Escrituração Contábil Digital (ECD) Escrituração Contábil Fiscal (ECF)

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1 Escrituração Contábil Digital (ECD) Escrituração Contábil Fiscal (ECF) José Jayme Moraes Junior Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil Supervisor Nacional da ECD e da ECF

2 Escrituração Contábil Digital (ECD)

3 Escrituração Contábil Digital ECD O SPED Contábil é a substituição da escrituração contábil em papel pela Escrituração Contábil Digital ECD. Essa substituição ocorre para todos os efeitos legais. A validade jurídica é assegurada pela assinatura digital.

4 Escrituração Contábil Digital ECD Entidade obrigada à ECD IN / 2013 SPED Repositório Nacional

5 ECD Legislação Básica Decreto n o 6.022, de 22 de janeiro de 2007 Ato instituidor do Sistema Público de Escrituração Digital - SPED. Departamento do Registro Empresarial e Integração (DREI) - Instrução Normativa n o 11, de 5 de dezembro de 2013 Dispõe sobre procedimentos para a validade e eficácia dos instrumentos de escrituração dos empresários individuais, das empresas individual de responsabilidade Ltda - Eireli, das sociedades empresárias, das cooperativas, dos consórcios, dos grupos de sociedades, dos leiloeiros, dos tradutores públicos e intérpretes comerciais.

6 ECD Legislação Básica Conselho Federal de Contabilidade (CFC) Resolução n o 1.299/10 Aprova o Comunicado Técnico CTG 2001 que define as formalidades da escrituração contábil em forma digital para fins de atendimento ao Sistema Público de Escrituração Digital (SPED). Resolução n o 1.020/05 Aprova a NBC T 2.8 Das Formalidades da Escrituração Contábil em Forma Eletrônica.

7 ECD Legislação Básica Receita Federal do Brasil (RFB) Instrução Normativa RFB n o 1.420, de 19 de dezembro de 2013 (com as alterações da IN RFB 1.486/2014, da IN RFB 1.510/2014 e da IN RFB 1.594/2015). Institui a Escrituração Contábil Digital (para fins fiscais e previdenciários). Ato Declaratório Executivo Cofis n o XX, de XX de dezembro de Dispõe sobre o Manual de Orientação do Leiaute da Escrituração Contábil Digital (ECD).

8 ECD Obrigatoriedade Pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real. Pessoas jurídicas tributadas pelo lucro presumido que distribuam lucros, sem incidência do IRRF, acima da base de presunção diminuída dos impostos e contribuições. Imunes e isentas obrigadas a entregar a EFD- Contribuições. Sociedades em conta de participação SCP que se enquadrem nas regras anteriores livros auxiliares da PJ) OBS.: Qualquer empresa pode apresentar a ECD facultativamente.

9 ECD Obrigatoriedade A partir do ano-calendário 2016 (alteração da IN): Pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real Não há alteração.

10 ECD Obrigatoriedade A partir do ano-calendário 2016 (alteração da IN): Pessoas jurídicas tributadas com base no lucro presumido que não se utilizem da prerrogativa prevista no parágrafo único do art. 45 da Lei nº 8.981, de Art. 45. A pessoa jurídica habilitada à opção pelo regime de tributação com base no lucro presumido deverá manter: I - escrituração contábil nos termos da legislação comercial; (...) Parágrafo único. O disposto no inciso I deste artigo não se aplica à pessoa jurídica que, no decorrer do ano-calendário, mantiver livro Caixa, no qual deverá estar escriturado toda a movimentação financeira, inclusive bancária.

11 ECD Obrigatoriedade A partir do ano-calendário 2016 (alteração da IN): Pessoas jurídicas imunes e isentas obrigadas a manter escrituração contábil, nos termos da alínea c do 2º do art. 12 e do 3º do art. 15, ambos da Lei nº 9.532, de 10 de dezembro de 1997, que no ano-calendário, ou proporcional ao período a que se refere: a) apurarem Contribuição para o PIS/Pasep, Cofins, Contribuição Previdenciária incidente sobre a Receita de que tratam os arts. 7º a 9º da Lei nº , de 14 de dezembro de 2011, e a Contribuição incidente sobre a Folha de Salários, cuja soma seja superior a R$ ,00 (dez mil reais); ou

12 ECD Obrigatoriedade A partir do ano-calendário 2016 (alteração da IN): b) auferirem receitas, doações, incentivos, subvenções, contribuições, auxílios, convênios e ingressos assemelhados, cuja soma seja superior a R$ ,00 (um milhão e duzentos mil reais)

13 ECD Obrigatoriedade Sociedades em Conta de Participação (SCP) As Sociedades em Conta de Participação (SCP) ficam obrigadas a adotar a ECD, caso se enquadrem nas regras de obrigatoriedade aplicáveis às demais pessoas jurídicas. Alteração no programa do Sped Contábil: Extinção do livro S. Livros utilizados para entrega das SCP: G, R, B, A ou Z.

