Configurando roteadores CISCO

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1 Configurando roteadores CISCO Configurando as senhas: Router > enable Router# configure terminal Router(config)# hostname Lab_A Lab A(config)#enable secret class Lab A(config)#line console 0 Lab_A(config-line)#password cisco Lab A(confg-line)#login #exit Lab_A(confg)#line aux 0 Lab_A(config-line)#password cisco Lab_A(config-line)#login Lab A(config-line)#exit Lab_A(confg)#line vty 0 4 Lab_A(config-line)#password cisco Lab_A(config-line)#login entra no modo privilegiado modo de configuração de terminal muda nome do roteador (configuração global) habilita a senha do modo privilegiado para class define senha para entrar no console Lab A(config-line) define senha para entrar no auxiliar Lab A(config-line) senhas para os terminais telnet Configurando as Interfaces Router>enable entra no modo privilegiado Router# configure terminal modo de configuração de terminal Router(config)# interface entra na configuração da ethernet 0 interface Router(config-if)# ip address coloca o IP na interface Router(config-if)# no ativa a interface para UP shutdown Router(config-if) Router(config-if)# exit sai da interface Router(config)# interface entra na interface ethernet 1 ethernet 1

2 Router(config-if)# ip address coloca o IP na interface Router(confg-if)# no ativa a interface a interface shutdown Router(confg-if)#exit sai da interface Router(config)# interface entra na configuração da serial 0 interface Router(config-if)# ip address coloca o IP na interface Router(config-if)# clock define o clock da interface rate (DTE) Router(config-if)# no ativa a interface shutdown Router(config-if)# exit sai da interface Obs: show ip protocols show ip route ip address no_ip + mask secondary no ip address no ip address ip+mask secondary vê protocolos de roteamento ativados mostra a tabela de roteamento ip address adiciona um 2 IP na interface remover o IP da interface remove o IP secundário Configurando o protocolo de roteamento rip Router > enable entra no modo privilegiado modo de configuração de Router# configure terminal terminal Router(config)# router rip modo de configuração do protocolo rip Router(config)# network ativa o rip na interface Router(config)# network ativa o rip na interface Router(config)# network 20 ativo o rip na interface Router(config)# exit sai Resolvendo nomes por arquivo host Router > enable entra no modo privilegiado Router# configure terminal modo de configuração de terminal Router(config)# ip host Lab _ A Router(config)# ip host Lab _ C Router(config)# ip host Lab D

3 Router(config)# ip host Lab E Feito tudo isto, salvaremos nossa configuração corrente na NVRAM com comando Router#copy running-config startup-config Se você fizer mais alguma alteração e der errado você tem como voltar através do comando: Router#copy startup-config running-config Podemos ver a configuração de inicialização com o comando Router# show startup-config Para verificar se a interface1 é DTE ou DCE Router# show controllers serial 1 Podemos ver a configuração que está em execução no momento com o comando Router# show running-config Memória FLASH IOS A memória Flash é o local onde o roteador Cisco mantém as imagens binárias executáveis do IOS, que é o sistema operacional do router. Dependendo da quantidade de memória Flash disponível, pode-se armazenar diversas imagens do IOS no mesmo, basta executar o comando show flash e será informado a quantidade de memória desta memória. Pode-se usar a transferencia da imagem do IOS via: TFTP 'Trivial File Transfer Protocol): um servidor de transferencia de arquivos, baseado no protocolo UDP e que não há necessidade de autenticação por parte do usuário. FTP (File Transfer Protocol): requer uma autenticação do usuário através de nome e senha. Configurando via TFTP Execute o comando show flash para verificar o conteúdo de sua memória FLASH.Armazene a imagem do IOS por exemplo c2500-i p.bin para o diretório C:\Arquivos de programas\cisco Systems\Cisco TFTP Server. Execute o comando.router# copy tftp flashinforme o IP do servidor de TFTP e o nome correto da imagem do IOS, após estes procedimentos iniciará o processo de cópia do IOS. Obs: todos os comandos EXEC, que usam a rede para executar uma ação, retornam um caractere de! quando bem sucedido e um (.) para operação mal sucedida. Gerenciando o Roteador O Cisco Discovery Protocol (CDP) fornece um único comando proprietário que permite que os administradores de rede acessem um resumo das configurações dos outros roteadores conectados diretamente. O CDP é executado em uma camada de enlace de dados que conecta a mídia física mais baixa e os protocolos de camada de rede mais altos Router(config)#no cdp run Desativa o cdp em todo o roteador Router(config)#cdp run Ativa o cdp em todo o roteador Router(confg)# interface serial 0 Entra na interface Router(config-if)# no cdp enable Desativa somente na interface serial 0 Router(confg)# show cdp neighbors Exibe as informações sobre os dispositivos vizinhos Exibe as informações sobre os dispositivos vizinhos de forma Router(config)# show cdp neighbors detail detalha Router(config)# show cdp entry [roteador] Exibe as informações detalhadas de um roteador Router(config)# show cdp entry * A mesma função do show cdp neighbors detail Router(config)# show cdp traffic Exibe informações sobre o tráfego da interface

