A IMAGEM ARTÍSTICA COMO MEDIADORA DA APRENDIZAGEM

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A IMAGEM ARTÍSTICA COMO MEDIADORA DA APRENDIZAGEM"

Transcrição

1 A IMAGEM ARTÍSTICA COMO MEDIADORA DA APRENDIZAGEM Jsé Albert Lencastre Jsé Henrique Chaves Universidade d Minh Resum O presente trabalh é parte de uma metdlgia experimental que visu explrar as virtualidades da imagem artística na análise de cnteúds. Expõe um dcument cm um cnjunt de bras nde se apresenta as aluns d 3º cicl espaç e a sua representaçã. Assim, fi efectuada uma pesquisa nas páginas da Internet - em bancs de imagens, museus n-line e biblitecas virtuais - pis esta permite acess rápid a infrmaçã rigrsa, send um precis auxiliar ds dcentes na preparaçã das suas aulas. Seguidamente, e utilizand MSPwerPint, fram rganizadas as imagens em sequência crnlógica. Fi intençã, cm a sua visualizaçã e respectivas explicações, trnar a apresentaçã de cnteúds mais actual, interessante e mtivadra. Intrduçã O desej de expressã pela arte é tã prfundamente human que desde a Pré-História se tem manifestad sem interrupçã em td planeta. Tud que sabems da existência humana exceptuand que as ssadas ns ensinam fica a dever-se a seu legad artístic. As bras de arte cnstituem preciss dcuments que ns falam de mds de ver e sentir ds hmens e das suas diferentes frmas de estar n mund. Send a imagem artística uma imprtante fnte de infrmaçã da humanidade fi pr nós materializada uma viagem a lng da história da representaçã d espaç tridimensinal na pintura, desde a Pré-História até a sécul XX, n intuit de abrdar cnteúd d 3º cicl - espaç e a sua representaçã. A td, dcument aclhe uma bra significativa de cada períd. Elegems a imagem pis, segund Muñz (1997), ela tem a capacidade de: despertar e atrair a atençã ds aluns; cntribuir para ptimizar a capacidade perceptiva; ajudar a frmar imagens e cnceits crrects e bjectivs; favrecer a cmpreensã e melhrar a integraçã da aprendizagem; gerar atitudes de participaçã activa e fmentar a cperaçã entre s aluns; favrecer a reflexã e espírit crític. Esclhems imagens artísticas pis, para além de serem agradáveis e interessantes, frnecem-ns muita infrmaçã sbre a representaçã gráfica d espaç. A preferência pel suprte tecnlógic teve em cnsideraçã que este tip de recurss permite, segund Rdríguez Diéguez & Barri (1995), ptenciar três aspects para manter a atençã: apresentam bject cm mair intensidade (cr, tamanh, etc.); permitem cntrlar a amplitude d númer de estímuls; admitem dsear a duraçã da atençã. N cas ds diapsitivs em suprte MSPwerPint, pde ser mantida a sua prjecçã até esgtar tdas as pssibilidades de bservaçã. O api d MSPwerPint, em terms técnics, além da facilidade de manipulaçã uma vez que quase tda a infrmaçã fi retirada da Internet, permite ainda: cm escureciment da sala, a atençã ds aluns ficar fcada na tela; a ampliaçã da imagem, facilita a visualizaçã de detalhes; facilidade de manipulaçã, pis é pssível vltar atrás e parar na imagem pretendida; pssibilita uma rganizaçã sequencial d assunt a tratar na aula; facilita a apresentaçã de bras de arte. Send ainda nssa cnvicçã que, em terms pedagógics, pde: dar mair impact a assunt apresentad; ecnmizar temp de expsiçã, pis visual seleccinad facilita a cmpreensã;

2 acelerar a aprendizagem e aumentar a retençã da infrmaçã. É imprtante referir que a imagem nã substitui prfessr; pel cntrári, é um prlngament das suas capacidades de cmunicaçã. A explrarms dcument, em terms metdlógics tentáms, cm Rdríguez Diéguez (1977): 1. frmular questões relacinadas cm tema; 2. prvcar sluções ns aluns em relaçã a tema; 3. realizar actividades explicativas. Referims ainda que bjectiv de mstrar trabalhs de arte as jvens nã é ensiná-ls a analisar quadrs u a recnhecer uma bra de arte, mas sim apresentar cnteúds fcalizand prcess e nã a bra. O dcument Ced Hmem adquiriu a capacidade para cmunicar visualmente que via através d desenh e da pintura. Assim criu a linguagem visual. Mas em cada civilizaçã Hmem apresenta frmas de cmunicar ideias semelhantes mas cm expressã própria. Cm verems a seguir cada cultura, segund s seus valres, «viu» mund de frma diferente. Além de que a percepçã d espaç nã é um fenómen puramente visual e nele entram utras variáveis, nmeadamente cnvencinad. Verems pis, que a lng ds séculs existiram múltipls artifícis destinads a reprduzir espaç tridimensinal numa superfície bidimensinal, de acrd cm a cultura e as experiências pessais de cada artista. A arte Pré-Histórica e a representaçã d espaç Há cerca de 15 mil ans, Hmem d palelític vivia em cavernas e abrigs naturais que também utilizava cm santuáris ns quais praticava ritual de gravar e pintar nas paredes fauna e cenas de caça, descbrind as pssibilidades expressivas da linguagem visual. Cncluiu-se que estes pintres usavam terra misturada cm sangue, grdura e sums de plantas para fazer pigments. Estas tintas eram entã armazenadas em sss cs e aplicadas cm pincéis feits de paus cm pels de animal u flhas. Lamparinas, feitas cm grdura de animal, em pedra u vass de barr, u tchas a arder, prvidenciavam uma luz ténue a artista. Ilustraçã 1 Pré-história. Tur, Lascaux. A Ilustraçã 1 é um tur na parede da gruta de Lascaux, França. Aqui, pderems perceber cm hmem pré-históric tem uma aguda percepçã e cm ele bserva a natureza, aprveitand até as saliências das rchas para cnseguir dar uma impressã de prfundidade. Um exempl dessa prfundidade pde ser bservada n cmpriment d crn d animal. O crn mais próxim é mair que mais distante e mais bem definid. Este indicadr também é patente nas patas dianteiras, cm a que está em primeir plan mais nítida e cm mais detalhe. Pdems hje dizer que Hmem pré-históric fazia uma pintura que pde ser cnsiderada tã imprtante cm qualquer bra de arte de um grande mestre.

3 A arte Egípcia e a representaçã d espaç A ideia cmummente aceite de que a arte Egípcia era sem prfundidade está errada (Arnheim (1980[1954]), pis esta era indicada através de bjects cults, e a um grau menr pr representar bjects distantes cm mens detalhes d que s que estã mais pert. Também em muits exempls d antig Egipt s bjects próxims eram clcads n fund da superfície e s bjects distantes a um nível mais alt (elevaçã). Ilustraçã 2 Egipt. Mural, Tebas, 1500 a.c. A Ilustraçã 2 mstra um exempl d us da interpsiçã (bjects escndids), na arte egípcia. A pintura mural egípcia descrevia cenas em bandas, e assim vems na banda de baix que está em primeir plan e na banda de cima que está em segund plan. Estes crredres de pessas parecem curiss prque nã apresentam s bjects da frma a que s nsss lhs estã habituads a ver. As figuras Egípcias parecem estranhas devid a padrões artístics que mstram crp frntal (cm mbrs largs) e uma cabeça em perfil. As duas pernas sã nrmalmente mstradas, bem cm dis pés direits (u esquerds), cnfrme lad para qual a figura está virada. N entant, pel mens um tip de indicadr de prfundidade mantém-se: us d bject cult para mstrar quais sã s bjects que estã mais próxims d espectadr e s que estã mais lnge. Segund Zunzunnegui (1995), a antiguidade egípcia valrizava-se a representaçã das cisas em funçã de cm eram e nã de cm se viam desde um pnt de vista. Neste sentid as pessas retratadas da frma real, sem traçs cnvergentes exigids pela perspectiva linear, demnstram uma frma perfeitamente válida de mstrar a realidade. A arte Grega e a representaçã d espaç Cm a emergência da sciedade clássica Grega fi desenvlvid um md mais naturalista de representaçã. As figuras eram mstradas numa visã a ¾, s lhs tend cm referência a cabeça, s pés nem sempre estavam paralels, e s bjects cmeçaram a estar desenhads de acrd cm a distância. Ilustraçã 3- Grécia. Perséfnes y Hades.

