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1 Programa Agressão e Defesa Eixo Temático: Atividade Integradora O currículo do Curso de Medicina da UCG será desenvolvido a partir de dois grandes eixos: - Eixo teórico-prático integrado - Eixo do desenvolvimento pessoal No eixo teórico-prático integrado, a metodologia é baseada nas estratégias que tiveram êxito na metodologia problematizadora, que envolve a aprendizagem baseada em problemas (PBL-problem-based learning) e a problematização, e que se materializam em dois momentos: Caso-clínico (tutoria) e Caso-problema (caso do eixo teórico-prático integrado-etpi). O eixo de desenvolvimento pessoal permeia todo o currículo integrando teoria e prática. Nos módulos II e IV desenvolve-se a partir da metodologia dos grupos Balint. As discussões, desenvolvidas a partir de uma situação clínica/problema, têm como metas principais, neste módulo, a aquisição dos conhecimentos das ciências básicas necessárias para a compreensão do processo saúde-doença e desenvolvimento de uma visão holística, ética, com compromisso social. As atividades são desenvolvidas com uma metodologia específica de definição de objetivos de aprendizagem, estudo auto-dirigido e um processo de avaliação contínuo. Nas discussões, os objetivos de aprendizagem da semana devem seguir os objetivos propostos para o módulo. OBJETIVOS GERAIS # Propiciar conhecimentos das áreas básicas como fundamentos para compreensão do processo saúde-doença; # Facilitar a integração dos conhecimentos das ciências básicas e clínicas, contemplando os aspectos biológicos, psicossociais e éticos; # Desenvolver a habilidade para discussão em Grupo; # Desenvolver responsabilidade frente a si mesmo e ao Grupo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Diante dos casos-problema o aluno deve ser capaz de: # Descrever a macro e a micro-morfologia do sistema/órgão/tecido envolvido; # Descrever e explicar as bases fisiológicas e bioquímicas do sistema/órgão/tecido envolvidas; # Descrever as bases fisiopatológicas do processo saúde-doença; # Relacionar os sinais e sintomas apresentados pelo paciente ao processo fisiopatológico;

2 # Descrever resumidamente o quadro clínico correspondente à doença discutida; # Descrever os aspectos psicossociais relacionados ao paciente, à família ou à doença; # Iniciar uma base de dados utilizando a freqüência das doenças na comunidade; # Identificar quando possível o agente etiológico e descrevê-lo resumidamente; # Identificar os fatores ambientais (culturais, econômicos, etc) relacionados ao caso; # Identificar os aspectos ético-legais envolvidos na situação. 2º CICLO MÓDULO IV OBJETIVOS DO CICLO Promover a articulação entre conhecimentos básicos e elementos clínicos, iniciando a compreensão da fisiopatologia e a aplicação da propedêutica. RECORTE TEMÁTICO: POR SISTEMAS Análise de questões fundamentais das ciências biológicas em correlação com sintomas/sinais e condicionantes sócio-psico-culturais, início da compreensão da fisiopatologia e do exercício da semiologia em sentido amplo. UNIDADE I Bases Fisiopatológicas e propedêutica da maturidade e do envelhecimento II (BFPME II) Estudo da estrutura e do funcionamento do organismo humano e suas alterações relacionadas ao ciclo de vida. A contribuição da pesquisa no campo da semiotécnica física e complementar. Desenvolvimento dos sistemas: Semiologia II e Patologia Estrutural e Funcional II. UNIDADE II Agressão e Defesa Desenvolvimento de estudos relativos aos processos, imunológicos, histopatológicos e microbiológicos. Desenvolvimento de hipóteses diagnósticas. Alternativas para a condução do tratamento. Medidas preventivas e as políticas públicas de saúde. UNIDADE III Atividade Complementar II Compreensão do processo saúde-doença na perspectiva balintiana e desenvolvimento de conhecimentos, atitudes e habilidades para uma boa relação médico-paciente (desenvolvimento de escuta terapêutica, compreensão dos mecanismos psicodinâmicos do processo de adoecimento e competência para ser médico como droga ).

