FACULDADE SUL BRASIL CAMPUS DE TOLEDO CURSO DE TECNOLOGIA EM SEGURANÇA NO TRABALHO KATIUSSIA PEREIRA DOS SANTOS

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1 FACULDADE SUL BRASIL CAMPUS DE TOLEDO CURSO DE TECNOLOGIA EM SEGURANÇA NO TRABALHO KATIUSSIA PEREIRA DOS SANTOS ANÁLISE DE ACORDO COM AS NORMAS REGULAMENTADORES NA PREFEITURA MUNICPAL DE SÃO PEDRO DO IGUAÇU Toledo 2014

2 FACULDADE SUL BRASIL CAMPUS DE TOLEDO CURSO DE TECNOLOGIA EM SEGURANÇA NO TRABALHO KATIUSSIA PEREIRA ANÁLISE DE ACORDO COM AS NORMAS REGULAMENTADORES NA PREFEITURA MUNICPAL DE SÃO PEDRO DO IGUAÇU Projeto Interdisciplinar de Saúde e Segurança do Trabalho apresentado ao curso de Tecnologia em Segurança do Trabalho, sob orientação da Professora Ms. Jalusa Andréia Storch. Toledo 2014

3 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO Tema Sub tema: Problema Objetivo Geral Objetivos específicos Justificativa REVISÃO DE LITERATURA METODOLOGIA RESULTADOS CONCLUSÃO...15

4 1. INTRODUÇÃO 1.1 Tema O local a ser analisado localiza-se no oeste do Paraná, no município de São Pedro do Iguaçu, Rua Niterói nº 10, CEP: , CNPJ: / , onde está possui dois Distritos sendo eles Luz Marina e São Francisco e mais duas localidades São Judas e Marco Três. A principal atividade da Prefeitura é trabalhar na Gestão Pública e administrar programas e projetos voltados para seus munícipes no ritmo de desenvolvimento e ações que melhorem as condições e atendam às necessidades da população, visando à qualidade de vida para todos, e também trabalha em prol de buscar novos recursos e investimentos para atender o município. 1.2 Sub tema: A Prefeitura é composta por 254 funcionários, sendo 93 do gênero masculino e 161 do gênero feminino, dividida em nove secretarias sendo elas Administração, Agricultura, Ação Social, Educação, Esportes, Finanças, Indústria e Comercio, Obras, Recursos Humanos, onde cada uma destas estão direcionadas para cada departamento que a mesma possui, dando para cada funcionário as atribuições que são competentes para sua função desempenhada. Dentre o levantamento total da quantidade de funcionários, esses são divididos para cada local que integra o quadro corporativo da Prefeitura, sendo assim no distrito de Luz Marina a Unidade de Saúde possui 8 mulheres (enfermeira e auxiliar administrativo) e 2 homens (motorista), CMEI Luz Marina, 1 merendeira, 5 professoras, 1 zeladora, 2 auxiliar de serviços gerais, Escola Luz Marina, 9 professores, 1 cozinheira e 2 auxiliares de serviços gerais, Localidade de São Judas, Escola, 3 serviços gerais 2 mulheres e 1 homem, 6 professores 5 mulheres e 1 homem, CMEI Pequeno Polegar 2 professoras, 4 serviços gerais, 1 secretária, Unidade de Saúde São Judas 3 mulheres, distrito São Francisco, Unidade de Saúde 1 mulher, São Pedro do Iguaçu, Escola Municipal 25 professores, 23 mulheres e 2 homens, 2 mulheres no setor administrativo, 6 zeladoras, 2 porteiros e 2 merendeiras, CMEI Recanto da Criança 1 merendeira, 9 professoras, 1 zeladora e 1 auxiliar de serviços gerais, CRAS 3 mulheres 1 assistente social, 1 psicóloga e 1 auxiliar administrativounidade de Saúde 33 funcionários 23

