BuscaLegis.ccj.ufsc.br

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "BuscaLegis.ccj.ufsc.br"

Transcrição

1 BuscaLegis.ccj.ufsc.br Da separação e do divórcio A. DA SEPARAÇÃO JUDICIAL 1) Modalidades de Separação Judicial São duas as modalidades de separação judicial contidas na Lei do Divórcio: A - Separação Judicial Consensual (ou por mútuo consentimento) É a modalidade que dispensa qualquer indicação a respeito das causas que levaram os cônjuges à procura do órgão judicial para que seja revestida de legalidade a separação pretendida além de lhe surtirem os efeitos legais. É a ação apresentada ao juiz pelas partes que, de comum acordo, desejam separar-se. B - Separação Judicial Litigiosa (pedida por um contra o outro) É aquela decretada como sanção às infrações dos deveres conjugais, baseando-se exclusivamente no pressuposto da culpa. Excepcionalmente, a Lei do Divórcio aumentou as causas da separação, como remédio em determinadas circunstâncias familiares, e, mesmo que, pedida por um cônjuge contra o outro, não haverá exame da responsabilidade e, pôr conseguinte, nem da culpa, porquanto será a separação baseada na ruptura da vida em comum e na impossibilidade de sua reconstituição ou quando o outro estiver acometido de grave doença mental, manifestada após o casamento, que torne impossível a continuação da vida em comum. Assim, aumenta a importância dada ao instituto da separação judicial. Veja, não havendo possibilidade de o cônjuge infrator sujeitar-se às sanções legais através de divórcio direto, que veio por enfraquecer a separação judicial por mútuo consentimento ao cônjuge inocente resta socorrer-se à separação judicial com causa culposa, para então convertê-la em divórcio posteriormente. Por outras palavras, ao invés de buscar primeiramente a separação judicial por mútuo consentimento para após um ano intentar sua conversão em divórcio, maior viabilidade é a propositura da ação de divórcio direto porque consiste em remédio aos casais que já encontram-se separados de fato por tempo superior ao biênio exigido e que não pretendem reedificar o casamento. Porém, ao cônjuge inocente, quando da pretensão primeira de separar-se do outro, sobra a possibilidade de questionar a

2 responsabilidade deste pela separação, através da separação judicial litigiosa com causa culposa, cujos motivos a lei traz de forma taxativa. Quanto aos efeitos, vê-se que a separação judicial, embora não extinga o vínculo matrimonial, põe fim aos deveres de coabitação, fidelidade e regime de bens. O parágrafo 2º deste artigo estabelece que é dever do juiz promover todos os meios capazes a reconciliar os cônjuges ou conseguir que os mesmos transijam ouvindo-os separadamente para avaliar a vontade de cada um e após reunindo-os, se necessário. Este dispositivo é aplicado tanto na Separação Consensual quanto na Litigiosa. Nesta ultima, a fase de conciliação é chamada de audiência prévia e, em não conseguindo que os consortes se reconciliem, o juiz sugerirá aos mesmos, sem qualquer interferência, que transformemna em consensual. Obtida a conversão, a separação judicial consensual terá seu procedimento pela forma estabelecida, exigindo tão somente, o prazo mínimo de mais de um ano da ocorrência da celebração do matrimônio, de acordo com a modificação insculpida no Novo Código Civil, em vigor desde 12 de janeiro de Inversamente, em não havendo transformação de separação judicial litigiosa em consensual, será determinado o inicio da fluência do prazo para o réu se defender e o feito, a partir dai, será regido pelo rito ordinário. Divergente da Separação Consensual, onde não há que demonstrar-se os motivos do desajuste conjugal, na separação litigiosa é imprescindível não só demonstrá-los como fundamentá-los. No artigo 5º da Lei são estabelecidas quatro ordens das razões que permitem a qualquer dos cônjuges a demandar a separação litigiosa: Conduta Desonrosa ; Grave Violação aos Deveres do Casamento; A Separação Falência; A Separação Remédio. A falta de amor é admitida pela nova lei como um dos possíveis motivos de separação, mas ela não determina punição para o cônjuge que deixou de amar. Provados tais requisitos, o juiz decretará a separação. 2) A Partilha de Bens Segundo a Lei 6.515/77, um dos efeitos da separação judicial, tanto na consensual como na litigiosa, é a separação de corpos, o que é evidente, e a partilha de bens. Preceitua o artigo 7º em seu parágrafo 2º, que a partilha de bens poderá ser feita de duas maneiras: mediante o consenso dos cônjuges e homologada pelo juiz e, em não ocorrendo o consenso de ambos, caberia ao juiz decidí-la. O Novo Código Civil inseriu no ordenamento, uma possibilidade que já vinha sendo aceita pela jurisprudência majoritária, qual seja, a de concessão do divórcio sem que tenha havido a partilha dos bens do casal. Foi revogado o artigo 31, da Lei nº 6515, de 1977, que continha a previsão de que não se poderia decretar o divórcio caso não houvesse decisão sobre a partilha dos bens, pelo artigo 1581, do novo Código Civil. A jurisprudência majoritária tem entendido pela aceitação, até da permanência do casal em condomínio facultativo dos bens a eles pertencentes, se assim desejarem, mesmo após a decretação do divórcio, já que quando casados o condomínio dos bens seria obrigatório.

3 3) Do Uso do Nome Estabelece o art. 240 do Código Civil, tendo sofrido mudança por dispositivo desta lei, que oportunamente será analisado, "a mulher poderá acrescentar aos seus os apelidos do marido". Assim, cabe à mulher a opção pelo uso ou não do nome da família do marido, prevalecendo a vontade do nubente, no casamento. Caso não queira, continuará somente com os característicos de sua família. Uma vez acrescido aos seus os apelidos do marido, por ocasião da separação judicial caberá à mulher a opção pela conservação do nome de casada ou a volta do uso do nome de solteira, o que será definido na separação consensual por sua vontade, pois dela é a faculdade do uso, não obstante a avença dos cônjuges, que é essencial. Por outro lado, vencida na separação com culpa voluntária, retornará ao nome de solteira, perdendo o direito de usar o nome do marido. Na separação sem culpa, fundada nos pars.1o e 2o, do art.5o da Lei em questão, perde ela tal direito, voltando ao nome de solteira. A mulher tem opção pela conservação nos demais casos (art.17, par.2o). B. DO DIVÓRCIO 1. Considerações Gerais (Histórico) O divórcio foi introduzido no Brasil pela Emenda Constitucional n. 9, de 28 de junho de 1977, que deu nova redação ao 1º do art. 175 da Constituição de 1969, não só suprimindo o princípio da indissolubilidade do vínculo matrimonial como também estabelecendo os parâmetros da dissolução, que seria regulamentada por lei ordinária. O Decreto n. 181, de 1890, que instituiu o casamento civil no Brasil, previa o divórcio a thoro et mensa, que acarretava somente a separação de corpos, mas não rompia o vínculo matrimonial. O divórcio vincular ou a vínculo, que dissolve o vínculo e permite novo casamento, somente passou a ser aplicado no Brasil com a regulamentação da emenda constitucional pela Lei n , de 26 de dezembro de A sua modalidade básica era o divórcio-conversão: primeiramente o casal se separava judicialmente, e depois de três anos requeria a conversão da separação em divórcio. O divórcio direto era uma forma excepcional, prevista nas disposições transitórias (art. 40), ao alcance somente dos casais que já estavam separados de fato há mais de cinco anos em 28 de junho de A Constituição de 1988 modificou, no entanto, esse panorama, reduzindo o prazo da separação judicial para um ano, no divórcio-conversão, e criando uma modalidade permanente e ordinária de divórcio direto, desde que comprovada a separação de fato por mais de dois anos. A Lei n , de 17 de outubro de 1989, limitou-se a adaptar a Lei do Divórcio à nova Constituição. Deu, porém, nova redação ao art. 40 da referida lei, excluindo qualquer possibilidade de discussão a respeito da causa eventualmente culposa da separação. O único requisito exigido para o divórcio direto passou a ser, assim, a comprovação da separação de fato por mais de dois anos. Não há nenhuma sanção para o cônjuge que tiver a iniciativa da ação. Podemos dizer, desse modo, que as duas

