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1 ÍNDICE Introdução... 3 Tipos de memórias... 3 EPROM... 3 EEPROM... 4 Memória Flash... 4 Flash NOR e Flash NAND... 5 Capacidade de uma Memória... 6 Encapsulamento dos chips... 7 BIOS de Computadores Entendendo seu Gravador Utilização Dispositivos Suportados Kit Básico do Programador Software de Gravação Descrição da Barra de Ferramentas: Tabs de seleção de página: Seqüência a seguir em uma gravação Gravando memórias 2XC080 ou 2XC Utilizando alimentação por fonte externa (não USB) Alterando a tensão de seu programador Alterando a configuração de Tipo de Chip Erros Comuns: Adaptadores para Willem com.br pág 2

2 Introdução As memórias são as responsáveis pelo armazenamento de dados e/ou instruções em forma de sinais digitais em sistemas eletrônicos em geral (computadores, sistemas embarcados, etc). Atualmente existem diversos tipos e tecnologias de memórias de memórias, como ROM, EPROM, EEPROM, Flash e RAM, SRAM, etc. Na próxima sessão tentaremos abordar algumas delas. Tipos de memórias EPROM Uma EPROM, ou Erasable Programmable Read-Only Memory, é um tipo de chip de memória de computador que mantém seus dados quando a energia é desligada. Em outras palavras, é não-volátil. Uma EPROM é programada por um dispositivo eletrônico que dá voltagens maiores do que os usados normalmente em circuitos elétricos. Uma vez programado, uma EPROM pode ser apagada apenas por exposição a uma forte luz ultravioleta. EPROMs são facilmente reconhecíveis pela janela transparente no topo do pacote, pela qual o chip de silício pode ser visto, e que admite luz ultravioleta durante o apagamento. Uma EPROM programada mantém seus dados por aproximadamente dez a vinte anos e pode ser lida ilimitadas vezes. A janela de apagamento tem que ser mantida coberta para evitar apagamento acidental pela luz do Sol. Antigos chips de BIOS de PC eram freqüentemente EPROMs, e a janela de apagamento era frequentemente coberta com um adesivo contendo o nome do produtor da BIOS, a revisão da BIOS, e um aviso de copyright. Alguns microcontroladores, frequentemente aqueles de antes da era da memória flash, usam EPROM para armazenar seus programas. Isto é útil para desenvolvimentos, pois usar dispositivos programáveis apenas uma vez seria terrivelmente difícil para depurar. A EPROM foi inventada pelo engenheiro Dov Frohman. Para se programar uma EPROM, é necessário utilizar um equipamento conhecido como Programador, como o gravador Willem. pág 3

3 resistente que os discos rígidos atuais, apresenta menor consumo, taxas de transferência, latências e peso muito mais baixos. Chega a utilizar apenas 5% dos recursos normalmente empregados na alimentação de discos rígidos. Já é cogitado o seu uso em notebooks, o que será expandido para a versão desktop em no máximo 5 anos. Os chips de memória Flash são parecidos com a memória RAM (Random Access Memory) usada nos computadores, porém suas propriedades fazem com que os dados não sejam perdidos quando não há mais fornecimento de energia (por exemplo, quando a bateria acaba ou o dispositivo é desligado). Fazendo uma comparação grosseira, o conceito de gravação de dados em um chip Flash é semelhante ao processo de gravação de dados em mídias CD- RW: de acordo com a intensidade de energia aplicada (no caso do CD-RW, laser) há gravação ou eliminação de informações. A memória Flash consome pouca energia, ocupa pouquíssimo espaço físico (daí ser ideal aos dispositivos portáteis) e costuma ser resistente, ou seja, bastante durável. O grande problema da memória Flash é seu preço elevado, o que faz com que a maioria dos usuários utilizem chips de até algumas dezenas de MB. A tecnologia Flash faz uso de semicondutores (solid state), ou seja, não tem peças, o que evita problemas de causa mecânica. Juntando isso a recursos de proteção, como ECC (Error Correction Code), a memória Flash se mostra muito confiável. Flash NOR e Flash NAND Existem dois tipos principais de memória Flash, NOR e NAND: NOR: a memória Flash NOR (Not OR) permite acesso às células de memória de maneira aleatória, mas com alta velocidade. Em outras palavras, o tipo NOR permite acessar dados em posições diferentes da memória de maneira rápida, sem necessidade de ser seqüencial. O tipo NOR geralmente é usado em chips de BIOS, telefones celulares e em placas de rede especiais; NAND: por sua vez, a memória Flash NAND (Not AND) também trabalha em alta velocidade, porém faz acesso seqüencial às células de memória e trata-as em conjunto, isto é, em blocos de células, em vez de acessá-las de maneira individual. pág 5

