Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental

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1 Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental Ana Neri da Paz Justino

2 Ana Neri da Paz Justino Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental Livro-texto EaD Natal/RN 2010

3 DIRIGENTES DA UNIVERSIDADE POTIGUAR Chancelaria Prof. Paulo Vasconcelos de Paula Reitoria Prof.ª Sâmela Soraya Gomes de Oliveira Pró-Reitoria de Graduação Prof.ª Sandra Amaral de Araújo Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação Prof. Aarão Lyra Pró-Reitoria de Extensão e Ação Comunitária Prof.ª Jurema Márcia Dantas da Silva NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DA UNIVERSIDADE POTIGUAR - UnP Coordenação Geral Prof. Barney Silveira Arruda Prof.ª Luciana Lopes Xavier Coordenação Acadêmica Prof.ª Flávia Helena Miranda de Araújo Freire Coordenação Pedagógica Prof.ª Edilene Cândido da Silva Coordenação de Produção de Recursos Didáticos Prof.ª Michelle Cristine Mazzetto Betti Revisão de Estrutura e Linguagem EaD Prof.ª Priscilla Carla Silveira Menezes Prof.ª Úrsula Andréa de Araújo Silva Prof.ª Thalyta Mabel Nobre Barbosa Coordenação de Produção de Vídeos Prof.ª Bruna Werner Gabriel Coordenação de Logística Helionara Lucena Nunes Assistente Administrativo Gabriella Souza de Azevedo Gibson Marcelo Galvão de Sousa Giselly Jordan Virginia Portella J96d Justino, Ana Neri da Paz. Desenvolvimento e sustentabilidade ambiental / Ana Neri da Paz Justino. Natal: EdUnP, p. : il. ; 20 X 28 cm Ebook Livro eletrônico disponível on-line. ISBN Sustentabilidade ambiental. I. Título. RN/UnP/BCSF CDU

4 Ana Neri da Paz Justino Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental Livro-texto EaD Natal/RN 2010

5 EQUIPE DE PRODUÇÃO DE RECURSOS DIDÁTICOS Organização Profª. Michelle Cristine Mazzetto Betti Prof.ª Luciana Lopes Xavier Coordenação de Produção de Recursos Didáticos Prof.ª Michelle Cristine Mazzetto Betti Revisão de Estrutura e Linguagem em EaD Prof.ª Priscilla Carla Silveira Menezes Prof.ª Thalyta Mabel Nobre Barbosa Prof.ª Úrsula Andréa de Araújo Silva Ilustração do Mascote Lucio Masaaki Matsuno EQUIPE DE EDITORAÇÃO GRÁFICA Delinea - Tecnologia Educacional Coordenação de Editoração Charlie Anderson Olsen Larissa Kleis Pereira Coordenação Pedagógica Prof.ª Margarete Lazzaris Kleis Ilustrações Alexandre Beck Revisão Gramatical e Normativa Morgana do Carmo Andrade Barbieri Diagramação Regina Cortellini

6 Profª. Ana Neri da Paz Justino Olá, como vai? No período dessa disciplina, estaremos muito próximos e, por isso, gostaria de me apresentar. Eu sou graduada em Turismo e Especialista em Educação Ambiental, ambas pela Universidade Potiguar-UnP. Atualmente sou professora DNS II desta instituição, onde leciono disciplinas ligadas às Escolas de Comunicação e Artes, Gestão e Negócios e Hospitalidade e Gastronomia, bem como da Pós-graduação. Também nessa instituição, sou coordenadora do Laboratório de Lazer do Curso de Turismo (Projeto Sabor de Brincar: Brinquedoteca Cultural) e do curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão e Organização de Eventos. Ainda exerço a função de Professora Bolsista no Projeto Barco-Escola Chama-Maré, uma proposta de educação ambiental e patrimonial do IDEMA, executado pela FUNDEP, que é a fundação para a pesquisa da Universidade Potiguar. Como experiência profissional na área de Desenvolvimento e Sustentabilidade, posso elencar as atividades a seguir: CONHECENDO O AUTOR Ministrei vários blocos curriculares em diversos cursos profissionalizantes no Centro Educacional Dom Bosco (Consórcio Social da Juventude de Natal e Região Metropolitana), Instituto Potiguar de Juventude e Cidadania, Ministério do Turismo e SENAC/RN; Fui responsável pelo Bloco do Conhecimento Educação Ambiental, oferecido pela Pós-Graduação Lato Sensu em Ensino Fundamental em Parnamirim-RN, oferecida pela UnP, além da orientação de vários trabalhos de conclusão de curso da graduação e pós-graduação com esta mesma temática; Proferi várias palestras em instituições de ensino médio sobre a questão ambiental e suas implicações por ocasião da realização de Semanas de Meio Ambiente;

7 Sou Gestora Ambiental do Programa Nacional de Gestores Ambientais; vinculado ao Ministério do Meio Ambiente; Faço parte do quadro de consultores Start Pesquisa e Consultoria Técnica Ltda.; Atuei por oito anos à frente da Coordenadoria de Turismo da Secretaria de Infraestrutura, Meio Ambiente e Turismo do Município de Ceará-Mirim/RN.

