LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS 3º ENSINO MÉDIO

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1 LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS 3º ENSINO MÉDIO Leia o texto a seguir e responda às questões de 01 a 08. Texto O complexo No meu distante tempo de rapaz falava-se muito em complexo de inferioridade e superioridade. Caiu de moda, não sei bem por quê. Talvez seja até politicamente incorreto dizer que alguém tem complexo, essas questões ficam cada vez mais complicadas. Mas, naquele tempo, não. Todo mundo tinha complexo, se bem que fosse uma condição de diagnóstico problemático, porque se alegava que quem ostentava ares de melhor que os outros estava, na verdade, mascarando um complexo de inferioridade e, por seu turno, quem agia com excessiva humildade e timidez era no fundo um descomunal arrogante, que temia exibir sua convicção de que pairava muito acima do semelhante. No meu caso pessoal, jamais houve consenso, embora, em retrospecto e a julgar pelo meu desempenho em namoros e correlatos, tendo a crer que nem complexo de inferioridade eu tinha realmente era inferior mesmo, condição enfatizada com acabrunhante regularidade pelas moças que tentava cortejar. Quanto aos brasileiros em geral, contudo, o complexo de inferioridade era reconhecido quase com unanimidade. Segundo nossa visão, não valíamos nada, tudo de fora era melhor e Deus se mostrara injusto conosco, fazendo-nos nascer aqui. Em comportamento típico do complexado, ensaiávamos alguns esforços para nos livrarmos disso, desde escrever livros mostrando como éramos abençoados, a proclamar convicções exaltadas de que tínhamos as mulheres mais elegantes do mundo, os melhores pilotos de avião, os melhores arquitetos e até a melhor gente, cortês, alegre, hospitaleira e despida de preconceitos. Mas a verdade é que o complexo se manifestava o tempo todo. Nada fabricado no Brasil, por exemplo, funcionava direito, a ponto de ter havido casos patéticos, como brasileiros trazendo do exterior produtos de marca estrangeira, mas fabricados aqui mesmo e exportados. E qualquer comentário estrangeiro sobre o Brasil, por mais imbeciloide, ganhava manchetes na imprensa, tratava-se de opinião sempre relevantíssima, que nos engrandecia no concerto das nações ou, bem mais comumente, nos recolocava no nosso lugar apropriado, ou seja, a quinta ou sexta categoria. Agora olhamos em torno e vemos que, embora não usemos a palavra, continuamos complexadíssimos. Não nos expomos mais a espetáculos ridículos, tais como o deslocamento maciço de torcedores fanáticos para concursos de misses aos quais ninguém, a não ser nós, dava importância e já reconhecemos que algumas das coisas produzidas aqui são de boa qualidade, mas persistimos numa postura de rabo entre as pernas. Sou veterano em congressos, conclaves, seminários e quejandos internacionais e já assisti, entre deprimido e envergonhado, a brasileiros ouvindo, cabisbaixos e contritos, sermões de representantes de povos muito mais desenvolvidos (o que lá queira dizer isto) do que nós, a respeito, por exemplo, das mortes de crianças de rua no Brasil. Claro, o problema das crianças de rua é sério e vergonhoso, mas não se podem aceitar palavras santimoniais de quem, tão adiantado e desenvolvidíssimo, já matou crianças em escala industrial e sistematicamente. O mesmo ocorre em praticamente todas as áreas. Fala-se em favelas, outra vergonha, mas esquecem-se os guetos raciais, religiosos ou econômicos do país de quem está falando. Continuamos inferiores e nem a nossa língua presta, como se observa em toda parte e como é manifestado em comentários de que ela é inexpressiva, não serve para cinema e, mesmo na música, o inglês soa melhor. Nossas lideranças e nossos formadores de opinião (o que lá seja isso outra vez) agem de conformidade com o complexo. Basta um porreta americano qualquer fazer uma classificação econômica do Brasil negativa para esquecermos que isto é regido pelos interesses e critérios dele, as bolsas ficarem nervosíssimas, os comentaristas financeiros alarmados e o Governo cada vez mais disposto a se comportar bem, ou seja, de acordo com o que lá de fora querem