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1 PAPER TITLE: Economic crisis and the firms innovation process: new insights for the regional policy Author 1: Sérgio Nunes Department: Social Sciences University: Polytechnic Institute of Tomar, Tomar Author 2: Raul Lopes Department: Political Economy University: Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), DINÂMIA CET-IUL Lisboa Subject Area: Business, Innovation and Competitiveness

2 Abstract: The economic and financial crisis has brought firms, territories and countries before a set of restrictions to a greater or lesser extent, function as the conditioners of economic activity for several agents, also affecting their activities associated with the development of its innovation process. Innovation is a highly complex process, very contingent and onerously demanding. With innovation as a key source of high economic performance, it is important to understand to what extent the current economic crisis is to constrain the innovation of firms and thus, the process of wealth creation. This paper has three main objectives: first we examine whether it is possible to find evidence that the crisis had a negative impact on the firms innovation process. Second we analyze a set of relationships between some key aspects of the innovation process and the economic crisis. Finally, we make an attempt to relate the innovation process with the context costs. These objectives will be achieved using several statistical and econometric techniques, with information found in a database obtained through a business survey. The database has 397 observations stratified by five levels of technological intensity, three firm size and three Portuguese regions. Our main results show some interesting findings: first we find evidence that the most dynamic firms in multiple aspects of their economic and innovation process recognize less impact of the economic crisis. Second, we find empirical evidence that the knowledge networks can be taken as a resilient mechanism of firms to manage the negative impacts of the crisis. Finally, firms that recognize more importance to the reduction of context cost seems more resilient to economic crisis. We finish with some recommendations for regional policy. Key words: knowledge networks, innovation process, economic crisis, context costs, territorial resilience, regional policy 2

3 Introdução A importância do processo de inovação na criação na criação de riqueza e na competitividade de países e regiões é um tópico largamente estudado na literatura da especialidade e na própria esfera política, quer nacional quer internacional. Partindo do pressuposto de que a inovação é um elemento chave no desempenho económico de empresas, regiões e países importa compreender em que medida a actual crise económica condiciona a inovação empresarial. A crise estará a ter impactos (negativos) no processo de inovação empresarial? Que relações se podem estabelecer entre o impacto da crise e a natureza do processo de inovação? E que implicações daí decorrem para a política económica em geral e para a política regional em particular? Partindo da inovação empresarial e dos processos que lhe estão inerentes como pano de fundo, pretende-se neste texto realizar uma reflexão sobre os impactos da crise nas dinâmicas inovadoras, centrada essencialmente em Portugal. Este artigo tem dois objectivos: em primeiro lugar, procuraremos evidenciar que a crise económica tem um efeito diferenciado nas empresas conforme o tipo de estratégias de inovação por elas adoptado. Em segundo lugar, procuraremos identificar relações relevantes entre a crise económica e os factores críticos do processo de inovação, nomeadamente as redes de conhecimento e os custos de contexto, dimensões que poderemos associar à eficiência do capital relacional e institucional. Estes objectivos serão prosseguidos utilizando um conjunto de técnicas estatísticas e econométricas, trabalhando sobre uma base de dados com 397 observações, estratificada por cinco níveis de intensidade tecnológica, três regiões e três dimensões empresariais. O artigo está organizado em quatro partes. Na primeira parte procede-se a um breve enquadramento conceptual sobre a crise económica, a inovação e os processos que lhe estão inerentes. Na segunda parte, apresenta-se a base de dados e as principais opções metodológicas. A terceira parte trata da investigação empírica, nomeadamente as principais variáveis utilizadas, as hipóteses a testar e os modelos econométricos utilizados e as especificações relativas a cada um deles. Por último, discutiremos os principais resultados e concluiremos com a apresentação de algumas propostas relativamente à política regional. 3

