DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL

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1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PRÓ-DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DIRETORIA DE PROJETOS ESPECIAIS PROJETO A VEZ DO MESTRE DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL POR: SÔNIA MARIA SANTANA BECKMANN RIO DE JANEIRO 2002

2 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DIRETORIA DE PROJETOS ESPECIAIS PROJETO A VEZ DO MESTRE DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL Trabalho Monográfico apresentado à Universidade Cândido Mendes como requisito parcial para a obtenção do grau de especialista em Psicopedagogia - Curso de Pós-Graduação Lato Sensu Por: Sônia Maria Santana Beckmann Orientadora: Profª. Ms. Yasmim Maria Rodrigues Madeira da Costa Rio de Janeiro 2002

3 Aos meus filhos Leonardo, Renato e Karina por me inspirarem nesse tema. E todos que de alguma forma me auxiliaram a construir meu caminho.

4 A Deus que me deu sabedoria e disposição para terminar esse curso e ao meu marido pelo apoio e compreensão.

5 "O vento é sempre o mesmo, mas, sua resposta é diferente em cada folha. Somente a árvore fica imóvel entre borboletas e pássaros." Cecília Meireles

6 RESUMO O trabalho apresenta as etapas do desenvolvimento da linguagem, no período da pré a primeira infância, destacando a importância das mesmas para o progresso do desenvolvimento normal do indivíduo. Este desenvolvimento é, pois, um processo que se baseia numa seqüência de fatos biológicos, psicológicos e sociais, estreitamente inter-relacionados.tendo em vista o interesse sempre atual do estudo da linguagem, por parte dos educadores, a necessidade de se acompanhar constantemente este desenvolvimento, considerou-se oportuno apresentar informações que venham facilitar a compreensão de comportamento observados nestas etapas que se tornam de fundamental importância para a formação da estrutura adulta. O presente trabalho fundamentou-se em diferentes teóricos: O desenvolvimento global da criança da pré a primeira infância; Os momentos fundamentais do desenvolvimento da linguagem; Fatores que interferem na aprendizagem da linguagem; Algumas teorias sobre o Início da Aquisição da linguagem.

7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO I O DESENVOLVIMENTO GLOBAL DA CRIANÇA DA PRÉ A PRIMEIRA INFÂNCIA O DESENVOLVIMENTO PSICOSSEXUAL REVOLUÇÃO PIAGET PROCESSOS QUE CARACTERIZAM A EVOLUÇÃO NOS DOIS PRIMEIROS ANOS A PRIMEIRA INFÂNCIA DE DOIS A SETE ANOS A SOCIALIZAÇÃO DA AÇÃO SUBORDINAÇÃO MONÓLOGO COLETIVO SOLILÓQUIOS EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO PENSAMENTO EGOCÊNTRICO PENSAMENTO VERBAL FINALISMO ANIMISMO ARTIFICIALISMO PENSAMENTO INTUITIVO INTERIORIZAÇÃO DA AÇÃO - DESENVOLVIMENTO AFETIVO E MENTAL 29 CAPÍTULO II MOMENTOS FUNDAMENTAIS DO DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM NA PRÉ A 1ª INFÂNCIA AS FUNÇÕES DA LINGUAGEM... 33

8 2.1.1-SIGNIFICADO DAS PALAVRAS A LINGUAGEM COMO INSTRUMENTO E UM BRINQUEDO PRIMÓRDIOS DA FALA CARACTERÍSTICAS DO INÍCIO DA FALA CAPÍTULO III COMO SE PROCESSA O DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM DIRETAMENTE LIGADO À FAIXA ETÁRIA CAPÍTULO IV FATORES QUE INTERFEREM NA APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM RELAÇÃO ENTRE BALBUCIO E DESENVOLVIMENTO POSTERIOR INFLUÊNCIAS CULTURAIS NA LINGUAGEM CAPÍTULO V ALGUMAS TEORIAS SOBRE O INÍCIO DA AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM TEORIA DE SKINNER TEORIA DE CHOMSKY TEORIA DA APRENDIZAGEM SOCIAL, IMITAÇÃO E LINGUAGEM CONCLUSÃO BIBLIOGRAFIA... 59