14 Estão dispensadas de apresentar a ECD: As sociedades tributadas pelo Simples. Órgãos públicos. ECD Obrigatoriedade Pessoas jurídicas inativas (Instrução Normativa n o 1.536, de 22 de dezembro de 2014).

15 ECD Data Limite de Entrega Regra básica: até último dia útil do mês de maio do anocalendário subsequente. Situações Especiais (extinção, cisão parcial, cisão total, fusão ou incorporação): Dados do período desde o início do ano-calendário até a data do evento até o último dia útil do mês subsequente ao evento. Se janeiro a abril: até último dia útil do mês de maio do AC.

16 ECD Leiautes Leiaute 1.0: Item 3.1 do Manual da ECD até o ano-calendário Em 2013, conviveram os leiautes 1 e 2. Leiaute 2.0: Item 3.2 do Manual da ECD anos-calendário 2013 e Leiaute 3.0: Item 3.3 do Manual da ECD anos-calendário 2014 e Em 2014, conviveram os leiautes 2 e 3. Leiaute 4.0: Item 3.4 do Manual da ECD a partir do anocalendário Assim, em 2015 conviverão os leiautes 3 e 4.

17 ECD Autenticação Empresas com NIRE: Juntas Comerciais autenticam. Status Principais: Recebido Em análise Indeferido Sob exigência Autenticado Substituído É possível cancelar a autenticação? Novidade para????: Autenticação automática.

18 ECD Autenticação Empresas sem NIRE: Registradas em Cartórios. Autenticação para fins comerciais: - 4 o do art. 258 do RIR/99 Decreto n o 3.000/99 estabelece que, quando se tratar de sociedade civil (termo utilizado para sociedade não empresária no antigo Código Civil), ou seja, empresas que não possuam registro nas Juntas Comerciais, os livros ou fichas do Diário, bem como os livros auxiliares, serão submetidos à autenticação do Registro Civil de Pessoas Jurídicas ou do Cartório de Registro de Títulos e Documentos (baseado no art. 71 da Lei n o 3.470/1958 e no 2 o do art. 5 o do Decreto-Lei n o 486/1969).

19 ECD Autenticação Empresas sem NIRE: Registradas em Cartórios. Dispensadas de autenticação para fins fiscais pela Instrução Normativa RFB n o 1.422, de 19 de dezembro de Em relação à autenticação pelos cartórios, deve ser utilizado o Módulo de Registro de Livros Fiscais para os Cartórios de Títulos e Documentos e Pessoa Jurídica, para autenticação de arquivos da ECD. A empresa registrada em cartório deve transmitir o mesmo arquivo da ECD que foi transmitido ao Sped para os Cartórios por meio do referido módulo. O software referente ao módulo pode ser acessado no site

20 ECD Substituição Registro 0000 Campo IND_FIN_ESC (Indicador de Finalidade da Escrituração) 0 Original 1 - Substituta de uma escrituração que possua NIRE 2 - Substituta de uma escrituração que não possua NIRE 3 Substituta de uma escrituração no caso em que ocorra com troca de NIRE

21 É possível substituir... um livro G por um livro R? um livro R por um livro G? ECD Substituição vários arquivos de ECD (períodos mensais, por exemplo) por um arquivo de ECD (período completo)? uma escrituração sem NIRE por uma escrituração com NIRE? Uma escrituração com NIRE por uma escrituração sem NIRE? Uma escrituração com troca de NIRE?

22 ECD Moeda Funcional Instrução Normativa RFB n o 1.515, de 24 de novembro de Art A pessoa jurídica deverá, para fins tributários, reconhecer e mensurar os seus ativos, passivos, receitas, custos, despesas, ganhos, perdas e rendimentos com base na moeda nacional.

23 ECD Moeda Funcional Instrução Normativa RFB n o 1.515, de 24 de novembro de Art A pessoa jurídica que no período de apuração adotar, para fins societários, moeda funcional diferente da moeda nacional deverá elaborar, para fins tributários, escrituração contábil com base na moeda nacional, observado o disposto no art. 155.

