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1 >Relatório e Contas 22 >Annual Report and Accounts

2 >Relatório e Contas 22 >Annual Report and Accounts

3 >Contents 5 > Governing Bodies 8 > Message from the Chairman of the Board of Directors and from the Chairman of the Executive Committee 11 > Banif Group Holdings Structure 14 > I. Economic Background 14 > 1. The International Economy 16 > 2. The Portuguese Economy 2 > 3. The Financial System 29 > II. Operations of Banif banco Internacional do funchal, SA in > Explanatory Note 36 > 1. Business in Madeira 31 > 2. Business in Madeira 39 > 3. Marketing and New Business Development 41 > 4. Crossselling and Electronic Banking 41 > 5. Credit Recovery and Legal Department 43 > 6. Human Resources 43 > 7. Technology and Information 45 > 8. Control of Operating Risks 47 > 9. Financial Operations 49 > 1. International Operations 51 > 11. NonResident Clients 51 > 12. Clients Complaints Office 54 > III. Analysis to the Financial Statements 75 > IV. Proposal for Distribution of Profits 78 > V. Acknowledgements 81 > VI. Financial Statements 9 > VII. Documentation Attached to the Financial Statements 9 > 1. Annex to the Accounts 166 > 2. Cash Flow Statement 17 > 3. Income Statement by Function 173 > VIII. Additional Disclosures 173 > 1. Corporate and Statutory Bodies 173 > 2. Disclosures under Art. 447 of the Companies Code 211 > 3. Disclosures under Art. 448 of the Companies Code 211 > 4. Own Shares and Qualified Holdings 213 > IX. Annexes 214 > Report and Opinion of the Audit Board 218 > Legal Accounts Certificate and External Auditor s Report 222 > Management 224 > Nationwide Branches 229 > Corporate Centres 23 > Private Clients Centres

4 >Índice 6 > Órgãos Sociais 9 > Mensagem do Presidente do Conselho de Administração e do Presidente da Comissão Executiva 11 > Diagrama de Participações do Grupo Banif 14 > I. Enquadramento Macroeconómico 14 > 1. Conjuntura Internacional 17 > 2. Conjuntura Nacional 21 > 3. Sistema Financeiro 3 > II. Actividade do Banif, SA em 22 3 > Nota Explicativa 3 > 1. Negócio na Região Autónoma da Madeira 32 > 2. Negócio no Continente 4 > 3. Marketing e Desenvolvimento de Novos Negócios 42 > 4. CrossSelling e Banca Electrónica 42 > 5. Recuperação de Crédito Vencido e Crédito em Contencioso 44 > 6. Recursos Humanos 44 > 7. Tecnologia e Informação 46 > 8. Controlo dos Riscos de Actividade 48 > 9. Actividade Financeira 5 > 1. Actividade Internacional 52 > 11. Residentes no Exterior 52 > 12. Provedoria do Cliente 55 > III. Análise às Contas 76 > IV. Aplicação de Resultados 79 > V. Nota Final 82 > VI. Balanço e Demonstração de Resultados 91 > VII. Documentação Anexa às Demonstrações Financeiras 91 > 1. Anexo às Contas 167 > 2. Demonstração de Fluxos de Caixa 171 > 3. Demonstração de Resultados por Funções 174 > VIII. Informações Adicionais 174 > 1. Orgãos Sociais e Estatutários 174 > 2. Informação nos termos do Artº 447º do Código das Sociedades Comerciais 212 > 3. Informação nos termos do Artº 448º do Código das Sociedades Comerciais 212 > 4. Acções Próprias e Participações Sociais Qualificadas 213 > IX. Anexos 215 > Relatório e Parecer do Conselho Fiscal 219 > Certificação Legal das Contas e Relatório de Auditoria 223 > Direcção 224 > Implantação Geográfica 229 > Centros de Empresas 23 > Centros de Particulares

