Utilização da metodologia de Box & Jenkins na previsão do preço futuro pago as exportações paranaenses de madeira serrada

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Utilização da metodologia de Box & Jenkins na previsão do preço futuro pago as exportações paranaenses de madeira serrada"

Transcrição

1 Utilização da metodologia de Box & Jenkins na previsão do preço futuro pago as exportações paranaenses de madeira serrada Vanderlei Santos de Souza 1 Blas Henrique Cabalero Nuñes 2 Alexandre Nascimento de Almeida 3 Cristiane de Loiola Eisfeld 4 Resumo: O presente trabalho foi desenvolvido visando analisar a confiabilidade da metologia Box & Jenkins, utlizando o modelo ARIMA na previsão do preço da madeira serrada pago as exportações paranaenses. Visto que o setor florestal carece de mais estudos quantitativos sobre o assunto, procurou-se aqui testar a acuricidade dessas ferramentas econômicas. Entende-se que estudos como esse venham no futuro dar suporte e auxiliar na tomada de decisões por parte das empresas florestais. Palavras-chave: Séries, Preços, Arima Abstract: The present article was developed to analyze the Box & Jenkins methodology, using the ARIMA model to prediction the prices of the saw wood exported in Paraná. In Brazil, the forest sectors need more studies about quantitative methods, because of that this paper tested the confiability of the economics models. In the future researches like this can help the forests trades take theirs decisions. Key-Words: Time series analysis, Saw wood price, ARIMA model Área VI Métodos quantitativos para a economia regional 1 Universidade Federal do Paraná (UFPR). Endereço eletrônico: 2 Professor do Departamento de Economia da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Endereço eletrônico: 3 Universidade Federal do Paraná (UFPR). Endereço eletrônico: 4 Universidade Federal do Paraná (UFPR). Endereço eletrônico:

2 1 Introdução O setor de madeira serrado do estado do Paraná é de grande importância para a formação do VBP paranaense, sendo responsável por 28% do consumo de madeira em tora de Pinus no estado, além de ser um grande consumidor de madeira o setor de serrados também possui importância nas exportações, respondendo por 15% do valor total exportado pelo estado (SECEX 2007). As exportações paranaenses de madeira serrada tiveram uma queda em seu volume a partir de 2005, a desvalorização da moeda americana trouxe como conseqüência uma diminuição nas suas exportações. O setor além de exportar também participa direta ou indiretamente de toda cadeia produtiva da madeira, impulsionando tanto o aumento na oferta de matéria-prima quanto de produtos acabados, gerando impostos e aumento a oferta de empregos diretos e indiretos. Assim, tratando-se de um importante segmento do setor florestal paranaense é fundamental estudos quantitativos que possam servir de base para auxiliar o seu desenvolvimento. São poucos os estudos quantitativos que se preocupam em levantar dados sobre as exportações no Brasil e no Paraná, podemos citar SPERANDIO (1989), RAIMUNDO (2001), FERREIRA (1994), BRASIL (2002) e CALDERON (2005). O presente trabalho visa corroborar com estudos quantitativos para o setor de exportações de madeira serrada para o estado do Paraná. Com o emprego da metodologia Box & Jenkins, utilizando o processo ARIMA (GUJARATI 2000), com ela pretende-se prever o preço da madeira serrada pago às exportações paranaenses um período a frente da série estuda, relativo a dezembro de Para aplicação da metodologia, bem conhecida no meio cientifico, será utilizado o software Eviews Objetivo Cresce a importância do emprego da metodologia BOX & JENKINS (1975) no uso de séries temporais, conseqüentemente aumenta o número de trabalhos que a utilizam. O artigo tem por objetivo testar a metodologia Box & Jenkins para previsão do preço de madeira serrada pago às exportações do Paraná. 2

3 O estudo visa fornecer informações quantitativas para o estudo do mercado de madeira serrada no estado, com o emprego do modelo ARIMA. 3 Revisão Bibliográfica SANTIAGO (2000) realizou trabalho onde analisou a dívida agrícola brasileira, com a hipótese de co-integração entre taxa de juros e índice de paridade agrícola. Os resultados obtidos mostraram consistência no modelo ARIMA adotado. Buscando identificar uma correlação entre preços de soja da Bolsa de Chicago e os praticados no estado do Paraná, MARGARIDO e SOUZA (1998) utilizaram a metodologia Box & Jenkins. CUNHA e MARGARIDO (1999) concluíram, com o uso da metodologia, que os planos econômicos influenciam as séries IGP (Índice Geral de Preços), selecionadas para análise. Com o objetivo de identificar outliers em séries temporais de preços agrícolas, SANTIAGO, CAMARGO e MARGARIDO (1996) utilizaram a metodologia. Os resultados mostraram variações no comportamento da transmissão de preços, na comparação entre os períodos e SILVA, M.L. e SILVA, J.M.A. (1996) comparando a metodologia Box & Jenkins com modelo aditivo e multiplicativo, para estudar o comportamento temporal dos preços de carvão vegetal no Estado de Minas Gerais. Foi constatado que os modelos aditivo e multiplicativo forneceram resultados semelhantes para o ajuste da equação de tendência e o respectivo intervalo de confiança. O modelo ARIMA mostrou estimativas adequadas e um bom nível de previsão. OLIVEIRA, BUONGIORNO e KMIOTEK (1977) utilizaram o modelo ARIMA para a previsão do preço futuro de madeira. O modelo ARIMA utilizado mostrou-se uma ferramenta eficaz na previsão do preço de madeira para os dados utilizados. Porém, sujeito a erros para previsões acima de 8 semanas. 3

4 4 Material e Métodos Para previsão do preço futuro da madeira serrada será usada uma metodologia bastante conhecida no meio científico, o modelo ARIMA (AUTO- REGRESSIVO INTEGRADO DE MÉDIA MOVEL), conhecido também como metodologia de Box-Jenkins. A variável utilizada será a série histórica do preço de madeira serrada pago as exportações paranaenses no período de 1989 à 2007, obtidas junto ao SECEX (2007) Estacionariedade Para se trabalhar com séries temporais é importante que as variáveis sejam estacionárias ou passíveis de sua estacionariedade. Essa característica é fundamental para previsão do futuro com base na regressão de séries temporais, solidificando a premissa de que o futuro se comportará de acordo com o passado. Segundo STOCK e WATSON (2004) para uma série de dados ser estacionária suas variáveis não podem apresentar tendências e serem estáveis ao longo do tempo. Assim, como primeira tarefa a ser realizada no trabalho é a verificação quanto à estacionariedade das variáveis utilizadas, para isso será feita uma análise gráfica da série, e para uma análise mais formal será utilizado o teste da raiz unitária Raiz Unitária Um teste para verificação a estacionariedade é o da raiz unitária, que pode ser representado pela equação: γ t = γ t-1 + u t u = termo de erro Essa equação é uma regressão de primeira ordem, já que regredimos o valor γ no instante t sobre seu valor no instante (t 1). Se o coeficiente γ t-1 for de fato igual a 1, chegamos a conclusão de que os dados da série temporal não são estacionários. 4

