2.Fundamentos da Universidade Empreendedora

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "2.Fundamentos da Universidade Empreendedora"

Transcrição

1 Universidade Empreendedora La incorporación de la formación de emprendedores en la oferta académica de las universidades Emanuel Leite Universidade Católica de Pernambuco Departamento de Economia e Administração Brasil Rua Sansão Ribeiro n.o 120 apto 502 CEP Recife Pernambuco Telefono: RESUMO Uma das maiores conquistas da humanidade é a liberdade religiosa e de expressão. A liberdade de empreender também deveria ser uma delas, pois gente mais conhecimento é igual a geração de riquezas. A capacidade de empreender é fundamental para a prosperidade da humanidade. Não é a cobiça que move as sociedades bem-sucedidas. Comece, em vez disso, com a idéia de que cada empreendedor possui talentos concedidos por Deus. Os empreendedores têm muita probabilidade de se tornar criadores de riquezas e contribuir para a sociedade quando são livres para desenvolver esse dom capacidade de empreender. Por que então é tão difícil defender esse belo conceito? O argumento de que os empreendedores são os geradores de riquezas faz sentido e perfeitamente racional. Por isso, é necessário instituir-se mecanismos de apoio, financiamentos aos projetos. É preciso propiciar as condições para transformar os devaneios em algo concreto passa pela existência de uma estratégia de comunicação eficiente e eficaz. Agindo assim teremos prosperidade, mas também é preciso que exista a liberdade para perseguir o sonho de ser empreendedor. 1. Introdução Este trabalho enquadra-se no âmbito da reflexão feita pelo autor com vistas a contribuir no debate sobre como tornar universidade empreendedora, em um processo onde a comunicação tem um papel fundamental.

2 2 Pretende-se que este texto venha a contribuir para a consolidação da universidade como empreendedora, capaz de dar resposta, em tempo hábil, às legitimas aspirações da sociedade moderna. O empreendedorismo não é uma receita, mas uma necessidade do mercado. As universidades precisam formar empreendedores. A sociedade necessita de empreendedores A sociedade de serviços está substituindo a sociedade industrial, a economia é cambiante e as especializações desaparecem. Por isso, a universidade não pode mais ser vetora de produtos acabados e sim formar empreendedores capazes de encontrar os nichos de oportunidades nessa nova sociedade. O modelo organizacional em que assenta hoje o ensino universitário brasileiro está, em nossa opinião, esgotado. É preciso (re)institucionalizar e (re)inventar o ensino superior brasileiro, baseado no empreendedorismo. 2.Fundamentos da Universidade Empreendedora Banalizou-se a formação universitária. Hoje, há uma crise violenta de diplomas do ensino superior. Há milhares de desempregados licenciados no Brasil. O problema está em saber se a universidade é capaz de construir respostas educativas adaptadas às diferentes expectativas, necessidades, características pessoais, projetos de vida dos nossos jovens. Isso é tão importante quanto o diploma de nível superior O mundo mudou, e mudou muito. A realidade hoje está a mudar a um ritmo vertiginoso. Ao nível do trabalho, das profissões, das empresas. Essas mudanças são tão rápidas, que estão a questionar aquilo que é o contributo de cada pessoa para a sociedade, o que é ter um trabalho, o que é um emprego, o que é o lazer, e até o que é momento de estudo ao longo da vida. Nunca os sistemas educativos conseguem andar a par e ao mesmo ritmo das transformações sociais. É necessário preparar as novas gerações para adaptação a um mercado de trabalho e a uma economia impregnada de grande incerteza, caracterizada pela inovação técnica, flexibilidade laboral e a globalização econômica. Ao sistema de ensino superior pede-se que seja capaz de preparar os futuros empreendedores para uma maior mobilidade profissional, para uma maior

3 3 rotatividade entre as várias opções de negócios, para as alternâncias criar- falir empreendimentos, face à incerteza e à imprevisibilidade do mundo atual. Da Universidade Tradicional à Universidade Empreendedor Universidade Tradicional UNIVERSIDADE ENSINO PESQUISA EXTENSÃO CONHECIMENTOS ESPECIALISTAS Figura 1- Universidade Tradicional Universidade Empreendedora UNIVERSIDADE ENSINO PESQUISA EXTENSÃO CIÊNCIA CONHECIMENTO INOVAÇÃO TECNOLOGIA CRIATIVIDADE INCUBADORA DE EMPRESAS ESPECIALISTAS EMPREENDEDORES Figura 2 Universidade Empreendedora Na universidade tradicional, as atividades fim de ensino, pesquisa e extensão estão voltadas prioritariamente para a produção de conhecimentos e a formação de especialistas. No modelo de universidade empreendedora, agregam-se ao tradicional os aspectos da tecnologia (geração, adoção e transferência) e da formação de empreendedores, em resposta às demandas da sociedade, em permanente estado de transformação. 3. Transferência de Tecnologia

4 4 UNIVERSIDADE EMPREENDEDORA CIÊNCIA CONHECIMENTO TECNOLOGIA CRIATIVIDADE INOVAÇÃO ESPECIALISTAS EMPREENDEDORES SOCIEDADE MERCADO CRIAÇÃO DE EMPRESAS INCUBADORAS DE EMPRESAS GERAÇÃO DE RIQUEZAS Figura 3 Mecanismo de Transferência de Tecnologia As universidades vêm desenvolvendo o processo de transferência de tecnologia, em todas as suas unidades. Contudo, faz-se necessário que esta sistemática seja, cada vez mais, incentivada em todas as suas unidades. As principais experiências das universidades podem ser sintetizadas em: cursos de graduação, cursos de pós-graduação, cursos de extensão, pesquisa - informação tecnológica, hospitais universitários, empresas de consultoria formadas por docentes, empresas de consultoria júnior, estágio integrado, dentre outras. Futuramente, uma perspectiva de uma universidade empreendedora pode ser: parque tecnológico, centro de alta tecnologia, escola de empreendedores, incubadora de empresas, dentre outras. Três Modelos de Universidade 1. Burocracia Governo Universidade Indústria 2. Escravidão Governo Universidade Indústria 3. Independência (modelo empreendedor)

5 5 Governo Universidade Indústria Figura 4 Três Modelos de Universidade A universidade, sociedade e as empresas são parceiros porque: a universidade precisa de recursos para atingir seus objetivos e ser útil à sociedade a empresa necessita de conhecimento para ser competitiva a sociedade necessita de ambas para gerar bem-estar e manter ambas. 4.A dinamização da Capacidade Empreendedora e o papel dos meios de comunicação Sugere-se a utilização do termo empreendedor, em vez do termo empresário, por se revelar mais abrangente e aplicando-se inclusive no processo de criação de empresas. A utilização deste termo poderá ser feita no quadro de uma valorização social do que, tendo maior espírito de iniciativa e sabendo medir o risco, cria riqueza através do desenvolvimento de uma idéia, transformando-a num empreendimento. Neste contexto, o ideal que anima os empreendedores poder-se-á chamar espírito empreendedor. Para apoiar os empreendedores a criarem os seus empreendimentos, existe no Brasil uma série de agentes que se revestem de diversas naturezas (pública, privada). Sente-se a necessidade do lançamento de campanhas de promoção e de valorização social do papel do empreendedor, nas universidades. A sociedade contemporânea evidencia três características únicas em toda a história da Humanidade, com implicações profundas na organização da sociedade, cuja extensão e profundidade ainda não se conhecem na totalidade, mas em que é inequívoca uma importante valorização do capital humano. A primeira é o ritmo de mudança que se verifica no contexto econômico e social. O encurtamento do ciclo de vida dos produtos, o volume de descobertas científicas e a volatilidade dos mercados adquiriram uma dimensão sem precedentes, que obriga os indivíduos e as organizações a adaptarem-se e alterarem os seus comportamentos, por forma a acompanhar as exigências da envolvente ambiental.

