RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS Nº ª PARTE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS Nº 201108779 2ª PARTE"

Transcrição

1 1 de 30 RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS Nº ª PARTE 1 - DESENVOLV EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA 1.1 SUBÁREA - FUNCIONAMENTO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ASSUNTO - AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS CONSTATAÇÃO: (031) Divergência nas informações prestadas no Relatório de Gestão em relação à execução das metas físicas e financeiras de Ações de governo da Unidade. Em análise ao item 2 do Relatório de Gestão 2010 da unidade, que traz informações sobre o atingimento dos objetivos e metas físicas e financeiras dos Programas e Ações de Governo sob a responsabilidade da UJ, referente ao exercício 2010, verificou-se divergência de informações em relação à realização das metas físicas, no próprio preenchimento do relatório. De início, cabe ressaltar que os quadros previstos no item A.2.1 do Relatório de Gestão foram preenchidos indevidamente, pois os Programas que foram citados não são de responsabilidade da UJ, mas sim do órgão superior Ministério da Educação ou mesmo da Previdência Social. A Portaria nº 277/2010 do TCU é clara ao dispor no seu item que somente devem constar os Programas de responsabilidade da UJ. Tanto que no campo ordem do citado quadro o IFRN relacionou as Ações de cada Programa, quando na verdade, de acordo com o que a portaria descreve, deveria constar a ordem sequencial de apresentação dos indicadores de resultado de cada Programa, que constam na lei do PPA. De toda forma, considerando que os dados sobre os resultados alcançados de cada Ação são os que foram lançados nesses quadros, inclusive a análise sobre o atingimento ou não do resultado, serão, portanto, relacionadas a seguir algumas das inconsistências verificadas. No caso da Ação Pagamento de Aposentadorias e Pensões, pertencente ao Programa 0089 Previdência de Inativos e Pensionistas da União, constata-se pelo quadro A.2.1 que o gestor informou como tendo atingido 100% do indicador no exercício. Para essa Ação foi informado no campo indicador a unidade de medida Pessoa beneficiada. Ocorre que no quadro A.2.2, esse sim, que demonstra a Execução Física das ações realizadas pela UJ, o IFRN informou como meta prevista 371 pessoas beneficiadas e meta realizada de 390, o que representa mais de 100%. Portanto, constata-se que há erro ou no preenchimento do Relatório de Gestão ou na apuração da meta realizada. Na Ação 2012 Auxílio-Alimentação aos servidores e empregados, pertencente ao Programa 0750 Apoio Administrativo, constata-se uma superação de 47% da meta prevista, indicada tanto

2 2 de 30 no primeiro quadro, como no segundo já citados, o que demonstraria, a princípio, uma execução significativamente eficiente da Ação. Contudo, não se verificou qualquer comentário do gestor acerca desse êxito, conforme solicitado no normativo do TCU. Apenas se relatou que os recursos alocados foram suficientes pra atender aos 1436 servidores. Portanto, tal superação pode indicar uma deficiência no processo de previsão da meta. Na Ação 2011 Auxílio-Transporte aos servidores e empregados, pertencente ao Programa 0750 Apoio Administrativo, constata-se uma superação de 59% da meta prevista, indicada tanto no primeiro quadro, como no segundo já citados, o que, a exemplo do item anterior demonstraria, a princípio, uma execução bastante eficiente da Ação. Contudo, também nesse caso não se verificou qualquer comentário do gestor acerca dessa eficiência, conforme solicitado no normativo do TCU. Apenas se relatou que os recursos alocados foram suficientes pra atender aos 200 servidores. Também nesse caso, a suposta superação da meta prevista pode indicar o simples acaso no processo de sua previsão. Ademais, o total de despesas executada para essa ação constante do SIAFI é de R$ ,59, o que importa em apenas 88% dos R$ ,00 que consta no cálculo do indicador Percentual de Gastos com Auxílio-transporte PGAT. Essa discrepância, além de ter tornado mais difícil ainda a superação da meta física, conforme exposta pelo gestor, deixa novamente dúvida quanto à fidedignidade dos números apresentados. Na Ação 8429 Formação Inicial e continuada à distância, pertencente ao Programa Brasil Escolarizado, constata-se pelo quadro A.2.1 que o gestor informou como tendo atingido 100% do indicador no exercício. Para essa Ação foi informado no campo indicador a unidade de medida Aluno Matriculado. Ocorre que no quadro A.2.2, que demonstra a Execução Física das ações realizadas pela UJ, o IFRN informou como meta prevista 1320 Alunos Matriculados e meta realizada 1222, o que não representa os 100%, mas 93%. A princípio a diferença é possível de ocorrer sem caracterizar gestão/execução ineficiente, porém também não foram observados comentários que reflitam esses números. A Unidade apenas informou ter a ação sido executada sem problema em 2010 e que Os recursos orçamentários alocados nesta ação em 2010 foram suficientes para atender a todas as despesas previstas na ação, atendendo matriculados em Conforme se depreende do breve comentário o número não condiz com o apresentado no quadro A.2.2, próprio para informação da meta física realizada. Novamente, constata-se que há erro ou no preenchimento do Relatório de Gestão ou na apuração da meta realizada. Na Ação 2992 Funcionamento da Educação Profissional, pertencente ao Programa 1062 Desenvolvimento da Educação Profissional e Tecnológica, e, frise-se, a Ação de mais materialidade da Unidade, constata-se pelo quadro A.2.1 que o gestor informou como tendo atingido 100% do indicador no exercício. Para essa Ação foi informado no campo indicador a unidade de medida Aluno Matriculado. Sucede que no quadro A.2.2, que demonstra a Execução Física das ações realizadas pela UJ o IFRN informou como meta prevista Alunos Matriculados e meta realizada , o que, além de não coincidir com o 100%, também deixa dúvida quanto ao mesmo número de Alunos Matriculados em 2010 informado na composição dos indicadores de gestão (item do Relatório de Gestão), qual seja, Portanto, denota-se mais uma vez uma incongruência nos números informados pela Unidade. Na Ação 2994 Assistência ao Educando da Profissional, pertencente ao Programa 1062 Desenvolvimento da Educação Profissional e Tecnológica, constata-se pelo quadro A.2.1 que o gestor informou como tendo atingido 100% do indicador no exercício. Para essa Ação foi informado no campo indicador a unidade de medida Aluno Assistido. Ocorre que no quadro A.2.2, que demonstra a Execução Física das ações realizadas pela UJ o IFRN informou como meta prevista Alunos Assistidos e meta realizada de , o que, não coincide com o 100%.

3 3 de 30 Desse modo, também nessa Ação, denota-se a inconsistência nos números informados pela Unidade. Mais um caso típico de inconsistência é encontrada na Ação 6333 Apoio à Capacitação e Formação Inicial e Continuada de Professores e Profissionais da Educação Básica, pertencente ao programa 1448 Qualidade na Escola. No SIAFI não se verifica qualquer execução financeira para essa Ação, bem como no quadro A.2.1que foi preenchido pela própria instituição, apontando como índice atingido 0%(zero). Ocorre que no quadro A.2.2 (demonstração da meta física), observa-se a meta realizada igual a meta prevista, qual seja, 12 profissionais beneficiados. Tais exemplos demonstram que há inconsistências claras nos dados informados na peça principal de prestação de contas da unidade, qual seja, o Relatório de Gestão. Tais inconsistências indicam fragilidades nos controles internos da UJ, o que pode estar sendo causado pela centralização de atividades e acúmulo de tarefas em certos servidores, além de não se estar dispensando a devida atenção ao processo de elaboração do Relatório de Gestão. Registre-se que esta equipe realizou algumas tentativas de confirmar os dados informados no Relatório de Gestão junto aos setores apontados, porém não tendo obtido sucesso, ou porque o valor fornecido pelo respectivo setor/departamento não coincidia com o informado ou porque não se conseguiu extrair os mesmos valores, inclusive por ausência de registro da memória de cálculo. O Pró-reitor de Administração não garantiu o controle efetivo das metas físicas e financeiras da entidade, bem como sua representação fidedigna no Relatório de Gestão da Unidade, atribuições essas de sua responsabilidade, conforme inciso III e VIII do Art. 42 do Regimento Interno do IFRN. Cabe também parcela de responsabilidade ao gestor máximo, haja vista tratar-se de números que devem refletir a missão institucional e, principalmente, que, consoante o inciso VI do Art. 37 do mesmo Regimento, ao Reitor compete: coordenar e fiscalizar as atividades da instituição. Na intenção de convalidar os dados apresentados questionou-se a Unidade, por meio da Solicitação de Auditoria nº /009, de 30/03/11, acerca do processo de previsão e apuração das metas, bem como sobre a origem dos respectivos dados, o que foi respondido por meio do Memo. nº 052/2011-PROAD/IFRN, de 31/03/2011, conforme segue: ITEM 37 Informar qual é o setor e/ou agente responsável pelo controle das metas físicas de cada ação de governo da instituição, incluindo elaboração, monitoramento e aferição das metas (prevista e realizada). JUSTIFICATIVA O setor que está responsável pelo controle das metas físicas de cada ação é a Pró-reitoria de Administração - PROAD, e a pessoa responsável pela alimentação no sistema SIMEC é servidor JUSCELINO CARDOSO DE MEDEIROS Matricula nº , mas essa situação precisa ser reestruturada, no sentido de que cada ação deverá ter um responsável e de preferência o setor que desenvolve a política da referida ação. Como exemplo, a ação nº Assistência ao Educando da Educação Profissional deverá ser de responsabilidade da Diretoria a Assistência Estudantil. Com relação à responsabilidade pela a previsão das metas do IFRN, é um processo em conjunto entre a PROAD, PRODES e Gabinete do Reitor. ITENS 38 e 39 Informar, para cada ação de governo, como se dá o processo de previsão das metas físicas para cada exercício,conforme previsto no quadro A.2.2 do Relatório de Gestão. Explicitar, comprovando documentalmente, quais fontes primárias de dados contribuem para a

