UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA-UDESC CENTRO DE ARTES-CEART ARTES VISUAIS-LICENCIATURA

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1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA-UDESC CENTRO DE ARTES-CEART ARTES VISUAIS-LICENCIATURA SAPATOS: MEMÓRIA, HISTÓRIA E NARRATIVAS- ALGUMAS PROBLEMATIZAÇÕES SOBRE O ENSINO DAS ARTES VISUAIS E A FORMAÇÃO DOCENTE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ADNA DA SILVA FLORIANÓPOLIS, 2011.

2 1 ADNA DA SILVA SAPATOS: MEMÓRIA, HISTÓRIAS E NARRATIVAS- ALGUMAS PROBLEMATIZAÇÕES SOBRE O ENSINO DAS ARTES VISUAIS E A FORMAÇÃO DOCENTE Trabalho de conclusão apresentado ao curso de Artes Visuais do Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina como requisito parcial para obtenção do grau de Licenciatura em Artes Visuais. Orientadora: Angélica D Avila Tasquetto Florianópolis

3 ADNA DA SILVA SAPATOS: MEMÓRIA, HISTÓRIAS E NARRATIVAS - ALGUMAS PROBLEMATIZAÇÕES SOBRE O ENSINO DAS ARTES VISUAIS E A FORMAÇÃO DOCENTE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO A banca examinadora abaixo assinada aprova o trabalho de conclusão de curso Angélica D Avila Tasquetto, Mestre (orientadora) Carlos Krauz, Mestre

4 3 Jocieli Lampert, Dra. AGRADECIMENTOS Agradeço a DEUS fonte de toda minha sabedoria e existência. Neste meu percurso e pelos caminhos trilhados, agradeço a todos que de alguma forma fizeram parte deste trabalho... Aos meus pais. Meus irmãos: Sérgio, Beth e Walery, cunhados Maciel e Lucelena, e aos meus sobrinhos: Débora, Fabíola e Ezequiel, Leandro, Rebecka e Sofia, Rúbia e Thiago, Lucas. Em especial a professora Angélica, pela sua orientação, pela sua paciência e por saber me compreender e acreditar no desenvolvimento do estágio e desta pesquisa. A todos os professores da UDESC pelo trilhar dos caminhos do aprendizado das Artes Visuais. As amigas Kelma, Mirian e Tânea, por tudo que aprendi com elas. Ao amigo Lindolfo Martelli por compartilhar seus conhecimentos. A AEBAS por acreditar no meu trabalho.

5 4 Fazer uma experiência quer dizer, portanto deixar-nos abordar em nós próprios pelo que nos interpela, entrando e submetendo-nos a isso. Podemos ser assim transformados por tais experiências, de um dia para o outro ou no transcurso do tempo. Heidegger

6 5 Resumo Esta pesquisa tem por temática o ensino das artes visuais, trilhando caminhos da memória, de vivências e da formação docente. Tendo no objeto sapato e suas representações o mote problematizador da experiência e da prática do estágio curricular, com base nas obras dos artistas Van Gogh e Sebastião Salgado. Tendo por objetivo trazer significações para o ensino das artes visuais, com a intenção de discutir as potencialidades das imagens em estudo, propondo um encontro com as vivências dos alunos. Para o desenvolvimento desta pesquisa trago como referenciais teóricos os autores: Izquiérdo ( 2002) e Josso (2004) ao abordar as questões de memória e vivências; Chizzotti (2005) para abordagem qualitativa; Hernandéz (2005), Oliveira (2005) (2009) (2011), Frange (2003), Coutinho (2003), Rizzi (2203)e Barbosa (2003) (2005), para as questões da formação docente e do ensino das artes visuais. A intenção deste trabalho é trazer a narrativa de uma experiência no estágio curricular e as possibilidades do ensino das artes visuais numa visão contemporânea. Palavras chaves: Memória; Narrativa; Formação docente; Ensino das Artes Visuais.