3 UNIDADE IV Ambiente, Saúde e Doença As relações ecológicas e a pirâmide epidemiológica: suscetível, agente etiológico e meio ambiente. O espaço social como substrato dinâmico da interação de forças geradoras do complexo saúde-doença. A doença como processo. Relações entre trabalho e saúde. Medidas de atenção primária de saúde no meio físico. UNIDADE V Caso sobre o eixo teórico prático integrado IV OBJETIVOS DO MODULO IV A Conhecimentos Descrever as relações entre os fatores biológicos, psicológicos, sociais e ambientais que se articulam no processo saúde-doença, dentro de uma visão ética; Descrever as bases histológicas, bioquímicas e fisiológicas da imunidade; Citar os agentes agressores ambientais: físicos, químicos e biológicos; Descrever os agentes biológicos infectoparasitários: características, ciclos e transmissão; Descrever a fisiopatologia das doenças virais, bacterianas e parasitárias; Descrever as relações parasita-hospedeiro e os processos de defesa e imunidade; Descrever as ações preventivas ambientais e individuais; Descrever os aspectos imunológicos no processo saúde-doença; Descrever as bases biológicas e fisiológicas relacionadas aos sintomas/sinais nas doenças infectoparasitárias; Descrever as relações anatômicas com a propedêutica e exames de imagem; Identificar na anamnese e exame físico geral e especial os sinais e sintomas, iniciando o raciocínio clínico; Desenvolver a compreensão da interação funcional, comportamento na doença, socialização e estilo de vida; Descrever os aspectos físicos e psicológicos específicos do adulto e do idoso, na saúde e na doença; Descrever a patologia especial relacionada aos processos saúde-doença estudados.

4 B Habilidades Lidar com os fundamentos básicos do pensamento científico e crítico; Buscar seus objetivos de aprendizado, considerando suas deficiências, aptidões e os objetivos do módulo; Buscar e manusear informações em diferentes meios, incluindo prontuários, registros de produção, notificações etc.; Realizar a anamnese de pacientes adultos; Realizar o exame físico de pacientes adultos; Indicar adequadamente as medidas de prevenção em relação às doenças infectoparasitárias; Identificar no indivíduo e no ambiente os fatores de risco para doenças infectoparasitárias; Identificar, utilizando técnicas laboratoriais simples, os principais agentes infecciosos e parasitários. C Comportamento profissional Utilizar adequadamente as habilidades para discussão em grupo; Desenvolver a relação médico-paciente; Desenvolver habilidades de entrevista com pacientes em ambulatórios da rede básica e nas enfermarias do hospital escola; Mostrar responsabilidade em relação a si mesmo, a seus colegas, ao curso, à comunidade e ao hospital escola; Desenvolver habilidades de auto-avaliação; Identificar e discutir aspectos éticos; Relacionar-se com os membros da equipe de atenção à saúde; METODOLOGIA PEDAGÓGICA DESENVOLVIDA NA FORMAÇAO TEÓRICO-PRÁTICA INTEGRADA O currículo do Curso de Medicina da UCG será desenvolvido a partir de dois Gramdes eixos: Eixo teórico-prático integrado Eixo do desenvolvimento pessoal

