PLANO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL MUNICIPAL APUCARANA PARANÁ

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1 PLANO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL MUNICIPAL APUCARANA PARANÁ 1

2 INDICE 1. APRESENTACAO 4 2. OBJETIVO 4 3. CARACTERISTICAS DO MUNICIPIO CARACTERÍSTICAS FÍSICO-AMBIENTAIS Geologia Solos Geomorfologia Clima Hidrografia Vegetação ASPECTOS ECONÔMICOS AGRICULTURA FRUTICULTURA OLERICULTURA Avicultura de corte Silvicultura Estradas Rurais CAFÉ Floresta municipal Credito fundiário Encontro para o Agronegócio Mao de obra SANEAMENTO Sistema de Abastecimento de Água Sistema de Coleta e Depuração de Esgotos TRANSPORTE Sistema de Transporte Coletivo Urbano Sistema de Transporte Ferroviário Sistema de Transporte Aeroviário Coleta e Disposição de Resíduos Sólidos SERVIÇOS PÚBLICOS 21 2

3 3.5.1 Sistema de Ensino SISTEMA DE SAÚDE PROMOÇÃO SOCIAL SEGURANÇA PÚBLICA CULTURA ESPORTE 25 4 CONSELHO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL 26 5 LINHAS DE AÇÕES AGRÍCOLAS Café Olericultura Grãos Bovinocultura de leite Cultivos Florestais Avicultura Meio ambiente Manejo e fertilidade do solo familiar Encontro para o Agronegócio Minha Casa Minha Vida Rural Estradas Rurais Diversificação Fruticultura Turismo rural Piscicultura Meliponicultura Projeto Dengue Eventos Rurais 30 3

4 1. APRESENTACAO Apucarana esta localizada na região norte do estado do Paraná, a 369 km da capital Curitiba, próximo das cidades de Londrina e Maringá, é cidade polo do Vale do Ivaí que contempla mais de 500 mil pessoas, possui uma diversidade enorme de atividades industriais como bonés, confecções em geral, agricultura e pecuária. A população é composta por misturas de varias raças (etnia). S criado omos a capital do boné, somos a cidade polo do Vale do Ivaí, a economia é gerada pelo comercio e indústrias. O município possui estabelecimentos rurais, atualmente distribuídos em hectares, com agricultores familiares nas atividades produtivas de: soja, milho, trigo, café adensado, fruticultura, bovinocultura de leite, avicultura de corte, entre outras, bem como o apoio na qualificação e elaboração de projetos de crédito para custeio e investimento, principalmente na linha do PRONAF. O apoio ao associativismo bem como a organização dos agricultores também faz parte desse projeto. 2. OBJETIVO Sustentabilidade da agricultura, preservando o meio ambiente e melhorando a qualidade de vida das famílias rurais. 3. CARACTERISTICAS DO MUNICIPIO POSIÇÃO GEOGRÁFICA 2011 Altitude (metros) 820 Latitude 23 º 33 ' 03 '' S Longitude 51 º 27 ' 39 '' W FONTE: IBGE POPULAÇÃO CENSITÁRIA SEGUNDO TIPO DE DOMICÍLIO Urbano: Rural: TOTAL: FONTE: IBGE - Censo Demográfico 4

5 Dados da Realidade Agropecuária Municipal: Cultura Nº de Produtores Área ha/cab Café Soja Milho Trigo Bovino de corte Bovino de leite Bovino misto Suinocultura Ovinocultura Avicultura* Piscicultura** 8 12 Sericicultura*** 20 - Caprina cultura Cultivo Florestal Fonte: Emater Paraná/ DERAL/ IBGE 2011 (*) Rebanho em mil cabeças (**) Área dos tanques em ha (***) área em hectare 3.1 CARACTERÍSTICAS FÍSICO-AMBIENTAIS Geologia A constituição geológica da região onde se situa o Município de Apucarana é pouco diversificada, estando inserida quase que integralmente no contexto da Formação Serra Geral, constituída pelos extensos derrames de rochas vulcânicas básicas que ocupam cerca de 53,0% do território paranaense. Essas rochas, que cobrem grande parte da Bacia Sedimentar do Paraná, são frutos do intenso vulcanismo continental ocorrido no período Jurássico/Triássico, representadas por basaltos e andesi-basaltos, associados a pequenas lentes de arenitos finos, havendo, ainda, a ocorrência localizada de vulcânicos ácidos dos tipos dacitos e riodacitos. Ver 5