4 Capacidade de uma Memória É muito importante especificar quantos bits podem ser armazenados em uma determinada memória. Tomemos como exemplo uma memória que possa armazenar palavras de 20 bits. Isto representa uma capacidade total de armazenamento de bits (4.096 x 20), onde é o número de palavras e 20 é a quantidade de bits por palavra. Utiliza-se comumente representar o número de palavras da memória como múltiplo de 1.024, sendo comum a designação 1K (1 kilo) para representar bits, que é igual a Por exemplo, uma memória que tenha uma capacidade de armazenamento de 8K x 20 é na verdade uma memória de x 20. Memórias de grande capacidade de armazenamento utiliza a designação 1M (1 mega), que representa 220 que é igual a bits. Dessa forma uma memória com capacidade de 2M x 8, possui uma capacidade de x 8. pág 6

5 Encapsulamento dos chips Encapsulamento é o nome que se dá ao formato físico dos chips. O coração do chip é uma pastilha de silício, porém o encapsulamento é formado por terminais e um corpo (plástico, cerâmica, etc). Os primeiros chips surgiram utilizando o encapsulamento DIP (que é o mais comum e conhecido até hoje), porém a medida que a tecnologia foi avançando e surgindo a necessidade da miniaturização de circuitos e aumento da capacidade, foram surgindo encapulamentos cada vez menores, chegando ao extremo de se utilizar até o próprio silício sem encapsulamento em circuitos. Vamos conhecer os principais tipos de encapsulamento para chips de memória: DIP (Dual In-line Package) É o mais tradicional padrão de encapsulamento de circuitos integrados. É o tipo de encapsulamento que faz com que o circuito pareça uma "centopéia preta". É formado por duas linhas paralelas de terminais. A versão miniatura do DIP é chamada SOP (Small Outline Package, Encapsulamento de Perfil Pequeno). Este encapsulamento é também chamado DIL. Encapsulamento DIP PLCC (Plastic Leaded Chip Carrier) ou Encapsulamento Plástico com Contatos. Este chip não de encaixa em furos do PCB. Ao invés disso é montado num processo mais parecido com uma colagem do chip e muito usado atualmente nas placas de circuito. Este processo é chamado de tecnologia de montagem em superfície (SMT). pág 7

6 Encapsulamento PLCC Soquetes usados com circuitos integrados PLCC. Neste tipo de encapsulamento, deve-se utilizar uma ferramenta própria para retirar o chip, que é o extrator de chip PLCC, como se vê na figura a seguir: TSOP (Thin Small Outline Package) No Encapsulamento TSOP, o chip tem uma espessura muito pequena, porém é largo (20mm). Foi usado pela primeira vez em cartões de memória para notebooks. pág 8

7 Encapsulamento TSOP stsop (Shrink Thin Small Outline Package) Uma variação do encapsulamento TSOP porém é mais estreita (14mm) Memória stsop de 14mm pág 9

