Diesel S-10. nas estradas

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1 Nº 50 Ano 9 maio/junho 2013 Diesel S-10 nas estradas Depois de seis meses do lançamento, o novo óleo diesel com baixo teor de enxofre ganha o país e pode ter o volume duplicado até o final de 2013 Amazônia Os desafios do abastecimento aéreo na floresta

2 PALAVRA br Roberto Rosa Desafios e soluções Nesta edição da revista Soluções BR, você pode conferir algumas das ações da Petrobras Distribuidora para atender a um mercado cada vez mais exigente e em permanente expansão. A reportagem de capa traz um balanço das vendas do Diesel S-10, que substituiu o S-50 a partir de janeiro deste ano. Com um volume de vendas crescente, o produto está disponível em todo o Brasil, para abastecimento de caminhões fabricados com modernas tecnologias de tratamento das emissões de óxido de nitrogênio e material particulado. Por falar em logística de distribuição, outro desafio que vamos mostrar é o abastecimento dos helicópteros da Petrobras em pleno coração da Amazônia, onde a BR supera as adversidades naturais da maior floresta tropical do planeta, disponibilizando uma infraestrutura itinerante, capaz de atuar com segurança e agilidade. Excelência em logística e também em produtos: veja como a gasolina de aviação da BR, o combustível mais utilizado na pulverização agrícola do Rio Grande do Sul, se mostrou um importante elemento na conquista da safra recorde dos gaúchos. Boa leitura! José Lima de Andrade Neto, Presidente da Petrobras Distribuidora

3 sumário Entrevista Movimentação nos aeroportos Francelino Silva Paes Aviação Desafios na Amazônia Aviação Redução do ICMS do Jet-A Agronegócio Safra impulsionada Investimentos Tecnologia para os negócios Mineração Workshop no Norte Tecnologia Atendimento móvel Pavimentação Nova nomenclatura para os produtos asfálticos Reportagem de Capa O avanço do S-10, o diesel dos novos motores Geração na Ponta Gerenciamento de energia Energia Tecnologia para o gás natural Eventos BR se destaca em feiras e premiações Segurança Segurança industrial Inovação Táxis elétricos Plano de Negócios Rumo ao crescimento Programa de Fidelidade Premmia + Smiles Patrocínio Máquinas velozes Opinião A força das feiras agrícolas em Goiás Publicação da Petrobras Distribuidora S.A. PRESIDENTE José Lima de Andrade Neto DIRETOR DE MERCADO CONSUMIDOR Andurte de Barros Duarte Filho DIRETOR DA REDE DE POSTOS DE SERVIÇO Luiz Claudio Caseira Sanches DIRETOR FINANCEIRO Nestor Cuñat Cerveró DIRETOR DE OPERAÇÕES E LOGÍSTICA José Zonis CONSELHO EDITORIAL Antonio Carlos Alves Caldeira Carlos Eduardo Duff da Motta Pereira Edson Chil Flavia Lopes de Abreu Cavalcanti Francelino da Silva Paes Gilce de Oliveira Sant Anna Hévila Aparecida Arbex Leonardo Cesar de Barros Luis Marcelo Freitas Sandra Braga Nery Viviane Salathe GERENTE DE COMUNICAÇÃO E RELAÇÕES INSTITUCIONAIS Sylvia Sampaio Lopo Gerente de Planejamento de Comunicação Luis Fernando Meinicke Farias GERENTE DE IMPRENSA E Comunicação Interna Carolina Rocha Campos Pires EDITORA Carla de Paula Santos (MTB 32599/RJ) PRODUTOR César Gonçalves de Almeida REPORTAGEM Carla de Paula Santos e Rodrigo Miguez REVISÃO Inah de Paula Comunicações DIAGRAMAÇÃO Inah de Paula Comunicações PRODUÇÃO GRÁFICA Inah de Paula Comunicações FOTO DE CAPA Ing Image Produzida por Inah de Paula Comunicações TIRAGEM 9 mil exemplares 2

4 Entrevista Arquivo BR MOVIMENTAÇÃO NOS AEROPORTOS: eventos internacionais aquecem o segmento Francelino Silva Paes Gerente de Produtos de Aviação Eventos internacionais de grande porte movimentam o Brasil em 2013 e abrem o calendário especial, que vai até 2016, quando a cidade do Rio de Janeiro será sede das Olimpíadas. neste ano, logo após a Copa das Confederações, que aconteceu em seis capitais brasileiras, será realizada a Jornada Mundial da Juventude, em julho, também no Rio de Janeiro. 3

