Projeto de Desenvolvimento Curricular. Página 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Projeto de Desenvolvimento Curricular. Página 1"

Transcrição

1 Projeto de Desenvolvimento Curricular Página 1

2 Projeto de Desenvolvimento Curricular ÍNDICE INTRODUÇÃO Estrutura Curricular º e 4.º ano de escolaridade Cursos Científico-Humanísticos Ciências e Tecnologias Ciências Socioeconómicas Cursos Profissionais Curso Profissional de Técnico Auxiliar de Saúde Curso Profissional de Técnico de Frio e Climatização Curso Profissional de Técnico de Restauração Curso Profissional de Eletrónica, Automação e Computadores Ensino Básico I Ensino Básico II e III Ensino Secundário Objetivos Disciplinares por Departamento METAS CURRICULARES DE PORTUGUÊS Perfil do aluno º ANO º ANO º ANO Metas Curriculares Ensino Profissional Metas Curriculares Cursos de Educação e Formação Metas Curriculares Cursos Vocacionais Página 2

3 Projeto de Desenvolvimento Curricular Inglês Metas Curriculares de Inglês 2º Ciclo Metas Curriculares de Inglês 2º Ciclo Metas Curriculares de Inglês 3º Ciclo Metas Curriculares de Inglês 3º Ciclo Metas Curriculares de Inglês 3º Ciclo ºano- Nível B Francês / Espanhol º ciclo Metas Curriculares de Francês/Espanhol 3º Ciclo Metas Curriculares de Francês/Espanhol 3º Ciclo Metas Curriculares de Francês/Espanhol 3º Ciclo Inglês Ciências Sociais e Humanas Metas Curriculares de História e Geografia de Portugal - 5º Ano Metas Curriculares de História e Geografia de Portugal - 6º Ano Metas Curriculares de HISTÓRIA - 7º Ano Metas Curriculares de História - 8º Ano História 9º ano História Secundário Metas Curriculares de Geografia - 7º Ano Metas Curriculares de Geografia - 8º Ano Geografia 9º Ano Página 3

4 Projeto de Desenvolvimento Curricular Geografia Filosofia 10º e 11º ano Metas Curriculares de EMR 2º Ciclo Ensino Básico Metas Curriculares de EMR 3º Ciclo Ensino Básico Metas Curriculares de EMR Secundário Departamento de Ciências Exatas e Económicas Geometria e Medida º Ano Geometria e Medida º Ano º Ano Objetivos gerais Matemática 2º ciclo Matemática º Ano º Ano Matemática A Objetivos da disciplina de Matemática C/Curso Profissional Matemática Aplicada às Ciências Sociais/ MACS Departamento de Ciências Físico Naturais º ano º ano Metas Específicas de Ciências da Natureza Básico III º ano º ano Página 4

5 Projeto de Desenvolvimento Curricular 9º ano Secundário Ensino Profissional Técnico Auxiliar de Saúde Técnico de Análise Laboratorial Ensino Vocacional Metas Específicas de Ciências Naturais Ciências Físico e Químicas Básico III Objetivos Essenciais Grupo Disciplinar de Física e Química A (Ano 1 e Ano 2) Secundário Economia A º Ano º Ano OBJETIVOS ECONOMIA - Cursos Profissionais OBJETIVOS DE ÁREA DE INTEGRAÇÃO (Cursos Profissionais) º ANO º ANO º ANO Ciência Política Objetivos Gerais Educação Artística Expressão Plástica Página 5

6 Projeto de Desenvolvimento Curricular Básico I Educação Musical º ano Educação Musical º ano Educação Musical º ano Educação Musical º ano Educação Visual º ano Educação Visual º ano Educação Tecnológica º ano Educação Tecnológica º ano Educação Visual º ano Educação Visual º ano Educação Visual º ano Página 6

7 Projeto de Desenvolvimento Curricular.Reconhecer o papel da investigação e da ação no desenvolvimento do projeto.artes da Cerâmica Artes da Cerâmica º ano Artes da Cerâmica º ano Desenho Técnico º ano TFC Artes º ano VTST EDUCAÇÃO FÍSICA Objetivos Gerais para o 1º Ciclo Objetivos Gerais para o 2.º Ciclo Objetivos Gerais para o 3.º Ciclo Objetivos Gerais para os cursos CEF e Vocacional Objetivos Gerais para o Secundário Objetivos Gerais para os cursos Profissionais DISCIPLINA: TIC (ENSINO REGULAR) DISCIPLINA: TIC (CURSO CEF ERC) DISCIPLINA: TECTIC (CURSO VOCACIONAL) DISCIPLINAS DA ÁREA DE INFORMÁTICA/ENSINO PROFISSIONAL DISCIPLINA:AUTOMAÇAO E COMPUTADORES(CURSO PROFISSIONAL TEAC) DISCIPLINA: TIC Áreas Curriculares não Disciplinares Página 7

8 Projeto de Desenvolvimento Curricular Educação para a cidadania Apoio ao estudo Apoio ao estudo Estruturas de Apoio à Ação Educativa Associação de Pais Biblioteca Comunidade Religiosa dos Jesuítas Gabinete de Ação Social Áreas de Intervenção do Serviço A - Voluntariado e dinamização da comunidade Objetivos: B Educação Para o Desenvolvimento Objetivos: C- Acompanhamento socioeconómico e familiar Objetivos: D- Projeto de Educação Parental Objetivos: Gabinete Psicopedagógico Formação Formação contínua de Professores Plano de Segurança Interno Objetivos Orientações para alunos com Necessidades Educativas Especiais Educação para o amor e para a sexualidade Página 8

9 Projeto de Desenvolvimento Curricular Orientações preliminares Objetivos gerais Conteúdos e blocos temáticos Orientações pedagógico-didáticas Desporto Escolar Pastoral Campinácios Proteção Civil Princípios orientadores para a avaliação das aprendizagens Objetivos Intervenientes Modalidades Critérios gerais de avaliação Ensino Secundário Cursos Profissionais Formação em Contexto de Trabalho (FCT) Critérios e parâmetros de avaliação dos alunos Áreas curriculares não disciplinares do Ensino Básico Educação para a cidadania Estudo Acompanhado Área de Projeto Critérios por disciplina e por nível (em anexo) Avaliação de Desempenho Página 9

10 Projeto de Desenvolvimento Curricular Docentes Autoavaliação Não Docentes Avaliação do Clima Organizacional da Escola Avaliação do Projeto Curricular de Escola Links úteis Página 10

11 Projeto de Desenvolvimento Curricular INTRODUÇÃO O Projeto Curricular de Escola do INA, de acordo com os princípios orientadores da organização e da gestão dos currículos dos ensinos básico e secundário definidos no decreto n.º 139/2012, de 5 de julho, na Portaria nº 243/2012, de 10 de agosto e da Pedagogia Inaciana, visa adequar as estratégias de desenvolvimento do currículo nacional às características da nossa escola onde o currículo vai ser vivido. Neste sentido, este projeto deve ser entendido como um conjunto de decisões articuladas e partilhadas pela equipa de docentes que integram o Conselho Pedagógico assentes num permanente trabalho de reflexão, formação e investigação, concretizando as orientações curriculares de âmbito nacional em propostas globais de intervenção pedagógica adequadas ao contexto específico do INA, tendo em conta, como vem descrito no Projeto Educativo, o contexto real da vida de cada aluno, o contexto socioeconómico, político e cultural no qual o aluno se desenvolve e o ambiente institucional da própria escola e encarando os diferentes tipos de conhecimento como formas específicas de cultura cujo acesso é simultaneamente individual e coletivo, idiossincrático e globalizante, parcial e integrado. Rompendo com a lógica de um currículo construído de tal modo estruturado que deixa apenas margem para pôr em prática o que os outros delinearam, o Projeto Curricular do INA tem como pano de fundo uma perspetiva tridimensional (pessoal, social e religiosa) cujo núcleo forte assenta no desenvolvimento integrado da contínua inter-relação Experiência - Reflexão - Ação num contexto de aprendizagem e de avaliação (Paradigma Pedagógico Inaciano) a fim de ajudar o aluno a progredir no caminho da verdade e no serviço aos outros. Por isso, a conceção do Projeto Curricular do INA não se esgota na dimensão do Página 11

12 Projeto de Desenvolvimento Curricular saber, ampliando-se às dimensões do ser, do formar-se, do transformarse, do decidir, do intervir e do viver e conviver com os outros. Assim, o Projeto Curricular do INA define um conjunto de estratégias de atuação e gestão participada tendo como prioridades: Ensinar a pensar, a aprender, que aprender é desenvolver-se, que desenvolver-se é aprender; Promover o aprender a viver juntos, o aprender a crescer juntos, o aprender vivendo e o viver aprendendo, o aprender a aprender juntos, o aprender autónomo. Abrir os olhares ao mistério do criado e do Criador. Neste sentido, os objetivos, os conteúdos a trabalhar em cada área curricular disciplinar e não disciplinar, os projetos de enriquecimento curricular e extracurricular, as estruturas de apoio à Ação educativa e a própria avaliação andarão de mãos dadas na construção coletiva de caminhos geradores de dinâmicas de mudança que proporcionem aprendizagens com sentido numa escola de sucesso para todos. Estrutura Curricular Calendário Escolar Página 12

13 Projeto de Desenvolvimento Curricular 1 Estrutura Curricular 1.1. CALENDÁRIO ESCOLAR Ensinos Básico e Secundário Períodos Início Termo 1.º 11 de setembro 16 de dezembro 2.º 05 de janeiro 20 de março 5 de junho, para os alunos dos 6º, 9.º, 11.º e 12.º anos 12 de junho, para os restantes anos de escolaridade, exceto os cursos 3.º 7 de abril profissionais, cursos de educação e formação e curso vocacional que terminam até 31 de julho; 8 de julho para os alunos do 4º ano e 6º ano que venham a ter acompanhamento extraordinário Interrupções Datas 1.º De 17 de dezembro a 02 de janeiro 2.º De 16 a 18 de fevereiro 3.º De 23 de março a 6 de abril Página 13

14 Projeto de Desenvolvimento Curricular 1.2. Organização Escolar Procurando um método globalizador que articule os métodos centrados nas disciplinas e os métodos globalizados, o Instituto Nun Alvres tem a preocupação de ir de encontro ao interesse dos alunos, para que as aprendizagens sejam o mais significativas possível e permitam resolver os problemas de compreensão e de participação nas situações da vida real. Neste sentido, o desenvolvimento de um currículo que ajude a identificar e a construir novos significados para as situações de aprendizagem, a partir de uma ideia central, está subjacente à organização curricular. O lema Educar para servir é a ideia motora que torna o currículo aberto a opções de base que passam pelas três dimensões tão claramente expressas no Projeto Educativo: a dimensão pessoal, a dimensão social e a dimensão religiosa. No que diz respeito à definição da carga horária a distribuir pelas diversas componentes do currículo e no exercício da sua autonomia, o Instituto Nun Alvres optou no Básico II e III e no Secundário por uma distribuição equilibrada das cargas horárias semanais, dentro dos limites do desenho curricular legal. Relativamente à oferta de formação, o ensino Básico está de acordo com o sistema educativo nacional. Para os alunos que pretendam prosseguir a escolaridade obrigatória num percurso flexível e ajustado aos seus interesses, o INA oferece o curso vocacional. No ensino Secundário o INA oferece dois cursos científico-humanísticos: um de Ciências e Tecnologias e outro de Línguas e Humanidades. Para os alunos que pretendam ingressar numa área especialmente vocacionada para a vida ativa, o INA oferece os cursos profissionais de Técnico de Eletrónica Automação e Computadores, Técnico de Frio e Climatização e Técnico de Restauração. Página 14