6 6 A segunda característica é a importância do intangível na economia mundial, onde, entre outras manifestações, se aponta o peso crescente dos ativos intangíveis nos investimentos das organizações. A terceira é a comunicação em tempo real que vem transformando com sua rapidez e qualidade. Neste contexto, a capacidade de inovação reflete o modo como a empresa, através dos indivíduos que a compõem, combina a base de conhecimentos existentes sob novas formas, o que envolve busca, descobertas e processos cumulativos de aprendizagem. Assim, o comportamento das pessoas, quer isoladamente, quer em grupo, é o aspecto fundamental da dinamização da capacidade empreendedora/espírito empreendedor. Esse comportamento (empreendedorismo) deve ser visto, por um lado, no quadro empresarial, onde devem existir indivíduos capazes de criar e desenvolver idéias que se materializam em novos processos e produtos, i.e., em inovações, mas também no espaço acadêmico, através da valorização do potencial científico, nomeadamente ao nível de criação de novos negócios (spin-off de tecnologia). O papel do empreendedor surge a partir desta nova realidade. É a existência de indivíduos com capacidade de aprenderem, combinarem de novas formas o conhecimento, e o materializarem em inovações, que vai garantir a sobrevivência e o desenvolvimento das organizações e dos países. Sendo inequívoco o papel a ser desempenhado por indivíduos que evidenciam atitudes e capacidades empreendedoras, é importante compreender quais são as suas características e qual o processo pelo qual surgem e se desenvolvem. 5 O empreendedorismo e universidade empreendedora O empreendedor é qualquer indivíduo com as seguintes características comunicação; capacidade de iniciativa; poder de persuasão; correr risco calculado; flexível; criativo:

7 7 inovador; independente/autônomo; alta necessidade de realização; capacidade de resolver problemas; imaginação; pretende controlar seu próprio destino; trabalha duro e liderança Podemos sintetizar essa visão da seguinte forma Faculdades Características Pessoais Imaginação Determinação Comunicador Feedback Criação e Execução de Planos(Inovador) Otimismo Negociação Independência Liderança Coragem para gerar desafios Comportamento Empreendedor Vontade para correr riscos Figura 5 Os Aspectos do Comportamento Empreendedor Vários estudos internacionais têm avaliado os principais aspectos característicos do indivíduo empreendedor. As conclusões sumariadas na figura 5, apontam para se considerar a capacidade empreendedora de um determinado indivíduo como sendo fruto de um conjunto de faculdades e características pessoais que interagem entre si, potencializando o seu comportamento singular. A parte significativa destas características dos indivíduos resultará, entre outros aspectos, do ambiente familiar, da educação, das experiências de vida, das formas de pensar do ambiente em que se está inserido. Deste modo, a questão que se coloca é a de saber quais as formas de intervir das universidades para estimular o comportamento empreendedor, formando ou desenvolvendo indivíduos com estas características. De fato, um processo de dinamização da capacidade empreendedora dos docentes, discentes e funcionários das universidades evidencia detalhes importantes, que é difícil incorporar nos conceitos e métodos mais tradicionais de

8 8 formação de recursos humanos. Por um lado, exige intervenção continuada, sendo a vontade e o esforço dos próprios indivíduos de uma importância fundamental. Por outro lado, as faculdades e características exigidas obtêm-se normalmente por via experimental e não através da educação convencional em sala, por forma que abranja a globalidade do indivíduo que deverá sentir, de forma real, a aceitação do risco e / ou do desafio; a necessidade de determinação, etc. O desenvolvimento da capacidade empreendedora nos indivíduos, através de mecanismos educativos, que leve em consideração as particularidades apontadas, baseia-se na percepção dos vetores que suportam esta capacidade. De fato, a atitude empreendedora está diretamente relacionada com a dinâmica de valorização do indivíduo como agente que interage com a sociedade, ao longo dos ciclos virtuosos do tipo apresentado na figura seguinte. Figura 6 A dinâmica de valorização dos indivíduos e a comunicação O ensino formal, apesar das importantes limitações ao desenvolvimento das características empreendedoras dos indivíduos, tem um papel importante e até basilar. É através dele que se faz a transformação da informação em conhecimento o aprender. Este processo de aprendizagem é aquele que normalmente encontramos associado à formação dos indivíduos, desde a escola primária à universidade, mas também através da leitura ou nas ações de formação dirigidas, ao longo da vida. A segunda etapa está associada à aquisição de competências por integração dos conhecimentos adquiridos o aprender. A apreensão envolve a aplicação dos conhecimentos em novas situações, normalmente associada a interações com a envolvente ambiental, onde se obtém feedback que permite estabelecer um saber - fazer.

9 9 O terceiro estado o empreender corresponde à transformação das competências em capacidades, isto é, o fazer com - saber. De fato, o indivíduo empreendedor manifesta-se através daquilo que faz acontecer, evidenciando combinações únicas de competências (que envolvem determinadas faculdades e características, nomeadamente as apontadas na figura.5), que se materializam em capacidades singulares ou distintivas. Este processo não linear envolve fortes fluxos e refluxos, ao longo dos três ciclos. Por exemplo, é de esperar que a manifestação das capacidades leve à identificação de competências em falta, que induzam novos processos de aprendizagem; ou que o ciclo de aquisição de competências evidencie sucessivos conhecimentos que é necessário incorporar para a sua sedimentação. Assim, o empreendedor é o indivíduo capaz de atuar segundo esta dinâmica, assimilando a informação, integrando os conhecimentos e transformando as competências em capacidades (capacidade empreendedora). São eles que suportam as organizações e as sociedades, protagonizando os comportamentos inovadores que permitem o seu desenvolvimento e afirmação. É a comunicação exercendo o seu papel. 6. Universidade Empreendedora e a dinâmica das comunicações Universidade e o Meio Ambiente UNIVERSIDADE ORGANIZAÇÕES EMPRESAS Figura 7- Universidade Empreendedora e processo de comunicação 6.1 Missão da Universidade Empreendedora

10 10 Possibilitar a criação de novos empreendimentos, a partir de know-how gerado nos programas de ensino, extensão e pesquisa das universidades, com o fim de aumentar a competitividade do Brasil. 6.2 Objetivos da Universidade Empreendedora Objetivo Geral Aumentar a geração de novos empreendimentos através da interligação, coordenação entre a capacidade de ensino e pesquisa das universidades com as necessidades da Sociedade e das Empresas Objetivos Específicos Usar a comunicação para difundir a cultura empreendedora Disseminar o pensamento empreendedor. Aumentar a competitividade das universidades. Aumentar a geração de empregos no Brasil. Promoção de empreendimentos que sirvam de modelo para outros empreendedores. Fortalecer e enriquecer a educação superior, através do ensino, pesquisa, e extensão voltados para a realidade regional. Transformar inovações tecnológicas em oportunidades de negócios 7. Programas da Universidade Empreendedora.7.1. Disseminação do Pensamento Empreendedor Universidade Empreendedora Clube do Empreendedor Treinamento de Empreendedores Desenvolvimento de Spin-off Formação de Formadores de Empreendedores A execução destes programas é fundamentada na figura 8

11 11 Figura 8 Universidade Empreendedora em Ação 8. Os Intervenientes no processo de dinamização da Capacidade Empreendedora na Universidade Considera-se, para efeito de sistematização de conceitos, que a dinamização da capacidade empreendedora é o processo que se inicia na idéia / projeto pelo empreendedor e que se baseia no desenvolvimento e expansão da empresa. Desse processo fazem parte, entre outras ações: A formação do empreendedor; O financiamento e procura de investidores para o projeto; A exploração e antecipação das oportunidades de investimento; A valorização da propriedade intelectual; A intervenção dos sinais do mercado. Os agentes intervenientes no processo de dinamização da capacidade empreendedora nas universidades são nomeadamente: O Estado, a dois níveis: instrumentos dinamizadores das atuais políticas de desenvolvimento agentes dinamizadores das atuais políticas (organismos da Administração Pública) as unidades e os centros de saber da Universidade as empresas de consultoria formadas por docentes as empresas de consultoria júnior formadas por alunos os parques de ciência e tecnologia, pólos tecnológicos e centros de incubação as associações empresariais as entidades de desenvolvimento regional. Face a esta diversidade, o empreendedorismo ( o empreendedor o projeto empresa) vem questionar o papel dos vários agentes, relativamente à forma de intervenção, tanto ao nível operacional como estratégico. Ao nível operacional e considerando o objetivo da intervenção (o empreendedor o projeto a empresa) nenhum dos agentes referidos detém competência para poder atuar horizontalmente ao longo do processo de dinamização da capacidade empreendedora, uma vez que não reúne portifólio de