4 modalidades atuais e ordinárias (permanentes) de divórcio existentes no país, divórcioconversão e divórcio-direto, têm características de divórcio-remédio. Não se deveria assim admitir qualquer discussão sobre culpa no divórcio-direto. Quem pretendesse a condenação de outro cônjuge, com aplicação de sanções, como a perda do direito a alimentos e da guarda dos filhos menores, deveria propor a separação judicial com base no art. 5º, caput, e depois de um ano requerer sua conversão em divórcio. Entretanto, os juízes, por economia processual, têm admitido a discussão sobre a culpa nessas ações, mas para os efeitos mencionados, e não para a decretação do divórcio. Este seria decretado, desde que comprovada a separação de fato por mais de dois anos, provada ou não a culpa imputada ao réu. Com o Novo Código Civil, o prazo para o divórcio passa a ser de dois anos após a separação de fato, ou um ano depois da separação judicial. O caráter personalíssimo da ação de divórcio vem ressaltado no parágrafo único do art. 24 da Lei do Divórcio, que estatui que o pedido somente competirá aos cônjuges. No entanto, em caso de incapacidade, poderá haver substituição pelo curador, ascendente ou irmão, uns em falta de outros. O prazo de um ano de separação judicial para a conversão é contado ou da sentença que julgou a ação de separação ou da decisão que julgou a cautelar ou qualquer medida ou ação anterior e que tenha ficado demonstrada a separação do casal. O divórcio, bem como o novo casamento dos pais, não modifica os direitos e deveres destes em relação aos filhos. Findo o casamento, com o divórcio, extinguem-se também os deveres e direitos alimentários, decorrentes do dever da mútua assistência, salvo se ficarem estabelecidos antes da dissolução do vínculo matrimonial. O novo casamento (ou a união estável) do cônjuge credor da pensão extinguirá a obrigação do devedor, mas, se este vier a casar-se, ou a viver em união estável com outra pessoa, o novo casamento (ou união) não alterará a sua obrigação. 2. Divórcio-conversão Há duas modalidades: formulado por ambos (consensual) ou por um só dos cônjuges (litigioso). Pode ser formulado perante o juízo do domicílio de qualquer dos excônjuges, ainda que diverso do juízo por onde tramitou a ação de separação judicial. Quanto as cláusulas convencionadas, nada obsta que as modifiquem, especialmente as referentes a alimentos, guarda dos filhos menores, regulamentação de visitas etc. Sem prévia partilha, não se decretará a conversão da separação em divórcio. Entretanto, o art. 43 autoriza a efetivação da partilha no próprio pedido de conversão. Para isso, é preciso que a petição inicial contenha o acordo quanto à partilha, restando ao juiz somente a homologação, pois não cabe discutir nesse processo questão que deveria estar solucionada. Descabe a exigência de partilha prévia se o casal não tiver bens. Dispensa-se a fase conciliatória no processo de conversão, mas a petição inicial deve ser assinada pelas próprias partes. Na conversão litigiosa, o juiz conhecerá diretamente do pedido, quando não houver contestação ou necessidade de produzir prova em audiência, e preferirá a sentença em dez dias (LD, art. 97). É que a ação de conversão funda-se precipuamente em prova pré-

5 constituída. Por tratar-se de divórcio-remédio, em que não se discute culpa, não se admite reconvenção (art. 36). A matéria de mérito, que pode ser alegada em contestação, é limitada a: I falta de decurso do prazo de um ano de separação judicial; II descumprimento das obrigações assumidas pelo requerente na separação (art. 36, parágrafo único). Tanto trata-se de matérias de mérito que o art. 37, 2º, proclama que a improcedência do pedido de conversão não impede que o mesmo cônjuge o renove, desde que satisfeita a condição anterior descumprida. Tal dispositivo impede que a sentença de improcedência do pedido de conversão transite materialmente em julgado. É óbvio, entretanto, que a falta de partilha prévia podia ser também alegada (art. 31) com força para obstar à decretação da conversão. Podem ser argüidas, ainda, as objeções a que se refere o art. 301 do Código de Processo Civil (inépcia da inicial, defeito de representação etc.). A sentença limitar-se-á à conversão da separação em divórcio, que não poderá ser negada, salvo as possibilidades de contestação, conforme anteriormente visto. O prazo legal de um ano não se interrompe nem se suspende, nem mesmo por uma eventual reconciliação de fato, e pode ser completado no curso do processo, por aplicação do jus superveniens, expressamente adotado no art. 462 do Código de Processo Civil. O que se converte em divórcio é a separação judicial. Fica, assim, afastada a possibilidade de converter-se diretamente em divórcio a simples separação de corpos. A sentença que a decreta apenas pode servir de base para a contagem do prazo anuo. Assim, transitada em julgado a sentença de separação judicial, pode ser convertida desde logo em divórcio, em certos casos, contando-se o referido prazo da sentença que decretou a separação de corpos. Quanto ao ônus da prova, compete ao requerente demonstrar o exaurimento do prazo ânuo, bem como a existência de separação judicial transitada em julgado, ainda que não haja contestação, por tratar-se de condições da conversão. A prova do descumprimento de obrigações assumidas pelo requerente por ocasião da separação judicial compete ao réu. A alegação do contestante de que a pensão paga pelo requerente não obsta à decretação da conversão. Compete ao contestante, ajuizar a competente ação revisional de alimentos. 3. Divórcio-direto O art. 226, 6º, da Constituição permite o divórcio direto, comprovada a separação de fato por mais de dois anos. Não se exige mais a demonstração da causa da separação. A Lei n /89, visando à adaptação do divórcio à nova disciplina constitucional, deu nova redação ao art. 40 da Lei n /77, revogando ainda o seu 1º. Deixou de ter caráter excepcional para transformar-se em uma forma ordinária e permanente de divórcio. A nova redação dada ao art. 40 exige que os dois anos de separação de fato sejam consecutivos. Portanto, ela foi interrompida, mas restabeleceu-se, contar-se-á o tempo a partir da última separação. Encontros esporádicos do marido e da mulher, porém, sem o ânimo de reconciliação, não têm o condão de interromper o prazo da separação de fato ensejadora do divórcio direto. O divórcio-direto pode ser consensual ou litigioso. No divórcio direto consensual (LD, art. 40, 2º), o procedimento adotado será o previsto nos arts a do