7 6 SUMÁRIO INTRODUZINDO OS PASSOS COMO FUI CONSTRUINDO OS CAMINHOS TRILHADOS Temática Objetivos Objetivo Geral Objetivo Específico Questões da pesquisa Abordagem investigativa Participantes e espaço de pesquisa Instrumentos de coleta de dados Períodos de coleta Procedimentos REFERÊNCIAS DE UM PERCURSO Lembranças de uma vivência Lugares de passagem e caminhos contínuos Tempo para sentir, perceber, olhar e reconstruir TRILHANDO CAMINHOS E PERCORRENDO MEMÓRIAS DAQUILO QUE SOUBE... MAS DO QUE AINDA VOU SABER REFERÊNCIAS REFERÊNCIAS CONSULTADAS ANEXO... 67

8 7 Introduzindo os Passos O trabalho ora apresentado busca falar do percurso de vida em constante formação, e como se dá neste contexto o ensino das artes visuais que por sua vez, está intimamente relacionado à memória, ao cotidiano e as minhas vivências como estagiária e dos alunos com os quais convivi durante meu percurso formativo. A problemática desta pesquisa foi desenvolvida no estágio curricular supervisionado IV do curso de Artes Visuais da Universidade do Estado de Santa Catarina-UDESC, com alunos do curso de magistério da escola Estadual Professor Aníbal Nunes Pires no Bairro de Capoeiras em Florianópolis. Partiu de momentos de reflexão sobre suas memórias, seus percursos, entrecruzando com minhas memórias e vivências cotidianas, ou seja, momentos que compõe nossa formação. Estes pontos são considerados como fatores primordiais para que a pesquisa acontecesse fazendo ponte com as linguagens das artes visuais. Esta pesquisa contribuiu para a ampliação da minha formação, aprofundando meus conhecimentos no campo do ensino das artes visuais, possibilitando que novos caminhos pudessem ser desvendados. Este trabalho contém relatos da minha infância, da interface de minha experiência como aluna e estagiária com as experiências e vivências dos alunos no estágio. É um olhar no passado trazendo para a contemporaneidade, mostrando nosso modo de habitar o mundo, de olhar o outro e o entorno, buscando significações a partir de uma obra de arte para entender os percursos e o caminhar dos seres humanos. Segundo Hernández (2005, p.31) estamos rodeados de representações visuais que afetam nosso modo de ser, viver, de olhar o mundo, de fazer diferentes leituras do espaço, as representações visuais contribuem assim como os espelhos, para a constituição de maneiras e de modos de ser. Ainda para o autor recebemos influências das representações visuais desde nosso nascimento, as representações derivam-se e ao mesmo tempo interagem de e com as formas de relação que cada ser humano estabelece, também com as formas de socialização e aculturação nas quais cada um se encontra imerso desde o nascimento e no decorrer da vida. (HERNÁNDEZ, 2005, p.31).