4 4 de 30 quantificação final da meta (prevista). Informar, para cada ação de governo, de que forma é aferida a realização da meta física. Explicar como se dá o processo de apuração dos valores constantes no quadro A.2.2 do Relatório de Gestão (meta realizada). Detalhar, comprovando documentalmente, também de onde são coletados/consolidados os dados que compõem o valor final da meta (relatórios gerenciais, pesquisas, módulo de algum sistema informatizado, etc). JUSTIFICATIVA Ações que envolvem pagamentos de pessoal Inativo e Pensionista, benefícios assistenciais, de números 0181, 2004, 2010, 2011, 2012, 20CW, são previstos e monitorados com as informações fornecidas pela Diretoria de Pessoas mensalmente, que faz as previsões em função do número de servidores. Com relação às ações de alunos matriculados, na Ação 2992 Funcionamento da Educação Profissional, as previsões das metas físicas são elaboradas em função de número de alunos matriculas (sic) no sistema acadêmico e o número vagas ofertas (sic) para o exercício seguinte. Com relação ao monitoramento da ação, o mesmo é realizado de acordos (sic) com as informações retiradas do sistema acadêmico da Instituição, conforme quadro de alunos matriculados em anexo. Com relação às ações de alunos matriculados, na Ação 2994 Assistência ao Educando da Educação Profissional, as previsões das metas físicas são elaboradas em função de número de alunos matriculas (sic) no sistema acadêmico e de acordo com a classificação socioeconômico dos alunos, realizado pelo setor de serviço social de cada CAMPI. Com relação ao monitoramento da ação, o mesmo é realizado de acordos (sic) com as informações fornecidas por cada Campus, que consolidado na Diretoria de Assistência Estudantil, conforme quadro das ações desenvolvidas de assistência em anexo. Com relação a ação de volume disponibilizado, na Ação 6301 Acervo Bibliográfico para as Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, as previsões das metas físicas são elaboradas em função do volume de recursos disponibilizados no orçamento, tendo como parâmetro um custo médio por volume, para o exercício de 2010 o IFRN disponibilizou o montante de R$ ,00 (hum milhão e duzentos mil reais), considerando um custo médio de R$ 50,00 (cinqüenta reais), foi previsto um aquisição de volumes. Com relação a ação servidores capacitados, na Ação 6358 Capacitação de Recursos Humanos da Educação Profissional, as previsões das metas físicas são elaboradas em função do volume de recursos disponibilizados no orçamento, tendo um percentual do orçamento a ser gasto em capacitação, para o exercício de 2010 o IFRN disponibilizou o montante de R$ ,00 (dois milhão (sic) e duzentos mil reais), considerando um custo médio de R$ 3.600,00 (três mil reais), foi previsto um capacitação de 600 servidores envolvendo gastos com diárias, passagens, pagamento de inscrições e etc. Com relação a ação unidade reestruturada, na ação Reestruturação da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, as previsões das metas físicas são elaboradas em função das necessidades de dotar os CAMPI das condições de funcionamento, as informações são de responsabilidade da PROADS tanto na previsão e monitoramento da ação. Com relação a ação unidade de ensino implantada, na ação 1H10 Expansão da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, as previsões das metas físicas são elaboradas em função das necessidades de implantar nos unidades de ensino no IFRN, as informações são de responsabilidade da PROADS tanto na previsão e monitoramento da ação. Com relação a ação alunos matriculados, na ação 8429 Formação Inicial e Continuada à Distância, as previsões das metas físicas são elaboradas em dos (sic) alunos matriculados, conforme informação Pró-Reitoria de Ensino e de (sic) retiradas do sistema acadêmico, o acompanhamento do monitoramento é realizado pela número de alunos matriculados, segundo informações da PROEN e relatório em anexo. ITENS 40 Informar se a previsão da meta para o exercício subsequente é feita pela própria

5 5 de 30 unidade. Em caso positivo, explicar detalhadamente como se dá o processo de cálculo/estimativa dessa meta. JUSTIFICATIVA As previsões das metas físicas para o exercício seguinte são realizadas pela própria Instituição. As previsões são calculadas em função de informações de exercícios anteriores e de acordo com as projeções dos anos futuros baseados no Plano de Ação da Instituição. Em resposta ao informe de apresentação dos fatos, enviado por meio da SA nº /30, de 14/04/2011, a unidade, por meio do Ofício nº 167/2011-Reitoria/IFRN, de 20/04/2011, justificou-se nos seguintes termos: Informação sobre o questionamento referente à Ação 0181 Pagamento de aposentadorias e pensões, pertencente ao programa 0089 previdência de inativos e pensionistas da União. A questão do percentual tratado neste item, como em outros, cujo quantitativo da meta superou a respectiva previsão, decorre de referência que foi utilizada institucionalmente com o entendimento de que os resultados obtidos para quantitativos iguais ou superiores ao previsto, representaria, na prática, uma realização de 100%. Acatamos o posicionamento da Auditoria para reconhecer que a meta realizada (390) foi superior à meta prevista (371), e consequentemente, atingiu uma execução de 105% do indicador inicial do exercício, devido a um número maior de aposentadorias/pensões concedidas, frente ao previsto. Outrossim, o percentual de 105% atingido na execução demonstra que houve efetividade e eficácia quanto ao planejado, relativamente a Ação. Informação sobre o questionamento referente à Ação 2012 Auxílio-alimentação aos servidores e empregados, pertencente ao programa 0750 apoio administrativo. O quantitativo informado está correto, o que representou a superação da meta prevista em 47% em decorrência das novas contratações de servidores ocorridas no decorrer do anode Considerando que essa ação está relacionada diretamente com o número de servidores da Instituição e que as nomeações de novos servidores dependem de autorização e distribuição de vagas feita pelo Governo Federal, essa superação em 47% da meta prevista representa, sem dúvida, que foi conseguido para o indicador avaliativo de execução da Ação um rendimento de muita eficiência. Informação sobre o questionamento referente à Ação 2011 Auxílio-transporte aos servidores e empregados, pertencente ao programa 0750 apoio administrativo. O quantitativo informado está correto, o que representou a superação da meta prevista em 59%. Considerando que essa ação também está relacionada diretamente com o número de servidores da Instituição, a meta foi superada devido às novas contratações de servidores ocorridas no decorrer do ano de 2010, sobretudo para os campi do interior do Rio Grande do Norte. É importante destacar que nas cidades onde os campi foram instalados, não existe sistema formal de transporte coletivo, e como a previsão da dotação orçamentária para essa ação é feita pelo Ministério da Educação, o mesmo deve ter levado em consideração a média da Instituição. Convém observar que o valor da passagem de ônibus varia de localidade para localidade. Assim, é possível compreender que a superação em 59% da meta prevista representa, sem dúvida, que foi conseguido para o indicador avaliativo de execução da Ação um rendimento de muita eficiência. Informação sobre o questionamento referente à Ação 8429 Formação Inicial e Continuada à Distância. O quantitativo informado está correto, ou seja, a meta prevista para 2010 foi de alunos matriculados e a meta realizada de alunos matriculados, o que implica no atingimento de 93% da meta original, tendo representado lapso de critério a mensuração do índice de 100%. Credita-se o fato da meta prevista ter deixado de ser integralmente atingida em função de não ser valorado pela população o ensino na modalidade de educação à distância igualmente ao ensino presencial, no entanto, o índice obtido de 93% que se insere na faixa (90-100) dos 10% ótimo de resultado, confere à execução da Ação um indicador de eficiência.

6 6 de 30 Informação sobre o questionamento referente à Ação 2992 Funcionamento da Educação Profissional. O quadro foi preenchido corretamente, ou seja, a meta prevista para 2010 foi de alunos matriculados tendo como parâmetro (orientação do Ministério da Educação, à época da proposta orçamentária/julho-2009) o número de estudantes do ensino técnico (integrado e subsequente), graduação tecnológica e licenciaturas; sendo a meta realizada de alunos, o que implica na superação da meta prevista em 4,08%, o que demonstra um resultado com efetividade e eficácia. O quantitativo de matrícula de , conforme consta no Relatório de Gestão, refere-se ao total de estudantes atendidos pela Instituição, aí incluídos além dos alunos já mencionados alvo especial da Ação, mais alunos matriculados em cursos de pós-graduação e alunos do ProITEC/PROEJA FIC. Outrossim, a partir do corrente exercício, ou seja, quando da elaboração da proposta orçamentária/2012 daremos o tratamento a questão seguindo orientação da Auditoria, para considerar no quantitativo da meta dessa Ação o total de pessoas atendidas pela Instituição nas diversas modalidades de suas ofertas. Informação sobre o questionamento referente à Ação 2994 Assistência ao Educando da Educação Profissional. O quadro foi preenchido corretamente, isto é, a meta prevista foi de alunos assistidos e a meta realizada foi de alunos realmente assistidos, o que implica em uma superação da meta original de 2,86% demonstrando um resultado executivo de efetividade e eficácia. Também vale para essa Ação as explicações de metodologia/parâmetros já expostos em itens anteriores, cabendo ressaltar que apesar de muito importante para a comunidade acadêmica, com função precípua de oportunizar aos estudantes das classes sociais mais desfavorecidas economicamente condições para sua permanência na Instituição, nem todos os alunos da Instituição são atendidos diretamente através de recursos do programa de Assistência ao Educando. Como exemplo, em 2010, todas as bolsas dos estudantes matriculados em cursos na modalidade de educação de jovens e adultos, foram executadas com recursos de Ação da SETEC/MEC descentralizados através de plano de trabalho específico, conforme demonstra a execução orçamentária institucional. Informação sobre o questionamento referente à Ação 6333 Apoio à Capacitação e Formação Inicial e Continuada de Professores e Profissionais da Educação Básica. Solicitamos que a Auditoria desconsidere o número 12 lançado de forma inconsistente na demonstração física no quadro A.2.2, tendo em vista que conforme identificou, simplesmente ocorreu um equívoco de preenchimento do citado quadro onde seria 0 foi informado 12 pela indução do número previsto. No tocante ao desenvolvimento da ação, não resta dúvidas que a Instituição teve dificuldades na sua execução, em função da falta de interesse de professores da rede pública estadual na capacitação, uma vez que o Estado não viabilizou condições de redução de carga horária ou bolsa de incentivo para os interessados, o que inviabilizou o projeto. Em que pese a retificação de alguns valores que constavam nos quadros do Relatório de Gestão, não se verificou análises críticas sobre o resultado alcançado de cada ação, seja positivo ou negativo. Quando muito a unidade se limita a relatar que a execução da Ação obteve um rendimento de muita eficiência. Com relação à falta de comentários acerca dos resultados alcançados na execução das Ações, deve-se salientar que o gestor perde oportunidade de compartilhar com os pares, além de demonstrar para a sociedade as boas práticas implementadas pela instituição que possam trazer resultados positivos, a exemplo de como se tenha conseguido superar significativamente uma meta prevista. Ou, ainda, já trazer uma exposição das dificuldades que, porventura, tenham levado a instituição a não consecução da realização da meta.

7 7 de 30 Um exemplo claro da ausência da análise crítica ocorre com a Ação 2011 Auxílio-transporte aos servidores e empregados, na qual a Unidade ratifica o percentual de superação da meta em 59% (alcançou 200 beneficiados), mesmo nem tendo executado a totalidade dos recursos alocados (SIAFI) para uma meta prevista de 126 beneficiados. A Unidade alega como causa da superação da meta o fato de que ocorreram várias contratações ao longo do exercício. Esse fato não deveria ter deixado de ser considerado quando do planejamento e previsão da meta. Portanto, se mesmo com menos recursos a Unidade conseguiu beneficiar tantos mais servidores, resta claro que perdeu uma excelente oportunidade de demonstrar suas boas práticas para conseguir tal feito. De outro lado, da leitura do Relatório de Gestão depreende-se claramente que a sua elaboração foi procedida de última hora, no limite do prazo, e por isso a causar tantos erros de digitação, valores registrados erroneamente, quadros preenchidos indevidamente, numeração desconforme com o normativo, entre outros. Outro ponto que contribuiu para as divergências encontradas é o fato de somente um servidor ser responsável por todo processo de previsão, acompanhamento e apuração das metas do IFRN, quando o planejamento e controle deveria estar formalmente descentralizado pelas pró-reitorias e setores que executam as respectivas ações de governo, cabendo apenas a consolidação a um único servidor ou comissão. Frise-se, novamente, que a prestação de contas da gestão, traduzida no Relatório, deve ser construída ao longo do exercício e por diversos agentes. O retardamento de todo o processo de apuração das metas para o limite do prazo de entrega do Relatório de Gestão dificilmente produzirá uma peça que reflita a realidade, além da Unidade deixar de dispor de um instrumento de auxílio permanente à gestão, o que ocorreria se ao longo do ano os diversos agentes fossem devidamente inseridos no processo de planejamento e acompanhamento. Por todo o exposto, mantém-se a constatação, tendo em vista a necessidade de organização e aperfeiçoamento de todo o processo de construção da prestação de contas da Unidade. Instituir, formalmente, a descentralização do processo de planejamento e controle das metas físicas e financeiras da unidade, definindo as responsabilidades de cada agente no processo. Recomendação 2: Dar ciência imediata aos agentes inseridos no processo de planejamento e controle das metas da unidade do teor da DN 108/2010-TCU, do modo a possibilitar o acompanhamento efetivo e tempestivo dos resultados da entidade, colaborando assim para a fidedignidade das informações constantes do próximo Relatório de Gestão. Recomendação 3:

8 8 de 30 Implantar, formalmente, rotina de acompanhamento periódico dos resultados obtidos pela instituição, por cada programa e ação de governo executada, obedecendo ao prescrito no Art. 1º da PORTARIA Nº 198/2005-MPOG CONSTATAÇÃO: (033) Detalhamento insuficiente das fórmulas e do processo de cálculo dos indicadores de gestão apresentados no Relatório de Gestão O IFRN apresentou em seu Relatório de Gestão referente ao exercício 2010 não só os indicadores exigidos no Acórdão nº 2267/2005 TCU Plenário, como também mais 31 indicadores elaborados pelo próprio instituto. As informações constam do item do mencionado Relatório. Todos os indicadores exibidos no Relatório possuem nome, descrição e fórmula de cálculo. Contudo não foi verificada a expressão do objetivo de cada indicador (eficiência, eficácia ou efetividade). Especificamente com relação à fórmula de cálculo constata-se uma dificuldade na tradução do significado de cada componente utilizado na fórmula (numerador/denominador). Não consta uma definição mínima das parcelas que contribuem para a composição final do valor de cada componente. Nos exames realizados durante os trabalhos de auditoria não se conseguiu confirmar os valores apresentados para o exercício 2010 nos respectivos quadros do Relatório de Gestão (item 2.4.3). Em consultas ao Sistema Acadêmico e banco de dados próprio da instituição, procedidas com auxílio dos agentes responsáveis pela apuração dos valores dos componentes, não se obteve êxito na ratificação dos números exibidos no Relatório. Outro ponto que carece de detalhamento é a indicação das fontes em cada quadro demonstrativo da evolução dos índices, pois observa-se que está se fazendo sempre referência a setores do IFRN (diretoria X, Pró-reitoria Y, etc.), não traduzindo especificamente a origem do dado (sistema X, planilha Y, relatório Z, fichas tais, cadastros ou banco de dados tal, etc...), ou seja, de qual repositório de dados aquele setor/departamento/diretoria buscou aquelas informações. Não há como se confirmar o valor atribuído a esses componentes sem que se tenha claro o que deve se considerar em cada caso, ou seja, quais valores contam ou quais são excluídos para a construção do valor final. Um exemplo da dificuldade relatada pode ser expresso na construção do componente Nº de inscrições do indicador Relação Candidato/Vaga, pois não está expresso quais as inscrições de quais modalidades entram nesse cálculo, como por exemplo: as do Proitec, as do exame de seleção aberto ou as procedentes do ENEM. Também se candidatos que possam ter se inscrito em dois processos são contados duas vezes ou não, mesmo que continuem em apenas um deles. E, ainda, em que momento se dá a confirmação das inscrições, ou seja, qual a data de corte para extração do número definitivo no sistema? Outro caso típico é o indicador Índice de docentes afastados (DA), expresso no item do Relatório de Gestão, cuja fórmula de cálculo é: (Docentes afastados / Docentes em exercício)x100.

9 9 de 30 Quem lê o Relatório pode se perguntar o que significa o componente Docentes Afastados. Quais professores são considerados (ou são excluídos) para o seu cálculo? Somente os que estão afastados para capacitação, ou os que eventualmente possam ter sido cedidos para outro órgão ou, ainda, os que estejam em exercício na unidade, mas em funções administrativas?! (esse último um caso recorrente, por sinal). E com relação ao componente Docentes em exercício, consideram-se os substitutos que encerraram contrato no exercício sob exame? Qual a data de corte dessa apuração? O exercício é considerado exclusivo em disciplinas, ou somente o desenvolvimento de um projeto de pesquisa também seria considerado? Esses casos específicos mencionados servem para exemplificar, entre outros, as dificuldades relatadas anteriormente. Insuficiência na definição e no detalhamento das fórmulas e do processo de cálculo dos indicadores de gestão, constantes do Relatório de Gestão da Unidade. A competência para coordenação desse processo caberia ao Pró-Reitor de Planejamento, conforme Art. 50, VII do Regimento interno do IFRN. Adicionalmente, também ao Reitor deve ser atribuída responsabilidade, haja vista sua competência para coordenar e fiscalizar as atividades da instituição, conforme Art. 37, VI do mesmo normativo. Por fim, e com base no Art. 42, incisos III e V do Regimento, incidir ainda responsabilidade pela falha ao Pró-Reitor de Administração, a quem cabe elaborar o Relatório de Gestão, bem como supervisionar políticas e diretrizes voltadas à economicidade e eficácia administrativa. Por meio da SA nº /03, de 28/03/2011, o gestor foi questionado sobre a existência de servidor(es) responsável(s) formalmente pela coleta e alimentação dos dados primários que compõem os indicadores da instituição, bem como pelo cálculo dos indicadores e qual a frequência desse cálculo, o que respondeu, por meio do MEMO Nº. 015/2011-Gab/Reitoria, de 30/03/2011, nos seguintes termos: No Planejamento, à luz dos Normativos legais que fundamentam o Relatório de Gestão e sob a orientação da Auditoria Interna do IFRN, são definidos: estrutura do Relatório, quais Órgãos do IFRN irão fornecer dados, prazos. A partir do Planejamento, cada Órgão em particular é visitado e informado da sua participação no Relatório de Gestão. Estes Órgãos que detém a posse dos dados, por sua vez, participam ativamente desse processo, acessando suas estruturas organizacionais, Portais de dados do IFRN e Portais de dados Federais. Após acessarem seus diversos Portais e estruturas, esses Órgãos nos repassam os dados sistematizados; e, finalmente, os Indicadores e seus respectivos Gráficos são construídos, de forma automática em Planilhas eletrônicas. Outrossim, esclarecemos que esses Órgãos, para o Relatório de Gestão de 2010, foram os seguintes: - Pró-Reitoria de Ensino; - Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação; - Pró-Reitoria de Extensão; - Pró-Reitoria de Administração; - Diretoria de Gestão de Pessoas; - Diretoria de Gestão de Tecnologia da Informação; - Auditoria Interna.

10 10 de 30 Cada Órgão listado na Contextualização, supramencionada, elabora sua sistemática própria para a obtenção primária dos dados que compõem os Indicadores. A forma de obtenção varia de acordo com os meios utilizados: - Os dados do Sistema Acadêmico Institucional, utilizado pela Pró-Reitoria de Ensino, são alimentados: 1. Pelas secretarias acadêmicas dos campi, quanto aos dados de cartoriais dos estudantes; 2. Pelos professores, quanto aos dados de frequência e notas nas disciplinas, o que implica diretamente em dados de evasão, jubilamento, reprovação; 3. Automaticamente, pelo próprio sistema, quanto aos dados gerados por meio de rotinas e processamentos dos dados informados. Portanto, o Sistema Acadêmico Institucional realiza os registros acadêmicos e demais registros cartoriais. Esses dados são sistematizados por Campus. - o Portal Lattes do CNPq é utilizado para obter informações que os Docentes Pesquisadores postaram com suas produções acadêmicas. A equipe de Servidores da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação também consulta Portais da Revista Holos, Anais VII Congic IFRN, Anais do V Connepi, Editora IFRN. - a Pró-Reitoria de Extensão articula os seus diversos representantes nos Campi, nas Coordenações de Extensão, para obter dados por Campus. O quadro a seguir apresenta essa rede de Professores que alimentam as informações da Pró-Reitoria de Extensão. Já a responsabilidade pelo cálculo dos indicadores, afirmou ser do Professor João Maria Filgueira, Matrícula SIAPE ; e que o cálculo é efetivado a partir das Planilhas coletadas junto às Pró-Reitorias de Ensino, Pesquisa e Inovação, Extensão, Administração; Diretoria de Gestão de Tecnologia da Informação; Auditoria Interna. Com relação à frequência de cálculo dos indicadores afirmou que a composição dos Indicadores se dá predominantemente para o Relatório de Gestão. É certo que a diversidade de produtos oferecidos pela instituição, em suas várias modalidades, bem como a sua imensa estrutura, em alguns casos acabam por tornar mais dificultosa a apuração das frações que constroem cada elemento da fórmula. Essa complexidade implica inevitavelmente na dificuldade de convalidação dos números finais, principalmente quando não há uma espécie de roteiro da memória de cálculo, que possibilite se saber como foi procedido o cômputo, desde a coleta na fonte primária dos dados até o resultado final de cada componente. Desse modo, é patente a necessidade de se definir detalhada e formalmente o processo de apuração, cálculo e apresentação dos indicadores de gestão da unidade, sob pena de se prejudicar significativamente a confiabilidade e validade das informações. Todas essas definições e detalhes se mostram fundamentais para a garantia da integridade e continuidade na expressão desses dados, pois o conhecimento de como apurá-los ou construí-los não deve se restringir a servidor x ou y, mas sim estar claramente expresso em documento próprio para que se permita a confirmação ou rastreamento das informações a qualquer momento. No caso dos 12 indicadores exigidos no Acórdão 2.267/2005 do TCU pode-se dizer que até se tenta detalhar algo nesse sentido (a exemplo da tabela A, anexa ao julgado, proposta pela SETEC), mas considerando a complexidade e as particularidades dos processos existentes na unidade, é imprescindível que se detalhe ainda mais a definição de cada componente com a demonstração do seu respectivo processo de cálculo, principalmente quando se trata dos outros 31 parâmetros da

11 11 de 30 instituição, que não estão incluídos no citado julgado. Não é a forma mais adequada que se fique a cargo de cada órgão envolvido no processo (Pró-reitorias e Diretorias, por exemplo) elaborar sua sistemática própria para a obtenção primária dos dados que compõem os Indicadores, consoante afirmação do IFRN. Cada órgão pode até contribuir e desenvolver a melhor maneira de apurar seus dados, mas a sistemática, o processo como um todo, deve ser aprovado, detalhado e normatizado formalmente pela Instituição, possibilitando assim a uniformidade do processo no tempo. Portanto, considerando o insucesso na confirmação dos valores dos indicadores por esta equipe, a necessidade clara de se normatizar e formalizar detalhadamente o processo de cálculo e, ainda, que não se consegue afirmar que os indicadores apresentados atendem adequadamente aos critérios da confiabilidade, simplicidade e mensurabilidade, fica mantida a constatação. Detalhar em documento próprio cada componente das fórmulas dos indicadores do Relatório de Gestão, definindo de forma clara e objetiva o que se inclui ou se exclui para o seu cômputo; Recomendação 2: Registrar em documento próprio o processo de cálculo dos indicadores, com a respectiva memória do cálculo de cada componente que possa permitir a auditabilidade dos mesmos; Recomendação 3: Explicitar em documento próprio a fonte originária de onde é coletada cada parcela dos componentes que contribuem para a construção do resultado do indicador, podendo-se, se for o caso, até salvar as telas de sistema em meio físico ou magnético. Recomendação 4: Desenvolver uma forma de se arquivar um espelho da base de dados no momento do cálculo dos indicadores, para possibilitar a auditabilidade de cada valor em momento futuro Recomendação 5: Em cada um dos indicadores constantes do próximo Relatório de Gestão, mencionar para qual Programa/Ação de governo o mesmo é aplicável.

