Situação do Domicílio Abs. % Abs. % Total Urbano , ,33 Rural ,

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1 População segundo a Distribuição de Domicílios 2010 Situação do Domicílio Abs. % Abs. % Total Urbano , ,33 Rural , ,66 FONTE: IPARDES/IBGE - Censo Demográfico Definição do Indicador: Número total de pessoas residentes em determinado espaço geográfico do território. Observação: A taxa de urbanização apresentou alteração entre 2000 e A população urbana em 2000 representava 23,96% e em 2010 passou a representar 28,39% do total. FONTE: DATA SOCIAL, MDS, Boletim Panorama Municipal. Densidade Demográfica 2010 (Hab/Km 2 ) 12,63 52,25 FONTE: IPARDES/IBGE - Censo Demográfico Definição do Indicador: A densidade é o quociente entre a população de um determinado território e a sua superfície, expressa por km². Observação: O indicador revela a distribuição da população no território que incorpora municípios mais ou menos povoados. Em geral, os municípios mais densamente povoados encontram-se próximos aos grandes centros urbanos, ao contrario dos que possuem população rarefeita que se caracterizam pelo relativo isolamento. Esta informação demonstra que este município é pouco povoado. 4

2 Taxa de Crescimento da População 2010 Tipo de Domicílio Taxa de Crescimento % Tipo de Domicílio Taxa de Crescimento % Urbano 2,07 Urbano 1,36 Rural -0,25 Rural -1,48 Total 0,35 Total 0,89 FONTE: IPARDES/IBGE - Censo Demográfico Definição do Indicador: Percentual de incremento médio anual da população residente em determinado espaço geográfico, no período considerado. O valor da taxa refere-se à média anual obtida para um período de anos compreendido entre os censos demográficos de 2000 e FONTE: DATASUS Observação: A população do município ampliou-se, entre os Censos Demográficos de 2000 e 2010, à taxa média de 0,36% ao ano, passando de para habitantes. FONTE: DATA SOCIAL, MDS, Boletim Panorama Municipal. População Censitária segundo a Cor/Raça 2010 Cor/raça Absoluta % Absoluta % Branca , ,32 Preta 217 1, ,17 Amarela 56 0, ,18 Parda , ,09 Indígena 16 0, ,25 Sem declaração ,00 Total FONTE: IPARDES/IBGE - Censo Demográfico Definição do Indicador: Composição da população total, segundo a cor/raça, residente em determinado espaço geográfico do território. Os resultados expressam a distribuição dos grupos raciais, auto declarados, no conjunto da população do município. Todas as pessoas entrevistadas declararam a sua cor. 5

3 Observação: Percebe-se considerável população negra (pretos e pardos), com total de 36,69 % e também a presença de população indígena em pequena escala com 0,09%. É importante ressaltar que ações do poder público devem observar esta diversidade populacional no que diz respeito às características epidemiológicas, demográficas, socioeconômicas, culturais, acesso a serviços, entre outras, desta população. Famílias em situação de Extrema Pobreza e Pobreza 2012 Extrema Pobreza Pobreza Total Número de Famílias FONTE: Relatório de Informações Sociais MDS Definição do Indicador: Relação de famílias em situação de extrema pobreza e pobreza no município. * Considera-se em extrema pobreza a população com renda familiar per capita mensal de até R$70,00 e pobreza a população com renda familiar per capita de até R$140,00. FONTE: Decreto Presidencial n de 02 de junho de 2011 e Perfil Municipal, IPARDES Observação: O indicador de extrema pobreza e pobreza da população está baseado no recorte das normativas estabelecidas para o acesso a benefícios socioassistenciais. A variável renda per capita das famílias é a linha divisória entre os segmentos sociais e o referencial do valor estabelecido é o custo da cesta básica de alimentos. No entanto, o cenário de pobreza incorpora múltiplas dimensões essenciais ao bem estar, como saneamento, moradia, saúde e educação, entre outras, as quais indicam que às carências se somam a insuficiência de renda e ausência de outros programas sociais. Índice de GINI Indicador Índice de GINI (2000) 0, 620 0, 607 FONTE: IPARDES BDE web 6

