Sexualidade na infância Acção de Educação Parental

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sexualidade na infância Acção de Educação Parental"

Transcrição

1 Escola Básica 1º ciclo Prista Monteiro O que é a sexualidade? Sexualidade na infância Acção de Educação Parental A sexualidade tem uma vertente emocional, sendo um elemento essencial na formação da identidade global, do auto-conceito, da auto-estima e do bem-estar físico e emocional de qualquer ser humano. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a sexualidade é uma energia que nos motiva para encontrar amor, contacto, ternura e intimidade. Integra-se no modo como nos movemos, tocamos e somos tocados. Influencia pensamentos, sentimentos, acções e interacções e, por isso, influencia a nossa saúde física e mental. 23 de Fevereiro de 2010 A sexualidade na infância Hoje em dia, as crianças, na sua maioria já sabem... o bebé "sai da barriga da mãe" Desenvolvimento psicossexual da criança O desenvolvimento e evolução da sexualidade da criança caracteriza-se por um desenvolvimento progressivo que inclui tanto aspectos biológicos como psicológicos Mas esta é a resposta mais simples e outras perguntas complementares ainda suscitam dúvidas e ansiedade no momento de serem respondidas... "como o bebé entrou na barriga da mãe"? DESENVOLVIMENTO PSICOSSEXUAL 1

2 Nascimento 2 anos de idade A sexualidade, a partir do nascimento, baseia-se na relação que se estabelece entre o recém-nascido e as pessoas que o rodeiam, através das carícias, dos abraços, do banho,... já que todas as situações proporcionam ao bebé diversas sensações de prazer. Entre o 1º e 2º anos de vida, o contacto com os próprios genitais transformam-se na actividade habitual, especialmente quando o menino e a menina estão nus, no momento do banho, o que faz parte do processo de exploração de si mesmos. Nascimento 2 anos de idade - Exploram as diferentes partes do corpo; - Começam a desenvolver uma atitude em relação ao próprio corpo; - Começam a diferenciar (ainda que com alguma dificuldade) o masculino e o feminino as diferenças entre a forma de vestir, entre os brinquedos, os nomes de meninos e meninas,... 2 aos 6 anos de idade 2 /3 anos- a criança já interiorizou um perfil claro da sua identidade sexual Curiosidade pelas suas diferenciações genitais -começam as brincadeiras que lhes permitem explorar-se mutuamente. 4 anos-a criança descobre comportamentos que lhes produzem sensações de prazer e, por isso, é habitual que aprendam a auto-estimluar-se. prova do correcto desenvolvimento da criança Os pais não devem reagir negativamente à sua curiosidade sexual, assumindo como inadequadas as sensações que lhe proporciona o seu próprio corpo ou castigando a criança por este comportamento. 2 aos 6 anos de idade Por volta desta idade ainda, a criança começa a fazer perguntas sobre a sua própria origem e sobre o nascimento. - Curiosidade relativamente às diferenças corporais e de género; - Acariciam-se e revelam interesse e curiosidade pelas sensações de prazer; - Brincam aos médicos, imitam actividades domésticas ou outro tipo de brincadeiras sexuais com os amigos/irmãos/primos; - Imitam alguns comportamentos dos adultos (beijinhos, ficar grávida,...) - Perguntas e sentem curiosidade pela anatomia genital do sexo contrário; - Curiosidade pela sua origem e fazem perguntas. 2

3 6 aos 9 anos de idade 6 anos interesse da criança Figura corporal / Identidade Sexual 6/7 anos- a criança conhece perfeitamente as suas diferenças anatómicas e, precisamente por isso, costumam aparecer certos sentimentos de vergonha nas suas relações mútuas. Tema da reprodução humana -um dos pontos de maior interesse (desenhos sobre a evolução de um embrião humano) 7/8 anos-idade dos noivados / namoros onde se põe à prova, pela primeira vez, a capacidade de sentir atracção e afecto por outra pessoa fora do núcleo familiar da criança. 6 aos 9 anos de idade Idade da descentração A criança deixa de se sentir o centro do mundo e começa a desfrutar plenamente da companhia das outras crianças/amigos. BOM MOMENTO PARA FALAR COM A CRIANÇA SOBRE AFECTIVIDADE - Brincadeiras e actividades sexuais que lhes proporcionam prazer; - Curiosidade pela gravidez e pelo nascimento; - Relações de amizade fortes com colegas do mesmo sexo; - Interesse pelos comportamentos associados a ser homem e mulher; - Orientação sexual básica. 9 aos 12 anos de idade Nesta idade, começam a produzir-se as primeiras mudanças fisiológicas da puberdade, embora de uma forma muito lenta e progressiva e, muitas vezes, imperceptível. Meninos e meninas começam a brincar separados. Nesta idade, os pais deveriam começar a explicar, de modo progressivo, quais vão ser as mudanças que se vão manifestar de que forma estas irão afectar a sua própria imagem, a sua forma de pensar e a relação com os outros. O facto da criança conhecer e entender estas mudanças ajudará a vivê-las com um menor grau de angústia e insatisfação 9 aos 12 anos de idade - Início da puberdade; - Torna-se mais reservado e manifesta desejo de ter uma vida privada; - Forte ligação afectiva e vivência de sentimentos de paixão ou amizade com os amigos; - Prática de masturbação; - Fantasias sexuais românticas. Puberdade e adolescência - Momentos de grandes mudanças ETAPA MUITO DIFICIL -fim da infância e a progressiva entrada no mundo dos adultos 3