4 Na Ilustraçã 3 vems um exempl de arte grega. Na cmpsiçã, a interpsiçã nas pernas da persnagem à esquerda dá-ns uma nçã de perspectiva que é refrçada pelas linhas blíquas d banc nde repusam s seus pés. Apesar de a cadeira apresentar as pernas de cmpriment idêntic, e as mais distantes nã serem mais pequenas cm seria de esperar, utrs indicadres pictórics sã garante de nçã de prfundidade. A arte Rmana e a representaçã d espaç A antiguidade grec-rmana cnhecia empiricamente a perspectiva linear mas sem nunca lhe ter cnferid tal valr ( que viria a acntecer n períd renascentista). Um exempl da perspectiva linear é mstrad na Ilustraçã 4 referente a uma vila rmana. A bliquidade dá a bservadr a ideia que s edifícis têm vlume, i.e., que as suas diferentes partes estã a diferentes distâncias d bservadr. Neste cas tds s bjects estã rientads para um só pnt, u pnt de fuga, facilmente bservável. Ilustraçã 4 - Rma. Mural (Fresc), Pmpeia. Para muits autres a queda d impéri rman supôs um travã a desenvlviment das artes visuais e cmeç de uma decadência que só vltaria a ter mments de esplendr pr vlta d sécul XV. A arte Indiana e a representaçã d espaç Os indians amam a perfeiçã da Natureza e têm rgulh nela, prcurand cmpreendê-la em prfundidade. Nã é de estranhar que a arte reflicta iss mesm. A arte indiana é «naturalista», mas tratase de um naturalism frtemente cndicinad: alguns códigs de representaçã brigam s artistas a registarem sempre da mesma frma certs prmenres. Assim, a arte indiana é «naturalista» mas estilizada. Segund Pijan (1972), s artistas indians prduziram bras de uma beleza extrardinária, cnseguind realizações talvez superires às da Eurpa. Na Índia, s decradres de manuscrits fizeram maravilhas. Nada cm as iluminuras 1 ns pde fazer cmpreender melhr ambiente requintad das crtes ds sultões. 1 Iluminura A arte de iluminar (pintar); miniatura a cres ds antigs manuscrits. (Nv Dicinári Cmpact da Língua Prtuguesa, 10ª ed., vl III, p228)

5 Ilustraçã 5 - Iluminura, Na figura (Ilustraçã 5), de grande delicadeza pictórica, vems uma iluminura em que está representada uma dama escutand música, rdeada das crtesãs. Repare-se n tld e nas suas linhas cnvergentes; n entant as músicas que estã mais afastadas nã acmpanham esse sentid de afastament, e aí a dimensã nã parece ser cnseguida. Observa-se, n entant, a utilizaçã das linhas blíquas quer na mesa quer n banc, send que estas nã cnvergem mas sã, mesm assim, garante de prfundidade. A interpsiçã é ntória, para além das texturas cm cres exuberantes típicas deste tip de arte. A arte d Renasciment e a representaçã d espaç A arte da Renascença lutu pr um realism visual precis: s pintres queriam pintar s seus quadrs cm cópia da realidade. Quand a pintura fsse bservada s lhs deveriam ver a mesma imagem cm quand se cntemplava a realidade ali reprduzida. Assim, desenvlveram um métd de desenhar um bject, «a perspectiva linear perfeita», u seja, a utilizaçã de linhas e pnts de fuga para criar prfundidade. Uma técnica fi desenvlvida pr Albercht Dürer ( ). O aparelh de Dürer cnsistia numa mldura cm fis hrizntais e verticais cruzads de maneira a frmarem uma grelha (Ilustrações 6a e 6b). O artista tinha uma visã fixada n lcal a partir da qual ele lhava através das grelha para a figura que iria desenhar. Ilustraçã 6a e 6b Dürer. Durer's Perspective Machines. Dis ds aparelhs de Dürer para desenhar em perspectiva. Na mesa de trabalh era clcada uma tela u um papel cm mesm tamanh da mldura e marcada cm mesm quadriculad da grelha. O artista cpiava que via através da grelha para a tela. O efeit é semelhante se pegar numa flha de papel transparente cntra um vidr de uma janela e desenhar exactamente que aparece na flha. Neste exempl a ilustraçã recnstruída irá mstrar uma imagem na qual tdas as pistas lineares terã uma prprçã «crrecta».

6 Em 1488, Carl Crivelli (c ), pintu A Anunciaçã, mstrada na Ilustraçã 7. O us da perspectiva linear é evidente. O primeir plan está tã pert d espectadr que parece transprtar-se para além d quadr plan e «saltar para nós» (Gregry, 1968). Parece clar que, para além da perspectiva linear, empreg de texturas cm cres frtes dá à tela uma qualidade próxima d real, que era, certamente, a meta a alcançar. Ilustraçã 7 - Carl Crivelli, A Anunciaçã,1488. A Ilustraçã mstra ainda esquema gemétric da perspectiva utilizada pr Crivelli, cm a indicaçã da lcalizaçã d pnt de fuga e da linha d hriznte. Apesar de tdas regras da perspectiva linear terem sid gemetricamente cumpridas, ângul de cnvergência para pnt de fuga é tã prnunciad que quase ns leva a cncluir que seria um pnt de vista puc exequível. O mais fams de tds s quadrs da Renascença é A Última Ceia, de Lenard da Vinci ( ), (Ilustraçã 8) pintada entre 1495 e 1498, na parede d refeitóri de Santa Maria delle Grazie, em Milã. Nunca um artista anterir tinha cnseguid a precisã artística e matemática de Lenard. Fi Da Vinci quem primeir expôs claramente as leis e s princípis da perspectiva. Fê-l ns seus «Livrs de Ntas» 2. Ilustraçã 8 Lenard Da Vinci, The Last Supper. A Ultima Ceia, N «Livr de Ntas», Lenard da Vinci esbça um plan de estuds rdenad para us d artista, plan que inclui, além da perspectiva, estud da frma cm estã dispsts s músculs existentes junt à superfície d crp, da estrutura ds lhs ds hmens e ds animais e a btânica. (Gregry, 1968: 168)

7 Da Vinci pintu a cena de frma a que a audiência se sentisse cm parte da última ceia de Crist. O efeit visual d envlviment está grandemente dependente da frma cm fram aplicadas as leis da perspectiva linear. A figura de Crist é clcada n centr da cmpsiçã, dminand primeir plan, que é a mesm temp pnt de fuga, mais prpriamente seu lh direit. O us de linhas cnvergentes dá a sensaçã de prfundidade e fca a atençã em Crist. Os própris braçs, a lng das linhas da pirâmide visual, refrçam a perspectiva (Raps, Duarte e Rsári, 2000). Em meads d sécul XV, s pintres tinham reslvid a mair parte ds prblemas gemétrics assciads à perspectiva linear. A arte Asiática e a representaçã d espaç A mesm temp que períd áure da Renascença na Eurpa, artistas asiátics prduziam quadrs em que alguma frma de perspectiva é usada, apesar de ser dada mens atençã à crrecçã gemétrica da perspectiva linear. Os pintres rientais atribuíram características diferentes à representaçã d espaç. N seu sistema, as linhas paralelas da realidade cnvergem prgressivamente, em terms de representaçã, para lad d bservadr. Assim alarga espaç em vez de fechar. Os limites d hriznte parecem perder-se para fra d camp plástic. Gregry (1968), refere-se à pintura asiática da seguinte frma: Neles a distância é representada segund regras fixas que clidem cm a gemetria e que, frequentemente, dã lugar a que pderíams cnsiderar um perspectiva invertida linhas que divergem em vez de cnvergir quand a distância aumenta. (Gregry, 1968: 168) Os artistas asiátics usavam particularmente a perspectiva atmsférica, na qual s bjects distantes eram mstrads de frma mais dispersa d que s mais próxims. Ilustraçã 9 Landscape, China, 16th century. A Ilustraçã 9 apresenta uma paisagem pintada num bimb de seda e linh, reveladr d tip de pintura chinesa da épca. Aqui a perspectiva visual é cnseguida através d psicinament vertical, bjects distantes estã n tp d quadr e s mais próxims n fund. A bliquidade ds edifícis dáns uma nçã de prlngament d espaç visual. Muits destes bimbs sã representações de histórias passadas em lcais encantads. A arte d séc. XIX e a representaçã d espaç Os filósfs gregs chamaram à arte uma imitaçã da natureza. Essa imitaçã deixu de ser a precupaçã ds artistas da segunda metade d sécul XIX. Estes desenvlveram uma nva frma de representar a arte nde a percepçã da realidade fi capturada pr cres e mviment, abandnand a perspectiva linear e realism estabelecid durante a Renascença. Iss acnteceu cm reacçã à invençã da máquina ftgráfica, que retratava as cenas reais cm fidelidade. Os pintres nã pdiam

