Especificação de Método de Avaliação Ergonômica de Usabilidade para Sites/Web de Comércio Eletrônico

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Especificação de Método de Avaliação Ergonômica de Usabilidade para Sites/Web de Comércio Eletrônico"

Transcrição

1 Especificação de Método de Avaliação Ergonômica de Usabilidade para Sites/Web de Comércio Eletrônico RESUMO Walter de Abreu Cybis* Dominique L. Scapin** Daniele Pinto Andres* *Depto de Informática e Estatística INE Universidade Federal de Santa Catarina UFSC Campus Universitário Trindade Cep Florianópolis SC {cybis, ** Institut National de Recherche en Informatique et en Automatique Domaine de Voluceau - Rocquencourt, B.P Le Chesnay Cedex, France Este artigo trata do desenvolvimento de um método de avaliação baseado em conhecimentos ergonômicos explícitos e na participação de usuários e projetistas em atividades de inspeção avaliativas rápidas e baratas, de modo a identificar os problemas ergonômicos mais flagrantes em sites/web para comércio eletrônico. São descritas as atividades envolvidas para a concepção do método, que é apresentado com detalhes sobre sua natureza, seus processos e os documentos que o implementam. As limitações dessa abordagem são ressaltadas ao final do artigo. Palavras-chave Avaliação de Usabilidade, Participação do usuário, Listas de Verificação, Sites de Comércio Eletrônico. 1. INTRODUÇÃO O presente trabalho descreve o desenvolvimento de um método de avaliação de usabilidade baseado na estruturação e organização dos conhecimentos ergonômicos, no aproveitamento de técnicas diagnósticas e no envolvimento de usuários e projetistas nas avaliações. Mesmo que estes últimos não possuam conhecimento em ergonomia, eles são os maiores conhecedores dos sistemas em avaliação. O método desenvolvido tem como objeto os sites web para o comércio eletrônico. Os sites web, em particular os de comércio eletrônico, apresentam custos de desenvolvimento relativamente baixos e por isso crescem rapidamente em número ( sites em fevereiro de 2000 conforme No entanto, a grande variedade de ferramentas de autoria disponíveis (e.g. DreamWeaver) não impede que eles apresentem freqüentemente erros ergonômicos, razão pela qual este trabalho se tornou centro de interesse de pesquisadores. Se a qualidade ergonômica dos sites web é ruim, isto se deve, na maior parte, ao desconhecimento dos projetistas sobre princípios e recomendações para o projeto da usabilidade. Isto conduz naturalmente, a considerar a importância de um método de avaliação rápido, capaz de encontrar uma grande variedade dos erros ergonômicos mais flagrantes e que possa contribuir na formação em ergonomia dos próprios projetistas. Trabalhos já realizados permitiram a aquisição de numerosas recomendações ergonômicas sobre sites web/comércio e constituem a base de conhecimento do projeto aqui relatado. Assim sendo, este prosseguiu com o exame das recomendações ergonômicas e das técnicas mais adequadas para a verificação do caráter ergonômico de sistemas interativos por projetistas não especialistas em ergonomia. Assim, foi definido um método baseado, inicialmente, em uma etapa explícita de análise do contexto de operação do site. Nela o analista, apoiado por documentos-guia, conduz questionários e/ou entrevistas com projetistas 1

2 e usuários de modo a coletar as informações pertinentes sobre o site e seu uso efetivo. Também, com o apoio de documentos-guia, o analista realiza uma atividade de reconhecimento das características do site que são pertinentes para a avaliação de sua usabilidade. Na etapa de avaliação do site, o avaliador é então conduzido na análise das informações contextuais coletadas e na seleção e aplicação dos conhecimentos ergonômicos disponíveis, de modo a chegar a um diagnóstico ergonômico dos principais cenários de utilização. Evidentemente, este tipo de método não se destina a substituir o leque de métodos ergonômicos existentes, mas de permitir que pessoas, não especialistas em usabilidade, identifiquem os erros de concepção relativamente comuns ou flagrantes. Sendo assim, a problemática da avaliação é aqui apresentada, evocando os métodos ergonômicos disponíveis e as características desejáveis para um método destinado aos projetistas. Em seguida, o método de Co-Inspeção Avaliativa é descrito e na conclusão, são identificados os limites do trabalho bem como suas perspectivas. 2. PROBLEMÁTICA: AVALIAÇÃO ERGONÔMICA DE SITES WEB A avaliação ergonômica de usabilidade de sites web busca identificar as características deste tipo de site que, de algum modo, possuem efeito sobre a capacidade dos usuários de atingirem suas metas de maneira eficaz e objetiva. O conjunto destas características pode ser rotulado segundo o termo Qualidade Ergonômica (Scapin & Bastien, 1997), ou Usabilidade (ISO , 1999) e definido como o grau segundo o qual um produto pode ser utilizado por determinados usuários para alcançar objetivos específicos com eficácia, eficiência e satisfação, em um contexto de utilização definido. Numerosos parâmetros determinam estratégias e objetivos de uma avaliação de usabilidade. Dentre eles, podem ser citados:?? a natureza dos objetos a serem avaliados (software para grande público ou para empresa, uma nova versão de um software, os componentes de um software),?? estado de desenvolvimento dos objetos a serem avaliados (especificações preliminares, especificações formais, maquete, protótipo, software desenvolvido),?? os usuários potenciais (usuários bem definidos / usuários não identificados), a disponibilidade / acessibilidade dos usuários, a representatividade dos usuários;?? as características da tarefa informatizada (complexidade, freqüência, abrangência ampla vs. especializada, caráter inovador),?? contexto de avaliação (concepção ou aquisição de um software) e as condições de avaliação (orçamento, cronograma);?? os avaliadores disponíveis (especialistas / não especialistas em ergonomia de software; especialistas / não especialistas do domínio da tarefa). Por fim, é conveniente ver a avaliação da qualidade ergonômica de interfaces computadorizadas como uma perspectiva do ciclo de vida de um software. Assim, ela deve acontecer em diferentes etapas do processo e deve ser considerada como iterativa. Métodos de avaliação ergonômica considerados Para as interfaces gráficas clássicas existem muitas formas de classificar os métodos de avaliação de ergonomia (Christie & Gardiner, 1990 ; Grislin & Kolski, 1996; Senach, 1990; Senach, 1993; Whitefield, Wilson, & Dowell, 1991). As classificações são menos numerosas para a avaliação de interfaces do tipo web, e assim, para os propósitos deste trabalho faz-se a distinção entre eles, conforme o seguinte esquema:?? métodos que visam comprovar a existência de problemas de usabilidade por meio da observação da interação real ou simulada, implicando portanto, na participação direta dos usuários no momento da avaliação propriamente dita. Infelizmente, os ensaios de interação (user testing), forma estruturada de observação do usuário, são cada vez menos aplicados pelas empresas em sua versão completa. Eles acontecem, entretanto, freqüentemente em situação de concepção participativa, em complementação a outras técnicas de projeto. 2