5 No eixo teórico-prático integrado, a metodologia é baseada nas estratégias que tiveram êxito na metodologia problematizadora, que envolve a aprendizagem baseada em problemas (PBL-problem-based learning) e a problematização, e que se materializam em dois momentos: Caso-clínico (tutoria) e Caso-problema (caso do eixo teórico-prático integrado-etpi). O eixo de desenvolvimento pessoal permeia todo o currículo integramdo teoria e prática. Nos módulos III e IV desenvolve-se a partir da metodologia dos grupos Balint. As discussões, desenvolvidas a partir de uma situação clínica/problema, têm como metas principais, neste módulo, a aquisição dos conhecimentos das ciências básicas necessárias para a compreensão do processo saúde-doença e desenvolvimento de uma visão holística, ética, com compromisso social. As atividades são desenvolvidas com uma metodologia específica de definição de objetivos de aprendizagem, estudo auto-dirigido e um processo de avaliação contínuo. Nas discussões, os objetivos de aprendizagem da semana devem seguir os objetivos propostos para o módulo. OBJETIVO GERAL Propiciar conhecimentos das áreas básicas como fundamentos para compreensão do processo saúde-doença; Facilitar a integração dos conhecimentos das ciências básicas e clínicas, contemplando os aspectos biológicos, psicossociais e éticos; Desenvolver a habilidade para discussão em Grupo; Desenvolver responsabilidade frente a si mesmo e ao Grupo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Diante dos casos-problema o acadêmico deve ser capaz de: 1. Avaliar criticamente a redação da história clínica, identificando os tópicos da anamnese e elaborando hipóteses diagnósticas. 2. Descrever a macro e micro morfologia do sistema/órgão/tecido envolvido na situação; 3. Descrever e explicar as bases fisiológicas do sistema/órgão/tecido afetado. (retirei a questão da bioquímica) 4. Descrever as bases fisiopatológicas do processo saúde-doença relacionando os sinais e sintomas apresentados pelo paciente ao processo fisiopatológico;

6 5. Descrever os aspectos imunológicos envolvidos no caso clínico 6. Descrever o quadro clínico correspondente à doença discutida; 7. Descrever os métodos diagnósticos laboratoriais para confirmação das hipóteses diagnósticas 8. Descrever os métodos para diagnóstico por imagem adequados para o caso cínico. 9. Descrever sumariamente as possibilidades terapêuticas 10.Descrever os aspectos psicológicos relacionados ao paciente, à família ou à doença; 11.Descrever os aspectos epidemiológicos relacionados ao caso clínico 12.Identificar quando possível o agente etiológico e descrevê-lo quanto à morfologia, taxonomia, ciclo vital hospedeiro. e características da resposta imunopatológica suscitada no 13.Identificar os fatores ambientais (culturais, socioeconômicos) relacionados ao caso; Identificar os aspectos ético-legais envolvidos na situação. DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES 1º DISCUSSÃO: CONHECENDO O CASO-CLÍNICO Para cada semana, o Grupo deverá escolher um coordenador e um secretário entre os alunos. As funções do professor-tutor, aluno-coordenador, aluno secretário e demais alunos constam, mais adiante, no item FUNÇÕES DOS MEMBROS DA TUTORIA. Durante as sessões, o professor interfere quando os alunos se afastam dos objetivos propostos ou chegam a conclusões erradas sobre um tópico, mas deve evitar responder quanto ao conteúdo, dar explicações ou aulas, ou seja, apenas auxilia com perguntas que redirecionem a discussão, interferindo o mínimo possível. Na 1º Discussão (abertura), o Grupo lerá o CASO-CLÍNICO (criado pela equipe de professores do módulo), discutirá seus conhecimentos prévios em relação ao mesmo e definirá os objetivos de aprendizagem a partir das questões surgidas na discussão, seguindo a lista de objetivos propostos para o semestre. Após a definição dos principais objetivos de aprendizagem de cada caso, o Grupo deve organizar a busca de informações de modo a aprender, encontrar e utilizar apenas informações fundamentadas e científicas. Caso necessite mais informações à respeito da bibliografia, laboratórios, outras maneiras de acessar informações e opinião de especialistas, o professor-tutor poderá orientá-los. A 1º Discussão deve ser rica na troca de conteúdos já estudados ou conhecidos pelos alunos, levantamento de hipóteses, questionamentos e dúvidas. Os objetivos de aprendizagem do caso clínico são definidos de acordo com a lista de objetivos específicos semanais de cada Unidade (I, II, III, IV, V) que será apresentada adiante. As situações e casos clínicos apresentados como problemas permitem cumprir os principais objetivos da semana. A definição dos objetivos deve ser clara e não deve ser uma lista de conteúdos, mas sim uma lista de questionamentos, sendo que a organização das tarefas entre os alunos deve ser dirigida pelas fontes de busca e não pela divisão do conteúdo. BUSCA DE INFORMAÇÕES Durante a semana, os alunos terão horários disponíveis das 7:10 às 21:40h no Laboratório Morfofuncional, que deverão ser utilizados para complementar as