12 12 de ASSUNTO - ATUAÇÃO DO TCU/SECEX - EXERCÍCIOS ANTERIORES INFORMAÇÃO: (048) Em cumprimento à determinação expressa no item , do Acórdão nº 3.655/2010-TCU 2ª Câmara, foi realizada auditoria no período de 16/11/2010 a 19/11/2010 com objetivo de apurar as providências adotadas pelo IFRN para regularização da situação dos convênios nº 070/2003 e 090/2003. Diante das recomendações consignadas no item nº do Relatório de Auditoria CGU nº , o IFRN adotou as seguintes providências: Convênio nº 070/2003 (SIAFI ) - os servidores que não concluíram o curso de mestrado foram notificados para apresentação de justificativas por intermédio dos Ofícios nº 53, 54, 55, 56, 57 e 58/2010-DIGEP/IFRN, de 19/03/ recebidas as justificativas, os processos foram enviados para Assessoria Jurídica para pronunciamento. - em 17/11/2010 Assessoria Jurídica proferiu os despachos nº 422, 424, 425, 426 e 427, todos recomendando o ressarcimento dos recursos financeiros por parte dos servidores. - as recomendações da Assessoria Jurídica foram acatadas pelo Reitor e os processos foram encaminhados para a Diretoria de Gestão de Pessoas com a recomendação para que fossem providenciados os descontos dos valores devidos. Convênio nº 090/2003 (479605) - por intermédio dos ofícios nº 52 e 53/2010-DIGEP/IFRN, de 19/03/2010, o servidor que não faz parte do quadro do IFRN e o outro que não concluiu o curso foram notificados para apresentar justificativas. - recebidas as justificativas, os processos nº / e nº / foram enviados para Assessoria Jurídica para pronunciamento. - em 17/11/2010 a Assessoria Jurídica proferiu os despachos nº 423 e 429 recomendando o ressarcimento dos recursos financeiros por parte dos servidores. - as recomendações da Assessoria Jurídica foram acatadas pelo Reitor e os processos foram encaminhados para a Diretoria de Gestão de Pessoas com a recomendação para que fossem providenciados os descontos dos valores devidos ASSUNTO - CONTROLES INTERNOS CONSTATAÇÃO: (001) Ausência de elaboração do Plano Estratégico de Tecnologia da Informação TI da UJ, bem como do estabelecimento de comitê de TI. Após análise das documentações solicitadas e das informações prestadas pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do RN - IFRN, constatou-se que o Instituto não dispõe de Comitê Diretivo de Tecnologia da Informação, nem tampouco de Planejamento Estratégico em vigor para a área de TI - PETI. Constatou-se, contudo, que há previsão de criação do Comitê Gestor para que o mesmo, ainda no presente exercício, possa aprovar a Política de Segurança da Informação do IFRN, bem como iniciar o trabalho de construção do Plano Diretor de Tecnologia da Informação. O Instituto não criou o comitê e o plano estratégico de tecnologia de informação. Em resposta Solicitação de Auditoria nº /05, o Diretor de Gestão de Tecnologia da

13 13 de 30 Informação, por meio do Memorando nº 33/2011, comunicou que: Referente aos itens 17, 18, 19 e 20 da Solicitação referida, A Diretoria de TI está em processo de construção desses documentos. Inclusive consta do Plano de Metas do ano de 2011 a criação do Comitê Gestor para que o mesmo, ainda em 2011, possa aprovar a Política de Segurança da Informação do IFRN assim, como iniciar o trabalho de construção do PDTI. Em face da manifestação do auditado, cumpre aguardar a implementação imediata das medidas informadas, uma vez que o planejamento estratégico de TI (PETI) é essencial para que as organizações possam identificar e alocar corretamente os recursos da área de TI de acordo com as prioridades institucionais e com os resultados esperados. A ausência de planejamento estratégico leva ao enfraquecimento das ações e da própria área de TI devido à descontinuidade dos projetos e consequente insatisfação dos usuários e resultados abaixo do esperado. Isso pode comprometer toda a área de TI e influenciar negativamente o desempenho do Órgão/entidade na sua missão institucional já que a TI representa importante ferramenta para o desenvolvimento das ações previstas. Outro fato que merece destaque é o não estabelecimento de um comitê que decida sobre a priorização das ações e investimentos de TI para a UJ, o qual buscará o alinhamento entre as atividades de TI e o negócio da organização, bem como para a otimização dos recursos disponíveis e a redução do desperdício. Recomenda-se que o IFRN adote as medidas necessárias a fim de que o Comitê Gestor de Tecnologia da Informação seja criado com a maior brevidade possível. Recomendação 2: Recomenda-se que o IFRN elabore do Plano Estratégico de Tecnologia da Informação CONSTATAÇÃO: (002) Ausência de área específica (comitê gestor da segurança da informação) responsável pela implementação da Política de Segurança da informação na UJ. Após análise das documentações solicitadas e das informações prestadas pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do RN - IFRN, constatou-se a inexistência de área específica (comitê gestor da segurança da informação) responsável pela implementação da Política de Segurança da informação na UJ. Observou-se, todavia, que foi determinada a criação de uma coordenação responsável, a Coordenação de Infraestrutura e Redes COINRE, que aguarda a mudança no Regimento Interno do IFRN para sua implementação. Não atualização do Regimento Interno do IFRN, contemplando a COINRE, a fim de que a mesma passe a existir efetivamente e, por conseguinte, desempenhar suas atribuições relativas à Política de Segurança da Informação na Unidade. Em resposta à Solicitação de Auditoria nº /07, na qual foi pedido que o IFRN disponibilizasse a documentação comprovando a existência e apresentando as atribuições de uma

14 14 de 30 área específica dentro da UJ que seja responsável pela implementação da Política de Segurança da Informação PSI, a Unidade, por meio do Memorando 03/2011, informou que a Resolução nº 16/2010-CONSUP, determinou a criação da Coordenação de Infraestrutura e Redes COINRE, a qual dentre outras atribuições terá a incumbência de promover, orientar e acompanhar, no que se refere à TI, a implementação da Política Corporativa de Segurança da Informação. Porém, o documento que irá homologar essas atribuições, o Regimento Interno, ainda não foi atualizado, aprovado e publicado pelo CONSUP, motivo pelo qual o documento que está em vigor é a Resolução nº 15/2010, que ainda não contempla a COINRE. Diante da informação prestada, vislumbra-se a necessidade de adoção, no menor tempo possível, das medidas necessárias ao funcionamento de uma área específica dentro da UJ que seja responsável pela implementação da Política de Segurança da Informação, uma vez que a inexistência dessa área representa um risco de ausência de ações de segurança da informação ou ocorrência de ações ineficazes, descoordenadas e sem alinhamento com o negócio. Recomenda-se que o IFRN atualize o Regimento Interno da Unidade, a fim que o mesmo homologue as atribuições do COINRE, definidas na Resolução nº 16/2010-CONSUP INFORMAÇÃO: (003) Gestão de Tecnologia da Informação realizada exclusivamente por servidores do IFRN. Em análise as informações prestadas no Relatório de Gestão da UJ e em resposta à Solicitação de Auditoria nº /007, verificou-se que inexistem servidores terceirizados desempenhando atividades de gestão de TI na UJ. Verificou-se também que, do quadro de servidores do órgão/entidade responsáveis pela gestão de TI, 81% possui formação específica em TI CONSTATAÇÃO: (004) Ausência de rotina formalizada para avaliação da compatibilidade dos recursos de TI com as reais necessidades da Unidade. Após análise das documentações solicitadas e das informações prestadas pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do RN - IFRN, constatou-se que não há nenhum procedimento formalizado destinado ao estabelecimento de uma rotina para avaliação da compatibilidade dos recursos de TI com as reais necessidades da UJ. Segundo informações prestadas pelo Diretor de Gestão de Tecnologia da Informação, normalmente as necessidades são levantadas dentro do planejamento anual e no Colégio de Diretores, além de reuniões com os Coordenadores de TI de todos os campi. Ausência de elaboração de rotina para avaliação da compatibilidade dos recursos de TI com as necessidades do IFRN. Em atendimento ao item 24, da Solicitação de Auditoria nº /07, o Diretor de Gestão de Tecnologia da Informação, por meio do Memorando 34/2011, de 31 de março de 2011, comunicou que: Referente à documentação sobre compatibilidade entre os Recursos de TI e as necessidades do

15 15 de 30 órgão, não temos nenhum procedimento formalizado. Normalmente as necessidades são levantadas dentro do planejamento anual e no Colégio de Dirigentes, no qual a DIGTI é membro, além de reuniões com os Coordenadores de TI de todos os campi. Diante dos fatos observados e da manifestação da Unidade, cumpre ressaltar que a inexistência de tal rotina aumenta o risco de desperdício e de não atendimento de forma tempestiva e efetiva dos pleitos da unidade com relação ao desenvolvimento/manutenção de soluções em TI. Recomenda-se que o IFRN adote rotina formalizada, e com periodicidade adequada, para avaliação da compatibilidade dos recursos de TI com as reais necessidades da Unidade CONSTATAÇÃO: (032) Não atendimento da recomendações expedidas pela Unidade de Controle Interno da UJ decorrentes de vários relatórios, relativos a assuntos de patrimônio, diárias, frequência de servidores, contratos, entre outros. Em análise ao item 16 do Relatório de Gestão, que deveria trazer informações sobre a implementação, ou não, pela UJ de recomendações expedidas pela sua Unidade de Controle Interno, verificou-se que a unidade não realizou o preenchimento desses dados. Em resposta a uma solicitação da equipe de auditoria o Gestor informou os Relatórios abaixo expedidos pela AUDINT, nos quais não foram adotadas providências suficientes para atendimento das respectivas recomendações: RELATÓRIO 005/2010/CACIN/CAMPUS NATAL CENTRAL - Nenhuma atendida RELATÓRIO 011/2010/CACIN/CAMPUS SANTA CRUZ - Nenhuma atendida RELATÓRIO 005/2010/CACIN/CAMPUS NATAL Z. NORTE - Nenhuma atendida RELATÓRIO 007/2010/CACIN/CAMPUS NATAL CENTRAL - Nenhuma atendida RELATÓRIO 007/2010/CACIN/CAMPUS APODI - 5 não atendidas de um total de 6 recomendações RELATÓRIO 017/2010/CACIN/SC - Nenhuma atendida RELATÓRIO 001/2010/CACIN/ CAMPUS NATAL Z. NORTE - Nenhuma atendida RELATÓRIO 008/2010/CACIN/CAMPUS APODI - Nenhuma atendida RELATÓRIO 024/2009/CACIN/CAMPUS NATAL Z. NORTE - 1 não atendida de um total de 10 recomendações RELATÓRIO 004/2010/CACIN/CAMPUS APODI - Nenhuma atendida RELATÓRIO 006/2010/CACIN/CAMPUS NATAL CENTRAL - Nenhuma atendida RELATÓRIO 005/2010 /CACIN/CAMPUS APODI - Nenhuma atendida RELATÓRIO 006/2010/ CACIN/CAMPUS NATAL Z. NORTE - Nenhuma atendida Os relatórios citados tratam de assuntos diversos no âmbito da unidade e contém recomendações acerca de patrimônio, diárias, frequência de servidores, contratos, entre outros. Cabe registrar que em praticamente todas as recomendações não atendidas dos relatórios citados consta o mesmo texto para a providência implementada, qual seja: A implementação desta recomendação não foi devidamente acompanhada com Planos de Providências devido aos constantes processos de remanejamentos de nossos servidores/auditores. Falta de atuação específica da Audint/IFRN no acompanhamento da implementação das recomendações, conjugada com a negligência dos diversos setores e campi da instituição em cumprir

