Sumário ISBN / CDU 02:016 1 INTRODUÇÃO 2 ÍNDICE BIBLIOGRÁFICO

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1 Sumário 1 INTRODUÇÃO 2 ÍNDICE BIBLIOGRÁFICO MOREIRA, Maria José; CARDIM, Neusa; DIB, Simone Faury (organizadoras). Concursos públicos em Biblioteconomia: índice bibliográfico. Brasília: Thesaurus, p. ISBN / CDU 02: BIBLIOTECONOMIA Administração e Planejamento de Bibliotecas Bibliotecário Bibliotecas Desenvolvimento de Coleções Normalização de Documentos Preservação e Conservação de Documentos Processos Técnicos Serviço de Referência 2.2 CIENCIA DA INFORMAÇÃO Comunicação Científica Gestão da Informação Linguagens Documentárias 2.3 ESTATÍSTICA 2.4 SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO Inteligência Competitiva Políticas de Informação 2.5 TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO não constam neste documento: ÍNDICE DE AUTORES ÍNDICE DE TÍTULOS ÍNDICE DE ASSUNTOS APÊNDICES A Instituições responsáveis pelos estudos

2 2 B Instituições com editais sem bibliografia C Sugestões de bibliografia atualizada 1 INTRODUÇÃO (adaptada) A idéia da elaboração deste trabalho teve origem nas bibliografias indicadas nos editais de concursos públicos para bibliotecários, no estado do Rio de Janeiro, no período de Foram arrolados 50 concursos, de 45 instituições, de nível federal, estadual e municipal. Dessas, 15 instituições não indicaram bibliografia, limitando-se a conteúdos programáticos. Os autores ressaltam a tendência à omissão de bibliografia desde Estrutura: índice organizado e ordenado alfabeticamente por grande assuntos, e dentro desses, em ordem alfabética de autor e título (quando não há autor). Pra cada assunto há uma epígrafe. Nas referências, se usou o sobrenome do autor, seguido das iniciais do nome, mas no Índice de autores incluiu-se o nome por extenso (salvo exceções, quando os prenomes e/ou sobrenomes não foram identificados). As referências foram numeradas seqüencialmente e os índices de autores, títulos e assuntos remetem ao número de referência correspondente. Os apêndices do Índice bibliográfico incluem as instituições arroladas (com ou sem indicação de bibliografia). Os autores esperam que a publicação contribua para orientar profissionais que buscam se aperfeiçoar e estudar para concursos, ou ainda que seja um valioso instrumento de divulgação da literatura em Biblioteconomia. Ao final das referências, estão arranjados os índices de autor, título e assunto, bem como os apêndices. As referências das obras indicadas determinaram os assuntos do índice, que foram padronizados com base no Tesauro da Unesco e no Tesauro de Biblioteconomia y Documentación. As entradas das referências obedeceram à norma NBR6023/2003, da ABNT. Os artigos de revistas foram referenciados separadamente.

3 2 ÍNDICE BIBLIOGRÁFICO 2.1 BIBLIOTECONOMIA A palavra biblioteconomia é composta por três elementos gregos biblion (livro) + theka (caixa) + nomos (regra) aos quais juntou-se o sufixo ia. Etimologicamente, portanto, biblioteconomia é o conjunto de regras de acordo com as quais os livros são organizados em espaços apropriados: estantes, salas, edifícios. (Edson Nery da Fonseca, 1992) 001 BLÁSQUEZ, E. B. Sor Juana and her library world. Transinformação, Campinas, SP, v. 12, n. 1, p , jan./jun FONSECA, E. N. da. Introdução à biblioteconomia. Prefácio de Antônio Houaiss. São Paulo: Pioneira, Administração e Planejamento de Bibliotecas O processo de planejar determina a direção a seguir, mensurando os recursos disponíveis e os necessários, implicando na compreensão da dinâmica das mudanças oriundas do mercado, bem como da sensibilidade para identificação e canalização destas mudanças de forma positiva para a Unidade de Informação. (Célia Regina S. Barbalho; Vera Silvia M. Beraquet, 1995) 003 ALMEIDA, M. C. B. de. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, AMARAL, S. A. do. Marketing: abordagem em unidades de informação. Brasília, DF: Thesaurus, BARBALHO, C. R. S.; BERAQUET, V. S. M. Planejamento estratégico para unidades de informação. São Paulo: Polis: Associação Paulista de Bibliotecários, BELLUZZO, R. C. B.; MACEDO, N. D. de. A gestão da qualidade em serviços de informação: contribuições para uma base teórica. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 22, n. 2, p , maio/ago FERREIRA, G. I. B.; OLIVEIRA, Z. P. Informação para administração de bibliotecas. Brasília, DF: ABDF, GESTÃO de unidades de informação: manual. Brasília, DF: IBICT, JOHNSON, H. Planejamento estratégico em bibliotecas modernas. Belo Horizonte: Ed. UFMG, LANCASTER, f. w. Ameaça ou oportunidade? Futuro dos serviços bibliotecários à luz das inovações tecnológicas. R. Esc. Bibliotecon. UFMG, Belo Horizonte, v. 23, n. 1, p. 7-27, jan./jun Avaliação de serviços de bibliotecas. Tradução de Antônio A. B. de Lemos. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros,