5 mulheres dentre essas enfermeiras, bioquímica, auxiliar de enfermagem, médica, auxiliar de serviços gerais, auxiliar administrativo e 10 homens dentre eles 4 administrativo, 1 dentista e 5 motoristas, e para fechar o quadro defuncionários na Subprefeitura de Luz Marina tem 1 administrativo e na sede do município 109 funcionários 44 mulheres 2 zeladoras 1 cozinheira e 41 administrativo e auxiliar administrativo e 65 homens 11 administrativo e 54 nos setor de obras, dividido em mecânico, eletricista e garis. 1.3 Problema Porque o programa de Saúde e Segurança do Trabalho não funciona nas atividades desenvolvidas? Porque existe um índice elevado de absenteísmo? 1.4 Objetivo Geral Observar quais são as medidas que a mesma adota para cobrar a Segurança do Trabalho, se está possui Comissão Interna de Prevenção de Acidentes NR5, cobrar o uso Equipamentos de Proteção Individual NR6,se o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional NR 7 está vigente, se o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - NR9 está em dia, se adota a medidas de proteção mediante as NR s que compete a cada atividade, ou seja, Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos NR12, Atividades e Operações Insalubres NR15, Atividades e Operações Perigosas NR16, Ergonomia-NR 17, Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados NR33, Trabalho em Altura NR Objetivos específicos Programa de Apoio Terapêutico; Implantar programas de conscientização sobre segurança do trabalho; Programa de Melhoria das Condições de Trabalho; Benefícios que a Segurança traz para o posto de trabalho; Programa de Estudo da Morbidade e Absenteísmo entre os Servidores Públicos; Monitoramento das atividades; Programa de Atenção ao Servidor; Introduzir a Comissão Interna de Prevenção de Riscos - CIPA; Treinamento de uso de EPI s Trabalho em altura, Ergonomia e sobre os riscos inerentes de cada atividade; Programa de Capacitação Continuada.

6 2. Justificativa Como já comentado, o fato de esta estar se adaptando as normas de segurança, ainda existe uma gama de coisas que precisam ser imposto no posto de trabalho pelo fato de ter pouco tempo de implantação das normas. As Normas só foram introduzidas há quatro anos, mas de fato não justifica a falta de cobrança para seguir as medidas de proteção e segurança que a legislação visa para cada atividade exercida. Desta forma então surge duvidas por parte dos funcionários a respeito da utilização dos EPI s, a forma correta de realizar as atividades, questão da postura inadequada, organização do posto de trabalho, dentre outras situações que precisam ser verificadas para auxiliar no desenvolvimento das tarefas de forma que não prejudique a saúde e a integridade física de cada funcionário e em consequência disso diminua o absenteísmo no posto de trabalho. Segundo a Norma Regulamentadora 1 Disposições Gerais no item 1.7, cabe o empregador cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho; elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho, informando da melhor forma possível aos empregados sobre as questões de saúde e segurança do trabalho, compete também a este informar aos trabalhadores, sobre os riscos profissionais no posto de trabalho, quais são os meios para prevenir ou eliminar os riscos e qual é a medida mais correta que a empresa deve utilizar resultados de exames médicos aos quais os trabalhadores foram submetidos e os resultados das avaliações ambientais realizadas no posto de trabalho. 2. REVISÃO DE LITERATURA O programa de medicina ocupacional executa programas de preservação da saúde dos trabalhadores, aborda exames médicos exigidos pela lei, palestras de medicina preventiva, preparação do mapa de riscos ambientais, relatório anual e arquivos de exames médicos com análises clínica e exames complementares, buscando a qualidade de vida dos funcionários e aumento de produção da empresa. (CHIAVENATO, 2004, p.432). A segurança do trabalho é o conjunto de medidas técnicas, educacional, médica e psicológica utilizadas para prevenir acidentes seja eliminado condições inseguras do ambiente, seja

7 instrumento ou convencendo as pessoas da utilização de práticas preventivas. Ela é indispensável ao desempenho satisfatório do trabalho. (CHIAVENATO, 2004, P. 352). Higiene do trabalho refere-se a um conjunto de normas e procedimento que visa à proteção da integridade física e mental do trabalhador, preservando-o dos riscos de saúde inerentes às tarefas do cargo e ao ambiente físico onde são executadas. Relaciona-se com o diagnóstico e prevenção das doenças ocupacionais a partir do estudo e controle de duas variáveis: homem e seu ambiente de trabalho. (CHIAVENATO, 1999, P.376) Os serviços especializados em engenharia de segurança e em medicina do trabalho, título da quarta norma regulamentadora do trabalho urbano NR 4, foram criados com a finalidade de promover a saúde e proteger integridade do trabalhador, no local de trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida, a promoção da saúde do trabalhador e do meio ambiente de trabalho; objetivando garantir, um nível mais eficaz de segurança e saúde a todos os trabalhadores (MORAES, 2005, p. 141). 2.1 CIPA COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA - tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador. (Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978) Devem constituir CIPA, por estabelecimento, e mantê-la em regular funcionamento as empresas privadas, públicas, sociedades de economia mista, órgãos da administração direta e indireta, instituições beneficentes, associações recreativas, cooperativas, bem como outras instituições que admitam trabalhadores como empregados. (Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978) As disposições contidas nesta NR aplicam-se, no que couber, aos trabalhadores avulsos e às entidades que lhes tomem serviços, observadas as disposições estabelecidas em Normas Regulamentadoras de setores econômicos específicos. (Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978) As empresas instaladas em centro comercial ou industrial estabelecerão, através de membros de CIPA ou designados, mecanismos de integração com objetivo de promover o desenvolvimento de ações de prevenção de acidentes e doenças decorrentes do ambiente e instalações de uso coletivo, podendo contar com a participação da administração do mesmo. (Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978) 2.2 EPIS EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL Equipamento de Proteção Individual (EPI), por sua vez, corresponde a qualquer equipamento utilizado de forma individualizada pelo trabalhador com o objetivo de resguardá-lo de um

