CONCURSO PÚBLICO PREFEITURA MUNICIPAL PALMAS DE MONTE ALTO TÉCNICO EM RADIOLOGIA (CÓDIGO 205)

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONCURSO PÚBLICO PREFEITURA MUNICIPAL PALMAS DE MONTE ALTO TÉCNICO EM RADIOLOGIA (CÓDIGO 205)"

Transcrição

1 Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 01 a 04. TEXTO: 5 10 O homem, nos últimos dois séculos, vivenciou uma grande transformação, culminando em grandes descobertas científicas e invenções tecnológicas revolucionárias, como a teoria quântica, a lâmpada, o automóvel, o telefone e o transistor, que lhe proporcionaram mudanças no estilo e na qualidade de vida. Com esses progressos tecnológicos, a disponibilidade e a qualidade da medicina melhoraram, de forma espantosa, na metade do século 20, com a vacina, a anestesia, os raios X, a cultura de tecidos, os antibióticos e a estrutura do DNA. Sem falar de conquistas mais recentes, incluindo, entre outras, a terapia combinada que aumentou a sobrevida dos portadores de HIV; as descobertas do genoma humano chegando à beira do leito e a tecnologia da informação próxima a médicos e a pacientes. Esse conhecimento já nos permite viver mais e melhor, possibilitando, no último meio século, aumento da expectativa de vida em quase 50% em relação à anteriormente esperada. OLIVEIRA, Aracy Souza Bulle. Scientific American Brasil, São Paulo: Duetto, ano 8, n. 100, p , set Adaptado. Questão 01 (Peso 2) O texto tem como principal objetivo A) falar sobre as facilidades que a tecnologia da informação tem propiciado à humanidade. B) mostrar como a revolução tecnológica vem possibilitando a identificação de muitas enfermidades. C) apontar o conhecimento da estrutura do DNA como uma das conquistas científicas mais significativas. D) anunciar, embora indiretamente, o controle e a cura de muitas doenças graças ao progressos científico. E) destacar os avanços técnico-científicos como os pilares das transformações vivenciadas pelo homem atual. Questão 02 (Peso 3) O que se afirma sobre o fragmento destacado está correto em A) O homem, nos últimos dois séculos, vivenciou uma grande transformação (linha 1) revela, em outras palavras, que, antes, o ser humano não somou conquistas importantes em relação à época vivida. B) Com esses progressos tecnológicos, a disponibilidade e a qualidade da medicina melhoraram, de forma espantosa, na metade do século 20 (linhas de 4 e 5) retoma, através do termo esses, as conquistas citadas anteriormente para acrescentar outras. C) Sem falar de conquistas mais recentes (linha 6) reduz o valor das conquistas anteriores e sinaliza a importância das que serão anunciadas a seguir. D) as descobertas do genoma humano chegando à beira do leito (linhas 7 e 8) faz uma previsão pouco encorajadora sobre certas descobertas da ciência. E) e a tecnologia da informação próxima a médicos e a pacientes. (linha 8) se refere à falta de acesso à informação sobre alguns males que afetam a saúde humana. Questão 03 (Peso 2) No texto, o termo A) dois (linha 1) é o masculino, plural, de uma (linha 1). B) e (linha 2) liga orações da mesma natureza gramatical. C) como (linha 2) denota conformidade. D) recentes (linha 6) é um qualificador de conquistas (linha 6) e expressa a ideia de tempo. E) à beira do (linha 8) se opõe, quanto a seu significado, à palavra quase (linha 10). 1

2 Questão 04 (peso 3) Quanto aos elementos linguísticos que compõem o texto, está correto o que se afirma na alternativa A) A palavra transformação (linha 1) foi formada tão somente pelo processo de derivação prefixal. B) Os vocábulos tecnológicas (linha 2) e automóvel (linha 3) são acentuados pela mesma razão. C) O termo lhe (linha 3), complemento de proporcionaram (linha 3), está anteposto ao verbo pela presença do pronome que (linha 3). D) O advérbio mais (linha 6) exprime uma ideia diferente da expressa por mais (linha 9). E) A partícula a, em a tecnologia da informação próxima a médicos e a pacientes. (linha 8), nas três ocorrências, pertence à mesma classe de palavras. Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões 05 e 06. TEXTO: Uma radiografia feita por Röntgen 5 Ao final do século 19, mais precisamente ao cair da tarde de uma sexta-feira, 8 de novembro de 1895, o professor Wilhelm Conrad Röntgen, no laboratório de Baviera, sul da Alemanha, descobriu os raios X. Observando a fluorescência de uma placa de papelão recoberta com platinocianeto de bário, na sala escura, esse professor, aos cinquenta anos de idade, investigador brilhante, perfeccionista e astuto, fez uma das mais importantes descobertas científicas da humanidade. RADIOLOGIA. Disponível em: < Acesso em: 14 set Adaptado. Questão 05 (Peso 1) O texto A) traça o perfil físico do descobridor da radiologia. B) informa quando e como foi a descoberta dos raios X. C) afirma sobre a persistência do professor em seu trabalho. D) destaca a astúcia do professor Röntgen como sua marca característica. E) explica o porquê da importância da sua descoberta para a humanidade. Questão 06 (Peso 2) Observando a fluorescência de uma placa de papelão recoberta com platinocianeto de bário, na sala escura, oração reduzida que inicia o segundo parágrafo, expressa a ideia de A) proporcionalidade. B) condicionalidade. C) consequência. D) concessão. E) causa. 2

3 Leia atentamente o cartum a seguir para responder às questões 07 e 08. TEXTO: JAGUAR. In: FARACO, Carlos Emílio; MOURA, Francisco Martho. Língua e literatura. São Paulo: Ática, v. 1, p. 22. Questão 07 (Peso 1) O efeito humorístico do cartum se deve ao fato de A) o cartunista ter representado visualmente, em sentido denotativo, uma expressão que deveria ser entendida em seu sentido conotativo, ou seja, senti-me aliviado. B) o personagem ao telefone não ser bastante claro sobre a relação existente entre a expressão lavei minha alma e o fato a que ela está relacionada. C) o emissor da mensagem se referir de modo tão informal a um acontecimento que deve ter tido singular importância para ele. D) o indivíduo ao telefone usar termos coloquiais, sem saber quem mais pode estar a escutá-lo do outro lado do fio. E) a simbologia usada para representação da alma do homem não corresponder à sua imagem física. Questão 08 (Peso 1) Nesse cartum, a fala do personagem A) apresenta riqueza de detalhes. B) é um exemplo de registro da oralidade linguística. C) denuncia o comportamento contraditório do homem. D) revela a dissimulação existente nas relações interpessoais. E) evidencia o desabafo como um demonstrativo do nível cultural do falante. 3