5 > Órgãos Sociais > Governing Bodies

6 >Governing Bodies General Meeting Chairman António Soares Pinto Barbosa Secretaries Jorge de Sá José Lino Tranquada Gomes Board of Directors Chairman Horácio da Silva Roque Vice Chairmen Joaquim Filipe Marques dos Santos Carlos David Duarte de Almeida Directors Artur Manuel Pires Chambel António Manuel Rocha Moreira Artur Manuel da Silva Fernandes Manuel Isidoro Martins Vaz Rui Manuel Silva Gomes do Amaral Artur de Jesus Marques Executive Committee Chairman Joaquim Filipe Marques dos Santos Carlos David Duarte de Almeida António Manuel Rocha Moreira Manuel Isidoro Martins Vaz Rui Manuel Silva Gomes do Amaral Supervision Board Chairman Carlos Alberto Rosa Full Members Ernst & Young Audit & Associados Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, SA, represented by Alfredo Guilherme da Silva Gândara José Luís Pereira de Macedo Alternate Members João José Ornelas Nunes Pedro Manuel Travassos de Carvalho Secretary General Carlos Oliveira Alternate Secretary Maria Teresa Martins Auditors Ernst & Young 5

7 >Órgãos Sociais Assembleia Geral Presidente Prof. Dr. António Soares Pinto Barbosa Secretários Comendador Jorge de Sá Dr. José Lino Tranquada Gomes Conselho de Administração Presidente Comendador Horácio da Silva Roque Vice Presidentes Dr. Joaquim Filipe Marques dos Santos Dr. Carlos David Duarte de Almeida Administradores Dr. Artur Manuel Pires Chambel Dr. António Manuel Rocha Moreira Dr. Artur Manuel da Silva Fernandes Dr. Manuel Isidoro Martins Vaz Dr. Rui Manuel Silva Gomes do Amaral Dr. Artur de Jesus Marques Comissão Executiva Presidente Dr. Joaquim Filipe Marques dos Santos Dr. Carlos David Duarte de Almeida Dr. António Manuel Rocha Moreira Dr. Manuel Isidoro Martins Vaz Dr. Rui Manuel Silva Gomes do Amaral Conselho Fiscal Presidente Dr. Carlos Alberto Rosa Vogais Efectivos Ernst & Young Audit & Associados Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, SA, representada pelo Dr. Alfredo Guilherme da Silva Gândara Dr. José Luís Pereira de Macedo Vogais Suplentes Dr. João José Ornelas Nunes Dr. Pedro Manuel Travassos de Carvalho Secretário da Sociedade Dr. Carlos Oliveira Suplente do Secretário da Sociedade Dra. Maria Teresa Martins Auditores Ernst & Young Conselho de Administração Board of Directors 6

8 > Mensagem do Presidente do Conselho de Administração e do Presidente da Comissão Executiva > Message from the Chairman of the Board of Directors and the Chairman of the Executive Committee

9 >Message from the Chairman of the Board of Directors and the Chairman of the Executive Committee The financial year of 22 witnessed a radical reorganization of the Banif Group, as a result of which the former Banif Banco Internacional do Funchal, SA altered its name, objects and articles of association. It is now called Banif SGPS, SA and its object is the "management of corporate holding in other companies". Retaining its existing shareholder structure, the company now operates exclusively as a holding company for the Banif Group. Banking operations have been transferred to a new bank, with the same name as its predecessor (Banif Banco Internacional do Funchal, SA), incorporated with share capital of 2,,, wholly owned by Banif Comercial SGPS, S.A., the Group s subholding for commercial banking operations. The new Banif Banco Internacional do Funchal, S.A., has therefore inherited the continuing operation of the banking business previously carried on by the institution with the same name. Banif Banco Internacional do Funchal, S.A. operated in 22 in a climate of tough competition and, in the banking business carried on over the 12 months under the Banif brand, recorded net profits of 15.7 million Euros, 81.6% up on the previous year, and cash flow of 57.9 million Euros, representing growth of 11.7% over the financial year of 21. The bank continued with its policy of expanding the branch network, with 1 new branches and one home loans shop opening to the public in the course of the year. At the close of the period, Banif Banco Internacional do Funchal, S.A. had a total of 182 sales outlets, 36 of which in Madeira. The Group also continued to pursue the project for crossselling of products and services within the Banif Group, achieving excellent results, well above the market averages, with the bank making an important contribution to this. In the field of human resources, work continued on developing and perfecting projects already in implementation (Alpha and Omega), designed to achieve strategically led human resources management, in line with the Bank s major objectives. At the end of the period, in order to equip the bank for achieve sustained growth in its business, the share capital was increased from 2 million Euros to 24 million Euros, subscribed in full by Banif Comercial SGPS, S.A. which therefore continues as our sole shareholder. In early 23, thanks to a process which began in September 22, Banif Banco Internacional do Funchal, S.A. obtained international ratings from Moody s and FitchIBCA of Baa 1 and BBB +, for the long term, and P2 and F2 for the short term. This will be of great importance for the growing development of the bank s operations, and reflects the highly positive image achieved by the institution. On 15 January 23 the Group marked the 15th anniversary of the incorporation of Banif Banco Internacional do Funchal, S.A.. High profile celebrations were held in Funchal, and the commemorations have continued during 23, with various initiatives including the a ward of the second Banif Painting Prize, through a competition organized jointly with the Centro Nacional de Cultura, aimed exclusively at Portuguese artists. We would like to conclude by reasserting our complete confidence in the future of the bank, and to thank our clients, staff and all the others who have supported us, and to assure them that we will make every effort to ensure the continued success of the Banif project. 8

