S U M Á R I O E X E C U T I V O. Desenvolvido para a 12ª Edição do Forum TI Novembro 2013

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "S U M Á R I O E X E C U T I V O. Desenvolvido para a 12ª Edição do Forum TI Novembro 2013"

Transcrição

1 IDC Portugal: Centro Empresarial Torres de Lisboa, Rua Tomas da Fonseca, Torre G, Lisboa W H I T E P A P E R I D C A s P r i n c i p a i s T e n d ê n c i a s n o S e c t o r d a D i s t r i b u i ç ã o e R e v e n d a d e T I e m P o r t u g a l Desenvolvido para a 12ª Edição do Forum TI Novembro 2013 S U M Á R I O E X E C U T I V O A economia nacional atravessa um período particularmente conturbado, nomeadamente após a eclosão da crise financeira internacional e do subsequente crescimento do défice das contas públicas que levou à assinatura de um Programa de Ajustamento Financeiro. Contudo, as expectativas de evolução da atividade económica para os próximos 12 meses registam uma evolução positiva. Neste contexto, a IDC Portugal lançou um inquérito às principais organizações empresariais nacionais com o objectivo de avaliar o impacto da conjuntura económica na despesa com tecnologias de informação, assim como identificar as prioridades tecnológicas destas instituições. A IDC realizou também recentemente um estudo global sobre o sector da distribuição e revenda de TI com o objectivo de avaliar as principais transformação neste segmento, o qual teve como base um inquérito respondido por mais de 500 revendedores de TI, incluindo integradores de sistema e VARs na Europa e Estado Unidos. Algumas conclusões em destaque: Situação Atual e Tendências no Mercado de TI Apesar de se manter em território negativo, as expectativas dos responsáveis das organizações nacionais apresenta uma melhoria relativamente aos anos anteriores. Situação semelhante pode ser observada na confiança dos responsáveis na evolução do negócio das suas organizações. Contudo, e apesar da inversão da tendência assinalada, a maioria das organizações inquiridas acredita que a retoma da atividade económica só chegará em 2015 ou mesmo mais tarde. Com o objetivo de permanecer competitivas e de ultrapassar as condições adversas da economia nacional, as organizações nacionais tem vindo a adoptar estratégias que privilegiam o desenvolvimento de novos produtos e serviços, a expansão para novos mercados, assim como o crescimento da quota de mercado nos seus segmentos tradicionais. Contrariamente ao que sucedeu em anos anteriores, a maioria das organizações definiu a melhoria da eficiência da organização como uma das principais prioridades de negócio. A maioria das organizações refere ainda a identificação e redução de custos e a otimização de processos como prioridades do negocio das suas organizações. Assim, a adopção ou a continuação das estratégias de virtualização da infraestrutura tecnológica são algumas das principais prioridades tecnológicas da maioria das organizações inquiridas. Por outro lado, a generalidade dos inquiridos refere a necessidade de prosseguir com os esforços de consolidação da sua infraestrutura tecnológica. Relacionada IDC

2 com as iniciativas anteriores, a maioria das organizações inquiridas tem vindo a equacionar a adopção de serviços de Cloud Computing. Por outro lado, e contrariamente ao que sucedeu em anos anteriores, a maioria das organizações inquiridas referem ainda projetos de mobilidade, de implementação ou atualização das suas aplicações negocio (ERP e CRM), assim como de Business Intelligence. Situação Atual e Tendências na Revenda de TI O negócio da maioria dos parceiros de canal ainda está relacionado com as tecnologias de segunda plataforma, no qual as redes representam o grosso das receitas para 52% dos parceiros, os servidores representam 44% das receitas, etc. Tal constitui um grande desafio para os revendedores mas não constitui uma surpresa quando se tem em linha de conta que o mercado de TI tem sido definido por estas tecnologias nos últimos 10 anos. Se analisarmos as receitas totais de um grupo de revendedores nos últimos sete anos, facilmente constatamos que a sua receita global tem vindo a alterar-se em redor da atividade de revenda e de produtos próprios, em que, em média, a receita proveniente da revenda tem vindo a cair desde Esta tem sido uma mudança indicativa dos parceiros de canal que tem vindo a aumentar as suas receitas e margem através do crescimento dos serviços que adicionam à revenda de produtos. As vendas de serviços como percentagem do lucro também cresceram, enquanto a contribuição do hardware diminuiu e o software se manteve constante. A IDC acredita que crescimento dos revendedores estará ligado nos próximos anos às tecnologias da terceira plataforma, nomeadamente os serviços de cloud computing e as tecnologias e soluções móveis e, adicionalmente, os serviços geridos. Num recente estudo a IDC verificou que os revendedores em que mais de 20% das receitas são provenientes de serviços de consultoria beneficiam de maior margem bruta do que todos aqueles que não tem este foco. Por outro lado, os parceiros com mais de 75% das receitas provenientes dos serviços e cloud computing possuem maiores lucros, assim como asseguram contratos, em média, com um valor muito superior (quase o dobro).

3 S I T U A Ç Ã O A C T U A L E v o l u ç ã o d a e c o n o m i a n a c i o n a l r e l a n ç a c o n f i a n ç a A economia nacional tem vindo a atravessar a mais grave crise dos últimos cem anos. A crise financeira internacional teve um impacto profundo no cenário económico nacional, nomeadamente no que diz respeito ao crescimento do défice público e ao aumento da dívida pública e privada. Estas circunstâncias levaram a que, em Junho de 2011, Portugal pedisse a intervenção externa do Fundo Monetário Internacional, do Banco Central Europeu e da Comissão Europeia que, em conjunto, procederam ao desenho de um Programa de Assistência Financeira e Económica (PAEF) que impedisse a falência da economia nacional. O conjunto de medidas de austeridade adoptadas e a adoptar precipitou a economia nacional numa espiral recessiva que, em 2012, ultrapassou 3,2 pontos percentuais. Apesar das previsões iniciais de crescimento da economia nacional para 2013 evidenciarem uma contração de 2,7 pontos percentuais, os mais recentes indicadores disponibilizados tem vindo a sublinhar uma inversão da tendência, o que poderá permitir que a economia nacional registe uma quebra de somente 1,6 pontos percentuais até final do ano. E, a generalidade dos indicadores disponíveis (ver Tabela 1) evidenciam que a economia nacional poderá regressar ao crescimento no próximo ano. T A B E L A 1 P r e v i s õ e s d e c r e s c i m e n t o d a e c o n o m i a p o r t u g u e s a Instituições Banco de Portugal -1,6% 0,3% OCDE -2,7% 0,2% FMI -1,8% 0,8% Fontes: BP, OCDE e FMI, 2013 Os dados recolhidos pela IDC Portugal Tendências TIC nas Organizações Nacionais evidenciam uma realidade semelhante. Deste modo, e apesar de se manter em território negativo, o Saldo de Respostas Extremas (SRE) evidencia um crescimento significativo nas perspectivas relativas ao próximo ano (ver Figura 1). No entanto, a confiança dos responsáveis das organizações nacionais ainda permanece negativo. Com efeito, mais de 42% das organizações inquiridas revelam que se encontram muito pouco confiantes na evolução da economia nacional, enquanto cerca de 40% das organizações inquiridas se manifestam como algo confiantes na evolução da atividade económica. Situação idêntica pode ser observada na confiança relativa à evolução do negocio das suas organizações (ver Figura 1). Com efeito, e apesar da confiança se manter em território negativo, o SRE evidencia um forte crescimento na confiança da evolução do negocio das suas organizações. E, esta realidade é independente da dimensão das organizações e do sector de atividade IDC 3

4 F I G U R A 1 C o n f i a n ç a n a e v o l u ç ã o d a e c o n o m i a e d o n e g o c i o e m P o r t u g a l ( S a l d o d e R e s p o s t a s E x t r e m a s ) ,1-0,2-0,3 Economia Negócio -0,4-0,5-0,6 Contudo, e apesar da inversão da tendência assinalada, a maioria das organizações inquiridas acredita que a retoma da atividade económica só chegará em 2015 ou mesmo mais tarde. A Figura 2 ilustra as opiniões das organizações nacionais relativamente à retoma da economia nacional. F I G U R A 2 P e r c e p ç ã o q u a n t o a r e t o m a d a s a t i v i d a d e s e c o n ó m i c a s n o t e r r i t ó r i o n a c i o n a l 7% 4% 7% No final de % No primeiro semestre de % No segundo trimestre de 2014 Só em 2015 Só depois de 2015 Não sabe / Não responde 35% IDC

5 Neste contexto, não será de estranhar que a maioria das organizações, preveja manter o seu atual quadro de colaboradores. No entanto, mais de um terço das organizações inquiridas tem planos para reduzir o número de colaboradores, enquanto cerca de 12% das organizações evidencia planos para aumentar o número de colaboradores. No entanto, a evolução ao longo dos últimos anos evidencia uma alteração do comportamento das organizações nacionais. A Figura 3 ilustra esta realidade no interior das organizações nacionais. F I G U R A 3 P l a n o s p a r a a c o n t r a t a ç ã o d e n o v o s c o l a b o r a d o r e s n a s o r g a n i z a ç õ e s n a c i o n a i s 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 5% 3% 3% 22% 51% 48% 52% 35% 42% 24% 9% 8% Vai aumentar Vai manter-se idêntica Vai diminuir Não sabe/não responde 2013 IDC 5