8 agente de risco, ou de vários, visando garantir sua segurança e a saúde no trabalho. Qualquer complemento ou acessório que possua tal finalidade também é considerado EPI. (COSTA; COSTA, 2004, p.23). Para os fins de aplicação desta Norma Regulamentadora - NR, considera-se Equipamento de Proteção Individual - EPI, todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. (Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978) Entende-se como Equipamento Conjugado de Proteção Individual, todo aquele composto por vários dispositivos, que o fabricante tenha associado contra um ou mais riscos que possam ocorrer simultaneamente e que sejam suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. (Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978) O equipamento de proteção individual, de fabricação nacional ou importada, só poderá ser posto à venda ou utilizado com a indicação do Certificado de Aprovação - CA, expedido pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego. (Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978) A empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco, em perfeito estado de conservação e funcionamento, nas seguintes circunstâncias:a) sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho ou de doenças profissionais e do trabalho;b) enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas; e, c) para atender a situações de emergência.(portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978) Cabe ao empregador quanto ao EPI: a) adquirir o adequado ao risco de cada atividade; b) exigir seu uso; c) fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho; d) orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação; e) substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado; f) responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica; e, g) comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada. h) registrar o seu fornecimento ao trabalhador, podendo ser adotados livros, fichas ou sistema eletrônico. Responsabilidades do trabalhador. (Alterado pela Portaria SIT n.º 194, de 07 de dezembro de 2010) Cabe ao empregado quanto ao EPI: a) usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina; b) responsabilizar-se pela guarda e conservação; c) comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso; e, d) cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado. (Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978)

9 2.3 PCMSO PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece a obrigatoriedade de elaboração e implementação, por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados, do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO, com o objetivo de promoção e preservação da saúde do conjunto dos seus trabalhadores. (Portaria MTE n.º 1.892, de 09 de dezembro de 2013) O PCMSO deverá considerar as questões incidentes sobre o indivíduo e a coletividade de trabalhadores, privilegiando o instrumental clínico-epidemiológico na abordagem da relação entre sua saúde e o trabalho. (Portaria MTE n.º 1.892, de 09 de dezembro de 2013) O PCMSO deverá ter caráter de prevenção, rastreamento e diagnóstico precoce dos agravos à saúde relacionados ao trabalho, inclusive de natureza subclínica, além da constatação da existência de casos de doenças profissionais ou danos irreversíveis à saúde dos trabalhadores. (Portaria MTE n.º 1.892, de 09 de dezembro de 2013) 2.4 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação, por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados, do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA, visando à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. (Portaria MTE n.º 1.297, de 13 de agosto de 2014) As ações do PPRA devem ser desenvolvidas no âmbito de cada estabelecimento da empresa, sob a responsabilidade do empregador, com a participação dos trabalhadores, sendo sua abrangência e profundidade dependentes das características dos riscos e das necessidades de controle. (Portaria MTE n.º 1.297, de 13 de agosto de 2014) Para efeito desta NR, consideram-se riscos ambientais os agentes físicos, químicos e biológicos existentes nos ambientes de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde do trabalhador. (Portaria MTE n.º 1.297, de 13 de agosto de 2014) Segundo a norma PPRA caracteriza-se como agentes físicos: o ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações ionizantes, radiações não ionizantes, bem como o infra-som e o ultra-som, agentes químicos: e poeiras, fumos, névoas, neblinas,