10 >Mensagem do Presidente do Conselho de Administração e do Presidente da Comissão Executiva O ano de 22 ficou assinalado, no âmbito do Grupo Banif, por uma profunda reestruturação, na sequência da qual, o antigo Banif Banco Internacional do Funchal, SA alterou a sua firma social, objecto e pacto de sociedade, passando a designarse Banif SGPS, SA e a ter como objecto a "gestão de participações sociais noutras sociedades". Mantendo a sua estrutura accionista, a sociedade passou a funcionar exclusivamente como empresa holding do Grupo Banif, transferindo integralmente a actividade bancária para um novo Banco com a mesma designação social do anterior Banif Banco Internacional do Funchal, SA constituído com o capital social de 2.. de Euros, integralmente detido pela sociedade Banif Comercial SGPS, SA, sub holding do Grupo para a área da banca comercial. O actual Banif Banco Internacional do Funchal, SA é, pois, o herdeiro e continuador de toda a actividade bancária anteriormente desenvolvida pela instituição com o mesmo nome. A actividade do Banif Banco Internacional do Funchal, SA prosseguiu o seu desenvolvimento num contexto caracterizado por intensa concorrência, tendo o Banco registado, no exercício de 22, na actividade desenvolvida ao longo de 12 meses sob a marca Banif, um Resultado Líquido o de 15,7 milhões de Euros, mais 81,6% que o verificado no ano anterior, e um CashFlow de 57,9 milhões de Euros, traduzindo um crescimento de 11,7%, relativamente ao Exercício de 21. Continuou igualmente a ser desenvolvido, em 22, o projecto de crossselling de produtos e serviços no âmbito do Grupo Banif, tendo sido alcançados resultados muito positivos e superiores às médias do mercado, para o que a nossa Instituição deu um contributo decisivo. Na área de recursos humanos, por seu lado, prosseguiu o trabalho de aprofundamento e aperfeiçoamento de projectos anteriormente implementados Alfa e Ómega e que visam, em última instância, permitir a concretização de uma gestão dos recursos humanos estrategicamente orientada e consonante com os grandes objectivos do Banco. No final do ano em apreciação, tendo em vista a criação de condições para o desenvolvimento sustentado das actividades do Banco, procedeuse ao aumento do seu capital social de 2 milhões de Euros para 24 milhões, o qual foi inteiramente subscrito pela sociedade Banif Comercial SGPS, SA, que continua, assim, a ser o accionista único da nossa Instituição. Já no corrente ano, na sequência de um processo iniciado em Setembro com vista à obtenção de rating internacional, foram, pelas agências Moody s e FitchIBCA, atribuídas ao Banif Banco Internacional do Funchal, SA, as notações de, respectivamente, Baa 1 e BBB+, de longo prazo e P2 e F2 de curto prazo, facto muito relevante para o crescente desenvolvimento das actividades do Banco e que é revelador da imagem muito positiva alcançada pela nossa Instituição. Em 15 de Janeiro último, assinalouse o 15º aniversário da constituição do Banif Banco Internacional do Funchal, SA. Este acontecimento, devidamente celebrado no Funchal com uma efeméride de grande projecção, continuará a ser assinalado, durante o corrente ano, por diversas iniciativas, de entre as quais a segunda edição do Grande Prémio Banif de Pintura, certame realizado com a colaboração do Centro Nacional de Cultura e destinado, exclusivamente, a artistas portugueses. Queremos, a terminar, reafirmar a nossa inteira confiança no futuro da nossa Instituição, manifestando aos nossos Clientes, aos nossos Colaboradores e a quantos nos têm apoiado, o nosso reconhecimento e a nossa determinação no sentido de tudo fazer para continuar, com sucesso, o desenvolvimento do projecto Banif. Prosseguiu, em 22, a expansão da Rede de Agências, tendo iniciado a sua actividade 1 novos balcões e uma loja de habitação. No encerramento do Exercício em apreço o Banif Banco Internacional do Funchal, SA contava, assim, com um total de 182 Pontos de, 36 dos quais na Região Autónoma da Madeira. Horácio da Silva Roque Presidente do Conselho de Administração Chairman of the Board of Directors Joaquim Marques dos Santos Presidente da Comissão Executiva Chairman of the Executive Committee 9