9 INTRODUÇÃO A finalidade do presente trabalho é a de proporcionar, as pessoas envolvidas no processo de desenvolvimento da criança da pré a primeira infância, uma base teórica-prática. As teorias e práticas são unânimes em uma questão: a criança, recebendo estímulos durante esse período, tanto em nível formal como no convívio familiar, estará tornando-se uma pessoa integrada e participante em seu meio. As capacidades sensoriais permitem à criança experimentarem diferenças nas qualidades da visão, som, gosto, cheiro e tato e o bebê humano vem ao mundo dotado de um conjunto intacto de receptores sensoriais para as modalidades básicas. O bebê inicia sua vida com um conjunto pequeno de reflexos. Certos reflexos como sugar, chorar são adaptativos e necessários à sobrevivência, e embora o meio contribua significativamente para o desenvolvimento das respostas sociais e dos talentos cognitivos, a criança não consegue um aproveitamento máximo dessas experiências, até que certas forças biológicas tenham-na preparado para essas mudanças. A linguagem é uma característica inata no ser humano e está presente desde muito cedo na criança. Sua aquisição inicia-se no momento em que ela começa a usar sons diferentes.

10 9 Em determinado momento a criança passa a demonstrar um maior controle de suas ações e parece capaz de formular um plano para se comportar, formando assim sua identidade em relação ao mundo, onde ela se comunica consigo mesma e com os outros, dando significados às expressões do pensamento, considerando a importância da aquisição da linguagem. A educação na pré a primeira infância, ao promover experiências significativas de aprendizagem da língua, por meio de um trabalho com a linguagem oral e escrita, constitui os espaços de ampliação das capacidades de comunicação e expressão e de acesso ao mundo literário pelas crianças. Em algumas práticas se considera o aprendizado da linguagem como um processo natural, que ocorre em função da maturação biológica. Em outras práticas, ao contrário acredita-se que a intervenção direta do adulto é necessária e determinante para a aprendizagem da criança. O trabalho está baseado, teoricamente, nas pesquisas desenvolvidas por Piaget,J., Brunner,J.S. e outros. Para a realização do trabalho monográfico a metodologia utilizada foi de pesquisa bibliográfica. O capitulo I -O Desenvolvimento global da criança da pré a Primeira Infância. O capítulo II- Momentos fundamentais do desenvolvimento da linguagem da pré a primeira infância. O capítulo III - Como se processa o desenvolvimento da linguagem diretamente ligada à faixa etária. O capítulo IV - Fatores que interferem na aprendizagem da linguagem. O capítulo V - Algumas teorias sobre o início da aquisição da linguagem.

11 10 CAPÍTULO I O DESENVOLVIMENTO GLOBAL DA CRIANÇA DA PRÉ A PRIMEIRA INFÂNCIA Como todos os organismos, a criança, antes e depois do nascimento, está equipada para sobreviver, crescer e funcionar e que realiza estas coisas em um contexto ambiental de qual nunca pode ser inteiramente separada. A nível biológico, o ambiente apropriado é definido pelas necessidades metabólicas e homeostáticas e pelas vulnerabilidades físicas. À medida que o indivíduo se torna mais crescido, idoso, cada vez mais seu comportamento e desenvolvimento se tornam compreensíveis, apenas no nível psicológico, podendo assim falar de uma pessoa que vive bem, é consciente de e se comporta em relação ao mundo. Quando começa a funcionar como uma pessoa durante a infância, apesar de sua necessidade biológica carece também de uma relação pessoal. O desenvolvimento do comportamento depende nitidamente do crescimento físico. Na infância a maioria dos novos comportamentos é produto da maturação dos padrões biológicos regulares e previsíveis da anatomia e do funcionamento fisiológico. A cada estágio de maturação a criança realiza uma série de ações possíveis independentes de treinamento e ainda que possam requerer sinais do ambiente (tais como a fase de adulto que sorri pode ocasionar o sorriso na criança).