3 ?? métodos que visam diagnosticar problemas de usabilidade, onde a participação dos usuários se dá de forma indireta, geralmente antes das avaliações propriamente ditas, e visam fornecer informações úteis aos avaliadores (modelos de tarefas, de atividade, de usuários, dados de utilização, erros, etc.). Pode-se distinguir diferentes classes de métodos deste tipo:?? os métodos ditos formais: com pouca disseminação entre as empresas, os métodos deste tipo (GOMS, TAG,...) permanecem restritos aos laboratórios de pesquisa ou de grandes projetos industriais, fortemente financiados;?? métodos baseados em conhecimento: estes métodos de inspeção demandam a competência de um especialista, que pode se valer de documentos-guia (guias, checklists, etc.) ou ainda, de ferramentas de apoio. Pode-se admitir que os métodos tradicionalmente utilizados para as interfaces gráficas clássicas sejam empregados com interfaces web. Entretanto, deve-se considerar a característica rápida e pouco custosa do desenvolvimento de sites web, o que restringe a escolha de métodos aos que sejam facilmente/rapidamente utilizáveis e que permitam a verificação por recomendações. É evidente que, para se assegurar da boa ergonomia, é necessário apelar para um conjunto de técnicas, permitindo avaliações detalhadas e abrangentes. Montagens deste tipo, entretanto, nem sempre são possíveis e permanecem distantes da realidade da maioria dos projetos. O interesse neste trabalho, refere-se aos métodos baseados em conhecimento, normas e checklists, que devido a economia relativa de recursos necessários para sua implementação, cada vez mais, têm sido transferidos para as empresas. Em particular, foram selecionadas as seguintes técnicas:?? as técnicas de inspeção guiadas por heurísticas (Mack & Nielsen, 1993; Nielsen & Mack, 1994), por guias de estilo («Apple Web Design Guide» d Apple (1997), «Guide to Web Style» de Sun Microsystems ou ainda o «Web Design Guidelines» d IBM (1997)), por normas (ex. ISO 9241), por coletâneas (Leulier et al., 1998), entre outras.?? as entrevistas/questionários dos usuários (ex., WAMMI 1 (Website Analysis and MeasureMent Inventory)) são considerados com o objetivo de caracterizar o contexto de operação dos sites, incluindo a identificação dos principais cenários de utilização. Neste particular, elas permitem, também, o estabelecimento de um confronto entre o que é prescrito pelo projetista e o que é realizado pelo usuário. As entrevistas com usuários são oportunidades para obter, por outro lado, pistas ou indicações de eventuais problemas de usabilidade no site. Por outro lado, existem ferramentas automáticas de apoio à concepção e avaliação de sites web, em sua maior parte, propondo avaliações sintáticas destes sites. Este tipo de avaliação consiste em analisar o código HTML e nele detectar diferentes erros considerados de baixo nível, segundo o ponto de vista ergonômico (e.g., Bobby). Outras ferramentas (NetIntellect, WebTrends, NetTracker ) não são destinadas à avaliação, mas podem dela participar, na medida em que recolhem e fornecem dados reais sobre a navegação (número de visitantes, navegadores utilizados, etc. ). Embora a abordagem pretendida neste trabalho se situe em um nível mais semântico de avaliação, estas ferramentas são consideradas como complemento ao método pretendido, em particular, no que se refere à coleta de dados. Compromisso entre as técnicas de avaliação consideradas Muitas das técnicas leves de avaliação de usabilidade estão sujeitas a críticas como as que seguem:?? São construídas, às vezes, de modo pouco científico;?? São superficiais (e.g. guias de estilo, que apresentam freqüentemente, um nível de detalhe insuficiente);?? São dependentes do nível de competência do especialista; 1 WAMMI - Q EN (c) Copyright HFRG Ireland and Nomos Management AB Sweden, Informations sur l'internet - 3

4 ?? Referem-se mais freqüentemente à usabilidade e pouco à utilidade dos sites. A proposta do método de avaliação de usabilidade descrito neste trabalho opta por técnicas leves (em tempo e nível de competência), representando diferentes abordagens descomplicadas de inspeção, além de entrevistas com usuários e projetistas. Entretanto, ela é concebida para ser o mais completa (todos os objetos e qualidades relacionadas com a usabilidade deverão ser considerados) e objetiva possível (se valendo de elementos factuais sobre a interação, e não sobre hipóteses). A verificação da confiabilidade do método se dará segundo duas direções gerais: a estabilidade de dianósticos de um mesmo avaliador ao longo do tempo e a convergência de diagnósticos realizados por avaliadores diferentes. Evidentemente estes requisitos deverão ainda ser testados, bem como a eficácia (número de problemas diagnosticados) e eficiência (razão entre o tempo e a quantidade de problemas diagnosticados) do método. Por outro lado, este trabalho se inscreve no processo de evolução das avaliações ergonômicas a partir de Critérios Ergonômicos (Scapin e Bastien, 1997). Pondera-se que os Critérios Ergonômicos (CE) sejam válidos, na medida em que foram definidos a partir de uma extensa base de recomendações ergonômicas, o que lhes assegura uma certa exaustividade. Entretanto, a eficácia da ajuda trazida pelos critérios pode ser melhorada através da definição de um método de avaliação que esteja a eles associado. No momento atual, uma tentativa de método se resume ao exame das interfaces, com base em cada um dos critérios elementares, na ordem em que são descritos no documento que apresenta a versão atual dos critérios. Não se tratando realmente de um método de avaliação, este documento não detalha ou especifica as maneiras de explorar sistematicamente a interface, nem fornece uma técnica de aplicação detalhada de cada critério. De modo a atingir o objetivo de desenvolver um método de avaliação que possa aumentar o desempenho das avaliações baseadas nos CE e de conceber ferramentas (hipertexto, sistema especialista, etc.) de apoio a tal método, o trabalho aqui descrito segue duas direções principais:?? enriquecer o conteúdo de cada critério ergonômico elementar, associando-os à recomendações ergonômicas sobre sites web;?? definir modos de examinar sistematicamente todos os estados e elementos da interface (telas, janelas, seqüência de entradas,...). Para tanto, é necessário a determinação de contextos de interação e a definição de modelos adequados das interfaces web (componentes e comportamentos) sobre os quais aplicar os critérios. 3. MÉTODO DE CO-INSPEÇÃO AVALIATIVA Características principais A abordagem aqui adotada busca limitar os inconvenientes descritos anteriormente em relação aos métodos rápidos de inspeção, mantendo porém suas qualidades. Ela se refere a uma inspeção, pois o caráter ergonômico decompõe-se em qualidades ou componentes, que podem ser inspecionados. Existem entretanto no método, inspeções que não são inteiramente objetivas, o que lhe confere uma natureza avaliativa. A participação dos usuários e projetistas produz ao método um caráter fortemente participativo, de onde surge o nome de Co-Inspeção Avaliativa. As principais características da abordagem são descritas a seguir:?? a técnica está baseada em recomendações ergonômicas coletadas exaustivamente;?? os critérios ergonômicos e os objetos das interfaces web/comércio são adotados como forma de organização de listas de verificação de maneira lógica (em função dos níveis de importância) e eficácia (sem muita redundância);?? a partir de ferramentas de captura da interface e outros tratamentos automáticos o caráter trabalhoso da inspeção sistemática é limitado;?? as estratégias para a avaliação são definidas a partir da participação de projetistas e usuários, o que, possibilita inspeções (co-inspeções), tanto da utilidade como da facilidade de uso dos sites; 4

5 ?? a técnica se propõe a limitar a dependência das competências de um especialista, através de uma classificação prévia dos pesos das questões. De fato, os níveis de severidade dos problemas associados às questões são definidos a partir da análise do contexto de operação do site; Sendo assim, dentro deste artigo o método será descrito a partir dos tipos de técnicas que o compõe, dos procedimentos de avaliação e dos documentos que apoiam as avaliações. Combinação de técnicas Foram definidas as seguintes técnicas específicas:?? Descrição Assistida : Por esta técnica, o analista realiza a identificação/descrição de componentes da interface do site em avaliação. Trata-se de uma descrição assistida onde o avaliador só identifica os objetos da interface sobre os quais se dispõe de questões ergonômicas na etapa de inspeção avaliativa. Um modelo de objetos de interação para as interfaces web/comércio está na base das descrições.?? Entrevista com o Projetista : A entrevista com o projetista é realizada pelo analista como forma de obter uma perspectiva do público-alvo - seu perfil, seus objetivos e necessidades específicas. Em particular, procura-se identificar quais são as funções encontradas no produto com relação ao mercado e de que maneira tais funções são manipuladas. Do projetista pode-se ter também, informações importantes para avaliação, que vêm dos serviços de apoio ao usuário (hot line, , entre outros).?? Entrevista com o Usuário : O analista realiza entrevistas com o usuário para obter informações pertinentes à avaliação do site, em particular, uma descrição detalhada das características do usuário, de seus objetivos e de suas necessidades específicas com relação a suas tarefas principais. Busca-se a opinião do usuário sobre aspectos específicos do site, e indicações de problemas de usabilidade. Estes problemas serão alvos específicos das inspeções avaliativas, permitindo assim, uma sensível melhora dos níveis de efetividade dos diagnósticos. Convém considerar as precauções metodológicas habituais para assegurar a escolha dos usuários e dos cenários para as entrevistas. Uma boa escolha, se refere a entrevistas presenciais com usuários reais, in loco, diante do sistema.?? Tratamentos por Regras : Esta técnica consiste em tratar dos dados obtidos pelas diferentes técnicas de análise, de modo a produzir resultados úteis para avaliação. Por exemplo, regras indicam como produzir diagnósticos à partir de dados obtidos da análise do contexto (descrição assistida, entrevistas com o usuário e projetista). Outras regras se baseiam sobre estes mesmos tipos de dados para indicar de que maneira é definida a prioridade entre as questões aplicáveis a uma avaliação. Tais tratamentos podem ser realizados pelo analista/avaliador com o auxílio de documentos-guia (versão manual) ou de ferramentas informatizadas.?? Inspeção Avaliativa : A inspeção avaliativa é uma avaliação heurística enfocando os aspectos do site considerados importantes para a usabilidade, tanto pelos usuários e projetistas, como para os ergonomistas que propuseram recomendações para o projeto. Por esta técnica, o avaliador é guiado por meio de fichas de inspeção para definir um diagnóstico de usabilidade com base no respeito ou na quebra de padrões ergonômicos propostos pelas questões destas fichas. Descrição dos procedimentos O procedimento geral do método proposto pode ser descrito à partir da seguinte sequência de atividades principais:?? Análise do Contexto de Utilização do Site;?? Inspeção Analítica;?? Inspeção Avaliativa;?? Documentação da Inspeção. 5