8 fazer melhr, de frma que desenvlveram um nv estil de arte, nde principal efeit é btid pela reacçã emcinal a quadr em vez da crrecçã visual. Outrs factres cntribuíram, incluind a crescente liberdade pessal, uma mair cmpreensã das qualidades da cr e a invençã de nvas tintas a óle que permitiam as artistas mair mbilidade, passand a ser pssível a pintura a ar livre em paisagens naturais. A perspectiva linear fi trcada pela perspectiva aérea, identificand-se esta mais cm a nva visã d mund ds artistas ds finais d sécul XIX, criand uma imagem mais snhadra. De uma frma geral estes artistas distrceram as leis da perspectiva linear. A ideia de que tdas as linhas deveriam ser rientadas para um únic pnt de fuga fi abandnada. Pr exempl a frma cm Vincent van Ggh ( ), pintu seu quart em Arles (Ilustraçã 10). Ilustraçã 10 - Vincent van Ggh, Quart de Arles, Alg está «errad» cm este quadr. As linhas nã cnvergem, e seria impssível clcar uma cama real n espaç que ela cupa n quadr. As cadeiras nã estã «bem», especialmente se as cmpararms cm tamp da mesa. A janela nunca fecharia. Os quadrs na parede parecem cair Esta representaçã nã é crrecta sb pnt de vista da perspectiva linear, mas que Van Ggh queria, prvavelmente, era causar tensã dinâmica entre s espectadres. D mesm md utiliza a dimensã e rientaçã espacial, iss é visível na diferença de tamanh entre as duas cadeiras A diferença de tamanh que ajuda a criar prfundidade é sublinhada pela semelhança de cr, frma e rientaçã espacial. (Arnheim (1980[1954]: 81). A arte d séc. XX e a representaçã d espaç N iníci d séc. XX, a arte mderna fi cmpletamente revlucinária, pis caracterizu-se pela quebra de tdas as regras (da arte). Encntráms uma dúzia, u mais, de estils. Perspectiva linear e ilusã de prfundidade fram substituídas pr uma arte em que suprte teóric passu a ser cmpnente fundamental. O grau de crrecçã linear deixu de ser referência para s pintres. Muits artistas mderns criaram a sensaçã de prfundidade utilizand frmas revlucinárias. Exempl diss é trabalh de Pabl Picass ( ), Les Demiselles d Avignn (As Meninas de Avinhã, Ilustraçã 11), d iníci d períd cubista, que representu alg de cmpletamente riginal. Ilustraçã 11 - Pabl Picass, Les Demiselles d Avignn, 1907.

9 Os nús sã representads cm se Picass s visse através de um vidr quebrad. Até a própria luz parece ter sid despedaçada em pequens fragments. Outra frma de imaginar que fizeram s cubistas cnsiste em pensar artista cm se servind de um abre-latas, desdbrand mund tridimensinal de um md a que este se ajuste a uma tela bidimensinal. (Januszczak & McCleery,1984[1982]: 61). Aqui bservadr é cnfrntad cm uma mntagem de linhas visuais frtes, mas, a cntrári da pintura Renascentista, as linhas apntam para tdas as direcções. Aqui nã há pnt de fuga. Os nús sã vists de uma frma tridimensinal, pis de repente as figuras parece que saltam da tela, estã mais próximas e s traçs têm prfundidade. Picass nã só ns mstra partes, mas às vezes mstra partes de diferentes perspectivas. Assim, na mesma persnagem pdems ver um lh desenhad de uma perspectiva frntal e um lh de perfil. A figura d quadr que se encntra à direita está sentada a mesm temp de frente e de cstas para nós, cm se pintr tivesse caminhad à sua vlta e em seguida incrprad tud que viu num só aspect. Pistas lineares frtes que sugerem um tip de pnt de fuga aparecem n mesm quadr cm utras pistas lineares que sugere um utr pnt de fuga. Picass quebru as regras da prática artística cnvencinal, e recnstruiu a sua imagem da realidade cm um nv cnjunt de regras. Outrs artistas mderns subverteram as cnvenções d passad, cm ns trabalhs de M.C.Escher ( ). Na Ilustraçã 12, uma litgrafia de 1960 intitulada Ascending and Descending (Escada acima e escada abaix), vems uma interpretaçã de mnges a subir e descer uma escada. Pderíams pensar que s artistas mderns vltaram a usar a perspectiva linear perfeita de frma a retratar realisticamente que viam. Pur engan! Para Escher a realidade puc interessa, antes pel cntrári, prefere criar munds impssíveis que apenas pareçam reais (Raps, Duarte e Rsári, 2000). Assim, sms cnfrntads cm uma escada que nã tem fim nde tant se pde subir cm descer, sem que n entant se cnsiga chegar nem acima nem abaix. A mistura deliberada de pistas destina-se a cnfundir a nssa percepçã. Neste trabalh, artista jga cm as leis da perspectiva para prduzir surpreendentes efeits de ilusã de óptica. Fascinad pels paradxs visuais, Escher chegu à criaçã de munds impssíveis. Ilustraçã 12 - M.C.Escher, Ascending and Descending, Finalmente aquela que é, prvavelmente, a artista prtuguesa de mair prjecçã internacinal: Maria Helena Vieira da Silva ( ). O estil incnfundível de Vieira da Silva é uma das referências determinantes na arte abstracta. Para alguns artistas abstracts, que afecta na realidade a pintura é a frma, a cr, a linha e a textura, e nã a cópia d bject; as frmas, principalmente gemétricas, s triânguls, s rectânguls e quadrads que se encntram na tela criam a ilusã de estas mesmas frmas se prjectarem através dela. A pintura de Vieira da Silva é cnsiderada uma invaçã pis sugere a ideia de uma prfundidade pura, a invés d abstraccinism de Mndrian e Malevicth que é smente bidimensinal (Luz, 1998). Exempl significativ é quadr intitulad Ville, (Ilustraçã 13).

10 Ilustraçã 13 Maria Helena Vieira da Silva, Ville, Vieira da Silva realizu uma pintura que abrda um "espaç labiríntic e vertigins", que ns leva muitas vezes a urban: crredres infindáveis, prfunds túneis que sã atravessads pr uma luz que parece uma néva. As suas cmpsições prcuram inspiraçã nas grandes cidades, cm Lisba, que sã percepcinadas cm imagens vagas, imensamente sugestivas e cntadas cm a pesia (Luz, 1998). «Vieira retém da cidade apenas a estrutura gráfica de uma memória tã próxima quant distanciada, através de vaivém de múltipls plans transparentes que avançam e recuam, cm espelhs multifacetads, que reflectem a luz de um espaç simultaneamente td chei e td vazi.» (Euric Gnçalves, 1992, p.14 in Luz, 1998) Em suma, nã é que s artistas mderns tenham repelid as leis da perspectiva visual mas usaram-nas de frmas mais criativas. Cnclusã A imagem artística é uma pdersa ferramenta susceptível de explrar nvs parâmetrs da nssa percepçã. Abre-ns a nvas significações, nvas descbertas, nvas cntações. Passams d «lhar» a «ver». Assim, enriquece nss univers cultural e científic. Acredita-se que esse enriqueciment nas idades da adlescência pde cncrrer para desenvlviment da percepçã visual, de capacidades expressivas e de criatividade, e também para aperfeiçament das suas capacidades cgnitivas. O us de imagens artísticas nas aulas faz ainda cm que, prfessr e aluns, estejam mais mtivads, pis a sua aplicaçã pde prprcinar experiências invadras de cmunicaçã. Relembrams que a utilizaçã da imagem n prcess ensin/aprendizagem só é recnhecida se usada em cmbinaçã cm métds que favreçam a cmunicaçã e permitam uma mair participaçã pr parte ds aluns, pis cm sabems a imagem, só pr si, nã ensina. É imperis acautelar que tda a prjecçã de imagens deve respnder a uma planificaçã didáctica que seja explícita e que incrpre actividades prévias e psterires ds aluns e que permitam aprfundar cnteúds de uma frma crítica. Pr últim, diríams que acess a infrmaçã retirada da Internet é um imprtante auxiliar d prfessr. Este é apenas um exempl extraíd da infinidade de infrmaçã existente. O prfessr pde esclher de entre tal ferta aquil que melhr se adequa as cnteúds que pretende abrdar. Bibligrafia ARNHEIM, R. (1980[1954]). Arte & Percepçã Visual. Sã Paul: Livraria Pineira Editra. ÁSIA. Landscape, China. (cnsultad na Internet em 24 de Mai de 2003). CRIVELLI. Carl Crivelli, A Anunciaçã. (cnsultad na Internet em 24 de Mai de 2003). DA VINCI. Lenard Da Vinci. The Last Supper. na Internet em 24 de Mai de 2003).