8 BIOS de Computadores O BIOS (sigla de Basic Input/Output System) é um programa armazenado na memória só de leitura (Read Only Memory, ou ROM) que serve basicamente para informar ao processador como trabalhar com os periféricos mais básicos do sistema, como, por exemplo, o drive de disquete. Um computador pode ser definido como um dispositivo que apenas executa instruções. Ele não sabe da existência de dispositivos tais como discos, teclado, monitores, placas de vídeo. É aqui que entra o BIOS do IBM-PC e compatíveis. Na ausência de alguns periféricos básicos, como o teclado, por exemplo, ele emite uma mensagem de erro. Se tudo correu bem na fase de detecção, ele passa para a próxima fase, ou seja, ele verifica se no drive de disquete está um disco flexível e, se estiver, tenta ler o primeiro setor do disco. Este setor de disco contém uma instrução de salto (JMP) para o endereço onde se encontra o código que carrega o sistema operacional, chamado de bootstrap, ou programa de boot. O setor de disco (que não deve exceder 512 bytes) deve terminar com um número mágico, que faz com que o BIOS o identifique como sendo um setor de boot propriamente dito. Na ausência desse número mágico, o BIOS pede que você insira um outro disco. Adicionalmente, o BIOS oferece um conjunto de serviços para ler setores de disco, exibir caracteres na tela, ler o teclado, e assim por diante, o que permite a programas como o MS-DOS (e o próprio programa de boot já mencionado) usar esses serviços sem ter que saber exatamente como funciona cada dispositivo (ou seja, o BIOS é uma primeira camada de abstração entre os aplicativos e o hardware). Os serviços do BIOS estão disponíveis através de chamadas a interrupções, que devem ser feitas apenas no chamado modo real de um computador tipo PC. Portanto, qualquer falha no BIOS provoca mal funcionamento do hardware, podem travar inexplicavelmente o computador, ou fazê-lo ressetar, por exemplo. Cerca de 80% das placas mãe que apresentam defeitos são devido a problemas no BIOS. pág 10

9 Exemplo de um chip de memória BIOS 39X040 PLCC de 4 Megabits Exemplo de um chip de memória BIOS AT49F002 DIP de 2 Megabits BIOS na placa mãe: o PN (part number) ou tipo do chip sempre está embaixo da etiqueta do fabricante. É preciso removê-la para descobrir o tipo. pág 11

10 Entendendo seu Gravador O Gravador Universal e um equipamento destinado a leitura e gravação de informações em componentes eletrônicos dotados de memória digital, exemplo da EPROM, EEPROM (chip de memória apagável eletronicamente), Microcontroladores, FlashROM, etc. Através da porta paralela executa a transferência de dados entre PC e equipamento, utilizando um software especifico para Microsoft Windows. Memórias são utilizadas em centrais de injeção automotiva, BIOS de PC, Boot Remoto de placas de rede, equipamentos eletrônicos e diversos outros dispositivos. O modelo de seu kit gravador (também conhecido como Dual Power Willem Eprom) é um programador de EPROM multi-funções. Nesta versão o programador possui suporte para alimentação via USB e também via tensão externa. Na figura a seguir temos a descrição de algumas das partes de seu programador: Programador Willem Dual Power: Utiliza soquete ZIF (Zero insertion Force, ou seja, inserção com força zero) marca 3M de alta durabilidade, onde basta fechar a alavanca para prender o chip. Além disto os demais soquetes são toneados para aumentar sua durabilidade. É Dual Power, ou seja, usa fonte de alimentação pela USB ou externa. O uso da porta USB para alimentar o circuito elimina a necessidade de um adaptador AC para a maioria dos casos. Caso seja necessário (exemplo: gravar um chip que precise de mais de 5V ou usar um micro sem USB), basta colocar o adaptador AC (fonte externa). pág 12

11 USB Power: Onde é conectado o cabo USB que é utilizado para alimentar o circuito. Através de uma fonte chaveada interna o programador é capaz de aumentar esta tensão para 12, 15, 21 e até 25 Volts. Porta Paralela: É onde é conectada o cabo da porta paralela do PC (também conhecida por LPT1). LED de Vpp: LED vermelho que indica que o chip está sendo programado. Indica somente se o Vpp está ligado. Power LED ou ON indica se a placa está energizada ou ligada. DIPSWITCH: Chave dipswitch que é configurada de acordo com o chip a ser gravado. O próprio software indica qual a configuração a seguir. O Hardware é totalmente compatível com as versões mais simples do programador Willem (como por exemplo, a versão PCB3B) e do software para Windows. Utilização Este programador suporta a grande maioria das EPROMs, EEPROMs, Memórias FLASH, EPROM seriais, Microcontroladores (ATMEL, Microchip, Intel, etc.), e até suporta diretamente (sem adaptadores) alguns dos bastantes usados e úteis microcontroladores PIC. A relação custo-benefício deste programador é excelente visto sua qualidade e sua grande gama de aplicações, das quais podemos citar: Desenvolvimento de sistemas embarcados: programação para microcontroladores MCS-51, AVR, PIC, etc. Reprogramação e remapeamento de chip BIOS, programação de BIOS. Reparos de placa mãe BIOS de placa mãe de PC (motherboard), e upgrade de BIOS. Manutenção e reparos de Copiadoras, aparelhos de Fax, manutenção e reparos de placas de impressoras. Reprogramação de chip de carro (modificação de potência, conversão de combustível), leitura de código em memória, gravação de chip. Manutenção e reparo de VCD,DVD e TV colorida Codificação e programação de controlador de luz Neon Duplicação de chips EPROM Reprogramação de chip de receptor satélite (m28f410) pág 13