6 Análise do contexto O procedimento de Co-Inspeção Avaliativa começa com a análise do contexto de operação do site/web em avaliação. Esta análise consiste em buscar informações deste contexto, que são pertinentes para a avaliação de usabilidade, em particular: as características do site, as intenções de seus projetistas e as opiniões de seus usuários. O analista inicia suas atividades com o reconhecimento e descrição assistida dos componentes do site, continua com as entrevistas com os projetistas e finaliza com as entrevistas com os usuários. Os resultados destas atividades são registrados em uma base de conhecimentos sobre o contexto de operação.?? Reconhecimento-Descrição Assistida do Site : Com o auxílio dos documentos-guia, o analista passa a implementar duas etapas diferentes de atividades de reconhecimentodescrição. Uma global ao site e outra local à cada página web associada com o percurso das principais tarefas suportadas pelo site em avaliação.?? Reconhecimento-Descrição Assistida Global : a descrição assistida global aborda dois tipos de características gerais do site. De um lado as funções existentes e a divisão modular e do outro as características da página de acesso ao site. Esta descrição é realizada, portanto, com o apoio de uma ficha de reconhecimentodescrição global e de uma ficha de reconhecimento-descrição da página de acesso.?? Reconhecimento-Descrição Assistida Local : Este tipo de descrição assistida trata das características das páginas web relacionadas com as principais tarefas a serem examinadas na avaliação. O usuário e o projetista são, portanto, convidados a identificar tais páginas web, o que sugere que esta etapa de descrição ocorra em paralelo às entrevistas com usuário e projetista. E, uma vez identificadas, cada página web associada às principais tarefas, é então descrita com a ajuda das respectivas fichas de reconhecimento-descrição locais.?? Entrevista com os Participantes da Interação : Dentro desta etapa, o analista realiza as entrevistas com os projetistas e os usuários do site, visando obter informações pertinentes para a avaliação. Trata-se, em particular, da oportunidade de identificar, junto a projetistas e usuários, os caminhos para a realização das tarefas principais, o que remete este procedimento à etapa de reconhecimento-descrição assistida do site.?? Entrevista com os Projetistas : O analista realiza as entrevistas com o projetista visando obter informações referentes ao perfil dos usuários alvo do site. Se o site encontra-se em operação, é possível acessar os registros do serviço de suporte ou apoio ao usuário (hot line, , etc.), para elaborar um pré-diagnóstico dos problemas de usabilidade. Então, como parte das descrições assistidas locais às páginas web, o avaliador demanda aos projetistas a identificação dos caminhos (seqüência de páginas) associados às tarefas que dão a oportunidade do site frente ao mercado internet. As características das páginas associadas a estas tarefas e caminhos (identificação, estrutura de objetos, entradas dos usuários/saídas do sistema) são em seguida, descritas com o auxílio das fichas de reconhecimentodescrição específicas. Visando a próxima etapa de entrevistas, o avaliador será também conduzido pelo documento guia, a coletar as coordenadas de alguns usuários do site.?? Entrevista com os Usuários : Nesta etapa, o analista, assitido por um documentoguia, obtém diferentes tipos de informações sobre a operação do site a partir de uma fonte confiável: os próprios usuários. O analista deve, também, obter a opinião dos usuários sobre certas características importantes da usabilidade do site, como denominações, ícones, organização dos dados, entre outros aspectos. Assim, como parte da etapa de Reconhecimento-Descrição Assistida Local, o avaliador solicita aos usuários que identifiquem os caminhos (seqüência de páginas) relacionados com as principais tarefas (as mais freqüentes e as mais importantes, face o impacto sobre a produtividade na tarefa). As caraterísticas destas páginas são em seguida, descritas com o auxílio das fichas de reconhecimento-descrição específicas. O usuário é, também, questionado sobre necessidades de apoio específicos para a realização de 6

7 Inspeção analítica outras tarefas, que, em sua opinião, poderiam ser realizadas através do site em avaliação. A partir dos dados da análise do contexto e de heurísticas de inspeção analítica é possível obter os primeiros resultados da avaliação. Isto decorre de atividades como, por exemplo:?? validação de denominações/representações do site à partir da entrevista com os usuários do site;?? confronto entre representações obtidas do usuário e do projetista com relação às principais tarefas (identificação, estrutura de objetivos, entradas dos usuários/saídas do sistema);?? validação de características dos usuários segundo a perspectiva dos projetistas, tendo em vista a reunião de diversos perfis encontrados entre os próprios usuários (só é possível se forem diversos os usuários ouvidos). Inspeção avaliativa Esta etapa do processo envolve dois momentos distindos: um de preparação e outro de realização da inspeção avaliativa.?? Configuração da Inspeção Avaliativa : nesta etapa o avaliador realiza a regulagem dos instrumentos de avaliação, em particular, a lista de tarefas a examinar e as fichas de inspeção.?? Definição das Tarefas a Examinar : estas são identificadas e descritas por projetistas e usuários, no momento das respectivas entrevistas.?? Definição das Listas de Verificação : As fichas de inspeção são definidas à partir de uma base de questões ergonômicas para os sites web/comércio e de heurísticas, associando a aplicabilidade das questões aos dados do contexto de operação do site. Por meio de tabelas (versão manual) ou de ferramentas automáticas (versão informatizada), o avaliador define, portanto, os itens de verificação que formam as fichas para as inspeções: globais ao site, locais à página de acesso e locais à cada página implicada em uma tarefa principal. Os aspectos do contexto de operação determinam também as ponderações entre as questões que compõem as fichas de inspeção. Existem questões que são evidentemente mais importantes que outras, visto as diferenças entre usuários, tarefas, tipos de equipamento, etc.. As heurísticas de ponderação, definidas previamente, permitem definir as prioridades das questões que constituem as fichas de inspeção.?? Realização das Inspeções Avaliativas : Se dão por meio de fichas de inspeções definidas na etapa anterior. O avaliador realiza três tipos de inspeções avaliativas: inspeção avaliativa global do site; inspeção avaliativa local da página de acesso; e inspeções avaliativas locais relativas as páginas ligadas às principais tarefas. Para tanto, ele deve ter uma boa visão geral do site e percorrê-lo seguindo os caminhos relacionados às tarefas principais, e procurar responder as questões propostas sobre as fichas de verificação. A identificação e descrição dos problemas de usabilidade do site, bem como dos componentes neles implicados são os resultados das inspeções avaliativas. Estes resultados são registrados em uma base de dados específica às inspeções avaliativas. Documentação da inspeção A elaboração do relatório resulta da aplicação das regras para a estruturação do relatório e para a descrição de problemas de utilização identificados no site avaliado. O avaliador recupera, por um lado, os dados obtidos com a aplicação das técnicas previstas na avaliação (base de dados do contexto, e das inspeções avaliativas) e por outro, os textos descritivos, definidos previamente, referentes ao nível de severidade dos problemas, assim como suas conseqüências sobre o usuário e a tarefa. Assim orientado, o avaliador está apto a descrever de modo organizado (em função de importância/critérios/objetos...) e estruturado o conjunto dos diagnósticos obtidos. Isto pode se dar com o auxílio de documentos guia (versão manual) ou de uma ferramenta automática (versão informatizada). 7

8 Documentos que implementam o método As diferentes técnicas do método de Co-Inspeção Avaliativa estão implementadas com o auxílio de diferentes documentos que podem ser organizados segundo:?? Documentos para Análise do Contexto?? Fichas de Inspeção Documentos-guia para análise do contexto A Análise do Contexto é realizada com o apoio de um conjunto de documentos guia:?? Guia para O Reconhecimento-Descrição Assistida do Sistema?? Guia para Entrevista com o Projetista?? Guia para Entrevista com o Usuário Estes visam orientar os avaliadores no momento da descrição assistida e nas entrevistas com o projetista e os usuários do site. Desta maneira, o analista é conduzido a recolher somente as informações associadas às questões de usabilidade previstas nas fichas de inspeção. Guia para o Reconhecimento-Descrição Assistida do Sistema Tipicamente, uma descrição de um site web é formada por uma ficha de descrição global, uma ficha de descrição da página de acesso e um conjunto de fichas de reconhecimento, no qual existe uma ficha para cada página ligada às tarefas principais. A tabela 1 mostra uma parte da Ficha de Reconhecimento Local dos sites web/comércio: Ficha de Reconhecimento Local Sim Não Existem vídeos/animações...? Existem bullets como arquivos gráficos (.gif)? Existem figuras ou textos decorativos? Existem ícones? Existem textos informativos? Existem mensagens de condução? Existem apresentações estruturadas? Existem listas com escolha de múltiplos itens... Guia para a entrevista com o projetista Tabela 1 : Ficha de Reconhecimento Global Este conduz o avaliador na obtenção de informações sobre a definição funcional do site, o perfil do usuário alvo, a lógica de operação das funções principais, o ambiente de software e de os equipamentos necessários para assegurar as funções do site. A tabela 2 mostra exemplos de questões que são colocadas aos projetistas. Guia para a Entrevista com o Projetista Entre o público do site, existe uma porcentagem significativa de pessoas do sexo masculino? (explicar o problema do daltonismo). Entre o público do site, existe uma porcentagem significativa de usuário novatos na operação de interfaces Web? Entre o público do site, existe uma porcentagem significativa de pessoas dispondo de navegadores somente textuais? O sistema foi concebido para alguma resolução de vídeo em particular?... 8