6 FIGURA 01. FIGURA 01. REGIÕES GEOLÓGICO-GEOTÉCNICAS DO ESTADO DO ESTADO DO PARANÁ A Formação Serra Geral é composta por camadas de derrames basálticos sucessivos, com espessuras variando de 30,0m a 40,0m e variação lateral entre dezenas a centenas de metros. As regiões com grande número de pequenos derrames ressaltam pelas formas tabulares do relevo, apresentando sempre zonas de alta declividade nas escarpas, enquanto as zonas com derrames espessos e extensos são marcadas por relevos mais suaves. Numerosos lineamentos e fraturas cortam os derrames, condicionando a drenagem, sendo mais importante, na área, o lineamento Pirapó-Biguaçu que se desenvolve na direção NW-SE. As rochas da Formação Serra Geral encontradas no Município pertencem ao Grupo São Bento, sendo do tipo efusivo básico toleíticas, compostas por basaltos maciços e amigdaloides, afaníticos, variando de cinzentos a pretos, raramente andesitos, com intercalação de arenitos finos. De modo geral, as rochas da Formação Serra Geral possuem baixa vulnerabilidade ao intemperismo e à erosão, apresentando como principal entrave ao uso e ocupação do solo a presença de solos litólicos e de afloramentos de rochas, principalmente em zonas de relevo ondulado e montanhoso, com declividades acima de 20,0%. No Terceiro Planalto, os litossolos raramente têm mais de 0,5 m de profundidade, 6

7 sendo constituídos por blocos e seixos de basalto nos quais a estrutura e a textura original da rocha se apresentam preservadas. FIGURA 02 FORMAÇÕES GEOLÓGICAS DA REGIÃO DO MUNICÍPIO DE APUCARANA. Em termos de recursos minerais, cabe notar que as rochas basálticas da Formação Serra Geral, além de constituírem solos de excelente qualidade e fertilidade, possibilitam a ocorrência de minerais como o cobre, ágata e ametistas, além da exploração de argilas, pedras britadas e água mineral Solos Predominam no território municipal de Apucarana solos de textura argilo-limosa, de cor marrom-avermelhada (terra roxa), sobre o manto basáltico da Formação Serra Geral e, de acordo com a classificação do "Levantamento do Reconhecimento dos Solos do Paraná" do Ministério da Agricultura, predominam no Município latossolos roxos de textura argilosa, derivados de rochas de boa qualidade. 7