7 freqüências equivalentes dos eixos temáticos que fazem parte das Unidades I e II. Esta busca de informações permitirá atingir os objetivos de aprendizagem estabelecidos na semana. Além disso, os alunos participarão dos encontros teóricos e práticos semanais de cada eixo temático das Unidades. Toda a equipe de professores deve convergir para a condução do aprendizado do conhecimento sobre os temas, organizando os conteúdos e permitindo que os alunos discutam conjuntamente suas dúvidas nas diferentes áreas. 2ª DISCUSSÃO: SOCIALIZAÇÃO DAS INFORMAÇÕES Na 2ª Discussão (fechamento), cada aluno do Grupo deverá expor as informações coletadas com o objetivo de esclarecer cada questão levantada, o que permitirá a discussão dos diferentes pontos de vista, das interpretações e das conclusões. Não deve ser uma seqüência de apresentações pelos alunos, mas uma conversa onde ocorra a troca de informações e que possibilite a todos terminar a semana com o conhecimento adquirido. Uma discussão sobre as informações que buscaram só pode ocorrer se todos leram um texto básico, levantaram questionamentos e dúvidas e procuraram outras fontes de informação. Sugerimos a utilização de um caderno onde possam ser anotados todas as fontes de informação utilizadas, referências bibliográficas, endereços, pessoas e sítios. Ao final da 2ª Discussão, o professor-tutor e os alunos farão a avaliação semanal do caso clínico. O professor-tutor dará a nota do professor para cada aluno, individualmente e, avaliará subjetivamente a discussão do caso clínico. Cada aluno dará a nota de auto-avaliação e a nota do grupo e, avaliará subjetivamente a discussão do caso clínico e o professor-tutor. Estas avaliações serão realizadas em formulários próprios, individuais e sigilosos, contendo parâmetros importantes referentes à participação pessoal e grupal, relacionamentos, conhecimentos e habilidades dos alunos, que guiarão o aluno e o professor-tutor na composição das notas. Cada avaliação corresponderá às atividades das duas discussões (segunda-feira e sextafeira). Serão discutidos, no semestre, 15 casos-clínicos, assim serão também realizadas 15 avaliações semanais, que serão computadas para compor a média de N1 (1º bimestre) e de N2 (2º bimestre). 3a DISCUSSÃO - RECONSTRUÇÃO DA APRENDIZAGEM Uma 3ª Discussão fecha a semana, esta discussão será baseada em um caso-problema identificado na comunidade e preparado pelos alunos e posteriormente discutido com os mesmos e toda a equipe de professores do módulo na atividade da Unidade V. Aspectos biológicos, sociais, psicológicos, epidemiológicos, clínicos, bioéticos, dentre outros, serão abordados simultaneamente durante a discussão deste caso-problema. Para a construção do caso-problema, os alunos serão divididos em grupos (4 a 5 componentes). Através da observação, durante atividades da Unidade III, cada grupo identificará uma situação-problema na comunidade e construirá seu caso, que será chamado de caso do EIXO TEÓRICO-PRÁTICO INTEGRADO (ETPI). Assim, teremos a cada semana uma média de oito casos. Um caso-problema será escolhido pela equipe de professores do módulo para ser discutido na sexta-feira. O grupo que construiu o caso-problema e os demais alunos saberão previamente da escolha da equipe para que possam buscar conhecimentos sobre os temas que serão abordados e discutidos na sessão. Com este caso, o aluno passará a ter uma noção de conjunto de conteúdos prioritários para a sua formação, ao mesmo tempo em que será construído um banco de dados de material didático, elaborado por várias mãos, que poderá ser utilizado nos módulos seguintes.