8 DESENVOLVIMENTO E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL Olá! Você está iniciando o estudo da disciplina Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental. Ao final da mesma, você deverá ter apreendido os seguintes conteúdos curriculares: Cidadania Planetária e Desenvolvimento Sustentável, Ecologia Humana e Economia Solidária. No decorrer dos nossos estudos, você perceberá o quanto as questões que cercam essa temática estão diretamente ligadas à cultura de cada povo, bem como que, para o alcance do desenvolvimento sustentável, surge a necessidade de mudança de postura, especialmente no que diz respeito ao consumo. Assim serão tratados temas envolvendo a questão de ética, o desenvolvimento sustentável e as novas possibilidades de apropriação da natureza. Além desses, também trataremos de questões relacionadas à participação da sociedade por meio do movimento ambientalista, juntamente com as novas formas de produção atreladas à cooperação e à autogestão, a exemplo da economia solidária. A escolha dos conteúdos componentes dessa disciplina se deve ao fato de que a cada dia precisamos pautar nossa atuação profissional em princípios que levem ao consumo racional dos recursos, de modo a garantir a qualidade ambiental para todos os seres vivos. CONHECENDO A DISCIPLINA É evidente que você, como aluno da UnP, não poderia ficar de fora dessas discussões, tendo em vista que nosso interesse é formar profissionais polivalentes e capazes de se adaptar às novas situações, e a problemática ambiental é uma delas. Espero que este seja o início de uma caminhada exitosa rumo ao! Desejo a você bons estudos!

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10 1 Identificação CURSO: NEaD - DISCIPLINAS DE GRADUAÇÃO A DISTÂNCIA DISCIPLINA: DESENVOLVIMENTO E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL PROFESSORA AUTORA: Ana Neri da Paz Justino MODALIDADE: A DISTÂNCIA 2 Ementa Cidadania Planetária e Desenvolvimento Sustentável, Ecologia Humana, Economia Solidária. 3 Objetivo Estimular nos discentes a adoção de posturas éticas, socialmente justas, ecologicamente corretas e economicamente viáveis, de modo que os mesmos apresentem formas de utilização do meio ambiente que possibilitem o tempo necessário para recomposição dos ecossistemas, explicando como os movimentos sociais são um ingrediente fundamental para o estímulo do protagonismo dos indivíduos deixados à margem do sistema capitalista, bem como, para a validação da causa ambiental por meio da demonstração de possibilidades de adoção da economia solidária como sistema econômico alternativo ao capitalismo econômico. PLANO DE ENSINO 4 Habilidades e Competências Perceber como as questões ambientais estão relacionadas com posturas adotadas na utilização dos recursos naturais; Compreender a abrangência do tema sustentabilidade ambiental; Caracterizar a gestão responsável como um caminho para o desenvolvimento socialmente justo, ambientalmente sustentável e economicamente viável; Identificar as estratégias e os desafios para a promoção da participação da sociedade como um todo no movimento ambientalista;

11 Perceber a economia solidária como ferramenta de alcance para o desenvolvimento sustentável a partir da cultura do desenvolvimento comunitário; Executar sua atividade profissional orientada pelos princípios da ética ambiental; Pesquisar formas de uso sustentável dos recursos naturais, considerando a capacidade de regeneração dos ecossistemas; Participar ativamente das decisões políticas de sua localidade; Desenvolver estratégias de promoção ao desenvolvimento local. 5 Valores e Atitudes Formação de profissionais comprometidos com o bem-estar da coletividade e do meio ambiente, não permitindo que os interesses econômicos se sobreponham aos demais, de modo que sua atuação profissional leve em conta os princípios e as dimensões da sustentabilidade ambiental, mesmo que para isso os projetos por eles desenvolvidos gerem menor lucratividade. 6 Conteúdos Programáticos UNIDADE I A questão ambiental, a educação e suas implicações: a ética, a moral e a justiça ecológica; Princípios e dimensões da sustentabilidade: econômica, social, ecológica, cultural e espacial; O desenvolvimento sustentável; Ecologia humana - um novo olhar para o desenvolvimento. UNIDADE II O movimento ambientalista a partir da visão holística: homem x natureza; Economia solidária: perspectivas de gestão com foco no futuro; Políticas públicas para a economia solidária: estímulo à autogestão e ao cooperativismo; Desenvolvimento comunitário x desenvolvimento estratégico.

12 7 Procedimentos Metodológicos Utilização de material didático impresso (livro-texto); Interação pelo Ambiente Virtual de Aprendizagem; Utilização de material complementar (sugestão de filmes, livros, sites, músicas, ou outro meio que mais se adéque à realidade do aluno). 8 Atividades Discentes Pontualidade e assiduidade na entrega das atividades (propostas no material didático impresso (livro-texto) e/ou no Ambiente Virtual de Aprendizagem) solicitadas pelo Tutor; Realização das avaliações presencias obrigatórias nos encontros presenciais obrigatórios. 9 Procedimentos de Avaliação A avaliação ocorrerá em todos os momentos do processo ensino-aprendizagem, considerando: Leitura do material didático impresso (livro-texto); Interação com tutor por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem; Realização de atividades propostas no material didático impresso (livrotexto) e/ou no Ambiente Virtual de Aprendizagem; Aprofundamento nos temas por pesquisas extras ao material didático impresso (livro-texto).

