Universidade Federal do ABC Pós-graduação em Tecnologias e Sistemas de Informação. Douglas Braga Silva

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1 Universidade Federal do ABC Pós-graduação em Tecnologias e Sistemas de Informação Douglas Braga Silva A ADOÇÃO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE CONTEÚDO PLONE NO ÂMBITO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA BRASILEIRA Monografia Santo André SP 2013

2 Douglas Braga Silva A ADOÇÃO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE CONTEÚDO PLONE NO ÂMBITO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA BRASILEIRA Monografia Monografia apresentada ao Curso de Pósgraduação da Universidade Federal do ABC, como requisito parcial para obtenção do título de Especialista em Tecnologias e Sistemas de Informação. Área de concentração: Software livre na Administração Pública Orientador: Pellegrini Santo André SP 2013 Prof. Dr. Jerônimo Cordoni

3 Dedicatória Ao Autor e Consumador da minha fé, Jesus Cristo, pelo fôlego de vida, perdão e salvação. À minha esposa, por seu amor e companheirismo. Às minhas filhas, pelo encorajamento e compreensão. Aos meus pais, meus exemplo de dedicação. mentores e

4 AGRADECIMENTOS Ao Autor da vida, pelo socorro bem presente na angústia. Aos meus grandes amores, esposa e filhas, por jamais deixarem de acreditar em mim. Ao corpo docente da Universidade Federal do ABC, especialmente ao tutor Alexandre Almeida, pela competência na condução das tutorias. Ao Prof. Dr. Jerônimo Cordoni Pellegrini e à Tutora Lidiane Cristina da Silva, pela orientação deste trabalho. Aos profissionais de Tecnologia da Informação dos órgãos públicos participantes deste estudo, por responderem, prontamente, ao questionário proposto. Aos bravos alunos do curso TSI, especialmente aos colegas do polo de São João da Boa Vista/SP, pela persistência e disciplina. A todos os que, direta ou indiretamente, contribuíram com a realização desta pesquisa.

5 RESUMO Diversos órgãos integrantes da administração pública direta e indireta, tais como a Presidência da República, o Banco do Brasil, o Interlegis, o Serpro, o Senado Federal, a Câmara dos Deputados, o Ministério das Cidades, o Departamento de Polícia Federal e Universidades Federais, possuem seus portais, intranets ou sistemas web desenvolvidos com a utilização do Sistema de Gerenciamento de Conteúdo (SGC) Plone. Para constatar esta assertiva, importantes evidências da difusão do Plone no governo brasileiro são apresentadas nesta pesquisa. Foram estudadas, preliminarmente, a ênfase que a administração pública empreende na recomendação aos gestores públicos em se adotar softwares livres e as diretrizes que apontam para a adoção de sistemas de gerenciamento de conteúdo. Também estão inseridos neste trabalho, a descrição conceitual do que é um SGC, suas características e um relevante exame do Plone no governo, com vistas ao entendimento da sua utilização e de como é realizado seu incentivo, desde o momento da sua descoberta, analisando-se, principalmente, os conteúdos disponíveis no Portal Software Livre. Como forma de investigação, além do referencial teórico, são apresentadas as informações prestadas por servidores da área de Tecnologia da Informação de órgãos públicos brasileiros, referência na pesquisa e desenvolvimento de produtos com o Plone. Tais informações são decorrentes da aplicação de um questionário. Dos estudos depreendem-se as prováveis razões para a consistente adoção do Sistema de Gerenciamento de Conteúdo Plone no governo brasileiro e, por conseguinte, cria-se uma fonte de consulta para organismos de governo que pretendam adotá-lo como solução de gerenciamento de conteúdos web. Palavras-chave: software público, SGC, Plone, governo eletrônico.

6 ABSTRACT Several members of the public administration bodies directly and indirectly, such as the Presidency, the Bank of Brazil, the Interlegis, the Serpro, the Senate, the Parliament, the Ministry of Cities, the Federal Police and Federal Universities, have their portals, intranets or web systems developed using the Content Management System (CMS) Plone. To verify this assertion, important evidence of the spread of Plone in the brazilian government are presented in this research. Were studied, preliminarily, the emphasis that the government undertakes the recommendation to public managers in adopting free softwares and guidelines that point to the adoption of content management systems. Are also included in this work, the conceptual description of what is a CMS, its characteristics and a relevant examination of Plone in government, with a view to understanding their use and how it is done your encouragement, from the time of its discovery, by analyzing, mainly, the content available on the Portal Software Livre. As a form of investigation, beyond the theoretical, presents the information provided by employees of Information Technology brazilian government, reference in research and product development with Plone. These informations are arising the application of a questionnaire. Inferred from studies the likely reasons for the consistent adoption of Content Management System Plone in the brazilian government and, therefore, creates a reference source for government agencies wishing adopt it as web content management solution. Keywords: public software, CMS, Plone, electronic government.