4 1. A crise económica e financeira e o enquadramento dos processos de inovação A explicação e a descrição da crise económica e financeira nas suas múltiplas dimensões não faz parte dos objectivos deste artigo. Sobre o assunto veja-se, por exemplo, Krugman, 2009 e 2012, Akerlof e Shiller, 2009; Raguram, 2011; Roubini e Mihm, 2010; Kaletsky, Para os objectivos explicitados, toma-se como ponto de partida um facto: a crise financeira veio colocar as empresas, os territórios e os países perante um conjunto de restrições e de múltiplos constrangimentos que, em maior ou menor grau, funcionam como elementos condicionadores das actividades económicas dos diversos agentes. Estes elementos estão normalmente associados a canais e mecanismos directamente relacionados com questões de financiamento das empresas e das suas actividades de inovação, redução do investimento e da procura (interna e externa), expectativas quanto a oportunidades de rentabilidades futuras e depreciação do capital humano (ver, por exemplo, OCDE, 2009; Filippetti e Archibugi, 2011). O quadro teórico aqui adoptado foi testado anteriormente (ver Nunes, 2012; Nunes, Passos e Lopes 2012a; Nunes e Lopes, 2012c e 2012d; Nunes, Dias e Lopes, 2012b), pretendendo-se neste trabalho analisar algumas relações entre o impacto (negativo) da crise financeira e o processo de inovação empresarial. Para tal impõe-se começar por clarificar o entendimento conceptual de inovação adoptado. Segundo a Comissão Europeia (1996: 54), a inovação é definida como o sucesso da exploração comercial de novas tecnologias, ideias ou métodos através da introdução de novos produtos ou processos, ou através de melhorias nos existentes. A inovação é o resultado de um processo de aprendizagem colectiva que envolve diversos actores internos e externos às empresas. Esta é a definição de inovação que se irá adoptar neste artigo, o que significa, nomeadamente, o reconhecimento explícito da inovação enquanto processo. Antes de prosseguirmos, importa discutir qual é a natureza desse processo. Segundo Fischer (2006:1), o conceito de inovação alterou-se drasticamente nos últimos anos tal como o foco de atenção mudou da filosofia de inovação enquanto acto único para os complexos mecanismos que estão subjacentes à produção de novos produtos e processos de produção. É um processo altamente contingente através do qual as empresas procuram desenvolver inovações com consequências económicas noutras organizações e nos diversos mercados (Acs, 2002). Para Pavitt (2005: 86), o processo de inovação deve ser dividido em sub-processos, parcialmente sobrepostos, 4

5 consistentes com duas das características da inovação: a sua natureza processual e a incerteza intrínseca que está inerente ao desenvolvimento desse processo. No que concerne à inovação empresarial, a preocupação deve centrar-se em três sub-processos: a produção do conhecimento, a transformação de conhecimento em produtos e serviços e, em terceiro lugar, a colocação dos produtos nos mercados. A natureza e a extensão associada à transformação de conhecimento em bens e serviços úteis variam de sector para sector, ao longo do tempo, em função da natureza dos produtos, dos métodos de produção e dos utilizadores finais e, em última análise, dependente do tipo de modelo económico aceite e prosseguido pelas sociedades contemporâneas. No sistema competitivo capitalista, as práticas organizacionais e tecnológicas co-evoluem com os mercados, reflexos da própria evolução da sociedade. Esta proposta de desconstruir o processo de inovação genérico em três processos claramente identificados, permite realçar que a criação de conhecimento não significa inovação de per se. A produção de conhecimento sem aplicação económica não é muito útil (Baumol, 2002) ao sistema económico, nomeadamente à sua componente empresarial. Em síntese, a inovação é necessariamente incerta, dada a impossibilidade de se prever com rigor o custo e o desempenho dos novos produtos e a reacção dos consumidores aos mesmos. É assim inevitável que envolva processos de aprendizagem, através da experimentação (tentativa e erro) ou melhorias na compreensão da génese e dos processos (teoria) que suportam a sua existência. Alguma desta aprendizagem é específica às organizações e ao seu ambiente interno de interacção, embora na sua maioria ultrapasse claramente este âmbito, projectando-se para contextos externos que as condicionam fortemente. Antonelli (2003b: 53) salienta isso mesmo ao sublinhar que actualmente as inovações são o resultado de complexas alianças e compromissos entre grupos de agentes heterogéneos. Espera-se, então, que a criação, difusão e utilização de novas ideias e conhecimentos decorra da articulação de conhecimento tácito e codificável, gerado pela interacção dos contextos internos e externos às organizações (Keeble e Wilkinson, 1999: 300; Antonelli, 2001, 2005a, 2005b). Este processo de inovação ganha eficácia à medida que as empresas e os diferentes actores se envolvem intensamente em redes de conhecimento, através de mecanismos de interacção formais e informais, fazendo do território um factor decisivo na prossecução e valorização económica das actividades que irão consubstanciar o seu processo de inovação. 5

