ANA ROSA COSTA CARDOSO

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1 ANA ROSA COSTA CARDOSO WEB 2.0 E CIBERCULTURA: PERSPECTIVAS COMUNICACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO ONLINE Dissertação apresentada à Universidade Estácio de Sá como requisito parcial para a obtenção do grau de Mestre em Educação. Prof. Dr. Marco Silva Rio de Janeiro 2011

2 1 FICHA CATALOGRÁFICA C286 Cardoso, Ana Rosa Costa WEB 2.0. e cibercultura: perspectivas comunicacionais para a educação ONLINE / Ana Rosa Costa Cardoso. Rio de Janeiro, f.; 30 cm. Dissertação (Mestrado em Educação) Universidade Estácio de Sá, Cibercultura. 2. Educação On Line. 3. Web (Sistema de recuperação da informação). I. Título. CDD

3 2

4 3 Dedico este trabalho ao meu pai Benedito (in memorian), que com gestos, expressões e atitudes me transmitiu valiosos ensinamentos. Dedico também à minha jovem irmã Irani (in memorian) com carinho e saudade.

5 4 AGRADECIMENTOS Embora seja um trabalho individual, esta dissertação recebeu contribuições diretas e indiretas para sua realização. Cabe aqui citar esses co-autores morais, que frente a várias dificuldades, me ofereceram apoio. Por essa razão, quero lhes expressar meus agradecimentos sinceros, apresentando seus nomes nas linhas que seguem. Agradeço primeiramente a Deus, cuja comprovação de sua existência é inegável, por várias passagens em minha vida, lembrando pegadas na areia. Agradeço à professora Ignez Campos, que começou a me emprestar seus livros antes do início do curso, mostrando o valor de autores como Paulo Freire. Agradeço também pelas leituras que fez ao meu trabalho, por suas críticas construtivas, pelo carinho e eterna torcida por mim. Agradeço a Rosa, minha mãe, pelo legado genético, responsável por minha determinação e persistência. Agradeço a minha irmã Conceição por ter me substituído várias vezes, no cuidado ao meu filho. Agradeço ao meu marido Vinicius pelo apoio moral e ajuda financeira. Agradeço ao meu filho Vinicius por me fazer querer ser melhor. Agradeço à professora Lucia Villarinho pelas dicas, pela correção ao meu trabalho e pelo carinho típicos de quem conduz com amor a sua carreira docente. Agradeço à CAPES pelo período em que financiou minhas pesquisas. Agradeço a Simone pela atenção e preocupação de irmã. Agradeço a Rosane pelas indicações de leitura, pela amizade e paciência. Agradeço a Odilea pelo apoio na hora certa. Silva. Agradeço a Cecilia pelo conselho valioso que me fez consultar o professor Marco E finalmente meu agradecimento em especial ao professor Marco Silva, por ter aceitado me orientar neste projeto.

6 5 RESUMO Título: Web 2.0 e cibercultura: Perspectivas comunicacionais para a educação online. A crescente demanda por cursos online requer investimento específico na formação de docentes, capazes de torná-los qualificados para atuação dentro de uma perspectiva que explore o potencial comunicacional e dialógico das interfaces interativas presentes na web 2.0. O objetivo desse estudo foi investigar o potencial comunicacional da web 2.0 e suas possíveis contribuições para a docência e aprendizagem online. Corroboram o objetivo geral as seguintes questões de estudo: a) quais os elementos que determinam as especificidades comunicacionais da web 2.0; b) de que forma cada interface própria da web 2.0 apontada, pode ser utilizada em educação online e c) qual o perfil da utilização que os professores fazem dos AVAs e de suas interfaces interativas próprias da web 2.0. O referencial teórico se definiu a partir de quatro eixos de pesquisa: a) cibercultura como fenômeno social e tecnológico; b) a dinâmica da comunicação na web 2.0; c) a educação e docência na modalidade online; e d) a interatividade como mediação fundamental na aprendizagem online. A investigação adotou a perspectiva qualitativa e a análise documental em teses, dissertações e artigos hospedados na CAPES e no SCIELO. Seus resultados indicaram que: a) o potencial comunicacional da web 2.0 na educação online tem sido objeto de poucos estudos na área acadêmica; b) as interfaces de comunicação interativa são subutilizadas na educação online, apesar do reconhecimento de seu potencial por parte dos docentes e c) na educação online existe uma forte barreira que precisa ser transposta, indicando um paradoxo entre metodologia e tecnologia, onde a primeira se conserva dentro de padrões tradicionais, ainda reconhecidos nas aulas presenciais e a segunda avança exponencialmente. Por fim, conclui que a formação de professores para utilização das TIC digitais precisa ir além do uso unidirecional das interfaces dos ambientes virtuais de aprendizagem, reconhecendo e explorando a riqueza de possibilidades interativas que estão ao alcance na web 2.0. Palavras-chaves: Cibercultura; educação online; web 2.0.