12 12 competências necessárias para o efeito, tendo, portanto, uma abordagem pulverizada e casuística, em função da envolvente. Do ponto de vista estratégico, a fraca interação entre os agentes leva à não existência de um sistema estruturado e estruturante da dinamização da capacidade empreendedora, de uma forma sinergética e otimizada. Assim, pode-se concluir que não está em causa a não existência de agentes intervenientes com competência, mas sim de um sistema que permita uma ação estruturada, promovendo a otimização das complementariedades existentes, minimizando custos de sobreposição, permitindo atingir níveis de maior especialização. 9. A Rede de Competências e a Tipologia dos Intervenientes A criação de um sistema de apoio à dinamização da capacidade empreendedora, enquanto rede de competências, deverá promover a complementariedade e a interação de cada um dos intervenientes, de acordo com a sua tipologia de atuação, no apoio estruturado ao empreendedor. Assim, torna-se necessário caracterizar cada um dos intervenientes, em função da sua tipologia, a atuação, de forma a encontrar as complementariedades necessárias para otimização do processo que visa a maximização da atividade da rede (dinamização da capacidade empreendedora) em função dos recursos (competências) disponibilizados pelos intervenientes. 10. Organizações Envolvidas Universidades Governo Federal Governos Estaduais Governos Municipais Sistema de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEBRAE Federação das Indústrias Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior CAPES Conselho Nacional de Pesquisas CNPq Financiadora Nacional de Estudos e Pesquisas FINEP

13 13 Órgãos de comunicação social 11. Fatores Estratégicos de Sucesso da Universidade Empreendedora Criatividade Inovação - Pólos de Conhecimento. Incubação de Empresas. Recursos Humanos Recursos Financeiros Criação de uma Rede de Teletrabalho. Formação de Formadores de Empreendedores 12. Os desafios da universidade empreendedora A título de síntese deste capítulo, apresentam-se algumas recomendações, umas para ações de curto prazo, em função das necessidades explicitamente referidas pelos diversos agentes, outras cuja pertinência se julga na dinâmica que o assunto exige: a) Para ações de curto prazo: 1) Recomenda-se a elaboração de um estudo sobre os obstáculos mais importantes que limitam ou condicionam o processo da criação de empresas pelos docentes, discentes e funcionários das universidades brasileiras. 2) Recomenda-se a elaboração de um estudo sobre as práticas de formação em confronto com as necessidades sentidas pelos protagonistas do processo de criação de empresas (os novos empreendedores). 3) É necessário e muito útil aprofundar o debate, agora iniciado, de reflexão sobre as temáticas de universidade empreendedora, da criação de empresas. b) De ordem geral: 1) A prestação de um serviço de incubação de empresas pressupõe: Mais do que um simples projeto para alugar salas; Rigorosos critérios de seleção; Garantias razoáveis de preparação e de estruturação das empresas, no momento da saída das incubadoras; Período de rotação pré-determinado; Serviços mínimos de interesse comum; Níveis mínimos de rentabilidade da própria incubadora.

14 14 2) As principais dificuldades encontradas no processo de criação de empresas residem, de um modo geral ( quer para as Empresas de Base Tecnológica, quer para outras), na falta de: bom conhecimento do mercado, capacidade de gestão e marketing, formação específica em criação de empresas e ação empresarial, financiamento suficiente e facilmente disponível, incentivos fiscais e sistema burocrático leve. 3) A promoção de atividades de transferência de tecnologia poderá ser uma forma de estimular o processo de criação de empresas, por via da produção de spin-off das Universidades. c) De ordem promocional Sente-se necessidade do lançamento de campanhas de promoção e valorização social do papel do Empreendedor e de reconhecimento do seu mérito. A corrente do empreendedorismo sintetizar o elo existente entre a criatividade, inovação e empreendedorismo. Criatividade Pensar Novas coisas Inovação Fazer Criar novas coisas Figura 09 Corrente do empreendedorismo Empreendedorismo Criar Valor no mercado A transformação de uma idéia em realidade é sintetizada na figura seguinte. Criatividade Inovação Empreendedorismo Choque da Realidade Sonho Processo de Transformação Realidade Figura 10 da idéia à realidade 13. Conclusão

15 15 Este trabalho descreve uma metodologia para o desenvolvimento da universidade empreendedora, onde os meios de comunicação têm um papel fundamental, cuja construção e fundamentos permitem a disseminação, em larga escala, deste tipo de comportamento, maneira de se estar, forma de enfrentar a realidade universitária no seu cotidiano. São apresentadas propostas de projetos que utilizem tal metodologia em diferentes unidades que compõem a universidade. É difícil avaliar o valor das idéias: se dou uma idéia, não fico sem ela, duas ou mais pessoas ficam com ela, diferentemente do que acontece quando dou um item concreto. O comportamento empreendedor implica em disseminar idéias. A universidade empreendedora não aposenta a tradicional, ela funciona como uma fina camada que a recobre, dando-lhe uma nova feição. Nunca podemos esquecer que a percepção de universidade empreendedora tornou-se inseparável das idéias de formação, reflexão, criação e crítica. O ensino superior, da forma que é oferecido hoje, está longe de atender as expectativas de uma sociedade empreendedora. É preciso ir além do desenvolvimento de competências essenciais para o mundo do trabalho, faz-se necessário desenvolver competências essenciais para o sucesso do empreendedorismo. A aprendizagem baseada em sólida formação conceitual e universal deve ser reforçada pela aprendizagem voltada para a prática dos negócios, o sistema educacional formal tem que se valer de uma sistema do desenvolvimento pautado pela gestão por competências, além de desenvolver a cultura acadêmica também incentivar a cultura voltada para o empreendedorismo. O papel da universidade tradicional é formar cidadãos competentes para gerar o sucesso das instituições e da comunidade. A universidade empreendedora vai mais além quando se propõe a formar cidadãos competentes que absorvam todos os ensinamentos da universidade tradicional prepare cidadãos competentes para gerar o sucesso de empresas e fomentem o empreendedorismo, pois gente + conhecimento = criação de riquezas. Sem empreendedores, não há novos negócios, não há emprego. E, com desemprego, os políticos perdem seus cargos. Assim, é necessário que se crie um ambiente mais amistoso para o surgimento de novos empreendimentos. Para reduzir a diferença de desenvolvimento econômico e de nível de vida da sociedade brasileira relativamente aos países mais desenvolvidos, é preciso vencer o desafio que se coloca atualmente o de evoluirmos rapidamente para termos

16 16 uma sociedade da informação, onde o desenvolvimento científico e tecnológico seja baseado no primado do ser humano, na ética e no respeito aos direitos humanos. Uma das competências mais críticas para garantir o desenvolvimento duma sociedade é o de saber gerar, recolher, analisar, tratar e comunicar informação de forma eficiente, eficaz e inovadora. Tal objetivo deverá traduzir-se em aumentos significativos de produtividade das organizações e na melhoria da qualidade de vida. Ao criador de empresas de base tecnológica cabe o desafio de transformar idéias em produtos e serviços. Para vencer esse desafio ele terá que descobrir algo que diferencie o seu negócio dos restantes e saber comunicar isso aos seus clientes. A confluência dos poderes do conhecimento, das tecnologias da informação e das comunicações se manifesta em sua melhor forma na Internet. A Internet tornou-se uma ferramenta para grandes e pequenos negócios, não esquecendo do potencial que a intranet já vem demonstrando E aí há um ponto muito importante: nesta Era da Informação, a capacidade da empresa de atingir os consumidores através da Internet é essencial, porque quando o comércio eletrônico passar a ser realidade, não será mais preciso estar no mercado para alcançar os clientes. Vivemos a era do poder da informação, dos negócios on-line, das forças das idéias audaciosas, da sorte. As idéias são a nova moeda do mundo empresarial. São as idéias de negócios com I maiúsculo. Quer queiramos, quer não, já estamos para lá do ponto crítico da era da informação, pelo que jamais voltaremos atrás. Para o provar, basta pensarmos o que seria de nós, sem os computadores, faxes, telefones, modems e televisões indispensáveis à nossa vida quotidiana. A evolução foi de tal forma progressiva que quase não se deu por ela, mas as diferenças com o passado são profundas e irreversíveis. A capacidade de enxergar as oportunidades é uma das características do comportamento empreendedor. Muitos empreendedores estão a todo tempo a converter suas visões, idéias em oportunidades de negócio. Para conseguir obter sucesso, é sugerido um processo composto de quatro etapas. A primeira é transformar a visão - clarificar a visão e ganhar consenso.