5 Entrevista Nesta entrevista, o gerente Executivo Francelino da Silva Paes, da Gerência de Produtos de Aviação (GPA), fala sobre as ações que a Petrobras Distribuidora está desenvolvendo para reforçar sua capacidade de atendimento. O objetivo da Companhia é fazer frente ao aquecimento da demanda por produtos e serviços aeroportuários, diante da expectativa de aumento do número de turistas estrangeiros e domésticos nos aeroportos brasileiros. A BR vai investir, de 2013 até 2017, cerca de R$ 580 milhões no setor. Soluções BR: Como a BR Aviation se preparou para atender ao crescimento das demandas de consumo de combustível nos aeroportos, no período da Copa das Confederações? Francelino: A BR Aviation, por meio das suas gerências comerciais, de operações e de planejamento, identificou a previsão de aumento de demanda em decorrência dos eventos que ocorrerão neste ano. Na Copa das Confederações, por exemplo, é consenso entre os órgãos de aviação que haverá crescimento de, aproximadamente, 3 milhões de litros. Os voos atuais das companhias aéreas regulares suportaram a procura dos usuários, e houve aumento dos voos de aviação executiva, já incluído no volume descrito acima, nos aeroportos de Jacarepaguá e Santos Dumont. IngImage Os voos atuais das companhias aéreas regulares suportaram a procura dos usuários, e houve aumento dos voos de aviação executiva, já incluído no volume descrito acima, nos aeroportos de Jacarepaguá e Santos Dumont. 4

6 Soluções BR: De acordo com a Secretaria de Aviação Civil, os aeroportos do Rio de Janeiro devem ter recebido cerca de 47 mil passageiros para a final da Copa das Confederações. Quais são as expectativas de vendas da GPA para esse período? Francelino: Durante todo o período da realização da Copa das Confederações, temos uma expectativa de passageiros adicionais de cerca de 335 mil. Para a final da Copa, que ocorreu no Rio de Janeiro, estima-se um acréscimo de passageiros, somente no Aeroporto do Galeão, o que acrescerá nossas vendas em 1000 m³. Soluções BR: E para o evento da Jornada Mundial da Juventude, com a vinda do Papa Francisco à cidade do Rio de Janeiro? Sites de vendas de passagens aéreas já registram, desde março, crescimento também da procura para o Rio cinco vezes maior, principalmente para julho, época do evento religioso. Francelino: Nesse período, a estimativa é de aumento de 22 milhões de litros, notadamente no Aeroporto do Galeão. Com base nessa identificação de demanda, estamos aumentando o número das Unidades de Abastecimento de Aeronaves (UAA s). Soluções BR: Para a BR Aviation, qual é o impacto da recepção desses eventos internacionais pelo Brasil? Quais são as principais ações e os projetos em andamento? Francelino: As ações estão focadas em três recursos: os recursos humanos, com o aumento do número de técnicos de abastecimento; o recebimento de 33 novas UAA s, que totalizaram 509 unidades até o início da Copa das Confederações; e os ajustes em nossos estoques, destacando, inclusive, as obras de ampliação de tancagem nos aeroportos de Fortaleza (CE), Salvador (BA), Belém (PA) e Porto Alegre (RS). Além disso, tendo em vista que receberemos diversos voos da Aviação Executiva, estamos preparando ações específicas de atendimento aos nossos IngImage Programa de Relacionamento: BR Aviation Club cria campanha com prêmios exclusivos 5

7 Entrevista clientes, como, por exemplo, uma nova campanha do programa de relacionamento BR Aviation Club e a divulgação dos serviços prestados nas unidades do BR Aviation Center. Soluções BR: Além da cidade do Rio de Janeiro, quais as capitais que tiveram prioridade? Francelino: Foram priorizadas todas as demais capitais que sediaram a Copa das Confederações, quais sejam: Salvador, Fortaleza, Brasília, Recife e Belo Horizonte. Independentemente disso, temos que estar preparados para todos os eventos que ocorrem no país. Soluções BR: A estrutura aeroportuária nacional está preparada para essa que é considerada a maior demanda de aviação já assumida pelo país? Francelino: Nos últimos 10 anos, o mercado de aviação no Brasil mais que triplicou, saltando de 30 milhões de passageiros transportados, em 2003, para 100 milhões no ano passado. A aviação brasileira é considerada uma das mais seguras do mundo, o que pode ser confirmado pelo fato de o Brasil ser membro do grupo de elite da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), desde a sua criação. Logo, com os ajustes que estão sendo realizados por todas as instituições e empresas que compõem o Sistema Aeroportuário Brasileiro, a demanda para esses grandes eventos será atendida. Soluções BR: E quanto ao combustível? Francelino: No que tange ao combustível, temos a plena convicção de que estamos preparados para atender aos nossos clientes com excelente nível de qualidade. A BR tem uma forte presença no mercado global de aviação, possuindo a maior rede de distribuição de combustíveis, IngImage 6