6 Com o objetivo de permanecer competitivas e de ultrapassar as condições adversas da economia nacional, as organizações nacionais tem vindo a adoptar estratégias que privilegiam o desenvolvimento de novos produtos e serviços, a expansão para novos mercados, assim como o crescimento da quota de mercado nos seus segmentos tradicionais. Curiosamente, apenas uma minoria de organizações contempla a realização de processos de fusão e aquisição. A Figura 4 permite-nos identificar as estratégias adotadas pelas organizações nacionais para contornar as dificuldades criadas pela recessão das atividades económicas. F I G U R A 4 E s t r a t é g i a s d e c r e s c i m e n t o a d o p t a d a s p e l a s o r g a n i z a ç õ e s n a c i o n a i s Desenvolvimento de novos produtos/serviços Expansão para novos mercados Crescimento da quota de mercado nos mercados actuais Novas alianças estratégicas Fusões e aquisições Outra(s) 0% 10% 20% 30% 40% 50% Confrontadas com um ambiente económico recessivo no território nacional, as organizações nacionais tem vindo a adoptar um conjunto de medidas para contornar a crise económica e tornar-se mais competitivas. Assim, e contrariamente ao que tem sucedido nos últimos dois anos, a maioria das organizações (62%) definiu a melhoria da eficiência da organização como uma das principias medidas a adoptar para alcançar os objectivos definidos anteriormente. A maioria das organizações refere ainda a identificação e redução de custos e a otimização de processos como prioridades do negocio das suas organizações. No entanto, e apesar desta realidade, a maioria das organizações sublinha ainda a importância da atração e retenção de clientes para a manutenção da competitividade nos segmentos em que atuam. Assim, não será de estranhar que muitas das organizações inquiridas tenham adoptado projetos de fidelização de clientes, assim como projetos de desenvolvimento de novos produtos e serviços. Obrigadas pela conjuntura económica a melhorar a eficiência da organização e de reduzir custos, as prioridades tecnológicas das organizações nacionais estão profundamente alinhadas com estas prioridades de negócio. Assim, a adopção IDC

7 ou a continuação das estratégias de virtualização da infraestrutura tecnológica são algumas das principais prioridades tecnológicas da maioria das organizações inquiridas. Por outro lado, e ainda relacionado com a necessidade de tornar a instituição mais eficiente, a generalidade dos inquiridos refere a necessidade de prosseguir com os esforços de consolidação da sua infraestrutura tecnológica. Relacionada com as iniciativas anteriores, a maioria das organizações inquiridas tem vindo a equacionar a adopção de serviços de Cloud Computing. A expectativa de melhoria das condições económicas no território nacional, aliada à necessidade de expandir o negócio para outras geografias e de atrair e reter novos clientes, reflete-se nas prioridades tecnológicas das organizações nacionais. Assim, e contrariamente ao que sucedeu em anos anteriores, a maioria das organizações inquiridas referem ainda projetos de mobilidade, de implementação ou atualização das suas aplicações negocio (ERP e CRM), assim como de Business Intelligence. Neste contexto, e alinhado com a necessidade de aumentar a eficiência operacional da organização e reduzir os custos de funcionamento, não será de estranhar que a consolidação da infraestrutura de TI seja uma das principais prioridades dos projetos de TI para os próximos 12 meses. Por outro lado, a maioria dos responsáveis das organizações nacionais sublinham ainda a necessidade de reduzir os custos de TI. De salientar ainda que, devido à importância crescente que estas tecnologias tem no negócio das organizações, os responsáveis dos departamentos de TI evidenciam ainda a melhoria da capacidade de resposta aos requisitos do negócio como prioridades nos próximos 12 meses. Os dados compilados pela IDC Portugal evidenciam ainda que a atual conjuntura económica vai continuar a ter um impacto negativo na despesa com tecnologias de informação das organizações nacionais. À semelhança do que aconteceu em anos anteriores, a maioria das instituições inquiridas vai proceder à redução do orçamento destinado a estas tecnologias. E a redução abrange igualmente as despesas operacionais (OPEX), como as despesas de capital (CAPEX). Assim, os dados compilados permitem-nos constatar que cerca de 41% das organizações inquiridas vão reduzir a despesa operacional com tecnologias de informação, enquanto 38% das organizações inquiridas tem planos para reduzir os custos de capital. A Figura 5 sintetiza esta realidade no interior das organizações nacionais IDC 7

8 F I G U R A IDC

9 Conforme vimos, e apesar da melhoria da confiança das organizações nacionais relativamente à evolução da economia nacional, a conjuntura económica continua a afetar a despesa com tecnologias de informação e comunicações. E, com exceção da despesa com serviços de Clod Computing e Aplicações de Negócio que apresentam um comportamento positivo, a generalidade dos segmentos da despesa com estas tecnologias permanece em território negativo apesar de na generalidade apresentarem melhores perspectivas face a 2012 e A Figura 6 ilustra as tendências de investimento das organizações nacionais. F I G U R A 6 I n t e n ç õ e s d a i n v e s t i m e n t o e m T I C e m Aplicações de negócio Serviços de Cloud Computing Armazenamento Integração de sistemas Serviços de desenvolvimento Formação PC, estações de trabalho, Sistemas servidores Software de desenvolvimento Equipamento de redes Software de infra-estrutura Outsourcing de TI Consultoria de TI Consultoria de negócio Business Process Suporte Periféricos Aumentar significativamente Aumentar Manter-se idêntica Diminuir Diminuir significativamente 0% 50% 100% 2013 IDC 9

10 O P O R T U N I D A D E S T I C A e m e r g ê n c i a d e u m n o v o p a r a d i g m a t e c n o l ó g i c o e o i m p a c t o n o c a n a l A indústria de TI desenvolveu-se em redor da primeira e da segunda plataforma, respectivamente em redor dos sistemas centralizados e das arquiteturas cliente /servidor. A IDC acredita que a terceira plataforma vai ser o motor do crescimento e da inovação da indústria de TI nos próximos 20 anos e que vai alterar a abordagem dos fabricantes e dos seus revendedores. As tecnologias móveis, sociais, de big data e de cloud computing vão ser os motores deste crescimento (ver Figura 7). F I G U R A 7 E m e r g ê n c i a d e u m n o v o p a r a d i g m a t e c n o l ó g i c o Uma questão central que se coloca aos fabricantes é a de saber qual a percentagem das receitas proveniente destas quatro áreas. E, adicionalmente, qual a percentagem gerada pelos parceiros de canal. É necessário compreender que tal não é uma alteração tecnológica ou dos serviços, mas que assinala uma mudança no modo como os clientes finais funcionam relativamente a estas tecnologias e serviços. Um estudo recente da IDC evidencia que 25% das novas iniciativas de TI vão ser lideradas por executivos das diferentes áreas de negócio; em 2016, a IDC prevê IDC

11 que esta realidade cresça para 40%. Outra questão que se deve colocar é a de saber quais os parceiros de negócio que estão bem posicionados para ter conversações com estes executivos. Um bom exemplo pode ser o do responsável de marketing que necessita de compreender as implicações das tecnologias de big data e de social business na sua estratégia de marketing. Adicionalmente, é necessário ter em consideração as necessidades dos CIO em que os objetivos principais são: 1) acelerar o foco do departamento de TI na estratégia de negócio em vez da primazia da tecnologia, 2) gerar maior inovação nas TI e canalizá-la para o negócio, e 3) alinhar o papel das TI com o negócio numa base diária. Tal evidencia a necessidade das TI de servir o negócio e, adicionalmente, os parceiros de negócio que servem o negócio devem ter condições para realizar ligações e assumir a função de árbitro entre estes dois grupos de responsáveis. Estas são transformações nos clientes finais provocadas pela transição da segunda para terceira plataforma. Mas porque é que os fabricantes e os parceiros de canal devem estar preocupados com esta nova realidade? Analisemos o crescimento do mercado. A despesa TIC na terceira plataforma vai ter um crescimento anual médio de 15% e vai representar 70% do crescimento do mercado mundial. Tal torna claro que o foco dos fabricantes e dos seus parceiros vai necessitar de ser alterado em redor destas linhas. Tal não significa que as tecnologias da segunda plataforma tenham que ser abandonadas; antes pelo contrário. Estas tecnologias vão continuar a ser um contributo importante para o sucesso dos parceiros e dos seus clientes. No entanto, onde é que os fabricantes e os parceiros de canal podem encontrar áreas de investimento e de envolvimento? F I G U R A 8 C r e s c i m e n t o d a d e s p e s a e m T I C p o r p l a t a f o r m a ( m i l h a r e s d e d ó l a r e s ) 2013 IDC 11

12 Vamos ter em consideração que o negócio da maioria dos parceiros de canal está relacionado com as tecnologias de segunda plataforma, no qual as redes representam o grosso das receitas para 52% dos parceiros, os servidores representam 44% das receitas, etc. Tal não constitui uma surpresa quando se tem em linha de conta que o mercado de TI tem sido definido por estas tecnologias nos últimos 10 anos. Mas, em simultâneo, a maioria dos parceiros de canal vê o crescimento ligado às tecnologias da terceira plataforma, nomeadamente os serviços de cloud computing e as tecnologias e soluções móveis e, adicionalmente, os serviços geridos. É necessário ter em conta que estas não são áreas em que os parceiros de canal tem as competências necessárias, mas indica as áreas em que os parceiros de canal acreditam ser o crescimento futuro em muitos casos é aspiracional. As tecnologias big data/analítica são algo marginais para os parceiros do canal e a maioria não os encaram como tendo potencial de crescimento para o seu negócio. Tal está relacionado com a sua visão da analítica de negócio, encarada como uma venda estratégica e centrada na aplicação, que se encontra distante das capacidades tradicionais dos revendedores. É melhor para estes parceiros envolverem-se em áreas que tem, pelo menos, uma ligação à infraestrutura, como seja o caso das componentes servidor, do armazenamento e das redes de comunicações incluídas nas implementações de serviços privados de Cloud Computing; a integração back-end de equipamentos móveis e soluções de infraestrutura para os clientes finais. Antes de analisar os modelos de negócio dos parceiros, convém assinalar um ponto: os parceiros de canal possuem um elevado nível de influência. Um estudo da IDC evidencia que, de todas necessidades de negócio que os parceiros satisfizeram, 62% eram pedidos genéricos; por outras palavras, 62% do negócio que os parceiros de canal satisfazem são canalizados para um determinado fabricante ou fornecedor porque os parceiros influenciam o cliente final. Então, se o nível de influência dos parceiros de canal é tão elevado, qual a capacidade para manter esta influência nas tecnologias de terceira plataforma. Para manter esta influência, os fabricantes devem auxiliar os seus parceiros de canal neste processo. Analisemos, então, os modelos de negócio dos parceiros para entender o seu posicionamento atual. A IDC tem desenvolvido no decorrer dos últimos anos um conjunto de métricas para os parceiros de canal. Se analisarmos as receitas totais de um grupo de revendedores nos últimos sete anos, facilmente constatamos que a sua receita global tem vindo a alterar-se em redor da atividade de revenda e de produtos próprios, em que, em média, a receita proveniente da revenda tem vindo a cair desde Esta tem sido uma mudança indicativa dos parceiros de canal que tem vindo a aumentar as suas receitas e margem através do crescimento dos serviços que adicionam à revenda de produtos IDC

