Máquinas para recolhimento de Biomassa Agrícola. Samir de Azevedo Fagundes Marketing

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1 Máquinas para recolhimento de Biomassa Agrícola Samir de Azevedo Fagundes Marketing

2 Grupo FIAT

3 Antes, uma reflexão Marketing 3.0 e o Setor Sucroenergético Alguns comportamentos desejados: Criar elo com o cliente, específico a sua condição, promovendo sustentabilidade; Identificar as necessidades dos consumidores para ser capaz de orientar as suas mentes, corações e espíritos; Ser assertivo ao ofertar soluções, foco no benefício mútuo; Ser sensível a mudanças, estar pronto para transformar; 3

4 Conceito de Biomassa Biomassa é todo recurso renovável oriundo de matéria orgânica (de origem animal ou vegetal) que pode ser utilizado na produção de energia. A biomassa vem sendo cada vez mais utilizada na geração de eletricidade, principalmente em sistemas de cogeração e no suprimento de eletricidade para demandas isoladas da rede elétrica ou próxima a grandes centros consumidores.

5 Mercados potenciais Açúcar & Álcool Palha Açúcar & Álcool Sorgo Sacarino Biomassa Eucalipto Biomassa Cana Energia Biomassa Sorgo Celulósico / Capim Elefante

6 Parceria com Instituições Contrato assinado com a FCA/Botucatu para desenvolvimento da colhedora de eucalipto (floresta energética). Desenvolvimento de soluções para tratores florestais. Projeto piloto de Oficina de Mecanização.. Contrato assinado para desenvolvimento de colhedora de sorgo sacarino e celulósico (biomassa). Grande foco em pesquisas com Bioenergia. Querem celebrar a parceria em grande evento. Parceria no desenvolvimento e promoção de soluções em aproveitamento de palha. Contrato assinado para análise da viabilidade de utilização do conceito da forrageira como colhedora de cana de açúcar. 6

7 Parceria com Empresas Cliente na solução de enfardamento de palha. Empresa pioneira na produção de Etanol 2G e quer viabilizar a utilização de cana energia. Empresa líder no desenvolvimento da biomassa proveniente da cana energia. Tem contratado toneladas para entrega em Parceria no desenvolvimento da plataforma para colheita. Cliente (grande potencial para enfardamento). Parceiro projeto FR como colhedora de cana, teste será acompanhados pela equipe da Raízen e a avaliação na indústria será realizada por eles junto ao CTC.

8 Milhões de ha Biomassa Cana Área de Cana-de-açúcar no Brasil 14,0 12,0 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 0,0 Área total de Cana de Açúcar Área sem queima da palha Projeto Biomassa

9 Palha Disponível 15 t/ha 140 kg/tc (bs)

10 Palha da Cana de Açúcar Principais Vantagens: Fácil de prever a quantidade de energia a ser gerada; Diversificação das fontes de energia; Álcool de segunda geração. Energia da Cana: 1/3 Álcool 1/3 Bagaço 1/3 Palha 2x poder calorífico

11 Palha Possíveis Uso Combustão (Geração de EE) 0,85 MWh Tonelada de palha Gaseificação Biomassa (Palha e Bagaço) Pirólise Hidrólise (Etanol 2G)

12 Sistemas de Aproveitamento da palha Colhedora de cana extrator rotação normal Palha no solo Cana + palha Aleiramento Transbordo Enfardadora Transporte rodoviário Carregament o Estação Limpeza Seco Transporte Caldeira Palha Caldeira Cana Moenda

13 Sistema CTC / New Holland Parceria Demanda Existia uma demanda recíproca do CTC e a NH em achar um parceiro para desenvolver um sistema adequado de aproveitamento da palha da cana: O CTC buscava uma empresa de renome e com condições e competência para assumir a pesquisa e desenvolvimento de um processo completo; A New Holland buscava uma entidade de reconhecimento nacional no setor de Canavieiro para desenvolver e validar os processos agrícolas e industriais. Parceria Firmada a parceria entre New Holland e CTC em maio de Objetivo Prestação dos serviços de suporte técnico na adequação e aprimoramento de sistema de recolhimento de palha no segmento de cana de açúcar

14 PROJETO BIOMASSA CANA Visão Geral

15 PROJETO BIOMASSA CANA Aleiramento Enfardamento Transporte Intermediário Aleirador H5980 Enfardadora BB9080 Carreta PT2010

16 ALEIRADOR H5980

17 Aleiramento O que é Aleiramento? É o acumulo da palha gerada após a colheita mecanizada da cana. Deve ser feita após o material atingir entre 10% e 15% de umidade o que o ocorre entre 7 e 10 dias após a colheita. 1,2 a 1,4 metros Existe uma media entre 12 a 14 toneladas de palha por hectare. Recomenda-se recolher entre 40% e 60% deste total.

18 Aleirador Diferenciais Diminui índice de impurezas a palha é rolada e não arrastada sobre o solo. Os dedos não trabalham em contato direto com o solo. Permite regulagem da quantidade de palha a ser recolhida. Permite regulagem da faixa de recolhimento e consequentemente da largura da leira. Baixíssima manutenção dedos curtos com base vulcanizada.