4 Definição do Indicador: mede o grau de concentração da distribuição de renda domiciliar per capita de uma determinada população e em um determinado espaço geográfico. Índice de Desempenho Municipal IPDM 2010 Componentes Índices IPDM Geral 0, 4915 IPDM Emprego, Renda e Produção Agropecuária 0, 3842 IPDM Educação 0, 4862 IPDM Saúde 0, 6040 FONTE: IPARDES Cadernos Municipais Definição do Indicador: Índice IPARDES de Desempenho Municipal IPDM mede o desempenho da gestão pública dos 399 municípios paranaenses. O IPDM incorpora as três principais áreas do desenvolvimento: emprego, renda e produção agropecuária; educação e saúde. A leitura dos índices é feita a partir da avaliação dos resultados, na escala entre 0 e 1, sendo que quanto mais próximo de 1, maior o nível de desempenho da gestão pública. Considera: Baixo = valores entre 0,000 a < 0,400; Médio baixo = valores entre 0,4000 a < 0,600; Médio = valores entre 0,600 a 0,800; Alto = valores entre 0,800 a 1,000. Índice de Desenvolvimento da Educação Básica IDEB 2011 Ensino Fundamental Anos iniciais (1º ao 5º ano) 4,0 5,4 Anos finais (6º ao 9º ano) 3,2 4,1 FONTE: INEP 7

5 Definição do Indicador: O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 1 foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). Dessa forma, para que o IDEB de uma escola ou rede de ensino cresça é preciso que o aluno aprenda, não repita o ano e frequente a sala de aula. Fontes: e Observação: As metas do Brasil, a partir do alcance das metas municipais e estaduais, é obter a nota 6 (seis) em 2022 o que corresponde à qualidade de ensino em países desenvolvidos. Posição Alfabetização no Estado do Ranking do município Cerro Azul 386 Fonte: IBGE: Censo Demográfico Definição: Representa, em relação ao indicador, a posição ocupada pelo município no conjunto dos 399 municípios do Estado. Observações: A posição ocupada é indicativa da condição do nível educacional alcançado pela população do município. Indicadores de Educação 2010 Abandono Escolar % Ensino fundamental 1,7 1,6 Ensino médio 4,6 6,0 Distorção Série-Idade % Ensino fundamental 21,1 14,8 Ensino médio 24,4 23,9 1 Detalhamento sobre o índice pode ser encontrado no link aoideb.pdf 8

6 Taxa de Reprovação % Ensino fundamental 19,0 9,5 Ensino médio 17,7 12,6 FONTE: IPARDES/Cadernos Municipais Definição dos Indicadores: a) Taxa de Abandono Escolar: Índice que demonstra a proporção do número total de alunos matriculados em cada série do ensino fundamental ou médio, no ano em que abandonaram a escola. b) Taxa de Distorção Serie/Idade: Índice que demonstra defasagem entre a idade do aluno e a série que está cursando. Em um sistema seriado existe uma adequação teórica entre a série e a idade do aluno. c) Taxa de Reprovação: Índice que demonstra a proporção de alunos matriculados em determinada série/ano, que repete o ano, no mesmo ano em que freqüentava a escola. Taxa de Alfabetização % % 84,3 94,2 FONTE: IBGE/Censo Demográfico Definição: Percentual de pessoas de 10 anos ou mais de idade que sabem ler e escrever no idioma que conhecem, na população total da mesma faixa etária, em determinado espaço geográfico, no ano considerado. IBGE: Censo Demográfico e Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Obeservações: Esse conjunto de indicadores permite identificar situações que podem demandar necessidade de avaliação mais profunda, como dimensionar a situação de desenvolvimento educacional dos diferentes grupos populacionais, propiciar comparações municipais, nacionais e internacionais dos níveis de escolaridade da população, contribuir para a análise dos fatores condicionantes da situação de vida e de saúde, utilizando o indicador como aproximação da condição 9

