WORKSHOP. Negociação da BM&FBOVESPA. Julho 2010

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1 WORKSHOP Evolução das Plataformas de Negociação da BM&FBOVESPA Julho

2 WORKSHOP Evolução das Plataformas de Negociação Agenda Roadmap de TI Marcio Castro e Elie Bautzer Calabres UMDF (Unified Market Data Feed) Jochen Mielke de Lima Ricardo Ni Kau Hsu EntryPoint Jochen Mielke de Lima Andrei Goldchleger Modos, forma e manual de acesso Roberto Costa Simões Drop Copy Jochen Mielke de Lima Andrei Goldchleger MegaDirect V3 Jochen Mielke de Lima Andrei Goldchleger emegax Jose Eduardo da Silva Ferreira e André Eduardo Demarco Megaline Jochen Mielke de Lima e André Eduardo Demarco Melhores práticas em ambiente de negociação Mateus Bertti KIT para treinamento e desenvolvimento Sabino Fico 2

3 WORKSHOP Evolução das Plataformas de Negociação Objetivos do workshop Informar as melhorias implementadas nos sistemas de negociação atuais GTS e Mega Bolsa; Detalhar o andamento da nova plataforma de negociação desenvolvida em conjunto com o CME Group; Anunciar as novas formas de difusão de market data (UMDF) e entrada de ofertas direcionadas ao GTS e Mega Bolsa (EntryPoint); Apresentar o emegax, ferramenta que permitirá às corretoras o cancelamento de ofertasinseridasviaconexões automatizadas (MegaDirect); Apresentar o MegaLine, ferramenta que proporcionará às corretoras o controle de limites de risco pré negociação de ofertas não inseridas por meio de sua infraestrutura; Demonstrar as formas e os manuais de acesso às novas interfaces e ferramentas. 3

4 WORKSHOP Evolução das Plataformas de Negociação Regras para este workshop Agenda bastante extensa e detalhada; Não teremos intervalos, no entanto há café disponível; O workshop prevê tempo ao final para perguntas; No entanto, durante as apresentações, os participantes poderão encaminhar questões por escrito para a mesa. Os apresentadores procurarão então respondê las durante suas falas; As questões, por escrito ou ao final, deverão ser precedidas pelo nome da pessoa e empresa que representa. 4

5 WORKSHOP Evolução das Plataformas de Negociação da BM&FBOVESPA Julho

6 Estas apresentações podem conter certas declarações que expressam expectativas, crenças e previsões da administração sobre eventos ou resultados futuros. Tais declarações não são dados históricos, estando baseadas em dados competitivos, financeiros e econômicos disponíveis no momento e em projeções atuais acerca da indústria na qual a BM&FBOVESPA se insere. Os verbos antecipar, acreditar, estimar, esperar, prever, planejar, projetar, almejar e outros verbos similares têm a intenção de identificar estas declarações, as quais envolvem riscos e incertezas que podem resultar em diferenças materiais entre os dados atuais e as projeções desta apresentação e não garantem qualquer desempenho futuro da BM&FBOVESPA. Os fatores que podem afetar o desempenho incluem, mas não estão limitados a: (i) aceitação pelo mercado dos serviços prestado pela BM&FBOVESPA; (ii) volatilidade relacionada (a) à economia e ao mercado de valores mobiliários brasileiros e (b) à indústria altamente competitiva na qual a BM&FBOVESPA opera; (iii) alterações (a) na legislação e tributação nacional e estrangeira e (b) nas políticas governamentais relacionadas aos mercados financeiros e de valores mobiliários; (iv) crescimento da competição, com novos participantes nos mercados brasileiros; (v) habilidade em adaptar se às rápidas mudanças no ambiente tecnológico, incluindo a implementação de funcionalidades otimizadas requeridas pelos clientes da BM&FBOVESPA; (vi) habilidade em manter um processo contínuo de introdução de competitivos novos produtos e serviços enquanto mantém a competitividade dos já existentes; (vii) habilidade em atrair novos clientes nas jurisdições nacional e estrangeira; (viii) habilidade em expandir a oferta de produtos da BM&F BOVESPA em jurisdições estrangeiras. Todas as declarações nesta apresentação são baseadas em informações e dados disponíveis na data em que foram feitas, a BM&FBOVESPA não se obriga a atualizá las com base em novas informações ou desenvolvimentos futuros. Esta apresentação não se constitui em uma oferta de venda nem em uma solicitação de compra de qualquer valor mobiliário; tampouco deve haver qualquer venda de valor mobiliário onde tal oferta ou venda pudesse ser ilegal antes de registro ou qualificação de acordo com lei de valores mobiliários. Nenhuma oferta deve ser feita à exceção de um prospecto que atenda os requisitos da Instrução CVM 400 de 2003 e suas alterações. 6