4 Router(config)# show cdp interface Exibe o status da interface e as informações sobre a configuração do dispositivo local Estabelecendo uma conexão remota Router# telnet ou Router# connect ou Router# Router# Lab A Verificando e exibindo sessões Telnet ativas Na máquina onde foi feito o telnet digite: Router# show Mostra uma lista de hosts com os quais foram estabelecidos conexões via telnet sessions Router# show users lista as sessões telnet e verifica a atividade da porta console Router# disconnect 1 Router# show users Quem está logado? Router# clear Tine 2 Retirando o usuário do router Conferindo as configurações IP das Interfaces Router# show protocols Router# show protocols serial 0 Router# show ip interface brief Mostra o status das interfaces, numero IP, protocolo de roteamento ativado ou não. Mostra o status de uma interface específica Faz um resumo das configurações IP e das interfaces Suspendendo propagações de RIP de determinada interface RouterA# conf t RouterA(config)# router rip RouterA(config-router)# network RouterA(config-router)#passive-interface ethernet 0 Habilitando o protocolo IGRP Router# conf terminal Router(config)#router igrp 100 Router(config-router)# network rede Router# sh ip protocols Configurando rotas estáticas ip route rede destino mascara_de_rede gateway ip route

5 Configurando rota default Deve ser adicionado em todos os roteadores ou use o comando redistribute static, para que todas as redes conheçam a rota padrão ip default-network ou ip route Checando a tabela de roteamento show ip route Trabalhando com arp show arp clear arp Checando informaçoes da camada 3 show ip protocols show ip interfaces Depurando problemas no roteamento debug ip rip no debug rip no debug all debug ip igrp events Resumo da informação do igrp circulando na rede DEBUG IP IGRP TRANSACTIONS os broadcasts enviados Mostra solicitações de mensagem dos routers vizinhos e BRINCANDO NOS TEMPORIZADORES Lab-C#conf t Lab-C(config)#router rip Lab-C (config-router)#default-metric 10 Lab-C (config-router)#timers basic Lab-C(config-router)#exit Lab-C(config)#int s0 Lab-C(config-if)#ip split-horizon Lab-C(config-U)#int s1 Lab-C(config-if)#ip split-horizon Lab-C(config-if)#^Z Lab-C#