9 8 Volto ao meu passado, lembranças da infância quando percorria as fábricas de sapatos com minha mãe que os comercializava. Lembro do cheiro do couro, do ambiente da fábrica, do barulho das máquinas, das formas e cores diferenciadas, relacionando-os com os conteúdos das aulas de história da arte as quais provocaram a memória de minhas experiências e histórias de vida. São estes registros de consciência que nos fazem entender a nós mesmos e a forma como vivemos. A tomada de consciência dos registros presentes na narração permite conhecer as sensibilidades os saberes que cada um de nós tem à sua disposição na leitura de si mesmo e do seu meio (JOSSO, 2004, p.134). São percursos de construção do trabalho no contexto do estágio curricular, de meu projeto de formação docente. A memória está presente nas ações do homem. É a capacidade que nós, seres humanos temos de conseguir conservar e retomar certas informações de nossa vida ou impressões do passado trazendo-as para o presente. Nossa memória tem a capacidade de armazenar informações que podem voltar ao presente diante de outras informações e impressões ou imagens. Segundo Izquiérdo, (2002, p.16) [...] umas são muito visuais [...] outras só olfativas [...]. É o tempo fragmentado diante das imagens, sons e sentidos. Desta forma, este trabalho teve no objeto sapato e suas representações o mote problematizador da experiência prática e construtiva do estágio para compreender o ensino e o aprendizado das artes visuais. Com base nas obras dos artistas Van Gogh e Sebastião Salgado, busco significações para o ensino das artes visuais com a intenção de discutir sobre as potencialidades de cada imagem como linguagem artística, narrativa, bem como sua intensidade expressiva, propondo encontros significativos entre as imagens e a vivência dos alunos. Relaciono as experiências dos artistas com as minhas próprias experiências e a dos alunos participantes deste projeto. A investigação realizada teve por base o campo das artes visuais, como uma área específica de pesquisa que se relaciona com as demais áreas, desenvolvendo o pensamento artístico e a reflexão, compreendendo e identificando a arte como fato histórico contextualizado, possibilitando através deste pensar a emergência de modos de perceber, sentir e articular significados e valores.

10 9 A pesquisa teve como objetivo geral, proporcionar ao aluno momentos de reflexão de suas experiências cotidianas a partir do estudo e análise das Obras dos artistas Van Gogh e Sebastião Salgado onde os mesmos retrataram suas vivências e suas percepções do mundo. A investigação teve como objetivos específicos: possibilitar ao aluno visão e leitura de mundo, pensando o conhecimento da arte atrelado a sua própria cultura e ao conhecimento de si mesmo; problematizar acerca das experiências individuais, pensando o modo como se relaciona com o mundo, como expressa a realidade sentida e percebida; relacionar as obras dos artistas em estudo, com a vivência do aluno e da minha formação, trazendo significações para nossas narrativas visuais e textuais, e por fim, proporcionar ao aluno a experiência de expressar-se por meio de uma produção tridimensional e textual e de registro fotográfico, pensando o visual e suas significações. A intenção deste estágio onde vivenciei minha pesquisa foi fazer com que eu e os alunos em formação de magistério refletíssemos sobre nossas trajetórias, nossos olhares, concepções e expectativas como seres atuantes na sociedade. Segundo Hernández, (2005, p.37) Um itinerário em que revisam e reflexionam sobre suas trajetórias como estudantes, na escola e na universidade, e como estas experiências repercutem em seu processo de construção de uma identidade como docentes. O que significa também que o objeto sapato no contexto deste trabalho foi um mote para começarmos a refletir e resgatar nossas experiências de vida tomando consciência da nossa formação, trazendo possibilidades de aprender e ensinar arte. Apresento as minhas narrativas como professora em formação inicial e as narrativas do grupo pesquisado, que implicam em tornar a própria experiência vivida em núcleo do estudo, o que, por sua vez, demanda entrar em contato com diferentes memórias, representações, subjetividades e narrativas que o trabalho por hora comporta. Após a introdução desta pesquisa passo a apresentar o desenvolvimento deste trabalho que está dividido em três capítulos, os quais apresentam-se desta forma: Metodologia, Referencial teórico e Análise do tema. Nestes capítulos estão os sub-capítulos. Na metodologia e no primeiro sub-capítulo trago a discussão de como cheguei a temática deste trabalho. Nos objetivos apresento a compreensão