7 socioeconômica da população. O nível de escolaridade dos responsáveis pela condução da família tem influência significativa na promoção das condições de vida. O grau de escolaridade é elemento essencial a ser considerado na abordagem da população quanto às possibilidades no mercado de trabalho e nas práticas de promoção à saúde. Posição da Freqüência Escolar no Estado do Ranking do município Cerro Azul 389 FONTE: MEC - INEP e SEED Definição: Representa, em relação ao indicador, a posição ocupada pelo município no conjunto dos 399 municípios do Estado. A taxa de Freqüência Escolar indica a proporção de pessoas de uma determinada faixa etária no ensino fundamental e médio - que cursam a escola em relação ao total de pessoas da mesma faixa etária. Observação: O ranking evidencia a situação do município em relação à freqüência escolar. Nesta, averigua-se a proporção de pessoas que frequentam a escola e, por outro lado, também representa o volume de pessoas que, por razões a serem identificadas, encontram-se fora da escola (evasão escolar). Ao se analisar as variações populacionais, geográficas e temporais da evasão escolar identificam-se situações de desigualdade e tendências que demandam ações e estudos específicos. Visa contribuir na identificação e avaliação dos níveis de desenvolvimento socioeconômico, subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas e ações educacionais direcionadas à reduçao da evasão escolar, em particular no ensino médio. Indicadores de Saúde Mortalidade infantil (2010) 25,51 12,10 Mortalidade geral (2010) 0,01 6,39 Mortalidade materna (2010) - 59,19 Esperança de vida ao nascer (anos) (2000) 70,17 69,83 FONTE: IPARDES/DATASUS/SESA Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil - PNUD, IPEA, FJP,DATASUS e SESA 10

8 Definição dos Indicadores: a) Taxa de mortalidade infantil: Número de óbitos de menores de um ano de idade, por mil nascidos vivos, na população residente em determinado espaço, no ano considerado. Observação: A taxa representa o risco de morte dos nascidos vivos durante o seu primeiro ano de vida. Reflete, de maneira geral, as condições de desenvolvimento socioeconômico e infra-estrutura de saneamento, bem como o acesso e a qualidade dos recursos disponíveis para atenção à saúde. Costuma-se classificar o valor da taxa como alto (50 por mil ou mais), médio (20 a 49) e baixo (menos de 20), parâmetros esses que necessitam revisão periódica, em função de mudanças no perfil epidemiológico. Valores abaixo de 10 por mil são encontrados em vários países, mas deve-se considerar que taxas reduzidas podem estar encobrindo más condições de vida em segmentos sociais específicos. b) Taxa de mortalidade geral: É um coeficiente utilizado para medir o número de mortes, em geral, causadas por um fato específico, em determinada população. A taxa é expressa comumente em unidades de morte por 1000 pessoas ao ano. Observação: A taxa de mortalidade, assim como os óbitos por causas externas, refletem a intensidade da mortalidade, por causas específicas, em uma determinada população. A taxa bruta de mortalidade é influenciada pela estrutura da população quanto à idade e ao sexo. Taxas elevadas podem estar associadas a baixas condições socioeconômicas. c) Taxa de mortalidade materna: Número de óbitos maternos, por 100 mil nascidos vivos, de mães residentes em determinado espaço geográfico, no ano considerado. Observação: Evidencia a frequência de óbitos femininos, ocorridos até 42 dias após o término da gravidez, atribuídos a causas ligadas à gravidez, ao parto e ao puerpério, em relação ao total de nascidos vivos. O número de nascidos vivos é adotado como uma aproximação do total de mulheres grávidas. Reflete a qualidade da atenção à saúde da mulher. Taxas elevadas de mortalidade materna estão associadas à insatisfatória prestação de serviços de saúde a esse grupo, desde o 11

9 planejamento familiar e a assistência pré-natal, até a assistência ao parto e ao puerpério. d) Taxa de Esperança de vida ao nascer: É o número médio de anos de vida esperados para um recém-nascido, mantido o padrão de mortalidade existente na população residente, em determinado espaço geográfico, no ano considerado. Observação: Representa uma medida sintética da mortalidade, não estando afetada pelos efeitos da estrutura etária da população, como acontece com a taxa bruta de mortalidade. O aumento da esperança de vida ao nascer sugere melhoria das condições de vida e de saúde da população. Números de Óbitos segundo Tipos de Doenças em Menores de 1 ano e Total da População 2010 Tipos de doenças (CID10) Menores de 1 ano Total Pop. Menores de 1 ano Total Pop. Neoplasias (tumores) Endócrinas, nutricionais e - 3 0,65 6,04 metabólicas Do aparelho circulatório ,38 29,46 Do aparelho respiratório - 8 2,45 10,32 Causas externas de morbidade e mortalidade ,67 14,04 Outras causas ,30 22,26 Total de Óbitos/Número Absoluto FONTE: IPARDES/SESA-PR Definição dos Indicadores: Indicadores em números absolutos que demonstram a incidência de óbitos por tipos de doenças em crianças com menos de um ano de idade, em comparação ao número de óbitos do total da população. Apresenta, ainda, os seguintes conceitos de causas de óbitos: 12

