Especificação de Método de Avaliação Ergonômica de Usabilidade para Sites/Web de Comércio Eletrônico

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1 Especificação de Método de Avaliação Ergonômica de Usabilidade para Sites/Web de Comércio Eletrônico RESUMO Walter de Abreu Cybis* Dominique L. Scapin** Daniele Pinto Andres* *Depto de Informática e Estatística INE Universidade Federal de Santa Catarina UFSC Campus Universitário Trindade Cep Florianópolis SC {cybis, ** Institut National de Recherche en Informatique et en Automatique Domaine de Voluceau - Rocquencourt, B.P Le Chesnay Cedex, France Este artigo trata do desenvolvimento de um método de avaliação baseado em conhecimentos ergonômicos explícitos e na participação de usuários e projetistas em atividades de inspeção avaliativas rápidas e baratas, de modo a identificar os problemas ergonômicos mais flagrantes em sites/web para comércio eletrônico. São descritas as atividades envolvidas para a concepção do método, que é apresentado com detalhes sobre sua natureza, seus processos e os documentos que o implementam. As limitações dessa abordagem são ressaltadas ao final do artigo. Palavras-chave Avaliação de Usabilidade, Participação do usuário, Listas de Verificação, Sites de Comércio Eletrônico. 1. INTRODUÇÃO O presente trabalho descreve o desenvolvimento de um método de avaliação de usabilidade baseado na estruturação e organização dos conhecimentos ergonômicos, no aproveitamento de técnicas diagnósticas e no envolvimento de usuários e projetistas nas avaliações. Mesmo que estes últimos não possuam conhecimento em ergonomia, eles são os maiores conhecedores dos sistemas em avaliação. O método desenvolvido tem como objeto os sites web para o comércio eletrônico. Os sites web, em particular os de comércio eletrônico, apresentam custos de desenvolvimento relativamente baixos e por isso crescem rapidamente em número ( sites em fevereiro de 2000 conforme No entanto, a grande variedade de ferramentas de autoria disponíveis (e.g. DreamWeaver) não impede que eles apresentem freqüentemente erros ergonômicos, razão pela qual este trabalho se tornou centro de interesse de pesquisadores. Se a qualidade ergonômica dos sites web é ruim, isto se deve, na maior parte, ao desconhecimento dos projetistas sobre princípios e recomendações para o projeto da usabilidade. Isto conduz naturalmente, a considerar a importância de um método de avaliação rápido, capaz de encontrar uma grande variedade dos erros ergonômicos mais flagrantes e que possa contribuir na formação em ergonomia dos próprios projetistas. Trabalhos já realizados permitiram a aquisição de numerosas recomendações ergonômicas sobre sites web/comércio e constituem a base de conhecimento do projeto aqui relatado. Assim sendo, este prosseguiu com o exame das recomendações ergonômicas e das técnicas mais adequadas para a verificação do caráter ergonômico de sistemas interativos por projetistas não especialistas em ergonomia. Assim, foi definido um método baseado, inicialmente, em uma etapa explícita de análise do contexto de operação do site. Nela o analista, apoiado por documentos-guia, conduz questionários e/ou entrevistas com projetistas 1

2 e usuários de modo a coletar as informações pertinentes sobre o site e seu uso efetivo. Também, com o apoio de documentos-guia, o analista realiza uma atividade de reconhecimento das características do site que são pertinentes para a avaliação de sua usabilidade. Na etapa de avaliação do site, o avaliador é então conduzido na análise das informações contextuais coletadas e na seleção e aplicação dos conhecimentos ergonômicos disponíveis, de modo a chegar a um diagnóstico ergonômico dos principais cenários de utilização. Evidentemente, este tipo de método não se destina a substituir o leque de métodos ergonômicos existentes, mas de permitir que pessoas, não especialistas em usabilidade, identifiquem os erros de concepção relativamente comuns ou flagrantes. Sendo assim, a problemática da avaliação é aqui apresentada, evocando os métodos ergonômicos disponíveis e as características desejáveis para um método destinado aos projetistas. Em seguida, o método de Co-Inspeção Avaliativa é descrito e na conclusão, são identificados os limites do trabalho bem como suas perspectivas. 