7 Evolução das Plataformas de Negociação Agenda Projetos em desenvolvimento Acesso e Distribuição Capacidade e Consolidação Planejamento de entregas 7

8 Evolução das Plataformas de Negociação Projetos em desenvolvimento Acesso e Distribuição Capacidade e Consolidação Planejamento de entregas 8

9 Projetos em desenvolvimento Acesso e distribuição Internacionalização: Brazil Easy Invest (Chi X) DMA 2, 3 e 4 para segmento Bovespa Telas de negociação Capacidade e consolidação Varejo: campanha de popularização do mercado de capitais Ampliação da capacidade de processamento Novos datacenters principal e secundário Nova plataforma de negociação BVMF CME 9

10 Evolução das Plataformas de Negociação Projetos em desenvolvimento Acesso e Distribuição Capacidade e Consolidação Planejamento de entregas 10

11 Acesso e distribuição Atração de Investidores Internacionais Brazil Easy Invest Parceria entre BVMF e Chi X para desenvolvimento de tecnologia que permitirá a negociação de ações brasileiras em moeda estrangeira Chi X: subsidiária bidiái da Instinet, broker dealer norte americano precursor da negociação eletrônica, operadora de sistemas de negociação na Europa e Canadá Público alvo: investidores estrangeiros (Resolução CMN 2689), de varejo, norte americanos, europeus e asiáticos, via sistemas internacionais de home broker Alternativa de negociação para o mercado de ADRs de ações de empresas brasileiras Desburocratização do processo de cadastro estrangeiro no Brasil (2689): proposta elaborada pela BVMF está sendo revisada pelos demais integrantes do BEST (ANBIMA, CETIP, FEBRABAN) Instituições que já aderiram ao projeto: Bradesco, Citibank, HSBC, Itaú Outras instituições estão avaliando a possibilidade de participação 11

12 Acesso e distribuição 12

13 Acesso e distribuição Outros países CORRETORA CORRESPONDENTE 5 Compra de PETR a US $ 16,67 REDE CLIENTE 2689 CLIENTE 2689 CLIENTE 2689 Brasil TR a US$ 16,6 67 Compra depe CORRETORA BVMF Sistema de negociação BVMF 7A Ordem de compra de PETR a R $ 30,00 REDE CORRETORA BVMF CORRETORA BVMF CORRETORA BVMF 6 Compra de PETR a US $ 16,67 MÓDULO BANCO COM BVMF Chi -X CARTEIRA FX 7B Venda de dólar (US$) a R $1,80 13

14 Acesso e distribuição DMA 2, 3 e 4 para Segmento Bovespa ACESSO VIA MESA DE OPERAÇÕES DA CORRETORA DMA 1 Modelo Tradicional Cliente conectado à corretora DMA 2 DMA via Provedor Cliente conectado a uma provedora de serviço de roteamento (Bloomberg, GLNet, Marco Polo Nt Network, kcedro etc.) DMA 3 Via Conexão Direta Cliente conectado diretamente à BVMF DMA 4 Co location Envio de ofertas a partir de software instalado em servidor hospedado no CPD da BVMF. Segmento BM&F já conta com todos os tipos de modelo de acesso Segmento Bovespa conta somente com acesso via mesa de operações e DMA tradicional BVMF pretende estender ao segmento Bovespa o mesmo modelo de acesso do segmento BM&F Processo de autorização da CVM para implantação dos modelos DMA 2, 3 e 4 no segmento Bovespa 14

15 Acesso e distribuição Telas de Negociação As bolsas internacionais, tipicamente, concentram os seus esforços tecnológicos no desenvolvimento de sistemas eletrônicos de negociação velozes, estáveis e escalonáveis. A atividade dd de desenvolvimento e manutenção de telas de negociação, tipicamente, é desempenhada por empresas de tecnologia independentes, chamadas de ISV (independent software vendors). Há diversas empresas competentes que oferecem bons produtos para diversas bolsas internacionais, beneficiando se de ganhos de escala (exemplos vide soluções certificadas) A BVMF, devido à história recente de Bovespa e BM&F como bolsas mutualizadas, ainda encontra se fortemente envolvida na atividade de desenvolvimento e manutenção de telas de negociação. 15