4 Para responder aos questionamentos de ordem sexual das crianças deve-se ter claro quea criança que tem idade para perguntar, tem idade para ouvir a resposta". O tom de voz, o olhar, a postura de quem responde devem ser valorizados para que não sejam artificiais nem repressores. Para satisfazer a curiosidade infantil o adulto deve seguir os seguintes princípios: -saber porque e de onde vem a pergunta; -honestidade; -restringir-se à pergunta feita, sem se estender; -progredir com base no que a criança já conhece; -fornecer explicações em linguagem simples e familiar; -sempre que possível responder no momento em que a criança solicita; - repetir, se necessário. A sexualidade na escola Em relação aos comportamentos sexuais observados em sala-de-aula como beijos, exploração do corpo do colega, jogos sexuais, o educador pode pautar-se sobre os mesmos princípios que usa para outros comportamentos inadequados em aula, ou seja, demonstrar que entende a curiosidade mas que a escola é um lugar onde deve respeitar-se a vontade dos outros e que estão lá para aprender, brincar, etc. O educador não se deve omitir, ao contrário, deve orientar para brincadeiras e comportamentos adequados mas sem passar valores morais reprovadores como se a curiosidade fosse algo negativo, "feio" ou pecaminoso. A sexualidade na escola A sexualidade infantil é inerente a qualquer criança e a sua demonstração será particular a cada uma, sendo que aos educadores cabe conhecê-la, respeitá-la, conduzí-la de forma adequada, sem estimulação nem repressão e tendo sempre em mente uma auto-reflexão de sua própria sexualidade. Voluntária ou involuntariamente, a Escola é um lugar onde se constroem saberes e que suscita vivências ao nível afectivo-sexual. PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO DA CRIANÇA Bibliografia ALCOBIA, Helena; MENDES, Alexandra e SERÔDIO, Helena M. Educar para a Sexualidade. Porto Editora, Porto, AMMANITI, Massimo Crescer Com os Filhos. Editorial Presença, Lisboa, ELIAS, Maurice J., e outros Os Pais e a Educação Emocional.Editora Pergaminho, Cascais, FRADE, Alice e outros Educação Sexual na Escola Guia para Professores, Formadores e Educadores. Texto Editora, Lisboa, KOHNER, Nancy Como Falar às Crianças Sobre Sexo.Lyon Edições, Mem Martins, PAIVA, João e PAIVA, Jacinta - Sexualidade e Afectos, Plátano, Lisboa, PEREIRA, Mª Manuela e FREITAS, Filomena Educação Sexual: Contextos de Sexualidade a Adolescência. Edições Asa, Porto, Portal de saúde sexual e reprodutiva - SANTOS, Ana Cristina e outros Educação da Sexualidade na Escola. Didáctica Editora, Lisboa,

5 Porto Editora Editor Lyon Multimédia Edições Gailivro Edições Plátano 5

6 Editora Contra Margem Terramar Editor Oficina do Livro 6

7 Editoções Campo de Letras 7

Escola Secundária com 3º CEB de Coruche EDUCAÇÃO SEXUAL

Escola Secundária com 3º CEB de Coruche EDUCAÇÃO SEXUAL Escola Secundária com 3º CEB de Coruche 0 EDUCAÇÃO SEXUAL INTRODUÇÃO A Educação da sexualidade é uma educação moral porque o ser humano é moral. É, também, uma educação das atitudes uma vez que, com base

Leia mais

ADOLESCÊNCIA SEXUALIDADE

ADOLESCÊNCIA SEXUALIDADE ADOLESCÊNCIA E SEXUALIDADE Adolescência É o período de transição entre a infância e a idade adulta. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS),o período da adolescência situa-se entre os 10 e os 20 anos.

Leia mais

ENTENDENDO A. A adolescência é a fase da vida onde acontecem as maiores modificações no corpo, nos sentimentos e na forma de perceber as coisas.

ENTENDENDO A. A adolescência é a fase da vida onde acontecem as maiores modificações no corpo, nos sentimentos e na forma de perceber as coisas. ENTENDENDO A ADOLESCÊNCIA A adolescência é a fase da vida onde acontecem as maiores modificações no corpo, nos sentimentos e na forma de perceber as coisas. Ao mesmo tempo, aumentam as responsabilidades

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Lúcia Peranzoni 1 Fabiana Lacerda da Silva 2 Resumo: O presente trabalho foi desenvolvido na disciplina Estágio Básico II no segundo semestre de 2011, tendo

Leia mais

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar Colégio La Salle São João Professora Kelen Costa Educação Infantil Educação Infantil- Brincar também é Educar A importância do lúdico na formação docente e nas práticas de sala de aula. A educação lúdica