11 na Internet em 24 de Mai de 2003). DÜRER. Durer's Perspective Machines. (cnsultad na Internet em 24 de Mai de 2003). EGIPTO. Mural, Tebas. (cnsultad na Internet em 24 de Mai de 2003). ESCHER. M.C.Escher, Ascending and Descending. (cnsultad na Internet em 24 de Mai de 2003). GRÉCIA. Grécia. Perséfnes y Hades. p2.htm (cnsultad na Internet em 24 de Mai de 2003). GREGORY, R. (1968). A Psiclgia da Visã. Prt: Editrial Inva. ÍNDIA. Iluminura. (cnsultad na Internet em 24 de Mai de 2003). (cnsultad na Internet em 27 de Mai de 2003). JANUSZCZAK, W. & McCLEERY, J. (1984[1982]). Cmpreender a Arte. Lisba: Verb Juvenil. LUZ, A. (1998). Vieira da Silva. (cnsultad na Internet em 27 de Mai de 2003). MUÑOZ, R. (1997). Ls medis audivisuales en el aula. (cnsultad na internet em 27 de Mai de 2003) PICASSO. Pabl Picass, Les Demiselles d Avignn. (cnsultad na Internet em 24 de Mai de 2003). (cnsultad na Internet em 24 de Mai de 2003). (cnsultad na Internet em 24 de Mai de 2003). PIJOAN, J. (1972). História da Arte. (vl. 4 e vl.5). Lisba: Publicações Eurpa-América. PRÉ-HISTÓRIA. Tur, Lascaux. (cnsultad na Internet em 24 de Mai de 2003). RAPOSO, A., DUARTE, A. & ROSÁRIO, M. (2000). Escher. (cnsultad na internet em 27 de Mai de 2003) RAPOSO, A., DUARTE, A. & ROSÁRIO, M. (2000). Durer. (cnsultad na internet em 27 de Mai de 2003) RAPOSO, A., DUARTE, A. & ROSÁRIO, M. (2000). Lenard da Vinci. (cnsultad na internet em 27 de Mai de 2003) RODRIGUÉZ-DIÉGUEZ, J. (1977). Las funcines de la imagen en la enseñanza. Barcelna: Gustav Gili. RODRIGUÉZ-DIÉGUEZ, J. & BARRIO, O. (1995). Tecnlgia educativa: nuevas tecnlgías aplicadas a la educación. Alcy: Marfil. ROMA. Mural (Fresc), Pmpeia. (cnsultad na Internet em 24 de Mai de 2003). VAN GOGH. Vincent van Ggh, Quart de Arles. htm (cnsultad na Internet em 24 de Mai de 2003). (cnsultad na Internet em 25 de Mai de 2003). VIEIRA DA SILVA. Maria Helena Vieira da Silva, Ville, (cnsultad na Internet em 27 de Mai de 2003). (cnsultad na Internet em 27 de Mai de 2003). ZUNZUNEGUI, Sants (1995). Pensar la imagem. Madrid: Edicines Cátedra.

Regulamento da Feira de Ciência

Regulamento da Feira de Ciência Regulament da Feira de Ciência A Feira A Feira de Ciência é um é um prject rganizad pel Núcle de Física d Institut Superir Técnic (NFIST). Esta actividade cnsiste em desenvlver um prject científic pr um

Leia mais

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização CIRCULAR Data: 2007/10/10 Númer d Prcess: DSDC/DEPEB/2007 Assunt: GESTÃO DO CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007 Para: Inspecçã-Geral de Educaçã Direcções Reginais de Educaçã

Leia mais

Passo 1 - Conheça as vantagens do employeeship para a empresa

Passo 1 - Conheça as vantagens do employeeship para a empresa Manual Cm intrduzir emplyeeship na empresa Índice Intrduçã Pass 1 - Cnheça as vantagens d emplyeeship para a empresa Pass 2 - Saiba que é a cultura emplyeeship Pass 3 - Aprenda a ter "bns" empregads Pass

Leia mais

5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO:

5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO: 5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO: 5.1 INTRODUÇÃO A rganizaçã da manutençã era cnceituada, até há puc temp, cm planejament e administraçã ds recurss para a adequaçã à carga de trabalh esperada.

Leia mais

Escla Superir Agrária de Cimbra Prcessament Geral de Aliments LEAL 2009/2010 Aqueciment Óhmic Brenda Mel, nº 20803030 Inês Ricard, nº 20090157 Nádia Faria, nº 20803060 O que é? Prcess nde a crrente eléctrica

Leia mais

Unidade 7: Sínteses de evidências para políticas

Unidade 7: Sínteses de evidências para políticas Unidade 7: Sínteses de evidências para plíticas Objetiv da Unidade Desenvlver um entendiment cmum d que é uma síntese de evidências para plíticas, que inclui e cm pde ser usada 3 O que é uma síntese de

Leia mais

Anexo 03 Recomendação nº 3: estatuto padrão, estatuto fundamental e contrato social

Anexo 03 Recomendação nº 3: estatuto padrão, estatuto fundamental e contrato social Anex 03 Recmendaçã nº 3: estatut padrã, estatut fundamental e cntrat scial 1. Resum 01 Atualmente, Estatut da Crpraçã da Internet para a atribuiçã de nmes e númers (ICANN) tem um mecanism únic para alterações.

Leia mais

Regulamento para realização do Trabalho de Conclusão de Curso

Regulamento para realização do Trabalho de Conclusão de Curso Universidade Federal d Ceará Campus de Sbral Curs de Engenharia da Cmputaçã Regulament para realizaçã d Trabalh de Cnclusã de Curs Intrduçã Este dcument estabelece as regras básicas para funcinament das

Leia mais

Terremotos e Ressonância

Terremotos e Ressonância Ntas d Prfessr Terremts e Ressnância Pergunta em fc Cm mviment d sl causad pr um terremt afeta a estabilidade de edifícis de diferentes alturas? Ferramentas e materiais Dis pedaçs quadrads de madeira,

Leia mais

ENCONTROCAS 2º SEMESTRE 2012 - ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O CURSO DE PEDAGOGIA. O ENCONTROCAS é um evento semestral realizado pelo Instituto Superior de

ENCONTROCAS 2º SEMESTRE 2012 - ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O CURSO DE PEDAGOGIA. O ENCONTROCAS é um evento semestral realizado pelo Instituto Superior de Faculdade de Ciências Sciais Aplicadas de Bel Hriznte Institut Superir de Educaçã Curs de Pedaggia ENCONTROCAS 2º SEMESTRE 2012 - ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O CURSO DE PEDAGOGIA O ENCONTROCAS é um event semestral

Leia mais

Apresentação do Curso

Apresentação do Curso At endi m ent acl i ent e Apr es ent aç ãdc ur s Apresentaçã d Curs O curs Atendiment a Cliente fi elabrad cm bjetiv de criar cndições para que vcê desenvlva cmpetências para: Identificar s aspects que

Leia mais

Artigo 12 Como montar um Lava Jato

Artigo 12 Como montar um Lava Jato Artig 12 Cm mntar um Lava Jat Antigamente era cmum bservar as pessas, n final de semana, cm seus carrs, bucha e sabã nas mãs. Apesar de ainda haver pessas que preferem fazer serviç suj szinhas, s lava

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO FINAL DE GEOGRAFIA

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO FINAL DE GEOGRAFIA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO FINAL DE GEOGRAFIA Nme: Nº 8ºAn Data: / / 2015 Prfessres: Fabiana, Mayra e Olga. Nta: (valr: 2.0) A - Intrduçã Neste an, sua nta fi inferir a 60 pnts e vcê nã assimilu s cnteúds

Leia mais

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS Sã Paul 2013 1 1 INTRODUÇÃO Este Manual tem a finalidade de servir à nrmalizaçã da elabraçã de Trabalhs de Cnclusã de Curs TCC pr mei de artigs científics,

Leia mais

Lições de liderança aprendidas à duras penas Bill Hybels Duração 62:34

Lições de liderança aprendidas à duras penas Bill Hybels Duração 62:34 The Glbal Leadership Summit Ntas d Facilitadr Lições de liderança aprendidas à duras penas Bill Hybels Duraçã 62:34 Resum da Sessã Lições de liderança e estratégias que geram resultads tangíveis em nssas

Leia mais

Poder e escola: Uma analise acerca das relações entre professor e aluno.