16 Acesso e distribuição Telas de Negociação 1. Estação MegaBolsa 1. Estação MegaBolsa 2. GLWIN Bovespa GLWIN Bovespa 3. GLWIN BM&F 2. GLWIN BM&F 4. GTS Client 3. GTS Client 5. WTR site WTR site 6. Terminal WTR Semiprof. Terminal WTR Semiprof. 7. Sisbex 4. Sisbex 8. Bovespa FIX 5. Bovespa FIX Parceria entre TT e BVMF A empresa Trading Technologies (TT) desenvolve telas de negociação para mercados futuros TT e BVMF firmaram acordo em abril de 2010, segundo o qual a TT oferecerá a tela de negociação X_Trader para o mercado brasileiro i a partir do primeiro i trimestre de

17 Evolução das Plataformas de Negociação Projetos em desenvolvimento Acesso e Distribuição Capacidade e Consolidação Planejamento de entregas 17

18 Capacidade e consolidação VAREJO Campanha de Popularização do Mercado de Capitais Campanha publicitária em meios de comunicação em massa Meta de atrair 5 milhões de clientes em 5 anos, ênfase em Educação Itens de projeto de capacidade na Bolsa Internet Sistemas de CADASTRO Educacional Sistemas de negociação Sistemasde pós negociação SINACOR Atenção! Corretoras devem também considerar impactos em seus sistemas 18

19 Capacidade e consolidação Ampliação da Capacidade de Processamento Objetivo Ampliação da capacidade do segmento Bovespa para 3 milhões de negócios/dia e5 milhões de investidores Ampliação da capacidade do segmento BM&F para 400 mil negócios/dia CAPACIDADE (Número de negócios por dia) Janeiro 2009 Janeiro 2010 Janeiro 2011 Mercado de Ações Mercado de Derivativos Previsão de conclusão: dezembro de 2010 Principais frentes do projeto Substituição dos servidores relays em todos os participantes (início agosto) Aumento daquantidade d de servidores e da infraestruturade t rede Alterações em software, visando aumento de eficiência computacional Testes de capacidade de diversos sistemas, visando identificar obstáculos 19

20 Capacidade e consolidação Novos Data Centers Principal e Secundário Situação Atual Geradores de energia redundantes 3 x 450 kva UPS redundantes 2 x 300 kva Praça XV Novembro Geradores de energia redundantes 2 x kva UPS redundantes 2 x 550 kva Sistema de Refrigeração redundante Chiller de 200TR + Sistema de água gelada 6x Fan Coils de 18 TR 100 mts 700 mts Sistema de Refrigeração redundante 2 x Chiller de 100TR 4x Fan Coils de 30 TR TIVIT CONTINGÊNCIA Geradores de energia redundantes d 2 x kva UPS redundantes 2 x 270 kva UEC Sistema de Refrigeração Redundante 2 x Self Contained de 30 TR + 3 x Self Contained de 15 TR 20

21 Capacidade e consolidação Novos Data Centers Principal e Secundário Situação Futura Diveo Hosting Site de negociação DR pós negociação Novo Data Center Geradores de energia redundantes 5 x 1825kW Site de pós negociação DR negociação UPS redundante 2 x 3 x 900KW Sistema de refrigeração redundante 5 x Self Contained de 330 TR Fase 1 (2010) Contratação DIVEO Início construção Fase 2 (2011) Finalização construção Instalação equipamentos Fase 3 (2012) Desativação DCs antigos 21

22 Capacidade e consolidação Novos Data Centers Principal e Secundário Etapas do projeto Aquisiçãodeterrenoeconstruçãodenovodatacenterprincipal Aluguel de espaço e infraestrutura de empresa especializada para instalação (hosting) de novo data center secundário Conexão dos data centers atuais e novos, a fim de permitir a migração gradual dos equipamentos Ativação dos novos data centers e desativação dos data centers atuais Avaliação da possibilidade de oferta de espaço de data center para os corretores 22