15 Projeto de Desenvolvimento Curricular Relativamente às opções contempladas na flexibilidade do currículo, apresentam-se as seguintes propostas: Área Artística No plano de estudos do Ensino Básico II e III permanece a Educação Visual como disciplina obrigatória, assim como a Educação Tecnológica no Básico II. Tendo em conta os recursos humanos e físicos existentes no INA, são introduzidas duas outras disciplinas no básico III da área do domínio artístico: Educação Musical e Artes da Cerâmica (Decreto - Lei n.º 6/2001 de 18/01, artigo 5.º, ponto 1). Nos 7º e 8º anos, ao longo do ano letivo, os alunos têm Educação Visual e optam por uma das disciplinas que o INA oferece (Educação Musical e Artes da Cerâmica.) Essa disciplina de opção e Tecnologias da Informação e Comunicação funcionam também ao longo do ano letivo, mas numa organização equitativa. 90 minutos semanais para cada uma das disciplinas em regime semestral. No 9º ano, os alunos frequentam obrigatoriamente a disciplina de educação Visual. Línguas Estrangeiras No Básico I a língua estrangeira lecionada é o Inglês. De acordo com o Decreto - Lei nº139/2012, Artigo nº 9, no INA a língua estrangeira obrigatória no Básico II é o Inglês. Página 15

16 Projeto de Desenvolvimento Curricular Como previsto no mesmo artigo, a aprendizagem de uma segunda língua estrangeira é obrigatória no Básico III. No INA a segunda língua estrangeira obrigatória é o Francês ou o Espanhol. Os estudantes do Ensino Secundário podem escolher uma língua estrangeira na Formação Geral (Decreto - Lei nº 74/ 2004, de 26 de março). No INA os alunos podem optar por Inglês ou Francês. Centro de Cultura Musical (CCM Conservatório) De acordo com o previsto na legislação em vigor, Portaria nº225/2012 de 30 de julho e Portaria nº 243-B/2012 de 13 de agosto, o INA e o CCM (Centro de Cultura Musical) celebraram um protocolo de articulação, no sentido de ministrarem os cursos artísticos especializados de música previstos nas mesmas, em regime articulado. Esta articulação faz-se ao nível da gestão curricular e dos modelos de funcionamento. Os cursos em funcionamento são os seguintes: Curso Básico de Música Curso Secundário de Música Curso Secundário de Canto Educação Moral e Religiosa Dado que o INA é uma escola que pertence à Companhia de Jesus, a Educação Moral e Religiosa Católica assume um caráter obrigatório para todos os seus alunos. A distribuição da carga horária por anos e ciclos é a seguinte: para o Básico I está destinada 1 hora semanal; para o ensino Básico II e III estão destinados 45 minutos semanais; para os CEF a carga semanal é também de 45 minutos. No Ensino Secundário, os alunos dos cursos científico-humanísticos têm um bloco de 90 minutos Página 16

17 Projeto de Desenvolvimento Curricular por semana enquanto os dos cursos profissionais têm 45 minutos, ou seja, 0,75 h letiva. Tempo de Diretor de Turma São atribuídos 45 minutos semanais aos diretores de todas as turmas para tratar de assuntos específicos relacionados com cada turma. Página 17

18 1.3. Desenho Curricular Primeiro Ciclo do Ensino Básico 1.º e 2.º ano de escolaridade Horas Área Curricular semanais Esquema organizacional indicativo (60 min) Português 7h 30 min A lecionar pelo docente do 1.º Ciclo. Apoio ao estudo 45 min Matemática 7h A lecionar pelo docente do 1.º Ciclo. Apoio ao estudo 45 min Estudo do Meio 4h A lecionar pelo docente do 1.º Ciclo. Educação e Expressão A lecionar pelos docentes de 1h Plástica Educação Visual. Educação e Expressão A lecionar individualmente pelos Musical e Dramática 2h15min docentes de Educação Musical (inclui aulas de instrumento). Expressão Físico-Motora A lecionar pelo docente de Educação 45 min Física. Educação Moral e Religiosa A lecionar pelo docente de Educação 1h 15 min Moral e Religiosa. Oferta complementar (a) A lecionar pelo docente do 1.º Ciclo, 1h em articulação com as áreas curriculares disciplinares Língua Inglesa (b) Introdução à língua, privilegiando a 1h 30min oralidade, a lecionar pelo docente de Inglês. Total semanal 27h 45min Em 5 dias por semana. Página 18

19 (a) Atividades a desenvolver em articulação, integrando ações que promovam, de forma transversal, a educação para a cidadania e componentes de trabalho com as tecnologias de informação e comunicação. (b) Atividade de enriquecimento curricular Página 19

20 3.º e 4.º ano de escolaridade Área Curricular Horas semanais Esquema organizacional indicativo (60 min) Português 7h 30 min A lecionar pelo docente do 1.º Ciclo. Apoio ao estudo 45 min Matemática 7h A lecionar pelo docente do 1.º Ciclo. Apoio ao estudo 45 min Estudo do Meio 4h A lecionar pelo docente do 1.º ciclo. Educação e Expressão 1h A lecionar pelos docentes de Plástica Educação Visual. Educação e Expressão 2h15min A lecionar individualmente pelos Musical e Dramática docentes de Educação Musical. Expressão Físico-Motora A lecionar pelo docente de Educação 1h 30 min Física. Oferta complementar (a) 1h A lecionar pelo docente do 1.º Ciclo, em articulação com as áreas curriculares disciplinares Educação Moral e Religiosa 1h 15 min A lecionar pelo docente de Educação Moral e Religiosa. Língua Inglesa (b) 1h 30 min Introdução à língua, privilegiando a oralidade, a lecionar pelo docente de Inglês. Total semanal 28h 30min Em 5 dias por semana. Página 20

21 (a) Atividades a desenvolver em articulação, integrando ações que promovam, de forma transversal, a educação para a cidadania e componentes de trabalho com as tecnologias de informação e comunicação. (b) Atividade de enriquecimento curricular Página 21

22 EDUCAR PARA SERVIR Segundo Ciclo do Ensino Básico Carga Horária Semanal (x 90 min) Áreas Curriculares Disciplinares 5.º 6.º Ano Ano Língua Portuguesa Língua Estrangeira História e Geografia de Portugal 3 1,5 1,5 3 1,5 1,5 Matemática Ciências da Natureza 3 1,5 3 1,5 Educação Visual Educação Tecnológica/CCM Educação Musical/CCM Educação Física 1,5 1,5 Apoio ao estudo 3 3 TOTAL Educação Moral e Religiosa 0,5 0,5 Direção de Turma 0,5 0,5 TOTAL Página 22

23 EDUCAR PARA SERVIR Terceiro Ciclo do Ensino Básico Áreas Curriculares Disciplinares Carga Horária Semanal (x 90 min) 7.º Ano 8.º Ano 9.º Ano Língua Portuguesa 2,5 2,5 2,5 Língua Estrangeira 1 Língua Estrangeira 2 História Geografia Matemática 2,5 2,5 2,5 Ciências da Natureza Ciências Físico-Químicas 1,5 1,5 1,5 1 1, ,5 1,5 1,5 1,5 1,5 Educação Visual 1 1 1,5 TIC/CCM/ Arte Cerâmica/ Ed Musical Educação Física 1,5 1,5 1,5 TOTAL 17 16,5 16,5 Educação Moral e Religiosa 0,5 0,5 0,5 Direção de Turma 0,5 0,5 0,5 TOTAL 18 17,5 17,5 1,5 1 1,5 1,5 1,5 1,5 Página 23

24 1.3.4 Curso de Educação e Formação Técnico de Eletricidade, Refrigeração e Climatização N.º de Horas de Componentes de Disciplinas/Domínios Formação Formação 1.º Ano 2.º Ano Língua Portuguesa Língua Estrangeira EDUCAR PARA SERVIR Tecnologias da Informação e Comunicação Sociocultural Cidadania e Mundo Atual Higiene, Saúde e Segurança no - 30 Trabalho Educação Física Científica Matemática Aplicada Físico-Química Equipamento de frio doméstico e desumidificadores Tecnológica Instalação de frio comercial Quadros elétricos e instalação de frio Equipamento de climatização Prática Estágio em Contexto de 210 Trabalho Social e Pessoal Formação Integral 45 min/sem Direção de Turma (oferta da escola) Página 24

25 EDUCAR PARA SERVIR Curso Vocacional Tecnologia, Saúde e Turismo N.º de Horas de Componentes de Disciplinas/Domínios Formação Formação 1.º Ano 2.º Ano Língua Portuguesa Geral Língua Estrangeira - Inglês Matemática Educação Física História Complementar Geografia Ciências Naturais Físico-Química TECNOLOGIAS Tecnologias da Inform. e Comunicação Eletricidade Prática Simulada SAÚDE plantas aromáticas e medicinais Ciências Vocacional Cozinha Saudável Prática Simulada TURISMO - divulgação do património artístico e cultural da região Geografia Artes Prática Simulada Oferta da Escola Formação Integral 45 min/ (oferta escola) Ensino Secundário Página 25

26 Cursos Científico-Humanísticos Línguas e Humanidades Carga Horária Semanal EDUCAR PARA SERVIR Componentes de Formação Geral Específica (x 90 minutos) Disciplinas 10.º 11.º 12.º Ano Ano Ano Português 2 2 2,5 Língua Estrangeira I, II ou III (a) Filosofia Educação Física História A Opções (b) Geografia A Língua Estrangeira I, II ou III Mat. Aplic. às Ciências Sociais Opções (c) Língua Estrangeira I, II ou III Geografia C Psicologia B Opções (d) 2 Aplicações Informáticas B Ciências Políticas Economia C Educação Moral e Religiosa Direção de Turma 0,5 0,5 0,5 Página 26

27 (a) No caso do aluno dar continuidade às duas línguas estrangeiras estudadas no ensino básico, deve inserir-se a língua estrangeira I na componente da formação geral; (b) O aluno escolhe duas disciplinas bienais. (c) e (d) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas obrigatoriamente do conjunto de opções (c). No 10º ano, os alunos têm apoio às disciplinas de português. No 12º ano, os alunos têm apoio às disciplinas de português e de história. Página 27

28 Ciências e Tecnologias EDUCAR PARA SERVIR Componentes de Formação Geral Específica Carga Horária Semanal Disciplinas (x 90 minutos) 10.º Ano 11.º Ano 12.º Ano Português 2 2 2,5 Língua Estrangeira I, II ou III (a) Filosofia Educação Física Matemática A Opções (b) Biologia e Geologia Física e Química A Geometria Descritiva A Opções (c) Biologia Geologia Química Física 2 Opções (d) Ciência Política Aplicações informáticas B Psicologia B Língua Estrangeira I, II ou III Educação Moral e Religiosa Direção de Turma 0,5 0,5 0,5 Página 28