11 > Diagrama de Participações do Grupo Banif > Banif Group Holdings Structure

12 >Diagrama de Participações do Grupo Banif / Banif Group Holdings Structure em 31 de Dezembro de 22 / as at 31 December 22 Banif Imobiliária C. Social/Share Capital: 75. e 1% 1% Soc. Imobiliária Piedade C. Social/Share Capital: 5. e 1% Banif Comercial SGPS, SA C. Social/Share Capital: 28.. e 1% Banif Seguros SGPS, SA C. Social/Share Capital: e 52.31% 1% Banif, SA C. Social/Share Capital: 24.. e 1% Banif (Açores) SGPS, SA C. Social/Share Capital: e 14.7% C.S.A. C. Social/Share Capital: e 73.98% BCA C. Social/Share Capital: e 1% Mundileasing C. Social/Share Capital: 1.. e 1% Comercial dos Açores San José C. Social/Share Capital: USD 1. 1% Mundicre C. Social/Share Capital: 3.. e 1% Comercial dos Açores Fall River C. Social/Share Capital: USD 1 7% Banif Primus C. Social/Share Capital: R$ % Banif Primus Corretora C. Social/Share Capital: R$ % 9% Banif Primus Asset Management C. Social/Share Capital: R$ 1. * Capital Social Realizado 1. Euros / Paid up Capital 1. Euros. 11

13 Banif SGPS, SA C. Social/Share Capital: 2.. e BanifServ 1% Banif Investimentos SGPS, SA C. Social/Share Capital: e 1% Banif Banco de Investimento C. Social/Share Capital: 2.. e 1% Banif (Cayman), Ltd C. Social/Share Capital: USD % FINAB C. Social/Share Capital: USD 35. 7% Banifundos Cisalpina C. Social/Share Capital: 1.5. e 85% Banif Securities Holdings, Ltd C. Social/Share Capital: USD 1.. 1% Banif Securities, Inc. C. Social/Share Capital: USD 45. 1% Banif Imo C. Social/Share Capital: 5. e 8% 2% Banif (Brasil), Ltd C. Social/Share Capital: R$ 15. e 3% 29.19% 2% 45.95% 1.81% Banif Açor Pensões C. Social/Share Capital: e 3% 1% Banif Inf. Tech. Holdings * C. Social/Share Capital: 1.. e 85% Econofinance, SA C. Social/Share Capital: BRL: % Banif Financial Services, Inc. C. Social/Share Capital: USD % Banif Mortgage Company C. Social/Share Capital: USD 3. 12