4 4 012 LINS, B. F. E. Ferramentas básicas da qualidade. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 22, n. 2, p , maio/ago MACIEL, A. C. Instrumentos para gerenciamento de bibliotecas. Niterói: EdUFF, Planejamento de bibliotecas: o diagnóstico. 2. ed. Niterói: EdUFF, MACIEL, A. C.; MENDONÇA, M. A. R. Bibliotecas como organizações. Rio de Janeiro: Interciência; Niterói: Intertexto, OLIVEIRA, D. P. R. Planejamento estratégico: conceitos, metodologias e práticas. 14. ed. São Paulo: Atlas, OLIVEIRA, D. P. R. Sistemas de informação gerenciais: estratégias, táticas e operacionais. 5. ed. São Paulo: Atlas, PRADO, H. A. Organização e administração de bibliotecas. 2. ed. rev. São Paulo: T. A. Queiroz, RAMOS, P. A. B. A gestão na organização de unidades de informação. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 25, n. 1, p , jan./abr ROCHA, E. C.; GOMES, S. H. Gestão da qualidade em unidades de informação. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 22, n. 2, p , maio/ago TARAPANOFF, K. Técnicas para a tomada de decisão nos sistemas de informação. Brasília, DF: Thesaurus, MIRANDA, D. M.; ARAÚJO JÚNIOR, R. H. Técnicas para a tomada de decisão nos sistemas de informação. 2. ed. Brasília, DF: Thesaurus, VERGUEIRO, W. Qualidade em serviços de informação. São Paulo: Arte & Ciência, Bibliotecário A profissão do bibliotecário [...] se exerce na órbita pública e na órbita privada pó meio de estudos, pesquisas, análise4s, relatórios, pareceres, sinopses, resumos, bibliografias sobre assuntos compreendidos no seu campo profissional, inclusive por meio de planejamento, implantação, orientação, supervisão, direção, execução ou assistência nos trabalhos relativos às atividades biblioteconômicas bibliográficas e documentológicas, em empreendimentos públicos, privados ou mistos, ou por outros meios de objetivarem, tecnicamente, o desenvolvimento das bibliotecas e centros de documentação. (Conselho Federal de Biblioeconomia, 1998) 024 ARRUDA, M. C. C.; MARTELETO, R. M.; SOUZA, D. B. de. Educação, trabalho e o delineamento de novos perfis profissionais: o bibliotecário em questão. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 29, n. 3, p , set./dez CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA. Bibliotecário e técnico em biblioteconomia: legislação. Recife, 1998.

5 026 FERRAZ, M. C. C. O valor do trabalho de conclusão de curso para o ingresso do profissional de informação nas empresas. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 8, n. 1, p , jan./jun GUIMARAES, J. A. C. Moderno profissional da informação: elementos para sua formação no Brasil. Transinformação, Campinas, SP, v. 9, n. 1, p , jan./abr McGARRY, K. Aspectos éticos e profissionais da informação. In:. O contexto dinâmico da informação: uma análise introdutória. Tradução de Helena Vilar de Lemos. Brasília, DF, Briquet de Lemos/Livros, p SILVA, J. P. O perfil do profissional bibliotecário. In: VALENTIM, M. L. (Org.). Profissionais da informação: formação, perfil e atuação profissional. São Paulo: Polis, p URRA, C. V. Competencias profisionales de los egresados de la carrera de bibliotecologia de la Universidad de Playa Ancha de Ciencias de la Educación: uma propuesta para Mercosur. Transinformação, Campinas, SP, v. 13, n. 1, p , jan./jun VALENTIM, M. L. (Org.). Formação do profissional da informação. São Paulo: Polis, Bibliotecas A palavra biblioteca vem do grego bibliothéke, através do latim bibliotheca, tendo como raiz biblion e théke. A primeira significa livro, apontando a raiz latina líber, para a entrecasca de certos vegetais com a qual se fabricava o papel na antiguidade. Théke por sua vez, é qualquer estrutura que forma um invólucro protetor: cifre, estojo, caixa, estante, edifício [...] podemos dizer que não há, concretamente, biblioteca que se impõe em nossos dias. (Edson Nery da Fonseca, 1992) 033 CESARINO, M. A. N. Bibliotecas especializadas, centros de documentação... apenas uma questão de terminologia? R. Esc. Bibliotecon. UFMG, Belo Horizonte, v. 7, n. 2, p , set FERREIRA, S. M. S. Biblioteca do futuro: sonho ou realidade? Ci. Inf., v. 26, n. 2, p , maio/ago FRAGOSO, G. M. O livro, a biblioteca e a primeira infância: trilogia do afeto. Presença Pedagógica, v. 4, n. 22, p , jul./ago Disponível em: raça3.html. Acesso em: 4 fev MÜELLER, S. P. M. Bibliotecas e sociedade: evolução da interpretação de funções e papéis da biblioteca. R. Esc. Ibliotecon. UFMG, Belo Horizonte, v. 13, n. 1, p. 7-54, mar