6 O nosso quadro de referência teórico-conceptual considera pois a inovação como um processo de natureza interactiva, colectiva e sistémica. Tendo no conhecimento de natureza tácita e codificada o seu principal recurso a produzir e a transformar, por via de múltiplas dinâmicas de interacção que se realizam em diferentes contextos e onde os diversos modos de aprendizagem desempenham um papel relevante. Neste quadro teórico-conceptual, as redes de natureza territorial desempenham um papel chave no desempenho inovador e económico das empresas (Nunes, 2012). 2. Os dados e as opções metodológicas A Base de Dados utilizada constitui uma amostra extraída de um universo constituído por 981 empresas que respeitaram os seguintes critérios: 1 no ano de 2008 tiveram um volume de negócios superior a 1 M e, simultaneamente, um crescimento do volume de negócios de pelo menos 5% entre 2007 e Pretendeu-se, desta forma, identificar um grupo mais dinâmico de empresas, do ponto de vista do seu desempenho económico. É possível diferenciar o universo pelas seguintes variáveis: Níveis de intensidade tecnológica 2 e serviços de conhecimento: Alta Tecnologia (AT), Média-Alta Tecnologia MAT), Média-Baixa Tecnologia (MBT) e Baixa Tecnologia (BT). Também são consideradas empresas do sector de Serviços de Conhecimento (SC). Estas são variáveis que pretendem captar a estrutura sectorial em análise. Escolheu-se esta tipologia pelo facto de ser a mais comum utilizada na literatura especializada e nos próprios documentos das entidades de referência internacional, como sejam a OCDE e a União Europeia; Dimensão das Empresas classificadas em Micro (0-9), PME (10-250) e Grandes empresas (> 250), através do número de trabalhadores (2008). Esta variável pretende captar a estrutura organizacional em análise; NUTS III (Grande Lisboa e Península de Setúbal, Pinhal Litoral e Grande Porto). Esta variável pretende captar a estrutura regional em análise. Não sendo financeiramente possível proceder ao inquérito a toda a população, foi posteriormente desenhada uma amostra representativa do universo, obtida por 1 A população de referência foi obtida junto da COFACE SERVIÇOS PORTUGAL, S.A. Ver 2 A agregação dos Níveis de Intensidade Tecnológica resultou da classificação da Comissão Europeia. Tomou-se a CAE Rev. 3 (5 dígitos). 6