8 Caso do Eixo teórico pratico integrado Uma 3ª Discussão será realizada durante a semana. Esta discussão será baseada em um caso-problema identificado na comunidade e preparado pelos alunos e posteriormente discutido com os mesmos e toda a equipe de professores do módulo. Aspectos biológicos, sociais, ppsicológicos,epidemiológicos, clínicos, bioéticos, dentre outros, serão abordados simultaneamente durante a discussão deste caso-problema. Para a construção do caso-problema, os alunos serão divididos em grupos (4 a 5 componentes). Através da observação, durante atividades, cada grupo identificará uma situação-problema na comunidade e construirá seu caso, que será chamado de caso do EIXO TEÓRICO-PRÁTICO INTEGRADO (ETPI). Assim, teremos a cada semana uma média de oito casos. Um caso-problema será escolhido pela equipe de professores do módulo para ser discutido na terça-feira à tarde. O grupo que construiu o casoproblema e os demais alunos saberão previamente da escolha da equipe para que possam buscar conhecimentos sobre os temas que serão abordados e discutidos na sessão. Com este caso, o aluno passará a ter uma noção de conjunto de conteúdos prioritários para a sua formação, ao mesmo tempo em que será construído um banco de dados de material didático, elaborado por várias mãos, que poderá ser utilizado nos módulos seguintes. Conteúdos Aparelho endocrino-reprodutor feminino (útero e ovário) Aparelho reprodutor feminino (gestação) e avaliação da mama Semiologia dermatológica Semiologia dermatológica avaliação de lesões elementares. Semiologia do aparelho urinário Aparelho genito-urinário masculino Avaliação da próstata Semiologia hematológica I avaliação básica sistema linfático Semiologia hematológica II Semiologia aparelho locomotor exame ortopédico e movimento articular. Avaliação da coluna vertebral (eixo axial). Semiologia aparelho locomotor exame das articulações (extremidades), deformidades ósseas e doenças inflamatórias. Semiologia endócrino/metabólica e exame físico da tireóide. Semiologia neurológica I semiotécnica do exame neurológico sistematizado e avaliação hipofisária

9 Semiologia neurológica II grandes síndromes neurológicas (síndrome motora central e periférica, síndromes sensitivas) Semiologia neurológica III avaliação do estado mental, consciência e linguagem. Avaliação dos pares cranianos. 1. Porto CC. Semiologia Médica. 4 ª edição. Rio de Janeiro (RJ): Guanabara Koogan; Porto CC. Exame Clínico Bases para a Prática Médica. 5ª Edição. Rio de Janeiro (RJ): Guanabara-Koogan; Marcondes M, Sustovich DR, Ramos OL. Clínica Médica Propedêutica e Fisiopatologia. 3ª Edição. Rio de Janeiro (RJ): Guanabara Koogan; BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Swartz MH. Tratado de Semiologia Médica. 5 ª Edição. Rio de Janeiro (RJ): Elsevier; 2006 Sanvito W L. Propedêutica Neurológica Básica. 6ª Reimpressão. São Paulo (SP): Atheneu; Epstein O, Perkin DG, Cookson J, Bono DP, Solomons N, Robins A. Exame Clinico. 3ª Edição. Rio de Janeiro (RJ): Elsevier; Goldman L, Ausiello D, Cecil. Tratado de Medicina Interna. 22ª Edição. Rio de Janeiro (RJ): Elsevier; RMP em Clínica geral Dantas, F. A relação médico-paciente em clínica médica. In: Branco, RF(org.) A relação com o paciente: teoria, ensino e prática. 1ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003, p O médico e o laboratório Coleta de matérias biológicos: princípios e técnicas para um ensaio confiável DST Ensaios laboratoriais envolvidos na investigação do ciclo menstrual normal e gravidico ( β-hcg, FSH, LH, Estrógeno, progesterona, ) Coleta de materiais para exame microbiológico Colheita e cultura de secreções Testes de auxilio diagnostico características e interpretação EAS Contagem de colônia, cultura e antibiograma de urina