Leia mais

13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS

13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS 13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS A importância da formação pessoal e social da criança para o seu desenvolvimento integral e para a

Leia mais

DESENVOLVIMENTO PSICOSSEXUAL

DESENVOLVIMENTO PSICOSSEXUAL Professor Responsável: Mohamad A. A. Rahim Quadro sinóptico baseado na bibliografia sugerida em cada aula DESENVOLVIMENTO PSICOSSEXUAL 1. SEXUALIDADE E LIBIDO Libido : é uma fonte original de energia afetiva

Leia mais

I - Desenvolvimento Humano

I - Desenvolvimento Humano I - Desenvolvimento Humano 1.1. Conceito O desenvolvimento humano se estabelece através da interação do indivíduo com o ambiente físico e social. Se caracteriza pelo desenvolvimento mental e pelo crescimento

Leia mais

PROJETO ONG PEDRA BRUTA Lapidando talentos: A sexualidade e a integração do grupo para adolescentes.

PROJETO ONG PEDRA BRUTA Lapidando talentos: A sexualidade e a integração do grupo para adolescentes. MARCELA GARCIA MANOCHIO PROJETO ONG PEDRA BRUTA Lapidando talentos: A sexualidade e a integração do grupo para adolescentes. Projeto de Estágio extracurricular em Processos Educativos, desenvolvido para

Leia mais

Projecto PES - Educação Sexual 2010-2011 /2011-2012. Agrupamento Vertical de Escolas nº2 de Elvas. Projecto PES. Educação Sexual

Projecto PES - Educação Sexual 2010-2011 /2011-2012. Agrupamento Vertical de Escolas nº2 de Elvas. Projecto PES. Educação Sexual Projecto PES Educação Sexual Ano Lectivo 2010-2011 / 2011-2012 Índice PREÂMBULO...3 Enquadramento Legal...4 OBJECTIVOS GERAIS...6 LOCAL DE REALIZAÇÃO DO PROJECTO...6 PLANIFICAÇÕES...7 PLANIFICAÇÃO DA EDUCAÇÃO

Leia mais

Educação Sexual no desenvolvimento infantil. Profª.Teresa Cristina Barbo Siqueira

Educação Sexual no desenvolvimento infantil. Profª.Teresa Cristina Barbo Siqueira Educação Sexual no desenvolvimento infantil Profª.Teresa Cristina Barbo Siqueira Início dos questionamentos: Educação Sexual... Quando, onde, por quem e como falar sobre este tema? É preciso que o professor/os

Leia mais

Tal como pretendemos salientar ao longo do primeiro capítulo, no período da

Tal como pretendemos salientar ao longo do primeiro capítulo, no período da Tal como pretendemos salientar ao longo do primeiro capítulo, no período da indústria artesanal não se concedia demasiada importância ao fenómeno do trabalho infantil. As pessoas de então preocupavam-se,

Leia mais

ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM?

ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? As Áreas de Conteúdo são áreas em que se manifesta o desenvolvimento humano ao longo da vida e são comuns a todos os graus de ensino. Na educação pré-escolar

Leia mais

Maximizar as aprendizagens no Ensino Superior

Maximizar as aprendizagens no Ensino Superior Maximizar as aprendizagens no Ensino Superior Estratégias de Estudo quanto mais conhecer mais pode aprender Catarina Neves Psicóloga da ESE-IPC cneves@esec.pt 1 Estratégia de Estudo Leitura Activa Leitura

Leia mais

Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Proppex Supervisão de Extensão

Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Proppex Supervisão de Extensão Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Proppex Supervisão de Extensão FORMULÁRIO DE AÇÃO DE EXTENSÃO 1. IDENTIFICAÇÃO DA ORIGEM 1.1. TÍTULO: CAPACITAÇÃO PARA EDUCADORES DA PRIMEIRA INFÂNCIA,

Leia mais

As diferentes linguagens da criança: o jogo simbólico

As diferentes linguagens da criança: o jogo simbólico As diferentes linguagens da criança: o jogo simbólico Mariana Antoniuk 1 Dêivid Marques 2 Maria Angela Barbato Carneiro ( orientação) 3 Abordando as diferentes linguagens da criança neste ano, dentro do

Leia mais

SEXUALIDADE E EDUCAÇÃO

SEXUALIDADE E EDUCAÇÃO SEXUALIDADE E EDUCAÇÃO Danielle de Sousa Macena- UFCG danyellehta-@hotmail.com Januzzi Gonçalves Bezerra UFCG januzzigoncalves@gmail.com Janaina Gonçalves Bezerra - UFCG jgoncalves003@gmail.com Resumo

Leia mais

SEXUALIDADE E DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: O DIREITO À EDUCAÇÃO SEXUAL

SEXUALIDADE E DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: O DIREITO À EDUCAÇÃO SEXUAL SEXUALIDADE E DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: O DIREITO À EDUCAÇÃO SEXUAL Tito Marcos Domingues dos Santos Escola Municipal Rivadávia Corrêa Resumo: Pesquisas mostram que a educação sexual tem sido negada aos