7 6 ABSTRACT Title: Web 2.0 and Cyberculture: Communication perspectives for online education. The growing demand for online courses requires a specific investment in a teacher training that qualifies, them to act under a perspective that explores the communication and dialogic potential of the interactive interfaces of web 2.0. The objective of this study was to investigate the communication potential of web 2.0 and its possible contributions to online teaching and learning. The following study questions support the general goal: a) which are the elements that determine the communication specificities of web 2.0; b) in which way each of the particular interfaces of web 2.0 pointed out in the study can be used for online education; and c) what the teachers do use the AVAs and its own interactive interfaces of web 2.0. a) cyberculture as a social and technological phenomenon; b) communication dynamics on the web 2.0; c) online education and teaching; and d) interactivity as an essential mediation in online learning. The investigation adopted a qualitative perspective and document analysis of dissertations, theses and papers hosted in the CAPES and SCIELO databases. Our results show that: a) the communication potential of web 2.0 for online education has been the object of few academic studies; b) interactive communication interfaces are underused in online education, despite the recognition of their potential by teachers and c) there is a strong barrier that must be overcome in online education, indicating a paradox between methodology and technology, wherein the former is maintained within traditional standards, still recognizable in regular classes, and the latter advances exponentially. Finally, we conclude that the training of teachers to use digital ICT must go beyond the unidirectional use of the interfaces of virtual learning environments, acknowledging and exploring the rich interactive possibilities that can be reached by the web 2.0. Keywords: Cyberculture; online education; web 2.0.

8 1 7 LISTA DE QUADROS Quadro 1 Teorias e interfaces Quadro 2 Ferramentas web 2.0 e atividades educacionais relacionadas Quadro 3 Comunicação

9 8 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Evolução do número de IES, cursos, vagas e inscritos na educação a distância no Brasil entre os anos 2002 e Tabela 2 Pesquisas sobre cibercultura... 51

10 9 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Esquema web 1.0 X web Figura 2 Ambiente virtual de aprendizagem (Moodle) Figura 3 A rede e suas conexões Figura 4 Representação da curva de Pareto Figura 5 Moodle no mundo Figura 6 Plataforma Moodle Página principal Figura 7 Estrutura dos módulos do ambiente Moodle Figura 8 - Caixa para hipertexto em HTML Figura 9 A disposição das interfaces no ambiente Dokeos Figura 10- Entrada para comunicação síncrona Figura 11 Rotas de Aprendizagem Figura 12 Rota de Aprendizagem Figura 13 Área do Dokeos própria para adicionar comunicados Figura 14 Fórum aberto no Dokeos Figura 15 Chamilo Figura 16 Caixa de texto... 83