13 12 Bibliografia 12.1 Bibliografia Básica GADOTTI, Moacir. Economia solidária como práxis pedagógica. São Paulo: Instituto Paulo Freire, NASCIMENTO, Elimar Pinheiro do & VIANNA, João Nildo.(orgs). Dilemas e Desafios do Desenvolvimento Sustentável no Brasil. Rio de Janeiro: Garamond, LEFF, Enrique. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. 7ª. ed. Petrópolis: Vozes, Bibliografia Complementar BOFF, Leonardo. Saber Cuidar: ética do humano - compaixão da Terra. 7ª ed. Petrópolis: Vozes, SANTOS, Milton. O Espaço do Cidadão. 7ª ed. São Paulo: EDUSP, Bibliografia Internet Disponível em: <http://www.mte.gov.br/ecosolidaria/pub_avaliacao_politicas_publicas. pdf>. Acesso em: 05 nov Disponível em: <http://www.unitrabalho.org.br/noticias/artigos/pdf/economiasolidaria. pdf>. Acesso em: 05 nov

14 - A questão ambiental, a educação e suas implicações: a ética, a moral e a justiça ecológica Contextualizando Conhecendo a teoria A questão ambiental na atualidade O começo de tudo: o crescimento pautado no consumismo A sustentabilidade das ações antrópicas A educação como ferramenta para o uso sustentado do planeta A ética, a moral e a justiça ecológica como premissas para a mudança de postura A ação baseada na ética e na moral Aplicando a teoria na prática Para saber mais Relembrando Testando os seus conhecimentos Onde encontrar SUMÁRIO Capítulo 2 - Princípios e dimensões da sustentabilidade: econômica, social, ecológica, cultural e espacial Contextualizando Conhecendo a teoria A sustentabilidade econômica A sustentabilidade social A sustentabilidade ecológica A sustentabilidade cultural A sustentabilidade espacial Aplicando a teoria na prática Para saber mais Relembrando Testando os seus conhecimentos Onde encontrar Capítulo 3 - O desenvolvimento sustentável Contextualizando Conhecendo a teoria Entendendo o desenvolvimento Prevenção como condição para o desenvolvimento sustentável O papel das políticas públicas para garantir o desenvolvimento sustentável Gestão sob a ótica ambiental: um caminho para a harmonia A matriz energética...69 O uso e ocupação do solo...71 A geopolítica como diretriz de caminhos...72 A educação como um mecanismo de revolução Aplicando a teoria na prática Para saber mais Relembrando Testando os seus conhecimentos Onde encontrar... 79

15 Capítulo 4 - Ecologia humana - um novo olhar para o desenvolvimento Contextualizando Conhecendo a teoria Comentando a ecologia humana Uma relação complexa: o homem e a natureza O homem como centro da natureza...85 O homem como parte da natureza O processo interativo homem x natureza O equilíbrio proporcionado pelo saber ambiental...89 As estratégias de manejo como garantia de sustentabilidade...91 As tecnologias limpas e o consumidor verde Aplicando a teoria na prática Para saber mais Relembrando Testando os seus conhecimentos Onde encontrar Capítulo 5 - O movimento ambientalista a partir da visão holísitca: homem x natureza Contextualizando Conhecendo a teoria O princípio de tudo: o homem se apropria da natureza O despertar da conscientização O significado do movimento ambientalista A participação social para garantir o uso e manejo dos recursos de maneira Sustentável Separando o joio do trigo Desafios para a visão holística homem x natureza A democracia como meta do movimento ambientalista O impacto do discurso ambientalista Estimular estratégias para transformar a racionalidade econômica dominante Um estado multiétnico como garantia de sustentabilidade As disparidades dos interesses entre países desenvolvidos e em desenvolvimento Aplicando a teoria na prática Para saber mais Relembrando Testando os seus conhecimentos Onde encontrar Capítulo 6 - Economia solidária: perspectivas de gestão com foco no futuro Contextualizando Conhecendo a teoria Economia solidária: muito prazer! A educação transformadora como caminho para a economia solidária A renovação do sistema educacional para o alcance do aprendizado solidário A organização do saber para o alcance do trabalho decente Educação cooperativa como princípio para a autogestão...131

16 6.2.3 A economia solidária como alternativa de desenvolvimento sustentável Aplicando a teoria na prática Para saber mais Relembrando Testando os seus conhecimentos Onde encontrar Capítulo 7 - Políticas públicas para a economia solidária: estímulo à autogestão e cooperativismo Contextualizando Conhecendo a teoria Um pouco de política pública Política pública e economia solidária As parcerias entre o poder público e os movimentos sociais para autogestão e a economia solidária A comunicação como ferramenta para a economia solidária As redes de cooperação para a economia solidária Aplicando a teoria na prática Para saber mais Relembrando Testando os seus conhecimentos Onde encontrar Capítulo 8 - Desenvolvimento comunitário x desenvolvimento estratégico Contextualizando Conhecendo a teoria Entendendo a cultura do desenvolvimento comunitário Algumas iniciativas de estímulo ao desenvolvimento comunitário estratégico O desenvolvimento comunitário na prática A sustentabilidade alicerçada no desenvolvimento comunitário Aplicando a teoria na prática Para saber mais Relembrando Testando seus conhecimentos Onde encontrar...182