que façamos. Do contrário, afundaremos em abismo perpétuo e talvez até acabemos como nação, transformados num bando de miseráveis definitivos, o buraco negro de Calcutá da Humanidade. Temos de nos enquadrar, ou as consequências serão apocalípticas. Temos de nos enquadrar p. nenhuma, a verdade é completamente oposta. Quem precisa de nós é o grande capital internacional e não nós dele, primordialmente. A economia brasileira, cujo controle fazemos tudo para entregar de mão beijada ou até pagando, representa mais de 40% daquela da América Latina toda, inclusive o México. Estou chutando um pouco, mas creio que a economia da América Central inteira cabe no bolsinho pequeno da grande São Paulo, num bairro talvez. O Brasil não só não vai quebrar (pode apenas tomar sustos intencionalmente pregados, para que cedamos a interesses imediatistas ou episódicos, o que é normalmente o caso), como não pode

2 quebrar e não deixarão jamais que quebre, é tudo careta para assustar complexado. Se quebrar, para começar o resto da América Latina vai para a cucuia em coisa de dez a quinze minutos. E vão para a cucuia investimentos internacionais de arregalar os olhos de qualquer brasileiro, pois todo mundo, menos brasileiro, investe cada vez mais aqui. Tudo besteira, essa empulhação que nos enfiam goela abaixo para obter vantagens descabidas, quando nós somos surpresa até um dos maiores mercados de cosméticos, eletrodomésticos e comunicações do mundo. Aliás, somos um dos mercados mais importantes do mundo e ponto final. Sexta ou sétima população do mundo também, com todo o potencial em cima. Ninguém nos pode ignorar, sob pena de quebrar a cara. "Eles" sabem disso, mas não lhes interessa que saibamos, e mantemos o péssimo hábito de prestar atenção no que eles falam, não no que fazem. Só quem não sabe somos nós, a começar pelo Governo. Ninguém nos faria favor nenhum em nos paparicar e o complexo tem que, finalmente, acabar. De minha parte, como imagino que da sua, quero ser paparicado bastante e, quando der, acredito também que prefiramos nossa parte em dinheiro. (RIBEIRO, João Ubaldo. O complexo. O Globo, 26 mar 2000, c. 1, p. 6) 01. Tendo em vista o sentido geral do texto, pode-se afirmar que o objetivo principal do autor é (A) criticar a tendência dos brasileiros de se considerarem inferiores em relação às nações desenvolvidas. (B) explicar as estratégias usadas pelos países desenvolvidos para manterem seu domínio sobre os países subdesenvolvidos. (C) descrever a mudança de mentalidade dos brasileiros, que de inferiores passaram a julgarse superiores aos demais povos. (D) incitar os brasileiros a se insurgirem contra os países desenvolvidos, impondo-lhes a superioridade já conquistada pelo Brasil. (E) apresentar as raízes históricas do complexo de inferioridade assumido pelos brasileiros no seu relacionamento com outras nações mais desenvolvidas. 02. O autor considera ridículas algumas práticas típicas dos brasileiros, usadas para encobrir nosso complexo de inferioridade. Das práticas seguintes, aquela que não é reveladora do complexo referido pelo autor é (A) proclamar a elegância de nossas mulheres. (B) escrever livros exaltando nossa grandeza. (C) participar de forma fanática de concursos de beleza feminina. (D) reconhecer que algumas das coisas produzidas aqui são de boa qualidade. (E) atribuir relevância excepcional a observações de estrangeiros sobre o Brasil. 03. Temos de nos enquadrar p. nenhuma (linha 47) Com relação à ideia expressa no final do terceiro parágrafo (linha 46), pode-se afirmar que a sentença do autor acima transcrita serve para (A) ratificá-la. (B) ironizá-la. (C) retificá-la. (D) esclarecê-la. (E) exemplificá-la. 04. O autor às vezes se vale do discurso irônico, de modo que o que ele diz não é o que ele de fato pensa. Das passagens a seguir, aquela que, com base no sentido global do texto, não traduz o pensamento do autor é:

3 (A) o problema das crianças de rua é sério e vergonhoso (linha 33). (B) Temos de nos enquadrar, ou as consequências serão apocalípticas. (linha 46). (C) a economia da América Central inteira cabe no bolsinho pequeno da grande São Paulo (linhas 49-50). (D) somos um dos mercados mais importantes do mundo (linhas 59-60). (E) Ninguém nos pode ignorar, sob pena de quebrar a cara. (linha Aparecem no texto algumas expressões típicas da linguagem coloquial. Assinale a alternativa em que aparece indevidamente explicitado o sentido da expressão utilizada: (A) mas persistimos numa postura de rabo entre as pernas. (linhas 28-29)/ ressentida. (B) cujo controle fazemos tudo para entregar de mão beijada (linhas 48-49/ sem nada receber em troca. (C) Estou chutando um pouco (linha 50)/ arriscando a resposta, tentando acertar. (D) E vão para a cucuia investimentos internacionais de arregalar os olhos de qualquer brasileiro. (linhas 55-56)/ vão malograr-se, não vão adiante. (E) essa empulhação que nos enfiam goela abaixo (linhas 57-58)/ nos impõem. 06. A alternativa em que a palavra ou expressão em destaque não é sinônima da que aparece sublinhada em passagem do texto é: (A) a proclamar convicções exaltadas de que tínhamos as mulheres mais elegantes do mundo, os melhores pilotos de avião, os melhores arquitetos e até a melhor gente, cortês, alegre, hospitaleira e despida de preconceitos. (linhas 16-18)/ inclusive. (B) tais como o deslocamento maciço de torcedores fanáticos para concursos de misses aos quais ninguém, a não ser nós, dava importância (linhas 26-28)/ salvo. (C) pois todo mundo, menos brasileiro, investe cada vez mais aqui. (linhas 56-57)/ exceto. (D) nós somos surpresa até um dos maiores mercados de cosméticos, eletrodomésticos e comunicações do mundo. Aliás, somos um dos mercados mais importantes do mundo e ponto final. (linhas 58-60)/ ou melhor. (E) tendo a crer que nem complexo de inferioridade eu tinha realmente era inferior mesmo (linhas 9-10)/ também. 07. A alternativa em que se destaca erradamente a palavra ou expressão a que se refere o termo sublinhado é: (A) Segundo nossa visão, não valíamos nada (linha 13)/ dos brasileiros. (B) (o que lá queira dizer isto) (linhas 31-32)/ povos muito mais desenvolvidos. (C) cujo controle fazemos tudo para entregar de mão beijada (linhas 47-48)/ da economia brasileira. (D) isto é regido pelos interesses e critérios dele (linhas 40-41)/ de um porreta americano. (E) De minha parte, como imagino que da sua, quero ser paparicado bastante (linha 64)/ do Governo. 08. Assinale a alternativa em que a alteração na ordem da sentença pode acarretar substancial mudança de sentido: (A) No meu distante tempo de rapaz falava-se muito em complexo de inferioridade e superioridade. (linha 1)/ Muito se falava em complexo de inferioridade e superioridade no meu distante tempo de rapaz. (B) era inferior mesmo, condição enfatizada com acabrunhante regularidade pelas moças que tentava cortejar. (linhas 10-11)/ era inferior mesmo, condição enfatizada pelas moças que tentava cortejar com acabrunhante regularidade.

4 (C) Claro, o problema das crianças de rua é sério e vergonhoso (linha 32)/ Claro, é sério e vergonhoso o problema das crianças de rua. (D) Quem precisa de nós é o grande capital internacional e não nós dele, primordialmente. (linhas 46-47)/ É o grande capital internacional quem precisa de nós e não nós dele, primordialmente. (E) Se quebrar, para começar o resto da América Latina vai para a cucuia em coisa de dez a quinze minutos. (linhas 53-54)/ Se quebrar, para começar vai o resto da América Latina para a cucuia em coisa de dez a quinze minutos. Leia o texto a seguir e responda às questões de 09 a 18. Texto 2 Fazer o que se gosta A escolha de uma profissão é o primeiro calvário de todo adolescente. Muitos tios, pais e orientadores vocacionais acabam recomendando fazer o que se gosta, um conselho confuso e equivocado. Empresas pagam a profissionais para fazer o que a comunidade acha importante ser feito, não aquilo que os funcionários gostariam de fazer, que normalmente é jogar futebol, ler um livro ou tomar chope na praia. Seria um mundo perfeito se as coisas que queremos fazer coincidissem exatamente com o que a sociedade acha importante ser feito. Mas, aí, quem tiraria o lixo, algo necessário, mas que ninguém quer fazer? Muitos jovens sonham trabalhar no terceiro setor porque é o que gostariam de fazer. Toda semana recebo