13 Tal não significa necessariamente que a revenda média diminuiu, mas que a revenda em percentagem do negócio total tem vindo a diminuir, em resultado do crescimento dos serviços nas receitas totais. Tal significa que os serviços tem vindo a tornar-se mais importantes para as receitas dos parceiros. Assistimos a uma trajetória semelhante na revenda de hardware que, desde 2005, tem vindo a diminuir em percentagem das receitas globais, enquanto as receitas de software tem aumentado. F I G U R A 9 E v o l u ç ã o d o m i x d a s r e c e i t a s d o s r e v e n d e d o r e s n a E u r o p a e E s t a d o s U n i d o s 2013 IDC 13

14 No decorrer do mesmo período, as vendas de serviços como percentagem do lucro cresceram, enquanto a contribuição do hardware diminuiu e o software se manteve constante. O que isto significa é que a ligação que mantem o relacionamento entre fabricante e parceiro, i.e. os produtos que lhes permitem fazer negócio e dos quais os parceiros dependem, tem vindo a diminuir em termos relativos no negócio global dos parceiros. Tal torna mais difícil aos fabricantes obterem a sua atenção. F I G U R A 1 0 E v o l u ç ã o d o m i x d o l u c r o d o s r e v e n d e d o r e s n a E u r o p a e E s t a d o s U n i d o s Mas, e este é um ponto central, os fabricantes devem evoluir em termos do valor que proporcionam aos seus revendedores e a disponibilidade de um elevado nível de envolvimento nos serviços transforma-se num veiculo da lealdade no relacionamento. O envolvimento de outros parceiros, como os integradores de sistemas e service providers, nas atividades de revenda com o objetivo de contemplar a totalidade do relacionamento com o cliente final é outra das componentes desta mudança no modelo de negócio dos parceiros de canal. Os parceiros tradicionais tem vindo a esforçar-se para disponibilizar maior valor aos clientes finais através da oferta de serviços, mas estão algo atrasados. A revisão das prioridades mais importantes para os diferentes tipos de parceiros evidencia que os VAR estão focados na manutenção da sua base de clientes, em resposta à principal prioridade dos integradores de sistemas e service providers obter novos clientes. Assim, os VAR começam a sentir-se comprimidos pelos outros tipos de parceiros, na medida em que a oferta destes parceiros inclui componentes que os VAR não possuem IDC

15 Apesar dos parceiros de canal estarem a lutar para manter os seus clientes, enfrentam desafios que escondem a necessidade de alterar o seu negócio, i.e. descobrir novas fontes de receita, descida das margens, escassez de recursos. F I G U R A 1 1 P r i n c i p a i s d e s a f i o s d o s r e v e n d e d o r e s Os fabricantes devem reconhecer estes desafios e tornar-se conselheiros dos seus parceiros disponibilizando maior conhecimento, planeamento de negócio conjunto, pelo menos com os seus revendedores estratégicos; e tal vai para lá do objetivo da venda de produtos; devem focalizar-se na solução e mais importante qual o papel que os fabricantes desempenham no desenvolvimento das capacidades de serviços dos seus parceiros em áreas como a consultoria e os serviços profissionais. Os parceiros de canal são altamente receptivos a esta realidade porque os aceleradores do relacionamento com os fabricantes estão relacionados com a aquisição de competências técnicas, de vendas e de soluções. Mas o que é que define os parceiros que podem ser descritos como aptos para a terceira plataforma? Estes são os parceiros que os fabricantes necessitam de identificar e de comprometer. Alguns podem já integrar o ecossistema dos fabricantes; outros poderão não integrar e estes são os parceiros que nasceram com a terceira plataforma, i.e. o seu negócio está focalizado nas tecnologias móveis, sociais e de cloud computing. Independentemente de terem nascido com a terceira plataforma ou de terem adquirido competências como parte do negócio de segunda plataforma, são definidos por um conjunto de indicadores árbitro e influenciador (TI e unidades de negócio), processo de vendas alinhado ao negócio, foco em soluções holísticas, valor a nível dos sectores, serviços profissionais/consultoria, escolha de modelos de implementação e processos e competências de negócio - e muitos deles são interdependentes IDC 15

16 Estes parceiros dependentes de tecnologias de segunda plataforma necessitam que os fabricantes os auxiliem nesta transição. A gestão da mudança é um palavrão para estes parceiros porque tal requer um esforço e um custo a que não estão acostumados. Mas, na medida em que as tecnologias de segunda plataforma não vão desaparecer e constituem o suporte para as tecnologias de terceira plataforma, estes parceiros de canal vão poder negociar uma mudança inicial que focalize o seu negócio numa ou mais do que uma das tecnologias de terceira plataforma. F I G U R A 1 2 P r i n c i p a i s m u d a n ç a s a s e r e m f e i t a s p a r a o s u c e s s o n a 3 ª p l a t a f o r m a Mas o que é que representa em termos de beneficio para o negócio dos parceiros? E, consequentemente, no negócio dos fabricantes? A IDC tem vindo a desenvolver numerosos estudos sobre os parceiros e desenvolveu algumas métricas de sucesso baseadas na margem bruta de comercialização e na dimensão dos contratos IDC

17 Analisemos revendedores em que mais de 20% das receitas são provenientes de serviços de consultoria. Estes parceiros beneficiam de maior margem bruta do que todos aqueles que não tem este foco. Deste modo, estes parceiros tem maior disponibilidade de investimento no crescimento do negócio, enquanto os restantes lutam para manter o seu negócio. Por outro lado, os parceiros com mais de 75% das receitas provenientes dos serviços e cloud computing possuem maiores lucros, assim como asseguram contratos, em média, com um valor muito superior (quase o dobro). T A B E L A 2 B e n c h m a r k r e l a t i v o a p e r f o r m a n c e d o s r e v e n d e d o r e s I m p a c t o d o s s e r v i ç o s p r o f i s s i o n a i s e d e c o n s u l t o r i a < 20% de consultores no total dos colaboradores > 20% de consultores no total dos colaboradores Margem Bruta 33,7% 48,6% I m p a c t o d o s s e r v i ç o s C l o u d Média > 75% das receitas de serviços Cloud Dimensão média dos negócios Margem Bruta 38,6% 58,9% I m p a c t o d o s n o v o s c l i e n t e s < 25% Novos Clientes (vs. ano anterior) > 25% Novos Clientes (vs. ano anterior) Dimensão média dos negócios Margem Bruta 30,7% 43,0% 2013 IDC 17

18 Neste contexto, o inquérito da IDC Portugal procurou ainda identificar os critérios mais importantes para a contratação de um fornecedor de produtos e serviços de tecnologias de informação. Assim, e segundo os dados compilados, a maioria das organizações nacionais consideram que as competências técnicas e o entendimento do negocio como os principias critérios para a contratação de um fornecedor de produtos e soluções TIC. Por outro lado, a maioria das organizações sublinha ainda a importância da transferência de conhecimento e do conhecimento do sector de atividade como cruciais para o relacionamento com os fornecedores. Por último, as organizações inquiridas sublinham ainda a importância do preço das soluções como fator importante na seleção de um fornecedor. A Figura 8 sintetiza os principais critérios de contratação de um fornecedor de produtos e serviços TIC neste novo contexto tecnológico. F I G U R A 13 C r i t é r i o s d e c o n t r a t a ç ã o d e f o r n e c e d o r e s Competências técnicas Entendimento das necessidades de negócio Transferência de conhecimento Experiência no setor de atividade Preço das soluções IDC