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18 CAPÍTULO 1 A Questão Ambiental, a Educação e Suas Implicações: a Ética, a Moral e a Justiça Ecológica 1.1 Contextualizando Três temáticas fundamentam a questão ambiental e a educação: a ética, a moral e a justiça ecológica. Neste sentido, a necessidade da abordagem de tais conteúdos se faz eminente para que você compreenda os alicerces em que está fundamentada a problemática ambiental, constituindo-se assim na base para todo percurso deste livro texto. Chamar sua atenção para esse fato é pertinente nesse momento, pois, à medida que compreendemos o contexto dos problemas ambientais planetários, ficamos sensíveis para assumirmos uma postura que contemple a busca para a resolução dos mesmos. Neste sentido, perceber a importância do conteúdo proposto para este capítulo é ferramenta indispensável para um entendimento coerente a respeito da disciplina. Assim, esperamos que, ao final deste capítulo, você esteja apto a: Descrever as questões ambientais atuais; Identificar como a ética, a moral e a justiça estão ligadas às questões ambientais; Despertar sua responsabilidade individual para a manutenção da qualidade ambiental; Optar por ações de promoção a justiça ecológica. 17

19 Vale salientar que muitas das questões a serem analisadas constituem o nosso dia a dia e cada um de nós tem a responsabilidade para contribuir na formação de uma sociedade com cidadania planetária, capaz de cooperar para a inclusão do tema sustentabilidade no seu cotidiano. Esperamos que esta seja mais uma experiência produtiva e enriquecedora para você. 1.2 Conhecendo a teoria A questão ambiental na atualidade Iniciaremos nossa discussão com algumas perguntas: REFLEXÃO Como você visualiza a problemática ambiental atual? Você acha que estamos vivendo uma crise de várias ordens (clima, valores, atitudes, etc.)? Em caso afirmativo, como você se vê diante de tudo isso? Ficou inquietado com os questionamentos apresentados na reflexão? Eles são o ponto de partida da nossa conversa. Para que você compreenda melhor a questão ambiental, é preciso fazer uma retrospectiva dos fatos que a cercam, bem como suas consequências para o mundo. Para facilitar seu entendimento, vamos fazer uma retrospectiva de fatos que marcaram a apropriação ambiental a partir da Revolução Industrial. O começo de tudo: o crescimento pautado no consumismo Com o advento da Revolução Industrial surge um modelo de crescimento econômico pautado no consumismo imediatista. Esse consumo vem acarretar um colapso nas reservas do planeta, pois, à medida que se retira do ambiente mais do que o necessário para a sobrevivência humana, não se dá o devido tempo para sua renovação. Infelizmente, o despertar para essa realidade ainda é muito recente a partir da década de

20 Nesse contexto, cabe elencar fatos condicionantes para essa postura reflexiva, responsável por uma nova visão do ambiente. Pode-se considerar um marco nesse processo o ano de 1962, quando a jornalista Rachel Carson publica o livro Primavera Silenciosa. Daquele momento em diante ocorrem inúmeros encontros com a intenção de discutir a crise ambiental, bem como medidas mitigadoras, ou seja, que minimizem os impactos das intervenções humanas na natureza. Observe o quadro 1 e verifique os eventos ocorridos desde a década de 1960: Ano eventos 1968 Clube de Roma - Publicação do estudo Limites do crescimento (culpava o crescimento populacional dos países pobres e não os padrões de consumo). Este momento foi um marco para a problemática ambiental em nível planetário 1972 Estocolmo (Suécia) - 1ª Conferência Mundial de Meio Ambiente Humano, cujo tema foi a poluição industrial. Nessa conferência, o Brasil adota a seguinte postura a poluição é o preço que se paga pelo progresso, ainda sobre Estocolmo: educar o cidadão para a resolução de problemas ambientais, ou seja, Educação Ambiental (EA). Nesse período, surge o conceito de ecodesenvolvimento, formulado pelo economista polonês Ignacy Sachs que, anos depois, daria origem à expressão desenvolvimento sustentável (BUARQUE, 2007) Belgrado (Iugoslávia) - Carta de Belgrado (objetivos da EA) Conferência intergovernamental sobre educação ambiental em Tibílissi (Geórgia, ex URSS) Tradado sobre EA Gro-Brundtland (Ministra da Noruega) reuniões em várias cidades do mundo resultando no livro Nosso Futuro Comum ou Relatório de Brundtland (conceito de desenvolvimento sustentável mais conhecido) Rio 92 - AGENDA 21, mudanças climáticas, biodiversidade Rio+10 (Johannesburg África do Sul): poucos avanços, pois os governos dos países em desenvolvimento ficaram mais preocupados em aplicar o Consenso de Washington e os programas de ajuste estrutural do FMI do que em implementar as recomendações da Agenda Cerca de 180 países se reuniram em Copenhague (Dinamarca) em dezembro para tentar estabelecer um acordo que substituísse o Protocolo de Kyoto, o principal instrumento da Organização das Nações Unidas (ONU) contra a mudança climática, que expira em Os resultados do evento foram inexpressivos. Quadro 1: Eventos para discutir os efeitos do crescimento pautado no consumismo 19