7 estratificação e afixação proporcional, que foi respectivamente inquirida via telefone durante o final de 2010 e início de O questionário contemplou as principais componentes que, de acordo com o quadro teórico desenvolvido, abrangeu os seguintes aspectos: caracterização da empresa, actividades de inovação, recursos internos e desempenhos, modos de inovar, recursos externos, proximidade e a crise no processo de inovação. Deste processo resultou uma base de dados com 397 observações, representativa da população, que suporta o trabalho estatístico e econométrico deste artigo. 3. A análise empírica: a crise económica e os processos de inovação Iniciaremos esta componente empírica e exploratória pela análise a alguns resultados estatísticos e apresentaremos de seguida três modelos econométricos que permitem de uma forma mais robusta testar algumas relações relevantes entre o processo de inovação e a crise económica e financeira actual Algumas estatísticas descritivas A tabela 1 e 2 permitem fazer uma primeira análise relativamente ao impacto da crise no processo de inovação das empresas. Em termos gerais, segundo as empresas inquiridas, a crise financeira internacional teve um impacto negativo em cerca de 65% das empresas da nossa base de dados. Tabela 1 Impacto da Crise Financeira no Processo de Inovação Frequência Percentagem Não ,3 Sim ,7 Total ,0 Fonte: Elaboração dos autores com base no Inquérito às Empresas 7

8 Tabela 2 Impacto da Crise Financeira no Processo de Inovação, por contextos de inovação Cooperação In-house Impacto Frequência % Não 82 36,1 Sim ,9 Total ,0 Não 58 34,1 Sim ,9 Total ,0 Fonte: Elaboração dos autores com base no Inquérito às Empresas As empresas foram inquiridas sobre o contexto onde maioritariamente desenvolviam as suas actividades de inovação. Classificaram-se, com base nas suas respostas, em inhouse e em cooperação com organizações externas. Esta variável representa, de facto, os contextos em que as empresas desenvolveram maioritariamente as suas actividades inerentes ao seu processo de inovação nos últimos 5 anos. Diferenciando as empresas pelos contextos de inovação, pode constatar-se que o impacto foi menor no grupo das empresas que reconheceu desenvolver as suas actividades de inovação em contextos de cooperação (64% vs. 66%), embora a diferença não seja muito significativa. Se se considerarem os três sub-processos associados ao processo de inovação, pode-se verificar na tabela 3 que foi nas empresas cujo processo de inovação estava associado predominantemente à produção de conhecimento que o impacto da crise foi menor. Por outro lado, o impacto foi mais acentuado naquelas empresas que predominantemente desenvolvem actividades associadas à transformação de conhecimento. Tabela 3 Impacto da Crise Financeira no Processo de Inovação (Actividades) Tipo Actividades Impacto Frequência % Não 26 39,4 Produção Conhecimento Sim 40 60,6 Total ,0 Não 20 30,8 Transformação conhecimento Sim 45 69,2 Total ,0 Não 94 35,3 Colocação Produto Mercado Sim ,7 Total ,0 Fonte: Elaboração dos autores com base no Inquérito às Empresas 8

9 Se se analisar o impacto da crise não apenas sobre o processo de inovação, mas também com os seus resultados aqui medidos pelo crescimento da quota de exportações é possível observar que, em termos de competitividade externa, impacto da crise revelouse menor nas empresas que nos últimos 5 anos ( ) apresentaram crescimento das exportações. Tabela 4 Impacto da Crise Financeira e Crescimento das Exportações Crescimento da quota de Exportações Não Sim Impacto da Crise Frequência Percentagem Não 63 34,2 Sim ,8 Total ,0 Não 77 36,2 Sim ,8 Total ,0 Fonte: Elaboração dos autores com base no Inquérito às Empresas Tabela 5 Impacto da Crise Financeira e Desempenho Económico Agregado Desempenho Económico Agregado N % Zero Indicadores Um Indicador Dois Indicadores Três Indicadores Quatro Indicadores Não 8 29,6 Sim 19 70,4 Total ,0 Não 31 34,8 Sim 58 65,2 Total ,0 Não 35 34,0 Sim 68 66,0 Total ,0 Não 43 35,8 Sim 77 64,2 Total ,0 Não 23 39,7 Sim 35 60,3 Total ,0 Fonte: Elaboração dos autores com base no Inquérito às Empresas A tabela 5 permite analisar o impacto da crise sobre o desempenho agregado das empresas. Na realização do questionário, obteve-se informação sobre o desempenho económico das empresas nas seguintes dimensões: aumento do seu volume de negócios, aumento do volume de emprego, aumento da quota de exportações e aumento do 9