11 10 SUMÁRIO I- A COMUNICAÇÃO NO CENÁRIO ATUAL DA CIBERCULTURA: APROXIMAÇÕES INICIAIS INTRODUÇÃO OBJETIVO E QUESTÕES DE ESTUDO PROCEDIMENTO METODOLÓGICO BASES TEÓRICAS INICIAIS A comunicação e a proposta de interatividade na cibercultura As concepções e as interfaces da web Os desafio da docência e aprendizagem online na cibercultura II DESDOBRAMENTOS DA CIBERCULTURA E A NOVA CONFIGURAÇÃO DA COMUNICAÇÃO ESTUDOS SOBRE COMUNICAÇÃO E CIBERCULTURA E A NOVA CONFIGURAÇÃO DA COMUNICAÇÃO OUTRAS PESQUISAS EM CIBERCULTURA WEB 2.0 E SEU QUADRO TEÓRICO III- AS INTERFACES PRÓPRIAS DA WEB 2.0 E SUA UTILIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO ONLINE A PRESENÇA DA WEB NA CONFIGURAÇÃO DOS AVAs A PESQUISA SOBRE OS AVAs E SEU APOIO TEÓRICO ALGUMAS PLATAFORMAS UTILIZADAS EM EDUCAÇÃO ONLINE Moodle O destaque do Moodle Dokeos Moodle X Dokeos Chamilo RESULTADOS DAS PESQUISAS SOBRE OS AVAs IV- DESCOBERTAS E ARTICULAÇÕES ENTRE CIBERCULTURA, DOCÊNCIA ONLINE E WEB 2.0, A PARTIR DE UMA NOVA DINÂMICA COMUNICACIONAL ALGUMAS PESQUISAS OS ELEMENTOS QUE DETERMINAM AS ESPECIFICIDADES COMUNICACIONAIS DA WEB 2.0 E COMO SUAS INTERFACES PODEM SER UTILIZADAS EM EDUCAÇÃO ONLINE A FORMAÇÃO PERMANENTE E ATUALIZAÇÃO VIA EDUCAÇÃO ONLINE PRECISAM SE DAR CONTA DAS POTENCIALIDADES COMUNICACIONAIS DA WEB A SUBUTILIZAÇÃO DAS INTERFACES WEB 2.0 PRESENTES NOS AVAS, A PARTIR DO PERFIL TRAÇADO PELOS DOCENTES

12 CONSIDERAÇÕES FINAIS GLOSSÁRIO DE PALAVRAS E TERMOS REFERÊNCIAS ANEXO 1 - DOCUMENTOS ENCONTRADOS NA CAPES ANEXO 2 DOCUMENTOS ENCONTRADOS NO SCIELO

13 12 I - A COMUNICAÇÃO NO CENÁRIO ATUAL DA CIBERCULTURA: APROXIMAÇÕES INICIAIS Nunca poderemos dar esta tarefa por concluída, porque em grande parte ela continuará a ser uma tarefa de adaptação constante; não pode caber a um só homem, por muito genial que ele seja. Deve resultar da colaboração de todos os educadores diretamente interessados na tarefa que encetaram Célestin Freinet 1.1. INTRODUÇÃO Os avanços no campo da informática e da internet abrem cada vez mais possibilidades à educação, especialmente à modalidade online de docência e aprendizagem. A educação online se distingue da educação a distância tradicional, por contar especialmente com as disposições próprias das tecnologias digitais convergentes e com a internet. A modalidade a distância via impressos, rádio e TV se tornou possível ao longo da história porque os meios de comunicação e informação disponíveis nesse contexto foram bem aproveitados (VOIGT, 2007). Voigt observa que esses meios não estão ultrapassados, mas deve-se considerar que a web é o espaço de coexistência dessas e das novas tecnologias, não podendo mais haver tendência à neutralidade, resistência ou indiferença no reconhecimento da utilização da internet na educação. Vivenciamos na primeira década do século XXI intensa consolidação da internet com o que vem sendo amplamente chamado de evolução da web, isto é, do sistema www 1 de documentos interligados e executáveis que impulsionou a crescente apropriação social da internet a partir dos anos Tornou-se usual falar em transição web 1.0 2, para a web 2.0 (O' REILLY, 2004). A web 1.0 é identificada como a fase inicial da web, caracterizada principalmente pela prevalência do site ou portal de conteúdos para o internauta navegar, ler, assistir, ouvir e baixar. Ao passo que na web 2.0, blog, chat, wiki, podcast, youtube as redes sociais (ex: Orkut, Facebook, Ning, Twitter, etc) ganham a cena trazendo mais 1 World Wide Web, rede de alcance mundial, que liga permite a visualização de sites em computadores online no mundo inteiro. 2 A web 1.0 não se encontra esgotada nem totalmente disseminada. Muitos sites ainda são construídos de acordo com esse modelo.

14 13 autonomia, liberdade e autoria para o internauta, no ambiente, até então, reservado aos webmasters, experts em linguagens de programação e protocolos de informática e da internet. Tecnicamente, o que mudou entre web 1.0 e web 2.0 foram os dispositivos ou conjunto de tecnologias no desenvolvimento dos sites, que se tornaram capazes de oferecer novas funcionalidades. O aplicativo AJAX, (junção das linguagens de programação Javascript e XML) possui uma arquitetura que torna as páginas web mais interativas, por meio de solicitações assíncronas de informações, de conteúdo gerado pelo usuário, rede social, sistema de busca e organização de conteúdos online. A figura 1 é uma representação gráfica da evolução da web. Nota-se que na parte em que se destaca a web 2.0 as relações estabelecidas são colaborativas e contemplam a multidirecionalidade no modelo todos-todos. Figura 1 Esquema web 1.0 x web 2.0 Fonte: Acesso em set Acesso em novembro de 2010.