8 Na zona rural são encontrados basicamente 05 grandes grupos de solos, quais sejam: Latossolo Vermelho Eutroférrico (LVe); Latossolo Vermelho Distroférrico (LVd); Nitossolo Eutroférrico (Nef); Neossolo Litólico Eutrófico (RLe); e a associação Neossolo Litólico Eutrófico (RLe) com Nitossolo Eutroférrico (Nef) Geomorfologia O território Municipal de Apucarana é cortado pelos divisores de águas das bacias hidrográficas dos rios Pirapó (ao norte), Tibagi (a leste) e Ivaí (ao sul). A sede do Município localiza-se exatamente na confluência desses três divisores de águas, sendo, por isso, cercada por inúmeras nascentes, o que lhe confere um relevo bastante acidentado, com declividades acentuadas nas suas porções norte e sul, bem como em torno das referidas cabeceiras e vales de cursos d água. O sítio onde está assentada a Cidade de Apucarana possui altitudes variando entre 600,00m e 868,00m, denominado localmente de Planalto de Apucarana, o qual contém os espigões principais da região, ou seja, aquele que separa as bacias dos rios Pirapó e Tibagi, obedecendo à orientação geral E- W, e o que divide as águas dos rios Tibagi e Ivaí, desenvolvendo-se aproximadamente em sentido NW- SE. Esses divisores de águas subdividem-se em diversos espigões secundários, com vales mais profundos no quadrante sul da Cidade, em direção ao vale do Rio Ivaí. No alto dos espigões verifica-se a ocorrência de pequenas depressões com formato de cabeça de fósforo, originadas do trabalho erosivo dos rios e nascentes, e que podem apresentar diâmetro de até centenas de metros. A morfologia das encostas compreende três conjuntos principais, correspondendo a cada uma das bacias hidrográficas internalizadas à malha urbana: bacia do Rio Tibagi, bacia do Rio Ivaí e bacia do Rio Pirapó Clima Segundo a classificação climática de Wladimir KÖPPEN, a Região Norte Central Paranaense possui clima do tipo Cfa, que se caracteriza por ser subtropical, quente, úmido e sem estação seca definida, apresentando mês mais quente com temperaturas acima de 22,0ºC e precipitação anual superior a 600 mm. No entanto, o Município de Apucarana, pelas suas feições orográficas, possui características climáticas do tipo subtropical úmido, mesotérmico e ocasionalmente seco no inverno Os 8

9 verões são quentes, com maior propensão à ocorrência de chuvas, ao passo que os invernos são relativamente mais secos, com pouca ocorrência de geadas. Ver FIGURA 03. FIGURA 03 - CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA DO ESTADO DO PARANÁ SEGUNDO KOPPEN. FONTE: IAPAR. FIGURA 04 - TEMPERATURA MÉDIA ANUAL NO ESTADO DO PARANÁ.FONTE: IAPAR. De acordo com Reinhard MAACK, o Município pertence à zona original de mata pluvial-tropical, com temperatura média anual de 20,5ºC. As temperaturas máximas ocorrem em dezembro, da ordem de 9

10 23,1ºC, e as mínimas no mês de julho, em torno de 16,8ºC. A média das temperaturas máximas, segundo o IAPAR, é de 25,9ºC e a média das mínimas de 16,4ºC. Ver FIGURA 04 As precipitações pluviométricas são bem distribuídas ao longo do ano, sendo dezembro e janeiro os meses mais chuvosos, com média de 212mm, e junho, julho e agosto os meses mais secos, com média de 62mm, sendo a precipitação pluviométrica média anual de 1.900mm. A umidade relativa do ar média em Apucarana é de 69,7%. Ver FIGURA 05. FIGURA 05 - PRECIPITAÇÃO MÉDIA ANUAL NO ESTADO DO PARANÁ FONTE: IAPAR Hidrografia O Município de Apucarana está inserido no sistema hidrográfico da Bacia do Rio da Prata, cujo principal curso d água em território brasileiro é o Rio Paraná. Os maiores tributários deste no Estado - os rios Paranapanema, Tibagi, Ivaí, Piquiri e Iguaçu - são afluentes pela sua margem esquerda e constituem bacias secundárias que conformam, respectivamente, as mesorregiões do Norte Pioneiro, Norte Central, Noroeste, Oeste e Sudoeste paranaenses. Na Mesorregião Norte Central Paranaense os principais cursos d água são os rios Paranapanema, Tibagi e Ivaí, além do Rio Pirapó, que é afluente pela margem esquerda do primeiro. Como já referido, no Município de Apucarana se dá o encontro entre os divisores daqueles três rios, o que acontece exatamente no sítio onde se localiza a sede municipal. Nesta última os setores norte e 10