8 presente em 103 aeroportos. Até o mês da Copa de 2014, estaremos presentes em 116 aeroportos. Não temos histórico de atraso junto aos nossos clientes nem de falta de produtos em nenhum desses aeroportos em que já atuamos. Estamos plenamente prontos e capacitados para atender às demandas existentes e às que virão pela frente. Soluções BR: A BR divulgou seu Plano de Negócios , no qual está prevista uma série de investimentos de infraestrutura aeroportuária e de aumento de tancagem até Já é possível destacar algumas dessas ações que visam a otimizar a logística de distribuição da BR, fazendo frente ao aumento do volume de vendas de produtos de aviação? Francelino: Desde 2010, a BR tem ampliado significativamente os investimentos em infraestrutura nos aeroportos. Apenas como exemplo, em 2009, nossos investimentos estavam no patamar de R$ 32,8 milhões, e no ano de 2012 tivemos investimentos na ordem de R$ 105,6 milhões. Nos últimos cinco anos, investimos o total de R$ 304,2 milhões nos aeroportos. De 2013 até 2017, investiremos cerca de R$ 580 milhões. Soluções BR: Há previsão de aumento da capacidade de tancagem, até 2017, em outros aeropor- Rogério Reis / Banco de Imagens Petrobras A BR tem uma forte presença no mercado global de aviação, possuindo a maior rede de distribuição de combustíveis, presente em 103 aeroportos. tos, além dos já contemplados, em virtude dos eventos que ocorrerão neste ano? Francelino: Além das obras de ampliação já mencionadas, teremos um aumento de tancagem em torno de de litros nos aeroportos de Brasília, Guarulhos, Cuiabá, Belém, Confins, Campinas e Galeão. No que se refere à quantidade de caminhões abastecedores, saímos de um número de 352, em 2007, para 509 caminhões, considerando o mês de maio, e a previsão é de que até o final de 2013 cheguemos ao número de 546 caminhões. Ou seja, a Diretoria da Petrobras Distribuidora tem dado especial atenção à atividade de aviação. 7

9 aviação Desafios na AMAZÔNIA BR supera as adversidades naturais da floresta para oferecer uma estrutura pioneira de atendimento às operações da Petrobras Jesuel Pires de Almeida 8

10 A maior distribuidora de combustíveis do Brasil dispõe de infraestrutura logística para atuar até no coração da Floresta Amazônica. Ao prover as necessidades de abastecimento dos helicópteros da Petrobras, que realiza prospecção de petróleo em áreas remotas, a BR Aviation mantém estruturas itinerantes de atendimento, capazes de suprir as demandas com segurança e agilidade, sem agredir a biodiversidade local. Para se ter uma ideia da dimensão desses desafios, são realizadas cerca de operações de abastecimento por ano. Para executar suas atividades em um território extenso e com poucas vias de acesso por terra, a BR montou uma estrutura dinâmica de transporte de combustíveis, que contempla o uso de balsas. Os helicópteros que apoiam as equipes da Petrobras na região precisam ser reabastecidos em breves períodos, o que demanda alternativas eficientes para pouso e suprimento. O combustível fornecido pela BR Aviation é retirado do Terminal de Manaus (TEMAN) e conduzido em balsas-tanque ou carretas-tanque até os pontos de apoio (ou locações), situados, geralmente, ao longo dos rios Urucu, Tefé e Juruá. Depois de recebido, amostras são colhidas e enviadas ao laboratório, para análise de recertificação. Apenas mediante o laudo de conformidade, o combustível é liberado para ser utilizado nas aeronaves. Segundo Jesuel Pires de Almeida, gerente da BR no Aeroporto de Manaus (GAMAN), tais cuidados precisam ser tomados para garantir a segurança dos abastecimentos na Floresta. Um rigoroso controle de qualidade é seguido, através de ensaios laboratoriais, testes de água em suspensão, controles de tempe- ratura e densidade, drenagem diária dos tanques e atenção aos demais procedimentos atinentes. O combustível fornecido pela BR, tanto nos aeroportos quanto nas operações especiais na Floresta Amazônica, recebe o mesmo controle de qualidade, que vai desde a refinaria aos tanques das aeronaves. Os laboratórios fazem as análises das amostras para checar e garantir a qualidade do combustível, mesmo nas áreas mais remotas, explica. Por ser transportado em via fluvial, o combustível percorre longas distâncias até chegar à estação de abastecimento. Lá, é retirado das balsas por meio de um sistema de bombeamento que conta com uma tubulação fabricada especialmente para a transferência de combustíveis de aviação. Cada balsa possui, em média, capacidade para armazenar cerca de 400 m³ de combustível. Balsas-tanque ou carretas-tanque são utilizadas para levar o combustível até os pontos de apoio, ao longo dos rios Urucu, Tefé e Juruá Jesuel Pires de Almeida 9

