UMA VISÃO GERAL SOBRE O CULTIVO DE HORTALIÇAS O BAIRRO AMORIM A CIDADE DE ZÉ DOCA-MA

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1 UMA VISÃO GERAL SOBRE O CULTIVO DE HORTALIÇAS O BAIRRO AMORIM A CIDADE DE ZÉ DOCA-MA Davina Camelo Chaves (1); Liane Caroline Sousa ascimento (2); Darleila Damasceno Costa (3); Jakeline de Oliveira de Sousa (3); Kelly Suellen Lima Silva (3); Liliane Vieira Oliveira (3); Suzy Caroline Gomes de Oliveira (3) (1) Docente IF-MA/CAMPUS Zé Doca-MA, Rua da Tecnologia, SN, Vila Amorim, CEP: Zé Doca-MA, (98) , (2) Docente IF-MA/CAMPUS Zé Doca-MA, (3) Aluna, Curso Análise Química, IF-MA/CAMPUS Zé Doca-MA RESUMO O cultivo de hortaliças no Bairro Amorim na cidade de Zé Doca-MA consiste em um meio de subsistência e fonte de renda no mercado local dos horticultores. Com os objetivos de obter informações a respeito da qualidade e da forma do cultivo das hortaliças comercializadas neste local; conhecer o tipo de defensivo agrícola utilizado no combate as pragas, seus possíveis danos causados à saúde humana; e as técnicas de aplicação do produto e o uso de EPI s, foi realizado questionário com os horticultores responsáveis pela produção das hortaliças deste local. As hortas estão presentes na área residencial externa dos produtores que no combate às pragas, especialmente formigas, utilizam um pesticida denominado Barrage que é um concentrado emulsionável em água. Com o levantamento de dados observou-se a inexistência de conhecimento dos horticultores quanto à utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPI s) mesmo sabendo que o contato direto com o produto pode causar danos irreversíveis ao organismo humano. Palavras-chave: Hortaliça, defensivo agrícola, barrage. I TRODUÇÃO A horta é o lugar destinado ao cultivo de hortaliças, pois são plantas que apresentam crescimento rápido e geralmente são cultivadas em pequenas áreas, e que, apresentam importantes valores nutricionais na alimentação humana, entre eles, as vitaminas e sais minerais (CARDOSO, et al., 2009).

2 O ataque de pragas e doenças é um dos maiores problemas enfrentados por pequenos ou grandes produtores de hortaliças. Algumas plantas podem ser atacadas por dezenas ou até uma centena de doenças. O uso de agrotóxicos para combater doenças e pragas nem sempre é a melhor opção, principalmente em pequenas áreas, pois além do alto custo e da aplicação de forma erronia, esses produtos pode representar riscos de contaminação ao aplicador, aos alimentos e ao ambiente (SOUSA, 2009). Em algumas circunstâncias, porém, o controle químico não dá para ser abolido ou substituído, neste caso se aconselha que o mesmo seja utilizado com muito critério técnico, obedecendo às normas de segurança, dentre elas a utilização de EPI s (equipamento de proteção individual) e o respeito ao meio ambiente, observando, por exemplo, horário de aplicação, utilização de produtos que sejam pouco solúveis em solventes orgânicos e que tenham poder residual curto e, seletivo (SOUSA, 2009). OBJETIVO Obter informações a respeito da qualidade e da forma do cultivo das hortaliças comercializadas pelos horticultores do Bairro Amorim (Zé Doca-MA), visando conhecer o tipo de defensivo agrícola utilizado no combate as pragas, seus possíveis danos causados à saúde humana, as técnicas de aplicação do produto e o uso de EPI s. METODOLOGIA O presente trabalho foi desenvolvido no Bairro Amorim do Município de Zé Doca-MA, com a colaboração dos 10 horticultores locais, onde aplicou-se um questionário visando obter informações sobre o cultivo das hortaliças e defensivo agrícola utilizado no controle de pragas, como seguem no quadro 1. Quadro 1: Questionário para levantamento de dados a respeito do defensivo agrícola utilizado nas hortas. Zé Doca-MA, INSTITUTO FEDERAL DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DO MARANHÃO CAMPUS ZÉ DOCA CURSO DE ANÁLISE QUÍMICA Nome do horticultor: Endereço: Você cultiva algum tipo de hortaliça? Qual(s)? Você revende?