7 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1. Plone 4.3: Página inicial da instalação padrão...22 Figura 2. Portal Brasil: recorte da página inicial...23 Figura 3. Plone 4.3: Tipos de conteúdo da instalação padrão...26 Figura 4. Plone 4.3: Configurações de idioma...27 Figura 5. Plone 4.3: Produtos podem ser adicionados...28 Figura 6. Portal da Comunidade PloneGov-BR: recorte da página inicial...32 Figura 7. Questionário: questões 1 a Figura 8. Questionário: questões 4 a Figura 9. Questionário: questões 9 a Figura 10. Questionário: questões 14 a Figura 11. Questionário: identificação do respondente...57 Gráfico 1. Respostas por esferas federativas...35 Gráfico 2. Tempo de utilização de SGCs...36 Gráfico 3. Principal motivo para a adoção de software SGC...36 Gráfico 4. SGCs adotados (mais utilizados)...37 Gráfico 5. Tempo de utilização do Plone...37 Gráfico 6. Versões do Plone utilizadas atualmente...38 Gráfico 7. Diferenciais positivos em relação aos SGCs concorrentes...38 Gráfico 8. Diferenciais negativos em relação aos SGCs concorrentes...39 Gráfico 9. Curva de aprendizado...39 Gráfico 10. Qualidade da documentação oficial...40 Gráfico 11. Desempenho do Plone na infraestrutura de TI da instituição...40 Gráfico 12. Satisfação dos usuários das soluções utilizadas na instituição...41 Gráfico 13. Categorias de software de terceiros adotadas...41 Gráfico 14. Motivação para a adoção dos softwares de terceiros...42 Gráfico 15. Categorias de software desenvolvidas/personalizadas na instituição...42 Gráfico 16. Nível de aderência do Plone ao negócio da instituição...43 Gráfico 17. Nível de simplicidade para realizar customizações...43 Gráfico 18. Programas ou ações para disseminação do conhecimento...44 Gráfico 19. Realização de investimento em treinamento/aperfeiçoamento...44

8 LISTA DE QUADROS Quadro 1. Versões do Plone...24 Quadro 2. Plone 4.1: níveis de classificação por características...28 Quadro 3. Respondentes 1 a 8 (questões 1 a 7)...58 Quadro 4. Respondentes 1 a 8 (questões 8 a 14)...59 Quadro 5. Respondentes 1 a 8 (questões 15 a 18)...60 Quadro 6. Respondentes 9 a 17 (questões 1 a 7)...61 Quadro 7. Respondentes 9 a 17 (questões 8 a 14)...62 Quadro 8. Respondentes 9 a 17 (questões 15 a 18)...63 Quadro 9. Respondentes 18 a 25 (questões 1 a 7)...64 Quadro 10. Respondentes 18 a 25 (questões 8 a 14)...65 Quadro 11. Respondentes 18 a 25 (questões 15 a 18)...66 Quadro 12. Respondentes 26 a 33 (questões 1 a 7)...67 Quadro 13. Respondentes 26 a 33 (questões 8 a 14)...68 Quadro 14. Respondentes 26 a 33 (questões 15 a 18)...69

9 LISTA DE SIGLAS APF Administração Pública Federal API Application Programming Interface CISL Comitê Técnico para Implementação do Software Livre CPU Central Processing Unit Consegi Congresso Internacional de Software Livre e Governo Eletrônico CMS Content Management System e-pwg Projeto Padrões Web em Governo Eletrônico GHz Giga-hertz GNU GNU is Not Unix GPL General Public License HTML HyperText Markup Language KSS Kinetic Style Sheets LGPL Less General Public License MB Mebabyte MPOG Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão RAM - Random Access Memory SGC Sistema de Gerenciamento de Conteúdo SL Software Livre SPB Software Público Brasileiro TI Tecnologia da Informação URL Uniform Resource Locator XML extensible Markup Language W3C World Wide Web Consortium WAI Web Accessibility Initiative WCAG Web Content Accessibility Guidelines WPD World Plone Day WYSIWYG What You See Is What You Get