17 17 A segunda está relacionada com a comunicação e ligação - implantar um sistema de comunicação e educação contínua, determinação e fixação de objetivos e vincular as recompensas a uma sistemática que envolva avaliação de desempenho de todos os membros da empresa. A terceira é a elaboração do plano de negócio - fixar objetivos, elaborar as estratégias de negócio, determinar a melhor forma de distribuição dos recursos disponíveis, estabelecer as perspectivas atuais e futuras do empreendimento Bibliografia DRUCKER, Peter F. Innovation and Entrepreneurship: Practices and Principles. New York: Harper & Row, DRUCKER, Peter F. Inovação e espírito empreendedor (entrepreneurship): prática e princípos. Tradução Carlos Malferrari. Pioneira, São Paulo, DRUCKER, Peter F. Inovação e gestão. Tradução de Júlio Soares Pereira. Lisboa: Presença, DRUCKER, Peter F. The Pratice of Management. New York: Harper & Row, DRUCKER, Peter F. The Effective Executive- New York Harper & Row,: DRUCKER, Peter F. Introdução a Administração. Tradução de Carlos Afonso Malferrari. São Paulo: Pioneira, DRUCKER Peter F. Management: Task, Responsabilities and Pratices. New York: Harpe & Row, DRUCKER, Peter F. 50 casos reais de administração. Tradução de Carlos Afonso Malferrari. Malferrari. São Paulo: Pioneira, DRUCKER, Peter F. The Pratice of Management. New York: Harper & Row, 1954 DRUCKER, Peter F. Administração em Tempos Turbulentos. Tradução de Carlos São Paulo: Pioneira, DRUCKER, Peter F. A Nova Era da Administração. 3. ed. Tradução de Nickelsen Pellegrini. São Paulo: Pioneira, DRUCKER, Peter F. Administrando para o futuro: os anos 90 e a virada do século. Tradução de Nivaldo Montingelli. São Paulo: Pioneira. DRUCKER, Peter F. Managing for Results. Harper & Row, New York, DRUCKER, Peter F. The New Society, Harper & Row, new York, DRUCKER, Peter F. The Landmarks of Tomorrow, Harper & Row, New York, pp

18 18 DRUCKER, Peter F. Management and Society, Harper & Row, New York pp DRUCKER, Peter F. The Executive in action: 3 classic works on management. New York: HarperBusiness, DRUCKER, Peter F. Factor Humano e Desempenho: O Melhor de Peter F. Drucker Sobre Administração. Tradução de Carlos Afonso Malferrari. São Paulo: Pioneira, DRUCKER, Peter F. Managing the non profit organization: Practices and principles. London: Butterworth-Heineman, pp DRUCKER, Peter F. The Age of Discontinuity. Harper & Row, New York 1969.pp DRUCKER, Peter F. Post-Capitalist Society.Harper & Row, New York, pp DRUCKER, Peter F. Administrando Em Tempos de Grandes Mudanças. Tradução Nivaldo Montingrlli Jr. Pioneira, São Paulo, 1995 pp DRUCKER, Peter F. The Coming of the New Organization. Harvard Business Review, 70(2):60-65, Janaury/February DRUCKER, Peter F. Dois profetas de nossa época. Tradução de Salvyano Cavalcanti de Paiva. Diálogo,!2 (2): 61-79, Março/Maio DRUCKER, Peter F. The Discipline of Innovation. Harvard Business Review, 58(2):67-72, May/June, DRUCKER, Peter F. Information executive trully need. Harvard Business Review, 74(3): 54-62, January/February LEITE, Emanuel Ferreira. O Fenômeno do Empreendedorismo Criando Riquezas, Recife, Bagaço, 3ª edição, 2002, 557 páginas. LEITE, Emanuel Ferreira. Formação de Empreendedores e o Papel das Incubadoras, 1º Encontro Nacional de Empreendedorismo, Anais, Florianópolis, Sc, LEITE, Emanuel Ferreira. O Processo de Criação de Empresas de Base Tecnológica, Via Incubadora: O Perfil do Empreendedor do Norte de Portugal e do Brasil. Tese de Doutoramento em Ciências de Engenharia, Universidade do Porto, Portugal: não publicada, LEITE, Emanuel Ferreira. O Processo de Criação de Empresas do Setor de Transformação da Cidade do Recife: Um Estudo do Perfil do Empreendedor sob a

19 19 óptica de McClelland. Dissertação de Mestrado em Administração, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa: não publicada, LEONE, Nilda Guerra. Les Dirigeants de Petities et Moyennes entrepreses industrielles se l Etat de Paraíba (Brésil): identification de leurs caracteristiques socio-economiques et de luers valuer et attitudes. Tese de Doutoramento em Administração. École Superieure des Affaires. Université des Sciences Sociales de Grenoble, França, não publicada LEONE, Nilda Guerra & LE BERRE, Michel Pequenas e Médias Empresa Industriais: Características Sócio-Econômicas, Valores e Atitudes do Dirigente do Estado da Paraíba. Rio de Janeiro: SENAI/DN/DT/DPEA, McCLELLAND, David C. Achievement motivation can be developed. Harvard Business Review. 39(2): 1-8, Sept./October McCLELLAND David C. Toward a theory of motive aquisition. American Psychologist. 20(2): , July McCLELLAND, DAvid C. Power is the great motivator. Harvard Business Review. 45(6): , March/april McCLELLAND, David C. The Achieving Society. New York: D. Van Nostrand Company, pp McCLELLAND, David C. That urge to achieve. Think Magazine. 23(4): 78-86, November/december McCLELLAND, David C. Human Motivation. Cambridge: Cambridge University Press, PENZIAS, Arno. Liderando Organizações em Ambientes High-Tech. Tradução Cecília Gouvêa Dourado, Amana-key Editora, São Paulo,1990. PENZIAS, Arno. Harmony: Business, Technology and Life After. New York: Harper & Row, p. PORTER, Michael. The state of strategic thinking. The Economist, (302): 21-8 May 23, PORTER, Michael. Competitive Strategy Techiniques for Analysing Industries and Competitor. New York: Free Press, 1990.pp PORTER, Michael. Competitive Advantage of Nations. London: The Macmilliam Press, QUINN, James Brain. Managing innovation: controlled chaos. Harvard Business Review, September/October 1982, pp

20 20 QUINN, James Brain. Empresas muito mais inteligentes. Tradução Marisa Paro. São Paulo: Makron Books, RIFKIN, Jeremy. O fim dos empregos: O declínio inevitável dos níveis dos empregos e a redução da força de trabalho. Tradução Ruth Bahr. Markron Books, São Paulo, SANTOS, Sílvio A. Criação de Empresas de Alta Tecnologia: Capital de Risco e os Bancos de Investimentos. São Paulo: Pioneira, SANTOS, Sílvio A. A criação de empresas industriais de tecnologia avançada: a experiência européia e as perspectivas brasileiras. Revista de Administração, 20(3):10-6, Julho/Setembro SANTOS, Sílvio A. Aglomerado de empresas de alta tecnologia: uma experiência de entrepreneurship. Revista de Administração, São Paulo 24(1): 67-75, Janeiro/Março SCHEREIBER, Jean-Louis. Profissão Patrão. Tradução de Eduardo Brandão São Paulo: Cultura Editores Associados, 1990.pp SCHUMPETER, Joseph Alois. Teoria do desenvolvimento econômico: uma investigação sobre lucros, capital, crédito, juro e o ciclo econômico. Tradução de Maria Sílvia Possas. São Paulo: Nova Cultura, SCHUMPETER, Joseph Alois. Economic Doctrine and Method. London: George Allen & Unwin, SCHUMPETER, Joseph Alois. Capitalismo, Socialismo e Democracia. Tradução Carla Santos. Zahar Editores, Rio de janeiro, pp SCHUMPETER, Joseph Alois. Entrepreneurial Profit. Success, 202(10): 13-14, July/august SEXTON, D.A. L. & BOWMANUPTON, Nancy. Validation of an innovative teaching approach for entrepreneurship courses. American Journal of Small Business, 12(3): 11-21, Winter SEXTON, D. L. & BOWMAN, N. B. Entrepreneurshiop education: suggestions for incrreasing effectiveness. Journal of Small Business Management, 22(2): 18.25, April SEXTON, D.L. & VAN AUKEN, P.M. eds. Entrepreneurship education. Waco: Baylor University Press, SEXTON, D. L. & VAN AUKEN, Philip M. Experiences in entrepreneurshio and small business management. Englewood Cliffs: Prentice -Hall, 1982.