9 Guia para a entrevista com o usuário Tabela 2 : Guia para a Entrevista com o Projetista Este documento solicita, inicialmente, informações gerais sobre o nível de competência do usuário na operação de interfaces web. Na sequência, é solicitada uma descrição das tarefas principais e das necessidades específicas dos usuários nestas tarefas. O documento solicita ainda, a opinião dos usuários sobre aspectos suspeitos de apresentarem baixa usabilidade do site e, finalmente, questiona sobre recursos que poderiam estar disponíveis no site. A tabela 3 mostra exemplos de questões propostas aos usuários. Guia para a Entrevista com o Usuário As figuras ou textos decorativos lhe são úteis, ou lhe atrapalham durante sua atividade? A linguagem empregada nos textos possuem termos que não lhe são familiares? Existem denominações no site que não lhe são familiares ou significativas? Existem ícones no site que não lhe são familiares ou significativos? Existem no site apresentações estruturadas (listas, tabelas, textos, etc..) cuja ordem das informações não lhe é conveniente?... Fichas de inspeção Tabela 3 : Guia para a Entrevista com o Usuário Elas são endereçadas aos avaliadores e resultam da definição da aplicabilidade das questões previstas pela técnica. Elas propõem tembém, relações de prioridade entre estas questões. A tabela 4 mostra exemplos das questões propostas aos avaliadores. Ficha de Inspeção Local Existem na página, vídeos ou animações representando elementos (em movimento) desvinculados com tarefa? A página é legível em preto e branco, sem a perda de informações? As figuras (decorativas, denotativas, organizacionais ou explicativas) ou os textos apresentados são realmente necessários para a tarefa? Eles representam fonte de distração para o usuário? LIMITES E PERSPECTIVAS Tabela 4 : Ficha de Inspeção Local Finalizada a concepção do método, este será, agora, implementado completamente e testado em condições reais de aplicação. Em seguida, serão especificadas ferramentas informatizadas de apoio à aplicação do método. É importante lembrar que este método não visa substituir outros métodos de avaliação, como os ensaios de interação, mas sim, de servir de complemento à estes. Com efeito, a Co- Inspeção Avaliativa representa um instrumento para identificar rapidamente, com a ajuda de usuários e projetistas, os erros ergonômicos mais flagrantes, antes da realização de um ensaio de interação. Este método pode ser visto, igualmente, como instrumento para tornar a preocupação ergonômica algo habitual entre os projetistas. Não se pretende que as técnicas de ergonomia sejam de domínio de não especialistas, mas é de grande interesse, formalisar uma técnica de inspeção sistemática, capaz de tratar rapidamente de problemas ergonômicos flagrantes. Os ergonomistas poderão assim se concentrar em problemas mais difícieis de abordar e que requeiram conhecimentos e competências específicas. Uma abordagem de Co-Inspeção Avaliativa poderá também auxiliar este profissionais na otimização de seus procedimentos avaliativos. 9

10 REFERÊNCIAS CHRISTIE, B. & GARDINER, M. M. (1990). Evaluation of the human-computer interface. In J. R. Wilex & E. N. Corlett (Eds.), Evaluation of human work : A practical ergonomics methodology (pp ). London : Taylor & Francis. GRISLIN, M. & KOLSKI, C. (1996). Evaluation des Interfaces Homme-Machine lors du développement des systèmes interactifs. Technique et Science Informatiques, Vol. 15, n 3, pp IBM Corporation (1997). IBM WEB Guidelines - Complete set. Retrieved May, from the World Wide Web ISO-9241 (1999). International Standards Organisation ISO Part 10 to 17. Ergonomic requirements for office work with visual display terminals - (Software aspects). LEULIER, C., BASTIEN, J.M.C. & SCAPIN, D.L Commerce & Interactions, Compilation of Ergonomic Guidelines for the Design and Evaluation of Web sites, draft. MACK, R., & NIELSEN, J. (1993). Usability inspection methods : rapport on a workshop held at CHI'92, Monterey, CA, May 3-4, SIGCHI Bulletin, pp NIELSEN, J. (1994). Enhancing the explanatory power of usability heuristics. In B. Adelson, S. Dumais, & J. Olson (Eds.), Proceedings of ACM CHI'94 Conference on Human Factors in Computing Systems, Vol. 1 (April 24-28)(pp ). New York, NY : ACM. SCAPIN, D.L. & BASTIEN, J.M.C. (1997), Ergonomic Critéria for evaluating the ergonomic quality of interactive systems, in Behaviour & Information Technologie, 1997, vol. 16 no. 4/5, SENACH, B. (1990). Evaluation ergonomique des Interfaces Homme-Machine : une revue de la littérature. Rapport n 1180, INRIA, 75 p. SENACH, B. (1993). L'Évaluation Ergonomique des Interfaces Homme-Machine [Ergonomic evaluation of man-machine interfaces]. In J.-C. Sperandio (Ed.) L'Ergonomie dans la Conception des Projets Informatiques (pp ). Toulouse, France : Octares. WHITEFIELD, J., WILSON, F. & DOWELL, J. (1991). A framework for human factors evaluation. Behaviour and Information Technology, 10(1), January, pp

Usabilidade e Ergonomia. Usabilidade de Software. Ergonomia. Usabilidade. Ergonomia (International Ergonomics Association em 2000)

Usabilidade e Ergonomia. Usabilidade de Software. Ergonomia. Usabilidade. Ergonomia (International Ergonomics Association em 2000) Usabilidade e Ergonomia Usabilidade de Software INF01043 Interação Homem-Computador 2006/2 Ergonomia (International Ergonomics Association em 2000) Ergonomics (or human factors) is the scientific discipline

Leia mais

Usabilidade e Acessibilidade na Web: Uma análise destes conceitos do ponto de vista de um deficiente visual

Usabilidade e Acessibilidade na Web: Uma análise destes conceitos do ponto de vista de um deficiente visual Usabilidade e Acessibilidade na Web: Uma análise destes conceitos do ponto de vista de um deficiente visual Gláucio Brandão de MATOS 1 ; Alisson RIBEIRO 2 ; Gabriel da SILVA 2 1 Ex-aluno do Curso Superior

Leia mais

DESIGN CENTRADO NO USUÁRIO. Caio Cesar

DESIGN CENTRADO NO USUÁRIO. Caio Cesar DESIGN CENTRADO NO USUÁRIO Caio Cesar Caio Cesar? Ensino / Pesquisa / Consultoria Comunicação online Marketing Design de Interação www.caiocesar.cc Tema de hoje Design Centrado no Usuário O quê? Por quê?

Leia mais

O quê avaliação? Unidade IV - Avaliação de Interfaces. Quem deve avaliar um produto de software? Técnicas de Avaliação

O quê avaliação? Unidade IV - Avaliação de Interfaces. Quem deve avaliar um produto de software? Técnicas de Avaliação Unidade IV - Avaliação de Interfaces O quê avaliação? O quê avaliação? Técnicas de Avaliação Tipos de Avaliação com Usuários Paradigmas de avaliação com usuários Avaliação rápida e suja Testes de Usabilidade

Leia mais

Critérios ergonômicos e a concepção de sistema de gerenciamento de aprendizagem virtual (LMS)

Critérios ergonômicos e a concepção de sistema de gerenciamento de aprendizagem virtual (LMS) Critérios ergonômicos e a concepção de sistema de gerenciamento de aprendizagem virtual (LMS) Elzo Alves Aranha (UNINOVE) eaaranha@uninove.br O presente artigo trata da contribuição dos critérios ergonômicos

Leia mais

AS TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO

AS TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO AS TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO Alison Luis Kohl Diego Luis Eckstein Flávio Pedroso AS TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO Ergonomia de Interfaces; Usabilidade dos Sistemas. Problema de ergonomia e de usabilidade *Eficácia

Leia mais

Métodos de Avaliação para Sites de Entretenimento. Fabricio Aparecido Breve Prof. Orientador Daniel Weller

Métodos de Avaliação para Sites de Entretenimento. Fabricio Aparecido Breve Prof. Orientador Daniel Weller Métodos de Avaliação para Sites de Entretenimento Fabricio Aparecido Breve Prof. Orientador Daniel Weller 1 Introdução O objetivo deste trabalho é verificar a eficiência da Avaliação com o Usuário e da