10 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO Justificativa Objetivos Objetivo geral Objetivos específicos Metodologia EMBASAMENTO TEÓRICO O Software Livre (SL) Software livre na administração pública brasileira Diretrizes para a implementação de ferramentas de controle editorial nos órgãos da APF Sistema de Gerenciamento de Conteúdo (SGC) O Plone Histórico de versões Características em destaque Cenários em que o Plone pode não ser a melhor alternativa Plone na APF Plone no Serpro A Comunidade Plone no Governo LEVANTAMENTO DE DADOS O questionário Os respondentes RESULTADOS OBTIDOS Exposição dos dados Respostas por esferas federativas e nome dos órgãos públicos que responderam ao questionário Vivência em sistemas de gestão (tempo de utilização) Principais motivos para a adoção de software SGC SGCs mais utilizados...37

11 4.1.5 Vivência no Plone (tempo de utilização) Versões do Plone em uso Diferenciais positivos em relação aos concorrentes Diferenciais negativos em relação aos concorrentes Curva de aprendizado Qualidade da documentação oficial Desempenho na infraestrutura de TI da instituição Nível de satisfação dos usuários das soluções Categorias de software de terceiros adotadas Principal motivo para a adoção dos softwares de terceiros Categorias de software desenvolvidas/personalizadas na instituição Nível de aderência do Plone ao negócio da instituição Nível de simplicidade para realizar customizações Programas ou ações para disseminação do conhecimento Realização de investimento em treinamento/aperfeiçoamento CONCLUSÃO...45 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...47 BIBLIOGRAFIAS CONSULTADAS...52 APÊNDICE A Modelo de questionário...53 APÊNDICE B Respostas registradas no questionário...58

12 12 1 INTRODUÇÃO O governo brasileiro iniciou em 2003 o fomento à cultura da inclusão digital e inovação, em busca da intitulada democracia digital. Naquela ocasião, o Ministro da Cultura já sinalizava ser uma questão de posição estratégica para o Brasil adotar o software livre1. O entendimento do Governo Federal é de que sua utilização proporciona reduzir custos, ampliar a concorrência, gerar empregos e desenvolver o conhecimento e a inteligência no país e na área (BRASIL, 2013a; 2013b). O Departamento de Governo Eletrônico, vinculado à Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), mantém o Projeto Padrões Web em Governo Eletrônico (e-pwg), responsável pela edição de cartilhas que fornecem recomendações de boas práticas na área digital, com o objetivo de aprimorar a comunicação, o fornecimento de informações e serviços prestados por meios eletrônicos pelos órgãos do Governo Federal (BRASIL, 2012a). Conforme prescreve o epwg, sítios e portais desenvolvidos e mantidos pela administração pública devem ser fáceis de usar, relevantes e efetivos, com o intuito de aumentar a satisfação do usuário (BRASIL, 2013c). A Resolução nº 7 do Comitê Executivo de Governo Eletrônico estabelece que os sítios na Internet da Administração Pública Federal (APF) deverão implementar ferramentas de controle editorial das informações publicadas, observadas algumas diretrizes. Tais diretrizes sinalizam para a adoção de um Sistema de Gerenciamento de Conteúdo (SGC), do inglês Content Management System (CMS) (BRASIL, 2012a). Nesta categoria de software, o governo brasileiro, notadamente na esfera federal, vem utilizando de forma expressiva para o desenvolvimento de soluções diversas, o SGC Plone2, que é distribuído sob a licença GNU/GPL3 e mantido pela Fundação Plone4. Encontra-se no Capítulo 2 do presente trabalho a fundamentação teórica, onde é explorado de forma sintética, mas não superficial, o tema da adoção do software livre na APF, com a recomendação pelo uso de sistemas de informação para gerenciamento de conteúdo. Consta ainda deste capítulo, uma conceituação de sistema de gerenciamento de conteúdo e 1 O discurso proferido pelo Ministro da Cultura, Gilberto Gil, durante a sessão solene de abertura da Semana de Software Livre no Legislativo, realizada no dia 19 de agosto de Plone e o logo do Plone são marcas registradas da Fundação Plone. 3 GNU General Public License é uma licença criada pela Free Software Foundation. 4 A missão da Fundação Plone é proteger e promover o Plone.

