Redatam+G4 REcuperação de DAdos para Areas pequenas por Microcomputador, 4 ta Geração

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1 Redatam+G4 REcuperação de DAdos para Areas pequenas por Microcomputador, 4 ta Geração Manual do Módulo de Processamento de Dados NOTA: Este manual foi gerado a partir do arquivo de Ajuda em linha que acompanha o software Redatam+G4; o documento resultante desta conversão, em formato Microsoft Word, foi novamente convertido para um documento em formato Adobe pdf, o qual pode ser visualizado com o Adobe Acrobat v3.0 ou mais recente. O sistema de Ajuda foi escrito usando-se o software RoboHelp produzido por ehelp Corporation. REDATAM+G4 é um programa computacional desenvolvido pelo Centro Latinoamericano e Caribenho de Demografia (CELADE), que é a Divisão de População da Comissão Econômica para América Latina e o Caribe, (CEPAL), Nações Unidas. Man_RpG4PPrt1.doc 03/07/02 13:14; Man_RpG4PPrt1.pdf

2 Introdução 8 Table of Contents AGRADECIMENTOS... 8 COMO UTILIZAR A AJUDA DURANTE O TRABALHO... 9 BREVE RESUMO DE Redatam+G FAMÍLIA REDATAM Conceitos Básicos 11 Conceitos de uma base de dados R+G Estrutura ENTIDADES NÍVEL RAMO VARIÁVEIS Entidades CONCEITOS DA BASE DE DADOS R+ G4 - ENTIDADES e ELEMENTOS ELEMENTOS DE UMA ENTIDADE ENTIDADES INFERIORES ENTIDADES SUPERIORES ENTIDADE SELECIONÁVEL ENTIDADE NÃO SELECIONÁVEL ELEMENTOS SELECIONÁVEIS E NÃO SELECIONÁVEIS Algumas definições para trabalhar com R+G ESTRUTURA DA BASE DE DADOS DICIONÁRIO CÓDIGO GEOGRÁFICO SELEÇÃO GEOGRÁFICA QUE TIPO DE ESTATÍSTICAS SE OBTÉM COM R+G CRUZAMENTO DE VARIÁVEIS OU TABELAS DE CONTINGÊNCIA.. 19 LISTAS POR ÁREAS PROGRAMA Definições Gerais QUE BASES DE DADOS UTILIZAR? AMOSTRA ESTRUTURA DOS ARQUIVOS PROCESSAMENTO HIERÁRQUICO Conteúdo do Sistema R+G4 25 Base de dados ABRIR UMA BASE DE DADOS VERIFICAÇÃO DE CONSISTÊNCIA IMPORTAR UM DICIONÁRIO FECHAR A BASE Dicionário JANELA DO DICIONÁRIO VISTA RÁPIDA DE CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DE ENTIDADES E VARIÁVEIS PROPRIEDADES DA ENTIDADE PROPRIEDADES DA VARIÁVEL DIRETÓRIO DO PROJETO JANELA DE BUSCA NO DICIONÁRIO

3 Seleção DEFINIR UMA NOVA SELEÇÃO MODIFICAR UMA SELEÇÃO EXISTENTE SALVAR UMA SELEÇÃO Programação NÍVEIS DE PROGRAMAÇÃO Resultados Rápidos RESULTADOS RÁPIDOS RESULTADOS RÁPIDOS - ESPECIFICAÇÕES DE TABELA RESULTADOS RÁPIDOS ESPECIFICAÇÕES DE EXECUÇÃO. 35 RESULTADOS RÁPIDOS - AVANÇADO Resultados ADMINISTRADOR DE TABELAS SALVAR A TABELA MENU DINÂMICO DO ADMINISTRADOR DE TABELAS JANELA INDIVIDUAL DA TABELA BARRA DE FERRAMENTAS NA JANELA DE LISTAS DE AREAS IMPRIMIR RESULTADOS Uma volta por R+G4 39 Tour rápido RESUMO DO PRIMEIRO GUIA TELA PRINCIPAL OBTER TABULADOS RÁPIDOS MÉDIA DE UMA VARIÁVEL TABELAS: FREQÜÊNCIAS E CRUZAMENTOS EXECUTAR Tour avançado RESUMO DO SEGUNDO GUIA OPÇÕES FILTROS PARÂMETROS GERAIS NÍVEL DE AGREGAÇÃO PARA OS RESULTADOS CONTAGEM DE ELEMENTOS POR ENTIDADE GEOGRÁFICA CRIAR UMA LISTA POR ÁREA COMO UTILIZAR O CONSTRUTOR DE EXPRESSÕES PONDERAR CASOS Janelas 47 EDITOR LIVRE JANELA ASSISTIDA Resultados JANELA DE GRÁFICOS JANELA DE MAPAS Auxiliares ASSISTENTE DO RUNDEF ASSISTENTE DO DEFINE ASSISTENTE DO TABLE ESPECIFICAÇÃO DE FILTROS PREFERÊNCIAS SELEÇÃO POR DEFAULT Menus 53 MENU PRINCIPAL MENU DE ARQUIVO MENU DE DICIONÁRIO

4 MENU DE PROCESSO ESTATÍSTICO MENU DE FERRAMENTAS MENU DE MAPAS MENU DE AJUDA MENU DE JANELA MENU DE SELEÇÃO MENU DA JANELA INDIVIDUAL DE TABELAS Outras Facilidades 61 SEGURANÇA DOS DADOS FILTROS PRÉ-PROGRAMADOS UNIVERSO POR DEFAULT Preferências PREFERÊNCIAS GERAIS PREFERÊNCIAS DE PROCESSAMENTO PREFERÊNCIAS DE IDIOMA PREFERÊNCIAS DE FONTE PREFERÊNCIAS DE GRÁFICOS Programando em R+G4 64 ACESSANDO UM PROGRAMA R+G LINGUAGEM R+G LINGUAGEM PIVOT TOUR BÁSICO ATRAVÉS DA LINGUAGEM DE R+G Exercícios de Programação EXERCÍCIO 1 DE PROGRAMAÇÃO EXERCÍCIO 2 DE PROGRAMAÇÃO: UNIVERSE e FOR EXERCÍCIO 3 DE PROGRAMAÇÃO EXERCÍCIO 4 DE PROGRAMAÇÃO - DEFINIR NOVAS VARIÁVEIS.. 75 EXERCÍCIO 5 DE PROGRAMAÇÃO - PROMOVENDO INFORMAÇÃO79 EXERCÍCIO 6 DE PROGRAMAÇÃO CRUZAMENTO DE VARIÁVEIS DE DISTINTOS NÍVEIS EXERCÍCIO 7 DE PROGRAMAÇÃO - CRIANDO LISTAS DE ÁREAS. 80 EXERCÍCIO 8 DE PROGRAMAÇÃO - CARÊNCIAS DO DOMICÍLIO EXERCÍCIO 9 DE PROGRAMAÇÃO - USANDO A CLÁUSULA SWITCH85 Assistente de Programação TRABALHANDO COM A JANELA ASSISTIDA PAINEL DO ASSISTENTE ASSISTENTE DE COMENTÁRIO ASSISTENTE DE TEXTO Programação Livre ASSISTENTE NO EDITOR LIVRE MENU DINÂMICO (POPUP) DO EDITOR LIVRE ASSISTENTE DE COMANDOS FUNCIONAMENTO Assistente de Comandos Assistente do RUNDEF Assistente do DEFINE PAINEL: DEFINE Painéis Formas do DEFINE PAINEL: EXPRESSION PAINEL: COUNT PAINEL: RECODE PAINEL: SWITCH PAINEL: DATASET Opcionais PAINEL: DOCUMENTAÇÃO

5 PAINEL: SAVE PAINEL: AVANÇADO Assistente do TABLE PAINEL: TABLE Painéis Formas do TABLE PAINEL: FREQUENCY PAINEL: CROSSTABS PAINEL: AVERAGE PAINEL: AREALIST PAINEL: MATRIXOP Opcionais PAINEL: APRESENTAÇÃO Construtor de Expressões CONSTRUTOR DE EXPRESSÕES Para os Antigos Usuários de winr+ 102 DIFERENÇAS E SIMILARIDADES ENTRE R+G4 e winr+ v COMO MIGRAR A R+G Guia de Referência aos Comandos R+G4 104 Tópicos Iniciais REVISÃO INICIAL DA LINGUAGEM R+G SENSITIVIDADE DE MAIÚSCULAS E MINÚSCULAS OS TRÊS COMANDOS BÁSICOS ESTRUTURA DOS COMANDOS E SUA SINTAXE RESUMO DOS COMANDOS ÍNDICE DOS COMANDOS E CLÁUSULAS OPERADORES USADOS EM EXPRESSÕES EXEMPLO DE UM PROGRAMA REVISANDO OS COMANDOS NO GUIA DE REFERENCIA Comentário COMENTÁRIO Comando RUNDEF RUNDEF RUNDEF... FOR RUNDEF... SELECTION RUNDEF... UNIVERSE Comando DEFINE DEFINE DEFINE... AS DEFINE... AS COUNT DEFINE... AS DATASET DEFINE... AS RECODE DEFINE... AS SWITCH DEFINE... AS SUM DEFINE... FOR DEFINE... LIKE DEFINE... OPTIONS DEFINE... OPTIONS DEFAULT DEFINE... OPTIONS MISSING DEFINE... OPTIONS NOTAPPLICABLE DEFINE... RANGE DEFINE... SAVE DEFINE... TYPE DEFINE... VALUELABELS DEFINE... VARLABEL

6 Comando TABLE TABLE TABLE... AREABREAK TABLE... AS TABLE... AS AREALIST OF TABLE... AS AVERAGE OF TABLE... AS CROSSTABS OF TABLE... AS FREQUENCY OF TABLE... AS MATRIXOP TABLE... FOR TABLE... OF TABLE... OPTIONS TABLE... OPTIONS COMPLETENAME TABLE... OPTIONS MISSING TABLE... OPTIONS NOKEY TABLE... OPTIONS OUTPUTFILE TABLE... OPTIONS OVERWRITE TABLE... OPTIONS TITLE TABLE... OPTIONS WEIGHT TABLE... OPTIONS ZERO Ferramentas de Administração de Bases de Dados 145 FERRAMENTAS DE ADMINISTRAÇÃO DE BASES DE DADOS DESCARREGAR BASES ESTENDER BASES CONCATENAR BASES Gerar Ponteiros e Variáveis GERAR PONTEIROS E VARIÁVEIS ARQUIVO DE PONTEIROS GERAÇÃO VETORIAL Agregar Variável AGREGAR VARIÁVEL TIPO DE CARGA XBASE TIPO DE CARGA ARQUIVO LOOKUP Trabalhando com Gráficos em R+G4 154 INCORPORAÇÃO DE GRÁFICOS Trabalhando com Mapas em R+G4 154 INCORPORAÇÃO DE MAPAS A UMA BASE COMPOSIÇÃO DE MAPA SALVAR PROPRIEDADES TRABALHO COM COMPOSIÇÕES DE MAPAS GERADAS Propriedades PROPRIEDADES DOS MAPAS GERAL COBERTURA APRESENTAÇÃO PÁGINA TÍTULO SUBTÍTULO COMENTÁRIOS MAPA LEGENDA CLASSIFICAÇÕES Barra de Ferramentas

7 BARRA DE FERRAMENTAS VISÃO COMPLETA, MAIS ZOOM, MENOS ZOOM, PANEJAR, MOVER ELEMENTO Mapa con el cuadro de leyenda cambiado de posición INFO / SELECIONAR ÁREA AZUL / VERDE / VERMELHO CLASSIFICAÇÃO Seleccionando Intervalos Iguales (3 grupos) Outras Funções de Mapear COPIAR LOCALIZAÇÃO DE RÓTULOS MENU VER Index 176 7

8 Introdução AGRADECIMENTOS Redatam+G4, que é a quarta geração de Redatam, foi programado por Serge Poulard, Chefe da Unidade de Processamento de Dados do CELADE, a Divisão de População da CEPAL. Com o objetivo de permitir o uso do sistema em outras plataformas da mesma forma que para o atual Microsoft Windows, ele rescreveu e redesenhou a versão anterior, winr+ v1.2, que também é de sua autoria, em Borland C++ Builder 5.0. Alem disso, Serge desenhou e escreveu dois grandes módulos novos: R+Create para criar bases de dados Redatam junto com novas capacidades em R+Process para manipular bases de dados, e o módulo R+xPlan, com o qual profissionais capacitados podem criar aplicações específicas para que os usuários finais elaborem e mapeiem indicadores, sem conhecer a linguagem de comandos Redatam. Atualmente Serge está na Sede Subregional da CEPAL para o Caribe em Porto Espanha, com a tarefa de apoiar aos países no processamento dos censos de 2000 e promover o uso e disseminação de R+G4 para analisar os censos. Não teria sido possível finalizar a tarefa de criar R+G4 sem o valioso trabalho em equipe de um pequeno e variado grupo de profissionais que durante todo o tempo mostraram sua dedicação e capacidade de ir mais além de seus horários normais de trabalho. Este grupo inclui a Ari Silva, ex Chefe da Unidade de Processamento de Dados do CELADE, e que atualmente trabalha no Brasil; ele proporcionou insumos tanto do ponto de vista do usuário como do programador. Também traduziu os textos para o português e escreveu e reelaborou grande parte do programa Ajuda em espanhol que traduziu para o inglês e português; seu filho, Rafael Nunan, traduziu parte da versão em español da Ajuda à inglesa. Lenin Aguinaga, analista de sistemas, trabalhou diretamente com Serge Poulard na programação e uso dos módulos iniciais de R+G4, e criaram aplicações para a Unidade de Desenvolvimento Agrícola da CEPAL. Alejandra Silva, especialista em Sistemas de Informação Geográfica, deu forma a várias seções da documentação do programa Ajuda, desenvolveu aspectos relacionados com o tratamento de mapas no sistema, e trabalhou no desenho do módulo R+xPlan; também testou o funcionamento e ensinou o software em vários cursos de pré-lançamento. Sebastián Carrasco, sociólogo, desempenhou um valioso papel na tediosa tarefa de comprovar em forma intensiva os componentes do sistema, enquanto o usava para estudos específicos substantivos e ensinava na etapa de pré-lançamento. Dirk Jaspers Faijer, Chefe da Área de Treinamento e Informação em População do CELADE, impulsou o trabalho conjunto da equipe e de outras pessoas envolvidas, buscou e encontrou tanto os recursos financeiros como os profissionais "trabalcoólicos" que se dedicaram à tarefa. A Unidade de Desenvolvimento Agrícola da Divisão de Desenvolvimento Produtivo e Empresarial da CEPAL proporcionou um apoio substantivo de envergadura, tanto financiando pessoas que trabalharam em R+G4 (e novas aplicações) como usando o sistema em busca de resultados. Em forma especial, María Beatriz David, chefe da Unidade, promoveu o desenvolvimento de diversas atividades novas baseadas em Redatam, que abriram caminho para o uso do sistema com dados de campos "não tradicionais" (quer dizer, aqueles não relacionados con população), como os censos agrícolas e o comercio internacional. Vão também nossos agradecimentos aos profissionais de diversas disciplinas que contribuíram de distintas formas ao trabalho de R+G4; citados em ordem alfabética, trata-se de Waldo Aracena, Ángel Baeza, David Candia, Ángel Fucaraccio, Daniela González, Víctor González, Victoria Horment, Daniel Macadar, Hernán Orellana, Enrique Peláez, Luis Rivadeneira, Jorge Rodríguez Vignoli, Alejandro Sabag, Edwin St. Catherine e Jaime Salvador. Não podemos passar por alto a positiva retroalimentação das versões beta de 8

9 R+G4 que nos entregaram diversos profissionais de projetos da CEPAL; neste grupo se inclui Juan Eduardo Faúndez, Bárbara Castelletti, Mónica Rodrigues, Laura Ortiz e Rodolfo Vilches. Enrique Pemjean editou os textos em espanhol e fez traduções do inglês quando foi necessário. Adelaida Rahmer e Alejandra Reyes se encarregaram da assistência administrativa e corrigiram a versão em espanhol do programa Ajuda. Outro apoio muito significativo foi o que nos chegou dos usuários de R+G4 dos institutos nacionais de estatística do Brasil, Chile, Colombia, Nicaragua, Equador, Panamá, Santa Luzia, Venezuela e outros países. O software R+G4 está disponível no site RedatamWeb do CELADE (http://www.eclac.cl/celade/redatam) através de uma facilidade de descarga que aproveita o sistema de manejo da página Web da CEPAL para "automatizar" a entrada de conteúdo descentralizado e a compilação de dados. Javier Pi, analista de sistema para sites Web da CEPAL, programou a facilidade de descarga a petição do CELADE. Orly Winer, desenhadora gráfica e de sites web, criou os gráficos e desenhou Redatam Informa Al Día (e também o site do CELADE, desde o qual se pode descarregar o software); os conteúdos são proporcionados por Arthur Conning, que também trabalhou intensamente no sistema Ajuda de R+G4. Juan Rojo, Coordenador do portal web da CEPAL e Jorge Balzo, analista de sistemas que trabalha no sistema Web, nos entregaram, respectivamente, apoio administrativo e técnico. É para nós de singular relevância enfatizar que os esforços para produzir esta última geração de Redatam recebeu em todo momento o impulso contínuo do anterior diretor do CELADE, Reynaldo Bajraj atualmente Secretário Adjunto da CEPAL e do atual diretor do CELADE, Daniel Blanchard. Por último, vai também nossa gratidão e agradecimento às diversas fontes financeiras que suportaram o desenvolvimento e uso de R+G4 e dos outros componentes da família Redatam. O orçamento regular das Nações Unidas cobriu as remunerações dos membros chaves do pessoal; por outra parte, o FNUAP financiou um número de outros membros da equipe, a maioria deles consultores a tempo parcial. O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) proporcionou fundos para apoiar aos países no trabalho com as versões pré-lançamento de R+G4 e está dando seu respaldo financeiro ao projeto para ajudar aos países a usar e disseminar seus dados censitários do ciclo de 2000, especificamente mediante bases de dados Redatam e suas aplicações. A Agencia Canadense de Desenvolvimento Internacional (ACDI), suportou, mediante projetos durante a década de 90, o desenvolvimento de Redatam, diversos cursos e pessoal, e permitiu que o CELADE "descobrisse" e buscasse Serge Poulard para trabalhar no CELADE. Finalizemos estendendo nossa gratidão ao Centro Internacional de Investigações para o Desenvolvimento (CIID) do Canadá, que entregou a contribuição inicial que resultou na criação de Redatam; ademais, proporcionou importantes quantidades de recursos no período , mediante três projetos que financiaram as três primeiras gerações de Redatam; o último (e maior) destes projetos tornou possível que CELADE trabalhasse em conjunto com a Universidade de Waterloo, que originou os três membros da família Redatam baseados em SIG, AccessPlan, EduPlan e TourPlan; esse mesmo projeto doe CIID financiou o desenvolvimento de winr+ em conjunto com ZonPlan, precursor do módulo R+xPlan em R+G4. COMO UTILIZAR A AJUDA DURANTE O TRABALHO Através da ajuda organizada por conteúdos ou por índice. Através do ícone Ajuda ou a tecla F1 sobre o tema ou janela da qual se necessita ajuda. O sistema de Ajuda é sensitivo de contexto, e traz o capítulo de ajuda associado à janela ativa. 9

10 Através dos textos marcados que aparecem embaixo de alguns botões ou telas. BREVE RESUMO DE Redatam+G4 REDATAM é uma família de software elaborada pelo CELADE, que permite a qualquer profissional processar de maneira fácil e rápida dados censitários e de outras fontes, organizados numa base hierárquica, para qualquer área geográfica de interesse para o usuário (por exemplo, um conjunto de quadras de uma cidade). A continuação se descrevem as características principais da quarta geração da família, Redatam+G4 (abreviatura R+G4). Cabe mencionar que a versão R+G4 é de distribuição gratuita. Que faz R+G4? Por uma parte permite processar informação contida em bases de dados comprimidas (criadas em formato Redatam), como as provenientes de censos de população, censos agropecuários, pesquisas domiciliares, etc., que, por exemplo, contém dados sobre milhões de pessoas, domicílios e famílias, na sua totalidade. Isto faz com que habitualmente uma base de dados R+G4 contenha microdados, quer dizer, dados ou variáveis referidas a indivíduos, domicílios, famílias ou outros elementos de informação que permitem gerar diversas tabulações para qualquer área geográfica definida pelo usuário. Estes dados, organizados hierarquicamente para permitir um acesso rápido, são processados em busca de resultados específicos para determinadas áreas de interesse geográfico. Ademais, pode-se derivar novas variáveis e processar rapidamente tabulações e outros resultados estatísticos mediante janelas gráficas e sem assistência de um programador. R+G4 pode ser usado em qualquer computador funcionando com Microsoft Windows 95, 98, 2000 ou NT4. winr+ v1.2 (e ZonPlan), a geração anterior, também podem ser executadas com Windows 3.x. O programa contém facilidades para tratar a manipulação de mapas e pode vincular-se com vários deles. O vínculo permite ao usuário levar adiante diversas análises espaciais das estatísticas agregadas que podem ser produzidas pelo programa para qualquer dos níveis geográficos e área(s) de interesse. Ver também Que estatísticas podem ser produzidas com R+G4 FAMÍLIA REDATAM A família REDATAM (Dezembro 2001) está composta por: Redatam+G4 (abreviatura: R+G4) é a quarta geração do software. Opera em ambientes Windows 32-bits tais como 95, 98, 2000 e NT4, e tem os seguintes módulos: R+Process, módulo que permite processar dados para áreas selecionadas pelo usuário, mediante programas escritos na linguagem de comandos Redatam, ou com a ajuda de assistentes que não necessitam conhecimentos de programação e da linguagem Redatam. Este módulo também permite manipular bases de dados em formato R+G4 para expandir, anexar, desagregar e conectar bases de dados. R+Create, módulo que permite gerar bases de dados hierárquicas em formato R+G4 a partir de arquivos ASCII ou xbase. 10

11 R+xPlan, módulo que permite criar aplicações com indicadores para uma base de dados R+G4; usuários de uma aplicação R+xPlan não necessitam conhecer a linguagem de comandos Redatam. O x no nome do modulo sugere que várias aplicações diferentes podem ser criadas para uma mesma base Redatam. Ao batizar uma aplicação, o x deve ser substituído por um nome que descreve melhor a aplicação; por exemplo, R+AgroPlan (ou abreviado para AgroPlan) é uma aplicação que foi criada envolvendo um censo agrícola. É claro que você pode dar um nome qualquer à aplicação, e não é necessário que este nome termine em "Plan". winr+ v1.2 é a versão anterior, 3ra geração de Redatam. NOTA: Como R+G4 pode importar dicionários somente de winr+ v1.2 (arquivos.mdb), se você quiser trabalhar em R+G4 com bases Redatam referenciadas por dicionários em formato da primeira ou segunda geração, isto é, dicionários com arquivos.def,.com e.lbl usados com Redatam Plus para DOS ou Redatam v3.1, estes dicionários primeiro precisam ser convertidos para dicionários.mdb com a versão winr+ v1.2. Note também que se você ainda estiver trabalhando com o Windows 3.x (ambiente de 16 bits), você deve seguir usando o winr+ v1.2. Downloads e atualizações grátis: Você pode descarregar, de maneira gratuita, a última versão de R+G4, assim como as futuras atualizações do software, desde a página do CELADE (adicionalmente, você pode baixar também a versão winr+ v1.2 anterior, para converter bases de dados antigas): Conceitos Básicos Conceitos de uma base de dados R+G4 Estrutura ENTIDADES As variáveis descrevem entidades, que são conjuntos de objetos lógicos organizados em forma hierárquica na base de dados. Uma entidade dada pode ser o conjunto de províncias, ou o conjunto de cidades, ou domicílios ou pessoas, etc., num país. Todas as variáveis que pertencem a uma entidade possuem certos atributos em comum, como o número de elementos, e o mesmo nível de hierarquia. A entidade de mais alta hierarquia de uma base é chamada entidade "raiz". A característica de selecionável ou não selecionável para uma entidade dada é definida pelo administrador no momento de criar a base de dados (com o Módulo de Criação de Bases de R+G4). Também se usa o termo de entidade identificada e não identificada, com o mesmo propósito de Selecionável e Não Selecionável, pela existência de um código de identificação para seus elementos. 11

12 Ver também entidades inferiores, entidades superiores NÍVEL É o grau de profundidade de uma entidade dentro de seu ramo. Por construção, a entidade "raiz" tem nível zero, a(s) entidade(s) imediatamente inferiores tem nível 1, e assim consecutivamente. RAMO É o "caminho" desde a "raiz" a uma determinada entidade. Por definição (veja Entidades Superiores), uma entidade (e consequentemente suas variáveis) pertence a um único ramo. Se comparamos a estrutura de uma base multidisciplinar com uma árvore, os "ramos" da estrutura são exatamente o mesmo que os ramos da árvore, e as entidades correspondem às folhas da árvore. A figura mostra a base de dados de Nova Miranda com quatro ramos com distinta informação. VARIÁVEIS Os itens de informação dos elementos individuais de uma entidade estão armazenados em variáveis. Uma variável é uma propriedade ou característica de cada indivíduo, quer dizer, é assunto comum a todos os indivíduos de uma população: idade, estado civil, quantidade de chuva, etc. A característica pode ser qualitativa (atributo) ou quantitativa (variável). Em conseqüência, cada entidade tem sua própria lista de variáveis e cada elemento da entidade tem seu próprio conjunto de valores para estas variáveis. Assim, a entidade Pessoa poderia 12

13 ter, entre outras, a variável sexo e um de seus elementos poderia ter o valor de sexo = feminino. É possível que qualquer entidade possua variáveis, por exemplo, Província poderia ter variáveis, como a média de chuva caída por ano, ou a percentagem de mães solteiras em idade fértil. Em R+G4 uma variável é identificada pela entidade à qual pertence e o nome da variável, com um ponto entre eles, isto é, Nome_de_Entidade.Nome_de_Variável. Por exemplo, PESSOA.SEXO, DOMICIL.TVCOLOR, etc. Uma mudança importante em R+G4 com relação a seu predecessor, winr+ v1.2, é que agora letras maiúsculas e minúsculas tem diferença, sobretudo nos nomes de variáveis e entidades. Por exemplo, PESSOA.SEXO, do dicionário de NMIR2000, não és o mesmo que PESSOA.sexo, ou pessoa.sexo, ou pessoa.sexo; tem que se respeitar exatamente a escritura de cada variável no dicionário. Entidades CONCEITOS DA BASE DE DADOS R+ G4 - ENTIDADES e ELEMENTOS A estrutura da base de dados é composta de entidades ou níveis. Em cada nível se agrupam os elementos que a conformam. 13

14 Cada um dos níveis, como "comuna" ou "distrito", representa um nível geográfico que possui um nível hierárquico em relação ao nível prévio; por exemplo, as quadras são áreas de nível menor que as comunas. Um conjunto específico de distritos, cada um com seu próprio nome e código único na base de dados, constitui uma comuna. Cada nível leva o nome de entidade. O conjunto de áreas dentro de uma entidade dada é denominado elementos da entidade (indivíduos). O indivíduo, ou unidade estatística, é um elemento que pertence ao conjunto de referência, ou população. Nas hierarquias geográficas censitárias podem existir alguns níveis de entidades num ramo sem nomes para seus elementos (por exemplo, as quadras) mas com códigos que os conectam claramente com áreas específicas em um mapa. Os dois últimos níveis, "domicílio" e "pessoa", são também entidades. Os domicílios dentro de uma quadra são os elementos domicílio de uma "quadra" particular e, similarmente, as pessoas dentro de um domicílio são os elementos pessoa deste domicílio. Uma base de dados em Redatam, como a base de dados de demonstração NMIR2000 de Nova Miranda, que acompanha o programa (ver figura), pode ter vários ramos de dois ou mais censos, pesquisas e outros dados que podem ser incluídos numa mesma base. A base de dados, que aparece na janela do dicionário R+G4, mostra a forma em que estão estruturadas as entidades da base de dados de Nova Miranda. Note-se que aparecem ramos e sub-ramos; por exemplo, a entidade manzan se divide em dois ramos, vivien e educac, onde esta última representa a(s) escola(s) que existem na "quadra", se corresponde. ELEMENTOS DE UMA ENTIDADE Os membros individuais de uma entidade são denominados elementos de uma entidade. Por exemplo, as comunas pertencentes à entidade "comuna" são os elementos ou casos dessa entidade. Pode ser que existam poucos elementos para uma entidade, por exemplo, as regiões de um país para a entidade "região", ou pode ser que existam milhões de elementos numa entidade, como no caso de pessoas para a entidade "pessoa" dessa mesma base de dados. ENTIDADES INFERIORES São todas as entidades que se encontram "dependentes" ou "penduradas" da entidade determinada. 14

15 Referindo-se à figura, a entidade domicílio é inferior à entidade distrito. As entidades imediatamente inferiores podem ser chamadas entidades "filhas". Uma entidade pode ter um número variável de entidades "filhas" (zero ou mais). Ver também entidades superiores ENTIDADES SUPERIORES São todas as entidades que se encontram no "caminho" desde a entidade "raiz" até a entidade propriamente dita. As entidades distrito e comuna são superiores à entidade bloco. A entidade imediatamente superior pode ser chamada também entidade "mãe". Por definição, cada entidade tem só uma entidade "mãe". Ver também entidades inferiores ENTIDADE SELECIONÁVEL As entidades selecionáveis tem a propriedade de distinguir (identificar) seus elementos por seus códigos e, portanto, podem participar no processo de seleção hierárquica. Quer dizer, para ser selecionável uma entidade necessita possuir uma variável que permita armazenar este código identificador. Isto significa, por exemplo, que as províncias A e B podem ser escolhidas para o processamento, mas não se pode selecionar especificamente o domicílio X se a entidade DOMICÍLIO não é definida como selecionável. Ver também entidade não selecionável 15

16 ENTIDADE NÃO SELECIONÁVEL Se os elementos individuais de uma entidade não tem códigos de identificação (visível no dicionário), trata-se de uma entidade não selecionável. Esta entidade não pode ser usada numa seleção hierárquica. Da mesma maneira, não pode ser usada como entidade de saída para uma Lista de Áreas. Ver também entidade selecionável ELEMENTOS SELECIONÁVEIS E NÃO SELECIONÁVEIS Por definição, todos os elementos de uma base de dados são selecionáveis, quer dizer, podem ser analisados em detalhe. Entretanto, baseado na segurança dos dados (especificamente o segredo estatístico das bases censitárias) e nas necessidades substantivas, pode definir-se qualquer entidade e suas inferiores como não selecionável no momento de criação de uma base de dados Redatam+G4, ou ao utilizar as ferramentas de administração de bases de dados. Existe um conflito entre segurança e utilidade dos dados. Por exemplo, se a entidade Quadra é definida como não selecionável, não será possível obter resultados para cada quadra a partir da informação dos domicílios e das pessoas existentes em cada uma delas. Só se poderá obter informação agregada das quadras a um nível superior como distrito, comuna ou região. Pode-se gerar resultados para elementos individuais de entidades selecionáveis, mas não se pode produzir resultados para entidades individuais não selecionáveis, por exemplo, para um domicílio específico na base de dados de Nova Miranda. Evidentemente, é possível gerar tabulações de domicílios e pessoas para uma área determinada toda vez que os domicílios e as pessoas específicas não sejam individualizadas. Algumas definições para trabalhar com R+G4 ESTRUTURA DA BASE DE DADOS A estrutura da base de dados define as relações hierárquicas entre as entidades, isto é, as relações pais-filhos. Isto define as relações entre elementos, dado que cada entidade pode ter elementos, ou instâncias específicas da entidade. Na figura se mostra a estrutura da base de dados Nova Miranda, a qual acompanha o programa R+G4 como base de demonstração. 16

17 Se necessitará ver a estrutura quando se selecione a(s) área(s) de interesse com a(s) qual(is) se deseja trabalhar. DICIONÁRIO Toda a informação referente às entidades e às variáveis são guardadas num conjunto de arquivos chamado Dicionário da base de dados que são os "metadados", quer dizer, trata-se de "informação sobre informação". O Dicionário proporciona uma ponte entre os arquivos de dados e o usuário. Permite visualizar os dados em termos de variáveis e de registros, afastando-o dos detalhes físicos de armazenamento e manipulação interna. O dicionário contém uma lista de todas as variáveis de uma base de dados para cada nível da hierarquia (entidade), assim como os códigos (valores) para cada variável, com uma descrição do significado de cada código. Por exemplo, os códigos para a variável sexo pertencente ao nível pessoa são 1 e 2, onde 1 = masculino e 2 = feminino. O dicionário para uma determinada Base de Dados geralmente é definido uma só vez; por isto a maioria dos usuários o utiliza para obter uma lista das variáveis disponíveis e seus valores possíveis. O Dicionário pode ser revisado mediante a janela do dicionário que se abre desde o menu principal. CÓDIGO GEOGRÁFICO Uma informação de vital importância para a criação da base de dados numérica, que se construirá depois de coletar e validar toda a informação do país e para cada uma de suas divisões político administrativas (regiões, províncias e comunas, etc.), é a que contém a 17

18 localização geográfica de cada um dos domicílios em que se aplicou o questionário. Desta maneira é possível que, uma vez construída a base de dados censitária, se possa recuperar a informação recolhida até o nível mais baixo de desagregação geográfica que, no caso do Chile, corresponde ao "setor censitário", o qual está formado por uma agrupação de domicílios. Por razões legais e para proteger o segredo estatístico, que assegura a inviolabilidade da intimidade das pessoas, a base de dados não permite a individualização de um domicílio, família nem de pessoas em particular. Esta informação composta de códigos numéricos é a que dá origem ao código geográfico que, segundo se verá mais adiante, possui uma relevância especial no momento de trabalhar com dita base de dados. Ver também Segurança dos dados SELEÇÃO GEOGRÁFICA É a coleção de elementos selecionados das entidades hierárquicas. Para a execução de qualquer programa ou obtenção de tabulados, R+G4 requer que o usuário defina, previamente, a área geográfica que vai ser processada. Esta área pode corresponder a todas as comunas (se a Base de Dados é comunal) ou a qualquer agrupamento de entidades geográficas selecionáveis, como Distritos, Área urbana rural, Zonas ou Localidades, Quadras, e Setores (o setor censitário é a entidade mais baixa ou reduzida que pode ser selecionada). O nome "Seleção" é usado, de maneira óbvia e pouco menos que pretensiosa, como "Seleção de Área ", posto que é possível estruturar uma base de dados com critérios não geográficos para definir uma seleção. Por exemplo, uma base de dados de estatísticas vitais poderia estar organizada por ano, em cujo caso se teria uma seleção referida a um intervalo de tempo determinado. O usuário tem a possibilidade de guardar as seleções que realize durante seu trabalho, em cujo caso R+G4 gera um arquivo com a extensão.slw, que se armazena no diretório de trabalho, com o objetivo de poder utilizá-los quando se requeiram e sem necessidade de repetir o mesmo processo de seleção. De maneira pré-determinada, R+G4 tem selecionada toda a Base de Dados com a qual se está trabalhando; o usuário pode fazer referência a esta seleção com a palavra chave ALL. Nota: Se existe uma seleção criada com versões anteriores de Redatam, também é possível abri-la em R+G4 (arquivos *.sel). A seleção por definição inicial é "ALL", isto é, toda a base de dados. Entretanto, se pode mudar para uma seleção especifica já existente, a qual será a "seleção por definição" utilizada em todos os processos. Esta opção está disponível desde o menu principal em Processo Estatístico >Definir Default >Seleção. Para criar uma seleção nova: Ver também definir uma seleção Ver também guardar uma seleção 18

19 QUE TIPO DE ESTATÍSTICAS SE OBTÉM COM R+G4 Em R+G4 se trabalham basicamente estatísticas descritivas e distribuição de variáveis. Estatísticas descritivas Servem para estimar parâmetros que se desejam incluir em modelos e para descrever um conjunto de dados (ou população). Existem duas categorias: a medição da tendência central e a medição da variabilidade. A medição da tendência central descreve o valor típico ou representativo do conjunto de dados e pode-se calcular mediante a média, a mediana e a moda. Por outro lado, a medição da variabilidade descreve a dispersão ou amplitude dos valores do conjunto de dados e pode ser verificado mediante a faixa, o desvio padrão e a variância. Distribuição de variáveis Servem para descrever um conjunto de dados (ou população). Existem duas formas principais de resumir um conjunto de dados numéricos: 1) números que desenham uma variável (distribuição de freqüências). Por exemplo, na variável sexo seria o número de homens e o número de mulheres presentes numa população; e 2) números que resumem o conjunto de dados. Por exemplo, uma percentagem, como seria a percentagem de homens dentro da população. Cada um tem características e desvantagens e o uso de um método não exclui o uso de outro. O primeiro passo para criar uma distribuição de freqüências é criar uma tabela de freqüências, que é uma forma de organizar os dados onde se lista cada valor existente como uma coluna de números e a freqüência de ocorrências para cada valor em outra coluna. Em R+G4 uma tabela de freqüências se obtém da seguinte maneira: Abrir o dicionário com que se quer trabalhar. Selecione desde o menu principal a opção Processamento Estatístico >Freqüências. Desde a Janela do Dicionário, se deve selecionar, tomar e arrastar a variável até a janela de Processo Estatístico-Frequências. Localizá-la na caixa rotulada "Distribuição de". Definir (opcional) especificações de execução e opções avançadas como seleção geográfica, filtro, peso, etc. Executar o processo com um clique no ícone. Uma distribuição de freqüências de valores de uma variável pode relacionar-se com as categorias ou valores de outra variável. Este tipo de tabelas é denominado de Tabela de Contingência ou Cruzamento de variáveis. A distribuição de um conjunto de dados (ou população) também pode ser descrito utilizandose de uma série de parâmetros de resumo, como a média, a mediana e o desvio padrão. A estimação destes parâmetros se denomina estatística descritiva. CRUZAMENTO DE VARIÁVEIS OU TABELAS DE CONTINGÊNCIA Em R+G4 uma tabela de cruzamento de variáveis é obtida da seguinte maneira: 19