5 4.2 Transformação dos dados Caso, após a aplicação do teste da raiz unitária, constate que a série de dados é não-estacionaria, deve ser procedido a transformação dos dados através da logaritmização, e ou o cálculo da 1 a ou da 2 a diferença, assim obtendo uma série estacionária, na qual é passível aplicar a metodologia de Box-Jenkis (MYNBAEV e LEMOS 2004). 4.3 Metodologia Box-Jenkins A metodologia Box & Jenkins é uma ferramenta importante de fácil aplicação para previsão de variáveis baseadas em séries temporais. A previsão do comportamento futuro dessas variáveis é de fundamental importância e no setor florestal ela ainda é pouco aplicada. A metodologia deste trabalho consiste no uso de modelos ARIMA, que pode ser dividido em quatro partes (GUJARATI 2000): Etapa 1 - Identificação Nesse momento usaremos a função autocorrelação (FAC), a função autocorrelação parcial (FACP) e os correlogramas resultantes, que são as representações gráficas da FAC e da FACP contra o tamanho da defasagem (GUJARATI 2000). A aplicação dessas técnicas possibilitará a escolha da melhor ferramenta, dentre as que a metodologia Box-Jenkis oferece, para assim, aplicação no modelo. Nesta etapa ocorre a verificação da presença de sazonalidade nos dados da série de estudo. A sazonalidade pode ser observada através da presença de ruídos em intervalos regulares. Etapa 2 Estimativa Identificado os valores apropriados para os modelos utilizados, o próximo passo é estimar os parâmetros auto-regressivos e de média móvel. Esse cálculo pode ser realizado com os mínimos quadrados simples, porém, muitas vezes se recorre aos métodos de estimativa não-linear (no parâmetro). Todos os cálculos no presente estudo serão realizados com o uso do software Eviews

6 Etapa 3 Checagem Após escolher o modelo ARIMA e estimar seus parâmetros, é realizada a verificação se o modelo em questão se ajustou aos dados da série temporal de preço, pois é possível que outros modelos ARIMA possam se ajustar ao modelo em questão com maior facilidade. Etapa 4 Previsão Nesta etapa será realizada a checagem da confiabilidade da previsão pelo método ARIMA, será checado se o método é confiável em prever 1 (um) mês à frente o preço internacional da madeira serrada. 4.4 Dados utilizados Para o presente trabalho foram utilizados dados mensais do valor total de exportações de madeira serrada pelo estado do Paraná junto ao SECEX (2007), o preço unitário do m³ foi obtido da razão entre o valor total das exportações e a quantidade total. Os valores foram corrigidos pelo CPI (Índice de Preço ao Consumidor dos Estados Unidos) (FMI 2007). 5 - Resultados e Discussões Com todos os dados levantados e estabelecido a metodologia a ser aplicada no presente trabalho, será discutido e apresentado agora os resultados obtidos a partir da metodologia utilizada Estacionariedade Identificaremos agora a presença ou não de estacionariedade da série de dados utilizadas, pois a metodologia ARIMA só pode ser aplicada em série de dados estacionárias. Inicialmente para identificar o modelo apropriado a ser utilizado deve ser realizada a análise do gráfico da série temporal estudada. A análise desse gráfico 6

7 pode identificar se a série é estacionária ou não, com a verificação da presença de tendência ou alteração na variância. O Gráfico 1 apresenta uma queda, o que mostra que a princípio a série pode ser não-estacionária. Uma verificação mais formal pode ser feita através do teste da raiz unitária. Gráfico 1 Evolução da série de preço internacional pago as exportações de madeira serra do Paraná (jan/89 dez/06) Fonte: Elaborado pelos autores Conforme o teste da raiz unitária, as estatísticas τ críticas a 1%, 5% e 10% foram, respectivamente, -3,46, -2,88 e -2,57. Como o valor calculado de τ foi -1,38, que em termos absolutos é menor que os valores críticos, não rejeitamos a hipótese de que a série não é estacionária. Para correção do problema de não estacionariedade foi realizado o cálculo da 1 diferença dos dados, procedimento este realizado através do software Eviews 5.0. Os resultados na primeira diferença mostraram a estatística τ calculada de -17,08, bem superior aos valores críticos tabelados. Assim, a primeira diferença foi suficiente para transformar a série em estacionária (Figura 2). Para correção da tendência apresentada pelo Gráfico 2 será realizado, através do software Eviews 5.0, o cálculo da 1 diferença dos dados da série de preço, o que mostra uma correção na série analisada. 7

8 Gráfico 2 Evolução da série de preço internacional das exportações de madeira serrada do Paraná corrigidos na 1 diferença (jan 89 dez 06) Fonte: Elaborado pelos autores 5.2 Metodologia Box&Jenkins Identificação Para confirmação da estacionariedade da série após a aplicação da 1 diferença, prosseguiremos com a análise das funções de autocorrelações (FAC) e as funções de autocorrelações parciais (FACP). O comportamento dessas funções indicam qual modelo a ser usado, bem como auxiliam no uso do teste da raiz unitária para a confirmação da estacionariedade da série de dados. 8

9 Figura 1 Função de autocorrelações (FAC) e funções de autocorrelações parciais (FACP) para o preço internacional pagos as exportações paranaenses corrigidos na 1 diferença. Fonte: Elaborado pelos autores Confirmada a estacionariedade da série após a aplicação da 1 diferença, prosseguiremos com a análise das funções de autocorrelações (FAC) e as funções de autocorrelações parciais (FACP). O comportamento dessas funções indica qual modelo a ser usado, bem como auxiliam no uso do teste da raiz unitária para a confirmação da estacionariedade da série de dados. A FAC e FACP sugere que a aplicação do ARIMA contenham 4 componentes auto-regressivos e 5 médias móveis (ARIMA 4,1,5) conforme o modelo mostrado a seguir: Y t = α +α Y t-1 + α 2 Y t-5 + α 3 Y t-14 + α 4 Y t-21 + α 5 ε t-1 + α 6 ε t-2 + α 7 ε t-3 + α 8 ε t-7 + α 9 ε t-14 9

10 5.3 Estimativa Identificado o modelo, passa-se para a estimativa dos parâmetros propostos para posterior verificação. O modelo ARIMA(4,1,5) obteve as seguintes estimativas: Y t = Y t y t y t Y t ε t ε t ε t ε t ε t-14 ep = ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) t = ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) R 2 = R 2 aj= d = 1.98 A análise do modelo ARIMA(4,1,5) mostrou que os coeficientes 1, 6 e 8 não são significativos a 1% (p-value igual a 0,1046, 0,9025 e ), mostrando que devem ser testados outros modelos. De acordo com GUJARATI (2000) é necessário considerável habilidade para escolher o modelo ARIMA correto, uma das maneiras de se chegar ao modelo mais apropriado é realizar inúmeros testes, procurando-se obter o melhor resultado. Após a realização dos testes, foi encontrado o modelo abaixo como o que melhor se ajustou: Y t = α 0 + α Y t-1 + α 1 Y t-2 + α 3 ε t-3 + α 3 ε t-5 + α 3 ε t-21 Y t = Y t y t ε t ε t ε t-21 ep = ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) t = ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) R 2 = R 2 aj= d =