13 13 uma descrição não exaustiva do SGC Plone e as tecnologias envolvidas na sua utilização. Os Capítulos 3 e 4 expõem, respectivamente, o levantamento de dados realizado na produção desta pesquisa e a demonstração dos resultados obtidos. Neste, apresenta-se o uso do SGC Plone nos órgãos públicos consultados, através da apreciação dos dados coletados. Naquele, enfatiza-se detalhes do método utilizado na implementação deste trabalho. Fechando o trabalho, o Capítulo 5 apresenta uma conclusão, revisando os principais tópicos abordados nesta pesquisa, além de destacar os resultados alcançados pela apreciação das informações levantadas. 1.1 Justificativa Softwares de gerenciamento de conteúdo web são cada vez mais adotados. A facilidade e a rapidez para o desenvolvimento de soluções diversas são garantidas devido aos inúmeros benefícios proporcionados ao utilizador, seja pela incorporação ou pela facilidade de extensão de funcionalidades, como: fóruns, (micro-) blogs, chat etc (REIS et al., 2011). Dentre os softwares livres adotados pelo governo brasileiro, o gerenciador de conteúdo mantido pela Fundação Plone destaca-se pela sua intensa utilização. Assim, a produção do presente trabalho foi motivada pelo objetivo de se tornar uma fonte de consulta aos profissionais da área de Tecnologia da Informação (TI) de órgãos de governo que pretendam adotar o SGC Plone como plataforma para gestão de conteúdos, visto que aqui estão expostos os principais argumentos que justificaram a adoção deste sistema por tantos órgãos de governo. 1.2 Objetivos Objetivo geral Evidenciar as razões da ampla disseminação do SGC Plone no governo brasileiro, pontuando os motivos que ensejam sua escolha, por meio da pesquisa e da apresentação das informações prestadas por alguns órgãos de governo, subsídio este necessário à descoberta dos meios utilizados para incentivar o uso e compartilhar o conhecimento acumulado.

14 Objetivos específicos a) Verificar no âmbito da administração pública federal brasileira as iniciativas de fomento à utilização do software livre, por ser relevante no contexto da adoção de SGCs livres; b) Enfatizar a necessidade que a administração pública possui em gerir conteúdo online com eficiência e eficácia, sinalizando para a utilização de sistemas de gerenciamento de conteúdo; c) Pormenorizar o SGC Plone, detalhando suas características e relacionando as tecnologias envolvidas na sua utilização; d) Externar o grau de aderência do Plone no atendimento às necessidades governamentais, buscando as razões que motivam sua escolha e demonstrando sua utilização em diversos órgãos da administração pública brasileira. 1.3 Metodologia A presente pesquisa pode ser definida como básica, descritiva e qualitativa. É básica porque objetiva gerar ou aumentar o conhecimento sobre a adoção do Plone no âmbito da Administração Pública Brasileira sem uma aplicação prática prevista. É descritiva porque pretende caracterizar o comportamento das unidades investigadas, descrevendo e quantificando características relevantes e suas relações, com o intuito de contribuir com uma nova visão sobre a realidade existente (SISTEMA GALILEU DE EDUCAÇÃO ESTATÍSTICA, 2013 e BRASIL ESCOLA, 2013). É qualitativa porque possui enfoque indutivo, contribuindo para a melhor compreensão do fenômeno estudado a partir dos fatos que examina (NEVES, 2013, p.1 e PRIBERAM, 2013). Para se alcançar o objetivo proposto neste estudo, realizou-se um levantamento de dados através de pesquisa bibliográfica e aplicação de um questionário. A pesquisa bibliográfica realizada utilizou-se de fonte de informação diversificada. Foram consultados livros, trabalhos acadêmicos e material já elaborado e publicado nos portais Software Livre e Software Público Brasileiro, Governo Eletrônico, listas de discussão,

15 15 fóruns técnicos de grupos especializados na Internet, documentação oficial do SGC Plone, vídeos de palestras, cursos e workshops realizados em encontros promovidos pelo Comitê Técnico para Implementação do Software Livre (CISL5) e em eventos de destaque mundial, tais como o Congresso Internacional de Software Livre e Governo Eletrônico (Consegi6), o Plone Symposium South America7 e o World Plone Day (WPD8). Quanto à aplicação do questionário, seu propósito não é, essencialmente, quantificar dados, mas utilizar dados quantitativos para se extrair informações qualitativas. A análise proposta neste trabalho não é estatística. Intenta-se, sobretudo, apresentar importantes evidências da difusão do Plone no governo brasileiro, bem como o nível de contribuição que o mesmo vem oferecendo, por meio da avaliação de alguns exemplos. Logo, optou-se por direcionar as questões, tão somente, aos profissionais de TI dos órgãos públicos envolvidos com a Comunidade PloneGov-BR. 5 O Comitê foi criado para promover a capacitação dos técnicos e gestores de TI em software livre, com participação aberta, vínculo com entidades que podem disseminar conhecimento e ações de compartilhamento de informações (BRASIL, 2013g). 6 O Consegi tem como premissa apresentar, ao governo e à sociedade, soluções desenvolvidas para Governo Eletrônico, baseadas em Software Livre (CONSEGI, 2013). 7 O Plone Symposium é realizado em diversas cidades ao redor do mundo [...], [...] com o objetivo de apresentar casos de sucesso de aplicação deste CMS tanto na iniciativa privada quanto em governos, sua evolução tecnológica e boas práticas de desenvolvimento (PLONE SYMPOSIUM SOUTH AMERICA, 2013). 8 O WPD é um evento mundial para promover e educar o público em todo o mundo acerca dos benefícios em se utilizar o Plone (PLONE FOUNDATION, 2013c).