6 Código de Processo Civil (que trata da separação consensual), observadas ainda as seguintes normas: I a petição conterá a indicação dos meios probatórios da separação de fato, e será instruída com a prova documental já existente; II a petição fixará o valor da pensão do cônjuge que dela necessitar para sua manutenção, e indicará as garantias para o cumprimento da obrigação assumida; III se houver prova testemunhal, ela será produzida na audiência de ratificação do pedido de divórcio, a qual será obrigatoriamente realizada; IV a partilha dos bens deverá ser homologada pela sentença do divórcio (art. 40, 2º, I a IV). A lei não especifica em que pode consistir a prova documental previamente constituída, mas podem ser lembradas, dentre outras, ação de alimentos ou cautelar de separação de corpos anteriormente ajuizadas, inscrição previdenciária de concubina, justificações preparatórias etc. A partilha dos bens deverá ser homologada pela sentença do divórcio, não podendo ser remetida para um juízo posterior de execução, diferentemente do que se permite no acordo de separação judicial. É necessária a tentativa de conciliação, sendo os cônjuges ouvidos pessoalmente pelo juiz. A sentença que homologa o divórcio consensual ou recusa a homologação do acordo é definitiva, dela cabendo apelação voluntária. O litigioso seguirá o procedimento ordinário. Não há necessidade da tentativa de reconciliação. A revelia do réu não dispensa o autor da prova do único requisito exigido pela lei: o decurso do prazo de dois anos consecutivos da separação de fato. Produzida essa prova com a inicial, admite-se o julgamento antecipado da lide. A partilha dos bens ficará reservada ao juízo sucessivo da execução. No divórcio-conversão, em suas duas modalidades, e no divórcio-direto consensual exige-se prévia partilha dos bens (LD, arts. 31 e 40, 2º, IV). Quanto ao divórcio direto litigioso, entretanto, nenhuma norma assim o determina. Por isso, entende o Superior Tribunal de Justiça ser dispensável a prévia partilha dos bens do casal, em se tratando de divórcio direto. Não constitui óbice à decretação do divórcio direto o descumprimento de obrigações alimentares, uma vez que a disciplina do art. 36 não se aplica ao divórcio direto, devendo tal questão ser resolvida em sede de execução de alimentos. Com a vigência do novo Código, o cônjuge que pedir o divórcio sem comprovar a culpa do outro, não perde o direito à pensão alimentícia como acontecia antes. O vínculo matrimonial desconstitui-se pela sentença transitada em julgado, reclamando-se o seu registro apenas para efeitos colaterais. Bigamia: somente ocorrerá se o segundo casamento se realizar antes da sentença definitiva do divórcio, que rompe o primeiro casamento. BIBLIOGRAFIA GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito de Família, 3ª Edição, São Paulo, Editora Saraiva, 1998.

7 PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições de Direito Civil, 11ª Edição, São Paulo, Editora Forense, WALD, Arnoldo. O Novo Direito de Família, 12ª Edição, São Paulo, Editora Revista dos Tribunais, OLIVEIRA, Marcelo Carleial de. Da separação e do divórcio. Disponível em: Acesso em: 1.ago.2006.

Direito de familia. Separação judicial (?) e divórcio. Arts. 1.571 a 1.582, CC. Art. 226, 6º, CF (nova redação).

Direito de familia. Separação judicial (?) e divórcio. Arts. 1.571 a 1.582, CC. Art. 226, 6º, CF (nova redação). Direito de familia Separação judicial (?) e divórcio. Arts. 1.571 a 1.582, CC. Art. 226, 6º, CF (nova redação). 1 EC nº 66/2010: Nova redação do art. 226, 6º da CF: O casamento civil pode ser dissolvido

Leia mais

Da dissolução da sociedade e do vínculo conjugal

Da dissolução da sociedade e do vínculo conjugal Da dissolução da sociedade e do vínculo conjugal Capítulo 3 Da dissolução da sociedade e do vínculo conjugal Leia a lei: arts. 1.571 a 1.582 CC. Como se trata de uma relação de base contratual, o casamento

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Page 1 of 8 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 6.515, DE 26 DE DEZEMBRO DE 1977. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono

Leia mais

O Presidente da República Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:

O Presidente da República Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei: Dissolução da sociedade conjugal e do casamento. Por Ernesto Geisel - Armando Falcão em 07.12.06 Regula os casos de dissolução da sociedade conjugal e do casamento, seus efeitos e respectivos processos,

Leia mais

PRINCIPAIS CLASSIFICAÇÕES DOS ALIMENTOS

PRINCIPAIS CLASSIFICAÇÕES DOS ALIMENTOS PRINCIPAIS CLASSIFICAÇÕES DOS ALIMENTOS 1. Quanto à fonte: a) Alimentos legais: fixados pela lei, fundamentados no direito de família, decorrentes do casamento, ou união estável ou da relação de parentesco

Leia mais

O NOVO DIVÓRCIO À LUZ DA PROBLEMÁTICA PROCESSUAL

O NOVO DIVÓRCIO À LUZ DA PROBLEMÁTICA PROCESSUAL O NOVO DIVÓRCIO À LUZ DA PROBLEMÁTICA PROCESSUAL Vinícius Paulo Mesquita 1) Notas Introdutórias Com a promulgação da E.C. 66/10, a chamada PEC do Divórcio, a doutrina pátria passou a sustentar em sua grande

Leia mais

O DÍVORCIO E A SEPARAÇÃO JUDICIAL NO BRASIL ATUAL: FACILIDADES E PROBLEMAS RESUMO

O DÍVORCIO E A SEPARAÇÃO JUDICIAL NO BRASIL ATUAL: FACILIDADES E PROBLEMAS RESUMO O DÍVORCIO E A SEPARAÇÃO JUDICIAL NO BRASIL ATUAL: FACILIDADES E PROBLEMAS Fábio Roberto Caldin 1 Rodrigo Pessoni Teófilo de Carvalho 1 Vinicius Leonam Pires Kusumota 1 Vitor Turci de Souza 1 RESUMO O

Leia mais

CAPíTULO I Ações de Anulação de Casamento

CAPíTULO I Ações de Anulação de Casamento Sumário CAPíTULO I Ações de Anulação de Casamento 1. Legislação....................... 13 2. Doutrina... 14 2.1. Nulidade eanulabilidade do Casamento... 21 2.2. As Ações de Nulidade de Casamento...........................

Leia mais

VISTOS, relatados e discutidos os autos acima referenciados.

VISTOS, relatados e discutidos os autos acima referenciados. 4* 'L, Á `4'INI ~nu Pd Estado da Paraíba Poder Judiciário Tribunal de Justiça Gabinete do Des. Marcos Antônio Souto Maior ACÓRDÃO APELAÇÃO CÍVEL N 001.2008.001148-7/001 - CAMPINA GRANDE RELATOR : Juiz

Leia mais

3. SERVIÇOS ATENDIMENTO JURISDICIONAL

3. SERVIÇOS ATENDIMENTO JURISDICIONAL ATENDIMENTO JURISDICIONAL DOCUMENTOS PARA O ATENDIMENTO Documento de identificação pessoal (identidade ou certidão de nascimento) Certidão de casamento (se for casado) CPF Comprovante de renda de até 3

Leia mais

OS EFEITOS JURÍDICOS DO DIVÓRCIO DIRETO E DO DIVÓRCIO CONVERSÃO NA JURISPRUDÊNCIA DO STJ

OS EFEITOS JURÍDICOS DO DIVÓRCIO DIRETO E DO DIVÓRCIO CONVERSÃO NA JURISPRUDÊNCIA DO STJ OS EFEITOS JURÍDICOS DO DIVÓRCIO DIRETO E DO DIVÓRCIO CONVERSÃO NA JURISPRUDÊNCIA DO STJ FÁTIMA NANCY ANDRIGHI Ministra do Superior Tribunal de Justiça Saudações Coordenadores: Des. Paulo Sérgio Fabião

Leia mais

CARTILHA JUSTIÇA E FAMÍLIA

CARTILHA JUSTIÇA E FAMÍLIA CARTILHA JUSTIÇA E FAMÍLIA Orientação aos acadêmicos que atuarão em ações comunitárias relacionadas ao Direito da Família. Em caso de dúvida sobre a orientação jurídica e ser repassada, o aluno deverá

