FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA E O RETORNO ECONÔMICO DA ADOÇÃO DE UM SISTEMA DE CUSTOS 1

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1 FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA E O RETORNO ECONÔMICO DA ADOÇÃO DE UM SISTEMA DE CUSTOS 1 LORENZETT, Daniel Benitti 2 ; ALGARVE, Abraão 3 ; GODOY, Taís Pentiado 2 ; GELAIN, Anna Julia Lorenzzon 4 ; GODOY, Leoni Pentiado 2 1 Trabalho de Pesquisa _UFSM 2 Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil 3 Curso de Engenharia Mecânica (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil 4 Curso de Engenharia de Produção (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil RESUMO A formação do preço de venda é um fator muito relevante para a competitividade das empresas. Assim, para formar o preço de venda dos produtos as empresas precisam considerar os preços praticados pelo mercado e, sobretudo seu custo de produção, para não correr o risco de atuar com margens negativas, e acabar apurando prejuízo ao final dos períodos. Nesse sentido, este trabalho pretende verificar o retorno econômico da adoção de sistemas de controle de custos em uma agroindústria, principalmente no que se refere à formação do preço de venda. Para tanto foi realizado um estudo de caso com o emprego das técnicas de entrevista estruturada e pesquisa documental. Os resultados demonstraram que a agroindústria não possui controle de custos, utilizando para a formação do preço de venda apenas o preço praticado pelo mercado, o que consequentemente acarreta a comercialização de produtos com margem de lucro negativa. Palavras-chave: Controle; Custos; Retorno econômico. 1 INTRODUÇÃO O mercado comumente apresenta altos níveis de competitividade, contudo com o advento da globalização essa tendência tem se intensificado cada vez mais. Atualmente pode se observar a existência de um mercado globalizado onde as entidades precisam se reinventar ao longo dos anos para permanecerem ativas. Para tanto, as empresas, em especial as de pequeno porte, necessitam de mão-de-obra qualificada e muita criatividade, mas, sobretudo elas carecem de um alto nível de conhecimento de sua própria estrutura funcional para que possam tomar as decisões certas que as conduzirão ao sucesso. A formação do preço de venda é um fator muito relevante para a competitividade das empresas. Assim, para formar o preço de venda dos produtos as empresas precisam considerar os preços praticados pelo mercado, considerando, sobretudo seu custo de produção, para não correr o risco de atuar com margens negativas, e acabar apurando prejuízo no fechamento dos exercícios. Nesse sentido, este trabalho pretende verificar o retorno econômico da adoção de sistemas de controle de custos em uma agroindústria, principalmente no que se refere à formação do preço de venda, considerando suas particularidades no processo. Identificando 1

2 as particularidades da entidade estudada quanto à existência de controle de custos e quanto ao método de formação dos preços de venda, além de fazer menção ao retorno econômico advindo da adoção de um sistema de controle mais eficiente para embasar os preços de venda praticados pela entidade no mercado. 2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 2.1 Pequenas empresas Entende-se por pequenas empresas ou empresas de pequeno todas aquelas entidades detentoras de um capital relativamente baixo quando comparado as demais entidades do setor, com um pequeno quadro societário e com poucos funcionários, Longenecker et al. (2007). Segundo o autor, essas empresas merecem maior destaque, pois são responsáveis por uma parcela bastante expressiva da oferta de empregos no setor privado, contribuindo significativamente para a economia de um país. Quando se fala em gestão nas pequenas organizações, deve-se levar em consideração que seu desenvolvimento é bem diferenciado em relação às grandes empresas, principalmente pelo fato de suas estruturas serem distintas. Nesse sentido, as pequenas empresas necessitam de uma administração também diferenciada, que atenda suas necessidades (SMALLBONE, XIÃO e XU, 2008; XU, LIN e LIN, 2008). Do ponto de vista fiscal e contábil, que leva em consideração os valores patrimoniais e a receita bruta, no Brasil, segundo Iudícibus et al. (2009), estão enquadradas como empresas de pequeno porte aquelas que auferirem receita bruta anual inferior a 300 milhões de reais e apresentam no exercício social anterior um ativo total inferior a 240 milhões de reais. 2.2 Métodos de custeio Os métodos de custeio são de grande importância para a gestão das organizações, principalmente no que se refere ao cálculo e controle dos custos unitários de produção, elemento fundamental para a formação do preço de venda de maneira a garantir que a entidade não pratique preços que comprometam a manutenção de suas atividades. Assim, identificam-se como principais sistemas de custeio: o custeio por absorção; o custeio variável; e o custeio baseado em atividades (ABC). 2