11 noroeste do quadro urbano pertencem à bacia do Rio Pirapó, enquanto o quadrante leste faz parte da bacia do Rio Tibagi e suas porções sul, sudoeste e oeste contribuem para a bacia do Rio Ivaí. Por esse motivo, o desenvolvimento físico-territorial da Cidade é fortemente condicionado pela base hidrográfica, pois sua malha urbana abriga inúmeras nascentes e é cortada pelos fundos de vales de diversos cursos d'água. Esse fato, por um lado, impõe restrições à urbanização, pelo risco de surgimento de processos erosivos e poluição de aquíferos, e, por outro, limita as possibilidades de abastecimento de água à população, pelo reduzido volume dos mananciais próximos às suas cabeceiras. Dentre os cursos d água presentes na malha urbana de Apucarana, merece destaque o Rio Pirapó, cuja nascente localiza-se no Bairro 28, nas proximidades do centro da Cidade, o qual, além das precauções normais quanto à preservação de seu manancial, deve ser objeto de cuidados redobrados, pelo fato de constituir o manancial do sistema de abastecimento d água de várias cidades a jusante, tais como a de Maringá, que abriga uma população superior a habitantes e está localizada a cerca de 65,0km a oeste de Apucarana. A Bacia do Rio Tibagi abrange as regiões nordeste e leste do perímetro urbano de Apucarana. É formado pelos Córregos Ouro Fino, Trauma, Jacira, São Carlos e Juruba e pelos Ribeirões da Raposa e Jacucaca. O divisor de águas principal desta Bacia, em relação às demais, é formado pelo traçado da Avenida Minas Geral que corta a malha urbana de Apucarana no sentido Sudeste/Noroeste e também pelo traçado da Rodovia BR 369, que segue no sentido Sudoeste/Nordeste. Os rios desta bacia encontram-se em vales encaixados e com pequenas várzeas. A Bacia do Rio Pirapó é formada pelas águas das regiões noroeste e sudoeste da Cidade. Esta bacia tem como rio principal o Pirapó, que tem sua nascente localizada numa área onde o processo de urbanização já se encontra totalmente consolidada, por isso sua nascente encontra-se canalizada. Os principais afluentes do Rio Pirapó são os Córregos Jurema, Aguti, Ipiguá, Ibirá e Baitaca, além do Ribeirão Ubatuba. O relevo desta bacia é o mais enérgico dentre as outras e os rios correm em vales bastante encaixados. O principal divisor de águas da Bacia do Pirapó é o traçado da ferrovia que segue os espigões do relevo, primeiro no sentido norte/sul e depois continua sobre outro espigão no sentido sudoeste. As águas da Bacia do Ivaí banham as regiões sul e sudoeste. Formam este complexo hidrográfico os Ribeirões Barra Nova e Biguaçu e os Córregos Piratini, Ucrânia, Categipe, Ursa e Rio Bom. Nesta Bacia os rios são bastante encaixados entre vertentes íngremes e abruptas. O principal divisor de águas da Bacia do Ivaí é representado pelo traçado da Avenida Minas Gerais e pelo traçado da Ferrovia assentada sob o espigão, que segue rumo ao sudoeste. 11

12 3.1.6 Vegetação A vegetação é reflexo da interação de um conjunto de fatores naturais, dentre os quais notadamente a latitude, a altitude, o clima e a formação pedológica. Segundo Maack a região Norte do Paraná era recoberta pela floresta pluvial tropical dos planaltos do interior, às margens dos Rios Pirapó e Ivaí. Este tipo de cobertura vegetal se desenvolveu sobre os solos férteis da terra roxa, provenientes da decomposição das lavas básicas da camada trapp e representa uma variação da mata pluvial tropical do litoral. Ver FIGURA 06. FIGURA 06 - CLASSIFICAÇÃO DA COBERTURA VEGETAL ORIGINAL DO ESTADO DO PARANÁ.FONTE: IPARDES Após pouco mais de 60 anos de uso e ocupação do solo, restam hoje apenas cerca de 4,0% da área do Município cobertos por florestas, destacando-se trechos de mata ciliar ao longo dos cursos d água e algumas manchas de floresta em torno da Cidade de Apucarana. Essas últimas perfazem aproximadamente 2.400,00ha, dos quais, 1.680,00ha (70,0% do total), constituídos por matas nativas, 12