Leia mais

PREPARATÓRIO 2ª ETAPA Direito Civil Parte Geral e Contratos Professor: Marcu Antonio Gonçalves

PREPARATÓRIO 2ª ETAPA Direito Civil Parte Geral e Contratos Professor: Marcu Antonio Gonçalves PREPARATÓRIO 2ª ETAPA Direito Civil Parte Geral e Contratos Professor: Marcu Antonio Gonçalves QUESTÃO 01 Partindo-se da premissa da instrumentalidade do processo, há diferença ontológica entre a jurisdição

Leia mais

16.7.1 Execução de alimentos. Prisão do devedor, 394

16.7.1 Execução de alimentos. Prisão do devedor, 394 1 Introdução ao Direito de Família, 1 1.1 Compreensão, 1 1.2 Lineamentos históricos, 3 1.3 Família moderna. Novos fenômenos sociais, 5 1.4 Natureza jurídica da família, 7 1.5 Direito de família, 9 1.5.1

Leia mais

Regime de Bens no Casamento. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Regime de Bens no Casamento. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Regime de Bens no Casamento Regime de Bens no Casamento Regime de bens é o conjunto de determinações legais ou convencionais, obrigatórios e alteráveis, que regem as relações patrimoniais entre o casal,

Leia mais

Modular Direito de Família Disposições Gerais Sobre o Casamento Incapacidade e Impedimento Causas Suspensivas Fernando Viana

Modular Direito de Família Disposições Gerais Sobre o Casamento Incapacidade e Impedimento Causas Suspensivas Fernando Viana Modular Direito de Família Disposições Gerais Sobre o Casamento Incapacidade e Impedimento Causas Suspensivas Fernando Viana 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor.

Leia mais

4. AÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS

4. AÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS 4. AÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS 4.1 Conceito - O que é a ação de prestação de contas? 4.2 Ação de dar e ação de exigir contas - A quem compete esta ação? - Trata-se de uma ação dúplice? - Ação de dar contas

Leia mais

Art. 22 NCPC. Compete, ainda, à autoridade judiciária brasileira processar e julgar as ações:

Art. 22 NCPC. Compete, ainda, à autoridade judiciária brasileira processar e julgar as ações: 1. Jurisdição internacional concorrente Art. 22 NCPC. Compete, ainda, à autoridade judiciária brasileira processar e julgar as ações: I de alimentos, quando: a) o credor tiver domicílio ou residência no

Leia mais

DIREITO CIVIL DIREITO DE FAMÍLIA PROF. FLÁVIO MONTEIRO DE BARROS

DIREITO CIVIL DIREITO DE FAMÍLIA PROF. FLÁVIO MONTEIRO DE BARROS DIREITO CIVIL DIREITO DE FAMÍLIA PROF. FLÁVIO MONTEIRO DE BARROS MÓDULO I Conceito de família; Conteúdo e Conceito do Direito de Família; Natureza da Divisão; Divisão da matéria; Eficácia horizontal dos

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO-LEI Nº 4.657, DE 4 DE SETEMBRO DE 1942. Vide Decreto-Lei nº 4.707, de 1942 Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro O PRESIDENTE

Leia mais

O empregado caminhando na empresa, cai e se machuca vai pedir uma indenização na justiça do trabalho. (empregado x empregador);

O empregado caminhando na empresa, cai e se machuca vai pedir uma indenização na justiça do trabalho. (empregado x empregador); Turma e Ano: Flex B (2014) Matéria / Aula: Processo do Trabalho / Aula 04 Professor: Leandro Antunes Conteúdo: Procedimento Sumário, Procedimento Sumaríssimo. A competência para julgar acidente de trabalho:

Leia mais

autoridade consular brasileira competente, quando homologação de sentença estrangeira: (...) IV - estar autenticada pelo cônsul brasileiro e

autoridade consular brasileira competente, quando homologação de sentença estrangeira: (...) IV - estar autenticada pelo cônsul brasileiro e COMPARATIVO ENTRE A RESOLUÇÃO N. 9 E A EMENDA REGIMENTAL N. 18 DO STJ EMENDA REGIMENTAL N. 18 (2014) RESOLUÇÃO N. 9 (2005) Art. 1º O Regimento Interno do Superior Tribunal de Justiça passa a vigorar acrescido

Leia mais

Decreto-Lei:4.657, de 04.9.1942. - Lei de Introdução ao Código Civil. ALTERADA pela LEI Nº 9.047, DE 08 DE MAIO DE 1995

Decreto-Lei:4.657, de 04.9.1942. - Lei de Introdução ao Código Civil. ALTERADA pela LEI Nº 9.047, DE 08 DE MAIO DE 1995 Decreto-Lei:4.657, de 04.9.1942. - Lei de Introdução ao Código Civil. LEI DE INTRODUÇÃO AO CÓDIGO CIVIL ALTERADA pela LEI Nº 9.047, DE 08 DE MAIO DE 1995 Art. 1 - Salvo disposição contrária, a lei começa

Leia mais

DIVÓRCIO. Portugal EUA Alguns países europeus Alterações legislativas em Espanha e França Proposta BE

DIVÓRCIO. Portugal EUA Alguns países europeus Alterações legislativas em Espanha e França Proposta BE DIVÓRCIO Portugal EUA Alguns países europeus Alterações legislativas em Espanha e França Proposta BE Portugal Modalidades possíveis: Divórcio litigioso: Violação dos deveres conjugais Ruptura da vida em

Leia mais

da certidão de casamento averbada com a separação. Essas regras são referidas a separação judicial, pois no divórcio as regras são outras.

da certidão de casamento averbada com a separação. Essas regras são referidas a separação judicial, pois no divórcio as regras são outras. A união de seres de sexo oposto é inerente à espécie humana, uma vez que esta se faz necessária para uma vida plena. Essa união tem como objetivo auxiliar na procriação da casta e proporcionar o bem estar

Leia mais

Espelho Civil Peça Item Pontuação Fatos fundamentos jurídicos Fundamentos legais

Espelho Civil Peça Item Pontuação Fatos fundamentos jurídicos Fundamentos legais Espelho Civil Peça A peça cabível é PETIÇÃO INICIAL DE ALIMENTOS com pedido de fixação initio litis de ALIMENTOS PROVISÓRIOS. A fonte legal a ser utilizada é a Lei 5.478/68. A competência será o domicílio

Leia mais

MANIFESTAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO

MANIFESTAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO Processo nº -18.2012.814.0301 Autos Cíveis de Ação de Divórcio Consensual Requerentes: M D D C e H S S D MANIFESTAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO Tratam os presentes autos de Autos de Ação de Divórcio Consensual

Leia mais

AULA 06 DA ADOÇÃO (ART. 1618 A 1629 CC)

AULA 06 DA ADOÇÃO (ART. 1618 A 1629 CC) AULA 06 DA ADOÇÃO (ART. 1618 A 1629 CC) DO CONCEITO A ADOÇÃO É UM ATO JURÍDICO EM SENTIDO ESTRITO, CUJA EFICACIA É DEPENDENTE DA AUTORIZAÇÃO JUDICIAL. NESSE CASO, CRIA UM VÍNCULO FICTÍCIO DE PATERNIDADE-

Leia mais

O Novo Divórcio Potestativo Leitura Estritamente Constitucional

O Novo Divórcio Potestativo Leitura Estritamente Constitucional 1 O Novo Divórcio Potestativo Leitura Estritamente Constitucional Maximiliano Roberto Ernesto Führer membro do Ministério Público de São Paulo Mestre e Doutor em Direito pela Universidade Católica de São

Leia mais

Limitações na ação de consignação em pagamento. Sumário: 1 Conceito. 2 Sua disciplina legal. 3 Limites da ação em consignação em pagamento.