3 2.2.1 Custeio por absorção O método do custeio por absorção é o mais antigo e utilizado sistema de custeio do mundo, pois garante a lógica e integridade dos dados (SINISGALLI, URBINA e ALVES, 2009). Nesse modelo de custeio todos os gastos da empresa são divididos em dois grupos, os gastos administrativos e os gastos de produção. Onde, os gastos de produção são inicialmente alocados para os estoques, sendo considerados como custo somente após a venda do produto ou serviço (HANSEN e MOWEN, 2001; MARTINS, 2003; SINISGALLI, URBINA e ALVES, 2009). Este método de custeio rateia os custos de produção aos produtos, permitindo o cálculo do custo unitário de produção (HANSEN e MOWEN, 2001). Assim, quando se produz determinado produto, os custos são estocados, e quando tal produto é vendido, esse custo é transportado para os custos dos produtos vendidos na apuração do resultado (SINISGALLI, URBINA e ALVES, 2009) Custeio variável Nesse custeio, os custos se alteram segundo as variações dos volumes das operações, ou seja, conforme a variação na quantidade produzida. Assim, quanto maior o volume de produção, no período, maior será o custo variável. Em outras palavras, os custos variáveis variam direta e proporcionalmente com o volume de produtos produzidos ou de serviços prestados. O custeio variável aloca à unidade produzida somente os custos variáveis de produção, como é o caso da matéria-prima, tratando os custos fixos como custo do período e levando-os para o resultado (HANSEN E MOWEN, 2001). No custeio variável, despesas e custos são considerados conjuntamente, sendo analisados apenas como fixos ou variáveis. Onde, os custos variáveis são alocados aos produtos e vão para os estoques, enquanto que os custos fixos são levados diretamente para o resultado como despesa do período (MARTINS, 2003; SINISGALLI, URBINA e ALVES, 2009) Custeio baseado em atividades No custeio baseado em atividades (ABC) os custos são identificados por meio das atividades consumidas pelos produtos (SINISGALLI, URBINA e ALVES, 2009). Segundo Nakagawa (2001), o custeio baseado em atividades é um sistema que busca analisar e monitorar o consumo dos recursos, através da realização de rastreamentos dos gastos. 3

4 O método de custeio ABC, é o sistema que aloca os custos segundo as atividades, ou seja, levando os custos inicialmente as atividades, e na sequência, alocando-os aos produtos e/ou serviços, pois nesse sistema entende-se que as atividades consomem os recursos e os produtos/serviços consomem as atividades. (HANSEN e MOWEN, 2001; MARTINS, 2003; SINISGALLI, URBINA e ALVES, 2009) 2.3 Rentabilidade nas empresas A partir de estudos de rentabilidade podem ser identificados os pontos de estrangulamento das atividades permitindo concentrar os esforços gerenciais e tecnológicos na obtenção do sucesso para atingir os objetivos de minimização de custos e maximização de lucros (LOPES e CARVALHO, 2002). A análise financeira pode ser realizada através do cálculo da rentabilidade, da lucratividade, do prazo de retorno do investimento e do ponto de equilíbrio, as formulas para estes cálculos podem ser visualizadas através da Figura 1, onde, PVU será preço de venda unitário ( ); CUP será o Custo unitário de produção, ou seja, a soma do rateio dos custos fixos e do custo variável unitário; C será a comercialização; ML será a Margem de lucro; e CVU representa o custo variável unitário (GUIMARAES NETO et al., 2007). Figura 1 Fórmulas de lucratividade, rentabilidade e ponto de equilíbrio Fonte: Guimarães Neto (2007) Segundo Lopes e Magalhães (2005), através da análise de rentabilidade pode-se obter a margem bruta, que consiste em retirar das receitas os custos operacionais efetivos. Essa margem bruta irá mostrar o quanto à atividade se remunerou no curto prazo. Também pode-se obter através dessa análise a margem líquida, obtida deduzindo-se o custo operacional total da receita. A margem liquida mostrará quanto estável foi a atividade, 4