11 AVIAÇÃO Planejamento sidades climáticas da Floresta É graças à criatividade na podem ser administradas. A BR elaboração de uma logística flexível, compatível com as normas e razoável de combustível para envia uma quantidade calculada e procedimentos internacionais atender a uma demanda de até de segurança operacional, que a seis meses, evitando, assim, um BR Aviation torna viável o abastecimento de aeronaves em instalaronaves que sobrevoam a região. colapso no abastecimento das aeções compactas e até flutuantes, A falta de chuvas em certos períodos é um desafio que a equipe em meio a um dos mais complexos ecossistemas do planeta. local da BR precisa enfrentar todos As estruturas são montadas os anos. A maioria dos afluentes de acordo com a demanda de dos rios amazônicos é plenamente cada cliente. Para a Petrobras, navegável somente entre os meses de janeiro e julho. O verão e o planejamento e a logística são elaborados dentro da necessidade de cada locação, o que deve andamento das operações, já que a estiagem podem comprometer o considerar o tipo de combustível, restringem em até 80% a navegabilidade dos rios. o tempo de operação e o período de atuação, afirma Jesuel. A geografia da área, intensamente irrigada por grandes rios e Somente com um planejamento logístico estratégico as adver- por cursos d água de variados ta- Jesuel Pires de Almeida A estiagem é um dos desafios que a BR Aviation enfrenta para o abastecimento da Amazônia Cumprirmos com nosso compromisso de superar os desafios empresariais na Amazônia, respeitando as pessoas e preservando o meio ambiente. manhos, faz com que o transporte hidroviário seja tomado como ponto de referência para a rede de transporte na Floresta, uma vez que os rios da Amazônia são as nossas rodovias, comenta. Meio ambiente Uma grande preocupação da Companhia é prevenir e mitigar os impactos à biodiversidade em suas diferentes frentes de atuação. Por essa razão, as instalações de abastecimento implantadas no interior da Floresta possuem coletores de água e óleo, o que impede que os resíduos oleosos, eventualmente gerados, contaminem o solo e a água da região. As balsas estacionárias são cercadas por barreiras, de forma a evitar que um eventual derramamento se espalhe pelos rios. As medidas fazem parte dos procedimentos preventivos praticados pela Petrobras Distribuidora, que visam a garantir que o meio ambiente não sofra nenhum impacto. 10

12 Jesuel Pires de Almeida Alternativas eficientes, para pouso e suprimento dos helicópteros, atendem as demandas com segurança, sem comprometer a biodiversidade local A BR criou uma cultura e estabeleceu diretrizes na Amazônia para nortear todas as suas atividades de transporte, movimentação, abastecimento de aeronaves, transferências de combustível de balsas para tanques com a finalidade de otimizar o atendimento e aperfeiçoar a gestão dos poluentes e resíduos gerados nas operações. Por tratar-se de uma reserva ecológica mundial, rotinas rigorosas de segurança devem ser adotadas. A Gerência de Operações a Padrões de Aviação da BR (GPA/GOPA) desenvolveu procedimentos baseados em parâmetros a serem seguidos por toda a equipe, treinada para agir preventivamente. Know-how Em se tratando de combustível de aviação, as primeiras estruturas de abastecimento da Petrobras Distribuidora na Amazônia, também chamadas de Operações Especiais, foram montadas para atender às demandas das forças armadas em virtude da distância continental do local de treinamento até o ponto supridor. Com a experiência de campo adquirida, a BR passou a dar suporte à Petrobras e às demais empresas como HRT, Transpetro e Georadar que operam nas atividades de pesquisa e exploração de petróleo na Amazônia, resultando em seu pioneirismo na logística e no fornecimento de combustível de aviação na região. As operações especiais, realizadas pela BR Aviation, são únicas em seu gênero, ultrapassando fronteiras, derrubando obstáculos, quebrando paradigmas. As dificuldades encontradas nessa região, relacionadas aos modais de transporte e à imensidão amazônica, com suas peculiaridades, constituem enormes desafios aos profissionais que operam a logística de suprimento da Companhia, diz o gerente. 11