11 5.4 Verificação Analisando os correlogramas dos resíduos apresentados abaixo, percebese que os dois modelos apresentam comportamento similar. E desta forma justifica a necessidade da análise de mais informações para a escolha do modelo. As outras informações consideradas foram o R 2 e os critérios de Akaike Information Criteria (AIC) e Schwartz Bayesian Criteria (SBS). Os critérios apresentados no QUADRO 1 mostraram os resultados do R 2, R 2 aj, AIC e SBS para os modelos estimados. Conforme estas estatísticas verificou-se que o modelo mais adequado foi o ARIMA (2,1,3). Quadro 1 Critérios AIC e SBS para os modelos Arima(4,1,5) e Arima(2,1,3) Modelo R 2 R 2 aj F AIC SBC ARIMA(4,1,5) ARIMA(2,1,3) Fonte: Elaborado pelos autores 11

12 Figura 2 Comparativo de autocorrelação e autocorrelação parcial para os modelos Arima (4,1,5), Arima(2,1,3) Fonte: Elaborado pelos autores 5.5 Previsão Para o teste da previsibilidade do modelo adotado ARIMA(2,1,3), deve-se primeiro desfazer a transformação da 1 diferença, realizada para transformar a série estacionária. Assim, para se prever o valor do preço de compensado pago 12

13 às exportações paranaenses e não suas variações, o modelo será rescrito como segue: Y t = α 0 + α (Y nov/2006 Y out/2006 ) + α 2 (Y out/2006 Y set/2006 ) + α 3 ( set/ ε ago/2006 ) + α 4 (ε jul/ ε jun/2006 ) + α 5 (ε mai/ ε abr/2006 ) O modelo foi testado para previsão do preço de madeira serrada um mês a frente, correspondente a dezembro de 2006, estimando um valor de U$ 0,37 por tonelada. O calculo estimado pelo modelo mostrou um valor de U$ 0,02 abaixo do observado para o período. O erro foi de aproximadamente 4%. 6 Conclusão O modelo apresentou um erro de 4% em relação do valor real para o estimado, esse erro tende a aumentar quanto maior for o período previsto. Assim, pode-se afirmar que a metodologia cumpriu com o objetivo de formular um modelo estocástico com nível explicativo satisfatório para a série em estudo. 7 Referências Bibliográficas BOX,G.P. e JENKINS,G.M. Time series analysis: forecasting and Control. New York:Holden Day,1976, 575 pp. BRASIL, A. A. As exportações brasileiras de painéis de madeira. Curitiba, f. Dissertação (Mestrado em Ciências Florestais) Setor de Ciências Agrárias, Universidade Federal do Paraná. CALDERON, R. A. Funções de oferta e demanda de exportações para manufaturados de madeira. Brasília, f. Dissertação (Mestrado em Ciências Florestais) Universidade Federal de Brasília. CUNHA, M.S., MARGARIDO, M.A. Avaliação dos impactos dos planos de estabilização pós-1986 sobre o Índice Geral de Preços: Uma aplicação da Metodologia Box & Jenkins. Revista Agricultura São Paulo, 46(2): 1-18, FERREIRA, A.M. Análise da demanda por compensados no Brasil. Curitiba, p. Dissertação (Mestrado em Ciências Florestais) Setor de Ciências Agrárias, Universidade Federal do Paraná. FMI Fundo monetário internacional. World Economic Outlook, Disponível em: <http://www.imf.org/external/pubs/ft/weo/2005/02/ index.htm#ch1box>. Acesso em: 2 ago

14 GUJARATI, D. N. Econometria Básica. Macron Books, São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2000, 848 p. MARGARIDO, M.A., SOUSA, E.L.L. Formação de preços de soja no Brasil. Revista Agricultura São Paulo, 45(2): 52-61, MYNBAEV, T. K. e LEMOS, A. Manual de Econometria. 2004, 348 p. OLIVEIRA, R. A., BUONGIORNO, J. e KMIOTEK, A. M. Time Series Forecasting Models of Lumber Cash, Futures, and Basis Prices. Forest Science, V. 23, n.2. p , RAIMUNDO, Y.M. Análise das exportações Brasileiras de madeira serrada e painéis à base de madeira no período de 1961 a Piracicaba, p. Dissertação (Mestrado em Economia Aplicada) Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. SANTIAGO, M.M.D. Uma análise econométrica da dívida agrícola brasileira: O caso da poupança rural. Revista Agricultura São Paulo, 47(2): 21-40, SANTIAGO, M.M.D., CAMARGO, M.L.B., MARGARIDO, M.A. Detecção e análise de outliers em séries temporais de índices de preços agrícolas no Estado de São Paulo. Revista Agricultura São Paulo, 43(2): , SECEX Ministério do Desenvolvimento Indústria e do Comércio Exterior, Secretaria de Comércio Exterior, SECEX. Disponível em: <http://aliceweb.desenvolvimento.gov.br/>. Acesso em: 10 jul STOCK, J. H. e WATSON, M. W. Econometria. São Paulo: Addison Wesley, 2004, p SPERANDIO, J. P. Estudo econométrico da demanda e oferta de compensado para o Estado do Paraná. Curitiba, f. Dissertação (Mestrado em Ciências Florestais) Setor de Ciências Agrárias, Universidade Federal do Paraná. SILVA, M. L. e SILVA, A. M. J. Análise do Comportamento Temporal dos Preços do Carvão Vegetal: Aplicação e a Avaliação da Metodologia Box and Jenkins. Revista Árvore, v. 20, n.1, p ,

Análise de séries temporais de preços de compensado no estado do Paraná, com a utilização da metodologia de Box & Jenkins

Análise de séries temporais de preços de compensado no estado do Paraná, com a utilização da metodologia de Box & Jenkins Análise de séries temporais de preços de compensado no estado do Paraná, com a utilização da metodologia de Box & Jenkins Vanderlei Santos de Souza 1 Romano Timofeiczyk Junior 2 Alexandre Nascimento de

Leia mais

Modelagem do total de passageiros transportados no aeroporto internacional de Belém: Um estudo preliminar

Modelagem do total de passageiros transportados no aeroporto internacional de Belém: Um estudo preliminar Modelagem do total de passageiros transportados no aeroporto internacional de Belém: Um estudo preliminar Núbia da Silva Batista ¹ Cássio Pinho dos Reis ² Flávia Ferreira Batista ² 3 Introdução Inaugurado

Leia mais

PRO FOR WINDOWS (FPW)

PRO FOR WINDOWS (FPW) INTRODUÇÃO OAO FORECAST PRO FOR WINDOWS (FPW) Considerações Básicas Introdução ao Forecast Pro Software para análise e previsão de séries temporais. Características importantes Roda sob as diversas versões

Leia mais

ESTUDO DO EFEITO DAS AÇÕES DE MARKETING SOBRE O FATURAMENTO DE UMA INSTITUIÇÃO DE SAÚDE DO SUL DE MINAS GERAIS UTLIZANDO TÉCNICAS DE SÉRIES TEMPORAIS