21 Diante desses aspectos, temas como: mudanças climáticas, aquecimento global, escassez de recursos naturais, crise energética, desertificação, reciclagem, entre outros relacionados ao fim, ou a modificação de determinados ciclos da natureza permeiam as discussões nos variados níveis sociais, tendo em vista que todos (sem exceção) já começam a sentir os efeitos da degradação ambiental vigente. Tratar dos temas apresentados no parágrafo anterior é destacar o quanto as ações humanas têm impactado o ambiente, causando malefícios a todos. Acreditamos, ainda, que tenhamos verificado como tais impactos são provenientes da nossa cultura voltada para o consumo exacerbado, com destaque especial para o povo do Ocidente, a partir de uma visão egocêntrica de mundo visando a atender apenas aos interesses econômicos. Conforme demonstrado, esse modelo de desenvolvimento, pautado no consumismo, não atende mais a oferta de recursos do planeta. Tal fato torna emergente uma mudança de postura, ou seja, o chamado ecodesenvolvimento, que tem como premissa usufruir os recursos sem comprometer sua utilização futura. Agora, retomamos as perguntas iniciais da nossa conversa, acrescentando mais uma: com essa leitura, você é capaz de se sentir responsável pela problemática ambiental da atualidade? EXPLORANDO Caso sua resposta seja afirmativa, é hora de optar por novas atitudes de consumo dos recursos do planeta. Em caso negativo, sugerimos o acesso ao endereço eletrônico abril.com.br/download/stand2-painel5-aguapor-pessoa2.pdf para verificar o consumo de água em várias partes do mundo. E aí, conseguiu perceber o quanto são emergentes ações que minimizem os impactos ambientais? Neste caso, muito do que precisa ser feito faz parte das decisões tomadas por cada indivíduo na hora do consumo. 20

22 1.2.2 A sustentabilidade das ações antrópicas No item anterior, tivemos um panorama da atual situação da problemática ambiental, trazendo os principais apontamentos que permeiam o tema. Ficou perceptível que a ação antrópica (ação do homem) tem grande influência nos números da devastação e que a preocupação com estas questões são oriundas da segunda metade do século XX. Com elas, surge o desafio para a conquista do desenvolvimento voltado para a sustentabilidade. Assim, iniciam-se as discussões na comunidade internacional para a divisão dos custos desse processo, que prevê nada menos que a revisão do modelo econômico vigente alicerçado no consumismo. Por isso, tantos encontros, seminários, congressos e acordos, conforme elencados no item anterior, ocorreram e continuam ocorrendo visando à solução da crise ambiental mundial. Assim, há uma difusão do discurso da sustentabilidade, entretanto, a prática para alcançar tal premissa anda a passos lentos, pois muito se fala e pouco se faz para alcançá-la. A incidência dessa situação se dá em função de fatores como as disparidades entre os países ricos e pobres e suas formas de crescimento, bem como seus interesses individuais. Esses interesses se manifestaram nas dificuldades para conseguir acordos internacionais sobre os instrumentos jurídicos para orientar a passagem para a sustentabilidade (LEFF, 2008, p. 21). Para que você compreenda o significado de sustentabilidade, é importante conhecer o conceito de desenvolvimento sustentável. CONCEITO Desenvolvimento sustentável é um processo que permite satisfazer as necessidades da população atual sem comprometer a capacidade de atender as gerações futuras (ONU,1987). 21

23 Percebe-se aí não somente uma crise ambiental, mas, sim, uma crise de valores, na qual ninguém quer perder sua fatia de um bolo que já está passando do ponto e que, se não tivermos o cuidado adequado, trará efeitos irreversíveis. Diante disso, é visível como a ação do homem tem relevância no enfrentamento dessa questão, ou seja, a minimização da citada crise perpassa por discussões de ordem econômica, social, ecológica, cultural e espacial. Alex Rio Brazil Figura 1 - Homem se apropriando dos recursos do planeta Terra. Esse impasse pode ser entendido por duas ordens de posicionamento: um macro, que depende das articulações internacionais provenientes dos acordos gerados nas intensas rodadas de negociações dos grandes encontros; e outro micro, que dependente das nossas ações individuais e cotidianas. Para ilustrar essa afirmativa, utilizamos o jargão bastante difundido: agir local, pensar global. Você deve estar percebendo o quanto nossa conversa gira em torno de uma temática, a ação antrópica como divisor de águas para a minimização dos impactos ao meio ambiente. E que homem é esse? É o Presidente da República, é o grande industrial, o presidente de uma transnacional, é o proprietário de uma madeireira e é você. Ficou surpreso com a sua inclusão no rol dos responsáveis? Em caso afirmativo, não fique, pois é você quem elege o presidente da república e todos os outros cargos eletivos existentes, cuja responsabilidade é defender nossos interesses. Além disso, você consome os bens e serviços produzidos e comercializados pelas indústrias e corporações transnacionais 22