13 AVIAÇÃO Arquivo BR Estruturas de abastecimento foram montadas para atender às demandas das forças armadas na região, que é uma reserva ecológica Jesuel reforça, ainda, que, nas atividades desenvolvidas na região amazônica, ganha destaque a importância da participação proativa da equipe da Gerência de Aeroporto de Manaus, cujo envolvimento, dedicação e profissionalismo solidificam o atendimento de excelência prestado para a Petrobras. Charles Alves Cavalcanti, gerente Setorial de Transportes da Petrobras, aponta a relação franca, aberta e produtiva entre as empresas. Com a parceria de trabalho entre a BR e a Petrobras, com certeza, nosso desempenho deve ser cada vez mais crescente. Temos a previsão de ampliar os cenários e sites operacionais em 2014, e o fornecimento de combustíveis é considerado um fator crucial para o sucesso de nossos projetos. Reconhecimento Para assegurar-se da eficiência do trabalho realizado, a BR busca, constantemente, reavaliar os métodos empregados, de forma a ajustá-los às necessidades de seus clientes. Eliseu Robert Lage Oliveira é gerente Setorial de Contratação de Bens da Petrobras. Convidado a falar sobre o relacionamento entre as empresas, entre outros fatores, ele destaca o constante compartilhamento de informações como elemento que contribui para o fortalecimento do vínculo entre o cliente e o fornecedor. No tocante à contribuição prestada pela BR Aviation para viabilizar o abastecimento das aeronaves da Petrobras, em uma região tão ampla quanto desafiadora, o gerente ressalta a qualificação e a experiência do corpo técnico da BR, do ponto de vista operacional, como essenciais para o provimento de soluções. 12

14 Indo um pouco mais além, Eliseu se mostra otimista ao avaliar as expectativas de desempenho da Petrobras nas atividades que desenvolve na região Norte, impulsionadas pelo suprimento fornecido pela BR. Abaixo, segue o depoimento completo do gerente Setorial de Contratação de Bens da Unidade de Operação de Exploração e Produção da Amazônia. As operações especiais, realizadas pela BR Aviation, são únicas em seu gênero, ultrapassando fronteiras, derrubando obstáculos, quebrando paradigmas. Arquivo BR Parceria Esse relacionamento comercial é de longa data, mas eu ingressei no processo a partir de 2007, quando comecei a trabalhar com os contratos firmados com a BR Aviation. Ao longo desses anos, esse relacionamento tem se fortalecido com base no constante compartilhamento de oportunidades, riscos e decisões. No início, tínhamos um contrato para cada nova demanda de abastecimento que surgia: contrato para abastecimento de aeronaves para transporte de pessoas e cargas; contrato para suporte à equipe de sísmica; contrato para suporte às sondas etc. Com o tempo, as pessoas envolvidas com a contratação foram adquirindo maior experiência sobre o processo, evoluindo também o conteúdo e a forma dos compromissos contratuais. Hoje, temos um único contrato para atendimento às diversas demandas da Unidade, e, quando necessário, temos maturidade e flexibilidade para discutir novas demandas. Qualificação A BR Aviation tem papel fundamental nas nossas operações, e contamos com a expertise de seu corpo técnico, conhecedor de nossa realidade diferenciada e dos desafios de produzir petróleo e gás na Amazônia. Dessa interação surgiram inovações, como a adequação de procedimento de abastecimento voltado para nossa especificidade operacional na Floresta. Trata-se do hot refueling, que é um processo pelo qual a aeronave é reabastecida em solo, enquanto os motores ainda estão acionados, evitando o corte dos motores, no qual, então, o tempo de reabastecimento para partir novamente é, significativamente, menor. A contribuição da BR também se dá no compromisso com a garantia de total segurança de nossas operações com combustíveis, desde o transporte e o armazenamento, passando pela certificação e pelo abastecimento final. Dessa forma, cuidamos da segurança das pessoas e da realização plena dos negócios da estatal na região. Balanço Ao longo desses anos trabalhando na Gerência de Contratação de Bens da UO-AM (Unidade de Operação de Exploração e Produção da Amazônia), convivi com alguns gerentes da BR Aviation em Manaus: Mauro Bruno Bonotto, Luiz Henrique Perez de Almeida, Luis Cláudio de Andrade e, atualmente, Jesuel Pires de Almeida. Acredito que evoluímos de uma mera relação comercial para a construção de uma parceria sólida e eficiente, através da qual temos conseguido atender às demandas dos clientes internos da UO-AM. Obviamente que, pelo meio do caminho, tivemos percalços e lições aprendidas, por vezes, duras lições aprendidas, mas, como disse Peter Senge, as organizações só aprendem por meio de indivíduos que aprendem. A aprendizagem individual não garante a aprendizagem organizacional. Entretanto, sem ela, a aprendizagem organizacional não ocorre. Hoje, considero que temos uma equipe de alto desempenho e com foco na nossa missão 13

