PROPEDÊUTICA DO APARELHO DIGESTIVO. gesep. Dor Abdominal Pontos Chave. Tipos de Dor Abdominal 4/13/09 ANTES DE INICIAR O EXAME FÍSICO...

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1 PROPEDÊUTICA DO APARELHO DIGESTIVO gesep ANTES DE INICIAR O EXAME FÍSICO Converse com o paciente... A Anamnese e o Ex. Físico 70% dos diagnósncos são baseados apenas na história 90% dos diagnósncos são baseados na história e no exame Rsico Exames complementares caros frequentemente confirmam os achados da anamnese e ex. Rsico Dor Abdominal Pontos Chave I L I I D A S Início Localização Intensidadee Irradiação Duração Alívio/piora Sintoms associados Tipos de Dor Abdominal Visceral Cólica/paroxísNca Frequentemente mal localizada Relacionada ao peristalnsmo Paciente se contorce na maca Irritação peritoneal (Parietal) Pontada/constante Frequentemente localizada Paciente deita com joelho flendo 1

2 Dor Referida Dor Referida Dermátomos (sensação dolorosa cutânea) Localizada a distância da estrutura visceral compromenda, mas com apresentação superficial Desencadeada por causas à dor visceral VB: T5-T10 Pode ou não necessitar de intervenção cirúrgica Níveis espinhais dos dermátomos Irradiação da Dor Abdominal Úlcera perfurada Cólica biliar Cólica renal Dismenorréia/parto Cólica renal (tesncular) EXAME FÍSICO Divisões Tenha em mente a divisão topografica Lembre se de dados anatômicos.. 2

3 Anatomia Anatomia Anatomia Anatomia Localização da Dor Abdominal 4 quadrantes: QSD QID QSE QIE 3 áreas centrais: Epigástrica Periumbilical Suprapúbica EXAME FÍSICO 3

4 Exame Físico Inspeção Ausculta Percussão Palpação Manobras especiais INSPEÇÃO A PAREDE ABDOMINAL Gravidez À inspeção, pode se observar: 4

5 Gray Tunner e Cullen Mentalizar Áreas de Hipersensibilidade Gray-Tuner Cullen PANCREATITE AGUDA PANORAMA DA INSPEÇÃO AUSCULTA Ausculta Antes da palpação para não alterar os RHA RHA: normal de 5 34 por minuto 5

6 Focos Vasculares de Ausculta Ausculta Sopros Aorta Renais Ilíacas Sopros sistólicos não necessariamente são patológicos Não se confunda com os sopros cardíacos irradiados para o abdome SOPROS SISTÓLICOS EM VASOS ABDOMINAIS SOPRO VENOSO DILATAÇÃO DA CIRCULAÇÃO PERIUMBILICAL OBSTRUÇÃO PORTAL HEMANGIOMA HEPÁTICO PERCUSSÃO ATRITO PERITONEAL 6

7 Percussão Percussão Som Nmpânico normal: na maior parte do abdome Macicez: massa, Rgado, organomegalia Percussão HepáNca Percussão HepáNca Mensura o tamanho do Rgado (macicez) Pulmão para baixo e do intesnno para cima Normal: 6 a 12 cm na LHCD 4 8 cm na LME Percussão Esplênica Percussão Esplenomegalia PercuNr os espaços intercostais inferiores na LAA Paciente inspira fundo Mudança do som: Nmpânico maciço (esplenomegalia) 7

8 Pode revelar Palpação... Antes de iniciar a palpação, cernfiquese: Palpação Palpação superficial Que suas mãos estejam aquecidas Que suas unhas estejam aparadas Que o paciente não esteja com a bexiga cheia Lembre se de iniciar a palpação no local mais distante da dor Dor pela expressão facial do paciente Rigidez de parede voluntária ou involuntária podem estar presentes Palpação Palpação profunda Massas ou áreas de sensibilidade Palpação HepáNca Abaixo do rebordo costal Paciente respira fundo Sinta o bordo hepánco palpando contra sua mão ou deslizando sobre ela O Rgado normal não é doloroso 8

9 Palpação HepáNca Variante Mão em garra na margem costal inferior D Paciente respirara profundamente para forçar o Rgado contra seus dedos Palpação da Aorta Fácil de palpar na maioria (N < 3cm) Sinta a pulsação com a palpação profunda na região central do abdome > 3cm = aneurisma Palpação da Aorta Palpação Esplênica Pressione logo abaixo do RCE com a mão direita Paciente respirara profundamente Pode ser usada a mão E por baixo do gradil costal para auxiliar O baço normalmente não é palpável Shuster: em DLD Palpação Esplênica Palpação renal Pressione logo abaixo do RCE com a mão direita Paciente respirara profundamente Pode ser usada a mão E por baixo do gradil costal para auxiliar O baço normalmente não é palpável Shuster: em DLD 9

10 Palpação Bimanual Manobras Especiais Descompressão Brusca Para irritação peritoneal Palpar profundamente e soltar rápido A dor é pior quando se solta rápido Se presente no QID (Sinal de Blumberg) Apendicite Clássica Dor periumbilical e anorexia precoce Dor localizada em QID Febrícula, náuseas e vômitos podem não estar presentes Rx de abdomen e outros testes geralmente neganvos 10

11 Apendicite Variantes Apendicite Anterior Pélvica Retrocecal Retroileal Sinal do psoas: Dor à extensão passiva do membro inferior D. Paciente aplica resistência no quadril D (*) Apendicite Psoas e Obturador Sinal do Obturador: Flexão do joelho D a 90 com rotação interna passiva do quadril. Paciente aplica resistência na região lateral do joelho (*) Psoas Apendicite Obturador Giordano Giordano Associado com doenças renais Punho percussão no ângulo costovertebral Doloroso na infecção urinária e cálculo renal Observar a reação do paciente (renrada do corpo pela dor) Associado com doenças renais Punho percussão no ângulo costovertebral Doloroso na infecção urinária e cálculo renal Observar a reação do paciente (renrada do corpo pela dor) 11

12 Cólica Renal Clássica Dor em flanco severa Irradiação para o tes~culo Vômitos e sintomas urinários Hematúria ColecisNte Clássica Dor localizada ou difusa em QSD Irradiação para a escápula D Vômitos e consnpação Febrícula Murphy Macicez em Flancos Ascite Com o decúbito, ocorre troca de som maciço Nmpânico Colecistite Macicez em Flancos Onda Líquida Ascite Com o decúbito, ocorre troca de som maciço Nmpânico Ascite 12

13 Macicez Umbilical Manobra do Rechaço Ascite Ascite Finalizando... Confundem com Massas D. péptica Pancreatite IAM Pericardite AAo ÚlNma dica: Durante o exame sempre observe o fascies do paciente... GECA Metabólico Obstrução I. mesentérica Apendicite AAo Obstrução GECA Peritonite SII 13

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