10 Provas de função renal Avaliação laboratorial do câncer de próstata e das prostatites. Investigação laboratorial da urolitíase Hemograma I Hemograma II Prova de atividade inflamatória Dosagem de Acido Urico Punção Liquido sinovial Analise do liquido sinovial Pesquisa do Fator Reumatoide Pesquisa de crioglobulinas Avaliação laboratorial da Doença Reumatoide Pesquisa de anticorpos contra componentes do núcleo (FAN), nucléolo, citoplasma e aparelho mitótico. Pesquisa de anticorpos antifosfolipides Pesquisa de anticorpos contra citoplasma de neutrofilio(anca) Ensaios laboratoriais envolvidos na investigação de distúrbios da Tiróide, Paratireóide e Supra Renal Ensaios laboratoriais envolvidos na investigação de distúrbios da Hipófise Estudo laboratorial do liquido cefalorraquiano Estudo laboratorial da hemostrasia Tipagem sanguínea Xavier RM, Albuquerque GC, Barros E. Laboratório na pratica clinica. 1 a ed. Porto Alegre: Artmed; Andriolo A. Guia de medicina laboratorial. 1 a ed. São Paulo: Manole; Guimarães R X. Clinica e laboratório - Interpretação clinica das provas laboratoriais. São Paulo: Sarvier; Ravel R. Laboratório clínico -Aplicações clinicas dos dados laboratoriais. 6ª ed, Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan; Motta VT. Bioquímica clínica para o laboratório - Princípios e interpretações. 4ª ed, Porto Alegre: Missau; Avaliação por imagem do útero e ovários Avaliação por imagem da gravidez Avaliação por imagem da mama e introdução a avaliação por imagem da pele Avaliação por imagem da pele Avaliação por imagem do aparelho genito-urinário masculino Avaliação por imagem do aparelho urinário Avaliação por imagem da anemia, processos reacionais, linfoma.

11 Avaliação por imagem da leucemia e avaliação por imagem dos processos tumorais do aparelho locomotor Avaliação por imagem dos processos infecciosos do aparelho locomotor Avaliação por imagem do processo inflamatório e não inflamatório do aparelho locomotor Avaliação por imagem da tireóide, paratireóide e supra-renal Avaliação por imagem da hipófise e dos tumores do sistema nervoso central Avaliação por imagem dos processos infecciosos do SNC Avaliação por imagem dos processos vasculares do SNC Paul, Juhl s. Essentials of radiologic imaging. 7 ª ed. New York: Lippincott-Raven Philadelphia.. Sutton D. Tratado de radiologia e diagnóstico por Imagem. 6 ª ed. Revinter. Freitas LO, Nacif MS. Radiologia prática. 1 ª ed. Revinter; 2003, Vol II. Freitas LO. Radiologia Prática. 1 ªed. Revinter; 2001, Vol I Doenças do aparelho genital feminino -Colo uterino e corpo uterino -Patologia dos ovários -Distúrbios gestacionais e placentários -A mama feminina A pele e doenças inflamatórias A pele, os distúrbios de pigmentação e tumores melanocíticos e não melanocíticos. Doenças do trato urinário inferior: ureteres e bexiga Patologias renais Doenças do trato genital masculino Pênis, Testículos e epidídimo Próstata Distúrbios hemorrágicos e dos eritrócitos Doenças de leucócitos e linfonodos Doenças do aparelho locomotor tecido ósseo. Doenças do aparelho locomotor articulações. Patologias da hipófise, tireóide, supra-renais e paratireóides Tumores do sistema nervoso central Sistema nervoso central e infecções. Sistema nervoso central e distúrbios circulatórios.