12 Entre muitas outras aplicações! A seguir a lista de dispositivos suportados pelo Novo Willem Eprom Programmer Dual Power. pág 14

13 Dispositivos Suportados Memória, Microcontrolador 1.EPROM Modelo # 27C64,27C128, 27C256,27C512,27C010,27C020, 27C040, 27C1001 M27C1001,M27C2001, M27C C080,M27C801,M87C257 ( Vcc é fixo em 5V, e Vpp é ajustado entre 12V,15V,21V,25V ) 16 bit EPROM(DIP40) (1-4Mbit) 16 bit EPROM(DIP42) (4-32Mbit) 27C1024 (27C210), 27C2048 (27C2002), 27C4096 (27C4002) Adaptador 16bit DIP40 é necessário M27C400(DIP40), 27C800, 27C160, 27C322 Adaptador 16bit DIP42 é necessário 2.Erasable EPROM (apagável) 3.EEPROM 4.Memória FLASH com adaptador TSOP48 : W27E512, W27E010, W27C010, W27C020, W27C040 SST27SF256, SST27SF512, SST27SF010, SST27SF020 MX26C4000 Vcc = V SST37VF512, SST37VF010, SST37VF020, SST37VF040 28C65, 28C64, 28C128, 28C256, 28C512, 28C010, 28C020, 28C040 M28C16A/17A (DIP28) 28C16, XLS2816 (DIP24) AT28C64B, AT28C256, AT28C512, AT28C010, AT28C020, AT28C040 28F64, 28F128, 28F256, 28F512, 28F010, 28F020 MX26C1000, MX26C2000, MX28F1000, MX28F2000 Am28F256A, Am28F512A, Am28F010A, Am28F020A intel: i28f001bx, 28F004, 28F008, 28F016 SST28SF040A, LE28F F64, 29F128, 29F256, 29F512, 29F010, 29F020, 29F040, 29F080 29F001,29F002, 29F004, 29F008, 29F016, 29F032 AT29C256, AT29C512, AT29C010A, AT29C020, AT29C040, AT29C040A W29EE512, W29EE011, W29EE012, W29C020(128),W29C040 PH29EE010(W29EE011) ASD AE29F1008 (AT29C010), AE29F2008 (AT29C020) AT49F512, AT49F010, AT49F020, AT49F040 SST39SF010, SST3S9F020, SST39SF040 AT49F001, AT49F002, AT49F008A Am29F512, Am29F010, Am29F020, Am29F040.HY29F080 29F002, 29F002T, Pm29F002T Am29F400, Am29F800, 29F160, 29F320 (read/write byte mode) HY29F200, HY29F400, HY29F800, AT49F2048A, AT49F4096A, AT49F8192A pág 15