16 16 de 30 as recomendações da Audint, o que aponta para a responsabildade do Reitor do IFRN, consoante o disposto no Art. 37, VI e IX do Regimento Interno, considerando, ainda, que a Auditoria Interna é órgão diretamente ligado à Reitoria. Por meio da Solicitação de Auditoria nº /012, de 31/03/2011, foram requeridas justificativas para o não atendimento das recomendações emitidas nos Relatórios da AUDINT, tendo a Unidade respondido, servindo-se do Memorando nº 28/2011, de 01/04/2011, o que segue, inclusive tendo enviado em anexo a tabela que deveria ter sido preenchida no Relatório de Gestão. As recomendações emitidas nos relatórios de auditorias e nas notas técnicas pela AUDIN em 2010 foram atendidas pelas unidades administrativas, como forma de padronização das ações das áreas auditadas, conforme ações do PAINT/2010. Algumas recomendações dos relatórios ainda não foram implementadas em virtude do remanejamento de servidores entre os campi, ficando para o exercício de 2011, a tarefa da AUDIN de acompanhar, através do plano providência similar ao da CGU, sobre as implementações das recomendações dos seus relatórios. A pendência ocorreu, pois no exercício 2009 o Instituto estava no momento de transformação, passando de 05(cinco) unidades para 11(onze), causando um pouco de fragilidade no aperfeiçoamento e implantação das recomendações dessa auditoria interna no exercício de Entretanto, existe, ainda, por parte de alguns setores/unidades, injustificada demora em responder às solicitações da Auditoria Interna, o que prejudica o desenvolvimento das atividades e impossibilita que a AUDIN exerça a função de assessoramento no que diz respeito à avaliação dos procedimentos dos controles internos administrativos. Em 25/04/2011, por meio do Ofício nº 167/2011-Reitoria/IFRN, em resposta ao informe de apresentação dos fatos apontados pela equipe de auditoria, o IFRN apresentou novo quadro, agora indicando atendimento a uma quantidade maior daquelas mesmas recomendações. No novo quadro enviado pela unidade, preenchido conforme o item 16 do Relatório de Gestão, verifica-se, de fato, uma quantidade maior de recomendações indicadas como atendidas. Contudo, deve-se destacar que algumas ainda pendem de atendimento, notadamente as que foram direcionadas ao Campus de Apodi/RN, que nem chegaram a ser respondidas à Audint/IFRN. Ademais, observa-se que em alguns itens, a providência implementada não configura atendimento pleno à recomendação efetuada, principalmente em relação à operação do sistema SIMEC, para o qual são relatadas operações com mau funcionamento. Destaque-se ainda que em alguns itens consta como providência implementada somente a referência a um número de processo administrativo, o que não está de acordo com o conteúdo que deveria constar deste campo. Portanto, considerando que as recomendações de todos os relatórios citados foram elaboradas no exercício 2010 e que somente por ocasião do início da auditoria de gestão, em março/2011, é que houve a informação do atendimento pelos respectivos campi, fica mantida a constatação, tendo em conta, ainda, a inércia injustificada do Campus de Apodi/RN em informar o atendimento das suas recomendações. Recomenda-se dar ciência, com ampla divulgação, da obrigatoriedade de os setores e campi do

17 17 de 30 Instituto apresentarem as informações solicitadas pela unidade de auditoria interna de forma tempestiva e completa, além do devido cumprimento das recomendações expedidas. Recomendação 2: Recomenda-se dar ampla divulgação na instituição quanto ao âmbito de atuação das atividades de auditoria interna, inclusive quanto à autorização para acesso irrestrito a registros, pessoal, informações, sistemas e propriedade físicas relevantes para executar suas auditorias Recomendação 3: Recomenda-se que a Auditoria Interna do Instituto implemente rotinas que possibilitem o acompanhamento constante das recomendações emitidas de forma a garantir o monitoramento adequado e tempestivo das suas orientações ASSUNTO - RECURSOS EXIGÍVEIS INFORMAÇÃO: (005) Adequação de Inscrições em Restos a Pagar. Após análise da documentação pertinente a inscrições em restos a pagar, selecionados de forma não probabilística dentre os valores inscritos pelo IFRN no exercício de 2010, constatou-se a regularidade das inscrições analisadas, não sendo verificada nenhuma inconsistência ASSUNTO - REMUNERAÇÃO, BENEFÍCIOS E VANTAGENS CONSTATAÇÃO: (014) Ausência de implementação de políticas capazes de diminuir a deficiência de força de trabalho. Constatou-se que a Unidade não instituiu mecanismos que evidenciem a situação da força de trabalho, reposição da força de trabalho, plano de alocação de servidores e demais ações que permitam aferir o dimensionamento da força de trabalho, no que diz respeito ao quantitativo, composição e perfil, bem como quanto à definição de estratégias e ações que se fazem necessárias para viabilizar o alcance de suas necessidades, nos termos do item 5 da Portaria 277/10 do TCU. Deficiência no planejamento no tocante ao dimensionamento da composição da força de trabalho. Em resposta à SA nº /010, por meio do Memo nº 101/2011/DIGPE/IFRN, a Unidade informa: Considerando que o dimensionamento da força de trabalho é um processo de planejamento contínuo de avaliação das necessidades de pessoal e competências para atender aos objetivos institucionais, explicitados no Plano de Desenvolvimento Institucional PDI, e que neste planejamento devem ser avaliadas as necessidades em relação ao quantitativo, perfil, habilidades e competências adequadas para o desempenho das tarefas, às relações de trabalho, racionalização de

18 18 de 30 espaços e equipamentos, avaliação de processos e rotinas de trabalho e identificação de necessidades de capacitação, e tendo em vista o Acordo de Metas apresentado pelo MEC, assim como a publicação dos Decretos nº e 7.312/2010 e a expansão desta Instituição, solicitamos a V. Magnfª a designação de comissão específica, visando apresentar proposta de modelo de alocação de vagas e dimensionamento de pessoal docente e técnico-administrativo. Outrossim, sugerimos que esta comissão seja composta por servidores integrantes das comissões representativas das carreiras docente e técnico-administrativa, e que esta DIGPE ficará à disposição para subsidiar a mesma com propostas e modelos já analisados. Considerando as alegações do setor de Gestão de Pessoas da Unidade, fica mantida a constatação até que sejam implementados as medidas saneadoras. Instituir e manter mecanismos que evidenciem a situação da força de trabalho permitindo uma análise sobre a capacidade do RH da UJ em implementar os Programas de Ações de Governo sob sua responsabilidade; Recomendação 2: Instituir e manter atualizado um plano de reposição da força de trabalho, considerando data do último concurso e pedidos de aposentadoria, afastamentos, etc. Recomendação 3: Instituir e manter atualizado um plano de alocação de servidores que considere as competências e habilidades dos mesmos, coerente com as metas e objetivos da UJ CONSTATAÇÃO: (015) Aplicação de redução de jornada laboral para todos os servidores da Instituição em desacordo com o previsto no Decreto nº 4.836/03. A Unidade adotou a jornada diária de seis horas, com duração semanal do trabalho de 30 horas, para todo o quadro de servidores lotados na Instituição Federal de Ensino do Estado do Rio Grande do Norte, com base no Decreto nº 4.836/03, que alterou a redação do art. 3º do Decreto nº 1.590, de 10 de agosto de 1995, o qual dispõe sobre a jornada de trabalho do Servidor Público Federal. A possibilidade de redução da jornada laboral prevista no decreto só é possível quando os serviços exigirem atividades contínuas de regime de turnos ou escalas (em período igual ou superior a 12 horas ininterruptas e em função de atendimento ao público) ou trabalho em período noturno (que ultrapasse as 21h). Falta de atualização da Portaria 149/2003-DG/CEFET-RN, de 29/05/2003 e de divulgação do

19 19 de 30 horário de funcionamento dos setores. No memo nº 18/2011-Gab/Reitoria em 11/04/2011, em resposta a SA nº /028-CGU de 08/04/2011, a Unidade apresentou a seguinte justificativa: Em atenção a Solicitação dessa Auditoria de nº /028, datada de 08/04/2011, tratando do estabelecimento na Instituição de 30 horas semanais para os servidores técnico-administrativos, esclarecemos: 1. A implantação da jornada de trabalho de seis horas diárias e carga horária de trinta horas semanais para servidores técnico-administrativos, nos termos do Art. 3º do Decreto nº 1.590, de 10 de agosto de 1995, com redação dada pelo Art. 1º do Decreto nº 4.836, de 09 de setembro de 2003, ocorreu na Instituição após amplo debate com a comunidade escolar, através de reuniões e assembléias, em função do prejuízo acadêmico decorrente da impossibilidade de funcionamento dos setores administrativos, sem interrupção, nos três turnos, bem como consonante com movimento nacional demandado pelo sindicato dos servidores junto ao governo federal, cuja negociação entre outras questões, resultou na emissão do Decreto nº 4.836/ Em 29 de maio de 2003, através da Portaria nº 149/2003-DG/CEFET-RN (cópia anexa), foi implementado sistema de adesão a horário escalonado, conforme a necessidade institucional de cada setor, numa nova sistemática de gestão e funcionamento das condições de trabalho no então CEFET-RN, cuja avaliação e acompanhamento foram realizados por Comissão instituída pela Portaria nº 186/2003-DG/CEFET-RN (cópia anexa), cuja atividade resultou no relatório cuja cópia segue em anexo. 3. O regulamento de flexibilização da jornada de trabalho dos servidores técnico-administrativos, obedece na Instituição aos termos da Portaria nº 290/2003-DG/CEFET-RN (cópia anexa), com respaldo legal nos Decretos nº 1.590/1995 e 4.836/ Também respalda a gestão da Instituição, despacho emitido pela Divisão de Análise e Orientação Consultiva da Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, encaminhado em 4 de março de 2004 aos dirigentes das Instituições Federais de Educação Profissional e Tecnológica, através do Ofício-Circular nº 17/2004 /CGSIFEP/DEPT/SEMTEC/MEC, pelo Secretário de Educação Média e Tecnológica do MEC (cópia anexa), que submetido ao Conselho Consultivo de Políticas, em 19/03/2004, redundou na deliberação de que: os horários de funcionamento administrativo em geral do CEFET-RN, divididos em dois turnos, deverão ser das 8h às 14h e das 14h às 20h, com flexibilidade de horário entre as 7h e 22h para atender ao ensino ou ao público externo, como determina a legislação, conforme especificado na Ata Executiva da Reunião Nº 01/2004 (cópia anexa). Procedida à análise da documentação e justificativa da unidade, não foi encontrado respaldo legal para que o IFRN, instituísse a jornada de trabalho para os servidores da área administrativa sem a observância da peculiaridade principal do objeto referenciado pelo Decreto nº 4.836/2003. Por outro lado, existem setores como, por exemplo, Coordenadoria de Atividades Discentes e Segurança Institucional, Coordenadoria de Turno Diurno e Noturno, Diretorias de Ensino, Coordenadoria de Informatização, do laboratório de Informática, Construção Civil e do Laboratório de Desenho e Expressão Gráfica, as Gerencias Educacionais de Tecnologia Industrial e de Recursos naturais, que estão em consonância com o referido decreto, conforme o quadro de horário de funcionamento dos setores, anexo I da Portaria nº 149/2003-DG/CEFET-RN. Desse modo, evidencia-se que os servidores alocados nos demais setores estão descumprindo os preceitos legais previsto no inciso XIII do art. 7º, CF, art. 19 da Lei nº 8.112/90, Decreto nº 1.590/95 e o Decreto nº 4.836/03.