24 ECD Moeda Funcional Instrução Normativa RFB n o 1.515, de 24 de novembro de (...) 1º A escrituração contábil de que trata o caput deverá conter todos os fatos contábeis do período de apuração, devendo ser elaborada em forma contábil e com a utilização do plano de contas da escrituração comercial. (...) 3º A escrituração contábil de que trata o caput será transmitida ao Sped.

25 ECD Moeda Funcional Registro 0000 Campo Identificador de Moeda Funcional (0000.IDENT_MF). Se 0000.IDENT_MF = S (Sim) Empresa deverá criar campos adicionais nos registros abaixo com a utilização do registro I020: I155 Detalhe de Saldo Periódico I157 Transferência de Plano de Contas I200 Lançamento Contábil I250 Partidas de Lançamento I310 Balancete Diário (financeiras) I355 Saldo das Contas de Resultado Antes do Encerramento OBS. Os campos adicionais criados (auxiliares) refletem os valores sem a influência da moeda funcional. Os campos já existentes no registro passam a conter os valores influenciados pela moeda funcional. Ambos os campos em Reais (R$).

26 ECD Moeda Funcional Exemplo: Empréstimo em Dólar (01/02/2015) = U$ ,00 Cotação em 01/02/2015: U$ 1,00 = R$ 4,00 Cotação em 31/12/2015: U$ 1,00 = R$ 5,00 Empréstimo (01/02/2015) = R$ ,00 Empréstimo (31/12/2015) = R$ ,0 Campos já existentes: 31/12/2015: Empréstimo em Dólar = R$ ,00 Variação Cambial Passivo = R$ ,00 Campos adicionais: 31/12/2015: Empréstimo em Dólar = R$ ,00

27 ECD Moeda Funcional Exemplo de registros adicionais (I155): 10 VL_SLD_INI_AUX Valor do saldo inicial do período em moeda que não reflita os efeitos da moeda funcional. 11 IND_DC_INI_AUX Indicador da situação do saldo inicial em moeda que não reflita os efeitos da moeda funcional: D - Devedor; C - Credor. 12 VL_DEB_AUX Valor total dos débitos do período em moeda que não reflita os efeitos da moeda funcional. 13 VL_CRED_AUX Valor total dos créditos do período em moeda que não reflita os efeitos da moeda funcional. 14 VL_SLD_FIN_AUX Valor do saldo final do período em moeda que não reflita os efeitos da moeda funcional. 15 IND_DC_FIN_AUX Indicador da situação do saldo final em moeda que não reflita os efeitos da moeda funcional: D - Devedor; C - Credor.

28 Campos adicionais criados: ECD Moeda Funcional REG_COD CAMPO TIPO I155 VL_SLD_INI_AUX N I155 IND_DC_INI_AUX C I155 VL_DEB_AUX N I155 VL_CRED_AUX N I155 VL_SLD_FIN_AUX N I155 IND_DC_FIN C I157 VL_SLD_INI_AUX N I157 IND_DC_INI_AUX C I200 VL_LCTO_AUX N I250 VL_DC_AUX N I250 IND_DC_AUX C I310 VAL_DEB_AUX N I310 VAL_CRED_AUX N I355 VL_CTA_AUX N I355 IND_DC_AUX C

29 Exemplo de preenchimento do registro I020: I020 I VAL_DEB_AUX TOTAL DOS DEBITOS DO DIA N Campo 01 Tipo de Registro: I020 ECD Moeda Funcional Campo 02 Código do Registro que Recepciona o Campo Adicional: I310 Campo 03 Número Sequencial do Campo Adicional: 06 Campo 04 Nome do Campo Adicional: VAL_DEB_AUX Campo 05 Descrição: Total dos débitos do dia em moeda que não reflita os efeitos de moeda funcional. Campo 06 Indicação do Tipo de Dado: N (Numérico)

30 ECD Livro Auxiliar da Investida no Exterior Art. 78, 7 o da Lei n o , de 13 de maio de 2014: A consolidação prevista no art. 77 (parcela de ajuste no investimento decorrente de lucros ou prejuízos da investida no exterior utilizada para apuração do lucro real) será admitida se a controladora no Brasil disponibilizar contabilidade societária em meio digital e documentação de suporte.