29 (a) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico, inicia obrigatoriamente uma segunda língua. No caso do aluno iniciar uma língua, tomando em conta as disponibilidades da escola, pode cumulativamente dar continuidade à língua estrangeira I como disciplina facultativa, com aceitação expressa do acréscimo da carga horária. (b) O aluno escolhe duas disciplinas bienais. (c) e (d) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas obrigatoriamente do conjunto de opções (c). No 10º ano, os alunos têm apoio às disciplinas de física e química A e biologia e geologia. No 12º ano, os alunos têm apoio às disciplinas de português e de matemática. Página 29

30 Ciências Socioeconómicas EDUCAR PARA SERVIR Componentes de Formação Geral Específica Carga Horária Semanal Disciplinas (x 90 minutos) 10.º Ano 11.º Ano 12.º Ano Português 2 2 2,5 Língua Estrangeira I, II ou III (a) Filosofia Educação Física Matemática A Opções (b) Economia A Geografia A História B Opções (c) Economia C Geografia C Opções (d) Ciência Política 2 Aplicações informáticas B Psicologia B Língua Estrangeira I, II ou III Educação Moral e Religiosa Direção de Turma 0,5 0,5 0,5 Página 30

31 (a) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico, inicia obrigatoriamente uma segunda língua. No caso de o aluno iniciar uma língua, tomando em conta as disponibilidades da escola, pode cumulativamente dar continuidade à língua estrangeira I como disciplina facultativa, com aceitação expressa do acréscimo da carga horária. (b) O aluno escolhe duas disciplinas bienais. (c) e (d) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas obrigatoriamente do conjunto de opções (c). Página 31

32 Cursos Profissionais Curso Profissional de Técnico de Análise Laboratorial EDUCAR PARA SERVIR Componentes de Formação Geral Científica Técnica Social e Pessoal Total de Disciplinas horas/ciclo de formação Português 320 Língua Estrangeira 220 Área de Integração 220 Educação Física 100 TIC 100 Matemática 300 Física e Química 200 Química Aplicada 250 Tecnologia Química 180 Qualidade, Seg. e Ambiente 130 Análises Químicas 620 Formação em Contexto de 420 Trabalho Formação Integral 45 min/sem (oferta da Direção de Turma escola) Página 32

33 Curso Profissional de Técnico Auxiliar de Saúde EDUCAR PARA SERVIR Componentes de Formação Geral Científica Técnica Social e Pessoal Total de Disciplinas horas/ciclo de formação Português 320 Língua Estrangeira 220 Área de Integração 220 Educação Física 100 TIC 100 Matemática 200 Física e Química 150 Biologia 150 Saúde 355 Gestão e Organização dos 200 Serviços e Cuidados de Saúde Comunicação e Relações Interpessoais 175 Higiene, Segurança e Cuidados Gerais 450 Formação em Contexto de 700 Trabalho Formação Integral 45 min/sem (oferta da Direção de Turma escola) Página 33

34 Curso Profissional de Técnico de Frio e Climatização EDUCAR PARA SERVIR Componentes de Formação Geral Científica Técnica Social e Pessoal Total de Disciplinas horas/ciclo de formação Português 320 Língua Estrangeira 220 Área de Integração 220 Educação Física 100 TIC 100 Matemática 300 Física e Química 200 Tecnologia e Processos 440 Organização Industrial 110 Desenho Técnico 255 Práticas Oficinais 295 Formação em Contexto 700 de Trabalho Formação Integral 45 min cada/sem. Direção de Turma (oferta da escola) Página 34

35 Curso Profissional de Técnico de Restauração EDUCAR PARA SERVIR Componentes de Formação Sociocultural Científica Técnica Social e Pessoal Total de Disciplinas horas/ciclo de formação Português 320 Língua Estrangeira 220 Área de Integração 220 Educação Física 100 TIC 100 Economia 200 Matemática 200 Psicologia 100 Tecnologia Alimentar 140 Gestão e Controlo 140 Comunicar em 90 Francês/Espanhol Serviço de Restaurante e 810 Bar Formação em Contexto de 420 Trabalho Formação Integral 45 min cada/sem. Direção de Turma (oferta da escola) Página 35

36 Curso Profissional de Eletrónica, Automação e Computadores EDUCAR PARA SERVIR Componentes de Formação Sociocultural Científica Técnica Social e Pessoal Total de Disciplinas horas/ciclo de formação Português 320 Língua Estrangeira 220 Área de Integração 220 Educação Física 100 TIC 100 Matemática 300 Física e Química 200 Eletricidade e Eletrónica 312 Tecnologias Aplicadas 210 Sistemas Digitais 222 Automação e 436 Computadores Formação em Contexto de 420 Trabalho Formação Integral 45 min cada/sem. Direção de Turma (oferta da escola) Página 36

37 1.4. Matriz Horária Ensino Básico I Blocos de Aulas 1º Bloco 08:30/10:00h 2º Bloco 10:30/12:00h 3º Bloco 13:30/15:00h 4º Bloco 15:15/16:45h Intervalos 10:00h/10:30h 12:00h/13:30h 15:00h/15:15h Nota: Catequese: 1º ano: quarta-feira, 13h20-14h20 2º e 3º anos: terça-feira, 17h -18h. 4º ano: segunda-feira, 17h - 18h 4ª feira: Da parte da tarde não há aulas. Página 37

38 Ensino Básico II e III Tempos Letivos Blocos de Aulas 1º /09.15h 1º Bloco 08.30/10.00h 2º /10.00h 2º Bloco 10.25/11:55h 3º /11.10h 3º Bloco 13.30/15.00h 4º /11.55h 4º Bloco 15.15/16.45h 5º /14.15h Intervalos 6º /15.00h 10.00/10.25h 7º /16.00h 11.55/ º /16.45h 15.00/15.15h Nota: 4.ª Feira: O intervalo da manhã é das 10.00/10.35h, de modo a permitir a participação na Eucaristia Semanal; O 5º tempo é das 12.05/12.50h (no Básico II e III). Página 38

39 Ensino Secundário Tempos Letivos Blocos de Aulas 1º /09.15h 1º Bloco 08.30/10.00h 2º /10.00h 2º Bloco 10.25/11.55h 3º /11.10h 3º Bloco 12.05/13.35h 4º /11.55h 4º Bloco 14.35/16:05h 6º /13.35h 5º Bloco 16.15/17.00h 7º /15.20h Intervalos 8º /16.05h 10.00/10.25h 9.º /12.05h 16.15/17.00h 13.35/14.35h 16.05/16.15h Nota: 4.ª Feira: O intervalo da manhã é das 10.00/10.35h, de modo a permitir a participação na Eucaristia Semanal; O 3º bloco é das 12.15/13.45h. Página 39

40 2. Estratégias de Ação Educativa 2.1. Parcerias No contexto atual, em que a Escola diversifica a sua oferta formativa, o estabelecimento de parcerias é fundamental para assegurar a viabilidade dos projetos. O Instituto Nun Alvres tem vários protocolos com diferentes entidades, nomeadamente, autarquias, universidades, empresas e instituições da região. Câmara Municipal de Santo Tirso Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão Centro de Emprego Centros de dia de Areias e Santo Tirso Conservatório de música (CCM) Escola Torre dos Pequeninos Universidade do Minho Universidade Católica Universidade do Porto Universidade Lusíada de V.N. de Famalicão Associação Comercial e Industrial de V. N. Famalicão Associação Comercial e Industrial de Santo Tirso Página 40

41 2.2. Objetivos Objetivos Inacianos A partir das características da Educação num colégio da Companhia de Jesus, pretende-se que o aluno atinja os seguintes objetivos no final do seu percurso escolar: Descobrir Deus ativo em tudo, na História e na Criação: O aluno Tem um sentido de admiração e de mistério diante da Criação Desenvolve os seus talentos intelectuais, imaginativos, criativos, técnicos e físicos Ser livre (liberdade humana de ) : O aluno Sente-se parte ativa no processo ensino/aprendizagem Sente-se estimulado a uma aprendizagem contínua Ser chamado à liberdade (liberdade para ): O aluno Conhece-se a si mesmo como processo Tem consciência do mundo em que vive Constrói um projeto de vida: orienta-se por valores, aceita e cumpre as normas, desenvolve o sentido crítico, toma decisões pessoais Reconhecer Cristo como modelo: O aluno Desenvolve uma amizade pessoal com Jesus (oração pessoal e comunitária) Sente-se interpelado a seguir Cristo como um ser para os outros Página 41

42 Preparar-se para um compromisso na vida ativa (Ação): O aluno Desenvolve relações interpessoais de amizade e confiança Coloca as suas qualidades ao serviço dos outros Compromete-se em ações concretas Preparar-se para a participação ativa na Igreja e comunidade local: O aluno Tem um sentido de pertença à comunidade cristã Respeita a diferença e colabora com outros na defesa de valores comuns Procurar o Magis : O aluno Desenvolve as capacidades individuais Procura atingir a excelência através de uma competição sadia e cooperação Sentir-se elemento de uma comunidade educativa: O aluno Defende os valores promovidos no Colégio Participa ativamente nas estruturas internas Desenvolver o discernimento: O aluno Sente-se estimulado a uma reflexão e avaliação permanentes em relação a si próprio e à comunidade educativa Introduz adaptações e mudanças em colaboração com os outros Página 42

43 3. Objetivos Disciplinares por Departamento 3. Departamento de Português e Línguas Estrangeiras Português Básico I Metas Curriculares de Português 1.º ano 2.º ano 3.º ano 4.º ano Oralidade Respeitar regras da interação discursiva. Escutar discursos breves para aprender e construir conhecimentos. Produzir um discurso oral com correção. Produzir discursos com diferentes finalidades, tendo em conta a situação e o interlocutor. Respeitar regras Escutar para Escutar para aprender e da interação discursiva. Escutar discursos breves para aprender e construir conhecimentos. aprender e construir conhecimentos. Produzir um discurso oral com correção. Produzir Produzir um discursos com diferentes finalidades, discurso oral diferentes com correção. Produzir finalidades, tendo em conta discursos com a situação e o diferentes finalidades, interlocutor. tendo em conta a situação e o interlocutor. construir conhecimentos. Utilizar técnicas para registar e reter a informação. Produzir um discurso oral com correção. Produzir discursos com tendo em conta a situação e o interlocutor. Participar em atividades de expressão oral orientada, respeitando regras e papéis específicos. Página 43

44 Leitura e Escrita Desenvolver a Desenvolver a Desenvolver a Ler em voz alta palavras consciência fonológica e consciência consciência e textos. operar com fonemas. fonológica e fonológica e Ler textos diversos. Conhecer o alfabeto e operar com operar com Apropriar-se de novos os grafemas. fonemas. fonemas. vocábulos. Ler em voz alta palavras, Conhecer o Ler em voz alta Organizar os pseudo-palavras e alfabeto e os palavras e conhecimentos do texto. textos. grafemas. textos. Relacionar o texto com Ler textos diversos. Ler em voz alta Ler textos conhecimentos Apropriar-se de novos palavras, diversos. anteriores e vocábulos. pseudo-palavras Apropriar-se de compreendê-lo. Organizar a informação e textos. novos Monitorizar a de um texto lido. Ler textos vocábulos. compreensão. Relacionar o texto com diversos. Organizar os Elaborar e aprofundar conhecimentos Apropriar-se de conhecimentos ideias e conhecimentos. anteriores. novos do texto. Apropriar-se de novos Monitorizar a vocábulos. Relacionar o vocábulos. compreensão. Organizar a texto com Organizar os Desenvolver o informação de conhecimentos conhecimentos do texto. conhecimento da um texto lido. anteriores e Relacionar o texto com ortografia. Relacionar o compreendê-lo. conhecimentos Mobilizar o texto com Monitorizar a anteriores e conhecimento da conhecimentos compreensão. compreendê-lo. pontuação. anteriores e Elaborar e Monitorizar a Transcrever e escrever compreendê-lo. aprofundar compreensão. textos. Monitorizar a ideias e Elaborar e aprofundar compreensão. conhecimentos. ideias e conhecimentos. Página 44