15 AVIAÇÃO maior na região, que é produzir petróleo e gás com segurança em meio à maior floresta tropical existente o equivalente a 1/3 das reservas de florestas tropicais úmidas e o maior banco genético do planeta. Desafios A realidade logística amazônica é o nosso maior desafio. A Província Petrolífera de Urucu está a cerca de 600 km de distância da capital Manaus ou cerca de 10 dias de navegação. O consumo de combustíveis é distribuído ao longo do ano, todavia, é sabido que, no segundo semestre de cada ano, quando há menos chuvas e o tempo seco permite intensificar a execução dos projetos da Unidade, a tendência é de que a média de consumo seja maior. Devido ao ciclo fluvial dos rios amazônicos, nas vias utilizadas para navegação até as frentes operacionais, ocorre o fenômeno de oscilação de calado, em virtude do regime hidrológico, onde o nível do rio aumenta nas estações chuvosas e diminui nas estações de seca, sendo que, no período de dezembro a maio de cada ano, predominam as fases enchente/cheia. É esperado, nessa época, portanto, que a navegação transcorra dentro da normalidade; já entre junho e novembro, contamos com o predomínio das fases vazante/seca, alterando as condições de navegabilidade, podendo haver restrição e até impedimento completo de navegação, em determinados trechos, para as embarcações em geral, incluindo as utilizadas no transporte de combustíveis. Por esse motivo, no período de junho a novembro, a BR mobiliza esforços adicionais para garantir a continuidade operacional e manter os combustíveis armazenados próximos aos locais de utilização. Sendo assim, desejamos que a UO-AM e a BR continuem aprendendo e inovando, para, assim, cumprirmos com nosso compromisso de superar os desafios empresariais na Amazônia, respeitando as pessoas e preservando o meio ambiente. CONTATO BR: Jesuel Pires de Almeida / (92) A base terrestre da Província Petrolífera do Campo de Urucu é um dos pontos de distribuição de combustível na Amazônia Andre Motta de Souza/ Banco de Imagens Petrobras 14

16 aviação REDUÇÃO DO ICMS DO JET-A1 Rogério Reis / Banco de Imagens Petrobras Decisão da Câmara Legislativa do Distrito Federal, homologada em abril deste ano, determinou a redução do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do Jet-A1, de 25% para 12%, em Brasília. A aprovação do projeto já repercute positivamente com aumento da demanda de combustível de aviação no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em menos de um mês após a entrada em vigor da nova alíquota. A medida permitiu a redução do preço do combustível para o cliente final. De acordo com Ernesto Edoardo Denti, gerente no Aeroporto de Brasília (GABRA), já é possível observar um crescimento médio de 20% do volume de vendas do querosene de aviação da BR. Estávamos com uma venda média na ordem de 800 m³/dia (ou m³/mês). Com a redução do ICMS, observamos que nossa média diária atingiu m³ (ou uma venda mês de m³). Além da redução do imposto, as obras de expansão e modernização do aeroporto tendem a exercer impacto sobre os números. Com a inclusão de novas rotas a partir da cidade, haverá também uma procura maior por combustíveis. Antes, havia menos slots no aeroporto de Brasília, o que reduzia a capacidade de operação das companhias aéreas. Com a ex- pansão do pátio de aeronaves, a movimentação será maior, assim como a nossa atuação, acredita o gerente. Denti informa que a BR já negocia com a Inframérica, operadora do aeroporto, a ampliação do pool de armazenagem e distribuição de combustíveis, de forma a acompanhar o crescimento da demanda de venda do Jet-A1. Queremos ampliar nossa área de estocagem no local, impedindo a ocorrência de atrasos no abastecimento e mantendo, assim, a qualidade do atendimento prestado aos nossos clientes, completa o gerente. CONTATO BR: Ernesto Edoardo Denti / (61)