19 O p o r t u n i d a d e s n o t e r r i t ó r i o n a c i o n a l Conscientes da importância dos novos pilares tecnológicos para a competitividade das suas organizações, a maioria dos responsáveis tem vindo a equacionar a implementação destas tecnologias para suporte aos seus processos de negocio. Assim, e conforme vimos anteriormente, a adopção de serviços de Cloud Computing públicos e privados e a implementação de soluções móveis encontram-se entre as principais prioridades das organizações nacionais para os próximos 12 meses. Recentemente, a IDC Portugal analisou o grau de maturidade das organizações nacionais relativamente à adopção destas tecnologias. As secções seguintes evidenciam algumas das conclusões dos estudos realizados no território nacional. Cloud Computing Concluída, ou em fase de conclusão, as iniciativas de virtualização da infraestrutura tecnológica, as organizações nacionais começam a equacionar a adopção de serviços de Cloud Computing públicos e privados como ferramenta para reduzir custos de funcionamento, aumentar a eficiência das organizações, optimizar os processos de negocio e, nalguns casos, como suporte à internacionalização das suas atividades. Deste modo, não será de estranhar que a implementação de serviços de Cloud Computing seja uma oportunidade de negócio para o canal de revenda de produtos e serviços TIC. Algumas conclusões do estudo da IDC Portugal sobre a adopção de serviços de Cloud Computing no território nacional evidenciam: A adopção de serviços de Cloud Computing já é uma realidade no interior das organizações nacionais. Confrontadas com a necessidade de reduzir custos de capital e de funcionamento, assim como de dar uma resposta adequada às necessidades de negócio, as organizações nacionais tem vindo, gradualmente, a implementar serviços públicos e privados de Cloud Computing. No entanto, persistem alguns obstáculos à adopção deste tipo de serviços, nomeadamente no que diz respeito às questões de segurança/confidencialidade/privacidade dos dados. À semelhança do que acontece na generalidade das economias mais desenvolvidas, redução de custos de capital e de funcionamento, melhoria dos níveis de serviço prestados aos utilizadores e simplificação da infraestrutura tecnológica são alguns dos factores subjacentes à implementação deste tipo de serviços nas grandes organizações. À medida que o grau de maturidade aumenta, factores como a redução de custos começam a perder importância, enquanto benefícios como a agilidade ou a capacidade de dar resposta às solicitações do negócio começam a aparecer como mais importantes. Os serviços de Cloud Computing públicos ou privados já possuem um grau de maturidade elevada no interior das organizações nacionais. Com efeito, importa salientar que mais de 60% das organizações incluíram estes serviços na sua estratégia de TI ou na sua estratégia de negócio. Os dados compilados permitem-nos constatar que a maioria das Maiores Empresas se encontra numa fase inicial Ad-Hoc no Modelo de Maturidade da IDC de adopção dos serviços de Cloud Computing mas que, nos próximos dois anos, a adopção destes serviços se irá expandir no interior destas 2013 IDC 19

20 organizações nacionais - a maioria deverá entrar na segunda fase do Modelo de Maturidade desenvolvido pela IDC. Contrariamente ao que sucede com a despesa global com tecnologias de informação, a despesa com serviços de Cloud Computing vai crescer no decorrer dos próximos anos. As previsões da IDC Portugal apontam ainda para que a despesa com estes serviços deva ultrapassar 184,2 milhões de euros em 2017, dos quais 44,7 milhões de euros relativos a serviços privados e 139,5 milhões de euros em serviços públicos. Esta realidade vai alterar significativamente a estrutura da despesa com tecnologias de informação. Enquanto, presentemente, os serviços de Cloud Computing representam cerca de 20% da despesa com tecnologias de informação das Maiores Empresas, em 2015, estes serviços vão representar mais de 37% da despesa destas organizações. Mobilidade Nos últimos anos, e em resultado da alteração das condições de trabalho e do desenvolvimento de soluções e tecnologias móveis, assistiu-se ao crescimento do número de colaboradores móveis a nível mundial. Este crescimento está a ser impulsionado pelo facto de que cada vez mais tarefas podem ser desenvolvidas fora do local de trabalho devido aos múltiplos desenvolvimentos ocorridos na tecnologia móvel, na expansão das redes wireless e ao ritmo de inovação das aplicações móveis. No ano passado, e de acordo com estimativas da IDC, o número de trabalhadores móveis no território nacional ultrapassava 2,2 milhões de pessoas, equivalente a 35% da população ativa em Portugal. E as perspectivas de crescimento acompanham a realidade internacional. Assim, em 2016, o número de colaboradores móveis no território nacional deverá ser superior a 2,8 milhões de pessoas, o que corresponde a uma taxa de crescimento anual média de 4,7% neste período. E, esta realidade representa cerca de 41% da população ativa no território nacional. Neste contexto, não será de estranhar que a mobilidade corporativa seja uma oportunidade de negócio para o canal de revenda de produtos e serviços TIC. Algumas conclusões do estudo da IDC Portugal sobre mobilidade corporativa evidenciam: A maioria das organizações nacionais (87%) sublinha a importância da mobilidade. No entanto, estas consideram ser mais importante o suporte à mobilidade interna do que o suporte à mobilidade de clientes e parceiros. Os equipamentos desktop ainda são dominantes nas organizações nacionais em média, existe um equipamento desktop para cada dois colaboradores. Por outro lado, e devido ao crescente número de utilizadores móveis, a utilização de equipamentos portáteis generalizou-se nas organizações nacionais em média, em cada dez colaboradores, quatro possuem computadores portáteis. As restantes categorias de equipamentos móveis ainda possuem uma utilização diminuta dois em cada dez colaboradores possuem smartphones e 1 em cada dez colaboradores possui um tablet. O peso da despesa com estas tecnologias tem vindo a aumentar no decorrer dos últimos anos. Assim, e apesar da maioria das organizações consagrar menos de 10% do orçamento anual de TI com estas tecnologias, a percentagem de organizações que consagra mais de 10% do orçamento IDC

21 anual com tecnologias móveis tem vindo a aumentar nos últimos anos. De salientar que as organizações inquiridas nos sectores dos serviços e das telecomunicações/utilities/energia são aquelas em que o peso da despesa com estas tecnologias é superior, enquanto o peso da despesa com estas tecnologias na indústria e nos organismos da Administração Pública ainda é reduzido. As organizações nacionais vão continuar a investir em tecnologias e soluções móveis com o objectivo de manter ou reforçar a sua competitividade no território nacional. Deste modo, a despesa com tecnologias e soluções móveis vai aumentar no decorrer dos próximos 12 meses. E, este crescimento vai ser mais evidente nos sectores financeiro (mais de 47% das organizações inquiridas sublinham que a despesa vai aumentar), da distribuição e retalho (57% das organizações tencionam aumentar a sua despesa com estas tecnologias) e na indústria (cerca de 43% das organizações tem intenção de aumentar a despesa realizada com estas tecnologias. De salientar ainda que sectores como as telecomunicações/utilities/energia, os serviços e a Administração Pública tem expectativas de manter a despesa com estas tecnologias. A maioria das organizações tem vindo a contemplar o desenvolvimento de aplicações para as plataformas ios e Android. Assim, a maioria das organizações inquiridas já procedeu ao desenvolvimento de aplicações móveis para smartphones ios, enquanto mais de 46% dos inquiridos já procederam ao desenvolvimento de aplicações para tablets ios. A maioria das organizações reconhece a necessidade de proceder ao desenvolvimento de aplicações móveis para a plataforma Android, em particular no que diz respeito ao desenvolvimento de aplicações para smartphones. De salientar que apenas uma minoria das organizações inquiridas procederam ao desenvolvimento de aplicações móveis para Windows 8 ou para Blackberry. Os dados recolhidos pela equipa da IDC permitem ainda constatar que um conjunto significativo de organizações está a equacionar o desenvolvimento de aplicações ou soluções móveis para a plataforma Windows IDC 21

22 M E T O D O L O G I A A metodologia teve com base um inquérito online lançado junto do tecido empresarial nacional entre 03 e 18 de Novembro de 2013 Universo em análise: Empresas e organizações com 10 ou mais colaboradores. Perfil dos decisores: No caso das grandes organizações os inquéritos foram respondidos por decisores (Diretores e Administradores) ligados às tecnologias de informação, no caso das pequenas e médias organizações os inquéritos também foram respondidos por decisores ligados à gestão (Diretores gerais e Financeiros). Unidade amostral: Um decisor. Amostra: 326 decisores, a representar praticamente todos os sectores económicos e todas as dimensões de empresa. As Figuras 14, 15 e 16 sintetizam esta realidade. F I G U R A 14 D i s t r i b u i ç ã o d a s r e s p o s t a s p o r s e c t o r d e a t i v i d a d e Seguros 4% Saúde 3% Media 3% Transportes Telecomunicações 5% 1% Serviços 19% Indústria 20% Administração pública 15% Banca 9% Distribuição e retalho 11% Utilities 7% Construção civil e obras públicas 3% IDC

23 F I G U R A 15 D i s t r i b u i ç ã o d a s r e s p o s t a s p o r v e n d a s ( o u s i m i l a r ) Mais de 500 milhões de euros 13% milhões de euros 24% Menos de 10 milhões de euros 31% milhões de euros 32% F I G U R A 16 D i s t r i b u i ç ã o d a s r e s p o s t a s p o r d i m e n s ã o d o o r ç a m e n t o d e T I 500 a 999 mil euros 8% Mais de 1 milhão de euros 28% 200 a 499 mil euros 13% 100 a 199 mil euros 13% Menos de 100 mil de euros 38% 2013 IDC 23

ESTUDO IDC O papel das tecnologias de informação na produtividade e redução de custos nas organizações nacionais

ESTUDO IDC O papel das tecnologias de informação na produtividade e redução de custos nas organizações nacionais ESTUDO IDC O papel das tecnologias de informação na produtividade e redução de custos nas organizações nacionais Patrocinado por: Microsoft Versão Preliminar - Março 2013 SUMÁRIO EXECUTIVO IDC Portugal:

Leia mais

E S T U D O L O C A L O p o r t u n i d a d e s p a r a a s T I C n o N o v o C o n t e x t o E c o n ó m i c o e S o c i a l e m P o r t u g a l

E S T U D O L O C A L O p o r t u n i d a d e s p a r a a s T I C n o N o v o C o n t e x t o E c o n ó m i c o e S o c i a l e m P o r t u g a l E S T U D O L O C A L O p o r t u n i d a d e s p a r a a s T I C n o N o v o C o n t e x t o E c o n ó m i c o e S o c i a l e m P o r t u g a l Novembro de 2011 S U M Á R I O E X E C U T I V O IDC Portugal:

Leia mais

Agilidade organizacional e competitividade das empresas em Portugal. www.quidgest.com quidgest@quidgest.com

Agilidade organizacional e competitividade das empresas em Portugal. www.quidgest.com quidgest@quidgest.com Agilidade organizacional e competitividade das empresas em Portugal www.quidgest.com quidgest@quidgest.com 1. Introdução Novo contexto económico e tecnológico Metodologia 2. Agilidade Organizacional das

Leia mais

Estado da Nação das TIC em Angola

Estado da Nação das TIC em Angola Estado da Nação das TIC em Angola CIO AGENDA ANGOLA 2013 AS TI TI COMO ALAVANCA DE CRESCIMENTO DO NEGÓCIO 21 de Maio, Hotel Sana Epic, Luanda Gabriel Coimbra General Manager, IDC Angola gcoimbra@idc.com

Leia mais

Gabriel Coimbra e Timóteo Figueiró

Gabriel Coimbra e Timóteo Figueiró E S T U D O IDC Q u a i s a s P e r s p e c t i v a s p a r a a I n d ú s t r i a d a s T I C e m P o r t u g a l IDC Portugal: Centro Empresarial Torres de Lisboa - Rua Tomás da Fonseca, Torre G, Piso

Leia mais

Maturidade da Impressão e Gestão Documental nas Organizações Nacionais

Maturidade da Impressão e Gestão Documental nas Organizações Nacionais Maturidade da Impressão e Gestão Documental nas Organizações Nacionais 1. Tendências na impressão e gestão documental 2. Modelo de maturidade da impressão e gestão documental 3. Q&A 2 Uma nova plataforma

Leia mais

Oportunidades para as TIC no Novo Contexto Económico e Social

Oportunidades para as TIC no Novo Contexto Económico e Social Oportunidades para as TIC no Novo Contexto Económico e Social 10ª Edição Forum TI TechData 15 de Novembro Centro de Congressos de Lisboa 17 de Novembro Casa da Música, Porto Gabriel Coimbra Manging Director,

Leia mais

Contexto e objetivos do estudo... 3 Metodologia, definições e âmbito da análise... 4

Contexto e objetivos do estudo... 3 Metodologia, definições e âmbito da análise... 4 Índice Contexto e objetivos do estudo... 3 Metodologia, definições e âmbito da análise... 4 População alvo...4 Unidade amostral...4 Dimensão da população...4 Metodologia...4 Caracterização da amostra...4

Leia mais

IDC FutureScape - Sumário Executivo

IDC FutureScape - Sumário Executivo IDC FutureScape - Sumário Executivo Cloud no Centro ª Plataforma TI Capacidade de Inovação Pipelines de Dados Intimidade com clientes @ escala Tudo Fonte: IDC, 0 Transformação Digital Em Finais de 0, Dois

Leia mais

SOCIAL BUSINESS: COMO CRIAR VALOR PARA O SEU NEGÓCIO? PORTUGAL TECH INSIGHTS 2020 Estudo sobre as principais tendências tecnológicas em Portugal

SOCIAL BUSINESS: COMO CRIAR VALOR PARA O SEU NEGÓCIO? PORTUGAL TECH INSIGHTS 2020 Estudo sobre as principais tendências tecnológicas em Portugal SOCIAL BUSINESS: COMO CRIAR VALOR PARA O SEU NEGÓCIO? PORTUGAL TECH INSIGHTS 2020 Estudo sobre as principais tendências tecnológicas em Portugal SUMÁRIO EXECUTIVO Este estudo, desenvolvido pela IDC com

Leia mais

Rumo à Integração de Segurança. IDC FutureScape IT Security Products and Services 2015 Predictions

Rumo à Integração de Segurança. IDC FutureScape IT Security Products and Services 2015 Predictions Rumo à Integração de IDC FutureScape IT Security Products and Services 0 Predictions ª Plataforma Processo de Decisão Evolução da ª Plataforma focalizada no risco do acesso a servidores centralizados e

Leia mais

Relatório de Gestão & Contas - Ano 2012 RELATÓRIO DE GESTÃO. Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda.

Relatório de Gestão & Contas - Ano 2012 RELATÓRIO DE GESTÃO. Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda. RELATÓRIO DE GESTÃO Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda. 2012 ÍNDICE DESTAQUES... 3 MENSAGEM DO GERENTE... 4 ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO... 5 Economia internacional... 5 Economia Nacional... 5

Leia mais

Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011

Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011 Janeiro 2011 Exclusivamente para empresas de médio porte Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011 Relatório para o Brasil Panorama global: Pesquisa com 2.112 líderes do mercado de

Leia mais

A mudança na aquisição de soluções de tecnologia da informação. O que significa para a TI e a linha de negócios (LOB)

A mudança na aquisição de soluções de tecnologia da informação. O que significa para a TI e a linha de negócios (LOB) A mudança na aquisição de soluções de tecnologia da informação Maio de 2014 O novo comprador de tecnologia e a mentalidade de aquisição Existe hoje um novo comprador de tecnologia da informação Esse comprador

Leia mais

CUSTO TOTAL DE PROPRIEDADE DO PANDA MANAGED OFFICE PROTECTION. 1. Resumo Executivo

CUSTO TOTAL DE PROPRIEDADE DO PANDA MANAGED OFFICE PROTECTION. 1. Resumo Executivo 1. Resumo Executivo As empresas de todas as dimensões estão cada vez mais dependentes dos seus sistemas de TI para fazerem o seu trabalho. Consequentemente, são também mais sensíveis às vulnerabilidades

Leia mais

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO?

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Desde a crise económica e financeira mundial, a UE sofre de um baixo nível de investimento. São necessários esforços coletivos

Leia mais

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com CADERNO IDC Nº 53 IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com ROI - Retorno do Investimento OPINIÃO IDC Os anos 90 permitiram a inclusão das tecnologias

Leia mais

Os Desafios do Novo Paradigma Tecnológico Mobilidade, Consumerização das TI, Cloud, Social Business e Big Data

Os Desafios do Novo Paradigma Tecnológico Mobilidade, Consumerização das TI, Cloud, Social Business e Big Data Os Desafios do Novo Paradigma Tecnológico Mobilidade, Consumerização das TI, Cloud, Social Business e Big Data Gabriel Coimbra Country Manager, IDC Portugal Copyright 2011 IDC. Reproduction is forbidden

Leia mais

A EVOLUÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE TI PARA ATENDER AS NECESSIDADES EMPRESARIAIS

A EVOLUÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE TI PARA ATENDER AS NECESSIDADES EMPRESARIAIS INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PÓS-GRADUAÇÃO Gestão e Tecnologia da Informação IFTI1402 T25 A EVOLUÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE TI PARA ATENDER AS NECESSIDADES EMPRESARIAIS Marcelo Eustáquio dos Santos

Leia mais

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014)

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) 1. Taxa de Desemprego O desemprego desceu para 14,3% em maio, o que representa um recuo de 2,6% em relação a maio de 2013. Esta é a segunda maior variação

Leia mais

Simplifique: consolidando a gestão do ambiente de trabalho do usuário final

Simplifique: consolidando a gestão do ambiente de trabalho do usuário final Simplifique: consolidando a gestão do ambiente de trabalho do usuário final Para muitas organizações, a rápida proliferação das tecnologias para o usuário final tem demonstrado uma ambigüidade em seus

Leia mais

O Mercado americano de Tecnologia 2014/2015

O Mercado americano de Tecnologia 2014/2015 O Mercado americano de Tecnologia 2014/2015 1. Considerações Gerais Os Estados Unidos, maior potência mundial e tecnológica, apresenta projeções cada vez mais otimistas. Desde 2008, no estouro da crise

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO GRUPO INCENTEA

APRESENTAÇÃO DO GRUPO INCENTEA APRESENTAÇÃO DO GRUPO INCENTEA Quem Somos Somos um grupo de empresas de prestação de serviços profissionais nas áreas das Tecnologias de Informação, Comunicação e Gestão. Estamos presente em Portugal,

Leia mais

ESTUDO IDC/ACEPI. Economia Digital em Portugal 2009-2017

ESTUDO IDC/ACEPI. Economia Digital em Portugal 2009-2017 ESTUDO IDC/ACEPI Economia Digital em Portugal 2009-2017 ECONOMIA DIGITAL NO MUNDO (2012) 2.5 mil milhões de internautas no mundo 850 mil milhões de euros 300 mil milhões de euros Europa maior mercado de

Leia mais

Predictions Brasil 2015 Acelerando a Inovação na 3 a Plataforma

Predictions Brasil 2015 Acelerando a Inovação na 3 a Plataforma Predictions Brasil 2015 Acelerando a Inovação na 3 a Plataforma 1 IDC - Equipe Pietro Delai Reinaldo Sakis João Paulo Bruder Luciano Ramos Gerente de Pesquisa e Consultoria -Enterprise Gerente de Pesquisa

Leia mais

Proveitos Operacionais da Reditus aumentam 12% no primeiro semestre de 2011

Proveitos Operacionais da Reditus aumentam 12% no primeiro semestre de 2011 Proveitos Operacionais da Reditus aumentam 12% no primeiro semestre de 2011 Proveitos Operacionais de 55,8 milhões EBITDA de 3,1 milhões Margem EBITDA de 5,6% EBIT de 0,54 milhões Resultado Líquido negativo

Leia mais

Grupo Pestana. suporta crescimento da área de venda directa no CRM. O Cliente

Grupo Pestana. suporta crescimento da área de venda directa no CRM. O Cliente Grupo Pestana suporta crescimento da área de venda directa no CRM. O trabalho de consolidação de informação permitiu desde logo abrir novas possibilidades de segmentação, com base num melhor conhecimento

Leia mais

Visão de Futuro 2010. F3M Information Systems, S.A.