23 Capacidade e consolidação Nova Plataforma de Negociação BVMF CME Desenvolvimento, em conjunto pela BVMF e pela CME, de nova plataforma eletrônica de negociação multimercado ações, derivativos, câmbio, renda fixa Baseada na plataforma de negociação Globex, reconhecida como uma das melhores do mundo Substituição do GTS, MegaBolsa, Sisbex e BovespaFix por um sistema único e integrado Cerca de 200 profissionais de TI envolvidos no projeto, sendo 100 da CME e 100 da BVMF, aproximadamente Performance e Capacidade Latência ou Round Trip Time (Milissegundos) dentro da Bolsa Pico de Processamento (Milhões de mensagens/dia) Mega Bolsa GTS Nova Plataforma (Fase 4) Entre 10 e 15 Entre 10 e 15 Inferior a 1 7,

24 Capacidade e consolidação Nova Plataforma de Negociação BVMF CME T 2 T 3 T 4 T 1 T 2 T 3 T 4 T 1 T 2 T 3 T 4 T Início do desenvolvimento da nova plataforma ltf Fase 1 Módulo de Derivativos Módulo de Câmbio (substituição GTS) Fase 2 Implieds Fase 3 Módulo de Ações (substituição MegaBolsa) Fase 4 Módulo de Renda Fixa (substituição tu Sisbex Ssbe e Bovespa Fix) Plataforma Unificada Roteamento de Ordens 24

25 Capacidade e consolidação Nova Plataforma de Negociação BVMF CME Transferência de conhecimento e propriedade intelectual Propriedade intelectual e do código fonte compartilhada por BVMF e CME Programa formal de knowledge transfer, por meio do qual a BVMF adquirirá todo o conhecimento necessário (incluindo gestão de processos de produção, desenvolvimento e testes de sistemas) para obter independência e autonomia operacional. Possibilidade de comercialização do sistema com outras bolsas Upgrades A BVMF terá o direito de receber, por 8 anos após a conclusão do desenvolvimento (2012), os upgrades desenvolvidos pela CME. 25

26 Capacidade e consolidação Nova Plataforma de Negociação BVMF CME Transição e comunicação Esta é a primeira de muitas comunicações com o mercado Projeto orientado a minimizar i i impactos às corretoras e clientes Gateways de conexão com a Bolsa para o estado futuro EntryPoint para entrada de ofertas e recebimento de respostas UMDF Unified Market Data Feed para difusão de market data Ambos já contemplam impactos em virtude da migração para a tecnologia conjuntamente desenvolvida por CME e BVMF Entretanto Até a consolidação em torno de EntryPoint e UMDF, ainda haverá utilização de gateways distintos Vale a regra da Bolsa de manter compatibilidade com a versão anterior 26

27 Planejamento de entregas UMDF (Unified Market Data Feed) AÇÕES 06 SET 2010 UMDF (Unified Market Data Feed) Derivativos EntryPoint Drop Copy MegaLiNe emegax Throttle (contenção e rejeição) MegaDirect V3 (throttle, cancel on disconnect) 30 OUT 2010 JANEIRO SET SET AGO SET OUT

28 EVOLUÇÃO DAS PLATAFORMAS DE NEGOCIAÇÃO Sistema de Difusão Unificada UMDF Julho

29 Sistema de Difusão Unificada UMDF Agenda Sistemas atuais de difusão BM&FBOVESPA Proposta UMDF Aspectos operacionais 29

30 Sistema de Difusão Unificada UMDF Sistemas atuais de difusão BM&FBOVESPA Proposta UMDF Aspectos operacionais 30

31 Sistemas atuais de difusão BM&FBOVESPA Difusão atual Formatos fragmentados, com diferentes implementações BOVESPA (mercado à vista): ProxyDiff (RLC/MMTP); BM&F (derivativos e câmbio): FIX 44(BELL) 4.4 (BELL); BM&F (clearing): SDM. Requisitos de banda 4 Mbps para segmento BOVESPA (a partir de 24/09); 4 Mbps para segmento BM&F. Diferentes padrões de tráfego BOVESPA: liquidez em vários instrumentos (por exemplo, que compõem o índice); BM&F: altíssima liquidez em poucos instrumentos (futuro de índice e futuro de dólar). 31