Leia mais

SEXUALIDADE &AFECTOS

SEXUALIDADE &AFECTOS SEXUALIDADE &AFECTOS UMA ENERGIA QUE NOS MOTIVA A PROCURAR AMOR, TERNURA, INTIMIDADE CONTACTO, (OMS) A necessidade de estarmos próximos de outras pessoas, de receber e dar carinho, amor, miminhos, beijinhos

Leia mais

Conversando com os pais

Conversando com os pais Conversando com os pais Motivos para falar sobre esse assunto, em casa, com os filhos 1. A criança mais informada, e de forma correta, terá mais chances de saber lidar com sua sexualidade e, no futuro,

Leia mais

Os antigos mensageiros do Amor

Os antigos mensageiros do Amor Os antigos mensageiros do Amor Os Novos Mensageiros do Amor Neurotransmissores Alerta Atenção Energia Noradrenalina Serenidade Saciedade Paz Prazer Alegria Aventura Sertralina Dopamina Neuropepitídeos

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

SEXUALIDADE: DESATANDO OS NÓS NA ADOLESCÊNCIA

SEXUALIDADE: DESATANDO OS NÓS NA ADOLESCÊNCIA SEXUALIDADE: DESATANDO OS NÓS NA ADOLESCÊNCIA Por Marcos Ribeiro* Um pouco dessa história começa por volta dos 10/12 anos, quando meninos e meninas começam a sofrer as primeiras transformações físicas,

Leia mais

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM O LÚDICO NA APRENDIZAGEM RESUMO Aline Hahn Affeldt Prof. Janaina de Souza Aragão Centro Universitário Leonardo da Vinci-UNIASSELVI Pedagogia (PED 7051) Metodologia e Conteúdos Básicos de Comunicação e

Leia mais

Questões de gênero. Masculino e Feminino

Questões de gênero. Masculino e Feminino 36 Questões de gênero Masculino e Feminino Pepeu Gomes Composição: Baby Consuelo, Didi Gomes e Pepeu Gomes Ôu! Ôu! Ser um homem feminino Não fere o meu lado masculino Se Deus é menina e menino Sou Masculino

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA As Histórias do Senhor Urso. 2. EPISÓDIO TRABALHADO Eram Cinco Numa Cama. 3. SINOPSE DO EPISÓDIO ESPECÍFICO Esse episódio explora de maneira lúdica

Leia mais

Área - Relações Interpessoais

Área - Relações Interpessoais Área - Relações Interpessoais Eu e os Outros ACTIVIDADE 1 Dar e Receber um Não. Dar e Receber um Sim. Tempo Previsível 60 a 90 m COMO FAZER? 1. Propor ao grupo a realização de situações de role play, em

Leia mais

9º Curso Pós-Graduado NEDO 2010. Imagem Corporal no Envelhecimento. Maria João Sousa e Brito

9º Curso Pós-Graduado NEDO 2010. Imagem Corporal no Envelhecimento. Maria João Sousa e Brito 9º Curso Pós-Graduado NEDO 2010 Imagem Corporal no Envelhecimento Maria João Sousa e Brito Envelhecimento Envelhecer não é difícil difícil é ser-se velho Goethe O prolongamento da vida coloca novos cenários,

Leia mais

PIBID 2015 GÊNERO E SEXUALIDADE

PIBID 2015 GÊNERO E SEXUALIDADE PIBID 2015 GÊNERO E SEXUALIDADE Autores/: Murilo Silva, Allison Martinelli, Cahuane Correa, Renan Macedo de Meira Professora supervisora: Thayana Ribeiro da Cruz Coordenadora: Maria Regina Ferreira da

Leia mais

cartões de bolso serié 2 SEXO SEGURO

cartões de bolso serié 2 SEXO SEGURO cartões de bolso serié 2 SEXO SEGURO 1 O que quer dizer sexo seguro? Sexo seguro quer dizer, práticas sexuais responsáveis sem riscos de engravidar, ou de contrair uma infecção transmitida sexualmente,

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

A Criança e a Música

A Criança e a Música António José Monteiro da Costa A Criança e a Música Mestrado em Ensino de Educação Musical no Ensino Básico Pedagogia e Didáctica da Expressão Corporal e Artística Vila Nova de Gaia, Junho de 2011 Ano

Leia mais

O que é brincar e como se diferencia das outras actividades?

O que é brincar e como se diferencia das outras actividades? i dos Pais Temas O Brincar Todas as crianças são únicas e diferentes das outras, sendo que as suas diferenças individuais parecem estar diretamente associadas com a sua maneira de brincar e a imaginação

Leia mais

A Importância da Família na Educação

A Importância da Família na Educação A Importância da Família na Educação Não caminhes à minha frente Posso não saber seguir-te. Não caminhes atrás de mim Posso não saber guiar-te. Educadora Social Dra. Joana Valente Caminha antes a meu lado

Leia mais

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

DEFICIÊNCIA INTELECTUAL OU ATRASO COGNITIVO?