10 volume de encomendas, nos últimos cinco anos respectivamente. Com as respectivas respostas construi-se a variável Desempenho Económico Agregado que varia entre zero indicadores (se a empresa não registou aumento em nenhum dos indicadores explicitados) e quatro indicadores (se a empresa registou aumento, simultaneamente, em todos os indicadores explicitados). Os resultados sugerem que à medida que o desempenho económico aumenta o impacto negativo da crise sobre as empresas reduz-se. A tabela 6 seguinte permite analisar a relevância das redes e dos respectivos mecanismos de interacção desenvolvidas nos diferentes contextos na fase de gestão da crise financeira e das suas consequências negativas no processo de inovação das empresas. Identificaram-se quatro contextos nos quais as empresas podem desenvolver redes de conhecimento através de múltiplos canais (ver tabela 8) e mecanismos de interacção: regional, nacional, internacional e sem referenciação territorial (SRT). Table 6 Relevância de Contextos de Mecanismos de Interacção Contextos Total Mecanismos Formal Informal Regional 0,505 0,519 0,491 Nacional 0,487 0,449 0,525 Internacional 0,412 0,392 0,431 SRT 0,369 0,375 0,363 Total 0,443 0,434 0,453 Fonte: Elaboração dos autores com base no Inquérito às Empresas Relevam da tabela 6 três aspectos que nos parecem significativos: em primeiro lugar, uma maior valorização do contexto regional como contexto privilegiado de gestão da crise por parte das empresas. Em segundo lugar, uma valorização decrescente dos diferentes contextos, se tomados segundo o critério da proximidade espacial. Finalmente, os mecanismos informais apresentam uma maior valorização face aos formais, com a excepção do contexto regional, onde os mecanismos de interacção mais valorizados são os de natureza formal, embora com uma diferença pouco significativa. Os mecanismos informais de interacção já tinham sido claramente identificados como muito relevantes para o processo de inovação empresarial (Lorenz, 2000; Fuller-Love, 2009; Nunes e Lopes, 2012d). Neste caso, saliente-se, também, a importância reconhecida pelas empresas relativamente a este mecanismo na adaptação aos impactos negativos da crise. 10

11 Se se analisar a relação entre o impacto da crise na inovação e os diferentes tipos de proximidade obtêm-se a seguinte tabela. Esta tabela apresenta a percentagem das empresas que reconheceram que a crise não teve um impacto significativo no seu processo de inovação, em função da valorização que as empresas fazem dos diferentes níveis de proximidade. Tabela 7 Impacto da crise e tipos de proximidade Geográfica Organizacional Institucional Cognitiva Geo_Temporária Irrelevante 26,9 18,5 25,0 33,3 27,3 Pouco Importante 28,6 30,4 45,7 30,0 26,1 Indiferente 37,4 36,0 38,8 34,7 35,6 Muito Importante 34,7 37,6 28,3 37,3 35,2 Fundamental 43,2 33,3 80,0 3 Fonte: Elaboração dos autores com base no Inquérito às Empresas A tabela sugere que, em geral, à medida que as empresas valorizam mais a proximidade o impacto da crise na inovação é menor com uma excepção para a proximidade institucional. Esta tendência é mais forte na proximidade geográfica e organizacional. A tabela seguinte apresenta, por grau decrescente de importância, os canais de interacção (e os mecanismos que lhes estão subjacentes) mais importantes na gestão da crise. 3 Neste item apenas estão 5 empresas. 11