12 11 Segundo L. Joseph Stone e Joseph Church, o crescimento tem dois aspectos visíveis: primeiro a mudança no tamanho, forma, proporções e complexidade do corpo, segundo, as emergentes formas de comportamento. Ao descrever novos comportamentos, apresentaremos o desenvolvimento mês a mês, baseado na época média em que determinadas respostas aparecem, nos detendo também no que envolve vocalizações. No primeiro mês a criança permanece mais tempo dormindo. Levanta ligeiramente a cabeça para olhar as coisas ou pegar o seio. O choro é real, mas seco, sem lágrimas. Em seu segundo mês, o bebê permanece mais tempo acordado e começa a perceber o mundo por meio dos sentidos. O bebê parará de chorar quando a mãe dele se aproxima ou quando outras pessoas o acariciam. A certa altura do mês, ele responderá com um sorriso a um rosto humano que se move. Quando ele chora, aparecem lágrimas pela primeira vez. Durante o terceiro mês, não perde de vista os objetos para os quais está a olhar e pode segui-los movendo a cabeça. Entretanto, se um objeto se move para fora de seu campo visual, age como se repentinamente o objeto tivesse deixado de existir e não mostra qualquer consciência do que pode reencontrá-lo virando a cabeça ou olhando a sua volta. O bebê torna-se gradativamente mais sociável, a ponto de gostar de uma moderada algazarra doméstica. Suas vocalizações tornamse balbucios e arrulhos, que ele emite tanto em resposta a pessoas como espontaneamente. Esta é a ocasião em que freqüentemente dizem que a criança se está tornando humana. No quarto mês o bebê pode experimentar um divertido susto quando um dos seus pais diz "buu", sorri e lhe faz cócegas. Reconhece sua mãe entre outras

13 12 No quarto mês o bebê pode experimentar um divertido susto quando um dos seus pais diz "buu", sorri e lhe faz cócegas. Reconhece sua mãe entre outras pessoas em geral. Durante seus quatro primeiros meses, o bebê apreende o mundo, em proporções cada vez maiores, à medida que seus ritmos fisiológicos se estabilizam. No princípio do quinto mês já dorme à noite inteira ou acorda para se alimentar apenas uma vez, e tira algumas sonecas bem definidas durante o dia. Pode ser capaz de acordar e se entreter sozinho por algum tempo antes de reclamar alimento e atenção. Durante o dia pode brincar prazenteiramente sozinho. Se achar confortável pode ficar sentado ou recostado silenciosamente parecendo gostar da conversação de seus pais ou da música do rádio. Ele agora emite sons expressivos de bem estar ou prazer seja por estar satisfeito seja simplesmente porque quer emiti-los. No sexto mês, sua consciência crescente é vista no temor e na insegurança que manifesta na presença de estranhos esta estranheza atinge seu auge entre as idades de seis a oito meses - e na crescente sensibilidade com relação ao humor de seus pais. Suas vocalizações estão tornando-se mais maduras e diferenciadas: os arrulhos cedem lugar a gorgolejos e os gorgolejos a balbucios, onde a criança ensaia todos os sons da fala humana. Mais tarde naturalmente, estes sons serão padronizados seletivamente de acordo com a estrutura da língua materna da criança. No sétimo mês gostará de brincar em seu cercado, desde que não seja deixado ali por muito tempo. Tornar-se-á consciente de sua imagem no espelho e interessado nela.

14 13 No nono mês gostará de divertir-se com as brincadeiras de dar e tomar, entregando e recebendo sucessivamente um objeto de um adulto. Gosta de atividades repetidas. Ao mesmo tempo, o bebê começará a mostrar ativo ressentimento quando alguma coisa que deseja lhe for tomada. Aos dez meses, em geral é extremamente sociável com os adultos e participa de jogos avançados. Ele pode até conhecer algumas palavras apesar de seu vocabulário não ir muito além de "mamã" e "papa. Estas primeiras palavras tem provavelmente pouco significado, além do fato de os adultos reagirem entusiasticamente a elas. Além de poder usar palavras, o bebê parece entender muitas outras, respondendo a simples ordens tais como "dá-me..." Aos onze meses pode ficar de pé com ajuda, e pode até dar alguns passos sustentados por um dos pais. Já compreende um bom número de palavras, embora ainda não possa ser capaz de usar nenhuma, e pode acenar. Durante os meses finais da primeira fase da infância aproximadamente o primeiro quarto do segundo ano pouco aparece em termos de novas e distintas habilidades, porém tendo muito a se consolidar, sobretudo na obtenção de uma estabilidade bípede e uma locomoção segura e no aperfeiçoamento e combinação de habilidade manipulatórias. Agora não apenas gosta de receber carinho, mas é capaz de retribuí-lo com abraços e beijos. Tenta cantar e gosta de ouvir canções simples, rimas e sons metálicos. Sabe seu próprio nome. Conforme suas capacidades lingüísticas se desenvolvem e se torna conscientes das outras crianças da sua idade, ele se prepara para seu próximo grande passo na socialização. A idade de quinze ou dezesseis meses até cerca de dois anos e meio, é o período em que a criança é um infante, ou seja, é uma criança que está aprendendo a andar.