10 gases ou vapores e agentes biológicos como: bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus, entre outros. 2.5 NR 12 - SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Esta Norma Regulamentadora e seus anexos definem referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção para garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores e estabelece requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho nas fases de projeto e de utilização de máquinas e equipamentos de todos os tipos, e ainda à sua fabricação, importação, comercialização, exposição e cessão a qualquer título, em todas as atividades econômicas, sem prejuízo da observância do disposto nas demais Normas Regulamentadoras - NR aprovadas pela Portaria n.º 3.214, de 8 de junho de 1978, nas normas técnicas oficiais e, na ausência ou omissão destas, nas normas internacionais aplicáveis. (Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978) Segundo está norma trabalha com a construção, transporte, montagem, instalação, ajuste, operação, limpeza, manutenção, inspeção, desativação e desmonte da máquina ou equipamento, onde visa total comprometimento com a utilização correta das máquinas e equipamentos, é de obrigação do empregador adotar as medidas de prevenção de acordo com a norma para que possa garantir a saúde e a integridade física dos colaboradores. 2.6 NR 15 ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES De acordo com a norma são consideradas atividades e operações insalubres as atividades que exceda os limites de tolerância previstos na norma assim como, ruído contínuo ou intermitente, ruído de impacto, exposição ao calor, radiações ionizantes e não-ionizantes, trabalho sob condições hiperbáricas, vibrações, frio e umidade, todas essas atividades são caracterizadas nos anexos que condizem as especificações de cada uma das mesmas citadas. Entende-se por "Limite de Tolerância", para os fins desta Norma, a concentração ou intensidade máxima ou mínima, relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente, que não causará danos à saúde do trabalhador, durante a sua vida laboral. (Portaria MTb n.º 3.214, de 08 de junho de 1978) 2.7 NR 16 ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS Para os fins desta Norma Regulamentadora - NR são consideradas atividades ou operações perigosas as executadas com explosivos sujeitos a: a) degradação química ou autocatalítica; b) ação de agentes exteriores, tais como, calor, umidade, faíscas, fogo, fenômenos sísmicos, choque e atritos. (Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978)

11 2.8 NR 17 ERGONOMIA Esta Norma Regulamentadora visa a estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente. (Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978) As condições de trabalho incluem aspectos relacionados ao levantamento, transporte e descarga de materiais, ao mobiliário, aos equipamentos e às condições ambientais do posto de trabalho e à própria organização do trabalho. (Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978) 2.9 NR 33 SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ESPAÇOS CONFINADOS Esta Norma tem como objetivo estabelecer os requisitos mínimos para identificação de espaços confinados e o reconhecimento, avaliação, monitoramento e controle dos riscos existentes, de forma a garantir permanentemente a segurança e saúde dos trabalhadores que interagem direta ou indiretamente nestes espaços. (Portaria MTE n.º 202, 22 de dezembro de 2006) 2.10 NR 35 TRABALHOEM ALTURA Considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de 2,00 m (dois metros) do nível inferior, onde haja risco de queda. (Portaria SIT n.º 313, de 23 de março de 2012) Esta Norma estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade. (Portaria SIT n.º 313, de 23 de março de 2012) 3. METODOLOGIA 3.1 CARACTERÍSTICAS DA PESQUISA Para fazer todo levantamento foi utilizada pesquisa de campo e exploratória, na qual foi solicitada a autorização do Prefeito do Município para a pesquisa. Foi utilizado como método de análise observação do local e entrevista.

12 3.2 POPULAÇÃO E AMOSTRA Os participantes da pesquisa foram3 pessoas, as quais 2 do setor de Recursos Humanos e o Prefeito, com faixa etária de vinte e cinquenta anos, sendo eles dois homens e uma mulher. 3.3 INSTRUMENTOS PARA COLETA DE DADOS A coleta de dados foi feita através de entrevista com a responsável pelo setor de Recursos Humanos, onde foramquestionadas as seguintes perguntas: Se a Prefeitura possui o sistema de Segurança do Trabalho? Desde quando foi introduzido o sistema e se este funciona? Em relação aos funcionários, se eles possuem uma resistência muito grande para utilização de EPI s? Quantidade de funcionários que a Prefeitura possui em seu quadro de servidor? Se já foi feita atualização dos programas de segurança esse ano? Quais as possibilidades de incorporar a CIPA na organização? Se a mesma possui programas de treinamento e palestras direcionadas a Segurança do Trabalho? 3.4 PROCEDIMENTOS DE COLETA DOS DADOS Primeiramente foi marcada uma reunião com o Prefeito para apresentar o objetivo do trabalho a ser realizado na Prefeitura, posteriormente foi solicitada uma declaração de autorização do responsável pelo colegiado de Tecnologia em Segurança no Trabalho, para executar a coleta de dados. 3.5 ANÁLISE DOS DADOS A análise dos dados foi realizada de forma qualitativa, com base no sistema de controle de recursos humanos.