DEFICIÊNCIA INTELECTUAL OU ATRASO COGNITIVO? DEFICIÊNCIA INTELECTUAL OU ATRASO COGNITIVO? 1. O que é Deficiência Intelectual ou Atraso Cognitivo? Deficiência intelectual ou atraso cognitivo é um termo que se usa quando uma pessoa apresenta certas

Leia mais

Aprender a Educar Programa para Pais

Aprender a Educar Programa para Pais Aprender a Educar Programa para Pais 9ª Edição 2013 Ser Pai e Mãe é um desafio constante! O Programa APRENDER A EDUCAR é uma iniciativa da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa

Leia mais

Objetivos gerais e conteúdos da educação infantil

Objetivos gerais e conteúdos da educação infantil Objetivos gerais e conteúdos da educação infantil Profa. Cláudia Yazlle 29 e 30/março/2011 Objetivos da aula de hoje Refletir sobre a identidade da educação infantil Conhecer os objetivos gerais da educação

Leia mais

O meu filho e o psicólogo

O meu filho e o psicólogo O meu filho e o psicólogo Oficina de Psicologia www.oficinadepsicologia.com As 10 questões de muitos pais antes de marcarem consulta do seu filho 1)O meu filho não é maluco! Algumas crianças bem como alguns

Leia mais

A PSICOLOGIA CORPORAL NA SALA DE AULA

A PSICOLOGIA CORPORAL NA SALA DE AULA 1 A PSICOLOGIA CORPORAL NA SALA DE AULA Glória Maria Alves Ferreira Cristofolini RESUMO Sala de aula, lugar de construção do saber, de alegrias e sensibilidades. É assim que penso o verdadeiro sentido

Leia mais

LUDICIDADE: INTRODUÇÃO, CONCEITO E HISTÓRIA

LUDICIDADE: INTRODUÇÃO, CONCEITO E HISTÓRIA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE LUDICIDADE: INTRODUÇÃO, CONCEITO E HISTÓRIA Assunção, Paraguay Maio 2015 INTRODUÇÃO Q uando uma criança ingressa na

Leia mais

Competências Parentais

Competências Parentais ExpressARTE Recursos Didácticos para Aprender a Ser Mais Guia do Formador drmadorr1manda Competências Parentais Autor: Inês Eugénio Título: Competências Parentais Coordenação da Mala Formativa: Graça Pinto,

Leia mais

MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações;

Leia mais

2014/2015. 9º Ano Turma A. Orientação Escolar e Vocacional

2014/2015. 9º Ano Turma A. Orientação Escolar e Vocacional 2014/2015 9º Ano Turma A Orientação Escolar e Vocacional Programa de Orientação Escolar e Profissional 9.º Ano e agora??? Serviço de Apoios Educativos Ano Lectivo 2014/2015 Orientação Escolar e Profissional

Leia mais

VYGOTSKY E O PAPEL DA BRINCADEIRA NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL

VYGOTSKY E O PAPEL DA BRINCADEIRA NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL VYGOTSKY E O PAPEL DA BRINCADEIRA NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL Elisa Nélia da Cunha Brasiliense 1 Resumo: O objetivo deste texto é expor, segundo Vygotsky, a importância das brincadeiras de fazde-conta

Leia mais

Eu e a minha sexualidade. 2 de Fevereiro de 2009

Eu e a minha sexualidade. 2 de Fevereiro de 2009 Eu e a minha sexualidade Enf.ª Nádia Gonçalves 2 de Fevereiro de 2009 O QUE É A ADOLESCÊNCIA? É a transição entre a infância e a idade adulta; Etapa essencial da vida que permite ao ser humano conquistar

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS. UNICEF 20 de Novembro de 1959 AS CRIANÇAS TÊM DIREITOS

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS. UNICEF 20 de Novembro de 1959 AS CRIANÇAS TÊM DIREITOS DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS UNICEF 20 de Novembro de 1959 AS CRIANÇAS TÊM DIREITOS DIREITO À IGUALDADE, SEM DISTINÇÃO DE RAÇA RELIGIÃO OU NACIONALIDADE Princípio I - A criança desfrutará

Leia mais

BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica

BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica PORQUE AS CRIANÇAS ESTÃO PERDENDO TODOS OS REFERENCIAIS DE ANTIGAMENTE EM RELAÇÃO ÀS BRINCADEIRAS?

Leia mais

Você está lendo o trecho grátis do ebook Como Provocar Orgasmos Femininos, do Psicólogo Terapeuta Sexual Marlon Mattedi.

Você está lendo o trecho grátis do ebook Como Provocar Orgasmos Femininos, do Psicólogo Terapeuta Sexual Marlon Mattedi. Você está lendo o trecho grátis do ebook Como Provocar Orgasmos Femininos, do Psicólogo Terapeuta Sexual Marlon Mattedi Boa leitura Marlon Mattedi COMO PROVOCAR ORGASMOS FEMININOS O que nunca lhe contaram!

Leia mais

A Arte e as Crianças

A Arte e as Crianças A Arte e as Crianças A criança pequena consegue exteriorizar espontaneamente a sua personalidade e as suas experiências inter-individuais, graças aos diversos meios de expressão que estão à sua disposição.