6 Bibliotecas Escolares Bibliotecas Universitárias 6 A biblioteca escolar é uma necessidade, pois não constitui uma entidade independente, mas um complemento da escola. Se a escola inicia o aluno na instrução, a biblioteca a completa. Sua função é de agente educacional, proporcionando enriquecimento da cultura do aluno nos diferentes campos, oportunidade para o seu desenvolvimento social e intelectual, e horas de distração através de livros de leitura recreativa. (Heloisa de Almeida Prado, 1992) 037 COLÉGIO PEDRO II. Biblioteca. Sistema biblioteconômico. [Rio de Janeiro, 2004]. Disponível em: Acesso em: 2 fev FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS E BIBLIOTECAS. A biblioteca escolar no contexto ensino-aprendizagem para todos: manifesto da biblioteca escolar. Haia, Disponível em: Acesso em: 4 fev MARTUCCI, E. M. Informação para a educação: cenários para o ensino fundamental. Informação & Sociedade, Jão Pessoa, v. 10, n. 2, p , disponível em: Acesso em: 4 fev SILVA, E. T. de. Leitura na escola e na biblioteca. 5. ed. Campinas, SP: Papirus, A biblioteca universitária nada mais é do que uma universidade em si mesma. As universidades são centros transmissores do saber, através do ensino e dos livros. Temos a palavra falada e a palavra escrita a serviço da cultura. Desde os mais remotos tempos a universidade e a biblioteca, trabalhando na mais íntima reciprocidade, têm desempenhado a importantíssima função de preservar e disseminar o conhecimento. (Heloisa de Almeida Prado, 1992) 041 CUNHA, M. B. da. Construindo o futuro: a biblioteca universitária brasileira em Ci. Inf., Brasília, DF, v. 29, n. 1, p , jan./abr MAZZONI, A. A. et. al. Aspectos que interferem na construção da acessibilidade em bibliotecas universitárias. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 30, n. 2, p , maio/ago NASCIMENTO, C. M. P. do; COUTO, A. M. de H. C. de S.; BASTOS, M. M. S. A biblioteca universitária hoje: gerência compartilhada. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITARIAS, 11., 2000, Florianópolis. Anais... Florianópolis: UFSC, CD-ROM. 044 VERGUEIRO, W. Indicadores de qualidade em bibliotecas universitárias brasileiras. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 19., 2000, Porto Alegre. Anais... Porto Alegre: Associação Riograndense de Bibliotecários, CD-ROM.

7 Biblioteca Virtual/Digital/Eletrônica A biblioteca digital é também conhecida como biblioteca eletrônica (termo preferido dos britânicos), biblioteca virtual (quando utiliza os recursos da realidade virtual), biblioteca sem paredes e biblioteca conectada a uma rede. De acordo com Saunders (1992) essa biblioteca implica um novo conceito para a armazenagem da informação (forma eletrônica) e para sua disseminação (independentemente de sua localização física ou de horário de funcionamento). Assim, nesse contexto conceitual estão embutidas a criação, aquisição, distribuição e armazenamento de documento sob a forma digital. De um documento digital pode-se conseguir uma cópia em papel. Nessa biblioteca, o documento (aqui entendido na sua acepção mais ampla) é uma fonte digitalizada e o papel, portanto, é um estado transitório. (Murilo Bastos da Cunha, 1999) 045 CHATAIGNIER, M. C. P.; SILVA, M. P. da. Biblioteca digital: a experiência do Impa. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 30, n. 3, p. 7-12, set./dez CUNHA, M. B. da. Desafios na construção da biblioteca digital. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 28, n. 3, p , FERREIRA, S. M. S. Design de biblioteca virtual centrado no usuário: a abordagem do sensemaking para estudos de necessidades e procedimentos de busca e uso da informação. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 26, n. 2, p , maio/ago GONÇALVES, M. A.; FOX, E. A. Thechnology and research in a Global Networked University Digital Library (NUDL). Ci. Inf., Brasília, DF, v. 30, n. 3, p , set./dez GONZALEZ, M.; POHLMANN FILHO, O.; BORGES, K. S. Informação digital no ensino presencial e no ensino à distância. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 30, n. 2, p , maio/ago LEVACOV, M. Bibliotecas virtuais: (r)evolução? Ci. Inf., Brasília, DF, v. 26, n. 2, p , maio/ago MARCHIORI, P. Z. Ciberteca ou biblioteca virtual: uma perspectiva de gerenciamento de recursos de informação. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 26, n. 2, p , maio/ago MASIERO, P. C. et. al. A biblioteca Digital de Teses e Dissertações da Universidade de São Paulo. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 30, n. 3, p , set./dez PAVANI, A. M. B. A model of multilingual digital library. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 30, n. 3, p , set./dez REENEM, J. V. Working in a digital world: new leader-ship practices for the development of a digital library workforce. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 29, n. 3, p , set./dez REZENDE, A. P. de. Centro de informação jurídica eletrônico e virtual. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 29, n. 1, Disponível em: Acesso em: 5 dez ROWLEY, J. A biblioteca eletrônica. Tradução Antonio A. B. de Lemos. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros,

8 8 057 TRISKA, R.; CAFÉ, L. Arquivos abertos: subprojeto da Biblioteca Digital Brasileira. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 30, n. 3, p , set./dez VILARINO, E. G. Surgimento, implantação e gestão de bibliotecas virtuais: uma revisão de literatura. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 8, n. 1, p , jan./jun Desenvolvimento de Coleções O processo de formação, desenvolvimento e organização de coleções, de um modo geral, deve ser encarado e equacionado como uma atividade de planejamento, onde o reconhecimento da comunidade a ser servida e suas características culturais e informacionais, oferecerá a base necessária e coerente para o estabelecimento de políticas de seleção, para as decisões relativas ao processamento técnico dos documentos e ao seu adequado armazenamento. (Alba Maciel; Marília A. R. Mendonça, 2000) 059 ANDRADE, D.; VERGUEIRO, W. Aquisição de materiais de informação. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, FIQUEIREDO, N. M. de. Avaliação da coleção de referência nas bibliotecas. Brasília, DF: Thesaurus, Avaliação de coleções e estudo de usuários. Brasília, DF: ABDF, Desenvolvimento & avaliação de coleções. Rio de Janeiro: Rabiskus, MENDONÇA, M. A. R. Seleção de documentos: da teoria à prática. In: RODRIGUES, M. E. F.; CAMPELLO, B. S. (Org.). A (re)significação do processo encino/aprendizagem em biblioteconomia e ciência da informação. Niterói: Intertexto, p PEROTA, M. L. L. R. Multimeios: seleção, aquisição, processamento, armazenagem, empréstimo. Vitória: Fundação Ceciliano Abel de Almeida, VERGUEIRO, W. Desenvolvimento de coleções: uma nova visão para o planejamento de recursos informacionais. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 22, n. 1, p , jan./abr O futuro das bibliotecas e o desenvolvimento de coleções: perspectivas de atuação para uma realidade em efervescência. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 2, n. 1, p , jan./jun Seleção de materiais de informação: princípios e técnicas. Bras lia, DF: Briquet de Lemos/Livros, WEITZEL, S. da R. O desenvolvimento de coleções e a organização do conhecimneto: suas origens e desafios. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 7, n. 1, p , jan./jun