2. PROBLEMÁTICA: AVALIAÇÃO ERGONÔMICA DE SITES WEB A avaliação ergonômica de usabilidade de sites web busca identificar as características deste tipo de site que, de algum modo, possuem efeito sobre a capacidade dos usuários de atingirem suas metas de maneira eficaz e objetiva. O conjunto destas características pode ser rotulado segundo o termo Qualidade Ergonômica (Scapin & Bastien, 1997), ou Usabilidade (ISO , 1999) e definido como o grau segundo o qual um produto pode ser utilizado por determinados usuários para alcançar objetivos específicos com eficácia, eficiência e satisfação, em um contexto de utilização definido. Numerosos parâmetros determinam estratégias e objetivos de uma avaliação de usabilidade. Dentre eles, podem ser citados:?? a natureza dos objetos a serem avaliados (software para grande público ou para empresa, uma nova versão de um software, os componentes de um software),?? estado de desenvolvimento dos objetos a serem avaliados (especificações preliminares, especificações formais, maquete, protótipo, software desenvolvido),?? os usuários potenciais (usuários bem definidos / usuários não identificados), a disponibilidade / acessibilidade dos usuários, a representatividade dos usuários;?? as características da tarefa informatizada (complexidade, freqüência, abrangência ampla vs. especializada, caráter inovador),?? contexto de avaliação (concepção ou aquisição de um software) e as condições de avaliação (orçamento, cronograma);?? os avaliadores disponíveis (especialistas / não especialistas em ergonomia de software; especialistas / não especialistas do domínio da tarefa). Por fim, é conveniente ver a avaliação da qualidade ergonômica de interfaces computadorizadas como uma perspectiva do ciclo de vida de um software. Assim, ela deve acontecer em diferentes etapas do processo e deve ser considerada como iterativa. Métodos de avaliação ergonômica considerados Para as interfaces gráficas clássicas existem muitas formas de classificar os métodos de avaliação de ergonomia (Christie & Gardiner, 1990 ; Grislin & Kolski, 1996; Senach, 1990; Senach, 1993; Whitefield, Wilson, & Dowell, 1991). As classificações são menos numerosas para a avaliação de interfaces do tipo web, e assim, para os propósitos deste trabalho faz-se a distinção entre eles, conforme o seguinte esquema:?? métodos que visam comprovar a existência de problemas de usabilidade por meio da observação da interação real ou simulada, implicando portanto, na participação direta dos usuários no momento da avaliação propriamente dita. Infelizmente, os ensaios de interação (user testing), forma estruturada de observação do usuário, são cada vez menos aplicados pelas empresas em sua versão completa. Eles acontecem, entretanto, freqüentemente em situação de concepção participativa, em complementação a outras técnicas de projeto. 2

3 ?? métodos que visam diagnosticar problemas de usabilidade, onde a participação dos usuários se dá de forma indireta, geralmente antes das avaliações propriamente ditas, e visam fornecer informações úteis aos avaliadores (modelos de tarefas, de atividade, de usuários, dados de utilização, erros, etc.). Pode-se distinguir diferentes classes de métodos deste tipo:?? os métodos ditos formais: com pouca disseminação entre as empresas, os métodos deste tipo (GOMS, TAG,...) permanecem restritos aos laboratórios de pesquisa ou de grandes projetos industriais, fortemente financiados;?? métodos baseados em conhecimento: estes métodos de inspeção demandam a competência de um especialista, que pode se valer de documentos-guia (guias, checklists, etc.) ou ainda, de ferramentas de apoio. Pode-se admitir que os métodos tradicionalmente utilizados para as interfaces gráficas clássicas sejam empregados com interfaces web. Entretanto, deve-se considerar a característica rápida e pouco custosa do desenvolvimento de sites web, o que restringe a escolha de métodos aos que sejam facilmente/rapidamente utilizáveis e que permitam a verificação por recomendações. É evidente que, para se assegurar da boa ergonomia, é necessário apelar para um conjunto de técnicas, permitindo avaliações detalhadas e abrangentes. Montagens deste tipo, entretanto, nem