15 14 A experiência da interatividade 3 pode ser vivenciada na web 2.0, uma vez que esta reúne e contempla interfaces capazes de viabilizar maior liberdade de participação, multidirecionalidade, compartilhamento, colaboração e intervenção sobre os conteúdos no ciberespaço e na cibercultura (SILVA, 2010a). Ciberespaço é um meio de comunicação que surge com a interconexão mundial de computadores. Lévy (1999), o define como principal canal de comunicação e suporte de memória da humanidade a partir do século XXI e vai além ao mencionar que não se trata somente de um novo espaço de comunicação, de socialização, mas, sobretudo de um outro mercado de informação e conhecimento. A cibercultura, segundo Lemos e Lévy (2010), engloba o conjunto de tecnologias e processos sociais que mobilizam o ritmo das transformações sociais, culturais e políticas no início do século XXI. Um dos produtos da cibercultura é uma possibilidade comunicacional diferenciada de outros meios midiáticos massivos por uma estrutura que vai além do zapping dos controles remotos, ou seja, não se tem apenas a liberdade de acessar sites e suas várias páginas, mas a participação na construção dos hipertextos. Estamos nos referindo à revolução trazida pela web 2.0 e suas interfaces, que não permitem ao usuário apenas a mudança de canal como a criação de um canal exclusivo. A educação online, que também se estabeleceu por meio do advento da cibercultura, tem como aliada a web 2.0, cujas interfaces estão presentes em plataformas de educação online. Essas interfaces, conforme pesquisas atuais apresentam-se subutilizadas, uma vez que a prática docente vem mantendo a postura unidirecional da sala de aula presencial nos cursos via internet. Podemos destacar o estudo 4 realizado em 2008 por Carvalho Neto (2009). Entre as suas conclusões, a mais eloquente diz que os alunos e os professores pouco valorizam as interfaces de comunicação e interação como blogs, wikis e chats, (que marcam presença em suas práticas sociais), dando mais atenção a componentes de trabalho individual como download de textos, notas, mural, mecanismos de busca, etc, limitando os ambientes virtuais a sistemas de consulta, ou seja, valorizam no virtual aquilo que já é encontrado no presencial. 3 Posteriormente, o termo interatividade será discutido amplamente no presente trabalho, a partir do item A pesquisa foi realizada pelo doutor em Administração pela USP (Universidade de São Paulo) Silvio Carvalho Neto, cujo resultado foi uma tese de doutorado defendida no final de 2009 na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP).

16 15 Isso sem dúvida reduz os ambientes virtuais a meros repositórios de conteúdos. De acordo com essa pesquisa, é necessário que se avaliem as especificidades da modalidade online para que sejam realizados ajustes e adequações que se adaptem às necessidades comunicacionais dos usuários. O estudo alerta ainda para a falta de atenção por parte dos professores, por isso aconselha treinamentos e criação de incentivos para que os docentes utilizem o AVA de modo a evitar sua subutilização e prejuízos para a docência e aprendizagem. Outra pesquisa a que tivemos acesso é também tese de doutorado 5. O projeto analisou a mediação pedagógica em ambiente online, onde se desenvolveu o curso de Práticas de Leitura e Escrita na Contemporaneidade, inserido no Programa de Formação Continuada para professores do Ensino Médio do Estado de São Paulo. A autora observou que, em relação à interatividade, houve um número reduzido de trocas entre professor e aluno e entre aluno/aluno. Os docentes ofereceram poucas oportunidades para respostas, apesar do meio favorecer. Ela considera crucial o trabalho com professores em processo de formação para a docência mediada por tecnologias digitais, devido ao potencial que a tecnologia pode oferecer para o trabalho colaborativo. As pesquisas citadas apontam um descompasso entre o que é possível e o que é realizado. Dessa forma, pode-se dizer que a tecnologia avança e a metodologia permanece inerte. Ou seja, as inovações tecnológicas variam, se atualizam constantemente, mas a metodologia tem sustentação ultrapassada. As contribuições comunicacionais das interfaces wiki, forum, chat são ignoradas ou subutilizadas pela docência e aprendizagem online. Os recursos tecnológicos já conhecidos e os que virão por si só não qualificarão a educação a distância nem a educação online, pois se tratam apenas de interfaces. Precisa-se pensar no elemento humano e sua atuação dentro desse universo pleno de possibilidades comunicacionais (VOIGT, 2007). De acordo com Voigt, as tecnologias e as formas de se utilizar a internet podem superar aquilo que muitas vezes foi considerado uma desvantagem da EAD: a carência de socialização, de comunicação bidirecional e multidirecional e de participação coletiva. Ademais, é preciso considerar que participação e colaboração não surgem automaticamente apenas com a presença das interfaces de comunicação no AVA, é preciso estimulá-las. 5 Esta tese foi defendida em 2007 por Solange Maria Sanches Gervai da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Maiores informações: Acesso em setembro 2010.

