Profa. Le:cia Veras Costa- Lotufo. Câmara superautomá:ca Posiciona- se na direção do objeto Poder de foco Regula a sensibilidade do filme

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1 BIOFÍSICA DA VISÃO Profa. Le:cia Veras Costa- Lotufo VISÃO: Interação da luz com os fotorreceptores da re:na Re:na filme inteligente situado no OLHO Olho Câmara superautomá:ca Posiciona- se na direção do objeto Poder de foco Regula a sensibilidade do filme Informação Visual: re:na tálamo - cortex 1

2 PRINCÍPIOS DA FÍSICA ÓPTICA: Luz Forma de energia radiante que se manifesta ao mesmo tempo como par[cula e como onda Amplitude (quan:dade de energia) Comprimento de onda (distância entre 2 pontos homólogos da curva senoidal) Frequência PRINCÍPIOS DA FÍSICA ÓPTICA: Interações da luz com a matéria: Absorção Reflexão Refração Índice de refração (n) = c/v; Onde c é a velocidade da luz no vácuo e v é a velocidade da luz num dado meio 2

3 REFRAÇÃO DA LUZ Grau de refração aumenta em função: (1) Proporção entre os índices de refração dos dois meios transparentes (2) Grau de angulação entre a interface e a frente da onda LENTES Lentes convexas Raios paralelos tornam- se convergentes Focalização dos raios luminosos Ponto focal Lentes côncavas Raios paralelos tornam- se divergentes 3

4 LENTES - DISTÂNCIA FOCAL Definição: Distância de uma lente de onde os raios paralelos convergem para um ponto focal comum. Onde f é distância fonal, a é a distância da fonte pun:forma à lente e b é a distância do foco à lente. FORMAÇÃO DE IMAGENS LENTES CONVERGENTES 1. Todo raio paralelo ao eixo principal emerge da lente principal passando pelo seu foco; 2. O raio que passa pelo centro óp:co da lente não sofre desvio; 3. Todo raio proveniente de um dos focos da lente emerge dela como raio paralelo ao eixo principal. 4

5 PODER DE REFRAÇÃO - DIOPTRIAS O Poder de convergência de uma lente é medido em diotropias (D) Essa unidade corresponde ao inverso da distância focal (f) da lente, quando ela é medida em metros. Isto é uma lente esférica tem um poder de refração de +1 dioptria quando é capaz de convergir raios luminosos paralelos para um ponto focal a 1 m além da lente. OLHO HUMANO - ANATOMIA Parede anterior Conjun:va (mucosa) Córnea Demais regiões: Escleró:ca membrana rígida forma Coróide nutrição; melanina redux reflexão Re:na - fotorreceptores 5

6 OLHO HUMANO FUNÇÕES: As diversas estruturas do globo ocular servem para: Conduzir a luz até os fotossensores; Focalizar a imagem dos objetos sobre os fotorreceptores; Manter a forma e movimentar; Nutrir, lubrificar e proteger o olho; Reduzir o ofuscamento; Adaptar o olho a diferentes condições de luminosidade; Conduzir as informações visuais para o sistema nervoso central; Processar as informações visuais. O OLHO COMO UMA CÂMRA FOTOGRÁFICA 6

7 FORMAÇÃO DA IMAGEM OLHO HUMANO Sistema de lentes do olho: Interface ar- córnea Interface córnea- humor aquoso Interface humor aquoso- cristalino Interface cristalino- homor vítreo Olho reduzido Única lente ponto central 17 mm adiante da re:na Poder de refração total = 59 dioptrias Cristalino mecanismos de acomodação Índice de refração Ar = 1 Córnea = 1,38 Humor aquoso = 1,40 Humor vítreo = 1,38 MECANISMOS DE ACOMODAÇÃO Poder de refração do cristalino: varia de 15 até cerca de 29 dioptrias alteração de forma 70 ligamentos prendem- se radialmente ao cristalino tensão elás:ca Fibras meridionais e circulares contração reduz tensão no cristalino assume forma mais esférica Sujeito a controle autonômico (Parassimpá:co) 7

8 ACOMODAÇÃO: Presbiopia ou vista cansada perda do poder de acomodação do cristalino DIAFRAGMA PUPILAR Íris controla a quan:dade de luz que penetra no olho Diâmetro pupilar varia de 8 a 1,5 mm Profundidade de foco Controle autonômico 8

9 VARIAÇÃO DO DIÂMETRO PUPILAR Miose Focalização de objeto muito próximo Ambiente muito iluminado Sono: a miose se acentua com a profundidade do sono Na agonia e algumas horas após a morte (12 a 24 h) Fadiga extenuante Midráse Focalização de um objeto distante Ambiente pouco iluminado Despertar (passageira No momento da morte Fadiga ligeira Cólicas, dores, orgasmo, Ruídos, odor e sabor fortes MOVIMENTO Tipos de movimentos: Coordenação binocular Conjugados (2 olhos na mesma direção e velocidade) Disjun:vos (movimento em direções convergentes ou divergentes Velocidade Sacádicos (rápidos e independentes do objeto) De seguimento (lentos e seguem o objeto Trajetória Radiais (deslocamento angular) Torsionais (olho mexe eixo visual permanece fixo) 9

10 DEFEITOS DA VISÃO Hipermetropia visão para longe - globo ocular demasiado pequeno ou sistema de lentes fraco imagen forma- se após a re:na Miopia visão para perto globo ocular muito alongado ou poder excessivo de convergência das lentes do olho. Ponto próximo é a menor distância que um objeto pode estar da córnea, de modo a ser visto com ni:dez 10

11 CORREÇÃO USO DE LENTES ASTIGMATISMO Deve- se a uma imperfeição de curvatura da córnea ou do cristalina Correção pelo uso de lentes cilíndricas 11

12 ACUIDADE VISUAL Discriminação entre fontes pun:formes Fóvea região da re:na de maior acuidade visual Diâmetro de 1 mm Presença exclusiva de fotorreceptores principalmente cones PERCEPÇÃO DE PROFUNDIDADE Visão binocular 12

13 MANUTENÇÃO E LUBRIFICAÇÃO DOS MEIOS TRANSPARENTES Fluido lacrimal proteção da córnea (pálpebras distribuição) Humor aquoso elevada transparência Humor vítreo fluido gela:noso Composição semelhante ao líquido extracelular rico em fibras colágenas e ácido hialurônico PRODUÇÃO & DRENAGEM DO HUMOR AQUOSO GLAUCOMA aumento da pressão intraocular geralmente por obstrução do canal de Schlemm 13

14 PERCEPÇÃO VISUAL Localização Espacial Medida de Intensidade Discriminação das Formas Detecção do Movimento Visão a Cores Próxima aula 14

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