5 podendo-se inferir dela a possibilidade de expansão ou não da atividade no médio prazo. As análises das diferenças entre as receitas e o custo total podem ser utilizadas para verificar a lucratividade da entidade e sua capacidade de se manter no longo prazo. Oliveira et al. (2001), trazem como indicadores de desempenho econômico a margem bruta, a margem liquida e a taxa mensal de retorno sobre o investimento. Para os autores a Margem Bruta (MB), em termos absolutos pode ser considerada como a diferença entre a receita total e o custo operacional efetivo, podendo, ainda, ser expressa em termos percentuais (MB%), sendo obtida através da divisão de seu valor absoluto pela receita e multiplicando por 100. A MB representa o montante que vai remunerar os fatores fixos da atividade. A Margem Líquida (ML) consiste na diferença entre receita total ou bruta e o custo operacional total, podendo ser expressa em valores percentuais (ML%), através da divisão do valor absoluto pela receita e multiplicando-se por 100. Assim, ML% irá indicar percentualmente quanto restou de receita após a dedução dos custos para cada R$1,00. Trata-se do valor residual que remunerará o capital investido na atividade (OLIVEIRA et al., 2001). Já a taxa mensal de retorno sobre o investimento (%), segundo Oliveira et al. (2001), será o valor percentual que resulta da divisão da ML e do capital investido. Essa taxa indicará quanto à organização está ganhando para cada R$100,00 de capital investido. 3 METODOLOGIA DA PESQUISA Quanto à abordagem, a pesquisa foi considerada dialética qualitativa, pois segundo Marconi e Lakatos (2009), o método dialético considera a análise do conjunto de processos inserido num contexto social, de forma que os fatos não podem ser analisados isoladamente, e o método qualitativo consiste na análise do problema através do subjetivismo nas análises e conclusões do pesquisador, não considerando ferramentas estatísticas para a análise do problema. Quanto aos procedimentos, utilizou-se a pesquisa bibliográfica, descritiva e o estudo de caso. Segundo Severino (2007), a pesquisa bibliográfica consiste na verificação de conceitos e informações já tornados públicos sobre determinado assunto, e a pesquisa descritiva observa, registra, analisa e correlaciona fatos ou fenômenos sem manipulá-los, e o estudo de caso permite uma análise mais profunda do fato estudado. Nesse sentido, a pesquisa bibliográfica foi utilizada para verificar em literatura específica conceitos importantes para a presente pesquisa. 5

6 O estudo de caso foi realizado em uma agroindústria localizada na cidade de Santa Maria, RS. Onde, para a coleta de dados foi considerada a técnica de levantamento e a da entrevista. A técnica de entrevista foi aplicada a gestão da agroindústria para verificar a existência de controle de custos e o método de formação do preço de venda. Já a técnica de levantamento foi empregada para verificação dos custos de produção. 4 RESULTADOS E DISCUSSÕES A agroindústria estudada é uma empresa de pequeno porte que trabalha com produtos como: Queijo; iogurte; sorvete; doce de leite; requeijão, entre outros. Através da entrevista estruturada foi possível verificar que a agroindústria não possui controle de custos e que os preços de venda dos produtos são estimados a partir do preço de mercado. Segundo a gerência o preço de venda será sempre um percentual mínimo inferior ao preço de mercado dos produtos comercializados por outras agroindústrias na região, de forma a garantir sua participação no mercado. Por meio da técnica de levantamento foi possível fazer uma prévia verificação dos custos dos produtos comercializados pela entidade, onde foi constatado que os preços de venda praticados não absorvem integralmente os custos de produção para alguns produtos industrializados pela entidade. 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS As empresas para manterem-se ativas no mercado globalizado, precisam se reinventar e aprimorar cada vez mais seus processos. Para enfrentar um mercado altamente competitivo um fator importante a ser observado consiste na metodologia de formação dos preços de venda, que deve considerar os preços praticados pelo mercado, e principalmente os custos incorridos durante a produção. Nesse contexto, destaca-se a necessidade da implantação de sistemas de controle de custos, principalmente nas pequenas empresas de forma a elevar seu potencial competitivo. Em decorrência disso, surge a tão desejada maximização dos resultados econômico-financeiros que permite a expansão das atividades e a consolidação da entidade do mercado competitivo. Constatou-se através do estudo de caso que a agroindústria estudada não possui controle de custos, e que ela define seu preço de venda somente através dos preços praticados pelo mercado. Verificou-se também que alguns dos produtos estão sendo 6