11 10 do ensino de artes visuais e as possíveis relações com as vivências dos alunos. Trago as questões da pesquisa que pautaram por uma discussão da memória, formação docente e o ensino das artes visuais. O trabalho apresenta uma abordagem qualitativa com os dados levantados através de registros fotográficos, processos criativos e questões levantadas a partir da experiência vivida no estágio. No sub-capítulo participantes, situo onde foi desenvolvida a pesquisa e as pessoas que fizeram parte desta trajetória. Para os instrumentos de coletas de dados, apresento os recursos utilizados para efetivação desta etapa. Em seguida apresento o período que compreendeu estes momentos vividos no trabalho. Na parte dos procedimentos trago as discussões teóricas a partir das imagens das obras dos artistas Van Gogh e Sebastião Salgado e a relação com as práticas desenvolvidas no estágio. No capítulo do referencial teórico, apresento no sub-capítulo memória, como as lembranças da minha vida fizeram parte da formação acadêmica e docente, sendo que trago a discussão de como se deu esta experiência onde relaciono com a vivência também dos alunos com o qual convivi no estágio. E por último apresento questões do ensino das artes visuais com uma visão dos teóricos e das práticas vivenciadas no estágio. No capítulo da análise do tema, procuro responder as questões levantadas durante esta pesquisa trazendo o desenvolvimento das práticas do estágio. Para o desenvolvimento do trabalho trago os autores Izquiérdo (2002) e Josso (2004) quando apresento as discussões sobre a memória. O autor Chizzotti (2005) para abordagem qualitativa. E para as demais discussões Apresento: Hernádez (2005), Oliveira (2005) (2009) (2011), Coutinho (2003), Barbosa (2003) (2005), Rizzi (2003), Frange (2003) que foram pertinentes para os diálogos estabelecidos nesta pesquisa. Para os significados das palavras identidade e memória consulto o Dicionário Aurélio (1999). Trago também as imagens e as colagens colocadas no decorrer deste trabalho, as quais interagem em um diálogo com o texto escrito. Tais imagens decorrem dos artistas investigados: Van Gogh 1 e Sebastião Salgado 2, bem como 1 Imagens coletadas no site: Acesso: 10/03/11 às 21h.

12 11 daquelas coletadas no decorrer do percurso investigativo do estágio curricular. As imagens não são meras ilustrações, pois foram selecionadas no período do estágio, assim fazendo parte das ilustrações desta pesquisa, bem como fazendo ponte com as discussões levantadas. 1. COMO FUI CONSTRUINDO OS CAMINHOS TRILHADOS 1.1Temática 2 Imagens coletadas no site: Acesso: 10/03/11 às 21h.

13 12 O tema abordado emergiu no período acadêmico, quando conheci referências teóricas, artistas que vieram ao encontro dos meus interesses. Estas referências conduziram-me à reflexão de determinados assuntos por mim vivenciados e que me vieram à memória. Este retorno ao passado criou recortes entre minha vida e experiências do percurso acadêmico, levando a percepção de que, a experiência de vida e o meu cotidiano geram possibilidades de aprender e ensinar arte. Desta forma surgiu a temática desta pesquisa, que por hora passo a contar. Em uma das aulas de Teoria de História da Arte conheci uma série de imagens da obra de Van Gogh onde o mesmo retrata sua trajetória de vida quando conviveu com mineiros e lavradores, conhecendo a vida dura destes trabalhadores. Observando as formas e as texturas encontradas nestas obras, percebo a subjetividade retratada nos minuciosos detalhes. Também através das cores e das texturas, observo a inquietação do artista, o desejo de colocar na pintura todo sentimento vivido e percebido. Todo este conhecimento fez retomar a minha infância quando visitava fábricas de sapatos com minha mãe que os comercializava buscando-os no pólo calçadista de Santa Catarina, em Canelinha e São João Batista. Lembro-me dos operários com seus simples sapatos criando e produzindo outros sapatos que seriam lançados no mercado. Neste período não conseguia entender estes extremos, o dia-a-dia dos operários marcados em seus sapatos de cores escuras, de material grosseiro contrastando com suas delicadas e belas criações, que na época conheci. A contradição entre os simples sapatos por eles usados em suas jornadas trabalho e a variedade de estilos, cores, formatos, e a delicadeza do objeto sapato por eles criados. Para a autora Josso (2004, p.43) [...] as histórias da nossa infância são os primeiros elementos de uma aprendizagem que sinalizam que ser humano é também criar as histórias que simbolizam a nossa compreensão das coisas da vida. Desta forma, percebo que Os pares de sapatos representados pelo artista Van Gogh testemunham a forte influência da vivência do artista com a vida rural, como também de sua experiência nas minas carboníferas da Holanda. Retrata em suas obras o aspecto rude dos sapatos gastos pelo uso, e suas