ESTUDO DO EFEITO DAS AÇÕES DE MARKETING SOBRE O FATURAMENTO DE UMA INSTITUIÇÃO DE SAÚDE DO SUL DE MINAS GERAIS UTLIZANDO TÉCNICAS DE SÉRIES TEMPORAIS ESTUDO DO EFEITO DAS AÇÕES DE MARKETING SOBRE O FATURAMENTO DE UMA INSTITUIÇÃO DE SAÚDE DO SUL DE MINAS GERAIS UTLIZANDO TÉCNICAS DE SÉRIES TEMPORAIS Maria de Lourdes Lima Bragion 1, Nivaldo Bragion 2,

Leia mais

VARIAÇÃO ESTACIONAL DE PREÇOS DA MAMONA NO PARANÁ INTRODUÇÃO

VARIAÇÃO ESTACIONAL DE PREÇOS DA MAMONA NO PARANÁ INTRODUÇÃO Página 1927 VARIAÇÃO ESTACIONAL DE PREÇOS DA MAMONA NO PARANÁ Gerson Henrique da Silva 1 ; Maura Seiko Tsutsui Esperancini 2 ; Cármem Ozana de Melo 3 ; Osmar de Carvalho Bueno 4 1Unioeste Francisco Beltrão-PR,

Leia mais

Análise Temporal dos Preços da Commodity Cobre Usando o Modelo Box & Jenkins

Análise Temporal dos Preços da Commodity Cobre Usando o Modelo Box & Jenkins Bruno de Paula Baltar Análise Temporal dos Preços da Commodity Cobre Usando o Modelo Box & Jenkins Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao Programa de Pósgraduação em Administração de Empresas

Leia mais

Modelo SARIMA: um estudo de caso sobre venda mensal de gasolina

Modelo SARIMA: um estudo de caso sobre venda mensal de gasolina Modelo SARIMA: um estudo de caso sobre venda mensal de gasolina Ana Julia Righetto 1 Luiz Ricardo Nakamura 1 Pedro Henrique Ramos Cerqueira 1 Manoel Ivanildo Silvestre Bezerra 2 Taciana Villela Savian

Leia mais

Análise de séries temporais aplicada aos valores do salário mínimo necessário do Brasil

Análise de séries temporais aplicada aos valores do salário mínimo necessário do Brasil Análise de séries temporais aplicada aos valores do salário mínimo necessário do Brasil Talita Tanaka Fernandes Jacqueline Meneguim Manoel Ivanildo Silvestre Bezerra 3 Luiz Ricardo Nakamura Introdução

Leia mais

PREVISÃO DE VENDAS DE CERVEJA PARA UMA INDÚSTRIA DE RIBEIRÃO PRETO

PREVISÃO DE VENDAS DE CERVEJA PARA UMA INDÚSTRIA DE RIBEIRÃO PRETO PREVISÃO DE VENDAS DE CERVEJA PARA UMA INDÚSTRIA DE RIBEIRÃO PRETO José Gilberto S. Rinaldi (UNESP/Presidente Prudente) Randal Farago (Faculdades Integradas FAFIBE) Resumo: Este trabalho aborda técnicas

Leia mais

Uma proposta de gráfico de controle EWMA com dados sazonais

Uma proposta de gráfico de controle EWMA com dados sazonais Uma proposta de gráfico de controle EWMA com dados sazonais Leandro Callegari Coelho (UFSC) leandroah@hotmail.com Robert Wayne Samohyl (UFSC) samohyl@yahoo.com Resumo: A importância do controle estatístico

Leia mais

ESTUDO DE PREVISÃO DE DEMANDA PARA EMPRESA DE EQUIPAMENTOS MÉDICOS DE DIAGNÓSTICO

ESTUDO DE PREVISÃO DE DEMANDA PARA EMPRESA DE EQUIPAMENTOS MÉDICOS DE DIAGNÓSTICO ESTUDO DE PREVISÃO DE DEMANDA PARA EMPRESA DE EQUIPAMENTOS MÉDICOS DE DIAGNÓSTICO Andréa Crispim Lima dekatop@gmail.com Manoela Alves Vasconcelos manoelavasconcelos@hotmail.com Resumo: A previsão de demanda

Leia mais

Mamão Hawai uma análise de preços e comercialização no Estado do Ceará.

Mamão Hawai uma análise de preços e comercialização no Estado do Ceará. Mamão Hawai uma análise de preços e comercialização no Estado do Ceará. Débora Gaspar Feitosa Freitas 1 José Nilo de Oliveira Júnior 2 RESUMO O Brasil é o principal produtor mundial de mamão e tem grande

Leia mais

Previsão do preço dos principais grãos produzidos no Rio Grande do Sul

Previsão do preço dos principais grãos produzidos no Rio Grande do Sul Ciência Rural, Santa Maria, Previsão Online do preço dos principais grãos produzidos no Rio Grande do Sul. ISSN 003-8478 Previsão do preço dos principais grãos produzidos no Rio Grande do Sul Forcasting

Leia mais

Modelagem da Venda de Revistas. Mônica Barros. Julho de 1999. info@mbarros.com 1

Modelagem da Venda de Revistas. Mônica Barros. Julho de 1999. info@mbarros.com 1 Modelagem da Venda de Revistas Mônica Barros Julho de 1999 info@mbarros.com 1 Modelagem Matemática e Previsão de Negócios Em todas as empresas, grandes e pequenas, é necessário fazer projeções. Em muitos

Leia mais

Um Estudo da Série de Vendas de Automóveis no Brasil através de Métodos Clássicos de Previsão de Demanda

Um Estudo da Série de Vendas de Automóveis no Brasil através de Métodos Clássicos de Previsão de Demanda Um Estudo da Série de Vendas de Automóveis no Brasil através de Métodos Clássicos de Previsão de Demanda Autoria: André Assis de Salles, Paula Evaristo Arantes, Carolina Campos Tavares A necessidade de

Leia mais

5 Análise prospectiva dos investimentos das EFPC

5 Análise prospectiva dos investimentos das EFPC 5 Análise prospectiva dos investimentos das EFPC Nesta seção serão apresentados os resultados encontrados para os diversos modelos estimados. No total foram estimados dezessete 1 modelos onde a variável

Leia mais

Este capítulo é divido em duas seções, a primeira seção descreve a base de

Este capítulo é divido em duas seções, a primeira seção descreve a base de 30 3. Metodologia Este capítulo é divido em duas seções, a primeira seção descreve a base de dados utilizada, identificando a origem das fontes de informação, apresentando de forma detalhada as informações

Leia mais

Previsão de vendas para um modelo de automóvel popular com a metodologia Box e Jenkins

Previsão de vendas para um modelo de automóvel popular com a metodologia Box e Jenkins Previsão de vendas para um modelo de automóvel popular com a metodologia Box e Jenkins Olga Maria Formigoni Carvalho Walter (PPGEP/UFSC) Elisa Henning (UDESC) Rodrigo Gabriel de Miranda (PPGEP/UFSC) Robert

Leia mais

Estimando modelo ARIMA no Software R

Estimando modelo ARIMA no Software R SÉRIE DE NOTAS TÉCNICAS EM ECONOMIA DA UFG NT N. 02 NOTA TÉCNICA EM ECONOMIA n. 02 Publicação cujo objetivo é auxiliar na elaboração de aulas e de pesquisas do Curso de Ciências Econômicas da UFG, divulgando

Leia mais

Eixo Temático: Inovação e Sustentabilidade em Diferentes Setores

Eixo Temático: Inovação e Sustentabilidade em Diferentes Setores Eixo Temático: Inovação e Sustentabilidade em Diferentes Setores MODELAGEM DAS DESPESAS TOTAIS DO GOVERNO CENTRAL COM OS BENEFÍCIOS ASSISTENCIAIS (LOAS E RMV) RESUMO Viviane de Senna e Adriano Mendonça

Leia mais

Análise de previsões do preço da borracha natural no Brasil. Analysis of forecasting the price of natural rubber in Brazil

Análise de previsões do preço da borracha natural no Brasil. Analysis of forecasting the price of natural rubber in Brazil Scientia Forestalis Análise de previsões do preço da borracha natural no Brasil Analysis of forecasting the price of natural rubber in Brazil Naisy Silva Soares¹, Márcio Lopes da Silva², João Eustáquio

Leia mais

É POSSÍVEL ATINGIR A META DO MINISTÉRIO DA SAÚDE PARA A DOAÇÃO ESPONTÂNEA?