Poder e escola: Uma analise acerca das relações entre professor e aluno. Pder e escla: Uma analise acerca das relações entre prfessr e alun. Marcs Paul A. Rdrigues 1 Andersn Silva Nunes 2 Intrduçã: O presente trabalh expõe s tips de pder exercid pels prfessres sbre s aluns,

Leia mais

Oficina de Capacitação em Comunicação

Oficina de Capacitação em Comunicação Oficina de Capacitaçã em Cmunicaçã APRESENTAÇÕES: DICAS E INSTRUMENTOS Marcele Basts de Sá Cnsultra de Cmunicaçã mbasts.sa@gmail.cm Prjet Semeand Águas n Paraguaçu INTERESSE DO PÚBLICO Ouvir uma ba história

Leia mais

MS-PAINT. PAINT 1 (Windows7)

MS-PAINT. PAINT 1 (Windows7) PAINT 1 (Windws7) O Paint é uma funcinalidade n Windws 7 que pde ser utilizada para criar desenhs numa área de desenh em branc u em imagens existentes. Muitas das ferramentas utilizadas n Paint estã lcalizadas

Leia mais

ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000

ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000 ISO 9001:2008 alterações à versã de 2000 Já passaram quase it ans desde que a versã da ISO 9001 d an 2000 fi publicada, que cnduziu à necessidade de uma grande mudança para muitas rganizações, incluind

Leia mais

OBJECTIVO. Ligação segura às redes públicas de telecomunicações, sob o ponto de vista dos clientes e dos operadores;

OBJECTIVO. Ligação segura às redes públicas de telecomunicações, sob o ponto de vista dos clientes e dos operadores; Prcediments de Avaliaçã das ITED ANACOM, 1ª ediçã Julh 2004 OBJECTIVO De acrd cm dispst n nº 1, d artº 22º, d Decret Lei nº 59/2000, de 19 de Abril (adiante designad cm DL59), a cnfrmidade da instalaçã

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO SEMESTRAL DE GEOGRAFIA

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO SEMESTRAL DE GEOGRAFIA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO SEMESTRAL DE GEOGRAFIA Nme: Nº 8ºAn Data: / / 2015 Prfessres: Fabiana, Mayra e Olga. Nta: (valr: 1,0 para cada bimestre) 4º bimestre / 2º semestre A - Intrduçã Neste semestre, sua

Leia mais

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS OESTECIM A MINHA EMPRESA

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS OESTECIM A MINHA EMPRESA 1. Intrduçã e Objetivs a) O Cncurs de Ideias OESTECIM a minha empresa pretende ptenciar apareciment de prjets invadres na regiã d Oeste sempre numa perspetiva de desenvlviment ecnómic e scial. b) O Cncurs

Leia mais

METAS DE COMPREENSÃO:

METAS DE COMPREENSÃO: 1. TÓPICO GERADOR: Vivend n sécul XXI e pensand n futur. 2. METAS DE COMPREENSÃO: Essa atividade deverá ter cm meta que s aluns cmpreendam: cm se cnstrói saber científic; cm as áreas d saber estã inter-relacinadas

Leia mais

Profa. Dra. Silvia M de Paula

Profa. Dra. Silvia M de Paula Prfa. Dra. Silvia M de Paula Espelhs Esférics Certamente tds nós já estivems diante de um espelh esféric, eles sã superfícies refletras que têm a frma de calta esférica. Em nss ctidian ficams diante de

Leia mais

3. TIPOS DE MANUTENÇÃO:

3. TIPOS DE MANUTENÇÃO: 3. TIPOS DE MANUTENÇÃO: 3.1 MANUTENÇÃO CORRETIVA A manutençã crretiva é a frma mais óbvia e mais primária de manutençã; pde sintetizar-se pel cicl "quebra-repara", u seja, repar ds equipaments após a avaria.

Leia mais

Uma leitura sobre a propriedade do conhecimento no software livre e copyleft a partir de conceitos da filosofia grega.

Uma leitura sobre a propriedade do conhecimento no software livre e copyleft a partir de conceitos da filosofia grega. XXVII Cngres de la Asciación Latinamericana de Scilgía. VIII Jrnadas de Scilgía de la Universidad de Buens Aires. Asciación Latinamericana de Scilgía, Buens Aires, 2009. Uma leitura sbre a prpriedade d

Leia mais

WORKSHOPS SOBRE AS POSSIBILIDADES DE COOPERAÇÃO / CONCENTRAÇÃO NO SECTOR AUXILIAR NAVAL

WORKSHOPS SOBRE AS POSSIBILIDADES DE COOPERAÇÃO / CONCENTRAÇÃO NO SECTOR AUXILIAR NAVAL WORKSHOPS SOBRE AS POSSIBILIDADES DE COOPERAÇÃO / CONCENTRAÇÃO NO SECTOR AUXILIAR NAVAL ÍNDICE I. Apresentaçã e bjectivs d wrkshp II. III. Resultads ds inquérits Ambiente cmpetitiv Negóci Suprte Prcesss

Leia mais

Escola das Artes Universidade Católica Portuguesa Centro Regional do Porto, Porto, Portugal. Rua Diogo Botelho 1327, 4169-005 - Porto, Portugal

Escola das Artes Universidade Católica Portuguesa Centro Regional do Porto, Porto, Portugal. Rua Diogo Botelho 1327, 4169-005 - Porto, Portugal Authrs Sara Henriques, abslutich@htmail.cm Jrge Cards, jccards@prt.ucp.pt Helena Figueired, hfigueired@prt.ucp.pt Organizatin Escla das Artes Universidade Católica Prtuguesa Centr Reginal d Prt, Prt, Prtugal

Leia mais

REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO

REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO Um prject eurpeu em clabraçã cm a EHFA Eurpean Health and Fitness Assciatin, cm sede em Bruxelas Regist ds Prfissinais Intrduçã Estams numa fase em que a Tutela

Leia mais

DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO

DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO 1. PREÂMBULO... 1 2. NATUREZA E OBJECTIVOS... 1 3. MODO DE FUNCIONAMENTO... 2 3.1 REGIME DE ECLUSIVIDADE... 2 3.2 OCORRÊNCIAS... 2 3.3

Leia mais

Capítulo VII Projetos de eficiência energética em iluminação pública Por Luciano Haas Rosito*

Capítulo VII Projetos de eficiência energética em iluminação pública Por Luciano Haas Rosito* 20 Api O Setr Elétric / Julh de 2009 Desenvlviment da Iluminaçã Pública n Brasil Capítul VII Prjets de eficiência energética em iluminaçã pública Pr Lucian Haas Rsit* Neste capítul abrdarems s prjets de

Leia mais

Art. 2º. Trata-se de uma promoção de caráter exclusivamente de estimulo cultural, profissional e acadêmico sem vínculo com sorteios.

Art. 2º. Trata-se de uma promoção de caráter exclusivamente de estimulo cultural, profissional e acadêmico sem vínculo com sorteios. Prêmi Data Pint de Criatividade e Invaçã - 2011 N an em que cmpleta 15 ans de atuaçã n mercad de treinament em infrmática, a Data Pint ferece à cmunidade a prtunidade de participar d Prêmi Data Pint de

Leia mais

CAPÍTULO 3. por cento das pessoas são. tenta destras e só trinta por cento são

CAPÍTULO 3. por cento das pessoas são. tenta destras e só trinta por cento são '. CPÍTULO 3 PERSPECTV LNER d. l (-' \. ;' 1- '. ) f-. t - r L- --;;._-.L u f. O DESENHO SMÓLCO DESENHO CONCRETO (COM PERSPECTV) perspectiva linear é um artifíci que permite a desenhista criar uma ilusã

Leia mais

Proposta. Treinamento Lean Thinking Mentalidade Enxuta. Apresentação Executiva

Proposta. Treinamento Lean Thinking Mentalidade Enxuta. Apresentação Executiva Treinament Lean Thinking Mentalidade Enxuta www.masterhuse.cm.br Prpsta Cm Treinament Lean Thinking Mentalidade Enxuta Apresentaçã Executiva Treinament Lean Thinking Mentalidade Enxuta Cpyright 2011-2012

Leia mais

Informática II INFORMÁTICA II

Informática II INFORMÁTICA II Jrge Alexandre jureir@di.estv.ipv.pt - gab. 30 Artur Susa ajas@di.estv.ipv.pt - gab. 27 1 INFORMÁTICA II Plan Parte I - Cmplementar cnheciment d Excel cm ferramenta de análise bases de dads tabelas dinâmicas

Leia mais

Processos de Apoio do Grupo Consultivo 5.5 Suporte Informático Direito de Acesso à Rede

Processos de Apoio do Grupo Consultivo 5.5 Suporte Informático Direito de Acesso à Rede Prcesss de Api d Grup Cnsultiv 5.5 Suprte Infrmátic Direit de Acess à Rede Suprte Infrmátic - Dcuments 5.5 Âmbit e Objectiv Frmuláris aplicáveis Obrigatóris Obrigatóris, se aplicável Frmulári de Mapa de

Leia mais

(1) (2) (3) Estágio II Semestral 6 Inovação e Desenvolvimento de Produtos Turísticos

(1) (2) (3) Estágio II Semestral 6 Inovação e Desenvolvimento de Produtos Turísticos Estági II Semestral 6 Invaçã e Desenvlviment de Prduts Turístics Desenvlviment e Operacinalizaçã de Prjects Turístics Inglês Técnic IV Legislaçã e Ética d Turism Opçã Semestral 4 6/6 Sistemas de Infrmaçã

Leia mais

Cinco Passos para Proteger Nossas Crianças. O que é o Abuso Sexual Infantil? Base para Os Cinco Passos