Leia mais

AvaliaçãodaUsabilidadedeum SoftwaredeAuditoria EvaluationofUsabilityofaSoftwareofAuditing

AvaliaçãodaUsabilidadedeum SoftwaredeAuditoria EvaluationofUsabilityofaSoftwareofAuditing AvaliaçãodaUsabilidadedeum SoftwaredeAuditoria EvaluationofUsabilityofaSoftwareofAuditing AlianaPereiraSimões Pós-graduadaemErgonomia,UsabilidadeeInteraçãoHumano-Computador PUC-RIO aliana@aliana.com.br

Leia mais

Um Estudo Teórico sobre as Técnicas de Avaliação de Software Educacional

Um Estudo Teórico sobre as Técnicas de Avaliação de Software Educacional Um Estudo Teórico sobre as Técnicas de Avaliação de Software Educacional Daniele Pinto Andres Mestranda em Ciências da Computação UFSC Centro de Ciências Tecnológicas da Terra e do Mar CTTMar Universidade

Leia mais

Gestão da qualidade do software

Gestão da qualidade do software Gestão da qualidade do software Empenhada em assegurar que o nível de qualidade requerido de um produto de software é atingido Envolve a definição de normas e procedimentos de qualidade apropriados, e

Leia mais

Avaliação comparativa da qualidade ergonômica das interfaces gráficas do Solidworks 2000 e AutoCAD 2000

Avaliação comparativa da qualidade ergonômica das interfaces gráficas do Solidworks 2000 e AutoCAD 2000 Avaliação comparativa da qualidade ergonômica das interfaces gráficas do Solidworks 2000 e AutoCAD 2000 Antônio Carlos de Souza (UFSC-CCE-EGR) souza@cce.ufsc.br Henderson José Speck (UFSC-CCE-EGR) speck@cce.ufsc.br

Leia mais

ELABORAÇÃO DE UMA TÉCNICA DE VERIFICAÇÃO DE USABILIDADE PARA SITES DE COMÉRCIO ELETRÔNICO

ELABORAÇÃO DE UMA TÉCNICA DE VERIFICAÇÃO DE USABILIDADE PARA SITES DE COMÉRCIO ELETRÔNICO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Daniele Pinto Andres ELABORAÇÃO DE UMA TÉCNICA DE VERIFICAÇÃO DE USABILIDADE PARA SITES DE COMÉRCIO ELETRÔNICO

Leia mais

Introdução à Avaliação de Interfaces

Introdução à Avaliação de Interfaces Universidade Federal do Vale do São Francisco -UNIVASF Colegiado de Engenharia de Computação Introdução à Avaliação de Interfaces Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.twitter.com/jorgecav

Leia mais

Avaliação de IHC: objetivos

Avaliação de IHC: objetivos Avaliação de IHC: objetivos Decisões de design afetam usabilidade Conhecimento dos usuários e de suas necessidade Design: Design: diferentes diferentes soluções soluções possíveis possíveis Interação:

Leia mais

Requisitos ergonômicos para interfaces de busca em bibliotecas on-line Ergonomic requirements for on-line library search interface

Requisitos ergonômicos para interfaces de busca em bibliotecas on-line Ergonomic requirements for on-line library search interface Requisitos ergonômicos para interfaces de busca em bibliotecas on-line Ergonomic requirements for on-line library search interface Robson SANTOS Mestre em Design Pontifícia Universidade Católica do Rio

Leia mais

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Curso Técnico em Informática ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br Clayton Maciel Costa

Leia mais

Abordagem Ergonômica de Avaliação de Websites no âmbito da Educação à Distância. Resumo

Abordagem Ergonômica de Avaliação de Websites no âmbito da Educação à Distância. Resumo CINTED-UFRGS Novas Tecnologias na Educação Abordagem Ergonômica de Avaliação de Websites no âmbito da Educação à Distância Resumo Doris Simone Reitz, M.Sc. * Fernando Gonçalves Amaral, Dr. * Walter de

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO DE PESSOAS

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO DE PESSOAS FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO DE PESSOAS PROFESSOR: Itair Pereira da Silva DISCENTES: Maria das Graças João Vieira Rafael Vitor ORGANOGRAMA PRESIDENTE GERENTE

Leia mais

Interação Humano Computador IHC

Interação Humano Computador IHC Universidade Federal do Vale do São Francisco -UNIVASF Colegiado de Engenharia de Computação IHC Prof. Jorge Cavalcanti Jorge.cavalcanti@univast.edu.br www.twitter.com/jorgecav Informações Gerais da Disciplina

Leia mais

PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE. Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software

PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE. Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE Introdução Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software Os modelos de processos de desenvolvimento de software surgiram pela necessidade de dar resposta às

Leia mais

Conceitos Básicos e Implementação. Entrega de Serviços. Professor Gledson Pompeu (gledson.pompeu@gmail.com)

Conceitos Básicos e Implementação. Entrega de Serviços. Professor Gledson Pompeu (gledson.pompeu@gmail.com) Conceitos Básicos e Implementação Pref. Mun. Vitória 2007 Analista de Suporte 120 A ITIL (information technology infrastructure library) visa documentar as melhores práticas na gerência, no suporte e na

Leia mais

Implantando um Programa de Melhoria de Processo: Uma Experiência Prática

Implantando um Programa de Melhoria de Processo: Uma Experiência Prática Implantando um Programa de Melhoria de Processo: Uma Experiência Prática Evandro Polese Alves Ricardo de Almeida Falbo Departamento de Informática - UFES Av. Fernando Ferrari, s/n, Vitória - ES - Brasil

Leia mais

Projeto de Sistemas I

Projeto de Sistemas I Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo Projeto de Sistemas I Professora: Kelly de Paula Cunha E-mail:kellypcsoares@ifsp.edu.br Requisitos: base para todo projeto, definindo o

Leia mais

Identificação rápida de gargalos Uma forma mais eficiente de realizar testes de carga. Um artigo técnico da Oracle Junho de 2009

Identificação rápida de gargalos Uma forma mais eficiente de realizar testes de carga. Um artigo técnico da Oracle Junho de 2009 Identificação rápida de gargalos Uma forma mais eficiente de realizar testes de carga Um artigo técnico da Oracle Junho de 2009 Identificação rápida de gargalos Uma forma mais eficiente de realizar testes

Leia mais

Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte

Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte IBM Global Technology Services Manutenção e suporte técnico Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte Uma abordagem inovadora em suporte técnico 2 Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável

Leia mais

Construção e Avaliação de um Programa para Computador de Mão para Auxiliar o Ensino de Oftalmologia para Estudantes de Medicina

Construção e Avaliação de um Programa para Computador de Mão para Auxiliar o Ensino de Oftalmologia para Estudantes de Medicina Departamento de Sessão #04 Sala Chilan - 1/12 Construção e Avaliação de um Programa para Computador de Mão para Auxiliar o Ensino de Oftalmologia para Estudantes de Medicina Vladimir Camelo Pinto 1, Thiago

Leia mais

CONSIDERAÇÕES FINAIS

CONSIDERAÇÕES FINAIS CONSIDERAÇÕES FINAIS As considerações finais da pesquisa, bem como suas contribuições e sugestões para trabalhos futuros são aqui apresentadas, ressaltando algumas reflexões acerca do tema estudado, sem,

Leia mais

Avaliação de Interfaces

Avaliação de Interfaces Especialização em Tecnologias de Software para Ambiente Web Avaliação de Interfaces Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira srbo@ufpa.br www.ufpa.br/srbo Projeto e Avaliação de Interfaces: Ambiente Web

Leia mais

Interface Homem- Computador

Interface Homem- Computador Interface Homem- Computador (IHC) Profª. Leticia Lopes Leite Software Educacional I Interface Deve ser entendida como sendo a parte de um sistema computacional com a qual uma pessoa entra em contato física,

Leia mais

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Prof. Dr. Ivanir Costa Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Normas de qualidade de software - introdução Encontra-se no site da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) as seguintes definições: Normalização

Leia mais

INF1403 - Introdução a Interação Humano-Computador (IHC)

INF1403 - Introdução a Interação Humano-Computador (IHC) INF1403 - Introdução a Interação Humano-Computador (IHC) Turma 3WB Professor: Alberto Barbosa Raposo 09/04/2012 Departamento de Informática, PUC-Rio Testes com usuários Como avaliar? inspeção (por especialistas)

Leia mais

Instituto de Computação, Universidade Federal do Amazonas (UFAM) Manaus-AM, Brasil

Instituto de Computação, Universidade Federal do Amazonas (UFAM) Manaus-AM, Brasil Elicitação de Requisitos a partir de Modelos de Processos de Negócio e Modelos Organizacionais: Uma pesquisa para definição de técnicas baseadas em heurísticas Marcos A. B. de Oliveira 1, Sérgio R. C.