14 Memória, Microcontrolador Modelo # com adaptador TSOP48 (Vpp12V): i28f200,i28f400, i28f800, i28f160 (TSOP48) 28F001(DIP32 or PLCC32) com adaptador 29LV200, 29LV400, 29LV800, 29LV160, 29LV320 (read/write TSOP48LV Adapter: byte mode) Firmware Hub/LPC (PLCC32): 5. Serial (I2C)EEPROM 6.Microwire EEPROM 7.PIC embedded MCU Firmware Hub: 82802AB, 82802AC, AT49LW040, AT49LW080 SST49LF002A, SST49LF003A, SST49LF004A, SST49LF008A LPC flash: SST49LF020, SST49LF040 24C02, 24C04, 24C08, 24C16, 85C72, 85C82, 85C92 24C32, 24C64, 24C128, 24C256, 24C512 (allc/lc series) PCF8572,8572, PCF8582, 8582, PCF8592, mode:93c06, 93C46, 93LC46, 93C56, 93C57, 93C66, 93C76, 93C86,93C13,93C14 16 mode:at59c11, AT59C22, AT59C13 CAT35C102, CAT35C104, CAT35C108 93C06A,93C46X,93C56,93C66,93C76,93C86 (NS) Without 40Pin adaptor: 16C84, 16F84, 16F84A,16F627,16F628,16F627A,16F628A,16F648A 16F818,16F819 12C508/A, 12C509/A, 12CE518, 12CE519, 16C505 16C620 16C621, 16C622, 16CE623, 16CE624, 16CE625, 16C710/711 16F630,16F676 With 40Pin adaptor: 16F870,16F871,16F872,16F873,16F874,16F874,16F876, 16F877,16F873A,16F874A,16F876A,16F877A com adaptador para microcontrolador PIC : 16F871,16F874,16F877, 16F870,16F872,16F873,16F876 8.SPI EEPROM 9.Test SRAM,Lossless SRAM Function 10. Atmel MCU com adaptador AtmelAT89 Atmel:AT25010,020, 040 (A8-A0) AT25080, 160, 320, 640, 128, 256 (A15-A0) ST:W , Microchip 25x010-25x ,25020, C080,25C160,25C320,25C640,25C128,25C256,25C512 AT25HP256,AT25HP512 AT25HP1024 CAT64LCxxx (16 Data I/O) CAT64LC010, CAT64LC020, CAT64LC040 DS1220,DS1225Y, DS1230Y/AB, DS1245Y/AB, DS1249Y/AB 6116, 6264, 62256, 62512, series: Atmel:AT89C51,52,55, AT89LV51,52,55 AT89S8252 (8K+2K), AT89S53, AT89LS8252,AT89LS53 AT89C1051,AT89C2051,AT89C4051 (20pin) AT89C51RC (32KB), AT89C55WD (6.2V) SST89C54/58, SI89C52 Intel:i87C51, i87c51fa, i87c51fb i8xc51,i8xc52,i8xc54,i8xc58 90 series: AT90S1200,AT90S2313 pág 16

15 Memória, Microcontrolador 11. microcontrolador Atmel Modelo # com adaptador AVR DIP40 : AT90S8515,AT90S4414,,AT90S4434, AT90S8535 com adaptador AVR DIP28 : AT90S2333,AT90S4433 com adaptador microcontrloador Atmel AT89 PLCC44: P8048AH, P8049AH,P8050AH, P8042AH (Vea = 12V) P8041, P8042 OTP (read/verify/progam) P8748,P8749H,P8742H(Vea = 18V) EPROM (read/verify/progam) D8748,D8749,D8742,D8741, D8742(Vea = 18V) pág 17

16 Kit Básico do Programador O kit básico para programação de memórias e microcontroladores é composto de: Nova placa de Programação Willem para diversos chips, último modelo. É a melhor, mais avançada e com mais recursos do mercado. Acompanha soquete ZIF 32 Pinos (marca 3M) Cabo USB para alimentação Cabo de paralelo de Dados Adaptadores DIP28 para PLCC32, FWH/HUB e DIP32 para PLCC32 pág 18

17 Uma memória EPROM 27Cxxx para testes E Ainda acompanha um CD com manual, guia de uso rápido e software para ler, editar, remapear e gravar diversos dispositivos. Extrator de chip com encapsulamento PLCC: Usado para extrair chips de dentro do soquete que usam encapsulamento PLCC sem utilizar muita força e sem danificar o soquete ou o chip. Ferramenta imprescindível para quem trabalha com este tipo de encapsulamento.. Software de Gravação Para utilizar o seu gravador, é necessário instalar o software dele chamado Willem EPROM. Dentro do CD que você recebeu, tem o arquivo de instalação do software. Basta executá-lo e seguir os passos pág 19

18 ícone do programa Willem EPROM Após instalar, basta entrar no ícone criado para o software: A tela do programa aparecerá como mostra a figura a seguir: Escolha o chip que deseja gravar no menu Device e depois faça as configurações no programador de acordo com a janela do software (em círculo vermelho). Note que o programador é o PCB3: pág 20

