NEGROPONTE, Nicholas. A vida digital. Tradução: Sérgio Tellaroli. São Paulo : Companhia das Letras, 1995.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NEGROPONTE, Nicholas. A vida digital. Tradução: Sérgio Tellaroli. São Paulo : Companhia das Letras, 1995."

Transcrição

1 NEGROPONTE, Nicholas. A vida digital. Tradução: Sérgio Tellaroli. São Paulo : Companhia das Letras, O livro, escrito em 1995, apresenta a visão de Nicholas Negroponte, pesquisador do MIT, sobre as perspectivas de futuro no que se refere ao desenvolvimento da tecnologia digital, apontando, não apenas a tecnologia em si, mas também prevendo modificações nos hábitos pessoais e sociais decorrentes da apropriação desses recursos pela humanidade. Dessas, observamos que muitas podem ser evidenciadas atualmente, algumas se encontram ainda em fase embrionária, enquanto outras foram superadas. O livro foi organizado em três partes. A primeira apresenta algumas questões conceituais de tecnologia, destacando as diferenças entre organizar, distribuir e lidar com a informação em formato de átomos e em formato de bits. A segunda parte é dedicada para a interface. O autor discute questões como a representação do mundo na forma de bits, a persona gráfica, a preocupação de tornar a interface mais amigável ao ser humano e propõe uma mudança no foco das pesquisas: em vez de tornar a interface mais amigável, investir no desenvolvimento de interfaces e agentes inteligentes, que conseguem comunicar-se entre si, de reconhecer o usuário humano e com ele estabelecer uma forma de interação mais personalizada. E a terceira parte enfoca a vida digital, refletindo sobre as mudanças nos modos de viver e de compreender a sociedade. A passagem de uma lógica de pensamento analógica para uma lógica de pensar digital. Ao longo de todo o livro, Negroponte aponta que, apesar de vivermos em um mundo repleto de bits, ainda vivemos e pensamos de acordo com uma lógica de átomos. Um dos exemplos para argumentar sua tese é a lógica dos meios de comunicação, discutida nos últimos capítulos. O autor afirma que os meios de comunicação ainda buscam aprofundar a tecnologia tendo em vista a qualidade da imagem, pouco investindo na ampliação da interatividade possibilitada pelos bits. Em decorrência, ainda prevalece a transmissão de informações a partir da premissa das mídias de massa. Encaminhar uma mesma informação de forma massificada, para que atinja o maior número possível de usuários ao mesmo tempo. Propõe que, em vez disso, a lógica dos bits enfatiza a possibilidade de personalização da informação, de acordo com os interesses de cada ser humano. Outro aspecto destacado pelo autor diz respeito à lógica de pensar do modelo econômico capitalista, que tem impedido, em alguns aspectos, o avanço da tecnologia. Ainda na última parte, Negroponte dedica um capítulo para discutir a educação, que, segundo a mesma lógica analógica, aposta num formato em que todos precisam aprender as mesmas coisas. Discorrendo rapidamente sobre a proposta de Papert, aponta que a nova lógica de pensamento que se apresenta requer que a educação se volte mais para a valorização das diferenças, da criatividade, e do desenvolvimento da autonomia frente a construção do conhecimento. Seguem algumas ideias do livro em forma de fichamento. A vida digital

2 Introdução Ao longo da introdução o autor apresenta dados sobre a expansão dos computadores e demais suportes eletrônicos que permitem a digitalização das informações, sendo que a primeira versão da obra data do ano de Aponta, também, um cenário para o início do novo milênio, no que tange as formas de armazenamento e transmissão de informação e de relacionamento social, provocando a leitura da obra. A informática não tem mais nada a ver com computadores. Tem a ver com a vida das pessoas. (Negroponte, 2002, p. 12) A multimídia interativa deixa muito pouco espaço para a imaginação. Tal e qual um filme de Hollywood, a narrativa multimídia inclui representações tão específicas que deixa cada vez menos espaço para a fantasia. A palavra escrita, ao contrário, estimula a formação de imagens e evoca metáforas cujo significado depende sobretudo do leitor. Quando lemos um romance, muito da cor, do som e do movimento provém de nós mesmos. Eu acredito que esse mesmo tipo de expansão pessoal faz-se necessário para sentir e compreender o significado da vida digital para cada um de nós. (Negroponte, 2002, p. 13) 1 capítulo: O DNA da informação Vida atual A maioria da informação chega em átomos (revista, jornal, livros,...) Vida digital A maioria da informação chega em formato de bits (internet) Os bits tem valor muito superior aos átomos que os armazenam.

3 O que é um bit, afinal Definição de bit para Negroponte: BIT Transportados a velocidade da luz. Menor parte possível para compor uma informação. Canal de transmissão. Largura de banda Quantidade de BITS transmitidos por segundo. Quando todos os meios de comunicação forem bits. Sinal com correção de dados Informação digital Maior qualidade final Compressão de dados 4 sinais digitais x 1 sinal analógico Multimídia = mistura de áudio, vídeo e dados. Bits cabeçalhos = contêm informações sobre os bits que os sucedem. Espécie de índice ou descrição de dados. Permitem transitar mais facilmente pela informação.

4 Multimídia e bits cabeçalhos permitiram a emergência do conceito de vídeo-ondemand. Onde mora a inteligência TV = inteligência no ponto de origem (transmissor). Jornal = produzido tendo a inteligência no transmissor, contudo a manipulação do jornal varia conforme o receptor. Comunicação digital = possibilita inteligência do lado do receptor. Futuro = ambas as coisas 2º capítulo: Desmascarando a largura de banda Do pingo à chuvarada Largura de banda é a capacidade de enviar informação por um determinado canal. (Negroponte, 2002, p. 27) Condutores de bits Fio telefônico de cobre = baixa largura de banda. Modem = modulador demodulador» bits para ondas e vice-versa Fibra ótica Ondas de rádio O autor defende que, na medida do possível se use mais a transmissão de informação por fibra ótica do que por ondas de rádio. Fibra: o caminho da natureza Critica a ansiedade provocada pelas propostas capitalistas de tornar obsoleto o que ainda nem foi aproveitado de forma adequada. Mais é menos Transformando 100 mil bits em 1 bit A transmissão da maior parte dos bits nada terá a ver com a taxa com que nós, como seres humanos, os consumimos. (Negroponte, 2002, p. 41) 3º Capítulo: Transmitindo Bits 1972 início das pesquisas para uma HDTV analógica. O autor inicia o capítulo criticando a busca por uma melhor qualidade da imagem analógica em vez da preocupação em desenvolver tecnologia para atender melhor o público no que se refere a programação.