14 > I. Enquadramento Macroeconómico > I. Economic Background

15 >I. Economic Background 1.The International Economy With the economic slowdown in 21 in the United States having been exacerbated by the events of 11 September, the financial year of 22 was marked by a number of corporate scandals in the USA, culminating in the bankruptcy of Enron and WorldCom. Nonetheless, very significant fiscal incentives were provided to the American economy, with a total package of USD 1,3, million from the American government, complemented further by an expansionist monetary policy reflected by cuts in the main Federal Reserve reference rate, the Fed Funds Rate, of 5 base points, down to 1.25% at the end of the year. In 21 the Fed Funds Rate had been cut by 475 base points from 6.5% to 1.75%. As a result of this, and given that the main confidence index for US manufacturing industry, the ISM (Institute for Supply Management) index, ended the year at 52.4, American GDP is expected to record an average annual growth rate (AAGR) of 2.2% in 22, as against.3% in 21. With the economic recovery in the USA looking increasingly firm, the world economy is expected to record an AAGR of 2.8% in 22, up from the figure of 2.2% recorded in 21, but still well down on the rate of 4.7% recorded in 2. a similar trend, and it is expected that GDP at constant prices have grown by.9% in 22, as against 1.5% in 21 and 3.5% in 2. The unemployment rate in the Euro Zone is expected to stand at 8.4% for 22, higher than the figure of 8.% recorded in 21, but still better than the rate of 8.8% in 2. Despite the introduction of the single currency (Euro) on 1 January 22, manufacturing and consumer confidence in Europe both fell over the course of the year, reaching levels not recorded since For instance, the IFO index, which measures business confidence in Germany, fell to 84.8, the lowest figure since the rate of 8.3 recorded in February In Japan, where the main trading partner is the USA, the recession worsened, and GDP is expected to have fallen by approximately.5% in 22, having dropped.3% in 21 after healthy growth of 2.4% in 2. The unemployment rate again rose to a new historic high of 5.5%, as against 5% and 4.7% in 21 and 2 respectively. Although slowing substantially in relation to 2, growth in GDP at constant prices in leading Asian (ASEAN) economies is expected to remain positive in 22, with a growth rate of 3.6%, approximately 1% higher than the AAGR recorded in 21, but still down on the rate of 5.1% recorded in 2. Once again the top performer in the region was China, which is expected to record GDP growth at constant prices of 7.5% in 22, up from the figure of 7.3% in 21, albeit slightly down from the 8% growth recorded in 2. Despite the moves towards integration of some Eastern European countries into the European Union, economic growth in this region appears to have cooled in 22; a growth rate of 2.7% is expected for 22, as against 3% and 3.8% in 21 and 2 respectively. The Russian economy performed in a similar way, with AAGR expected to stand at 4.4% in 22, down from the figure of 5.5% in 21, and much lower than the The economy in the Euro Zone followed 14