19 Atenção: Cuidado para não afundar o DIPSWITCH (chave 12 posições azul) com o dedo. Use uma pequena chave de fenda ou pinça para empurrá-la para frente ou para trás. pág 21

20 Notebook Reparos.com.br - Seu parceiro em Informações Técnicas ver 2.0 Um primeiro teste a se fazer, depois de conectar os cabos no gravador é entrar no menu Help/ Test Hardware. Feito isto, o software faz um check e vê se o programador está corretamente conectado ao computador. Descrição da Barra de Ferramentas: Lê o arquivo de dados e carrega ele na área de Buffer, o qual pode ser : Intel HEX (*.hex); Binary (*.bin); Motorola S Record (*.s); Outros arquivos de Eprom (*.bin, *.hex, *.s) Salva o conteúdo do Buffer para um arquivo no disco rígido. Limpa o conteúdo da área de Buffer do software pág 22

21 File : Todas as operações com arquivos: Open: Abre um arquivo; Save: Salva um arquivo; Exit: Sai do programa Edit: Edita o conteúdo da area de Buffer Device: Seleciona o chip ou dispositivo que se quer trabalhar (ler/programar/testar...) Action: As operações para se trabalhar (ler/programar/testar...) Help: Informação de ajuda. Áreas dentro do software: Da esquetrda para a direita, existem 4 áreas: 1. Seleção de chip e parâmetros; 2. Desenho de Indicação de ajustes e Jumpers do hardware 3. Ajuste de parâmetros para microcontroladores, tal como Lock Bit; 4. Ajuste fino e parâmetros de programação. Normalmente os valores padrões podem ser usados. Tabs de seleção de página: No rodapé do programa principal estão as Tabs de seleção de janelas Clique em Buffer para exibir o conteúdo da área de buffer. Qualquer arquivo aberto ou lido ficará nesta área. A figura abaixo mostra ela pág 23

22 A primeira coluna é o endereço do dado, a última coluna é o dado em código ASCII. A coluna do meio é o valor do dado em hexadecimal. Se existir uma EEPROM interna em um microcontrolador PIC, o conteúdo da EEPROM será mostrado automaticamente. StatusBar: Mostra o status atual do programador. Se a gravação do chip falhou, se existiu um problema na posição do chip, problema no programador, etc. As outras tabs servem para configurações mais detalhadas, fazer Teste de Hardware e configurações especiais para microcontrolador PIC. Seqüência a seguir em uma gravação É importante sempre fazer a seqüência na hora de programar um chip: 1. Ligar o programador sem o chip 2. Ajustar o programador (dipswitch, jumpers, etc) 3. Só então colocar o chip (não coloque se o LED do Vpp estiver aceso. Para apagá-lo, vá no menu Help e entre em Test Hardware. pág 24

23 4. Se o chip for Flash, aperte o botão Mostrar ID do Chip. Se não identificar, verifique se todas as conexões e ajustes estão corretos. 5. Agora é só fazer ler, gravar, etc. ATENÇÃO: Antes de mudar qualquer JUMPER ou chave, lembre-se de retirar o chip do aparelho. Se não souber a tensão e o modelo exato da memória, sempre é bom consulta o datasheet (no endereço por exemplo). Mas se não tiver, é melhor começar tentando pelos modelos que são 3,6Volts (que é com o jumper do soquete fechado aberto) como na figura que mostra o jumper de ajuste de voltagem de um adaptador: Modelos que são com tensão menor que 5 Volts tem normalmente alguma letra sugestiva (como por exemplo LV, 28LV160). Gravando memórias 2XC080 ou 2XC801 Para gravar memórias de 8Megabits é necessário conectar o pino P1 do conector J1 no pino A19, conforme a figura abaixo. Utililize o jumper do conector J2 para isto. pág 25