É POSSÍVEL ATINGIR A META DO MINISTÉRIO DA SAÚDE PARA A DOAÇÃO ESPONTÂNEA? É POSSÍVEL ATINGIR A META DO MINISTÉRIO DA SAÚDE PARA A DOAÇÃO ESPONTÂNEA? Rejane Corrêa da Rocha 1, Thelma Sáfadi 2, Luciane Texeira Passos Giarola 3 INTRODUÇÃO É considerado doador todo o cidadão que

Leia mais

Uma aplicação de Inteligência Computacional e Estatística Clássica na Previsão do Mercado de Seguros de Automóveis Brasileiro

Uma aplicação de Inteligência Computacional e Estatística Clássica na Previsão do Mercado de Seguros de Automóveis Brasileiro Uma aplicação de Inteligência Computacional e Estatística Clássica na Previsão do Mercado de Seguros de Automóveis Brasileiro Tiago Mendes Dantas t.mendesdantas@gmail.com Departamento de Engenharia Elétrica,

Leia mais

NECESSIDADES DE PREVISÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS. Mayara Condé Rocha Murça TRA-53 Logística e Transportes

NECESSIDADES DE PREVISÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS. Mayara Condé Rocha Murça TRA-53 Logística e Transportes NECESSIDADES DE PREVISÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Mayara Condé Rocha Murça TRA-53 Logística e Transportes Setembro/2013 Introdução Estimativas acuradas do volume de produtos e serviços processados pela

Leia mais

SINCOR-SP 2015 JULHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2015 JULHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS JULHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 Sumário Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita

Leia mais

ANÁLISE DE SÉRIES TEMPORAIS DAS INTERNAÇÕES POR DOENÇAS RESPIRATÓRIAS NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE SANTA MARIA, RS, NO PERÍODO DE 2006 A 2009.

ANÁLISE DE SÉRIES TEMPORAIS DAS INTERNAÇÕES POR DOENÇAS RESPIRATÓRIAS NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE SANTA MARIA, RS, NO PERÍODO DE 2006 A 2009. XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Maturidade e desafios da Engenharia de Produção: competitividade das empresas, condições de trabalho, meio ambiente. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de outubro

Leia mais

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES Página 1 de 28 Atualização: da poupança jun/81 1 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00 26.708,00-0,000% - 26.708,00 26.708,00 26.708,00 jul/81 2 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00

Leia mais

EMBRAPA GADO DE LEITE NÚCLEO DO CONHECIMENTO DO AGRONEGÓCIO DO LEITE RELAÇÕES DO PREÇO DO LEITE EM PÓ INTEGRAL NO MERCADO INTERNACIONAL

EMBRAPA GADO DE LEITE NÚCLEO DO CONHECIMENTO DO AGRONEGÓCIO DO LEITE RELAÇÕES DO PREÇO DO LEITE EM PÓ INTEGRAL NO MERCADO INTERNACIONAL EMBRAPA GADO DE LEITE NÚCLEO DO CONHECIMENTO DO AGRONEGÓCIO DO LEITE RELAÇÕES DO PREÇO DO LEITE EM PÓ INTEGRAL NO MERCADO INTERNACIONAL Kennya Beatriz Siqueira, Marcos Franca de Almeida, Lorildo Aldo Stock,

Leia mais

BROMBERGER, Dalton (UTFPR) daltonbbr@yahoo.com.br. KUMMER, Aulison André (UTFPR) aulisonk@yahoo.com.br. PONTES, Herus³ (UTFPR) herus@utfpr.edu.

BROMBERGER, Dalton (UTFPR) daltonbbr@yahoo.com.br. KUMMER, Aulison André (UTFPR) aulisonk@yahoo.com.br. PONTES, Herus³ (UTFPR) herus@utfpr.edu. APLICAÇÃO DAS TÉCNICAS DE PREVISÃO DE ESTOQUES NO CONTROLE E PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO DE MATÉRIA- PRIMA EM UMA INDÚSTRIA PRODUTORA DE FRANGOS DE CORTE: UM ESTUDO DE CASO BROMBERGER, Dalton (UTFPR) daltonbbr@yahoo.com.br

Leia mais

Sérgio Rangel Fernandes Figueira (1) Adhemar Sanches (2) Ana Claudia Giannini Borges (1) David Ferreira Lopes Santos (1)

Sérgio Rangel Fernandes Figueira (1) Adhemar Sanches (2) Ana Claudia Giannini Borges (1) David Ferreira Lopes Santos (1) Técnicas de cointegração na análise dos impactos dos preços do etanol, da gasolina e da massa salarial sobre a demanda por gasolina no Brasil no período de 2005 até 2011. Sérgio Rangel Fernandes Figueira

Leia mais

1. Introdução. 1.1 Introdução

1. Introdução. 1.1 Introdução 1. Introdução 1.1 Introdução O interesse crescente dos físicos na análise do comportamento do mercado financeiro, e em particular na análise das séries temporais econômicas deu origem a uma nova área de

Leia mais

06 a 10 de Outubro de 2008 Olinda - PE

06 a 10 de Outubro de 2008 Olinda - PE 06 a 10 de Outubro de 2008 Olinda - PE Nome do Trabalho Técnico Previsão do mercado faturado mensal a partir da carga diária de uma distribuidora de energia elétrica Laucides Damasceno Almeida Márcio Berbert

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Indicadores sócio-econômicos. Campos Gerais. Paraná.

PALAVRAS-CHAVE Indicadores sócio-econômicos. Campos Gerais. Paraná. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( x ) TRABALHO

Leia mais

PESQUISA ALUGUÉIS DE IMÓVEIS EM GOIÂNIA - DEZEMBRO DE 2013 -

PESQUISA ALUGUÉIS DE IMÓVEIS EM GOIÂNIA - DEZEMBRO DE 2013 - PESQUISA DE ALUGUÉIS DE IMÓVEIS EM GOIÂNIA - - Pesquisa de Aluguéis de Imóveis em Goiânia Índice Apresentação... pág. 02 Objetivo... pág. 02 Metodologia... pág. 02 Contratos reajustados e indicadores econômicos...