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Empreendedorismo: Perspectiva de Muitos e Sucesso de Poucos

Empreendedorismo: Perspectiva de Muitos e Sucesso de Poucos Empreendedorismo: Perspectiva de Muitos e Sucesso de Poucos RESUMO Flávia Castro Este artigo tem como finalidade apresentar aos leitores uma breve reflexão sobre o fenômeno do empreendedorismo no Brasil

Leia mais

O ADMINISTRADOR EMPREENDEDOR

O ADMINISTRADOR EMPREENDEDOR O ADMINISTRADOR EMPREENDEDOR Luis Antônio Tichs 1. RESUMO Neste trabalho aborda-se a importância do empreendedorismo e as características do empreendedor. Evidenciam-se ações estimuladoras do espírito

Leia mais

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 Factores Determinantes para o Empreendedorismo Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 IAPMEI Instituto de Apoio às PME e à Inovação Principal instrumento das políticas económicas para Micro e Pequenas

Leia mais

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada.

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. Anexo A Estrutura de intervenção As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. 1. Plano de ação para o período 2016

Leia mais

Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento.

Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento. Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento. Por PAULA FRANCO Diante de um cenário empresarial extremamente acirrado, possuir a competência atitude

Leia mais

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM É COM GRANDE PRAZER QUE GOSTARÍAMOS DE OFICIALIZAR A PARTICIPAÇÃO DE PAUL HARMON NO 3º SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE BPM!! No ano passado discutimos Gestão

Leia mais

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Josiane Corrêa 1 Resumo O mundo dos negócios apresenta-se intensamente competitivo e acirrado. Em diversos setores da economia, observa-se a forte

Leia mais

Capital Intelectual. O Grande Desafio das Organizações. José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago. Novatec

Capital Intelectual. O Grande Desafio das Organizações. José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago. Novatec Capital Intelectual O Grande Desafio das Organizações José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago Novatec 1 Tudo começa com o conhecimento A gestão do conhecimento é um assunto multidisciplinar

Leia mais

Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO

Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO OBJETIVOS Definir com maior precisão o que é marketing; Demonstrar as diferenças existentes entre marketing externo, marketing interno e marketing de treinamento;

Leia mais

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005.

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. Cooperação empresarial, uma estratégia para o sucesso Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. É reconhecida a fraca predisposição

Leia mais

Universidade Anhembi Morumbi On-line. Os mesmos professores. A mesma aula. O mesmo diploma. Tudo a um clique de você.

Universidade Anhembi Morumbi On-line. Os mesmos professores. A mesma aula. O mesmo diploma. Tudo a um clique de você. Universidade Anhembi Morumbi On-line. Os mesmos professores. A mesma aula. O mesmo diploma. Tudo a um clique de você. Educação a Distância Anhembi Morumbi Agora você pode estudar em uma universidade internacional

Leia mais

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Educação que valoriza o seu tempo: presente e futuro

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Educação que valoriza o seu tempo: presente e futuro EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Educação que valoriza o seu tempo: presente e futuro Educação a Distância Os mesmos professores. A mesma aula. O mesmo diploma. A única diferença é a sala de aula que fica em suas

Leia mais

Apostamos em quem acredita, confiamos em quem arrisca, e somos muito apaixonados por quem empreende. Por isso, criamos o B.I. Empreendedores!

Apostamos em quem acredita, confiamos em quem arrisca, e somos muito apaixonados por quem empreende. Por isso, criamos o B.I. Empreendedores! Empreendedores Apostamos em quem acredita, confiamos em quem arrisca, e somos muito apaixonados por quem empreende. Por isso, criamos o B.I. Empreendedores! Por meio de um método de aprendizagem único,

Leia mais

Pós-Graduação. Mercados Internacionais e Diplomacia Económica. 1ª Edição

Pós-Graduação. Mercados Internacionais e Diplomacia Económica. 1ª Edição Pós-Graduação Mercados Internacionais e Diplomacia Económica 1ª Edição 2011/2012 Mercados Internacionais e Diplomacia Económica Coordenação Científica Prof. Doutor Joaquim Ramos Silva Prof. Doutor Manuel

Leia mais

FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO DE UMA INCUBADORA DE EMPRESAS: Um Estudo nas Incubadoras do Estado do Tocantins.

FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO DE UMA INCUBADORA DE EMPRESAS: Um Estudo nas Incubadoras do Estado do Tocantins. FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO DE UMA INCUBADORA DE EMPRESAS: Um Estudo nas Incubadoras do Estado do Tocantins. Maria das Graças Bastos de Sousa 1, Vilma da Silva Santos 2, Edson Aparecida de Araújo Querido

Leia mais

Plano Estratégico do Programa de Mestrado em Direito da UniBrasil PLANO ESTRATÉGICO 2010 2015

Plano Estratégico do Programa de Mestrado em Direito da UniBrasil PLANO ESTRATÉGICO 2010 2015 PLANO ESTRATÉGICO 2010 2015 MAPA ESTRATÉGICO DO PROGRAMA DE MESTRADO EM DIREITO DA UNIBRASIL MISSÃO Promover, desenvolver e publicar pesquisas de qualidade, com sólida base jurídica e contextualização

Leia mais

Empreendedorismo. José Dornelas, Ph.D. Copyright 2003 Dornelas - Plano de Negócios Ltda. www.planodenegocios.com.br

Empreendedorismo. José Dornelas, Ph.D. Copyright 2003 Dornelas - Plano de Negócios Ltda. www.planodenegocios.com.br Empreendedorismo José Dornelas, Ph.D. A revolução do empreendedorismo O empreendedorismo é uma revolução silenciosa, que será para o século 21 mais do que a revolução industrial foi para o século 20 (Timmons,

Leia mais

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação O artigo fala sobre os vários aspectos e desafios que devem ser levados em consideração quando se deseja transformar ou fortalecer uma cultura organizacional, visando a implementação de uma cultura duradoura

Leia mais

Ficha de Unidade Curricular

Ficha de Unidade Curricular Ficha de Unidade Curricular Unidade Curricular Designação INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO Área Científica Gestão Ciclo de Estudos Licenciatura em Som e Imagem Ramo de Vídeo e ramo de som Carácter: Obrigatória

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

Programas. cabo verde. Angola. portugal. s.tomé e príncipe. Fundación Universitaria San Pablo CEU

Programas. cabo verde. Angola. portugal. s.tomé e príncipe. Fundación Universitaria San Pablo CEU Programas de MESTRADO Online MBA Master in Business Administration Mestrado em Direcção de Empresas Mestrado em Direcção de Marketing e Vendas Mestrado em Direcção Financeira Mestrado em Comércio Internacional

Leia mais

CONCEITOS DE INOVAÇÃO. Título da Apresentação

CONCEITOS DE INOVAÇÃO. Título da Apresentação CONCEITOS DE INOVAÇÃO Título da Apresentação Novo Marco Legal para Fomento à P,D&I Lei de Inovação. Nº 10.973 (02.12.04) Apresenta um conjunto de medidas de incentivos à inovação científica e tecnológica,