Leia mais

2.4. A (auto) avaliação. Pré-escolar

2.4. A (auto) avaliação. Pré-escolar Guião de Educação. Género e Cidadania Pré-escolar 2.4. A (auto) avaliação Na sequência das questões já analisadas a nível da organização do grupo, há que ter em conta a forma como quem educa processa a

Leia mais

Histórico do livro Menino brinca de boneca?

Histórico do livro Menino brinca de boneca? Histórico do livro Menino brinca de boneca? Menino brinca de boneca? foi lançado em 1990, com grande aceitação de público e crítica, e vem sendo referência de trabalho para profissionais, universidades,

Leia mais

Expressão Musical II. Universidade De Trás-Os-Montes e Alto Douro Educação Básica 1ºano,2ºsemestre,2012/1013. Docente: António Neves

Expressão Musical II. Universidade De Trás-Os-Montes e Alto Douro Educação Básica 1ºano,2ºsemestre,2012/1013. Docente: António Neves Universidade De Trás-Os-Montes e Alto Douro Educação Básica 1ºano,2ºsemestre,2012/1013 Expressão Musical II Docente: António Neves Discente: Ana Matos nº 53184 A música e o som, enquanto energia, estimulam

Leia mais

Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração

Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração Material pelo Ético Sistema de Ensino Elaborado para Educação Infantil Publicado em 2011 Projetos temáticos EDUCAÇÃO INFANTIL Data: / / Nível: Escola: Nome: Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração

Leia mais

Dicas para você trabalhar o livro Mamãe, como eu nasci? com seus alunos.

Dicas para você trabalhar o livro Mamãe, como eu nasci? com seus alunos. Dicas para você trabalhar o livro Mamãe, como eu nasci? com seus alunos. Caro professor, Este link do site foi elaborado especialmente para você, com o objetivo de lhe dar dicas importantes para o seu

Leia mais

Desdobramentos: A mulher para além da mãe

Desdobramentos: A mulher para além da mãe Desdobramentos: A mulher para além da mãe Uma mulher que ama como mulher só pode se tornar mais profundamente mulher. Nietzsche Daniela Goulart Pestana Afirmar verdadeiramente eu sou homem ou eu sou mulher,

Leia mais

2010/2011 Plano Anual de Actividades

2010/2011 Plano Anual de Actividades 2010/2011 Plano Anual de Actividades Cristiana Fonseca Departamento de Educação para a Saúde 01-07-2010 2 Plano Anual de Actividades Introdução Quando em 1948 a Organização Mundial de Saúde definiu a saúde

Leia mais

DISTÚRBIOS DO DESENVOLVIMENTO SEXUAL: IDENTIDADE DO CORPO

DISTÚRBIOS DO DESENVOLVIMENTO SEXUAL: IDENTIDADE DO CORPO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DISTÚRBIOS DO DESENVOLVIMENTO SEXUAL: IDENTIDADE DO CORPO Mt. Janislei Giseli Dorociaki Stocco INTRODUÇÃO DISTÚRBIO DO DESENVOLVIMENTO SEXUAL Este termo foi determinado em

Leia mais

Vamos Combater o Abuso e a Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes

Vamos Combater o Abuso e a Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes Vamos Combater o Abuso e a Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes A violência sexual contra crianças e adolescentes acontece em todo o mundo, em diversas famílias e classes sociais. O QUE É A

Leia mais

RELAÇÕES DE GÊNERO E VIOLÊNCIA

RELAÇÕES DE GÊNERO E VIOLÊNCIA RELAÇÕES DE GÊNERO E VIOLÊNCIA Caro (a) Chesfiano (a), Você está recebendo uma série de publicações intitulada Para Viver Melhor, com informações atualizadas sobre temas diversos no campo da saúde física

Leia mais

IMPLICAÇÕES DO ESTUDO DAS INTERACÇÕES VERBAIS PARA O ESTUDO DA LINGUAGEM E DA COMUNICAÇÃO. Adriano Duarte Rodrigues

IMPLICAÇÕES DO ESTUDO DAS INTERACÇÕES VERBAIS PARA O ESTUDO DA LINGUAGEM E DA COMUNICAÇÃO. Adriano Duarte Rodrigues IMPLICAÇÕES DO ESTUDO DAS INTERACÇÕES VERBAIS PARA O ESTUDO DA LINGUAGEM E DA COMUNICAÇÃO Adriano Duarte Rodrigues Nesta última sessão do nosso curso, vou tentar esboçar algumas das mais importantes implicações

Leia mais

Adolescência. i dos Pais

Adolescência. i dos Pais i dos Pais Adolescência Quem sou eu? Já não sou criança, ainda não sou adulto, e definitivamente não sou apenas um filho, pareço ser outra coisa que assume um lugar social! É a questão colocada por muitos

Leia mais

Fonte: www.cantocidadao.org.br/.../blog/criancas.jpg

Fonte: www.cantocidadao.org.br/.../blog/criancas.jpg 5. Estágio pré-operatório (2 a 6 anos) Fonte: www.cantocidadao.org.br/.../blog/criancas.jpg Esse período é marcado pela passagem da inteligência sensório-motora para a inteligência representativa. A criança