10 a) Causas Externas de Morbidade e Mortalidade 2 : mortes associadas, em maior prevalência, a acidentes de trânsito, homicídios e suicídios de população jovem e do sexo masculino. b) Outras causas: Tipos de doenças agrupadas devido a pouca incidência de óbitos listados pela fonte e não classificados em outro item. Posição no Ranking do Estado do Mortalidade Infantil Óbitos Evitáveis 307º 135º FONTE: SESA-DATASUS (IPARDES: BDE). Definição: Representa, em relação ao indicador, a posição ocupada pelo município no conjunto dos 399 municípios do Estado. Observação: A posição ocupada é indicativa da condição mais ou menos favorável da qualidade dos serviços de saúde. Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal IFDM 2010 Ranking Estadual Nacional IFDM º 4583º FONTE: Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal, Edição 2012, Ano Base Definição do Indicador: O Índice FIRJAN 3 de Desenvolvimento Municipal IFDM é um estudo anual do Sistema FIRJAN que acompanha o desenvolvimento de todos os municípios brasileiros em três áreas: Emprego e Renda, Educação e Saúde. De leitura simples, o índice varia de 0 a 1. Quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento da localidade. Mesmo com um recorte municipal, foi possível gerar 2 Morbidade: relação entre sãos e doentes, entre o número de casos de moléstias e o número de habitantes em dado lugar e momento. Mortalidade: medida pela taxa de mortalidade: ou o número de óbitos em relação ao número de habitantes; se analisados os óbitos de determinadas doenças, obtêm a morbimortalidade em determinado local e período, com o objetivo de estabelecer a prevenção e controle de doenças, enquanto ação de saúde pública, através do registro sistemático das declarações de óbito. 3 Sistema FIRJAN - Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, CIRJ - Centro Industrial do Rio de Janeiro, SESI - Serviço Social da Indústria, SENAI - Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial e IEL - Instituto Euvaldo Lodi, trabalham a fim de garantir uma posição de destaque para a indústria fluminense nos níveis político, econômico e social do cenário nacional. 13

11 um resultado nacional discriminado por unidades da Federação, possibilitando uma classificação nacional e por estado. Observação: O índice é elaborado, exclusivamente, com base em estatísticas públicas oficiais, disponibilizadas pelos Ministérios do Trabalho, Educação e Saúde. PIB Per Capita, Receita Orçamentária Per Capita e Renda Média Domiciliar Per Capita Indicador R$ R$ PIB Per Capita (2010) ,00 Receita Per Capita (2010) 1.300, ,69 Renda Domiciliar (2010) 337,14 870,59 FONTE: IPARDES/IBGE. Definição dos Indicadores: a) PIB Per Capita: Valor médio agregado por indivíduo dos bens e serviços finais produzidos em determinado espaço geográfico, no ano considerado. b) Receita Orçamentária Per Capita: Receita total arrecadada pelo município dividida pela quantidade de habitantes. c) Renda Domiciliar Per Capita: É a média das rendas domiciliares per capita das pessoas residentes em determinado espaço geográfico, no ano considerado. Considerou-se como renda domiciliar per capita a soma dos rendimentos mensais dos moradores do domicílio, em reais, dividida pelo número de seus moradores. 14

12 Despesas Orçamentárias por Função 2011 (em mil reais) Função R$ 1,00 % R$ 1,00 % Despesa total ,46 100,00 Assistência Social ,10 3,6 Saúde ,26 22,8 Educação ,42 21,5 Urbanismo ,44 13,4 Gestão Ambiental ,43 1,6 Habitação ,14 0,6 Outras ,28 32,9 - Dado não Disponível FONTE: IPARDES/Prefeitura Definição dos Indicadores: Valores correspondentes aos gastos municipais nas diversas áreas em seu nível máximo de agregação, em comparação aos valores gastos no Estado do. Observação: Ao analisar o padrão de alocação das despesas governamentais, é preciso observar as normativas correspondentes. O desempenho municipal em relação às políticas sociais, em especial, à educação e à saúde, está definido pelos percentuais de gastos obrigatórios vinculados às transferências federais e estaduais. 15

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