20 Abrir o dicionário com que se quer trabalhar. Selecione desde o menu principal a opção Processamento Estatístico >Cruzamento de Variáveis. Desde a Janela do Dicionário, deve-se selecionar, tomar e arrastar as variáveis até a janela de Processamento Estatístico - Cruzamento de Variáveis. No primeiro quadro se localizam as variáveis a distribuir nas linhas e no segundo quadro se localizam as variáveis a distribuir nas colunas. Executar o processo com um clique no ícone. Isto dá como resultado uma tabela de duas variáveis: nas linhas se ordenam as categorias do primeiro componente e nas colunas se ordenam as categorias do segundo componente. O programa calcula a freqüência de cada célula, completando assim toda a tabela. Quadro 1. Esquema de um cruzamento de variáveis Linhas (primeiro componente Var1) Cada célula marcada XX representa a contagem de elementos em cada uma. Exemplo Dada uma "população" de estabelecimentos industriais, se deseja determinar a freqüência de estabelecimentos industriais, neste caso, do Chile, por tipo de consumo de água (1) segundo a região geográfica (2) onde se localizam. Note que os estabelecimentos industriais são os elementos a contar. (1) Componente - coluna: Tipo de consumo com 2 categorias: uso industrial uso doméstico (2) componente - linha : Regiões do país com 13 categorias: Primeira região TARAPACÁ Segunda região ANTOFAGASTA Terceira região ATACAMA, etc. Quadro 2. Número de estabelecimentos segundo cruzamento de região por tipo de consumo de água Tipo de consumo 20

21 As células do quadro 2 mostram, para cada região, o total de estabelecimentos que usam água para consumo industrial e para consumo doméstico. Por exemplo, na primeira região, Tarapacá, existem 145 estabelecimentos industriais dos quais 94 consomem água exclusivamente para uso industrial e 51 consomem água para uso doméstico. Percentagens e marginais A tabela anterior mostra a freqüência absoluta de casos em cada célula. Esta freqüência pode converter-se em freqüência relativa ao dividir-se a freqüência absoluta de cada célula pelo número total de casos, dado pelo total nas linhas, ou o total nas colunas, ou o total de todo o conjunto (N). Opcional: Agregar uma variável de ponderação (ou uma variável a somar) à tabela existente À tabela anterior se pode agregar a distribuição de outra variável, a qual deve estar relacionada com as duas previamente estabelecidas e ser de tipo quantitativo, utilizando o painel de Opções Avançadas. Neste caso se somam os valores desta variável em cada célula. Cada vez que se agrega um elemento à contagem de uma célula, em vez de agregar um 1, se agrega o valor desta 3ra variável, dando como resultado a soma dos valores da 3ra variável em cada célula. Como exemplo, se calcula o quadro 2 mas em vez de tomar o número de estabelecimentos em cada categoria se utiliza a quantidade de água consumida (m 3 ) de cada um. Quadro 3. Distribuição de quantidade de água (m 3 ) segundo um cruzamento de região por tipo de consumo de água Tipo de consumo As células do quadro 3 mostram, para cada região, a soma da quantidade de água (m 3 ) daqueles estabelecimentos que usam água para consumo industrial ou para consumo doméstico. A célula pintada de amarelo identifica no primeiro quadro a 28 indústrias com consumo de água para uso doméstico na IV região e estas 28 indústrias, segundo o quadro 3, tem um consumo de m 3 de água. 21

22 LISTAS POR ÁREAS Uma Lista por Áreas é similar a uma contagem de elementos dentro de uma entidade dada, exceto que em uma Lista por Áreas se obtém a distribuição e freqüência de todas as categorias de uma variável para cada área geográfica definida nessa entidade. Em R+G4 uma Lista por Áreas se obtém da seguinte maneira: Abrir a janela de tabulados rápidos selecionando a opção Processo Estatístico >Lista por área desde o menu principal. Definir na primeira caixa em branco o nível geográfico de saída desta lista (o nível de agregação dos resultados). Selecionar desde a janela do dicionário a(s) variável(s) a distribuir. Tomá-la e arrastá-la para a primeira coluna em branco rotulada variável da tabela. Definir parâmetros gerais. Se pode definir uma seleção geográfica para o processo. Definir opções para a distribuição, se desejado. Executar o processo clicando o botão. Lista por Áreas é uma forma de saída muito útil para exportar resultados fora de Redatam. Todas as gerações de Redatam (desde 1986) foram desenhadas com o objetivo de facilitar a localização de áreas pequenas definidas pelo usuário dentro de uma base de dados mais ampla e, além disso, agilizar o processamento estatístico enfocado somente a estas áreas. Nos últimos anos, os usuários além de interessar-se pelo processamento de informação sobre uma área pequena dada, incluíram no seu enfoque analítico a dimensão espacial, requerendo informação sobre muitas áreas pequenas de uma vez. Isto permite estudar variações espaciais entre áreas pequenas dentro de uma área de estudo, por exemplo, todas as quadras dentro de uma comuna ou município. Para satisfazer esta necessidade, R+G4 inclui a Lista por Áreas como um tipo especial de saída ou resultado. Numa Lista por Áreas cada uma das linhas de uma tabela se refere a uma área geográfica diferente, como os distritos numa província ou as quadras de uma cidade, e as colunas são para as variáveis ou campos. A Lista por Áreas é especialmente importante em R+G4, já que pode enviar informação a um Sistema de Informação Geográfica (SIG) para sua análise espacial e mapas temáticos produzindo novas Seleções baseadas em critérios de cálculo e manipular a informação com outros programas, por exemplo, planilhas de cálculo, ou gravada como arquivo xbase para seu uso com administradores de bases de dados comerciais. Os registros ou linhas se referem a Áreas A Lista de Áreas tem a aparência de uma tabela tipo xbase (.dbf) onde as linhas representam uma lista de áreas geográficas e as colunas são as variáveis que descrevem cada registro (por exemplo, o número de domicílios dessa subárea). O código geográfico de cada uma é mostrado na coluna da esquerda. As colunas se referem a variáveis (campos) A Listas de Áreas é o formato de saída que R+G4 usa para traspassar dados ou características de áreas geográficas a mapas e assim criar mapas temáticos ou criar seleções baseadas em critérios de localização. Uma Lista por Áreas pode ser exportada diretamente a um formato xbase (.dbf). 22

23 As colunas de uma Lista por Áreas representam atributos, descritores ou variáveis de cada área; algumas vezes estas variáveis são denominadas campos. Um descritor (ou variável) deve estar no mesmo nível da entidade que se usa na tabela de saída, por exemplo, o total de pessoas por quadra se a tabela foi criada para a entidade quadra. Quando a variável corresponde a uma entidade inferior, como a variável sexo das pessoas dentro de uma quadra, a Lista de Áreas contém a distribuição das pessoas separando cada categoria numa variável ou campo distinto. Ver também Contagem de elementos por entidade geográfica. PROGRAMA Conjunto de instruções que o usuário empregou para "pedir" ao sistema a obtenção de estatísticas provenientes da base de dados. Estes podem ser escritos diretamente pelo usuário ou ser gerados por R+G4. Em R+G4 se utilizam dois tipos de linguagem para escrever os programas. O primeiro é a linguagem padrão, que se vem usando desde winr+ v1.2, e onde uma freqüência se escreve da seguinte maneira: RUNDEF Run1 SELECTION ALL TABLE tab1 AS FREQUENCY OF PESSOA.sexo A outra linguagem, chamada de Pivot, é a que se está aplicando nos novos produtos da família R+G4 para facilitar sua programação interna. A freqüência anterior se escreveria assim: [RUNDEF] SELECTION=ALL TABLES=1 [TABLE1] NAME=Tab1 AS=DISTRIBUTION NDIM=1 VARIABLE1=PESSOA.sexo Ver também obter tabulados rápidos Definições Gerais QUE BASES DE DADOS UTILIZAR? É possível criar suas próprias bases de dados ou importar uma base de dados da versão anterior de Redatam, winr+ v1.2 (Espaço de Trabalho). Outras bases de dados criadas com 23

24 versões mais antigas devem ser previamente convertidas a winr+ v1.2 antes de serem usadas com R+G4. Para converter bases de dados Redatam de winr+ v1.2: Selecione a opção Arquivo >Importar desde o menu principal. Localize o arquivo.mdb correspondente ao Espaço de Trabalho. Clique no botão OK. Uma vez que o dicionário seja convertido, este aparecerá na tela principal. Salve o dicionário. AMOSTRA Uma amostra é um subconjunto de uma população ou conjunto de dados. Dado que, em geral, não é prático analisar cada indivíduo de uma população, se utiliza uma amostra para realizar uma análise estatística. Uma das características dos censos de população é que algumas ou todas as perguntas se referem à população completa, fazendo deles uma fonte de informação factível para realizar estudos em áreas pequenas como por quadras, distritos ou comunas. Daí a importância de trabalhar com Redatam em estudos sobre áreas pequenas de análise. Ver também Ponderar variáveis ESTRUTURA DOS ARQUIVOS Além dos arquivos do Dicionário, uma Base de dados Redatam está formada por outros dois conjuntos de arquivos: a) os arquivos de dados e, b) os arquivos de ponteiros ou índices. Arquivos de Dados (.rbf) O sistema R+G4 guarda cada variável de uma entidade em seu próprio arquivo, com um "registro" para cada elemento da entidade. Assim, cada variável é um vetor de dados. Tais arquivos são conhecidos como arquivos transpostos, para distingui-los da forma mais comum de organização de dados estatísticos, onde todas as variáveis de cada elemento são guardadas em registros individuais, de maneira que um só arquivo contém todas as variáveis para todos os elementos. Na estrutura de arquivo transposto de Redatam, existe um arquivo para sexo, outro para tipo de domicílio, etc. Isto, entre outras vantagens, faz com que o processamento do sistema seja eficiente, já que permite que o sistema leia somente as variáveis especificamente envolvidas num determinado processo. Arquivos de Ponteiros (Índices.ptr) Estes arquivos são os responsáveis pela conexão entre os elementos das entidades e suas entidades inferiores. Cada entidade tem um arquivo de índices, com elementos que "apontam" desde os elementos da entidade superior até os elementos da entidade propriamente dita. 24

25 PROCESSAMENTO HIERÁRQUICO A estrutura hierárquica de uma base de dados R+G4 permite que a derivação de resultados baseados em dois ou mais níveis (chamados entidades em R+G4) seja feito mais facilmente que com a maioria dos outros programas de tabulação. Desta forma, a criação de uma tabela para conhecer a quantidade de pessoas, sejam homens ou mulheres, que vivem em domicílios com água canalizada só necessita uma consulta com a combinação de duas variáveis: SEXO e AGUA, ainda que estas estejam em distintos níveis. Esta é, sem nenhuma dúvida, uma das facilidades de R+G4 para criar estatísticas mediante a agregação de registros individuais aproveitando a organização hierárquica de sua base de dados por geografia (note que uma base de dados pode ser muito mais complexa, com vários ramos, como a que se aprecia na figura). Desta maneira, uma estatística agregada, por exemplo, a percentagem de crianças menores de 5 anos de idade em cada distrito, que vivem em domicílios sem água potável, pode ser obtida facilmente a partir da informação individual de domicílios e pessoas. Conteúdo do Sistema R+G4 Base de dados ABRIR UMA BASE DE DADOS Uma sessão de R+G4 trabalha informação proveniente de uma base de dados previamente criada para R+G4. Uma base de dados é manipulada através de seu dicionário (arquivo.dic para R+G4). 25

26 Para abrir uma base de dados (ou seu dicionário correspondente) clique no ícone selecione desde o menu principal a opção Arquivo >Abrir >Dicionário. Na janela de diálogo que aparece, se deve localizar o arquivo correspondente ao dicionário (.dic) da base de dados com que se deseja trabalhar. Se existe uma base de dados anterior à versão de R+G4, então deve-se importar o dicionário das versões anteriores. Por exemplo, um Espaço de Trabalho (arquivo.mdb) de winr+ v1.2, ou dicionário (arquivos.def e.con) de Redatam-Plus ou Redatam 3.1 versão DOS. Uma vez aberta a base de dados, esta é a base ativa do sistema. ou Ver também Diretório do Projeto. VERIFICAÇÃO DE CONSISTÊNCIA Existem dois processos que deveriam ser executados quando a base de dados tenha um comportamento "anormal" ao se processada: Relatório de Erros e Localizar Arquivos. Eles se encontram em Dicionário >Consistência no menu principal. Relatório de Erros Gerar um relatório em que se descreve a verificação de consistência de TAMANHOS entre o dicionário e os arquivos que armazenam as entidades (ponteiros) e variáveis (arquivos.rbf). O processo verifica se todos os arquivos têm os tamanhos que deveriam ter de acordo à informação no dicionário. Caso não encontre erros, o resultado desse processo é uma lista das entidades com seu respectivo número de casos. Caso contrário, o resultado apresenta o arquivo com o tamanho inconsistente, e a informação do tamanho que deveria ter (tamanho lógico) e seu tamanho real (tamanho físico). Localizar Arquivos Permite dirigir o dicionário de uma base de dados para onde estão armazenados fisicamente os arquivos das variáveis e ponteiros (arquivos.rbf e.ptr). Com este propósito, se alcança unir o dicionário com a base de dados e assim, quando o usuário selecione uma variável, esta poderá efetivamente ser utilizada num processo estatístico. Este processo deve ser realizado sempre que uma base de dados é trasladada de um computador a outro ou é transferida de diretório (pasta) ou unidade de disco, isto é, quando a base de dados mudar seu "endereço". Passos a seguir para verificar a consistência: Selecione a opção Dicionário >Consistência >Localizar arquivos desde o menu principal. Utilizando a janela de diálogo que se abre, o usuário deverá buscar aqueles arquivos que não tenham referência no dicionário. Se o arquivo não existe, pressione o botão Cancelar para cancelar a busca desta variável e prosseguir com as outras. Não se esqueça de salvar o dicionário depois da localização. 26

27 IMPORTAR UM DICIONÁRIO R+G4 trabalha com um novo dicionário de dados (arquivo.dic). Portanto, se você tem uma base de dados anterior, deverá importar o Espaço de Trabalho (arquivo.mdb) de winr+ v1.2. Os arquivos da base de dados não são convertidos no processo de importação, só os dicionários. R+G4 só permite a importação de um Espaço de Trabalho (ou dicionário) desde winr+ v1.2 (arquivo.mdb). Para converter dicionários de versões mais antigas, isto é, o dicionário composto pelos arquivos.def,.lbl e.con de Redatam-Plus ou Redatam v.3.1 para DOS, deverá utilizar winr+ v1.2. Passos para realizar a importação: Fechar a base ativa, se existe. Selecione a opção desde o menu principal Arquivo >Importar >winr+ v1.2 Espaço de Trabalho Localizar e selecionar o Espaço de Trabalho de winr+ v1.2 (.mdb). Depois de realizada a importação, aparece uma mensagem de fim da importação "Fim da importação " indicando que a importação terminou de modo satisfatório. Finalmente, na tela aparece uma janela com o dicionário no novo formato. É recomendável que sejam verificados os arquivos de variáveis para atualizar a localização destes. Isto se realiza com a verificação de consistência desde o menu principal. FECHAR A BASE Para fechar uma base de dados, usar a opção Fechar no menu Principal, ou, como em qualquer outra janela de Windows, clicar no "X" da parte superior direita da janela. Dicionário JANELA DO DICIONÁRIO A janela do dicionário mostra toda a informação sobre a base de dados que se está trabalhando e que se armazena no dicionário (arquivo.dic). Esta janela se encontra dividida em duas seções. Na seção da esquerda se mostra toda a estrutura da Base de Dados. Uma barra de cor cinza e/ou azul em posição horizontal indica a entidade ativa ou selecionada. Na seção da direita se mostram as variáveis que descrevem características de cada elemento pertencente à entidade ativa da seção da esquerda. 27

28 Pode-se, ao localizar o mouse em qualquer entidade da seção esquerda e clicar sobre ela, verificar como o conteúdo da seção direita se modifica em relação à entidade ressaltada. Isto lhe permite verificar rapidamente as variáveis que pertencem a cada entidade (a entidade define o nível da variável, pelo que podemos dizer que a variável "sexo" se encontra no nível de pessoa). Características das variáveis e entidades Cada variável original da base de dados é identificada com o símbolo ao lado. Aquelas variáveis correspondentes ao código geográfico são acompanhadas do símbolo e aquelas variáveis que contém os nomes de entidades são acompanhadas do símbolo. Pode-se selecionar uma variável da seção da direita (localizando o mouse e dando um duplo clique sobre ela) e revisar algumas características como rótulo, categorias, valores mínimo e máximo, disponibilidade da variável e alguma outra informação que possa ser de utilidade. Classificação da lista de Variáveis Um clique do mouse no cabeçalho de qualquer coluna da lista faz com que o sistema classifique a lista em ordem alfabética de acordo ao campo da coluna. Por exemplo, um clique na coluna "Rótulo da Variável" classifica a lista em ordem alfabética de rótulos. Mover as seções internas (seção de entidades e seção de variáveis) da janela do dicionário As seções (painéis) dentro da janela do dicionário podem mudar de tamanho movendo-se a barra divisória com o mouse. Localize o ponteiro do mouse sobre a linha divisória e com o ponteiro pressionado mova a linha até alcançar a posição desejada. Se a linha é corrida totalmente até um extremo fazendo desaparecer uma das seções, esta volta a aparecer com um duplo clique do mouse sobre a linha divisória. Adicionalmente, existe a opção de apresentação vertical das variáveis em Dicionário >Apresentação >Vertical. VISTA RÁPIDA DE CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DE ENTIDADES E VARIÁVEIS Cada variável e entidade tem propriedades e características que as definem. Estas características podem ser revisadas em qualquer momento em forma rápida abrindo a janela com "Informação" básica de uma variável ou entidade. Passos para mostrar informação básica: Abrir a janela do dicionário. Selecionar a entidade que contém a variável a revisar. Selecionar a variável com um clique do mouse. Selecionar a opção Informação desde o menu ativado com o botão direito do mouse ou clique em Dicionário > Informação no menu principal. 28

29 A janela com Informação básica permanece aberta até que o usuário a feche. Pode-se selecionar outra variável para ver sua Informação básica clicando com o mouse ou usando as flechas para cima e para baixo do teclado. PROPRIEDADES DA ENTIDADE Esta janela aparece com um clique no botão direito do mouse sobre o nome de uma entidade no Dicionário. A janela é usada para verificar e modificar as características da entidade na base de dados. Rótulo Variável de códigos Selecionável Variável de nomes Rótulo da entidade. Para as entidades selecionáveis, é o nome da variável que contém os códigos da entidade. Esta variável tem que ser do tipo STRING. Marcar (ou desmarcar) a entidade como selecionável. Para ser selecionável uma entidade necessita que todas suas entidades superiores sejam selecionáveis, e além disso, deve ter uma variável de códigos de tipo STRING, para identificar seus elementos. Para as entidades selecionáveis, por exemplo, região, é o nome da variável que contém os nomes dos elementos da entidade. Esta variável tem que ser de tipo STRING. PROPRIEDADES DA VARIÁVEL Esta janela aparece com um clique no botão direito do mouse sobre o nome de uma variável no Dicionário. Ela tem três painéis, Geral, Especificações Técnicas, e Documentação, comandados pela barra superior. A janela é usada para verificar e modificar as características da variável na base de dados. Painel "Geral" Tem dois tipos de informação, o rótulo da variável e suas categorias. O rótulo aparece numa caixa de edição, e pode ser modificado. As categorias são apresentadas numa tabela, contendo o código e a descrição de cada categoria. Pode-se agregar elementos (categorias) a essa tabela, assim como deletá-los, deletar toda a lista, além de poder mudar seu conteúdo. A ordem das categorias será a mesma em que aparecem na tabela. Painel "Especificações Técnicas" Para a definição das características de geração da variável. Estas opções NÃO devem ser modificadas por usuários com pouca experiência no sistema, porque seguramente vão modificar o comportamento da variável na base. Tipo Tamanho Faixa Pode ser INTEGER (mais comum), REAL (para as variáveis com ponto decimal), ou STRING (para as alfanuméricas ou as variáveis de códigos da entidade). Somente para o tipo STRING, informa o tamanho em bytes da variável. Informa o limite mínimo e máximo dos valores possíveis para a variável. Valores fora desse intervalo que apareçam no arquivo de entrada, serão transformados, em tempo de geração, no valor informado para 29

30 Decimais Não Aplica Valor Omitido Formato de arquivo Nativo R+G4 Valor Omitido (Missing). Variáveis de tipo STRING não têm definição de faixas. Somente para o tipo REAL, apresenta o número de decimais da variável. Informa o valor que o sistema assignará aos casos nos quais o valor original se apresente como branco. Por default, é o limite máximo mais 1. Como não há verificação de limites para as variáveis de tipo STRING, estas não necessitam a informação de Não se Aplica. Informa o valor que o sistema assignará aos casos nos quais o valor original se apresente fora dos limites aceitáveis. Por default é o limite máximo mais 2. Como não há verificação de limites para as variáveis de tipo STRING, estas não necessitam a informação de Valor Omitido. Informa o nome e a localização do arquivo que contém a variável (.bin o.rbf) e se este arquivo está disponível ou não (se existe ou não). Em seguida se informa o tipo (formato nativo de Redatam) e o tamanho que ocupa a variável. Esta informação é útil no momento de necessitar modificar a leitura de uma variável original. Com esta informação podese redefinir a variável e sua faixa. Painel "Documentação" Alias Grupo Sensível Documentação Para atribuir um "apelido" para a variável, pelo qual a variável também será conhecida na base. Para agrupar variáveis no dicionário. Marcar variáveis como sensíveis. Isto permite que a variável seja tratada de uma maneira especial pelo sistema, impedindo que valores muito pequenos para uma tabela sejam mostrados. Para escrever qualquer comentário relevante para documentar a variável em questão. DIRETÓRIO DO PROJETO É muito recomendável que para cada dicionário se defina o Diretório de Projeto, que é o lugar aonde se armazenarão os tipos de arquivos R+G4 associados ao dicionário, o qual ajuda na obtenção de uma melhor organização e facilita a procura de arquivos. O nome deste diretório aparece ao pé da janela do dicionário. Para realizar esta definição, utilizar a opção do menu principal Dicionário >Definir Diretório do Projeto. No caso de não definir este diretório de projeto, R+G4 assume o Diretório de Trabalho por default, que se define em Preferências. No diretório de projeto se armazena um arquivo de extensão.prj que contém as informações sobre opções escolhidas pelo usuário relacionadas com a base de dados, tais como a seleção geográfica por default, os filtros pré-programados, etc. 30

31 JANELA DE BUSCA NO DICIONÁRIO A janela de Busca é usada para encontrar entidades e variáveis que contenham um determinado texto em algum de seus campos. Essa facilidade do dicionário é importante quando o usuário não está familiarizado com o conteúdo da base, ou o dicionário tem muitas variáveis. Buscar texto O texto de busca pode ser digitado diretamente na caixa, ou pode-se usar a flecha na direita para usar um texto de uma busca anterior. Opções Maiúscula e minúscula - Letras maiúsculas serão consideradas distintas de suas correspondentes minúsculas. Somente palavra completa - Com esta opção, o texto a ser encontrado não pode ser parte de uma palavra. Isso é usado para buscar, por exemplo, "valor" e não considerar "valorização". Não considerar acentos - Para tratar da mesma maneira as letras acentuadas e não acentuadas, assim como a "ñ" como um "n" e o "ç" como "c". Origem Desde a variável - A busca começa a partir da variável ativa no dicionário. Desde o início - A busca começa a partir da "raiz" do dicionário. Alvo Define o(s) campo(s) a serem usado(s) na busca. Seleção DEFINIR UMA NOVA SELEÇÃO Passos para criar uma seleção Para definir uma seleção deve-se abrir a janela de seleção mediante a opção Arquivo >Novo >Seleção. Na janela que se abre aparece a estrutura da base de dados, começando pelo ramo superior, isto é, o nível mais agregado da base de dados. Utilizando a opção expandir, desde o menu dinâmico, abra este ramo em seu segundo nível. Outra opção para manejar as funções dentro de uma janela de seleção é utilizar a barra de ferramentas. 31

32 As opções são as mesmas que aparecem no menu dinâmico. Os elementos deste segundo nível (geralmente correspondem a entidades geográficas), são mostrados através de seu código, através de seu nome, ou os dois. Repita o processo de expandir os níveis em seus níveis inferiores. Posicione o cursor sobre o elemento ou entidade geográfica que deseja selecionar. Marque a seleção com um duplo clique com o mouse ou utilizando a opção selecionar do menu que se abre com o botão direito do mouse. O quadrado ao lado do nome do elemento selecionado fica amarelo. Repita o processo de seleção para todos os elementos que deseje incluir no novo conjunto de seleção. Se é selecionado um elemento que não foi expandido em elementos inferiores (não tem o símbolo ao lado), todos os elementos abaixo deste nível são selecionados. Para contrair um ramo expandido junto com todos os elementos que contém, posicione o mouse sobre a esquina da árvore que apresenta um sinal e clique sobre ele. Para salvar os elementos selecionados, escolha, desde o menu principal, a opção Arquivo >Salvar. Dentro da janela de diálogo que se mostra substitua o *.slw pelo nome do arquivo (ver salvar uma seleção). Deselecionar as áreas pintadas em caso de querer mudar uma seleção. Ver também seleção geográfica Ver também menu de seleção MODIFICAR UMA SELEÇÃO EXISTENTE Para abrir uma seleção existente, use a opção Arquivo >Abrir >Seleção, e use a caixa de diálogo para localizar o arquivo de seleção a ser modificado. A seleção pode ser uma seleção proveniente de winr+ v1.2 (arquivo com a extensão.sel), ou uma seleção criada no novo formato R+G4 (arquivo com a extensão.slw). O formato desses arquivos é distinto, mas seu conteúdo lógico é o mesmo. O programa Editor de Seleção converte o formato antigo para o novo formato. 32

33 Usar os mesmos procedimentos descritos na definição de uma nova seleção para modificar a seleção existente. SALVAR UMA SELEÇÃO Uma seleção criada pode ser armazenada em um arquivo para ser utilizada posteriormente. Para salvar uma seleção criada Com a janela de seleção ativa Escolha a opção Arquivo >Salvar desde o menu principal. Localize o diretório aonde quer salvar o arquivo de seleção (.slw) e digite o nome do arquivo, apertando depois o botão de Salvar. Ver também definir uma seleção Programação NÍVEIS DE PROGRAMAÇÃO O sistema R+G4 possui três níveis de obtenção de resultados da base de dados: a) Resultados Rápidos; b) Assistente de Programação; e c) Editor Livre de Programação. O primeiro nível está desenhado para que se possa produzir tabulados somente com a utilização do mouse, sem necessidade alguma de programação. Entretanto, este nível tem algumas limitações, como a de não permitir a construção de variáveis derivadas. O segundo nível se apoia num Assistente de Programação, o qual exige muito pouco conhecimento da linguagem R+G4, e constrói programas completos que podem usar toda a flexibilidade existente no sistema. O terceiro nível é destinado aos programadores familiarizados com a linguagem R+G4, os quais poderão sentir-se mais "à vontade" com uma forma totalmente livre de escritura de programas. Resultados Rápidos RESULTADOS RÁPIDOS A janela de Resultados Rápidos é acessada diretamente pela função de Processo Estatístico desde o menu principal, e tem cinco tipos distintos de processos, quais sejam: Freqüências Cruz de variáveis Médias Contagem Abrir uma janela para realizar uma freqüência simples. Abrir uma janela para realizar um cruzamento de variáveis. Abrir uma janela para realizar uma média. Abrir uma janela para realizar um contagem de elementos de uma entidade dada agregada a um nível geográfico determinado. 33

34 Lista por Áreas Abrir uma janela para realizar a distribuição de uma variável segundo um nível geográfico determinado. Ao acessar qualquer destas funções o sistema mostra a janela de Processo Estatístico, programada em forma de painéis, que são: Especificações da tabela Especificações de execução Avançado Especifica as variáveis envolvidas no processo desejado. Obrigatório. Especifica parâmetros adicionais, tais como título, e a seleção geográfica. Se sugere como seleção geográfica a seleção default, que é ALL ou outra que foi definida previamente pelo usuário. Especifica os filtros a serem aplicados ao processo, o peso a ser usado, e a definição da quebra dos resultados por áreas. Opcional. A janela possui uma Barra de Ferramentas, com botões para acesso aos painéis (também podem ser acessados com um clique na aba superior com o nome do painel), um botão para execução do processo, e um botão muito interessante para a transformação dos parâmetros das janelas em um programa R+G4. Este botão, ao lado do botão de execução, abre uma caixa de diálogo para que o usuário salve o programa, em linguagem R+G4, num arquivo.spc. A vantagem deste procedimento é que ele permite que se aprenda a programar com o sistema, e use o programa recém salvado como um exemplo de programação, podendo editá-lo no Editor Livre ou na forma de Programação Assistida. RESULTADOS RÁPIDOS - ESPECIFICAÇÕES DE TABELA Este painel é dependente da forma de resultados rápidos que se quer obter. Freqüências, Cruzamentos e Médias Estes painéis têm funções similares, a de definir a(s) variável(s) que terá sua distribuição calculada. Use o mouse para arrastar as variáveis do dicionário para as caixas correspondentes. No caso da freqüência existe somente uma caixa, enquanto que para os Cruzamentos existem duas caixas (uma para as variáveis de linha e a outra para as variáveis de coluna). A média necessita uma terceira caixa, para especificar a(s) variável(s) a ter sua média calculada. Contagem Para a contagem é necessário especificar duas entidades, o nível de contagem e a entidade a ser contada. Por exemplo, contar os domicílios (entidade a contar) para cada província (nível de contagem). Lista de Áreas Para a lista de áreas é necessário também especificar o nível de saída da lista (por exemplo, províncias), e as variáveis que serão listadas. Nessa lista poderão entrar as variáveis da 34

35 mesma entidade da lista (ou entidades superiores), ou variáveis de entidades inferiores que possam ser tabuladas. categorias. As variáveis a utilizar-se devem ser de tipo INTEGER com menos de 255 RESULTADOS RÁPIDOS ESPECIFICAÇÕES DE EXECUÇÃO Para especificar o nome de identificação do resultado de saída, um título para este resultado, e o arquivo de seleção geográfica. Seleção O arquivo tem que existir, quer dizer, tem que estar previamente gravado em disco. Use o módulo de Seleção Geográfica para criar o arquivo. Existem três maneiras de definir o arquivo de seleção (.slw): Escrever diretamente o nome e diretório de um arquivo de seleção geográfica na caixa, Usar a flecha da caixa para mostrar todos os arquivos de seleção localizados no diretório do projeto, ou Utilizar o botão de navegação à direita da caixa para localizar o arquivo no disco. Se o nome é digitado à mão, se o arquivo de seleção está no diretório do projeto não é necessário escrever todo o caminho completo, somente o nome do arquivo (sem extensão). Se a seleção fica em branco, o programa assume SELECTION ALL (toda a base). RESULTADOS RÁPIDOS - AVANÇADO Especifica o filtro a ser aplicado ao processo, o peso a ser usado, e a definição da quebra dos resultados por áreas. Filtro É possível escrever diretamente a sintaxe do filtro, ou usar o botão do construtor de expressões à direita do campo para ajudar na escritura. O campo também aceita arrastes de variáveis desde o dicionário. Areabreak Use a flecha à direita para escolher a entidade correspondente ao nível desejado. Este é o nível de gravação de registros. Por exemplo, PROVINCIA, e nesse caso sairá um resultado com uma linha para cada província na base de dados. 35

36 Peso É possível escrever diretamente a sintaxe do peso, o qual, em geral, é o nome de uma variável. Pode-se também usar o botão do construtor de expressões para ajudar na escritura. O campo também aceita arrastes de variáveis desde o dicionário. Resultados ADMINISTRADOR DE TABELAS É a janela comum a todos os processos (TABLE) relacionados com a base de dados. A janela possui dois painéis verticais, similar ao explorador de Windows. Painel esquerdo Tem um formato de árvore com a lista de todos os resultados produzidos pela base de dados durante a sessão. Cada tabela aparece numa linha, com uma marca ao lado esquerdo para informar se a tabela está selecionada ou não (tabelas selecionadas podem ser gravadas todas em uma única planilha, usando-se o menu dinâmico). Um duplo clique no botão esquerdo do mouse sobre um elemento (tabela) na árvore abre a janela individual da tabela. Um clique no botão direito do mouse sobre um elemento (tabela) na árvore aciona o menu dinâmico (popup) do Administrador. Painel direito Visualização do conteúdo do resultado selecionado no painel da esquerda, o resultado se apresenta de forma similar a uma planilha Excel. SALVAR A TABELA Para salvar uma tabela, clique sobre a tabela no painel esquerdo e chame o menu dinâmico. Este menu oferece a possibilidade de salvar somente a tabela, todas as tabelas da execução, ou somente as tabelas marcadas (selecionadas). Se deverá definir o nome do arquivo de saída (em formato Excel). Todas as tabelas marcadas serão guardadas no mesmo arquivo, cada uma como uma planilha distinta nesse arquivo. MENU DINÂMICO DO ADMINISTRADOR DE TABELAS Este menu é acionado pelo botão direito do mouse, com as seguintes entradas: Mostrar Abrir a janela individual da tabela (o mesmo que um duplo clique). 36

37 Graficar Mostrar todo o grupo Selecionar/ Deselecionar Selecionar Todo o grupo Deselecionar Todo o grupo Configuração de página Imprimir Mostrar todos os processos Salvar grupo >Todos >Selecionados Mostrar o resultado da tabela em formato de gráfico. Pode-se trabalhar com o gráfico default determinado pelo sistema de acordo às características do resultado, ou escolher diretamente um tipo de gráfico específico, os quais são: Pizza, Barra, Multi Barra, Barra Horizontal, Linha e Pirâmide Etária. Abrir a janela individual de todas as tabelas da execução (o cursor tem que estar sobre o nome de um processo). Marcar ou desmarcar a tabela como selecionada. As tabelas selecionadas podem ser salvadas numa mesma planilha de saída. Selecionar (marcar) todas as tabelas da sessão. Deselecionar (desmarcar) todas as tabelas da sessão. Invocar a caixa de diálogo para configurar as opções da impressora. Imprimir a tabela. Expandir a árvore de tabelas mostrando todas as tabelas. Salvar todas as planilhas das execuções. Salvar somente as tabelas marcadas como selecionadas. JANELA INDIVIDUAL DA TABELA Esta janela é acionada por um duplo clique no botão esquerdo do mouse sobre um elemento da árvore de saídas de resultados no Administrador de Tabelas. A janela tem dois formatos básicos: Formato Tabela (para Freqüências, Cruzamentos e Médias) Similar a uma planilha Excel. A entrada Ver no Menu da Janela Individual de Tabelas mostra as possibilidades de tratamento dos resultados. Formato Lista (para Contagens e Lista de Áreas) Similar a um arquivo xbase (.dbf). A entrada Coluna no Menu da Janela Individual de Tabelas mostra as possibilidades de tratamento dos resultados. Possui uma barra de botões com funções alternativas também para o tratamento dos resultados. Um duplo clique no botão esquerdo do mouse sobre o cabeçalho da coluna faz com que essa seja a coluna (variável) ativa. 37

38 Pode-se mudar colunas de lugar: clique no identificador da coluna e arraste-a para a posição desejada. BARRA DE FERRAMENTAS NA JANELA DE LISTAS DE AREAS Botões de LOCALIZAÇÃO do registro ativo Primeiro registro da lista. Registro anterior. Registro posterior. Último registro da lista. Botões de EDIÇÃO do registro ativo Inserir um registro na lista. Deletar um registro da lista. Editar o registro ativo. Botões de CLASSIFICAÇÃO da coluna ativa Ordem ascendente. Ordem descendente. IMPRIMIR RESULTADOS Para imprimir os resultados de uma tabela selecione a opção Arquivo >Imprimir desde o menu principal. Pode-se visualizar a tabela antes de dar a ordem de impressão com a opção Arquivo >Impressão prévia. Com a opção Arquivo >Configuração de impressora se pode definir câmbios nas especificações da impressora ou folha de impressão. 38

39 Uma volta por R+G4 Tour rápido RESUMO DO PRIMEIRO GUIA Neste primeiro guia você se familiarizará com o estilo e sentido de R+G4. Em particular, aprenderá a: Identificar os componentes da tela principal de R+G4 e sua barra de ferramentas; Abrir um dicionário; Obter informação de variáveis e entidades; Usar as facilidades de ajuda de REDATAM+G4; Obter tabulados rápidos com REDATAM+G4; Executar um processo estatístico TELA PRINCIPAL A tela principal de R+G4 consta de um menu principal com opções para realizar uma sessão de trabalho em R+G4. Embaixo do menu principal existe uma barra de ferramentas que mostra as opções básicas dependendo da janela ativa, como "salvar", "preferências" (ou parâmetros gerais) e "obter ajuda". Alguns dos ícones da barra de ferramentas são específicos da janela ativa, e portanto não são visíveis em outras janelas do sistema. Todas as janelas Preferências Ajuda Janela Principal (vazia) Abrir um dicionário de uma base de dados existente Janela do Dicionário Salvar o dicionário Janela de Programação Novo programa Salvar o programa Executar o programa 39

40 Janela de Seleção Nova seleção Salvar a seleção Janela de Resultados Salvar o resultado Imprimir Visualizar impressão Graficar Mapear OBTER TABULADOS RÁPIDOS Numa sessão de R+G4 você pode utilizar interfaces que geram automaticamente um programa "atrás da cena" para: Obter a distribuição de uma variável Obter uma média de variáveis Realizar Cruzamento de Variables. Selecionar o universo de tabulação. Tabular valores e ponderados. Tabular casos totais ou percentagens. Salvar os tabulados em vários formatos. Copiar os quadros para planilhas ou documentos. Produzir tabelas por áreas geográficas. Produzir uma contagem de elementos dada uma área geográfica. O programa é executado e retorna automaticamente os resultados ao usuário em forma de tabela ou quadro de resultados. Passos para obter resultados Desde o menu principal selecione, no menu Processo Estatístico, a opção que coadune com o processo que se deseja executar: FREQÜÊNCIAS, CRUZAMENTO DE VARIÁVEIS, MÉDIA, CONTAGEM, ou LISTA POR ÁREA. Desde a janela do Dicionário selecione com o mouse a variável que deseja processar. 40