Leia mais

Ficha de Informação da Criança

Ficha de Informação da Criança Ficha de Informação da Criança Data: / / Nome: Data de Aniversário: / / Sexo: Masculino Feminino Apelido: Língua materna: Nome do pai: Língua materna: Nível de inglês: Nome da mãe: Língua materna: Nível

Leia mais

CARTA DA TERRA PARA CRIANÇAS

CARTA DA TERRA PARA CRIANÇAS 1 CARTA DA TERRA A Carta da Terra é uma declaração de princípios fundamentais para a construção de uma sociedade que seja justa, sustentável e pacífica. Ela diz o que devemos fazer para cuidar do mundo:

Leia mais

1 O que é terapia sexual

1 O que é terapia sexual 1 O que é terapia sexual Problemas, das mais diversas causas, estão sempre nos desafiando, dificultando o nosso diaa-dia. A vida é assim, um permanente enfrentamento de problemas. Mas existem alguns que

Leia mais

Entendendo o que é Gênero

Entendendo o que é Gênero Entendendo o que é Gênero Sandra Unbehaum 1 Vila de Nossa Senhora da Piedade, 03 de outubro de 2002 2. Cara Professora, Hoje acordei decidida a escrever-lhe esta carta, para pedir-lhe ajuda e trocar umas

Leia mais

ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL?

ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? 1 de 7 ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? Jéssica Alves de Oliveira Maria José dos Santos Chagas Tatiane de Fátima Silva Seixas RESUMO: De uma maneira geral, existe, por parte

Leia mais

PAZ EM CASA, PAZ NO MUNDO o programa de prevenção a violência intrafamiliar e de gênero do Instituto Noos. Carlos Eduardo Zuma

PAZ EM CASA, PAZ NO MUNDO o programa de prevenção a violência intrafamiliar e de gênero do Instituto Noos. Carlos Eduardo Zuma Congreso Iberoamericano de Masculinidades y Equidad: Investigación y Activismo Panel 2: Violencia y masculinidad/segunda sesión Barcelona, 8 de outubro de 2011 PAZ EM CASA, PAZ NO MUNDO o programa de prevenção

Leia mais

Bullying - A Agressividade Entre Pares. A Agressividade Entre Pares

Bullying - A Agressividade Entre Pares. A Agressividade Entre Pares Bullying - A Agressividade Entre Pares A Agressividade Entre Pares Conceito de Bullying Dan Olweus (1991), definiu o conceito de Bullying afirmando que um aluno está a ser provocado/vitimado quando ele

Leia mais

Promoção da Educação para a Saúde - +Saúde EDUCAÇÃO SEXUAL

Promoção da Educação para a Saúde - +Saúde EDUCAÇÃO SEXUAL EDUCAÇÃO SEXUAL Distribuição de conteúdos Curriculares, tempos letivos e disciplinas intervenientes.º Ciclo 7.º Dimensão ética da sexualidade humana. Compreensão da sexualidade como uma das componentes

Leia mais

Casa do Povo de Óbidos - Creche e Jardim de Infância Ano lectivo de 2011/2012 1

Casa do Povo de Óbidos - Creche e Jardim de Infância Ano lectivo de 2011/2012 1 PROJECTO DE VALÊNCIA DE CRECHE Ano lectivo de 2011/2012 1 Índice 1-INTRODUÇÃO... 1 2-PRINCÍPIOS GERAIS E OBJECTIVOS PEDAGÓGICOS DA CRECHE... 2 3-ÁREAS DE CONTEÚDO... 4 3.1 - ÁREA DE FORMAÇÃO PESSOAL E

Leia mais

ExpressARTE Recursos Didácticos para Aprender a Ser Mais. Igualdade de Género

ExpressARTE Recursos Didácticos para Aprender a Ser Mais. Igualdade de Género ExpressARTE Recursos Didácticos para Aprender a Ser Mais Igualdade de Género ExpressARTE Recursos Didácticos para Aprender a Ser Mais Legislação O que é um homem e o que é uma mulher? Homem, s.m. (do lat.

Leia mais

O PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DOS JOGOS EDUCATIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL

O PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DOS JOGOS EDUCATIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 975 O PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DOS JOGOS EDUCATIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Drielly Adrean Batista

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Abril2014

Atividades Pedagógicas. Abril2014 Atividades Pedagógicas Abril2014 II A Jogos As crianças da Turma dos Amigos, desde os primeiros dias de aula, têm incluídos em sua rotina as brincadeiras com jogos de encaixe. Vários jogos estão disponíveis

Leia mais

Junto com todos os povos da Terra nós formamos uma grande família. E cada um de nós compartilha a responsabilidade pelo presente e pelo futuro

Junto com todos os povos da Terra nós formamos uma grande família. E cada um de nós compartilha a responsabilidade pelo presente e pelo futuro para crianças Junto com todos os povos da Terra nós formamos uma grande família. E cada um de nós compartilha a responsabilidade pelo presente e pelo futuro bem-estar da família humana e de todo o mundo