14 13 Imagem da obra do artista Van Gogh marcas nos contam um pouco sobre a vida de quem os usou e os caminhos laboriosos que percorreram. Este recorte da história da arte me levou à muitos desdobramentos e um deles foi pensar esta vivência do artista com a minha, o meu cotidiano, a minha memória, procurando assim, levar esta experiência para a sala de aula no período do estágio, propondo atividades ligadas ao ensino da arte, explorando a experiência e a realidade do cotidiano do aluno. Com esta visualidade, busquei proporcionar ao aluno condições de conhecer melhor a sociedade em que vive, interpretando a cultura de sua época e tomando conhecimento de outras épocas e povos. O ensino de arte se torna mais abrangente quando utiliza representações visuais, pois elas permitem a aprendizagem de tudo o que os textos escritos não conseguem dar conta. Com a temática da memória, e das vivências relacionadas ao objeto sapato procurei proporcionar ao aluno atividades que agregassem sentidos, representações, inquietações, e novas interpretações de valores, pois o aluno está inserido num ambiente cheio de significados em potencial, e esses se tornam disponíveis à medida que ele age e interage dentro dessa história.

15 14 O objeto sapato foi, no contexto da pesquisa, uma metáfora para começarmos a refletir sobre nossas escolhas, nosso percurso, para também começar a trilhar o caminho por onde aprender e ensinar arte com as imagens das obras dos artistas Van Gogh e Sebastião Salgado. Estes artistas produziram obras em diferentes linguagens visuais, em diferentes épocas, criaram composições em que o olhar se voltou para um tema social, vivido, sentido e percebido pelos artistas, revelando a experiência de vida dos artistas, e expressando o olhar atento do artista, mostrando a sua relevância. Representando a passagem de pessoas anônimas, apresentando sua humanidade, como também dúvidas, escolhas expressas em seus caminhos e descaminhos. Para Hernández (2005), isto significa considerar que as representações visuais são portadoras e mediadoras de posições discursivas que contribuem para pensar o mundo, pensar como sujeitos, e que fixam a realidade de como olhar e ser olhado. A conexão da temática dos sapatos com a experiência de vida dos artistas, com a minha história de vida e memória, bem como com a experiência dos alunos do estágio, contribuiu para compreender nossas experiências e compreender o que tiramos desta vivência. Segundo Josso, (2004, p.43) [...] as experiências de que falam as recordações referências constitutivas das narrativas de formação, contam não o que a vida lhes ensinou, mas o que se aprendeu experencialmente nas circunstâncias da vida. O estágio me levou a pensar a prática docente, as práticas educacionais e de como fazer com que o aluno sinta suas interpretações mais próximas da sua realidade, percebendo que as imagens dos artistas em estudo podem ser contextualizadas. Para Hernandéz (2005), estamos imersos numa avalanche de imagens e é preciso aprender a lê-las e interpretá-las para compreender e dar sentido ao mundo em que vivemos. Assim o aluno passa a ser leitor, intérprete e crítico de todas as imagens presentes em seu cotidiano. [...] educação, experiência e vida estão inexoravelmente conectadas. (DEWEY apud HERNÁNDEZ, 2005, p.37). O autor ainda cita Clandinin e Conally (2000) quando nos fala que a nossa prática o conhecimento adquirido é o próprio estudo da vida, nossa, dos artistas, dos alunos, são as vivências em estudo.