16 >I. Enquadramento Macroeconómico 1.Conjuntura Internacional Depois do abrandamento macroeconómico de 21 nos Estados Unidos da América (EUA), ter sido agravado pelos atentados de 11 de Setembro, o ano de 22 foi marcado por diversos escândalos empresariais nos EUA, que culminaram com as falências da Enron e WorldCom. Porém, em 22 a economia norteamericana foi alvo de um estímulo fiscal muito forte, com um pacote global de USD 1.3. milhões por parte do governo norteamericano, que foi ainda complementado por uma política monetária expansionista que se traduziu no corte da principal taxa de referência da Reserva Federal norteamericana (FED), o Fed Funds Rate, em 5 pontos base para fechar o ano em 1,25%; em 21 o Fed tinha cortado o Fed Funds Rate em 475 pontos base, de 6,5% para os 1,75%. Desta forma, e depois do principal índice de confiança da indústria transformadora nos EUA, o ISM (Institute for Supply Management) ter terminado o ano com uma média de 52,4, o PIB dos EUA deverá ter registado uma taxa média de crescimento anual (TMCA) de 2,2% em 22, face ao crescimento de,3% registado em 21. Desta forma, com a retoma económica nos EUA a parecer cada vez mais sustentada, a economia mundial deverá ter registado uma TMCA de 2,8% em 22, melhor que o crescimento de 2,2% alcançado em 21, mas ainda longe dos 4,7% registados em 2. histórico de 5,5%, contra os 5% e 4,7% de 21 e 2, respectivamente. que o PIB a preços constantes tenha registado um crescimento de,9% em 22, contra o aumento de 1,5% em 21 e os 3,5% de 2. Por seu turno, a taxa de desemprego da Zona Euro terseá fixado em 8,4%, acima dos 8% registados em 21, mas, mesmo assim, melhor que os 8,8% de 2. Apesar da entrada em circulação da moeda única (Euro) a 1 de Janeiro de 22, a confiança, tanto dos produtores como dos consumidores europeus, sofreu uma deterioração ao longo do ano, tendo atingido valores não verificados desde 1993; por exemplo, o índice IFO, que mede a confiança empresarial na Alemanha, caiu para os 84,8, o valor mais baixo, desde os 8,3 alcançados Apesar de ter moderado substancialmente em relação a 2, o crescimento do PIB, a preços constantes, dos principais países da Ásia (ASEAN) deverá ter continuado positivo em 22, quando se espera que tenham registado um crescimento de 3,6%, cerca de 1% acima da TMCA alcançada em 21, mas ainda abaixo dos 5,1% de 2. Mais uma vez, o destaque da região vai para o crescimento económico da China, que deverá ter testemunhado um crescimento do seu PIB a preços constantes de 7,5% em 22, melhor que os 7,3% de 21, apesar de significar ainda um ligeiro abrandamento em relação aos 8% registados em 2. em Fevereiro de Apesar da aproximação à Comunidade No Japão, país que tem os EUA como principal parceiro comercial, assistimos a um agravamento do cenário recessivo, uma vez que se espera que o PIB tenha sofrido um novo decréscimo de aproximadamente,5% em 22, com uma queda de,3% em 21, após ter registado um crescimento saudável de 2,4% em 2. A taxa de desemprego no Japão voltou a subir para um máximo Europeia de alguns países da Europa do Leste, a economia desta região deverá ter registado uma moderação do crescimento do seu PIB em 22, prevendose um crescimento de 2,7%, contra os 3% e 3,8% de 21 e 2, respectivamente. Com uma evolução semelhante esteve a Rússia, que deverá ter registado uma TMCA de 4,4% em 22, abaixo dos 5,5% de 21 e substan Evolução do PIB (Crescimento Médio Real) 4.% 3.5% 3.% 2.5% 2.% 1.5% 1.%.5%.%.5% (E) A economia da Zona Euro seguiu uma tendência semelhante, onde se espera EUA Zona Euro Japão 15

17 > I. Economic Background GDP growth of 9% recorded in 2. The financial problems faced in Argentina in 21, which led to intervention by the International Monetary Fund, were overshadowed in 22 by the mood of political uncertainty in Brazil caused by the victory of the Labour Party candidate, Inácio Lula da Silva, in the presidential elections. Social unrest in Venezuela, which accounts for 3.8% of world oil production and 1% of the USA s supplies, worsened during the final weeks of the year with a general strike, hitting the oil industry particularly hard. As a result of all this, the Mercosur countries (Argentina, Brazil, Chile and Uruguay, in addition to Bolivia and Chile) are expected to record a 2.6% drop in GDP for 22, after recording AAGR at the end of 21 of near zero (growth of.1%). However, thanks in part to devaluation of the Real against the US dollar of 34.7%, which boosted exports, Brazil is expected to record 1.5% growth in 22, in line with 21, albeit down from the AAGRE of 4.4% recorded in 2. In short, the Latin American economies are expected to record a.6% drop in GDP in 22, after recording growth of.6% and 4% in 21 and 2 respectively. However, the heightened political tension between the USA and Iraq in the second half of the year meant that the annual average was not representative, and the price of crude rose from USD 23.98/barrel in the first half of the year to USD 28.29/barrel in the last six months. In December alone, the price of crude rose by 16%, ending the year at USD 31.2/barrel. As a result, the average inflation rate in the Euro Zone is expected to have fallen from 2,6% in 21 to 2.1% in 22, still above the target of 2% established by the European Central Bank (ECB). Prices were kept better under control in the United States, where the retail price index (RPI) is expected to have risen by 1.5% in 22, down from the rates of 2.3% and 3.4% recorded in 21 and 2 respectively. Largely due to a climate of increasing geopolitical uncertainty, in which the possibility of war with Iraq became increasingly likely as the year came to a close, the American and European central banks added further weight to their expansionist monetary policies. Having cut its leading rate by 475 base points in 21, the Federal Reserve cut the Fed Funds Rate by 5 base points at the November meeting. For its part, the European Central Bank (ECB) closed the year with a refinancing rate of 2.75%, down 5 base point from the rate of 3.25% ruling at the start of the year, after having cut the rate by 15 base points in the course of The Portuguese Economy The Portuguese economy was hit by a deep running crisis in confidence, aggravated by the difficulties faced by the Portuguese State in meeting the Stability Pact targets for budgetary policy. The country therefore felt the full force of the worldwide economic slowdown. The weakness of the economic upturn experienced in 22 again led to widespread price increases. The average crude price, having dropped by 15.3% from USD 3.67/barrel in 2 to USD /barrel in 21, remained practically unchanged in 22, at USD 26.17/barrel. 16