4 Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões 09 e 10. TEXTO: 5 A inserção definitiva da carne bovina brasileira na economia mundial e o seu fortalecimento interno, nas próximas décadas, dependem da capacidade que os sistemas de produção e os demais segmentos da cadeia de produção tenham de disponibilizar produtos saudáveis; de utilizar de forma conservadora os recursos não renováveis; de garantir o bem-estar social; de aumentar a participação no mercado externo e de contribuir para a melhoria da equidade social. A pecuária de corte intensiva pode contribuir, de maneira significativa, para a promoção do desenvolvimento do setor de produção de carne bovina no país, uma vez que favorece a utilização racional dos fatores de produção e do potencial e da diversidade genética animal e vegetal. ALENCAR, Maurício Mello de; POTT, Edison Beno. Criação de bovinos de corte na Região Sudeste. Disponível em: < Acesso em: 15 set Adaptado. Questão 09 (Peso 2) A leitura do texto deixa evidente, dentre outras, uma preocupação dos autores com A) abastecimento de carne bovina da Região Sudeste. B) capital de que dispõem os sistemas de produção. C) mercado externo em detrimento do interno. D) crescimento da economia mundial. E) meio ambiente. Questão 10 (Peso 3) Sobre os recursos linguísticos usados no texto, é correto o que se afirma em A) da carne bovina brasileira (linha 1) exerce a mesma função sintática que a locução da capacidade (linha 2). B) dependem (linha 2) e favorece (linha 7) estão usados com a mesma regência. C) utilizar (linha 3) e contribuir (linha 5) exigem complementos classificados diferentemente. D) uma vez que (linha 7) introduz, no contexto, uma explicação. E) favorece (linha 7) está no singular, concordando com a promoção do desenvolvimento do setor de produção de carne bovina (linhas 6 e 7). Questão 11 (Peso 1) Sobre uma população de 25 mil pessoas, sabe-se que 50% têm mais de 21 anos e de cada 10 pessoas com mais de 21 anos 3 são analfabetas. De acordo com esses dados, o número de analfabetos com mais de 21 anos é igual a A) 1790 B) 2750 C) 2790 D) 3750 E)

5 Questão 12 (Peso 2) Duas impressoras, operando ininterruptamente, podem imprimir x cópias de um texto em 1 hora e 20 minutos e em 2 horas, respectivamente. Operando simultaneamente e sem interrupção, elas podem imprimir esse mesmo número de cópias em um tempo mínimo de A) 38 min. B) 44 min. C) 48 min. D) 54 min. E) 60 min. Questão 13 (Peso 3) Nas últimas eleições, em um determinado município, foi verificada uma diferença igual a 560 entre o número de eleitores, que compareceram às urnas no primeiro e no segundo turno. No primeiro turno, os candidatos X e Y, concorrendo ao mesmo cargo, tiveram, respectivamente, 35% e 40% do total dos votos, sendo os restantes em branco, nulos ou para outros candidatos. No segundo turno, Y obteve o mesmo percentual de votos do primeiro turno, X obteve o mesmo número de votos do primeiro turno e os 2804 votos restantes foram em branco ou nulos. De acordo com essas informações, é correto afirmar que número de eleitores que votaram no primeiro turno foi A) B) 12, C) 1, D) 1, E) 0, Questão 14 (Peso 1) O custo médio diário por paciente atendido em uma enfermaria, em reais, pode ser estimado através da 20x fórmula C(x) =, sendo x o número de pacientes atendidos por dia. x O custo médio diário será inferior a R$ 34,00 quando o número de atendimentos for, A) exatamente, igual a 11. B) no mínimo, igual a 12. C) no mínimo, igual a 13. D) no máximo, igual a 12. E) no máximo, igual a 13. Questão 15 (Peso 2) Um fazendeiro tem 3 filhos de idades distintas e decidiu dividir 39km 2 de suas terras entre eles. A divisão foi feita segundo uma progressão geométrica crescente, de acordo com a idade de cada um, cabendo ao filho mais jovem um terreno com 4m 2 de área. A medida da área do terreno recebido pelo filho mais velho, em m 2, é dada por um número múltiplo inteiro de A) 2 B) 3 C) 5 D) 6 E) 7 5

6 Questão 16 (Peso 3) Um ônibus com 35 lugares costuma ser alugado a grupos que desejem visitar pontos turísticos de uma cidade. O valor cobrado pelo aluguel depende do número de integrantes de cada grupo e é calculado de tal forma que, se todos os 35 lugares forem ocupados, cada passageiro paga R$ 26,00 mas, se nem todos os lugares forem ocupados, cada passageiro pagará, além dos R$ 26,00, um adicional de R$ 2,00 por cada lugar vago. Nessas condições, os grupos que pagarão o maior valor pelo aluguel do ônibus devem ter um número de integrantes igual a A) 24 B) 27 C) 30 D) 32 E) 35 Questão 17 (Peso 3) Um grupo de estudantes concluiu, através de uma pesquisa escolar, que, no ano 2000, o número de habitantes das zonas urbana e rural era o mesmo e que, em 2009, na zona urbana, esse número evoluiu para Além disso, o grupo observou que as populações urbana e rural, a cada ano t, podem ser estimadas em milhares de habitantes, através das fórmulas kt P U(t) = 32 + b2, b, k R * 2 e P R(t) = t Sabendo-se que t = 0 corresponde ao ano 2000, pode-se afirmar que a diferença entre o número de habitantes da zona urbana e a da zona rural, em 2018, pode ser estimada em, aproximadamente, A) B) C) D) E) Questão 18 (Peso 2) Na figura, o segmento PQ representa uma parede vertical e o segmento PN, um painel afixado nessa parede. Para fotografar o painel, uma pessoa, parada a 3,0m de distância da parede, posiciona sua câmera, representada pelo ponto M, a 1,60m acima do solo, focalizando o ponto P segundo um ângulo θ = 30 o com a horizontal. Considerando 3 = 1,7 e a altura do painel PN = 80cm, pode-se afirmar que sua extremidade inferior está a uma distância do solo igual a A) 1,75m. B) 1,90m. C) 2,10m. D) 2,25m. E) 2,50m. 6

7 Questão 19 (Peso 1) Um técnico utiliza etiquetas numeradas para identificar cada raio-x de pacientes atendidos por ele durante o período de um mês. Sabe-se que, em cada etiqueta, é impresso um número distinto formado por 3 ou 4 algarismos diferentes do conjunto E = {1, 2, 3, 4, 5, 6} e que foi utilizada, nesse período, apenas a metade das etiquetas obtidas dessa forma. Nessas condições, pode-se afirmar que o número médio de raios X feitos, por dia, por esse técnico foi A) 8 B) 10 C) 12 D) 14 E) 16 Questão 20 (Peso 2) Idades dos alunos Número de alunos (em anos) Os dados na tabela se referem às idades dos alunos da 1ª série do Ensino Fundamental matriculados em uma escola da zona rural. Considerando-se X, Y e Z, respectivamente, a média, a mediana e a moda dessas idades, pode-se concluir que A) X < Y < Z B) X < Z < Y C) Y < Z < X D) Z < Y < X E) Z < X < Y Questão 21 (Peso 1) A Constituição Federal de 1988 assegura a saúde como A) direito fundamental de todo cidadão contribuinte e dever exclusivo do Estado. B) direito e dever de todos e opção do Estado em fazer tal oferta mediante políticas ambientais e de saneamento básico. C) dever de todo cidadão que paga imposto e direito pleno do Estado em provê-la, conforme orçamento financeiro anual. D) direito universal de todos e dever único do Estado, sobretudo, nos anos eleitorais. E) direito de todo cidadão e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas. 7