17 Agronegócio safra IMPULSIONADA Mercado aeroagrícola em expansão conta com mais agilidade e eficiência nas técnicas de pulverização das culturas do Rio Grande do Sul Com clima favorável, a produção agrícola brasileira atingirá novo recorde em No Rio Grande do Sul, após as perdas expressivas de 2012, estima-se que a safra de verão produza um dos maiores volumes de grãos de todos os tempos. A gasolina de aviação da Petrobras Distribuidora (Avgas), o combustível mais utilizado pelas aeronaves agrícolas do Estado, também vem contribuindo para os avanços. De 26%, em 2011, a BR hoje conta com uma participação de mercado de 55,2%. O volume da safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas (2013) está estimado em, aproximadamente, 181,3 milhões de toneladas, um valor 12% superior ao da produção de 2012, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizado em março. De acordo com a pesquisa, o cresci- mento se deve ao aumento da área plantada no país e, principalmente, à recuperação da produtividade, sobretudo do milho e da soja. A cultura da soja apresentou um crescimento de 23,2% 80,9 milhões de toneladas, ou seja, mais de 15 milhões de toneladas acima do volume colhido no ano passado. A produção do milho deverá evoluir 5% em relação à safra de A primeira e a segunda safras do cereal, somadas, segundo o levantamento, registrarão novo recorde este ano. Com relação à distribuição por volume de produção, o LSPD indica a região Sul como a principal produtora, com 72,1 milhões de toneladas (39,8% de participação no mercado). O Centro-Oeste aparece em segundo, com uma produção de 71,6 milhões de toneladas e participação de 39,5%. Conforme explica Nelson Antônio Paim, presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), três fatores podem ser apontados como os principais responsáveis pela supersafra do Rio Grande do Sul, principal produtor da região. O primeiro deles é o clima, que, à exceção da região Nordeste, apresentou-se extremamente favorável ao desenvolvimento das culturas. O segundo, o bom preço da maioria dos produtos agrícolas. O terceiro fator (influenciado pelo segundo), é o aumento dos investimentos nas lavouras, principalmente em benefício da mecanização e da utilização de insumos. De acordo com Paim, o agricultor, esperando bons preços e bom clima aplicou mais recursos na plantação, o que fez crescer a produtividade. Os reflexos da safra recorde na economia do Estado devem gerar um crescimento até duas vezes superior ao da economia brasileira. O valor bruto de produção (VBP) também será maior em De acordo com a Empresa de Assistên- 16

18 cia Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (Emater-RS), as atuais cotações das commodities se encontram em patamares superiores aos praticados dois anos atrás. Na safra anterior, parte das plantações foi severamente prejudicada pelas chuvas irregulares e pelas estiagens prolongadas, com grandes perdas nos estados do Sul e em parte do Centro-Oeste. Com a estabilização do clima, especialmente no Rio Grande do Sul, a primeira safra de verão já está em fase adiantada de colheita; a segunda, em desenvolvimento vegetativo e floração. PULVERIZAÇÃO AÉREA Conforme nos conta o presidente do Sindag, ao longo dos últimos dez anos, o setor aeroagrícola vem conquistando novas áreas e culturas, especialmente em virtude do aumento da produtividade das lavouras e do consequente crescimento da produção agrícola no País. O modal aéreo de pulverização se mostra um excelente aliado do produtor, especialmente quando comparado ao método terrestre, executado por tratores. As principais vantagens estruturais referem-se à existência de uma legislação completa, em âmbito federal, que abrange aspectos aeronáuticos, agronômicos e ambientais, além da execução dos serviços sob responsabilidade técnica (cada empresa deve manter um engenheiro agrônomo como responsável). Do ponto de vista operacional, as principais vantagens da pulverização aérea decorrem da rapidez do tratamento; de uma operação sem danos às plantas (o amassamento ); da uniformidade de distribuição do produto; da operação em qualquer condição de solo; e, ainda, da não distribuição de inóculos (fungos, insetos) de uma área infestada para outra sadia, já que o avião não entra em contato com as plantas, diz Nelson Paim. De acordo com Luiz Tadeu Pacheco, gerente de Aeroporto de Porto Alegre (GAPOA), a utilização da pulverização aeroagrícola está diretamente relacionada aos fatores climáticos. Quando ocorre distribuição regular de chuvas, o trator pode danificar parte do solo ao percorrer a lavoura encharcada. Uma aeronave representa menor perda da produção, por otimizar o uso da terra. Pacheco explica que as chuvas frequentes favorecem a proliferação de pragas e insetos, o que exige maior rapidez no combate. Em função da dinâmica no campo, o gerente destaca os desafios do abastecimento da Petrobras Distribuidora, que precisa lidar, constantemente, com a urgência de entrega requerida pelos clientes. IngImage 17