16 15 o estudo da educação é o estado da vida- por exemplo: das epifanías, rituais, rotinas, metáforas e ações cotidianas. Aprendemos sobre a educação quando aprendemos sobre a vida, e aprendemos sobre a vida quando pensamos sobre a educação. Esta atenção à experiência e ao pensamento na educação como experiência é parte do que os educadores fazem na escola. (CLANDININ e CONALLY apud HERNÁNDEZ, 2005, p. 37). Ao trabalhar a experiência do artista com a minha experiência em formação consegui trazer significados aos alunos no estágio, possibilitando aprender com suas próprias concepções, olhares em torno, expectativas de vida também em formação, provocando reflexões minhas e dos alunos nesta trajetória. Desta forma a pesquisa ora apresentada teve como temática o ensino das artes visuais: algumas problematizações acerca da memória como possibilidade para (re)pensar a formação docente, da qual passo a traçar os seus objetivos.

17 16 Imagem da obra do artista Van Gogh Imagem da Obra do artista Sebastião Salgado

18 Objetivos Objetivo geral: Construir problematizações a partir das experiências dos alunos do magistério acerca do conteúdo do ensino das artes visuais e suas possíveis influências na nossa maneira de ver o mundo Objetivos Específicos - Possibilitar ao aluno leitura do mundo, pensando o conhecimento da arte atrelado a sua própria cultura permitindo conhecer a si mesmo. - Relacionar as obras dos artistas Van Gogh e Sebastião Salgado que tem por tema sapatos com a vivência do aluno e com as histórias da minha vida e de formação, trazendo significações para nossas narrativas visuais e textuais. -Proporcionar ao aluno expressar-se através de uma produção tridimensional, bidimensional e textual, pensando o visual e suas significações. 1.3 Questões da pesquisa As questões da pesquisa pautaram por uma compreensão das imagens das obras dos artistas Van Gogh e Sebastião Salgado fazendo relação com minhas vivências e a dos alunos no estágio. As questões levantadas foram: Como as imagens das obras dos artistas Van Gogh e Sebastião Salgado podem provocar nossas memórias, trazendo uma determinada situação de nossas vidas e com isto tecer relações com o conteúdo do ensino de artes visuais? Como as propostas do estágio levaram os alunos à um diálogo reflexivo sobre o universo do que somos, o que temos, como vivemos marcando um percurso expressivo em nossas histórias de formação? Como relacionar o ensino das artes visuais com as vivências dos alunos e a cultura visual na qual estão imerso. Com estas questões levantadas percebi que

19 18 podemos trilhar caminhos diferentes do ensino das artes visuais e descobrir espaços distintos daqueles antes percorrido. 1.4 Abordagem qualitativa A pesquisa desenvolvida primou por uma abordagem qualitativa, partindo da experiência do meu estágio curricular, entendendo meu espaço como pesquisadora e estagiária do curso de artes visuais e dos alunos participantes deste trabalho, buscando identificar significados e valores encontrados nos momentos de investigação comuns das aulas. Segundo o autor Chizzotti (2005, p.79) o conhecimento não se reduz a um rol de dados isolados, conectados por uma teoria explicativa; o sujeito-observador é parte integrante do processo de conhecimento e interpreta os fenômenos, atribuindo-lhes um significado. A abordagem qualitativa possibilita a compreensão e a interação dos processos vividos entre o pesquisador e os demais participantes. Segundo Chizzotti (2005) o objeto não é inerte e neutro, possui significados devido às relações que criaram ações. Este tipo de abordagem qualitativa permitiu uma flexibilidade, na qual as questões podem ser melhores definidas no decorrer do desenvolvimento do trabalho. A pesquisa teve dados, pessoas, situações, processos criativos e lugares. Referenciais teóricos, técnicas das linguagens das artes visuais com características interpretativas e com significados. Assim, as fontes de dados neste ambiente escolar foram as mais variadas. Trabalhamos com valores, opiniões, atitudes e representações, pensei a partir do subjetivo para chegar ao objetivo traçado. Foi um trabalho de campo, partindo de um projeto de estágio para buscar dados. Definindo o objeto de estudo, referencial teórico, construção de objetivo geral e específico, percorrendo etapas para alcançar os objetivos traçados. Foram momentos de projetos, aulas de observação, de processos criativos, de saída de campo para registro fotográfico, questionários e de conversas informais. Esta pesquisa teve por estudo a memória, focalizando acontecimentos específicos vivenciados pelos artistas em estudo, por mim enquanto estagiária e