6 Compreendendo os Temporizadores. Update:O tempo entre as atualizações enviadas por um roteador. Invalid: O termo Invalid é usado para os roteadores dos quais não se tenha notícias em um certo período de tempo, para o qual o temporizador é definido. Isso significa, por exemplo, que se um temporizador Invalid for definido como 60, e um anúncio de uma rota do roteador a partir do qual essa rota foi aprendida não tiver sido recebido em 61 segundos, o temporizador Invalid expira e a rota é considerada inválida. Holddown: O termo holddown se refere aos roteadores que foram marcados como sendo inválidos mas não podem ser substituídos por uma nova rota com métrica maior. Esse temporizador determina quanto tempo a rota é mantida em holddown. Enquanto estiver em holddown, o roteador continuará enviando atualizações sobre a rota, e encaminhando pacotes através da rota até que o holddown atinja seu tempo limite. Flush: O temporizador flush será reinicializado toda vez que uma atualização for recebida para uma rota do roteador a partir do qual foi aprendida. Os temporizadores flush e Invalid são reinicializados e executados simultaneamente. Quando o temporizador flush expirar para uma rota, ela será removida da tabela de roteamento. Para o RIP, o temporizador flush expira antes do temporizador hold down. Técnicas para evitar o loop de roteamento Split Horizon: O Split Horizon impede que o roteador envie informações sobre uma rota na tabela de roteamento através da mesma interface da qual ela aprendeu a rota. Por exemplo, se o Lab-B enviar informações sobre o Lab-E para o Lab-A através da sua Ethernet 0, o Lab-A não enviará informações sobre o Lab-E através da Ethernet 0 de volta para o Lab-B. Poison Reverse: Isso é quando um roteador informa a seus vizinhos que as rotas que eles atingiam através de uma determinada interface não estão mais disponíveis, porque a interface tornou-se inoperante. Os roteadores respondem a uma mensagem de poisou reverse imediatamente colocando as rotas que sofreram poisou em holddown, ao invés de esperar que o temporizador invalid expire. Isso economiza tempo de convergência em até 180 segundos(temporizador invalid padrão), dependendo de quanto tempo após uma atualização regular, chegar a poisou reverse update. Definindo as métricas padrão: As métricas padrão são definidas para desativar a contagem até o infinito. Contar até o infinito gera loops de roteamento, incrementando uma rota que não pode atingir, mas acreditando que seu vizinho possa. Toda vez que uma rota que não for atingível por umroteador é enviada para seu vizinho, roteadores que ainda não convergiram, a métrica dessa rota é aumentada em um. Isso acontece repetidamente até que os roteadores finalmente façam a conversão. A métrica padrão define uma contagem de métrica, onde épermitido que uma rota seja propagada pela rede várias vezes antes de ser removida da tabela de roteamento. CONFIGURANDO O IPX #conf t (config)# ipx routing (config)# int ethernet 0 (config-if)#ipx network 10 (config-io#int s0

7 (config-if)# ipx network 20Acrescentando endereços de redes secundários e múltiplos tipos de frames com ipx# config t (config)# int ethernet 0 (config-i0#ipx network 10a encapsulation arpa secondaryusando sub interfaces# config t(config)# int ethernet (config-subif)#ipx network l0b encapsulation sap# config t (config)# int ethernet (config-subif)#ipx network 10c encapsulation snapverifique com a configuração com show ipx route show ipx interface show ipx protocol Ativando a resolução de nomes Usando tabela hosts ip host roteadora no ip host roteadorausando um DNS#configure terminal (conf g)# ip domain-lookup (config)# ip name-server (config)# ip domain-name pitanga.com.brobservando a configuração sh hosts A Cisco possui dois tipos de "Major Releases", que sao as versoes principais: - Main Releases - Early Deployment (ED) As Main Releases consolidam vários recursos, plataformas, tecnologias, etc, sempre tendo como base as versões ED anteriores de uma determinada versão do Cisco IOS. Estas Main Releases não agregam novos recursos ou adicionam novas funcionalidades (apenas consolidam tudo aquilo já testado nas ED), justamente para garantir uma imagem estável e de alta qualidade. Alem disto, cada versão de manutenção dos Main Releases oferecem somente a correção de bugs. Estas versões de manutenção, a principio, são chamadas de Limited Deployments (LD), e a tendência e ir corrigindo estas "LDs" ate o ponto em que a estabilidade da imagem garantira um novo titulo: General Deployment (GD). Existem vários critérios para um IOS atingir o nível "GD", o que involve uma extensa pesquisa junto ao TAC (Technical Assistance Center), sempre contando com os problemas reportados pelos usuarios, consumidores Cisco, e os proprios engenheiros da Cisco. A tendência e que as Main Releases adquiram status End of Sale (EOS), End of Engineering (EOE) e End of Life (EOL), justamente porque as versoes ED consolidarão toda a tecnologia e agregarão mais recursos e funcionalidades ao Cisco IOS, fazendo o Main Release ficar "obsoleto" (embora muito estável). Já no caso das Eariy Deployment, estas são constantemente atualizadas com correção de bugs e, principalmente, trazendo novos recursos para o Cisco IOS. Estas "EDs" possuem um ciclo de produção muito frenético, e possuem varias categorias de desenvolvimento: - Consolidated Technology Early Deployment (CTED) releases - Specifc Technology Early Deployment (STED) releases - Specific Market Eariy Depioyment (SMED) releases - Short-lived Early Deployment releases, ou simplesmente (XED)