Leia mais

PESQUISA ALUGUÉIS DE IMÓVEIS EM GOIÂNIA - AGOSTO DE 2013 -

PESQUISA ALUGUÉIS DE IMÓVEIS EM GOIÂNIA - AGOSTO DE 2013 - PESQUISA DE ALUGUÉIS DE IMÓVEIS EM GOIÂNIA - - Pesquisa de Aluguéis de Imóveis em Goiânia Índice Apresentação... pág. 02 Objetivo... pág. 02 Metodologia... pág. 02 Contratos reajustados e indicadores econômicos...

Leia mais

PESQUISA ALUGUÉIS DE IMÓVEIS EM GOIÂNIA - MARÇO DE 2013 -

PESQUISA ALUGUÉIS DE IMÓVEIS EM GOIÂNIA - MARÇO DE 2013 - PESQUISA DE ALUGUÉIS DE IMÓVEIS EM GOIÂNIA - - Pesquisa de Aluguéis de Imóveis em Goiânia Índice Apresentação... pág. 02 Objetivo... pág. 02 Metodologia... pág. 02 Contratos reajustados e indicadores econômicos...

Leia mais

ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL. ICPN Outubro de 2015

ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL. ICPN Outubro de 2015 ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL ICPN Outubro de 2015 ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL ICPN Outubro de 2015 Sumário Executivo Indicadores de confiança são indicadores

Leia mais

PPCP Planejamento, Programação e Controle da Produção. Qualidade, confiabilidade, custo, flexibilidade

PPCP Planejamento, Programação e Controle da Produção. Qualidade, confiabilidade, custo, flexibilidade PPCP Planejamento, Programação e Controle da Produção Wheelwrigt Skinner Swamidass Leong Slack Qualidade, confiabilidade, custo, flexibilidade Custo, entrega, qualidade, serviço confiável, flexibilidade

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC CURITIBA - PR DEZEMBRO/2013 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela 3

Leia mais

CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 2 SUMÁRIO Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita de

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC CAMPO GRANDE - MS JANEIRO/2015 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela

Leia mais

SINCOR-SP 2015 JUNHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2015 JUNHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS JUNHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 Sumário Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita

Leia mais

SINCOR-SP 2015 OUTUBRO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2015 OUTUBRO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS OUTUBRO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 Sumário Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita

Leia mais

Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes.

Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes. Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes. Tiago Esteves Terra de Sá (UFOP) tiagoeterra@hotmail.com Resumo: Este trabalho busca apresentar

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC CAMPO GRANDE - MS JULHO/2015 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC CURITIBA - PR SETEMBRO/2015 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela 3

Leia mais

Ajuste de modelos de redes neurais artificiais na precipitação pluviométrica mensal

Ajuste de modelos de redes neurais artificiais na precipitação pluviométrica mensal Ajuste de modelos de redes neurais artificiais na precipitação pluviométrica mensal 1 Introdução Antonio Sergio Ferraudo 1 Guilherme Moraes Ferraudo 2 Este trabalho apresenta estudos de série de precipitação

Leia mais

Índices de Volume de Negócios, Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria Julho de 2014

Índices de Volume de Negócios, Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria Julho de 2014 08 de setembro de 2014 Índices de Volume de Negócios, Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria Julho de 2014 Diminuição homóloga do Índice de Volume de Negócios na Indústria Em termos nominais,

Leia mais

ANÁLISE DOS PREÇOS DA MAÇÃ NO BRASIL: UMA APLICAÇÃO DE MODELOS ARIMA COM INTERVENÇÃO

ANÁLISE DOS PREÇOS DA MAÇÃ NO BRASIL: UMA APLICAÇÃO DE MODELOS ARIMA COM INTERVENÇÃO 5, 6 e 7 de Agosto de 2010 ISSN 1984-9354 ANÁLISE DOS PREÇOS DA MAÇÃ NO BRASIL: UMA APLICAÇÃO DE MODELOS ARIMA COM INTERVENÇÃO Walter Priesnitz Filho (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia

Leia mais

MERCOFRIO 2000 CONGRESSO DE AR CONDICIONADO, REFRIGERAÇÃO, AQUECIMENTO E VENTILAÇÃO DO MERCOSUL

MERCOFRIO 2000 CONGRESSO DE AR CONDICIONADO, REFRIGERAÇÃO, AQUECIMENTO E VENTILAÇÃO DO MERCOSUL MERCOFRIO 2000 CONGRESSO DE AR CONDICIONADO, REFRIGERAÇÃO, AQUECIMENTO E VENTILAÇÃO DO MERCOSUL RADIAÇÃO SOLAR: CONSTRUÇÃO DO ANO DE REFERÊNCIA PARA ALGUMAS CIDADES NO BRASIL Mario. Macagnan - mhmac@euler.unisinos.br

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PORTO ALEGRE - RS JANEIRO/2014 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela

Leia mais

AVALIAÇÃO DA PREVISIBILIDADE DOS PREÇOS DA CASTANHA DE CAJU NO CEARÁ UTILIZANDO OS MODELOS ARIMA E DE REDES NEURAIS

AVALIAÇÃO DA PREVISIBILIDADE DOS PREÇOS DA CASTANHA DE CAJU NO CEARÁ UTILIZANDO OS MODELOS ARIMA E DE REDES NEURAIS AVALIAÇÃO DA PREVISIBILIDADE DOS PREÇOS DA CASTANHA DE CAJU NO CEARÁ UTILIZANDO OS MODELOS ARIMA E DE REDES NEURAIS Naisy Silva Soares Doutoranda em Ciência Florestal pela Universidade Federal de Viçosa

Leia mais

Estimação do Pass-Through Cambial no Brasil referente aos Índices de Preços ao Consumidor

Estimação do Pass-Through Cambial no Brasil referente aos Índices de Preços ao Consumidor Estimação do Pass-Through Cambial no Brasil referente aos Índices de Preços ao Consumidor Luiz Armando dos Santos Aleixo - estudante do curso de Estatística - 3 o ano - Escola Nacional de Ciências Estatísticas

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC VITÓRIA - ES ABRIL/2014 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela 3 - Famílias

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PORTO ALEGRE - RS JULHO/2014 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela 3

Leia mais

RESULTADOS DE OUTUBRO DE 2013

RESULTADOS DE OUTUBRO DE 2013 1 RESULTADOS DE OUTUBRO DE 2013 Pesquisa realizada pelo Uni-FACEF em parceria com a Fe-Comércio mede o ICC (Índice de confiança do consumidor) e PEIC (Pesquisa de endividamento e inadimplência do consumidor)

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PALMAS - TO MAIO/2014 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela 3 - Famílias

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PORTO ALEGRE - RS JULHO/2015 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PALMAS - TO

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PALMAS - TO PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PALMAS - TO ABRIL/2013 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela 3 - Famílias

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC GOIÂNIA - GO JANEIRO/2014 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela 3 -

Leia mais

Eixo Temático: Estratégia e Internacionalização de Empresas

Eixo Temático: Estratégia e Internacionalização de Empresas Eixo Temático: Estratégia e Internacionalização de Empresas ESTUDO DA EVOLUÇÃO DA CONCESSÃO DE BOLSAS DE ESTUDO PARA O EXTERIOR PELO CENTRO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO (CNPq) STUDY