8 Questão 22 (Peso 1) Acerca dos requisitos necessários para que municípios e estados recebam os recursos financeiros repassados, de forma regular e automática, pelo Fundo Nacional de Saúde, pode-se afirmar que o único item incorreto é o indicado em A) Fundo de Saúde. B) Conselho de Saúde. C) Plano de Saúde. D) Conferência de Saúde. E) Relatório de Gestão. Questão 23 (Peso 1) Com base nos conhecimentos acerca da legislação do Sistema Único de Saúde, numere a segunda coluna de acordo com a primeira. (1) Lei Federal nº 8.142/90 (2) Portaria GM/MS nº 687/06 (3) Lei Federal nº 8.080/90 (4) Portaria GM/MS nº 648/06 (xx) aprova a Política de Promoção da Saúde. (xx) dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da Saúde. (xx) aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica, para o Programa Saúde da Família e o Programa Agentes Comunitários de Saúde. (xx) dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento das ações e dos serviços de Saúde em todo território nacional. A alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo, é a A) B) C) D) E) Questão 24 (Peso 2) A participação da sociedade organizada, garantida na legislação, torna o Conselho de Saúde um importante instrumento de controle social, exercendo a função de fiscalização, regulação e gerenciamento das ações na saúde. Em relação à organização dos Conselhos de Saúde, pode-se afirmar que A) sua composição é formada por 50% de entidades de usuários, 25% de trabalhadores e prestadores de serviços de Saúde e 25% de representantes do governo. B) o presidente do Conselho será eleito pelo Secretário de Saúde, em reunião plenária. C) o mandato dos conselheiros será definido no Regimento Interno do Conselho, não devendo coincidir com o mandato do governo estadual, municipal ou federal. D) os segmentos que compõem o Conselho de Saúde são escolhidos para representar os seus interesses em particular, no aprimoramento do Sistema Único de Saúde. E) o Conselheiro de Saúde poderá usufruir de privilégios no acesso à assistência à saúde, bem como ser dispensado do trabalho sem prejuízo, durante o período das reuniões, capacitações e ações específicas do Conselho, considerando que sua função é de importância pública. 8

9 Questão 25 (Peso 2) Sobre o Sistema Único de Saúde SUS, pode-se afirmar: A) Os planos de saúde serão à base das atividades e programações de cada nível de direção do SUS. B) A iniciativa privada poderá participar do SUS, em caráter emergencial. C) A assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, priorizando as ações assistenciais, é objetivo do SUS. D) As ações e os serviços de Saúde executados pelo SUS serão organizados de forma hierarquizada, ou seja, do maior nível de complexidade para o menor. E) A assistência à saúde pelo SUS deverá privilegiar a população mais vulnerável de cada município. Questão 26 (Peso 2) Numere a segunda coluna de acordo com a primeira. (1) Vigilância Epidemiológica (2) Vigilância Sanitária (3) Vigilância em Saúde do Trabalhador (xx) busca avaliar o impacto que as tecnologias provocam na saúde. (xx) é o conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos. (xx) realiza o controle de bens de consumo que, direta ou indiretamente, se relacionem com a saúde, compreendidas todas as etapas e todos os processos, da produção ao consumo. A alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo, é a A) B) C) D) E) Questão 27 (Peso 3) A estratégia de Saúde da Família visa à reorganização da Atenção Básica conforme preceitos do Sistema Único de Saúde. A única informação incorreta acerca das características do processo de trabalho da Saúde da Família é a que diz respeito a A) trabalho em equipe, integrando áreas técnicas e profissionais de diferentes formações. B) valorização dos diversos saberes e práticas, visando a uma abordagem integral e resolutiva, possibilitando a criação de vínculos de confiança na comunidade, com ética, compromisso e respeito. C) diagnóstico, programação e implementação das atividades segundo critérios de risco à saúde, priorizando solução dos problemas de saúde mais frequentes. D) definição do território de atuação, mapeamento e reconhecimento da área adstrita, que compreenda o segmento populacional determinado, com atualização eventual e esporádica. E) promoção e estímulo à participação da comunidade no controle social, no planejamento, na execução e na avaliação das ações. 9

10 Questão 28 (Peso 2) Identifique com V os itens verdadeiros e com F, os falsos. Na Política Nacional de Promoção da Saúde, foram priorizadas ações voltadas para a ( ) alimentação saudável. ( ) prevenção e o controle do tabagismo. ( ) promoção da prática religiosa como meio de redução da morbimortalidade em decorrência do uso abusivo de álcool e outras drogas. ( ) redução da morbimortalidade por acidentes de trânsito. ( ) prevenção da violência e o estímulo à cultura de paz. A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a A) V V V V V B) F V V V F C) F F V F V D) V V F V F E) V V F V V Questão 29 (Peso 3) A Promoção da Saúde contribui para a construção de ações que possibilitam responder às necessidades sociais em Saúde. A única afirmativa incorreta em relação às estratégias preconizadas para implementação da Política Nacional de Promoção da Saúde é a referente A) ao estímulo à inserção de ações de promoção da saúde em todos os níveis de atenção, com ênfase na atenção especializada, voltadas às ações de cuidado com o corpo e a saúde. B) à estruturação e ao fortalecimento das ações de promoção da saúde no Sistema Único de Saúde, privilegiando as práticas de saúde sensíveis à realidade do Brasil. C) ao desenvolvimento de estratégias de qualificação em ações de promoção da saúde para profissionais de Saúde inseridos no Sistema Único de Saúde. D) ao apoio ao desenvolvimento de estudos referentes ao impacto na situação de saúde, considerando ações de promoção da saúde. E) à criação da Rede Virtual de Promoção da Saúde. 10

11 Questão 30 (Peso 3) Sobre os princípios e as diretrizes do Sistema Único de Saúde, identifique com V as afirmativas verdadeiras e com F, as falsas. ( ) O princípio da universalidade consiste na garantia de que todos os cidadãos, sem privilégios ou barreiras, devem ter acesso às ações e aos serviços de Saúde públicos e privados conveniados, em todos os níveis do sistema. ( ) A regionalização diz respeito à organização da Rede de Saúde a partir dos diferentes níveis de complexidade dos serviços. ( ) O princípio da integralidade diz respeito à garantia do acesso a um conjunto articulado e contínuo de ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema. ( ) A descentralização com direção única do sistema é entendida como uma redistribuição das responsabilidades quanto às ações e aos serviços de Saúde entre os vários níveis de governo, a partir da ideia de que quanto mais perto do fato a decisão for tomada, mais chance haverá de acerto. ( ) A equidade é um princípio de justiça social porque busca diminuir desigualdades e isso significa tratar desigualmente os desiguais, investindo mais onde a carência é maior. A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a A) V V F F F B) F F V V V C) V V V F V D) F V F V F E) V F V V V Questão 31 (Peso 2) Dos parâmetros de exposição, o que corresponde à quantidade total de carga elétrica que atinge o anodo durante o tempo de exposição dos Raios X é conhecido como A) Kv. B) Ts. C) ma. D) mas. E) Alvo. Questão 32 (Peso 1) Dos exames radiográficos solicitados em perfil, o que se deve realizar mantendo o lado esquerdo próximo ao receptor de imagem (chassi), quando o médico não específica o lado de interesse, é o de A) bacia. B) tórax. C) crânio. D) abdome. E) mandíbula. 11