sempre são possíveis e permanecem distantes da realidade da maioria dos projetos. O interesse neste trabalho, refere-se aos métodos baseados em conhecimento, normas e checklists, que devido a economia relativa de recursos necessários para sua implementação, cada vez mais, têm sido transferidos para as empresas. Em particular, foram selecionadas as seguintes técnicas:?? as técnicas de inspeção guiadas por heurísticas (Mack & Nielsen, 1993; Nielsen & Mack, 1994), por guias de estilo («Apple Web Design Guide» d Apple (1997), «Guide to Web Style» de Sun Microsystems ou ainda o «Web Design Guidelines» d IBM (1997)), por normas (ex. ISO 9241), por coletâneas (Leulier et al., 1998), entre outras.?? as entrevistas/questionários dos usuários (ex., WAMMI 1 (Website Analysis and MeasureMent Inventory)) são considerados com o objetivo de caracterizar o contexto de operação dos sites, incluindo a identificação dos principais cenários de utilização. Neste particular, elas permitem, também, o estabelecimento de um confronto entre o que é prescrito pelo projetista e o que é realizado pelo usuário. As entrevistas com usuários são oportunidades para obter, por outro lado, pistas ou indicações de eventuais problemas de usabilidade no site. Por outro lado, existem ferramentas automáticas de apoio à concepção e avaliação de sites web, em sua maior parte, propondo avaliações sintáticas destes sites. Este tipo de avaliação consiste em analisar o código HTML e nele detectar diferentes erros considerados de baixo nível, segundo o ponto de vista ergonômico (e.g., Bobby). Outras ferramentas (NetIntellect, WebTrends, NetTracker ) não são destinadas à avaliação, mas podem dela participar, na medida em que recolhem e fornecem dados reais sobre a navegação (número de visitantes, navegadores utilizados, etc. ). Embora a abordagem pretendida neste trabalho se situe em um nível mais semântico de avaliação, estas ferramentas são consideradas como complemento ao método pretendido, em particular, no que se refere à coleta de dados. Compromisso entre as técnicas de avaliação consideradas Muitas das técnicas leves de avaliação de usabilidade estão sujeitas a críticas como as que seguem:?? São construídas, às vezes, de modo pouco científico;?? São superficiais (e.g. guias de estilo, que apresentam freqüentemente, um nível de detalhe insuficiente);?? São dependentes do nível de competência do especialista; 1 WAMMI - Q EN (c) Copyright HFRG Ireland and Nomos Management AB Sweden, Informations sur l'internet - 3

4 ?? Referem-se mais freqüentemente à usabilidade e pouco à utilidade dos sites. A proposta do método de avaliação de usabilidade descrito neste trabalho opta por técnicas leves (em tempo e nível de competência), representando diferentes abordagens descomplicadas de inspeção, além de entrevistas com usuários e projetistas. Entretanto, ela é concebida para ser o mais completa (todos os objetos e qualidades relacionadas com a usabilidade deverão ser considerados) e objetiva possível (se valendo de elementos factuais sobre a interação, e não sobre hipóteses). A verificação da confiabilidade do método se dará segundo duas direções gerais: a estabilidade de dianósticos de um mesmo avaliador ao longo do tempo e a convergência de diagnósticos realizados por avaliadores diferentes. Evidentemente estes requisitos deverão ainda ser testados, bem como a eficácia (número de problemas diagnosticados) e eficiência (razão entre o tempo e a quantidade de problemas diagnosticados) do método. Por outro lado, este trabalho se inscreve no processo de evolução das avaliações ergonômicas a partir de Critérios Ergonômicos (Scapin e Bastien, 1997). Pondera-se que os Critérios Ergonômicos (CE) sejam válidos, na medida em que foram definidos a partir de uma extensa base de recomendações ergonômicas, o que lhes assegura uma certa exaustividade. Entretanto, a eficácia da ajuda trazida pelos critérios pode ser melhorada através da definição de um método de avaliação que esteja a eles associado. No momento atual, uma tentativa de método se resume ao exame das interfaces, com base em cada um dos critérios elementares, na ordem em que são descritos no documento que apresenta a versão atual dos critérios. Não se tratando