jovens que querem trabalhar em minha consultoria num projeto social. Quero ajudar os outros, não quero participar desse capitalismo selvagem. Nesses casos, peço que deixem comigo os sapatos e as meias e voltem para conversar em uma semana. É uma arrogância intelectual que se ensina nas universidades brasileiras e um insulto aos sapateiros e aos trabalhadores dizer que eles não ajudam os outros. A maioria das pessoas que ajudam os outros o faz de graça. As coisas que realmente gosto de fazer, como jogar tênis, velejar e organizar o Prêmio Bem Eficiente, eu faço de graça. O ócio criativo, o sonho brasileiro de receber um salário para fazer o que se gosta, somente é alcançado por alguns professores felizardos de filosofia que podem ler o que gostam em tempo integral. O que seria de nós se ninguém produzisse sapatos e meias, só porque alguns membros da sociedade só querem fazer o que gostam? Pediatras e obstetras atendem às 2 da manhã. Médicos e enfermeiras atendem aos sábados e domingos não porque gostam, mas porque isso tem de ser feito. Empresas, hospitais, entidades beneficentes estão aí para fazer o que é preciso ser feito, aos sábados, domingos e feriados. Eu respeito muito mais os altruístas que fazem aquilo que tem de ser feito do que os egoístas que só querem fazer o que gostam. Então teremos de trabalhar em algo que odiamos, condenados a uma vida profissional chata e opressiva? Existe um final feliz. A saída para esse dilema é aprender a gostar do que você faz. E isso é mais fácil do se pensa. Basta fazer seu trabalho com esmero, bem feito. Curta o prazer da excelência, o prazer estético da qualidade e da perfeição. Aliás, isso não é um conselho simplesmente profissional, é um conselho de vida. Se algo vale a pena ser feito na vida, vale a pena ser bem feito. Viva com esse objetivo. Você poderá não ficar rico, mas será feliz. Provavelmente, nada lhe faltará, porque se paga melhor àqueles que fazem o trabalho bem feito do que àqueles que fazem o mínimo necessário. Se quiser procurar algo, descubra suas habilidades naturais, que permitirão que realize seu trabalho com distinção e o colocarão à frente dos demais. Muitos profissionais odeiam o que fazem porque não se prepararam adequadamente, não estudaram o suficiente, não sabem fazer aquilo que gostam, e aí odeiam o que fazem mal feito. Sempre fui um perfeccionista. Fiz muitas coisas chatas na vida, mas sempre fiz questão de fazê-las bem feitas. Sou até criticado por isso, porque demoro demais, vivo brigando com quem é incompetente, reescrevo estes artigos umas quarenta vezes para o desespero de meus editores, sou superexigente comigo e com os outros. Hoje, percebo que foi esse perfeccionismo que me permitiu sobreviver à chatice da vida, que me fez gostar das coisas chatas que tenho de fazer. Se você não gosta de seu trabalho, tente fazê-lo bem feito. Seja o melhor em sua área, destaque-se

5 45 pela precisão. Você será aplaudido, valorizado, procurado, e outras portas se abrirão. Começará a ser até criativo, inventando coisa nova, e isso é um raro prazer. Faça seu trabalho mal feito e você odiará o que faz, odiando a sua empresa, seu patrão, seus colegas, seu país e a si mesmo. Stephen Kanitz - Veja. São Paulo. Abril, ed. 1881, 24/ 11/ 2004, p Assinale a alternativa em que o significado da palavra ou expressão destacada não está identificado corretamente: (A) seria um mundo perfeito se as coisas que queremos fazer coincidissem exatamente com o que a sociedade acha importante ser feito. (linhas 7 e 8)/ CASO (B)...o sonho brasileiro de receber um salário para fazer o que se gosta, somente é alcançado... (linhas 18 e 19)/ REALMENTE (C) Aliás, isso não é um conselho simplesmente profissional, é um conselho de vida. (linha 31)/ OU MELHOR (D) Fiz muitas coisas chatas na vida, mas sempre fiz questão de fazê-las bem feitas. (linhas 39 e 40)/ ENTRETANTO (E) Começará a ser até criativo, inventando coisa nova, e isso é um raro prazer. (linhas 46 e 47)/ INCLUSIVE Nesses casos, peço que deixem comigo os sapatos e as meias e voltem para conversar em uma semana. 