9 2.1.5 Normalização de Documentos A normalização é uma atividade coletiva que tem por objetivo o desenvolvimento de normas. Uma norma é uma fórmula que tem valor de regra, em geral indicativa e algumas vezes imperativa. Ela define as características que deve ter um objeto e as suas características de uso, bem como as características de um procedimento e/ou de um método. (Claire Guinchat; Michel Menou, 1994) 069 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6021: apresentação de periódicos: procedimentos. Rio de Janeiro, NBR 6022: apresentação de artigos em publicações periódicas. Rio de Janeiro, NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, NBR 6024: numeração progressiva das seções de um documento. Rio de Janeiro, NBR 6027: sumário. Rio de Janeiro, NBR 6028: resumo. Rio de Janeiro, NBR 6029: apresentação de livros. Rio de Janeiro, NBR 10520: apresentação de citação de documentos. Rio de Janeiro, NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos. Rio de Janeiro, NBR 12676: métodos para análise de documentos, determinação de seus assuntos e seleção de termos de indexação. Rio de Janeiro, CRUZ, A. da C.; PEROTA, M. L. R.; MENDES, M. T. R. Elaboração de referências (NBR 6023/2002). Rio de Janeiro: Interciência ; Niterói: Intertexto, FRANÇA, J. L. Manual para normalização de publicações técnicocientíficas. Belo Horizonte: Ed. UFMG, IBGE. Normas de apresentação tabular. 3. ed. Rio de Janeiro, MACEDO, N. D. de. Iniciação à pesquisa bibliográfica: guia do estudante para a fundamentação do trabalho de pesquisa bibliográfica. São Paulo: Unimarco, MENDES, M. T. R.; CRUZ, A. da C.; CURTY, M. G. Citações: quando, onde e como usar (NBR 10520/2002). Niterói: Intertexto, PEROTA, M. L. L. R. Referências bibliográficas (NBR 6023): notas explicativas. Niterói: EdUFF, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Sistema de Bibliotecas. Normas para apresentação de documentos científicos. Curitiba: Ed. da UFPR,

10 Preservação e Conservação de documentos Enquanto Preservar impulsiona na direção da elaboração das políticas que irão ser adotadas para gerir a Conservação, esta oferece subsídios para que o documento permaneça em condições físicas de utilização, levando-se em conta o controle climático, condições construtivas, limpeza, reparos. (Lucy Lucas, 1995) 086 ARMAZENAMENTO e manuseio de fitas magnéticas. In: BECK, I. (Coord.). Manual de preservação de documentos. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, (Publicações Técnicas, 42). 087 GREENFIELD, J. Como cuidar, encadernar e reparar livros. Lisboa: CETOP, c LUCCAS, L. Conservar para não restaurar: uma proposta para preservação em documentos em bibliotecas. Brasília, DF: Thesaurus, MÉTODOS de armazenamento e práticas de manuseio. In: BECK, I. (Coord.). Manual de preservação de documentos. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, (publicadções técnicas, 1). Disponível em: Acesso em: 4 fev PLANEJAMENTO. In: BECK, I. (Coord.). Manual de preservação de documentos. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, (Publicações Técnicas, 30-32). Disponível em: Acesso em: 5 dez O PROCESSO decisório em preservação e fotocopiagem para arquivamento. In: BECK, I. (Coord.). Manual de preservação de documentos. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, (Publicações Técnicas, 46). 092 SPINELLI JÚNIOR, J. Introdução à conservação de acervos bibliográficos: experiência da Biblioteca Nacional. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, TEIXEIRA, W. A. M. Ações de conservação e preservação da memória no contexto digital. Transinformação, Campinas, SP, v. 14, n. 2, p , jul./dez Processos Técnicos O processo técnico é função da maior importância, pois do seu bom desempenho vai depender a recuperação das informações e das próprias fontes. É ele que indica e até amplia a busca do leitor, se utiliza terminologia adequada e cruzamentos oportunos [...] (Alba Maciel; Marília A. R. Mendonça, 2000) Catalogação/ análise descritiva Catalogação é o estudo, preparação e organização de mensagens codificadas, com base em itens existentes ou passíveis de inclusão em um ou vários acervos, de forma a permitir interseção entre as mensagens contidas nos itens e as mensagens internas dos usuários. (Eliane Mey, 1995) 094 CÓDIGO de catalogação Anglo-Americano. 2. ed. São Paulo: FEBAB, v.