5 1991 proposição da TV digital General Instrument Corporation Vai procurando demonstrar, ao longo de seu discurso, como os interesses econômicos e políticos interferem no desenvolvimento tecnológico. A tecnologia certa para os problemas errados 4º Capítulo: A polícia dos bits O autor critica a utilização da lógica da comunicação analógica para regulamentar a comunicação na era digital como as concessões de direitos de transmissão de informação, do direito autoral. Este último permanece totalmente defasado e com discussão ainda embrionária atualmente. 5º Capítulo: os bits misturados Discute a multimídia e suas tendências. 6º Capítulo: o negócio dos bits Destaca a velocidade das mudanças e considera mais impactantes as que se referem à computação móvel e à rede. Hoje, as grandes mudanças nos computadores e nas telecomunicações emanam dos aplicativos, das necessidades humanas básicas, muito mais do que das ciências materiais básicas. (Negroponte, 2002, p. 77) Transportando bits Propõe que se repense a forma de cobrar pelo transporte de bits. Em vez de pagar pela banda, que no posicionamento do autor, deveria ser gratuito, pagar-se-ia pelo tipo de conteúdo da transmissão. Ex.: filme, monitoramento médico. Pelo valor dos dados transmitidos. Parte 2 Interface 7º Capítulo: onde as pessoas e os bits se encontram Neste capítulo o autor trata do desenvolvimento/ evolução da interface na perspectiva de facilitar a comunicação homem-máquina surgimento da interface gráfica, para computadores macintosh. É nisso que reside o segredo do projeto de uma interface: faze-la desaparecer. (Negroponte, 2002, p. 93) 1960 início do desenho de interfaces para computadores.

6 Raster scan monitores de varredura por rastreamento. Substituíram os monitores que trabalhavam por meio de linhas. Time-sharing possibilidade de dividir o processamento em atividades paralelas (tempo compartilhado). Processamento stand-alone processamento autônomo. A interface multimodo A redundância é em geral considerada um mau sintoma, implicando verborragia desnecessária ou repetição descuidada. Nos primórdios do projeto de interfaces humanas, as pessoas estudavam técnicas de interação e tentavam selecionar cuidadosamente uma ferramenta ou outra, para este ou aquele conjunto de circunstâncias. Uma caneta óptica era melhor do que a mesa digitalizadora? Essa mentalidade ou uma ou outra era determinada pela falsa crença de que havia uma solução melhor e universal para um dada situação qualquer; ela é falsa porque as pessoas são diferentes, as situações mudam e as circunstâncias de uma interação específica podem muito bem variar de acordo com o canal disponível. Não há solução melhor no desenho de interfaces. (Negroponte, 2002, p. 96 e 97) A facilidade de uso tem constituído uma meta tão obrigatória que, às vezes, nos esquecemos de que muitas pessoas simplesmente não querem usar a máquina: querem que ela desempenhe uma tarefa. (Negroponte, 2002, p. 100) 8º capítulo: Persona Gráfica Pixel Picture Element Elemento molecular dos gráficos. Impressiona-me sempre a maneira inteligente pela qual o nome dado a um produto é capaz de conquistar o mercado, deixando o consumidor com impressões bastante falsas. Quando a IBM decidiu chamar seu computador pessoal de PC, foi uma tacada de gênio. A despeito de a Apple ter chegado ao mercado mais de quatro anos antes, o nome PC tornou-se sinônimo de computador pessoal. Do mesmo modo, quando a Microsoft optou por dar a seu sistema operacional de segunda geração o nome Windows, o produto brilhantemente apoderou-se do termo para sempre, a despeito de a Apple ter começado a utilizar janelas (melhores) mais de cinco anos antes e de vários fabricantes de estações de trabalho já as terem utilizado amplamente. (Negroponte, 2002, p. 109) 9º Capítulo: Oxímoro ou Pleonasma A realidade virtual pode tornar o artificial tão realista quanto o real, ou mais ainda. (Negroponte, 2002, p. 114) Como isso impacta sobre a vida das pessoas?

7 No simulador, um piloto pode ser submetido a todo tipo de situações raras, o que seria impossível no mundo real, pois poderia demandar mais do que o susto de uma quase colisão ou partir ao meio um avião de verdade. (Negroponte, 2002, p. 114) A idéia da realidade virtual é proporcional a sensação do estar lá e, mais importante do que isso, fazendo com que a imagem mude instantaneamente de acordo com o ponto de vista. Nossa percepção da realidade espacial é determinada por várias informações visuais tais como o tamanho relativo, o brilho e o movimento angular. Uma das mais importantes é a perspectiva, poderosa sobretudo por sua forma binocular, em que cada olho vê uma imagem diferente. A fusão dessas imagens numa outra, em três dimensões, é a base da estereovisão. (Negroponte, 2002, p. 115) 1968 início da realidade virtual - Ivan Sutherland sistema de visores holografia Dennis Gabor 10º Capítulo: Vendo e sentindo O autor inicia o capítulo propondo que se estude maneiras de prover os computadores de sensores que os permitam perceber seus interlocutores sejam humanos ou não Douglas Englebart criou o mouse Ivan Sutherland caneta ótica - Computação pelo toque O autor considera que a tela sensível ao toque pode e deve ser estudada enquanto uma forma de comunicação com a máquina. 11º Capítulo: Podemos falar sobre isso? Negroponte argumenta que a fala ainda é um campo pouco explorado na comunicação homem-máquina, sendo que as pesquisas pouco avançaram em relação a questões como o reconhecimento do tom de voz. - Elementos paraverbais Um dos problemas do reconhecimento por voz está nos elementos paraverbais, próprios de cada ser humano. O uso de canais paralelos (gesto, olhar e fala) constitui a essência da comunicação humana. Os homens gravitam com naturalidade por meios concomitantes de expressão. Se você tem um conhecimento modesto de italiano, você terá muita dificuldade em falar com italianos ao telefone. Mas quando chegar a um hotel na Itália e descobrir que não tem sabonete no quarto, você não vai usar o telefone: vai descer até a portaria e usar seu melhor italiano da Berlitz para pedir sabonete. E pode até fazer alguns gestos de quem está tomando banho. (Negroponte, 2002, p. 139)