45 Elaborar e aprofundar conhecimentos. Desenvolver o conhecimento da ortografia. Mobilizar o conhecimento da pontuação. Transcrever e escrever textos. Planificar a escrita de textos. Redigir corretamente. Desenvolver o conhecimento da ortografia. Mobilizar o conhecimento da representação gráfica e da pontuação. Planificar a escrita de textos. Redigir corretamente. Escrever textos narrativos. Escrever textos informativos. Escrever textos dialogais. Escrever textos diversos. Rever textos escritos. Desenvolver o conhecimento da ortografia. Mobilizar o conhecimento da representação gráfica e da pontuação. Planificar a escrita de textos. Redigir corretamente. Escrever textos narrativos. Escrever textos informativos. Escrever textos dialogais. Escrever textos descritivos. Escrever textos diversos. Rever textos escritos. Página 45

46 Iniciação à Educação Literária Educação Literária Ouvir ler e ler textos literários. Compreender o essencial dos textos escutados e lidos. Ler para apreciar textos literários. Ler em termos pessoais. Dizer e contar, em termos pessoais e criativos. Descobrir regularidades no funcionamento da língua. Compreender formas de organização do léxico. Ouvir ler e ler textos literários. Compreender o essencial dos textos escutados e lidos. Ler para apreciar textos literários. Ler em termos pessoais. Ler e ouvir ler textos literários. Compreender o essencial dos textos escutados e lidos. Ler para apreciar textos literários. Ler em termos pessoais. Ler e ouvir ler textos literários. Compreender o essencial dos textos escutados e lidos. Ler para apreciar textos literários. Ler em termos pessoais. Dizer e escrever, em termos pessoais e criativos. Dizer e escrever, em termos pessoais e criativos. Dizer e escrever, em termos pessoais e criativos. Gramática Explicitar Explicitar Conhecer propriedades regularidades aspetos das palavras e explicitar no fundamentais aspetos fundamentais da funcionamento da fonologia do sua morfologia e do seu da língua. português. comportamento Compreender Conhecer sintático. formas de propriedades Reconhecer classes de organização do das palavras. palavras. léxico. Analisar e Analisar e estruturar estruturar unidades sintáticas. Página 46

47 unidades sintáticas. Compreender formas de organização do léxico. Página 47

48 METAS CURRICULARES DE PORTUGUÊS 5º ano Domínios de Referência, Objetivos e Descritores de Desempenho Os objetivos e descritores indicados em cada ano de escolaridade são obrigatórios. Sempre que necessário, devem continuar a ser mobilizados em anos subsequentes. Oralidade O5 1. Interpretar discursos orais breves. 1. Indicar a intenção do autor. 2. Referir o tema. 3. Explicitar o assunto. 4. Distinguir o essencial do acessório. 5. Distinguir facto de opinião. 6. Fazer deduções. 7. Manifestar a reação pessoal ao texto ouvido. 8. Reformular enunciados ouvidos com recurso ao reconto ou à paráfrase. 2. Utilizar procedimentos para registar e reter a informação. 1. Preencher grelhas de registo. 2. Tomar notas. 3. Pedir informações ou explicações complementares. Página 48

49 3. Produzir discursos orais com diferentes finalidades e com coerência. 1. Usar oportunamente a palavra, de modo audível, com boa dicção e olhando para o interlocutor. 2. Informar, explicar. 3. Planificar um discurso oral definindo alguns tópicos de suporte a essa comunicação. 4. Fazer uma apresentação oral (máximo de 3 minutos) sobre um tema, com recurso eventual a tecnologias de informação. 5. Fazer perguntas sobre a apresentação de um trabalho de colegas. 6. Respeitar princípios reguladores da interação discursiva, na produção de enunciados de resposta e na colocação de perguntas. 7. Usar um vocabulário adequado ao assunto. 8. Controlar as estruturas gramaticais correntes: concordâncias, adequação de tempos verbais e expressões adverbiais de tempo. 4. Apresentar argumentos. 1. Construir uma argumentação simples (por exemplo, em 2 a 3 minutos, breve exposição de razões para uma opinião ou atitude). 2. Enunciar argumentos em defesa de duas opiniões contrárias (dois argumentos para cada posição) sobre um mesmo tema, proposto pelo professor. Leitura e Escrita LE5 5. Ler em voz alta palavras e textos. 1. Ler corretamente, por minuto, um mínimo de 110 palavras, de uma lista de palavras de um texto, apresentadas quase aleatoriamente. Página 49

50 2. Ler um texto com articulação e entoação corretas e uma velocidade de leitura de, no mínimo, 140 palavras por minuto. 6. Ler textos diversos. 1. Ler textos narrativos, descritivos, retratos, cartas, textos de enciclopédias e de dicionários, notícias, entrevistas, roteiros, sumários e texto publicitário. 7. Compreender o sentido dos textos. 1. Realizar, ao longo da leitura de textos longos, sínteses parciais (de parágrafos ou secções), formular questões intermédias e enunciar expectativas e direções possíveis. 2. Detetar o foco da pergunta ou instrução em textos que contêm instruções para concretização de tarefas. 3. Detetar e distinguir entre informação essencial e acessória, tomando notas. 8. Fazer inferências a partir da informação contida no texto. 1. Identificar pela estrutura interna o sentido de palavras, expressões ou fraseologias desconhecidas, incluindo provérbios. 2. Pôr em relação duas informações para inferir delas uma terceira. 3. Pôr em evidência relações intratextuais de semelhança ou de oposição entre acontecimentos e entre sentimentos. 9. Organizar a informação contida no texto. 1. Parafrasear períodos de textos lidos. 2. Indicar os aspetos nucleares do texto, respeitando a articulação dos factos ou das ideias, assim como o sentido do texto. Página 50

51 3. Indicar a intenção do autor, justificando a partir de elementos do texto. 10. Avaliar criticamente textos. 1. Exprimir uma opinião crítica a respeito de ações das personagens ou de outras informações que possam ser objeto de juízos de valor. 2. Exprimir uma breve opinião crítica a respeito de um texto e comparálo com outros já lidos ou conhecidos. 11. Desenvolver o conhecimento da ortografia. 1. Desenvolver e aperfeiçoar uma caligrafia legível. 2. Escrever sem erros de ortografia. 3. Explicitar e aplicar as regras de ortografia e acentuação. 12. Planificar a escrita de textos. 1. Registar ideias relacionadas com o tema, hierarquizá-las e articulá-las devidamente. 13. Redigir corretamente. 1. Respeitar as regras de ortografia e de acentuação. 2. Aplicar regras de uso de sinais de pontuação para representar tipos de frase e movimentos sintáticos básicos (enumeração, delimitação do vocativo, encaixe, separação de orações). 3. Utilizar e marcar adequadamente parágrafos. 4. Controlar as estruturas gramaticais correntes: concordâncias, adequação de tempos verbais e expressões adverbiais de tempo. 5. Construir dispositivos de encadeamento (crono)lógico, de retoma e de substituição que assegurem a coesão e a continuidade de sentido: Página 51

52 a) Repetições; b) Substituições por pronomes pessoais; c) Substituições por sinónimos e expressões equivalentes; d) Referência por possessivos; e) Uso de conectores adequados. 6. Utilizar vocabulário específico do assunto que está a ser tratado. 7. Cuidar da apresentação final do texto. 14. Escrever textos narrativos. 1. Escrever pequenas narrativas, integrando os elementos quem, quando, onde, o quê, como, porquê e respeitando uma sequência que contemple: apresentação do cenário (tempo e lugar) e das personagens; acontecimento desencadeador da ação; ação; conclusão; emoções ou sentimentos provocados pelo desfecho da narrativa. 15. Escrever textos informativos. 1. Escrever pequenos textos informativos com uma introdução ao tópico; o desenvolvimento deste, com a informação agrupada em parágrafos; e uma conclusão. 16. Escrever textos descritivos. 1. Escrever descrições de pessoas, objetos ou paisagens, referindo características essenciais e encadeando logicamente os elementos selecionados. Página 52

53 17. Escrever textos de opinião. 1. Escrever um texto de opinião com a tomada de uma posição e apresentando, pelo menos, duas razões que a justifiquem e uma conclusão coerente. 18. Escrever textos diversos. 1. Escrever convites e cartas. 2. Escrever o guião de uma entrevista. 19. Rever os textos escritos. 1. Verificar se o texto respeita o tema proposto. 2. Verificar se o texto obedece à tipologia indicada. 3. Verificar se os textos escritos contêm as ideias previstas na planificação. 4. Verificar se os textos escritos incluem as partes necessárias e se estas estão devidamente ordenadas. 5. Verificar se há repetições que possam ser evitadas. 6. Corrigir o que se revelar necessário, suprimindo ou mudando de sítio o que estiver incorreto. 7. Verificar a correção linguística. Educação Literária EL5 20. Ler e interpretar textos literários. (v. Lista em anexo) 1. Ler e ouvir ler textos da literatura para crianças e jovens, da tradição popular, e adaptações de clássicos. 2. Identificar marcas formais do texto poético: estrofe (terceto, quadra, quintilha) e verso (com rima e livre). Página 53

54 3. Distinguir sílaba métrica de sílaba gramatical e segmentar versos por sílaba métrica, reconhecendo o contributo desta para a construção do ritmo do verso. 4. Identificar temas dominantes do texto poético. 5. Reconhecer a estrutura e elementos constitutivos do texto narrativo: personagens (principal e secundárias); narrador; contextos temporal e espacial, ação (situação inicial, desenvolvimento da ação peripécias, problemas e sua resolução). 6. Compreender relações entre personagens e entre acontecimentos. 7. Fazer inferências. 8. Aperceber-se de recursos utilizados na construção dos textos literários (linguagem figurada; recursos expressivos onomatopeia, enumeração, personificação, comparação) e justificar a sua utilização. 9. Distinguir, a partir de critérios dados, os seguintes géneros: fábula e lenda. 10. Responder, de forma completa, a questões sobre os textos. 21. Tomar consciência do modo como os temas, as experiências e os valores são representados nos textos literários. (v. Lista em anexo e Listagem PNL) 1. Identificar relações, formais ou de sentido, entre vários textos, estabelecendo semelhanças ou contrastes. 22. Ler e escrever para fruição estética. (v. Lista em anexo e Listagem PNL) 1. Ler e ouvir ler textos da literatura para crianças e jovens, da tradição popular, e adaptações de clássicos. 2. Ler, memorizar e recitar poemas, com ritmo e entoação adequados. Página 54