12 Brasileiro-Filho, Bogliolo G. Patologia. 7ª ed. Rio de Janeiro (RJ): Guanabara Koogan; Cotran RS, Kumar V, Robins SL. Patologia: bases patológicas das doenças.7ª ed. Rio de Janeiro (RJ): Elsevier; Rubin E. Patologia: Bases clinicopatológicas da medicina. 4ª ed. Rio de Janeiro (RJ): Guanabara Koogan; Montenegro MR, Franco M. Patologia: Processos gerais. 4ª ed. São Paulo (SP): Atheneu; 1999 Faria JLF. Patologia geral: fundamentos das doenças com aplicações clínicas.4ª ed. Rio de Janeiro (RJ): Guanabara Kooga; Anatomia Geral do Sistema Imunitário Resposta Imune Inata Resposta Imune Específica Humoral Resposta Imune Específica Humoral Resposta Imune Específica Celular MHC e Processamento do Ag Mecanismos de Tolerância Auto-Imunidade Hipersensibilidade I a IV Resposta imune nas infecções Imunodeficiência Adquirida (prática: ELISA HIV) Imunodeficiências Congênitas Imunologia dos Transplantes Sepse (SIRS) Abbas AK, Lichtman AH. Imunologia Celular & Molecular. 5ª ed. Rio de Janeiro (RJ): Revinter; Parslow TG, Stites D, Terr AI, Imboden JB. Imunologia Médica. 10ª ed. Rio de Janeiro (RJ): Guanabara Koogan; Chapel H. Imunologia para o Clínico. 4ª ed. Rio de Janeiro (RJ): Revinter; Janeway CA, Travers P, Walport M, Capra JD. Imunobiologia. 6ª ed. Porto Alegre (RS): Artmed; Balestieri, FMP. Imunologia. 1ª ed. Rio de Janeiro (RJ): Editora Manole; Geller M, Scheinberg M. Diagnóstico e Tratamento das Doenças Imunológicas. 1ª ed. Rio de Janeiro (RJ): Editora Elsevier; Ferreira AW, Ávila SLM. Diagnóstico Laboratorial das principais doenças infecciosas e auto-imunes. 2ª ed. Rio de Janeiro (RJ): Editora Guanabara Koogan; 2001.

13 Microbiota Normal (Colonização e infecção e implicações nas infecções hospitalares). Biosseguranca e lavagem de mãos. Genética bacteriana Mecanismos microbianos de patogenicidade Hepatites B e C Mycobacterium tuberculosis e Mycobacterium leprae Staphylococcys aureus, Staphylococcus coagulase-negativo, Enterococcus spp. E.coli, K.pneumoniae, Enterobacter spp. e P.aeruginosa Streptococcus pneumoniae e Streptococcus pyogenes Corinebacterium diphtheriaem, Clostridium tetani, Bordetella pertussis e Haemophilus influenzae Vírus do Dengue, da Febre amarela e Influenzae e síndromes clínicas HIV, micoses superficiais, Pneumocystis jiroveci Micoses Profundas: Criptococcus, Histoplasma, Paracoccidioides brasiliensis, Aspergilose, Candida, Família Herpesviridae e vírus da poliomielite. Neisseria menigitidis. Relação do laboratório de microbiologia e o clínico. Métodos moleculares aplicados ao controle de infecção hospitalar. Tortora GJ. Funk BR, Case CL. Microbiologia. 6. ed. Porto Alegre (RS): Artes Médicas Sul; Koneman EW, Allen SD, Janda WM, Schreckenberger PC, Win Jr WCW. Diagnóstico microbiológico - texto e atlas Colorido. 5ª ed. Rio de Janeiro(RJ): Medsi Editora Médica e Científica Ltda; Murray PR, Baron Ej, Pfaller MA, Tenover FC, Yolken RH. Manual of clinical microbiology. 8ª ed. Washington DC: American Society for Microbiology; Schaechter M,Engleberg NC, Eisenstein BI, Medoff G. Microbiologia - mecanismo das doenças infecciosas. 3ª ed. Rio de Janeiro (RJ): Guanabara Koogan; Black JG. Microbiologia - fundamentos e perspectivas. 4ª ed. Rio de Janeiro(RJ): Guanabara Koogan; Lacaz, CS, Porto E, Martins JEC. Micologia médica. 8ª ed. São Paulo (SP): Sarvier, Características gerais dos microorganismos (protozoários e helmintos) Comensais Giardia, Amebas e amebas de vida livre Trichomonas vaginalis, U. Urealyticum, Mycoplasma hominis, C. Trematódeos (esquistossomose, fascíola) Relação parasito-hospedeiro - Trypanosoma, Leishmania Malária Estrongiloidíase e Nematelmintos