Leia mais

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas À semelhança do que acontece nas sociedades contemporâneas mais avançadas, a sociedade portuguesa defronta-se hoje com novos e mais intensos

Leia mais

1. Introdução: 2. Desafios da automação no Brasil

1. Introdução: 2. Desafios da automação no Brasil A automação no processo produtivo: desafios e perspectivas Bruciapaglia, A. H., Farines, J.-M.; e Cury, J. E. R. Departamento de Automação e Sistemas Universidade Federal de Santa Catarina 1. Introdução:

Leia mais

APOIO ESPECIALIZADO ÀS EMPRESAS DO SETOR DO TURISMO UMA NOVA PERSPETIVA UMA NOVA ABORDAGEM

APOIO ESPECIALIZADO ÀS EMPRESAS DO SETOR DO TURISMO UMA NOVA PERSPETIVA UMA NOVA ABORDAGEM DO SETOR DO TURISMO UMA NOVA PERSPETIVA UMA NOVA ABORDAGEM PORQUÊ A CRIAÇÃO DESTA EQUIPA? Necessidade de prestar ao empresário expertise em todas as vertentes da cadeia de valor Melhor adequação dos projetos/produtos

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

Plano de Atividades 2014

Plano de Atividades 2014 Plano de Atividades 2014 Escola de Ciências Universidade do Minho 1. Missão A Escola de Ciências tem como missão gerar, difundir e aplicar conhecimento no âmbito das Ciências Exatas e da Natureza e domínios

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 350-GR/UNICENTRO, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013. Aprova, ad referendum do CEPE, o Curso de Especialização em MBA em Gestão Estratégica de Organizações, modalidade regular, a ser ministrado no

Leia mais

MBA Executivo em Gestão de Pessoas

MBA Executivo em Gestão de Pessoas ISCTE BUSINESS SCHOOL INDEG_GRADUATE CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA Executivo em Gestão de Pessoas www.strong.com.br/alphaville - www.strong.com.br/osasco - PABX: (11) 3711-1000 MBA

Leia mais

Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015

Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015 Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015 INOVAR É FAZER Manifesto da MEI ao Fortalecimento da Inovação no Brasil Para nós empresários Inovar é Fazer diferente, Inovar

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS

CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS Cesar Aparecido Silva 1 Patrícia Santos Fonseca 1 Samira Gama Silva 2 RESUMO O presente artigo trata da importância do capital

Leia mais

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM ECOTURISMO Objetivo: O Curso tem por objetivo capacitar profissionais, tendo em vista a carência de pessoas qualificadas na área do ecoturismo, para atender,

Leia mais

CBA EM GESTÃO DE NEGÓCIOS

CBA EM GESTÃO DE NEGÓCIOS CBA EM GESTÃO DE NEGÓCIOS CBA EM GESTÃO DE NEGÓCIOS O CBA em Gestão de Negócios é um curso que proporciona aos participantes sólidos fundamentos em gestão e liderança. O programa tem o objetivo de formar

Leia mais

Curso de Graduação. Dados do Curso. Administração. Contato. Modalidade a Distância. Ver QSL e Ementas. Universidade Federal do Rio Grande / FURG

Curso de Graduação. Dados do Curso. Administração. Contato. Modalidade a Distância. Ver QSL e Ementas. Universidade Federal do Rio Grande / FURG Curso de Graduação Administração Modalidade a Distância Dados do Curso Contato Ver QSL e Ementas Universidade Federal do Rio Grande / FURG 1) DADOS DO CURSO: COORDENAÇÃO: Profª MSc. Suzana Malta ENDEREÇO:

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 42-CEPE/UNICENTRO, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2012. Aprova o Curso de Especialização MBA em Gestão Estratégica de Organizações, modalidade regular, a ser ministrado no Campus Santa Cruz, da UNICENTRO.

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

MBA em Gestão de Pessoas

MBA em Gestão de Pessoas REFERÊNCIA EM EDUCAÇÃO EXECUTIVA MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Profª. Dra. Ana Ligia Nunes Finamor A Escola de Negócios de Alagoas. A FAN Faculdade de Administração e Negócios foi fundada

Leia mais

SISTEMA DE APOIO A AÇÕES COLETIVAS CRITÉRIOS DE SELEÇÃO (PI 1.2, 3.1, 3.2, 3.3 E 8.5) CA 9.03.2015 Versão Definitiva Consulta escrita Maio.

SISTEMA DE APOIO A AÇÕES COLETIVAS CRITÉRIOS DE SELEÇÃO (PI 1.2, 3.1, 3.2, 3.3 E 8.5) CA 9.03.2015 Versão Definitiva Consulta escrita Maio. SISTEMA DE APOIO A AÇÕES COLETIVAS CRITÉRIOS DE SELEÇÃO (PI 1.2, 3.1, 3.2, 3.3 E 8.5) CA 9.03.2015 Versão Definitiva Consulta escrita Maio.2015 19 JUNHO DE 2015 Página 1 de 9 TIPOLOGIAS DE INVESTIMENTO

Leia mais

8. Excelência no Ensino Superior

8. Excelência no Ensino Superior 8. Excelência no Ensino Superior PROGRAMA: 08 Órgão Responsável: Contextualização: Excelência no Ensino Superior Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - SETI O Programa busca,

Leia mais

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Autorizado pela Portaria nº 1.393 de 04/07/01 DOU de 09/07/01 Componente Curricular: Empreendedorismo

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Autorizado pela Portaria nº 1.393 de 04/07/01 DOU de 09/07/01 Componente Curricular: Empreendedorismo CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Autorizado pela Portaria nº 1.393 de 04/07/01 DOU de 09/07/01 Componente Curricular: Empreendedorismo Código: CTB-251 Pré-requisito: ---------- Período Letivo: 2015.2 Professor:

Leia mais

A importância da Educação para competitividade da Indústria

A importância da Educação para competitividade da Indústria A importância da Educação para competitividade da Indústria Educação para o trabalho não tem sido tradicionalmente colocado na pauta da sociedade brasileira, mas hoje é essencial; Ênfase no Direito à Educação

Leia mais

Empreendedorismo De uma Boa Ideia a um Bom Negócio

Empreendedorismo De uma Boa Ideia a um Bom Negócio Empreendedorismo De uma Boa Ideia a um Bom Negócio 1. V Semana Internacional A Semana Internacional é o evento mais carismático e que tem maior visibilidade externa organizado pela AIESEC Porto FEP, sendo

Leia mais

BE POSITIVE LEAVE YOUR MARK. ege. Programa de Especialização em Gestão Empresarial

BE POSITIVE LEAVE YOUR MARK. ege. Programa de Especialização em Gestão Empresarial BE POSITIVE LEAVE YOUR MARK ege Programa de Especialização em Gestão Empresarial Edição Centro 2014 É melhor ter muitas ideias e algumas estarem erradas do que nunca errar por falta de ideias. Edward de

Leia mais

Você sabe onde quer chegar?

Você sabe onde quer chegar? Você sabe onde quer chegar? O Ibmec te ajuda a chegar lá. Gabriel Fraga, Aluno de Administração, 4º periodo, Presidente do Ibmex, Empresa Jr. Ibmec. Administração Ciências Contábeis Ciências Econômicas

Leia mais

Boletim Benchmarking Internacional. Extensão Tecnológica

Boletim Benchmarking Internacional. Extensão Tecnológica Boletim Benchmarking Internacional Extensão Tecnológica Dezembro de 2012 Apresentação Visando contribuir para os objetivos estratégicos do SEBRAE, são apresentadas neste boletim informações relacionadas

Leia mais

EMPREENDEDORISMO COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA

EMPREENDEDORISMO COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA EMPREENDEDORISMO COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA A revolução do empreendedorismo O empreendedorismo é uma revolução silenciosa, que será para o século 21 mais do que a revolução industrial

Leia mais

O que é Balanced Scorecard?

O que é Balanced Scorecard? O que é Balanced Scorecard? A evolução do BSC de um sistema de indicadores para um modelo de gestão estratégica Fábio Fontanela Moreira Luiz Gustavo M. Sedrani Roberto de Campos Lima O que é Balanced Scorecard?