32 Sistemas atuais de difusão BM&FBOVESPA Problemas com sistemas atuais de difusão Diferenças entre os formatos de sinal Conseqüências de plataformas segregadas: Exigem diferentes soluções dos clientes; Aumenta o TCO (total cost of ownership) dos clientes, às vezes recorrendo a fornecedores diferentes; Para o cliente, são duas bolsas gerando sinal de difusão. 32

33 Sistemas atuais de difusão BM&FBOVESPA Problemas com sistemas atuais de difusão Escalabilidade (ambos os segmentos) Ambos os formatos de sinal são baseados em TCP unicast; Uma mensagem de difusão é multiplicada pelo número de conexões de clientes: Com 40 vendors: 1 atualização do livro de ofertas = 40 mensagens de difusão Banda necessária depende do número de conexões; Aumenta o TCO para a Bolsa: mais clientes exigem mais servidores. 33

34 Sistemas atuais de difusão BM&FBOVESPA Características Segmento BM&F Desvantagens Falta de compressão do sinal gera um requisito de banda maior; Modelo de assinatura permite situações de DoS (denial of service): 1 ano de trabalho para deixar o sistema estável; Causa limitações de throughput devido à complexidade do mecanismo de assinatura. Vantagens Clientes de pouca banda gostam do modelo de assinatura; Recuperação rápida baseada no modelo de snapshots (para late joiners); Complexidade reduzida na ponta cliente, pois o livro de ofertas já é gerado ordenado; Utilização de protocolo padrão, amplamente utilizado e com know how difundido. 34

35 Sistemas atuais de difusão BM&FBOVESPA Características Segmento BOVESPA Desvantagens Modelo sequencial exige persistência na ponta cliente; Muito itoruim impara late joiners pode se demorar horas para retransmitir as mensagens; Ordenação do livro de ofertas é feita por preço/hora; Atualizações nos 5 melhores preços geram duas mensagens uma para mercado por oferta, outra para mercado por preço. Vantagens Compressão diminui em 80% os requisitos de banda para uma conexão; Protocolo de simples implementação. 35

36 Sistema de Difusão Unificada UMDF Sistemas atuais de difusão BM&FBOVESPA Proposta UMDF Aspectos Operacionais 36

37 Proposta UMDF UMDF Premissas Fornecer um único formato de difusão para o mercado, englobando os produtos negociados na BM&FBOVESPA, bem como os distribuídos por acordos (CME e NASDAQ), reduzindo custos para os clientes; Alavancar a utilização de multicast UDP para reduzir o TCO e enviar dados com mais desempenho ao mercado, reduzindo custos para a bolsa e para os nossos clientes; Utilização de um protocolo padrão e expansível, que permite acrescentar novas funcionalidades mantendo compatibilidade retroativa; Utilizaçãodealgoritmodecompressãopadrãodomercado algoritmo padrão do mercado (FAST FIXAdapted for STreaming), reduzindo o consumo de banda. 37

38 Proposta UMDF Mensageria Utilização FIX 5.0 Utilização do padrão FIX 5.0, última versão disponível do protocolo FIX: Possibilidade de expansão via service packs; Independência da camada de transporte (TCP unicast, UDP multicast, MSMQ, etc.); Parsing simples das mensagens, já conhecido pelo mercado e com ampla rede de APIs disponível. Compressão via FAST Oferece até 80% de compressão em mensagens FIX; Quanto mais informações na mensagem, maior a compressão excelente para bundling de dados; Codificação e decodificação das mensagens se dá via templates; Templates disponíveis em: ftp://ftp.bmf.com.br/fixfast/templates/certification/ ftp://ftp.bmf.com.br/fixfast/templates/production/ (certificação) (produção) 38

39 Proposta UMDF Informações técnicas Mensageria Bolsa disponibiliza código de referência no FTP: Inclui decodificador FAST em C++; Inclui decodificador FAST em C#.NET; Inclui integração com QuickFix para parsing das mensagens. Bolsa disponibiliza arquivo com exemplos de mensagens decodificadas no FTP: ftp://ftp.bmf.com.br/fixfast/reference/ 39