20 20 de 30 Que seja providenciada a publicação dos horários de cada setor em local visível; Recomendação 2: Atualizar a portaria (e anexo) definindo os horários de funcionamento e locais contemplados (Decreto nº 4.836/03), com jornada reduzida de 6h diárias (30h semanais) CONSTATAÇÃO: (016) Concessões indevidas do adicional de insalubridade. Ao analisar a documentação apresentada, constatou-se a falta de emissão de portaria de localização e laudo pericial, referente ao Campus Central de Natal. Deficiência nos controles internos da unidade no que tange à atualização dos laudos periciais. Em resposta à SA /015, de 31/03/2011 a Unidade prestou a seguinte justificativa: Em resposta à solicitação nº 13/2011, vimos informar a V.Sª que não dispomos de portaria de localização de exercício de todos os servidores deste Campus. Esclarecemos que esta prática não se fazia necessária, tendo em vista que, no período anterior à expansão do IFRN, o Setor de Recursos Humanos controlava a localização de exercício do servidor. Outrossim, informamos que está sendo providenciada portaria coletiva que trata do assunto. Em reunião de buscas conjuntas soluções, realizado na reitoria do IFRN, às 15 horas do dia 26/04/2011, foi disponibilizado cópia da Portaria nº 089/2011-DG/CNAT/IFRN, referente a localização e lotação dos servidores em exercício no Campus Natal Central, bem como o compromisso de atualizar até 30 de junho do corrente ano, o laudo pericial. Em que pese a iniciativa da unidade em agilizar a Portaria de localização dos servidores, fica mantida a constatação, haja vista a não atualização do laudo pericial, que é condição "sine qua non" para a concessão de adicional de insalubridade, de acordo com a ON MPOG nº 02/2010. Providenciar a atualização do laudo pericial, da Unidade Campus Central de Natal, conforme preceitua a Orientação Normativa MPOG nº 02/ CONSTATAÇÃO: (017) Falta de identificação nominal nos comprovantes de utilização dos serviços de transportes

UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA (UAUDI) Conceitos & Normativos

UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA (UAUDI) Conceitos & Normativos UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA (UAUDI) Conceitos & Normativos Exercício 2015 Auditoria Interna Unidade de Auditoria Interna - CEFET/RJ Normativos: Portaria nº 07, de 15/01/2001: cria a Unidade de Auditoria

Leia mais

UFMG / PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO / SETOR DE BOLSAS PMG PROGRAMA DE MONITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETRIZES GERAIS

UFMG / PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO / SETOR DE BOLSAS PMG PROGRAMA DE MONITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETRIZES GERAIS UFMG / PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO / SETOR DE BOLSAS PMG PROGRAMA DE MONITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETRIZES GERAIS 2015 1) DOS OBJETIVOS O Programa de Monitoria de Graduação visa dar suporte às atividades acadêmicas

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília EDITAL Nº 007/RIFB, DE 28 DE ABRIL DE 2015.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília EDITAL Nº 007/RIFB, DE 28 DE ABRIL DE 2015. EDITAL Nº 007/RIFB, DE 28 DE ABRIL DE 2015. SELEÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA PARA CONCESSÃO DE BOLSAS DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS E VOLUNTARIADO EM INICIAÇÃO CIENTÍFICA NAS AÇÕES AFIRMATIVAS (ENSINO

Leia mais

O Presidente da Câmara Superior de Pós-Graduação da Universidade Federal de Campina Grande, no uso de suas atribuições,

O Presidente da Câmara Superior de Pós-Graduação da Universidade Federal de Campina Grande, no uso de suas atribuições, SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE PÓS-GRADUAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 13/2008 Revoga a Resolução Nº 13/2007 desta Câmara, e dá nova redação

Leia mais

Número: 00218.001006/2012-09 Unidade Examinada: Universidade Federal Fluminense

Número: 00218.001006/2012-09 Unidade Examinada: Universidade Federal Fluminense Número: 00218.001006/2012-09 Unidade Examinada: Universidade Federal Fluminense Relatório de Demandas Externas n 00218.001006/2012-09 Sumário Executivo Este Relatório apresenta o resultado da ação de controle

Leia mais

Art. 5º O Plano de Capacitação dos Servidores compreende as seguintes ações:

Art. 5º O Plano de Capacitação dos Servidores compreende as seguintes ações: PORTARIA Nº 2143, DE 12 DE JUNHO DE 2003. Institui o Plano de Capacitação de Servidores e regulamenta a participação de servidores em eventos de capacitação no âmbito do TRT da 4ª Região. A PRESIDENTE

Leia mais

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. Regulamenta as atribuições da Secretaria de Controle Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região e dá outras providências. A PRESIDENTE DO, no uso de

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA RESOLUÇÃO Nº 06/2013 DO CONSELHO DIRETOR SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Institui o Programa de Apoio à Qualificação (QUALI-UFU) mediante o custeio de ações de qualificação para os servidores efetivos: docentes

Leia mais

LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007

LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007 LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007 Súmula: Dispõe sobre o Sistema de Controle Interno Municipal, nos termos do artigo 31 da Constituição Federal e do artigo 59 da Lei Complementar n 101/2000 e cria a

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2006 PROCESSO Nº : 23036.000146/2007-28 UNIDADE AUDITADA

Leia mais

PROCESSO Nº 23062.000509/12-59

PROCESSO Nº 23062.000509/12-59 Destaques da Proposta de Programa de Capacitação dos Servidores Técnico- Administrativos em Educação aprovados durante a 435ª Reunião do Conselho Diretor PROCESSO Nº 23062.000509/12-59 ALTERAÇÕES GERAIS

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013 RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013 A PRESIDENTE EM EXERCÍCIO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA, no uso de suas atribuições legais e CONSIDERANDO que as entidades da Administração Pública Federal indireta

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013 Publicada no DJE/STF, n. 127, p. 1-3 em 3/7/2013. RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013 Dispõe sobre a Governança Corporativa de Tecnologia da Informação no âmbito do Supremo Tribunal Federal e dá outras

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO Controle de Versões Autor da Solicitação: Subseção de Governança de TIC Email:dtic.governanca@trt3.jus.br Ramal: 7966 Versão Data Notas da Revisão 1 03.02.2015 Versão atualizada de acordo com os novos

Leia mais

PRÓ-REITORIA DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2015/PRODIN de 01 de Julho de 2015.

PRÓ-REITORIA DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2015/PRODIN de 01 de Julho de 2015. PRÓ-REITORIA DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2015/PRODIN de 01 de Julho de 2015. Assunto: Dispõe sobre a elaboração do Planejamento Estratégico e do Plano de Desenvolvimento

Leia mais

EMPRESA BRASIL DE COMUNICAÇÃO AUDITORIA INTERNA

EMPRESA BRASIL DE COMUNICAÇÃO AUDITORIA INTERNA SUMÁRIO EXECUTIVO - RELATÓRIO DE AUDITORIA Nº 06/2014 PÁGINA 1 de 6 EMPRESA BRASIL DE COMUNICAÇÃO AUDITORIA INTERNA SUMÁRIO EXECUTIVO RELATÓRIO DE AUDITORIA Nº 06/2014 UNIDADE: Gerência Executiva de Pessoas/DIAFI

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2006 PROCESSO Nº : 01350.000002/2007-76 UNIDADE AUDITADA

Leia mais

SUMÁRIO EXECUTIVO RELATÓRIO DE AUDITORIA Nº 017/2014

SUMÁRIO EXECUTIVO RELATÓRIO DE AUDITORIA Nº 017/2014 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA EMPRESA BRASIL DE COMUNICAÇÃO AUDITORIA INTERNA SUMÁRIO EXECUTIVO RELATÓRIO DE AUDITORIA Nº 017/2014 Tema: EXAME DAS ATIVIDADES DE TI SOB A RESPONSABILIDADE DA SUCOM. Tipo de Auditoria:

Leia mais

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES DE AUDITORIA INTERNA PAINT2011

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES DE AUDITORIA INTERNA PAINT2011 Ministério da Educação Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca Conselho Diretor UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA PLANO ANUAL DE ATIVIDADES DE AUDITORIA INTERNA PAINT2011 Introdução O

Leia mais

RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011

RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011 RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011 Dispõe sobre a Política de Governança de Tecnologia da Informação do Tribunal de Contas da União (PGTI/TCU). O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso de suas

Leia mais

Parecer de Dirigente do Controle Interno Presidência da República - Controladoria-Geral da União - Secretaria Federal de Controle Interno Relatório: 201305995 Exercício: 2012 Processo: 23078.008389/2013-66

Leia mais

Instrução Normativa xx de... 2014.

Instrução Normativa xx de... 2014. REGULAMENTO PARA AFASTAMENTO DE SERVIDORES DOCENTES DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL PARA CAPACITAÇÃO EM PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU E PÓS-DOUTORADO

Leia mais

Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação Procedimentos Possíveis Achados

Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação Procedimentos Possíveis Achados Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação s Possíveis Achados 1 As características da unidade de controle interno atendem aos preceitos normativos e jurisprudenciais? Ato que criou

Leia mais

REGIMENTO INTERNO AUDITORIA INTERNA DA UNIFEI. CAPÍTULO I Disposições Preliminares

REGIMENTO INTERNO AUDITORIA INTERNA DA UNIFEI. CAPÍTULO I Disposições Preliminares REGIMENTO INTERNO DA UNIFEI CAPÍTULO I Disposições Preliminares Art. 1º. A Auditoria Interna da Universidade Federal de Itajubá é um órgão técnico de assessoramento da gestão, vinculada ao Conselho de

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA 2014

CHAMADA PÚBLICA 2014 EDITAL N º 34/PROPPI/2014 CÂMPUS URUPEMA CHAMADA PÚBLICA 2014 PROGRAMA DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS TÉCNICOS COM FINALIDADE DIDÁTICO-PEDAGÓGICA EM CURSOS REGULARES NO CÂMPUS URUPEMA EXECUÇÃO:

Leia mais

SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES

SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES Introdução A questão dos recursos humanos na área de Tecnologia da Informação é assunto de preocupação permanente no Colégio de

Leia mais

Edição Número 214 de 06/11/2012. Ministério da Educação Gabinete do Ministro PORTARIA NORMATIVA Nº 21, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2012

Edição Número 214 de 06/11/2012. Ministério da Educação Gabinete do Ministro PORTARIA NORMATIVA Nº 21, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2012 Edição Número 214 de 06/11/2012 Ministério da Educação Gabinete do Ministro PORTARIA NORMATIVA Nº 21, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2012 Dispõe sobre o Sistema de Seleção Unificada - Sisu. O MINISTRO DE ESTADO DA

Leia mais

DIMENSÃO 1 A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL

DIMENSÃO 1 A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL Faculdade Educacional da Lapa 1 FAEL RESULTADOS - AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012 O referido informativo apresenta uma súmula dos resultados da autoavaliação institucional, realizada no ano de 2012, seguindo

Leia mais

Resolução nº 018, de 03 de março de 2015.