3 Você utiliza algum tipo de defensivo agrícola? Que tipo de defensivo agrícola você utiliza? Qual a freqüência que você utiliza? ( ) 15 em 15 dias ( ) Mês em mês ( ) Não utiliza ( )Outros Como você aplica o defensivo? Você utiliza Equipamentos de Proteção Individual (EPI s) durante a aplicação? Quais? Depois de aberta a embalagem, qual o destino das sobras? ( ) Reutiliza ( ) Lixo comum ( ) Não tem sobras ( ) Outros Você observa o prazo de validade do defensivo agrícola? ( ) Às vezes Você já desenvolveu algum tipo de alergia durante e/ou após a aplicação do defensivo agrícola? ( ) Sim ( )Não Você tem criança em casa? Elas (crianças) têm contato com o defensivo agrícola? RESULTADOS E DISCUSSÕES Após a análise do questionário, obtiveram-se as principais culturas encontradas nas hortas do Bairro Amorim (Zé Doca-MA), onde os dados seguem no gráfico 1.

4 Gráfico 1: Tipos de Hortaliças 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Cultivam Quadro 2: Espécies de hortaliças cultivadas nas hortas do Bairro Amorim. Zé Doca MA, 2008 (KUROZAWA, 2008). Família ome científico ome vulgar Aliaceae Allium Fistolosum L. Cebolinha Asteraceae Lactuca sativa L. Alface Cucurbitaceae Cucumes sativas L. Pepino Malvaceae Albemochus esculentus L. Quiabo Malvaceae Hibiseus sabdariffa L. Vinagreira Cucurbitaceae Cucumis anguria L. Maxixe Apiceae Coriandrum sativum L. Coentro A variedade de espécies de hortaliças observadas na região analisada é pequena devido à comercialização que é feita em pequena escala, atendendo, assim, apenas o mercado local e, também, por ser uma cultura de subsistência. Através do questionário verificou-se que não se utiliza defensivo agrícola, na realidade o que se é utilizado para combater a pragas é um pesticida denominado barrage, sendo aplicado pelos horticultores com diferentes freqüências, como mostra o gráfico 2.

5 Gráfico 2: Frequência de utilização do pesticida 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Colunas1 15 em 15 dias Mês em mês Não utiliza Outros Segundo Fort Dodge Saúde Animal, BARRAGE é um concentrado emulsionável em água, contendo 150 gramas de Alfa-ciano-3-fenoxibenzil-2,2-dimetil- 3-(2,2-diclorovinil)-ciclopropano carboxilato, (CYPERMETHRIN) por litro (Saúde Animal, 2008). a) Formula Molecular: C 22 H 19 Cl 2 NO 3 b) Fórmula Estrutural: c) Grupo químico: Piretróide d) Classe: Inseticida e formicida e) Classificação toxicológica: Classe II f) Modalidade de emprego: aplicação no controle de formigas, conforme aprovação em rótulo e bula. g) Ingestão Diária Aceitável (IDA) = 0,05 mg/kg p.c. (ANVISA, 2009). Segundo os proprietários das hortas, as sobras do produto recebem destinos distintos, de acordo com o conhecimento popular de cada um (como mostra o gráfico 3).

6 Gráfico 3: Destino das sobras A partir do levantamento de dados, observou-se a inexistência do conhecimento dos horticultores quanto à utilização de EPI s (Gráfico 4) durante a aplicação do pesticida nas hortas, mesmo sabendo que o contato direto pode causar danos irreversíveis ao organismo. Gráfico 4: Utilização de Equipamentos de Proteção Individual 100% 80% 60% 40% 20% Utiliza EPI's 0% S empre Às vezes Não CO CLUSÃO Segundo o levantamento de dados do uso de agrotóxicos nos alimentos, verificou-se que a comunidade que faz uso da cultura de subsistência voltada para a horticultura não faz o uso correto do defensivo agrícola, reutiliza as embalagens e quando não as reutiliza faz o descarte inadequadamente, poluindo o Meio Ambiente e coloca em risco sua vida ao ter contato direto do produto com a pele.

7 Portanto, a comercialização desse produto pode apresentar um fator de risco para a comunidade, pois o que está sendo utilizado para o combate às pragas é um produto inadequado e sem validação técnica-científica. REFERÊ CIAS ANVISA. Ministério da Saúde. Regulamento Técnico sobre o Uso da Cipermetrina. Informe Técnico Consulta Pública nº 61, de 19 de julho de Disponível em: Acesso em: 24 janeiro CARDOSO, João Marcos Martins; RAMOS, Silvana Vanessa; NOGUEIRA, Wedson Carlos L.; COSTA, Cândido Alves da; LOPES, Neyone Maria F. Horta na Lata - Promovendo Saúde e Qualidade de Vida. Anais do 8 Encontro de Extensão da UFMG. Disponível em: > Acesso em: 24 janeiro KUROZAWA, Chukichi. ABC do Globo Rural. Disponível em: Acesso em: 13 dezembro Saúde Animal. Licenciado no Ministério da Agricultura sob o nº 1.392, em 06/07/81. Disponível em: o=3&produto=95 > Acesso em: 17 novembro SOUSA, José Irinaldo de. Manejo ecológico de pragas: uso do controle químico (V). Disponível em: acesso em: 26 janeiro 2009.

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