13 enquanto os restantes 720,00ha (30,0% do total), são representados por reflorestamentos ou matas secundárias. Cabe ressaltar que esses resquícios de matas próximas à área urbana encontram-se ameaçados pelo processo de expansão urbana A Cidade possui, ainda, ,00m² (292,51ha) de parques e praças, perfazendo a significativa média de 29,2m² de área verde por habitante. Apucarana conta com 325,5km de vias, dos quais 196,21km (60,3% do total) estão dotados de arborização pública, encontrando-se apenas alguns dos bairros da periferia urbana ainda desprovidos de tal benfeitoria. 3.2 ASPECTOS ECONÔMICOS: ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO (IDH-M) INFORMAÇÃO ÍNDICE UNIDADE Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M) 0,748 IDHM - Longevidade 0,845 Esperança de vida ao nascer 75,71 anos IDHM - Educação 0,668 IDHM - Renda 0,741 Renda per capita 804,81 R$ 1,00 Classificação na unidade da federação 33 Classificação nacional 583 FONTE: Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil (2013) - PNUD, IPEA, FJP NOTA: Os dados utilizados, para o cálculo do índice, foram extraídos dos Censos Demográficos do IBGE. baixo; O índice varia de 0 (zero) a 1 (um) e apresenta as seguintes faixas: 0,000 a 0,499 - muito 0,500 a 0,599 - baixo; 0,600 a 0,699 - médio; 0,700 a 0,799 - alto; e 0,800 e mais - muito alto. 13

14 3.2.1 AGRICULTURA O VBP de Apucarana está classificado da seguinte forma, sendo: CULTURA VBP 2012 AVICULTURA/CORTE ,87 SOJA ,80 CAFÉ ,00 TRIGO ,48 MILHO ,00 OLERICULTURA ,44 OVOS CODORNA ,00 LEITE 3.416,000, 00 MADEIRA ,00 OUTRAS CULTURAS ,01 TOTAL ,1 VBP 2011 FRANGO DE CORTE SOJA CAFÉ TRIGO MILHO FRUTICULTURA No que se refere à fruticultura, a área cultivada no Município, não e expressiva, porem e visto que tal atividade constitui uma boa alternativa para incrementar a renda dos produtores. O maracujá tem ocupado um lugar de destaque na fruticultura, mesmo quando comparado a outras frutas com maior tradição de consumo. Sua participação no mercado de hortifrutigranjeiros é garantida, bem como nos programas institucionais como o PAA e PNAE. O cultivo pode ser feito em áreas pequenas, e não necessita de grandes investimentos, sendo assim, o objetivo do programa maracujá é incentivar principalmente os agricultores familiares, ou seja, aqueles que têm como mão de obra essencialmente o núcleo familiar, e que também já tenham outra atividade principal. Sendo assim mais uma opção de 14

15 renda e alternativa para a diversificação na propriedade. A Secretaria Municipal de Agricultura Além do apoio técnico fornecerá também as mudas para incentivar ainda mais o cultivo OLERICULTURA A olericultura é hoje uma atividade da agricultura com grande potencial, pois, abrange variados tipos de cultura: alface, repolho, cenoura, beterraba, tomate, couve entre outras verduras e legumes. No município a maior parte da produção de hortaliças está concentrada em propriedades de exploração familiar com menos de 10 hectares. É uma atividade que permite a obtenção de elevada produção física e de altos rendimentos por hectare cultivado e por hectare/ano dependendo do valor agregado do produto e da conjuntura de mercado. Além disso, gera um grande número de empregos devido à elevada exigência de mão de obra desde a semeadura até à comercialização. Estima-se que cada hectare plantado com hortaliças possa gerar, em média, entre 3 e 6 empregos diretos e um número idêntico indiretos. A administração do município tem como objetivo fomentar e incentivar o cultivo em estufa devido a fatores climáticos e a alta produtividade, auxiliar o produtor no processo de produção e de comercialização, oferecer cursos de qualificação, seminários e visitas técnicas! Também incentivar a participação nos programas de aquisição de alimentos para a merenda escolar PAA/PNA e FOME ZERO Avicultura de corte Com respeito à avicultura, o crescimento foi extraordinário, atingindo a 664,1% em apenas dois anos, permitindo concluir que a avicultura veio para ficar no conjunto das atividades pecuárias do Município. A razão para isso é que tal atividade conta com forte apoio de empresas integradoras que dão suporte técnico, logístico, projetos e fornecem os pintinhos e insumos, asseguram a compra da produção. Quanto às demais criações, além de não serem quantitativamente expressivas, tiveram comportamento pouco dinâmico no período, pois à exceção dos plantéis de ovinos e caprinos, que 15