24 J1 J2 Utilizando alimentação por fonte externa (não USB) O seu programador Dual Power tem a opção de duas fontes, ou seja, pode ter a alimentação do circuito feita através da USB ou através da fonte. Se for utilizar a alimentação via fonte, é possível alterar a tensão de trabalho do chip, através do jumper J8, conforme a configuração na figura abaixo: 5 Volts 5,6 Volts 6,2 Volts J8 J8 J8 ATENÇÃO: A fonte deverá ser de 9V a 15Volts DC, com corrente mínima de 300mA. O centro do pino é positivo (+). NÃO LIGAR CABO E FONTE AO MESMO TEMPO. Alterando a tensão de seu programador Seu gravador é capaz de trabalhar com as seguintes tensões: 12Volts (normal para 98% dos chips), 15Volts, 21Volts e até 25Volts. Para modificar a tensão de programação (Vpp) de seu programador, altere os jumpers da seguinte forma: J5 J6 J5 J6 J5 J6 J5 J6 12 Volts (NORMAL) 15 Volts 21 Volts 25 Volts Importante: Antes de mudar a tensão de programação de um chip, verifique se o chip é capaz de suportar tal tensão, pois se não poderá danificar o chip e até mesmo seu programador. Nunca coloque o chip se o LED Vpp (vermelho) ou Busy estiverem acesos na placa. Para apagá-los, vá no menu: Help / Test Hardware. pág 26

25 Alterando a configuração de Tipo de Chip Dependendo do tipo de chip a ser gravado, é necessário mudar os jumpers ao lado do ZIF. Normalmente, o próprio software indica qual será a nova configuração. Veja a tabela a seguir de configurações: Erros Comuns: 1. Não ligar o cabo de dados e a alimentação corretamente: é necessário ligar SEMPRE o cabo na porta paralela e ligar o cabo para alimentação (cabo USB ou fonte externa). 2. Tentar gravar usar cabo conversor USB p/ paralelo em laptops sem porta paralela: Alguns laptops não possuem a porta paralela, porém o gravador usa todos os pinos da porta paralela e o cabo conversor é para impressora somente, portanto não funcionará 3. Usar Laptops com porta paralela fora de padrão: Alguns laptops possuem a porta paralela sem ser padrão TTL 5Volts. Nestes casos, não funcionará. É recomendado o uso em PC. 4. Colocar o chip posicionado errado no ZIF: O chip deve ficar sempre com seu o pino 1 ao lado esquerdo do programador. O último pino do lado esquerdo do chip deverá estar no pino 16 do soquete ZIF (ou seja, no último). 5. Tentar gravar por cima de um chip não virgem (EPROM) ou não apagado (EEPROM). O gravador irá gravar, mas acontecerão erros durante a verificação de gravação. pág 27

26 Adaptadores para Willem O programador Dual Power Willem suporta diversos tipos de adaptadores para os mais variados fins e já acompanha alguns adaptadores úteis. Os adaptadores são necessários principalmente quando o encapsulamento do chip é para solda SMD (Surface Mounted Device) que são soldados superficialmente nas placas e para alguns chips mais especiais e específicos. Para a maioria dos dispositivos não é necessário o uso de adaptadores. Para saber se o gravador precisará de um adaptador para gravar o chip desejado, reveja novamente a tabela Dispositivos Suportados. A lista a seguir traz alguns adaptadores que somente são necessários em programadores Willem comuns e não são necessários no Willem Eprom Programmer. Para ver a lista completa, acesse o site Se você não achar o adaptador que procura, entre em contato, pois certamente teremos o que você quer. pág 28

27 Adaptador DIP-28 para PLCC-32 Indicado para Programador comum ou mesmo para o Willem EPROM programmer, além de diversos programadores Universais do mercado como TOP852, TOP853, TOP2003, TOP2004, TOP2005, TOP48, TOP2048, EasyPro, entre muitos outros. Ele suporta dispositivos 5 Volts e 3.3 Volts, como EPROMs, EEPROMs e memórias Flash das famílias 27, 28, 29, 39 e 49 (como por exemplo, 27C64-27C512,29C256 etc.) Adaptador ZIF para DIP-8 para SOIC-8 Indicado para Programador comum ou mesmo para o Willem EPROM programmer, além de diversos programadores Universais do mercado como TOP852, TOP853, TOP2003, TOP2004, TOP2005, TOP48, TOP2048, EasyPro, entre muitos outros. É indicado para gravação de todos os dispositivos suportados que são SMD e tem encapsulamento SOIC-8. Ele é um simplesmente um conversor DIP-8 para SOIC-8 pág 29