12 Questão 33 (Peso 2) O contraste tem como finalidade opacificar os órgãos para estudo. O exame contrastado da vesícula biliar, quando a via de administração é venosa, é denominado de A) cistografia. B) colangiografia. C) colecistrografia. D) dacriocistografia. E) histerosalpingografia. Questão 34 (Peso 3) Na incidência Parieto-Orbital (Método de Rhese), o PMS do crânio forma um ângulo de 53º com o filme, o Raio encontra-se perpendicular a ele, sendo o ângulo do RC, em relação ao PMS, o indicado em A) 47º B) 45º C) 37º D) 35º E) 30º Questão 35 (Peso 2) Na realização do exame de crânio, para visualização da sela turca em um aparelho de constante igual a 30, foram usados os seguintes parâmetros de exposição: KV = 60; ma = 150; Ts=0,2; mas= 30. A medida de espessura do crânio radiografado, sabendo-se que o peso do paciente é de 80Kg, é de A) 20 B) 18 C) 15 D) 12 E) 10 12

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde Universidade de Cuiabá - UNIC Núcleo de Disciplinas Integradas Disciplina: Formação Integral em Saúde SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde Profª Andressa Menegaz SUS - Conceito Ações e

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR SANTOS, Elaine Ferreira dos (estagio II), WERNER, Rosiléa Clara (supervisor), rosileawerner@yahoo.com.br

Leia mais

Sistema Único de Saúde (SUS)

Sistema Único de Saúde (SUS) LEIS ORGÂNICAS DA SAÚDE Lei nº 8.080 de 19 de setembro de 1990 Lei nº 8.142 de 28 de dezembro de 1990 Criadas para dar cumprimento ao mandamento constitucional Sistema Único de Saúde (SUS) 1 Lei n o 8.080

Leia mais

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO I. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para atuação privativa do Enfermeiro em Aconselhamento Genético, no âmbito da equipe

Leia mais

PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009

PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009 PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009 Institui no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições

Leia mais

O SUS COMO UM NOVO PACTO SOCIAL

O SUS COMO UM NOVO PACTO SOCIAL O SUS COMO UM NOVO PACTO SOCIAL Profª Carla Pintas O novo pacto social envolve o duplo sentido de que a saúde passa a ser definida como um direito de todos, integrante da condição de cidadania social,

Leia mais

O PACTO PELA VIDA É UM DOS SUBCOMPONENTES DO PACTO PELA SAÚDE PORTARIA 399/06. É O MARCO JURÍDICO DA PRIORIZAÇÃO DA SAÚDE DO IDOSO NO BRASIL

O PACTO PELA VIDA É UM DOS SUBCOMPONENTES DO PACTO PELA SAÚDE PORTARIA 399/06. É O MARCO JURÍDICO DA PRIORIZAÇÃO DA SAÚDE DO IDOSO NO BRASIL SAÚDE DO IDOSO CURSO ESPECÍFICOS ENFERMAGEM - A Saúde do Idoso aparece como uma das prioridades no Pacto pela Vida, o que significa que, pela primeira vez na história das políticas públicas no Brasil,

Leia mais

CONSTITUIÇÃO FEDERAL CONSTITUIÇÃO FEDERAL

CONSTITUIÇÃO FEDERAL CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1 Art. 196: A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário

Leia mais

SAÚDE COMO UM DIREITO DE CIDADANIA

SAÚDE COMO UM DIREITO DE CIDADANIA SAÚDE COMO UM DIREITO DE CIDADANIA José Ivo dos Santos Pedrosa 1 Objetivo: Conhecer os direitos em saúde e noções de cidadania levando o gestor a contribuir nos processos de formulação de políticas públicas.

Leia mais

Perspectivas para a indústria farmacêutica brasileira, seus investimentos e suas pesquisas. Ministério da Saúde Brasília, 12 de agosto de 2015

Perspectivas para a indústria farmacêutica brasileira, seus investimentos e suas pesquisas. Ministério da Saúde Brasília, 12 de agosto de 2015 Perspectivas para a indústria farmacêutica brasileira, seus investimentos e suas pesquisas Ministério da Saúde Brasília, 12 de agosto de 2015 POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Define a assistência

Leia mais

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel CICLO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA O Ciclo da Assistência Farmacêutica compreende um sistema integrado de técnicas, científicas e operacionais SELEÇÃO DE MEDICAMENTOS

Leia mais

São reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições,

São reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, A Constituição Federal de 1988 reconhece aos povos indígenas suas especificidades étnicas e culturais bem como estabelece seus direitos sociais. Dentre as inúmeras proteções conferidas aos povos indígenas

Leia mais

Dispõe sobre a política nacional do idoso, cria o Conselho Nacional do Idoso e dá outras providências.. CAPÍTULO I. Da Finalidade

Dispõe sobre a política nacional do idoso, cria o Conselho Nacional do Idoso e dá outras providências.. CAPÍTULO I. Da Finalidade Dispõe sobre a política nacional do idoso, cria o Conselho Nacional do Idoso e dá outras providências.. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:

Leia mais

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 DOU de 05/10/09 seção 01 nº 190 pág. 51 MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações relativas à Política de Saneamento Básico e

Leia mais

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE Um modelo de assistência descentralizado que busca a integralidade, com a participação da sociedade, e que pretende dar conta da prevenção, promoção e atenção à saúde da população

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 70/2011. A CÂMARA MUNICIPAL DE IPATINGA aprova:

PROJETO DE LEI Nº 70/2011. A CÂMARA MUNICIPAL DE IPATINGA aprova: PROJETO DE LEI Nº 70/2011. Institui a Política Municipal de Mobilidade Urbana. A CÂMARA MUNICIPAL DE IPATINGA aprova: Mobilidade Urbana. Art. 1º Fica instituída, no Município de Ipatinga, a Política Municipal

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE. CAPÍTULO I Da Finalidade. CAPÍTULO II Dos Princípios, Objetivos e Metas Seção I Dos Princípios

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE. CAPÍTULO I Da Finalidade. CAPÍTULO II Dos Princípios, Objetivos e Metas Seção I Dos Princípios LEI N. 1.343, DE 21 DE JULHO DE 2000 Institui a Política Estadual do Idoso - PEI e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE seguinte Lei: FAÇO SABER que a Assembléia Legislativa do Estado

