 2,40, o que surpreendeu os suinocultores. Mais ainda está abaixo dos R$ 2,60, o ideal para pagar os custos de produção. Quem trabalha com a atividade, fica na expectativa. Esperamos que esta tendência de crescimento se mantenha para o suinocultor. Com a diminuição do alojamento de frangos no campo, que é um ciclo rápido de 50 dias, começa a diminuir a oferta desses animais, pois o setor estava, também, levando muito prejuízo. Já o setor de suínos, com certeza, vai ter uma equalização na oferta e os preços vão se manter firmes e altos até o fim de 2012, declara o presidente da Cooasgo. cooasgo Revista SIFEMS

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