8 O que vai fazer com que essa ubiqüidade da fala ande mais rápido hoje do que antigamente é a miniaturização. Os computadores estão se tornando cada vez menores. É de esperar que você venha a carregar no pulso amanhã aquilo que hoje você tem em cima da mesa e que, ainda ontem, ocupava uma sala inteira. (Negroponte, 2002, p. 141) O autor afirma que um dos limites para a miniaturização dos recursos tecnológicos é a capacidade humana em lidar com os mesmos. Acredita também que no futuro a interface gráfica será dispensável. O canal de voz carrega não apenas o sinal, mas também todas as características que o acompanham, conferindo-lhe os traços da compreensão, da intencionalidade, da compaixão ou do perdão. Dizemos que alguém soa honesto, que um argumento soa suspeito ou que algo não soa próprio de fulano de tal. Embutido no som, encontram-se informações acerta dos sentimentos. (Negroponte, 2002, p. 143) 12º Capítulo: Menos é mais Se você tem alguém que lhe conhece bem e compartilha da maioria das informações de que você dispõe, essa pessoa pode agir em seu nome com bastante eficiência. Se sua secretária adoece, não faria a menor diferença a agência de empregos mandar Albert Einstein para substituí-la. O que importa aqui não é o QI, mas o conhecimento compartilhado e a prática de utiliza-lo de acordo com seu interesse. (Negroponte, 2002, p. 145) O autor propõe que é possível desenvolver computadores ou agentes de interface inteligentes, capazes de compartilhar informações e reconhecer/conhecer o ser humano com quem interage. Os agentes de interface precisam aprender a evoluir ao longo do tempo, como nossos amigos e assistentes humanos. (Negroponte, 2002, p. 149) Terceira parte: A vida digital 13º Capítulo: A Era da Pós-modernidade A era industrial, fundamentalmente uma era dos átomos, deu-nos o conceito de produção em massa e, com ele, economias que empregam operários uniformizados e métodos repetitivos na fabricação de um produto num determinado espaço ou tempo. A era da informação e dos computadores mostrou-nos as mesmas economias de escala, mas menos preocupada com o espaço e o tempo. A confecção de bits poderia se dar em qualquer lugar e a qualquer tempo, movendo-se por exemplo, entre as bolsas de valores de Nova York, Londres e Tóquio, como se tais mercados fossem três máquinasferramentas adjacentes. (...) Na era da pós-informação, o público que se tem é, com frequencia, composto de uma única pessoa. Tudo é feito por encomenda, e a informação é extremamente personalizada. (Negroponte, 2002, p. 157 e 158)

9 Do mesmo modo, como o hipertexto remove as barreiras da página impressa, a era da pós-informação vai remover as barreiras da geografia. A vida digital exigirá cada vez menos que você esteja num determinado lugar em determinada hora, e a transmissão do próprio lugar é que vai começar a se tornar realidade. (Negroponte, 2002, p. 159) Negrfoponte afirma que a transmissão em tempo real não será a tônica da vida digital, possibilitando maior personalização do acesso à informação e ao entretenimento. Broadcatching termo cunhado por Stewart Brant 1987 irradiação de séries de bits, muito provavelmente uma série contendo uma vasta quantidade de informação, pelo éter ou por fibra; na ponta receptora, um computador acompanha [catch] os bits, os examina e os descarta em sua maior parte, retendo apenas aqueles poucos que ele julga que você desejará consumir mais tarde. (Negroponte, 2002, p. 163) O autor acredita que o modelo econômico de comunicação das mídias de massa mudará na medida em que o usuário optar por pagar por uma informação mais personalizada e com dispensa de publicidade. Um modelo baseado na encomenda da informação. 14º Capítulo: Horário nobre é o meu Alguns dos mais altos executivos de empresas telefônicas recitam o jingle qualquer coisa, a qualquer hora, em qualquer lugar como se fosse um poema à mobilidade moderna. Minha meta, porém (e suspeito que a sua também), é não ter nada, nunca e em lugar nenhum, a não ser que se trate de algo oportuno, importante, divertido, relevante ou capaz de cativar minha imaginação. (Negroponte, 2002, p ) Destaca a possibilidade de a internet abrir espaço para as pequenas produções de informação ao lado das mega produções de empresas especializadas. Afirma outrossim, que esta lógica da TV vai ser superada e que agentes inteligentes poderão selecionar informações de acordo com as orientações do usuário, disponibilizando apenas aquelas que por este forem consideradas relevantes, no horário mais conveniente. 15 º Capítulo: Boas conexões - Ser digital não é o bastante Existem muitas formas de representar um dado no formato digital e encontrar a melhor forma para cada tipo de dado deve ser um dos objetivos/focos constantes de pesquisa. Para Negroponte (2002), nem sempre o investimento em pesquisas tem sido voltado para o foco mais adequado, produzindo, às vezes, tecnologias que retardam o avanço da própria tecnologia. Cita como exemplo, o fax. Hoje, no entanto, com a onipresença do computador, as vantagens do são avassaladoras, conforme evidencia seu uso vertiginoso. Além dos benefícios digitais, o

10 correio eletrônico é um meio mais dialógico, Se não chega a ser um diálogo falado, decerto está bem mais próximo da fala do que da escrita. (Negroponte, 2002, p. 181) Esse novo veículo quase dialógico é, de fato, muito diferente de escrever cartas. É muito mais que um correio rápido, Com o correr do tempo, as pessoas encontrarão diferentes estilos na sua utilização. (Negroponte, 2002, p. 082) - Netiqueta Discute o uso indevido das ferramentas de comunicação em virtude das inexperiências. Exemplifica s enviados para listas. O é um estilo de vida que causa grande impacto na maneira como trabalhamos e pensamos. Uma consequência bastante específica disso é a mudança no ritmo do trabalho e do lazer. 16º Capítulo: Diversão da pesada - Incapacidade para ensinar Neste capítulo o autor tece uma crítica ao sistema formal de educação, que procura unificar as aprendizagens de grupos de pessoas. Talvez nossa sociedade tenha muito menos crianças incapazes de aprender e muito mais ambientes incapazes de ensinar do que hoje percebemos. (Negroponte, 2002, p. 189) O autor acredita que o computador pode contribuir para mudar esta realidade educacional. Para tanto, destaca a proposta de Papert, na década de 1960). Na década de 1960, grande parte dos pioneiros no emprego dos computadores na educação defendia o infeliz binômio exercício/prática, utilizando computadores para, numa base de um para um e em seu próprio ritmo, ensinar com maior eficácia os malditos fatos de sempre às crianças. Hoje, com a coqueluche da multimídia, temos fanáticos do binômio exercício/prática que pensam que podem colonizar a energia de um videogame para esguichar ainda mais informação na cabeça das crianças, com uma maior como dizem produtividade. Em 11 de abril de 1970, Papert comandou um simpósio no MIT intitulado Ensinando crianças a pensar, na qual propunha a utilização dos computadores como mecanismos que as crianças ensinariam e, ensinando, aprenderiam. (Negroponte, 2002, p. 189) - Moleques de rua da superestrada da informação Hoje, as crianças estão tendo a oportunidade de exercitar essa esperteza de rua na internet, onde elas não são vistas, mas ouvidas. Por ironia, a leitura e a escrita vão se beneficiar disso. Na internet elas vão ler e escrever para se comunicar, e não apenas para completar algum exercício abstrato e artificial. (Negroponte, 2002, p. 192)

11 17º Capítulo: Fábulas e Fraquezas digitais De acordo com o autor a vida digital muda a essência dos padrões no que se refere à comunicação máquina-máquina. (Negroponte, 2002, p. 196) Mídias para vestir. O autor aposta na miniaturização da tecnologia a ponto de podermos carregá-la como acessórios da roupa, favorecendo a onipresença da computação. A onipresença do computador de cada um será determinada pelos vários processos computacionais independentes presentes em nossa vida atual (o sistema de reserva de passagens aéreas, os dados sobre locais de venda de produtos, a utilização de serviços on-line, os medidores e os sistemas de mensagens). Estes irão interconectar-se cada vez mais. Se eu vôo para Dallas que parte de manhã cedo estiver atrasado, seu despertador poderá tocar um pouco mais tarde, e o serviço de táxi será notificado de acordo com as condições de tráfego previstas. (Negroponte, 2002, p. 202) Destaca, enfim, que em um futuro próximo, os equipamentos eletrônicos estarão conectados e poderão comunicar-se mutuamente agindo de forma inteligente e tomando, inclusive, algumas decisões por seu dono. 18º capítulo: Os novos Ex-pressionistas O autor discute neste capítulo que também a arte e as demais formas de expressão serão reconfiguradas neste novo contexto social.