11 CRUZ, A. da C.; CORRÊA, R. M. R.; COSTA, V. M. G. Catalogação descritiva: área de notas, área do número normatizado e das modalidades de aquisição. Niterói: Intertexto, Catalogação descritiva: área de descrição física e área da série. Rio de Janeiro: Interciência; Niterói: Intertexto, Catalogação descritiva: área do título e das indicações de responsabilidade, área de edição e área da publicação, distribuição etc. Niterói: EduFF, FALDINI, G. et. al. Manual de catalogação: exemplos ilustrativos do AACR2. São Paulo: Nobel, FIÚZA, M. M. A. A catalogação bibliográfica até o advento das novas tecnologias. R. Esc. Bibliotecon. UFMG, Belo Horizonte, v. 16, n. 1, p , mar O ensino da catalogação de assunto. R. Esc. Bibliotecon. UFMG, Belo Horizonte, v. 14, n. 2, p , set MENDES, M. T. R. Cabeçalhos para entidades coletivas. Rio de Janeiro: Interciência; Niterói: Intertexto, MEY, E. S. A. Catalogação e descrição bibliográfica: contribuição a uma teoria. Brasília, DF: ABDF, Introdução à catalogação. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, Não brigue com a catalogação. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, ; MENDES, M. T. R. CCAA2 em 58 lições. Brasília, DF: ABDF, RIBEIRO, A. M. de C. M. AACR2 Anglo-american Catalouguing Rules: descrição e pontos de acesso. 2. ed. Brasília, DF: Ed. do autor, AACR2 catalogação descritiva de monografias. Brasília, DF: Senado Federal, AACRR2 Anglo-american Catalouguing Rules: catalogação de recursos bibliográficos. Brasília, DF: CEDIT, Catalogação de recursos bibliográficos pelo AACR2. Brasília, DF: Ed. do Autor, SANTOS, P. C. dos; ALENCAR, M. C. F. A dinâmica do funcionamento da Rede BIBLIODATA e os profissionais da informação atuantes. Transinformação, Campinas, SP, v. 11, n. 2, p , maio/ago

12 Controle Bibliográgfico Pressupõe um domínio completo sobre os materiais que registram o conhecimento, objetivando sua identificação, localização e obtenção. (Bernadete Santos Campello, 1997) 112 CAMPELLO, B. S. Introdução ao controle bibliográfico. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, 1997). 113 MACHADO, A. M. N. Informação e controle bibliográfico: um olhar sobre a cibernética. São Paulo: Editora UNESP, Classificação Originalmente, a classificação foi descrita como o processo mental de designar e ordenar o universo do conhecimento, para determinar, com base em suas relações, o lugar preciso e exato das coisas, nem esquema organizado. A classificação desenvolveu sua própria terminologia, constituindo-se num sistema organizado de lugares para guardar coisas, coisas estas que poderiam ser tanto idéias como documentos. (Jaime Robredo, 2005) 114 BARBOSA, A. P. Teoria e prática dos sistemas de classificação bibliográfica. Rio de Janeiro: IBBD, CAMPOS, L.; MENEZES, E. M. Classificação decimal universal: CDU: instruções e exercícios. 2. ed. Florianópolis: Ed. da UFSC, CARVALHO, D. Q. Classificação decimal de direito. 3. ed. Rio de Janeiro: Ministério da Fazenda, Divisão de Documentação, CLASSIFICAÇÃO Decimal Universal. Tradução Francisco F. L. de Albuquerque; M. T. G. F. de Albuquerque. Braspilia, DF: IBICT, Edição padrão internacional em língua portuguesa. 118 DEWEY decimal classification and relative index. 20 ed. Albany: Forest Press, LANGRIDGE, D. Classificação: abordagem para estudantes de biblioteconomia. Tradução Rosali P. Fernandez. Rio de Janeiro: Interciência, McIIWAINE, I. C. Guia para utilização da CDU: um guia introdutório para o uso e aplicação da classificação decimal universal. Tradução de Gercisa Ângela Borém Lima. Brasília, DF: IBICT, MENDES, E. B. M. Visão panorâmica dos principais sistemas de classificação. Campinas: PUCCAMP/FABI, PIEDADE, M. A. R. Introdução à teoria da classificação. 2. ed. Rio de Janeiro: Interciência, SOUZA, S. de. CDU: guia para utilização da edição padrão internacional em língua portuguesa. 2. ed. ver. E atual. Brasília, DF: Thesaurus,

13 Indexação e Resumo A indexação de assuntos e a redação de resumos são atividades intimamente relacionadas, uma vez que ambas implicam a preparação de uma representação do conteúdo temático dos documentos. O resumidor redige uma descrição narrativa ou síntese do documento, enquanto o indexador descreve o seu conteúdo ao empregar um ou vários termos de indexação, comumente selecionados de algum tipo de vocabulário controlado. (F. W. Lancaster, 1993) 125 ATIENZA, C. A. Documentação jurídica: introdução à análise e indexação de atos legais. Rio de Janeiro: Achiamé, CARNEIRO, M. V. Diretrizes para uma política de indexação. R. Esc. Bibliotecon. UFMG, Belo Horizonte, v. 14, n. 2, p , set KNIGHT, N. G. Treinamento em indexação. Rio de Janeiro: Fundação Getpulio Vargas, LANCASTER, F. W. Indexação e resumos. Tradução Antônio A. B. de Lemos. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, Lopes, e. DE f. Avaliação de indexação e resumo: critérios, medidas, tetodologia. R. Esc. Bibliotecon. UFMG, Belo Horizonte, v. 14, n. 2, p , set NASSRI, M. P. G.; GARGANTINI, M. B. M.; NASSRI, R. C. B. de M. Educação brasileira: análise temática ( ). Transinformação, Campinas, SP, v. 12, n. 1, p , jan./jun PAZIN, R. A. Indexação de multimeios. Curitiba: Ed. UFPR, PINTO, M. C. M. F. Análise e representação de assuntos em sistemas de recuperação da informação: linguagens de indexação. R. Esc. Bibliotecon. UFMG, Belo Horizonte, v. 14, n. 2, p , set RUBI, M. P.; FUJITA, M. S. L. Elementos de política de indexação em manuais de indexação de sistemas de informação especializados. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 8, n. 1, p , jan./jun Serviço de Referência A finalidade do serviço de referência e informação é permitir que as informações fluam eficientemente entre as fontes de informação e quem precisa de informações. Sem que o bibliotecário aproxime a fonte do usuário, esse fluxo jamais existirá ou só existirá de modo ineficiente. (Kenneth Whitaker apud Denis Grogan, 1995) 134 FIQUEIREDO, N. M. de. Serviços de referência & informação. São Paulo: Polis, Textos avançados em referência e informação. São Paulo: Polis, FOSKETT, D. J. Serviços de informação em biblioteca. São Paulo: Polígono,