40 Proposta UMDF Canais de difusão Difusão é dividida em canais lógicos, ou canais, identificados por um número (canal 1, canal 12, canal 50, etc.); Cadacanal representa um segmento de mercado, ou divisãorelevante que faça sentido sob uma ótica operacional ou de balanceamento de carga; Cada canal é composto por 3 streams: Lista de instrumentos t Fornece a lista de instrumentos do canal, com todas as suas características (tick, lote padrão, maturidade, etc.); Recuperação Fornece o estado dos livros de ofertas, dos instrumentos e seus dados estatísticos (high price, low price, VWAP) para uma recuperação rápida; Incrementais Fornece as variações do estado do instrumento (livro de ofertas, dados estatísticos, notícias, etc.) em tempo real. 40

41 Proposta UMDF Canais de difusão segmento BM&F Canal Descrição 1 Futuro de Taxas de Câmbio 2 Opções de Taxas de Câmbio 3 Futuro de Taxa de Juro 4 Opçõesde Taxa de Juro 5 Futuro de Commodities 6 Opções de Commodities 7 Futuro de Índice de Ações 8 Opções de Índice de Ações 9 Dólara vista e a termo 10 Minicontrato Futuro de Ibovespa 41

42 Proposta UMDF Canais de difusão segmento BOVESPA Canal Descrição 50 Mercado a vista Símbolos A J 51 Mercado a vista Símbolos K T 52 Mercado a vista Símbolos U Z 55 Índices de Ações, BTC, ETFs 56 Mercado de opções Símbolos A J 57 Mercado de opções Símbolos K T 58 Mercado de opções Símbolos U Z 42

43 Proposta UMDF Canais de difusão segmento CME Canal Descrição 100 CME Equity Futures 101 CME Interest Rate Futures 102 CME FX Futures 103 CME Commodity Futures 120 CBOT Equity Futures 121 CBOT Interest trate Futures 122 CBOT FX Futures 123 CBOT Commodity Futures 43

44 Proposta UMDF Canais de difusão segmento NASDAQ Canal Descrição 200 Símbolos A 201 Símbolos B C 202 Símbolos D F 203 Símbolos G K 204 Símbolos L N 205 Símbolos O Q 206 Símbolos R S 207 Símbolos T Z 208 National Last Sale 209 Global Index Service 44

45 Proposta UMDF Alta disponibilidade e disaster recovery Alta disponibilidade é conseguida através de cluster local; DR é vivo: há dois sinais paralelos (similar à CME): Primário saindo do site principal; p Backup saindo site backup. Core exchange market data feed Primary site Backup site PRIMARY FEED BACKUP FEED BM&F market data channels BOVESPA market data channels CME market data channels BM&F market data channels BOVESPA market data channels CME market data channels Market data feed Market data feed RCB / Low latency network Client systems 45

46 Proposta UMDF Arquitetura Interna UMDF GATEWAY Instrumentos UMDF Broadcaster Recuperação Incrementais Sinal de Difusão UMDF Feed Handler UMDF Security List 46

47 Proposta UMDF Arquitetura Mega Bolsa NSC v900 NSC v900 NSC v900 MMTP/RLC UMDF GATEWAY UMDF Feed Handler RLC2FIX UMDF GATEWAY UMDF Broadcaster UMDF UDP HUB FRONT END TCP UMDF Feed Handler RLC2FIX UMDF Broadcaster UDP UMDF GATEWAY UMDF Feed Handler RLC2FIX UMDF Broadcaster UDP 47

48 Proposta UMDF Arquitetura GTS NSC v900 NSC v900 Núcleos GTS FIX 4.4 UMDF GATEWAY UMDF Feed Handler GTS2FIX UMDF GATEWAY UMDF Broadcaster UMDF UDP FIX Gateway Market tdt Data TCP UMDF Feed Handler GTS2FIX UMDF Broadcaster UDP UMDF GATEWAY UMDF Feed Handler GTS2FIX UMDF Broadcaster UDP 48

49 Proposta UMDF Arquitetura CME CME canal 100 MDP 2.0 UDP UMDF GATEWAY UMDF Feed Handler MDP2FIX UMDF Broadcaster UMDF UDP UMDF GATEWAY CME canal 101 UDP UMDF Feed Handler MDP2FIX UMDF Broadcaster UDP MDF GATEWAY CBOT canal 120 UDP UMDF Feed Handler MDP2FIX UMDF Broadcaster UDP 49