28 Adaptador TSOP48-S (tipo soquete simples) Este soquete é para chips com encapsulamento TSOP48 (20mm ou 14mm) e é indicado para Programador comum ou mesmo para o Willem EPROM programmer. Lista de dispositivos suportados: Am29F400, Am29F800, 29F160, 29F320 (read/write byte mode) HY29F200, HY29F400, HY29F800, AT49F2048A, AT49F4096A, AT49F8192A i28f200,i28f400, i28f800, i28f160 i28f320 29LV200, 29LV400, 29LV800, 29LV160, 29LV320 (read/write byte mode) pág 30

29 Adaptador TSOP48 (modelo com soquete ZIF) Este soquete é para chips com encapsulamento TSOP48 e possui um excelente soquete ZIF (zero insertion force) marca YAMAICHI que é o melhor que existe (pois permite milhares de operações) e é indicado para Programador comum ou mesmo para o Willem EPROM Programmer. Lista de dispositivos suportados: Am29F400, Am29F800, 29F160 (read/write byte mode) HY29F200, HY29F400, HY29F800, AT49F2048A, AT49F4096A, AT49F8192A i28f200,i28f400, i28f800, i28f160 29LV200, 29LV400, 29LV800, 29LV160 (read/write byte mode) pág 31

30 Adaptador PSOP44 (Am29F/28F ) (c/ ZIF) Este soquete é para chips com encapsulamento PSOP44 e possui um excelente soquete ZIF (zero insertion force) e é indicado para Programador comum ou mesmo para o Willem EPROM Programmer. Acompanha cabo adaptador. Lista de dispositivos suportados: Memórias Flash: 29F400, 28F800, 28F200, 28F400, 28F800 Kit composto por: Adaptador PSOP44 com soquete ZIF (Am29F/28F ) + cabo do adaptador Grava a m28f410 dos receptores satélite da TECSAT pág 32

31 Adaptador para ATMEL89/ 51 AVR Este adaptador é indicado para Programador comum ou mesmo para o Willem EPROM Programmer. Lista de dispositivos ATMEL/Intel suportados: AT89C51, AT89C52, AT89C55 AT89LV51, AT89LV52, AT89LV55 AT89S8252 (8K+2K), AT89S53, AT89LS8252, AT89LS53 AT89C1051, AT89C2051, T89C4051(20pin) AT89C51RC (32KB), AT89C55WD (6.2V) SST89C54, SST89C58, SI89C52 Intel: i87c51, i87c51fa, i87c51fbi8xc51, i8xc52, i8xc54, i8xc58 Série 90: AT90S1200, AT90S2313 Adaptador ATMEL AT89/ 51AVR/ MCS-51 c/ PLCC44 pág 33

32 Este adaptador é indicado para Programador comum ou mesmo para o Willem EPROM Programmer. O adaptador tem um PLCC44 onboard para os chips que possuem este encapsulamento. Lista de dispositivos suportados: AT89C51, AT89C52, AT89C55 AT89LV51, AT89LV52, AT89LV55 AT89S8252 (8K+2K), AT89S53 AT89LS8252, AT89LS53 AT89C1051, AT89C2051, AT89C4051(20pin) AT89C51RC (32KB), AT89C55WD(6.2V) SST89C54, SST89C58, SI89C52 Intel: i87c51, i87c51fa, i87c51fb, i8xc51,i8xc52,i8xc54,i8xc58 Série AVR AT90: AT90S1200, AT90S2313 pág 34

33 Adaptador ATMEL DIP40 para PLCC44 Este adaptador é indicado para Programador comum ou pode mesmo ser usado no Willem EPROM Programmer, para ser usando em adaptador que contenha o soquete DIP40 para ATMEL. É indicado para gravação de todos os dispositivos suportados e que tem encapsulamento PLCC44. Ele é um simplesmente um conversor DIP-40 para PLCC44 Adaptador para FWH/LPC/HUB Este adaptador é indicado para Programador comum ou pode mesmo ser usado no Willem EPROM Programmer. Lista de dispositivos suportados: 82802AB, 82802AC AT49LW040, AT49LW080 SST49LF002A, SST49LF003A, SST49LF004A, SST49LF008A LPC flash: SST49LF020, SST49LF040 pág 35

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