15 14 No princípio deste período, apenas de a criança poder estar andando há alguns meses, ela provavelmente o tem feito de forma incerta. Na aparência, o infante ainda é um bebê, apesar de ser agora um bebê que caminha, e é assombroso constatar que durante este período ele atingirá metade de sua estatura adulta. Ainda é um bebê também, ao ser, geralmente, muito mais motora do que verbal em suas transações. O tema central do desenvolvimento da criança nestes períodos como afirmou Erikson, é autonomia: tornar-se consciente de si mesma como uma pessoa entre outras, e desejar fazer coisas por si mesma. A criança demonstra sua autonomia emergente e seu impulso para incrementá-la em todos os campos: no domínio de seu próprio corpo (andando, subindo, pulando); no domínio de objetos (ela deseja carregar coisas grandes e um lugar para outro e torna a colocá-las de volta no lugar); nas relações sociais (aprende a língua, começa a recusar-se aos comandos dos pais e aos pedidos e oferecimentos de ajuda). A arrancada da criança para a autonomia não de forma alguma absoluta. É contínua. Durante este período a criança vai vacilando entre dependência e a independência, um padrão que persistirá, sob aparências variadas, até dentro da adolescência. Nesta idade já atingiu o controle de uma postura erguida e habilmente anda, trota ou corre de um lado para outro ao invés de engatinhar ou andar de quatro pés apesar de brejeiramente recorrer a estes recursos à vontade. Demonstra uma idêntica dependência de um membro sobre o outro do mesmo par. Não apenas no uso de suas mãos, mas em muitas situações durante o dia ele demonstra que tem dois anos de idade como: abrir desmensuradamente a boca para meter a colher.

16 15 É também nesta idade que vemos os começos dos jogos dramáticos, a imitação ou representação dos temas diários como se a criança pudesse melhor participar de tais atividades e compreendê-las, representando-as nos brinquedos. Gosta de ouvir e dançar ao som da música, sobretudo música vocal, a que contribuirá com palavras ocasionais de canções familiares. O comportamento motor atinge o clímax na idade de dois anos. Sua linguagem não é elaborada e freqüentemente é inadequada aos seus sérios esforços de comunicação. É imatura na consciência social e suas técnicas são primitivas ao estremo. A demonstração mais notável da autonomia da criança está em seu negativismo intermitente expresso variadamente pelo "não". Normalmente a criança faz o que lhe dizem, automaticamente e casualmente, mas o comportamento negativista aparece repetidamente no meio de seu gentil conformismo. O negativismo é uma parte norma; e saudável do desenvolvimento e mesmo que seja transformado em um problema entre pais e filho, em breve a assimilado aos aspectos mais positivos da autonomia. Sua experiência tornou-se diferenciada a ponto de possuir algum senso de ser uma pessoa das outras e do ambiente físico. Em algum momento as idades de dois e três anos, a crianças ingressam no período pré-escolar e estes anos pré-escolares não se prestem a um simples resumo com uma fase-chave, como aquelas empregadas pelas crianças na fase da infância ("confiança") e ("autonomia"), sobretudo porque é um grande desenvolvimento está se dando em muitas direções. Erikson aponta, que os anos pré-escolares são uma idade de flutuações rápidas, quando a criança pode ser dependente ou ansiosa por independência, em determinado momento surpreendentemente madura, e logo depois infantil, algumas