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE CONTEÚDO EDUCACIONAL CENTRADO NO USUÁRIO BASEADO NA INTERNET APLICADO EM PROGRAMA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

DESENVOLVIMENTO DE CONTEÚDO EDUCACIONAL CENTRADO NO USUÁRIO BASEADO NA INTERNET APLICADO EM PROGRAMA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DESENVOLVIMENTO DE CONTEÚDO EDUCACIONAL CENTRADO NO USUÁRIO BASEADO NA INTERNET APLICADO EM PROGRAMA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA 05/2005 137-TC-C5 Sergio Ferreira do Amaral Faculdade de Educação da UNICAMP

Leia mais

CURSO: Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas SÉRIE: 3º Semestre TURNO: Noturno DISCIPLINA: ANÁLISE DE SISTEMAS ORIENTADA A OBJETOS

CURSO: Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas SÉRIE: 3º Semestre TURNO: Noturno DISCIPLINA: ANÁLISE DE SISTEMAS ORIENTADA A OBJETOS CURSO: Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas SÉRIE: 3º Semestre TURNO: Noturno DISCIPLINA: ANÁLISE DE SISTEMAS ORIENTADA A OBJETOS CARGA HORÁRIA: 60 horas I - Ementa Modelagem de Processos

Leia mais

Modelos de Qualidade de Produto de Software

Modelos de Qualidade de Produto de Software CBCC Bacharelado em Ciência da Computação CBSI Bacharelado em Sistemas de Informação Modelos de Qualidade de Produto de Software Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira srbo@ufpa.br www.ufpa.br/srbo

Leia mais

Garantia da Qualidade de Software

Garantia da Qualidade de Software Especialização em Gerência de Projetos de Software Garantia da Qualidade de Software Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira srbo@ufpa.br Qualidade de Software 2009 Instituto de Ciências Exatas e Naturais

Leia mais

METODOLOGIA PARA PROJETO DE INTERFACES E EQUIPAMENTOS NUCLEARES COM ABORDAGEM CENTRADA NOS USUÁRIOS E NA SUA ATIVIDADE

METODOLOGIA PARA PROJETO DE INTERFACES E EQUIPAMENTOS NUCLEARES COM ABORDAGEM CENTRADA NOS USUÁRIOS E NA SUA ATIVIDADE 6 Disponibilizado no endereço http://www.acaoergonomica.ergonomia.ufrj.br Ação Ergonômica vol 3 nº. 1 (2007) pp. 01-06 METODOLOGIA PARA PROJETO DE INTERFACES E EQUIPAMENTOS NUCLEARES COM ABORDAGEM CENTRADA

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DO SOFTWARE LIVRE NOS PROJETOS DE INCLUSÃO DIGITAL E AS AVALIAÇÕES DE USABILIDADE

CARACTERIZAÇÃO DO SOFTWARE LIVRE NOS PROJETOS DE INCLUSÃO DIGITAL E AS AVALIAÇÕES DE USABILIDADE CARACTERIZAÇÃO DO SOFTWARE LIVRE NOS PROJETOS DE INCLUSÃO DIGITAL E AS AVALIAÇÕES DE USABILIDADE Luciara Wanglon Afonso 1 Daniele Pinto Andres 2 RESUMO Este artigo tem por objetivo apresentar algumas questões

Leia mais

Utilização de conceitos de interface homem-máquina para adaptação da disciplina de requisitos do RUP

Utilização de conceitos de interface homem-máquina para adaptação da disciplina de requisitos do RUP Utilização de conceitos de interface homem-máquina para adaptação da disciplina de requisitos do RUP Renato Cordeiro 2, Marcos Roberto de Oliveira, Thaís Pereira Chanquini FIAP 1 São Paulo Brasil < renato.cordeiro,

Leia mais

Gerenciamento de Qualidade

Gerenciamento de Qualidade UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS, LETRAS E CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DE COMPUTAÇÃO E ESTATÍSTICA Gerenciamento de Qualidade Engenharia de Software 2o. Semestre de

Leia mais

Testes de Software Aula 2

Testes de Software Aula 2 Testes de Software Aula 2 Universidade Federal do Ceará Estes slides fazem parte do material de treinamento produzido pela Célula de Testes e Qualidade de Software (CTQS) do Grupo de Redes de Computadores,

Leia mais

Usabilidade na WEB CCUEC. Roberto Romani. UNICAMP- Universidade Estadual de Campinas

Usabilidade na WEB CCUEC. Roberto Romani. UNICAMP- Universidade Estadual de Campinas CCUEC Roberto Romani UNICAMP- Universidade Estadual de Campinas Usabilidadena WEB Tópicos Principais O que é usabilidade? Por que usabilidade na Web 7 regras básicas de usabilidade na Web Inspeção de usabilidade

Leia mais

Tópicos de Ambiente Web. Modulo 2 Processo de desenvolvimento de um site Professora: Sheila Cáceres

Tópicos de Ambiente Web. Modulo 2 Processo de desenvolvimento de um site Professora: Sheila Cáceres Tópicos de Ambiente Web Modulo 2 Processo de desenvolvimento de um site Professora: Sheila Cáceres Roteiro Motivação Desenvolvimento de um site Etapas no desenvolvimento de software (software:site) Analise

Leia mais

Atividades de Ensino de IHC em Duas Instituições de Ensino Superior Brasileiras

Atividades de Ensino de IHC em Duas Instituições de Ensino Superior Brasileiras Atividades de Ensino de IHC em Duas Instituições de Ensino Superior Brasileiras Thiago Adriano Coleti Faculdade de Educação, Administração e Tecnologia de Ibaiti Ibaiti - Pr thiagocoleti@feati.com.br Marcelo

Leia mais

3. Engenharia de Requisitos

3. Engenharia de Requisitos Engenharia de Software 3. Engenharia de Requisitos Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt Fases do desenvolvimento de software que mais erros originam (fonte: "Software Testing", Ron Patton)

Leia mais

Centro Universitário de Mineiros Sistemas de Informação Segurança e Auditoria de Sistemas

Centro Universitário de Mineiros Sistemas de Informação Segurança e Auditoria de Sistemas Centro Universitário de Mineiros Sistemas de Informação Segurança e Auditoria de Sistemas milenaresende@fimes.edu.br http://professor.fimes.edu.br/milena/ Presidência Executiva Auditoria de Sistemas Diretoria

Leia mais

APOO Análise e Projeto Orientado a Objetos. Requisitos

APOO Análise e Projeto Orientado a Objetos. Requisitos + APOO Análise e Projeto Orientado a Objetos Requisitos Requisitos 2 n Segundo Larman: n São capacidades e condições às quais o sistema e em termos mais amplos, o projeto deve atender n Não são apenas

Leia mais

3 a Lista de Exercícios

3 a Lista de Exercícios Engenharia de Requisitos 3 a Lista de Exercícios (1) Em relação ao levantamento e análise de requisitos, faz-se a seguinte afirmação: Os requisitos de sistema devem ser capturados, documentados e acordados

Leia mais

Técnicas para Avaliação de Interfaces

Técnicas para Avaliação de Interfaces Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia de Computação Técnicas para Avaliação de Interfaces Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.twitter.com/jorgecav

Leia mais

Estratégias de Pesquisa

Estratégias de Pesquisa Estratégias de Pesquisa Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Agenda Survey Design e Criação Estudo de Caso Pesquisa Ação Experimento

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA USABILIDADE PARA UM WEBSITE

A IMPORTÂNCIA DA USABILIDADE PARA UM WEBSITE A IMPORTÂNCIA DA USABILIDADE PARA UM WEBSITE Bruno Patrick da Silva Campos Vasti Batista de Oliveira Profª Esp. Andréia Rodrigues Casare casareandreia@gmail.com Profª Drª Linda Catarina Gualda Fatec de

Leia mais

Uma Abordagem Ergonômica para o Desenvolvimento de Sistemas Interativos

Uma Abordagem Ergonômica para o Desenvolvimento de Sistemas Interativos Uma Abordagem Ergonômica para o Desenvolvimento de Sistemas Interativos Walter de Abreu Cybis Marcelo Soares Pimenta Mário Cesar Silveira Luciano Gamez Laboratório de Utilizabilidade da Informática (LabIUtil/Inf)

Leia mais

ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE

ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE 2009/2 GABARITO COMENTADO QUESTÃO 1: Quando nos referimos à qualidade da interação

Leia mais

Análise da Interface do Usuário de Sistemas de Gestão Hospitalar por meio de Testes de Usabilidade

Análise da Interface do Usuário de Sistemas de Gestão Hospitalar por meio de Testes de Usabilidade Análise da Interface do Usuário de Sistemas de Gestão Hospitalar por meio de Testes de Usabilidade Analysis of User Interface in Hospital Management Systems through Usability Testing Adni C. Aristides