Cinco Passos para Proteger Nossas Crianças. O que é o Abuso Sexual Infantil? Base para Os Cinco Passos Cinc Passs para Prteger Nssas Crianças 1º Pass: Infrme-se sbre s Fats 2º Pass: Reduza Oprtunidades 3º Pass: Cnverse sbre Assunt 4º Pass: Recnheça s Sinais 5º Pass: Reaja de Frma Respnsável Cinc Passs para

Leia mais

2012/13 [PLANO ANUAL - AEC DE EXPRESSÃO PLÁSTICA]

2012/13 [PLANO ANUAL - AEC DE EXPRESSÃO PLÁSTICA] 2012/13 [PLANO ANUAL - AEC DE EXPRESSÃO PLÁSTICA] Plan Anual de Expressã Plástica An Letiv 2012/2013 Intrduçã: A Arte é cm um vulcã, alg que brta espntaneamente, alg que vem d interir, das entranhas, d

Leia mais

Ministério da Justiça. Orientações para a preparação dos Policiais que atuam na Região

Ministério da Justiça. Orientações para a preparação dos Policiais que atuam na Região Ministéri da Justiça Departament da Plícia Federal Academia Nacinal de Plícia Secretaria Nacinal de Segurança Pública Departament de Pesquisa, Análise da Infrmaçã e Desenvlviment Humanan Orientações para

Leia mais

Projeto. O Índio e suas influências na cultura brasileira

Projeto. O Índio e suas influências na cultura brasileira Prjet O Índi e suas influências na cultura brasileira 6 a 9 ANO 2014 ESCOLA ESTADUAL TUBAL VILELA DA SILVA PROFESSORA: GEANE F. BALIEIRO ENSINO RELIGIOSO. Escla Estadual Tubal Vilela da Silva Prfessra

Leia mais

10ª JORNADA DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA Extensão Universitária e Políticas Públicas

10ª JORNADA DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA Extensão Universitária e Políticas Públicas SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO 10ª JORNADA DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA Extensã Universitária e Plíticas Públicas Períd 05 a 07 de dezembr de 2007 A 10ª Jrnada

Leia mais

POR UMA GEOGRAFIA MELHOR

POR UMA GEOGRAFIA MELHOR LISTA CANDIDATA ÀS ELEIÇÕES PARA OS CORPOS SOCIAIS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE GEÓGRAFOS BIÉNIO 2006-2008 POR UMA GEOGRAFIA MELHOR Assembleia Geral Presidente Jsé Albert Ri Fernandes (FL, Universidade

Leia mais

Escola Básica e Secundária de Velas

Escola Básica e Secundária de Velas Escla Básica e Secundária de Velas Dcument Orientadr para a Implementaçã das TIC na Educaçã Pré-Esclar e Ensin Básic 1 As TIC na Educaçã Pré-Esclar e n Ensin Básic O presente Dcument de Orientações Metdlógicas

Leia mais

A Aventura da Consciência Satprem 1. Sri Aurobindo

A Aventura da Consciência Satprem 1. Sri Aurobindo A Aventura da Cnsciência Satprem 1 Sri Aurbind u a Aventura da Cnsciência Satprem 1- Um Ocidental Talents Reintegrar Espírit n Hmem e na Matéria: "Os céus além sã grandes e maravilhss, mas maires e ainda

Leia mais

Posição CELPA Associação da Indústria Papeleira

Posição CELPA Associação da Indústria Papeleira R. Marquês Sá da Bandeira, 74, 2º 1069-076 Lisba, Prtugal Tel. +351 217-611-510 Fax. +351 217-611-529 E-mail. celpa@celpa.pt http://www.celpa.pt Psiçã CELPA Assciaçã da Indústria Papeleira Para: De: Estatut:

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA

DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA REQUISITOS TECNICOS O Prgrama de Api as Actres Nã Estatais publica uma slicitaçã para prestaçã

Leia mais

3. DESTINATÁRIOS DA ACÇÃO 4. EFEITOS A PRODUZIR: MUDANÇA DE PRÁTICAS, PROCEDIMENTOS OU MATERIAIS DIDÁCTICOS

3. DESTINATÁRIOS DA ACÇÃO 4. EFEITOS A PRODUZIR: MUDANÇA DE PRÁTICAS, PROCEDIMENTOS OU MATERIAIS DIDÁCTICOS CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJECTO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS An 2-B Frmulári de preenchiment brigatóri,

Leia mais

Semana 3: Distribuição em Serviços

Semana 3: Distribuição em Serviços 1 Semana 3: Distribuiçã em Serviçs 1. Distribuiçã O prcess de distribuiçã da ferta da empresa insere-se n cntext d cmpst de marketing cm a funçã respnsável pr trnar prdut acessível a cnsumidr. Em serviçs

Leia mais

TEXTO AULA 9: Técnicas de apresentação / Apresentação do Projeto.

TEXTO AULA 9: Técnicas de apresentação / Apresentação do Projeto. TEXTO AULA 9: Técnicas de apresentaçã / Apresentaçã d Prjet. 9.1 Técnicas de apresentaçã Cm apresentar cm sucess? A qualidade d prdut u d u d serviç quase sempre é cnfundida cm a qualidade da apresentaçã.

Leia mais

Projetos, Programas e Portfólios

Projetos, Programas e Portfólios Prjets, Prgramas e Prtfólis pr Juliana Klb em julianaklb.cm Prjet Segund PMBOK (2008): um prjet é um esfrç temprári empreendid para criar um nv prdut, serviç u resultad exclusiv. Esta definiçã, apesar

Leia mais

1ª reunião do GD de TIC 03/03/2016 Cenpec. Registro da reunião INFORMES:

1ª reunião do GD de TIC 03/03/2016 Cenpec. Registro da reunião INFORMES: 1ª reuniã d GD de TIC 03/03/2016 Cenpec Registr da reuniã INFORMES: Bett Brasil Educar 2016 (mai) já tems a prgramaçã, é pssível que Cenpec ganhe alguns cnvites; será imprtante terms representantes d GD

Leia mais

DISCIPLINA: LINGUA ESTRANGEIRA MODERNA

DISCIPLINA: LINGUA ESTRANGEIRA MODERNA DISCIPLINA: LINGUA ESTRANGEIRA MODERNA EMENTA: O ensin de língua estrangeira cm um códig de diferentes estruturas lingüísticas, cm ênfase na ralidade, leitura e escrita cm veículs de cmpreensã d mund.

Leia mais

BASES PROGRAMA GESTORES DA INOVAÇÄO EM CABO VERDE

BASES PROGRAMA GESTORES DA INOVAÇÄO EM CABO VERDE BASES PROGRAMA GESTORES DA INOVAÇÄO EM CABO VERDE Prject Rede de Unidades de Prmçä da Invaçä para desenvlviment da terceira missä das Universidades e a cperaçä institucinal através da Invaçän Aberta, prgrama

Leia mais

9º ANO CURRÍCULOS LÍNGUA PORTUGUESA. Domínios: Leitura / Escrita / Comunicação oral / Funcionamento da língua. Conteúdos estruturantes

9º ANO CURRÍCULOS LÍNGUA PORTUGUESA. Domínios: Leitura / Escrita / Comunicação oral / Funcionamento da língua. Conteúdos estruturantes 9º ANO CURRÍCULOS LÍNGUA PORTUGUESA Dmínis: Leitura / Escrita / Cmunicaçã ral / Funcinament da língua Cnteúds estruturantes Tiplgias textuais Funcinament da língua Text dramátic Aut da Barca d Infern de

Leia mais

CAPÍTULO IV. Valores, Crenças, Missão, Visão.e Política da Qualidade. Waldemar Faria de Oliveira

CAPÍTULO IV. Valores, Crenças, Missão, Visão.e Política da Qualidade. Waldemar Faria de Oliveira CAPÍTULO IV Valres, Crenças, Missã, Visã.e Plítica da Qualidade. Waldemar Faria de Oliveira Há alguns ans, quand tínhams ótims atletas, perdíams a Cpa d Mund de futebl, as Olimpíadas, errand em cisas básicas.