realmente de um método de avaliação, este documento não detalha ou especifica as maneiras de explorar sistematicamente a interface, nem fornece uma técnica de aplicação detalhada de cada critério. De modo a atingir o objetivo de desenvolver um método de avaliação que possa aumentar o desempenho das avaliações baseadas nos CE e de conceber ferramentas (hipertexto, sistema especialista, etc.) de apoio a tal método, o trabalho aqui descrito segue duas direções principais:?? enriquecer o conteúdo de cada critério ergonômico elementar, associando-os à recomendações ergonômicas sobre sites web;?? definir modos de examinar sistematicamente todos os estados e elementos da interface (telas, janelas, seqüência de entradas,...). Para tanto, é necessário a determinação de contextos de interação e a definição de modelos adequados das interfaces web (componentes e comportamentos) sobre os quais aplicar os critérios. 3. MÉTODO DE CO-INSPEÇÃO AVALIATIVA Características principais A abordagem aqui adotada busca limitar os inconvenientes descritos anteriormente em relação aos métodos rápidos de inspeção, mantendo porém suas qualidades. Ela se refere a uma inspeção, pois o caráter ergonômico decompõe-se em qualidades ou componentes, que podem ser inspecionados. Existem entretanto no método, inspeções que não são inteiramente objetivas, o que lhe confere uma natureza avaliativa. A participação dos usuários e projetistas produz ao método um caráter fortemente participativo, de onde surge o nome de Co-Inspeção Avaliativa. As principais características da abordagem são descritas a seguir:?? a técnica está baseada em recomendações ergonômicas coletadas exaustivamente;?? os critérios ergonômicos e os objetos das interfaces web/comércio são adotados como forma de organização de listas de verificação de maneira lógica (em função dos níveis de importância) e eficácia (sem muita redundância);?? a partir de ferramentas de captura da interface e outros tratamentos automáticos o caráter trabalhoso da inspeção sistemática é limitado;?? as estratégias para a avaliação são definidas a partir da participação de projetistas e usuários, o que, possibilita inspeções (co-inspeções), tanto da utilidade como da facilidade de uso dos sites; 4

5 ?? a técnica se propõe a limitar a dependência das competências de um especialista, através de uma classificação prévia dos pesos das questões. De fato, os níveis de severidade dos problemas associados às questões são definidos a partir da análise do contexto de operação do site; Sendo assim, dentro deste artigo o método será descrito a partir dos tipos de técnicas que o compõe, dos procedimentos de avaliação e dos documentos que apoiam as avaliações. Combinação de técnicas Foram definidas as seguintes técnicas específicas:?? Descrição Assistida : Por esta técnica, o analista realiza a identificação/descrição de componentes da interface do site em avaliação. Trata-se de uma descrição assistida onde o avaliador só identifica os objetos da interface sobre os quais se dispõe de questões ergonômicas na etapa de inspeção avaliativa. Um modelo de objetos de interação para as interfaces web/comércio está na base das descrições.?? Entrevista com o Projetista : A entrevista com o projetista é realizada pelo analista como forma de obter uma perspectiva do público-alvo - seu perfil, seus objetivos e necessidades específicas. Em particular, procura-se identificar quais são as funções encontradas no produto com relação ao mercado e de que maneira tais funções são manipuladas. Do projetista pode-se ter também, informações importantes para avaliação, que vêm dos serviços de apoio ao usuário (hot line, , entre outros).?? Entrevista com o Usuário : O analista realiza entrevistas com o usuário para obter informações pertinentes à avaliação do site, em particular, uma descrição detalhada das características do usuário, de seus objetivos e de suas necessidades específicas com relação a suas tarefas principais. Busca-se a opinião do usuário sobre aspectos específicos do site, e indicações de problemas de usabilidade. Estes problemas serão alvos específicos das inspeções avaliativas, permitindo assim, uma sensível melhora dos níveis de efetividade dos diagnósticos. Convém considerar as