Visão de Futuro 2010. F3M Information Systems, S.A. 1 Reunir várias entidades do sector óptico nacional e discutir o futuro do sector bem como os temas cruciais para os empresários e intervenientes da área foram os objectivos do evento Visão de Futuro 2010,

Leia mais

Economia Móvel América Latina 2013 Sumário Executivo

Economia Móvel América Latina 2013 Sumário Executivo Economia Móvel América Latina 2013 Sumário Executivo Economia Móvel América Latina 2013 A GSMA representa os interesses da indústria mundial de comunicações móveis. Presente em mais de 220 países, a GSMA

Leia mais

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundamentos da Vantagem Estratégica ou competitiva Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de tecnologias que apoiam

Leia mais

Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado

Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado Maio de 2010 Conteúdo Introdução...4 Principais conclusões...5 Dados adicionais da pesquisa...14 Nossas ofertas de serviços em mídias sociais...21

Leia mais

A Internet nas nossas vidas

A Internet nas nossas vidas Economia Digital A Internet nas nossas vidas Nos últimos anos a internet revolucionou a forma como trabalhamos, comunicamos e até escolhemos produtos e serviços Economia Digital Consumidores e a Internet

Leia mais

R E L ATÓRIO L O C AL I N T R O DUÇÃO

R E L ATÓRIO L O C AL I N T R O DUÇÃO R E L ATÓRIO L O C AL D e s p e s a T I C n a A d m i n i s t r a ç ã o P ú b l i c a, 2 0 1 1 : Q u a i s a s O p o r t u n i d a d e s n o A c t u a l A m b i e n t e d e C r i s e E c o n ó m i c a

Leia mais

CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA. 22 de junho de 2015

CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA. 22 de junho de 2015 CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA UMA UNIÃO EUROPEIA MAIS FORTE 22 de junho de 2015 A União Europeia deve contar com um quadro institucional estável e eficaz que lhe permita concentrar-se

Leia mais

Gerencie a força de trabalho móvel, sem a complexidade e o custo de uma instalação on-premise

Gerencie a força de trabalho móvel, sem a complexidade e o custo de uma instalação on-premise de Soluções SAP SAP Afaria, edição para nuvem Objetivos Gerencie a força de trabalho móvel, sem a complexidade e o custo de uma instalação on-premise 2013 SAP AG ou empresa afiliada da SAP. Investimentos

Leia mais

Sr. Secretário de Estado do Empreendorismo e da Inovação, caríssimos convidados, minhas senhoras e meus senhores, muito bom dia.

Sr. Secretário de Estado do Empreendorismo e da Inovação, caríssimos convidados, minhas senhoras e meus senhores, muito bom dia. Sr. Secretário de Estado do Empreendorismo e da Inovação, caríssimos convidados, minhas senhoras e meus senhores, muito bom dia. Bem-vindos à Conferência da ANACOM. Antes de mais gostaria de agradecer

Leia mais

C A D E R N O I D C N º 1 4 8 T e n d ê n c i a s d e I n v e s t i m e n t o e m S e g u r a n ç a d a I n f o r m a ç ã o

C A D E R N O I D C N º 1 4 8 T e n d ê n c i a s d e I n v e s t i m e n t o e m S e g u r a n ç a d a I n f o r m a ç ã o C A D E R N O I D C N º 1 4 8 T e n d ê n c i a s d e I n v e s t i m e n t o e m S e g u r a n ç a d a I n f o r m a ç ã o Timóteo Figueiró Janeiro de 2011 IDC Portugal: Centro Empresarial Torres de Lisboa,

Leia mais

O seu escritório na nuvem - basta usar o browser.

O seu escritório na nuvem - basta usar o browser. 02 O seu escritório na nuvem - basta usar o browser. As soluções tecnológicas que encontra para melhorar a colaboração na sua empresa são muito caras e complexas? Pretende tornar as suas equipas mais ágeis

Leia mais

A ARTSOFT é uma empresa especializada no desenvolvimento e comercialização de soluções tecnológicas de apoio à gestão empresarial.

A ARTSOFT é uma empresa especializada no desenvolvimento e comercialização de soluções tecnológicas de apoio à gestão empresarial. POWERING BUSINESS QUEM SOMOS A ARTSOFT é uma empresa especializada no desenvolvimento e comercialização de soluções tecnológicas de apoio à gestão empresarial. Desde 1987 que desenvolvemos um trabalho

Leia mais

Competitividade e Inovação

Competitividade e Inovação Competitividade e Inovação Evento SIAP 8 de Outubro de 2010 Um mundo em profunda mudança Vivemos um momento de transformação global que não podemos ignorar. Nos últimos anos crise nos mercados financeiros,

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

1 Descrição sumária. Varajão, Santana, Cunha e Castro, Adopção de sistemas CRM nas grandes empresas portuguesas, Computerworld, 2011 1

1 Descrição sumária. Varajão, Santana, Cunha e Castro, Adopção de sistemas CRM nas grandes empresas portuguesas, Computerworld, 2011 1 Adopção de sistemas CRM nas grandes empresas portuguesas João Varajão 1, Daniela Santana 2, Manuela Cunha 3, Sandra Castro 4 1 Escola de Ciências e Tecnologia, Departamento de Engenharias, Universidade

Leia mais

A GESTÃO DAS VENDAS COMO UMA FONTE DE VANTAGEM COMPETITIVA

A GESTÃO DAS VENDAS COMO UMA FONTE DE VANTAGEM COMPETITIVA A GESTÃO DAS VENDAS COMO UMA FONTE DE VANTAGEM COMPETITIVA DE QUE FORMA OS GESTORES DE VENDAS ADICIONAM VALOR À SUA ORGANIZAÇÃO? Desenvolver Gestores de Vendas eficazes tem sido uma das grandes preocupações

Leia mais

Pesquisa Virtualização e Evolução para a Nuvem RESULTADOS BRASIL

Pesquisa Virtualização e Evolução para a Nuvem RESULTADOS BRASIL 2011 Pesquisa Virtualização e Evolução para a Nuvem RESULTADOS BRASIL ÍNDICE Evolução de TI... 4 Metodologia... 6 Foco... 8 Conclusão 1: As diferenças entre expectativas e realidade revelam a evolução

Leia mais

APRESENTAÇÃO CORPORATIVA

APRESENTAÇÃO CORPORATIVA APRESENTAÇÃO CORPORATIVA 2015 Quem é a 2VG? A Empresa A 2VG Soluções Informáticas SA., é uma empresa tecnológica portuguesa, fundada em 2009, que surgiu para colmatar uma necessidade detetada no mercado

Leia mais

A MOBILIDADE NAS EMPRESAS E A TRANSFORMAÇÃO DOS ERP

A MOBILIDADE NAS EMPRESAS E A TRANSFORMAÇÃO DOS ERP A MOBILIDADE NAS EMPRESAS E A TRANSFORMAÇÃO DOS ERP Conteúdos A MOBILIDADE NAS EMPRESAS E A TRANSFORMAÇÃO DOS ERP... 3 PREPARA-SE PARA UMA MAIOR MOBILIDADE... 4 O IMPACTO DOS ERP NO MOBILE... 5 CONCLUSÕES...

Leia mais

BARÓMETRO PME COMÉRCIO E SERVIÇOS 4º TRIMESTRE 2013 DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS

BARÓMETRO PME COMÉRCIO E SERVIÇOS 4º TRIMESTRE 2013 DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS 14 DE ABRIL 2014 BARÓMETRO PME COMÉRCIO E SERVIÇOS PRINCIPAIS RESULTADOS 1.1 - EVOLUÇÃO DO VOLUME DE NEGÓCIOS Volume de Negócios no 4º Trimestre de 2013 (t.v.h.) Aumentou em 42,5%

Leia mais

BANCO ESPIRITO SANTO RESULTADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2001

BANCO ESPIRITO SANTO RESULTADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2001 BANCO ESPIRITO SANTO RESULTADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2001 2 RESULTADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2001 ASPECTOS MAIS RELEVANTES: SIGNIFICATIVO CRESCIMENTO DA ACTIVIDADE DESIGNADAMENTE A CAPTAÇÃO DE RECURSOS

Leia mais

Procifisc Engenharia e Consultadoria, Lda.