41 Tome a variável (o nome) e arraste-a para a caixa em branco dentro da janela de Processo Estatístico. Preencha a caixa com a(s) variável(s) que deseje processar. Execute o processo estatístico com um clique sobre o ícone na barra de ferramentas. Espere que o processo finalize e revise os resultados (Tabela de resultados) apresentados na janela de saída. MÉDIA DE UMA VARIÁVEL Em R+G4 uma tabela de médias é obtida da seguinte maneira: Selecione desde o menu principal a opção Processamento Estatístico >Médias. Da Janela do Dicionário, deve-se selecionar, tomar e arrastar a variável que se quer calcular a média até a janela de Definição de Processo Estatístico. Colocá-la na caixa rotulada "Média de:". A seguir selecionar a variável a utilizar como referência da média, arrastá-la e localizá-la na caixa rotulada "variável". Se desejar cruzar esta variável por outra deve-se selecionar e arrastar para a caixa rotulada "cruzada por". Executar o processo com um clique no ícone. TABELAS: FREQÜÊNCIAS E CRUZAMENTOS As saídas de um programa executado para uma seleção dada se denominam Tabelas e são o resultado dos processos estatísticos realizados através de um tabulado rápido, As tabelas de saída podem ser organizadas segundo Freqüências, Cruzamentos, Médias, Contagens e Listas de Áreas utilizando as variáveis existentes no dicionário. Para colocar um título na tabela de resultados, este deve ser indicado na janela de tabulados rápidos na página parâmetros gerais. EXECUTAR Executar se refere a tudo que R+G4 realiza para produzir os resultados. Um Programa pode envolver a criação de muitas variáveis derivadas e a produção de vários resultados. Entretanto, só é possível processar uma Seleção em uma Execução determinada. Isto é, se desejarmos obter o mesmo conjunto de tabulações para duas áreas de planejamento distintas, deverá se executar duas vezes o processo. Uma "Execução" também pode ser chamada um "processo". Antes de executar um Programa, R+G4 compila as instruções para comprovar que a sintaxe dos comandos está correta; senão, indica onde existem erros. Ademais, permite criar indicadores através de programas criados pelo usuário, os quais passam por uma revisão, compilação e execução. Em R+G4 se utiliza o ícone para executar um processo estatístico. 41

42 Tour avançado RESUMO DO SEGUNDO GUIA Neste segundo guia você aprenderá a: Utilizar seleções geográficas para seus tabulados; Incorporar filtros para condicionar um tabulado; Criar uma Lista por Área; Contar elementos de uma entidade para distintos níveis geográficos. OPÇÕES As opções de um tabulado são condições que se agregam ao processo estatístico e como tal não são requisito para executar o processo. Estas opções são: Agregar um filtro ao processo estatístico Utilizar uma ponderação para o processo estatístico NOTA: R+G4 inclui mais uma opção: Definir um nível de agregação para os resultados. FILTROS Um processo estatístico, qualquer que seja (Freqüência, Cruzamento de variáveis, Média, Contagem ou Lista por Áreas), pode estar condicionado a um subconjunto específico de população. Por exemplo, calcular a distribuição da situação laboral só para aquelas pessoas que cumpram a condição de serem chefes de domicílio. A condição deve ser definida como uma expressão lógica na qual se utilizam as variáveis com a característica estabelecida e os operadores que se mostram na figura. Por exemplo O grupo que identifica os chefes de domicílio é escrito da seguinte forma: PESSOA.PARENT = 1 Se além disso se deseja restringir este grupo aos chefes de domicílio com mais de 40 anos, deve escrever-se da seguinte forma: PESSOA.PARENT = 1 AND PESSOA.IDADE >= 40 42

43 Note que sempre nos referimos a uma variável indicando a entidade a que pertence anterior ao nome da variável, isto é, entidade.variável (pessoa.parent). Passos para construir uma condição Abrir a janela de tabulados rápidos selecionando a opção Processo Estatístico >Freqüência desde o menu principal. Selecionar a variável da qual se quer obter a distribuição, desde a janela do dicionário e arrastá-la até a caixa de distribuição. Passar para o Painel Avançado com um clique no ícone para definir a condição. Se quiser, e conhecer os nomes das variáveis que formam a expressão, escreva a expressão diretamente na caixa em branco. Se desejar, pode utilizar o Construtor de Expressões como ajuda para escrever a condição. Clique no ícone para abrir esta janela. Uma vez escrita a expressão que forma a condição desejada execute o programa utilizando o ícone. Se desejar, imprima os resultados com a opção Arquivo >Imprimir desde o menu principal. PARÂMETROS GERAIS Os parâmetros gerais de um processo estatístico correspondem a: seleção geográfica a utilizar (por definição, "ALL" corresponde a toda a base de dados). Pode-se buscar a seleção geográfica desejada (arquivo.slw) com um clique no ícone inferior. título que se quer colocar no processo. Ingressar um texto qualquer dentro da caixa em branco. Ver também definição de uma seleção geográfica NÍVEL DE AGREGAÇÃO PARA OS RESULTADOS O nível de agregação dos resultados é o nível geográfico para o qual se mostrarão os resultados. Por exemplo, a distribuição por idade de uma comuna ou município é calculada para toda a comuna de uma vez. Porém, ao utilizar um nível de agregação, por exemplo, distrito, os resultados serão produzidos para cada distrito dessa comuna. CONTAGEM DE ELEMENTOS POR ENTIDADE GEOGRÁFICA O resultado de um contagem simples é uma tabela (Lista por Áreas) que lista, para cada área geográfica existente dentro da seleção definida, uma contagem realizada dos elementos que 43

44 existem na entidade ou nível selecionado. Na primeira coluna, lista-se o código de cada área geográfica para a qual se definiu a contagem, e na segunda coluna, o valor resultante da contagem, isto quer dizer, a soma do número de elementos contados dentro de cada subárea. Por exemplo A contagem de pessoas (elementos) por cada comuna, dentro da base de demonstração Nova Miranda, supõe definir PESSOA na segunda caixa e COMUNA na primeira caixa. A tabela resultante listará o código da comuna na primeira coluna (REDCODE) e o total de pessoas dentro de cada comuna existente na base (ou na seleção utilizada) na segunda coluna. Em R+G4 uma tabela com uma contagem de elementos se obtém da seguinte maneira: Abrir a janela de tabulados rápidos selecionando a opção Processo Estatístico >Contagem desde o menu principal. Definir na primeira caixa em branco o nível de agregação dos resultados, isto é, o nível geográfico de saída dos resultados. Definir na segunda caixa em branco a entidade que contém os elementos que se deseja contabilizar. Definir parâmetros gerais. Se desejável, pode-se definir uma seleção geográfica para executar o processo. Definir opções para a contagem. Executar o processo clicando o botão. Uma outra possibilidade de realizar uma contagem é através de um programa R+G4 onde se define com DEFINE uma variável que conta os elementos e o resultado é expressado através de uma tabela com a cláusula AREALIST. DEFINE COMUNA.totpess 44

45 AS COUNT PESSOA TYPE INTEGER TABLE t2 AS AREALIST OF COMUNA, COMUNA.totpess Ver também Listas de Áreas CRIAR UMA LISTA POR ÁREA Passos Abrir a janela de tabulados rápidos selecionando a opção Processo Estatístico >Lista por Áreas desde o menu principal. Definir o nível de agregação dos resultados na primeira caixa; isto é, o nível geográfico de saída dos resultados. Da janela do dicionário arrastar a(s) variável(s) até a caixa da Lista por Áreas. Imediatamente o sistema escreve ao lado do nome da variável, o tipo, tamanho e alias da mesma. Execute o processo com um clique no ícone. A tabela de saída mostra cada campo rotulado com o nome da variável mais um número correspondente à categoria. A tabela de saída não aceita nomes de variáveis que comecem por números. No caso da base de Nova Miranda, se alguma das variáveis começar com um número (90asiste) este é trocado por um X (X0asiste). No modo de programação completa de R+G4 existe a possibilidade de mudar o nome de uma variável utilizando um alias. Ver também Listas de Áreas COMO UTILIZAR O CONSTRUTOR DE EXPRESSÕES Esta janela serve como ajuda para escrever uma expressão lógica que utiliza variáveis e operadores. O construtor de expressões é ativado através do ícone localizado em todas as páginas onde se definem as opções de um processo estatístico. 45

46 Passos para escrever uma expressão lógica: Da primeira coluna, selecione o nível ou entidade que armazena a variável ou característica que se vai usar na condição, com um clique simples. Depois, da segunda coluna, selecione a variável propriamente dita, e faça um duplo clique para que o nome dela passe para a janela superior, onde se escreve a expressão. Depois do nome da variável se deve selecionar o operador que se deseja usar: >, <, <>, =, >=, <=. Da terceira coluna se seleciona o valor da categoria que corresponde à expressão, ou simplesmente se escreve o valor ao lado do operador. Se a expressão utiliza mais de uma variável, unir a expressão já escrita com um AND ou OR. Para completar a segunda condição, se repetem os passos anteriores com a segunda variável. Ver também Painel do Construtor de Expressões PONDERAR CASOS Permite assignar a cada caso do arquivo de dados ativo um peso ou ponderação igual ao valor da variável especificada como ponderador. O uso pode ser para corrigir dados provenientes de pesquisas por amostra com diferentes probabilidades de seleção de casos, ou para expandir a base. Um outro uso é atribuir a casos dados numa distribuição o valor armazenado em outra variável. Por exemplo, calcular o número de filhos (variável "ponderadora") por grupo de idade (variável de distribuição) das mulheres. Ver também cruzamento de variáveis 46

47 Janelas EDITOR LIVRE O Editor de Comandos em Formato Livre é muito similar ao editor da versão winr+ v1.2. A tela principal contém somente a janela de edição, para ingressar os comandos, e um conjunto de botões na parte superior. Estes botões têm as seguintes funções, as quais podem ser acionadas também pelos menus: Usar o Editor Salvar o programa Compilar (verificar a sintaxe do programa) Executar o programa (também verifica a sintaxe) Gerador da linguagem pivot (só para comprovação, não é necessário utilizá-lo) Ajuda Ao abrir a janela do Editor Livre para criar um programa novo o sistema já escreve automaticamente o comando RUNDEF, sugerindo como seleção geográfica a seleção default, que é ALL ou foi definida previamente pelo usuário. Os comandos e cláusulas do programa são ingressados na janela de edição, que tem as funções básicas de copiar, cortar, colar, apagar, selecionar todo o texto, etc. Estas funções podem ser acionadas desde o menu Editar, desde o menu dinâmico, ou por suas teclas normais de atalho: Ctrl- Ctrl- Ctrl- Copiar um texto marcado Cortar um texto marcado Colar um texto previamente copiado ou cortado Para marcar (bloquear) textos no editor se arrasta o mouse (botão esquerdo pressionado) sobre o texto, ou usando as teclas de movimento (flechas, PgUp, PgDn, Home, End) com a tecla Shift pressionada. Compilar e Executar um programa Depois de editar e modificar o programa, use o botão de Compilar para verificar a sintaxe e corrigir os possíveis erros de escritura, ou diretamente o botão de Execução, o qual primeiro compila o programa, e caso não tenha erros, o executa. É recomendável que se salve o programa antes de cada execução. JANELA ASSISTIDA 47

48 A Janela Assistida é uma forma de programação totalmente dirigida à utilização do mouse, com um mínimo de necessidade de escritura ou conhecimento da sintaxe da linguagem. Ao invocar-se o Editor Assistido, a janela contém os comandos do programa em forma de uma lista separada por linhas horizontais. Se é um programa novo o Editor Assistido insere automaticamente o comando RUNDEF. Na parte superior da tela existe a Barra de Ferramentas, com botões que governam TODAS as funções do Editor: Arquivos Programa novo Abrir outro programa existente Salvar o programa Novos comandos Agregar novo comando TABLE Agregar novo comando DEFINE Agregar novo Comentário Organizar lista de comandos Mover o comando para cima na lista Mover o comando para baixo na lista Apagar o comando da lista Compilar e executar Compilar. Verifica a sintaxe do programa Executar. Verifica a sintaxe e executa o programa Modos de visualizar Pivot. Alterna a visualização dos comandos em linguagem Pivot ou em linguagem R+G4 Compacta. Alterna visualização de forma compacta (somente a linha inicial) ou todo o comando Editar comando Editor assistido para um comando existente Editor Livre para um comando existente Copiar e colar Copiar um comando para a área de transferência (clipboard). Colar um comando previamente copiado Ver também Trabalhando com a Janela Assistida 48

49 Resultados JANELA DE GRÁFICOS Esta janela é controlada pelo software TeeChart Pro, versão 5, que é muito flexível nas suas opções. A barra de ferramentas tem uma série de facilidades, das quais as mais importantes são: Editar Imprim ir Copiar Salvar Modifica as propriedades do gráfico. Envia o gráfico para a impressora. Copia o gráfico para a área de transferência Salva o conteúdo do gráfico para um arquivo de saída de formato proprietário. Editar As facilidades de edição permitem modificar todo o conteúdo do gráfico, desde seu tipo (pizza, barra, etc.) para usar tipos mais sofisticados, assim como os títulos, eixos horizontais e verticais, cores, legenda, e muito mais, inclusive até modificar os próprios valores a graficar! Copiar Essa facilidade é muito útil para incorporar o gráfico a um documento. Depois do clique no botão de "Copiar" do gráfico, ir a um processador de texto (Word, por exemplo) e executar "Colar", e o gráfico será copiado para o documento. Ver também Trabalhando com Gráficos, Preferências de Gráficos JANELA DE MAPAS Esta janela mostra o mapa da cobertura importada de um arquivo.shp, ou de um arquivo aberto de formato.mxp na opção Composição de Mapas. Se o mapa não aparece na janela, usar o menu principal Editar >Propriedades para especificar os detalhes do mapa. A janela de Propriedades é usada para modificar todas as informações que aparecem na tela, tais como o Título, Subtítulo, Legenda, etc. Auxiliares ASSISTENTE DO RUNDEF 49

50 Este assistente é acionado sempre que o comando bloqueado seja o RUNDEF, ou quando não exista algum comando bloqueado e se escolha o Assistente do RUNDEF no menu dinâmico do Editor Livre. Este assistente mostra todas as cláusulas existentes no comando RUNDEF, as quais estarão com os valores já programados caso o assistente tenha sido chamado com o comando RUNDEF bloqueado no Editor Livre. Estas são as seguintes: Nome Nome de identificação do programa. Não tem maiores funções. Seleção Definição (opcional) do arquivo que contém a definição da seleção geográfica. Universo Filtro (opcional) para selecionar os registros que serão processados no programa. Seleção O arquivo tem que existir, quer dizer, tem que estar previamente gravado em disco. Use o módulo de Seleção Geográfica para criar o arquivo. Existem três maneiras de definir o arquivo de seleção (.slw): Escrever diretamente o nome e diretório de um arquivo de seleção geográfica no combo box, Usar a flecha do combo box para mostrar todos os arquivos de seleção localizados no diretório do projeto, ou Utilizar o botão de navegação à direita do combo box para localizar o arquivo no disco. Caso o nome seja digitado à mão, se o arquivo de seleção estiver no diretório do projeto não é necessário escrever todo o passo completo, somente o nome do arquivo (sem extensão). Se a seleção está em branco, o programa assume SELECTION ALL (toda a base). Exemplo: C:\NMIR2000\Miranda.slw Universo É possível escrever diretamente a sintaxe do filtro, ou usar o botão do construtor de expressões à direita do campo para ajudar na escritura. O campo também aceita arrastes de variáveis desde o dicionário. Exemplo: PESSOA.IDADE > 10 ASSISTENTE DO DEFINE Este assistente é acionado sempre que o comando bloqueado seja um DEFINE, ou quando não exista algum comando bloqueado e se escolha o Assistente do DEFINE no menu dinâmico do Editor Livre. Este assistente mostra todas as cláusulas existentes no comando DEFINE, que estarão com os valores já programados caso o assistente tenha sido chamado com um comando DEFINE bloqueado no Editor Livre. O assistente está programado em forma de painéis, dos quais o primeiro é o DEFINE e está sempre visível (é o painel principal). Os demais painéis aparecem ou não de acordo ao tipo de DEFINE e às opções elegidas. Os painéis são os seguintes: DEFINE Determina o nome e entidade da variável, e comanda a existência dos outros painéis 50

51 Painel para cada forma de DEFINE EXPRESSION COUNT RECODE SWITCH DATASET Variável definida como o resultado de uma expressão construída com outras variáveis Variável definida como uma contagem de elementos de entidades inferiores Variável definida através da recodificação de valores de outra variável Variável definida como uma série de testes e expressões, do tipo se faça Variável externa lida de arquivos DBF ou da base mesma. Opcionais Salvar Avançado Documentação Para salvar a variável na base de dados Opções adicionais Rótulo da variável e suas categorias ASSISTENTE DO TABLE Este assistente é acionado sempre que o comando bloqueado seja um TABLE, ou quando não exista nenhum comando bloqueado e se escolha o Assistente do TABLE no menu dinâmico do Editor Livre. Este assistente mostra todas as cláusulas existentes num comando TABLE, as quais estarão com os valores iniciais caso o assistente tenha sido chamado com o comando TABLE bloqueado no Editor Livre. O assistente está programado em forma de painéis, dos quais o primeiro é o TABLE e está sempre visível (é o painel principal). Os demais painéis aparecem ou não de acordo ao tipo de TABLE e às opções elegidas. Os painéis são os seguintes: TABLE Determina o nome da tabela, a forma do TABLE, e comanda a existência dos outros painéis. Formas de Table Existe um painel para cada forma de TABLE: FREQUENCY Freqüência simples de uma ou mais variáveis. CROSSTABS Freqüência cruzada de duas ou mais variáveis. AVERAGE Média de variáveis, controlada por outras variáveis. AREALIST Lista de áreas de variáveis. MATRIXOP Operações matriciais. Opcionais Apresentação Formatação da apresentação dos resultados. 51

52 ESPECIFICAÇÃO DE FILTROS O filtro pode ser especificado manualmente, digitando-o na caixa de texto, ou com a ajuda do construtor de expressões. Não se esqueça de estabelecer um rótulo para cada filtro, com uma pequena descrição do mesmo. Este rótulo aparecerá na lista de filtros disponíveis nas janelas de processos rápidos e nos assistentes de programação. Eliminação de Filtros da lista Primeiro selecione o filtro na lista, pressionando a flecha vertical direita, até que o rótulo do filtro apareça, e use o mouse esquerdo para selecioná-lo. Depois pressione o botão de "Eliminar". Para que as modificações sejam efetuadas é necessário pressionar o botão de "Salvar" na barra de ferramentas. PREFERÊNCIAS R+G4 trabalha com certos parâmetros que já vêm previamente definidos. Entretanto, através desta janela é possível modificar alguns deles. As opções se agrupam em cinco seções: Geral Processo Idioma Fonte Gráficos SELEÇÃO POR DEFAULT Para definir a seleção geográfica que será usada em todos os processos. Ao instalar-se o sistema, esta seleção, por default, é "ALL", quer dizer, toda a base de dados. Entretanto, se o usuário necessita trabalhar muito freqüentemente com uma seleção geográfica específica, esse menu pode ser usado para defini-la. O sistema mostra uma janela para que se escolha o arquivo de seleção desejado. A partir desse momento, todos os módulos de R+G4 de interface com o usuário usarão esta seleção nos programas. Os arquivos de seleção mostrados na lista são aqueles que estão gravados no Diretório do Projeto do Dicionário de Dados. Uma vez definida a "Seleção Geográfica por Default", todos os processos estatísticos serão construídos com essa seleção. Por exemplo, para obter resultados rápidos, o sistema automaticamente preencherá o campo de seleção geográfica com a seleção por default. 52

53 Acontece o mesmo quando se abre uma janela para um novo programa, neste caso o sistema constrói o comando RUNDEF com a seleção por default. Para eliminar a seleção por default, abra a janela e pressione o botão de "Limpar", e em seguida o botão de "salvar". A partir desse momento a seleção por default voltará a ser toda a base (ALL). Ver também Seleção Geográfica Menus MENU PRINCIPAL O menu principal (algumas vezes o chamamos barra principal) tem as seguintes funções: Arquivo Dicionário Maneja todas as operações que tem relação com abrir, fechar, importar, etc., arquivos de R+G4, sejam dicionários, seleções, tabelas de saída, programas, etc. Reúne as funções para manejar o dicionário e suas propriedades. Processo Estatístico Apresenta janelas para a obtenção de tabulados rápidos, sem a necessidade de programação. Ferramentas Janela Ajuda Reúne funções avançadas de administração de bases de dados para os usuários com mais experiência. Opções para a apresentação das janelas ativas. Entrega ajuda ao usuário para manejar o programa, inclui informação sobre o programa, número de versão, endereço de contato, etc. Ao início de uma sessão, a maioria das opções está desativada, enquanto que não se abra um dicionário. MENU DE ARQUIVO O menu de Arquivo é composto das seguintes funções: Novo >Seleção >Programa >Formato Livre >Assistido Abrir uma janela de uma nova Seleção Geográfica. Abrir uma janela do Editor Livre com um novo programa. Abrir uma janela do Editor Assistido com um novo programa. 53

54 >Composição de Mapa Abrir uma janela do Editor de Mapas com uma nova composição de mapa. Abrir >Dicionário >Seleção >Programa >Formato Livre >Assistido >Composição de Mapa Abrir uma base de dados. Abrir um arquivo existente de seleção geográfica. Abrir um arquivo existente de programa usando-se o Editor Livre. Abrir um arquivo existente de programa usando-se o Editor Assistido. Abrir um arquivo existente de mapa (extensão.mxp) usandose o Editor de Mapas. Fechar Salvar Salvar como Exportar >Workspace v1.2 >Arquivo ASCII Fechar a janela ativa, seja esta de seleção geográfica, dicionário de uma base de dados, programa. Salvar o objeto na janela focalizada, o qual pode ser o dicionário da base, uma seleção geográfica, um programa R+G4, uma definição de mapas, etc. Salvar com outro nome o objeto focalizado, o qual pode ser o dicionário da base, uma seleção geográfica, um programa R+G4, uma definição de mapas, etc. Exportar o dicionário a um Espaço de Trabalho (workspace) da versão winr+v1.2. Exportar o dicionário para um arquivo em formato texto (com extensão.wxp). Importar >Workspace v1.2 >Arquivo ASCII Importação de Espaços de Trabalho (workspace) de winr+ v1.2 (arquivos.mdb), produzindo um dicionário R+G4. Importação de dicionários em formato texto (com extensão.wxp), produzindo um dicionário R+G4. Imprimir Definição de Impressora Preferências Imprimir o objeto focalizado. Modificar a impressora ou seus parâmetros de funcionamento. Abrir a janela de preferências que regem o programa R+G4. Estas preferências incluem o idioma, a senha secreta da base de dados, o tipo de fonte, etc. MENU DE DICIONÁRIO O menu de dicionário é composto das seguintes funções: Informação Abrir uma janela com informação básica sobre a entidade ou variável que se tem selecionada. A informação consiste no nome da entidade ou 54

55 Consistência variável, o arquivo que a armazena, seu tipo e suas categorias, se é que corresponde. >Relatório de erros Gerar um relatório no qual se descreve a verificação de consistência de tamanhos entre o dicionário e os arquivos que armazenam as entidades (ponteiros) e variáveis (.rbf). >Localizar arquivos Verificação e atualização do dicionário a respeito das entidades e variáveis descritas, e a localização de seus correspondentes arquivos binários ou ponteiros que as armazenam. Apresentação >Vertical >Horizontal Mostra o dicionário em sentido vertical, com o painel de entidades ao lado do painel de variáveis. Mostra o dicionário em sentido horizontal, com o painel de entidades sobre o painel de variáveis. Classificação >>Natural >>Nome >>Rótulo >>Grupo >>Alias Classifica a lista de variáveis de acordo à ordem de criação das variáveis no dicionário, no momento da geração da base. Classifica a lista de variáveis de acordo à ordem alfabética de seus nomes. Classifica a lista de variáveis de acordo à ordem alfabética de seus rótulos. Classifica a lista de variáveis de acordo à ordem alfabética de seus grupos. Classifica a lista de variáveis de acordo à ordem alfabética de seus alias. Buscar Texto Buscar Próximo Propriedades Abrir uma janela para definir o texto de busca e os parâmetros a serem usados para encontrar uma entidade ou variável no dicionário. Caso seja encontrada a entidade ou variável, o sistema mostra seu nome de forma acentuada. Efetua a busca segundo os parâmetros definidos anteriormente. Abrir uma janela de propriedades para a entidade ou a variável selecionada. A janela de propriedades descreve em forma detalhada toda a informação geral, documentação e especificações técnicas da entidade (ou variável). Diretório do Projeto Definir o diretório de trabalho padrão do dicionário, o qual será usado para armazenar arquivos temporários e resultados de processamento, sempre e quando não se especifique o caminho completo desses arquivos; se não existe se utilizará o diretório de trabalho por default. Senha secreta Definir a senha secreta de acesso ao dicionário. 55

56 MENU DE PROCESSO ESTATÍSTICO O menu de Processo Estatístico apresenta as funções básicas para gerar tabulados simples, somente com a ajuda do mouse, para uma área geográfica definida pelo usuário. As opções do menu são: Estatísticas Freqüências Cruzamento Médias Contagem de variáveis Lista por Áreas Definir Default >Universo >Seleção Produzir estatísticas simples da variável selecionada. Abrir uma janela para realizar uma freqüência simples. Abrir uma janela para realizar um cruzamento de variáveis. Abrir uma janela para realizar uma média. Abrir uma janela para realizar uma contagem de elementos de uma entidade dada agregada a um nível geográfico determinado. Abrir uma janela para realizar a distribuição de uma variável segundo um nível geográfico determinado. Definir o filtro lógico que será usado em todos os processos relacionados com o dicionário ativo. Definir a seleção geográfica (.slw) que será usada em todos os processos relacionados com o dicionário ativo. A seleção inicial, por definição, é "ALL", quer dizer, toda a base de dados. Entretanto, podese especificar uma seleção específica já existente que será a "seleção por definição". MENU DE FERRAMENTAS O menu de Ferramentas apresenta as funções avançadas para administração da base de dados. Este menu está composto pelas seguintes funções: Descarregar Bases Estender Bases Juntar Bases Fazer uma descarga (download) de uma parte de uma base de dados, gerando uma sub-base. Combinar bases de dados de estruturas distintas (ramos) em uma única base. Combinar bases de dados de uma mesma definição e estrutura numa única base. Avançado > Criar Ponteiros Criar um arquivo de ponteiros (.ptr) a partir de um vetor com os contadores de elementos da entidade superior. > Geração Vetorial Criar um arquivo de dados (.rbf) a partir de um vetor com os dados da variável. 56

57 MENU DE MAPAS O menu de Mapas apresenta as funções para administração de um mapa. Este menu está composto pelas seguintes funções: Arquivo >Salvar >Salvar Como Editar >Copiar Mapa a Salvar as modificações feitas no arquivo de mapas na tela. Criar um novo arquivo de mapas (.wxp) a partir do mapa na tela. Aparecem duas possibilidades. Uma é copiar para a Área de Transferência (clipboard) utilizando um dos dois formatos mais comuns (.jpg ou.bmp), o que permite posteriormente colar o mapa em qualquer aplicação que admita imagens, como: Word, Corel Draw, Microsoft Photo Editor, etc. A outra possibilidade é copiar o mapa diretamente a um arquivo, em formato.jpg. >Localizar Rótulos >Propriedades Criar um ponto para cada entidade geográfica para localizar um rótulo. Mostrar a janela de Propriedades do Mapa. Ver >Extensão Completa Ver o mapa completo na tela. Se pode usar também o botão na Barra de Ferramentas. >Mais Zoom, menos Zoom e Painel Aumentar (ou diminuir) a escala do mapa na tela, ou para mover o foco do centro do mapa para outro lugar. Estas funções estão também disponíveis na Barra de Ferramentas. >Mostrar/Esconder Permite modificar a propriedade Visível de distintos elementos do mapa, tais como: o título, o subtítulo, os comentários, a legenda, a seta que assinala o norte, a escala, e os "label points". No caso destes últimos permite escolher se quiser mostrar só as marcas, só os rótulos, ou ambos. Temas >Limpar Classificação >Editar Legenda Elimina a classificação existente. Permite editar a legenda do mapa. Ferramentas >Modo de Seleção Marcar áreas com o mouse, selecionando-as. Para sair do modo de Seleção, usar o primeiro botão na Barra de Ferramentas. >Modo de Identificação Entra no modo de identificação, permitindo ao usuário clicar o mouse em cada área para mostrar as informações existentes. Para sair do modo de Identificação, usar o primeiro botão na Barra de Ferramentas. >Limpar Seleção Limpar as áreas marcadas como selecionadas. 57

58 MENU DE AJUDA A ajuda em R+G4 está disponível permanentemente e se compõe de um arquivo com uma estrutura que se pode visualizar por conteúdos ou individualmente buscando um tema específico. O menu de Ajuda apresenta as seguintes opções: Conteúdo Referência Abre o arquivo de ajuda de R+G4. Abre uma janela com a referência ao programa R+G4, sua versão e seu patrocínio. MENU DE JANELA O menu de Janela apresenta as diferentes formas de organizar as janelas abertas numa sessão: Mosaico Cascata Arranjar ícones Minimizar janelas (Horizontal e Vertical) Arranjo de janelas em mosaico. Este arranjo consiste em dimensionar e localizar, uma janela ao lado da outra, todas as janelas abertas dentro da tela principal do programa, de tal forma que todas apareçam na tela. Arranjo de janelas em cascata. Consiste em dimensionar e localizar, uma em cima da outra, todas as janelas abertas dentro da tela principal do programa, de tal forma que apareça somente uma delas e atrás desta o cabeçalho das outras. Arranjo de ícones dentro da tela principal. Aquelas janelas abertas que foram minimizadas se representam por um ícone na parte inferior da tela. Com esta opção os ícones se alinham com a borda da tela principal. Minimizar todas as janelas abertas. 58

59 MENU DE SELEÇÃO Para trabalhar com uma seleção geográfica, o sistema oferece várias opções apresentadas num menu. Este menu está disponível em três formas: Através de Arquivo >Novo >Seleção desde o menu principal, Através do menu dinâmico ativado com o mouse dentro da janela de seleção, e Através da barra de ferramentas móvel que aparece ao abrir a janela de seleção. Funções Selecionar área Deselecionar Limpar área Expandir Limpar tudo Salvar Salvar como Permite marcar a entidade que se tem ativada com o cursor. Elimina a marca sobre a entidade ativada com o cursor. Elimina a marca de seleção sobre esse elemento. Abre uma entidade em seus ramos e entidades inferiores. Eliminam todas as marcas realizadas na janela de seleção e as entidades expandidas são contraídas até a entidade raiz. Salva num arquivo.slw a seleção definida. Salva a seleção definida com o nome que o usuário desejar, num arquivo.slw. Mostrar só código de área Mostra ao lado do nome de um elemento o código identificador. Neste caso mostra-se só o código do elemento, e não o código composto pelas entidades superiores aonde está este elemento (por exemplo: comuna 567, e não comuna ). Mostrar código composto Mostra ao lado do nome de um elemento o código identificador, composto pelo próprio código mais aqueles das áreas na qual está inserido este elemento (por exemplo: comuna , e não comuna 567) Barra de ferramentas População Abre uma barra de ferramentas que permite ter à mão as opções de seleção e assim ativá-las utilizando os ícones em vez do menu principal. Abre uma janela com informação básica da entidade ativa e suas entidades inferiores (em relação ao nome, código e número de elementos dos níveis inferiores). 59

60 Ver também definir uma seleção MENU DA JANELA INDIVIDUAL DE TABELAS O menu específico do Administrador de Tabelas é dependente do tipo de tabela de saída que se apresenta. Ele aparece sob o menu Ver ou Coluna na barra principal, segundo a saída seja respectivamente do tipo TABELA (Freqüências, Cruzamentos ou Médias), ou LISTA (Contagens e Listas de Áreas) e oferece as seguintes opções: Tabulado Aumentar / Mostrar % Desenho Diminuir Fonte Os resultados são apresentados com um tamanho prédefinido. Se desejado, é possível mudar o tamanho de letra. Com esta operação pode-se modificar a apresentação da tabela final para sua posterior impressão. da janela Mostrar as percentagens de linha, coluna, total ou valor absoluto. O sistema abre uma outra janela de saída com o novo formato da tabela. A tabela original permanece ativa na tela. Mostrar a identificação de linhas e colunas da tabela. Coluna Selecionar como Campo Chave Definir o campo que está ativo como o campo principal. Ordenar por campo Conectar com mapa Estatísticas Classificar os registros da tabela em forma ascendente ou descendente segundo os valores presentes no campo. Conectar a tabela com uma Composição de Mapa, usando como campo de conexão o Campo Chave. Mostra uma janela com um quadro de estatísticas básicas do campo ativo, como o total de registros, valores mínimos e máximos, a média e a somatória. Ver também Administrador de Tabelas 60

61 Outras Facilidades SEGURANÇA DOS DADOS Os dados tem três tipos de proteção. Primeiro, durante a fase de criação de uma base de dados R+G4, o administrador da base pode declarar como "não identificável" ou "não selecionável " os níveis de domicílio, família e pessoa, enquanto faz com que a quadra e os níveis superiores sejam "identificáveis" ou "selecionáveis ", isto é, o usuário pode identificar elementos específicos nestes níveis por nome e/ou seus códigos R+G4. Segundo, existe um sistema de senhas (passwords) que o administrador da base de dados (ou seu usuário) pode definir para fazer com que o dicionário de dados seja inacessível para aqueles que não disponham da senha. Finalmente, e para evitar que os usuários façam modificações no dicionário da base de dados, o administrador pode definir uma palavra chave que permita só a um usuário específico fazer modificações; claro, o usuário pode faze-los em sua própria copia do dicionário. FILTROS PRÉ-PROGRAMADOS Para definir um conjunto de filtros lógicos de casos, pré-programados, os quais poderão ser usados nos processos estatísticos. Por exemplo, "Domicílios permanentes", ou "Pessoas maiores que 10 anos". Estes filtros estarão disponíveis numa lista que aparece abaixo da caixa de filtros nos processos estatísticos, de maneira a evitar a repetição de escrevê-los a cada vez. O sistema pode ser ainda mais "automático", e definir um destes filtros como o Universo por default, e nesse caso o sistema toma o filtro e o agrega automaticamente nos comandos estatísticos. Ao invocar-se esse menu o sistema mostra uma janela de Administração de Filtros, para ser usada na construção de novos filtros, eliminação de filtros, e no estabelecimento do Universo por default. UNIVERSO POR DEFAULT É o filtro que o sistema usa automaticamente nos processos de resultados rápidos, ou quando constrói o comando RUNDEF para um programa novo. Selecionar da lista de filtros préprogramados aquele que será usado como default. Eliminação do Universo por default Para eliminar o universo por default, pressione o botão de "Limpar". Não confundir "Eliminar um filtro da lista" com "Eliminação do Universo por default": A segunda ação não toca na lista de filtros pré-programados, o único que faz é "branquear" o universo "automático". 61

62 Preferências PREFERÊNCIAS GERAIS Nas preferências gerais existem modificações de apresentação e de localização de arquivos. Pode-se optar por mostrar (ou não) a janela de referência a R+G4 cada vez que começa o programa. Um nesta opção não mostra a referência. Pode-se optar por abrir automaticamente (ou não) a última base de dados usada quando comece o programa. Um nesta opção abre a última base trabalhada. Pode-se modificar o diretório de trabalho por default. Clique sobre o ícone ao lado da caixa para localizar o diretório desejado. Ver também Diretório do Projeto PREFERÊNCIAS DE PROCESSAMENTO Nas preferencias de processo se modificam os parâmetros que têm relação com o manejo da base de dados. Usar a barra interna de progresso Pode-se optar por mostrar a barra de progresso de execução com um clique nessa opção. Relatório de execução Pode-se optar por não mostrar a janela de execução com um clique nesta opção. A marca significa que a janela desaparecerá uma vez realizado o processo, e ao eliminar este a janela permanecerá aberta até que o usuário clique em "OK". Esta janela entrega informação sobre o tempo de execução e o número de registros processados. Corresponde à janela que se abre ao momento de executar um processo. Decimais Pode-se determinar o número de decimais que devem ter todas as cifras que correspondam a números reais, quando as variáveis deste tipo não o tenham definido. Utiliza-se na saída de resultados. Segurança Pode-se determinar o nível de segurança dos dados. Isto significa que se a variável foi definida como variável sensível pelo administrador da base de dados, as tabelas que contenham esta variável serão filtradas eliminando-se aqueles resultados com menos de três casos. 62

63 Mensagens de advertência O usuário pode optar por mostrar ou não as mensagens de advertência e erros. PREFERÊNCIAS DE IDIOMA R+G4 possui interfaces de usuário em espanhol, português e inglês, e pode-se passar de uma a outra em qualquer momento. Além disso, foi desenhado para facilitar de maneira simples e sistemática a tradução a qualquer outro idioma. Passos para mudar de idioma: No menu principal, clique Arquivo >Preferências. Selecione o painel Idioma. Selecione o idioma desejado com um clique sobre a bandeira do idioma. Guarde as modificações realizadas. Nota: Se a caixa do arquivo multiidioma está vazia, isto significa que o arquivo que contém a base de dados multilingüe (arquivo R+G4Process.wxd) não está definido. Localize-o no diretório onde se instalou R+G4, com um clique no ícone de busca. PREFERÊNCIAS DE FONTE Nas preferências de fonte se modifica o tipo e tamanho da fonte a utilizar nas distintas instâncias de saída e edição dentro do programa. Isto é, a fonte para mostrar um texto em: Janela Edição Separação fixa, quer dizer, todas as letras ocupam o mesmo espaço Impressão A fonte é modificada com um clique sobre o botão de busca e selecionando a fonte e o tamanho desejados dentro das opções apresentadas na janela de diálogo. PREFERÊNCIAS DE GRÁFICOS Nas preferências de Gráficos se modificam os parâmetros que controlam a aparência dos gráficos. Estes valores devem ser modificados ANTES de se chamar o gráfico. uma vez que o gráfico esteja mostrado na tela, todas as especificações de desenho podem ser modificadas com um clique no botão de desenho seguintes painéis na janela:. Os parâmetros básicos estão divididos nos 63