16 experimentaram aumentos razoáveis, as demais atividades pecuárias mantiveram-se estáveis no período Silvicultura A atividade florestal havia em produtores que se dedicavam ao reflorestamento com eucalipto, cobrindo uma superfície de 707,0ha. Em 2006 contava-se já 70 produtores que plantavam essa espécie, abrangendo uma área de 900,0ha, o que ainda representa pouco em relação à área total do território municipal, mas que já indica um crescimento significativo e saudável, tendo em vista que tal tipo de atividade, além de rentável, é altamente indicado Estradas Rurais Somam aproximadamente 582 km, abertas a partir dos espigões, com pendentes longas e declividades relativamente acentuadas, dado a este fato somado a falta de adequação, readequação e manutenção. A trafegabilidade está bastante comprometida, dificultando sobremaneira o escoamento da produção agrícola, o acesso aos serviços de saúde, lazer, educação (transporte escolar) que em dias chuvosos impedem os estudantes de frequentarem as escolas e até de criarem novas oportunidades de negócios nas comunidades rurais, além dos transtornos aos moradores e transeuntes com o desconforto e insegurança, refletindo também no processo de sucessão das famílias, pois os jovens preferem deixar suas propriedades e se transferem para o conforto da cidade. Outros agravantes são os impactos ambientais ocasionados pelas péssimas condições das estradas que contribuem negativamente, como arrastamento dos solos, formação de erosão do tipo voçorocas, assoreamento de rios córregos e nascentes d água e contaminações por substâncias diversas trazidas pelas águas das chuvas. Diante do exposto tais justificativas se fazem necessário tendo em vista o nosso parque de máquinas reduzido e sucateado e a quantidade de estradas e tendo a agricultura como atividade economicamente forte em nosso município. Com a aquisição de novas máquinas e equipamentos com certeza poderemos manter nossas estradas rurais em boas condições de tráfego durante os trezentos e sessenta e cinco dias do ano, confortáveis, seguras e com baixo custo para a sua manutenção CAFÉ A cultura do café sempre desempenhou relevante papel no desenvolvimento do Paraná, e isto não difere do município de Apucarana. O café tem uma importância socioeconômica expressiva para a região, proporcionado renda, emprego e a fixação do homem no meio rural, notadamente o agricultor 16