19 Agronegócio O setor agrícola é um nicho de mercado totalmente diferente da nossa rotina de atendimento de pista, nos aeroportos. Nestes, esperamos a aeronave pousar para efetuarmos o abastecimento. Já no campo, precisamos ir atrás da aeronave, sendo o conhecimento da logística e da necessidade de cada cliente condições imprescindíveis para o sucesso de nossa atuação. Mercado O Brasil já possui a segunda maior frota de aeronaves agrícolas do mundo (1.720 unidades, em 2012), atrás apenas dos Estados Unidos. Na última década, o setor aeroagrícola apresentou expansão contínua, crescendo à razão de 6 a 7% ao ano, e estabelecendo-se como um componente cada vez mais essencial para o desenvolvimento da agricultura do país. A evolução do mercado aeroagrícola se explica menos pela expansão de área e mais pelo aumento da produtividade e da substituição das aplicações convencionais, comenta o presidente do Sindag. De acordo com o Sindicato, a estimativa de área tratada por O Brasil já possui a segunda maior frota de aeronaves agrícolas do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Na última década, o setor aeroagrícola apresentou expansão contínua, crescendo à razão de 6% a 7% ao ano, e estabelecendose como um componente cada vez mais essencial para o desenvolvimento da agricultura do país. aeronaves no país é de cerca de 20% do total, havendo, ainda, um grande mercado a ser conquistado. O setor é inteiramente regulamentado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) responsável pela publicação das Normas Técnicas e de Trabalho, bem como dos registros estatísticos da área. A ANAC é a entidade encarregada do registro e da operação das empresas e aeronaves que atuam no segmento agrícola, bem como da habilitação dos pilotos e pessoal de manutenção. Já o MAPA é quem cuida do registro e da operação das empresas e habilitação (especialização) do pessoal técnico e de apoio (engenheiros agrônomos e técnicos em agropecuária), explica Paim. Tecnologia O Brasil já dispõe do que há de mais moderno em tecnologia de aplicação aérea, como o sistema de orientação por DGPS (orientação via satélite, que amplia a precisão da aeronave no momento da execução das faixas de aplicação). A aviação aeroagrícola nacional, utiliza modernos bicos e atomizadores rotativos e distribuidores de produtos sólidos de última geração. 18 Bruno Veiga / Banco de Imagens Petrobras

20 Lucas Saporiti Equipamentos exclusivos são utilizados para transportar, manusear e armazenar o Avgas, que atende às exigências e especificações internacionais No Brasil, todo o pessoal técnico envolvido nas aplicações é especializado para o trabalho aeroagrícola, formado em cursos ministrados pelo Ministério da Agricultura e pela ANAC, acrescenta o presidente do Sindag. Tais cuidados são necessários para garantir a segurança da aplicação e a eficiência da prática de pulverização aérea. AVGAS A gasolina de aviação da Petrobras Distribuidora é o combustível mais utilizado nas mais de 300 aeronaves cadastradas no Rio Grande do Sul. Em 2012, a Companhia forneceu mais de m 3 de Avgas para as empresas de aviação agrícola do estado. Em 2011, o share da BR Aviation foi de 26%. Em 2013, conforme o Sindicom, até o mês de fevereiro, a participação da empresa no Estado evoluiu para 55,2 %. De acordo com Luiz Tadeu Pacheco, o Avgas atende às mais exigentes especificações internacionais. O produto da BR apresenta propriedades, requisitos de desempenho e cuidados diferenciados das demais gasolinas. Em todo o processo de manuseio, transporte e armazenamento, são usados equipamentos exclusivos para o produto, sendo o sistema periodicamente inspecionado para garantir que esteja limpo e isento de contaminação. Após ser produzido na refinaria da Petrobras, em Cubatão (SP), o Avgas é transferido para o terminal de Canoas, de onde é distribuído para os clientes. O gerente acredita que a ampliação da participação da BR no Estado é uma consequência do esforço empreendido pela Companhia para manter-se mais próxima de seus clientes. CONTATOS BR: Luiz Tadeu Pacheco / (51) Nelson Antônio Paim / (66)

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