50 Proposta UMDF Arquitetura NASDAQ TIBCO UMDF Feed Handler ITCH2FIX UMDF GATEWAY UMDF Broadcaster UMDF UDP UMDF GATEWAY ITCH TCP compri imido NASDAQ TotalView Aggregate ITCH port NASDAQ Proxy TIBCO TIBCO UMDF Feed Handler ITCH2FIX UMDF Feed Handler ITCH2FIX UMDF GATEWAY UMDF Broadcaster UMDF Broadcaster UDP UDP 50

51 Proposta UMDF Documentação 4 especificações disponíveis no site: UMDF Functionality: descreve todos os processos do UMDF, bem como as funcionalidades disponíveis, mapeamento RCL FIX 5.0: br/servicos/download/umdf_functionality_v1.3.0.pdf UMDF FIX Message Specification: descreve todas as mensagens, suas tags e domínios: br/servicos/download/umdf_fix_message_specification_v1.2.0.pdf / / / / UMDF Production Channel Definitions: contém os canais disponíveis e seus respectivos endereços multicast e portas UDP do ambiente de PRODUÇÃO: br/servicos/download/marketdatachannels_prod.pdf UMDF Certification Channel Definitions: contém os canais disponíveis e seus respectivos endereços multicast e portas UDP do ambiente de CERTIFICAÇÃO: br/servicos/download/marketdatachannels_cert.pdf 51

52 Proposta UMDF Timeline 2/8/2010 UMDF segmento Bovespa em certificação 6/9/2010 UMDF segmento Bovespa em produção UMDF segmento BM&F em certificação 30/10/2010 UMDF segmento BM&F em produção JULHO 2010 AGOSTO 2010 SETEMBRO 2010 OUTUBRO 2010 NOVEMBRO

53 EVOLUÇÃO DAS PLATAFORMAS DE NEGOCIAÇÃO EntryPoint Interface Unificada de Entrada de Ordens Julho

54 Agenda Interfaces de Entrada de Ordens: evolução Análise das soluções atuais EntryPoint 54

55 EntryPoint Interfaces de Entrada de Ordens: evolução Análise das soluções atuais EntryPoint 55

56 Interfaces de Entrada de Ordens: evolução Entrada de Ordens: Segmento BM&F 1986: Viva voz 2000: Global Trading System (NSC) GLWin 2004: Web Trading (WTr) Pi Primeira i interface automatizada ti 2007: Novo GTS (Interface FIX) 2008: Acesso DMA, cross listing CME 56

57 Interfaces de Entrada de Ordens: evolução Entrada de Ordens: Segmento Bovespa Viva voz 1990: CATS 1997: Mega Bolsa (NSC) 1999: Interface para Home Broker 2005: Fim do pregão viva voz 2008: Nova versão do Mega Bolsa 2009: Versão atual do Mega Bolsa MegaDirect (FIX.4.2) 57

58 EntryPoint Interfaces de Entrada de Ordens: evolução Análise das soluções atuais EntryPoint 58

59 Análise das soluções atuais Entrada de Ordens: hoje Segmento BM&F DMA Tradicional DMA Provider Roteamento GLOBEX Terminais Bolsa Co location BM&FBOVESPA FIX Gateway Matching Engine (GTS) Segmento Bovespa Terminais Bolsa DMA Tradicional MegaDirect HUB Matching Engine (NSC) 59

60 Análise das soluções atuais Entrada de Ordens: problemas Múltiplas versões do protocolo FIX (4.2 e 4.4). Necessidade de múltiplas soluções de conectividade. Fragmentação de funcionalidade. TCO (Total Cost of Ownership) elevado. 60

61 Agenda Interfaces de Entrada de Ordens: evolução Análise das soluções atuais EntryPoint 61

62 EntryPoint EntryPoint: Interface de Entrada de Ordens Unificada Consolidação das múltiplas interfaces. Baseado em FIX.4.4 (semelhante ao BELL). Agrega as melhores funcionalidades de cada interface. Ajusta algumas não conformidades do BELL. Permite acesso multimercado através da mesma sessão FIX. Alavanca o conhecimento e o investimento em FIX. 62

63 EntryPoint Entrada de Ordens: EntryPoint BM&FBOVESPA DMA Tradicional DMA Provider Roteamento GLOBEX Terminais Bolsa Co location EntryPoint HUB Matching Engine (GTS) Matching Engine (NSC) 63

64 EntryPoint Roadmap Versão preliminar em testes internos. Disponibilidade em produção conjugada ao sistema de negociação unificado. Revisão em virtude do projeto da nova plataforma de negociação Estratégia de migração baseada em coexistência inicial. MegaDirect EntryPoint BELL EntryPoint 64