precauções metodológicas habituais para assegurar a escolha dos usuários e dos cenários para as entrevistas. Uma boa escolha, se refere a entrevistas presenciais com usuários reais, in loco, diante do sistema.?? Tratamentos por Regras : Esta técnica consiste em tratar dos dados obtidos pelas diferentes técnicas de análise, de modo a produzir resultados úteis para avaliação. Por exemplo, regras indicam como produzir diagnósticos à partir de dados obtidos da análise do contexto (descrição assistida, entrevistas com o usuário e projetista). Outras regras se baseiam sobre estes mesmos tipos de dados para indicar de que maneira é definida a prioridade entre as questões aplicáveis a uma avaliação. Tais tratamentos podem ser realizados pelo analista/avaliador com o auxílio de documentos-guia (versão manual) ou de ferramentas informatizadas.?? Inspeção Avaliativa : A inspeção avaliativa é uma avaliação heurística enfocando os aspectos do site considerados importantes para a usabilidade, tanto pelos usuários e projetistas, como para os ergonomistas que propuseram recomendações para o projeto. Por esta técnica, o avaliador é guiado por meio de fichas de inspeção para definir um diagnóstico de usabilidade com base no respeito ou na quebra de padrões ergonômicos propostos pelas questões destas fichas. Descrição dos procedimentos O procedimento geral do método proposto pode ser descrito à partir da seguinte sequência de atividades principais:?? Análise do Contexto de Utilização do Site;?? Inspeção Analítica;?? Inspeção Avaliativa;?? Documentação da Inspeção. 5

6 Análise do contexto O procedimento de Co-Inspeção Avaliativa começa com a análise do contexto de operação do site/web em avaliação. Esta análise consiste em buscar informações deste contexto, que são pertinentes para a avaliação de usabilidade, em particular: as características do site, as intenções de seus projetistas e as opiniões de seus usuários. O analista inicia suas atividades com o reconhecimento e descrição assistida dos componentes do site, continua com as entrevistas com os projetistas e finaliza com as entrevistas com os usuários. Os resultados destas atividades são registrados em uma base de conhecimentos sobre o contexto de operação.?? Reconhecimento-Descrição Assistida do Site : Com o auxílio dos documentos-guia, o analista passa a implementar duas etapas diferentes de atividades de reconhecimentodescrição. Uma global ao site e outra local à cada página web associada com o percurso das principais tarefas suportadas pelo site em avaliação.?? Reconhecimento-Descrição Assistida Global : a descrição assistida global aborda dois tipos de características gerais do site. De um lado as funções existentes e a divisão modular e do outro as características da página de acesso ao site. Esta descrição é realizada, portanto, com o apoio de uma ficha de reconhecimentodescrição global e de uma ficha de reconhecimento-descrição da página de acesso.?? Reconhecimento-Descrição Assistida Local : Este tipo de descrição assistida trata das características das páginas web relacionadas com as principais tarefas a serem examinadas na avaliação. O usuário e o projetista são, portanto, convidados a identificar tais páginas web, o que sugere que esta etapa de descrição ocorra em paralelo às entrevistas com usuário e projetista. E, uma vez identificadas, cada página web associada às principais tarefas, é então descrita com a ajuda das respectivas fichas de reconhecimento-descrição locais.?? Entrevista com os Participantes da Interação : Dentro desta etapa, o analista realiza as entrevistas com os projetistas e os usuários do site, visando obter informações pertinentes para a avaliação. Trata-se, em particular, da oportunidade de identificar, junto a projetistas e usuários, os caminhos para a realização das tarefas principais, o que remete este procedimento à etapa de reconhecimento-descrição assistida do site.?? Entrevista com os Projetistas : O analista realiza as entrevistas com o projetista visando obter informações referentes ao perfil dos usuários alvo do site. Se o site encontra-se em operação, é possível acessar os registros do serviço de suporte ou apoio ao usuário (hot line, , etc.), para elaborar um pré-diagnóstico dos