Leia mais

Fundamentos para um processo empreendedor bem sucedido

Fundamentos para um processo empreendedor bem sucedido Fundamentos para um processo empreendedor bem sucedido Rui Ferreira, AUDAX/ISCTE Instituto Politécnico de Coimbra Oficina-E 15/10/08 Enquadramento O O Empreendedorismo é uma revolução silenciosa, que será

Leia mais

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS SALVADOR 2012 1 CONTEXTUALIZAÇÃO Em 1999, a UNIJORGE iniciou suas atividades na cidade de Salvador, com a denominação de Faculdades Diplomata. O contexto

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Concepção do Curso de Administração A organização curricular do curso oferece respostas às exigências impostas pela profissão do administrador, exigindo daqueles que integram a instituição

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

EDUCAÇÃO SUPERIOR, INOVAÇÃO E PARQUES TECNOLÓGICOS

EDUCAÇÃO SUPERIOR, INOVAÇÃO E PARQUES TECNOLÓGICOS EDUCAÇÃO SUPERIOR, INOVAÇÃO E PARQUES TECNOLÓGICOS Jorge Luis Nicolas Audy * A Universidade vem sendo desafiada pela Sociedade em termos de uma maior aproximação e alinhamento com as demandas geradas pelo

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis APRESENTAÇÃO A FGV é uma instituição privada sem fins lucrativos, fundada em

Leia mais

K & M KNOWLEDGE & MANAGEMENT

K & M KNOWLEDGE & MANAGEMENT K & M KNOWLEDGE & MANAGEMENT Conhecimento para a ação em organizações vivas CONHECIMENTO O ativo intangível que fundamenta a realização dos seus sonhos e aspirações empresariais. NOSSO NEGÓCIO EDUCAÇÃO

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu. MBA em Estratégia e Liderança Empresarial

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu. MBA em Estratégia e Liderança Empresarial Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Estratégia e Liderança Empresarial Apresentação O programa de MBA em Estratégia e Liderança Empresarial tem por objetivo preparar profissionais para

Leia mais

Florianópolis SC - maio 2012. Categoria: C. Setor Educacional: 3. Classificação das Áreas de Pesquisa em EaD Macro: A / Meso: L / Micro: N

Florianópolis SC - maio 2012. Categoria: C. Setor Educacional: 3. Classificação das Áreas de Pesquisa em EaD Macro: A / Meso: L / Micro: N LABORATÓRIO DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UM ESPAÇO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E AMPLIAÇÃO DE CONHECIMENTOS REFERENTES À INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Florianópolis SC - maio 2012 Categoria: C Setor

Leia mais

2 - Sabemos que a educação à distância vem ocupando um importante espaço no mundo educacional. Como podemos identificar o Brasil nesse contexto?

2 - Sabemos que a educação à distância vem ocupando um importante espaço no mundo educacional. Como podemos identificar o Brasil nesse contexto? A EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA E O FUTURO Arnaldo Niskier 1 - Qual a relação existente entre as transformações do mundo educacional e profissional e a educação à distância? A educação à distância pressupõe uma

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

REFLEXÃO. (Warren Bennis)

REFLEXÃO. (Warren Bennis) RÉSUMÉ Consultora nas áreas de Desenvolvimento Organizacional e Gestão de Pessoas; Docente de Pós- Graduação; Coaching Experiência de mais de 31 anos na iniciativa privada e pública; Doutorado em Administração;

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA

CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA 1. ENQUADRAMENTO Nos últimos 3 anos e meio a Câmara Municipal de Lisboa vem desenvolvendo uma estratégia para a valorização económica da cidade e captação de investimento (http://www.cm-lisboa.pt/investir)

Leia mais

DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL

DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL Com o advento da nova Constituição em 1988 e a promulgação e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional em fins de 1996, novas perspectivas foram colocadas

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA Miranda Aparecida de Camargo luckcamargo@hotmail.com Acadêmico do Curso de Ciências Econômicas/UNICENTRO Luana Sokoloski sokoloski@outlook.com

Leia mais

O papel do bibliotecário na Gestão do Conhecimento. Profª Dr a Valéria Martin Valls Abril de 2008

O papel do bibliotecário na Gestão do Conhecimento. Profª Dr a Valéria Martin Valls Abril de 2008 O papel do bibliotecário na Gestão do Conhecimento Profª Dr a Valéria Martin Valls Abril de 2008 Apresentação Doutora e Mestre em Ciências da Comunicação / Bibliotecária (ECA/USP); Docente do curso de

Leia mais

MBA IBMEC 30 anos. No Ibmec, proporcionamos a nossos alunos uma experiência singular de aprendizado. Aqui você encontra:

MBA IBMEC 30 anos. No Ibmec, proporcionamos a nossos alunos uma experiência singular de aprendizado. Aqui você encontra: MBA Pós - Graduação QUEM SOMOS Para pessoas que têm como objetivo de vida atuar local e globalmente, ser empreendedoras, conectadas e bem posicionadas no mercado, proporcionamos uma formação de excelência,

Leia mais

ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE NEGÓCIOS

ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE NEGÓCIOS ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE NEGÓCIOS São Paulo Presença nacional, reconhecimento mundial. Conheça a Fundação Dom Cabral Uma das melhores escolas de negócios do mundo, pelo ranking de educação executiva

Leia mais

Conceitos É AQUELE QUE FAZ AS COISAS ACONTECEREM, SE ANTECIPA AOS FATOS E TEM UMA VISÃO FUTURA DA ORGANIZAÇÃO ENTREPRENEUR

Conceitos É AQUELE QUE FAZ AS COISAS ACONTECEREM, SE ANTECIPA AOS FATOS E TEM UMA VISÃO FUTURA DA ORGANIZAÇÃO ENTREPRENEUR Conceitos EMPREENDEDOR É AQUELE QUE FAZ AS COISAS ACONTECEREM, SE ANTECIPA AOS FATOS E TEM UMA VISÃO FUTURA DA ORGANIZAÇÃO ENTREPRENEUR É AQUELE QUE ASSUME RISCOS E COMEÇA ALGO NOVO 1 Onde empreender Criar

Leia mais

SISTEMA DE APOIO A ACÇÕES COLECTIVAS (SIAC)

SISTEMA DE APOIO A ACÇÕES COLECTIVAS (SIAC) AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Nº 01 / SIAC / 2012 SISTEMA DE APOIO A ACÇÕES COLECTIVAS (SIAC) PROGRAMA ESTRATÉGICO +E+I PROMOÇÃO DA PARTICIPAÇÃO NO 7.º PROGRAMA-QUADRO DE I&DT (UNIÃO EUROPEIA)

Leia mais

Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores

Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores Com uma abordagem inovadora e lúdica, o professor Paulo Gerhardt tem conquistado plateias em todo o Brasil. Seu profundo

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA ESTEVÃO FREIRE estevao@eq.ufrj.br DEPARTAMENTO DE PROCESSOS ORGÂNICOS ESCOLA DE QUÍMICA - UFRJ Tópicos: Ciência, tecnologia e inovação; Transferência de tecnologia; Sistemas

Leia mais

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Belo Horizonte 2011 Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE

Leia mais

Módulo 4.1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

Módulo 4.1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Módulo 4.1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EVOLUÇÃO DA COMPETIÇÃO NOS NEGÓCIOS 1. Revolução industrial: Surgimento das primeiras organizações e como consequência, a competição pelo mercado de commodities. 2.

