O papeldas novasfontes renováveis no crescimento económico- desafios

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1 Ciclo de Mesas Redondas A APREN e as Universidades O papeldas novasfontes renováveis no crescimento económico- desafios Cardoso Marques, Universidade da Beira Interior Covilhãe UBI, 16 de Junhode 2014 Associação Portuguesa de Energias Renováveis e Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, UBI

2 Políticade Energia Pilares da sustentabilidade Competitividade Económica Ambientalmente sustentável Energia segura Objectivos Garantir o cumprimento das metas europeias para 2020, relativas à sustentabilidade ambiental, e racionalidade económica; Alcançar os objetivos de Eficiência Energética definidos pelo Governo, eliminando barreiras e imperfeições de mercado; Reduzir a dependência energética e alcançar níveis adequados de segurança de abastecimento; Potenciar mercados energéticos liberalizados, competitivos e sustentáveis; Garantir sustentabilidade de preços(energia ao serviço das famílias e da economia). Fonte: DGEG, 2013

3 Competitividadeeconómica -estudos Necessidade de acomodar o mix de fontes de geração no equilíbrio entre custo e benefício evidência internacional Eficácia das políticas públicas de suporte às renováveis. Notas: Painel de 23 países europeus, Marques e Fuinhas (2012), Renewable Energy, 44; Efeito divergente entre fontes renováveis e convencionais no crescimento económico, no curto prazo. Notas: Painel de 24 países europeus, Marques e Fuinhas(2012), Energy Policy, 46;

4 Competitividadeeconómica -estudos Intermitência na disponibilidade do recurso provoca capacidade ociosa. Notas: Painel de 18 países europeus, Flora, Marques e Fuinhas(2014), Energy, 66; Relação de cointegração entre fontes fósseis e renováveis backup power; Ausência de relação de longo prazo entre electricidade renovável e crescimento económico.

5 Osfactos Incipiente funcionamento do mercado internacional de electricidade; Regulação pouco promotora da disciplina no consumo demand side management; Objectivo da independência energética ameaçada pelo efeito de intermitência e sua compensação; pela(quase total) dependência do sector dos transportes de combustíveis fósseis; Tradição europeia na opção de aprofundamento das renováveis por orientação policy-driven em lugar de market-driven; Elevado Investimento em capital; Forte impacto no desenvolvimento regional, associado ao aproveitamento de recursos endógenos. Dificuldade de acomodar fontes renováveis: mantendo a tecnologia da estrutura produtiva da economia; mantendo os comportamentos de consumo; Individualmente.

6 OS desafios Aprofundamento da electrificação da economia; Aprofundamento do mercado internacional de electricidade e das suas interligações; Investimento conjunto em I&D de forma a reduzir substancialmente capacidade ociosa; Lidar com a intermitência através de: Alisamento dos diagramas de carga - Diferenciação de preços pelo período de consumo e pela disponibilidade de electricidade; Aproveitamento de excessos de geração para actividades de pumping e carregamento de baterias. O mixé obrigatório. Todos os dias devem ser dias do vento e de vento. Cabe à economia e à sociedade definirem o mixóptimo.

7 Ciclo de Mesas Redondas A APREN e as Universidades O papeldas novasfontes renováveis no crescimento económico- desafios Ant ónio Cardoso Marques, Universidade da Beira Interior Covilhãe UBI, 16 de Junhode 2014 Associação Portuguesa de Energias Renováveis e Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, UBI

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