problemas de usabilidade. Então, como parte das descrições assistidas locais às páginas web, o avaliador demanda aos projetistas a identificação dos caminhos (seqüência de páginas) associados às tarefas que dão a oportunidade do site frente ao mercado internet. As características das páginas associadas a estas tarefas e caminhos (identificação, estrutura de objetos, entradas dos usuários/saídas do sistema) são em seguida, descritas com o auxílio das fichas de reconhecimentodescrição específicas. Visando a próxima etapa de entrevistas, o avaliador será também conduzido pelo documento guia, a coletar as coordenadas de alguns usuários do site.?? Entrevista com os Usuários : Nesta etapa, o analista, assitido por um documentoguia, obtém diferentes tipos de informações sobre a operação do site a partir de uma fonte confiável: os próprios usuários. O analista deve, também, obter a opinião dos usuários sobre certas características importantes da usabilidade do site, como denominações, ícones, organização dos dados, entre outros aspectos. Assim, como parte da etapa de Reconhecimento-Descrição Assistida Local, o avaliador solicita aos usuários que identifiquem os caminhos (seqüência de páginas) relacionados com as principais tarefas (as mais freqüentes e as mais importantes, face o impacto sobre a produtividade na tarefa). As caraterísticas destas páginas são em seguida, descritas com o auxílio das fichas de reconhecimento-descrição específicas. O usuário é, também, questionado sobre necessidades de apoio específicos para a realização de 6

7 Inspeção analítica outras tarefas, que, em sua opinião, poderiam ser realizadas através do site em avaliação. A partir dos dados da análise do contexto e de heurísticas de inspeção analítica é possível obter os primeiros resultados da avaliação. Isto decorre de atividades como, por exemplo:?? validação de denominações/representações do site à partir da entrevista com os usuários do site;?? confronto entre representações obtidas do usuário e do projetista com relação às principais tarefas (identificação, estrutura de objetivos, entradas dos usuários/saídas do sistema);?? validação de características dos usuários segundo a perspectiva dos projetistas, tendo em vista a reunião de diversos perfis encontrados entre os próprios usuários (só é possível se forem diversos os usuários ouvidos). Inspeção avaliativa Esta etapa do processo envolve dois momentos distindos: um de preparação e outro de realização da inspeção avaliativa.?? Configuração da Inspeção Avaliativa : nesta etapa o avaliador realiza a regulagem dos instrumentos de avaliação, em particular, a lista de tarefas a examinar e as fichas de inspeção.?? Definição das Tarefas a Examinar : estas são identificadas e descritas por projetistas e usuários, no momento das respectivas entrevistas.?? Definição das Listas de Verificação : As fichas de inspeção são definidas à partir de uma base de questões ergonômicas para os sites web/comércio e de heurísticas, associando a aplicabilidade das questões aos dados do contexto de operação do site. Por meio de tabelas (versão manual) ou de ferramentas automáticas (versão informatizada), o avaliador define, portanto, os itens de verificação que formam as fichas para as inspeções: globais ao site, locais à página de acesso e locais à cada página implicada em uma tarefa principal. Os aspectos do contexto de operação determinam também as ponderações entre as questões que compõem as fichas de inspeção. Existem questões que são evidentemente mais importantes que outras, visto as diferenças entre usuários, tarefas, tipos de equipamento, etc.. As heurísticas de ponderação, definidas previamente, permitem definir as prioridades das questões que constituem as fichas de inspeção.?? Realização das Inspeções Avaliativas : Se dão por meio de fichas de inspeções definidas na etapa anterior. O avaliador realiza três tipos de inspeções avaliativas: inspeção avaliativa global do site; inspeção avaliativa local da página de acesso; e inspeções avaliativas locais relativas as páginas ligadas às principais tarefas. Para tanto, ele deve ter uma boa visão geral do site e percorrê-lo seguindo os caminhos relacionados às tarefas principais, e procurar responder as questões