64 Dimensões Os gráficos podem ser mostrados em duas ou três dimensões. A opção "Default" é usada para deixar que o sistema mesmo se encarregue de definir a dimensão de desenho, dependendo do tipo de gráfico e número de pontos. Esquema de Cores O esquema de "Cores Únicas" utiliza uma cor muito diferente para cada um dos valores, por exemplo, "azul", "vermelho", "verde", etc. O esquema de "Rampa de Cores" define as cores dos pontos no gráfico dentro de uma faixa de cores estabelecida pelas cores mínima e máxima do painel de Rampa de Cores (ver mais abaixo). A opção "Default" é usada para deixar que o sistema mesmo se encarregue de definir o esquema de cores a ser usado, dependendo do tipo de gráfico e número de pontos. Classificação de Pontos Este parâmetro define a ordem de apresentação dos pontos no gráfico. Em geral se usa a opção "Nenhuma", a qual significa a ordem das categorias das variáveis envolvidas no gráfico. A ordem "Ascendente" e "Descendente" mostram os valores na ordem especificada. Estas opções são mais usadas em conjunto com os gráficos de barra quando se quer mostrar uma tendência nos valores. Definição de Cores Um clique nas cores abre a janela auxiliar para modificar a definição de um cor específica. O botão "Default" serve para voltar às cores iniciais do sistema. Rampa mínima Rampa máxima Linha Única Pirâmide esquerda Pirâmide direita Cor inicial da rampa de cores Cor final da rampa de cores Cor da linha nos gráficos de linha única Cor para a parte esquerda da pirâmide Cor para a parte direita da pirâmide Programando em R+G4 ACESSANDO UM PROGRAMA R+G4 Os programas são armazenados em arquivos com a extensão.spc (Statistical Processor Commands). Para criar um programa novo, ou abrir um programa existente, use a função Arquivo no Menu Principal. Em Arquivo no Menu Principal, é possível selecionar Novo para um objeto novo, ou Abrir um objeto já existente. Em qualquer dos dois casos se escolhe a opção Programa, que tem as opções de Formato Livre e Assistido. No caso de um programa existente o sistema abre uma caixa de diálogo para navegar e buscar o programa desejado. No caso de um programa novo o sistema abre diretamente a janela de edição livre ou a janela assistida, segundo a opção. 64

65 Para abrir um programa, é necessário que exista um dicionário ativo, caso contrário o menu Arquivo não habilitará as opções de Programa. Nesse caso somente é possível abrir um dicionário relativo a uma base de dados. Existem duas maneiras de programar em R+G4: a) usando-se o Assistente de Programação; ou b) escrevendo-se o programa diretamente no Editor Livre de textos. Na verdade estas duas modalidades se combinam, e tanto o Assistente de Programação tem uma janela livre para ingressar os comandos, como o Editor Livre também tem um assistente (idêntico ao Assistente de Programação) para auxiliar na escritura dos comandos. Um programa R+G4 pode ser criado numa modalidade (Assistente) e em seguida trabalhado na outra modalidade (Editor Livre, por exemplo), pelo que se recomenda ao usuário iniciante trabalhar com o Assistente de Programação. Tão logo se sinta familiarizado com os comandos e suas cláusulas, use o Editor Livre apoiando-se, se necessário, no seu assistente. É possível abrir mais de uma janela de programas ao mesmo tempo, sejam janelas livres ou assistidas. LINGUAGEM R+G4 A linguagem R+G4 é a mesma das versões anteriores, com algumas opções adicionais para facilitar ainda mais a produção de resultados tabulados. Assim que se manteve a estrutura inicial baseada nos três únicos comandos, RUNDEF, DEFINE e TABLE: RUNDEF Para estabelecer as condições gerais de execução, tais como a seleção geográfica (área de interesse), e algum filtro de casos se necessário (por exemplo, somente para as pessoas de mais de 10 anos de idade). DEFINE TABLE Para definir variáveis derivadas durante a sessão, ou variáveis que devam ser salvadas para a base. Para produzir resultados dos processos. É o único comando que mostra resultados na saída. Alternativamente, existe também a linguagem interna de programação, chamada linguagem Pivot. Ver também Revisão da linguagem de comandos LINGUAGEM PIVOT Internamente, por questões de eficiência, o sistema R+G4 trabalha com uma linguagem chamada "Pivot", que tem como característica básica a forma parametrizada, similar aos arquivos.ini de Windows. Nesta linguagem, existem seções (nomes de comandos entre colchetes, por exemplo "[DEFINE1]"), e as cláusulas e opções são instruções (uma por linha) com uma palavra-chave seguida de um sinal de igual ("=") e o valor do parâmetro. Por exemplo: [DEFINE1] NAME=grupo ENTITY=PROVINCIA TYPE=INTEGER 65

66 AS=COUNT EXPRESSION=PESSOA FOR=PESSOA.IDADE > 10 Este programa em linguagem "Pivot" é a tradução de define PROVINCIA.grupo as count PESSOA type integer for PESSOA.IDADE > 10 Se quiser, o usuário pode trabalhar diretamente com essa linguagem, editar programas, salvar, executar, etc. Arquivos com programas nessa linguagem têm a terminação.pvl. TOUR BÁSICO ATRAVÉS DA LINGUAGEM DE R+G4 Este guia introduz a linguagem de comandos de R+G4. Em particular, você aprenderá: A identificar variáveis por seus nomes de entidade; A estrutura de Comandos de R+G4 baseada nos três comandos básicos do sistema; O uso dos três comandos básicos, RUNDEF, DEFINE e TABLE (Exercício 1); A modificar os comandos básicos com as opções reservadas UNIVERSE, FOR (Exercício 2), e AREABREAK (Exercício 3); A criar novas variáveis com DEFINE (Exercício 4); A promover informação de níveis inferiores para entidades superiores com processamento hierárquico (Exercício 5); A produzir uma tabela com variáveis de níveis diferentes (Exercício 6); A criar uma Lista de Áreas (Exercício 7); A calcular um indicador de carência de domicílios (Exercício 8); e A usar a cláusula SWITCH (Exercício 9). Se você necessita informação mais detalhada do uso de um determinado comando, vá ao Índice dos comandos e cláusulas de R+G4. Identificação de variáveis em R+G4 Como você já aprendeu no capítulo de conceitos da base de dados R+G4, qualquer entidade pode ter um conjunto de variáveis que descrevem seus elementos. Isto é igualmente verdadeiro tanto para entidades que são geograficamente selecionáveis (como distrito) como para aquelas não selecionáveis, como o domicílio e a pessoa por exemplo, as entidades domic e pessoa, respectivamente, em Nova Miranda. Uma variável deve estar identificada tanto pelo nome de sua entidade como por seu nome curto. Somente se todas as variáveis do dicionário tivessem nomes distintos entre si (únicos), então o nome da entidade não faria falta. 66

67 Como isto nem sempre é verdade, pelas razões explicadas no próximo parágrafo, cada uma das variáveis num Programa R+G4 sempre deve estar identificada da seguinte forma: Entidade.Variável Desta maneira, a variável idade da pessoa no censo de 1990 de Nova Miranda deve ser escrita PESSOA.IDADE, e não simplesmente idade. Introdução à linguagem de comandos de R+G4 A linguagem de comandos de R+G4 permite que você converse com o sistema mediante os Programas, e lhe indique a forma em que deseja que se sejam executados processos simples, similares aos Assistentes, e também como criar variáveis complexas e produzir resultados sofisticados. Os três comandos básicos: RUNDEF, DEFINE e TABLE A linguagem R+G4 tem só três comandos básicos: RUNDEF DEFINE TABLE Define o ambiente no qual ocorrerá o processo durante uma Execução, incluindo sua Seleção de áreas, que identifica tanto as áreas geográficas que serão processadas como as condições especiais (como o universo ao qual todo o processo estará limitado) por exemplo, só as mulheres de 15 a 45 anos de idade. Este é o único comando requerido num Programa. Cria novas variáveis, se necessário, especifica suas características e permite seu armazenamento se assim desejar o usuário. Podem ser utilizados vários DEFINEs num Programa. Descreve um resultado específico e as condições de seu conteúdo, se necessário. É possível utilizar vários TABLEs num Programa. A figura mostra um exemplo da forma em que estes três comandos são colocados juntos num Programa que R+G4 possa compreender. No lado esquerdo da figura aparece o Programa que neste instante não importa sua função, o que será explicado mais adiante; no lado direito aparece um diagrama das componentes gerais de um Programa. RUNDEF é sempre o primeiro comando e não deve ser repetido dentro do mesmo Programa. Os comandos DEFINE e TABLE são opcionais, mas se necessita pelo menos um se você deseja fazer alguma cosa útil num Programa qualquer. Como você pode ver no Programa, é possível ter mais de um comando DEFINE e (não aparece) mais de um TABLE. 67

68 Cada uma das três instruções básicas pode ser complementada por cláusulas subordinadas ou opções ou palavras reservadas. Para ter una descrição mais detalhada, ver estrutura dos comandos e sua sintaxe e também exemplo de um programa. Exercícios de Programação EXERCÍCIO 1 DE PROGRAMAÇÃO Um Programa simples com RUNDEF e TABLE O primeiro exercício neste Guia é criar um Programa para obter as freqüências, cruzamentos e médias capazes de serem produzidas com os Monitores apresentados no Guia 1 do Tour rápido. Procedimento Abrindo o Editor de Comandos: Para abrir a janela do Editor de Comandos (formato livre), vá ao menu principal e na opção Arquivo selecione Novo >Programa >Formato Livre. Aparecerá a janela do editor de comandos, inicialmente em branco, somente com o comando RUNDEF: RUNDEF programa SELECTION ALL Salvar como: Se recomenda Salvar sempre seu trabalho, especialmente antes de cada execução. Dê um clique em Arquivo >Salvar no menu principal e dê um nome ao Programa, como por exemplo ExemploPrg1. Cada certo tempo execute Arquivo >Salvar ou um clique no ícone correspondente para gravar o Programa e suas modificações. 68

69 RUNDEF, sempre o primeiro comando: Um Programa deve começar com um RUNDEF, que especifica a Seleção e outros parâmetros gerais se necessário. Este é sempre o primeiro comando e só deve existir um no Programa. Para facilitar a escrita do comando, ao começar um programa novo o sistema já o escreve por definição. Também é possível utilizar os Assistentes de Comandos (existem o Assistente de RUNDEF, o Assistente de DEFINE e o Assistente de TABLE). Acesso ao Assistente "Guiado" do comando RUNDEF: Depois de abrir o Editor de Comandos, você pode obter assistência passo-a-passo com comandos específicos ativando o menu dinâmico, com um clique no botão direito do mouse. Preencha os espaços no Assistente de RUNDEF: Nome, aceita qualquer texto. Seleção, define a área que você deseja processar. Por definição se toma toda a base de dados (ALL) e o assistente não mostra nada na caixa de seleção. Se você deseja usar uma seleção especifica, deve ter o arquivo (.slw) já criado e localizá-lo através do ícone para abrir arquivos. Universo, é opcional e depende do programa. Esta cláusula define o universo de casos que se deseja processar. Transfira seu trabalho para o Editor de Comandos com um clique no botão OK na parte inferior da janela do Assistente de RUNDEF. Depois de utilizar este Assistente Guiado (ou um dos outros assistentes existentes para DEFINE e TABLE), você pode modificar os comandos diretamente no Editor, ou retornar ao Assistente para fazer os câmbios ou adicionar cláusulas. Isto pode ser feito marcando o bloco do comando completo e em seguida dando um clique no botão direito do mouse para chamar o Assistente desejado, neste caso o RUNDEF. Isto pode ser feito com qualquer comando, tenha sido ele escrito originalmente por você ou pelo assistente. Entretanto, ainda que o comando não necessita estar completo, note que a sintaxe deve estar correta; caso contrário não será aceito pelo Assistente. Especificando a TABELA de saída comando TABLE. Em geral, cada resultado específico requer um comando TABLE separado. Desta maneira, haverá um comando TABLE para cada conjunto de freqüências, cruzamentos ou médias (FREQUENCY, CROSSTABS e AVERAGE). 69

70 Indicar a posição da tabela (TABLE): Com um clique do mouse, coloque o cursor no Editor de Comandos na linha depois do final do comando RUNDEF, lugar onde será colocada a primeira tabela com o comando TABLE; uma vez que termine com a janela do Assistente de TABLE (veja o próximo passo deste Procedimento), o comando será enviado diretamente ao Editor, especificamente para o lugar onde está o cursor se você quiser, pode deixar uma linha em branco depois do final do comando RUNDEF para melhorar a legibilidade. Use o Assistente de TABLE: Com a janela do Editor ativa, quer dizer, com a barra da janela colorida de azul, ative o menu dinâmico e selecione Assistente de TABLE. Você construirá a primeira tabela como uma freqüência (TABLE AS FREQUENCY). Preencha cada página do Assistente. Na primeira página se define um nome para a tabela e se decide que tipo de resultado se deseja processar (FREQUENCY, CROSSTABS, AVERAGE, COUNT, AREALIST). Preencher a página de FREQUENCY: Esta página aparece dependendo da seleção do tipo de tabela como uma Frequency (freqüência). Dê um clique na aba da página FREQUENCY para mudar a janela. Isto é similar à operação realizada na janela do Assistente de Freqüência que se usou no Tour Rápido, as variáveis se encontram no dicionário, são tomadas e arrastadas para a caixa em Freqüência. As variáveis que você deseja são: PESSOA.IDADE PESSOA.ECIVIL PESSOA.SEXO Transferir o comando TABLE ao Editor de Comandos: Depois de arrastar as variáveis desejadas dê um clique no botão OK (ou clique o ícone de salvar na barra de ferramentas). Seu comando está pronto para ser "colado" ao Editor de Comandos e deveria aparecer da seguinte maneira: TABLE TABLE793 AS FREQUENCY OF PESSOA.IDADE, PESSOA.ECIVIL, PESSOA.SEXO 70

71 Note que NÃO existe um caracter de continuação em R+G4 para continuar de uma linha para outra. Na medida em que as palavras reservadas sejam corretamente usadas, (linguagem de R+G4), o programa reconhecerá quando uma linha tem continuação. Além disso, como não é necessário que a(s) linha(s) de continuação cheguem até a margem, você pode formatar o comando para torná-lo mais legível, com espaços ou tabulações (tecla TAB). É muito recomendável que você tabule as cláusulas subordinadas de cada comando e que utilize maiúsculas para os comandos. Para variáveis, siga exatamente a forma como estão no dicionário (maiúsculas ou minúsculas). Isto facilitará a leitura e esclarecerá a estrutura dos comandos e do Programa. Uso do Assistente de TABLE para o CROSSTABS: Abra o Assistente de TABLE novamente, preencha a caixa de TABLE com um nome e selecione CROSSTABS como o tipo de tabela. Defina o Crosstabs. A página do CROSSTABS apresenta caixas para colocar as variáveis arrastadas. A caixa da esquerda define a(s) variável(s) que vai para as linhas da tabela e as caixas da direita definem a(s) variável(s) das colunas e dos painéis. Neste exemplo se programam dois cruzamentos PESSOA.ASSISTE BY PESSOA.SEXO e PESSOA.TIPOE BY PESSOA.SEXO Note que ambas tabulações podem ser ingressadas juntas, já que a variável SEXO é comum a ambas. Se você também desejar uma terceira tabulação com diferentes variáveis, deverá solicitá-las num comando TABLE separado. Se, ao contrário, você deseja uma terceira ou quarta variável dentro do mesmo cruzamento, ingresse-a nas caixas que estão vazias. Verá que os comandos para CROSSTABS (e AVERAGE) são escritos de maneira similar ao comando FREQUENCY, isto é: 71

72 TABLE <IDdaTabela> AS CROSSTABS OF variável1 BY variável2 É possível utilizar até três cláusulas BY para obter um cruzamento de 4 variáveis. Indique opções de apresentação. Depois de completar a seleção de variáveis passe para a página de apresentação e escolha as opções que você deseja; selecione percentagem nas colunas, para poder comparar homens e mulheres as percentagens de colunas têm o 100% no final de cada coluna enquanto que as percentagens de linhas têm o 100% no final de cada uma das linhas. Transfira o TABLE para o Editor de Comandos com um clique no botão OK, ou um clique no botão de salvar da barra de ferramentas. Se você se esqueceu de preencher alguma das caixas de dados requeridas, receberá uma mensagem indicando o problema. Depois de completar a informação que falta, dê outro clique no botão OK. Use o Assistente de TABLE para AVERAGE. Abra novamente o Assistente de TABLE. Selecione AVERAGE como tipo. A página de AVERAGE opera de maneira similar ao Monitor de AVERAGE. Você deveria ingressar a variável de média (IDADE) na caixa da esquerda e a seguir as variáveis de controle nas caixas da direita: Arraste então as seguintes variáveis: PESSOA.IDADE BY DOMICIL.AGUAD BY DOMICIL.PAREDE A primeira variável é a única que terá sua média calculada, e habitualmente deveria ser um valor quantitativo, como a variável IDADE. É possível utilizar até três BY num AVERAGE. Depois de completar a informação nas duas páginas do Assistente e validar o comando, dê um clique em OK. Salvar e Executar. O Programa final deveria ser o seguinte: RUNDEF programa1 SELECTION ALL TABLE TABLE793 AS FREQUENCY OF PESSOA.IDADE, PESSOA.ECIVIL, PESSOA.SEXO TABLE TABLE689 AS CROSSTABS 72

73 OF PESSOA.ASSISTE BY PESSOA.SEXO BY PESSOA.TIPOE TABLE TABLE461 AS AVERAGE OF PESSOA.IDADE BY DOMICIL.AGUAD BY DOMICIL.PAREDE Compilar o Programa. Para compilar pressione o ícone Compilar para verificar a sintaxe. Se existir algum erro estes necessitam ser corrigidos antes de realizar a Execução. Executar o Programa. Dê um clique no ícone Executar. Note que R+G4 executa de novo a compilação antes de executar um processo, inclusive se não realizou uma compilação prévia. Revisão e impressão de resultados: Depois de Executar, aparecerá uma janela com os tabulados processados. Esta janela apresenta cada um dos processos e corridas efetuadas numa sessão de R+G4 (se não foi fechada a janela entre uma e outra corrida). Cada tabela pode ser salva ativando a opção salvar grupo do menu dinâmico. EXERCÍCIO 2 DE PROGRAMAÇÃO: UNIVERSE e FOR Excluindo ("filtrando") casos com UNIVERSE e FOR A linguagem de comandos tem duas soluções para a seleção de casos em um programa, mediante duas cláusulas subordinadas: UNIVERSE com o comando RUNDEF quando a restrição é aplicável a todo o procedimento de Execução e, FOR com TABLE quando a restrição só é aplicável a esse resultado. Note que o FOR também pode ser utilizado localmente quando você define, com um DEFINE, uma nova variável; veja o próximo exercício deste guia. UNIVERSE: para filtrar os casos de uma Execução completa. Regresse ao Editor de Comandos para editar seu arquivo de comandos (Programa); se é necessário, Abra o Programa novamente. Você pode fazer todas as modificações no Editor e chamar os Assistentes necessários. Agregue a cláusula UNIVERSE ao comando RUNDEF, que deverá estar da seguinte maneira: RUNDEF programa2 SELECTION ALL UNIVERSE PESSOA.IDADE >= 5 Isto é, o "universo" de pessoas incluídas na Execução completa (o processo) corresponde agora a todas aquelas com uma idade "maior ou igual a" 5 anos, supondo que 5 é a idade de ingresso à escola em Nova Miranda. Cada vez que um caso (pessoa) dentro da Seleção chega ao processador estatístico de R+G4, a expressão pessoa.idade >= 5 é avaliada, e se é Verdadeira, a pessoa é incluída no "universo" da Execução. Com efeito, o dado foi filtrado para permitir o processo somente dos casos que cumpram a condição verdadeira. Dado que o UNIVERSE é utilizado no primeiro comando antes de que qualquer outra variável tenha sido definida com um DEFINE, é necessário que as variáveis utilizadas na expressão do UNIVERSE provenham do Dicionário. 73

74 Todos os resultados das Tabelas serão afetados. Por exemplo, realize uma freqüência de pessoa.assiste com universo e sem universo. Pode-se ver no caso sem universo que as crianças que não estão em idade de assistir à escola foram incluídas na categoria "Sem resposta". Com a cláusula de universo estas crianças estão fora da tabulação (a cláusula "Sem resposta" tem agora zero pessoas), o que dá uma maior utilidade às percentagens porque são calculadas sobre o total de pessoas que respondem à pergunta de assistência escolar. FOR: Cláusula para filtrar os casos processados por um comando individual. Dado que o UNIVERSE limita os casos para todos os comandos de um Programa, este também será aplicado ao AVERAGE e ao CROSSTABS incluídos no Programa. Se você deseja obter a média de idade de todas as pessoas que vivem em domicílios mal construídos, sem uma fonte de água potável, ou se deseja faze-lo para todas as pessoas que trabalham, etc., é possível utilizar a cláusula FOR nos respectivos comandos. Como exemplo, retorne ao Editor de Comandos, elimine o UNIVERSE do RUNDEF e agregue um FOR ao comando CROSSTABS; a tabela ficará assim: TABLE programa2 AS CROSSTABS OF PESSOA.ASSISTE, PESSOA.TIPOE BY PESSOA.SEXO FOR PESSOA.IDADE >= 5 O FOR é avaliado para cada caso e quando for Verdadeiro a pessoa é incluída no resultado específico; os demais comandos e resultados do programa (execução) não são afetados. Neste CROSSTABS você deveria obter os mesmos resultados que os obtidos com a cláusula UNIVERSE. Se desejar guardar este Programa, use o menu Salvar como e dê-lhe um novo nome. Se você tem um Programa que inclui só um subconjunto de todos os casos considerados numa Seleção, e posteriormente deseja limitar ainda mais um resultado particular por exemplo, só as pessoas com educação primária ou superior numa tabela, e noutra tabela só mulheres com educação primária ou superior, pode usar ambas cláusulas: UNIVERSE no RUNDEF para filtrar a educação, e um FOR no segundo TABLE para filtrar só as mulheres. Note que pode usar a palavra reservada FOR no lugar de UNIVERSE no RUNDEF com a mesma função. EXERCÍCIO 3 DE PROGRAMAÇÃO AREABREAK: para repetir um resultado para cada sub-área Quando você estiver processando informação de uma Seleção, pode ser que deseje a mesma informação para cada uma das sub-áreas que componham sua Seleção; por exemplo, quando processa o país completo de Nova Miranda, deseja comparar os distritos entre si e com o município completo. Uma forma de execução está na criação de uma Seleção separada para cada distrito e outra para o município completo, para depois fazer uma execução separada de cada uma das seleções. Por sorte, R+G4 tem uma solução muito mais simples, a cláusula AREABREAK <entidade> onde entidade identifica as sub-áreas que serão processadas dentro da Seleção. O exercício que se apresenta a seguir permite produzir cruzamentos para Puerto Nuevo (Seleção que você deverá ter) para as mesmas variáveis que foram utilizadas no exercício anterior, mas também para cada um dos distritos que conformam Puerto Nuevo. 74

75 Procedimento Incluir o AREABREAK no comando TABLE. No Editor de Comandos, escreva AREABREAK Distrito no comando TABLE AS CROSSTABS; seu comando ficará assim: TABLE programa3 AS CROSSTABS OF PESSOA.ASSISTE, PESSOA.TIPOE BY PESSOA.SEXO AREABREAK Distrito O comando RUNDEF permanece igual. Usando o Assistente para agregar o AREABREAK [Opcional]. De maneira alternativa, é possível definir o AREABREAK desde o Assistente de TABLE. Localize o cursor no lugar do programa onde se define o comando TABLE, bloqueie todo o comando e ative o assistente com o menu dinâmico do mouse. Na página principal do assistente de TABLE aparece uma caixa que diz Quebra/Nível de área. É aqui onde se deve selecionar o nível (entidade) a utilizar para desagregar os resultados. Uma vez selecionada a entidade pressione o botão OK para passar a opção de AREABREAK ao programa. Execute o programa. Depois de compilar execute o programa normalmente Desativando tabelas ou linhas sem eliminá-las [Opcional]. Você pode desativar TABLEs em seu programa para que não sejam considerados na Execução, sem ter que deletar os comandos. Asterisco * para Comentário. Se você coloca um asterisco * antes de qualquer linha que contenha uma cláusula ou comando, fará com que esta se torne um comentário. O asterisco deve ser o primeiro caracter da linha, mas não é necessário que esteja na primeira coluna. Claro que também pode utilizá-lo para introduzir comentários dentro de seu Programa, particularmente quando estes programas são extensos. Também pode utilizar /* para começar um bloco de comentários e */ para finalizá-lo. Existe um cruzamento para cada um dos elementos da entidade Distrito; para cada um dos distritos dentro de Puerto Nuevo, um ou mais quadros individuais dos distritos. A soma de todas as tabelas dos AREABREAKs proporciona uma tabela Resumo que se apresenta ao final. EXERCÍCIO 4 DE PROGRAMAÇÃO - DEFINIR NOVAS VARIÁVEIS Definindo novas variáveis Considerando que já está familiarizado com a mecânica das janelas de R+G4, menus, Assistentes e outras facilidades, agora nos concentraremos principalmente no uso da linguagem de R+G4. Para propósitos de treinamento, é preferível que se escrevam os comandos diretamente no Editor de Comandos. Por esta razão, não serão utilizados neste guia os Assistentes Guiados, que são particularmente convenientes para usuários que não trabalham freqüentemente com R+G4 e necessitam ajuda para recordar a linguagem. Note que o Assistente de DEFINE, que não foi usado explicitamente, opera de maneira similar aos outros Assistentes. Como se indicou anteriormente, uma vez conhecida a linguagem de comandos de R+G4, usualmente é mais rápido e se interrompe menos o processo de pensamento escrever um comando diretamente no Editor de Comandos. Além disso, os nomes de 75

76 entidade.variável devem ser arrastados desde o dicionário, o que evita erros de escritura (que geram erros de compilação). A necessidade de definir: DEFINE Habitualmente, sua base de dados não contém todas as variáveis que você requer para seus resultados, mas provavelmente terá a informação que necessita para criar ou derivar novas variáveis. É possível que você requeira trabalhar só com um grupo de pessoas agrupadas em idades qüinqüenais, ou talvez criar um indicador complexo que integre grande quantidade de variáveis do dicionário para determinar, por exemplo, o nível de pobreza em cada quarteirão. Para estes propósitos, R+G4 usa o comando DEFINE, que cria novas variáveis desde outras já existentes, com freqüência usando uma série de DEFINEs que constróem outras variáveis em forma sequencial. Ainda que tenha que trabalhar diretamente dentro do Editor de Comandos, use o Assistente quando seja necessário. Note que o Assistente de DEFINE está disponível, como no caso dos outros Assistentes, que é especialmente útil para aqueles que utilizam de maneira pouco freqüente o R+G4 e não se lembram de detalhes dos comandos. Nesta parte do Guia, você obterá dois resultados para o país completo de Nova Miranda: Saída 1) A média de idade dos jovens (considerando as idades 5 a 29 anos) por estado de assistência à escola em (assistindo versus não assistindo atualmente) segundo o mais alto nível de estudos alcançado e por sexo. Saída 2) O número de homens e mulheres, com idades de 15 a 29 anos, por grupos qüinqüenais, que assistem ou assistiram à escola técnica/comercial ou instituto profissional. O primeiro comando obrigatório, RUNDEF, requer uma Seleção para o país completo. Como você sabe, R+G4 provê a palavra reservada ALL para este propósito. Considerando que ambos resultados estão dentro da faixa de idade 5-29 anos, pode-se utilizar uma cláusula UNIVERSE com o RUNDEF. Desta forma, o primeiro comando deveria ser: RUNDEF programa4 SELECTION ALL UNIVERSE PESSOA.IDADE >=5 AND PESSOA.IDADE <=29 Por outro lado, além de usar UNIVERSE no comando RUNDEF, optaremos por um FOR para filtrar os registros quando o estado de assistência esteja definido (DEFINE). Agrupando categorias com DEFINE...AS RECODE Saída 1) Requer um AVERAGE OF PESSOA.IDADE BY PESSOA.TIPOE BY PESSOA.ASISSTAT BY PESSOA.SEXO em que pessoa.asisstat é "Estado de assistência à escola". Esta utiliza informação da variável do dicionário pessoa.assiste, mas algumas de suas categorias são agrupadas numa nova categoria. Um duplo clique no dicionário sobre a variável pessoa.assiste para revisar suas categorias, notará que "Assistiu" e "Nunca assistiu" podem ser combinadas para criar a categoria "Não assiste". Isso significa que é possível definir uma nova variável (DEFINE) pessoa.asisstat mediante um RECODE das categorias originais de pessoa.assiste, utilizando a seguinte relação: Variável Original PESSOA.ASSIS TE Nova variável PESSOA.ASISSTAT 0 Sem resposta 0 Sem resposta 1 Assiste 1 Assistindo 76

77 2 Assistiu 3 Nunca assistiu 2 Não assiste A cláusula RECODE do comando pode ser escrita em R+G4: DEFINE PESSOA.ASISSTAT AS RECODE PESSOA.ASSISTE (0 =0) (1 =1) (2-3 =2) TYPE INTEGER Note que se forem eliminadas as recodificações para (0=0)(1=1), obterá exatamente o mesmo resultado, dado que R+G4 recodifica os valores das categorias não mencionadas para seus mesmos valores, a menos que se utilize a cláusula ELSE (veja o próximo parágrafo para um exemplo). Note também que neste exemplo as seguintes formas são equivalentes: (2-3=2), (2 - HIGHEST=2) e (2,3=2) Obviamente, quando seja relevante, também se pode utilizar LOWEST. O segundo resultado requerido para este exercício, Saída 2) definida anteriormente, também requer a definição de uma variável. A variável idade simples pessoa.idade, que é uma variável do censo de Nova Miranda, deverá estar agrupada em intervalos de idade de 5 anos. O resultado deverá estar restringido a pessoas maiores de 15 anos (o UNIVERSE já excluiu as pessoas maiores de 29 anos). O agrupamento de 5 anos pode ser realizado com um DEFINE de várias maneiras mas talvez a forma mais direta e mais maçante é mediante a criação da nova variável pessoa.idad5rec com a cláusula RECODE: DEFINE PESSOA.IDAD5REC AS RECODE PESSOA.IDADE ELSE 0 (15-19 =4) (20-24 =5) (25-29 =6) TYPE INTEGER RANGE 0 2 Dado que os grupos de idades qüinqüenais são requeridos freqüentemente para todas as idades de 0 e mais anos, quer dizer, 0 a 4 no primeiro grupo, 5 a 9 no segundo, etc., aqui se utilizarão os códigos começando de 1 para o primeiro grupo, 2 para o segundo, etc. Note que você só necessita os grupos 4, 5 e 6, correspondentes às idades de 15 a 29 anos, o que significa que pode utilizar a cláusula ELSE para indicar uma categoria (neste caso 0) na qual serão colocadas todas as outras idades. Quer dizer, a idade das pessoas que estão na faixa de 15 a 29 anos será manejada pelo RECODE, e o resto o ELSE as recodificará para zero. Filtrando um DEFINE com um FOR No primeiro resultado pedido, você está interessado só nas pessoas de 5 a 29 anos. A variável pessoa.asisstat que recodificou anteriormente, poderia ser filtrada para incluir somente estas pessoas agregando ao comando DEFINE uma cláusula FOR, ficando o comando da seguinte maneira: 77

78 DEFINE PESSOA.ASISSTAT AS RECODE PESSOA.ASSISTE (0 =0) (1 =1) (2-3 =2) FOR PESSOA.IDADE >= 5 AND PESSOA.IDADE <= 29 TYPE INTEGER RANGE 0 2 Esta cláusula adicionada ao RECODE considera só os registros, neste caso pessoas, para as quais o FOR é Verdadeiro; quando a expressão é Falsa, a variável asisstat é considerada como Não aplica, que corresponde a um código interno de R+G4. Especificando a faixa (RANGE) e tipo (TYPE) de uma nova variável Faixa (RANGE): Corresponde aos valores mínimo e máximo da nova variável. A faixa de uma nova variável deve ser incluída sempre com o comando DEFINE, se a variável é usada num cruzamento, freqüência ou média. Esta cláusula permite que R+G4 trabalhe mais rapidamente e que utilize menos espaço em memória para as tabelas, porque com ela o sistema pode dimensionar exatamente o tamanho necessário para a tabela de saída. Se você não souber exatamente a faixa de variação dos valores para a nova variável, use o bom senso e estabeleça um limite superior que garanta que todos os valores estarão dentro da faixa. Tipo (TYPE): Quando possível, a maioria das variáveis deverá ter um tipo de dado inteiro (TYPE INTEGER), já que R+G4 processa mais rápido com números sem decimais. Posteriormente indicaremos como trabalhar números reais, com TYPE REAL. Rotulando com VARLABEL e VALUELABELS As variáveis recentemente definidas (DEFINE) não possuem um rótulo descritivo a menos que seja especificado explicitamente; obviamente, cada uma das novas variáveis deve ter seu nome entidade.variável. As categorias para as novas variáveis nascem de códigos numéricos sem nome. Dar-lhes um rótulo é uma ação opcional, mas normalmente de grande utilidade, dado que favorece grandemente a compreensão do programa e seus resultados. O uso das cláusulas VARLABEL e VALUELABELS é como mostra o exemplo: Exemplo para rotular a variável pessoa.asistat. Depois do RECODE no DEFINE se escreve: DEFINE PESSOA.ASISSTAT AS RECODE PESSOA.ASSISTE (0 =0) (1 =1) (2-3 =2) FOR PESSOA.IDADE >= 5 AND PESSOA.IDADE <=29 TYPE INTEGER RANGE 0 2 VARLABEL "Estado de assistência à escola" VALUELABELS 0 "sem resposta" 1 "assistindo" 2 "não assiste" Note que o rótulo deve estar entre aspas. VALUELABELS não precisa descrever todas as categorias. É importante notar que as variáveis criadas com um DEFINE existem enquanto dure a execução. Habitualmente, as variáveis não são armazenadas no Dicionário, na base de dados ou qualquer outro lugar, a menos que se use explicitamente a cláusula SAVE para guardar a variável veja DEFINE...SAVE. Por esta razão, se recomenda insistentemente guardar seus Programas, particularmente quando eles têm cálculos de indicadores complexos 78

79 ou extensos definidos com DEFINE que poderiam ser difíceis de reproduzir. Isto não somente protege contra perdas senão que permite cortar e colar programas de acordo a seus requerimentos para a criação de variáveis. Usando as novas variáveis nos TABLES Neste exercício se buscava a média de idade de pessoas entre 5 e 29 anos segundo assistência e tipo de educação que se expressa da seguinte forma num programa: TABLE t1 AS AVERAGE OF PESSOA.IDADE BY PESSOA.TIPOE BY PESSOA.ASISTAT BY PESSOA.SEXO EXERCÍCIO 5 DE PROGRAMAÇÃO - PROMOVENDO INFORMAÇÃO Definindo uma variável numa entidade de nível superior A maioria dos exemplos deste texto trabalharam com uma única entidade, usualmente no nível da pessoa. Entretanto, com freqüência é necessário definir (DEFINE) novas variáveis e obter resultados que compreendem mais de um nível, por exemplo, a determinação do número médio de pessoas no domicílio, ou a média de pessoas dependentes numa quadra. Como se mostrou previamente, R+G4 tem várias e muito poderosas ferramentas para levar a cabo tal processamento hierárquico sem que seja necessário preocupar-se de como funciona internamente; obviamente, se necessita saber o que se deseja e como interpretar os resultados. Tomemos um exemplo de como definir (DEFINE) variáveis para uma entidade de nível superior baseadas em variáveis de nível inferior; é necessário criar um cruzamento de: Tamanho do domicílio (número de pessoas) pelo (BY) tipo de piso para todo o país de Nova Miranda. A primeira variável não está na base de dados de Nova Miranda, mas os dados para calculá-la estão disponíveis. RUNDEF programa5 SELECTION ALL DEFINE DOMICIL.TOTPESS AS COUNT PESSOA TYPE INTEGER RANGE VARLABEL "Total de pessoas no domicílio" TABLE T1 AS CROSSTABS OF DOMICIL.TOTPESS BY DOMICIL.PISO Contando as pessoas no domicílio com COUNT Isto é necessário para definir (DEFINE) o número total de pessoas dentro do domicílio, quer dizer, você deseja contar o número de elementos da entidade pessoa que é, por sua vez, elemento da entidade domicil e, obviamente, dentro da Área Selecionada. Na linguagem de R+G4, um DEFINE sempre requer o uso da cláusula AS. Neste caso, AS com COUNT indica ao sistema que conte os elementos da entidade pessoa. R+G4 sabe que esta contabilização se realiza dentro da entidade domicil, toda vez que o nível da entidade da nova variável está 79

80 dada pela identificação completa, da entidade.variável, que é representada na linha do DEFINE. O exemplo seguinte usa COUNT para determinar o tamanho do domicílio segundo o sexo do chefe do domicílio. RUNDEF programa SELECTION ALL DEFINE DOMICIL.TOTPESS AS COUNT PESSOA TYPE INTEGER RANGE VARLABEL "Total de pessoas no domicílio" DEFINE DOMICIL.SEXOCH AS PESSOA.SEXO FOR PESSOA.PARENT = 1 VARLABEL "Sexo do chefe do domicílio" VALUELABELS 1 "homem" 2 "mulher" RANGE 1-2 TYPE INTEGER TABLE T1 AS CROSSTABS OF DOMICIL.TOTPESS BY DOMICIL.SEXOCH EXERCÍCIO 6 DE PROGRAMAÇÃO CRUZAMENTO DE VARIÁVEIS DE DISTINTOS NÍVEIS Processamento hierárquico: trabalhando com variáveis de distintos níveis Outra qualidade de R+G4 é sua habilidade na manipulação do processamento hierárquico para usuários que necessitam produzir cruzamentos (CROSSTABS) com variáveis em entidades de distintos níveis. Por exemplo, faça um exercício, e execute o Programa que aparece a seguir. RUNDEF programa6 SELECTION ALL TABLE T1 AS CROSSTABS OF DOMICIL.AGUAD BY PESSOA.SEXO As categorias da variável nas linhas se referem à condição do domicílio, por exemplo, a existência de água potável em seu interior. Nas colunas as condições se aplicam às pessoas do domicílio. Em tais casos, R+G4 executa a tabulação contando os elementos da entidade mais baixa na hierarquia. EXERCÍCIO 7 DE PROGRAMAÇÃO - CRIANDO LISTAS DE ÁREAS AREALIST: informação por sub-áreas de uma seleção 80