10. Todas as alternativas evidenciam a intencionalidade do locutor do texto no trecho acima, exceto: (A) Quebrar a arrogância intelectual dos jovens. (B) Reconhecer que todo trabalho dignifica as pessoas. (C) Criticar a moda de trabalhar em projetos sociais. (D) Evidenciar a presunção de ser remunerado por trabalhar num projeto social. (E) Submeter os jovens a uma atitude de humildade. 11. Observando a estrutura do texto, constata-se que (A) há preponderância da narração, com o objetivo de contar a trajetória profissional do locutor. (B) dá-se ênfase às exemplificações, para comprovar a veracidade do tema abordado. (C) recai o interesse sobre o interlocutor, com o objetivo de convencê-lo a aderir ao ponto de vista defendido pelo locutor. (D) há argumentação em torno da escolha profissional, persuadindo o leitor a fazer o que se gosta. (E) notam-se algumas passagens descritivas disseminadas ao longo da argumentação. Resposta: letra C 12. Tendo em vista o sentido geral do texto, pode-se afirmar que o objetivo principal do autor é (A) aconselhar os jovens, na escolha profissional, a fazer aquilo de que se gosta. (B) criticar as universidades brasileiras quando condicionam os jovens a optar por trabalhar num projeto social. (C) descrever como se processa atualmente a escolha profissional entre os jovens. (D) incentivar os jovens, independentemente da profissão escolhida, a executarem o seu trabalho da melhor forma. (E) incitar os jovens a preservarem os valores sociais em relação à escolha profissional.

6 13. Assinale a alternativa em que a palavra ou expressão a que se refere o termo sublinhado não foi identificada corretamente: (A) A maioria das pessoas que ajudam os outros o faz de graça. (linhas 15-16) (o = ajudar os outros) (B)...somente é alcançado por alguns professores de filosofia que podem ler o que gostam em tempo integral. (linhas 19-20) (que = professores de filosofia) (C)...mas porque isso tem que ser feito. (linha 23) (isso = atender aos sábados e domingos) (D) Basta fazer seu trabalho com esmero, bem feito. (linha 29) (seu = do jovem) (E)...me permitiu sobreviver à chatice da vida, que me fez gostar... (linhas 43-44) (que = chatice da vida) 14. Assinale a alternativa em que a substituição da palavra grifada acarretou alteração significativa de sentido. (A) Você poderá não ficar rico, porém será feliz. (B) Você poderá não ficar rico, portanto será feliz. (C) Você poderá não ficar rico, entretanto será feliz. (D) Você poderá não ficar rico, contudo será feliz. (E) Você poderá não ficar rico, mas será feliz. O destinatário básico de um texto corresponde a seu leitor virtual: aquele que concorda com a perspectiva ideológica do enunciado básico do texto 15. Todas as alternativas caracterizam leitores virtuais do texto lido, exceto: (A) Jovens preocupados com a escolha da profissão. (B) Pais de filhos em idade de optar por uma carreira. (C) Orientadores vocacionais preocupados no exercício consciente de sua profissão. (D) Educadores que compartilham com seus alunos da dificuldade de optar por uma profissão. (E) Assinantes da revista Veja interessados em aprender a fazer o que se gosta. As questões 16 e 17 referem-se ao texto a seguir, de Arnaldo Antunes, retirado da obra as coisas. 16. São interpretações possíveis sobre o poema de Antunes, exceto

7 (A) a repetição da palavra água evidencia o conteúdo e o título do mesmo. (B) a estrutura do poema, alicerçado pela imagem, remete-nos à produção infantil de textos. (C) o ilogismo do poema remete-nos ao caráter intertextual do mesmo. (D) o poema, através de sua estética, demonstra ser contemporâneo. (E) o autor procurou fazer da água, algo aparentemente simples, uma coisa artística. 