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TELECOMUNICAÇÕES As telecomunicações referem -se à transmissão eletrônica de sinais para as comunicações, incluindo meios como telefone, rádio e televisão. As telecomunicações

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

Telecomunicações e Teleprocessamento

Telecomunicações e Teleprocessamento Telecomunicações e Teleprocessamento Telecomunicações Telecomunicações podem ser definidas como comunicações por meios eletrônicos, normalmente a grandes distâncias. Como veículos de transmissão podem

Leia mais

Guia de Início Rápido

Guia de Início Rápido Guia de Início Rápido O Microsoft PowerPoint 2013 parece diferente das versões anteriores, por isso criamos este guia para ajudar você a minimizar a curva de aprendizado. Encontre o que você precisa Clique

Leia mais

TELECOMUNICAÇÕES E REDES

TELECOMUNICAÇÕES E REDES Capítulo 8 TELECOMUNICAÇÕES E REDES 8.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Quais são as tecnologias utilizadas nos sistemas de telecomunicações? Que meios de transmissão de telecomunicações sua organização

Leia mais

Jornalismo Interativo

Jornalismo Interativo Jornalismo Interativo Antes da invenção da WWW, a rede era utilizada para divulgação de informações direcionados a públicos muito específicos e funcionavam através da distribuição de e-mails e boletins.

Leia mais

Tecnologia da Informação. Prof Odilon Zappe Jr

Tecnologia da Informação. Prof Odilon Zappe Jr Tecnologia da Informação Prof Odilon Zappe Jr Internet Internet Internet é o conglomerado de redes, em escala mundial de milhões de computadores interligados, que permite o acesso a informações e todo

Leia mais

Dicas para usar melhor o Word 2007

Dicas para usar melhor o Word 2007 Dicas para usar melhor o Word 2007 Quem está acostumado (ou não) a trabalhar com o Word, não costuma ter todo o tempo do mundo disponível para descobrir as funcionalidades de versões recentemente lançadas.

Leia mais

Antivírus. Trabalho elaborado por. Ana Ferreira. Patricia Ferreira

Antivírus. Trabalho elaborado por. Ana Ferreira. Patricia Ferreira Antivírus Trabalho elaborado por Ana Ferreira Patricia Ferreira Índice O que são... 3 Para que servem?... 3 Dicas De Segurança: Antivírus Pagos Ou Gratuitos?... 4 Como se faz a instalação do antivírus?

Leia mais

PROJETO DE CURSO FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA - FIC. Multimídia

PROJETO DE CURSO FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA - FIC. Multimídia PROJETO DE CURSO FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA - FIC Multimídia Prof.ª Sylvia Augusta Catharina Fernandes Correia de Lima Floresta - PE 2013 CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA - FIC 1. IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação I

Administração de Sistemas de Informação I Administração de Sistemas de Informação I Prof. Farinha Aula 03 Telecomunicações Sistemas de Telecomunicações 1 Sistemas de Telecomunicações Consiste de Hardware e Software transmitindo informação (texto,

Leia mais

Alan Kay: For users, the user interface is the program

Alan Kay: For users, the user interface is the program O que é Interface Interface Ambiente onde se dá a comunicação com os usuários do sistema. A introdução de uma ferramenta de informática interativa em um ambiente de trabalho, modifica a realização da tarefa

Leia mais

Guia de Início Rápido

Guia de Início Rápido Guia de Início Rápido Microsoft PowerPoint 2013 apresenta uma aparência diferente das versões anteriores; desse modo, criamos este guia para ajudá-lo a minimizar a curva de aprendizado. Encontre o que

Leia mais

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO A COMUNICAÇÃO NA INTERNET PROTOCOLO TCP/IP Para tentar facilitar o entendimento de como se dá a comunicação na Internet, vamos começar contando uma história para fazer uma analogia. Era uma vez, um estrangeiro

Leia mais

Leitura dinâmica no SilentIdea 4.0 Apresentação

Leitura dinâmica no SilentIdea 4.0 Apresentação Leitura dinâmica no SilentIdea 4.0 Apresentação Leitura dinâmica Como ler mais rapidamente Usando o leitor do SilentIdea 4.0 Apresentação Leitura dinâmica Enquanto lê, você muitas vezes: "Ouve" cada palavra

Leia mais

Manual Sistema MLBC. Manual do Sistema do Módulo Administrativo

Manual Sistema MLBC. Manual do Sistema do Módulo Administrativo Manual Sistema MLBC Manual do Sistema do Módulo Administrativo Este documento tem por objetivo descrever as principais funcionalidades do sistema administrador desenvolvido pela MLBC Comunicação Digital.

Leia mais

2 Editoração Eletrônica

2 Editoração Eletrônica 8 2 Editoração Eletrônica A década de 80 foi um marco na história da computação. Foi quando a maioria dos esforços dos desenvolvedores, tanto de equipamentos, quanto de programas, foram direcionados para

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches A presença de tecnologias digitais no campo educacional já é facilmente percebida, seja pela introdução de equipamentos diversos,

Leia mais

Quem ainda não tem um, provavelmente já pensou ou está pensando em ter, seja para fins pessoais ou profissionais.

Quem ainda não tem um, provavelmente já pensou ou está pensando em ter, seja para fins pessoais ou profissionais. Você sabia que o Whatsapp está presente em quase 50% dos smartphones no Brasil? O aplicativo virou febre rapidamente, seguindo a tendência de crescimento anual das vendas de smartphones no país. Quem ainda

Leia mais

Como fazer seu blog se destacar dos outros

Como fazer seu blog se destacar dos outros Como fazer seu blog se destacar dos outros Fama. Tráfego. Reconhecimento. Muito dinheiro no bolso. Esses itens certamente estão presentes na lista de desejos de quase todos os blogueiros. Afinal, ninguém

Leia mais

Capítulo 1. Extreme Programming: visão geral

Capítulo 1. Extreme Programming: visão geral Capítulo 1 Extreme Programming: visão geral Extreme Programming, ou XP, é um processo de desenvolvimento de software voltado para: Projetos cujos requisitos são vagos e mudam com freqüência; Desenvolvimento

Leia mais

A criança e as mídias

A criança e as mídias 34 A criança e as mídias - João, vá dormir, já está ficando tarde!!! - Pera aí, mãe, só mais um pouquinho! - Tá na hora de criança dormir! - Mas o desenho já tá acabando... só mais um pouquinho... - Tá

Leia mais

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS Kelly Cristina de Oliveira 1, Júlio César Pereira 1. 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR Brasil kristhinasi@gmail.com,