81 Até este momento, você aprendeu como obter freqüências e cruzamentos para uma área dada, isto é, sua Seleção. Porém, o que acontece se você deseja identificar as quadras numa cidade com alta percentagem de jovens, ou deseja mostrar um indicador de pobreza sobre um mapa para identificar aonde estão as concentrações de quadras com pobreza, ou quer determinar populações-objetivo para a venda de determinado produto, segundo características das pessoas ou domicílios. Qualquer que seja sua necessidade, você poderia utilizar um comando TABLE em conjunto com um AREABREAK para prover informação em subáreas dentro de uma Seleção, mas os resultados não serão apresentados numa forma conveniente para estas ou outras consultas similares, que requerem o uso de listas de áreas geográficas e suas características. O programa entrega uma solução simples para a produção eficiente de listas por área mediante um tipo especial de cruzamento que se obtém usando o comando TABLE com uma cláusula AREALIST, que entrega um resultado onde as linhas correspondem à lista de áreas, normalmente com seus códigos e nomes, e as colunas representam as variáveis. Em qualquer resultado entregado pelo AREALIST, as áreas nas linhas da lista são os elementos no nível de uma entidade dada dentro da hierarquia geográfica da base de dados; por exemplo, em Nova Miranda, os elementos poderiam ser províncias individuais, distritos ou quadras, etc., ao nível da entidade provinc, distrito, quadra, etc., respectivamente. Naturalmente, e como sempre ocorre em R+G4, a Seleção definida pelo usuário determina o conjunto de áreas específicas que se incluirão em qualquer resultado de AREALIST. Variáveis de nível inferior ao nível da entidade do AREALIST: Freqüências As variáveis pertencentes a uma entidade de nível mais baixo que a definida para o AREALIST não têm um valor simples para cada área. Nesta situação, R+G4 insere a distribuição numérica da variável da entidade de nível inferior ao da entidade do AREALIST, utilizando uma coluna para cada uma das categorias da variável. Por exemplo, num AREALIST ao nível da entidade distrito com a variável PESSOA.SEXO, a lista incluirá duas colunas para esta variável: Homem=1 e Mulher=2, e para cada área entregará o número de homens e mulheres, respectivamente. Com efeito, existe uma distribuição de freqüência da variável sexo para cada área. Execute o seguinte programa para determinar domicílios sem conexão a rede de esgoto. RUNDEF programa7 SELECTION ALL TABLE T1 AS AREALIST OF DISTRITO, DISTRITO.NDISTRIT, DOMICIL.EXCSN O resultado entrega uma tabela onde as linhas correspondem aos distritos, identificados por seu código e nome, e as colunas correspondem à distribuição, por distrito, de cada categoria da variável Rede de Esgoto (sem resposta, sim, não, total). Também é possível gerar variáveis no mesmo nível da entidade de saída da Lista de Áreas. Por exemplo, se pode determinar o numero de domicílios que recebem água por canalização fora do domicílio para cada distrito e incluir esta variável na tabela de saída do exemplo anterior. RUNDEF programa7 SELECTION ALL DEFINE DISTRITO. SEMAGUA AS COUNT DOMICIL FOR DOMICIL.AGUAD=2 TYPE INTEGER TABLE T1 AS AREALIST OF DISTRITO, DISTRITO.NDISTRIT, DISTRITO.SEMAGUA 81

82 Assignando um alias à variável Examine a seguinte modificação na tabela de saída: TABLE T1 AS AREALIST OF DISTRITO, DISTRITO.NDISTRIT nome, DISTRITO.SEMAGUA aguafora Note que foi agregado um alias, nome, depois da variável DISTRITO.NDISTRIT, e aguafora depois de DISTRITO.SEMAGUA na lista da cláusula OF para o AREALIST. O alias é utilizado como cabeçalho para a variável, na tabela de resultado que se deseja exportar (a qual se ativa com um duplo clique sobre o nome TABLE na janela de resultados). O alias pode ser utilizado para qualquer variável na lista. Entretanto, existem três situações obrigatórias para o uso do alias: Quando o nome abreviado da variável começa com um número, por exemplo 90sexo. Quando o nome abreviado da variável é idêntico a outro na lista. Pelo menos um deles deve ter alias para diferenciá-lo do outro. Se o nome abreviado da variável tem mais de 9 caracteres; então, o alias deve ter até 9 caracteres. Se a variável está num nível de entidade mais baixo que o do AREALIST, esta (ou seu alias), não deve ter mais de 7 caracteres para permitir agregar o dígito da categoria ao nome da variável (se a faixa está entre 0 e 9, é possível usar 8 caracteres). O alias é útil no momento de exportar a tabela para fora de Redatam, já que a janela de mostrar os resultados em R+G4 rotula os campos com a definição de cada categoria em vez do nome real da variável. Num AREALIST você pode colocar variáveis de um nível de entidade mais alto que o nível definido para o AREALIST. Assim, neste exemplo, a lista está definida ao nível da entidade distrito, o que possibilita utilizar-se uma variável ao nível de província. Mas as variáveis da entidade de nível mais alto não podem ser variáveis calculadas durante o processo, como ao utilizar COUNT, porque o AREALIST é construído, por exemplo, no nível de quadra cada vez que finaliza o processo para cada uma delas. Desta maneira, um COUNT ao nível de distrito não deveria estar finalizado senão até que a última quadra não tenha ingressado no AREALIST. Portanto, só as variáveis que pertencem ao dicionário podem ser utilizadas num nível superior ao do AREALIST. EXERCÍCIO 8 DE PROGRAMAÇÃO - CARÊNCIAS DO DOMICÍLIO Programa para quantificar a população de Nova Miranda que reside em domicílios com carências em infraestrutura ao nível de distritos Descrição Trata-se, em primeiro lugar, de identificar os domicílios particulares ocupados com pessoas presentes (estabelecido no UNIVERSE) que apresentam alguma carência estrutural, considerando para tal efeito os materiais predominantes das paredes exteriores (DOMICIL.PAREDE); piso (DOMICIL.PISO); teto (DOMICIL.TETO) e a existência de cômodos destinados à cozinha no domicílio. Para cada uma destas variáveis se estabelece uma condição do tipo verdadeiro/falso (DEFINEs para TMPVAR 1 a 4) que no caso de resultar verdadeira qualifica o domicílio na condição de carenciado. Adotou-se o critério de que se o domicílio resulta ser carenciado em pelo menos uma das variáveis, então 82

83 ele apresenta problemas de infraestrutura (o DEFINE 5 para TMPVAR5 calcula este indicador resumo). Finalmente se realizam os cálculos para a obtenção de indicadores que quantifiquem a população afetada ao nível de distritos. Programa RUNDEF programa8 SELECTION ALL UNIVERSE=DOMICIL.TIPOVI < 9 AND DOMICIL.CONDOC = 1 ************************************************************************************************** *A cláusula "AS DOMICIL..." estabelece a condição para verdadeiro ou falso em cada caso *definindo variáveis temporárias (TMPVAR) ************************************************************************************************** DEFINE DOMICIL.TMPVAR1 AS DOMICIL.PAREDE = 5 TYPE INTEGER RANGE 0-1 DEFINE DOMICIL.TMPVAR2 AS DOMICIL.PISO=7 TYPE INTEGER RANGE 0-1 DEFINE DOMICIL.TMPVAR3 AS (DOMICIL.TETO=5 OR DOMICIL.TETO=6) TYPE INTEGER RANGE 0-1 DEFINE DOMICIL.TMPVAR4 AS DOMICIL.COZINHA=2 TYPE INTEGER RANGE 0-1 ************************************************************************************************** *A expressão que segue a cláusula "AS" gera o indicador resumo e assignará o valor 1 * quando o domicílio apresente uma ou mais carências com respeito às variáveis anteriores. ************************************************************************************************** DEFINE DOMICIL.TMPVAR5 AS ( (DOMICIL.TMPVAR1 + DOMICIL.TMPVAR2 + DOMICIL.TMPVAR3 + DOMICIL.TMPVAR4) >= 1 ) TYPE INTEGER RANGE 0-1 ************************************************************************************************** *Este DEFINE conta, ao nível de distrito, as pessoas que residem em domicílios com *problemas de infraestrutura ************************************************************************************************** DEFINE DISTRITO.CONDDOM 83

84 AS COUNT PESSOA TYPE INTEGER FOR (DOMICIL.TMPVAR5 = 1) VARLABEL "Total Selecionado" ************************************************************************************************** *Se conta o total de pessoas por distrito ************************************************************************************************** DEFINE DISTRITO.TOTAL AS COUNT PESSOA TYPE INTEGER VARLABEL "Total" ************************************************************************************************** *Se calcula a percentagem que representa a população com problemas em domicílio * com respeito ao total de pessoas de cada distrito ************************************************************************************************** DEFINE DISTRITO. CONDDOMC AS 100. * ( DISTRITO.CONDDOM ) / DISTRITO.TOTAL TYPE REAL FOR DISTRITO.TOTAL<> 0 VARLABEL "Percentagem" ************************************************************************************************** *Se calcula o número de pessoas com problemas no domicílio por cada cem pessoas * em domicílios de boa condição ************************************************************************************************** DEFINE DISTRITO. CONDREL AS 100. * (DISTRITO.CONDDOM) / (DISTRITO.TOTAL - DISTRITO.CONDDOM ) TYPE REAL FOR (DISTRITO.TOTAL - DISTRITO.CONDDOM ) <> 0 VARLABEL "Razão" ************************************************************************************************** *Uma lista de áreas ao nível de distrito para cada indicador ************************************************************************************************** TABLE TABLE1 AS AREALIST OF DISTRITO, DISTRITO. TOTAL, DISTRITO.CONDDOM, DISTRITO.CONDDOMC, DISTRITO.CONDREL 84

85 EXERCÍCIO 9 DE PROGRAMAÇÃO - USANDO A CLÁUSULA SWITCH Programa para combinar as características de alfabetização e sexo das pessoas numa nova variável com quatro categorias Descrição O programa avalia se cada pessoa cumpre a condição estabelecida a continuação de "INCASE" e caso positivo lhe assigna o valor especificado na cláusula "ASSIGN". Programa RUNDEF programa9 SELECTION ALL DEFINE PESSOA.ANALFASEXO AS SWITCH INCASE PESSOA.ALFAB=1 AND PESSOA.SEXO=1 ASSIGN 1 INCASE PESSOA.ALFAB=1 AND PESSOA.SEXO=2 ASSIGN 2 INCASE PESSOA.ALFAB=2 AND PESSOA.SEXO=1 ASSIGN 3 INCASE PESSOA.ALFAB=2 AND PESSOA.SEXO=2 ASSIGN 4 TYPE INTEGER VALUELABELS 1 "Homem Alfabetizado" 2 "Mulher Alfabetizada" 3 " Homem Analfabeto" 4 " Mulher Analfabeta" RANGE 1-4 OPTIONS DEFAULT 0 TABLE t1 AS FREQUENCY OF PESSOA.ANALFASEXO Assistente de Programação TRABALHANDO COM A JANELA ASSISTIDA Criar um comando novo Para criar um comando novo (DEFINE ou TABLE), basta dar um clique com o mouse esquerdo num dos dois botões de Novos Comandos na barra superior da Janela Assistida. O painel do assistente aparecerá abaixo da lista de comandos. Preencher os campos correspondentes e apertar OK para voltar para a lista de comandos: o novo comando será inserido ao final da lista. 85

86 Como o comando RUNDEF é único, e inserido automaticamente pelo Assistente, não há maneira de criar um novo comando RUNDEF, somente pode-se editar o RUNDEF existente. É possível criar também novos comentários, da mesma maneira que os comandos DEFINE e TABLE. Existe um painel especial para a agregação de comentários à lista de comandos. Editar um comando existente no programa Para editar um comando já existente (RUNDEF, DEFINE ou TABLE), é necessário dar um clique no comando desejado para marcá-lo na lista, e pressionar o botão esquerdo do mouse em um dos dois botões de Editar Comando na barra superior da Janela Assistida. O painel do assistente aparecerá abaixo da lista de comandos. Preencher os campos correspondentes e apertar OK para voltar para a lista de comandos: o comando editado voltará a seu lugar na lista. É possível também editar os comentários existentes na lista de programas. Para os usuários mais experimentados, o botão de edição livre abre uma janela de texto totalmente controlado pelo usuário, com toda a flexibilidade necessária para escrever as cláusulas que desejar. PAINEL DO ASSISTENTE Na verdade existem vários painéis do Assistente, dependendo do comando a ser editado (ou criado). Estes painéis são exatamente os mesmos usados no Assistente de Comandos do Editor Livre. Existe o Assistente do RUNDEF, o Assistente do DEFINE e o Assistente do TABLE. A diferença é que nesse caso, depois da edição dos comandos, o resultado aparece na lista de comandos da Janela Assistida. Existem também dois painéis adicionais, que não estão descritos entre os painéis do Editor Livre. Estes são o Assistente de Comentário e o Assistente de Texto. ASSISTENTE DE COMENTÁRIO Para editar um comentário existente ou adicionar um novo comentário Tabela de Comentário Um comentário é composto de várias linhas que aparecem na tela como elementos de uma tabela. Pode-se agregar ou eliminar linhas individuais, ou deletar totalmente o comentário. Tudo que se escreva nestas linhas não têm nenhum efeito direto na programação, além do fato de documentar os programas. Botões especiais Existe uma lista de botões à direita da tabela, os quais têm as seguintes funções: Remover Limpar Aceitar Para remover uma única linha na tabela de comentários. Um clique com o mouse esquerdo na linha e em seguida usar o botão Remover. Para remover todas as entradas da tabela de comentários. Para aceitar o comentário e devolvê-lo para a lista de comandos. 86

87 Cancelar Para cancelar a edição do comentário e voltar para a lista de comandos sem alterações. ASSISTENTE DE TEXTO Para editar livremente o conteúdo de um comando. O texto do comando aparece na caixa de edição, e que pode ser totalmente modificado a gosto do usuário. Depois das modificações, usar um dos botões para aceitar ou cancelar os câmbios e voltar para a lista de comandos. As funções de edição normais estão disponíveis, tais como Copiar (Ctrl-C), Colar (Ctrl-V), eliminar um bloco de texto (bloquear e Backspace), etc. Ao sair do Assistente, se foi usado o botão OK, o sistema efetua um verificação sintática preliminar. Programação Livre ASSISTENTE NO EDITOR LIVRE Apesar de ser um Editor Livre, o usuário também tem à sua disposição um Assistente de Comandos, que é acionado via menu dinâmico (popup menu) com o botão direito do mouse. Criar um novo comando Para criar um novo comando (RUNDEF, DEFINE ou TABLE), basta pressionar o botão direito e escolher o assistente que corresponda ao comando. A tela do assistente aparecerá vazia. Preencher os campos correspondentes e retornar ao Editor Livre; o novo comando será inserido no lugar aonde estava o cursor. Editar um comando existente no programa Para editar um comando já existente (RUNDEF, DEFINE ou TABLE), é necessário bloquear todo o texto do comando com o mouse, começando pelo seu nome e terminando na última cláusula, e pressionar o botão direito do mouse para chamar o menu dinâmico. Escolher qualquer dos assistentes (o sistema é "inteligente" e aciona o assistente que corresponda, que aparecerá na tela com as cláusulas já escritas). Modificar os campos correspondentes e devolver o comando ao Editor Livre, que substituirá o comando bloqueado. MENU DINÂMICO (POPUP) DO EDITOR LIVRE Este menu é acionado pelo botão direito do mouse, em geral, depois de bloquear um texto no editor. O menu tem as seguintes entradas: Cortar Copiar Cortar o texto bloqueado para a área de transferência, possivelmente para inseri-lo em outra parte do programa. Copiar o texto bloqueado para a área de transferência, possivelmente para inseri-lo em outra parte do programa. 87

88 Colar Deletar Selecionar Tudo Inserir um texto previamente copiado, existente na área de transferência. Eliminar o texto bloqueado. Marcar todo o texto para seleção. Assistente de RUNDEF Invocar o Assistente do comando RUNDEF. Assistente de DEFINE Invocar o Assistente do comando DEFINE. Assistente de TABLE Invocar o Assistente do comando RUNDEF Iniciar o arraste Iniciar o processo de arraste para o Assistente de comandos. Fonte Ajuste de palavras Cambiar a fonte de edição, chamando a caixa de diálogos de fontes. Para ajustar o texto (ou não) para a linha seguinte, caso não caiba na janela. ASSISTENTE DE COMANDOS FUNCIONAMENTO A função dos Assistentes é ajudar ao usuário em preencher os parâmetros necessários de cada comando, e em seguida inserir (caso seja um comando novo) ou devolver (caso seja uma edição de um comando existente) o comando ao Editor Livre. A mecânica do processo é a seguinte: Invocar o Assistente desde o Editor Livre (se existe um texto de comando bloqueado o texto vai para o Assistente); Usando o Assistente, ingressar os parâmetros necessários para fazer as modificações do caso nos parâmetros existentes; Regressar para o Editor Livre. Os assistentes são invocados pelo menu dinâmico no Editor Livre, e retornam para o mesmo Editor Livre que o chamou, ainda que exista mais de uma janela aberta de Editor Livre. Caso o usuário não esteja satisfeito com os câmbios efetuados com o Assistente, este pode ser abandonado com o botão de Cancelar, e o controle retorna ao Editor Livre. Para aceitar os câmbios usar o botão OK, ou o botão de Salvar na Barra de Ferramentas. Uma vez invocado um Assistente, o Editor Livre perde o controle do programa, que está agora totalmente a cargo do Assistente: o Editor Livre continua disponível, principalmente para as funções de arrastar e largar (drag&drop), mas qualquer câmbio ou modificação em seu conteúdo não será considerado pelo sistema porque, ao aceitar as modificações e devolver o controle para o Editor Livre, o Assistente substitui todo o conteúdo do programa. Os assistentes têm a capacidade de aceitar arrastes tanto do dicionário como do Editor Livre. Por exemplo, para fazer uma freqüência de uma variável do dicionário, basta arrastar seu nome desde o dicionário, e largar o mouse na caixa correspondente à freqüência. O mesmo pode ser feito desde o Editor Livre, arrastando uma variável definida por um comando DEFINE. As caixas de filtros e expressões podem ser usadas diretamente, digitando a expressão à mão, ou usando o botão do construtor de expressões à direita do campo para ajudar na escritura. Nos assistentes, algumas cláusulas não estão diretamente disponíveis, como por exemplo, os filtros, os pesos, faixas, documentação, etc. A idéia é que as telas apareçam o mais "limpas" possível. Para acionar a cláusula, usar o botão correspondente. Caso o botão não esteja 88

89 pressionado no momento de voltar ao Editor Livre, a cláusula NÃO será considerada: é como se ela não existisse. Assistente de Comandos Assistente do RUNDEF Assistente do DEFINE PAINEL: DEFINE Determina o nome e entidade da variável, e comanda a existência dos outros painéis Entidade Nome Tipo Como Botão Faixa Limite mínimo Limite máximo Botão Filtro Campo Filtro Nome da entidade à qual vai a pertencer a variável. Use a flecha à direita da caixa para eleger a entidade. Nome da variável a ser definida. Tem que ser único na entidade, quer dizer, não pode existir outra variável de mesmo nome na mesma entidade no dicionário ou definida previamente. Tipo da variável. INTEGER (estandard), REAL (para números decimais ou negativos), e STRING para variáveis alfanuméricas. Use a flecha da direita para eleger o tipo. Forma de construção da variável (EXPRESSION, COUNT, RECODE, SWITCH ou DATASET). Use a flecha da direita para eleger a forma. De acordo à forma elegida o painel correspondente aparecerá. Botão que habilita ou não a informação de faixas da variável. Caso esteja ligado o sistema mostra as caixas de limites mínimo e máximo para informar. Importante: Ainda que exista informação nos limites, se o botão não estiver ligado, a informação de faixas NÃO será passada ao Editor Livre. Valor mínimo a ser aceito para a variável. Valores menores que este valor mínimo serão transformados em valores fora de faixa. Valor máximo a ser aceito para a variável. Valores maiores que este valor máximo serão transformados em valores fora de faixa. Botão que habilita ou não a informação de um filtro a ser usado na criação da variável. Caso esteja ligado o sistema mostra a caixa de filtro. Importante: Ainda que exista informação no filtro, se o botão não estiver ligado, a informação de filtro NÃO será passada ao Editor Livre. É possível escrever diretamente a sintaxe do filtro, ou usar o botão do construtor de expressões à direita do campo para ajudar na escritura. O campo também aceita arrastes de variáveis desde o dicionário ou do Editor Livre. Nos DEFINEs em forma de Expression, Recode e Switch, a existência do filtro especifica os casos a participarem do esquema de transformação: as observações que não satisfaçam ao filtro recebem um valor não se aplica, a menos que se use a opção de DEFAULT, quando então o valor assumido nestes casos é o valor informado na cláusula DEFAULT. No caso do Count, a existência do filtro seleciona os elementos a serem contados, por exemplo, contar as pessoas de mais de 10 anos. 89

90 Os botões de Salvar, Avançado e Documentação comandam a existência dos painéis de mesmo nome. Caso estejam ligados, o painel correspondente será mostrado. Importante: Ainda que exista informação nos painéis, se o botão não estiver ligado, a informação NÃO será passada ao Editor Livre. Painéis Formas do DEFINE PAINEL: EXPRESSION Variável definida pelo resultado de uma expressão construída com outras variáveis Expressão Exemplos A caixa neste painel é usada para ingressar a expressão a ser usada na criação da variável. É possível escrever diretamente a sintaxe da expressão, ou usar o botão do construtor de expressões à direita do campo para ajudar na escritura. O campo também aceita arrastes de variáveis desde o dicionário ou do Editor Livre. 1. PESSOA.IDADE 2. PROVINCIA.CODPROV * 10 + COMUNA.CODCOM 3. PESSOA.IDADE * 20 Ver também DEFINE... AS PAINEL: COUNT Variável definida por uma contagem de elementos de entidades inferiores Entidade a ser contada Nome da entidade a ser contada, a qual tem que ser necessariamente uma entidade inferior à entidade definida no painel DEFINE. Por exemplo, contar as pessoas mulheres de mais de 10 anos, e que o resultado esteja disponível ao nível de província. Nesse caso, a entidade a ser contada é PESSOA (a entidade PROVINCIA aparece no painel do DEFINE, e a informação de que seja mulher e maior de 10 anos será ingressada no filtro). Botão Peso Botão que habilita ou não a informação do peso a ser usado na criação da variável. Caso esteja ligado o sistema mostra a caixa de peso. Nesse caso o peso recebe o nome de TALLY, porque sua função é a de usar uma informação quantitativa a ser somada na criação da variável. Por exemplo, obter ao nível de província a suma dos rendimentos das pessoas. A entidade PESSOA é a entidade a ser contada, a variável PESSOA.RENDIM é a variável de peso. Importante: Ainda que exista informação no peso, se o botão não estiver ligado, a informação de peso NÃO será passada ao Editor Livre. 90

91 Campo Peso É possível escrever diretamente a sintaxe do peso, o qual, em geral, é o nome de uma variável. Pode-se também usar o botão do construtor de expressões à direita do campo para ajudar na escritura. O campo também aceita arrastes de variáveis desde o dicionário ou do Editor Livre. Ver também DEFINE... AS COUNT PAINEL: RECODE Variável definida através da recodificação de valores de outra variável Fonte Nome da variável a ser recodificada. É possível escrever diretamente o nome da variável, arrastar variáveis desde o dicionário o do Editor Livre. Na verdade o campo Origem de uma recodificação pode ser uma expressão (por exemplo, PESSOA.IDADE * 10), envolvendo variáveis do dicionário (da mesma entidade ou superiores), ou variáveis da sessão definidas anteriormente no programa. Tabela de Recodificação A estrutura de recodificação na criação de uma variável é formada por uma série de pares de valores que definem intervalos, e valores que são atribuídos caso o valor original esteja dentro dos intervalos definidos. Por exemplo, para criar uma recodificação da IDADE da pessoa para grupos qüinqüenais, se usam os pares (0-4) (5-9) (10-14) para os limites dos intervalos, e para cada intervalo se define o código que a nova variável irá receber. Na sintaxe livre, se escreveria (0 4 = 1) (5 9 = 2) (10 14 = 3) onde os valores 1, 2, 3, são os valores a serem atribuídos à nova variável caso a IDADE esteja no primeiro intervalo, ou no segundo, etc. Para definir os intervalos e os valores a serem atribuídos, o assistente usa uma tabela com uma linha para cada intervalo. Esta tabela tem as principais colunas com os rótulos de Código, Desde e Até, para informar respectivamente o valor a ser atribuído, e os valores mínimo e máximo de cada intervalo. As duas outras colunas da tabela são os separadores de intervalo, ( "[" e "]"), os quais especificam os tipos de intervalos a serem considerados, "abertos" ou "fechados". Por default, os intervalos são sempre "fechados", quer dizer, incluem ambos os valores, e não é necessário informar qualquer separador de intervalo. Para informar um intervalo "aberto" à esquerda, usar o "[", ou o "]" para um intervalo "aberto" à direita. Por exemplo, para um grupo de área de 0 a 4 hectares, inclusive, o padrão é "fechado", e não há necessidade dos separadores. Entretanto, para um grupo de área de 0 até menos de 4 hectares, deve-se informar o separador direito como "]" para dar a entender que o 4 não entra no intervalo (também é possível informar um número decimal menor que o 4 para significar que o 4 não entra, como por exemplo, , e nesse caso não há necessidade de informar o separador). Observações: 91

92 Os valores de atribuição podem ser quaisquer, não é necessário que se siga nenhuma ordem específica. Por outro lado, a ordem dos intervalos é importante. O sistema assignará o valor de saída correspondente ao primeiro intervalo a ser satisfeito. Isso é muito conveniente, e facilita a recodificação de um subgrupo distinto dentro de um grande grupo de valores. Por exemplo, as atividades entre 400 e 499 devem levar o código 3, com exceção das atividades de 450 a 460, as quais devem ser recodificadas para 4. Nesse caso se escreveria, na sintaxe livre, primeiro o intervalo de exceção, e depois o intervalo geral ( = 4) ( = 3). Os números decimais são informados SEMPRE usando-se o ponto decimal, e NUNCA a virgula decimal. É possível informar intervalos de números negativos. Quando o intervalo é composto de um único número, basta informá-lo uma vez, seja na coluna Desde ou na Até. Para informar uma lista de valores, e não um intervalo, usar somente uma das colunas, Desde ou Até, e separar os valores por uma vírgula. Por exemplo, na sintaxe livre seria (1, 4, 5, 8 = 1). Os valores originais que não satisfaçam a nenhum dos intervalos permanecem os mesmos na variável de saída, a menos que a cláusula ELSE esteja presente. Por exemplo, se o esquema de recodificação é (1 4 = 1) (5 6 = 2), os valores 7, 8 e 9 não serão modificados. Porém, se existe a cláusula ELSE 3, por exemplo, os valores 7, 8 e 9 serão recodificados para 3. Botões especiais Existe uma lista de botões à direita da tabela, os quais têm as seguintes funções: Remover Limpar LOWEST HIGHEST ELSE Para remover uma única entrada na tabela de recodificações. Dar um clique com o botão esquerdo do mouse na entrada e em seguida usar o botão Remover. Para remover todas as entradas da tabela de recodificações. Para incluir desde o valor mínimo no intervalo. Dar um clique com o mouse esquerdo na coluna Desde do intervalo apropriado e usar o botão. Para incluir até o valor máximo no intervalo. Dar um clique com o mouse esquerdo na coluna Até do intervalo apropriado e usar o botão. Para criar um valor genérico para a recodificação caso nenhum dos intervalos seja satisfeito. Nesse caso aparecerá o campo ELSE para informar o valor a ser tomado para a nova variável. Importante: Ainda que exista informação no campo ELSE, se o botão não estiver ligado, a informação do ELSE NÃO será passada ao Editor Livre. Ver também DEFINE... AS RECODE PAINEL: SWITCH Variável definida como uma série de testes e expressões, do tipo se faça A instrução SWITCH é usada quando se necessita de uma flexibilidade maior na criação de uma variável. Na sintaxe livre a instrução é representada como: 92

93 INCASE ASSIGN INCASE ASSIGN INCASE ASSIGN condição-1 expressão-1 condição-2 expressão-2 condição-n expressão-n Onde condição-n são as condições lógicas a serem verificadas, que retornam um valor de verdadeiro ou falso, e expressão-n são as expressões a serem calculadas caso a condição anterior de teste seja verdadeira. Tabela de Condições A tabela de condições tem duas colunas, a primeira para as condições lógicas, e a segunda para as assignações, ambas compostas de elementos que são expressões construídas. Estas expressões podem ser digitadas à mão, pode-se arrastar variáveis do dicionário ou do Editor Livre, ou invocar o construtor de expressões. Botões especiais Existe uma lista de botões à direita da tabela, os quais têm as seguintes funções: Remover Limpar Construir Para remover uma única entrada na tabela de condições. Dar um clique com o botão esquerdo do mouse na linha da tabela, e em seguida usar o botão Remover. Para remover todas as entradas da tabela de condições. Chamar o construtor de expressões para ajudar na escritura da condição ou da assignação. Um clique com o botão esquerdo do mouse sobre a condição ou assignação desejada e em seguida use o botão Construir. Ver também DEFINE... AS SWITCH PAINEL: DATASET Variável externa lida de arquivos.dbf ou da base mesma. Usado para ler variáveis externas à base (só arquivos de tipo xbase, que devem conter um registro para cada elemento da entidade correspondente). Em casos muito especiais, pode ser usado também para ler diretamente os arquivos internos de formato Redatam. Tipo de Arquivo Pode ser "xbase" ou "Redatam". Especificações do arquivo xbase Arquivo Coluna Nome do arquivo a ser lido. É possível escrever diretamente seu nome, ou usar o botão de navegação à direita do campo para localizar o arquivo no disco. Uma vez definido o arquivo de entrada o sistema detecta as variáveis existentes no arquivo, e monta a caixa de possibilidades. Usar a flecha direita para selecionar o campo a ser lido. 93

94 Especificações do arquivo Redatam Tipo Tamanho Arquivo Definir o formato do arquivo, seja binário (.bin), compactado (.pck), ou caracter. Esta informação encontra-se no painel de Propriedades da variável no dicionário. Tamanho do campo a ser lido. Se BIN ou PCK, é o número de bits, caso contrário é o número de caracteres. Nome do arquivo a ser lido. É possível escrever diretamente seu nome, ou usar o botão de navegação à direita do campo para localizar o arquivo no disco. Ver também DEFINE... AS DATASET Opcionais PAINEL: DOCUMENTAÇÃO Rótulo da variável e suas categorias. Rótulo Texto alfanumérico descritivo da variável. Tabela de Categorias A tabela de categorias é composta de elementos que descrevem o conteúdo da variável. Ela tem duas colunas, a primeira para o código da categoria, e a segunda para a descrição da mesma. Código Valor da categoria internamente na variável. Por exemplo, 2. Rótulo Botões especiais Descrição da categoria, para as saídas dos tabulados. Por exemplo, "Maior de 10 anos". Não é necessário colocar as aspas. Existe uma lista de botões à direita da tabela, os quais têm as seguintes funções: Remover Limpar Recode Para remover uma única entrada na tabela de categorias. Um clique com o botão esquerdo do mouse na linha da tabela e em seguida usar o botão Remover. Para remover todas as entradas da tabela de categorias. Copiar todas as categorias da tabela de recodificação. O sistema pedirá confirmação. PAINEL: SAVE Para salvar a variável na base de dados, de maneira que possa ser usada posteriormente em outros programas. Versão 1.2 Arquivo Marcar se a base necessita manter a compatibilidade com a versão anterior de Redatam. Se recomenda que se mantenha. Nome do arquivo a ser gravado com os dados da variável. É possível escrever diretamente seu nome, ou usar o botão de navegação à direita do campo para localizar o arquivo no disco. 94

95 Decimais Se é uma variável do tipo REAL, informar o número de posições decimais. Caso contrário, deixar em branco. Ver também DEFINE... SAVE PAINEL: AVANÇADO Opções adicionais. LIKE OVERRIDE SENSIBLE DEFAULT MISSING NOT APPLICABLE Nome da variável a ter suas propriedades copiadas para a nova variável. É possível escrever diretamente seu nome, ou arrastar uma variável do dicionário ou do Editor Livre. Para substituir a definição de uma variável já existente. Se a variável é "sensível" nas tabelas de saída. Variables sensíveis são aquelas que não permitem células com menos que um certo número de casos. Valor por default a ser assignado à variável, caso existam filtros que selecionem observações da base de dados na definição da variável. Valor a ser usado na variável caso esta receba um valor de "missing". Valor a ser usado na variável caso esta receba o valor de "não se aplica". Assistente do TABLE PAINEL: TABLE Determina o nome da tabela, a forma do TABLE, e comanda a existência dos outros painéis Tabela Como Areabreak Nome da tabela, com o qual será referenciada no programa e nos resultados. Forma de construção da tabela (FREQUENCY, CROSSTABS, AVERAGE, AREALIST ou MATRIXOP). Use a flecha da direita para eleger a forma. De acordo à forma elegida o painel correspondente aparecerá. Use a flecha direita para eleger a entidade correspondente ao nível desejado. Para uma tabela de tipo FREQUENCY, CROSSTABS ou AVERAGE, é o nível de produção de quadros. Se é o nome da base, quer dizer, a entidade raiz do dicionário, somente uma tabela será apresentada. Se é uma entidade inferior, sairá uma tabela para cada elemento da entidade. Por exemplo, PROVINCIA, e nesse caso sairá uma tabela para cada província na base. Para uma tabela de tipo AREALIST, é o nível de gravação de registros. Por exemplo, PROVINCIA, e nesse caso sairá um arquivo com uma linha para cada província na base de dados. Botão Filtro Campo Filtro Botão que habilita ou não o uso de um filtro para a produção da tabela. Caso esteja ligado o sistema mostra a caixa de filtro. Importante: Ainda que exista informação no filtro, se o botão não estiver ligado, a informação de filtro NÃO será passada ao Editor Livre. É possível escrever diretamente a sintaxe do filtro, ou usar o botão do construtor de expressões à direita do campo para ajudar na escritura. O 95

96 campo também aceita arrastes de variáveis desde o dicionário ou do Editor Livre. Ver também TABLE Painéis Formas do TABLE PAINEL: FREQUENCY Para obter uma distribuição de freqüências das categorias das variáveis Caixa de variáveis A caixa de variáveis deve receber variáveis arrastadas do dicionário ou do Editor Livre. É possível bloquear uma lista de variáveis e arrastá-las para a caixa. O fato de existir uma lista de variáveis não significa que elas vão ser tabuladas combinadas numa tabela: sempre se executará uma freqüência simples de cada variável em separado. Para combinar as variáveis em cruzamentos dentro de uma mesma tabela, usar a cláusula CROSSTABS. Botão de Eliminação Marque as variáveis a eliminar na caixa e pressione o botão com o mouse esquerdo. Botão Peso Botão que habilita ou não a informação do peso a ser usado na freqüência das variáveis. Caso esteja ligado o sistema mostra a caixa de peso. Importante: Ainda que exista informação no peso, se o botão não estiver ligado, a informação de peso NÃO será passada ao Editor Livre. Campo Peso É possível escrever diretamente a sintaxe do peso, que é, em geral, o nome de uma variável. Pode-se também usar o botão do construtor de expressões para ajudar na escritura. O campo também aceita arrastes de variáveis desde o dicionário ou do Editor Livre. Ver também TABLE... AS FREQUENCY PAINEL: CROSSTABS Para obter uma distribuição de cruzamentos das categorias das variáveis Este painel é exatamente igual ao painel de FREQUENCY, com a diferença que este tem mais caixas de variáveis, uma para cada dimensão da tabela (até 4). Caixas de variáveis 96

97 As caixas de variáveis devem receber variáveis arrastadas do dicionário ou do Editor Livre. É possível bloquear uma lista de variáveis e arrastá-las para as caixas. É possível também arrastar variáveis entre as caixas de variáveis, quer dizer, mover variáveis de uma caixa a outra. Botões de Eliminação Existe um botão para cada caixa de variáveis. Marque as variáveis a eliminar na caixa e aperte o botão com o mouse esquerdo. Botão Peso Botão que habilita ou não a informação do peso a ser usado no cruzamento das variáveis. Caso esteja ligado o sistema mostra a caixa de peso. Importante: Ainda que exista informação no peso, se o botão não estiver ligado, a informação de peso NÃO será passada ao Editor Livre. Campo Peso É possível escrever diretamente a sintaxe do peso, que é, em geral, o nome de uma variável. Pode-se também usar o botão do construtor de expressões para ajudar na escritura. O campo também aceita arrastes de variáveis desde o dicionário ou do Editor Livre. Ver também TABLE... AS CROSSTABS PAINEL: AVERAGE Para obter a média dos valores das variáveis Este painel, em formato, é exatamente igual ao painel de CROSSTABS. A diferença está na função da primeira caixa de variáveis, a qual deve conter as variáveis a terem suas médias calculadas. Caixas de variáveis As caixas de variáveis devem receber variáveis arrastadas do dicionário ou do Editor Livre. É possível bloquear uma lista de variáveis e arrastá-las para as caixas. É possível também arrastar variáveis entre as caixas de variáveis, quer dizer, mover variáveis de uma caixa a outra. Botões de Eliminação Existe um botão para cada caixa de variáveis. Marque as variáveis a eliminar na caixa e pressione o botão com o mouse esquerdo. Botão Peso Botão que habilita ou não a informação do peso a ser usado no cálculo das médias das variáveis. Caso esteja ligado o sistema mostra a caixa de peso. Importante: Ainda que exista informação no peso, se o botão não estiver ligado, a informação de peso NÃO será passada ao Editor Livre. 97

98 Campo Peso É possível escrever diretamente a sintaxe do peso, que é, em geral, o nome de uma variável. Pode-se também usar o botão do construtor de expressões para ajudar na escritura. O campo também aceita arrastes de variáveis desde o dicionário ou do Editor Livre. Ver também TABLE... AS AVERAGE PAINEL: AREALIST Para obter arquivos com registros das entidades selecionáveis Caixa de variáveis A caixa de variáveis deve receber variáveis arrastadas do dicionário ou do Editor Livre. É possível bloquear uma lista de variáveis e arrastá-las para a caixa. A caixa contém as seguintes colunas de dados: Variável Tipo Tamanho Dec Alias Botão de Eliminação Nome da variável a ser listada. Tipo da variável, se numérico ou caracter. Tamanho da variável, em caracteres. Número de posições decimais. Nome da variável no arquivo.dbf de saída. Marque as variáveis a eliminar na caixa e pressione o botão com o mouse esquerdo. Botão de Edição Selecione a variável a editar na caixa e pressione o botão com o mouse esquerdo. Aparecerá o painel de edição com os mesmos campos da caixa de variáveis. Modifique os campos necessários e aperte o botão de aceitar os câmbios. Ver também TABLE... AS AREALIST PAINEL: MATRIXOP Para efetuar operações matriciais com as tabelas de resultados Existem três caixas de seleção, com as quais pode-se escolher as matrizes a serem operadas e o tipo de operação a executar. A lista de matrizes é confeccionada a partir das tabelas existentes no programa. Ver também TABLE... AS MATRIXOP Opcionais 98