Procifisc Engenharia e Consultadoria, Lda. 01. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 2 01. Apresentação da empresa, com sede em Castelo Branco, é uma empresa criada em 2007 que atua nos domínios da engenharia civil e da arquitetura. Atualmente, é uma empresa

Leia mais

Premier. Quando os últimos são os Primeiros

Premier. Quando os últimos são os Primeiros Premier Quando os últimos são os Primeiros Fundada em 1997 Especializada no desenvolvimento de soluções informáticas de apoio à Gestão e consultoria em Tecnologias de Informação. C3im tem como principais

Leia mais

Perspectivas económicas e estratégicas dos executivos angolanos

Perspectivas económicas e estratégicas dos executivos angolanos CEO Briefing Angola 2015 The Economist Perspectivas económicas e estratégicas dos executivos angolanos 2 CEO Briefing Angola 2015 Perspectivas económicas e estratégias dos executivos angolados Índice 4

Leia mais

TENDÊNCIAS DE PROJECTOS DE IT EM PORTUGAL

TENDÊNCIAS DE PROJECTOS DE IT EM PORTUGAL TENDÊNCIAS DE PROJECTOS DE IT EM PORTUGAL Estudo Infosistema 4º trimestre de 2014 OBJECTIVO DO ESTUDO Objectivo: Analisar as tendências de projectos de IT em Portugal Período em análise: 4º Trimestre de

Leia mais

Terceirização de RH e o líder financeiro SUMÁRIO EXECUTIVO. Você e o RH estão falando a mesma língua? EM ASSOCIAÇÃO COM

Terceirização de RH e o líder financeiro SUMÁRIO EXECUTIVO. Você e o RH estão falando a mesma língua? EM ASSOCIAÇÃO COM SUMÁRIO EXECUTIVO Você e o RH estão falando a mesma língua? EM ASSOCIAÇÃO COM Os serviços de terceirização de RH economizam tempo e dinheiro para as empresas. Investimentos em engajamento dos funcionários

Leia mais

IDC A N A L Y S T C O N N E C T I O N

IDC A N A L Y S T C O N N E C T I O N IDC A N A L Y S T C O N N E C T I O N Robert Young Gerente de pesquisas de software para gerenciamento de sistemas empresariais C o m o r e p e n s a r o gerenciamento de ativo s d e T I n a e ra da "Internet

Leia mais

PUB. Interface. Banca &Seguros

PUB. Interface. Banca &Seguros Interface Banca &Seguros PUB DOSSIER Marketing Bancário: focos em tempo de crise RADAR Sistema financeiro no triângulo estratégico DOSSIER Tecnologias de informação e gestão de fraude Tendências Mobilidade

Leia mais

THE NEXT GENERATION IS NOW MANAGEMENT & CONSULTING GROUP

THE NEXT GENERATION IS NOW MANAGEMENT & CONSULTING GROUP Soluções integradas para a Indústria do turismo empresarial THE NEXT GENERATION IS NOW MANAGEMENT & CONSULTING GROUP A equipa da XYM Hospitality e os seus parceiros possuem vastos conhecimentos sobre a

Leia mais

w w w. y e l l o w s c i r e. p t

w w w. y e l l o w s c i r e. p t consultoria e soluções informáticas w w w. y e l l o w s c i r e. p t A YellowScire iniciou a sua atividade em Janeiro de 2003, é uma empresa de consultoria de gestão e de desenvolvimento em tecnologias

Leia mais

O futuro do planeamento financeiro e análise na Europa

O futuro do planeamento financeiro e análise na Europa EUROPA: RESULTADOS DA INVESTIGAÇÃO Elaborado por Research em colaboração com a SAP Patrocinado por O futuro do planeamento financeiro e análise na Europa LÍDERES FINANCEIROS PRONUNCIAM-SE SOBRE A SUA MISSÃO

Leia mais

1. THE GROUP TODAY INDEX 1. O GRUPO HOJE 2. VISÃO ESTRATÉGICA

1. THE GROUP TODAY INDEX 1. O GRUPO HOJE 2. VISÃO ESTRATÉGICA 1 INDEX 1. O GRUPO HOJE 2. VISÃO ESTRATÉGICA 3. PRIORIDADES ESTRATÉGICAS 3.1 Concretizar o Potencial da Biedronka 3.2 Assegurar o Crescimento de Longo Prazo 1. THE GROUP TODAY 4. EXPLORAR TODO O POTENCIAL

Leia mais

Estratégia da VMware: O modelo corporativo definido por software e o desafio de simplificar a TI. Anderson Ferreira Bruno Amaral 22 Ago 2014

Estratégia da VMware: O modelo corporativo definido por software e o desafio de simplificar a TI. Anderson Ferreira Bruno Amaral 22 Ago 2014 Estratégia da VMware: O modelo corporativo definido por software e o desafio de simplificar a TI Anderson Ferreira Bruno Amaral 22 Ago 2014 Desafios de TI Arquitetura da VMware Estratégia da VMware Sucesso

Leia mais

LMA, Solução em Sistemas

LMA, Solução em Sistemas LMA, Solução em Sistemas Ao longo dos anos os sistemas para gestão empresarial se tornaram fundamentais, e por meio dessa ferramenta as empresas aperfeiçoam os processos e os integram para uma gestão mais

Leia mais

Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020

Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30 de julho de 2014 Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020 Informações gerais O Acordo de Parceria abrange cinco fundos: Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional

Leia mais

Relatório sobre Segurança da Informação nas Empresas RESULTADOS DA AMÉRICA LATINA

Relatório sobre Segurança da Informação nas Empresas RESULTADOS DA AMÉRICA LATINA 2011 Relatório sobre Segurança da Informação nas Empresas RESULTADOS DA AMÉRICA LATINA SUMÁRIO Introdução... 4 Metodologia... 6 Resultado 1: Cibersegurança é importante para os negócios... 8 Resultado

Leia mais

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada.

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. Anexo A Estrutura de intervenção As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. 1. Plano de ação para o período 2016

Leia mais

As novas tecnologias podem finalmente - viabilizar o RH Estratégico? Thais Silva I Janeiro 2012

As novas tecnologias podem finalmente - viabilizar o RH Estratégico? Thais Silva I Janeiro 2012 As novas tecnologias podem finalmente - viabilizar o RH Estratégico? Thais Silva I Janeiro 2012 Universo TOTVS Fundada em 1983 6ª maior empresa de software (ERP) do mundo Líder em Software no Brasil e

Leia mais

PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DE SI/TI

PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DE SI/TI (1) PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DE SI/TI Docente: Turma: T15 Grupo 5 Mestre António Cardão Pito João Curinha; Rui Pratas; Susana Rosa; Tomás Cruz Tópicos (2) Planeamento Estratégico de SI/TI Evolução dos SI

Leia mais

RESULTADOS DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2015: A COFACE APRESENTA LUCRO DE 66 MILHÕES DE EUROS, APESAR DE UM AUMENTO DE SINISTROS EM PAÍSES EMERGENTES

RESULTADOS DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2015: A COFACE APRESENTA LUCRO DE 66 MILHÕES DE EUROS, APESAR DE UM AUMENTO DE SINISTROS EM PAÍSES EMERGENTES RESULTADOS DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2015: A COFACE APRESENTA LUCRO DE 66 MILHÕES DE EUROS, APESAR DE UM AUMENTO DE SINISTROS EM PAÍSES EMERGENTES Crescimento de volume de negócios: + 5.1% a valores e taxas

Leia mais

Software as a Service As múltiplas dimensões do SaaS

Software as a Service As múltiplas dimensões do SaaS Software as a Service As múltiplas dimensões do SaaS Microsoft Solutions Day: Software as a Service 18 de Junho 2008 Gabriel Coimbra Research & Consulting Director IDC Portugal Copyright 2008 IDC. Reproduction

Leia mais

Transforme. Transforme a TI. a empresa. Três imperativos da TI para a transformação da empresa realizada pelo CIO em um mundo dinâmico.

Transforme. Transforme a TI. a empresa. Três imperativos da TI para a transformação da empresa realizada pelo CIO em um mundo dinâmico. TECH DOSSIER Transforme a TI Transforme a empresa Três imperativos da TI para a transformação da empresa realizada pelo CIO em um mundo dinâmico. Consolidar para conduzir a visibilidade da empresa e a

Leia mais

Conjuntura da Construção n.º 36. Construção em 2009 verificou dois andamentos

Conjuntura da Construção n.º 36. Construção em 2009 verificou dois andamentos Associações Filiadas: AECOPS Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços AICCOPN Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas ANEOP Associação Nacional dos Empreiteiros

Leia mais

Mónica Montenegro António Jorge Costa

Mónica Montenegro António Jorge Costa Mónica Montenegro António Jorge Costa INTRODUÇÃO... 4 REFERÊNCIAS... 5 1. ENQUADRAMENTO... 8 1.1 O sector do comércio em Portugal... 8 2. QUALIDADE, COMPETITIVIDADE E MELHORES PRÁTICAS NO COMÉRCIO... 15

Leia mais

CEO Briefing Portugal 2015 The Economist. A Internet das Coisas como impulsionador da estratégia das empresas portuguesas

CEO Briefing Portugal 2015 The Economist. A Internet das Coisas como impulsionador da estratégia das empresas portuguesas CEO Briefing Portugal 2015 The Economist A Internet das Coisas como impulsionador da estratégia das empresas portuguesas 92% dos executivos portugueses acreditam que as suas empresas dispõem de capacidades

Leia mais

Trabalho sobre Social Media Como implementar Social Media na empresa

Trabalho sobre Social Media Como implementar Social Media na empresa Como implementar Social Media na empresa 1 As razões: Empresas ainda desconhecem benefícios do uso de redes sociais Das 2,1 mil empresas ouvidas em estudo do SAS Institute e da Harvard Business Review,

Leia mais

Realidade Empresarial,Globalização da Informação e Segurança

Realidade Empresarial,Globalização da Informação e Segurança Culture OnLine, 5-7.6 Realidade Empresarial,Globalização da Informação e Segurança Peering down the Wormhole Dr. Susan Hazan Filomena Pedroso Realidade Empresarial em Portugal Incerteza nos mercados recomenda

Leia mais

AS MAIS RECENTES SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS, AGORA ACESSÍVEIS A TODAS AS EMPRESAS

AS MAIS RECENTES SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS, AGORA ACESSÍVEIS A TODAS AS EMPRESAS MAIS PRODUTIVIDADE E COMPETITIVIDADE AS MAIS RECENTES SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS, AGORA ACESSÍVEIS A TODAS AS EMPRESAS Oquesepretende? A iniciativa PME Digital visa contribuir para estimular a atividade económica

Leia mais

PROPOSTAS DE ALGUMAS MEDIDAS CONCRETAS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL

PROPOSTAS DE ALGUMAS MEDIDAS CONCRETAS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL PROPOSTAS DE ALGUMAS MEDIDAS CONCRETAS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL 1 São muitas e variadas as soluções e medidas de apoio à competitividade empresarial. Na intervenção de abertura o Presidente da