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PALMAS - TO

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PALMAS - TO PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PALMAS - TO DEZEMBRO/2012 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela 3 -

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC CUIABÁ - MT JUNHO/2015 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela 3 - Famílias

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE HOLT WINTERS PARA A PREVISÃO AGREGADA DE SANDÁLIAS FABRICADAS A PARTIR DE PNEUS INSERVÍVEIS

UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE HOLT WINTERS PARA A PREVISÃO AGREGADA DE SANDÁLIAS FABRICADAS A PARTIR DE PNEUS INSERVÍVEIS XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE HOLT WINTERS PARA A PREVISÃO AGREGADA DE SANDÁLIAS FABRICADAS A PARTIR DE PNEUS INSERVÍVEIS Tulio Franco de Souza (UEPA) tfsengprod@yahoo.com.br

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC GOIÂNIA - GO

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC GOIÂNIA - GO PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC GOIÂNIA - GO JUNHO/2013 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela 3 - Famílias

Leia mais

Previsão de vendas de materiais de construção civil na elaboração de planejamento estratégico

Previsão de vendas de materiais de construção civil na elaboração de planejamento estratégico Previsão de vendas de materiais de construção civil na elaboração de planejamento estratégico Natália da Silva Martins 1 2 Paulo Justiniano Ribeiro Junior 3 1 Introdução Atualmente, com a estabilização

Leia mais

MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V. Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo.

MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V. Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo. 1 MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo Maio/ 2014 Metodologia 2 Metodologia 3 Técnica Pesquisa quantitativa,

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC GOIÂNIA - GO ABRIL/2015 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela 3 - Famílias

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC GOIÂNIA - GO JULHO/2014 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela 3 - Famílias

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PALMAS - TO FEVEREIRO/2015 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela 3 -

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC GOIÂNIA - GO FEVEREIRO/2015 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela 3

Leia mais

Técnicas de Previsão de Box-Jenkins ARIMA 1

Técnicas de Previsão de Box-Jenkins ARIMA 1 Técnicas de Previsão de Box-Jenkins ARIMA 1 Introdução Metodologia Box-Jenkins Ou Método de Previsão ARIMA: Os modelos de previsão Box-Jenkins são baseados em conceitos e princípios estatísticos e são

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC GOIÂNIA - GO DEZEMBRO/2015 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela 3

Leia mais

Commodities agrícolas e preço do petróleo 1,2

Commodities agrícolas e preço do petróleo 1,2 Commodities agrícolas e preço do petróleo 1,2 Antônio Salazar P. Brandão 3 Eliseu Alves 4 Resumo Este artigo tem por objetivo documentar estatisticamente a relação entre preços internacionais de produtos

Leia mais

DEPARTAMENTO DE MÉTODOS QUANTITATIVOS

DEPARTAMENTO DE MÉTODOS QUANTITATIVOS DEPARTAMENTO DE MÉTODOS QUANTITATIVOS DISCIPLINA: MÉTODOS DE PREVISÃO DOCUMENTO DE APRESENTAÇÃO LICENCIATURA DE MARKETING ANO LECTIVO 2005/06 Métodos de Previsão Ano lectivo: 2005/2006 3.º ano; 2.º semestre

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS (SUSEP) DIRETORIA DE AUTORIZAÇÕES (DIRAT) COORDENAÇÃO-GERAL DE PRODUTOS (CGPRO)

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS (SUSEP) DIRETORIA DE AUTORIZAÇÕES (DIRAT) COORDENAÇÃO-GERAL DE PRODUTOS (CGPRO) SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS (SUSEP) DIRETORIA DE AUTORIZAÇÕES (DIRAT) COORDENAÇÃO-GERAL DE PRODUTOS (CGPRO) COORDENAÇÃO DE ESTUDOS, PROJETOS E ESTATÍSTICA (COEST) 1º RELATÓRIO DE ANÁLISE E ACOMPANHAMENTO

Leia mais

O comportamento pós-crise financeira das taxas de câmbio no Brasil, China, Índia e Europa

O comportamento pós-crise financeira das taxas de câmbio no Brasil, China, Índia e Europa O comportamento pós-crise financeira das taxas de câmbio no Brasil, China, Índia e Europa Guilherme R. S. Souza e Silva * RESUMO - O presente artigo apresenta e discute o comportamento das taxas de câmbio

Leia mais

CUSTO DE CAPITAL AUDIÊNCIA PÚBLICA 123/2013

CUSTO DE CAPITAL AUDIÊNCIA PÚBLICA 123/2013 Sumário Modelo CAPM... 2 Risco Cambial... 3 Risco Regulatório... 4 Tamanho das Séries Históricas... 5 Modelo CAPM Embora exista certa diversidade de metodologias para o cálculo do risco de capital, o modelo

Leia mais

TOMADA DE DECISÃO FINANCEIRA: PRODUÇÃO FAMILIAR OU PROGRAMA DE FOMENTO UM ESTUDO SOBRE A PRODUÇÃO DE EUCALIPTO EM SALESÓPOLIS/SP.

TOMADA DE DECISÃO FINANCEIRA: PRODUÇÃO FAMILIAR OU PROGRAMA DE FOMENTO UM ESTUDO SOBRE A PRODUÇÃO DE EUCALIPTO EM SALESÓPOLIS/SP. TOMADA DE DECISÃO FINANCEIRA: PRODUÇÃO FAMILIAR OU PROGRAMA DE FOMENTO UM ESTUDO SOBRE A PRODUÇÃO DE EUCALIPTO EM SALESÓPOLIS/SP. Dioceli Gabriela de Carvalho¹; Francisco Claudio Tavares² Estudante do

Leia mais

NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO E OS PRAZOS DE ROTAÇÃO Samuel Leite Castelo Universidade Estadual do Ceará - UECE

NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO E OS PRAZOS DE ROTAÇÃO Samuel Leite Castelo Universidade Estadual do Ceará - UECE Resumo: NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO E OS PRAZOS DE ROTAÇÃO Samuel Leite Castelo Universidade Estadual do Ceará - UECE O artigo trata sobre a estratégia financeira de curto prazo (a necessidade de capital

Leia mais

A demanda pode ser entendida como a disposição dos clientes ao consumo de bens e serviços ofertados por uma organização.