Leia mais

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador Sistemas de Informação Prof. Anderson D. Moura Um programa de computador é composto por uma seqüência de instruções, que é interpretada e executada por um processador ou por uma máquina virtual. Em um

Leia mais

Telecomunicações CONCEITOS DE COMUNICAÇÃO

Telecomunicações CONCEITOS DE COMUNICAÇÃO Telecomunicações CONCEITOS DE COMUNICAÇÃO 1 COMUNICAÇÃO A COMUNICAÇÃO pode ser definida como a transmissão de um sinal através de um meio, de um emissor para um receptor. O sinal contém uma mensagem composta

Leia mais

5Etapas Para Conseguir Clientes de Coaching,

5Etapas Para Conseguir Clientes de Coaching, 5Etapas Para Conseguir Clientes de Coaching, Consultoria, Terapias Holísticas e Para Encher Seus Cursos e Workshops. Parte 01 Como Se Posicionar e Escolher os Clientes dos Seus Sonhos 1 Cinco Etapas Para

Leia mais

O lugar da oralidade na escola

O lugar da oralidade na escola O lugar da oralidade na escola Disciplina: Língua Portuguesa Fund. I Selecionador: Denise Guilherme Viotto Categoria: Professor O lugar da oralidade na escola Atividades com a linguagem oral parecem estar

Leia mais

Sphinx Scanner Informações gerais V 5.1.0.8

Sphinx Scanner Informações gerais V 5.1.0.8 Sphinx Scanner Informações gerais V 5.1.0.8 Pré-requisitos: Possuir modalidade scanner no software Sphinx A SPHINX Brasil propõe uma solução de leitura automática de questionários por scanner. O Sphinx

Leia mais

PROJETO INFORMÁTICA NA ESCOLA

PROJETO INFORMÁTICA NA ESCOLA EE Odilon Leite Ferraz PROJETO INFORMÁTICA NA ESCOLA AULA 1 APRESENTAÇÃO E INICIAÇÃO COM WINDOWS VISTA APRESENTAÇÃO E INICIAÇÃO COM WINDOWS VISTA Apresentação dos Estagiários Apresentação do Programa Acessa

Leia mais

Introdução à multimídia na Web

Introdução à multimídia na Web Aplicações Multimídia Aplicações Multimídia para Web Introdução à multimídia na Web Co-autoria com Profº. Diogo Duarte Aplicações Multimídia para Web Multimídia Multimídia é tudo que você ouve ou vê. Textos,

Leia mais

Teleprocessamento e Redes Universidade Católica do Salvador. Aula 04 - Estrutura de Redes de Comunicação. Objetivo : Roteiro da Aula :

Teleprocessamento e Redes Universidade Católica do Salvador. Aula 04 - Estrutura de Redes de Comunicação. Objetivo : Roteiro da Aula : Teleprocessamento e Redes Universidade Católica do Salvador Aula 04 - Estrutura de Redes de Comunicação Objetivo : Nesta aula, vamos começar a entender o processo de interligação entre os equipamentos

Leia mais

Módulo 07 Gestão de Conhecimento

Módulo 07 Gestão de Conhecimento Módulo 07 Gestão de Conhecimento Por ser uma disciplina considerada nova dentro do campo da administração, a gestão de conhecimento ainda hoje tem várias definições e percepções, como mostro a seguir:

Leia mais

Internet of Things. utilizá-la em diversos tipos de negócios.

Internet of Things. utilizá-la em diversos tipos de negócios. Internet of Things 10 formas de utilizá-la em diversos tipos de negócios. INTRODUÇÃO As interfaces Machine to Machine (M2M) estão facilitando cada vez mais a comunicação entre objetos conectados. E essa

Leia mais

Realização e Organização. www.vamaislonge.com.br

Realização e Organização. www.vamaislonge.com.br Realização e Organização www.vamaislonge.com.br Quem somos... Leonardo Alvarenga, tenho 23 anos, sou criador do Não Tenho Ideia e do #VáMaisLonge. Sou formado em Educação Física mas larguei tudo logo após

Leia mais

Este texto é de autoria da Diretora de Vendas Cláudia Leme, muito bom!!! Vale a pena conferir!!! O PRIMEIRO PEDIDO

Este texto é de autoria da Diretora de Vendas Cláudia Leme, muito bom!!! Vale a pena conferir!!! O PRIMEIRO PEDIDO Este texto é de autoria da Diretora de Vendas Cláudia Leme, muito bom!!! Vale a pena conferir!!! O PRIMEIRO PEDIDO A Sra Mary Kay já dizia: nada acontece enquanto você não vende alguma coisa. Se você está

Leia mais

Sistemas Colaborativos Simulado

Sistemas Colaborativos Simulado Verdadeiro ou Falso Sistemas Colaborativos Simulado 1. Todos os tipos de organizações estão se unindo a empresas de tecnologia na implementação de uma ampla classe de usos de redes intranet. Algumas das

Leia mais

Manual para uso do HELPDESK

Manual para uso do HELPDESK EXACTUS Suporte e Atendimento - versão 1.0 Página 1 de 14 Manual para uso do HELPDESK Visão Cliente EXACTUS Suporte e Atendimento - versão 1.0 Página 2 de 14 Introdução O serviço possui um pacote com todas

Leia mais

Multiplexador. Permitem que vários equipamentos compartilhem um único canal de comunicação

Multiplexador. Permitem que vários equipamentos compartilhem um único canal de comunicação Multiplexadores Permitem que vários equipamentos compartilhem um único canal de comunicação Transmissor 1 Receptor 1 Transmissor 2 Multiplexador Multiplexador Receptor 2 Transmissor 3 Receptor 3 Economia

Leia mais

DEZ RAZÕES PARA MUDAR PARA SISTEMA DE VÍDEO BASEADO EM IP. Ou o que seu vendedor de câmeras analógicas não lhe dirá

DEZ RAZÕES PARA MUDAR PARA SISTEMA DE VÍDEO BASEADO EM IP. Ou o que seu vendedor de câmeras analógicas não lhe dirá DEZ RAZÕES PARA MUDAR PARA SISTEMA DE VÍDEO BASEADO EM IP Ou o que seu vendedor de câmeras analógicas não lhe dirá 1. ALTA RESOLUÇÃO Câmeras baseadas em IP não estão restritas à baixa resolução das câmeras

Leia mais

Situação Financeira Saúde Física

Situação Financeira Saúde Física Um dia um amigo me fez uma séria de perguntas, que me fez refletir muito, e a partir daquele dia minha vida vem melhorando a cada dia, mês e ano. Acreditando que todos temos um poder interno de vitória,

Leia mais

1» A revolução educacional e a educação em valores 11

1» A revolução educacional e a educação em valores 11 Sumário Introdução 9 1» A revolução educacional e a educação em valores 11 Introdução 12 As causas da revolução educacional 12 O triplo desafio pedagógico 14 Da transmissão à educação 15 O que pretende

Leia mais

Evolução na Comunicação de

Evolução na Comunicação de Evolução na Comunicação de Dados Invenção do telégrafo em 1838 Código Morse. 1º Telégrafo Código Morse Evolução na Comunicação de Dados A evolução da comunicação através de sinais elétricos deu origem

Leia mais

Redes de Computadores. Prof. Késsia Marchi

Redes de Computadores. Prof. Késsia Marchi Redes de Computadores Prof. Késsia Marchi Redes de Computadores Redes de Computadores Possibilita a conexão entre vários computadores Troca de informação Acesso de múltiplos usuários Comunicação de dados

Leia mais

Educação à Distância: Possibilidades e Desafios

Educação à Distância: Possibilidades e Desafios Educação à Distância: Possibilidades e Desafios Resumo André Alves Freitas Andressa Guimarães Melo Maxwell Sarmento de Carvalho Pollyanna de Sousa Silva Regiane Souza de Carvalho Samira Oliveira Os cursos

Leia mais

Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer. A importância de todos os familiares no processo de recuperação.

Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer. A importância de todos os familiares no processo de recuperação. Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer A importância de todos os familiares no processo de recuperação. Introdução Criar um filho é uma tarefa extremamente complexa. Além de amor,

Leia mais

Como Processos Criam Valor?

Como Processos Criam Valor? Como Processos Criam Valor? Eu comecei este Advisor há um mês. Li um artigo sobre processos e valor que pensei estar inadequado e decidi ver se eu poderia disponibilizar uma descrição mais clara e compreensível.

Leia mais

Introdução à Informática. Aula 04. Sistemas Operacionais Aplicativos e Utilitários Transmissão e meios de transmissão de dados. Prof.

Introdução à Informática. Aula 04. Sistemas Operacionais Aplicativos e Utilitários Transmissão e meios de transmissão de dados. Prof. Aula 04 Sistemas Operacionais Aplicativos e Utilitários Transmissão e meios de transmissão de dados Sistema Operacional Um conjunto de programas que se situa entre os softwares aplicativos e o hardware:

Leia mais

Nosso Planeta Mobile: Brasil

Nosso Planeta Mobile: Brasil Nosso Planeta Mobile: Brasil Como entender o usuário de celular Maio de 2013 1 Resumo executivo Os smartphones se tornaram indispensáveis para nosso cotidiano. A difusão dos smartphones atinge 26 % da

Leia mais

O que a Postura Consultiva tem a ver com Você

O que a Postura Consultiva tem a ver com Você O que a Postura Consultiva tem a ver com Você Marcelo Egéa M* O que é postura consultiva Criar e sustentar uma marca é um trabalho que exige o máximo de todos na empresa. Alguns têm contato direto com

Leia mais

Informática - Básico. Paulo Serrano GTTEC/CCUEC-Unicamp

Informática - Básico. Paulo Serrano GTTEC/CCUEC-Unicamp Informática - Básico Paulo Serrano GTTEC/CCUEC-Unicamp Índice Apresentação...06 Quais são as características do Windows?...07 Instalando o Windows...08 Aspectos Básicos...09 O que há na tela do Windows...10

Leia mais

COORDENAÇÃO DE ENSINO A DISTÂNCIA - EaD

COORDENAÇÃO DE ENSINO A DISTÂNCIA - EaD COORDENAÇÃO DE ENSINO A DISTÂNCIA - EaD TUTORIAL MOODLE VERSÃO ALUNO Machado/MG 2013 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 4 2. EDITANDO O PERFIL... 5 2.1 Como editar o perfil?... 5 2.2 Como mudar a senha?... 5 2.3

Leia mais

Configurações de Campanha

Configurações de Campanha Guia rápido sobre... Configurações de Campanha Neste guia... Aprenda a criar campanhas e a ajustar as configurações para otimizar os resultados. Índice 1. Criar Nova Campanha! 4 1.1 Dar um nome à campanha!

Leia mais

Uma nova perspectiva sobre a experiência digital do cliente

Uma nova perspectiva sobre a experiência digital do cliente Uma nova perspectiva sobre a experiência digital do cliente Redesenhando a forma como empresas operam e envolvem seus clientes e colaboradores no mundo digital. Comece > Você pode construir de fato uma

Leia mais

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida Unidade IV MERCADOLOGIA Profº. Roberto Almeida Conteúdo Aula 4: Marketing de Relacionamento A Evolução do Marketing E-marketing A Internet como ferramenta As novas regras de Mercado A Nova Era da Economia

Leia mais

Aula 8 Conversação e rede social na web

Aula 8 Conversação e rede social na web Aula 8 Conversação e rede social na web Aula 8 Conversação e rede social na web Meta Apresentar um programa de voz sobre IP (VoIP), o Skype, e fazer uma breve introdução ao mundo das redes sociais online,

Leia mais

Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro

Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro Precisamos reinventar a forma de ensinar e aprender, presencial e virtualmente, diante de tantas mudanças na sociedade e no mundo do trabalho. Os modelos tradicionais

Leia mais

SUMÁRIO 1. AULA 6 ENDEREÇAMENTO IP:... 2

SUMÁRIO 1. AULA 6 ENDEREÇAMENTO IP:... 2 SUMÁRIO 1. AULA 6 ENDEREÇAMENTO IP:... 2 1.1 Introdução... 2 1.2 Estrutura do IP... 3 1.3 Tipos de IP... 3 1.4 Classes de IP... 4 1.5 Máscara de Sub-Rede... 6 1.6 Atribuindo um IP ao computador... 7 2

Leia mais

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid)

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência

Leia mais

Nosso Planeta Mobile: Brasil

Nosso Planeta Mobile: Brasil Nosso Planeta Mobile: Brasil Como entender o usuário de celular Maio de 2012 1 Resumo executivo Os smartphones se tornaram indispensáveis para nosso cotidiano. A difusão dos smartphones atinge 14% da população,

Leia mais

Faculdade de Educação e Psicologia

Faculdade de Educação e Psicologia Faculdade de Educação e Psicologia Mestrado em Ciências da Educação Especialização em Informática Educacional Internet e Educação Histórias exemplares da Internet. X-Y Position Indicator for a Display

Leia mais

Produtividade e qualidade de vida - Cresça 10x mais rápido

Produtividade e qualidade de vida - Cresça 10x mais rápido Produtividade e qualidade de vida - Cresça 10x mais rápido Você já pensou alguma vez que é possível crescer 10 vezes em várias áreas de sua vida e ainda por cima melhorar consideravelmente sua qualidade

Leia mais

23/09/2011. Tecnologias da Educação. Tecnologias e mídias. Diferença entre tecnologia e mídia. Diferença entre tecnologia e mídia.

23/09/2011. Tecnologias da Educação. Tecnologias e mídias. Diferença entre tecnologia e mídia. Diferença entre tecnologia e mídia. Tecnologias da Educação Marco Antônio Tecnologias e mídias Comunicar não é de modo algum transmitir uma mensagem ou receber uma mensagem. Isso é a condição física da comunicação, mas não é comunicação.