Leia mais

Gestão de Propriedade Intelectual aplicada ao Desenvolvimento de Inovações e Aceleração de Empresas de Base Tecnológica

Gestão de Propriedade Intelectual aplicada ao Desenvolvimento de Inovações e Aceleração de Empresas de Base Tecnológica Gestão de Propriedade Intelectual aplicada ao Desenvolvimento de Inovações e Aceleração de Empresas de Base Tecnológica Resumo As experiências vivenciadas pela equipe da Accelera IP evidenciam a dificuldade

Leia mais

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning Curso e- Learning Planejamento Estratégico através do Balanced Scorecard Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa

Leia mais

INTRODUÇÃO AO PROJETO LIFE 2

INTRODUÇÃO AO PROJETO LIFE 2 INTRODUÇÃO AO PROJETO LIFE 2 O projeto LIFE2 (Competências chave para a vida) visa ajudar os jovens a desenvolver, no decurso da sua formação profissional, as competências e confiança necessárias no mundo

Leia mais

Parque Científico e Tecnológico de Macaé

Parque Científico e Tecnológico de Macaé Parque Científico e Tecnológico de Macaé Carlos Eduardo Lopes da Silva¹ Ramon Baptista Narcizo² Joelson Tavares Rodrigues³ Resumo Este artigo apresenta os principais conceitos e estratégias que apóiam

Leia mais

Escritório Modelo da Faculdade de Diadema

Escritório Modelo da Faculdade de Diadema Escritório Modelo da Faculdade de Diadema Profª. Vânia Amaro Gomes Coordenação de Curso DIADEMA, 2015 Introdução Atualmente há uma grande dificuldade dos alunos egressos das Faculdades em obter emprego

Leia mais

A ARTSOFT é uma empresa especializada no desenvolvimento e comercialização de soluções tecnológicas de apoio à gestão empresarial.

A ARTSOFT é uma empresa especializada no desenvolvimento e comercialização de soluções tecnológicas de apoio à gestão empresarial. POWERING BUSINESS QUEM SOMOS A ARTSOFT é uma empresa especializada no desenvolvimento e comercialização de soluções tecnológicas de apoio à gestão empresarial. Desde 1987 que desenvolvemos um trabalho

Leia mais

EMPREENDEDORISMO: UMA FERRAMENTA PARA A PRÁTICA DA ADMINISTRAÇÃO E SUA UTILIZAÇÃO EM DISCENTES DOS DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO.

EMPREENDEDORISMO: UMA FERRAMENTA PARA A PRÁTICA DA ADMINISTRAÇÃO E SUA UTILIZAÇÃO EM DISCENTES DOS DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO. EMPREENDEDORISMO: UMA FERRAMENTA PARA A PRÁTICA DA ADMINISTRAÇÃO E SUA UTILIZAÇÃO EM DISCENTES DOS DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO. MICHEL, Murillo Docente do Curso de Administração da Faculdade de Ciências

Leia mais

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional Carlos Henrique Cangussu Discente do 3º ano do curso de Administração FITL/AEMS Marcelo da Silva Silvestre Discente do 3º ano do

Leia mais

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO 1 BUSINESS GAME UGB Eduardo de Oliveira Ormond Especialista em Gestão Empresarial Flávio Pires Especialista em Gerencia Avançada de Projetos Luís Cláudio Duarte Especialista em Estratégias de Gestão Marcelo

Leia mais

Posicionamento Estratégico e Fundo de Apoio ao Empreendedorismo

Posicionamento Estratégico e Fundo de Apoio ao Empreendedorismo Posicionamento Estratégico e Fundo de Apoio ao Empreendedorismo FUNDAÇÃO AEP Fomentar uma verdadeira cultura de empreendedorismo, da valorização e dignificação do papel social do empresário e da modernização

Leia mais

LOGÍSTICA 1. Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO

LOGÍSTICA 1. Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO 1 LOGÍSTICA 1 Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO Versa o presente artigo sobre logística e suas aplicabilidades no mundo moderno. A logística foi criada para suprir necessidades durante a Segunda

Leia mais

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT Myrian Lucia Ruiz Castilho André Luiz Castilho ** A educação é um direito

Leia mais

VI Reunião Técnica Internacional de FAEDPYME Nicarágua 08 a 10 de Maio de 2013

VI Reunião Técnica Internacional de FAEDPYME Nicarágua 08 a 10 de Maio de 2013 Comentários de Peter Hansen sobre interação Universidade- Empresa no Brasil e Experiências Práticas. VI Reunião Técnica Internacional de FAEDPYME Nicarágua 08 a 10 de Maio de 2013 Apresentação Prof. Peter

Leia mais

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com. AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.br COM O SEBRAE, O SEU NEGÓCIO VAI! O Sebrae Goiás preparou diversas

Leia mais

Executive MBA. em Liderança e Gestão de RH

Executive MBA. em Liderança e Gestão de RH Executive MBA em Liderança e Gestão de RH B.I. INTERNATIONAL O B.I. International é uma escola de educação executiva que propõe um Modelo Único de Educação. Nossa premissa é desenvolver em cada aluno,

Leia mais

I SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA CPLP CARTA DE PORTO ALEGRE

I SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA CPLP CARTA DE PORTO ALEGRE I SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA CPLP CARTA DE PORTO ALEGRE O I Seminário Internacional de Educação Superior na Comunidade de Países de Língua

Leia mais

MASTER EM DIRECÇÃO DE COMÉRCIO INTERNACIONAL E DE MARKETING OBJECTIVOS DO PROGRAMA A Escola de Negócios EUDEM apresenta o seu programa MCIM - Master em Direcção de Comércio Internacional e de Marketing,

Leia mais

A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável

A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável Felipe de Oliveira Fernandes Vivemos em um mundo que está constantemente se modificando. O desenvolvimento de novas tecnologias

Leia mais

Profa. Dra. Cristina Castro Lucas de Souza Depieri

Profa. Dra. Cristina Castro Lucas de Souza Depieri Inovação e Tecnológia na Gestão Pública Profa. Dra. Cristina Castro Lucas de Souza Depieri Doutorado em Administração (UnB) Mestrado em Contabilidade e Controladoria (UFMG) Graduação em Ciências Contábeis

Leia mais

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA INED INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROJETO EDUCATIVO MAIA PROJETO EDUCATIVO I. Apresentação do INED O Instituto de Educação e Desenvolvimento (INED) é uma escola secundária a funcionar desde

Leia mais

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Universidade de Évora, 10 de março de 2015 Identidade, Competitividade, Responsabilidade Lezíria do Tejo Alto Alentejo Alentejo Central Alentejo Litoral

Leia mais

Maria do Carmo Sobral (1) Professora adjunta do Departamento de Engenharia Civil, UFPE, Engenheira Civil, Mestre

Maria do Carmo Sobral (1) Professora adjunta do Departamento de Engenharia Civil, UFPE, Engenheira Civil, Mestre VI-093 SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA NAS ÁREAS DE MEIO AMBIENTE, QUALIDADE, SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL UMA ABORDAGEM PRÁTICA NA INDÚSTRIA PETROFLEX-CABO/PE Maria do Carmo Sobral (1) Professora adjunta

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável da Inovação Empresarial

Desenvolvimento Sustentável da Inovação Empresarial Desenvolvimento Sustentável da Inovação Empresarial Inovar para Ganhar Paulo Nordeste Portugal tem apresentado nos últimos anos casos de sucesso em inovação; como novos produtos, serviços e modelos de

Leia mais

CTSP e Pós-Graduações THE MARKETING SCHOOL. porto. aveiro. lisboa

CTSP e Pós-Graduações THE MARKETING SCHOOL. porto. aveiro. lisboa CTSP e Pós-Graduações THE MARKETING SCHOOL porto. aveiro. lisboa LICENCIATURA & MESTRADO THE MARKETING SCHOOL Somos uma escola vocacionada essencialmente para as empresas e mercados. Queremos qualificar

Leia mais

CAPITAL INTELECTUAL DA EMPRESA: PROTEÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO

CAPITAL INTELECTUAL DA EMPRESA: PROTEÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO CAPITAL INTELECTUAL DA EMPRESA: PROTEÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO Resende, J.M.; Nascimento Filho, W.G.; Costa S.R.R. INEAGRO/UFRuralRJ INTRODUÇÃO O patrimônio de uma empresa é formado por ativos tangíveis

Leia mais

PROFILE RESUMIDO LIDERANÇA DAS EQUIPES

PROFILE RESUMIDO LIDERANÇA DAS EQUIPES PROFILE RESUMIDO LIDERANÇA DAS EQUIPES A Prima Consultoria A Prima Consultoria é uma empresa regional de consultoria em gestão, fundamentada no princípio de entregar produtos de valor para empresas, governo

Leia mais