24 sem nem perguntar a procedência dos insumos (matéria-prima, energia) tão pouco as condições de trabalho daqueles que os produziram. Continua achando que não tem nada a ver com isso? Então, responda essa pergunta: você sabe a origem da madeira queimada para fabricar o pão que vai para sua mesa todos os dias, ou, se os grãos constantes na sua pirâmide alimentar, bem como a madeira dos móveis da sua casa são fruto de uma área desmatada de forma ilegal ou subtraída de uma população tradicional? EXPLORANDO Acesse os artigos a seguir e reflita como a falta de conhecimento da origem dos produtos que consumimos pode contribuir para o caos ambiental instalado no planeta. Desmatamento, perda de biodiversidade e pobreza. (artigo publicado na edição 80 da revista) 2030: o ano final do Cerrado (Estudos da ONG ambientalista Conservação Internacional Brasil indicam que o Cerrado deverá desaparecer até 2030). Parece que, individualmente, não estamos isentos da responsabilidade com o quadro crítico em que o planeta se encontra, pois o consumismo desenfreado, ou seja, insustentável, é o grande responsável pelo mesmo. Isso significa dizer que o modelo econômico vigente não tem permitido às reservas naturais o tempo necessário para sua recomposição. LEMBRETE Lembre-se que o conceito de desenvolvimento sustentável apresentado no Relatório de Bruntland é bem claro, quando diz que é preciso consumir somente o necessário para a nossa sobrevivência, levando em considerações as necessidades das gerações futuras. 23

25 Os condicionantes apresentados até o momento demonstram a necessidade de um caminho em direção a mudança. Nele, verifica-se a educação como um fator crucial na tentativa da sensibilização dos indivíduos para a mudança de postura, de modo que cada um se sinta responsável e mobilize esforços para a realização de um trabalho lento e gradual de transformação, semelhante ao das formiguinhas. A esse respeito, Boff (2004, p.27) destaca que Importa construir um novo ethos que permita uma nova convivência entre os humanos com os demais seres da comunidade biótica, planetária e cósmica; que propicie um novo encantamento face à majestade do universo e à complexidade das relações que sustentam todos e cada um dos seres. [...] A casa humana hoje não é mais o estado-nação, mas a Terra como pátria/mátria comum da humanidade. Isso significa dizer que realmente são necessárias novas posturas de sobrevivência, implicando em atitudes de cuidado, tendo por princípio a atenção, o zelo e o desvelo (BOFF, 2004). Por se tratarem de posicionamentos individuais com reflexo no coletivo, é pertinente ressaltar que o compromisso gerado em Estocolmo em 1972 precisa ser reafirmado sempre, ou seja, a educação ambiental permanente (seja ela formal, informal ou não formal), pois é perceptível que, além dos interesses econômicos, estão também incluídas questões socioculturais no contexto ambiental A educação como ferramenta para o uso sustentado do planeta Recapitulando nossa conversa inicial, lembra das quatro perguntas que lhe foram feitas? Acreditamos que os dados tratados nesse capítulo explicitam que você e eu somos tão responsáveis por cuidar do planeta quanto os representantes políticos de países como Estados Unidos e China, grande poluidores mundiais. 24

26 Quando dizemos, por exemplo: nós cuidamos de nossa casa subentendemos múltiplos atos como: preocupamo-nos com as pessoas que nela habitam dando-lhes atenção, garantindo-lhes as provisões e interessando-nos com o seu bem-estar. Cuidamos da aura boa que deve inundar cada cômodo, o quarto, a sala e a cozinha. Zelamos pelas relações de amizade com os vizinhos e de calor com os hóspedes. Desvelamo-nos para que a casa seja um lugar de benquerença deixando saudades quando partimos e despertando alegria quando voltamos. Alimentamos uma atitude geral de diligência pelo estado físico da casa, pelo terreno e pelo jardim. Ocupamo-nos do gato e do cachorro, dos peixes e dos pássaros que povoam nossas árvores. Tudo isso pertence à atitude do cuidado material, pessoal, ecológico e espiritual da casa (BOFF, 2004, p. 33). Isso significa lembrá-lo que o ser humano é um animal racional, portanto, desde o nascimento adquire conhecimento e discernimento do que é benéfico ou maléfico, seja usando o senso comum ou por meio do conhecimento científico. Fica evidente que a educação é um processo permanente, sendo importante reforçar a significância de sua contribuição para a utilização sustentável do planeta. DESAFIO Visite o endereço eletrônico gov.br/ e procure no campo de pesquisa a publicação Aqui é onde eu moro, aqui nós vivemos: escritos para conhecer, pensar e praticar o Município Educador Sustentável, constantes na série desafios da educação ambiental. Leia o conteúdo do capítulo três (O meu e deles, o nosso e o de todos nós) e faça um resumo crítico do mesmo. Para que a EA ocorra a contento, é importante sempre retomar seus objetivos e características estabelecidos na Conferência de Tbilisi (CEI, Geórgia) realizada de 14 a 26 de outubro de Assim, é interessante observar que, a partir de um processo onde apreendamos como funciona o ambiente, a forma como dependemos dele, como nossas atitudes, por mais simples que pareçam, são fornecedoras de 25