17 16 Este cenário aponta a necessidade de investimentos urgentes em estudos que possam contribuir para a formação de professores capazes de incentivar a aprendizagem em ambientes online. Nesse sentido, o estudo se propõe a analisar, com base em literatura sobre cibercultura e web 2.0, o potencial comunicacional específico das tecnologias digitais e da internet, com vistas a contribuir para os processos de docência e aprendizagem em cursos online. Esta pesquisa tem sua origem no interesse pelas rápidas transformações impostas pela cibercultura e na velocidade das mudanças impostas pelas tecnologias, que costumavam avançar em estágios mais lentos e diferenciados (JOHNSON, 2001 pág.11) e, no atual momento sócio-histórico, geram desafios à sociedade contemporânea, como a constante necessidade de atualização. As tendências da recente fase histórica buscam a urgência por reflexões acerca dos seus impactos na educação. Situar a educação nesse contexto é de fundamental importância, por se tratar de fator determinante para o desenvolvimento de nossos cidadãos e de nosso país. A inclusão social e digital são hoje prioridades já observadas em várias mobilizações sociais, com apoio de projetos governamentais e políticas públicas. Consideramos nosso estudo relevante não somente por apresentar um painel de pesquisas, documentos oficiais, entidades voltadas ao estudo sobre cibercultura, descrição de AVAs e experiências educacionais com uso de interfaces web 2.0, mas por revelar dentro do contexto acadêmico, a preocupação com projetos de formação continuada dos professores com ênfase numa perspectiva crítica quanto ao uso de tecnologia na educação. Tal disseminação torna-se importante e exige uma reflexão crítica sobre o atual cenário da EAD (KENSKI, 2003). Em vista da precariedade em que se encontra a educação a distância via internet, refletida em aspectos como, subutilização dos ambientes virtuais de aprendizagem, desvalorização do trabalho docente, visão mercadológica, exclusão digital e insistência no modelo baseado na transmissão, demonstrados ao longo deste trabalho, levantou-se e apontou-se as fragilidades encontradas nesse contexto, destacando a urgência por transformações que possam focar a educação com a qualidade reconhecidamente possível na modalidade online, a partir de suas interfaces e de metodologia adequada. Torna-se, pois, imperativo refletir sobre as práticas pedagógicas inadequadas ao novo cenário sociotécnico 6 e que não dizem respeito somente à educação online, mas a uma 6 Para se entender o sentido do termo sociotécnico, computadores e programas são artefatos sociotécnicos criados por entidades heterogêneas em rede, que incluem a interação de seres humanos e não humanos. (LATOUR, 2000).