17 16 vezes masculina outra feminina, algumas vezes simpaticamente afetuosa e construtiva e logo depois bruscamente destrutiva e anti-social. A criança de cinco anos de idade aparece refinada, competente e autoconfiante. Socialmente, de dois a seis anos, a criança evolui do jogo paralelo para projetos de brinquedos integrados, cooperativos. Os jogos dramáticos dos primeiros anos pré-escolares são episódicos e desconexos, no final deste período, a criança estará dramatizando temas elaborados e coerentes. O vocabulário do préescolar cresce de quinhentos para duas mil palavras, sua voz estridente e muitas vezes indistinta torna-se ressoante e precisa, e sua linguagem atinge novos níveis de fluência, expressividade, em muitas crianças, criatividade. Ela está desenvolvendo uma nova e aguda consciência de seu corpo. Está aprendendo a ser um menino ou uma menina, de tal forma que no final da idade préescolar podemos ver os primeiros sinais da divisão em comunidade de mesmo sexo. À medida que suas habilidades motoras e sua esfera de ação se expandem, está adquirindo, no seu próprio nível, as habilidades do filósofo contemplativo, está, agora trazendo a linguagem para inclui-la na sua percepção e codificação do mundo. Está mesmo se preparando para expandir-se no mundo da experiência vicária fornecida pela literatura escrita, para o final dos anos pré-escolares, ela não apenas ouve histórias, mas faz como se lesse "recitando" no seu decorrer. Há três aspectos das relações sociais que começa a aparecer durante os anos pré-escolares que, embora aparentemente contraditórios, aparecem mais fortemente nos mesmos indivíduos: simpatia, agressão e liderança. Os primeiros sinais de simpatia aparecem quando a criança pára de brincar para olhar para outra criança que está perturbada. Mas no final dos anos pré-escolares, podemos observar um comportamento mais similar à simpatia madura.

18 17 A verdadeira simpatia implica compreensão de como as outras pessoas se sentem incluindo tanto sentimentos positivos como negativos e é talvez por isso que simpatia e liderança andam juntas. Em geral, nesta idade, a organização do grupo muda de momento a momento, tornando difícil ema liderança continuada, levando em conta este impedimento, um grande número de crianças em idade pré-escolar apresenta traços de liderança em diversas formas. A relação entre simpatia e liderança entre liderança e agressividade são muito claras. A relação entre simpatia e agressividade é mais sutil. Parece provável que ocorram juntas em indivíduos que possuam sentimentos fortes que são altamente sensíveis aos sentimentos dos outros e que não suficientemente seguros tanto para ficarem em oposição como para concordarem com os sentimentos dos outros, como as circunstâncias exigirem. A correlação entre simpatia e agressão, naturalmente, não é, de forma alguma perfeita. Algumas crianças que sentem ou demonstram pouca hostilidade são capazes de considerável grau de simpatia mais especificamente, talvez, em situações em que elas mesmas se sentem ameaçadas. A agressões de outras crianças podem ser totalmente carentes do componente de simpatia ou podem mesmo ser a expressão de profundas desordens psicológicas. É durante este período, especialmente nas idades de quatro a cinco anos que os companheiros imaginários são pequenos sentidos como vividez e solidez de objetos reais, e as famílias das crianças podem ser obrigadas a fazer extravagantes ajustamentos ao visitante invisível. Os companheiros ou domínio imaginários algumas vezes nascem de uma necessidade especial na vida de criança: um amigo, um vítima, uma consciência extra, um modelo, ou um lugar para alhear-se de tudo. A autoconsciência da criança em desenvolvimento é quase um caso especial do desenvolvimento de sua consciência das coisas em seu redor, e particularmente

19 18 de outras pessoas. Sua consciência tanto de si mesma como de seu ambiente, aumenta à medida que a criança se torna psicologicamente mais diferenciada de tudo que a cerca, à medida de que chega a distinguir entre os acontecimentos internos e os externos, e à medida que aprende a suspender a ação em favor da contemplação, do pensamento e do sentimento. Num sentido natural, a consciência da criança sobre outras pessoas procede à consciência de si mesma. A vulnerabilidade que vem com a autoconsciência é freqüentemente expressa por um afloramento de novos temores aos quatro e cinco anos. Aos quatro anos, estes temores parecem ter menos a ver com algum dano específico à integridade na criança do que com um efeito ameaçador em seu mundo emocional. Ela está aprendendo sobre os perigos reais e imaginários que existem. Pelos cinco anos, freqüentemente tem um senso muito especifico de dano que ela pode sofrer. Pode-se tornar temerosa de morrer simplesmente porque as pessoas morrem e que alguma coisa poderia acontecer-lhe. Nos jogos, a morte é reversível. 1.1-DESENVOLVIMENTO PSICOSSEXUAL Logo no princípio da idade pré-escolar, a consciência da criança desempenha um papel de pouca importância em sua identidade. A criança pode prontamente dizer se é menino ou menina, mas a designação provavelmente não terá qualquer sentido mais profundo ou qualquer apoio estável.