99 PAINEL: APRESENTAÇÃO Para definir aspectos e apresentação dos resultados O painel tem dois modos, dependendo da forma do comando TABLE, o modo de Tabela (FREQUENCY, CROSSTABS, AVERAGE e MATRIXOP) e o modo de Lista (AREALIST) Modo Tabela Título da Tabela Incluir Texto alfanumérico com o título da tabela (opcional). Marcar as opções se desejar incluir linhas e colunas com zeros, a linha e/ou coluna para o Não se Aplica de cada variável, e a linha e/ou coluna para o Missing (Omitidos) de cada variável. Por default o sistema não inclui nenhuma destas três opções nas tabelas. Incluir os zeros significa ter linhas e/ou colunas para todas as categorias das variáveis, ainda que as filas e/ou colunas não tenham casos tabulados. Esta opção é conveniente quando se necessita ter saídas sempre com o mesmo número de linhas e colunas. Incluir Não se Aplica e/ou Missing significa ter estes valores contados dentro da tabela, com uma linha e/ou coluna especial para eles. Códigos e Rótulos Utilizado quando se quer que as variáveis e suas categorias sejam mostradas na saída com sua referência completa, isto é, nome e rótulo para as variáveis, e valor e rótulo para as categorias. Incluir percentagens Marcar as opções se desejar percentagens relativos a linhas, colunas e total. Por default o sistema inclui a percentagem para as freqüências, e não os inclui para os cruzamentos e médias. Omitir títulos Omitir totais Omitir contagens Tipo de Arquivo de Saída Nome do arquivo Marcar a opção para que não saiam as linhas de títulos das tabelas. Marcar a opção para eliminar a linha e/ou coluna de totais. Marcar a opção para eliminar as contagens (somente se quer o valor ponderado), ou eliminar os valores absolutos (somente se quer as percentagens). Selecionar o tipo de arquivo a ser gravado, se texto (ASCII) ou planilha (.xls), ou nenhum em especial (DEFAULT). Marcar esta opção caso se necessite gravar um arquivo específico na saída. É possível escrever diretamente o nome do arquivo de saída, ou usar o botão de navegação à direita do campo para localizar o arquivo no disco. Caso o nome seja digitado à mão, se é para ser gravado no diretório do projeto, não é necessário escrever todo o passo completo, somente o nome do arquivo. A extensão é definida automaticamente pelo sistema,.txt para arquivos texto y.xls (formato Excel) para arquivos de planilha. De ser necessário uma extensão específica distinta, colocar o nome do arquivo entre aspas ("). Modo Lista Excluir código 99

100 geográfico Incluir rótulos de áreas Tipo de Arquivo de Saída Nome do arquivo Marcar esta opção caso se queira eliminar da lista os códigos geográficos de identificação das áreas. Marcar esta opção caso se queira que na lista apareça os nomes das áreas. Selecionar o tipo de arquivo a ser gravado, se texto (ASCII) ou base de dados (.dbf), ou nenhum em especial (DEFAULT). Marcar esta opção caso se necessite gravar um arquivo específico na saída. É possível escrever diretamente o nome do arquivo de saída, ou usar o botão de navegação à direita do campo para localizar o arquivo no disco. Caso o nome seja digitado à mão, se é para ser gravado no diretório do projeto, não é necessário escrever todo o passo completo, somente o nome do arquivo. A extensão é definida automaticamente pelo sistema,.txt para arquivos texto y.dbf para arquivos de bases de dados. De ser necessário uma extensão específica distinta, colocar o nome do arquivo entre aspas ("). Construtor de Expressões CONSTRUTOR DE EXPRESSÕES O Construtor de Expressões é um painel assistente que ajuda ao usuário na escritura de expressões lógicas e aritméticas. Ao ser acionado pelo botão apropriado, o Construtor leva ao campo de edição o conteúdo da expressão, se é que existe algo na expressão. Quer dizer, o Construtor pode ser usado para construir uma expressão desde o início, ou também para editar uma expressão já existente. A janela do Construtor tem os seguintes elementos (de cima para baixo): Botões de comandos 100

101 Na parte mais de cima da janela, com os seguintes botões: Tipo de lista de entidades e variáveis. Três possibilidades: Nomes, Rótulos ou Ambos. Classificação das variáveis. Mostra a lista de variáveis classificada (ou não) pelo elemento selecionado no botão anterior. Avalia a expressão para verificação. Limpa a expressão. Aceita a expressão e retorna ao Assistente. Cancela o Construtor sem retornar a expressão ao Assistente. Texto da expressão Imediatamente abaixo dos botões, é um campo de edição, o qual pode ser digitado à mão, ou pressionando o mouse nos elementos abaixo (variáveis, operadores e categorias). O conteúdo da expressão vai se formando de acordo aos elementos selecionados. Em qualquer momento pode-se editar manualmente este conteúdo, inserindo (ou eliminando) textos. Botões operacionais Abaixo do conteúdo da expressão aparecem os botões operacionais, que podem ser pressionados com o mouse esquerdo (somente um clique simples), fazendo com que o operador associado ao botão seja incorporado ao texto da expressão. Existem os seguintes conjuntos de botões: Operadores aritméticos ( + - * / ). Operadores de comparação ( = < > etc.) Parêntesis sintáticos para esclarecer a ordem de avaliação, se necessário. Conectores lógicos (AND e OR). O conteúdo dos botões também pode ser digitado à mão diretamente no Texto da expressão. Entidades Na parte da esquerda da janela está a lista de entidades do dicionário, com todas as entidades. Um clique no mouse esquerdo no nome da entidade mostra a lista das variáveis associadas a esta entidade na parte central do Construtor. Ao final das entidades aparece a palavra "Functions". Se pressionada com o mouse, o sistema mostra a lista de funções disponíveis na caixa de variáveis. Variables Na parte central da janela está a lista de variáveis associadas à entidade selecionada pelo mouse. Um duplo-clique com o mouse esquerdo copia o nome da variável para o Texto da expressão. 101

102 Se "Functions" está selecionada na caixa de entidades, esta caixa mostra a lista de funções disponíveis. Um duplo-clique com o mouse esquerdo copia a função para o Texto da expressão. Substituir o parâmetro da função pelo elemento necessário (entidade, variável ou expressão). Categorias Na parte direita da janela está a lista das categorias associadas à variável selecionada pelo mouse na parte central (se a variável tem categorias). Um duplo-clique com o mouse esquerdo copia a categoria para o Texto da expressão. Ver também Como utilizar o Construtor de Expressões Para os Antigos Usuários de winr+ DIFERENÇAS E SIMILARIDADES ENTRE R+G4 e winr+ v1.2 Base de dados Os arquivos da base de dados são exatamente os mesmos em R+G4 e no anterior, winr+ v1.2, e estes podem ser usados diretamente pela nova versão: não há necessidade de conversão de bases. O que sim é necessário converter é o formato do dicionário de dados. Diretório de Trabalho vs. Espaço de Trabalho O novo sistema R+G4 trabalha com o conceito de Diretório de Trabalho, no qual se armazenam os mesmos elementos de winr+ v1.2, mas em forma de arquivos separados: Dicionário Seleções Programas Listados de áreas Tabulados Mapas (arquivo de extensão.dic) (arquivos de extensão.slw) (arquivos de extensão.spc) (arquivos de extensão.dbf o.txt) (arquivos de extensão.xls) (arquivos de extensão.mxp) O sistema winr+ v1.2 tem o conceito de Espaço de Trabalho (workspace), o qual se relaciona com uma base de dados. O Espaço de Trabalho (um arquivo de extensão.mdb) armazena e organiza: a) Dicionário; b) Seleções geográficas; c) Programas; d) Listados de Áreas; e e) Mapas. Dicionário vs. Espaço de Trabalho No sistema anterior, winr+ v1.2, o Espaço de Trabalho está associado diretamente a um único dicionário de base de dados. Em R+G4 não existe tal associação de Diretório com dicionário, ainda que seja recomendável que um diretório de trabalho não tenha mais de um dicionário. Inicio da sessão O novo sistema R+G4 abre (e fecha) dicionários (um de cada vez). 102

103 No sistema winr+ v1.2, o início da sessão é comandado pelo Espaço de Trabalho; se abrem (e se fecham) Espaços de Trabalho (um de cada vez). Seleção geográfica O conceito é idêntico, mas o formato de armazenamento é distinto, por razões de eficiência. É possível usar as mesmas seleções geográficas da versão anterior, com um processo anterior de exportação desde o Espaço de Trabalho. Programas e comandos A linguagem é idêntica, os comandos os mesmos, mas enriquecidos de novas cláusulas. É possível usar os mesmos programas da versão anterior, mediante um processo anterior de exportação desde o Espaço de Trabalho. Ver também Como Migrar a R+G4 COMO MIGRAR A R+G4 Para começar a trabalhar com una base antiga, o primeiro que se deve fazer é converter o dicionário. Em seguida, se necessário, converter as seleções geográficas e os programas. Conversão do Dicionário Este é um passo muito simples, realizado com a Importação do Dicionário desde o Espaço de Trabalho de winr+ v1.2. Conversão das Seleções Geográficas Trata-se de exportar as seleções do Espaço de Trabalho e depois importá-las no novo sistema. Se as seleções não são muito complexas, se recomenda reconstruí-las ao invés de importá-las. Exportação da seleção Em winr+, ativar o painel de seleções, marcar a seleção a exportar, e no menu principal, eleger a opção Exportar, gravando um arquivo com a extensão.sel. Importação da seleção Em R+G4, no menu principal, eleger a opção Arquivo >Abrir >Seleção, e usar o navegador para localizar o arquivo.sel correspondente, salvando-o depois com a nova extensão (e o novo formato).slw. Conversão dos Programas Trata-se de exportar os programas do Espaço de Trabalho e depois importá-los em R+G4. A sintaxe é exatamente a mesma, e todos os programas deveriam funcionar sem maiores problemas, com as exceções mencionadas adiante, relacionadas com a seleção geográfica e a gravação de listados de áreas no Diretório do Projeto. Exportação do programa Em winr+ v1.2, ativar o painel de programas, marcar o programa a exportar, e no menu principal, eleger a opção Exportar, gravando um arquivo com a extensão.dft. Importação do programa Em R+G4, no menu principal, eleger a opção Arquivo >Programa >Editor Livre, e usar o navegador para localizar o 103

104 Seleção geográfica Listados de área arquivo.dft correspondente, salvando-o depois com a nova extensão.spc. O parâmetro SELECTION no RUNDEF, se não for a palavra chave ALL, deve ser modificado de acordo ao arquivo de seleção usado. Os comandos TABLE que gravam saídas diretamente no Diretório do Projeto podem necessitar possíveis retoques para definir o nome do arquivo de saída do resultado. Ver também Diferenças e Similaridades Guia de Referência aos Comandos R+G4 Tópicos Iniciais REVISÃO INICIAL DA LINGUAGEM R+G4 A linguagem de comandos de Redatam (e portanto, de R+G4) permite comunicar-se com o sistema mediante Programas que lhe indicam a forma de processar algum subconjunto de dados determinado por sua seleção. Habitualmente, a seleção especificará uma área geográfica, como um município ou uma quadra de cidade dentro de uma área maior, como uma cidade o país. Claro que uma seleção pode definir como área de interesse a base de dados completa. A linguagem de R+G4 é similar às linguagens naturais e é de formato livre, portanto: a) é possível incluir tantos espaços e linhas como sejam requeridos para facilitar a leitura e compreensão; b) os comandos e suas cláusulas podem estar em mais de uma linha sem a necessidade de um caracter de continuação; e c) é independente de maiúsculas e minúsculas, (com exceção dos nomes de variáveis e entidades), o que significa que estes caracteres podem ser utilizados para melhorar a leitura. Um asterisco *, localizado em qualquer lugar antes do primeiro caracter de uma linha, fará com que esta se transforme em uma linha de comentário ou de comando não executável. A linguagem é "aberta" no sentido de que pode-se utilizar tanto arquivos externos como arquivos de bases de dados R+G4. Normalmente, os arquivos externos devem corresponder a algum dos níveis geográficos dentro da estrutura da base de dados R+G4. SENSITIVIDADE DE MAIÚSCULAS E MINÚSCULAS Um cambio importante na sintaxe dos comandos R+G4 com relação a seu predecessor em winr+ é que agora as letras maiúsculas e minúsculas têm diferença, sobretudo nos nomes de variáveis e entidades. Por exemplo, MUNIC.NOME não é o mesmo que MUNIC.nome, ou munic.nome, ou munic.nome: na programação, deve-se respeitar exatamente a escritura de cada variável no dicionário. Para os comandos e cláusulas é indiferente, tanto vale "TYPE INTEGER" como "type integer", mas é fortemente recomendável que se use os comandos em letras maiúsculas. Portanto, OPTIONS ZERO é preferível a options zero 104

105 OS TRÊS COMANDOS BÁSICOS A linguagem de comandos de Redatam (e portanto, de R+G4) tem só três comandos básicos: RUNDEF DEFINE TABLE Define o ambiente no qual se encontrará um processo durante uma execução, incluindo a Seleção que identifica a área geográfica que se deseja processar e suas condições opcionais, como o universo ao que serão limitadas todas as tabulações por exemplo, só mulheres de 15 a 49 anos de idade. Este é o único comando requerido para um Programa R+G4. Cria novas variáveis (se necessário) especifica suas características e permite gravá-las, se desejável, na base de dados. Num mesmo Programa podem utilizar-se tantos DEFINE como se deseje. Descreve um resultado e as condições específicas de seu conteúdo. Num mesmo Programa pode utilizar-se tantos comandos TABLE como se requeira. Palavras-chave: Cláusulas A linguagem de comandos de R+G4 utiliza palavras reservadas para os três comandos: RUNDEF, DEFINE e TABLE; para palavras que formam parte dos comandos utiliza cláusulas ou opções como FOR, AS, RECODE, COUNT e outras, permitindo a criação de Programas. Estas palavras chaves ou reservadas são denominadas Cláusulas. Identificando variáveis num Programa Num Programa R+G4 cada variável deverá estar sempre identificada por sua notação entidade.variável, quer dizer, sua entidade e seu nome separados por um ponto. Desta maneira, PESSOA.SEXO é o nome entidade.variável da variável SEXO da entidade PESSOA. Neste texto, usualmente se utiliza nome da variável em lugar do nome entidade.variável a menos que se produza alguma ambigüidade; o nome da variável sem sua entidade se denomina nome abreviado da variável. ESTRUTURA DOS COMANDOS E SUA SINTAXE Aqui se resume os três comandos R+G4 com suas respectivas cláusulas e sintaxe. A ordem das cláusulas (palavras reservadas) dentro de um comando é opcional, mas se recomenda utilizar, dentro do possível, a ordem mais aproximada da que aqui se mostra, o que facilitará a leitura, os câmbios e correções de seu Programa. Uma cláusula pode continuar em outra linha sem que seja necessário utilizar um caracter de continuação. Entretanto, um comando novo que comece com algum dos três comandos básicos deve começar numa nova linha. O Resumo dos comandos lista os três comandos com todas as cláusulas possíveis que estão disponíveis na primeira versão de R+G4. Veja o Exemplo de um Programa típico de R+G4 e um delineamento de sua estrutura. Note que cada Programa deve começar com um comando RUNDEF. Entretanto, os Comentários que não têm efeito sobre a execução do programa e que podem ser colocados em qualquer lugar deste, podem preceder a um RUNDEF. Qualquer linha cujo primeiro caracter não branco (espaço) tenha um asterisco * é tratada como um comentário. Portanto, é possível "desconectar" qualquer comando ou opção colocando um * antes de cada uma de suas linhas. Também existe o comentário por bloco que se ativa com "/*" e termina com "*/". Como se observou mais acima, não existe um caracter de continuação de linha em R+G4. Qualquer cláusula de qualquer comando pode continuar em qualquer lugar nas linhas 105

106 seguintes. Isto lhe permite escrever seus Programas num formato que facilite a compreensão; veja os exemplos embaixo de cada palavra reservada que servem como sugestões para que você possa estruturar seus próprios Programas. RESUMO DOS COMANDOS *Comentário [qualquer linha que comece com um *. Pode estar em qualquer lugar] RUNDEF RUNTITLE SELECTION UNIVERSE <IDProcesso> <título do processo> < [SELSET] SelSet SELFILE SelFile ALL> <expressão booleana> DEFINE <IDNovaVar> AS <expressão> COUNT <entidade> SUM <Variável de ID> RECODE <expressão de recodificação> SWITCH <testes de casos> DATASET <definição do conjunto de dados> FOR <expressão lógica> TYPE <tipo de variável> RANGE [<lista de faixas>] VARLABEL <título da variável> VALUELABELS <lista de ValueLabel> LIKE <ID de variável existente> OPTIONS <lista de opções> SAVE <especificação do conjunto de dados> TABLE <ID da tabela> AS <FREQUENCY AVERAGE CROSSTABS AREALIST MATRIXOP> AREABREAK <entidade> OF <definição da tabela> FOR <expressão lógica> OUTPUTFILE <tipo de arquivo> <especificações do arquivo> OPTIONS <lista de opções> ÍNDICE DOS COMANDOS E CLÁUSULAS 106

107 COMENTÁRIO RUNDEF RUNDEF...FOR RUNDEF...SELECTION RUNDEF...UNIVERSE DEFINE DEFINE...AS DEFINE...AS COUNT DEFINE...AS DATASET DEFINE...AS RECODE DEFINE...AS SUM DEFINE...FOR DEFINE...LIKE DEFINE...OPTIONS DEFINE...OPTIONS DEFAULT DEFINE...OPTIONS MISSING DEFINE...OPTIONS NOTAPPLICABLE DEFINE...RANGE DEFINE...SAVE DEFINE...TYPE DEFINE...VALUELABELS DEFINE...VARLABEL TABLE TABLE...AREABREAK TABLE...AS TABLE...AS AREALIST OF TABLE...AS AVERAGE OF TABLE...AS CROSSTABS OF TABLE...AS FREQUENCY OF TABLE...FOR TABLE...OF TABLE...OPTIONS TABLE...OPTIONS COMPLETENAME TABLE...OPTIONS MISSING TABLE...OPTIONS NOKEY TABLE...OPTIONS OUTPUTFILE TABLE...OPTIONS OVERWRITE TABLE...OPTIONS TITLE TABLE...OPTIONS WEIGHT 107

108 TABLE...OPTIONS ZERO OPERADORES USADOS EM EXPRESSÕES Operadores Aritméticos + Adição - Subtração * Multiplicação / Divisão normal Entrega um tipo real (TYPE REAL) com decimais \ Divisão inteira Entrega um tipo inteiro (TYPE INTEGER), truncado para o inteiro inferior ^ Exponenciação Por exemplo, 5^2 = 25 MOD Módulo y Entrega o resto depois de dividir por y. Por exemplo, 5MOD2 = 1 Operadores relacionais Operadores Lógicos = igual a AND e >= maior ou igual a OR ou <= menor ou igual a NOT não > maior que < menor que <> distinto de Quando R+G4 avalia uma expressão lógica, como idade > 10, ou sexo = 1, um resultado Verdadeiro será convertido a 1, e um resultado Falso a 0. EXEMPLO DE UM PROGRAMA * Comando RUNDEF obrigatório e sempre o primeiro comando RUNDEF programa1 RUNTITLE "Tamanho do Domicílio pelo sexo do chefe" SELECTION ALL DEFINE DOMICIL.totpess AS COUNT PESSOA TYPE INTEGER RANGE 0-30 VARLABEL "Total de pessoas no Domicílio" VALUELABELS 1 "Domicílio c/ 1 pessoa" 108

109 2 "Domicílio c/ 2 pessoas" 17 "Domicílio c/17 pessoas" DEFINE DOMICIL.HHsex AS PESSOA.sexo FOR PESSOA.relat = 1 VARLABEL "Sexo do chefe do Domicílio" VALUELABELS "Masculino" "Feminino" RANGE 0 2 TYPE INTEGER OPTIONS DEFAULT 0 * Tabela para os resultados de saída TABLE t1 TITLE "Tamanho do domicílio pelo sexo do chefe" AS CROSSTABS OF DOMICIL.totpess BY DOMICIL.HHsex REVISANDO OS COMANDOS NO GUIA DE REFERENCIA Encontrando um Comando As palavras reservadas nesta Referência estão ordenadas alfabeticamente dentro de cada uma das subseções para os três comandos R+G4: RUNDEF, DEFINE e TABLE. Isto é necessário devido a que usualmente as palavras reservadas iniciam as cláusulas dentro de um comando e estão intimamente associadas com cada um dos três comandos R+G4. As palavras reservadas estão identificadas na coluna esquerda destas páginas como: COMANDO...CLÁUSULA por exemplo, TABLE...FOR. Portanto, se você deseja informação sobre um FOR utilizado com um TABLE, deveria buscar na coluna esquerda por TABLE e, depois, alfabeticamente na direita, por FOR. Se não conhece o comando ao qual pertence uma cláusula, poderá encontrá-la rapidamente no Índice dos Comandos. A Estrutura de Comandos também poderia ser útil. Sintaxe dos comandos A sintaxe que se entrega nesta Ajuda serve para todas as cláusulas disponíveis nesta primeira versão de R+G4. Convenções tipográficas utilizadas para indicar a sintaxe: Usualmente uma cláusula qualquer tem variáveis ou uma expressão conectada com ela, e também pode ter várias sub-cláusulas. As seguintes convenções tipográficas são utilizadas para indicar a sintaxe (estas convenções só são utilizadas para indicar a sintaxe nesta Ajuda e não se utilizam nos comandos e cláusulas presentes num Programa). COMANDO Comandos e cláusulas em maiúsculas e negritas. 109

110 < > Variável ou outra informação a ser provida pelo usuário. <VarID> <expr> nome de entidade.variável. expressão aritmética que deve conter variáveis. <Título> Cadeia de caracteres entre aspas: " ". <zzzid> Cadeia curta de caracteres para uma identificação sem aspas. [ ] Parâmetro ou cláusula opcional, pode ser omitida. Indica a existência de várias possibilidades, uma das quais deve ser escolhida. Por exemplo, AS <FREQUENCY AVERAGE CROSSTABS AREALIST> requer que o usuário inclua uma destas depois do AS. Comentário COMENTÁRIO Comando da linguagem de Redatam Sintaxe * < conjunto de caracteres com só uma linha > /* < conjunto de caracteres de mais de uma linha > */ Uso Comentar sobre qualquer tema num Programa sem afetar sua execução. Exemplos * Este é um Exemplo de um comentário ao início de um Programa. RUNDEF abcd Notas Ver também /* Este é um Exemplo de um comentário de mais de uma linha */ DEFINE... Pode-se colocar um número ilimitado de comentários num Programa e em qualquer lugar, incluindo antes de um comando RUNDEF. Podem existir espaços em branco na linha de comentário antes do asterisco. Pode usar /* ao início de um bloco de comandos e cláusulas com */ ao final para ignorar todos os comandos dentro do bloco durante uma execução. TABLE...TITLE 110

111 Comando RUNDEF RUNDEF Comando da linguagem de Redatam Sintaxe Uso Exemplos Notas Ver também RUNDEF <IDExecução> Iniciar e outorgar uma identificação ao Programa. O RUNDEF deve ser sempre o primeiro comando executável de um novo Programa. RUNDEF t4c_ala RUNDEF deve ser sempre o primeiro comando executável do programa. Só podem existir linhas de comentário antes dele, que não são executáveis. Se recomenda especialmente que a identificação <IDExecução> seja o nome do arquivo.spc que será guardado no Diretório do Projeto, e que o mesmo seja adotado como identificação genérica dos tabulados obtidos para que os resultados impressos e mostrados na tela sejam associados a seus Programas geradores (ex: "IndicSaude2000.spc"; "IndicSaude2000_Tab1.xls"; "IndicSaude2000_Tab2.dbf";...etc). A identificação <IDExecução> não deve conter espaços em branco. R+G4 possui um Assistente Guiado para ajudar a criar, editar e verificar um comando RUNDEF com suas várias cláusulas; a forma de ter acesso este Assistente é mediante um clique em Arquivo >Novo >Programa >Assistido do menu principal. RUNDEF...SELECTION; RUNDEF...UNIVERSE RUNDEF... FOR Comando da linguagem de Redatam Ver RUNDEF...UNIVERSE RUNDEF... SELECTION Comando da linguagem de Redatam Sintaxe e uso SELECTION < SelFile ALL> 111

112 Uso Exemplos Notas Ver também Indicar a porção da base de dados que se deseja processar, usualmente com referência a área(s) geográfica(s). A opção SELECTION especifica a área baseada na estrutura hierárquica da base de dados R+G4. SELECTION "c:\winrplus\trabalho\plan.slw" Entrega o caminho para o arquivo plan.slw, o qual é uma seleção criada em R+G4. SELECTION ALL Seleciona a base de dados em sua totalidade. A cláusula SELECTION é obrigatória em todos os Programas, e só pode ser utilizada uma única vez. Como quase todas as bases de dados R+G4 estão estruturadas em termos de uma hierarquia geográfica com um ou mais ramos, a cláusula SELECTION se refere normalmente a uma área geográfica. Entretanto, se a base de dados é estruturada de maneira diferente, a Seleção pode referir-se a outro conceito, como uma data, um tipo de morte, etc., que depende da estrutura de mesma. TABLE... AREALIST, DEFINE... SAVE RUNDEF... UNIVERSE Comando da linguagem de Redatam Sintaxe Uso Exemplos Notas Ver também UNIVERSE <expressão_booleana> Filtrar (limitar) os casos que se deseja processar e os resultados que se obterão para o Programa completo. UNIVERSE PESSOA.IDADE >= 5 AND PESSOA.IDADE <= 29 A cláusula UNIVERSE, que pode ser utilizada só no comando RUNDEF, restringe todo o processo aos casos que cumpram com a expressão booleana especificada, isto é, aqueles em que a expressão é Verdadeira. A expressão booleana deve ser definida só com variáveis armazenadas permanentemente no disco (variáveis do dicionário) e não pode incluir variáveis provenientes de um DEFINE do mesmo Programa (de fato, não pode haver um comando DEFINE prévio a um RUNDEF). A cláusula FOR pode ser usada ao invés da cláusula UNIVERSE. DEFINE...FOR; TABLE...FOR 112

113 Comando DEFINE DEFINE Comando da linguagem de Redatam Sintaxe Uso DEFINE <IDVariávelNova> Exemplos Notas Criar uma nova variável baseada em variáveis existentes na base de dados R+G4 ou em arquivos externos, assim como em DEFINEs prévios de outras variáveis durante a mesma execução. Normalmente, a variável nova só existe durante o processo em curso, mas pode ser guardada para execuções posteriores com um SAVE. DEFINE PESSOA.NOVAIDADE AS RECODE PESSOA.IDADE (0-14=1) (15-64=2) (65-99=3) TYPE INTEGER RANGE 1-3 VALUELABELS 1 "0-14" 2 "15-64" 3 "65 e mais" Este exemplo mostra como definir uma nova variável, neste caso a nível da entidade PESSOA, que classificará a população segundo três grupos de idade para facilitar a análise de sua composição etária. A nova variável deve ser definida com um nome entidade.variável; o nome para a variável é um nome novo e o nome da entidade sempre se refere a um nome de uma entidade existente no dicionário. R+G4 possui um Assistente Guiado que ajuda a criar, editar e verificar um comando DEFINE com vários modificadores; o acesso ao Assistente é mediante um clique em Arquivo >Novo >Programa >Assistido do menu principal. Ver também RUNDEF; TABLE; DEFINE...AS; DEFINE...FOR; DEFINE...TYPE; DEFINE...RANGE; DEFINE...VARLABEL; DEFINE...VALUELABELS; DEFINE...LIKE; DEFINE...OPTIONS; DEFINE...SAVE DEFINE... AS Comando da linguagem de Redatam Sintaxe 113

114 AS <expressão> COUNT <IDEntidade> SUM <IDVariável> RECODE <Expressão de recodificação> SWITCH <Expressão de casos> DATASET <Definição do Conjunto de Dados> Uso Exemplos Definir uma nova variável através de uma expressão, operação hierárquica, recodificação, estrutura de casos, ou uso de uma variável externa. a) DEFINE DOMICIL.SEXO AS PESSOA.SEXO FOR PESSOA.PARENT = 1 Define uma variável ao nível de domicílio com o sexo do chefe. b) DEFINE DOMICIL.PARENT AS 1 FOR PESSOA.PARENT = 7 Define una variável ao nível de domicílio com o valor 1 se o domicílio possuir alguma pessoa com parentesco 7 (pai/mãe). c) DEFINE DOMICIL.NITEMS AS DOMICIL.AGUAVIV + DOMICIL.PAREDVIV + DOMICIL.TETOVIV Cada uma das variáveis DOMICIL.AGUAVIV, etc., foi criada previamente com valores zero e um para Adequada e Não adequada, respectivamente, pelo que neste exemplo sua adição entregará um número de elementos inadequados de primeira necessidade que possui o domicílio. d) DEFINE DOMICIL.PAREDADEQUADA AS (DOMICIL.PAREDE <3 AND DOMICIL.PAREDE <> 0) Notas A expressão com AS é uma expressão lógica, na qual R+G4 proporciona um valor Verdadeiro ou Falso, que entregam os valores 1 ou 0, respectivamente. Portanto, quando aqui a expressão lógica é Verdadeira, a nova variável toma o valor 1; de outra forma, toma o valor 0. Se existe qualquer dúvida sobre o valor da nova variável quando a expressão AS é Falsa, deve agregar-se a cláusula OPTIONS DEFAULT 0 (ou o valor que desejar). 114

115 Para observar a Sintaxe e seus detalhes específicos das cláusulas associadas com AS, busque a cláusula DEFINE...AS no Guia de Referência. Freqüentemente a nova variável é definida pelo comando DEFINE com a cláusula AS e outra cláusula FOR para indicar as condições em que a definição é aplicável. Ver também Quando se utiliza uma expressão lógica, como no exemplo d), deveria entregar um resultado único. Normalmente, isto é assim quando as variáveis na expressão estão no mesmo nível (ou superior) da entidade da variável definida com o DEFINE. Por exemplo, se houvesse uma variável ao nível de pessoa na expressão do exemplo d), o resultado mudaria para cada pessoa que se processe dentro do domicílio! DEFINE...AS COUNT, DEFINE...AS SUM, DEFINE...AS RECODE, DEFINE...AS DATASET, DEFINE... AS SWITCH DEFINE...FOR DEFINE... AS COUNT Comando da linguagem de Redatam Sintaxe Uso Exemplos DEFINE <EntidadeSuperior.Var> AS COUNT <EntidadeInferior> Contar o número de elementos de uma entidade inferior cujos elementos são de uma entidade superior, levando em conta só elementos na Seleção e só aqueles que passam no filtro de um DEFINE...FOR e/ou RUNDEF...UNIVERSE, se existe. Notas a) DEFINE DOMICIL.TOTPESS AS COUNT PESSOA b) DEFINE DISTRITO.TOTHOMENS AS COUNT PESSOA FOR PESSOA.SEXO = 1 Dado que o COUNT utiliza as facilidades do processamento hierárquico de R+G4, deve recordar-se que o sistema executa somente um passo através dos dados e realiza todas as ações encomendadas durante esse passo. Portanto, você pode usar o 115

116 Ver também resultado de um COUNT a nível da entidade distrito para produzir resultados que se refiram aos distritos; mas não pode utilizar os valores deste COUNT para filtrar pessoas, dado que neste COUNT não foi completado a contagem de pessoas no distrito quando uma pessoa está sendo processada. O valor por default é 0, isto é, se não existem casos para contar, o resultado é zero. Se existe um filtro FOR com o COUNT (ou SUM), as opções entregarão os valores por default uma vez que os filtros do FOR tenham filtrado todos os casos; se não existe um valor dado por default com a opção DEFAULT, o resultado é tratado por R+G4 como Não se Aplica. DEFINE AS SUM, DEFINE...OPTIONS DEFAULT DEFINE... AS DATASET Comando da linguagem de Redatam Sintaxe Uso Exemplos Notas AS DATASET <Tipo DBF> ASCII TEXT Permite que R+G4 utilize campos (quer dizer, variáveis) desde um conjunto de dados externos. A base de dados externa pode ter formatos de uso comum, como dbase (.dbf) ou ser o resultado de um AREALIST que foi exportado previamente em formato dbase. a) DEFINE MANZAN.NBUSIN AS DATASET DBF c:\winrplus\trabalho\acteco.dbf FIELD NSTORES TYPE INTEGER RANGE 0-10 A nova variável NBUSIN é definida ao nível da entidade MANZAN desde um arquivo de base de dados dbase (sem importar a versão do dbase). O campo na base de dados externa se denomina Nstores; normalmente, é preferível utilizar o mesmo nome da variável original mas, como neste caso também é aceitável modificá-lo. Os registros da base de dados externa correspondem aos elementos de uma entidade selecionável. R+G4 vincula os dados externos fazendo uso do código composto que corresponde à entidade para a qual se definiu a nova variável e internamente realiza a operação de encontrar, no arquivo xbase de donde provêem os novos dados, o campo de tipo caracter que se iguala com a base de dados atual. Por isto não se requer especificar o campo chave de origem dos dados. 116

117 Se a fonte externa não corresponde totalmente à área de uma Seleção, é obvio que só aqueles elementos da entidade que correspondam terão valores para a(s) variável(s) externa(s). A sintaxe da especificação depende do tipo de base de dados fonte: Arquivos fonte DBF Sintaxe: AS DATASET DBF <ArquivoXBase> [ FIELD <campo> ] A opção FIELD dá o nome da coluna, isto é, do campo da "tabela" DBF externa que será considerada em R+G4 como a variável definida (DEFINE). Se é omitida, se assume que a variável externa está armazenada na tabela DBF com o mesmo nome que é especificado no comando DEFINE (excluindo o nome da entidade). Para todos os casos, os atributos do campo (tipo e tamanho) na tabela DBF não deveriam entrar em conflito com as definições presentes no DEFINE, como por exemplo, se a variável é inteira ou real. O arquivo xbase (DBF) deve ser de qualquer dos seguintes tipos: DB3, DB4, FP2, FP25, FP36 que são arquivos criados em Dbase III, Dbase IV, FoxPro v2.0, FoxPro V2.5, FoxPro V2.6, respectivamente. Ver também TABLE...AREALIST DEFINE... AS RECODE Comando da linguagem de Redatam Sintaxe Uso DEFINE <Entidade.Var> AS RECODE [<IDVariável> (<expressão_aritmética>) ] <ListaDeElementosARecodificar> em que <ListaDeElementosARecodificar> tem a sintaxe [ ( <ListaDeLimites> = <inteiro> ) ELSE <inteiro>] 117

118 Permite modificar e/ou agrupar os valores (categorias) de uma variável existente mediante a assignação de novos valores. Exemplos a) DEFINE PESSOA.IDADEGRPS AS RECODE PESSOA.IDADE ( 0-9 = 1) (10,11,12,15,19=2) (13,14=4) (16 TO 18=3) (20 TO HIGHEST = 4) Notas b) DEFINE PESSOA.IDADEGRPS AS RECODE PESSOA.IDADE (0-9=1) (10-12=2) (15,19=2)(16-18=3) ELSE 4 Os exemplos a) e b) entregam o mesmo resultado. No segundo exemplo, todos os valores de entrada que não estão nos quatro primeiros grupos se recodificarão ao valor 4. c) DEFINE PESSOA.IDADEV AS RECODE PESSOA.IDADE (10-14 = 10) (15-19 = 11) (20-24 = 12) (25-99 = 13) VALUELABELS 10 "10-14" 11 "15-19" 12 "20-24" VARLABEL "Idades dos jovens" RANGE 0-13 TYPE INTEGER DEFINE PESSOA.IDADEV1 AS PESSOA.IDADEV TYPE INTEGER VARLABEL "Idades dos jovens; resto não aplica!" LIKE PESSOA.IDADEV RANGE 0-12 OPTIONS NOTAPPLICABLE 13 Os valores recodificados são aqueles explicitamente informados; todos os demais são "recodificados" a seu mesmo valor original. Portanto, aqui as idades 0 a 9 permanecerão em anos de idades simples. Nesta versão de R+G4, se o novo valor 13 é tratado como NOTAPPLICABLE, como se observa no segundo DEFINE deste exemplo, outra variável, digamos idadev1, deveria ser definida de maneira similar a idadev, com limites (RANGE) 0-12 e OPTIONS NOTAPPLICABLE 13. A variável existente pode estar no dicionário ou ter sido criada com um DEFINE anterior no mesmo processo. Os limites a - b e a TO b são equivalentes. Os valores LOWEST (mínimo) e HIGHEST (máximo) da variável podem ser utilizados para especificar um limite, evitando assim a necessidade de conhecer os valores reais para o mínimo e o máximo. 118

119 Ver também Como se viu no exemplo d), se a lista de valores que se deseja recodificar não inclui alguns valores, eles serão "recodificados" ao mesmo valor de seu valor original. Portanto, AS RECODE PESSOA.IDADE (30 to HIGHEST=30) recodificará desde a idade 0 até a idade 29 nos seus mesmos valores e todo o resto das idades para a idade 30. Uma expressão aritmética num RECODE deve ser definida entre parênteses. DEFINE...VALUELABELS DEFINE... AS SWITCH Comando da linguagem de Redatam Sintaxe DEFINE <Entidade.Var> AS SWITCH INCASE <condição-lógica_1> ASSIGN <expressão_1>... INCASE <condição-lógica_n> ASSIGN <expressão_n> Uso Permite definir uma variável dependendo de uma série de testes e expressões, do tipo se... faça... Em matéria de definição de novas variáveis esta é a cláusula mais potente porque combina valores de múltiplas variáveis e expressões lógicas de teste para obter o valor final da variável. Exemplos a) DEFINE PESSOA.GRIDADE AS SWITCH INCASE PESSOA.TIPO < 4 ASSIGN PESSOA.IDADE1 INCASE PESSOA.TIPO < 7 ASSIGN PESSOA.IDADE2 INCASE PESSOA.TIPO > 6 ASSIGN