55 3. Expressar sentimentos, ideias e pontos de vista provocados pela leitura do texto literário. 4. Selecionar e fazer a leitura autónoma de obras, por iniciativa própria. 5. Reescrever um texto, mudando de pessoa (narração de 1.ª para 3.ª pessoa e vice-versa) ou escolhendo as diferentes perspetivas das personagens. 6. Compor textos (por exemplo, poemas, histórias), por imitação criativa, para expressar sensibilidade e imaginação. Gramática G5 23. Explicitar aspetos fundamentais da morfologia. 1. Deduzir o significado de palavras complexas a partir dos elementos constitutivos (radical e afixos). 2. Detetar processos de derivação de palavras por afixação (prefixação e sufixação). 3. Reconhecer e sistematizar paradigmas flexionais dos verbos regulares. 4. Identificar e usar os seguintes modos e tempos dos verbos regulares e de verbos irregulares de uso mais frequente: a)formas finitas indicativo (presente, pretérito perfeito, pretérito imperfeito, pretérito mais-que-perfeito composto e futuro) e imperativo; b) Formas não finitas infinitivo (impessoal) e particípio. 24. Reconhecer e conhecer classes de palavras. 1. Integrar as palavras nas classes a que pertencem: a) Nome: próprio e comum (coletivo); b) Adjetivo: qualificativo e numeral; c) Verbo: principal e auxiliar (dos tempos compostos); Página 55

56 d)advérbio: valores semânticos de negação, de afirmação, de quantidade e grau, de modo, de tempo e de lugar; funções interrogativo; e)determinante: artigo (definido e indefinido), demonstrativo, possessivo; f) Pronome: pessoal, demonstrativo, possessivo; g) Quantificador numeral; h) Preposição. 25. Analisar e estruturar unidades sintáticas. 1. Aplicar regras de utilização do pronome pessoal em adjacência verbal, colocando corretamente os pronomes átonos em frases afirmativas e negativas. 2. Identificar as seguintes funções sintáticas: sujeito (simples e composto), vocativo, predicado, complemento direto, complemento indireto. 26. Reconhecer propriedades das palavras e formas de organização do léxico. 1. Identificar e estabelecer relações de significado entre palavras: sinonímia e antonímia. 2. Identificar e organizar famílias de palavras. Página 56

57 6º ano Domínios de Referência, Objetivos e Descritores de Desempenho Os objetivos e descritores indicados em cada ano de escolaridade são obrigatórios. Sempre que necessário, devem continuar a ser mobilizados em anos subsequentes. Oralidade O6 1. Interpretar discursos orais breves. 1. Distinguir a informação implícita da informação explícita. 2. Fazer deduções e inferências. 3. Explicitar o significado de expressões de sentido figurado. 4. Manifestar, justificando, a reação pessoal ao texto ouvido. 5. Sistematizar enunciados ouvidos. 2. Utilizar procedimentos para registar e reter a informação. 1. Preencher grelhas de registo. 2. Tomar notas e registar tópicos. 3. Produzir discursos orais com diferentes finalidades e com coerência. 1. Planificar um discurso oral, definindo alguns tópicos de suporte a essa comunicação e hierarquizando a informação essencial. 2. Fazer uma apresentação oral (máximo de 4 minutos) sobre um tema, distinguindo introdução e fecho, com recurso eventual a tecnologias de informação. 3. Captar e manter a atenção de diferentes audiências (com Página 57

58 adequação de movimentos, gestos e expressão facial, do tom de voz, das pausas, da entoação e do ritmo). 4. Respeitar princípios reguladores da interação discursiva, na formulação de pedidos (com uso apropriado dos modos imperativo, indicativo e conjuntivo), na apresentação de factos e de opiniões. 5. Tratar um assunto com vocabulário diversificado e adequado. 6. Controlar as estruturas gramaticais correntes e algumas estruturas gramaticais complexas (pronominalizações; uso de marcadores discursivos). 4. Compreender e apresentar argumentos. 1. Identificar argumentos que fundamentam uma opinião. 2. Justificar pontos de vista. 3. Construir uma argumentação em defesa de uma posição e outra argumentação em defesa do seu contrário (dois argumentos para cada posição) sobre um mesmo tema, proposto pelo professor. Leitura e Escrita LE6 5. Ler em voz alta palavras e textos. 1. Ler corretamente, por minuto, um mínimo de 120 palavras, de uma lista de palavras de um texto, apresentadas quase aleatoriamente. 2. Ler um texto com articulação e entoação corretas e uma velocidade de leitura de, no mínimo, 150 palavras por minuto. Página 58

59 6. Ler textos diversos. 1. Ler textos narrativos, descrições, retratos, cartas, textos de enciclopédias e de dicionários, notícias, entrevistas, roteiros, sumários e texto publicitário. 7. Compreender o sentido dos textos. 1. Realizar, ao longo da leitura de textos longos, sínteses parciais (de parágrafos ou secções), formular questões intermédias e enunciar expectativas e direções possíveis. 2. Detetar informação relevante, factual e não factual, tomando notas (usar títulos intermédios, colocar perguntas, retirar conclusões). 8. Fazer inferências a partir da informação prévia ou contida no texto. 1. Antecipar o assunto, mobilizando conhecimentos prévios com base em elementos paratextuais (por exemplo, deteção de título, subtítulo, autor, ilustrador, capítulos, configuração da página, imagens). 2. Identificar, pelo contexto e pela estrutura interna, o sentido de palavras, expressões ou fraseologias desconhecidas, incluindo provérbios e expressões idiomáticas. 3. Pôr em relação duas informações para inferir delas uma terceira. 4. Extrair o pressuposto de um enunciado. 9. Organizar a informação contida no texto. 1. Procurar, recolher, selecionar e organizar informação, com vista à construção de conhecimento (de acordo com objetivos pré-definidos e com supervisão do professor). Página 59

60 2.Parafrasear períodos ou parágrafos de um texto. 3.Relacionar a estrutura do texto com a intenção e o conteúdo do mesmo. 4.Distinguir relações intratextuais de causa efeito e de parte todo. 5.Indicar os aspetos nucleares do texto de maneira rigorosa, respeitando a articulação dos factos ou das ideias assim como o sentido do texto e as intenções do autor. 6. Explicitar, de maneira sintética, o sentido global de um texto. 10. Avaliar criticamente textos. 1. Exprimir uma opinião crítica a respeito de ações das personagens ou de outras informações que possam ser objeto de juízos de valor. 2. Fazer apreciações críticas sobre os textos lidos (por exemplo, se o tema e o assunto são interessantes e porquê; se a conclusão é lógica; se concorda com o desenlace ou discorda dele e porquê; que alternativa sugere). 3. Exprimir uma opinião crítica a respeito de um texto e compará-lo com outros já lidos ou conhecidos. 11. Planificar a escrita de textos. 1. Estabelecer objetivos para o que pretende escrever. 2. Organizar informação segundo a tipologia do texto. 3. Registar ideias, organizá-las e desenvolvê-las. 12. Redigir corretamente. 1. Respeitar as regras de ortografia, de acentuação, de pontuação e os sinais auxiliares de escrita. 2. Controlar e mobilizar as estruturas gramaticais mais adequadas. Página 60

AGRUPAMENTO DE CLARA DE RESENDE COD. 242 937 COD. 152 870

AGRUPAMENTO DE CLARA DE RESENDE COD. 242 937 COD. 152 870 CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO (Aprovados em Conselho Pedagógico de 16 outubro de 2012) No caso específico da disciplina de PORTUGUÊS, do 3.º ano de escolaridade, a avaliação incidirá ainda ao nível

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL 2015/2016 PORTUGUÊS - 4ºANO

PLANIFICAÇÃO ANUAL 2015/2016 PORTUGUÊS - 4ºANO . Interação discursiva Princípios de cortesia e cooperação Informação, explicação; pergunta. Compreensão e expressão Vocabulário: variedade e precisão Informação: essencial e acessória; implícita Facto

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL 2015/2016 PORTUGUÊS - 3ºANO

PLANIFICAÇÃO ANUAL 2015/2016 PORTUGUÊS - 3ºANO DIREÇÃO DE SERVIÇOS DA REGIÃO ALGARVE Agrupamento de Escolas José Belchior Viegas (Sede: Escola Secundária José Belchior Viegas) PLANIFICAÇÃO ANUAL 2015/2016 PORTUGUÊS - 3ºANO METAS Domínios/ Conteúdos

Leia mais

AGRUPAMENTO DE CLARA DE RESENDE COD. 346 779 COD. 152 870

AGRUPAMENTO DE CLARA DE RESENDE COD. 346 779 COD. 152 870 CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO ( Aprovados em Conselho Pedagógico de21 de outubro de 2014 ) No caso específico da disciplina de Português, do 6.º ano de escolaridade, a avaliação incidirá ao nível

Leia mais

Objetivos Domínios/ Conteúdos Atividades

Objetivos Domínios/ Conteúdos Atividades AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N.º 1 DE GONDOMAR EB 2/3 de Jovim e Foz do Sousa PLANIFICAÇÃO ANUAL DE PORTUGUÊS 1º Período 5º Ano ANO LETIVO 2014/2015 Objetivos Domínios/ Conteúdos Atividades Conhecer o alfabeto.

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE PORTUGUÊS 6.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE PORTUGUÊS 6.º ANO DE PORTUGUÊS 6.º ANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO No final do 6.º ano de escolaridade, o aluno deve ser capaz de: interpretar e produzir textos orais com diferentes finalidades e coerência, apresentando

Leia mais

ESCOLA BÁSICA FERNANDO CALDEIRA Currículo de Português. Departamento de Línguas. Currículo de Português - 7º ano

ESCOLA BÁSICA FERNANDO CALDEIRA Currículo de Português. Departamento de Línguas. Currículo de Português - 7º ano Departamento de Línguas Currículo de Português - Domínio: Oralidade Interpretar discursos orais com diferentes graus de formalidade e complexidade. Registar, tratar e reter a informação. Participar oportuna

Leia mais

Escutar discursos breves para aprender e construir conhecimentos.

Escutar discursos breves para aprender e construir conhecimentos. METAS CURRICULARES 2º ANO Português Oralidade Respeitar regras da interação discursiva. Escutar discursos breves para aprender e construir conhecimentos. Produzir um discurso oral com correção. Produzir

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL 2013-2014

PLANIFICAÇÃO ANUAL 2013-2014 PLANIFICAÇÃO ANUAL 2013-2014 Agrupamento de Escolas Domingos Sequeira Área Disciplinar: Português Ano de Escolaridade: 3º Mês: outubro Domínios de referência Objetivos/Descritores Conteúdos Oralidade 1

Leia mais

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO 3º ANO (1º CICLO) PORTUGUÊS

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO 3º ANO (1º CICLO) PORTUGUÊS CRTÉRO EPECÍCO DE AVALAÇÃO 3º ANO (1º CCLO) PORTUGUÊ DOMÍNO OJETVO DECRTORE DE DEEMPENHO MENÇÕE Oralidade 1. Escutar para aprender e construir conhecimentos 2. Produzir um discurso oral com correção 3.