20 19 A maioria das crianças sente-se livre para desempenhar tanto papeis masculinos como femininos de acordo com a ocasião, sem referencia à sua constituição biológica e sem o embaraço que sentiria uma criança em idade escolar. Aos quatro anos, mesmo as crianças que conhecem as diferenças genitais entre meninos e meninas encaram-nas como secundárias; com relação ao estilo de penteado ou de vestir, para a determinação do sexo e das diferenças de sexo. A curiosidade de uma criança de três ou quatro anos por assuntos de sexo e suas aventuras nas brincadeiras sexuais, provavelmente serão passageiras. Pelos cinco anos, as crianças tomam as diferenças sexuais mais a sério e começam a ter consciência de diferenças de personalidade relacionada ao sexo. Nos grupos de cinco anos, pode-se ver os meninos perseguindo interesses masculinos em companhia predominante masculina, e as meninas agrupando-se em atividades femininas. Aqui temos o prenúncio da pronunciada separação dos sexos que ocorre durante os anos escolares. A consciência de sexualidade e dos papéis sexuais dáse mais cedo, como diz Ralban, nas crianças de classes inferiores (e para a maioria dos povos primitivos) do que para as crianças de classe média. Não apenas a criança da classe inferior tende a levar uma vida menos protegida, senão que os papéis masculinos e femininos são definidos mais claramente para ela do que na nossa sociedade da classe média em que muitas atividades para homens e mulheres são sobrepostas - L. Joseph Stone e Joseph Church (1972). 1.2-REVOLUÇÃO PIAGET Segundo Piaget (1976) o período que vai do nascimento até a aquisição da linguagem é marcado por extraordinário desenvolvimento mental. É decisivo para

21 20 todo o curso da evolução psíquica; representa a conquista através da percepção e dos movimentos de todo o universo prático que cerca a criança. Esta assimilação senso-motora do mundo exterior imediato realiza em dezoito meses ou dois anos toda uma revolução Copérnico em miniatura. As etapas desta revolução Copérnico, sob duplo aspecto: o da inteligência e o da vida afetiva em formação. No primeiro destes pode-se distinguir três estágios entre o nascimento e o fim deste período: o dos reflexos, o da organização das percepções e hábitos e o da inteligência senso-motora propriamente dita. 1º Estágio: No recém nascido, a vida mental se reduza às coordenações sensoriais e motoras de fundo hereditário, que correspondem a tendências instintivas, como a nutrição. Estes reflexos enquanto está ligado às condutas que desempenharão um papel no desenvolvimento psíquico ulterior manifestam uma atividade verdadeira que atesta, precisamente, a existência de uma assimilação senso-motora precoce. 2º Estágio: Com diversos exercícios, os reflexos que são a prenuncia da assimilação mental, tornam-se mais complexos por integração nos hábitos e percepções organizadas constituindo o ponto de partida de novas condutas, adquiridas com ajuda da experiência. 3º Estágio: É o estágio de inteligência prática ou senso-motora. A inteligência aparece, com efeito, bem antes da linguagem, isto é, bem antes do pensamento inferior que supõe o emprego de signos verbais. Esta é uma inteligência totalmente prática que se refere à manipulação dos objetos e que só

22 21 utiliza, em lugar de palavras e conceitos, percepções e movimentos, organizados em "esquema de ação". A finalidade deste desenvolvimento intelectual é transformar a representação das coisas, a ponto de inverter complemente a posição inicial do sujeito em relação a elas. No ponto de partida da evolução mental, não existe, certamente, nenhuma diferenciação entre o eu e o mundo exterior as impressões vividas e percebidas não são relacionadas nem à consciência pessoal sentida como um "eu" como que expostos sobre o mesmo plano, não é nem interno nem externo, mas meio caminho entre esses dois pólos. O eu no início, está no centro da realidade, porque é inconsciente de si mesmo e à medida que se constrói como uma realidade interna ou subjetiva o mundo exterior vai-se objetivando PROCESSOS QUE CARACTERIZAM A REVOLUÇÃO NOS DOIS PRIMEIROS ANOS Quatro processos fundamentais caracterizam a revolução intelectual nos dois primeiros anos de vida: as construções de categorias do objeto e do espaço, e construção da casualidade e do tempo. Construções de categorias do objeto - O esquema prático do objeto é a permanência substancial atribuída aos quadros sensoriais. É, portanto, a criança segundo a qual uma figura percebida corresponde a "qualquer coisa" que existe, mesmo quando não a percebemos. É fácil mostrar que durante os primeiros meses o lactante não percebe os objetos propriamente ditos. A ausência inicial de objetos