Leia mais

PROJECTO EDUCATIVO ANO LECTIVO 2007-2008

PROJECTO EDUCATIVO ANO LECTIVO 2007-2008 PROJECTO EDUCATIVO ANO LECTIVO 2007-2008 INTRODUÇÃO Prject educativ dcument que cnsagra a rientaçã educativa da escla, elabrad e aprvad pels órgãs de administraçã e gestã, n qual se explicitam s princípis,

Leia mais

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 C S R V X CH

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 C S R V X CH IV PALESTRA MOTIVACIONAL Prf. Felipe Lima Data: 23.05.2010 lfg@sugenius.cm.br MATERIAL DE APOIO PROFESSOR MEMORIZAÇÃO NUMÉRICA Tabela de cnversã 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 C S L D T F Z R V X CH G J M N B P K

Leia mais

Visão por Computador. http://gec.di.uminho.pt/lesi/vpc, http://gec.di.uminho.pt/mcc/vpc. LESI / LMCC 5º Ano. Introdução

Visão por Computador. http://gec.di.uminho.pt/lesi/vpc, http://gec.di.uminho.pt/mcc/vpc. LESI / LMCC 5º Ano. Introdução Visã pr Cmputadr http://gec.di.uminh.pt/lesi/vpc, http://gec.di.uminh.pt/mcc/vpc LESI / LMCC 5º An Intrduçã Jã Luís Ferreira Sbral Departament d Infrmática Universidade d Minh Setembr 2003 Prgrama Intrduçã

Leia mais

ANA, Aeroportos de Portugal, S.A. Plano de Acções de Gestão e Redução de Ruído para o Aeroporto de Lisboa Resumo Não-Técnico

ANA, Aeroportos de Portugal, S.A. Plano de Acções de Gestão e Redução de Ruído para o Aeroporto de Lisboa Resumo Não-Técnico ANA, Aerprts de Prtugal, S.A. Plan de Acções de Gestã e Reduçã de Ruíd para Aerprt de Lisba Resum Nã-Técnic Janeir 2014 Aerprt de lisba Plan de Ações de Gestã e Reduçã de Ruíd 2013-2018 Cnteúd CONTEÚDO...

Leia mais

Prova Escrita e Prova Oral de Inglês

Prova Escrita e Prova Oral de Inglês AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AURÉLIA DE SOUSA PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Prva Escrita e Prva Oral de Inglês 11.º An de esclaridade DECRETO-LEI n.º 139/2012, de 5 de julh Prva (n.º367) 1.ªe 2.ª Fase 6

Leia mais

Resultado do Inquérito On-line aos Participantes dos Workshops Realizados pela Direção-Geral das Artes. Avaliação da Utilidade dos Workshops

Resultado do Inquérito On-line aos Participantes dos Workshops Realizados pela Direção-Geral das Artes. Avaliação da Utilidade dos Workshops Resultad d Inquérit On-line as Participantes ds Wrkshps Realizads pela Direçã-Geral das Artes Avaliaçã da Utilidade ds Wrkshps Títul: Resultad d Inquérit On-line as Participantes ds Wrkshps realizads pela

Leia mais

Apresentamos abaixo, os procedimentos que deverão ser seguidos por todos os (as) Professores (as) durante este semestre:

Apresentamos abaixo, os procedimentos que deverão ser seguidos por todos os (as) Professores (as) durante este semestre: Circular / (CA) nº 18 / 2015 Unaí-(MG), 03 de agst de 2015. ASSUNTO: Faculdade CNEC Unaí Prcediments necessáris para iníci d 2º Semestre de 2015. Prezads (as) Prfessres (as), Apresentams abaix, s prcediments

Leia mais

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000 GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisã: 000 A Mercur S.A., empresa estabelecida desde 1924, se precupa em cnduzir as suas relações de acrd cm padrões étics e cmerciais, através d cumpriment da legislaçã

Leia mais

Pessoal, vislumbro recursos na prova de conhecimentos específicos de Gestão Social para as seguintes questões:

Pessoal, vislumbro recursos na prova de conhecimentos específicos de Gestão Social para as seguintes questões: Pessal, vislumbr recurss na prva de cnheciments específics de Gestã Scial para as seguintes questões: Questã 01 Questã 11 Questã 45 Questã 51 Questã 56 Vejams as questões e arguments: LEGISLAÇÃO - GESTÃO

Leia mais

CONTROLE INTERNO NA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA: Um Estudo de Caso

CONTROLE INTERNO NA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA: Um Estudo de Caso CONTROLE INTERNO NA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA: Um Estud de Cas Camila Gmes da Silva 1, Vilma da Silva Sant 2, Paul César Ribeir Quintairs 3, Edsn Aparecida de Araúj Querid Oliveira 4 1 Pós-graduada em

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PONTIFÍI UNIERSIDDE TÓLI DE GOIÁS DEPRTMENTO DE MTEMÁTI E FÍSI Prfessres: Edsn az e Renat Medeirs EXERÍIOS NOT DE UL II Giânia - 014 E X E R Í I OS: NOTS DE UL 1. Na figura abaix, quand um elétrn se deslca

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DOS ESTÁGIOS FAFIT

REGULAMENTO GERAL DOS ESTÁGIOS FAFIT O significad das cisas nã está nas cisas em si, mas sim em nssa atitude em relaçã a elas. (Antine de Saint-Exupéry, 1943) CURSOS bacharelads: Administraçã Geral Ciências Cntábeis Direit Educaçã Física

Leia mais

SEGURANÇA DE DADOS CLÍNICOS

SEGURANÇA DE DADOS CLÍNICOS SEGURANÇA DE DADOS CLÍNICOS 6/16/2005 HSM/SSIT-07062005/CA Carls Ferreira Hspital de Santa Maria Serviç de Sistemas de Infrmaçã e Telecmunicações Av. Prf. Egas Mniz 1649-035 Lisba Tel.: (+351) 217805327

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do RS Faculdade de Engenharia

Pontifícia Universidade Católica do RS Faculdade de Engenharia Pntifícia Universidade Católica d S Faculdade de Engenharia LABOATÓO DE ELETÔNCA DE POTÊNCA EXPEÊNCA 4: ETFCADO TFÁSCO COM PONTO MÉDO ( PULSOS) OBJETO erificar qualitativa e quantitativamente cmprtament

Leia mais

PASSO A PASSO DE COMO DESENVOLVER UM ARTIGO CIENTÍFICO

PASSO A PASSO DE COMO DESENVOLVER UM ARTIGO CIENTÍFICO PASSO A PASSO DE COMO DESENVOLVER UM ARTIGO CIENTÍFICO Objetiv d Manual Este manual bjetiva apresentar a frma de cm se desenvlver um artig científic. Tende a demnstrar as partes que cmpõem um artig e uma

Leia mais

ELETRICIDADE E MAGNETISMO

ELETRICIDADE E MAGNETISMO PONIFÍCIA UNIVERSIDADE CAÓLICA DE GOIÁS DEPARAMENO DE MAEMÁICA E FÍSICA Prfessres: Edsn Vaz e Renat Medeirs ELERICIDADE E MAGNEISMO NOA DE AULA II Giânia 2014 1 ENERGIA POENCIAL ELÉRICA E POENCIAL ELÉRICO

Leia mais

GUIA RÁPIDO DE CONFIGURAÇÃO PARA WINDOWS

GUIA RÁPIDO DE CONFIGURAÇÃO PARA WINDOWS GUIA RÁPIDO DE CONFIGURAÇÃO PARA WINDOWS CONTEÚDO 1. Intrduçã... 3 2. Requisits de Sftware e Hardware:... 3 3. Usuári e Grups:... 3 3.1. Cnfigurand cm Micrsft AD:... 3 3.2. Cnfigurand s Grups e Usuáris:...

Leia mais

PASTORAL DA JUVENTUDE ARQUIDIOCESE DE LONDRINA PROJETO ESCOLA DE COORDENADORES PASSO A PASSO

PASTORAL DA JUVENTUDE ARQUIDIOCESE DE LONDRINA PROJETO ESCOLA DE COORDENADORES PASSO A PASSO PROJETO ESCOLA DE COORDENADORES PASSO A PASSO 1) Justificativa: A lharms para a realidade ds nsss grups de Pastral de Juventude, percebems a necessidade de reafirmaçã metdlógica d pnt de vista da açã eclesial.

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL Intrduçã O presente Regulament cnstitui um dcument intern d curs de Ciências Cntábeis e tem pr bjetiv reger as atividades relativas a Estági de Iniciaçã

Leia mais

EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 2

EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 2 EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL REGULAMENTO ESPECÍFICO: EQUIPAMENTOS PARA A COESÃO LOCAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 2 Ns terms d regulament específic Equipaments para a Cesã Lcal,

Leia mais

COLÉGIO MILITAR CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

COLÉGIO MILITAR CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO COLÉGIO MILITAR INGLÊS 1º CICLO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2015 2016 Grup Disciplinar de Inglês/Alemã 08.09.2015 Preâmbul 1. Pretende-se que a avaliaçã em Língua Estrangeira valrize td percurs esclar d alun,

Leia mais

WWW.CLICK-MENTAL.COM

WWW.CLICK-MENTAL.COM Fidelity Uma estratégia de fidelizaçã de clientes WWW.CLICK-MENTAL.COM Criad pr: Click Mental - Sistemas de Infrmaçã, Lda. Fidelity Uma estratégia de fidelizaçã de clientes O que é? O Fidelity é um sftware

Leia mais

DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES

DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES Critéris de Avaliaçã Direçã Reginal de Educaçã d Nrte Agrupament de Esclas AMADEO DE SOUZA-CARDOSO Telões - Amarante EDUCAÇÃO MUSICAL 2ºCICLO An Letiv 2014/2015 Dmíni Cgnitiv

Leia mais

FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DO PORTO

FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DO PORTO FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DO PORTO C e n t r d e I n f r m á t i c a NORMAS DE UTILIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA A FMUP dispõe de salas e labratóris de infrmática gerids pel Centr

Leia mais

GESTÃO DE LABORATÓRIOS

GESTÃO DE LABORATÓRIOS Seminári Luanda, 26,27,28,29 e 30 de Mai de 2014 - Htel **** Guia Prática GESTÃO DE LABORATÓRIOS Finanças Assegure uma gestã eficaz de tdas as áreas 40 hras de Frmaçã Especializada Cnceits ecnómic-financeirs

Leia mais

ESCOLA MONDRIAN FUNDAMENTAL SÃO GABRIEL - RS. Tema da proposta: O ensino de Ciências através da literatura infantil: Tudo por causa do pum?