14 137 GONTOW, R. Serviço de informação e assistência tecnológica para o segmento agroindustrial de alimentos. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 26, n. 3, p , set./dez GROGAN, D. J. A prática do serviço de referência. Tradução Antônio A. B. de Lemos. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, MÁRDERO ARELLANO, M. A. Serviços de referência virtual. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 30, n. 2, p. 7-15, maio/ago Disponível em: <http:www.scielo.br/pdf/ci/v30n2/6206.pdf>. Acesso em: 20 fev PLACER, X. Tpecnica do serviço de referência. Rio de Janeiro: ABB, PEOGRAMA DE COMUTAÇÃO BIBLIOGRÁFICA (Brasil). Disponível em> Acesso em: 1 dez SILBERGER, K. K. Obras de referencia: subsídios para uma avaliação criteriosa. Florianó0polis: Ed. da UFSC, Estudo de usuários Estudo de usuários se baseiam em técnicas usadas nas ciências sociais para observar ou questionar os usuários dos sistemas de informação, com o objetivo de entender as suas necessidades, preferências, opiniões e avaliação a respeito de serviços que a eles são oferecidos ou podem vir a ser oferecidos. O termo e as técnicas são também utilizados para a compreensão dos não-usuários, ou usuários potenciais dos sistemas de informação. (Nice Menezes de Figueiredo, 1991) 143 CUNHA, M. B. da. Metodologia para estudo dos usuários de informação científica e tecnológica. R. Bibliotecon. Brasília, Brasília, DF, v. 10, n. 2, p. 7-19, jul./dez DUDZIAK, E. A.; GABRIEL, M. A.; VILLELA, M. C. O. A educação de usuários de bibliotecas universitárias frente à sociedade do conhecimento e sua inserção nos novos paradigmas educacionais. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 11., 2000, Florianópolis. Anais... Florianópolis: UFSC, CD-ROM. 145 FIGUEIREDO, N. M. de. Estudo de uso e usuários da informação. Brasília, DF: IBICT, Estudo de usuários como suporte para planejamento e avaliação de sistemas de informação. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 14, n. 2, p , jul./dez Metodologias para a promoção do uso da informação: técnicas aplicadas particularmente em bibliotecas universitárias e especializadas. São Paulo: Nobel, 1991.

15 MARTINS, N. do R.; CHILIATTO, G. C.; FRASSON, M. R. Avaliação da qualidade de um serviço do sistema de arquivos da UNICAMP: um modelo piloto de pesquisa com usuários. Transinformação, Campinas, SP, v. 13, n. 1, p , jan./jun TASKA, C. C. et. al. Diagnóstico da necessidade de informação do setor moveleiro do Rio Grande do Sul: estudo de usuário. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 22, n. 2, p , maio/ago Fontes de Informação As fontes de informação designam todos os tipos de meios (suportes) que contêm informações suscetíveis de serem comunicadas. Não importa o suporte físico que a informação se encontra (papel, objeto, imagem, disco, fita cassete ou uma fonte viva de pesquisa), o que é importante é que o conhecimento seja transmitido. (GESTÃO de unidades de informação: manual, 1997) 150 BARROS, A. T. de. Informação ambiental para a comunidade científica. Transinformação, Campinas, SP, v. 11, n. 2, p , maio./ago BIREME. Literatura científica. Disponível em: Acesso em 18 abr BRASIL. Lei n , de 19 de fevereiro de Altera... e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 20 fev Seção Lei n , de 30 de outubro de [Lei do livro]. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 31 out Seção 1, parte 1. Edição extra. Disponível em: Acesso em: 4 fev Coordenação do Aperfeiçoamento de Pesquisa de Nível Superior. O portal brasileiro de informação científica. Disponível em: Acesso em: 26 fev BUFREM, L. S. Complementariedade qualitativo-quantitativa na pesquisa em informação. Transinformação, Campinas, SP, v. 13, n. 1, p , jan./jun CAMPELLO, B. S.; CAMPOS, C. M. Fontes de informação especializada: características e utilização. Belo Horizonte: Ed. da UFMG, CAMPELLO, B. S.; CENDÓN, B. V.; KREMER, J. M. (Org.). Fontes de informação para pesquisadores e profissionais. Belo Horizonte: Ed. da UFMG, CUNHA, M. B. da. Para saber mais: fontes de informação em ciência e tecnologia. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, FIQUEIREDO, L. M. de; CUNHA, L. G. C. da. Curso de bibliografia geral para uso dos alunos das escolas de biblioteconomia. Rio de Janeiro; São Paulo: Record, (sic)