Resolução nº 018, de 03 de março de 2015. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Ministério da Educação Conselho Superior Resolução nº 018, de 03 de março de 2015. A Presidente do Conselho Superior do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio

Leia mais

Atuação da Auditoria Interna na Avaliação da Gestão de Tecnologia da Informação

Atuação da Auditoria Interna na Avaliação da Gestão de Tecnologia da Informação Atuação da Auditoria Interna na Avaliação da Gestão de Tecnologia da Informação Emerson de Melo Brasília Novembro/2011 Principais Modelos de Referência para Auditoria de TI Como focar no negócio da Instituição

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 04, DE 20 DE OUTUBRO DE 2014.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 04, DE 20 DE OUTUBRO DE 2014. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 04, DE 20 DE OUTUBRO DE 2014. Estabelece orientações acerca do registro eletrônico de frequência dos servidores do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande

Leia mais

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul EDITAL Nº 031/2015 PROCESSO CLASSIFICATÓRIO DE AFASTAMENTO DE SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO DA UNIDADE ORGANIZACIONAL CAMPUS BENTO GONÇALVES DO IFRS O Diretor-Geral da Unidade Organizacional

Leia mais

PORTARIA TRT 18ª GP/DG nº 045/2013 (Republicada por força do art. 2 da Portaria TRT 18ª GP/DG nº 505/2014) Dispõe sobre a competência, a estrutura e

PORTARIA TRT 18ª GP/DG nº 045/2013 (Republicada por força do art. 2 da Portaria TRT 18ª GP/DG nº 505/2014) Dispõe sobre a competência, a estrutura e PORTARIA TRT 18ª GP/DG nº 045/2013 (Republicada por força do art. 2 da Portaria TRT 18ª GP/DG nº 505/2014) Dispõe sobre a competência, a estrutura e a atuação da Secretaria de Controle Interno e dá outras

Leia mais

Art. 1º Aprovar o Regimento Interno da Pró-Reitoria de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas da Universidade Federal de São João del-rei PROGP- UFSJ.

Art. 1º Aprovar o Regimento Interno da Pró-Reitoria de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas da Universidade Federal de São João del-rei PROGP- UFSJ. RESOLUÇÃO N o 017, de 7 de maio de 2007. Aprova Regimento Interno da Pró-Reitoria de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas PROGP. O PRESIDENTE DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO VII DA ORDEM ECONÔMICA E FINANCEIRA CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS GERAIS DA ATIVIDADE ECONÔMICA Art. 170. A ordem econômica, fundada na valorização

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 27, DE 15 DE JANEIRO DE 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 27, DE 15 DE JANEIRO DE 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 27, DE 15 DE JANEIRO DE 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO DOU de 16/01/2014 (nº 11, Seção 1, pág. 26) Institui o Plano Nacional de

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA Nº 2, DE 26 DE JANEIRO DE 2010

PORTARIA NORMATIVA Nº 2, DE 26 DE JANEIRO DE 2010 Edição Número 18 de 27/01/2010 Ministério da Educação Gabinete do Ministro PORTARIA NORMATIVA Nº 2, DE 26 DE JANEIRO DE 2010 Institui e regulamenta o Sistema de Seleção Unificada, sistema informatizado

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 83, DE 30 DE OUTUBRO DE 2014

RESOLUÇÃO Nº 83, DE 30 DE OUTUBRO DE 2014 RESOLUÇÃO Nº 83, DE 30 DE OUTUBRO DE 2014 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal do Pampa, em sessão de 30/10/2014, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Artigo 19, Inciso XVII do

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Criada pela Lei nº 10.435, de 24 de abril de 2002

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Criada pela Lei nº 10.435, de 24 de abril de 2002 NORMA PARA PARTICIPAÇÃO DOS SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO DA, EM TREINAMENTO REGULARMENTE INSTITUÍDO EDUCAÇÃO FORMAL CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Estabelece critérios para participação

Leia mais

DECRETO Nº 1.528, DE 21 DE AGOSTO DE 2008.

DECRETO Nº 1.528, DE 21 DE AGOSTO DE 2008. DECRETO Nº 1.528, DE 21 DE AGOSTO DE 2008. Dispõe sobre modificações no processo de implantação do monitoramento dos programas e ações governamentais, no âmbito da Administração Pública do Estado de Mato

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO ATO Nº 342/DILEP.CDEP.SEGPES.GDGSET.GP, DE 25 DE JUNHO DE 2014.

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO ATO Nº 342/DILEP.CDEP.SEGPES.GDGSET.GP, DE 25 DE JUNHO DE 2014. TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO ATO Nº 342/DILEP.CDEP.SEGPES.GDGSET.GP, DE 25 DE JUNHO DE 2014. Dispõe sobre a concessão de bolsa de estudo para curso de língua estrangeira no âmbito do Tribunal Superior

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EDITAL 009 /2014 PRPGP/UFSM Programa Especial de Incentivo à Pesquisa para o Servidor Mestre (PEIPSM)

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2008 PROCESSO Nº

Leia mais

Ministério da Educação UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Criada pela Lei No. 10.435 de 24 de abril de 2002 Pró-Reitoria de Administração

Ministério da Educação UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Criada pela Lei No. 10.435 de 24 de abril de 2002 Pró-Reitoria de Administração EDITAL DE SELEÇÃO DE SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS COM INTERESSE EM PARTICIPAR DE TREINAMENTO REGULARMENTE INSTITUÍDO EM NÍVEL DE EDUCAÇÃO FORMAL - QUALIFICAÇÃO A PRAD e o Departamento de Pessoal

Leia mais

PLANO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES INTEGRANTES DO PCCTAE

PLANO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES INTEGRANTES DO PCCTAE PLANO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES INTEGRANTES DO PCCTAE Ministério da Educação Novembro de 2013 1 SUMÁRIO 1. Apresentação 1.1 Introdução 1.2 Base Legal 1.3 Justificativa 2.

Leia mais

EDITAL PROPI Nº 007/2014 - Bolsas de Doutorado e Auxílio Moradia na Modalidade do Novo Programa de Formação Doutoral Docente/CAPES (Novo Prodoutoral)

EDITAL PROPI Nº 007/2014 - Bolsas de Doutorado e Auxílio Moradia na Modalidade do Novo Programa de Formação Doutoral Docente/CAPES (Novo Prodoutoral) EDITAL PROPI Nº 007/2014 - Bolsas de Doutorado e Auxílio Moradia na Modalidade do Novo Programa de Formação Doutoral Docente/CAPES (Novo Prodoutoral) O Pró-Reitor de Pesquisa e Inovação do Instituto Federal

Leia mais

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES DE AUDITORIA INTERNA PAINT 2016

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES DE AUDITORIA INTERNA PAINT 2016 2016 MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO Interna PLANO ANUAL DE ATIVIDADES DE AUDITORIA INTERNA PAINT 2016 BRASÍLIA 2015 MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO AUDITORIA INTERNA SECRETARIA DE AUDITORIA PLANO ANUAL DE ATIVIDADES

Leia mais

Original assinado Vicente Pereira de Almeida Presidente do CS

Original assinado Vicente Pereira de Almeida Presidente do CS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 037/2013 DE 27

Leia mais

Instruções para preenchimento do formulário de CURSOS DE APERFEIÇOAMENTO

Instruções para preenchimento do formulário de CURSOS DE APERFEIÇOAMENTO Instruções para preenchimento do formulário de CURSOS DE APERFEIÇOAMENTO As instruções a seguir orientam a elaboração de propostas de Cursos de Aperfeiçoamento para aprovação e registro no Sistema de Informações

Leia mais

file://l:\sfc\ds\dsseg\exercício 2010\TC-PC 2010\RELATÓRIOS PARA PUBLICAÇÃO\DPF-...

file://l:\sfc\ds\dsseg\exercício 2010\TC-PC 2010\RELATÓRIOS PARA PUBLICAÇÃO\DPF-... Página 1 de 7 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2010

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 30, DE 28 DE ABRIL DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 30, DE 28 DE ABRIL DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 30, DE 28 DE ABRIL DE 2011 Dispõe sobre as normas para a pós-graduação na modalidade lato sensu ofertada pela Universidade Federal do Pampa. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal

Leia mais

PROGRAMA DE BOLSAS DE FORMAÇÃO ACADÊMICA MODALIDADE: MESTRADO E DOUTORADO

PROGRAMA DE BOLSAS DE FORMAÇÃO ACADÊMICA MODALIDADE: MESTRADO E DOUTORADO PROGRAMA DE BOLSAS DE FORMAÇÃO ACADÊMICA MODALIDADE: MESTRADO E DOUTORADO EDITAL Nº. 01/2008 O Presidente da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico FUNCAP, Prof. Tarcísio

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2009 PROCESSO Nº

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O Nº 014/2009-CEP O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO APROVOU E EU, REITOR, SANCIONO A SEGUINTE RESOLUÇÃO:

R E S O L U Ç Ã O Nº 014/2009-CEP O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO APROVOU E EU, REITOR, SANCIONO A SEGUINTE RESOLUÇÃO: R E S O L U Ç Ã O Nº 014/2009-CEP CERTIDÃO Certifico que a presente resolução foi afixada em local de costume, nesta Reitoria, no dia 9/11/2009. Aprova novo Regulamento do Programa Monitoria para os Cursos

Leia mais

Indicadores Institucionais

Indicadores Institucionais Indicadores Institucionais A apresentação dos indicadores é estabelecida pelo Acordão do Tribunal de Contas da União Nº 2.267/2005. Os indicadores aferidos permitem a mensuração e avaliação do Instituto

Leia mais

Edital Nº006/2015 - PRPGI/IFBA Programa de Auxílio Qualificação para cursos de Pós- Graduação Lato e Stricto Sensu - Campus Camaçari -

Edital Nº006/2015 - PRPGI/IFBA Programa de Auxílio Qualificação para cursos de Pós- Graduação Lato e Stricto Sensu - Campus Camaçari - Edital Nº006/2015 - PRPGI/IFBA Programa de Auxílio Qualificação para cursos de Pós- Graduação Lato e Stricto Sensu - Campus Camaçari - 1 Apresentação O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia

Leia mais

SIG Sistema Integrado de Gestão

SIG Sistema Integrado de Gestão SIG Sistema Integrado de Gestão SIGRH -Sistema Integrado de Gestão de Recursos Humanos Gustavo Bertoldo Quatrin Agenda Contextualização Visão Geral dos seguintes sistemas: SIPAC; SGPP; SIGAA; SIGADMIN;

Leia mais

Novo Sistema de Gestão do IFAM

Novo Sistema de Gestão do IFAM Novo Sistema de Gestão do IFAM Os módulos serão implantados atendendo aos critérios: Sistema/Módulo Entrega Prazo de Entrega Módulo Administrativo Integração SIAFI Módulo de Recursos Humanos Protocolo

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: UNIME - União Metropolitana para o Desenvolvimento da UF: BA Educação e Cultura ASSUNTO: Recredenciamento da Faculdade

Leia mais

considerando a necessidade de conceder incentivos ao estudo de idioma estrangeiro para os servidores ativos da Anvisa, resolve:

considerando a necessidade de conceder incentivos ao estudo de idioma estrangeiro para os servidores ativos da Anvisa, resolve: Nº21 29/04/2013 Boletim de Serviço 19/164 PORTARIA Nº 763/ANVISA, DE 29 DE ABRIL DE 2013 Dispõe sobre limites e procedimentos para concessão de bolsa de estudo de idioma estrangeiro aos servidores ativos

Leia mais

Ajuda da pesquisa acerca da Governança de TI da Administração Pública Federal

Ajuda da pesquisa acerca da Governança de TI da Administração Pública Federal Ajuda da pesquisa acerca da Governança de TI da Administração Pública Federal 1. Há planejamento institucional em vigor? Deverá ser respondido SIM caso o Órgão/Entidade possua um planejamento estratégico

Leia mais

DECISÃO Nº 193/2011 D E C I D E

DECISÃO Nº 193/2011 D E C I D E CONSUN Conselho Universitário DECISÃO Nº 193/2011 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO, em sessão de 08/04/2011, tendo em vista o constante no processo nº 23078.032500/10-21, de acordo com o Parecer nº 022/2011 da

Leia mais

EDITAL 01/2014 - PIQPG/PRPI/CQA PIQPG / 2014

EDITAL 01/2014 - PIQPG/PRPI/CQA PIQPG / 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E INOVAÇÃO EDITAL 01/2014 - PIQPG/PRPI/CQA PIQPG / 2014 Programa de Incentivo para Qualificação em Cursos de Pós-Graduação dos

Leia mais

A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM

A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM DECRETO nº 1098, de 12 de fevereiro de 2009 Dispõe sobre alocação, denominação e atribuições dos órgãos que compõem a estrutura organizacional do Gabinete da Prefeita e dá outras providências. A PREFEITA

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 13/2013

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 13/2013 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 13/2013 Regulamenta o processo de implementação e avaliação da flexibilização para ajuste de jornada de trabalho

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 052/2014, DE 12 DE AGOSTO DE 2014

RESOLUÇÃO Nº 052/2014, DE 12 DE AGOSTO DE 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS Conselho Superior Rua Ciomara Amaral de Paula, 167 Bairro Medicina 37550-000 - Pouso Alegre/MG Fone: (35)

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 05 - CONSU 13 DE JUNHO DE 2007

RESOLUÇÃO Nº. 05 - CONSU 13 DE JUNHO DE 2007 Rua Governador Luiz Cavalcante, S/N, TELEFAX (82) 3530-3382 CEP: 57312-270 Arapiraca-Alagoas RESOLUÇÃO Nº. 05 - CONSU 13 DE JUNHO DE 2007 Dispõe sobre normas e procedimentos para os Cursos de Especialização

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 14 da Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004, resolve:

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 14 da Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004, resolve: >PORTARIA Nº 2.051, DE 9 DE JULHO DE 2004 Regulamenta os procedimentos de avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), instituído na Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004.