27 impactos, encontraremos mecanismos para a promoção da sustentabilidade. E é nessa premissa que consiste uma EA consciente, crítica e transformadora, capaz de fomentar atitudes revolucionárias para o enfrentamento da problemática vigente. Para reforçar seu entendimento, o esquema, a seguir, demonstra os caminhos para a EA transformadora. desenvolver E.A CONHECIMENTO COMPREENSÃO HABILIDADES MOTIVAÇÃO para adquirir VALORES MENTALIDADES ATITUDES necessários para lidar com QUESTÕES / PROBLEMAS AMBIENTAIS e encontrar SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS FIGURA 2 - Esquema para EA crítica e transformadora (DIAS, 2004, p. 100) Diante do exposto, como fazer para conseguir o pressuposto da EA crítica e transformadora? Primeiro, é necessário um exercício individual. Responda às perguntas abaixo, com base no seu cotidiano: Ao acordar, quais são as suas primeiras atitudes? Quanto e como você utiliza seu tempo no banheiro? Que tipos de alimentos são consumidos nas suas refeições? Como se dá o uso de equipamentos elétricos em sua residência? Quais e quantos existem? Qual o consumo de energia por eles dispensado? Quando você vai às compras, você atende às suas necessidades ou aos desejos impostos pela indústria cultural? Em sua casa tem jardim? Em caso afirmativo, como ele é regado? 26

28 Como é feito o descarte dos resíduos gerados em sua residência? Existe algum tipo de separação? Qual? Que tipo e com que combustível é movido o transporte por você utilizado? No caso de veículo próprio, como ocorre a lavagem do mesmo e em que periodicidade? Quantas peças existem em seu armário, incluindo roupas e calçados? Quais você utiliza? Qual a origem da água e energia elétrica que chega a sua casa, juntamente com os móveis, equipamentos e utensílios? Em seu trabalho, existem medidas para evitar o desperdício de água, energia e papel? Você as utiliza? Como estas palavras REDUZIR, REUTILIZAR E RECICLAR estão empregadas no seu cotidiano? Então, suas respostas são satisfatórias? Viu como você é dependente dos recursos naturais? Não se assuste, pois, assim como seu cotidiano é impactante, também é o de muitos outros ao redor do planeta. O importante é que, a partir de agora, você é menos um sem conhecimento e com discernimento para realizar suas escolhas com mais cuidado e zelo com o meio ambiente. INTERAGINDO Entre em contato com seus colegas de turma por meio do ambiente virtual de aprendizagem e discuta com os mesmos os resultados encontrados no questionário acima, levantando medidas mitigadoras para os impactos por vocês gerados. Toda essa discussão foi para reforçar seu entendimento de quão complexa é a questão ambiental, envolvendo também o enfoque econômico, social, cultural e social, necessitando reflexão individual e coletiva com a premissa de uma mudança de postura alinhada com a ética, a moral e a justiça ecológica. 27

29 1.2.4 A ética, a moral e a justiça ecológica como premissas para a mudança de postura A grande perversão do nosso tempo, muito além daquelas que são comumente apontadas como vícios, está no papel que o consumo veio representar na vida coletiva e na formação do caráter dos indivíduos. [...] A moda é um desses artifícios com o qual as coisas ficam as mesmas, embora apresentando uma transformação. A moda é a manivela do consumo, pela criação de novos objetos que se impõem ao indivíduo. (SANTOS, 2007, p. 47 e 49). Acreditamos que o discurso da citação anterior ilustra bem o caminho que pretendemos percorrer ao apresentar a ética, a moral e a justiça ecológica como premissas para a mudança de postura. Isto não significa dizer que, a partir de agora, você deva realizar uma mudança radical nos seus hábitos e posturas, entretanto, é imprescindível que ela ocorra de alguma forma. Vivemos na sociedade do consumo, representada pelos shoppings centers, grandes redes de supermercados, de lojas de departamentos, de fast foods, entre tantos outros símbolos da vida moderna. Some-se a isso o fato de sermos obrigados a conviver com tais símbolos cotidianamente, especialmente por meio dos apelos criados pelos meios de comunicação de massa em campanhas publicitárias com tamanho requinte e qualidade, que nos seduzem ao ponto de cairmos na tentação do consumismo. Diante disso, são criadas ou apropriadas pelo comércio inúmeras datas comemorativas para o aquecimento das vendas, dentre elas citamos: carnaval, páscoa, dias das mães, dos namorados, dos pais, das crianças e, é claro, o natal (principal fonte de lucro para o comércio). Santos (2007) ainda reforça esse condicionante, afirmando que esta não é simplesmente uma sociedade do consumo e, sim, do consumo que gera desperdício. Lembra quando dissemos anteriormente que se retiram os recursos da natureza de forma tão veloz que não se permite à mesma o tempo hábil para a regeneração? Pois bem, um grande contribuinte para isso é o desperdício. Gostaríamos que você retomasse ao exercício cotidiano citado anteriormente e verificasse em que respostas o desperdício é perceptível em seu consumo diário. Para entender melhor o pressuposto do parágrafo anterior, é interessante destacar que existe toda uma cadeia produtiva envolvida para isso, partindo dos insumos primários até a chegada ao consumidor final. 28