16 MOSTAFA, S. P.; TERRA, M. As fontes eletrônicas de informação: novas formas de comunicação e de produção do conhecimento. São Paulo em Perspectiva, São Paulo, v. 12, n. 4, p. 1-12, out./dez Livro Conjunto de folhas impressas e reunidas em um volume encadernado ou sob forma de brochura. (Claire Guinchat e Michel Menou, 1994) 166 SILVA, T. E. da. Montag e memória perdida: notas sobre Fahrenheit 451 de François Truffaut. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 8, n. 1, p , jan./jun ZAID, G. Livros demais: sobre ler, escrever e publicar. São Paulo: Summus, CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO 161 CHARTIER, R. A. A aventura do livro: do leitor ao navegador. São Paulo: Ed. UNESP, MARTINS, W. A palavra escrita: história do livro, da imprensa e da biblioteca. 2. ed. ver. São Paulo: Ática, MORAES, R. B. de. O bibliófilo aprendiz. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, OLIVEIRA, J. T. de. A fascinante história do livro. Rio de Janeiro: Cátedra, 1984, 4 v. 165 PINHEIRO, A. V. Livro raro: antecedentes, propósitos e definições. Acesso Online: boletim informativo da Rede Sirius [UERJ], Rio de Janeiro, v. 3, n. 25, jul Disponível em: Acesso em: 4 fev De prática de organização, a ciência da informação tornou-se, portanto, uma ciência social rigorosa que se apóia em uma tecnologia também rigorosa. Tem por objeto o estudo das propriedades gerais da informação (natureza, gênese, efeitos), ou seja, mais precisamente: a análise dos processos de construção, comunicação e uso da informação e a concepção dos produtos e sistemas que permitem sua construção, comunicação, armazenamento e uso. (Edson Nery da Fonseca, 1992) 168 DUMONT, L. M. M. Contexto, leitura e subjetividade. Transinformação, Campinas, SP, v. 13, n. 1, p , jan./jun ; BRUNO, P. P. C. Ciência da informação e oportunidade de diálogo intertemático: onde nem tudo é relativo e nem (absolutamente) racional. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 8, n. 1, p , jan./jun FIGUEIREDO, N. M. de. Paradigmas modernos em ciência da informação: em usuários, coleções, referência e informação. São Paulo: Polis, (Coleção Palavra-chave, 10).

17 171. Tópicos modernos em ciência da informação. São Paulo: Centro Cultural Tereza D Ávila, GUINCHAT, C.; MENOU, M. Introdução geral às ciências e técnicas da informação e documentação. 2. ed. corr. e aum. Brasília, DF: IBICT, IBICT. Disponível em: Acesso em: 30 mar KOBASHI, N. Y. Notas sobre o papel da pesquisa em cursos de graduação em Ciência da Informação. Transinformação, Campinas, SP, v. 14, n. 2, p , jul./dez LE COADIC, Y. F. A ciência da informação. Tradução Maria Yeda F. S. de Fiqueiras. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, McGarry, K. O. O contexto dinâmico da informação: uma análise introdutória. Tradução de Helena Vilar de Lemos. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, Comunicação Científica O processo de comunicação cionetífica tem sido objeto de inúmeros estudos que abordam tanto a comunicação formal, que ocorre através da literatura, quanto a comunicação que acontece informalmente, por meio de contatos pessoais. Esses estudos indicam que os contatos pessoais individuais face a face, por correspondência, telefone e, hoje, cada vez mais freqüentemente, através do correio eletrônico são comuns no processo de comunicação e ocorrem sempre entre os membros de determinada comunidade científica. (Bernadete S. Campello, 2000) 177 ALMEIDA, M. R. G. Literatura cinzenta: teoria e prática. São Luiz: Edições UFMA, ALVARADO, R. U. Lãs revistas de bibliotecologia y ciências de la información em América Latina. Transinformação, Campinas, SP, v. 11, n. 2, p , maio/ago BARROS, A. T. de. A SBPC e a informação ambiental no Brasil: o papel da revista Ciência Hoje. Transinformação, Campinas, SP, v. 12, n. 1, p , jan/jun BLUMENSCHEIN, A. A revista Ciência da Informação ante o novo contexto da comunicação científica. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 30, n. 2, p. 5, maio/ago GOMES, S. P.; SANTOS, M. A. L. C. Avaliação de um periódico na área de medicina tropical. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 30, n. 2, p , maio/ago