120 O valor da variável GRIDADE dependerá dos testes da variável TIPO: se esta for menor que 4 o valor será dado por IDADE1, caso contrário, se verifica se o valor de TIPO é menor que 7, e então o valor de GRIDADE será dado pela variável IDADE2, ou por último, se TIPO for maior que 6 o valor será 999. b) DEFINE DOMICIL.NBI AS SWITCH INCASE DOMICIL.AGUA > 7 ASSIGN 3 INCASE DOMICIL.AGUA = 6 ASSIGN 2 INCASE DOMICIL.PISO > 4 ASSIGN 3 INCASE 1 = 1 ASSIGN 1 Notas Ver também O valor de NBI será 3 se AGUA > 7 ou se PISO > 4, senão se verifica de novo o valor de AGUA, e se este for = 6 se assigna 2 a NBI, caso contrário se assigna 1. Observese que a última condição é sempre verdadeira (1 = 1), ou seja, funciona como se fosse um ELSE das condições anteriores. A cláusula SWITCH deve ser usada geralmente quando o cálculo da nova variável envolve mais de uma variável de origem. Seu funcionamento é similar a expressões do tipo IF...THEN...ELSE, ou melhor ainda, a uma estrutura de tipo CASE das linguagens convencionais de programação. As condições de teste e de assignação funcionam em duplas, sempre uma condição de teste deve ser seguida por uma condição de assignação. Sempre que qualquer uma das condições (INCASE) for satisfeita, o sistema atribui o valor definido pelo ASSIGN seguinte à nova variável, e NÃO CONTINUA a avaliação dos testes seguintes. Isto é muito importante para definir a ordem em que se deve escrever as condições de teste. DEFINE AS EXPRESSION DEFINE... AS SUM Comando da linguagem de Redatam Sintaxe DEFINE EntidadeSuperior.Var AS SUM EntidadeInferior.Var Uso 120

121 Exemplos Notas Ver também Somar valores de uma variável de entidade inferior a uma nova variável definida ao nível de uma entidade superior, levando em conta só elementos da Seleção e só aqueles que cumpram os filtros do DEFINE...FOR e RUNDEF...UNIVERSE, se existe. DEFINE DOMICIL.SOMAIDADE AS SUM PESSOA.IDADE Se existem três pessoas num domicílio, com idades 25, 35 e 42 anos, o valor de DOMICIL.SOMAIDADE para este domicílio será 102. Normalmente, a variável que vai ser somada será quantitativa, como a idade, número de quartos no domicílio, rendimento, etc. Os mesmos resguardos envolvidos no processamento hierárquico expressados na Nota para o DEFINE...AS COUNT, são aplicados ao SUM. Não use parênteses com a variável que se vai Somar, porque produz um erro de compilação. O valor intrínseco por default é 0, o que significa que, se não existem casos para somar, o resultado será zero. Se existe um filtro FOR com a cláusula SUM (ou COUNT), a opção OPTIONS DEFAULT entrega o valor por default quando o FOR filtra todos os casos; se não existe um valor dado para o DEFAULT, R+G4 trata o valor como Não Aplica. DEFINE...AS COUNT, DEFINE...OPTIONS DEFAULT DEFINE... FOR Comando da linguagem de Redatam Sintaxe Uso Exemplos FOR <expressão_lógica> Filtra os registros que se incluirão na nova variável definida (pelo DEFINE), só aqueles registros cuja expressão lógica é Verdadeira tomarão o valor dado na cláusula AS, e todos os demais registros serão classificados na categoria Não aplica. a) DEFINE DOMICIL.ALFABCHEFE AS PESSOA.ALFAB FOR PESSOA.PARENT = 1 AND PESSOA.SEXO = 2 Esta expressão lógica define uma variável de domicílio como a informação de alfabetização de um chefe de domicílio que seja mulher; portanto, limita a variável definida a mulheres chefes de domicílio. A nova variável será Não aplica para todos os demais domicílios. Observe que esta variável assume que o censo só permite um chefe em cada domicílio; se não fosse assim, o resultado seria ambíguo. 121

122 Notas Ver também b) DEFINE DOMICIL.ALFABCHEFE AS PESSOA.ALFAB FOR PESSOA.PARENT = 1 AND PESSOA.SEXO = 2 OPTIONS DEFAULT 0 Neste exemplo, a condição é a mesma que em a) mas quando a expressão é Falsa a nova variável tomará o valor indicado na opção DEFAULT. Quando se está processando um registro qualquer e a expressão FOR é Verdadeira, a nova variável toma o valor especificado na expressão AS, ou é incluída no cálculo da nova variável quando existe um AS COUNT ou AS SUM. Quando o FOR é Falso, a nova variável toma o valor NOTAPPLICABLE ou o valor OPTION DEFAULT se este é informado; se é um COUNT ou SUM, o registro é excluído do cálculo. DEFINE...OPTIONS DEFAULT; RUNDEF...UNIVERSE; TABLE...FOR DEFINE... LIKE Comando da linguagem de Redatam Sintaxe Uso Exemplos LIKE < IDVariável2 > Copiar os atributos de uma variável existente a uma nova que está sendo definida com um DEFINE. a) DEFINE DOMICIL.PAREDDOM AS (DOMICIL.PARED <= 3 AND DOMICIL.PARED <> 0) VARLABEL "Paredes sólidas" LIKE DOMICIL.AGUADOM A variável nova DOMICIL.PAREDDOM "assimilará" os VALUELABELS, RANGE e TYPE da variável DOMICIL.AGUADOM definida num comando prévio. Dado que o VARLABEL foi especificado para a nova variável, não é assimilado da variável existente. b) DEFINE PESSOA.NFILHOSPP LIKE PESSOA.NFILHOS RANGE 0-30 AS PESSOA.NFILHOS OPTIONS NOTAPPLICABLE 99 Este exemplo permite mudar o comportamento da variável NFILHOS na base de dados de Nova Miranda; tal como está na base, esta possui os valores Não aplica (99) e Sem 122

123 resposta (98) dentro da faixa da variável, que aparece no dicionário com os valores 0 até 99. A cláusula LIKE é utilizada aqui para colocar as categorias Sem resposta e Não aplica da variável PESSOA.NFILHOS fora da faixa, definindo a nova variável como (LIKE) a original, mas com a faixa Dado que Não aplica é 99, todos os valores restantes, incluído o 98 Sem resposta, tomarão o valor Sem Resposta em R+G4. Notas A nova variável toma os mesmos atributos da variável existente exceto quando um atributo é explicitamente escrito para a nova variável, como no caso do VARLABEL no exemplo mais acima. DEFINE... OPTIONS Comando da linguagem de Redatam Sintaxe Uso Exemplos OPTIONS DEFAULT <expressão aritmética> MISSING <constante> NOTAPPLICABLE <constante> Assignar um valor especificado pelo usuário quando uma condição dada existe num comando DEFINE. a) OPTIONS DEFAULT 0 Notas b) DEFINE PESSOA.NFILHOS OVERRIDE LIKE PESSOA.NFILHOS RANGE 0-30 OPTIONS NOTAPPLICABLE 99 Ver o exemplo b) do DEFINE no Guia de Referência para uma explicação. c) OPTIONS MISSING 98 OPTIONS NOTAPPLICABLE 99 As opções específicas (OPTIONS) são usadas de acordo às seguintes regras: DEFAULT <expressão aritmética> Entrega o valor por default da variável quando existe uma cláusula FOR. Quando é omitido, o valor por default da variável é Não aplica. Quando existe uma opção COUNT ou SUM, esta entrega o valor por default se todos os casos são excluídos através de 123

124 um FOR; se este OPTION se omite, o valor por default intrínseco de Não aplica se utiliza para o COUNT e SUM. MISSING <constante> Esta opção é utilizada quando a variável resultado deve ser considerada Sem resposta se aparece um valor sem resposta durante um processamento hierárquico como um COUNT ou um SUM. NOTAPPLICABLE <constante> Esta opção se utiliza quando a variável deve considerar-se Não aplica para um elemento dado (registro) numa lista, resultado de uma eliminação mediante um DEFINE...FOR. Ver também DEFINE...AS FOR; DEFINE...AS COUNT; DEFINE...AS SUM; TABLE...OPTIONS DEFINE... OPTIONS DEFAULT Comando da linguagem de Redatam Ver DEFINE...OPTIONS DEFINE... OPTIONS MISSING Comando da linguagem de Redatam Ver DEFINE...OPTIONS DEFINE... OPTIONS NOTAPPLICABLE Comando da linguagem de Redatam Ver DEFINE...OPTIONS DEFINE... RANGE Comando da linguagem de Redatam 124

125 Sintaxe Uso Exemplos Notas Ver também RANGE <lista de faixas> Definir os limites mínimo e máximo que uma variável pode tomar. a) RANGE 0-17 b) RANGE Como se vê neste exemplo, se pode utilizar uma faixa estimada normalmente com um número muito mais alto que o necessário a fim de obter os resultados iniciais durante a execução. Ainda que seja opcional num DEFINE, deve utilizar-se em cada definição e deverá ser usado se a variável é empregada explicitamente numa freqüência, cruzamento ou média num TABLE. Conhecendo os valores mínimo e máximo das variáveis que se utilizarão num cruzamento, freqüência ou média, se reduz drasticamente o tempo de processo. Os valores Sem Resposta e Não Aplica são armazenados em R+G4 em valores que estão fora de faixa. A menos que se dê um valor mediante o OPTIONS DEFAULT, a faixa de um DEFINE com um FOR inclui só os valores da nova variável quando o FOR é Verdadeiro. TABLE DEFINE... SAVE Comando da linguagem de Redatam Sintaxe Uso Exemplos SAVE <especificação do conjunto de dados> onde <especificação do conjunto de dados> é o nome do arquivo onde se guardará a variável; se não se especifica o diretório (passo), será armazenada no Diretório de Trabalho atual. Armazenar de maneira permanente os valores existentes de uma nova variável, para ser utilizada em execuções posteriores como qualquer outra variável do dicionário. a) RUNDEF Guarda1 SELECTION ALL DEFINE DOMICIL.TOTPOB AS COUNT PESSOA VARLABEL "Total pessoas do domicílio" TYPE INTEGER 125

126 RANGE 0-50 SAVE TOTPOP Notas b) RUNDEF Guarda2 SELECTION ALL DEFINE DOMICIL.NCHEFESDOM AS COUNT PESSOA FOR PESSOA.PARENT = 1 OPTIONS DEFAULT 0 VARLABEL "Número de Chefes no domicílio" RANGE 0-5 TYPE Integer DEFINE DOMICIL.UNCHEFEDOM AS 1 FOR DOMICIL.NCHEFESDOM = 1 AND DOMICIL.TOTPOB > 0 * Assume que DOMICIL.TOTPOB foi gravado anteriormente 1 "Só 1 chefedom" VALUELABELS 0 "0 ou 2+ chefedom" RANGE 0-1 TYPE INTEGER SAVE UmChefeDOM Este exemplo para criar e armazenar uma variável que identifique domicílios na base de dados com pelo menos uma pessoa e com só um chefe de domicílio foi escrito de maneira completa para mostrar que a seleção (SELECTION) deve realizar-se para o total da base de dados quando se realiza um SAVE e cuja variável armazenada (guardada) deve ser especificada totalmente. A variável do exemplo a) é utilizada no b). A variável é guardada no formato interno de R+G4, isto é, a variável é armazenada como um arquivo separado, com a extensão.rbf. Pode utilizar-se qualquer diretório para guardar a variável, informando-o quando especificar o nome do arquivo; se não se especifica o diretório, se assume que a variável será gravada no Diretório de Trabalho atual. Toda a informação necessária para o futuro uso desta nova variável será gravada no Dicionário. A cláusula SAVE pode utilizar-se só num Programa que tem uma seleção (SELECTION) que cubra a base de dados completa; se for utilizada uma Seleção sem esse requisito haverá valores sem resposta para as variáveis novas naquelas áreas que não aparecem na Seleção. Se usa a seleção ALL para a base de dados completa. Você deve especificar a faixa da variável que vai guardar e deve também especificar o tipo (TYPE) e seu VARLABEL e VALUELABELS, se corresponde. Se a variável é de tipo real (TYPE REAL), você deve utilizar a opção OPTION DECIMAL d, em que d é o número de dígitos que vão à direita do ponto decimal. Se utiliza OPTIONS MISSING (Sem resposta) e/ou OPTIONS NOTAPPLICABLE (Não aplica), seus valores devem estar fora da faixa definida para a variável. Se não se especificou nenhum deles, R+G4 os colocará, tomando o limite máximo + 1 para NOTAPPLICABLE e o limite máximo + 2 para MISSING. Além disso, se só se especifica MISSING, o valor de NOTAPPLICABLE será o de MISSING

127 Ver também Equivalentemente, se não se especifica NOTAPPLICABLE, se assignará a MISSING o valor de NOTAPPLICABLE + 1. Para eliminar uma variável guardada com SAVE: Abra ou torne ativo o dicionário com um clique sobre sua janela e selecione a variável que armazenou com SAVE. Pressione o botão direito do mouse para chamar o menu dinâmico e escolher a opção "deletar". DEFINE...OPTIONS RUNDEF...SELECTION; DEFINE... TYPE Comando da linguagem de Redatam Sintaxe Uso Exemplos Notas TYPE [ INTEGER REAL ] Definir o tipo de variável, isto é, se tem valores inteiros (INTEGER) que não tenham decimais (por exemplo: 1, 2, 45, 458, etc.), ou se possui valores reais (REAL), quer dizer, que tem decimais ou valores negativos (tais como 1,1; 3,141516; -3; ou 93,0). TYPE INTEGER Se você faz uma divisão de Var3 = Var2/Var1, o resultado é calculado internamente como um número real (TYPE REAL). Se este resultado for assignado a uma variável de tipo inteira, ele será truncado para o inteiro inferior. Observe que se pode fazer uma divisão inteira utilizando o backslash "\"; o resultado é truncado para o inteiro inferior. Deste modo, 4/5=0,8, que é de tipo real; enquanto que 4\5=0, que é de tipo inteiro. De maneira similar, 14/8=1,75, enquanto que 14\8=1. Em geral, se você utiliza valores TYPE INTEGER, seu programa será processado muito mais rapidamente. DEFINE... VALUELABELS Comando da linguagem de Redatam Sintaxe Uso VALUELABELS <lista de rótulos das categorias> 127

128 Exemplos Proporciona rótulos descritivos para os valores de alguma variável de tipo inteiro (TYPE INTEGER). a) VALUELABELS 1 "Masculino" 2 "Feminino" Notas Ver também b) VALUELABELS 1 "0-4" 2 "5-9" Os parêntesis não podem ser utilizados em volta de cada rótulo e não se pode utilizar uma vírgula entre cada um deles. Portanto, para legibilidade, se recomenda que você organize os VALUELABELS da variável de acordo ao mostrado no exemplo b). Como os rótulos para estes valores são utilizados nos cabeçalhos das tabelas, deveriam ser curtos, particularmente para aquelas variáveis utilizadas nas colunas dos resultados, por exemplo, nos cruzamentos. DEFINE... VARLABEL DEFINE... VARLABEL Comando da linguagem de Redatam Sintaxe VARLABEL <rótulo > Uso Proporciona um rótulo descritivo mais longo para a variável. Exemplos VARLABEL "Grupos qüinqüenais de idade" Ver também DEFINE...VALUELABELS 128

129 Comando TABLE TABLE Comando da linguagem de Redatam Sintaxe Uso Exemplos Notas Ver também TABLE <IDTabela> Produzir um resultado ou grupo de resultados relacionados que pode ter um dos tipos seguintes: FREQUENCY, CROSSTABS, AVERAGE, MATRIXOP ou AREALIST. TABLE Indicadores AS CROSSTABS OF PESSOA.VULNERAB BY PESSOA.SEXO A identificação <IDTabela> é necessária. Se utiliza para identificar a tabela nos resultados de saída; portanto, ainda que possa consistir em mais de uma palavra e ter tanto como 100 caracteres, se recomenda encarecidamente que se mantenha muito curto: 12 caracteres ou menos. R+G4 possui um Assistente guiado para ajudar-lhe a criar, editar e verificar um comando TABLE com suas cláusulas; para acessar este Assistente marque o bloco que especifica a tabela no editor de comandos e clique com o botão direito do mouse para mostrar o menu dinâmico que permitirá ativar o assistente de tabelas para sua edição. Para agregar uma nova tabela basta localizar o cursor numa linha em branco do editor de comandos e ativar o assistente de tabelas desde o menu dinâmico para definir suas características. Ao apertar o botão de OK da janela do assistente o conteúdo será traspassado ao editor de comandos. TABLE...AS; TABLE...OF; TABLE...AREABREAK; TABLE...FOR; TABLE...OUTPUTFILE; TABLE...OPTIONS TABLE... AREABREAK Comando da linguagem de Redatam Sintaxe Uso AREABREAK <entidade> 129

130 Exemplos Notas Produzir uma tabela resultado (TABLE) para cada elemento de uma entidade selecionável por exemplo, distrito considerando a Seleção especificada, mais uma tabela resumo para a Seleção completa. RUNDEF SELECTION Guia2a... TABLE Indicadores AS CROSSTABS OF PESSOA.VULNERAB BY PESSOA.SEXO AREABREAK distrito O AREABREAK deste exemplo produzirá o mesmo cruzamento para cada distrito dentro da área da Seleção no comando SELECTION, mais um cruzamento resumo para a Seleção completa. Um AREABREAK afeta somente a tabela específica na qual aparece definido. A tabela resumo para um AREABREAK é a mesma que se obteria sem o AREABREAK. Conseqüentemente, no exemplo enunciado acima para um elemento qualquer, digamos distrito7 da entidade distrito, que não esteja contido completamente dentro da Seleção, só se reportará na tabela de resultados aquela parte que está considerada dentro da Seleção. A entidade indicada num AREABREAK deve ser selecionável; portanto as entidades família, domicilio e pessoa, utilizadas freqüentemente numa base de dados censitária, não podem ser utilizadas num AREABREAK, dado que usualmente não são selecionáveis; todas as entidades superiores normalmente são. Note que o AREABREAK não pode ser utilizado quando se cria mais de uma tabela com um FREQUENCY, um CROSSTABS ou um AVERAGE. Ver também RUNDEF...SELECTION; TABLE...AREALIST TABLE... AS Comando da linguagem de Redatam Sintaxe TABLE <TableId> AS FREQUENCY AVERAGE CROSSTABS AREALIST 130

131 MATRIXOP Uso Indicar o tipo de resultado requerido com um comando TABLE. Exemplos a) TABLE freq1 AS FREQUENCY Notas Ver também b) TABLE AL1 AS AREALIST R+G4 possui os Monitores de tabulação, que permitem a criação de freqüências, cruzamentos e médias sem escrever um Programa. R+G4 também tem um Assistente guiado que ajuda a criar e editar cada um dos tipos de TABLE com suas distintas cláusulas e modificadores; para ter acesso a esse assistente, clique com o botão direito do mouse sobre o editor de comandos para chamar o menu dinâmico e depois escolha o Assistente de Tabelas. TABLE...AS AREALIST OF; TABLE...AS AVERAGE OF; TABLE...AS CROSSTABS OF; TABLE...AS FREQUENCY OF ; TABLE... AS MATRIXOP TABLE... AS AREALIST OF Comando da linguagem de Redatam Sintaxe AS AREALIST onde: OF <EntidadeChave> [,<IDVar> <Alias> <Formato> [,<IDVar> <alias> <outputfile> [,...]]] <EntidadeChave> Indica a entidade que se utilizará para definir as linhas do AREALIST. <IDVar> <Alias> <fmt x.y> <outputfile> Nome de cada variável, no formato entidade.variável, para cada uma das variáveis que se incluirão como coluna no AREALIST de saída. Corresponde a um nome abreviado para o nome de entidade.variável que será utilizado como título da coluna para a variável no AREALIST de saída (veja as Notas). Formato opcional com o qual a variável aparecerá na lista de saída, x é o número de posições à esquerda do ponto decimal, e y é o número de decimais. Corresponde a um arquivo opcional de saída para a tabela de resultados do AREALIST. R+G4 oferece a opção de enviar a saída a um arquivo ASCII (.txt), a um arquivo dbase (.dbf) ou 131

132 Uso Exemplos para a janela "Resumo das tabelas de saída" de R+G4 (opção predeterminada no caso de não especificar nenhuma das anteriores). Se o formato escolhido é o dbase, de qualquer modo o resultado será mostrado na janela de saídas de R+G4, o que não sucede quando o formato especificado foi o ASCII, neste caso o resultado só será visível editando o arquivo.txt gerado. Produzir um resultado em tabela onde as linhas se referem aos elementos de uma entidade, e as colunas às variáveis (também chamadas campos); freqüentemente, um AREALIST é usado como entrada para a produção de um mapa que mostra a distribuição por área de uma variável qualquer sobre os elementos de uma entidade qualquer, por exemplo, distritos, em que cada distrito é colorido de acordo ao valor da variável. a) TABLE ALst1 AS AREALIST OF SETOR, SETOR.MEDIAIDADE PROMED OPTIONS OUTPUTFILE DBF "C:\Temp\PESSOAS.DBF" OVERWRITE Neste exemplo a <EntidadeChave> é SETOR, então as linhas do AREALIST serão os setores dentro da área Seleção. O alias PROMED será utilizado como abreviatura do título para a coluna da variável SETOR.MEDIAIDADE. O AREALIST será armazenado no Diretório de Trabalho ativo com o nome PESSOAS.DBF. b) Table ALst2 AS AREALIST OF ZONA90, ZONA90.TOTPESS, PESSOA.90SEXO SEXO, DISTRITO.CHUVA OPTIONS OUTPUTFILE ASCII "c:\plandir\alst2.txt" OVERWRITE Este é similar ao Exemplo a) exceto pelo seguinte: o resultado do AREALIST foi enviado como um arquivo em formato ASCII ao Diretório c:\plandir, onde é armazenado com uma extensão.txt. Se não se informa o passo, o arquivo será gravado no diretório de trabalho ativo. Note que este AREALIST tem variáveis de um nível de entidade inferior, equivalente e superior ao nível da entidade ZONA90. Para a variável 90SEXO deverá ser assignado um alias, neste caso sexo, dado que o nome de uma coluna num AREALIST não pode começar com um caracter numérico. Se existe um arquivo TXT com o mesmo nome, a cláusula OVERWRITE permitirá que se grave o novo arquivo (veja as Notas seguintes). 132

133 c) TABLE Alst3 AS AREALIST OF SETOR, PESSOA.SEXO OPTIONS OUTPUTFILE DBF "C:\Temp\PESSOAS.DBF" Resultado do exemplo Notas Note-se como a janela de saída de R+G4 apresenta duas seções. No lado esquerdo está um registro do número de processos executados numa sessão de trabalho, e para cada um deles aparece a lista de tabelas associadas; no lado direito, a tabela resultante de cada processo. Adicionalmente se conta com informação acerca da Base de dados atual, a Área (seleção) geográfica utilizada, o Nome da lista (de áreas) e a localização e identificação do arquivo DBF; O nome da Entidade, e uma referencia à Chave (código da entidade de saída) manejada pelo R+G4 para a identificação de cada registro. A variável, PESSOA.SEXO, está a um nível inferior e, portanto, não tem um valor único para cada Entidade Chave, no caso SETOR; nestes casos, R+G4 entrega a distribuição sobre a faixa de valores da variável, no exemplo existem duas colunas Homem e Mulher respectivamente, com o correspondente número de casos em cada categoria para cada elemento da Entidade SETOR. As variáveis da entidade inferior devem ter uma faixa definida. As variáveis de entidades superiores à Entidade Chave deverão ser variáveis do Dicionário (o que permite incluir aquelas criadas com um DEFINE e armazenadas com um SAVE durante um processo prévio). As variáveis de uma entidade superior não podem ser criadas como resultados do DEFINE utilizando a cláusula COUNT ou outro processo hierárquico na mesma execução. É opcional utilizar um Alias para uma variável, exceto em três casos obrigatórios: 1) quando a lista de variáveis no OF possui dois ou mais nomes abreviados de variável 133

134 com o mesmo nome; 2) quando uma variável tem um nome abreviado que começa por um caracter numérico; por exemplo, 90SEXO deve especificar-se um alias que comece por uma letra; e 3) quando o nome abreviado da variável tem mais de 10 caracteres, incluindo os caracteres necessários para construir o nome da coluna, por exemplo, a variável ACTIVECON tem 9 caracteres, mas se lhe agregam os caracteres de suas categorias que vão desde 0 a 99 algumas delas ultrapassarão o máximo permitido (10 caracteres). Os códigos dos elementos de uma entidade listada num AREALIST farão parte da lista, a menos que se utilize a cláusula NOKEY em OPTIONS. Os nomes dos elementos podem ser incluídos como uma variável nas colunas, se a entidade tem elementos com nome. Se existe o arquivo de saída (OUTPUTFILE), e você decidir gravar em cima, use a cláusula OVERWRITE. Os tipos de arquivos de saída no OUTPUTFILE para um AREALIST são: ASCII DBF Armazenado num arquivo DOS formatado e com extensão.txt. Se não se especifica o Diretório específico, se localiza diretamente no seu Diretório de Trabalho atual. Armazenado em formato dbase com extensão.dbf. Se não se especifica o Diretório específico, se localiza diretamente no seu Diretório de Trabalho atual. Ver também Para mais informação de cada tipo de arquivo veja TABLE...OUTPUTFILE. É importante observar que um AREALIST é diferente de outros tipos de TABLE, inclusive de um CROSSTABS. A diferença de um CROSSTABS, que se armazena em memória durante o processo dado que não se conhece o número de células em que se irá incrementando o AREALIST até que não se leia e processe o último registro da área selecionada cada linha (quer dizer, área) deve ser completada antes de começar uma nova, pelo que se armazenará diretamente no disco rígido. Isto significa que se pode processar um AREALIST com muitas variáveis e com milhares de quarteirões de uma grande cidade, por exemplo; ao passo que num cruzamento o programa ficará rapidamente sem memória suficiente. TABLE...OPTIONS; TABLE...OUTPUTFILE; TABLE...FOR; TABLE...AREABREAK; TABLE...OF; RUNDEF...SELECTION; TABLE...AS FREQUENCY OF; TABLE...AS CROSSTABS OF; TABLE... OPTIONS OVERWRITE TABLE... AS AVERAGE OF Comando da linguagem de Redatam Sintaxe AS AVERAGE OF <IDvar_lista1>[BY <IDvar_lista2> [BY <IDvar_lista3> [BY <IDvar_lista4>] ] ] Uso 134

135 Exemplos Produzir uma média da primeira variável(s) com até três variáveis de controle adicionais. a) TABLE Av1 AS AVERAGE OF PESSOA.IDADE BY PESSOA.SEXO Notas b) TABLE Av2 AS AVERAGE OF PESSOA.IDADE, PESSOA.ANOSEDUC BY PESSOA.SEXO, DOMICIL.AGUAD O exemplo b) produzirá uma média da variável IDADE para homens e mulheres, tal como a), mas no segundo exemplo existirá também uma média para ANOSEDUC, para cada sexo. Em resumo, existirá um conjunto de duas médias para pessoas que vivam em domicílios com ou sem água. A média sempre é calculada com a(s) variável(s) na lista antes do primeiro BY. Obviamente, deveriam ser variáveis quantitativas, como idade, para obter um resultado com algum significado. Devemos ter cuidado de excluir da média os valores sem sentido das variáveis mediante um FOR, tais como aqueles valores Sem resposta ou Não aplica, usualmente 98, 99 ou equivalente para uma variável como Número de filhos nascidos vivos, já que provocarão uma distorção no resultado. As variáveis depois do primeiro BY devem ter definida uma faixa (RANGE). É obrigatório o uso de pelo menos uma variável de controle, quer dizer, deve haver sempre um BY. O AREABREAK não pode ser usado quando existe mais de uma tabela de saída produzida por um AVERAGE (ou qualquer outro tipo de TABLE). Os resultados serão mostrados na tela e podem ser impressos, mas não são gravados pelo programa a menos que se use a cláusula OUTPUTFILE. Existem vários tipos de arquivo disponíveis para um AVERAGE (CROSSTABS ou FREQUENCY). R+G4 tem um Assistente guiado que ajuda a criar, editar e verificar uma tabela com o comando TABLE...AS AVERAGE com várias cláusulas; uma forma de ter acesso a este Assistente é com um clique no botão direito do mouse na janela do editor de comandos e escolhendo a opção correspondente desde o menu dinâmico que será ativado. Ver também Ver TABLE...OUTPUTFILE para mais informação. TABLE...OPTIONS; TABLE...FOR; TABLE...AS FREQUENCY OF; TABLE...AS CROSSTABS OF; TABLE...AS AREALIST OF; TABLE...AREABREAK TABLE... AS CROSSTABS OF Comando da linguagem de Redatam 135

136 Sintaxe Uso Exemplos Notas AS CROSSTABS OF <IDvar_lista1> BY <IDvar_lista2> [BY <IDvar_lista3> ] Produzir um cruzamento com a primeira lista de variável(s) nas linhas, a segunda lista de variável(s) nas colunas e a terceira (opcional) lista de variável(s) como variável(s) de controle ("painel"). a) TABLE Cruzam1 AS CROSSTABS OF PESSOA.PARENT BY PESSOA.SEXO BY PESSOA.IDADGRP5 Cruzamento de três variáveis, onde PARENT é a variável nas linhas, SEXO é a variável nas colunas e IDADGRP5 (grupos qüinqüenais de idades) é a variável de controle, isto é, para cada categoria da variável de controle existirá um cruzamento das outras duas variáveis. b) TABLE Cruzam2 AS CROSSTABS OF DOMICIL.AGUAD, DOMICIL.LUZ BY PESSOA.SEXO Serão produzidos dois cruzamentos distintos: 1) AGUAD por SEXO e 2) LUZ por SEXO. Note que, diferentemente do exemplo a), este exemplo é um cruzamento de variáveis de entidades de níveis distintos, e nesse caso a tabulação é feita em termos da variável de menor nível, quer dizer PESSOA; portanto, a primeira variável indicará quantos homens e quantas mulheres têm água e quantos não a têm. Deve-se definir a faixa (RANGE) de cada variável num CROSSTABS. Em R+G4 é possível utilizar as variáveis associadas com o código ou nomes de uma entidade num CROSSTABS, com a condição de que tal variável seja a primeira entre as incluídas no processamento. O AREABREAK não pode ser usado quando se tem mais de uma tabela de saída produzida pelo CROSSTABS ou com qualquer outro tipo de TABLE. Os resultados serão mostrados na tela e podem ser impressos, mas não são armazenados diretamente pelos Programas, a menos que se especifique um OUTPUTFILE. Existem dois tipos de arquivos disponíveis para um AVERAGE (CROSSTABS ou FREQUENCY), e correspondem aos formatos.xls ou ASCII, além da saída default na janela "Resumo das tabelas de saída" de R+G4. R+G4 tem um Assistente guiado que ajuda a criar, editar e verificar uma tabela com o comando TABLE...AS CROSSTABS e suas várias cláusulas; uma forma de ter acesso a este Assistente é com um clique no botão direito do mouse na janela do editor de comandos e escolher o ASSISTENTE DE TABLE desde o menu dinâmico que será ativado. Ver também 136

137 TABLE...OPTIONS; TABLE...OUTPUTFILE; TABLE...FOR; TABLE...AS FREQUENCY OF; TABLE...AS AVERAGE OF; TABLE...AS AREALIST OF; TABLE...AREABREAK TABLE... AS FREQUENCY OF Comando da linguagem de Redatam Sintaxe Uso Exemplos AS FREQUENCY OF <IDvar_lista> Produzir uma distribuição de freqüências ("marginais") de uma ou cada variável na lista. a) TABLE Freq1 AS FREQUENCY OF PESSOA.PARENT Notas Ver também b) TABLE Freq2 AS FREQUENCY OF PESSOA.PARENT. PESSOA.GRUPOIDAD5, DOMICIL.TOTPERS Será produzida uma distribuição de freqüência para cada uma destas variáveis; notese que a lista pode ter variáveis de distintos níveis de entidade. Os resultados serão mostrados na tela e podem ser impressos, mas não são armazenados diretamente pelos Programas, a menos que se especifique um OUTPUTFILE. Existem dois tipos de arquivos disponíveis para um AVERAGE (CROSSTABS ou FREQUENCY) e correspondem aos formatos.xls o ASCII, além da saída default na janela "Resumo das tabelas de saída" de R+G4. R+G4 tem um Assistente Guiado que ajuda a criar, editar e verificar uma tabela com o comando TABLE...AS FREQUENCY e suas várias cláusulas; uma forma de ter acesso a este Assistente é com um clique no botão direito do mouse na janela do editor de comandos e selecionar o ASSISTENTE DE TABLE desde o menu dinâmico que será activado. TABLE...OPTIONS; TABLE...OUTPUTFILE; TABLE...FOR; TABLE...AS CROSSTABS OF; TABLE...AS AVERAGE OF; TABLE...AS AREALIST OF; TABLE...AREABREAK 137

138 TABLE... AS MATRIXOP Comando da linguagem de Redatam Sintaxe AS MATRIXOP OF <Table1>, <Operador> [, < Table2 Const > ] onde: <Table1> <Operador> Indica uma tabela previamente calculada pelo programa. é um dos operadores matriciais binários ou unários Operadores binários DIVISION MULTIPLICATION SUM SUBTRACTION Operadores unários PCROW PCCOL PCTOT divisão de duas tabelas, ou de uma tabela por uma constante (Table1 / Table2). multiplicação de duas tabelas, ou de uma tabela por uma constante. soma de duas tabelas, ou de uma tabela com uma constante. subtração de duas tabelas, ou de uma tabela por uma constante. Percentagem dos valores de Table1 em relação ao total das linhas. Percentagem dos valores de Table1 em relação ao total das colunas. Percentagem dos valores de Table1 em relação ao total da tabela. <Table2> Const Para os operadores binários, indica uma segunda tabela previamente calculada pelo programa, para ser operada com Table1. Se o operador é unário, este parâmetro não existe. Para os operadores binários, indica uma constante para ser operada com Table1. Se o operador é unário, este parâmetro não existe. Uso Operar tabelas (matrizes) produzidas pelo programa. Exemplos a) TABLE Tab1 AS FREQUENCY OF PESSOA.GRID FOR PESSOA.ALFAB = 2 TABLE Tab2 AS FREQUENCY OF PESSOA.GRID TABLE Tab3 138

139 AS MATRIXOP OF Tab1, DIVISION, Tab2 Este exemplo, informado completo, calcula a percentagem de analfabetos por grupo de idade. A primeira tabela é uma freqüência da variável Grupo de Idade com um filtro para as pessoas analfabetas, e a segunda tabela é exatamente igual à primeira, mas sem o filtro. A terceira tabela divide uma pela outra. b) TABLE Tab2 AS MATRIXOP OF Tab1, PCROW Será produzida uma tabela com as percentagens de linha da tabela Tab1 (não mostrada no exemplo). c) TABLE Tab2 AS MATRIXOP OF Tab1, MULTIPLICATION, 100 Será produzida uma tabela multiplicando todos os valores da tabela Tab1 (não mostrada no exemplo) por 100. Notas Ver também As matrizes (tabelas) operadas por operadores binários têm que ter tamanhos (número de linhas e colunas) compatíveis, isto é, ou têm o mesmo número de linhas e colunas, ou a segunda matriz é um vetor com o mesmo número de elementos que as colunas da primeira matriz. Os resultados serão mostrados na tela e podem ser impressos, mas não são armazenados diretamente pelos Programas, a menos que se especifique um OUTPUTFILE. Existem dois tipos de arquivos disponíveis, que são os mesmos que para um AVERAGE (CROSSTABS ou FREQUENCY), e correspondem aos formatos.xls o ASCII, além da saída default na janela "Resumo das tabelas de saída" de R+G4. R+G4 tem um Assistente Guiado que ajuda a criar, editar e verificar uma tabela com o comando TABLE...AS MATRIXOP e suas várias cláusulas; uma forma de ter acesso a este Assistente é com um clique no botão direito do mouse na janela do editor de comandos e selecionar o ASSISTENTE DE TABLE desde o menu dinâmico que será activado. TABLE...OPTIONS; TABLE...OUTPUTFILE; TABLE...FOR; TABLE...AS CROSSTABS OF; TABLE...AS AVERAGE OF; TABLE...AS AREALIST OF; TABLE...AREABREAK TABLE... FOR Comando da linguagem de Redatam 139

140 Sintaxe Uso Exemplos FOR <expressão lógica> Filtrar os registros que serão usados no TABLE, só aqueles registros que cumpram a condição quer dizer, quando a expressão é Verdadeira serão parte da tabela. a) TABLE Educação AS CROSSTABS OF PESSOA.IDADGRP5 BY PESSOA.ASSISTE BY PESSOA.SEXO FOR PESSOA.IDADGRP5 >= 4 AND (PESSOA.TIPOE >=4 AND PESSOA.TIPOE <= 9) b) TABLE Educação AS CROSSTABS OF PESSOA.IDADGRP5 BY PESSOA.ASSISTE BY PESSOA.SEXO FOR PESSOA.SEXO = 2 AND DOMICIL.AGUAD Notas Ver também Note que no exemplo b) o FOR envolve variáveis de entidades de distintos níveis; a variável da entidade superior deve ser uma variável do dicionário e não pode ser alguma das calculadas pelo processamento hierárquico num Programa. Os registros incluídos num resultado dado são determinados não só por um TABLE...FOR, senão que também pelo filtro de um RUNDEF UNIVERSE, se existe, afetando todo o processo; tanto as variáveis utilizadas no TABLE como as que tenham sido criadas com DEFINE...FOR. Um FOR deve ser aplicado ao nível da entidade do AREALIST. RUNDEF...UNIVERSE; DEFINE...FOR TABLE... OF Comando da linguagem de Redatam Ver TABLE... AS AREALIST OF Ver TABLE... AS AVERAGE OF Ver TABLE... AS CROSSTABS OF Ver TABLE... AS FREQUENCY OF Ver TABLE... AS MATRIXOP OF 140

141 TABLE... OPTIONS Comando da linguagem de Redatam Sintaxe Uso Exemplos OPTIONS COMPLETENAME MISSING NOKEY OVERWRITE TITLE <título da tabela> WEIGHT <IDVar> ZERO Assignar opções especificadas pelo usuário a um TABLE; as opções que podem ser utilizadas dependem do tipo de TABLE especificado na cláusula AS. a) TABLE Cruzam2 AS CROSSTABS... OPTIONS MISSING TITLE "Vulnerabilidade do domicílio pelo número de itens inexistentes" b) TABLE F2 AS FREQUENCY OF PESSOA.IDADGRP5 FOR PESSOA.NFILHOS < 30 AND PESSOA.SEXO = 2 OPTIONS WEIGHT PESSOA.NFILHOS TITLE "Filhos recém nascidos vivos de acordo à idade das mulheres" Notas Cálculo do número de Filhos Nascidos Vivos das mulheres agrupadas por idades qüinqüenais. Note que o FOR limita a variável PESSOA.NFILHOS a um valor menor de 30, dado que esta variável tem os valores 98 e 99, que representam Sem resposta e Não aplica, respectivamente. Podem ser utilizadas algumas opções específicas com OPTIONS, de acordo às seguintes regras: COMPLETENAME 141