Leia mais

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE X ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO EM UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE INTRODUÇÃO

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE X ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO EM UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE INTRODUÇÃO LÍVIA CRISTINA FRIAS DA SILVA SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE X ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO EM UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE Ms. Maria de Fátima Lires Paiva Orientadora São Luís 2004 INTRODUÇÃO Sistema Único de Saúde - Universalidade

Leia mais

A contribuição do Controle Social para Promoção do Uso Racional de Medicamentos

A contribuição do Controle Social para Promoção do Uso Racional de Medicamentos A contribuição do Controle Social para Promoção do Uso Racional de Medicamentos II Seminário Multiprofissional sobre o Uso Racional de Medicamentos Maceió - 2014 Medicamentos e Uso Racional 1975 28ª Assembleia

Leia mais

Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS

Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS APRESENTAÇÃO O presente documento é resultado de um processo de discussão e negociação que teve a participação de técnicos

Leia mais

A GESTÃO DO CREAS E AS MUDANÇAS COM A TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO

A GESTÃO DO CREAS E AS MUDANÇAS COM A TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO A GESTÃO DO CREAS E AS MUDANÇAS COM A TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO A Assistência Social como política de proteção social configura uma nova situação para o Brasil: garantir proteção a todos, que

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999

PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999 COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999 Dispõe sobre o atendimento obrigatório aos portadores da Doença de Alzheimer no Sistema Único de Saúde - SUS, e dá outras providências.

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO VIII DA ORDEM SOCIAL CAPÍTULO II DA SEGURIDADE SOCIAL Seção II Da Saúde Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante

Leia mais

Como se Tornar um Município Amigo do Idoso. Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso

Como se Tornar um Município Amigo do Idoso. Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso Como se Tornar um Município Amigo do Idoso Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso 2 3 GERALDO ALCKMIN Governador do Estado de São Paulo ROGERIO HAMAM Secretário de Estado de Desenvolvimento

Leia mais

DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE

DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE Paulo Eduardo Elias* Alguns países constroem estruturas de saúde com a finalidade de garantir meios adequados para que as necessidades

Leia mais

b. Completar a implantação da Rede com a construção de hospitais regionais para atendimentos de alta complexidade.

b. Completar a implantação da Rede com a construção de hospitais regionais para atendimentos de alta complexidade. No programa de governo do senador Roberto Requião, candidato ao governo do estado pela coligação Paraná Com Governo (PMDB/PV/PPL), consta um capítulo destinado apenas à universalização do acesso à Saúde.

Leia mais

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense 1. DISCRIMINAÇÃO DO PROJETO Título do Projeto Educação de Qualidade: direito de todo maranhense Início Janeiro de 2015 Período de Execução Término

Leia mais

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 01. Conceitualmente, recrutamento é: (A) Um conjunto de técnicas e procedimentos

Leia mais

Fórum sobre Violações de Direitos dos Povos Indígenas 1. Nota Técnica. O sonho vira pesadelo : sobre as violações do direto à Saúde Indígena no Brasil

Fórum sobre Violações de Direitos dos Povos Indígenas 1. Nota Técnica. O sonho vira pesadelo : sobre as violações do direto à Saúde Indígena no Brasil Fórum sobre Violações de Direitos dos Povos Indígenas 1 Nota Técnica O sonho vira pesadelo : sobre as violações do direto à Saúde Indígena no Brasil Descaso na Saúde Indígena: O sonho vira pesadelo são

Leia mais

Política Nacional sobre Drogas e o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Crack, é possível vencer. SALVADOR/BA ABRIL de 2012

Política Nacional sobre Drogas e o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Crack, é possível vencer. SALVADOR/BA ABRIL de 2012 Política Nacional sobre Drogas e o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Crack, é possível vencer SALVADOR/BA ABRIL de 2012 MARCOS HISTÓRICOS 1998: Adesão do Brasil aos princípios diretivos

Leia mais

Prova Comentada HU UFPR 2015 Legislação SUS

Prova Comentada HU UFPR 2015 Legislação SUS Prova Comentada HU UFPR 2015 Legislação SUS 21. (EBSERH/HU-UFPR-2015) Assinale a alternativa correta sobre a evolução histórica da organização do sistema de saúde no Brasil e a construção do Sistema Único

Leia mais

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO Art. 1º - Corpo Clínico é o conjunto de médicos que se propõe a assumir solidariamente a responsabilidade de prestar atendimento aos usuários que

Leia mais

AGENDA PROPOSITIVA DO CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE

AGENDA PROPOSITIVA DO CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE AGENDA PROPOSITIVA DO CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE Com o objetivo de estimular o debate democrático, o Conselho Nacional de Saúde (CNS) apresenta à sociedade brasileira sua Agenda Propositiva para a Saúde

Leia mais

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08 1 www.romulopassos.com.br / www.questoesnasaude.com.br GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS Professor Rômulo Passos Aula 08 Legislação do SUS Completo e Gratuito Página 1 2 www.romulopassos.com.br

Leia mais

CAPÍTULO I DA FINALIDADE

CAPÍTULO I DA FINALIDADE LEI Nº 1.392, DE 11 DE SETEMBRO DE 2009. DISPÕE SOBRE A POLÍTICA MUNICIPAL DO IDOSO, CRIA O CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO E O FUNDO MUNICIPAL DOS DIREITOS DO IDOSO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. (Alterado pela

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2012

PROJETO DE LEI Nº, DE 2012 PROJETO DE LEI Nº, DE 2012 (Do Sr. Marco Tebaldi) Dispõe sobre o Programa de agendamento de consultas e entrega domiciliar de medicamentos de uso contínuo às pessoas portadoras de necessidades especiais

Leia mais

A SAÚDE NO GOVERNO LULA PROGRAMA DE GOVERNO

A SAÚDE NO GOVERNO LULA PROGRAMA DE GOVERNO A SAÚDE NO GOVERNO LULA PROGRAMA DE GOVERNO ÍNDICE Diagnóstico Princípios Básicos: 1- Redefinição da atuação pública na saúde 2-Saúde como direito de todos 3-Estabilidade e continuidade das políticas de

Leia mais

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul Planejamento Estratégico de TIC da Justiça Militar do Estado do Rio Grande do Sul MAPA ESTRATÉGICO DE TIC DA JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO (RS) MISSÃO: Gerar, manter e atualizar soluções tecnológicas eficazes,

Leia mais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais Especialização em Gestão Estratégica de Apresentação CAMPUS COMÉRCIO Inscrições Abertas Turma 02 --> Início Confirmado: 07/06/2013 últimas vagas até o dia: 05/07/2013 O curso de Especialização em Gestão

Leia mais

Atribuições federativas nos sistemas públicos de garantia de direitos

Atribuições federativas nos sistemas públicos de garantia de direitos Atribuições federativas nos sistemas públicos de garantia de direitos Atribuições federativas nos sistemas públicos de garantia de direitos Características da Federação Brasileira Federação Desigual Federação