13 4. RESULTADOS Foi realizada até o momento uma pesquisa, na Prefeitura Municipal de São Pedro do Iguaçu, sendo esta com o propósito de fazer todo um levantamento da parte estrutural da mesma, a princípio demonstra interesse por parte do administrador do município para que possa ser feita algumas modificações, criou uma expectativa no que pode ser realizado em prol de seus servidores em à Saúde e Segurança do Trabalho. Analisando o ambiente de forma geral a mesma precisa se adequar diante das Normas Regulamentadoras, assim como: NR 5 CIPA COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES, a mesma não possui, observando o quadro de funcionário de acordo com a norma já é necessário possuir CIPA. NR 6 EPI s EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL, no levantamento realizado é fornecido os EPI s, mas por parte dos funcionários ainda existe uma resistência muito grande em usá-los, sendo com isso há necessidade de realização de treinamentos e uma abordagem mais ampla de como usar e quais os riscos que estes estão expostos em seu ambiente de trabalho. NR 7 PCMSO PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL, no momento possui este documento, mas de acordo com a norma está vencido o prazo de atualização do mesmo. NR 9 PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS, a mesma possui o PPRA, mas se encontra com o prazo de validade vencido, pois deveria ser feita avaliação no começo do ano de acordo com a data que foi feita a última avaliação ambiente. NR 12 -SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS, no momento não está atuante no ambiente de trabalho. NR 15 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES, nas atividades realizadas consideradas insalubres é efetuado pagamento de adicional de insalubridade sobre o salário do servidor.

14 NR 16 - Atividades e Operações Perigosas apenas existe só em uma função é efetuado o pagamento de adicional de periculosidade, no caso para atividade de eletricista. NR 17 ERGONOMIA a questão ergonômica não é executada no posto de trabalho, ou seja, não existe nenhum método utilizado para que possa ser corrigido as questões ergonômicas determinadas para cada atividade. NR 33 - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ESPAÇOS CONFINADOS, em relação a esta norma não se encontram nenhuma atividade que se enquadra como espaço confinado. NR 35 TRABALHO EM ALTURA apenas o eletricista realiza atividades em altura, onde o mesmo não recebe nenhuma orientação para desenvolver sua função, ou seja, está habituado no sistema antigo de realizar seu trabalho, no caso totalmente fora das normas.

15 5. CONSIDERAÇOES FINAIS Com o desenvolver desse trabalho, torna-se importante ressaltar a importância do sistema de saúde e segurança do trabalho e suas finalidades dentro do posto de trabalho. Sendo assim de acordo com os resultados, percebeu-se que existe uma grande necessidade de aprimorar o sistema de saúde e segurança do trabalho dentro do ambiente de trabalho, ou seja, introduzir programas que ainda é inexistente na atual situação, onde estes irão auxiliar na realização das atividades de forma segura e precisa. É notável que quando as atividades são realizadas dentro das normas de segurança do trabalho a satisfação é imediata tanto por parte do empregador quanto do funcionário, então a partir do momento que é inserido as normas de saúde e segurança do trabalho dentro da empresa é obrigação do empregador fazer com que seus funcionários usam e cumpram diante da legislação as atribuições que são destinadas para cada atividade, lembrando que para tornar as atividades seguras precisa-se treiná-los, ou seja, aplicar as medidas de prevenção e segurança necessárias, no entantosó serão alcançado os objetivos da política de segurança do trabalho se houver o comprometimento da parte gestora e de seus funcionários. Vantagens: com o cumprimento das normas regulamentadores trará mais satisfação nas atividades laborais, diminuição de absenteísmos, e um ambiente mais seguro para seus funcionários. Desvantagens: a não implantação de novos programas de segurança e o não cumprimento das normas irá acarretar numa série de problemas que poderá prejudicar a realização das atividades laborais e a saúde dos funcionários e também trazer danos para a própria empresa.

16 6. REFERÊNCIAS LEMES, Ismael Vieira Júnior. Higiene e segurança do trabalho. Disponível em: < cesso em 20 setembro RIBEIRO, M. et al Segurança e saúde ocupacional: o caso de uma instituição pública de Sergipe. In: artigo apresentado no V Congresso nacional de excelência em gestão, Rio de Janeiro, 2, 3 e 4 de julho de Ministério do Trabalho e Emprego: Norma regulamentadora. Disponível, em: < Acesso em 20 setembro

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