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PEDROUÇOS. Planificação de Português

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PEDROUÇOS. Planificação de Português AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PEDROUÇOS Escola Básica 2/3 de Pedrouços Planificação de Português 7. 7ºano de escolaridade Ano letivo 2012/2013 Expressão oral Compreensão oral 1. o Período (+-64 aulas ) ))))))))646464+66666646

Leia mais

DEPARTAMENTO DO 1º CICLO ANO LETIVO 2012-2013. Critérios de avaliação

DEPARTAMENTO DO 1º CICLO ANO LETIVO 2012-2013. Critérios de avaliação DEPARTAMENTO DO 1º CICLO ANO LETIVO 2012-2013 Critérios de avaliação 0 MATRIZ CURRICULAR DO 1º CICLO COMPONENTES DO CURRÍCULO Áreas curriculares disciplinares de frequência obrigatória: Língua Portuguesa;

Leia mais

Síntese da Planificação da Disciplina de Português - 5 º Ano

Síntese da Planificação da Disciplina de Português - 5 º Ano Síntese da Planificação da Disciplina de Português - 5 º Ano Dias de aulas previstos Período 2.ª 3.ª 4.ª 5.ª 6.ª 1.º período 13 13 13 12 13 2.º período 9 9 9 11 11 3.º período 9 11 10 10 11 (As Aulas previstas

Leia mais

2013/2014 CONTEÚDOS TEMÁTICOS CONTEÚDOS GRAMATICAIS CALENDARIZAÇÃO UNIDADE

2013/2014 CONTEÚDOS TEMÁTICOS CONTEÚDOS GRAMATICAIS CALENDARIZAÇÃO UNIDADE Escolas João de Araújo Correia EB 2.3PESO DA RÉGUA Disciplina de Português 6º Ano Ano Letivo 2013/2014 CONTEÚDOS TEMÁTICOS CONTEÚDOS GRAMATICAIS CALENDARIZAÇÃO UNIDADE 0 Ponto de partida Reportagem televisiva

Leia mais

2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL 7.º ANO

2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL 7.º ANO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOSÉ BELCHIOR VIEGAS ESCOLA BÁSICA 2.3 POETA BERNARDO DE PASSOS PORTUGUÊS 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL 7.º ANO (cerca de 165 aulas) 1 DOMÍNIO: ORALIDADE OBJETIVOS DESCRITORES DE

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER - Código 151427 PLANO DE ESTUDOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER 2013/2014

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER - Código 151427 PLANO DE ESTUDOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER 2013/2014 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER - Código 7 PLANO DE ESTUDOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER 0/0 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER - Código 7 ÍNDICE - Introdução...

Leia mais

PLANO DE CURSO REFERENCIAL LÍNGUA PORTUGUESA/GESTAR 6ª SÉRIE (7º ANO)

PLANO DE CURSO REFERENCIAL LÍNGUA PORTUGUESA/GESTAR 6ª SÉRIE (7º ANO) PLANO DE CURSO REFERENCIAL LÍNGUA PORTUGUESA/GESTAR 6ª SÉRIE (7º ANO) Processo Avaliativo Unidade Didática PRIMEIRA UNIDADE Competências e Habilidades Aperfeiçoar a escuta de textos orais - Reconhecer

Leia mais

Critérios de Avaliação

Critérios de Avaliação Critérios de Avaliação Ano letivo 2013/2014 Critérios de Avaliação 2013/2014 Introdução As principais orientações normativas relativas à avaliação na educação pré-escolar estão consagradas no Despacho

Leia mais

As Metas Curriculares de Português, para o 3º Ciclo, apresentam cinco características essenciais:

As Metas Curriculares de Português, para o 3º Ciclo, apresentam cinco características essenciais: DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS PORTUGUÊS 9º ANO C Ano Letivo: 204 /205. Introdução / Metas Curriculares Na disciplina de Português o desenvolvimento do ensino será orientado por Metas Curriculares cuja definição

Leia mais

AVALIAÇÃO NAS DISCIPLINAS CURRICULARES

AVALIAÇÃO NAS DISCIPLINAS CURRICULARES ESCOLA BÁSICA LUÍS DE STTAU MONTEIRO - AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº1 DE LOURES AVALIAÇÃO NAS DISCIPLINAS CURRICULARES DOMÍNIOS / CRITÉRIOS 3º Ciclo DISCIPLINA COGNITIVO / OPERATIVO E INSTRUMENTAL CONHECIMENTOS

Leia mais

Vou entrar no Ensino Secundário. E agora? Que via escolher?

Vou entrar no Ensino Secundário. E agora? Que via escolher? Vou entrar no Ensino Secundário. E agora? Que via escolher? A publicação da Lei n.º 85/2009, de 27 de Agosto, estabelece o regime de escolaridade obrigatória para as crianças e jovens em idade escolar,

Leia mais

Metas Curriculares de Português

Metas Curriculares de Português Metas Curriculares de Português Ensino Básico 2.º Ciclo O domínio da ORALIDADE Helena C. Buescu, Maria Regina Rocha, Violante F. Magalhães Objetivos e Descritores de Desempenho Oralidade 5.º Ano Objetivos

Leia mais

PLANOS de ESTUDO. Ensino Secundário Diurno Ano Letivo 2015/2016

PLANOS de ESTUDO. Ensino Secundário Diurno Ano Letivo 2015/2016 PLANOS de ESTUDO Ensino Secundário Diurno Ano Letivo 2015/2016 Rua Doutor Manuel de Arriaga 8004-070 Faro Telefone: 289889570; Fax: 289889580 direcao.agrupamento@agr-tc.pt www.agr-tc.pt CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ABEL SALAZAR 2015-2016

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ABEL SALAZAR 2015-2016 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ABEL SALAZAR 2015-2016 1º CICLO - 1º ANO DE ESCOLARIDADE PORTUGUÊS PLANIFICAÇÃO MENSAL DE JANEIRO DOMÍNIOS METAS/OBJETIVOS OPERACIONALIZAÇÃO (DESCRITORES) MATERIAIS/RECURSOS MODALIDADES

Leia mais

PROJETO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FREI JOÃO DE VILA DO CONDE

PROJETO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FREI JOÃO DE VILA DO CONDE PROJETO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FREI JOÃO DE VILA DO CONDE ÍNDICE 1. Introdução 2. O Agrupamento 2.1 População Escolar (número de alunos por estabelecimento de ensino) 2.2 Recursos Humanos

Leia mais

Compreensão/Expressão oral

Compreensão/Expressão oral ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES PLANIFICAÇÃO ANUAL 3º C.E.B DISCIPLINA: Português ANO: 7º ANO : 2011/2012 SEQUÊNCIA 1 COMPETÊNCIAS/ Compreensão/Expressão oral Dispor-se a escutar. LEITURA

Leia mais

1.º Ciclo do Ensino Básico Critérios de Avaliação

1.º Ciclo do Ensino Básico Critérios de Avaliação 1.º Ciclo do Ensino Básico Critérios de Avaliação PORTUGUÊS Domínios em Domínios/Competências Fatores de ponderação Instrumentos de Domínio Cognitivo Compreensão oral 20% Registos e grelhas de observação

Leia mais

AGRUPAMENTO de ESCOLAS Nº1 de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2013/2014 PLANIFICAÇÃO ANUAL

AGRUPAMENTO de ESCOLAS Nº1 de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2013/2014 PLANIFICAÇÃO ANUAL AGRUPAMENTO de ESCOLAS Nº1 de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2013/2014 PLANIFICAÇÃO ANUAL Documento(s) Orientador(es): Programa de Português do Ensino Básico; Metas Curriculares de Português- 1º Ciclo 1º

Leia mais

Plano de Estudo e de Desenvolvimento do Currículo

Plano de Estudo e de Desenvolvimento do Currículo DGEste - Direção de Serviços da Região Norte AGRUPAMENTO DE ESCOLAS LEONARDO COIMBRA FILHO, PORTO Código 152213 4.º ANO Ano Letivo 2014/2015 Aulas Previstas/Ano de Escolaridade Plano de Estudo e de Desenvolvimento

Leia mais

Oralidade. Departamento Curricular de Língua Materna e Humanidades Ano Letivo 2015 / 2016

Oralidade. Departamento Curricular de Língua Materna e Humanidades Ano Letivo 2015 / 2016 DOMÍNIOS Oralidade Metas curriculares 1. Escutar para aprender e construir conhecimentos. 2. Produzir um discurso oral com correção. 3. Produzir discursos com diferentes finalidades, tendo em conta a situação

Leia mais

Informação-Prova de Equivalência à Frequência COMPONENTE ESCRITA

Informação-Prova de Equivalência à Frequência COMPONENTE ESCRITA Agrupamento de Escolas do Viso Porto Prova de Equivalência à Frequência Espanhol (LE II) Prova 15 3º- Ciclo do Ensino Básico Informação-Prova de Equivalência à Frequência Tipo de Prova: Escrita e Oral

Leia mais

PROVA ESCRITA. As informações sobre a prova apresentadas neste documento não dispensam a consulta da legislação referida e do Programa da disciplina.

PROVA ESCRITA. As informações sobre a prova apresentadas neste documento não dispensam a consulta da legislação referida e do Programa da disciplina. INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA ESPANHOL (LE II) Abril de 2015 Prova 15 2015 3.º Ciclo do Ensino Básico (Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) Tipo de Prova: Escrita e Oral Duração: 90

Leia mais

ENSINO SECUNDÁRIO. Cursos Profissionais. Cursos Vocacionais

ENSINO SECUNDÁRIO. Cursos Profissionais. Cursos Vocacionais ENSINO SECUNDÁRIO Cursos Científico Humanísticos Cursos do Ensino Artístico Especializado Cursos Profissionais Cursos com Planos Próprios Cursos Vocacionais Cursos de Aprendizagem (IEFP) Ensino Superior

Leia mais

DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS

DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FLÁVIO GONÇALVES PÓVOA DE VARZIM Critérios Específicos de Avaliação DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS ANO LETIVO 2014/15 Critérios de avaliação específicos da disciplina de

Leia mais

* Tempo = 45minutos Grupo 300 Página 1 de 8

* Tempo = 45minutos Grupo 300 Página 1 de 8 Conteúdos Objectivos/Competências a desenvolver Tempo* Estratégias Recursos Avaliação Apresentação: Turma e professor Programa Critérios de avaliação Normas de funcionamento Conhecer os elementos que constituem

Leia mais

DEPARTAMENTO DE 1º Ciclo - Grupo 110. Planificação Anual /Critérios de avaliação. Disciplina: Português 1.º ano 2015/2016

DEPARTAMENTO DE 1º Ciclo - Grupo 110. Planificação Anual /Critérios de avaliação. Disciplina: Português 1.º ano 2015/2016 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE DEPARTAMENTO DE 1º Ciclo - Grupo 110 Planificação Anual /Critérios de avaliação Disciplina: Português 1.º ano 2015/2016 Domínio (Unidade / Tema) Subdomínio / Conteúdos

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Terras de Bouro

Agrupamento de Escolas de Terras de Bouro Informação Prova de Equivalência à Frequência INGLÊS Abril 2015 2ºCiclo do Ensino Básico (Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) Prova 06/2015 Tipo de Prova: Escrita e Oral Duração: 90 minutos + 15 minutos

Leia mais

Informação Prova de Equivalência à Frequência

Informação Prova de Equivalência à Frequência Ano letivo 2014/2015 Ensino Secundário - 1ª e 2ª Fase Disciplina de ESPANHOL (INICIAÇÃO BIENAL) - 375 Informação Prova de Equivalência à Frequência 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Rio Tinto AERT E. B. 2, 3 de Rio Tinto

Agrupamento de Escolas de Rio Tinto AERT E. B. 2, 3 de Rio Tinto Agrupamento de Escolas de Rio Tinto AERT E. B. 2, 3 de Rio Tinto CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE INGLÊS - 3º CICLO - 2015/2016 Os critérios de avaliação têm como documentos de referência o Programa de Inglês

Leia mais

1- CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS 2- CIÊNCIAS SOCIOECONÓMICAS 3- LÍNGUAS E HUMANIDADES 4- ARTES VISUAIS

1- CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS 2- CIÊNCIAS SOCIOECONÓMICAS 3- LÍNGUAS E HUMANIDADES 4- ARTES VISUAIS OFERTA DO COLÉGIO (2010/2011) CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS Vocacionados para o prosseguimento de estudos a nível superior. Têm a duração de 3 anos de escolaridade. Conferem um diploma de conclusão do

Leia mais

METAS CURRICULARES CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ANO DE ESCOLARIDADE: 4.ºANO ANO LETIVO: 2015/2016

METAS CURRICULARES CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ANO DE ESCOLARIDADE: 4.ºANO ANO LETIVO: 2015/2016 METAS CURRICULARES CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ANO DE ESCOLARIDADE: 4.ºANO ANO LETIVO: 2015/2016 Português Oralidade Escutar para aprender e construir conhecimentos. Utilizar técnicas para registar e reter

Leia mais

Informação-Prova de Equivalência à Frequência

Informação-Prova de Equivalência à Frequência Informação-Prova de Equivalência à Frequência ENSINO SECUNDÁRIO PROVA ESCRITA E ORAL Prova de Equivalência à Frequência de Espanhol, 11º ano (Iniciação) Prova 375 (ter como referência quadro III do Desp.Norm.5/2013)

Leia mais

Planificação anual Ano letivo: 2015/2016

Planificação anual Ano letivo: 2015/2016 Planificação anual Período: 1.º Ano Número total de aulas previstas: 75-78 Competências Compreensão oral: seleção da mensagens emitidas em situação de presença, sobre temas familiares para os alunos e

Leia mais

Salesianos Mogofores Colégio

Salesianos Mogofores Colégio Salesianos Mogofores Colégio Rota de Aprendizagem PORTUGUÊS 6º ano Grupo de Português 2015-16 * Em anexo encontram-se Lista de Obras e Textos para Iniciação à Educação literária; e Metas Curriculares (2º

Leia mais

2º Ciclo. Planificações. Componentes de Formação. Português Inglês História e Geografia de Portugal. Línguas e Estudos Sociais:

2º Ciclo. Planificações. Componentes de Formação. Português Inglês História e Geografia de Portugal. Línguas e Estudos Sociais: Planificações Ano letivo 2014/2015 2º Ciclo Componentes de Formação Línguas e Estudos Sociais: Disciplinas Português Inglês História e Geografia de Portugal Matemática e Ciências Matemática Ciências Naturais

Leia mais

Planificação de Língua Portuguesa 9º ano

Planificação de Língua Portuguesa 9º ano Ano letivo: 2012/2013 Planificação de Língua Portuguesa 9º ano Competências gerais Competências específicas Conteúdos temáticos Conhecimento explícito Estratégias / Atividades Material Avaliação Tempo

Leia mais

Critérios de Avaliação

Critérios de Avaliação DGEstE Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares Direção de Serviços Região Centro Agrupamento de Escolas Figueira Mar Critérios de Avaliação 1º Ciclo Ano Letivo 14/ Terminologia a utilizar na classificação

Leia mais

METAS CURRICULARES DE PORTUGUÊS

METAS CURRICULARES DE PORTUGUÊS METAS CURRICULARES DE PORTUGUÊS ENSINO BÁSICO 1., 2. E 3. CICLOS PROPOSTAS PELA EQUIPA DE PORTUGUÊS: HELENA C. BUESCU, JOSÉ MORAIS, MARIA REGINA ROCHA, VIOLANTE F. MAGALHÃES AGOSTO DE 2012 ÍNDICE INTRODUÇÃO

Leia mais

Parecer da Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual sobre a proposta de Revisão da Estrutura Curricular

Parecer da Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual sobre a proposta de Revisão da Estrutura Curricular Parecer da Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual sobre a proposta de Revisão da Estrutura Curricular Introdução A APECV, utilizando vários processos de consulta aos seus associados

Leia mais

PROGRAMA E METAS CURRICULARES DE PORTUGUÊS DO ENSINO BÁSICO

PROGRAMA E METAS CURRICULARES DE PORTUGUÊS DO ENSINO BÁSICO PROGRAMA E METAS CURRICULARES DE PORTUGUÊS DO ENSINO BÁSICO HELENA C. BUESCU, JOSÉ MORAIS, MARIA REGINA ROCHA, VIOLANTE F. MAGALHÃES Maio de 2015 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 3 pág. PROGRAMA 4 Objetivos 5 1.º Ciclo

Leia mais

INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS LE I (2 anos) 2015

INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS LE I (2 anos) 2015 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS LE I (2 anos) 2015 Prova 06 / 2015 --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares

Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares Departamento da Educação Pré Escolar Avaliação na educação pré-escolar -Competências -Critérios gerais de avaliação Ano letivo 2013-2014 1 INTRODUÇÃO Para

Leia mais

Novos Programas de Português para o Ensino Básico Turma C445-J Escola Secundária da Senhora da Hora. Formadora: Dra. Gabriela Castanheira

Novos Programas de Português para o Ensino Básico Turma C445-J Escola Secundária da Senhora da Hora. Formadora: Dra. Gabriela Castanheira Novos Programas de Português para o Ensino Básico Turma C445-J Escola Secundária da Senhora da Hora Formadora: Dra. Gabriela Castanheira SEQUÊNCIA DIDÁCTICA 5º ANO ROTEIRO Ana Maria da Fonseca Rocha Julho

Leia mais

Escola Básica da Madalena Grelha de Conteúdos PORTUGUÊS 7º ano Ano letivo 2015 2016 ORALIDADE LEITURA / EDUCAÇÃO LITERÁRIA 1º PERÍODO CONTEÚDOS

Escola Básica da Madalena Grelha de Conteúdos PORTUGUÊS 7º ano Ano letivo 2015 2016 ORALIDADE LEITURA / EDUCAÇÃO LITERÁRIA 1º PERÍODO CONTEÚDOS Escola Básica da Madalena Grelha de Conteúdos PORTUGUÊS 7º ano Ano letivo 2015 2016 1º PERÍODO CONTEÚDOS ORALIDADE Elementos constitutivos do texto publicitário. Ouvinte. Informação. Princípios reguladores

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PEDRO JACQUES MAGALHÃES 1º CICLO. Critérios de Avaliação. 2º Ano

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PEDRO JACQUES MAGALHÃES 1º CICLO. Critérios de Avaliação. 2º Ano AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PEDRO JACQUES MAGALHÃES 1º CICLO Critérios de Avaliação 2º Ano Atitudes e Valores Conhecimentos e Capacidades Disciplina: PORTUGUÊS Domínio Parâmetros de Avaliação Instrumentos de

Leia mais

Oferta Formativa E depois do 9.º Ano Ano Letivo 2012/2013 (Concelho de Guimarães) Serviço de Psicologia e Orientação (Paulo Rodrigues)

Oferta Formativa E depois do 9.º Ano Ano Letivo 2012/2013 (Concelho de Guimarães) Serviço de Psicologia e Orientação (Paulo Rodrigues) Oferta Formativa E depois do 9.º Ano Ano Letivo 2012/2013 (Concelho de Guimarães) Serviço de Psicologia e Orientação (Paulo Rodrigues) 9.º Ano!!!!!!! E agora? F Cursos (áreas) Científico- Humanísticos

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FIGUEIRA MAR 2014/2015 Curso Vocacional - Planificação anual de Português Número total de aulas: 110

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FIGUEIRA MAR 2014/2015 Curso Vocacional - Planificação anual de Português Número total de aulas: 110 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FIGUEIRA MAR 2014/2015 Curso Vocacional - Planificação anual de Português Número total de aulas: 110 Módulo 1 Técnicas e modelos de 35 aulas Notícia Reportagem Entrevista Carta Requerimento

Leia mais

Escola Secundária de PAREDES. Plano Curricular de Escola

Escola Secundária de PAREDES. Plano Curricular de Escola Escola Secundária de PAREDES Plano Curricular de Escola O currículo nacional, como qualquer documento matriz, tem necessariamente de ser uma moldura complexa e circunscritiva, pois é construído em torno

Leia mais

Ministério da Educação e Ciência

Ministério da Educação e Ciência Despacho O Despacho Normativo n.º 24/2000, de 11 de maio, com as alterações que lhe foram introduzidas pelo Despacho Normativo n.º 36/2002, de 4 de junho, estabelece as regras orientadoras para a organização

Leia mais

Ministério da Educação e Ciência

Ministério da Educação e Ciência Despacho O calendário escolar constitui um elemento indispensável à planificação das atividades a desenvolver por cada agrupamento de escolas e escolas não agrupadas, tendo em vista a execução do seu projeto

Leia mais

Informação-Prova de Equivalência à Frequência

Informação-Prova de Equivalência à Frequência Informação-Prova de Equivalência à Frequência 2º Ciclo do Ensino Básico Prova de Equivalência à Frequência de Língua Estrangeira I Inglês Escrita e Oral Prova 06/ 2013 Despacho normativo nº 5/ 2013, de

Leia mais

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA INED INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROJETO EDUCATIVO MAIA PROJETO EDUCATIVO I. Apresentação do INED O Instituto de Educação e Desenvolvimento (INED) é uma escola secundária a funcionar desde

Leia mais

Metas Curriculares de Português

Metas Curriculares de Português Metas Curriculares de Português Ensino Básico 3.º Ciclo O domínio da ESCRITA Helena C. Buescu, Maria Regina Rocha, Violante F. Magalhães Objetivos e Descritores de Desempenho Escrita 7.º Ano Objetivos

Leia mais

Critérios Gerais de Avaliação

Critérios Gerais de Avaliação Ensino Secundário 10º ano Cursos Científico Humanísticos Ano Letivo 2014/2015 Critérios Gerais de Avaliação O presente documento pretende materializar a execução dos princípios orientadores da avaliação

Leia mais

Alternativas de formação escolar e profissional após o 9º ano de escolaridade. Informação atualizada para 2013/2014

Alternativas de formação escolar e profissional após o 9º ano de escolaridade. Informação atualizada para 2013/2014 Alternativas de formação escolar e profissional após o 9º ano de escolaridade Informação atualizada para 2013/2014 ENSINO BÁSICO ENSINO SECUNDÁRIO Mundo do Trabalho CET Cursos de Especialização Tecnológica

Leia mais

PROPOSTA DE CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2011/2012

PROPOSTA DE CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2011/2012 PROPOSTA DE CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2011/2012 1. INTRODUÇÃO: Na lógica do Decreto-Lei 6/2001, de 18 de janeiro, a avaliação constitui um processo regulador das aprendizagens, orientador do percurso escolar

Leia mais

Critérios de Avaliação. 3º Ano. Agrupamento de Escolas Pedro Jacques de Magalhães 1º Ciclo

Critérios de Avaliação. 3º Ano. Agrupamento de Escolas Pedro Jacques de Magalhães 1º Ciclo Critérios de Avaliação 3º Ano 1º Ciclo Disciplina: PORTUGUÊS Domínio Parâmetros de Avaliação Instrumentos de avaliação Ponderação Oralidade Assimilar e expressar as ideias essenciais e as intenções de

Leia mais

Critérios de avaliação. Matriz Curricular Ensino Básico - 1.º ciclo (*)

Critérios de avaliação. Matriz Curricular Ensino Básico - 1.º ciclo (*) Matriz Curricular Ensino Básico - 1.º ciclo (*) Componentes do currículo Áreas disciplinares de frequência obrigatória: Português Matemática Estudo do Meio Expressões: Artísticas e Físico-Motoras Inglês