12 Tabela 8 Canais de Interacção mais importantes na gestão crise (5 mais) Total Total Formais Informais Consultadoria Fornecedores Consultadoria Fornecedores Consultadoria Concorrentes Clientes Clientes Centros Inovação Regional Concorrentes Concorrentes Mercado de Trabalho Centros Inovação Regional Ensino Superior Clientes Contexto Regional Total Formais Informais Consultadoria Fornecedores Consultadoria Fornecedores Centros Inovação Regional Concorrentes Clientes Clientes Ensino Superior Concorrentes Consultadoria Mercado de Trabalho Centros Inovação Regional Laboratórios Investigação Associações Profissionais Contexto Nacional Total Formais Informais Mercado de Trabalho Concorrentes Mercado de Trabalho Concorrentes Mercado de Trabalho Ensino Superior Clientes Clientes Laboratórios Investigação Ensino Superior Ensino Superior Clientes Centros Inovação Regional Fornecedores Centros Inovação Regional Contexto Internacional Total Formais Informais Mercado de Trabalho Clientes Ensino Superior Clientes Laboratórios Investigação Mercado de Trabalho Laboratórios Investigação Fornecedores Concorrentes Concorrentes Consultadoria Laboratórios Investigação Ensino Superior Mercado de Trabalho Fornecedores Contexto Sem Referenciação Territorial Total Formais Informais Fornecedores Clientes Fornecedores Clientes Fornecedores Clientes Consultadoria Ensino Superior Mercado de Trabalho Concorrentes Concorrentes Consultadoria Ensino Superior Consultadoria Concorrentes Fonte: Elaboração dos autores com base no Inquérito às Empresas Tomando como ponto de referência a tabela 8, há dois aspectos que importa salientar. Em primeiro lugar, há claramente uma elevada diversidade de interacção entre os múltiplos actores nos diferentes contextos considerados. A natureza colectiva e interactiva (formal e informal) do processo de aprendizagem em contexto de crise económica deve ser salientada. Em segundo lugar, os resultados apontam para uma importância do mercado de trabalho como canal relevante da gestão da crise actual. Roper e Love (2006) sugerem que o mercado de trabalho contribui significativamente para a capacidade de absorção regional, superando a ideia que a componente 12

13 organizacional seria mais relevante na construção desta capacidade. A relevância dada neste âmbito ao mercado de trabalho como canal de gestão da crise económica e financeira poderá significar o papel essencial do mercado de trabalho conjuntamente com a estrutura organizacional das empresas na avaliação e readaptação do conhecimento necessário à gestão da crise. O acesso formal e informal ao mercado de trabalho parece permitir às empresas o acesso a conhecimento externo relevante para o seu processo estratégico de readaptação económica e do seu próprio processo de inovação Os modelos econométricos: especificações e resultados A segunda componente do trabalho empírico realizado centrou-se no teste a algumas relações importantes entre o processo de inovação e a crise económica utilizando três modelos econométricos que se apresentam em seguida. Com recurso à base de dados construída discutiu-se a relação entre o impacto da crise no processo de inovação e as dinâmicas de interacção desenvolvidas pelas empresas, bem como a relação entre crise e os modos de inovar adoptados pelas empresas. Modelo 1 Impacto da crise e Intensidade de Networking O Modelo 1 pretende testar a natureza da relação entre o impacto da crise e o envolvimento das empresas em redes de conhecimento. O Modelo toma como variável dependente o Impacto da Crise na Inovação, podendo assumir três valores: 3 se a empresa referiu que a crise teve um impacto pouco relevante no seu processo de inovação; 2 se a empresa referiu que o impacto da crise foi muito importante ; e 3 se a resposta foi fundamental. Como variável independente tomou-se a Intensidade de Networking. Esta variável é uma variável compósita que resulta da consideração conjunta dos diferentes canais de interacção (13) utilizados pelas empresas e do grau de importância atribuído a cada um deles (1-5). Esta variável varia entre 0,2 se a empresa reconhece a importância mínima a cada canal (Likert=1) e 1 se a importância reconhecida ao canal é máxima (Likert=5). Quanto mais elevada a intensidade de networking mais a variável se aproxima de 1. 13