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DO CASO - ANAMNESE

IDENTIFICAÇÃO DO CASO - ANAMNESE INTRODUÇÃO No âmbito do ensino clínico I e III, do Mestrado em Enfermagem de Saúde Mental, foi-me proposto a realização de um estudo de caso. O objectivo deste trabalho foi reflectir sobre uma intervenção

Leia mais

CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA

CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJECTO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS Formulário de preenchimento obrigatório,

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC FIGUEIREDO, Anelice Maria Banhara - SME / Chapecó/SC anelicefigueiredo@gmail.com LORENZET, Simone Vergínia - SME

Leia mais

PROGRAMA DE PSICOLOGIA

PROGRAMA DE PSICOLOGIA PROGRAMA DE PSICOLOGIA 12ª Classe 2º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO Disciplina Opcional Ficha Técnica TÍTULO: Programa de Introdução ao Psicologia - 12ª Classe EDITORA: INIDE IMPRESSÃO: GestGráfica, S.A. TIRAGEM:

Leia mais

CRECHE PLANO ANUAL DE ATIVIDADES ANO LETIVO 2012/2013. Telef: 238490000 Fax: 238490003 Av. Cidade da Covilhã Apto. 52 6290-322 Gouveia - www.abpg.

CRECHE PLANO ANUAL DE ATIVIDADES ANO LETIVO 2012/2013. Telef: 238490000 Fax: 238490003 Av. Cidade da Covilhã Apto. 52 6290-322 Gouveia - www.abpg. CRECHE PLANO ANUAL DE ATIVIDADES ANO LETIVO 2012/2013 Unidade 1 Vamos à escola PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2012/2013 Unidade 2 Uma árvore de Natal muito familiar Mês: Outubro/Novembro/Dezembro Objetivos

Leia mais

A ARTE DE BRINCAR NA ESCOLA

A ARTE DE BRINCAR NA ESCOLA A ARTE DE BRINCAR NA ESCOLA Tatiana de Lourdes Venceslau (UFF) tativenceslau@hotmail.com Vanessa de Mello Coutinho 1 (UFF) nessapeduff@yahoo.com.br Nosso trabalho está integrado ao projeto de ensina, pesquisa

Leia mais

LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR

LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR Katia Maria de Oliveira CUSTODIO, Ketulem Cristina Vieira ARANTES, Ducéria TARTUCI, Maria Marta Lopes FLORES. Ângela Aparecida DIAS Departamento de Educação,UFG

Leia mais

GUIA PARA OS PAIS - EDUCAÇÃO INFANTIL

GUIA PARA OS PAIS - EDUCAÇÃO INFANTIL GUIA PARA OS PAIS - EDUCAÇÃO INFANTIL O QUE É? É um processo educativo que oscila entre a inserção e a autonomia. É uma etapa do sistema de educação que tem como objectivo proporcionar às crianças experiências

Leia mais

SOFRIMENTO PSÍQUICO E VIOLÊNCIA SEXUAL EM MENINOS E. Pinheiro de Brida. Juliana dos Santos Bombardi Mariana Mendes Bonato

SOFRIMENTO PSÍQUICO E VIOLÊNCIA SEXUAL EM MENINOS E. Pinheiro de Brida. Juliana dos Santos Bombardi Mariana Mendes Bonato 1 SOFRIMENTO PSÍQUICO E VIOLÊNCIA SEXUAL EM MENINOS E MENINAS Glaucia Valéria Pinheiro de Brida Nayara Maeda Juliana dos Santos Bombardi Mariana Mendes Bonato SOFRIMENTO PSÍQUICO E VIOLÊNCIA SEXUAL EM

Leia mais

Fator emocional. Fertilidade Natural: Fator emocional CAPÍTULO 8

Fator emocional. Fertilidade Natural: Fator emocional CAPÍTULO 8 CAPÍTULO 8 Fator emocional O projeto comum de ter filhos, construir a própria família, constitui um momento existencial muito importante, tanto para o homem como para a mulher. A maternidade e a paternidade

Leia mais

EDUCAÇÃO SEXUAL Vejam o quanto isso é legal

EDUCAÇÃO SEXUAL Vejam o quanto isso é legal EDUCAÇÃO SEXUAL Vejam o quanto isso é legal Sidney Gilberto Gonçalves CREF 011017-G/PR Profº Especialista em Educação Física Escolar Email: sidneygon@pop.com.br Contatos: (41) 9630-5650 e (41) 3042-1559

Leia mais

Transcrição de Entrevista n º 22

Transcrição de Entrevista n º 22 Transcrição de Entrevista n º 22 E Entrevistador E22 Entrevistado 22 Sexo Masculino Idade 50 anos Área de Formação Engenharia Electrotécnica E - Acredita que a educação de uma criança é diferente perante

Leia mais

Índice. NOTA BIOGRÁFICA... 4 Prefácio... 11 Introdução... 15

Índice. NOTA BIOGRÁFICA... 4 Prefácio... 11 Introdução... 15 Índice NOTA BIOGRÁFICA... 4 Prefácio... 11 Introdução... 15 1 Já não são crianças, ainda não são adultos... 17 1. Desenvolvimento cognitivo... 18 2. Desenvolvimento psicossocial... 20 2 Ajudar a crescer

Leia mais