Limitações na ação de consignação em pagamento. Sumário: 1 Conceito. 2 Sua disciplina legal. 3 Limites da ação em consignação em pagamento. Limitações na ação de consignação em pagamento Kiyoshi Harada* Sumário: 1 Conceito. 2 Sua disciplina legal. 3 Limites da ação em consignação em pagamento. 1 Conceito O que significa consignação em pagamento?

Leia mais

Estatuto das Familias

Estatuto das Familias Estatuto das Familias Princípios: a dignidade da pessoa humana, a solidariedade familiar, a igualdade de gêneros, de filhos e das entidades familiares, a convivência familiar, o melhor interesse da criança

Leia mais

Repercussões do novo CPC para o Direito Contratual

Repercussões do novo CPC para o Direito Contratual Repercussões do novo CPC para o Direito Contratual O NOVO CPC E O DIREITO CONTRATUAL. PRINCIPIOLOGIA CONSTITUCIONAL. REPERCUSSÕES PARA OS CONTRATOS. Art. 1 o O processo civil será ordenado, disciplinado

Leia mais

APFN - ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE FAMÍLIAS NUMEROSAS

APFN - ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE FAMÍLIAS NUMEROSAS Excelentíssimo Senhor Provedor de Justiça A Associação Portuguesa das Famílias Numerosas, com sede Rua 3A à Urbanização da Ameixoeira, Área 3, Lote 1, Loja A, Lisboa, vem, nos termos do artigo 23º, n.º

Leia mais

1 - AÇÕES DE JURISDIÇÃO CONTENCIOSA OU QUE ASSUMAM ESTE CARÁTER

1 - AÇÕES DE JURISDIÇÃO CONTENCIOSA OU QUE ASSUMAM ESTE CARÁTER Tabela de honorários de advogados dativos - 2013 (Resolução-Conjunta TJMG/AGE/ OAB 001/2013) ANEXO I - PARTE ESPECIAL 1 - AÇÕES DE JURISDIÇÃO CONTENCIOSA OU QUE ASSUMAM ESTE CARÁTER Salvo outra disposição

Leia mais

AÇÃO DE CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO

AÇÃO DE CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO AÇÃO DE CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO 1 1) O DIREITO MATERIAL DE PAGAMENTO POR CONSIGNAÇÃO a) Significado da palavra consignação b) A consignação como forma de extinção da obrigação c) A mora accipiendi 2 c)

Leia mais

2 FASE DIREITO CIVIL ESTUDO DIRIGIDO DE PROCESSO CIVIL 2. Prof. Darlan Barroso - GABARITO

2 FASE DIREITO CIVIL ESTUDO DIRIGIDO DE PROCESSO CIVIL 2. Prof. Darlan Barroso - GABARITO Citação 2 FASE DIREITO CIVIL ESTUDO DIRIGIDO DE PROCESSO CIVIL 2 Prof. Darlan Barroso - GABARITO 1) Quais as diferenças na elaboração da petição inicial do rito sumário e do rito ordinário? Ordinário Réu

Leia mais

União estável e a separação obrigatória de bens

União estável e a separação obrigatória de bens União estável e a separação obrigatória de bens Quando um casal desenvolve uma relação afetiva contínua e duradoura, conhecida publicamente e estabelece a vontade de constituir uma família, essa relação

Leia mais

Simpósio sobre a Aplicabilidade da Lei 11.441, de 04.01.2007

Simpósio sobre a Aplicabilidade da Lei 11.441, de 04.01.2007 Simpósio sobre a Aplicabilidade da Lei 11.441, de 04.01.2007 (Escrituras de Inventário, Separação e Divórcio) Antonio Carlos Parreira Juiz de Direito da Vara de Família e Sucessões de Varginha MG Art.

Leia mais

REGIME DE BENS NO NOVO CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO

REGIME DE BENS NO NOVO CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO 1 REGIME DE BENS NO NOVO CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO Cleiton Graciano dos Santos 1 RESUMO: Este artigo trata sobre o Regime de Bens no novo Código Civil brasileiro, apresentando os principais aspectos do assunto,

Leia mais

SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site:

SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site: SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site: www.sei-cesucol.edu.br e-mail: sei-cesucol@vsp.com.br FACULDADE

Leia mais

Conteúdo: Divórcio e Espécies. Concubinato e União Estável: Pressupostos, Natureza Jurídica, Efeitos Pessoais, Efeitos Patrimoniais.

Conteúdo: Divórcio e Espécies. Concubinato e União Estável: Pressupostos, Natureza Jurídica, Efeitos Pessoais, Efeitos Patrimoniais. Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Família e Sucessões / Aula 08 Professor: Andreia Amim Conteúdo: Divórcio e Espécies. Concubinato e União Estável: Pressupostos, Natureza Jurídica, Efeitos Pessoais,

Leia mais

18. Convenção sobre o Reconhecimento dos Divórcios e das Separações de Pessoas

18. Convenção sobre o Reconhecimento dos Divórcios e das Separações de Pessoas 18. Convenção sobre o Reconhecimento dos Divórcios e das Separações de Pessoas Os Estados signatários da presente Convenção, Desejando facilitar o reconhecimento de divórcios e separações de pessoas obtidos

Leia mais

Regime de Bens: b) Comunhão Universal de Bens: Obs: Mudança de regra no regime universal de bens - CC/16 x CC/02:

Regime de Bens: b) Comunhão Universal de Bens: Obs: Mudança de regra no regime universal de bens - CC/16 x CC/02: Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Família e Sucessões / Aula 07 Professor: Andreia Amim Conteúdo: Regime de Bens: Separação de Bens - Consensual e Legal; Participação final nos aquestos. Dissolução

Leia mais

Direito Processual Civil II - Turma A

Direito Processual Civil II - Turma A Direito Processual Civil II - Turma A Regência: Professor Doutor Miguel Teixeira de Sousa 4 de Junho de 2015 Duração: 2h A intentou contra B e C uma ação, na secção cível do Tribunal da comarca do Porto.

Leia mais

23. Convenção sobre o Reconhecimento e Execução de Decisões relativas a Obrigações Alimentares

23. Convenção sobre o Reconhecimento e Execução de Decisões relativas a Obrigações Alimentares 23. Convenção sobre o Reconhecimento e Execução de Decisões relativas a Obrigações Alimentares Os Estados signatários da presente Convenção, Desejando estabelecer disposições comuns para regulamentar o

Leia mais

SEPARAÇÃO JUDICIAL CONSENSUAL

SEPARAÇÃO JUDICIAL CONSENSUAL SEPARAÇÃO JUDICIAL CONSENSUAL Rénan Kfuri Lopes A separação consensual tem regra própria regulamentada pelos artigos 1.120 a 1.124 do Código de Processo Civil que obrigatoriamente têm de ser seguidas.

Leia mais

DIREITO DE FAMÍLIA. Concubinato X União estável

DIREITO DE FAMÍLIA. Concubinato X União estável DIREITO DE FAMÍLIA Concubinato X União estável Concubinato Até a CF/88 nós tínhamos o chamado concubinato. E o que é concubinato? Pessoas que viviam como se casados fossem. Com a CF/88, art. 226, 3º1,

Leia mais

Casamento. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Casamento. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Casamento Casamento É a união permanente entre o homem e a mulher, de acordo com a lei, a fim de se reproduzirem, de se ajudarem mutuamente e de criarem os seus filhos. Washington de Barros Monteiro Capacidade

Leia mais

O oficial deve declarar no registro o número da DNV e arquivar essa via no cartório.