Leia mais

APOSTILA BÁSICA INFORMÁTICA: 1. PROCESSADOR DE TEXTOS 1.1 Conhecendo o aplicativo Word 2007 2.EDITOR DE PLANILHAS

APOSTILA BÁSICA INFORMÁTICA: 1. PROCESSADOR DE TEXTOS 1.1 Conhecendo o aplicativo Word 2007 2.EDITOR DE PLANILHAS APOSTILA BÁSICA INFORMÁTICA: 1. PROCESSADOR DE TEXTOS 1.1 Conhecendo o aplicativo Word 2007 2.EDITOR DE PLANILHAS 3.INTERNET 3.1. Internet: recursos e pesquisas 3.2. Conhecendo a Web 3.3. O que é um navegador?

Leia mais

O QUE É PRECISO PARA SER UM GRANDE LÍDER

O QUE É PRECISO PARA SER UM GRANDE LÍDER LIDERANÇA O QUE É PRECISO PARA SER UM GRANDE LÍDER Roselinde Torres foco na pessoa 6 Por Roselinde Torres O que é preciso para ser um grande líder hoje? Muitos de nós temos a imagem de um líder como um

Leia mais

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES 1. Conectando a Empresa à Rede As empresas estão se tornando empresas conectadas em redes. A Internet e as redes de tipo Internet dentro da empresa (intranets), entre uma

Leia mais

Projeto solidário para o ensino de Informática Básica

Projeto solidário para o ensino de Informática Básica Projeto solidário para o ensino de Informática Básica Parte 2 Sistema Operacional MS-Windows XP Créditos de desenvolvimento deste material: Revisão: Prof. MSc. Wagner Siqueira Cavalcante Um Sistema Operacional

Leia mais

Segurança em Comércio Eletrônico.

Segurança em Comércio Eletrônico. <Nome> <Instituição> <e-mail> Segurança em Comércio Eletrônico Agenda Comércio Eletrônico Riscos principais Cuidados a serem tomados Créditos Comércio eletrônico (1/2) Permite: comprar grande quantidade

Leia mais

Autovaliação em Práticas de Linguagem: uma reflexão sobre o planejamento de textos

Autovaliação em Práticas de Linguagem: uma reflexão sobre o planejamento de textos Autovaliação em Práticas de Linguagem: uma reflexão sobre o planejamento de textos Luna Abrano Bocchi Laís Oliveira O estudante autônomo é aquele que sabe em que direção deve avançar, que tem ou está em

Leia mais

CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3

CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3 CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3 Este tutorial não tem como finalidade esgotar todas as funcionalidades do Ambiente, ele aborda de forma prática

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Introdução Fabricio Breve Onde estão as redes? Caixa Eletrônico Terminais conectados a um computador central Supermercados, farmácias, etc... Vendas Caixa Estoque Etc... Por que Redes?

Leia mais

Apresento a resolução da prova para Agente da Polícia Federal. Observe as possibilidades de recurso que anotei nas questões.

Apresento a resolução da prova para Agente da Polícia Federal. Observe as possibilidades de recurso que anotei nas questões. Olá, pessoal, Apresento a resolução da prova para Agente da Polícia Federal. Observe as possibilidades de recurso que anotei nas questões. Para proferir uma palestra acerca de crime organizado, um agente

Leia mais

3 Dicas MATADORAS Para Escrever Emails Que VENDEM Imóveis

3 Dicas MATADORAS Para Escrever Emails Que VENDEM Imóveis 3 Dicas MATADORAS Para Escrever Emails Que VENDEM Imóveis O que é um e- mail bem sucedido? É aquele e- mail que você recebe o contato, envia o e- mail para o cliente e ele te responde. Nós não estamos

Leia mais

Telecomunicações. Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br

Telecomunicações. Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br Telecomunicações Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br Rede de Telefonia Fixa Telefonia pode ser considerada a área do conhecimento que trata da transmissão de voz através de uma rede de telecomunicações.

Leia mais

Por que Office 365? Office 365 Por que usar?

Por que Office 365? Office 365 Por que usar? Por que Office 365? Office 365 Por que usar? POR QUE OFFICE 365? Olá. Nesse guia, vamos tratar de um serviço que está sendo extremamente procurado por executivos e especialistas em TI das empresas: o Office

Leia mais

Android. Escolhe o dispositivo Android certo!

Android. Escolhe o dispositivo Android certo! Android O Android é a plataforma mais popular do mundo das telecomunicações. Podemos usar todos os aplicativos do Google, existem mais de 600.000 aplicativos e jogos disponíveis no Google Play para nos

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA OS GRUPOS QUE ESTÃO PRODUZINDO UMA: REPORTAGEM Tipos de Textos Características

Leia mais

Deficiência Visual. Eficiência Tátil Inteligência - Adaptações. V Compartilhando Eficiências. Seção de Educação Especial SEE - DE

Deficiência Visual. Eficiência Tátil Inteligência - Adaptações. V Compartilhando Eficiências. Seção de Educação Especial SEE - DE Deficiência Visual Eficiência Tátil Inteligência - Adaptações V Compartilhando Eficiências Seção de Educação Especial SEE - DE a voar como os pássaros, Temos aprendido a nadar como os peixes, Mas ainda

Leia mais

Características do jornalismo on-line

Características do jornalismo on-line Fragmentos do artigo de José Antonio Meira da Rocha professor de Jornalismo Gráfico no CESNORS/Universidade Federal de Santa Maria. Instantaneidade O grau de instantaneidade a capacidade de transmitir

Leia mais

Ebook Copywriter Para Iniciantes Versão Demo

Ebook Copywriter Para Iniciantes Versão Demo Ebook Copywriter Para Iniciantes Versão Demo Copyright 2015 Todos os direitos reservados e protegido pela lei 9.610 de 19/02/1998 Nenhuma parte deste livro pode ser produzido ou transmitida sem prévia

Leia mais

Manual Easy Chat Data de atualização: 20/12/2010 16:09 Versão atualizada do manual disponível na área de download do software.

Manual Easy Chat Data de atualização: 20/12/2010 16:09 Versão atualizada do manual disponível na área de download do software. 1 - Sumário 1 - Sumário... 2 2 O Easy Chat... 3 3 Conceitos... 3 3.1 Perfil... 3 3.2 Categoria... 4 3.3 Ícone Específico... 4 3.4 Janela Específica... 4 3.5 Ícone Geral... 4 3.6 Janela Geral... 4 4 Instalação...

Leia mais

MINIWEB EDUCAÇÃO - A EXPERIÊNCIA DA CRIAÇÃO DE UM PORTAL EDUCACIONAL E CURSOS A DISTÂNCIA.