14 Tabela 9 Variáveis utilizadas no Modelo 1 Variável Dependente Impacto Crise na Inovação (ICI) 3 Pouco Relevante 4 Muito Importante 5 Fundamental Variável Independente Intensidade Networking Fonte: Elaboração dos autores com base no Inquérito às Empresas Dada a natureza da variável dependente estimou-se o Modelo 1 com recurso à regressão ordenada logística e as estimativas encontram-se no quadro seguinte (todas as estimativas foram feitas com recurso ao Stata 10.1). ICI Tabela 10 Resultados da estimação do Modelo 1 Coeficientes Impacto da Crise na Inovação Odds Ratio (efeitos marginais) 3 Pouco relevante 4 Muito importante 5 Fundamental Intensidade Networking *** 84,8-22,9-61,9 ( ) Observações 397 Fonte: Elaboração dos autores Robust pvalue in parentheses, *** p<0.01, ** p<0.05, * p<0.1 Os resultados da tabela anterior permitem salientar o seguinte aspecto: aumentar a intensidade de networking tem um efeito positivo na diminuição da probabilidade de a crise ter impacto nas actividades de inovação das empresas. A análise aos efeitos marginais permite afirmar que à medida que as empresas aumentam a intensidade de networking, o efeito marginal na probabilidade de a empresa estar na classe 3 aumenta 84,8%, de estar na classe 4 diminui 22,9% e de estar na classe 5 diminui 61,9%, respectivamente. Dito de outra forma, as empresas que se envolveram em dinâmicas de interacção mais fortes viram reduzida a probabilidade de a crise condicionar negativamente o seu processo de inovação. Em síntese, podemos afirmar que à medida que as empresas se envolvem mais intensamente em redes de conhecimento a sua resiliência à crise parece aumentar. 14

15 Modelo 2 Impacto da crise e Modos de Inovar Procurou também compreender-se se seria possível estabelecer algum tipo de relação entre o impacto da crise e diferentes modos de inovar, objectivo que se pretende alcançar através do Modelo 2. Sobre os diferentes modos de inovar veja-se Lundvall et al. (2007), Nunes (2012) e Nunes, Dias e Lopes (2012). Estes autores, em diferentes graus, conseguiram relacionar as empresas entre dois modos puros de inovar: modo Scince-Technology-Innovation (STI) e o modo Doing-Using-Interacting (DUI). Tabela 11 Variáveis utilizadas no Modelo 2 Variável Dependente Variável Independente Impacto Crise na Inovação Modos de Inovar 3 Pouco Relevante 1 Moderate STI/DUI 4 Muito Importante 2 Fast DUI/STI 5 Fundamental 3 Moderate DUI/STI Fonte: Elaboração dos autores ICI Tabela 12 Resultados estimação do Modelo 2 Odds Ratios Impacto da Crise na Inovação Coeficientes (efeitos marginais) 3 Pouco relevante 4 Muito importante 5 Fundamental Moderate STI/DUI referência Fast DUI/STI 0.496*** 16,6-6,3-10,2 ( ) Moderate DUI/STI (0.331) Observações 397 Fonte: Elaboração dos autores Robust pvalue in parentheses, *** p<0.01, ** p<0.05, * p<0.1 Os resultados da estimação do modelo 2 permitem afirmar que pertencer ao modo de inovar Fast DUI/STI (associado a uma dinâmica económica e inovadoras mais intensa) reduz a probabilidade das empresas sentirem de forma mais intensa os impactos negativos da crise económica. A análise dos efeitos marginais mostra que pertencer ao modo de inovar Fast DUI/STI aumenta, em termos marginais, 16,6% a probabilidade das empresas referirem a o impacto da crise foi pouco relevante. Por outro lado, diminui em 6,3% e em 10,2% a probabilidade de as empresas referirem que a crise teve um impacto muito importante e fundamental, respectivamente. 15