7 vendidos com prejuízo, ou seja, o preço de venda é inferior ao custo da produção daqueles produtos, o que acaba por reduzir toda a margem de lucro da entidade. A entidade estudada, através da adoção de controles de custos poderia verificar o custo unitário de produção, e por meio dele estabelecer um preço mínimo de venda que contemplasse ao menos os custos da atividade, dessa forma a entidade não correria o risco de trabalhar com prejuízo. Nesse sentido, observa-se que a diferença entre o preço de venda praticado e o preço de venda apurado com o auxilio de controles de custo, pode ser entendido como o retorno econômico da adoção desse sistema de controle de custos. Assim, é aconselhável ao gestor considerar as características específicas de cada sistema de custeio a fim de verificar aquele que mais combina com a realidade da empresa, para proporcionar as informações necessárias para auxiliar de forma clara a tomada de decisão na organização. REFERÊNCIAS GUIMARAES NETO, Rosalvo Maciel et al. Avaliação econômica e financeira de projetos de fornos dos tipos container industrial e retangular de 40 estéreos. Revista Árvore, Viçosa, v. 31, n. 4, ago Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s &lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 22 mai doi: /S HANSEN, Don R.; MOWEN, Maryanne M. Gestão de Custos. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARTINS, Eliseu; GELBCKE, Ernesto Rubens. Manual de contabilidade das sociedades por ações: aplicável as demais sociedades. 1. ed. 4. reimpr. São Paulo: Atlas, LONGENECKER, Justin G. et al. Administração de pequenas empresas. Tradução: Oxbridge centro de idiomas. São Paulo: Thomson Learning, LOPES, M. A.; CARVALHO, F.M. Custo de produção do gado de corte. Boletim Agropecuário, 47. Lavras: UFLA, p. LOPES, M. A.; MAGALHAES, G.P. Análise da rentabilidade da terminação de bovinos de corte em condições de confinamento: um estudo de caso. Arq. Bras. Med. Vet. Zootec., Belo Horizonte, v. 57, n. 3, June Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s &lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 25 mai doi: /S MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia do trabalho científico. 7. ed. 3. Reimpressão. São Paulo: Atlas,

8 MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. São Paulo: Editora Atlas, NAKAGAWA, Masayuki. ABC - Custeio Baseado em Atividade. São Paulo: Editora Atlas, OLIVEIRA, Terezinha Bezerra Albino et al. Índices técnicos e rentabilidade da pecuária leiteira. Sci. agric., Piracicaba, v. 58, n. 4, dez Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s &lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 20 mai doi: /S SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez Editora, SINISGALLI, Evandro Sylvio Lima; URBINA, Ligia Maria Soto; ALVES, João Murta. O custeio ABC e a contabilidade de ganhos na definição do mix de produção de uma metalúrgica. Produção, São Paulo, v. 19, n. 2, Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s &lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 20 jul SMALLBNE, D; XIAO, J.; XU, L. Developing the small business market for business development services in Chengdu: policy issues and priorities. Journal of Small Business and Enterprises Development, v.15, n.4, p , Disponível em: <http://www.emeraldinsiggt.com/ htm>. Acesso em: 12 mai XU; Z.; LIN, J.; LIN, D. Netwrking and innovation in SMEs: evidence from Guangdong Province, China. Journal of Small Business and Enterprises Development. v. 15, n. 4 p , Disponível em: <http://www.emeraldinsiggt.com/ htm>. Acesso em: 13 jun

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