31 ECD Livro Auxiliar da Investida no Exterior Art. 13 da Instrução Normativa RFB n o 1.520, de 14 de dezembro de 2014: Caso as pessoas jurídicas investidas estejam situadas em país com o qual o Brasil não mantenha tratado ou ato com cláusula específica para troca de informações para fins tributários, a consolidação será admitida se a controladora no Brasil disponibilizar a escrituração contábil em meio digital e documentação de suporte.

32 Utilizar os livros auxiliares A ou Z para entrega da contabilidade da investida, que deve: I - estar em idioma português; ECD Livro Auxiliar da Investida no Exterior II - abranger todas as operações da controlada; III - ser elaborada em arquivo digital padrão; e IV - ser transmitida ao Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), instituído pelo Decreto nº 6.022, de 22 de janeiro de 2007, até a data estabelecida no art. 5º da Instrução Normativa RFB nº 1.420, de 19 de dezembro de 2013.

33 ECD Razão Auxiliar das Subcontas Instrução Normativa RFB n o 1.515, de 24 de novembro de 2014: Subcontas que se refiram a um grupo de ativos e passivos. Necessidade de um livro auxiliar que registre o detalhamento individualizado por ativo ou passivo. Livro Z com leiaute definido no Manual da ECD.

34 Exemplo: Empresa JJMJ possui um investimento temporário em 3 ações (VALE5, PETR4 e BBAS3). Valor do Investimento em 2015 = R$ ,00 Valor Justo das Ações em 30/06/2015 = R$ ,00 Investimentos Investimentos AVJ Temporários (art. 47 IN 1.515) (1) ARE Perda AVJ ECD Razão Auxiliar das Subcontas (1)

35 ECD Razão Auxiliar das Subcontas Livro Razão Auxiliar das Subcontas: deve identificar o AVJ por ação. VALE5 = R$ ,00 ( ações compradas em 02/02/2015 por R$ ,00) PETR4 = R$ ,00 ( ações compradas em 15/02/2015 por R$ ,00) BBAS3 = R$ 5.000,00 ( ações compradas em 31/05/2015 por R$ ,00)

36 ECD Razão Auxiliar das Subcontas Exemplo de preenchimento do RAS para AVJ da PETR4: Natureza da Subconta = 70 (tabela de natureza das subcontas do registro I053). Código da Subconta = (Investimentos AVJ) Código do Centro de Custos = Não há CNPJ da Investida = Não se aplica Código Patrimonial do item = AA Quantidade = Identificação do Item = PETR4 Descrição do Item = Ações da Petrobrás Data do Reconhecimento Inicial = 15/02/2015 Saldo Inicial do Item = R$ ,00 Indicador de Saldo Inicial = D

37 ECD Razão Auxiliar das Subcontas Exemplo de preenchimento do RAS para AVJ da PETR4: Realização do Item = 0 Indicador da Realização do Item = C Saldo Final do Item = R$ ,00 Indicador do Saldo Final = D Saldo Inicial da Subconta = 0 Indicador do Saldo Inicial = D Débito na Subconta = 0 Crédito na Subconta = R$ ,00 Saldo Final da Subconta = R$ ,00 Indicador do Saldo Final = C Data do Lançamento = 30/06/2015

38 ECD Razão Auxiliar das Subcontas Exemplo de preenchimento do RAS para AVJ da PETR4: Número do Lançamento = 1002 Valor do Lançamento = R$ ,00 Indicador do Valor do Lançamento = C Indicador de Adoção Inicial = N (Não)

39 ECD Razão Auxiliar das Subcontas ECD de 2016 Empresas Obrigadas ao Razão Auxiliar a partir do anocalendário 2014 Devem transmitir o livro Z no formato do RAS dos anos-calendário 2014 e Empresas Obrigadas ao Razão Auxiliar a partir do anocalendário 2015 Devem transmitir o livro Z no formato do RAS do ano-calendário Livro Z com leiaute definido no Manual da ECD.