20 19 pelos alunos que fizeram parte desta pesquisa. Durante o período do estágio conheci experiências de vida, interpretações, vivências do passado refletidas nas ações, nas produções artísticas, que para o autor Chizzotti (2005, p. 84) [...] são estes dados igualmente importantes e precisos: a constância das manifestações e sua ocasionalidade, a freqüência e a interrupção, a fala e o silêncio. Dentro da abordagem qualitativa estão as histórias de vida, sendo este um dado marcante e presente ou relevante nesta pesquisa. Para Chizzotti (2005, p.95) a história de vida ou relato de vida pode ter a forma de autobiografia, onde o autor relata suas percepções pessoais, os sentimentos internos que marcaram a sua experiência ou os acontecimentos vividos no contexto da sua trajetória de vida. Este trabalho ressaltou momentos pontuados durante o período do estágio curricular supervisionado IV, foram momentos de práticas e de reflexões significativas registrados em um diário de campo onde foram anotadas informações relevantes durante o período de desenvolvimento do processo educativo. 1.5 Participantes e espaço de pesquisa A pesquisa desenvolvida foi realizada na Escola Estadual Professor Aníbal Nunes Pires, situado na Rua Irmã Bonavita, 240 no Bairro de Capoeiras em Florianópolis O atendimento escolar é oferecido nos três períodos, ou seja, matutino, vespertino e noturno. Atendendo alunos do ensino fundamental I e II e ensino médio com o curso profissionalizante do magistério. As aulas acontecem em períodos de 45 minutos. O trabalho foi realizado com a turma 408 do curso do magistério da escola acima citada. A escolha deu-se por serem alunos em formação docente, tendo em comum a mesma experiência por mim vivenciada na condição de docente em artes visuais em processo de formação.

21 Mapa da localização da Escola Professor Aníbal Nunes Pires 20

22 21 O espaço físico desta escola reflete o descaso para com a educação. A estrutura em si oferece salas ambientes ou salas laboratório, onde o professor permanece na sala e os alunos conforme os horários das aulas fazem as respectivas trocas. No entanto o mobiliário é precário, como também os recursos didáticos. Quanto aos equipamentos de informática não são utilizados com freqüência, pois não basta ter os equipamentos se não tiver professores capacitados para desenvolver e ampliar as possibilidades criativas dos alunos. A escola apresenta necessidades que precisam ser refletidas, pois isto influência na qualidade do ensino e no desenvolvimento do mesmo. Ao entrar na escola nos dias de estágio observava tudo isto e me questionava: salas de aula, corredores, locais de lanche, banheiros, estes ambientes ajudam a construir e consolidar valores? Estes ambientes mal cuidados levam os alunos a cuidarem deste estabelecimento público? Cada dia ao chegar neste ambiente refletia sobre as condições onde os alunos estão inseridos e pensava, algum dia chegaremos a uma proposta pedagógica decente, ou vai ser sempre um sonho por realizar? Desejava um espaço educacional que valorizasse os alunos e sua formação. Acredito que as condições materiais como, instalações, material didático, espaço físico, interferem de modo significativo nos trabalhos pedagógicos. Os esforços dos professores por mais criativos que sejam e diante dos mais belos ideais educativos, podem fracassar, caso não encontrem espaços e condições materiais para concretização de seus planos de ensino.