16 Modelo 3 Impacto da crise e custos de contexto O modelo 3 pretende captar a relação entre a crise e um aspecto pouco estudado na literatura: os custos de contexto associados à eficácia do processo de inovação. Os custos de contexto contemplam em termos gerais os custos associados aos bloqueamentos institucionais que dificultam a prossecução do processo de inovação, nomeadamente normas, regulamentos e burocracias (acesso a entidades públicas, complexidade do sistema fiscal, acesso a mecanismos de financiamento públicos e privados, tribunais e justiça), com custos de oportunidades elevados na eficácia do processo de inovação. Tabela 13 Variáveis utilizadas no Modelo 3 Variável Dependente Variável Independente Impacto Crise na Inovação Importância da Redução dos Custos de Contexto (R_C_C) 3 Pouco Relevante 1 Irrelevante 4 Muito Importante 2 Pouco importante 5 Fundamental 3 Indiferente 4 Muito Importante 5 Fundamental Fonte: Elaboração dos autores ICI Irrelevante 1 Referência Tabela 14 Resultados estimação do Modelo 3 Odds Ratios Impacto da Crise na Inovação Coeficientes (efeitos marginais valores significativos a bold) 3 Pouco relevante 4 Muito importante 5 Fundamental R_ C_ C 2 (pouco importante) 0.230** 35,1-18,3-16,8 (0.0253) R_ C_ C 3 (Indiferente) ,6-5,7-15,8 (0.105) R_ C_ C 4 (muito importante) 0.320* 26, ,8 (0.0585) R_ C_ C 5 (fundamental) 0.164** 41,9-24,3-17,5 (0.0157) Observações 397 Fonte: Elaboração dos autores Robust pvalue in parentheses, *** p<0.01, ** p<0.05, * p<0.1 A interpretação dos resultados constantes na tabela 14 permitem-nos afirmar que à medida que as empresas valorizam a redução de custos de contexto verifica-se uma diminuição, em termos marginais, na probabilidade da crise afectar de forma mais 16

17 intensa o processo de inovação das empresas. A análise aos efeitos marginais mostram que, por exemplo, uma empresa que refira que a redução de custos de contexto é fundamental para o seu processo de inovação vê aumentada em 41,9% a probabilidade da crise ter um impacto pouco relevante no seu processo de inovação. Simultaneamente, a probabilidade da crise ter um impacto muito importante e fundamental no seu processo de inovação reduz-se em 24,3% e 17,5%, respectivamente. 4. Discussão dos resultados e conclusões A análise desenvolvida neste artigo permitiu identificar alguns aspectos particularmente relevantes sobre o impacto da crise económica e o processo de inovação empresarial, nomeadamente: 1. A maioria das empresas reconheceu que a crise económica teve impactos negativos sobre o seu processo de inovação. Este aspecto é transversal ao nível de intensidade tecnológica, à dimensão das empresas e às regiões consideradas; 2. As empresas mais dinâmicas, quer economicamente quer as envolvidas em processos de inovação mais intensos, reconhecem um menor impacto negativo da crise; 3. O contexto territorial e o envolvimento intenso em redes de conhecimento contribuem para que o impacto da crise seja menor no processo de inovação das empresas; 4. Foi possível identificar que a valorização da redução dos custos de contexto está associada à desvalorização do impacto da crise no processo de inovação. A análise desenvolvida permite evidenciar que as estratégias empresariais que se têm revelado mais resilientes à crise económica são estratégias suportadas em processos de inovação intensos, processos que valorizam o papel do território e as redes de conhecimento (que poderíamos associar ao capital relacional), bem como a redução dos custos de contexto (uma componente relevante do capital institucional). Estes resultados têm diversas implicações importantes quer para a política de competitividade quer para a própria política regional e de inovação. 17

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