17 familiar O município se destaca como um dos principais produtores de café, tanto na qualidade como em tipo e bebida. O nosso parque cafeeiro ocupa a 3ª área do estado, distribuído em 515 propriedades que atuam em regime familiar e de parceiras agrícolas. A produtividade média das lavouras tradicionais é de 25 sacas beneficiadas por hectare, ainda consideradas baixo, mesmo estando acima da média nacional, no plantio adensado é de 30 sacas por hectare, com potencial para 50 sacas por hectare, motivando outros produtores a plantarem o café em suas propriedades. A qualidade do nosso café vem sendo de mostrado na participação e premiações dos Concursos Estaduais de Café Qualidade, recebendo inclusive premiações nacionais. Na comercialização ocorre à predominância da venda de café em coco a compradores locais, isto deixa de agregar melhores preços no produto final e ainda de ficar sem a palha de café, que pode ser utilizada como repositória de matéria orgânica e ou no uso em barracões na avicultura como cama. Quanto à condução da lavoura cafeeira, o fator mão de obra é escassa e para suprir esta falta é necessário que o cafeicultor tenha que aderir a mecanização, realizando novos plantios no espaçamento adequado para colheita mecânica, o uso de trator e implementos para serem utilizadas no controle de pragas, doenças e plantas daninhas, na adubação química e orgânica, otimizando os fatores de produção. Dentro das diversas atividades executadas, destacamos para que sejam adquiridas pelo programa algumas que podem ser mecanizadas, trazendo agilidade e diminuição da dependência da mão de obra, agregando valor a produção e melhoria da qualidade de vida da família rural Floresta municipal A Prefeitura dispõe de um Viveiro Municipal, onde são produzidas mudas de espécies nativas e ornamentais para arborização urbana, sendo fornecidas gratuitamente para incentivo ao plantio e atender a legislação ambiental Credito fundiário Tem como objetivo promover a aquisição de terra e investimento para exploração de atividades geradoras de renda, através de financiamento. Podem acessar os trabalhadores rurais, porcenteiros, arrendatários e outras categorias que se enquadrarem nas normas desse programa. Para agilização, recomendamos o credenciamento de uma empresa de planejamento agrícola ou um profissional da área das ciências agrária através do Sindicato dos Trabalhadores Rurais e FETAEP junto ao Ministério do Desenvolvimento Agrário. 17

18 Encontro para o Agronegócio Central de Apoio e Comercialização da Agricultura Familiar Dotado de um ambiente físico, com toda infraestrutura (técnico, computadores conectados a bolsa de valores, fone, câmara climatizadora de frutas,camara fria, e etc.) objetivando dar suporte/apoio para os agricultores e pecuaristas nas cadeias produtivas (dentro e fora da porteira), inclusive realizando transações comerciais dos produtos hortifrúti nos moldes do Ceasa. Para consecução desses objetivos buscaremos recursos dos governos municipal, estadual e federal (Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar/Ministério Desenvolvimento Agrário) Mao de obra O município e região possui uma economia forte e diversificada, que atrai grande quantidade de Mao de obra do meio rural, o que ocasiona a falta para o setor, tendendo para uma mudança da atividade rural. A renda rural e complementada pela renda obtida por alguns integrantes da família, principalmente mulheres e jovens, em outros setores da economia e de aposentadoria. 3.3 SANEAMENTO Sistema de Abastecimento de Água A captação principal do sistema é feita atualmente no Rio Caviúna - afluente do Rio Pirapó - cujo manancial possui capacidade para produzir ,0m3/dia (nominal correspondendo a uma vazão. (ETA), localizada na zona central da Cidade e que também abastece a sede do Distrito de Pirapó. Visando a assegurar a suficiência no abastecimento em Apucarana, a SANEPAR implantou sistemas independentes, alimentados por mananciais subterrâneos. No presente a água e tratada com qualidade para consumo, representando uma população abastecida de aproximadamente pessoas em Apucarana e nas sedes dos distritos de Pirapó e Vila Reis, o que configura uma situação de plena suficiência, quanto ao abastecimento de água Sistema de Coleta e Depuração de Esgotos 18