18 17 sociedade apoiada em artefatos de informação e comunicação presentes no cotidiano das novas gerações, que propiciam uma comunicação rápida e interativa. Dados quantitativos apontam o Brasil (tratando especificamente de conexão com a internet de casa) como um dos países em que as taxas de aumento das conexões são as mais elevadas, ao lado da Rússia, Índia e China (LEMOS, LÉVY, 2010), o que indica acesso crescente ao ciberespaço. Há pesquisadores (LÉVY, 1999; MORAN, 2006; SANTOS, 2011; SILVA, 2008; MARTIN-BARBERO, 2006; DEMO, 2011), que alertam para a necessidade de a atuação do professor vir acompanhada de reflexões acerca das mudanças sociotécnicas provocadas pela cibercultura. A docência deverá basear-se em uma proposta didática voltada para o estímulo e a participação interativa na construção do conhecimento (SILVA, 2008), pois o novo cenário que emerge com a cibercultura, consolidado pelas possibilidades comunicacionais da web 2.0, traz consigo novas formas de pensar e aprender. As transformações sociotécnicas trazidas pela cibercultura fazem surgir um novo ambiente cognitivo (RAMAL, 2000). Barreto (2008) 7 enfatiza [...] habituados desde criança ao conteúdo digital e à comunicação instantânea, os jovens que nasceram a partir dos anos 80 são considerados nativos digitais e desenvolveram seus cérebros e sua condição de reflexão de forma diferente da de seus pais e avós. A exposição à tecnologia mutante e intensa de informação e a convivência diária com computadores, celulares de banda larga, smartphones e videogames liberam neurotransmissores que provocam alterações nas células cerebrais. Novas conexões neurais são formadas. Comandado pelas novas gerações, o contexto social passa a se basear e se organizar em função da realidade na qual o computador é tão indispensável quanto o celular e outras formas de comunicação. Jenkins (2008), ao analisar a relação escola e novas tecnologias, afirma que as novas gerações lidam muito bem com a velocidade das mídias e critica a atuação retrógrada de pais e escolas que procuram negar essa desenvoltura. Esse autor discute as diferenças entre os jovens das décadas de 2000 e Apropriando-nos de suas palavras, podemos supor que esse gap de 10 anos tem a web 2.0 como um divisor de águas, que marca mutações capazes de transformar radicalmente a intervenção no fluxo de informações que vão e vêm, personalizando-as através de gostos, vozes, sons, imagens e textos. 7 Texto disponível no artigo: BARRETO, A. Mentes que brilham: cérebro 2.0. DataGramaZero - Revista de Ciência da Informação - v.10 n.1 fev/2009. Disponível em: Acesso em novembro 2010.

19 18 Sob o propósito de ilustrar o valor dado à intervenção do usuário e à personalização das informações no mundo contemporâneo, cabe mencionar que diversos jornais online, com apoio de interfaces da web 2.0 pedem ao público o envio de comentários, fotos e vídeos, tornando factível a produção de conteúdo aberto. A isso se chama citizen media ou jornalismo cidadão 8 (LEMOS, LÉVY, 2010 p. 111). Como exemplos têm a Ohmynews na Coréia e a Agoravox na França. Esse movimento 9 consolida a era da informação baseado no self media, o faça você mesmo, gerando um cenário comunicacional favorável ao compartilhamento, à colaboração, à interatividade. A liberdade de expressão em escala planetária sem precedentes (LEMOS; LÉVY, 2010) dá um novo sentido à paisagem comunicacional. Silva (2000) lembra que, indo além da emissão separada da recepção da mensagem, comunicar possui uma dinâmica mais complexa, onde a mensagem é co-criada. Seguindo a mesma proposta conceitual, Sodré (2001), em entrevista ao Programa de Pós-graduação em Comunicação, Imagem e Informação da Universidade Federal Fluminense (UFF), propôs uma revisão teórica do termo, face às transformações decorrentes da aceleração tecnológica, da reconfiguração das noções de tempo e espaço e das implicações provenientes dessa multiplicação de tecno-interações nas mídias. Lévy (1999) apóia esse debate, ao explicar que comunicar não é de modo algum transmitir uma mensagem ou receber uma mensagem. Em sua visão, isso é a condição física da comunicação, mas não é a comunicação, pois o simples envio de mensagens não indica que se tenha compartilhado sentido. À luz dessas abordagens, podemos inferir que essa nova e diferenciada concepção de comunicação, que tem como aliada a web 2.0, atinge o contexto social e tecnológico, trazendo perspectivas para a educação, por se apropriar de interfaces tecnológicas capazes de viabilizar a educação online. Porém as transformações exponenciais que estamos presenciando ainda encontram barreiras não espaciais ou geográficas, mas de pontos de vista carregados de estigmas que comprometem a EAD e a educação online de duas formas: em alguns casos rejeitada, em outros aceita e implementada, mas de forma equivocada. Na contramão desse desenvolvimento, a educação a distância e a educação online encontram atualmente um panorama favorável à sua expansão, pelo apoio refletido em leis e 8 O jornalismo cidadão é considerado por alguns jornalistas, como um dos fenômenos mais importantes e interessantes da rede, pois Jornais inteiros, bem como outros tipos de informativos, são hoje produzidos sob o lema de que todo cidadão é um repórter. Em: Alguns jornais impressos já abriam este espaço a leitores como O Dia e O Globo, mas sem tanta rapidez e literalmente participação ativa, pois a digitação do texto num espaço no próprio site, constrói uma noção de pertencimento maior. 9 No Brasil temos: O Jornal do Commercio, O Estado de São Paulo, O Globo e o Jornal do Brasil.