Leia mais

Usabilidade da interface de sites e-commerce

Usabilidade da interface de sites e-commerce - 1 - Revista Eletrônica Multidisciplinar Pindorama do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia IFBA Usabilidade da interface de sites e-commerce Profª. MSc. Simone Azevedo Bandeira

Leia mais

2 Auto-sintonia de Bancos de Dados e Agentes de Software

2 Auto-sintonia de Bancos de Dados e Agentes de Software 2 Auto-sintonia de Bancos de Dados e Agentes de Software A uso da abordagem de agentes de software 1 pode trazer benefícios a áreas de aplicação em que é necessário construir sistemas autônomos, ou seja,

Leia mais

Engenharia de Software Introdução. Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1

Engenharia de Software Introdução. Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1 Engenharia de Software Introdução Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1 Tópicos Apresentação da Disciplina A importância do Software Software Aplicações de Software Paradigmas

Leia mais

Qualidade de Software

Qualidade de Software Qualidade de Software Introdução Qualidade é um dos principais objetivos da Engenharia de Software. Muitos métodos, técnicas e ferramentas são desenvolvidas para apoiar a produção com qualidade. Tem-se

Leia mais

gera um condicionamento subconsciente e insidioso explica o autor. 1. A tecnologia centrada no homem

gera um condicionamento subconsciente e insidioso explica o autor. 1. A tecnologia centrada no homem Uma avaliação preliminar do portal IBGE conforme as diretrizes de Nielsen e Tahir para inspeção de usabilidade da homepage A preliminary evaluation of the IBGE portal according to Nielsen and Tahir s guidelines

Leia mais

Tecnologia e Sistemas de Informações

Tecnologia e Sistemas de Informações Universidade Federal do Vale do São Francisco Tecnologia e Sistemas de Informações Prof. Ricardo Argenton Ramos Aula 3 Componentes de SIs Pessoas SI Organiz. Unidades que exercem diferentes funções, tais

Leia mais

USABILIDADE DE AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM ACESSADOS ATRAVÉS DE DISPOSITIVOS MÓVEIS 1

USABILIDADE DE AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM ACESSADOS ATRAVÉS DE DISPOSITIVOS MÓVEIS 1 USABILIDADE DE AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM ACESSADOS ATRAVÉS DE DISPOSITIVOS MÓVEIS 1 ROCHA, Tiago Rios da 2 ; FIALHO, Roberto da Costa 3 1 Trabalho de Pesquisa _UNIFRA 2 Professor do Curso de Sistemas

Leia mais

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE EDUCACIONAL

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE EDUCACIONAL AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE SOFTWARE EDUCACIONAL Cassandra Ribeiro de O. e Silva Centro Federal de Educação Tecnológica do Ceará - CEFET/CE cassandr@eps.ufsc.br Carlos Luciano Sant Ana Vargas Universidade

Leia mais

Fundamentos de Teste de Software

Fundamentos de Teste de Software Núcleo de Excelência em Testes de Sistemas Fundamentos de Teste de Software Módulo 2- Teste Estático e Teste Dinâmico Aula 3 Teste Estático SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 1. Definição... 3 2. Custo Versus Benefício...

Leia mais

Unidade 4: Contextualização de Objetos de Aprendizagem

Unidade 4: Contextualização de Objetos de Aprendizagem Coordenação: Juliana Cristina Braga Autoria: Rita Ponchio Você aprendeu na unidade anterior a importância da adoção de uma metodologia para a construção de OA., e também uma descrição geral da metodologia

Leia mais

Normas e Padrões de Qualidade em Software - I

Normas e Padrões de Qualidade em Software - I Tema da Aula Normas e Padrões de Qualidade em - I Prof. Cristiano R R Portella portella@widesoft.com.br Certificação da Qualidade Certificações emitidas por entidades públicas conceituadas: 9 ABIC Selo

Leia mais

Interface Humano -Computador

Interface Humano -Computador A Interface Humano -Computador Aula 04 Modelos de Processos de Design de IHC Giliane Bernardi - giliane@inf.ufsm.br http://nte.ufsm.br O Processode Design de IHC Relembrando Questões chave no projeto centrado

Leia mais

Autor(es) TIAGO CINTO. Orientador(es) CECÍLIA SOSA ARIAS PEIXOTO. Apoio Financeiro FAPIC/UNIMEP. 1. Introdução

Autor(es) TIAGO CINTO. Orientador(es) CECÍLIA SOSA ARIAS PEIXOTO. Apoio Financeiro FAPIC/UNIMEP. 1. Introdução 19 Congresso de Iniciação Científica MODULO DE GERÊNCIA DE INTERFACES COM O USUÁRIO: ESTUDO, DEFINIÇÃO E ELABORAÇÃO DE INTERFACES INTELIGENTES PARA A FERRAMENTA KIRA Autor(es) TIAGO CINTO Orientador(es)

Leia mais

Análise da Qualidade de Uso e Interface com o usuário de Softwares Brasileiros de Apoio à Nutrição Clínica

Análise da Qualidade de Uso e Interface com o usuário de Softwares Brasileiros de Apoio à Nutrição Clínica Análise da Qualidade de Uso e Interface com o usuário de Softwares Brasileiros de Apoio à Nutrição Clínica Anderson Dutra Moura anderson@s4.com.br Kristy Soraya Coelho kscoelho@uol.com.br Alysson Frantz

Leia mais

3 OOHDM e SHDM 3.1. OOHDM

3 OOHDM e SHDM 3.1. OOHDM 32 3 OOHDM e SHDM Com a disseminação em massa, desde a década de 80, de ambientes hipertexto e hipermídia, principalmente a Web, foi identificada a necessidade de elaborar métodos que estruturassem de

Leia mais

Histórico da Revisão. Versão Descrição Autor. 1.0 Versão Inicial

Histórico da Revisão. Versão Descrição Autor. 1.0 Versão Inicial 1 of 14 27/01/2014 17:33 Sistema de Paginação de Esportes Universitários Documento de Arquitetura de Software Versão 1.0 Histórico da Revisão Data 30 de novembro de 1999 Versão Descrição Autor 1.0 Versão

Leia mais

Avaliação dos aspectos de usabilidade do Sistema Financeiro Web: usuários novatos versus usuários experientes

Avaliação dos aspectos de usabilidade do Sistema Financeiro Web: usuários novatos versus usuários experientes Avaliação dos aspectos de usabilidade do Sistema Financeiro Web: usuários novatos versus usuários experientes Alan Braga, alansbraga@gmail.com Danillo da Silva Rocha, danrocha@ifsp.edu.br Evandro Fioravante

Leia mais

Uma Ontologia Genérica para a Análise de Domínio e Usuário na Engenharia de Domínio Multiagente

Uma Ontologia Genérica para a Análise de Domínio e Usuário na Engenharia de Domínio Multiagente Uma Ontologia Genérica para a Análise de Domínio e Usuário na Engenharia de Domínio Multiagente Carla Gomes de Faria1, Ismênia Ribeiro de Oliveira1, Rosario Girardi1 1Universidade Federal do Maranhão (UFMA)

Leia mais

Orientações Gerais para as Disciplinas de Trabalho de Conclusão do Cursos de Sistemas para Internet IFRS - Câmpus Porto Alegre

Orientações Gerais para as Disciplinas de Trabalho de Conclusão do Cursos de Sistemas para Internet IFRS - Câmpus Porto Alegre Orientações Gerais para as Disciplinas de Trabalho de Conclusão do Cursos de Sistemas para Internet IFRS - Câmpus Porto Alegre Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul -

Leia mais

Web Engineering. André Tavares da Silva. andre.silva@udesc.br

Web Engineering. André Tavares da Silva. andre.silva@udesc.br Web Engineering André Tavares da Silva andre.silva@udesc.br Novas atividades, novas funções A Internet comercial provocou o surgimento de novas atividades e funções: Webdesigner Webdeveloper Webmaster

Leia mais

Processos de Design de IHC (Parte II)

Processos de Design de IHC (Parte II) Interface Homem/Máquina Aula 8 Professor Leandro Augusto Frata Fernandes laffernandes@ic.uff.br Material disponível em http://www.ic.uff.br/~laffernandes/teaching/2011.1/tcc-00.184 Roteiro da Aula de Hoje

Leia mais

A importância dos protótipos para o desenvolvimento do site do Grupo de Pesquisa em Engenharia de Software

A importância dos protótipos para o desenvolvimento do site do Grupo de Pesquisa em Engenharia de Software A importância dos protótipos para o desenvolvimento do site do Grupo de Pesquisa em Engenharia de Software Daniela Gibertoni¹, Mariana Trevisoli Gervino¹, Júlio C. C. Colombo¹, Fabian Venturini Cabau¹,