65 EntryPoint Timeline Documentação inicial (draft) disponível no site 20/8/2010 Pói Próxima versão da documentação Início da Certificação Início da produção JULHO 2010 AGOSTO 2010 JANEIRO 2011 ABRIL

66 EVOLUÇÃO DAS PLATAFORMAS DE NEGOCIAÇÃO Acesso à Infraestrutura Tecnológica da BM&FBOVESPA Julho

67 Acesso à Infraestrutura Tecnológica Agenda Introdução Modos de acesso Modos de acessos destinados a testes e homologação Dimensionamento dos acessos Sistemas e ambientes Pontos de atenção 67

68 Acesso à Infraestrutura Tecnológica Introdução Modos de acesso Modos de acessos destinados a testes e homologação Dimensionamento dos acessos Sistemas e ambientes Pontos de atenção 68

69 Introdução Esta apresentação tem por objetivo introduzir os novos aspectos relativos aos acessos à infraestrutura tecnológica da Bolsa referenciando o Manual de Acesso à Infraestrutura Tecnológica da BM&FBOVESPA. O Manual de Acesso tem por objetivo prover informações sobre os modos de acesso à infraestrutura tecnológica da BM&FBOVESPA por participantes residentes e não residentes, auxiliando os na escolha daqueles que melhor atendem a suas demandas de tecnologiaedecustos. t 69

70 Introdução Estão especificados no Manual de Acesso à Infraestrutura Tecnológica da BM&FBOVESPA : Modos de Acessos; Ambientes de Homologação e Testes; Dimensionamento dos Acessos; Sistemas e Ambientes oferecidos pela BM&FBOVESPA; Tabelas de preços; Especificações da contingência entre modos de acesso. 70

71 Acesso à Infraestrutura Tecnológica Introdução Modos de acesso Modos de acessos destinados a testes e homologação Dimensionamento dos acessos Sistemas e ambientes Pontos de atenção 71

72 Modos de Acesso A BM&FBOVESPA disponibiliza aos seus participantes 4 modos de acesso à infraestrutura tecnológica, conforme destacado na Figura 1, os quais possuem diferentes escopos, limites e características, de acordo com os sistemas a serem acessados. Figura 1 72

73 Modos de Acesso Cada modo de acesso está estruturado para informar ao participante: Descrição de cada modo de acesso à infraestrutura tecnológica da Bolsa; Formas de contratação; Características técnicas da solução; Formas de acesso; Sistemas e ambientes oferecidos; e Serviços de gerenciamento, monitoramento e suporte. 73

74 Modos de Acesso RCB Rede de Comunicação BM&FBOVESPA Trata se de uma rede de alta disponibilidade, escalabilidade, desempenho e baixa latência que provê acesso à infraestrutura tecnológica da Bolsa e a seu ambiente de negociação. Estão estabelecidas 3 formas de acesso na RCB (Figura 2). Figura 2 74

75 Modos de Acesso RCCF Rede de Comunicação da Comunidade Financeira Trata se de uma rede compartilhada administrada pela Primesys que provê acesso à infraestrutura tecnológica da Bolsa, bem como a seus ambientes de negociação e pósnegociação, além de acesso ao Banco BM&F. Estão estabelecidas 2 formas de acesso na RCCF (Figura 3). Forma de Acesso 1 Forma de Acesso 2 Figura 3 75

76 Modos de Acesso LAN Co location Trata se de uma estrutura que permite o acesso de equipamentos de participantes hospedados dentro do Datacenter da Bolsa diretamente aos sistemas e ambientes por esta disponibilizados, e que executam alto volume de transações. Rede de administração do ATS Rede de negociação Figura 4 76

77 Modos de Acesso VPN Internet Trata se de um acesso à infraestrutura tecnológica da Bolsa de baixo custo, grande abrangência e rápida implementação. Estão estabelecidas 2 formas de acesso por meio de VPN Internet (Figura 5). Forma de Acesso 1 Forma de Acesso 2 Figura 5 77

78 Acesso à Infraestrutura Tecnológica Introdução Modos de acesso Modos de acessos destinados a testes e homologação Dimensionamento dos acessos Sistemas e ambientes Pontos de atenção 78

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