Leia mais

Planificação periódica 7ºano

Planificação periódica 7ºano EB 2/3 João Afonso de Aveiro Planificação periódica 7ºano Língua Portuguesa Ano lectivo 2010/2011 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AVEIRO Escola EB 2/3 João Afonso de Aveiro Planificação 1ºPeríodo 7ºAno 2010/2011

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Segunda-feira, 27 de julho de 2015. Série. Número 135

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Segunda-feira, 27 de julho de 2015. Série. Número 135 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Segunda-feira, 27 de julho de 2015 Série Sumário SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO Despacho n.º 352/2015 Determina que no ano letivo 2015/2016 fique suspensa a componente

Leia mais

AVALIAÇÃO DO ENSINO SECUNDÁRIO Cursos Cientifico-Humanísticos

AVALIAÇÃO DO ENSINO SECUNDÁRIO Cursos Cientifico-Humanísticos AVALIAÇÃO DO ENSINO SECUNDÁRIO Cursos Cientifico-Humanísticos PORTUGUÊS 10º ano 2015-16 5% Oralidade e Educação Literária Leitura e Educação Literária Escrita e Educação Literária Educação Literária Gramática

Leia mais

PLANOS de ESTUDO. Ensino Diurno ANO LECTIVO 2011/2012. Rua Doutor Manuel de Arriaga 8000-334 Faro Telefone: 289889570; Fax: 289889580

PLANOS de ESTUDO. Ensino Diurno ANO LECTIVO 2011/2012. Rua Doutor Manuel de Arriaga 8000-334 Faro Telefone: 289889570; Fax: 289889580 PLANOS de ESTUDO Ensino Diurno ANO LECTIVO 2011/2012 Rua Doutor Manuel de Arriaga 8000-334 Faro Telefone: 289889570; Fax: 289889580 tomascabreira@mail.telepac.pt www.tomascabreira.net CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS

Leia mais

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE ALUNOS

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE ALUNOS AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº 4 DE ÉVORA SEDE: ESCOLA SECUNDÁRIA ANDRÉ DE GOUVEIA CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE ALUNOS INGLÊS ESPANHOL FRANCÊS ENSINO BÁSICO (2.º e 3.º CICLOS) ENSINO

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA Regulamento do Curso Vocacional Artes e Multimédia Ensino Básico 3º ciclo Artigo 1.º Âmbito e Enquadramento O presente regulamento estabelece as diretrizes essenciais

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE ALUNOS

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE ALUNOS CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE ALUNOS 2015-2016 1 INTRODUÇÃO No início do ano letivo, compete ao conselho pedagógico do agrupamento definir os critérios de avaliação para cada ciclo e

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

Programa e Metas Curriculares de Português do Ensino Secundário Oralidade

Programa e Metas Curriculares de Português do Ensino Secundário Oralidade Programa e Metas Curriculares de Português do Ensino Secundário Oralidade Helena C. Buescu, Luís C. Maia, Maria Graciete Silva, Maria Regina Rocha 10.º Ano: Oralidade Compreensão do Oral Objetivo Compreender

Leia mais

Informação Prova de Equivalência à Frequência - 2014. Agrupamento de Escolas de ANTÓNIO NOBRE. DISCIPLINA: Inglês CÓDIGO DA PROVA: 358

Informação Prova de Equivalência à Frequência - 2014. Agrupamento de Escolas de ANTÓNIO NOBRE. DISCIPLINA: Inglês CÓDIGO DA PROVA: 358 DISCIPLINA: Inglês CÓDIGO DA PROVA: 358 CICLO: Secundário ANO DE ESCOLARIDADE: 12º Introdução O presente documento visa divulgar as características da prova de exame de equivalência à frequência da disciplina

Leia mais

AE Lousada. aelousada.net CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO CRITÉRIO GERAIS DE AVALIAÇÃO

AE Lousada. aelousada.net CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO CRITÉRIO GERAIS DE AVALIAÇÃO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE LOUSADA CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Escola Básica de Boavista Escola Secundária de Lousada Escola Básica Lousada Centro -Silvares Escola Básica de Boim Escola Básica de Cristelos

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL II OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Eugénio de Castro 1.º Ciclo

Agrupamento de Escolas de Eugénio de Castro 1.º Ciclo Agrupamento de Escolas de Eugénio de Castro 1.º Ciclo PLANIFICAÇÃO ANUAL Ano Letivo 2014/2015 Português 3.º Ano DISCIPLINA DOMÍNIOS CONTEÚDOS INTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO CALENDARIZAÇÃO PORTUGUÊS Pesquisa

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO FUNDÃO + ESCOLA + PESSOA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA 2013-2017 Agrupamento de Escolas do Fundão Página 1 Perante o diagnóstico realizado, o Agrupamento assume um conjunto de prioridades

Leia mais

Agrupamento de Escolas. Dr. Jorge Augusto Correia Tavira

Agrupamento de Escolas. Dr. Jorge Augusto Correia Tavira Agrupamento de Escolas Dr. Jorge Augusto Correia Tavira Oferta Educativa Ano Letivo 2015/2016 Cursos Vocacionais Básico Cursos Científico Humanísticos Cursos Profissionais Cursos Vocacionais Secundário

Leia mais

Análise dos resultados da informação relativa à aprendizagem dos alunos

Análise dos resultados da informação relativa à aprendizagem dos alunos Análise dos resultados da informação relativa à aprendizagem dos alunos Avaliação do impacto das atividades desenvolvidas nos resultados escolares de 2014/2015 Plano estratégico para 2015/2016 (Conforme

Leia mais

CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares

CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares C M E CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NATAL/RN RESOLUÇÃO Nº 003/2011 CME Estabelece normas sobre a Estrutura, Funcionamento e Organização do trabalho pedagógico da Educação de Jovens e Adultos nas unidades

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO SERVIÇO DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO SERVIÇO DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO OBJETIVOS Os cursos científico-humanísticos estão vocacionados para o prosseguimento de estudos de nível superior, de caráter universitário ou politécnico. DURAÇÃO Têm a duração de 3 anos letivos correspondentes

Leia mais

Metas Curriculares de Português

Metas Curriculares de Português Metas Curriculares de Português Ensino Básico 1.º Ciclo O domínio da ORALIDADE Helena C. Buescu, Maria Regina Rocha, Violante F. Magalhães Objetivos e Descritores de Desempenho Oralidade 1.º Ano Objetivos

Leia mais

Síntese da Planificação da Disciplina de Português-5.º Ano Ano letivo Período

Síntese da Planificação da Disciplina de Português-5.º Ano Ano letivo Período Síntese da Planificação da Disciplina de Português-5.º Ano Ano letivo-2016-2017 Período Dias de aulas previstos 2.ª 3.ª 4.ª 5.ª 6.ª 1.º período 13 12 12 12 14 2.º período 12 13 12 13 13 3.º período 7 7

Leia mais

Prova Escrita + Oral de Inglês

Prova Escrita + Oral de Inglês Informação-Prova de Equivalência à Frequência Prova Escrita + Oral de Inglês Prova 367 2015 11º Ano de Escolaridade Duração da Prova: 90 minutos (sem tolerância); Oral: 25 minutos Decreto-Lei n.º 139/2012,

Leia mais

Este documento vai ser divulgado na escola-sede do Agrupamento e na página eletrónica: www.aepjm.pt/joomla

Este documento vai ser divulgado na escola-sede do Agrupamento e na página eletrónica: www.aepjm.pt/joomla Agrupamento de Escolas Pedro Jacques de Magalhães INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA FRANCÊS 2014 3.º Ciclo do Ensino Básico O presente documento divulga a informação relativa à prova de Equivalência

Leia mais

Informação Prova de Equivalência à Frequência

Informação Prova de Equivalência à Frequência Básico Informação Prova de Equivalência à Frequência INGLÊS (LE I) Prova escrita e oral Prova 21 2015 do Ensino Básico 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características da prova de exame

Leia mais

Manual. Coordenador / Diretor de Curso. Ano letivo 2012/2013

Manual. Coordenador / Diretor de Curso. Ano letivo 2012/2013 Manual do Coordenador / Diretor de Curso Ano letivo 2012/2013 Índice Índice... 1 Atribuições do Coordenador/Diretor de Curso... 2 Horários... 4 Alteração de Horários... 5 Arquivo de Documentação... 5 C1

Leia mais

1.º CEB. Clara Amorim

1.º CEB. Clara Amorim 1.º CEB Metas Curriculares de Português Documento de referência para o ensino e a aprendizagem e para a avaliação interna e externa, de progressiva utilização obrigatória. Contém os conteúdos do programa

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO PEDAGÓGICO

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO PEDAGÓGICO REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO PEDAGÓGICO TRIÉNIO 2014/2017 Artigo 1º Princípios Gerais 1. O Conselho Pedagógico é o órgão de coordenação e orientação educativa da unidade orgânica, nomeadamente nos domínios

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL / TRIMESTRAL 2013 Conteúdos Habilidades Avaliação

PLANEJAMENTO ANUAL / TRIMESTRAL 2013 Conteúdos Habilidades Avaliação Produção textual COLÉGIO LA SALLE BRASÍLIA Disciplina: Língua Portuguesa Trimestre: 1º Tipologia textual Narração Estruturação de um texto narrativo: margens e parágrafos; Estruturação de parágrafos: início,

Leia mais

Objetivos Domínios/ Conteúdos Atividades Avaliação Tempo

Objetivos Domínios/ Conteúdos Atividades Avaliação Tempo AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N.º 1 DE GONDOMAR EB 2/3 de Jovim PLANIFICAÇÃO ANUAL DE PORTUGUÊS 1º Período 5º Ano ANO LETIVO 2013/2014 Objetivos Domínios/ Conteúdos Atividades Avaliação Tempo Conhecer o alfabeto.

Leia mais

(Nos termos do Despacho Normativo 6-A/2015, de 5 de março)

(Nos termos do Despacho Normativo 6-A/2015, de 5 de março) Código: 345921 Escola Básica e Secundária de Melgaço Sede do Agrupamento de Escolas de Melgaço INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA 10 E 11º ANOS DE ESCOLARIDADE INGLÊS (Nos termos do Despacho

Leia mais

1º Período 80 Aulas previstas

1º Período 80 Aulas previstas 1º Período 80 Aulas previstas UNIDADE 0 Apresentação. Exploração do manual. Atividade de produção oral (pág. 19). e exploração dos textos da secção «Antes da partida» (págs. 12 a 15). Atividade de compreensão

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Porto de Mós Informação-Prova de Equivalência à Frequência

Agrupamento de Escolas de Porto de Mós Informação-Prova de Equivalência à Frequência Prova de Equivalência à Frequência de Inglês (Escrita + Oral) Prova Código 06-2015 2º Ciclo do Ensino Básico - 6ºano de escolaridade 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características

Leia mais

Referencial de Educação Financeira em Portugal. 1ª Conferência Internacional PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO FINANCEIRA

Referencial de Educação Financeira em Portugal. 1ª Conferência Internacional PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO FINANCEIRA Referencial de Educação Financeira em Portugal Educação Pré-escolar, Ensino Básico e Secundário 1ª Conferência Internacional PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO FINANCEIRA Educação para a Cidadania: novo quadro

Leia mais