MINIWEB EDUCAÇÃO - A EXPERIÊNCIA DA CRIAÇÃO DE UM PORTAL EDUCACIONAL E CURSOS A DISTÂNCIA. 1 MINIWEB EDUCAÇÃO - A EXPERIÊNCIA DA CRIAÇÃO DE UM PORTAL EDUCACIONAL E CURSOS A DISTÂNCIA. Profa. Arlete Embacher MiniWeb Educação S/C Ltda webmaster@miniweb.com.br Resumo Este relato descreve como surgiu

Leia mais

Como a automação de marketing pode aumentar suas vendas

Como a automação de marketing pode aumentar suas vendas edição 04 Guia do inbound marketing Como a automação de marketing pode aumentar suas vendas Como a automação de marketing pode aumentar suas vendas Há um tempo atrás o departamento de marketing era conhecido

Leia mais

Modelo OSI. Prof. Alexandre Beletti Ferreira. Introdução

Modelo OSI. Prof. Alexandre Beletti Ferreira. Introdução Modelo OSI Prof. Alexandre Beletti Ferreira Introdução Crescimento das redes de computadores Muitas redes distintas International Organization for Standardization (ISO) Em 1984 surge o modelo OSI Padrões

Leia mais

O computador organiza os programas, documentos, músicas, fotos, imagens em Pastas com nomes, tudo separado.

O computador organiza os programas, documentos, músicas, fotos, imagens em Pastas com nomes, tudo separado. 1 Área de trabalho O Windows XP é um software da Microsoft (programa principal que faz o Computador funcionar), classificado como Sistema Operacional. Abra o Bloco de Notas para digitar e participar da

Leia mais

2- Conceitos Básicos de Telecomunicações

2- Conceitos Básicos de Telecomunicações Introdução às Telecomunicações 2- Conceitos Básicos de Telecomunicações Elementos de um Sistemas de Telecomunicações Capítulo 2 - Conceitos Básicos de Telecomunicações 2 1 A Fonte Equipamento que origina

Leia mais

Em que consiste o DOSVOX O programa é composto por:

Em que consiste o DOSVOX O programa é composto por: Projeto DOSVOX O que é o DOSVOX O DOSVOX é um sistema para microcomputadores que se comunica com o usuário através de síntese de voz, viabilizando, deste modo, o uso de computadores por deficientes visuais,

Leia mais

Manual de Publicaça o no Blog da Aça o TRIBOS nas Trilhas da Cidadania

Manual de Publicaça o no Blog da Aça o TRIBOS nas Trilhas da Cidadania Manual de Publicaça o no Blog da Aça o TRIBOS nas Trilhas da Cidadania Sumário Objetivos do Blog... 2 Log-in... 3 Esqueci minha senha... 4 Utilizando o Blog... 5 Encontrando seu Blog... 5 Conhecendo o

Leia mais

TELECOMUNICAÇÕES E REDES

TELECOMUNICAÇÕES E REDES TELECOMUNICAÇÕES E REDES 1 OBJETIVOS 1. Quais são as tecnologias utilizadas nos sistemas de telecomunicações? 2. Que meios de transmissão de telecomunicações sua organização deve utilizar? 3. Como sua

Leia mais

Editor de Questões E24H

Editor de Questões E24H Editor de Questões E24H Conteúdo: Apresentação O que é o Editor de Questões Objetivos Potencialidades Vantagens adicionais Visualização no site (Quem acessa o Editor de Questões) (não Para quem o Editor

Leia mais

Você sabia que o computador pode ser uma rica ferramenta no. processo de inclusão escolar e social de crianças com necessidades

Você sabia que o computador pode ser uma rica ferramenta no. processo de inclusão escolar e social de crianças com necessidades Você sabia que o computador pode ser uma rica ferramenta no processo de inclusão escolar e social de crianças com necessidades educacionais especiais? Juliana Moraes Almeida Silva Em várias situações do

Leia mais

BEM VINDOS AO DHL WEB SHIPPING GUIA DE USO

BEM VINDOS AO DHL WEB SHIPPING GUIA DE USO Envio de Remessas Online BEM VINDOS AO DHL WEB SHIPPING GUIA DE USO webshipping.dhl.com ACESSE O DHL WEB SHIPPING DE QUALQUER LUGAR DO MUNDO. Ideal para qualquer empresa com acesso à internet, o DHL Web

Leia mais

Gestão da Informação e do Conhecimento

Gestão da Informação e do Conhecimento Gestão da Informação e do Conhecimento Aula 05 Aquisição da Informação Dalton Lopes Martins dmartins@gmail.com 2sem/2014 Aquisição da Informação PROCESSO 2 - A aquisição da informação envolve as seguintes

Leia mais

Arquitetura de Sistemas Distribuídos. Introdução a Sistemas Distribuídos

Arquitetura de Sistemas Distribuídos. Introdução a Sistemas Distribuídos Introdução a Sistemas Distribuídos Definição: "Um sistema distribuído é uma coleção de computadores autônomos conectados por uma rede e equipados com um sistema de software distribuído." "Um sistema distribuído

Leia mais

DICA 1. VENDA MAIS ACESSÓRIOS

DICA 1. VENDA MAIS ACESSÓRIOS DICA 1. VENDA MAIS ACESSÓRIOS Uma empresa sem vendas simplesmente não existe, e se você quer ter sucesso com uma loja você deve obrigatoriamente focar nas vendas. Pensando nisso começo este material com

Leia mais

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA Antonio Carlos Pavão Quero saber quantas estrelas tem no céu Quero saber quantos peixes tem no mar Quero saber quantos raios tem o sol... (Da canção de João da Guabiraba

Leia mais

JOGOS ONLINE NA CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS MATEMÁTICOS

JOGOS ONLINE NA CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS MATEMÁTICOS JOGOS ONLINE NA CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS MATEMÁTICOS Lucas Gabriel Seibert Universidade Luterana do Brasil lucasseibert@hotmail.com Roberto Luis Tavares Bittencourt Universidade Luterana do Brasil rbittencourt@pop.com.br

Leia mais

edição Guia do E-Mail Marketing Como criar promotores da marca com e-mail marketing?

edição Guia do E-Mail Marketing Como criar promotores da marca com e-mail marketing? edição 06 Guia do E-Mail Marketing Como criar promotores da marca com e-mail marketing? COMO CRIAR PROMOTORES DA MARCA COM E-MAIL MARKETING? Não são poucas as pessoas e empresas que já praticamente declararam

Leia mais

Richard Uchôa C. Vasconcelos. CEO LEO Brasil

Richard Uchôa C. Vasconcelos. CEO LEO Brasil Richard Uchôa C. Vasconcelos CEO LEO Brasil O tema hoje é engajamento, vamos falar de dez maneiras de engajar o público em treinamentos a distância. Como vocês podem ver, toda a minha apresentação está

Leia mais

A Lição de Lynch. O mago dos investimentos conta como ganhar nas bolsas depois de Buffet e Soros

A Lição de Lynch. O mago dos investimentos conta como ganhar nas bolsas depois de Buffet e Soros A Lição de Lynch O mago dos investimentos conta como ganhar nas bolsas depois de Buffet e Soros Por Laura Somoggi, de Marblehead (EUA) É muito provável que o nome Peter Lynch não lhe seja familiar. Ele

Leia mais