19 ENFARDADORA BB9080

20 A Enfardadora realiza 5 funções básicas: Recolhimento Pré Compactação Formação do fardo Amarração Descarregamento

21 Enfardadora

22 Aplicação na palha da cana Fardos retangulares x 900 x mm Densidade obtida 170 a 180 kg/m3 Trator 2000 rpm - 6 km/h Capacidade de campo 2,8 ha/h

23 CARRETA PT2010

24 Especificações Capacidade de 12 fardos Carregamento sequencial automatizado Trator TM rpm Fardos por hora até 60

25 Operação A pinça recolhedora de fardos é acionada pelo impacto do fardo sem que haja a interrupção do carregamento. Facilmente ajustada para vários comprimentos de fardos. Os fardos são rapidamente retirados do chão sem necessidade de parada da maquina, reduzindo o arrasto do fardo sobre o solo e por consequência diminuindo detritos na palha.

26 CARREGAMENTO DOS FARDOS Pinça frontal

27 CARREGAMENTO DOS FARDOS

28 TRANSPORTE

29 TRANSPORTE Carreta

30 PROCESSAMENTO INDUSTRIAL Recebimento e Armazenagem Alimentação Retirada dos Barbantes Desenfardamento Retirada das Impurezas Minerais Trituração Final

31 Outras Biomassas: Madeira Florestas Energéticas Cana Energia Sorgo Sacarino

32 A Forrageira realiza 4 operações

33 Introdução Passo a passo Alimentação Corte Aceleração da Massa Descarga 1 - Plataforma 3 - Picador 5 - Soprador 6 Tubo de descarga 2 - Rolos alimentadores 4 - Crop processor

34 Alimentação Coppice Forrageira Madeira Cana energia Sorgo Sacarino Capim e Sorgo Celulósico Forragem EM TESTE... Segadora

35 Rolos Alimentadores

36 Rolo Picador

37 Possibilidade de ajustes Uma forrageira foi feita para picar e esmagar o material Número de facas Comprimento (mm)

38 Rolo Picador de 12 facas

39 Rolo Picador de 12 facas

40

41 Parte industrial de uma forrageira 1) Rolos Alimentadores 2) Rolo Picador 3) Acelerador / Soprador 4) Tubo de descarga 5) Crop Processor

42 Acelerador / Soprador

43 Biomassa Madeira O projeto é baseado no uso da forrageira com a plataforma coppice 130FB para colheita, picagem e transbordo do material: Parceria: Universidade Estadual Paulista (Botucatu/SP); Colheita de eucaliptos adensados de associados da ABRAF;

44 Biomassa Madeira Desafio logístico Wood Cracker ou Feller Buncher Forwarder Processador estacionário Colhedora Autopropelida Transporte madeira Inteira Transporte de cavaco Cogeração

45 Primeiros resultados IMA = 60,6 m 3 /ha Biomassa = 68,0 t/ha FR9060 = 950 kg/min

46 Cana Energia

47 Cana Energia Alta produtividade: t/ha Pode chegar passar 200 t/ha

48 Colheita

49 Cana Energia / Capim Elefante Demandas: Alta umidade Alta produtividade Grandes áreas Capim Elefante FR Colhendo Capim Elefante Planta Termoelétrica de Capim Elefante

50 Sorgo Sacarino Colheita Mecanizada: Colhedora de cana Forrageiras A busca por uma massa colhida mais estável é fundamental para concretizar a forrageira como máquina ideal para colheita de sorgo sacarino.

51 Sorgo Sacarino Por que então insistimos em utilizar uma forrageira, que foi concebida para picar e esmagar a massa colhida, para colheita do Sorgo Sacarino? Technical Data Fuel Harvesting Harvesting Fuel Harvesting Weight Retail Cost Yield Consupmtion Speed Rows Capacity Consumption Capacity Harvested (kg) (R$) (L/h) (t/ha) (km/h) (t/h) (L/t) (ha/h) Sugar Cane Harvester ,92 0,76 Forage Harvester ,58 2,40 Operational Cost for Maintenance Cost Total Diesel Consumption Maintenance per ha Total Maintenance Financial Cost ha (R$/h) (L) (R$) ha (R$/t) Sugar Cane Harvester ,26 R$ ,11 1,61 Forage Harvester ,00 R$ ,00 0,50 Pontos críticos: - Produtividade da lavoura; - Altura da planta.

52 Sorgo Sacarino Após as primeiras alterações na FR9060 com o principal objetivo de aumentar o tamanho do toletes, foi colhida em abril de 2013 a primeira área de sorgo sacarino; Parceiros no Projeto: Resultados: Toletes de 9-10 cm; 12 linhas de sorgo (8 km/h) versus 3 linhas (5 km/h) da colhedora de cana; Danos excessivo ao tolete (ponto a ser trabalhado durante os próximos testes. 52

53 Sorgo Sacarino 53

54 Recebimento e Armazenagem Samir Fagundes Alimentação Retirada dos Barbantes Desenfardamento Retirada das Impurezas Minerais Trituração Final

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