ESCOLA MONDRIAN FUNDAMENTAL SÃO GABRIEL - RS. Tema da proposta: O ensino de Ciências através da literatura infantil: Tudo por causa do pum? ESCOLA MONDRIAN FUNDAMENTAL SÃO GABRIEL - RS PROFESSORA LIA HEBERLÊ DE ALMEIDA TURMAS KANDINSKY Tema da prpsta: O ensin de Ciências através da literatura infantil: Tud pr causa d pum? Objetiv Geral: Estimular

Leia mais

- COMO PROCURAR EMPREGO -

- COMO PROCURAR EMPREGO - GUIA PRÁTICO - COMO PROCURAR EMPREGO - e 1 de 7 Técnicas de Prcura de Empreg...3 1. Aut Avaliaçã...3 2. Meis de Divulgaçã de Ofertas de Empreg...3 3. Carta de Apresentaçã...4 4. Curriculum Vitae...4 4.1.1.

Leia mais

PROGRAMAS/PROJECTOS. Indicador de Avaliaçã o. Programa /Projecto Objectivo Resultado

PROGRAMAS/PROJECTOS. Indicador de Avaliaçã o. Programa /Projecto Objectivo Resultado PROGRAMAS/PROJECTOS Prgrama /Prject Objectiv Resultad Indicadr de 1. Prgrama - Inserçã de Jvens na Vida Activa em particular s Candidats a Primeir Empreg Prmçã da inserçã de jvens n mercad de trabalh e

Leia mais

Edital Simplificado de Seleção de Monitoria 2015.1

Edital Simplificado de Seleção de Monitoria 2015.1 Institut Federal de Educaçã, Ciência e Tecnlgia d Ri de Janeir Edital Simplificad de Seleçã de Mnitria 2015.1 A Direçã Geral d IFRJ/, cmunica, pel presente Edital, que estarã abertas as inscrições para

Leia mais

Capítulo V. Técnicas de Análise de Circuitos

Capítulo V. Técnicas de Análise de Circuitos Capítul V Técnicas de Análise de Circuits 5.1 Intrduçã Analisar um circuit é bter um cnjunt de equações u valres que demnstram as características de funcinament d circuit. A análise é fundamental para

Leia mais

1) A faculdade mediúnica é indício de algum estado patológico ou simplesmente anormal?

1) A faculdade mediúnica é indício de algum estado patológico ou simplesmente anormal? 1) A faculdade mediúnica é indíci de algum estad patlógic u simplesmente anrmal? - As vezes anrmal, mas nã patlógic. Há médiuns de saúde vigrsa. Os dentes sã pr utrs mtivs. 2) O exercíci da faculdade mediúnica

Leia mais

Modelo de Negócios. TRABALHO REALIZADO POR: Antonio Gome- 2007009 // Jorge Teixeira - 2008463

Modelo de Negócios. TRABALHO REALIZADO POR: Antonio Gome- 2007009 // Jorge Teixeira - 2008463 Mdel de Negócis Trabalh n âmbit da disciplina de Mdelaçã de dads. Criaçã de uma platafrma utilizand as tecnlgias SQL PHP e Javascript.. TRABALHO REALIZADO POR: Antni Gme- 2007009 // Jrge Teixeira - 2008463

Leia mais

Matemática / 1ª série / ICC Prof. Eduardo. Unidade 1: Fundamentos. 1 - Introdução ao Computador

Matemática / 1ª série / ICC Prof. Eduardo. Unidade 1: Fundamentos. 1 - Introdução ao Computador Unidade 1: Fundaments 1 - Intrduçã a Cmputadr Cnceits básics e Terminlgias O cmputadr é uma máquina eletrônica capaz de realizar uma grande variedade de tarefas cm alta velcidade e precisã, desde que receba

Leia mais

PORTARIA Nº 025-R, DE 14 DE MARÇO DE 2013.

PORTARIA Nº 025-R, DE 14 DE MARÇO DE 2013. PORTARIA Nº 025-R, DE 14 DE MARÇO DE 2013. ATUALIZA DIRETRIZES PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO ALFABETIZAÇÃO PARA ESTUDANTES DAS TURMAS DO 2º, 3º e 4º ANOS E 4ª SÉRIES DO ENSINO FUNDAMENTAL, COM DOIS ANOS

Leia mais

RECOMENDAÇÕES GERAIS PARA AQUISIÇÃO DE IMAGENS RADIOLÓGICAS PARA CRIAÇÃO DE RÉPLICAS FETAIS ATRAVÉS DE IMPRESSÃO 3D

RECOMENDAÇÕES GERAIS PARA AQUISIÇÃO DE IMAGENS RADIOLÓGICAS PARA CRIAÇÃO DE RÉPLICAS FETAIS ATRAVÉS DE IMPRESSÃO 3D RECOMENDAÇÕES GERAIS PARA AQUISIÇÃO DE IMAGENS RADIOLÓGICAS PARA CRIAÇÃO DE RÉPLICAS FETAIS ATRAVÉS DE IMPRESSÃO 3D ULTRASSONOGRAFIA OBSTÉTRICA RESSONÂNCIA MAGNÉTICA FETAL ANEXO 1 TUTORIAL PARA EXPORTAÇÃO

Leia mais

NORMAS PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO (ESO)

NORMAS PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO (ESO) NORMAS PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO (ESO) O relatóri de Estági Supervisinad (ESO) deverá ser elabrad pel alun matriculad n 10º semestre, em cmum acrd cm seu rientadr,

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016

PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016 PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016 Tend presente a Missã da Federaçã Prtuguesa de Autism: Defesa incndicinal ds direits das pessas cm Perturbações d Espectr d Autism e suas famílias u representantes. Representaçã

Leia mais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais Nvas Salvaguardas Ambientais e Sciais Discussões Técnicas de Gvern ESS10 Acess a Infrmaçã e engajament de stakehlders 15 de utubr, 2014 Objetivs da ESS10 (1/2) Delinear uma abrdagem sistemática para engajament

Leia mais

Novo Sistema Almoxarifado

Novo Sistema Almoxarifado Nv Sistema Almxarifad Instruções Iniciais 1. Ícnes padrões Existem ícnes espalhads pr td sistema, cada um ferece uma açã. Dentre eles sã dis s mais imprtantes: Realiza uma pesquisa para preencher s camps

Leia mais

é a introdução de algo novo, que atua como um vetor para o desenvolvimento humano e melhoria da qualidade de vida

é a introdução de algo novo, que atua como um vetor para o desenvolvimento humano e melhoria da qualidade de vida O que é invaçã? Para a atividade humana: é a intrduçã de alg nv, que atua cm um vetr para desenvlviment human e melhria da qualidade de vida Para as empresas: invar significa intrduzir alg nv u mdificar

Leia mais

Como identificar, vender e comercializar com os prospectos de pequenas empresas Parte 2/3

Como identificar, vender e comercializar com os prospectos de pequenas empresas Parte 2/3 Cm identificar, vender e cmercializar cm s prspects de pequenas empresas Parte 2/3 A pequena empresa é um mercad massiv em imprtante cresciment, que alcançu uma maturidade em terms de prtunidade para s

Leia mais

Workflow. José Palazzo Moreira de Oliveira. Mirella Moura Moro

Workflow. José Palazzo Moreira de Oliveira. Mirella Moura Moro Pdems definir Wrkflw cm: Wrkflw Jsé Palazz Mreira de Oliveira Mirella Mura Mr "Qualquer tarefa executada em série u em paralel pr dis u mais membrs de um grup de trabalh (wrkgrup) visand um bjetiv cmum".

Leia mais

GUIA DO CURSO GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS

GUIA DO CURSO GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS GUIA DO CURSO GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Curs em regime de e-learning Curs de Frmaçã em Direit e Práticas Labrais 2 A dinâmica da gestã ds recurss humans deve acmpanhar a dinâmica das próprias rganizações.

Leia mais