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE CONTEÚDO ACESSÍVEL PARA DEFICIENTES VISUAIS ¹

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE CONTEÚDO ACESSÍVEL PARA DEFICIENTES VISUAIS ¹ DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE CONTEÚDO ACESSÍVEL PARA DEFICIENTES VISUAIS ¹ Ernaque Viana Malta 1 ; Ronivaldo Roriz dos Santos 1 ; Woquiton Lima Fernandes 2 1 Estudante da 3ª série

Leia mais

Revisitando as heurísticas de avaliação de Nielsen para análise de usabilidade em jogos de tabuleiro não virtuais

Revisitando as heurísticas de avaliação de Nielsen para análise de usabilidade em jogos de tabuleiro não virtuais Revisitando as heurísticas de avaliação de Nielsen para análise de usabilidade em jogos de tabuleiro não virtuais Revisiting Nielsen heuristics for the analysis of the usability of non virtual board games

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software CENTRO UNIVERSITÁRIO NOVE DE JULHO Profº. Edson T. França edson.franca@uninove.br Software Sistemas Conjunto de elementos, entre os quais haja alguma relação Disposição das partes ou dos elementos de um

Leia mais

Notas de Aula 02: Processos de Desenvolvimento de Software

Notas de Aula 02: Processos de Desenvolvimento de Software Notas de Aula 02: Processos de Desenvolvimento de Software Objetivos da aula: Introduzir os conceitos de um processo de desenvolvimento de software Definir os processos básicos Apresentar as vantagens

Leia mais

Testes de Usabilidade

Testes de Usabilidade Testes de Usabilidade Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro Setembro de 2012 Prof. Edwar Saliba Júnior 1 Reflexão Ao fazer referência à questão da qualidade da relação

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Faculdade de Informática / Campus Global

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Faculdade de Informática / Campus Global Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Faculdade de Informática / Campus Global Sistema de Aproveitamento de Disciplinas da Faculdade de Informática da PUCRS: uma sistemática de gerência

Leia mais

14 Os principais documentos de um projeto são: o termo de. 15 Elemento integrante do gerenciamento do escopo do projeto,

14 Os principais documentos de um projeto são: o termo de. 15 Elemento integrante do gerenciamento do escopo do projeto, De acordo com o comando a que cada um dos itens de 1 a 70 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

No que se refere a conceitos básicos do gerenciamento de projetos, segundo o PMBoK, julgue os itens a seguir.

No que se refere a conceitos básicos do gerenciamento de projetos, segundo o PMBoK, julgue os itens a seguir. De acordo com o comando a que cada um dos itens de 1 a 70 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

APLICAÇÃO DAS NORMAS ISO NO DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE: O CASO DE UMA EMPRESA DE COMPONENTES ELETRÔNICOS

APLICAÇÃO DAS NORMAS ISO NO DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE: O CASO DE UMA EMPRESA DE COMPONENTES ELETRÔNICOS APLICAÇÃO DAS NORMAS ISO NO DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE: O CASO DE UMA EMPRESA DE COMPONENTES ELETRÔNICOS Tania Fatima Calvi Tait Universidade Estadual de Maringá -Departamento de Informática-Maringá-

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Secretaria-Geral de Controle Externo Coordenadoria de Fiscalização e Controle TÉCNICA DE AUDITORIA BENCHMARKING

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Secretaria-Geral de Controle Externo Coordenadoria de Fiscalização e Controle TÉCNICA DE AUDITORIA BENCHMARKING TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Secretaria-Geral de Controle Externo Coordenadoria de Fiscalização e Controle TÉCNICA DE AUDITORIA BENCHMARKING 2000 Tribunal de Contas da União Internet: http://www.tcu.gov.br

Leia mais

Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504

Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504 Especialização em Gerência de Projetos de Software Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504 Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira srbo@ufpa.br Qualidade de Software 2009 Instituto

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro

Leia mais

Acessibilidade na Web para Deficientes Auditivos: Um Estudo de Caso do Site do Vestibular da UFG

Acessibilidade na Web para Deficientes Auditivos: Um Estudo de Caso do Site do Vestibular da UFG Acessibilidade na Web para Deficientes Auditivos: Um Estudo de Caso do Site do Vestibular da UFG Adoniran Dias Ribeiro Andrade, Renato de Freitas Bulcão Neto Instituto de Informática Universidade Federal

Leia mais

Atividade prática. Apresentação individual e discussões. Entrega dos relatórios técnicos (artigos).

Atividade prática. Apresentação individual e discussões. Entrega dos relatórios técnicos (artigos). 1 Aula 11 Interação Humano-Computador (com foco em métodos de pesquisa) Prof. Dr. Osvaldo Luiz de Oliveira 2 Atividade prática Apresentação individual e discussões. Entrega dos relatórios técnicos (artigos).

Leia mais

Interface Usuário Máquina. Aula 06

Interface Usuário Máquina. Aula 06 Interface Usuário Máquina Aula 06 Conteúdo Qualidade do Design Acessibilidade Comunicabilidade Usabilidade Experiência do Usuário Usabilidade em Sistemas Computacionais Usabilidade O que você entende por

Leia mais

UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA MARIANA MACHADO HESPANHOL

UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA MARIANA MACHADO HESPANHOL UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA MARIANA MACHADO HESPANHOL CHECKLIST PARA AVALIAÇÃO DA USABILIDADE DE PROJETOS DESKTOP Araranguá 2010 MARIANA MACHADO HESPANHOL CHECKLIST PARA AVALIAÇÃO DA USABILIDADE

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PROJETOS DE SOFTWARE - SGPS

SISTEMA DE GESTÃO DE PROJETOS DE SOFTWARE - SGPS SISTEMA DE GESTÃO DE PROJETOS DE SOFTWARE - SGPS Lilian R. M. Paiva, Luciene C. Oliveira, Mariana D. Justino, Mateus S. Silva, Mylene L. Rodrigues Engenharia de Computação - Universidade de Uberaba (UNIUBE)

Leia mais

CMMI Conceitos básicos. CMMI Representações contínua e por estágios. Professor Gledson Pompeu (gledson.pompeu@gmail.com)

CMMI Conceitos básicos. CMMI Representações contínua e por estágios. Professor Gledson Pompeu (gledson.pompeu@gmail.com) CMMI Conceitos básicos 113 CMMI integra as disciplinas de engenharia de sistemas e de engenharia de software em um único framework de melhoria de processos. 114 No tocante às disciplinas de engenharia

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB MULTIUSUÁRIO PARA SISTEMA DE GERAÇÃO AUTOMÁTICA DE QUADROS DE HORÁRIOS ESCOLARES. Trabalho de Graduação

DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB MULTIUSUÁRIO PARA SISTEMA DE GERAÇÃO AUTOMÁTICA DE QUADROS DE HORÁRIOS ESCOLARES. Trabalho de Graduação DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB MULTIUSUÁRIO PARA SISTEMA DE GERAÇÃO AUTOMÁTICA DE QUADROS DE HORÁRIOS ESCOLARES Trabalho de Graduação Orientando: Vinicius Stein Dani vsdani@inf.ufsm.br Orientadora: Giliane

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CJF-POR-2015/00104 de 6 de março de 2015

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CJF-POR-2015/00104 de 6 de março de 2015 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL CONSELHO DA JUSTIÇA FEDERAL PORTARIA Nº CJF-POR-2015/00104 de 6 de março de 2015 Dispõe sobre a aprovação do documento acessório comum "Política de Segurança para Desenvolvimento,

Leia mais

Usabilidade dos Sistemas Operacionais Móveis Android, ios e Windows Phone

Usabilidade dos Sistemas Operacionais Móveis Android, ios e Windows Phone Usabilidade dos Sistemas Operacionais Móveis Android, ios e Windows Phone Déborah S. Cardoso 1, Kátia Adriana A. L. de Barros 1 1 Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES) dehscardoso@gmail.com,

Leia mais

Instrumentos de Coleta de Dados em Projetos Educacionais

Instrumentos de Coleta de Dados em Projetos Educacionais Instrumentos de Coleta de Dados em Projetos Educacionais (Publicação do Instituto de Pesquisas e Inovações Educacionais - Educativa) Eduardo F. Barbosa - 1998 A necessidade de obtenção de dados no desenvolvimento

Leia mais

Engenharia de Software-2003

Engenharia de Software-2003 Engenharia de Software-2003 Mestrado em Ciência da Computação Departamento de Informática - UEM Profa. Dra. Elisa H. M. Huzita eng. de software-2003 Elisa Huzita Produto de Software Conceitos Software

Leia mais

Aula 7 Elaboração do Plano de Gerenciamento da Qualidade

Aula 7 Elaboração do Plano de Gerenciamento da Qualidade Aula 7 Elaboração do Plano de Gerenciamento da Qualidade Objetivos da Aula: Os objetivos desta aula visam definir termos e conceitos da qualidade. Para tal, pretende-se discutir a relação que se estabelece

Leia mais