propostas sobre as fichas de verificação. A identificação e descrição dos problemas de usabilidade do site, bem como dos componentes neles implicados são os resultados das inspeções avaliativas. Estes resultados são registrados em uma base de dados específica às inspeções avaliativas. Documentação da inspeção A elaboração do relatório resulta da aplicação das regras para a estruturação do relatório e para a descrição de problemas de utilização identificados no site avaliado. O avaliador recupera, por um lado, os dados obtidos com a aplicação das técnicas previstas na avaliação (base de dados do contexto, e das inspeções avaliativas) e por outro, os textos descritivos, definidos previamente, referentes ao nível de severidade dos problemas, assim como suas conseqüências sobre o usuário e a tarefa. Assim orientado, o avaliador está apto a descrever de modo organizado (em função de importância/critérios/objetos...) e estruturado o conjunto dos diagnósticos obtidos. Isto pode se dar com o auxílio de documentos guia (versão manual) ou de uma ferramenta automática (versão informatizada). 7

8 Documentos que implementam o método As diferentes técnicas do método de Co-Inspeção Avaliativa estão implementadas com o auxílio de diferentes documentos que podem ser organizados segundo:?? Documentos para Análise do Contexto?? Fichas de Inspeção Documentos-guia para análise do contexto A Análise do Contexto é realizada com o apoio de um conjunto de documentos guia:?? Guia para O Reconhecimento-Descrição Assistida do Sistema?? Guia para Entrevista com o Projetista?? Guia para Entrevista com o Usuário Estes visam orientar os avaliadores no momento da descrição assistida e nas entrevistas com o projetista e os usuários do site. Desta maneira, o analista é conduzido a recolher somente as informações associadas às questões de usabilidade previstas nas fichas de inspeção. Guia para o Reconhecimento-Descrição Assistida do Sistema Tipicamente, uma descrição de um site web é formada por uma ficha de descrição global, uma ficha de descrição da página de acesso e um conjunto de fichas de reconhecimento, no qual existe uma ficha para cada página ligada às tarefas principais. A tabela 1 mostra uma parte da Ficha de Reconhecimento Local dos sites web/comércio: Ficha de Reconhecimento Local Sim Não Existem vídeos/animações...? Existem bullets como arquivos gráficos (.gif)? Existem figuras ou textos decorativos? Existem ícones? Existem textos informativos? Existem mensagens de condução? Existem apresentações estruturadas? Existem listas com escolha de múltiplos itens... Guia para a entrevista com o projetista Tabela 1 : Ficha de Reconhecimento Global Este conduz o avaliador na obtenção de informações sobre a definição funcional do site, o perfil do usuário alvo, a lógica de operação das funções principais, o ambiente de software e de os equipamentos necessários para assegurar as funções do site. A tabela 2 mostra exemplos de questões que são colocadas aos projetistas. Guia para a Entrevista com o Projetista Entre o público do site, existe uma porcentagem significativa de pessoas do sexo masculino? (explicar o problema do daltonismo). Entre o público do site, existe uma porcentagem significativa de usuário novatos na operação de interfaces Web? Entre o público do site, existe uma porcentagem significativa de pessoas dispondo de navegadores somente textuais? O sistema foi concebido para alguma resolução de vídeo em particular?... 8

9 Guia para a entrevista com o usuário Tabela 2 : Guia para a Entrevista com o Projetista Este documento solicita, inicialmente, informações gerais sobre o nível de competência do usuário na operação de interfaces web. Na sequência, é solicitada uma descrição das tarefas principais e das necessidades específicas dos usuários nestas tarefas. O documento solicita ainda, a opinião dos usuários sobre aspectos suspeitos de apresentarem baixa usabilidade do site e, finalmente, questiona sobre recursos que poderiam estar disponíveis no site. A tabela 3 mostra exemplos de questões propostas aos usuários. Guia para a Entrevista com o Usuário As figuras ou textos decorativos lhe são úteis, ou lhe atrapalham durante sua atividade? A linguagem empregada nos textos possuem termos que