30 DESAFIO Acesse o endereço eletrônico: dicas/agua e leia a dica Use os dois lados de uma folha de papel. Feito isso, analise o grau de importância desse bem para a sua sobrevivência. É de extrema importância que você realize o desafio proposto, para uma melhor compreensão do que estamos tentando demonstrar ao enfatizar, em diversos momentos nesse texto, que estamos diante da sociedade do consumo alienado. Essa afirmativa constante tem intenção de nos remeter ao fato de que muitas vezes somos estimulados pelos apelos midiáticos para adquirirmos produtos desnecessários. Essa aquisição, além de utilizar recursos de forma excedente, faz com que seja gerado um número maior de resíduos no ambiente, levando a outro problema sério, especialmente dos grandes centros urbanos: a destinação final correta do lixo, desencadeando uma série de outros problemas, inclusive de saúde ambiental provenientes do lixo. CURIOSIDADE Acompanhe de janeiro a julho de 2008 a quantidade de lixo depositada no Aterro Sanitário da Região Metropolitana de Natal (em toneladas): BRASECO (2008) Jan 2008: ,06 Fev 2008: ,42 Mar 2008: ,76 Abr 2008: ,42 Mai 2008: ,93 Jun 2008: ,40 Jul 2008: ,26 Mais uma vez, retomamos a importância do processo educativo com vistas ao estímulo da ação antrópica, pautada na minimização da problemática ambiental, na qual se verifique a emergência de que a sociedade atual necessita apresentar um novo aprendizado: a reeducação para o consumo. 29

31 Baudrillard apud Santos (2007, p. 48) contextualiza esse pressuposto, quando afirma que: A sociedade do consumo é também a sociedade de aprendizado do consumo, do condicionamento social do consumo - isto é, um modo novo e específico de socialização, em relação com a emergência de novas forças produtivas e a reestruturação monopolística de um sistema econômico a produtividade alta. Fica evidente que, quando se fala em reeducação para o consumo, não significa apresentar um modelo predefinido para tal, composto por sugestões engessadas. Na verdade, cada um, por meio da análise prévia, é quem vai decidir entre a necessidade para sua sobrevivência e o desejo imposto pela mídia na hora da compra. Neste aspecto, é perceptível quão subjetiva é essa questão, perpassando por princípios éticos e morais para nossas escolhas. A ação baseada na ética e na moral Ao travar um diálogo em torno da ética e moral, é preciso lembrar a importância de pensarmos e agirmos de modo que os interesses individuais nunca sobreponham os coletivos. Na atualidade, fica cada vez mais difícil pautar ações seguindo esse contexto, pois vivemos num tempo de disputas e jogo de interesses na busca da conquista e acumulação de bens e capital como estilos de vida padrão. O progresso econômico colocou o mundo às portas de uma sociedade de pós-escassez, fundada em valores pós-materiais e liberada dos constrangimentos da necessidade (INGLEHART apud LEFF, 2008, p. 84). Por isso, é importante frisar que esta é uma crise com características de subjetividade, na qual os valores de cada um devem ser levados em conta para a adoção de mudanças significativas, que reflitam na melhoria das condições ambientais atuais. Em outras palavras, pode-se dizer que a eminência é satisfazermos nossas necessidades, agindo de maneira a não prejudicar as dos outros seres vivos existentes no planeta, ou seja, a cidadania planetária. Toda a formação social e todo tipo de desenvolvimento estão fundados num sistema de valores, em princípios que orientam as formas de apropriação social e transformação da natureza. A racionalidade ambiental incorpora assim as bases do equilíbrio ecológico como norma do sistema econômico e condição de um desenvolvimento sustentável; da mesma forma se funda em princípios éticos (respeito e harmonia com a natureza) e valores políticos (democracia participativa e equidade social) que 30

32 constituem novos fins do desenvolvimento e se entrelaçam como normas morais nos fundamentos materiais de uma racionalidade ambiental. (LEFF, 2008, p. 85) Novamente retomamos o discurso da mudança de postura, atrelada ao comportamento humano em harmonia com a natureza, ou seja, uma nova ética traduzida em práticas sociais transformadas por meio de uma racionalidade social e alternativa. REFLEXÃO Diante do exposto, surge uma pergunta que não quer calar: como você, em suas atitudes diárias, pode fazer para colaborar com a mudança da realidade vigente, bem como estimular naqueles que o (a) cercam atitudes proativas com esta finalidade? Nossa intenção aqui não é sugerir que você reescreva toda a sua história de vida a partir de uma visão radical para novas posturas e, sim, que você verifique outras possibilidades a respeito de suas escolhas de hoje em diante. Essas devem ter em vista a premissa da adoção de valores humanistas que busquem a integridade humana, o sentido da vida, a solidariedade social, o reencantamento da vida e a erotização do mundo (LEFF, 2008, p.87). Essa afirmativa remete ao pressuposto da cidadania, ou seja, da preocupação com outro, independente de quem ele seja. Isso tudo nos permite afirmar ainda que, ao adotarmos posturas humanistas, estejamos criando condições para a melhoria da qualidade de vida associada ao consumo sustentável. EXPLORANDO Para aprofundar seus conhecimentos sobre consumo sustentável acesse o link ambientes.ambientebrasil.com.br/educacao/ artigos.html e pesquise o artigo Guia de boas práticas para o consumo. 31

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