Leia mais

Edital para publicação no site período de 23 a 30 de junho de 2013. PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD.

Edital para publicação no site período de 23 a 30 de junho de 2013. PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. Edital para publicação no site período de 23 a 30 de junho de 203. PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. GESTÃO EAD Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico

Leia mais

Prefeitura Municipal de Brejetuba

Prefeitura Municipal de Brejetuba INSTRUÇÃO NORMATIVA SPO Nº. 001/2014 DISPÕE SOBRE ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DO PPA NO MUNICÍPIO DE BREJETUBA-ES. VERSÃO: 01 DATA DE APROVAÇÃO: 06/05/2014 ATO DE APROVAÇÃO: Decreto Municipal

Leia mais

EDITAL Nº 08/2012 PROGRAMA INSTITUCIONAL DE QUALIFICAÇÃO - PIQ

EDITAL Nº 08/2012 PROGRAMA INSTITUCIONAL DE QUALIFICAÇÃO - PIQ MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - MEC SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA SETEC INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS EDITAL Nº 08/2012 PROGRAMA INSTITUCIONAL

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.707, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2006. Institui a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da administração

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO E PROCESSO ANUAL DE CONTAS

RELATÓRIO DE GESTÃO E PROCESSO ANUAL DE CONTAS RELATÓRIO DE GESTÃO E PROCESSO ANUAL DE CONTAS (Normativos e composição) Outubro - 2010 Coordenação-Geral de Técnicas, Procedimentos e Qualidade DCTEQ Eveline Brito Coordenadora-Geral de Técnicas, Procedimentos

Leia mais

Serviço Público Federal. Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PROPG) da UFRGS

Serviço Público Federal. Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PROPG) da UFRGS Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PROPG) da UFRGS EDITAL 001/2012: Missão científica de curta duração no exterior para estudantes dos Programas de Pós-Graduação da UFRGS PROGRAMA DE ESTÍMULO À INSERÇÃO INTERNACIONAL

Leia mais

PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA PARA SOLUCIONAR E/OU MINIMIZAR

PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA PARA SOLUCIONAR E/OU MINIMIZAR PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO COORDENADORIA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL SÍNTESE DE RELATORIO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E DE AVALIAÇÃO EXTERNA PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA

Leia mais

Levantamento de Governança de TI 2014

Levantamento de Governança de TI 2014 Levantamento de Governança de TI 2014 Resultado individual: CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA Segmento: Executivo - Sisp Tipo: Autarquia A classificação deste documento é de responsabilidade

Leia mais

PORTARIA-TCU Nº 385, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2009 (Revogada) (Portaria - TCU nº 36, de 31/01/2011, BTCU nº 03, de 31/01/2011)

PORTARIA-TCU Nº 385, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2009 (Revogada) (Portaria - TCU nº 36, de 31/01/2011, BTCU nº 03, de 31/01/2011) PORTARIA-TCU Nº 385, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2009 (Revogada) (Portaria - TCU nº 36, de 31/01/2011, BTCU nº 03, de 31/01/2011) Dispõe sobre as competências da Secretaria de Infraestrutura de Tecnologia da

Leia mais

DOS CURSOS E SEUS OBJETIVOS

DOS CURSOS E SEUS OBJETIVOS REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DAS FACULDADES INTEGRADAS DE VITÓRIA DOS CURSOS E SEUS OBJETIVOS Disciplina os Cursos de Pós- Graduação Lato Sensu nas modalidades Acadêmica e Profissionalizante

Leia mais

RESOLUÇÃO SMF Nº 2712 DE 13 DE MARÇO DE 2012.

RESOLUÇÃO SMF Nº 2712 DE 13 DE MARÇO DE 2012. RESOLUÇÃO SMF Nº 2712 DE 13 DE MARÇO DE 2012. Altera o Regulamento de Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas da Secretaria Municipal de Fazenda. A SECRETÁRIA MUNICIPAL DE FAZENDA, no uso das atribuições

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2012 PRÓ-REITORIA DE ENSINO/IFMG/SETEC/MEC, DE 05 DE JUNHO DE 2012.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2012 PRÓ-REITORIA DE ENSINO/IFMG/SETEC/MEC, DE 05 DE JUNHO DE 2012. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS PRÓ-REITORIA DE ENSINO Av. Professor Mario Werneck, nº 2590,

Leia mais

1º O PIPG compreende as seguintes ações:

1º O PIPG compreende as seguintes ações: RESOLUÇÃO N o 005, de 25 de fevereiro de 2013. Regulamenta o Programa de Incentivo à Pós-Graduação Stricto Sensu (PIPG) da UFSJ. A PRESIDENTE DO CONSELHO DIRETOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO PROEX EDITAL Nº. 09/2016-PROEX/IFRN

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO PROEX EDITAL Nº. 09/2016-PROEX/IFRN 1 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO PROEX EDITAL Nº. 09/2016-PROEX/IFRN SELEÇÃO PÚBLICA PARA APOIO A PROJETOS DE EXTENSÃO EXERCÍCIO 2016

Leia mais

GABINETE DO MINISTRO

GABINETE DO MINISTRO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 1.007, DE 9 DE OUTUBRO DE 2013. Altera a Portaria MEC nº 168, de 07 de março de 2013, que dispõe sobre a oferta da Bolsa-Formação no âmbito do Programa Nacional de Acesso

Leia mais

ATO Nº 229/2013. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

ATO Nº 229/2013. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, ATO Nº 229/2013 Aprova a Norma Complementar de Criação da Equipe de Tratamento e Resposta a Incidentes na Rede de Computadores do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO TIPO DE AUDITORIA : ACOMPANHAMENTO DA GESTÃO UNIDADE AUDITADA : FUB CÓDIGO : 154040 CIDADE : BRASILIA RELATÓRIO

Leia mais

Governança de TI: O desafio atual da Administração Pública. André Luiz Furtado Pacheco, CISA SECOP 2011 Porto de Galinhas, setembro de 2011

Governança de TI: O desafio atual da Administração Pública. André Luiz Furtado Pacheco, CISA SECOP 2011 Porto de Galinhas, setembro de 2011 Governança de TI: O desafio atual da Administração Pública André Luiz Furtado Pacheco, CISA SECOP 2011 Porto de Galinhas, setembro de 2011 André Luiz Furtado Pacheco, CISA Graduado em Processamento de

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2007 PROCESSO Nº

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EDITAL 024/2015 PRPGP/UFSM Programa PROIC-HUSM Programa de Bolsas de Iniciação Científica ou Auxílio

Leia mais

PDTI UFLA: Plano Diretor de Tecnologia da Informação Segundo Modelo de Referência da SLTI/MPOG

PDTI UFLA: Plano Diretor de Tecnologia da Informação Segundo Modelo de Referência da SLTI/MPOG PDTI UFLA: Plano Diretor de Tecnologia da Informação Segundo Modelo de Referência da SLTI/MPOG Forplad Regional Sudeste 22 de Maio de 2013 Erasmo Evangelista de Oliveira erasmo@dgti.ufla.br Diretor de

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE GESTÃO ADMINISTRATIVO-FINANCEIRA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE GESTÃO ADMINISTRATIVO-FINANCEIRA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE GESTÃO ADMINISTRATIVO-FINANCEIRA RESOLUÇÃO Nº 01/2011 Regulamenta a capacitação de Pessoal Técnico-

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2007 PROCESSO Nº

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU R E G I M E N T O G E R A L PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Regimento Geral PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Este texto foi elaborado com as contribuições de um colegiado de representantes da Unidades Técnico-científicas,

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES DE AUDITORIA INTERNA RAAAI 2004 I - INTRODUÇÃO

RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES DE AUDITORIA INTERNA RAAAI 2004 I - INTRODUÇÃO RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES DE AUDITORIA INTERNA RAAAI 2004 I - INTRODUÇÃO A da Universidade Federal do Amazonas apresenta o seu Relatório Anual de Atividades de, com base no Decreto nº. 3.591/2000,

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA Nº 03/2011 Obras e Serviços de Engenharia

RELATÓRIO DE AUDITORIA Nº 03/2011 Obras e Serviços de Engenharia RELATÓRIO DE AUDITORIA Nº 03/2011 Obras e Serviços de Engenharia 1. INTRODUÇÃO Em atenção ao preceituado no item nº 09 do PAINT/2011, devidamente aprovado ad referendum pelo Reitor da UNIFAL-MG, em 27/12/2010

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 91, inciso III, da Constituição Estadual,

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 91, inciso III, da Constituição Estadual, DECRETO N.º 2299 R, DE 15 DE JULHO DE 2009. (Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial de 16/07/2009) Regulamenta o estágio estudantil no âmbito do Poder Executivo Estadual e dá outras providências.

Leia mais

RELAÇÕES ENTRE O IFRS E AS FUNDAÇÕES DE APOIO AUTORIZADAS PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (MEC) E PELO MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO (MCTI)

RELAÇÕES ENTRE O IFRS E AS FUNDAÇÕES DE APOIO AUTORIZADAS PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (MEC) E PELO MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO (MCTI) RELAÇÕES ENTRE O IFRS E AS FUNDAÇÕES DE APOIO AUTORIZADAS PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (MEC) E PELO MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO (MCTI) Dispõe sobre as normas que regulamentam as relações

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL (arquivo da Creche Carochinha) Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil é dever do Estado e direito de todos, sem qualquer

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2008 PROCESSO Nº

Leia mais

Número: 00190.012047/2013-59 Unidade Examinada: Instituto Benjamin Constant - RJ

Número: 00190.012047/2013-59 Unidade Examinada: Instituto Benjamin Constant - RJ Número: 00190.012047/2013-59 Unidade Examinada: Instituto Benjamin Constant - RJ Relatório de Demandas Externas n 00190.012047/2013-59 Sumário Executivo Este Relatório apresenta os resultados das ações

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE DA INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL DA LUSOFONIA AFRO-BRASILEIRA (UNILAB) Edital PROEX 05/2015 - Programa de Bolsas de Extensão de Línguas Estrangeiras e Portuguesa da UNILAB

Leia mais