não lhe são familiares? Existem denominações no site que não lhe são familiares ou significativas? Existem ícones no site que não lhe são familiares ou significativos? Existem no site apresentações estruturadas (listas, tabelas, textos, etc..) cuja ordem das informações não lhe é conveniente?... Fichas de inspeção Tabela 3 : Guia para a Entrevista com o Usuário Elas são endereçadas aos avaliadores e resultam da definição da aplicabilidade das questões previstas pela técnica. Elas propõem tembém, relações de prioridade entre estas questões. A tabela 4 mostra exemplos das questões propostas aos avaliadores. Ficha de Inspeção Local Existem na página, vídeos ou animações representando elementos (em movimento) desvinculados com tarefa? A página é legível em preto e branco, sem a perda de informações? As figuras (decorativas, denotativas, organizacionais ou explicativas) ou os textos apresentados são realmente necessários para a tarefa? Eles representam fonte de distração para o usuário? LIMITES E PERSPECTIVAS Tabela 4 : Ficha de Inspeção Local Finalizada a concepção do método, este será, agora, implementado completamente e testado em condições reais de aplicação. Em seguida, serão especificadas ferramentas informatizadas de apoio à aplicação do método. É importante lembrar que este método não visa substituir outros métodos de avaliação, como os ensaios de interação, mas sim, de servir de complemento à estes. Com efeito, a Co- Inspeção Avaliativa representa um instrumento para identificar rapidamente, com a ajuda de usuários e projetistas, os erros ergonômicos mais flagrantes, antes da realização de um ensaio de interação. Este método pode ser visto, igualmente, como instrumento para tornar a preocupação ergonômica algo habitual entre os projetistas. Não se pretende que as técnicas de ergonomia sejam de domínio de não especialistas, mas é de grande interesse, formalisar uma técnica de inspeção sistemática, capaz de tratar rapidamente de problemas ergonômicos flagrantes. Os ergonomistas poderão assim se concentrar em problemas mais difícieis de abordar e que requeiram conhecimentos e competências específicas. Uma abordagem de Co-Inspeção Avaliativa poderá também auxiliar este profissionais na otimização de seus procedimentos avaliativos. 9

10 REFERÊNCIAS CHRISTIE, B. & GARDINER, M. M. (1990). Evaluation of the human-computer interface. In J. R. Wilex & E. N. Corlett (Eds.), Evaluation of human work : A practical ergonomics methodology (pp ). London : Taylor & Francis. GRISLIN, M. & KOLSKI, C. (1996). Evaluation des Interfaces Homme-Machine lors du développement des systèmes interactifs. Technique et Science Informatiques, Vol. 15, n 3, pp IBM Corporation (1997). IBM WEB Guidelines - Complete set. Retrieved May, from the World Wide Web ISO-9241 (1999). International Standards Organisation ISO Part 10 to 17. Ergonomic requirements for office work with visual display terminals - (Software aspects). LEULIER, C., BASTIEN, J.M.C. & SCAPIN, D.L Commerce & Interactions, Compilation of Ergonomic Guidelines for the Design and Evaluation of Web sites, draft. MACK, R., & NIELSEN, J. (1993). Usability inspection methods : rapport on a workshop held at CHI'92, Monterey, CA, May 3-4, SIGCHI Bulletin, pp NIELSEN, J. (1994). Enhancing the explanatory power of usability heuristics. In B. Adelson, S. Dumais, & J. Olson (Eds.), Proceedings of ACM CHI'94 Conference on Human Factors in Computing Systems, Vol. 1 (April 24-28)(pp ). New York, NY : ACM. SCAPIN, D.L. & BASTIEN, J.M.C. (1997), Ergonomic Critéria for evaluating the ergonomic quality of interactive systems, in Behaviour & Information Technologie, 1997, vol. 16 no. 4/5, SENACH, B. (1990). Evaluation ergonomique des Interfaces Homme-Machine : une revue de la littérature. Rapport n 1180, INRIA, 75 p. SENACH, B. (1993). L'Évaluation Ergonomique des Interfaces Homme-Machine [Ergonomic evaluation of man-machine interfaces]. In J.-C. Sperandio (Ed.) L'Ergonomie dans la Conception des Projets Informatiques (pp ). Toulouse, France : Octares. WHITEFIELD, J., WILSON, F. & DOWELL, J. (1991). A framework for human factors evaluation. Behaviour and Information Technology, 10(1), January, pp

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