23 22 sólidos e permanentes é o primeiro exemplo da passagem do egocentrismo integral primitivo para elaboração final de um universo exterior. Construções de categorias do espaço - A evolução do espaço prático é inteiramente solidária com a construção dos objetos. No começo há tantos espaços não coordenados entre si, quanto domínio sensorial e cada um deles está centralizado sobre movimentos e atividades próprias. O espaço visual, em especial não tem no começo as mesmas profundidades que construirá em seguida. No fim do segundo ano, no contrário está concluído em espaço geral que compreendem todos os outros, caracterizando as relações entre si e o contendo na sua totalidade inclusive o próprio corpo. A elaboração do espaço é decidida essencialmente à coordenação de movimentos, sentando-se aqui a estrita relação que une este desenvolvimento ao da inteligência senso-motora. Construções de categoria da causalidade - A causalidade é primeiramente ligada à atividade em seu egocentrismo: é a ligação que fica muito tempo fortuito para o sujeito, entre um resultado empírico e uma ação qualquer que o atraiu. Construções de categorias temporais - A objetivação das séries temporais é paralela à causalidade. Em suma em todos os domínios encontra-se esta espécie de revolução Copérnico. Esta permite à inteligência senso-motora sair do seu egocentrismo inconsciente radical para se situar em um "universo", não importando quão prático e pouco "reflexivo" este seja. A evolução da afetividade durante os dois primeiros anos dá lugar a um quadro que, no conjunto, corresponde exatamente àquele estabelecido através das funções motoras a cognitivas. Existe, com efeito, um paralelo constante entre a vida afetiva e intelectual que seguirá por todo o processo de desenvolvimento da infância.

24 A PRIMEIRA INFÂNCIA DE DOIS A SETE ANOS Com o aparecimento da linguagem, as condutas são profundamente modificadas no aspecto afetivo e intelectual. Graças à linguagem a criança é capaz de reconstituir suas ações futuras pela representação verbal o que em três conseqüências essenciais para o desenvolvimento mental são: o início da socialização, a aparição do pensamento e a exteriorização da ação. Do ponto de vista afetivo, segue-se uma série de transformações paralelas, desenvolvimento de sentimentos interindividuais e de uma afetividade interior organizando-se de maneira mais estável do que no curso da pré-infância. Neste período com a aparição da linguagem, a criança se acha às voltas, não apenas com o universo físico como antes, mas com dois mundos novos e intimamente solidários: o mundo social e o das representações interiores. A criança reagirá primeiramente às relações sociais e ao pensamento em formação com um egocentrismo inconsciente que prolonga a do bebê. Ela só se adaptará, progressivamente, obedecendo às leis do equilíbrio análogas às do bebê, mas transportas em função destas novas realidades. Sendo assim observamos, durante todo a primeira infância, uma repetição parcial, da evolução já realizada pelo lactente no plano elementar das adaptações práticas. Estas espécies de repetição com defasagem de um plano inferior aos planos superiores são extremamente reveladoras dos mecanismos íntimos da evolução mental.

25 SOCIALIZAÇÃO DA AÇÃO A troca e a comunicação entre s indivíduos são a conseqüência mais evidente do aparecimento da linguagem. Estas relações existem em germe desde a segunda metade do primeiro ano, graças à imitação, cujos progressos estão ligados ao desenvolvimento senso-motora. Quando os sons imitados são associados a ações determinadas, a imitação prolonga-se com a aquisição da linguagem. Enquanto a linguagem se estabelece sob forma definida, as relações interindividuais se limitam à imitação de gestos corporais e exteriores, é a uma relação afetiva global sem comunicações diferenciadas. Com a palavra, ao contrário, é a vida interior como tal, que é posta em comum e, deve-se acrescentar, que se constrói conscientemente, na media em que pode ser comunicada. Nessa convivência social, marcado pela linguagem, três aspectos se sobressaem, segundo Piaget: SUBORDINAÇÃO Da criança em relação ao adulto; para a criança, os adultos aparecem como seres grandes e fortes, capazes de muitas atividades misteriosas para ela. A submissão, mesmo quando não aparece explicitamente, existe na forma inconsciente e pode ser verificado tanto no plano intelectual, do conhecimento, quanto no aspecto afetivo. Quase todas as crianças tendem a reagir contra essa

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