18 I. Enquadramento Macroeconómico < cialmente inferior ao aumento de 9% registado no seu PIB em 2. Os problemas financeiros sofridos na Argentina em 21, que levaram à intervenção do FMI, foram ultrapassados no decorrer de 22 pela incerteza política vivida no Brasil com as eleições presidenciais que terminaram com a vitória do candidato do Partido Trabalhista, Inácio Lula da Silva. Adicionalmente, a instabilidade social na Venezuela, que representa 3,8% da produção mundial de petróleo e 1% dos fornecimentos aos EUA, agravouse durante as últimas semanas do ano com uma greve geral, que afectou particularmente a indústria petrolífera. Assim, os países do Mercosur (Argentina, Brasil, Chile e Uruguai, juntamente com a Bolívia e o Chile), deverão ter sofrido uma quebra no PIB de 2,6%, após terem terminado 21 com uma TMCA quase nula, ou seja, um crescimento de,1%. Por seu turno, e de alguma forma sustentado pela desvalorização de 34,7% do Real face ao USD que beneficiou as exportações, o PIB do Brasil deverá ter crescido 1,5% em 22, ao mesmo ritmo que em 21, mas abaixo da TMCA de 4,4% alcançada em 2. Em suma, a economia da América Latina deverá ter perdido globalmente cerca de,6% do seu PIB em 22, depois de ter registado crescimentos de,6% e 4% em 21 e 2, respectivamente. A natureza anémica da recuperação económica a que se assistiu em 22, originou novamente uma moderação da subida dos preços de uma forma generalizada. Em termos do preço médio do crude, e depois de ter registado uma queda de 15,3%, dos USD 3,67/barril registados em 2 para os USD 25,96/barril em 21, este mantevese quase inalterado em 22 nos USD 26,17/barril. Contudo, o agravamento das tensões políticas entre os EUA e o Iraque na segunda metade do ano, fez com que a média do ano não fosse representativa, tendo o preço do crude subido dos USD 23,98/barril registado na primeira metade do ano, para os USD 28,29/barril nos últimos seis meses. De facto, somente no mês de Dezembro o preço do crude subiu 16%, para fechar o ano nos USD 31,2/barril. Desta forma, a taxa média de inflação na Zona Euro deverá ter reduzido de 2,6% em 21, para 2,1% em 22, mas, mesmo assim, acima do objectivo de 2% estabelecido pelo Banco Central Europeu (BCE). Por outro lado, o controlo de preços foi ainda mais evidente nos EUA, onde o índice de preços no consumidor (IPC) deverá ter registado uma subida de 1,5% em 22, abaixo dos aumentos de 2,8% e 3,4% registados em 21 e 2, respectivamente. 3.5% 3.% 2.5% 2.% 1.5% 1.%.5%.%.5% 1.% Em grande parte devido à incerteza geopolítica que se agravou no final do ano com a eminência de um possível confronto bélico no Iraque, os Bancos Centrais dos EUA e Europa reforçaram as suas políticas monetárias expansionistas. Como tal, e depois de ter cortado a sua taxa directora 475 pontos base em 21, a Reserva Federal norteamericana reduziu o Fed Funds Rate em 5 pontos base na reunião de Novembro. Por seu turno, o Banco Central Europeu (BCE) fechou 22 com uma taxa de refinanciamento de 2,75%, uma redução de 5 pontos base face aos 3,25% com que iniciou o ano, após o corte de 15 pontos base ao longo de Conjuntura Nacional Afectada por uma profunda crise de confiança, que foi agravada pelas dificuldades do Estado português em cumprir os objectivos do Pacto de Estabilidade, nomeadamente no que diz respeito à política orçamental, a economia nacional sofreu de uma forma aguda o abrandamento mundial. Evolução da Inflação (Taxa Média Anual) (E) EUA Zona Euro Japão 17