A demanda pode ser entendida como a disposição dos clientes ao consumo de bens e serviços ofertados por uma organização. Previsão da Demanda As previsões têm uma função muito importante nos processos de planejamento dos sistemas logísticos, pois permite que os administradores destes sistemas antevejam o futuro e planejem

Leia mais

Módulo 4 PREVISÃO DE DEMANDA

Módulo 4 PREVISÃO DE DEMANDA Módulo 4 PREVISÃO DE DEMANDA Conceitos Iniciais Prever é a arte e a ciência de predizer eventos futuros, utilizando-se de dados históricos e sua projeção para o futuro, de fatores subjetivos ou intuitivos,

Leia mais

SINCOR-SP 2015 AGOSTO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2015 AGOSTO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS AGOSTO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 Sumário Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita

Leia mais

EVOLUÇÃO DOS CAUDAIS EXTREMOS EM CURSOS DE ÁGUA DO INTERIOR CENTRO E NORTE DE PORTUGAL ADÉLIA NUNES

EVOLUÇÃO DOS CAUDAIS EXTREMOS EM CURSOS DE ÁGUA DO INTERIOR CENTRO E NORTE DE PORTUGAL ADÉLIA NUNES EVOLUÇÃO DOS CAUDAIS EXTREMOS EM CURSOS DE ÁGUA DO INTERIOR CENTRO E NORTE DE PORTUGAL ADÉLIA NUNES Departamento de Geografia Faculdade de Letras, Universidade de Coimbra, Largo da Porta Férrea 3004-530

Leia mais

Em agosto, ICES interrompe alta e cai para 96,2

Em agosto, ICES interrompe alta e cai para 96,2 Dados de Agosto/2013, Relatório Número 10 Em agosto, ICES interrompe alta e cai para 96,2 Em agosto, o ICES interrompeu a pequena tendência de alta registrada em julho, e voltou a cair, indo para 96,2,

Leia mais

Variação Estacional de Preços de Cebola nos CEASAs de Minas Gerais

Variação Estacional de Preços de Cebola nos CEASAs de Minas Gerais Variação Estacional de Preços de Cebola nos CEASAs de Minas Gerais Pablo Forlan Vargas 1 ; Leila Trevizan Braz 2 ; Juliano Tadeu Vilela de Resende 3 ; André May 2 ; Elaine Maria dos Santos 3. 1 UNESP FCAV

Leia mais

TAXA DE DESCONTO, ANÁLISE DE RISCO, MODELOS DE PREDIÇÃO

TAXA DE DESCONTO, ANÁLISE DE RISCO, MODELOS DE PREDIÇÃO TAXA DE DESCONTO, ANÁLISE DE RISCO, MODELOS DE PREDIÇÃO AGNALDO CALVI BENVENHO, IBAPE, MRICS Eng. Mecânico, Especialista em Engenharia de Avaliações e Perícias TAXA DE DESCONTO NBR 14.653-4: Taxa de desconto:

Leia mais

ESTUDO DE MODELO DE SÉRIES TEMPORAIS PARA DADOS DE AÇÕES

ESTUDO DE MODELO DE SÉRIES TEMPORAIS PARA DADOS DE AÇÕES ESTUDO DE MODELO DE SÉRIES TEMPORAIS PARA DADOS DE AÇÕES Nathalia Virginia Masi; Célia Mendes Carvalho Lopes Engenharia de Produção, Escola de Engenharia, Universidade Presbiteriana Mackenzie nathalia.masi@gmail.com;

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS (SUSEP) DIRETORIA DE AUTORIZAÇÕES (DIRAT) COORDENAÇÃO-GERAL DE PRODUTOS (CGPRO)

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS (SUSEP) DIRETORIA DE AUTORIZAÇÕES (DIRAT) COORDENAÇÃO-GERAL DE PRODUTOS (CGPRO) SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS (SUSEP) DIRETORIA DE AUTORIZAÇÕES (DIRAT) COORDENAÇÃOGERAL DE PRODUTOS (CGPRO) COORDENAÇÃO DE ESTUDOS, PROJETOS E ESTATÍSTICA (COEST) 2º RELATÓRIO DE ANÁLISE E ACOMPANHAMENTO

Leia mais

Matemática Financeira. Aula 03 Taxa Real de Juros

Matemática Financeira. Aula 03 Taxa Real de Juros Matemática Financeira Aula 03 Taxa Real de Juros Inflação É o fenômeno conhecido como o aumento persistente dos preços de bens e serviços Fatores: Escassez de produtos, déficit orçamentário, emissão descontrolada

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO - X GRUPO DE ESTUDOS DE DESEMPENHO DE SISTEMAS ELÈTRICOS - GDS

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO - X GRUPO DE ESTUDOS DE DESEMPENHO DE SISTEMAS ELÈTRICOS - GDS XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 XXX.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO - X GRUPO DE ESTUDOS DE DESEMPENHO DE SISTEMAS ELÈTRICOS - GDS ESTUDO

Leia mais

TRABALHO INFANTIL E POBREZA DA POPULAÇÃO FEMININA BRASILEIRA: UMA DISCUSSÃO DA INTER-RELAÇÃO ENTRE ESTES DOIS FATORES

TRABALHO INFANTIL E POBREZA DA POPULAÇÃO FEMININA BRASILEIRA: UMA DISCUSSÃO DA INTER-RELAÇÃO ENTRE ESTES DOIS FATORES 1 CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X TRABALHO INFANTIL E POBREZA DA POPULAÇÃO FEMININA BRASILEIRA:

Leia mais

Sistema PED. Divulgação dos dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego PED segundo a Classificação CNAE domiciliar versão 2.0.

Sistema PED. Divulgação dos dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego PED segundo a Classificação CNAE domiciliar versão 2.0. Sistema PED Maio 2012 Divulgação dos dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego PED segundo a Classificação CNAE domiciliar versão 2.0 SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL Governador do

Leia mais

Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária. Novembro 2015 PARANÁ

Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária. Novembro 2015 PARANÁ Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária Novembro 2015 PARANÁ A estimativa de área para a safra 2015/16 de soja é recorde no Paraná. Segundo os técnicos de campo serão semeados 5,24 milhões de hectares,

Leia mais

Ajuste de Modelo de Previsão Para Dados de Séries Temporais de Abate Suino no Brasil

Ajuste de Modelo de Previsão Para Dados de Séries Temporais de Abate Suino no Brasil Ajuste de Modelo de Previsão Para Dados de Séries Temporais de Abate Suino no Brasil Marcus Vinicius Silva Gurgel do Amaral 1 Taciana Villela Savian 2 Djair Durand Ramalho Frade 3 Simone Silmara Werner

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl

Leia mais

Professor Severino Domingos Júnior Disciplina: Gestão de Compras e Estoques no Varejo

Professor Severino Domingos Júnior Disciplina: Gestão de Compras e Estoques no Varejo Professor Severino Domingos Júnior Disciplina: Gestão de Compras e Estoques no Varejo 1) Definições de Previsão de Demanda 2) Mercados 3) Modelo de Previsão 4) Gestão da Demanda 5) Previsão como Processo

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl Acum 14 set/11 15

Leia mais

da FEAC. Palavras-chave: índice da cesta básica de Passo fundo, cesta básica, IEPE, IPCA.

da FEAC. Palavras-chave: índice da cesta básica de Passo fundo, cesta básica, IEPE, IPCA. 2739 X Salão de Iniciação Científica PUCRS A importância do Índice da Cesta Básica de Passo Fundo em relação ao Índice de Preços do Centro de Estudos e Pesquisas Econômicas e o Índice de Preços ao Consumidor

Leia mais

6 O Papel do BNDES e o Crédito Externo 6.1. O BNDES

6 O Papel do BNDES e o Crédito Externo 6.1. O BNDES 6 O Papel do BNDES e o Crédito Externo 6.1. O BNDES Uma vez confiantes nos resultados encontrados em relação à influência dos juros sobre o investimento na economia, partimos para uma segunda fase do estudo.

Leia mais