19 O serviço de coleta e tratamento de esgoto em Apucarana também é prestado pela SANEPAR. O sistema é bastante complexo, pois, em virtude da malha urbana abranger três bacias hidrográficas e da determinação do Instituto Ambiental do Paraná - IAP de que, pelo fato das bacias dos Rios Pirapó e Tibagi constituírem mananciais de abastecimento, apenas a do Rio Ivaí pode receber efluentes, todo o esgoto das áreas urbanas daquelas duas bacias tem que ser bombeado para Estações de Tratamento de Esgotos - ETEs localizadas na bacia do Rio Ivaí. Existem 2 ETEs (estação de tratamento de esgoto), sendo uma localizada na micro-bacia do Córrego Biguaçu, e outra na micro-bacia do Córrego Barra Nova. A rede coletora de esgotos de Apucarana esta sendo estendida atualmente e beneficiara ate o final de % da População. 3.4 TRANSPORTE Sistema de Transporte Coletivo Urbano No perímetro Urbano, o transporte coletivo é feito por empresa de ônibus terceirizada que explora o sistema mediante concessão municipal. O Terminal de Transporte Coletivo funciona como terminal fechado de integração, ocupando as instalações do antigo Terminal Rodoviário Sistema de Transporte Ferroviário Apucarana está inserida na rede nacional de ferrovias através de dois ramais ferroviários: o primeiro tem origem em Cianorte e passa por Maringá, Apucarana e Londrina, indo até a cidade de Ourinhos no Estado de São Paulo, de onde, através da Estrada de Ferro Sorocabana das Ferrovias Bandeirantes S/A - FERROBAN faz a ligação com a capital paulista e o Porto de Santos; já o segundo ramal, correspondente à chamada Estrada de Ferro Central do Paraná, liga Apucarana à cidade de Ponta Grossa. A partir desta última um primeiro ramal dirige-se rumo sul para Santa Catarina e o Rio Grande do Sul, do qual se bifurca um outro ramal dirigindo-se a Curitiba e ao Porto de Paranaguá, enquanto um segundo ramal parte de Ponta Grossa e, em sentido nordeste, demanda ao Estado de São Paulo e ao restante da malha ferroviária do País. Explorado atualmente pela empresa América Latina Logística - ALL, o sistema ferroviário do Norte do Paraná opera apenas com o transporte de cargas, estando em estudos à possibilidade de exploração do transporte de passageiros no trecho Ibiporã-Paiçandu, onde estão localizados os pólos 19

20 regionais de Londrina, Maringá e Apucarana. Em virtude dessa localização na rede nacional de estradas de ferro, Apucarana apresenta excepcionais vantagens quanto à acessibilidade, não só no âmbito da Região Sul, como também no espaço do Mercosul, sendo à distância por via férrea de Apucarana a São Paulo de 722 km, a Curitiba de 487 km, a Paranaguá de 579 km, a Maringá de 64 km e a Londrina de 59 km Sistema de Transporte Aeroviário O aeroporto de Apucarana, denominado "Capitão João Bussi", está localizado próximo à sede do Distrito de Vila Reis, a 1,0km da BR-376 e a 9,0km do centro da Cidade. Contando com estacionamento de veículos, terminal de passageiros, posto de abastecimento de combustível e pátio de estacionamento de aeronaves asfaltado com 5.000,00m², o aeroporto pertence à Classe 3-c do Ministério da Aeronáutica. A pista de pouso e decolagem, com nomenclatura 08/26 é totalmente asfaltada e possui 1.400,00m de comprimento por 30,00m de largura, estando seu centro geométrico localizado a 850,0m de altitude s.n.m., nas coordenadas 23º de Latitude sul e 51º 23' 04" de Longitude oeste de Greenwich. Apesar de ser dotado de balizamento noturno e modernos instrumentos de auxílio à navegação aérea, exigidos para pousos e decolagens, não recebe voos comerciais, sendo utilizado apenas por particulares ou empresas. Todavia, encontram-se em andamento no presente negociações entre o Município e algumas empresas aéreas de caráter regional para a reativação de linhas regulares de transporte de passageiros e carga., Coleta e Disposição de Resíduos Sólidos O serviço de coleta de lixo domiciliar e hospitalar na Cidade é terceirizado, estando a cargo da empresa SANETRAN Saneamento Ambiental S/A, A coleta de lixo é realizada diariamente. A coleta cobre praticamente 100% das malhas urbanas do Município, resultando em uma quantidade de lixo coletado da ordem de 90 toneladas por dia, ou cerca de toneladas por mês, em média. A destinação final dos resíduos sólidos é feita mediante a deposição em aterro sanitário da Prefeitura Municipal, localizado a aproximadamente 500,00m ao sul do Contorno Sul, Em Apucarana existe a coleta seletiva do lixo reciclável (plástico, papel, metal e vidro) previamente separado pelos moradores da Cidade. A coleta é feita por pessoas pertencentes à 20

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