O oficial deve declarar no registro o número da DNV e arquivar essa via no cartório. Registro Civil das Pessoas Naturais temas práticos parte 2 Temas práticos de registro civil das pessoas naturais Priscila de Paula, registradora civil em Cajamar Vamos tratar de alguns aspectos relacionados

Leia mais

Curso Preparatório para o Concurso Público do TRT 12. Noções de Direito Processual Civil Aula 1 Prof. Esp Daniel Teske Corrêa

Curso Preparatório para o Concurso Público do TRT 12. Noções de Direito Processual Civil Aula 1 Prof. Esp Daniel Teske Corrêa Curso Preparatório para o Concurso Público do TRT 12 Noções de Direito Processual Civil Aula 1 Prof. Esp Daniel Teske Corrêa Sumário Jurisdição Competência Ação Partes, Ministério Público e Intervenção

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Funcionário afastado, e no decorrer ultrapassa o período de concessão de férias, terá diretito as férias

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Funcionário afastado, e no decorrer ultrapassa o período de concessão de férias, terá diretito as férias Funcionário afastado, e no decorrer ultrapassa o período de concessão de férias, terá diretito as férias 31/03/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3

Leia mais

Alimentos sem culpa. Maria Berenice Dias www.mbdias.com.br www.mariaberenice.com.br www.direitohomoafetivo.com.br

Alimentos sem culpa. Maria Berenice Dias www.mbdias.com.br www.mariaberenice.com.br www.direitohomoafetivo.com.br Alimentos sem culpa Maria Berenice Dias www.mbdias.com.br www.mariaberenice.com.br www.direitohomoafetivo.com.br Talvez não se tenha atentado ainda no alcance da alteração promovida pelo atual estatuto

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º, DE 2011

PROJETO DE LEI N.º, DE 2011 PROJETO DE LEI N.º, DE 2011 (Do Sr. Fábio Faria) Dispõe sobre a recuperação judicial do devedor pessoa física. O Congresso Nacional decreta: devedor pessoa física. Art. 1.º. Esta Lei estabelece a recuperação

Leia mais

Recuperação Extrajudicial, Judicial e Falência. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Recuperação Extrajudicial, Judicial e Falência. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Recuperação Extrajudicial, Judicial e Falência Recuperação Extrajudicial, Judicial e Falência Decreto-lei nº 7.661, de 21 de junho de 1945 Lei de Falências revogado. Lei nº 11.101, de 09 de fevereiro de

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO fls. 180 SENTENÇA Processo Digital nº: 1021633-14.2014.8.26.0405 Classe - Assunto Procedimento Ordinário - Promessa de Compra e Venda Requerente: RAFAEL RODRIGUES e outro Requerido: IBÉRIA INCORPORADORA

Leia mais

A RECUPERAÇÃO JUDICIAL DA PARMALAT.

A RECUPERAÇÃO JUDICIAL DA PARMALAT. 1 A RECUPERAÇÃO JUDICIAL DA PARMALAT. Vinicius Leal Batista de Andrade 1 RESUMO A empresa seus aspectos e características, notas breves sobre o que venha ser uma empresa, sua função. Recuperação judicial,

Leia mais

Petição Inicial. OBS: todas as petições iniciais obedecem aos mesmos requisitos, seja ela de rito ordinário, sumário, cautelar procedimento especial.

Petição Inicial. OBS: todas as petições iniciais obedecem aos mesmos requisitos, seja ela de rito ordinário, sumário, cautelar procedimento especial. Petição Inicial A Petição inicial é a peça por meio da qual o autor provoca a atuação jurisdicional do Estado. A sua redação deverá obedecer a determinados requisitos estabelecidos no artigo 282 do CPC.

Leia mais

AGRAVO DE INSTRUMENTO: Conceito: é o recurso adequado para a impugnação das decisões que denegarem seguimento a outro recurso.

AGRAVO DE INSTRUMENTO: Conceito: é o recurso adequado para a impugnação das decisões que denegarem seguimento a outro recurso. AGRAVO DE INSTRUMENTO: Conceito: é o recurso adequado para a impugnação das decisões que denegarem seguimento a outro recurso. Por que se diz instrumento: a razão pela qual o recurso se chama agravo de

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Divórcio Direto Juliana Fernandes Altieri* 1.Conceito Segundo Maria Helena Diniz 1, o divórcio é a dissolução de um casamento válido, ou seja, a extinção do vínculo matrimonial,

Leia mais

Código de Processo Civil, encontramos regras nesse sentido nos artigos 1003 e seguintes, 1022 e seguintes, artigo 1026.

Código de Processo Civil, encontramos regras nesse sentido nos artigos 1003 e seguintes, 1022 e seguintes, artigo 1026. Escritura pública de inventário e partilha Documentos Necessários A relação de documentos necessários para uma escritura pública de inventário e partilha, especialmente quando contemplam bens imóveis,

Leia mais

- Espécies. Há três espécies de novação:

- Espécies. Há três espécies de novação: REMISSÃO DE DÍVIDAS - Conceito de remissão: é o perdão da dívida. Consiste na liberalidade do credor em dispensar o devedor do cumprimento da obrigação, renunciando o seu direito ao crédito. Traz como

Leia mais

ARBITRAGEM VOLUNTÁRIA

ARBITRAGEM VOLUNTÁRIA (Até às alterações do Decreto Lei n.º 38/2003, de 08 de Março) ARBITRAGEM VOLUNTÁRIA CAPÍTULO I Artigo 1.º Convenção de arbitragem 1 - Desde que por lei especial não esteja submetido exclusivamente a tribunal

Leia mais

ESTATUTO PESSOAL REGRAS SOBRE CASAMENTO ESTRANGEIRO

ESTATUTO PESSOAL REGRAS SOBRE CASAMENTO ESTRANGEIRO CONCURSO MANAUSPREV LINDB (AULA 2) Estatuto pessoal Aplicação da lei no espaço: casamento sucessão bens obrigações Prof. Caupolican ESTATUTO PESSOAL (DL 4657/42) Art. 7º A lei do país em que for domiciliada

Leia mais

14. Convenção Relativa à Citação e à Notificação no Estrangeiro dos Actos Judiciais e Extrajudiciais em Matéria Civil e Comercial

14. Convenção Relativa à Citação e à Notificação no Estrangeiro dos Actos Judiciais e Extrajudiciais em Matéria Civil e Comercial 14. Convenção Relativa à Citação e à Notificação no Estrangeiro dos Actos Judiciais e Extrajudiciais em Matéria Civil e Comercial Os Estados signatários da presente Convenção, desejando criar os meios

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A PATERNIDADE GERALMENTE FEITAS POR PAIS

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A PATERNIDADE GERALMENTE FEITAS POR PAIS PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A PATERNIDADE GERALMENTE FEITAS POR PAIS P. O QUE É A PATERNIDADE? R. Paternidade significa ser um pai. A determinação da paternidade significa que uma pessoa foi determinada

Leia mais

MINUTA DE TERMO DE COMPROMISSO DE CESSAÇÃO

MINUTA DE TERMO DE COMPROMISSO DE CESSAÇÃO MINUTA DE TERMO DE COMPROMISSO DE CESSAÇÃO O CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA, doravante designado CADE, neste ato representado por sua Presidente, Elizabeth Maria Mercier Querido Farina, conforme