142 Ver também Se usa quando se quer que as variáveis e suas categorias sejam mostradas na saída com sua referencia completa, quer dizer, nome e rótulo para as variáveis, e valor e rótulo para as categorias. O default do sistema mostra somente os rótulos (de variáveis e categorias), a não ser que o rótulo não exista, e nesse caso se mostram respectivamente o nome da variável e o código da categoria. MISSING Os valores sem resposta serão incluídos na tabela (TABLE) resultante. A ação por default é excluir da tabela os valores sem resposta. NOKEY Se utiliza com um AREALIST para omitir a primeira coluna, que normalmente representa o código de área. OVERWRITE Se utiliza para regravar um arquivo externo. TITLE <título da tabela> Título opcional, entre aspas (" "), que pode ser aposto ao TABLE. WEIGHT <expressão> Pondera cada caso no processo de tabulação. A expressão de ponderação, que pode ter mais de uma variável e/ou constante, se aplica só à tabela específica. Se não se utiliza um ponderador com WEIGHT, o peso é 1. ZERO Serão incluídas na tabela de saída aquelas linhas e colunas totalmente com zero. A ação por default é excluir as linhas e colunas com zero. PCR PCC PCT Calcula as percentagens em relação aos totais de linhas (PCR), colunas (PCC) ou total (PCT). Usar uma ou mais opções; não separá-as por vírgulas. DEFINE...OPTIONS TABLE... OPTIONS COMPLETENAME É usado quando se quer que as variáveis e suas categorias sejam mostradas nos resultados com sua referência completa, isto é, nome e rótulo para as variáveis, e valor e rótulo para as categorias. Por definição, o sistema mostra somente os rótulos (de variáveis e categorias), a não ser que o rótulo não exista, e nesse caso são mostrados respectivamente o nome da variável e o código da categoria. Exemplo: RUNDEF Job SELECTION ALL TABLE T1 AS FREQUENCY OF PESSOA.PARENT OPTIONS COMPLETENAME Este programa mostra as categorias da variável PARENT da seguinte maneira 1. Chefe ou Chefa 142

143 2. Cônjuge 3. Convivente etc. TABLE... OPTIONS MISSING Comando da linguagem de Redatam Ver TABLE... OPTIONS TABLE... OPTIONS NOKEY Comando da linguagem de Redatam Ver TABLE... OPTIONS TABLE... OPTIONS OUTPUTFILE Comando da linguagem de Redatam Sintaxe Uso Exemplos Notas OUTPUTFILE <Tipo de arquivo> <Especificações do arquivo> Para especificar um formato de arquivo para armazenar uma saída (resultado) de um TABLE. O formato e suas especificações dependem do tipo de TABLE especificada na cláusula AS. TABLE abc AS AREALIST OF BLOCO, BLOCO.TOTPESS OUTPUTFILE DBF c:\temp\abc O AREALIST, com o mesmo nome abc e a extensão.dbf, é enviado como um arquivo DBF ao Diretório c:\temp. Além disso o sistema também o mostra na janela de "Resumo das Tabelas de Saída" de R+G4. Como se indicou na seção "Uso" desta definição, os tipos e as especificações do arquivo de saída em OUTPUTFILE variam com o tipo de TABLE. O seguinte quadro 143

144 ajudará a esclarecer quando e como utilizar o OUTPUTFILE com diferentes tipos de tabelas (TABLE). Se já existe um AREALIST como dbf ou outro arquivo externo, use a opção OVERWRITE. Ao escolher-se um AREALIST com tipo de arquivo ASCII, o sistema grava também um arquivo auxiliar de mesmo nome, mas com extensão.lay (de layout) com uma descrição do arquivo de saída, contendo a posição de inicio de cada variável no arquivo. OUTPUTFILE Tipo de TABLE de saída <Tipo de arquivo> FREQUENCY CROSSTABS AVERAGE AREALIST Nenhum Tela/ Tela/ Tela/ Tela/ Impressão Impressão Impressão Impressão ASCII arquivo.txt arquivo.txt arquivo.txt arquivo.txt Tela/ Tela/ Tela/ Impressão Impressão Impressão XLS arquivo.xls arquivo.xls arquivo.xls --- Tela/ Tela/ Tela/ Impressão Impressão Impressão DBF arquivo.dbf Tela/ Impressão Ver também A tabela de saída gerada utilizando a opção OUTPUTFILE XLS produz um arquivo Excel com extensão.xls, que pode ser exportado as programas Lotus e Quattro Pro. TABLE...AS CROSSTABS OF; TABLE...AS AVERAGE OF; TABLE...AS FREQUENCY OF; TABLE...AS AREALIST OF; TABLE...AREABREAK 144

145 TABLE... OPTIONS OVERWRITE Comando da linguagem de Redatam Ver TABLE... OPTIONS TABLE... OPTIONS TITLE Comando da linguagem de Redatam Ver TABLE... OPTIONS TABLE... OPTIONS WEIGHT Comando da linguagem de Redatam Ver TABLE... OPTIONS TABLE... OPTIONS ZERO Comando da linguagem de Redatam Ver TABLE... OPTIONS Ferramentas de Administração de Bases de Dados FERRAMENTAS DE ADMINISTRAÇÃO DE BASES DE DADOS 145

146 R+G4 tem uma série de funções auxiliares de administração e manutenção de bases de dados, que são dirigidas a usuários que tenham um conhecimento mais profundo do sistema. Estas funções NÃO são necessárias para a produção de resultados da base de dados. As seguintes funções podem ser executadas a partir de Ferramentas no menu principal. Descarregar Bases Para executar uma descarga (download) de uma parte de uma base de dados, gerando uma sub-base. Estender Bases Para combinar bases de dados de estruturas distintas (ramos) em uma única base. Concatenar Bases Para combinar bases de dados de mesma definição e estrutura em uma única base. Arquivo Ponteiros Para criar um arquivo de ponteiros (.ptr) a partir de um vetor com os contadores de elementos da entidade superior. Geração Vetorial Para criar um arquivo de dados (.rbf) a partir de um vetor com os dados da variável. As seguintes funções podem ser executadas a partir do Dicionário. Agregar Variável Para criar uma nova variável na base de dados. DESCARREGAR BASES Para executar uma descarga (download) de uma parte de uma base de dados, gerando uma sub-base. Esta função é usada quando se necessita exportar uma parte de uma base de dados, por exemplo, para entregá-la a um usuário fora da instituição. A base de saída pode ser selecionada por uma combinação de fatores: Seleção geográfica; Nível de entidade selecionável; Expressão lógica de filtro; Variáveis a gravar. Ao invocar-se este procedimento o sistema mostra uma seqüência de painéis, que são navegáveis com os botões de Avançar e Voltar (na parte inferior da janela). Os painéis são os seguintes: Passo 1: Definir base de dados de saída Dicionário a utilizar Se existe uma base ativa (seu dicionário está visível), o sistema a usa como base de entrada, e preenche o campo correspondente com o nome (passo completo) de seu dicionário. 146

147 Para trabalhar com outra base de entrada que não seja a base ativa, fechar a base ativa. Nesse caso, ao invocar-se a função de descarga, a caixa de definição da base de entrada estará disponível para o usuário. O nome do dicionário pode ser ingressado à mão, ou usando o botão de navegação à direita do campo para localizar o arquivo no disco. Dicionário a descarregar O nome do dicionário pode ser ingressado à mão, ou usando o botão de navegação à direita do campo para localizar o arquivo no disco. Se recomenda o uso de um diretório distinto para a base de saída. Passo 2: Definir seleção de área da base de dados de entrada A opção de seleção pode ser "Todo o arquivo", o que corresponderia a um SELECTION ALL no comando RUNDEF, ou "Usar um arquivo de seleção", para o qual deve-se considerar que: O arquivo tem que existir, quer dizer, tem que estar previamente gravado no disco. Use o módulo de Seleção Geográfica para criar o arquivo. É possível escrever diretamente o nome de um arquivo de seleção geográfica (.SLW), ou usar o botão de navegação à direita do campo para localizar o arquivo no disco. Caso o nome seja ingressado à mão, se o arquivo estiver no diretório do projeto, não é necessário escrever todo o passo completo, somente o nome do arquivo (sem extensão). Passo 3: Selecionar filtros e definir a última entidade selecionável O sistema mostra a árvore da estrutura da base com suas entidades. As entidades selecionáveis estão marcadas com amarelo à esquerda. Definir última entidade selecionável Quando se exporta uma base de dados, às vezes é conveniente não "identificar" todos os níveis (entidades). Por exemplo, para uso interno ao Instituto de Estatística responsável pela base de dados do Censo de População, esta base é selecionável até o nível de setor censitário. Entretanto, ao exportar essa base para uso externo ao Instituto, o ideal seria que a última entidade selecionável fosse Distrito, por exemplo. Para tornar uma entidade não selecionável, dar um clique no botão direito sobre a entidade, e eleger a opção "Fazer a entidade não selecionável". O mesmo procedimento pode ser usado para remarcar a entidade como selecionável. Filtro Pode ser conveniente exportar somente os casos (observações, registros) que satisfaçam alguma condição específica, tal como "domicílios ocupados". Com o mouse sobre a entidade que possui a variável que se quer usar como filtro, invocar o menu dinâmico com o botão direito, e eleger a opção "Agregar filtro". O sistema mostrará a janela do construtor de expressões para ajudar na escritura da mesma. Passo 4: Seleção variáveis a incluir A janela mostra a estrutura da base. Inicialmente, todas as variáveis aparecem marcadas para descarga. Um clique sobre as variáveis que não se devem levar para a base final. Passo 5: Execução 147

148 Usar o botão Executar descarga para finalizar o processo. ESTENDER BASES Para combinar bases de dados de estruturas distintas (ramos) em uma única base. Esta função é usada quando se necessita juntar logicamente, numa única base de dados, duas bases de dados referentes a pesquisas distintas, com estruturas distintas, por exemplo, a pesquisa de domicílios e o censo de população. As duas bases de entrada serão organizadas como ramos distintos na base de saída, com uma entidade comum de enlace entre as duas bases. Em termos figurados, é como se fôssemos combinar as bases de modo paralelo, uma ao lado da outra. O sistema R+G4 trabalha com as duas bases ao mesmo tempo (a base primária e a base secundária), e as "engancha", gerando uma terceira base, chamada base de saída, com todos os casos de ambas as bases. Ao invocar-se este procedimento o sistema mostra uma seqüência de painéis, os quais são navegáveis com os botões de Avançar e Voltar (na parte inferior da janela). Os painéis são os seguintes: Passo 1: Selecionar base secundária Base primária Se existe uma base ativa (seu dicionário está visível), o sistema a usa como base primária, e preenche o campo correspondente com o nome (passo completo) de seu dicionário. Para trabalhar com outra base primária que não seja a base ativa, fechar a base ativa. Nesse caso, ao invocar-se a função de extensão, a caixa de definição da base primária estará disponível para o usuário. O nome do dicionário pode ser digitado à mão, ou usando o botão de navegação à direita do campo para localizar o arquivo no disco. Base secundária O nome do dicionário pode ser digitado à mão, ou usando o botão de navegação à direita do campo para localizar o arquivo no disco. Passo 2: Estender base primária O painel mostra a estrutura das duas bases de entrada, uma ao lado da outra (a base primária é a da esquerda). A função deste painel é definir a estrutura da base de saída. Para tanto, toma-se como base a estrutura da base primária e a "estendemos" com a estrutura da base secundária da seguinte maneira: Eleição da entidade comum. A entidade comum é aquela, na base primária, sob a qual as entidades da base secundária serão "enganchadas". Eleição da entidade a estender. A entidade a estender é aquela, na base secundária, a qual será "enganchada" embaixo da entidade comum na base primária. Enganche. Clique do mouse esquerdo na entidade a estender (base secundária) e arrastála sobre a entidade comum (base primária). O sistema pedirá confirmação. Passo 3: Selecionar variáveis 148

149 O painel mostra a estrutura da nova base, já "estendida", com os dois ramos (primário e secundário). Por definição, todas as variáveis dos ramos primário e secundário já estão selecionadas para a extensão. Com um clique desmarcar as variáveis que não serão levadas para a base final, tanto do ramo primário como secundário. Passo 4: Base de saída Caixa de diálogo para a seleção da base de saída, através do nome de seu dicionário. Ao escolher-se o nome do dicionário, o sistema grava diretamente o dicionário estendido da base de saída. Esta função NÃO gera outra base com arquivos de ponteiros e de dados: o único que faz é gerar um dicionário de saída, o qual é uma "visão" lógica das duas bases de dados de entrada conectadas. CONCATENAR BASES Para combinar bases de dados de mesma definição e estrutura numa única base. Esta função é usada quando existem bases de dados referentes à mesma fonte, mas criadas, por exemplo, a nível de Região, e se deseja juntá-las para todo o País. Quer dizer, existe uma base de dados para cada Região. Estas bases são idênticas em termos estruturais (entidades e variáveis), mas seu conteúdo está referido à Região. Em outras palavras, é como se fôssemos tomar os arquivos originais planos, copiá-los e colálos ("concatená-los") em seqüência, um em seguida do outro, construindo um único arquivo de saída. R+G4 trabalha com duas bases de cada vez (a base primária e a base secundária), e as concatena (uma "embaixo" da outra), gerando uma terceira base, chamada base de saída, com todos os casos (regiões) de ambas bases. Ao invocar-se este procedimento o sistema mostra um painel com campos para a definição das três bases envolvidas: a primária, a secundária, e a base de saída. Base primária Esta é a primeira base na ordem de concatenação. Se existe uma base ativa (seu dicionário está visível), o sistema a usa como base primária, e preenche o campo correspondente com o nome (passo completo) de seu dicionário. Para trabalhar com outra base primária que não seja a base ativa, fechar a base ativa. Nesse caso, ao invocar-se a função de concatenação, a caixa de definição da base primária estará disponível para o usuário. O nome do dicionário pode ser digitado à mão, ou usando o botão de navegação à direita do campo para localizar o arquivo no disco. Base secundária Esta é a segunda base na ordem de concatenação. O nome do dicionário pode ser digitado à mão, ou usando o botão de navegação à direita do campo para localizar o arquivo no disco. Base final 149

150 Esta é a base resultado da concatenação das duas bases de entrada. O nome do dicionário pode ser digitado à mão, ou usando o botão de navegação à direita do campo para localizar o arquivo no disco. Se recomenda o uso de um diretório distinto para a base de saída: os arquivos de ponteiros (.ptr) e de dados (.rbf) têm os mesmos nomes dos de entrada. Execução Usar o botão de Executar. Limitações e Comentários Os dicionários das bases de entrada (primária e secundária) têm que ser idênticos em estrutura (entidades) e conteúdo (variáveis). As variáveis necessitam ter o mesmo nome em ambas bases, e a mesma especificação. A função concatena duas bases de cada vez: se as bases originais estão separadas em mais de duas partes, concatená-las de duas em duas, gerando sub-bases de dados, que serão concatenadas com as subsequentes, até que se tenha a base final. Se as bases a serem concatenadas foram geradas pela versão anterior do sistema de criação (Redatam-Plus), e as partes são em número impar, o sistema estará impossibilitado de concatenar a última parte porque os tamanhos das variáveis serão distintos (o modo de criação atual gera somente alguns tamanhos padrão para as variáveis). A solução é tomar esta última parte e passá-la pela função de descarregar bases, selecionando a base total e todas as variáveis: isso fará com que esta parte seja totalmente copiada a uma outra base, mas já no formato de tamanhos da nova criação de bases. Depois da(s) concatenação(es) se recomenda fazer uma desfragmentação do disco para obter uma organização mais eficiente e acesso mais rápido aos dados. Gerar Ponteiros e Variáveis GERAR PONTEIROS E VARIÁVEIS Estas funções são muito úteis para adicionar entidades e variáveis à bases de dados. Estas funções somente geram os arquivos necessários para que sejam conectados ao dicionário da base, quer dizer, gera a parte física da entidade ou variável. Depois dessa criação, é necessário editar o dicionário e agregar a entidade ou variável correspondente ao arquivo que foi criado. São funções sem nenhuma sofisticação, e com objetivos bastante específicos para a construção de bases de dados. Cada uma delas é usada para a construção, quase que à mão, dos arquivos básicos de R+G4 (.ptr e.rbf). Arquivo de Ponteiros Usada, por exemplo, para adicionar uma entidade à base. Existem as entidades de domicílio e pessoa, e se deseja uma entidade de Família, entre o domicílio e as pessoas (esta geração funcionaria sempre que as pessoas estejam agrupadas por família dentro do domicílio). Geração Vetorial Usada, por exemplo, para agregar outra variável calculada fora do sistema. No caso dos decis de rendimento, o que se pode fazer é gravar um arquivo de saída da base R+G4 com um 150

151 registro para cada pessoa, com sua identificação e a variável de rendimento. Classificar este arquivo em ordem crescente de rendimento, calcular os decis, e assignar esta variável ao registro de pessoa. Depois classificar de volta o arquivo pela identificação da pessoa, e gravar um arquivo somente com o código do decil. Este arquivo servirá de entrada para a função de Geração Vetorial. ARQUIVO DE PONTEIROS Para criar um arquivo de ponteiros (.ptr) a partir de um vetor com os contadores de elementos da entidade superior. Os arquivos de ponteiros da base de dados estão associados às entidades, cada uma tem seu próprio ponteiro que se "origina" na entidade superior. A criação de tais ponteiros é tarefa do Módulo de Criação de Bases de Dados, mas existem situações, não muito freqüentes, nas quais se necessita "retocar" essa criação. Um arquivo de ponteiros a uma entidade, em termos lógicos, possui tantos registros quantos sejam os elementos da entidade superior, e esse elemento contém o número de casos da entidade "apontada". Por exemplo, na relação das entidades Domicílio e Pessoa, o ponteiro da entidade Pessoa é um arquivo com x entradas (onde x é o número de domicílios), e em cada entrada está o número de pessoas do domicílio correspondente. Se pudéssemos visualizar o arquivo de ponteiros de Pessoa, este seria parecido com cuja tradução seria: o primeiro domicílio tem 3 pessoas, o segundo 4, o terceiro 2, o quarto 5, etc. Então, para gerar à mão um arquivo de ponteiros de uma entidade, o único que temos que fazer é criar (por algum meio de programação, inclusive o próprio R+G4) um arquivo seqüencial com um registro para cada elemento da entidade superior, e o conteúdo desse registro é SOMENTE o número de casos contados da entidade à qual se refere o ponteiro. Ao invocar-se a função de Arquivo de Ponteiros o sistema mostra a caixa de diálogo para eleger o nome do arquivo de saída (com a extensão.ptr), e ao fechar esta caixa (usando-se o botão Abrir) o sistema começa a criação do arquivo. O próximo passo é associar este arquivo a uma entidade no dicionário. Criá-la (se não existe) embaixo da entidade superior correspondente, e chamar a janela de propriedades da entidade para associar o arquivo.ptr a ela. No se pode esquecer de salvar o dicionário antes de fechar o programa. GERAÇÃO VETORIAL Para criar um arquivo de dados (.rbf) a partir de um vetor com os dados da variável. 151

152 Cada variável na base de dados tem seu próprio arquivo (.rbf), o qual tem um formato interno especial. A gravação destes arquivos é tarefa do Módulo de Criação de Bases de Dados, mas existem situações nas quais se necessita adicionar uma variável à base. O Módulo de Criação está preparado para a carga de muitas variáveis de uma única vez, buscando-as de um arquivo fonte original. A função de Geração Vetorial trabalha com uma única variável, e lê um arquivo de entrada o qual só pode ter informação desta variável, sem qualquer outra informação no registro, nem sequer algum tipo de identificação. É um arquivo com um registro para cada elemento da variável, com uma única informação (a que se refere à variável). Por isso o nome de carga vetorial, onde o arquivo de entrada se assemelha a um vetor de dados. Ao invocar-se a função de Geração Vetorial o sistema mostra a caixa de diálogo para eleger o nome do arquivo de saída (com a extensão.rbf), e ao fechar esta caixa (usando-se o botão Abrir) começa a criação do arquivo. Deve-se ter um cuidado adicional para eleger também, ANTES de tocar no botão Abrir, o tamanho associado à variável. Isto se faz através do tipo de arquivo de saída, o qual pode assumir as alternativas mostradas na caixa. Use a flecha à direita para eleger o tipo. Não se pode selecionar o número de bits específicos da variável, só os tipos mais genéricos como "doble", "single", "byte", etc. O próximo passo é associar este arquivo a uma variável no dicionário. Criá-la (se não existe) na entidade correspondente, e chamar a janela de propriedades da variável para associar o arquivo.rbf a ela. Não se pode esquecer de salvar o dicionário no final do processo. Agregar Variável AGREGAR VARIÁVEL Para criar uma nova variável na base de dados. Esta função é usada quando se necessita adicionar uma variável à base, por exemplo, os nomes das províncias, ou os códigos das microrregiões, informações que não estavam no arquivo original de carga da base de dados. Para usar a função é necessário ter uma base ativa, e ter a janela do dicionário como ativa, e seguir os seguintes passos: Criação da variável no dicionário Eleger a entidade para a qual se criará a nova variável (clique do mouse sobre o nome da entidade). Na lista de variáveis (painel direito), dar um clique com o botão direito do mouse para invocar o menu dinâmico, e eleger a opção "Agregar" variável. Ingressar o nome da nova variável. Isto pode ser feito diretamente quando se cria a variável (o sistema habilita a edição do nome default). De não ter sido possível modificá-lo nesse momento, usar o botão direito do mouse para chamar o menu dinâmico com a opção "Renomear" variável. 152

153 Nesse momento o nome da nova variável estará precedido do sinal "?", significando que a variável ainda não está definida. Definição da carga da variável na base Com o cursor sobre o nome da nova variável, chamar o menu dinâmico com a opção "Propriedades", ou um duplo-clique na nova variável. O sistema mostra a janela de propriedades das variáveis. Se é necessário, ingressar as novas categorias e o rótulo da variável no painel "Geral". Usar o painel de "Especificações Técnicas" para modificar, se necessário, o tipo, limites mínimo e máximo, valores "Não se aplica" e "Missing". Nesse mesmo painel, clicar em "Variável não está definida". Definição do arquivo de entrada O sistema mostra um outro painel para o tipo de carga e o arquivo de entrada. Para o tipo do arquivo de entrada, usar a flecha da direita, e eleger a opção adequada. Em geral, as opções mais usadas são a de "Arquivo xbase" ou a de "Arquivo ASCII (Tabela LookUp)". Eleger o arquivo de entrada com o botão de navegação à direita do campo. Usar o botão de "Importação de Arquivo" na parte inferior do painel, com o qual se criará um novo arquivo ".rbf " para a variável. Outra opção é usar o botão "OK" para gerar um enlace entre o arquivo de entrada e o dicionário, sem necessidade de criar um arquivo em formato Redatam. TIPO DE CARGA XBASE Esse tipo de arquivo pode ser usado para carregar variáveis em qualquer tipo de entidade. Entretanto, não existe uma conexão ou empalme entre os registros de entrada e os elementos da base de dados, a carga é por posição seqüencial no arquivo (o primeiro registro carrega o primeiro elemento, etc.) Além de eleger o nome do arquivo de entrada, o qual deve ser um arquivo de tipo xbase, o usuário tem também que eleger a coluna do arquivo que será usada como fonte de carga para a nova variável. TIPO DE CARGA ARQUIVO LOOKUP Este tipo só funciona para as entidades selecionáveis. O arquivo de entrada é um arquivo comum de texto, mas deve ter uma forma que se pareça a uma tabela de consulta, na qual a primeira coluna é o código do elemento (o código de identificação da entidade) e a segunda coluna é o valor da variável a ser carregada. O processo de carga se baseia na conexão do arquivo de entrada com os elementos da entidade selecionável. Pode existir um número variável de espaços em branco antes do código. Tem que existir pelo menos um espaço em branco entre o código e o valor da variável. Só é possível carregar uma variável de cada vez (o arquivo de entrada não pode ter mais informações que o código do elemento e o valor da variável). 153

154 Podem existir registros no arquivo de entrada que não tenham correspondência com os códigos da base. Estes registros não serão usados. Podem existir códigos na base sem correspondência com registros de entrada. Para estes códigos a variável receberá o valor "missing". Exemplo de um arquivo para carregar o nome das províncias 123 Aranjuez 175 Margarita 178 Carbajal de los Montes Trabalhando com Gráficos em R+G4 INCORPORAÇÃO DE GRÁFICOS Em R+G4 é muito fácil produzir um resultado em forma de gráficos. Para tanto, basta gerar a tabela com a freqüência ou o cruzamento (limitado a duas dimensões) que se quer graficar, usando as facilidades normais de processamento, seja pelos menus de Processamento Estatístico (Freqüências, Cruzamentos ou Médias) ou por programação direta. Em seguida, uma vez que o resultado esteja na tela, usar o mouse direito com um clique sobre o nome da tabela na lista de tabelas de saída. Isto faz com que apareça o menu dinâmico no qual se escolhe a opção Gráfico e o tipo de gráfico que se deseja. Alternativamente também pode-se usar a barra de ferramentas da janela principal, através do botão de Graficar. Os formatos disponíveis são: Pizza, Barras, Multi Barras, Barras Horizontais, Linha e Pirâmide Etária (só para tabelas de duas dimensões e a segunda dimensão com duas categorias). Se não está seguro de qual formato é o mais adequado, selecione o formato Default e o sistema determina o formato de acordo às categorias das variáveis envolvidas. Ver também Janela de Gráficos Trabalhando com Mapas em R+G4 INCORPORAÇÃO DE MAPAS A UMA BASE A versão R+G4 permite mostrar em mapas as variáveis da base de dados que estejam associados a um código geográfico. Esta possibilidade é de fundamental importância para o planejamento, já que uma observação cartográfica permite à primeira vista saber quais são as áreas que têm um comportamento similar e quais têm comportamentos diferentes na variável associada. Inclusive colocando distintas capas de cartografia pode-se observar como 154

155 acidentes geográficos tais como rios, cadeias de montanhas, etc. impactam no comportamento das variáveis. (Por exemplo, a dificuldade de acesso pode ser relevante na hora de explicar distintas taxas de escolaridade). Trabalhar com mapas em R+G4 pressupõe a existência destes mapas no formato Shape de ArcView. O sistema R+G4 NÃO cria mapas digitalizados, apenas converte o formato SHAPE ao formato interno de trabalho de R+G4. Una vez aberta a base de dados com a qual se está trabalhando, o procedimento para associar um mapa à base consiste em chamar a função de Composição de Mapa. COMPOSIÇÃO DE MAPA Selecionar no menu principal a opção Arquivo >Novo >Composição de Mapas. Dentro da caixa de diálogo correspondente a Propriedades do Mapas, pressionar o botão Agregar no painel Geral. Em R+G4 se abrirá a caixa de diálogo que permite selecionar um arquivo de tipo "Shape" (gerado por Arcview). Este arquivo deve conter um mapa subdividido pelas mesmas entidades que se deseja mapear. Selecionar o arquivo *.shp que se deseja abrir, e pressionar o botão Abrir da caixa. Para abrir ou modificar composições de mapas já existentes, usar o menu Arquivo >Abrir >Composição de Mapas, e escolher o arquivo de mapa (extensão.mxp) correspondente. 155

156 SALVAR PROPRIEDADES Uma vez definidas todas as propriedades da composição de mapas é conveniente guardá-las através do botão "Salvar" que aparece na janela de propriedades. Esta composição de mapa será armazenada num arquivo de texto de extensão mxp, que pode ser editado a fim de modificar estas propriedades. Quer dizer que existem duas formas de modificar as propriedades de um mapa. Uma é através dos menus de R+G4 sobre propriedades dos mapas e utilizando a barra de ferramentas de mapas; e a outra é editando o arquivo de composição de mapas.mxp. Antes de começar a mostrar variáveis no mapa deve abrir-se o arquivo *.mxp com um editor de texto e no primeiro nó chamado MAP colocar a instrução ENTITY=XXX onde XXX deve ser substituído pelo nome da entidade da base de dados que vai ser mapeada. Somente a partir deste momento se estará em condições de abrir a composição de mapas dentro de R+G4 e associá-la à Listas de Área (Arealists) que permitam mostrar variáveis nos mapas. TRABALHO COM COMPOSIÇÕES DE MAPAS GERADAS Uma vez que se tenha definido todas as características e propriedades do mapa, procede-se a gravar a composição de mapa num arquivo de formato.mxp. Se o usuário deseja editar uma composição de mapa já produzida, os passos a dar são os seguintes: Abrir a base de dados. No menu Arquivo, escolher a opção Abrir >Composição de Mapa. Uma vez aberta a composição o usuário poderá modificar todas as propriedades e voltar a salvar a composição de mapas com as modificações realizadas. Propriedades PROPRIEDADES DOS MAPAS Uma vez aberto o arquivo *.shp selecionado, deve-se usar no menu principal a opção Editar >Propriedades. Na tela aparece uma janela com quatro painéis: Geral, Apresentação, Coberturas e Classificações. Em qualquer momento pode-se usar a alternativa de seguir trabalhando sobre as distintas propriedades do mapa. É possível salvar a composição do mapa através do botão "Salvar", 156

157 neste caso a definição das propriedades do mapa serão gravadas num arquivo de extensão.mxp, que pode ser editado com o objetivo de modificar as propriedades do mapa. Também é possível selecionar a opção Sair, para sair de propriedades sem gravar as modificações efetuadas. GERAL Em primeiro lugar, no painel Geral, na caixa de texto "Nome do Mapa", deve-se colocar o nome que se quer dar à composição de mapa, e posteriormente dar um clique no botão "Agregar" para incorporar uma "cobertura" (capa) à composição de mapa que se está elaborando. Deve-se destacar que é possível trabalhar numa composição de mapas com várias "coberturas" ao mesmo tempo (Por exemplo: mapa político, mapa hidrográfico, mapa de relevo). O botão "deletar" permite eliminar alguma "cobertura" escolhida com antecipação. Ao pressionar o botão "Agregar" o sistema mostra uma nova caixa de diálogo para selecionar o arquivo *.shp que contém a "cobertura" ou capa que se deseja incluir na composição de mapa. Uma vez selecionado o arquivo da "cobertura" aparecerá na tela o mapa selecionado. COBERTURA Em caso de continuar editando as propriedades da composição do mapa, é fundamental selecionar o painel "coberturas" da janela propriedades do mapa. 157

158 Esta opção mostra na janela três outros painéis, Geral, Conexões e Símbolos, como se pode observar na figura a seguir. Destas alternativas, a mais importante é a de Conexões, onde se associa o mapa com a base de dados. Para isto o sistema mostra uma seleção com as diferentes variáveis do mapa. É necessário recordar que o arquivo *.shp gerado em Arcview tem um arquivo dbf associado que contém campos que dão informação sobre o mapa. Um destes campos deve ter características e valores similares à entidade da base de dados que se quer associar. O nome do campo do mapa é selecionado na caixa "Código do Mapa", e a entidade da base de dados em "Entidade R+G4". APRESENTAÇÃO Ao selecionar o painel Apresentação na janela de propriedades da composição de mapas aparecem seis subpainéis: Página, Título, SubTítulo, Comentários, Mapa e Legenda, como pode ver-se na figura abaixo. 158

159 PÁGINA Esta propriedade define se a composição de mapa tem borda ou não na opção "Borda". Pode selecionar-se também a cor de fundo da composição na opção "Cor de Fundo", e também selecionar a letra (fonte) por default da composição de mapa na opção "Fonte". TÍTULO Este painel permite a incorporação de um titulo na composição de mapas e definir suas características: as caixas Visível e Borda permitem escolher se o Título do mapa será visível e terá uma borda. As caixas Topo e Esquerda indicam a distância do título com respeito ao ângulo superior esquerdo da página. A caixa "Texto" permite dar um título por default ao mapa. Também é possível definir as características da letra do título, tais como tamanho, negrito, sublinhado, itálico. 159

160 SUBTÍTULO Esta propriedade tem as mesmas opções que a propriedade Título, aplicadas ao subtítulo: Visível, Borda, Topo, Esquerda, Texto, tamanho, negrito, sublinhado, itálico. COMENTÁRIOS Permite agregar comentários à composição de mapa com as mesmas opções que Título e SubTítulo. MAPA Esta propriedade permite definir o tamanho do marco que contém o mapa e localizá-lo na página. Isto se define através das seguintes caixas: Esquerda Largura Topo Altura Cor distância da borda esquerda da página. largura do marco. distância para baixo da borda superior da página. altura do marco. definir uma cor de fundo do marco que contém o mapa ou selecionar que o mesmo seja transparente. 160

161 Existem também os seguintes botões de ajuste: Ajustar marco ajusta automaticamente o tamanho do marco ao tamanho do mapa. Ajustar Mapa ajusta o tamanho do mapa ao tamanho do marco. As opções da propriedade Mapa podem ser observadas na figura. LEGENDA Esta propriedade permite decidir se a página de composição de mapas mostrará informação sobre os valores das categorias das variáveis que se pretende mapear. Suas opções são: Visível, Título, Tamanho da fonte, Bordas (Nenhuma, Simples, Dupla), a largura da borda e das linhas (Linha, Borda) e a cor de fundo do quadro de legenda. 161

162 CLASSIFICAÇÕES Voltando para a janela de propriedades é possível selecionar-se o painel Classificações que permite definir os tipos de limites que utilizará a composição de mapas para representar no mapa as variáveis da base de dados. A propriedade Esquema de Classificação define o critério de classificação utilizado para ordenar as entidades geográficas a mapear. Este pode ser: Sem Classificações Quantis (5 ou 3 grupos) Sem Classificação. Separa em grupos (5 ou 3) de entidades geográficas, cada grupo com igual quantidade de elementos de entidades em cada um. Intervalos (5 ou 3 grupos) Separa em grupos (5 ou 3) de entidades geográficas, cada grupo com o mesmo tamanho de intervalo da variável. Valores Únicos Valores Simples. Pode definir-se também a cor da mínima categoria e a da máxima categoria, assim como as cores para os valores "não se aplica" e "valores omitidos". 162

163 Barra de Ferramentas BARRA DE FERRAMENTAS A barra de ferramentas possui 4 botões que têm menus embutidos e uma caixa de seleção que permite associar o mapa com as distintas Listas de Áreas (Arealists) do mesmo nível geográfico que o mapa. 163

164 No mapa observado na figura acima já foi executada uma Lista de Área da variável "Taxa Global de Fecundidade" no quinquênio " " por país. Também se assignaram as propriedades do mapa tais como Título da Apresentação, SubTítulo, Legenda, Cobertura e Classificações. VISÃO COMPLETA, MAIS ZOOM, MENOS ZOOM, PANEJAR, MOVER ELEMENTO Na barra de ferramentas, o primeiro botão é uma flecha sinalizando o ângulo superior esquerdo da janela. Com um clique neste botão se mostra um menu com as seguintes opções: 164

165 Vista Completa Mais e Menos Zoom Panejar Mover Elemento Utilizado para visualizar a totalidade do mapa na tela, pode ser que utilizando a função de zoom, ou movendo o mapa pela janela se perca uma visão da integridade do mapa, a qual se recupera dando um clique nesta opção da barra de ferramentas. Permitem acercar-se ou afastar-se do mapa. Uma vez selecionada alguma delas, existem duas opções de Zoom: Uma dando um clique num lugar do mapa que o usuário deseja que seja o centro do zoom, e a outra é arrastando com o botão direito do mouse para selecionar a área do mapa sobre a qual se deseja fazer um zoom. O símbolo do ícone é uma mão, e permite, uma vez selecionada, mover o mapa dentro do marco arrastando-o com o botão direito do mouse. Permite, uma vez selecionada, arrastar com o botão direito do mouse a diferentes elementos tais como: Título, SubTítulo, Ícone do Norte, Quadro de Legenda, Comentários e o marco do gráfico dentro da página. 165

166 Mapa con Acercamiento realizado para un área seleccionada Na figura abaixo pode ver-se como utilizando a opção "Mover elemento" e arrastando com o botão direito do mouse se moveu o quadro de legenda fora do marco do mapa. 166

167 Mapa con el cuadro de leyenda cambiado de posición. INFO / SELECIONAR ÁREA O segundo botão da barra de ferramentas tem duas alternativas: Info Mostra informação das entidades geográficas, esta informação se obtém com um clique sobre alguma delas. Selecionar Área Permite selecionar áreas geográficas. 167

168 Opción Info sobre el mapa 168

169 AZUL / VERDE / VERMELHO Esta opção permite escolher as cores a serem usadas nas variáveis, se oferecem três cores em tons azuis, verdes ou vermelhos. Na figura foi selecionada a opção de tons verdes. 169

170 Mapa cambiado el tono de colores. CLASSIFICAÇÃO Este quarto botão permite selecionar entre os diferentes tipos de classificação tais como as descritas na Propriedade "Classificação". Esta pode ser: Sem Classificações Quantis (5 ou 3 grupos) Sem Classificação. Separa em grupos (5 ou 3) de entidades geográficas, cada grupo com igual quantidade de entidades. 170

171 Intervalos (5 ou 3 grupos) Separa em grupos (5 ou 3) de entidades geográficas, cada grupo com o mesmo tamanho de intervalo da variável. Valores Únicos Valores Simples. 171

172 Seleccionando Intervalos Iguales (3 grupos) Outras Funções de Mapear COPIAR Trabalhando com um mapa e dando um clique no menu "Editar", aparecem três possibilidades. Uma é copiar para a área de transferência utilizando a opção "Copiar Mapa a", o que permite posteriormente colar o mapa em qualquer aplicação que admita imagens como: Word, Corel Draw, Microsoft Photo Editor, etc. Uma outra possibilidade permite exportar diretamente os mapas a outros formatos, inseri-los em documentos de texto; e uma terceira possibilidade é imprimi-los. LOCALIZAÇÃO DE RÓTULOS Selecionando a opção Localização de rótulos pode-se criar um ponto para cada entidade geográfica para localizar um rótulo. Cada um destes rótulos é gerado automaticamente num ponto determinado da área geográfica, podendo ser movidos utilizando a ferramenta "Mover elemento". 172

173 173

174 MENU VER Trabalhando com o mapa pode-se usar o menu principal "Ver" como se observa na figura. Selecionando a opção Mostrar/Esconder deste menu é possível modificar a propriedade Visível de distintos elementos do mapa tais como: o título, o subtítulo, os comentários, a 174

175 legenda, a flecha que sinaliza o norte, a escala, e os rótulos. No caso destes últimos permite escolher mostrar só as marcas, só os textos, ou ambos. 175

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