Leia mais

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento;

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Objetivo geral Promover a igualdade no mundo do trabalho e a autonomia

Leia mais

PROPOSTA PARA CASAS DE APOIO PARA ADULTOS QUE VIVEM COM HIV/AIDS - ESTADO DE SANTA CATARINA

PROPOSTA PARA CASAS DE APOIO PARA ADULTOS QUE VIVEM COM HIV/AIDS - ESTADO DE SANTA CATARINA ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PROPOSTA PARA CASAS DE APOIO PARA ADULTOS QUE VIVEM COM HIV/AIDS - ESTADO DE SANTA CATARINA

Leia mais

Experiência: VIGILÂNCIA À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

Experiência: VIGILÂNCIA À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE 1 Experiência: VIGILÂNCIA À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Nome fantasia: Projeto de volta prá casa Instituições: Núcleo de Epidemiologia do Serviço de Saúde Comunitária da Gerência de saúde Comunitária

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria para promover estudos, formular proposições e apoiar as Unidades

Leia mais

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SAÚDE. Os Impactos da Judicialização na Saúde Pública e Privada

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SAÚDE. Os Impactos da Judicialização na Saúde Pública e Privada IV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SAÚDE Os Impactos da Judicialização na Saúde Pública e Privada 25/11/2015 HISTÓRICO: Período anterior a CF de 1988 INAMPS População e procedimentos restritos Movimento

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE Prioritária 1: Manter o incentivo aos Programas do Núcleo Apoio da Saúde da Família

Leia mais

Regulamenta o art. 26 da Lei n.º 10.205, de 21/3/2001 - Decreto 3990 de 30/10/2001

Regulamenta o art. 26 da Lei n.º 10.205, de 21/3/2001 - Decreto 3990 de 30/10/2001 Regulamenta o art. 26 da Lei n.º 10.205, de 21/3/2001 - Decreto 3990 de 30/10/2001 Ementa: Regulamenta o art. 26 da Lei n.º 10.205, de 21 de março de 2001, que dispõe sobre a coleta, processamento, estocagem,

Leia mais

PROGRAMA DE GOVERNO DA FRENTE POPULAR A FAVOR DO AMAPÁ PROPOSTAS PARA O AMAPÁ CONTINUAR AVANÇANDO

PROGRAMA DE GOVERNO DA FRENTE POPULAR A FAVOR DO AMAPÁ PROPOSTAS PARA O AMAPÁ CONTINUAR AVANÇANDO PROGRAMA DE GOVERNO DA FRENTE POPULAR A FAVOR DO AMAPÁ PROPOSTAS PARA O AMAPÁ CONTINUAR AVANÇANDO MACAPÁ-AP JULHO DE 2014 ÍNDICE APRESENTAÇÃO 1 INTRODUÇÃO 2 DIRETRIZES 3 PRINCÍPIOS 4 OBJETIVOS ESTRATÉGICOS

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

Grupo de Trabalho da PPI. Política Estadual para Contratualização de Hospitais de Pequeno Porte HPP

Grupo de Trabalho da PPI. Política Estadual para Contratualização de Hospitais de Pequeno Porte HPP Grupo de Trabalho da PPI Política Estadual para Contratualização de Hospitais de Pequeno Porte HPP 29 de março de 2011 Considerando: O processo de regionalização dos Municípios, que objetiva a organização

Leia mais

Nota Técnica. Conceitos da Vigilância Socioassistencial Nº 01. Curitiba, PR. Junho de 2014. Coordenação da Gestão do SUAS

Nota Técnica. Conceitos da Vigilância Socioassistencial Nº 01. Curitiba, PR. Junho de 2014. Coordenação da Gestão do SUAS Nota Técnica Conceitos da Vigilância Socioassistencial Nº 01 Curitiba, PR. Junho de 2014 Coordenação da Gestão do SUAS Conceitos da Vigilância Socioassistencial Finalidade: Considerando a importância da

Leia mais

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO 1. A comunicação durante o processo de enfermagem nem sempre é efetiva como deveria ser para melhorar isto, o enfermeiro precisa desenvolver estratégias de

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 Institui as diretrizes gerais de promoção da saúde do servidor público federal, que visam orientar os órgãos e entidades do Sistema de Pessoal Civil da Administração

Leia mais

O trabalho do CFN amplia o campo de atuação dos nutricionistas.

O trabalho do CFN amplia o campo de atuação dos nutricionistas. O trabalho do CFN amplia o campo de atuação dos nutricionistas. Quando o campo se expande, mais profissionais chegam ao mercado, mais áreas de atuação se formam e a categoria conquista mais visibilidade.

Leia mais

Alocação de Recursos e Regionalização no SUS

Alocação de Recursos e Regionalização no SUS Alocação de Recursos e Regionalização no SUS Áquilas Mendes Professor Doutor Livre-Docente de Economia da Saúde da FSP-USP e do Departamento de Economia da PUC-SP ABRES Encontro Alocação de Recursos e

Leia mais

SAÚDE. Coordenador: Liliane Espinosa de Mello

SAÚDE. Coordenador: Liliane Espinosa de Mello Coordenador: Liliane Espinosa de Mello SAÚDE Visão: Que Santa Maria seja o principal Polo na Área de Saúde do interior do Rio Grande do Sul, contribuindo para a melhor qualidade de vida da população da

Leia mais

Modelos Assistenciais em Saúde

Modelos Assistenciais em Saúde 6 Modelos Assistenciais em Saúde Telma Terezinha Ribeiro da Silva Especialista em Gestão de Saúde A análise do desenvolvimento das políticas de saúde e das suas repercussões sobre modos de intervenção

Leia mais

regionalização e contratos organizativos de ação pública.

regionalização e contratos organizativos de ação pública. A Regulamentação da Lei 8.080/90: A Regulamentação da Lei 8.080/90: regionalização e contratos organizativos de ação pública. Seminário Nacional PRÓ Saúde e PET Saúde Brasília, 19 de outubro de 2011.,

Leia mais

QUANTO ANTES VOCÊ TRATAR, MAIS FÁCIL CURAR.