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Revelia e prazo para o revel José Eduardo Carreira Alvim* Sumário: 1. Introdução. 2. Contagem de prazo para o revel. 3. Considerações finais. 1. Introdução A revelia é um instituto

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES FACELI CURSO DE DIREITO

FACULDADES INTEGRADAS DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES FACELI CURSO DE DIREITO FACULDADES INTEGRADAS DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES FACELI CURSO DE DIREITO PRATICA JURIDICA II : FASE DE POSTULAÇÃO AILTON SILVA ANTUNES NILSON DE OLIVEIRA JUNIOR TITO MARÇAL DE OLIVEIRA PEREIRA LINHARES-ES

Leia mais

PARECER Nº, DE 2011. RELATOR: Senador LUIZ HENRIQUE

PARECER Nº, DE 2011. RELATOR: Senador LUIZ HENRIQUE PARECER Nº, DE 2011 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÔMICOS, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 244, de 2011, do Senador Armando Monteiro, que acrescenta os arts. 15-A, 15-B e 15-C à Lei nº 6.830, de 22 de

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL IX EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL IX EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Moema, brasileira, solteira, natural e residente em Fortaleza, no Ceará, maior e capaz, conheceu Tomás, brasileiro, solteiro, natural do Rio de Janeiro, também maior

Leia mais

CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO Rafael Carvalho Rezende Oliveira 2ª para 3ª edição

CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO Rafael Carvalho Rezende Oliveira 2ª para 3ª edição A 3ª edição do livro CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO foi atualizada com o texto do PL de novo CPC enviado pelo Congresso Nacional à sanção presidencial em 24.02.2015. Em razão da renumeração dos artigos

Leia mais

Recurso nº 795/2010 Data: 17 de Fevereiro de 2011. Assuntos: - Incerteza jurídica - Nome romanizado - Rectificação - Nova prova.

Recurso nº 795/2010 Data: 17 de Fevereiro de 2011. Assuntos: - Incerteza jurídica - Nome romanizado - Rectificação - Nova prova. Recurso nº 795/2010 Data: 17 de Fevereiro de 2011 Assuntos: - Incerteza jurídica - Nome romanizado - Rectificação - Nova prova Sumário 1. Quando o Tribunal estiver perante uma situação em que o arresto

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA PROVA ESCRITA DE DIREITO PROCESSUAL CIVIL I - TURMA A

FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA PROVA ESCRITA DE DIREITO PROCESSUAL CIVIL I - TURMA A FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA PROVA ESCRITA DE DIREITO PROCESSUAL CIVIL I - TURMA A REGENTE: PROF. DOUTOR MIGUEL TEIXEIRA DE SOUSA 27-02-2015 DURAÇÃO DA PROVA: 2H00 Alice, domiciliada

Leia mais

Portaria PGFN nº 164, de 27.02.2014 - DOU de 05.03.2014

Portaria PGFN nº 164, de 27.02.2014 - DOU de 05.03.2014 Portaria PGFN nº 164, de 27.02.2014 - DOU de 05.03.2014 Regulamenta o oferecimento e a aceitação do seguro garantia judicial para execução fiscal e seguro garantia parcelamento administrativo fiscal para

Leia mais

Sumário SEPARAÇÃO CONSENSUAL

Sumário SEPARAÇÃO CONSENSUAL Sumário SEPARAÇÃO CONSENSUAL Conceito Requisitos Legitimidade Formas de realização Fundamento legal Petição inicial Petição da separação. Requisitos Descrição dos bens e partilha entre os cônjuges Venda

Leia mais

SEGUNDA PROVA ESCRITA DISCURSIVA SENTENÇA CÍVEL

SEGUNDA PROVA ESCRITA DISCURSIVA SENTENÇA CÍVEL SEGUNDA PROVA ESCRITA DISCURSIVA SENTENÇA CÍVEL Nesta prova, faça o que se pede, usando os espaços para rascunho indicados no presente caderno. Em seguida, transcreva o texto para o CADERNO DE TEXTO DEFINITIVO

Leia mais

MODELO DE PROJETO DE PESQUISA

MODELO DE PROJETO DE PESQUISA MODELO DE PROJETO DE PESQUISA MODELO DE CAPA (NOME DO ALUNO SEM ABREVIAÇÕES E EM MAIÚSCULAS) INTRODUZIR O TÍTULO DO PROJETO DE PESUISA PROJETO DE PESQUISA: DIREITO FAFICH - GOIATUBA CURSO DE DIREITO GOIATUBA

Leia mais

PONTO 1: União estável PONTO 2: Alimentos. 1. União estável:

PONTO 1: União estável PONTO 2: Alimentos. 1. União estável: 1 PONTO 1: União estável PONTO 2: Alimentos 1. União estável: - Leis 8971/94 e 9278/96. - Lei 10.406/2002 e art. 1723 e seguintes. - Art. 226, 3 1, CF. União entre homem e mulher pública (notoriedade),

Leia mais

Notas técnicas. Introdução

Notas técnicas. Introdução Notas técnicas Introdução As Estatísticas do Registro Civil são publicadas desde 1974 e fornecem um elenco de informações relativas aos fatos vitais, casamentos, separações e divórcios ocorridos no País.

Leia mais

PETIÇÃO INICIAL (CPC 282)

PETIÇÃO INICIAL (CPC 282) 1 PETIÇÃO INICIAL (CPC 282) 1. Requisitos do 282 do CPC 1.1. Endereçamento (inciso I): Ligado a competência, ou seja, é imprescindível que se conheça as normas constitucionais de distribuição de competência,

Leia mais

A Nova Usucapião MARIA CELESTE PINTO DE CASTRO JATAHY 1 INTRODUÇÃO DA LEGISLAÇÃO

A Nova Usucapião MARIA CELESTE PINTO DE CASTRO JATAHY 1 INTRODUÇÃO DA LEGISLAÇÃO 87 A Nova Usucapião MARIA CELESTE PINTO DE CASTRO JATAHY 1 INTRODUÇÃO A Lei 12.424, de 16 de junho de 2011, ao introduzir o art. 1240-A no Código Civil, instituiu uma nova modalidade de usucapião no direito

Leia mais

Modelo esquemático de ação direta de inconstitucionalidade genérica EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Modelo esquemático de ação direta de inconstitucionalidade genérica EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL Modelo esquemático de ação direta de inconstitucionalidade genérica EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL Legitimidade ativa (Pessoas relacionadas no art. 103 da

Leia mais

TODAS AS INFORMAÇÕES SÃO EXTREMAMENTE IMPORTANTES!!! CASAMENTO CIVIL (Brasileiros)

TODAS AS INFORMAÇÕES SÃO EXTREMAMENTE IMPORTANTES!!! CASAMENTO CIVIL (Brasileiros) TODAS AS INFORMAÇÕES SÃO EXTREMAMENTE IMPORTANTES!!! CASAMENTO CIVIL (Brasileiros) PREENCHER O FORMULÁRIO - MEMORIAL - DE CASAMENTO (MODELOS NAS FL 4, 5 E 6), ASSINAR E RECONHECER FIRMA DAS ASSINATURAS

Leia mais

TUTELAS PROVISÓRIAS: TUTELA DE URGÊNCIA E TUTELA DA EVIDÊNCIA.