20 19 em políticas públicas. Segundo Farias (apud Silva, 2006), educação a distância no Brasil foi promulgada inicialmente pela Lei nº 9394 de 20 de dezembro de 1996 Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, regulamentada por vários Decretos, Portarias, Resoluções e Pareceres. Destacamos o parágrafo 3º, item III: Cada Município e, supletivamente, o Estado e a União, deverá realizar programas de capacitação para todos os professores em exercício, utilizando também, para isto, os recursos da educação a distância. Esta lei reconhece o ensino superior a distância, que com o apoio do poder público conquistou espaço representativo. Conforme consta no resumo técnico do Censo da Educação Superior 2008, 115 instituições de ensino superior ofereceram, em 2008, cursos de graduação a distância. São 18 IES a mais em relação ao ano anterior. A tabela 1 mostra que o número de cursos de graduação a distância aumentou de forma significativa nos últimos anos. No ano 2007, foram criados 239 novos cursos a distância, representando um aumento de 58,6% no período. O número de vagas oferecidas em 2008 registrou um aumento de 10,3%, o que representa vagas a mais. Segundo informações do INEP 10, este crescimento no número de vagas da educação a distância apenas dá sequência a um avanço que se observa desde Nesse período registrou-se uma variação de mais de 70 vezes o número de vagas ofertadas. Outro aspecto relevante exposto na tabela 1 corresponde a razão entre inscritos e vagas, enquanto que em 2007 foram registrados 0,35 candidatos para cada vaga, no ano seguinte, essa relação foi de 0, INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira). Fonte: MEC/INEP/DEED. Disponível em: Acesso em agosto de 2011.

21 20 Tabela 1.Evolução do Número de IES, Cursos, Vagas e Inscritos na Educação a Distância Brasil entre os anos 2002 e ANO IES % CURSOS % VAGAS % INSCRITOS % , , , , , , , Fonte: MEC/INEP/DEED De fato, a procura pela formação acadêmica por meio da EAD aumentou, o que pode se configurar em dado preocupante se levarmos em conta alguns aspectos já citados e outros como: o aventureirismo de algumas instituições que se lançam em EAD, vislumbrando retorno financeiro, e o dado desencadeador de nossos estudos, que é o despreparo do professor na utilização das interfaces trazidas pela web 2.0, sob o prisma da interatividade. Wikis, fóruns, chats, etc são interfaces que deverão ser utilizadas dentro de um ponto de vista, que, a despeito da mera transmissão de conhecimento (Freire, 2003), confiram riqueza de possibilidades em vez de frustrarem e desmotivarem os alunos. Uma vez apoiada e credenciada pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), através da Secretaria de Educação a Distância (SEED/MEC, extinta em 2011), a educação online é implementada em Learning Management Systems (LMS), proprietários, comerciais ou gratuitos, que por possuírem código aberto e atenderem ao padrão SCORM (Sharable Content Object Reference Model) permitem seu download e customização. Geralmente, estão hospedados em servidores capazes de garantir seu funcionamento técnico eficiente, devendo ser apoiadas num desenho didático construído de forma compatível com diversos aspectos, aos quais daremos posterior relevância neste estudo. Um exemplo de LMS bastante difundido é o Moodle 11, aproveitado em vários países (figura 2). Trata-se de uma plataforma gratuita, que reúne várias interfaces da web 2.0, fartamente utilizada em universidades e instituições educacionais, que a personalizam e 11 MOODLE - Modular Object Oriented Distance Learning Environment. Criado em 2001 pelo educador e cientista social Martin Dougiamas, baseia-se na pedagogia sócio-construtivista, pois permite de maneira simplificada a integração de tutor e estudantes, através da aprendizagem colaborativa. Maiores informações no site: Acesso em 20 de setembro de 2010.

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