23 Imagens dos espaços da Escola Professor Aníbal Nunes Pires e da turma do Magistério 22

24 23 O grupo com quem efetivei meu estágio era formado por oito alunos do curso do magistério, que apresentaram uma freqüência inconstante, no entanto, demonstraram no decorrer das aulas uma inquietação e desejo de aprender. As aulas ocorreram em períodos de 45 minutos, passando mais tarde para um período de 30 minutos hora aula devido ao momento de pré-greve dos professores. Todo este percurso do estágio me fez parar para pensar como trabalhar com toda esta precariedade educacional, trabalhar o ensino da arte, como fazer acontecer mudanças significativas. A autora Frange reúne em seu texto Arte e seu ensino, uma questão ou várias questões verbetes de alguns autores que me fizeram parar, silenciar e refletir. Suzanne Langer (1966) a educação artística é educação do sentimento, e uma sociedade que descuida dela se entrega à emoção informe. A arte ruim é a corrupção do sentimento. Já Herbert Read ( 1957)) diz: [...] a função da arte é o aprimoramento da consciência humana e Giulio Carlo Argan (1957) menciona A arte não é êxtase místico, nem vã satisfação dos desejos materiais, mas uma percepção mais eficaz das coisas, um modo mais lúcido de estar no mundo. (LANGER,READ,ARGAN apud FRANGE, 2003,p.38). Pensando nestes teóricos e no meu percurso acadêmico, penso em ter motivos para prosseguir e me debruçar no ensino da arte. Tentei neste lugar de passagem que foi o estágio, levar aos alunos uma vivência talvez antes não vivida. Procurei perceber o espaço onde estava inserida e tentar dialogar com esse espaço, esse grupo, essas pessoas que já conviviam nesse território antes de ali chegar. Procurei fazer com que os alunos percebessem seu território, este espaço escolar, sua vivência para que pudessem dialogar com o ensino da arte, adequando modos, estratégias, espaços, ampliando o campo da visão escolar para a cultura visual presente em seus cotidianos.

25 Imagens dos diários de campo e da turma do magistério 24

26 Instrumentos de coleta de dados O processo de construção desta pesquisa constou de vários instrumentos para coleta de dados, que foram sendo utilizados conforme a necessidade do desenvolvimento do processo de estágio. Estes instrumentos foram: diário de campo, processos criativos elaborados em atividades de estágio, questionários escritos, perguntas informais, registro fotográfico meu e dos alunos, conversas informais em grande grupo e individuais. Neste momento de pesquisa me utilizei de propostas educativas e reflexivas enquanto estagiária do ensino de artes visuais como também para a formação inicial dos professores do curso do magistério que fizeram parte desta trajetória. Foram utilizados dois cadernos para anotações que nomeei de cadernos de vivências, um dos cadernos foi passado como proposta de aula pela professora orientadora do estágio e desta pesquisa. Estes diários serviram para me orientar no estágio, neles foram registradas anotações primeiramente colhidas em sala de aula sob orientação da professora e posteriormente registrados todos os pensamentos, dúvidas, questionamentos, e detalhes precisos para desenvolvimento das aulas do estágio. A autora Oliveira nos fala da importância do uso dos diários, (...) os diários de aula fazem parte de enfoques ou linhas de pesquisa baseados em documentos pessoais ou narrações autobiográficas. (ZABALZA apud OLIVEIRA, 2005, p.14) Segundo a mesma autora, o professor imprime no seu diário a sua forma de escrita, imagens que seleciona para dialogar com o vivido, as falas dos seus alunos, aquilo que gostaria de ter feito ou dito. É uma forma de provocar a reflexão e um conhecimento mais amplo sobre nós mesmos e sobre nossa maneira de atuar no espaço pedagógico. (OLIVEIRA, 2011, p.184)

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