TUTELAS PROVISÓRIAS: TUTELA DE URGÊNCIA E TUTELA DA EVIDÊNCIA. PALESTRA TUTELAS PROVISÓRIAS: TUTELA DE URGÊNCIA E TUTELA DA EVIDÊNCIA. Professor: Dr. Francisco Ferreira Jorge Neto Desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região. Professor Universitário

Leia mais

O CONGRESSO NACIONAL decreta:

O CONGRESSO NACIONAL decreta: Altera a Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991, que dispõe sobre as locações de imóveis urbanos e os procedimentos pertinentes. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei introduz alteração na Lei

Leia mais

ASSUNTO: Partilha por divórcio art.º 1790.º do Código Civil Impostos.

ASSUNTO: Partilha por divórcio art.º 1790.º do Código Civil Impostos. Proc.º n.º C. N. 20/2009 SJC CT ASSUNTO: Partilha por divórcio art.º 1790.º do Código Civil Impostos. DESCRIÇÃO E ANÁLISE DO PROBLEMA: O helpdesk do Balcão das Heranças e Divórcios com Partilha colocou

Leia mais

Juizados Especiais. Aula 3 (05.03.13) Vinicius Pedrosa Santos (magistrado e professor) e-mail: vinipedrosa@uol.com.br.

Juizados Especiais. Aula 3 (05.03.13) Vinicius Pedrosa Santos (magistrado e professor) e-mail: vinipedrosa@uol.com.br. Juizados Especiais Aula 3 (05.03.13) Vinicius Pedrosa Santos (magistrado e professor) e-mail: vinipedrosa@uol.com.br Ementa da aula Competência em razão do objeto Competência territorial Competência de

Leia mais

PROCESSO PENAL COMNENTÁRIOS RECURSOS PREZADOS, SEGUEM OS COMENTÁRIOS E RAZÕES PARA RECURSOS DAS QUESTÕES DE PROCESSO PENAL.

PROCESSO PENAL COMNENTÁRIOS RECURSOS PREZADOS, SEGUEM OS COMENTÁRIOS E RAZÕES PARA RECURSOS DAS QUESTÕES DE PROCESSO PENAL. PROCESSO PENAL COMNENTÁRIOS RECURSOS PREZADOS, SEGUEM OS COMENTÁRIOS E RAZÕES PARA RECURSOS DAS QUESTÕES DE PROCESSO PENAL. A PROVA FOI MUITO BEM ELABORADA EXIGINDO DO CANDIDATO UM CONHECIMENTO APURADO

Leia mais

SUMÁRIO CAPÍTULO I FUNÇÃO E CARREIRA DO ADVOGADO... 19 CAPÍTULO II - DO PROCESSO CIVIL... 39

SUMÁRIO CAPÍTULO I FUNÇÃO E CARREIRA DO ADVOGADO... 19 CAPÍTULO II - DO PROCESSO CIVIL... 39 SUMÁRIO Apresentação da Coleção...15 CAPÍTULO I FUNÇÃO E CARREIRA DO ADVOGADO... 19 1. Antecedentes históricos da função de advogado...19 2. O advogado na Constituição Federal...20 3. Lei de regência da

Leia mais

A UNIÃO ESTÁVEL NO NOVO CÓDIGO CIVIL

A UNIÃO ESTÁVEL NO NOVO CÓDIGO CIVIL 76 A UNIÃO ESTÁVEL NO NOVO CÓDIGO CIVIL CLAUDIA NASCIMENTO VIEIRA¹ O artigo 226 da Constituição Federal equiparou a união estável entre homem e mulher ao casamento, dispondo em seu parágrafo 3º que é reconhecida

Leia mais

LEI DE LOCAÇÕES - ALTERAÇÕES LEGISLATIVAS

LEI DE LOCAÇÕES - ALTERAÇÕES LEGISLATIVAS LEI DE LOCAÇÕES - ALTERAÇÕES LEGISLATIVAS Diogo L. Machado de Melo Nathália Annette Vaz de Lima NORMA ANTERIOR (LEI 8245/91) ALTERAÇÃO TRAZIDA PELA LEI 12.112/09 (COM JUSTIFICATIVAS DE VETOS) (EM VIGOR

Leia mais

Alterações ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas

Alterações ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas Alterações ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas O Governo divulgou recentemente um conjunto de medidas de revisão e aperfeiçoamento do atual Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas,

Leia mais

RELAÇÕES DE PARENTESCO DA FILIAÇÃO

RELAÇÕES DE PARENTESCO DA FILIAÇÃO Cód. barras: STJ00095806 (2012) SUMÁRIO RELAÇÕES DE PARENTESCO DA FILIAÇÃO Definição... 1 Filhos concebidos na constância do casamento. Presunção... 1 Prova da impotência. Adultério da mulher... 2 Direito

Leia mais

Vistos, relatados e discutidos estes autos de. AGRAVO DE INSTRUMENTO n 501.512-4/4-00, da Comarca de SÃO

Vistos, relatados e discutidos estes autos de. AGRAVO DE INSTRUMENTO n 501.512-4/4-00, da Comarca de SÃO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ACÓRDÃO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRATICA REGISTRADO(A) SOB N *01319002* Vistos, relatados e discutidos estes autos de AGRAVO DE INSTRUMENTO

Leia mais

ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gab. Des. Saulo Henriques de Sá e Benevides. Vistos, etc.

ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gab. Des. Saulo Henriques de Sá e Benevides. Vistos, etc. ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gab. Des. Saulo Henriques de Sá e Benevides APELAÇÃO CÍVEL n 2 073.2003.012900-8/001 Comarca de Cabedelo RELATOR: João Benedito da Silva Juiz Convocado

Leia mais

A jurisprudência da Lei de Falências e Recuperação de Empresas e a

A jurisprudência da Lei de Falências e Recuperação de Empresas e a A jurisprudência da Lei de Falências e Recuperação de Empresas e a Lei Complementar 147/14 Impactos para o mercado de crédito. Glauco Alves Martins Objetivo geral: aperfeiçoamento do SIMPLES e modificações

Leia mais

TERCEIRA TURMA RECURSAL JUIZADOS ESPECIAIS FEDERAIS SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ

TERCEIRA TURMA RECURSAL JUIZADOS ESPECIAIS FEDERAIS SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ Processo nº 200970590073909 Relatora: Juíza Federal Ana Carine Busato Daros Recorrente: Pedro Raimundo Miranda Recorrido: Instituto Nacional do Seguro Social INSS VOTO Dispensado o relatório, nos termos

Leia mais

Relatório Trabalhista

Relatório Trabalhista Rotinas de Pessoal & Recursos Humanos www.sato.adm.br sato@sato.adm.br fone/fax (11) 4742-6674 Desde 1987 Legislação Consultoria Assessoria Informativos Treinamento Auditoria Pesquisa Qualidade Relatório

Leia mais

PROCEDIMENTO. Classificação do procedimento Comum: rito ordinário e rito sumário Especial: de jurisdição contenciosa e de jurisdição voluntária

PROCEDIMENTO. Classificação do procedimento Comum: rito ordinário e rito sumário Especial: de jurisdição contenciosa e de jurisdição voluntária Turma e Ano: Direito Público I (2013) Matéria / Aula: Processo Civil / Aula 20 Professor: Edward Carlyle Monitora: Carolina Meireles PROCEDIMENTO Conceito Corrente clássica: é uma forma material com que

Leia mais

idade da mãe na ocasião do parto Idade, em anos completos, da mãe na ocasião do parto.

idade da mãe na ocasião do parto Idade, em anos completos, da mãe na ocasião do parto. Glossário A pesquisa abrange os assentamentos de nascidos vivos, casamentos, óbitos e óbitos fetais informados pelos Cartórios de Registro Civil de Pessoas Naturais, e de separações e divórcios declarados

Leia mais