17. Considerando as características de um texto literário, relacionadas ao texto a água, de Arnaldo Antunes, só não podemos afirmar que (A) ocorre uma apropriação do discurso científico e do didático, pedagógico, para compor partes do texto. (B) há uma necessidade de definir, de apresentar explicações, presente nas várias afirmações sobre a água. (C) percebe-se, considerando a forma, a estrutura e a disposição na folha, que a água é um texto em prosa poética. (D) é revelada uma preocupação tanto estética quanto social ao se fazer um texto sobre a água, recurso natural que está se esgotando em muitos países. (E) deve-se considerar este texto como sendo não-literário, não-poético, pois não está escrito em versos, mas em prosa. Textos para as questões 18 e 19 Alguns anos vivi em Itabira. Principalmente nasci em Itabira. Por isso sou triste, orgulhoso: de ferro. Noventa por cento de ferro nas calçadas. Oitenta por centro de ferro nas almas. (...) Tive ouro, tive gado, tive fazendas. Hoje sou funcionário público. Itabira é apenas uma fotografia na parede. Mas como dói! Carlos Drummond de Andrade. Confidência do Itabirano Che Guevara (1967) Que boina, que belo, que barba... Que sonho, que sanha, que santo... O olhar que, na foto célebre, escruta ao longe, e espreita, e espia, confirma-o como inigualável sentinela da utopia. (...) Che Guevara (2001) É apenas um pôster Na parede. Mas como dói. Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, n São Paulo, Abril, 21 de fevereiro de Relacionando o final do texto de Toledo ao de Drummond, assinale a opção correta:

8 (A) Há um plágio do texto de Drummond, o que é um sinal de desonestidade e incapacidade criativa do autor. (B) Coincide-se acidentalmente com o texto de Drummond: como ambos retratam situações semelhantes, usam também textos análogos. (C) Evoca-se intencionalmente o conhecido poema de Drummond, para marcar a semelhança de sentimentos. (D) É feita uma paródia do poema de Drummond, imitando-o em um texto que se caracteriza pelo sentimentalismo. (E) Procura-se parafrasear Drummond, trazendo para o seu poema o mesmo sentido do texto do poeta itabirano. 19. Comparando-se o início dos textos dos dois autores, só podemos afirmar que (A) os autores, embora com algumas diferenças nos elementos selecionados, fazem referência a um passado marcado pela luta por um ideal político. (B) o poeta mineiro afirma que lembrar Itabira dói, devido à saudade de sua juventude; Toledo afirma que lembrar Che Guevara dói, devido à descrença atual dos ideais dos anos 60. (C) os autores gostariam de voltar ao passado, representado, no poema de Drummond, pela foto de sua cidade natal e, no texto de Toledo, pelo pôster de um herói de sua juventude. (D) os dois poetas apresentam uma semelhança no início dos textos, pois retratam o mesmo período da história do Brasil. (E) os dois escritores retratam um passado que é idealizado a partir da visão que se tem dele no momento presente. As questões de 20 a 22 referem-se ao texto a seguir, retirado da obra Melhores Poemas, de Manuel Bandeira. Nova Poética Vou lançar a teoria do poeta sórdido. Poeta sórdido: Aquele em cuja poesia há a marca suja da vida. Vai um sujeito, Sai um sujeito de casa com a roupa de brim branco muito bem engomada, E na primeira esquina passa um caminhão, Salpica-lhe o paletó de uma nódoa de lama: É a vida O poema deve ser como a nódoa no brim: Fazer o leitor satisfeito de si dar o desespero. 20. Todas as características a seguir, pertencentes ao modernismo, aparecem no poema de Bandeira, exceto (A) presença de elementos prosaicos. (B) liberdade formal e temática. (C) expressão da realidade urbana moderna. (D) nacionalismo engajado. (E) linguagem coloquial. 21. Considerando o texto como um todo, pode-se afirmar que o mesmo apresenta um caráter predominantemente (A) metalinguístico.

9 (B) intertextual. (C) lírico. (D) épico. (E) dramático. 22. Algumas das características do Modernismo que também aparecem no poema acima, são (A) o uso de preciosismos na linguagem. (B) a valorização literária de eventos cotidianos. (C) a revalorização de temas do passado. (D) o uso do lirismo bem comportado. (E) a preferência pelo estilo clássico. As questões de 23 a 25 referem-se à tirinha a seguir e ao autorretrato de Van Gogh Observe atentamente a tirinha a seguir e o Auto retrato com orelha cortada, de Van Gogh. Van Gogh, Auto retrato com orelha cortada, 1889, óleo sobre tela. 23. Ao considerar a intertextualidade entre os quadrinhos e a obra Auto retrato com orelha cortada, de Vincent Van Gogh, podemos inferir que o terceiro quadrinho sugere que Garfield (A) desconhece tudo sobre arte, por isso faz a sugestão. (B) acredita que todo pintor deve fazer algo diferente.