40 Escrituração Contábil Fiscal (ECF)

41 Escrituração Contábil Fiscal ECF A ECF substitui a DIPJ a partir do ano-calendário 2014 para as PJ tributadas pelos lucros real, presumido ou arbitrado, e para as imunes e isentas. Para as empresas que são obrigadas a entregar a ECD... A ECF partirá das contas e saldos da ECD para apuração do IRPJ e da CSLL. Para as empresas tributadas pelo lucro real... A ECF compõe o e-lalur e o e-lacs. Na ECF também são reproduzidas... As informações econômicas e gerais previstas na DIPJ

42 Escrituração Contábil Fiscal ECF A ECF abrange grandes blocos de informações, principalmente: 1. A vinculação do plano contábil do contribuinte com o plano referencial da RFB (recuperação de saldos das contas patrimoniais da ECD e, se houver, a vinculação já informada na ECD no registro I051) 2. As informações constantes na antiga DIPJ (incluindo fichas de informações gerais e econômico-fiscais) 3. O e-lalur e e-lacs (Além da apuração das bases de cálculo do IRPJ e CSLL, que existiam na DIPJ nas fichas 09 e 17, há o controle das contas da parte B e seus saldos) 4. Mecanismos para controle fiscal dos ajustes contábeis, considerando a extinção do Fcont, principalmente ajustes no Lalur e ficha Y665 de adoção inicial.

43 ECF Escrituração Contábil Fiscal Controle de saldos da parte B. Recuperação de saldos das contas contábeis. Vinculação das contas contábeis. Indicador de relacionamento na parte A.

44 ECF Legislação Básica Instrução Normativa RFB n o 1.422, de 19 de dezembro de 2013, alterada pelas IN RFB 1.489/14, IN RFB 1.524/14 e IN RFB 1.595/15, que dispõe sobre a Escrituração Contábil Fiscal (ECF). Ato Declaratório Executivo Cofis n o XX, de XX de dezembro de 2015, que dispõe sobre o Manual de Orientação do Leiaute da ECF.

45 ECF Obrigatoriedade PJ tributadas pelos lucros real, presumido ou arbitrado. Imunes e isentas (alteração para 2016 AC 2015) SCP que se enquadrem nas condições anteriores Observação: Para as empresas tributadas pelo lucro presumido e imunes/isentas obrigadas a entregar a ECD, será exigida a recuperação da ECD na ECF.

46 ECF Data Limite de Entrega Regra Geral: até o último dia útil do mês de junho do ano-calendário posterior ao da escrituração. Situações especiais: de janeiro a maio: até o último dia útil do mês de junho do ano-calendário da escrituração. de junho a dezembro: até o último dia útil do mês subsequente ao do evento.

47 ECF Leiaute Bloco 0 Bloco N Bloco P Bloco C Bloco M Bloco T Bloco E Bloco L Bloco U Bloco 9 Bloco J Bloco K Bloco X Bloco Y

48 ECF Adoção Inicial Registro Y665 Demonstrativo das Diferenças da Adoção Inicial Subconta Auxiliar x Subconta Vinculada (art. 164, 165, 167 e 168 da Instrução Normativa RFB n o 1.515, de 24 de novembro de 2014). Independentemente da utilização de subcontas auxiliares e vinculadas, informar subcontas vinculadas no registro Y665.

49 ECF Adoção Inicial Exemplo 1: Empresa JJMJ possui um investimento temporário em 3 ações (VALE5, PETR4 e BBAS3). Valor do Investimento = R$ ,00 (FCONT) Valor Justo das Ações em 01/01/2015 = R$ ,00 Investimentos Subconta vinculada Temporários Adoção inicial (AVJ) (1) (SI) (1)

50 ECF Adoção Inicial Exemplo 2: Empresa JJMJ possui um investimento temporário em 3 ações (VALE5, PETR4 e BBAS3). Valor do Investimento = R$ ,00 (FCONT) Valor Justo das Ações em 01/01/2015 = R$ ,00 Investimentos Subconta vinculada Subconta auxiliar Temporários Adoção inicial Adoção inicial (AVJ) (SI) (1) (1)

51 ECF Adoção Inicial Registro Y665 Demonstrativo das Diferenças da Adoção Inicial Exemplo de preenchimento Código da Conta Contábil: Centro de Custos: Não há. Valor do Saldo Societário: R$ ,00 Indicador do Saldo Societário: D Valor do Saldo Fiscal: R$ ,00 Indicador do Saldo Fiscal: D Diferença de Saldos (Societário Fiscal): R$ ,00 Indicador da Diferença de Saldos: C

52 ECF Adoção Inicial Registro Y665 Demonstrativo das Diferenças da Adoção Inicial Métrica Utilizada (*): A Código da Subconta Vinculada: (Subconta Vinculada Adoção Inicial). Código do Centro de Custos da Subconta Vinculada: Não há.