18 LAUNO, R. Perspectivas de informação tecnológica/industrial. Brasília, DF, v. 22, n. 2, p , maio/ago Ci. Inf., 183 MEADOWS, A. J. A comunicação científica. Tradução de Antônio A. B. de Lemos. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, MÜELLER, S. P. M.; OLIVEIRA, H. V. Autonomia e dependência na produção da ciência: uma base conceitual para estudar relações na comunicação científica. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 8, n. 1, p , maio/ago ; PASSOS, E. J. L. (Org.). Comunicação Científica. Brasília, DF: unb, Departamento de Biblioteconomia, ; PECEGUEIRO, C. M. P. de A. O periódico Ciência da Informação na década de 90: um retrato da área refletido em seus artigos. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 30, n. 2, p , maio/ago OCTAVIANO, V. L. C.; REY, C. M.; SILVA, K. C. A informação na atividade técnico científica: um enfoque pós-moderno. Transinformação, Campinas, SP, v. 11, n. 2, p , maio/ago PACHECO, R. C. S.; KERN, V. M. Uma ontologia comum para a integração de bases de informações e conhecimento sobre ciência e tecnologia. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 30, n. 3, p , set./dez PECEGUEIRO, C. M. P. de A. Temática dos artigos de periódicos brasileiros na área de Ciência da Informação na década de 90. Transinformação, Campinas, SP, v. 14, n. 2, p , jul./dez SILVA, F. M. E. Análise da revista Ciência da Informação disponibilizada na SciELO a partir do seu vocabulário controlado. Transinformação, Campinas, SP, v. 14, n. 2, p , jul./dez Gestão da Informação [...] a gestão da informação deve incluir, em dimensões estratégicas e operacionais, os mecanismos de obtenção e utilização de recursos humanos, tecnológicos, financeiros, materiais e físicos para o gerenciamento da informação e, a partir disto, ela mesma ser disponibilizada como insumo útile estratégico para indivíduos, grupos e organizações (Ponjuán Dante, 1998). A exigência de um composto gerencial, a utilização de tecnologias de um composto gerencial, a utilização de tecnologias e a importância de se compreender e oferecer a informação com valor agregado indicam pelo menos três recortes no contexto da gestão da informação, que já se apresentam como realidades em cursos de graduação e pós-graduação no Brasil. (Patrícia Zeni Marchiori, 2002) 191 ARAÚJO, E. A. Infoprmação, sociedade e cidadania: gestão da informação no contexto de organizações não-governamentais (ONGs) brasileiras. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 28, n. 2, p , maio/ago BARRETO, A. A. A oferta e a demanda da informaão: condições técnicas, econômicas e políticas. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 28, n. 2, p , maio/ago

19 BEUREN, I. M. Gerenciamento da informação: um recurso estratégico no processo de gestão empresarial. São Paulo: Atlas, BIO, S. R. Sistemas de informação: um enfoque gerencial. São Paulo: Atlas, CIANCONI, R. Gestão da informação na sociedade do conhecimento. Brasília, DF: SENAI/DN, (Série SENAI Formação de Formadores). 196 KIELGAST, S.; HUBBARRD, B. A. Valor agregado à informação: da teoria à prática. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 26, n. 3, p , set./dez LEITÃO, D. M. A informação como insumo estratégico. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 22, n. 2, p , maio/ago LUBISCO, N. M. L.; BRANDÃO, L. M. B. (Org.). Informação & informática. Salvador: EDUFBA, McGEE, J.; PRUSAK, L. Gerenciamento estratégico da informação: aumente a competitividade e a eficiência de sua empresa utilizando a informação como ferramenta estratégica. Tradução de Astrid Beatriz de Figueiredo. Rio de Janeiro: Campus, MARTELETO, R. M. Análise de redes sociais aplicação nos estudos de transferência da informação. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 30, n. 1, p , jan./abr O BRIEN, J. A. Sistemas de informação e as decisões gerenciais na era da Internet. Tradução de Cid Knipel Moreira. São Paulo: Saraiva, PINTO, V. B. Informação: uma base teórica. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 22, n. 2, p , maio/ago ROCHA, E. M. P.; FERREIRA, M. A. T. Análise dos indicadores de inovação tecnológica no Brasil: comparação entre um grupo de empresas privatizadas e o grupo geral de empresas. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 30, n. 2, p , maio/ago SICSÚ, A. B.; ARAÚJO, T. B. Modelo de informação sobre gastos dos estados em C&T: considerações metodológicas. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 22, n. 2, p , maio/ago VEIGA, J. P. da. A universalização da informação. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 30, n. 1, p. 7-12, jan./abr WEIL, P. A normose informacional. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 29, n. 2, p , maio/ago

20 2.2.3 Linguagens documentárias Tesauro 20 Todo movimento existente nos sistemas de recuperação da informação tem por princípio geral possibilitar a seu usuário o acesso à informação/documento. Nestes sistemas, vários são, atualmente, os instrumentos utilizados para representar o conhecimento de uma dada área do saber. Estes instrumentos são denominados, de uma forma geral, linguagens documentárias, como o Tesauro e os Esquemas de Classificação, para citar apenas os mais relevantes. (Maria Luiza de Almeida Campos, 2001) 207 ALCAIDE, G. S. et. al. Análise comparativa e de consistência entre representações automática e manual de informações documentárias. Transinformação, Campinas, SP, v. 13, n. 1, p , jan/jun CAMPOS, M. L. de A. Linguagem documentária: teorias que fundamentam sua elaboração. Niterói: EdUFF, CINTRA, A. M. M. de et al. Para entender as linguagens documentárias. São Paulo: Polis, ROBREDO, J.; CUNHA, M. B. da Documentação de hoje e de amanhã: uma abordagem informatizada da biblioteconomia e dos sistemas de informação. São Paulo: Global, Um tesauro pode ser definido levando em consideração sua função ou sua estrutura. Considerando sua função, um tesauro é um instrumento de controle terminológico que permite traduzir a linguagem natural dos documentos, dos indexadores e dos usuários, numa linguagem sistêmica mais rígida (linguagem documentária, linguagem do sistema de informação). Levando em consideração sua estrutura, um tesauro é um vocabulário controlado e dinâmico de termos relacionados semântica e genericamente, que cobre um campo específico de conhecimentos. (Jaime Robredo, 1994) 211 AITCHINSON, J. Manual para a construção de tesauros. Tradução Helena M. P. Braga. Rio de Janeiro: BNG/Brasilart, CURRÁS, E. Tesauros: linguagens terminológicas. Tradução de Antonio Felipe C. da Costa. Brasília, DF: IBICT, DOBEDEI, V. L. D. Tesauro: linguagem de representação da memória documentária. Niterói: Intertexto; Rio de Janeiro: Interciência, GOMES, H. E. Manual de elaboração de tesauros monolíngues. Brasília: PNBU, 1990.

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