QUANTO ANTES VOCÊ TRATAR, MAIS FÁCIL CURAR. QUANTO ANTES VOCÊ TRATAR, MAIS FÁCIL CURAR. E você, profissional de saúde, precisa estar bem informado para contribuir no controle da tuberculose. ACOLHIMENTO O acolhimento na assistência à saúde diz respeito

Leia mais

Mercado de Saúde no Brasil Jaqueline Castro 4009 5172 residecoadm.hu@ufjf.edu.br

Mercado de Saúde no Brasil Jaqueline Castro 4009 5172 residecoadm.hu@ufjf.edu.br Constituição de 1988 Implantação do SUS Mercado de Saúde no Brasil Jaqueline Castro 4009 5172 residecoadm.hu@ufjf.edu.br Universalidade, Integralidade e Participação Social As instituições privadas participam

Leia mais

SELO SÃO PAULO AMIGO DO IDOSO

SELO SÃO PAULO AMIGO DO IDOSO SELO SÃO PAULO AMIGO DO IDOSO CEPAM 12/11/2014 Comitê Intersecretarial / Desenvolvimento Social 1 Uma CIDADE AMIGA DO IDOSO estimula o envelhecimento ativo ao otimizar as oportunidades de saúde, participação

Leia mais

PLANO OPERATIVO DA POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE INTEGRAL DA POPULAÇÃO DO CAMPO E DA FLORESTA

PLANO OPERATIVO DA POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE INTEGRAL DA POPULAÇÃO DO CAMPO E DA FLORESTA PLANO OPERATIVO DA POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE INTEGRAL DA POPULAÇÃO DO CAMPO E DA FLORESTA Departamento de Apoio à Gestão Participativa /DAGEP Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa /SGEP Ministério

Leia mais

REDUÇÃO DE DANOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE

REDUÇÃO DE DANOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE REDUÇÃO DE DANOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE Prevalência do HIV nas Populações mais Vulneráveis População em geral 0,65% Profissionais do sexo 6,6% Presidiários - 20% Usuários de drogas injetáveis 36,5% REDUÇÃO

Leia mais

II TEXTO ORIENTADOR 1. APRESENTAÇÃO

II TEXTO ORIENTADOR 1. APRESENTAÇÃO II TEXTO ORIENTADOR 1. APRESENTAÇÃO A III Conferência Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência acontece em um momento histórico dos Movimentos Sociais, uma vez que atingiu o quarto ano de ratificação

Leia mais

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre N o Brasil há 2.361 municípios, em 23 estados, onde vivem mais de 38,3 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza. Para eles, o Governo Federal criou

Leia mais

MMX - Controladas e Coligadas

MMX - Controladas e Coligadas POLITICA CORPORATIVA PC. 1.16.01 Política de Meio Ambiente Emissão: 02/10/06 1 Objetivo: Estabelecer diretrizes visando proteger os recursos naturais e o meio ambiente em todas das unidades operacionais.

Leia mais

LEI Nº 310/2009, DE 15 DE JUNHO DE 2009.

LEI Nº 310/2009, DE 15 DE JUNHO DE 2009. LEI Nº 310/2009, DE 15 DE JUNHO DE 2009. DISPÕE SOBRE A REESTRUTURAÇÃO DO DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE SAÚDE, CRIAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL, DA DIVISÃO DE MEIO-AMBIENTE E

Leia mais

Msc. Luiz Henrique Costa Coordenador Geral de Assistência Farmacêutica e Medicamentos Estratégicos/SCTIE/MS

Msc. Luiz Henrique Costa Coordenador Geral de Assistência Farmacêutica e Medicamentos Estratégicos/SCTIE/MS Msc. Luiz Henrique Costa Coordenador Geral de Assistência Farmacêutica e Medicamentos Estratégicos/SCTIE/MS Assistência Farmacêutica Histórico 1990: Criação da lei Orgânica do SUS Equidade Universalidade

Leia mais

NOTA TÉCNICA 50 2013 REGULAMENTAÇÃO DO INCENTIVO ÀS AÇÕES DE VIGILÂNCIA, PREVENÇÃO E CONTROLE DAS DST/AIDS E HEPATITES VIRAIS

NOTA TÉCNICA 50 2013 REGULAMENTAÇÃO DO INCENTIVO ÀS AÇÕES DE VIGILÂNCIA, PREVENÇÃO E CONTROLE DAS DST/AIDS E HEPATITES VIRAIS NOTA TÉCNICA 50 2013 REGULAMENTAÇÃO DO INCENTIVO ÀS AÇÕES DE VIGILÂNCIA, PREVENÇÃO E CONTROLE DAS DST/AIDS E HEPATITES VIRAIS Brasília, 18 de novembro de 2013 REGULAMENTAÇÃO DO INCENTIVO ÀS AÇÕES DE VIGILÂNCIA,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E FINALIDADE

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E FINALIDADE REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E FINALIDADE Art. 1º - O Conselho Municipal do Idoso CMI de Carlos Barbosa, criado pela Lei Municipal nº 1754,

Leia mais

Audiência Pública no Senado Federal

Audiência Pública no Senado Federal Audiência Pública no Senado Federal Comissão de Educação, Cultura e Esporte Brasília DF, 7 de maio de 2008 1 Audiência Pública Instruir o PLS n o 026 de 2007, que Altera a Lei n o 7.498, de 25 de junho

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O NASF

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O NASF PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O NASF Preocupados com inúmeros questionamentos recebidos pela Comissão Nacional de Saúde Pública Veterinária do Conselho Federal de Medicina Veterinária, a CNSPV/CFMV vem por

Leia mais

Centro POP Infraestrutura

Centro POP Infraestrutura CENTRO POP Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua Centro POP Infraestrutura Onde deve ser localizado o Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS SENADO FEDERAL BRASÍLIA, 16 DE MAIO DE 2013 Criação de um novo departamento dentro da SAS: DAET- Departamento de Atenção

Leia mais

Atenção à Saúde e Saúde Mental em Situações de Desastres

Atenção à Saúde e Saúde Mental em Situações de Desastres Atenção à Saúde e Saúde Mental em Situações de Desastres Desastre: interrupção grave do funcionamento normal de uma comunidade que supera sua capacidade de resposta e recuperação. Principais causas de

Leia mais

EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS

EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS Garantir a elaboração e implementação da Política e do Plano Decenal de Direitos Humanos de Criança e Adolescente

Leia mais

(Publicada no D.O.U em 30/07/2009)

(Publicada no D.O.U em 30/07/2009) MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS RESOLUÇÃO N o 98, DE 26 DE MARÇO DE 2009 (Publicada no D.O.U em 30/07/2009) Estabelece princípios, fundamentos e diretrizes para a educação,

Leia mais

O CUIDADO PRESTADO AO PACIENTE ONCOLÓGICO PELA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA

O CUIDADO PRESTADO AO PACIENTE ONCOLÓGICO PELA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 O CUIDADO PRESTADO AO PACIENTE ONCOLÓGICO PELA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA Aline Paula

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA PREFEITURA DE JUIZ FORA SECRETARIA DE SAÚDE PROGRAMA DE EDUCAÇÃO PELO TRABALHO PARA A SAÚDE PET SAÚDE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA PREFEITURA DE JUIZ FORA SECRETARIA DE SAÚDE PROGRAMA DE EDUCAÇÃO PELO TRABALHO PARA A SAÚDE PET SAÚDE UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA PREFEITURA DE JUIZ FORA SECRETARIA DE SAÚDE PROGRAMA DE EDUCAÇÃO PELO TRABALHO PARA A SAÚDE PET SAÚDE UAPS INDUSTRIAL Construindo planejamento em saúde JUIZ DE FORA

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL SANTANA DA VARGEM www.santanadavargem.cam.mg.gov.br