19 > I. Economic Background Although Portugal has found itself in the midst of a global slowdown, the economy appears to have benefited from the rise in the Euro against the USD, given that in terms of foreign trade the balance of payments deficit (current and capitals) is expected to have improved from8.4% of GDP in 21 to somewhere between 6.75% and 5.25% in 22. GDP is therefore expected to have grown by only.4% in 22, less than the average rate for the Euro Zone, and down from the AAGRs of 1.5% and 3.2% recorded in 21 and 2. Although the sector hardest hit by the crisis was consumer spending, where the variation is expected to stand at between.25% and +.75% in relation to the precious year (as against growth of 1% in 21), investment is also expected to have fallen by between 5.25% and 3.25% in 22, after shrinking by.4% in 21. With consumer confidence falling and investment contracting, it is only natural that unemployment should rise. After holding steady in 21 at 4.1%, the unemployment rate for Portugal is thought to have risen to 4.7% for 22. The weak economic situation was also felt in prices, with average inflation, measured through the Harmonized Retail Price Index (HRPI) rising to 3.7%, although this was down from the figure of 4.4% recorded in

20 I. Enquadramento Macroeconómico < 5.5% 5.% 4.5% 4.% 3.5% 3.% 2.5% 2.% 1.5% 1.% Taxas Directoras nos EUA e Zona Euro Apesar de estar inserida no contexto de abrandamento global, a economia nacional parece ter beneficiado da valorização do Euro face ao USD, já que em termos de comércio externo, o défice da balança de transacções correntes e de capitais deverá ter melhorado dos 8,4% do PIB em 21, para um valor entre os 6,75% a 5,25% em 22. Jan 1 Mar 1 Mai 1 Jul 1 Set 1 Nov 1 Jan 2 Mar 2 Mai 2 Jul 2 Set 2 Nov 2 Fed Funds Rate ECB Desta forma, o PIB nacional deverá ter crescido,4% em 22, um crescimento inferior ao registado na Zona Euro no mesmo período, e abaixo da TMCA de 1,7% e 3,2% registada em 21 e 2, respectivamente. Apesar desta crise ter um maior impacto em termos do consumo privado, para o qual se espera uma variação entre os,25% e +,75% em 22, contra um crescimento de 1% registado em 21, o investimento deverá ter sofrido também, uma quebra entre os 5,25% e 3,25% em 22, depois de ter registado um decréscimo de,4% em 21. Ao conjugar uma deterioração da confiança dos consumidores e uma redução do investimento, é natural que o desemprego no país aumente. De facto, e depois de se ter mantido quase inalterada em 21 nos 4,1%, a taxa de desemprego em Portugal deverá ter aumentado para os 4,7% em 22. A débil situação económica sentiuse também na evolução dos preços, com a inflação média, medida pelo Índice de Preços no Consumidor Harmonizado (IPCH), a chegar aos 3,7%, um ritmo inferior ao dos 4,4% de aumento nos preços registado em % 5.% 4.% 3.% 2.% 1.%.% 1.% 2.% Evolução do PIB Portugal (Crescimento Médio Real) Portugal Zona Euro Indicador de Confiança do Consumidor Jun 87 Jun 88 Jun 89 Jun 9 Jun 91 Jun 92 Jun 93 Jun 94 Jun 95 Jun 96 Jun 97 Jun 98 Jun 99 Jun Jun 1 Jun 2 Portugal Zona Euro 19

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