10 (C) conhece a história de Van Gogh e faz uso da ironia. (D) acredita que seu dono tenha tendência artística e, por isso, faz a sugestão. (E) defende que para ser pintor é necessário sofrer. (F) 24. Em relação à intertextualidade entre a obra de Van Gogh e os quadrinhos, só podemos afirmar que Garfield faz (A) uma paródia do quadro de Van Gogh. (B) uma citação da conhecida pintura. (C) uma referência ao auto retrato de Van Gogh. (D) um pastiche do famoso quadro. (E) uma paráfrase da grande obra de arte. 25. Podemos afirmar que a frase dita por Garfield no último quadrinho é, basicamente (A) irônica, pois demonstra não acreditar nos dons artísticos de seu dono. (B) séria, porque acredita que seu dono tenha capacidade artística. (C) desonesta, pois deseja que seu dono se fira. (D) amiga, por dar ao seu dono um sincero conselho. (E) compreensiva, pois entende o desejo de seu dono. 26. Apesar de os primeiros modernistas buscarem abolir a metrificação, nem todos o fizeram. Em seus poemas, Manuel Bandeira explora a diversidade da métrica. As alternativas a seguir apresentam correta relação entre os versos e os respectivos números de sílabas poéticas, exceto: (A) No fundo do mar Há tanto tesouro! No fundo do céu Há tanto suspiro! ( Boca de forno ) (B) Eu quero a estrela da manhã Onde está a estrela da manhã? Meus amigos meus inimigos Procurem a estrela da manhã. ( Estrela da Manhã ) redondilha menor (pentassílabos) octossílabos (C) Vi uma estrela tão alta, Vi uma estrela tão fria! Vi uma estrela luzindo Na minha vida vazia. ( A estrela ) (D) Ela era o gênio da corrupção. Tábua de vícios adulterinos Tivera amantes: uma porção. Até mulheres. Até meninos. ( A Dama Branca ) redondilha maior (heptassílabos) alexandrinos Resposta: letra D As questões 27 e 28 referem-se à última estrofe do poema Sweet Home, da obra Alguma Poesia, de Carlos Drummond de Andrade: Mas surge o imenso chá com torradas, chá de minha burguesia contente.

11 Ó gozo de minha poltrona! Ó doçura de folhetim! Ó bocejo de felicidade! 27. Os versos de Drummond têm, respectivamente, o seguinte número de sílabas poéticas: (A) (B) (C) (D) (E) A utilização de um número de sílabas poéticas que não seguem um padrão é um dos fatores que nos levam a considerar os versos de Drummond como (A) modernos. (B) antigos. (C) clássicos. (D) parnasianos. (E) simbolistas. 29. Pertencente ao pré-modernismo, a obra de Monteiro Lobato apresenta muitos recursos linguísticos do Modernismo, mais até que muitos modernistas. Assinale a alternativa, que indica corretamente os recursos linguísticos presentes, respectivamente, nos trechos de Urupês, obra de Monteiro Lobato: I - O primeiro ato do vencedor foi correr a vassoura do Olho da Rua em tudo quanto era olhoarrudável em matéria de funcionalismo público.. II - Imaginação envenenada pela literatura, pensei logo nas serpentes de Laocoonte, na víbora aquecida no seio do homem da fábula, nas filhas do rei Lear, em todas as figuras clássicas da ingratidão. III - Uma resolução de tal vulto, porém, não se toma assim do pé pr a mão: era preciso meditar, calcular. E Nunes maginava... (A) I coloquialismo, II neologismo, III intertextualidade. (B) I neologismo, II intertextualidade, III coloquialismo. (C) I intertextualidade, II coloquialismo, III neologismo. (D) I neologismo, II coloquialismo, III intertextualidade. (E) I coloquialismo, II intertextualidade, III neologismo. 30. A respeito dos movimentos de vanguarda européia, é INCORRETA a afirmativa a) O termo vanguarda significa conjunto de tendências que rompe com o estilo vigente em uma época histórica e/ou artística. b) Vanguarda artística européia foi um movimento estético que alterou, no campo das artes, a forma tradicional de representar a realidade. c) As diversas vertentes estéticas do início do século XX refletem a inquietação, o dinamismo e contradições do homem moderno. d) Os artistas de vanguarda, por desprezarem os novos rumos do mundo, criaram obras que valorizavam os autores consagrados até o fim do século XIX.

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