Leia mais

ESTUDO DE IMPACTO DOS INCENTIVOS DIRECTOS CONCEDIDOS PELO ESTADO AOS ORGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL REGIONAL E LOCAL

ESTUDO DE IMPACTO DOS INCENTIVOS DIRECTOS CONCEDIDOS PELO ESTADO AOS ORGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL REGIONAL E LOCAL ESTUDO DE IMPACTO DOS INCENTIVOS DIRECTOS CONCEDIDOS PELO ESTADO AOS ORGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL REGIONAL E LOCAL Paulo Faustino, PhD Arons de Carvalho, PhD Estratégia Metodológica Global Forças políticas,

Leia mais

BPO para Empresas de Energia e Concessionárias de Serviços Públicos

BPO para Empresas de Energia e Concessionárias de Serviços Públicos BPO para Empresas de Energia e Concessionárias de Serviços Públicos Terceirização de Processos Empresariais da Capgemini Um componente da área de Serviços Públicos da Capgemini As concessionárias de serviços

Leia mais

DISCLAIMER. Aviso Legal

DISCLAIMER. Aviso Legal ANÁLISE FINANCEIRA DISCLAIMER Aviso Legal Esta apresentação inclui afirmações que não se referem a factos passados e que se referem ao futuro e que envolvem riscos e incertezas que podem levar a que os

Leia mais

1 Descrição sumária. Varajão, Trigo e Barroso, O Gestor de Sistemas de Informação nas grandes empresas portuguesas, Computerworld, 2011.

1 Descrição sumária. Varajão, Trigo e Barroso, O Gestor de Sistemas de Informação nas grandes empresas portuguesas, Computerworld, 2011. O Gestor de Sistemas de Informação nas grandes empresas portuguesas João Varajão 1, António Trigo 2, João Barroso 1 1 Escola de Ciências e Tecnologia, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro 2 Instituto

Leia mais

Tendências na adoção de Big Data & Analytics: Inovação em tempo real para empresas que precisam de transformação

Tendências na adoção de Big Data & Analytics: Inovação em tempo real para empresas que precisam de transformação Tendências na adoção de Big Data & Analytics: Inovação em tempo real para empresas que precisam de transformação Luciano Ramos Coordenador de Pesquisas de Software IDC Brasil A América Latina enfrenta

Leia mais

Posicionando-se para o futuro da computação em nuvem no Brasil

Posicionando-se para o futuro da computação em nuvem no Brasil Posicionando-se para o futuro da computação em nuvem no Brasil A parceria estratégica global estabelecida entre a Capgemini e a EMC acelera o desenvolvimento e o fornecimento de soluções de última geração

Leia mais

O papel dominante da mobilidade no mercado de trabalho

O papel dominante da mobilidade no mercado de trabalho Um perfil personalizado de adoção da tecnologia comissionado pela Cisco Systems Fevereiro de 2012 Dinâmica de ganhos com as iniciativas de mobilidade corporativa Os trabalhadores estão cada vez mais remotos,

Leia mais

EMC Consulting. Estratégia visionária, resultados práticos. Quando a informação se reúne, seu mundo avança.

EMC Consulting. Estratégia visionária, resultados práticos. Quando a informação se reúne, seu mundo avança. EMC Consulting Estratégia visionária, resultados práticos Quando a informação se reúne, seu mundo avança. Alinhando TI aos objetivos de negócios. As decisões de TI de hoje devem basear-se em critérios

Leia mais

W H I T E P A P E R O s B e n e f í c i o s d a E m p r e s a S o c i a l n o M u n d o W e b 2. 0

W H I T E P A P E R O s B e n e f í c i o s d a E m p r e s a S o c i a l n o M u n d o W e b 2. 0 Av Eng. Luiz Carlos Berrini 1645, 8 andar, 04571-000 Brooklin Novo, São Paulo SP Brazil. Tel: 55 11 5508-3400 Fax: 55 11 5508 3444 W H I T E P A P E R O s B e n e f í c i o s d a E m p r e s a S o c i

Leia mais

HP ajuda empresas a aumentar a eficiência da gestão de informação

HP ajuda empresas a aumentar a eficiência da gestão de informação HP ajuda empresas a aumentar a eficiência da gestão de informação Estudo indica que 70 por cento das empresas têm lacunas na abordagem holística à gestão de informação crítica para o seu negócio Lisboa,

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão. Evento IDC PME 24.set.2008. Carlos Neves

Sistema Integrado de Gestão. Evento IDC PME 24.set.2008. Carlos Neves Sistema Integrado de Gestão Evento IDC PME 24.set.2008 Carlos Neves Agradecimentos Carlos Neves - 24.Set.08 2 Sumário 1. Oportunidades e desafios para as PME 2. Os projectos SI/TI e a Mudança 3. Perspectivas

Leia mais

Estudos de Imagem e Notoriedade

Estudos de Imagem e Notoriedade Estudos de Imagem e Notoriedade 1- Enquadramento O Serviço: Relatórios Avaliação da Imagem e Notoriedade das organizações, bem como da força de marca e posicionamento face à concorrência. Para que Serve:

Leia mais

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO A partir de meados do século xx a actividade de planeamento passou a estar intimamente relacionada com o modelo racional. Uma das propostas que distinguia este do anterior paradigma era a integração

Leia mais

RESUMO DO EVENTO. IDC Portugal

RESUMO DO EVENTO. IDC Portugal RESUMO DO EVENTO IDC Portugal PATROCINADORES GOLD + GOLD SILVER PARCEIRO TECNOLÓGICO APOIO PUBLIC RELATIONS & MEDIA PARTNER AGENDA 09h00 Recepção aos participantes & Welcome-coffee 09h30 The Future of

Leia mais

SERVIÇO DA MERCAL CONSULTING GROUP PARA VENDA OU ASSOCIAÇÃO ( JOINT VENTURE OU MERGER ) DA SUA EMPRESA

SERVIÇO DA MERCAL CONSULTING GROUP PARA VENDA OU ASSOCIAÇÃO ( JOINT VENTURE OU MERGER ) DA SUA EMPRESA SERVIÇO DA MERCAL CONSULTING GROUP PARA VENDA OU ASSOCIAÇÃO ( JOINT VENTURE OU MERGER ) DA SUA EMPRESA O primeiro requisito para venda de uma empresa, total ou parcialmente, é apresentá-la de forma atraente,

Leia mais

FORMAÇÃO EM GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS NOS SECTORES HOTELEIRO E TURÍSTICO

FORMAÇÃO EM GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS NOS SECTORES HOTELEIRO E TURÍSTICO FORMAÇÃO EM GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS NOS SECTORES HOTELEIRO E TURÍSTICO (Publicado na Revista Hotéis de Portugal Março/Abril 2004) por António Jorge Costa, Presidente do Instituto de Planeamento

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO SOBRE O CURSO A tecnologia ocupa papel de destaque no atual cenário socioeconômico mundial, presente em todos os setores e atividades econômicas. Essa revolução transformou o mundo

Leia mais

Candidatura ao FIAEA Regulamento

Candidatura ao FIAEA Regulamento Candidatura ao FIAEA Regulamento ARTIGO 1 Objectivos 1.1 A Candidatura ao FIAEA é um processo sistemático e ágil para a avaliação de projetos de investimento de capital de risco no âmbito da Agenda Açoriana

Leia mais

DOSSIER DE IMPRENSA 2015

DOSSIER DE IMPRENSA 2015 DOSSIER DE IMPRENSA 2015 A Empresa A Empresa A 2VG é uma empresa tecnológica portuguesa criada em 2009, que surgiu para colmatar uma necessidade detetada no mercado das tecnologias de informação e comunicação

Leia mais

FERRAMENTAS? a alterar, em muitas organizações, um. instrumento tão abrangente como um orçamento

FERRAMENTAS? a alterar, em muitas organizações, um. instrumento tão abrangente como um orçamento O QUE É IMPRESCINDÍVEL NUMA SOLUÇÃO DE ORÇAMENTAÇÃO E PREVISÃO? Flexibilidade para acomodar mudanças rápidas; Usabilidade; Capacidade de integração com as aplicações a montante e a jusante; Garantir acesso

Leia mais

Continuidade de Negócio de TI O Sucesso da sua empresa também depende disso. Qual é sua necessidade...

Continuidade de Negócio de TI O Sucesso da sua empresa também depende disso. Qual é sua necessidade... Continuidade de Negócio de TI O Sucesso da sua empresa também depende disso. Qual é sua necessidade... Reduzir custo de TI; Identificar lentidões no ambiente de TI Identificar problemas de performance

Leia mais

O Papel da Engenharia no Crescimento

O Papel da Engenharia no Crescimento O Papel da Engenharia no Crescimento Visão e Objectivos Projecto Engenharia 2020 - Tecnologia e Inovação Iniciativa António Manzoni e Vilar Filipe 11 de Abril de 2013 Projecto Engenharia 2020 Plataforma

Leia mais

fornecendo valor com inovações de serviços de negócios

fornecendo valor com inovações de serviços de negócios fornecendo valor com inovações de serviços de negócios A TI é grande. Tantos bits no universo digital quanto estrelas em nosso universo físico. é arriscada. Dois terços dos projetos de TI estão em risco,

Leia mais

O DESAFIO DOS EXECUTIVOS

O DESAFIO DOS EXECUTIVOS COACHING EXECUTIVO O DESAFIO DOS EXECUTIVOS Os executivos das empresas estão sujeitos a pressões crescentes para entregarem mais e melhores resultados, liderando as suas organizações através de mudanças

Leia mais