14 Cestódeos VETORES (controle de larvas e vetores) Angiostrongylus, Lagochilascaris, Cyclospora cayetanensis. Parasitoses Oportunistas: Sarcocystis, Isospora e microsporídeos Parasitoses e transplantes: Toxoplasmose Ectoparasitas (escabiose, pediculose, etc) Rey, L. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nas Américas e na África. 3ª ed. Rio de Janeiro (RJ): Guanabara Koogan; Neves, J. Doenças infecciosas e parasitárias. 21ª ed. Rio de Janeiro (RJ): Guanabara- Koogan; Veronesi R. Tratado de infectologia. 2ª ed. São Paulo (SP): Atheneu; Cimerman B, Franco MA. Atlas de Parasitologia: artrópodes, protozoários e helmintos. São Paulo (SP): Atheneu; Estrutura Epidemiológica e Classificação das doenças A doença sob as perspectivas biológica (ou patológica) e epidemiológica Tipos de susceptível em relação à exposição aos bioagentes patogênicos Agentes infecciosos e veículos transmissores de doenças Entrada e saída do bioagente patogênico em indivíduo infectável e mecanismos de penetração Modo de transmissão de doenças infecciosas mais frequentes Doenças emergentes e reemergentes. Saneamento como um dos mais importantes meios de prevenção de doenças. A carência de medidas de saneamento básico e a gênese de doenças Problemas ambientais decorrentes do crescimento populacional e do desenvolvimento industrial Saúde do trabalhador/situações de risco/implicações legais e previdenciárias Doenças Ocupacionais na comunidade parte I (considerações gerais, riscos químicos, PAIR, dermatoses, psiquiátricas) Doenças ocupacionais na comunidade parte II (LER/DORT, pneumoconioses) Epidemiologia no estudo das relações entre trabalho e saúde: indicadores /instrumentos mais utilizados Fechamento do semestre (discussão) Foratini OP. Ecologia, epidemiologia e sociedade. São Paulo (SP): EDUSP / Artes Médicas; 1992 Rouquayrol MZ, Almeida Filho N. Epidemiologia e saúde. 6ª ed. Rio de Janeiro (RJ): MEDSI Editora Médica e Científica Ltda; 2003 Rouquayrol MZ. Introdução à epidemiologia moderna. 3ª ed. Rio de Janeiro (RJ): MEDSI Editora Médica e Científica Ltda; Pereira MG. Epidemiologia teórica e prática. 2ª Reimpressão. Rio de Janeiro (RJ): Guanabara Koogan; 1999.

15 Franco LJ. Fundamentos de epidemiologia. 1ª ed. São Paulo (SP): Manole; Cecil Tratado de Medicia Interna: Capítulo: Medicina Ambulatorial e do Trabalho. Teoria Balint revisada Atitude terapêutica quando começar Atitude terapêutica quando parar Atitude terapêutica quando começar Atitude terapêutica quando parar Atmosfera psicológica especial da clínica geral Atmosfera psicológica especial da clínica geral O clínico geral como psicoterapeuta O clínico geral como psicoterapeuta O médico e seu paciente O paciente e sua doença O médico e seu paciente O paciente e sua doença Psicoterapia pelo clínico geral Psicoterapia pelo clínico geral Relação Médico-Paciente e Estética Relação Médico-Paciente e Estética Defesa dos Médicos Balint M. O médico, seu paciente e a doença. 2ª ed. São Paulo (SP): Atheneu, Salinsky J, Sackin P. Médicos com emoções. 1ª ed. Lisboa (Portugal): Fundação Grümenthal; Almeida WC. Defesas do Ego: leitura didática de seus mecanismos. 2ª ed. São Paulo (SP): Agora; Projeto do Curso de Medicina da UCG- Acessar, link Medicina, dentro de Cursos, no site

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