53 ECF Adoção Inicial Registro Y665 Métricas A) Controlado por subconta. B) Controlado por subconta, mas na forma prevista nos 3 o e 4 o do art. 169 da IN RFB n o 1.515/ o No caso de ativo ou passivo reconhecido na data da adoção inicial na contabilidade societária, mas não reconhecido no FCONT, a subconta poderá ser a própria conta representativa do ativo ou passivo que já evidencia a diferença. 4º No caso de ativo ou passivo representado por mais de uma conta, caso uma dessas contas conste na data da adoção inicial na contabilidade societária, mas não conste no FCONT, tal como perda estimada por redução ao valor recuperável de ativo, a subconta poderá ser a própria conta que já evidencia a diferença.

54 Registro Y665 Métricas ECF Adoção Inicial C) Não é controlado por subconta, mas é controlado na forma prevista nos 5 o do art. 169 da Instrução Normativa RFB n o 1.515/ º No caso de ativo ou passivo não reconhecido na data da adoção inicial na contabilidade societária, mas reconhecido no FCONT, a diferença deverá ser controlada na Parte B do Lalur.

55 Registro Y665 Métricas ECF Adoção Inicial D) Não é controlada por subconta porque não haverá ajustes decorrentes das diferenças na forma prevista nos arts. 160 a 168, tais como nas participações em coligadas e controladas (art. 173 da Instrução Normativa RFB n o 1.515/2014) e nos contratos de concessão de serviços públicos (art. 174 da Instrução Normativa RFB n o 1.515/2014).

56 Registro Y665 Métricas ECF Adoção Inicial E) Sem controles por subcontas (diferença, se positiva, será adicionada no lucro real ou, se negativa, não poderá será excluída) (Arts. 160 a 169, e art. 176, 2 o da Instrução Normativa RFB n o 1.515/2014). F) É controlada por subconta em 01/01/2015, nos termos do art. 176, 1 o, III, da Instrução Normativa RFB n o 1.515/2014.

57 ECF Livro Caixa Obrigatoriedade a partir do ano-calendário Para as pessoas jurídicas optantes pela sistemática do lucro presumido que se utilizem da prerrogativa prevista no parágrafo único do art. 45 da Lei nº 8.981, de 20 de janeiro 1995, e cuja receita bruta no ano seja superior a R$ ,00 (um milhão e duzentos mil reais), ou proporcionalmente ao período a que se refere. Registro P020 Demonstrativo do Livro Caixa.

58 ECF Lançamentos em 2015 Aquisição em 2015 Exemplo: Empresa JJMJ adquiriu um investimento temporário em 3 ações (VALE5, PETR4 e BBAS3). Valor do Investimento = R$ ,00 (Fcont) Valor Justo das Ações em 30/06/2015 = R$ ,00 Investimentos Subconta Subconta Temporários AVJ AVJ-Auxiliar (2) (1) (2) ARE (1) Perda AVJ

59 ECF Lançamentos em 2015 Aquisição em 2015 (*) Exemplo: Empresa JJMJ adquiriu um investimento temporário em 3 ações (VALE5, PETR4 e BBAS3). Valor do Investimento = R$ ,00 (Fcont) Valor Justo das Ações em 30/06/2015 = R$ ,00 Investimentos Temporários Subconta AVJ (1) ARE (1) Perda AVJ (*) Sem subconta auxiliar.

60 ECF Erro mais comum Registro do Prejuízo Fiscal e da Base de Cálculo Negativa do Período Verificar os valores do prejuízo fiscal nas linhas 175 (atividade geral) e 349 (atividade rural).

61 ECF Erro mais comum Prejuízo do Período Atividade Geral (Linha 174) ,00 (+) Prejuízo do Período Atividade Rural (Linha 349) ,00 (=) Prejuízo do Período Total ,00

62 ECF Erro mais comum 2 - Criar uma conta de Prejuízos Fiscais de Períodos Anteriores no registro M010. Deve estar I

63 ECF Erro mais comum 2 - Registrar o saldo do Prejuízo Fiscal do período no registro M410 (Colocar o indicador de lançamento como PF Prejuízo do Período). Deve ser informado PF Valor conforme registro M300

64 ECD e ECF Transmissão Total de ECF Entregues (até 30/11/2015): 1,210 M ECF Originais: 98,1% ECF Retificadoras: 1,9% Total de ECD Entregues (até 30/11/2015): 728 K

65 Site: www1.receita.fazenda.gov.br José Jayme Moraes Junior Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil Supervisor Nacional da ECD e da ECF

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