CÂMARA MUNICIPAL SANTANA DA VARGEM www.santanadavargem.cam.mg.gov.br LEI Nº 1342 /2014 Dispõe sobre a criação e regulamentação do Programa Social de Garantia aos Direitos Fundamentais de Moradia, Alimentação e Saúde no Município de Santana da Vargem, a organização e o funcionamento

Leia mais

SAÚDE DA PESSOA IDOSA. Karla Bandeira Assistente Social HUOC/UPE Promotoria da Pessoa Idosa do Ministério Público Conselho Estadual do Idoso

SAÚDE DA PESSOA IDOSA. Karla Bandeira Assistente Social HUOC/UPE Promotoria da Pessoa Idosa do Ministério Público Conselho Estadual do Idoso SAÚDE DA PESSOA IDOSA Karla Bandeira Assistente Social HUOC/UPE Promotoria da Pessoa Idosa do Ministério Público Conselho Estadual do Idoso Ninguém duvida que O SUS é uma das grandes conquistas da Constituição

Leia mais

CURSO: ENFERMAGEM. Objetivos Específicos 1- Estudar a evolução histórica do cuidado e a inserção da Enfermagem quanto às

CURSO: ENFERMAGEM. Objetivos Específicos 1- Estudar a evolução histórica do cuidado e a inserção da Enfermagem quanto às CURSO: ENFERMAGEM Missão Formar para atuar em Enfermeiros qualificados todos os níveis de complexidade da assistência ao ser humano em sua integralidade, no contexto do Sistema Único de Saúde e do sistema

Leia mais

CICLO DE INOVAÇÃO NA GESTÃO PÚBLICA 14/07/2014. Infrahosp

CICLO DE INOVAÇÃO NA GESTÃO PÚBLICA 14/07/2014. Infrahosp Infrahosp Julho 2014 1 Sumário Categoria:... 3 Temática... 3 Ementa... 3 Ideia... 4 Infrahosp... 4 Nome do Pré-Projeto:... 4 Órgão executor:... 4 Início / Término da implementação:... 4 Público-alvo:...

Leia mais

AGENDA PARA INTENSIFICAÇÃO DA ATENÇÃO NUTRICIONAL À DESNUTRIÇÃO INFANTIL

AGENDA PARA INTENSIFICAÇÃO DA ATENÇÃO NUTRICIONAL À DESNUTRIÇÃO INFANTIL MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO-GERAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO AGENDA PARA INTENSIFICAÇÃO DA ATENÇÃO NUTRICIONAL À DESNUTRIÇÃO INFANTIL Cenário

Leia mais

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS PAPÉIS E COMPETÊNCIAS O SERVIÇO PSICOSSOCIAL NO CREAS... O atendimento psicossocial no serviço é efetuar e garantir o atendimento especializado (brasil,2006). Os profissionais envolvidos no atendimento

Leia mais

O trabalho social com famílias. no âmbito do Serviço de Proteção e. Atendimento Integral à Família - PAIF

O trabalho social com famílias. no âmbito do Serviço de Proteção e. Atendimento Integral à Família - PAIF O trabalho social com famílias no âmbito do Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família - PAIF Contexto Social: Acesso diferencial às informações Uso e abuso de substâncias psicoativas Nulo ou

Leia mais

Mais informações: www.saude.gov.br/academiadasaude http://www.atencaobasica.org.br/comunidades/academia-da-saude

Mais informações: www.saude.gov.br/academiadasaude http://www.atencaobasica.org.br/comunidades/academia-da-saude Ministério da Saúde Brasília - DF 2014 Ministério da Saúde Brasília - DF 2014 CARTILHA INFORMATIVA Quais são as políticas que subsidiam o Programa Academia da Saúde? Política Nacional de Atenção Básica

Leia mais

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS Art. 1. A Política de Assistência Estudantil da Pós-Graduação da UFGD é um arcabouço de princípios e diretrizes

Leia mais

CENTRO DE OSTEOPATIA MAÇÃS PLACE

CENTRO DE OSTEOPATIA MAÇÃS PLACE CENTRO DE OSTEOPATIA MAÇÃS PLACE Quem somos A nossa equipa apresenta um atendimento personalizado ao nível da Osteopatia através de uma abordagem multidisciplinar de qualidade, avaliação, diagnóstico e

Leia mais

Porque a violência e o trauma tornaram-se um problema de Saúde Pública e o que fazer para diminuir sua incidência?

Porque a violência e o trauma tornaram-se um problema de Saúde Pública e o que fazer para diminuir sua incidência? Porque a violência e o trauma tornaram-se um problema de Saúde Pública e o que fazer para diminuir sua incidência? Dados preliminares do sistema de informações de mortalidade do Ministério da Saúde de

Leia mais

Protocolo de Gestão Integrada de Serviços, Benefícios e Transferências de Renda no âmbito do Sistema Único de Assistência Social

Protocolo de Gestão Integrada de Serviços, Benefícios e Transferências de Renda no âmbito do Sistema Único de Assistência Social Protocolo de Gestão Integrada de Serviços, Benefícios e Transferências de Renda no âmbito do Sistema Único de Assistência Social Ms. Waleska Ramalho Ribeiro - UFPB A concepção republicana do SUAS requer

Leia mais

O Nutricionista nas Políticas Públicas: atuação no Sistema Único de Saúde

O Nutricionista nas Políticas Públicas: atuação no Sistema Único de Saúde O Nutricionista nas Políticas Públicas: atuação no Sistema Único de Saúde Patrícia Constante Jaime CGAN/DAB/SAS/MS Encontro sobre Qualidade na Formação e Exercício Profissional do Nutricionista Brasília,

Leia mais

IX Conferência Nacional de Assistência Social. Orientações para a realização das Conferências Municipais de Assistência Social

IX Conferência Nacional de Assistência Social. Orientações para a realização das Conferências Municipais de Assistência Social IX Conferência Nacional de Assistência Social Orientações para a realização das Conferências Municipais de Assistência Social Programação da conferência poderá incluir: 1. Momento de Abertura, que contará

Leia mais

LEI Nº 982 DE 16 DE MAIO DE 2013.

LEI Nº 982 DE 16 DE MAIO DE 2013. LEI Nº 982 DE 16 DE MAIO DE 2013. Dispõe sobre a criação, composição, competência e funcionamento do Conselho Municipal de Esporte e Lazer CMEL. O Povo do Município de Turvolândia Estado de Minas Gerais,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CONSELHO GESTOR DAS UNIDADES DE SAUDE

REGIMENTO INTERNO CONSELHO GESTOR DAS UNIDADES DE SAUDE REGIMENTO INTERNO CONSELHO GESTOR DAS UNIDADES DE SAUDE SEÇÃO I Da Instituição: Art. 1º - O presente Regimento Interno, regula as atividades e as atribuições do Conselho Gestor na Unidade de Saúde, conforme

Leia mais

Em defesa da Saúde pública para todos

Em defesa da Saúde pública para todos Boletim Econômico Edição nº 57 março de 2015 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Em defesa da Saúde pública para todos 1 A saúde pública faz parte do sistema de Seguridade Social

Leia mais