8 Um bom exemplo de ED e o chamado Technology Eariy Deployment release, facilmente identificado pela letra "T" nas versões do Cisco IOS (12.2T, por exemplo). Aproximadamente a cada 2 anos, os recursos e plataformas suportadas pelo ED são portadas para uma nova Main Release. A nomenclatura da imagem IOS propriamente dita segue o seguinte padrão: plataforma-featuresmemoria de execução e compressão. Exemplo: c7500-ajs40-mz significa: c7500 = modelo do router a=recursos APPN j= Enterprise s= NAT, ISL, VPDN, L2F 40 = criptografia 40-bit m = o software será executado na RAM z = compressão no formato zip Cada imagem poderá rodar em esquemas diferentes. Um IOS pode ser, dependendo do hardware e versao IOS, f (rodar no flash), r (rodar na ROM), e assim por diante. O mesmo ocorre para o caso das features.deferred Release (DF) e quando a Cisco corrige aquele baita bug no Cisco IOS, e uma nova versão e criada para consertar o problema. A imagem anterior (a que contem o bug) e "deferred" e a Cisco para de fornecer esta imagem para seus clientes. Resumindo: a) Utilize imagens ED caso você queira inovar e agregar/implementar recursos muito rapidamente. b) Utilize imagens Major release caso você queira usufruir de todos os fixes e recursos oferecidos pelas versoes ED anteriores. Não possui um ciclo de "novidades" tão rápido quando o ED propriamente dito, mas e uma ótima escolha. c) Utilize imagens GD caso a sua rede seja CRITICA, 100% online, e que 1 segundo de paralisacao fara a sua cabeca rolar pelas escadas da sua empresa; e os gerentes bebendo sangue direto no pescoco :-) GD nao tem o panelaco do ED, mas em compensacao e muito estavel. Pra terminar, sugiro que você PROCURE pela versao IOS certa para o seu equipamento, utilizando o proprio site da Cisco. Como voce já deve imaginar, a grande maioria dos recursos oferecidos pelo IOS são chamados "out-of-the-box" (ou "out-of-box"), ou seja, sao baseados no software IOS, e nao no hardware. Saber exatamente qual a imagem você precisara dependera muito do seu conhecimento sobre os recursos almejados para a sua rede. Utilize as seguintes ferramentas: Software Advisor: Duvidas sobre qual versao IOS voce precisara? Consulte o S.A. Serve também para comparar os recursos entre hardwares ou versões distintas do Cisco IOS. Cisco Feature Navigator II: Navegue pelos recursos das versoes IOS disponiveis.

9 OBS: Exige conta no CCO. Guia de Recursos: Ajuda a entender melhor sobre os recursos disponiveis em uma Main release.. tml IOS Upgrade Planner: Ajuda a localizar a imagem certa para o upgrade de seu equipamento CiscoOBS: Requer uma conta no CCO, e voce devera efetuar o login primeiro na Home da Cisco.com.

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