16 16 2 EMBASAMENTO TEÓRICO 2.1 O Software Livre (SL) Não se distingue software livre de software proprietário por sua arquitetura interna, pois não há uma substância técnica diferente. O modelo de desenvolvimento (colaborativo, compartilhado) e a transmissão de direitos é que os diferenciam (BRASIL, 2005, p. 49). Conceitualmente, para que um programa de computador seja considerado livre, quatro liberdades básicas devem ser ofertadas, sem que seja necessário solicitar permissão ao seu criador, quais sejam: A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade 0). A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo às suas necessidades (liberdade 1). Para tanto, acesso ao código-fonte é um prérequisito. A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao próximo (liberdade 2). A liberdade de distribuir cópias de suas versões modificadas a outros (liberdade 3). Desta forma, você pode dar a toda comunidade a chance de beneficiar de suas mudanças. Para tanto, acesso ao código-fonte é um prérequisito (FREE SOFTWARE FOUNDATION, 2013). Assim sendo, a liberdade está relacionada à garantia de que os usuários controlam o programa e o que ele faz por eles e não à questão de preço (FREE SOFTWARE FOUNDATION, 2013). Neste sentido, a expressão software livre não é sinônima de software gratuito. (BRASIL, 2005). Falcão et al. (2005) comenta sobre a importância do SL no contexto social como um formador de patrimônio na forma de conhecimento, visto que os agentes sociais podem assimilar este conhecimento de maneira mais fácil, além de entregar a possibilidade de inovação a todos. Lima, Mello e Rubim (2012, p. 10) afirmam que: [...] na Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento, em 2004, autoridades enfatizaram que o software livre é a verdadeira solução para efetivar o acesso à informação digitalizada pelas populações. Em última análise, software livre é sinônimo de diminuição da exclusão à informação e da exclusão digital. Quanto à origem do SL, Silveira (2004) apud Oliveira (2010) relata estar relacionada com a idealização do Projeto GNU, em 1983, por Richard Stallman, pesquisador do

17 17 Laboratório de Inteligência Artificial do Massachusets Institute of Technology. O objetivo do projeto era produzir um sistema operacional livre baseado em Unix, o que culminou na criação da Free Software Foundation (FSF), em No âmbito do projeto GNU da FSF, a General Public License (GPL) é a designação da licença para SL, caracterizada como um modelo que garante que as liberdades associadas ao SL permaneçam durante todo o processo de desenvolvimento e distribuição dos programas. Assim sendo, interações entre programas onde ao menos um deles esteja protegido pela GPL, como por exemplo um programa que seja executado em uma plataforma livre ou que utilize em seu funcionamento partes de um SL, também deverá ser livre (OLIVEIRA, 2010). Ainda sob a égide da FSF, a Less General Public License (LGPL) modera o rigor da GPL, pois é um esquema de licenciamento alternativo que permite a interação entre SL e software proprietário (OLIVEIRA, 2010). 2.2 Software livre na administração pública brasileira Há anos que os gestores dos órgãos públicos e os políticos brasileiros compreenderam as vantagens da utilização do SL sobre o software proprietário. Para firmar este entendimento, políticas públicas são, desde então, criadas para incentivar ou determinar a utilização do SL. Os princípios constitucionais da boa administração, elencados no Art. 37 da CF/88, principalmente os da impessoalidade, eficiência e razoabilidade, norteiam as decisões dos administradores públicos. Assim, a considerável economia proporcionada aos cofres públicos com a adoção do SL, torna-se um fator relevante na busca dos referidos princípios determinados na Carta Magna. O incentivo à utilização do SL pelo Estado ocorre mediante a promoção de ações voltadas ao uso de padrões abertos, o licenciamento livre dos softwares e a formação de comunidades interessadas no tema (BRASIL, 2013b). Nesta seara, foi editado o Decreto Federal de 29 de outubro de 2003 que Institui Comitês Técnicos do Comitê Executivo do Governo Eletrônico e dá outras providências. Os Comitês Técnicos foram criados com a finalidade de coordenar e articular o planejamento e a implementação de projetos e ações nas respectivas áreas de competência. Dentre os Comitês instituídos pelo Decreto Federal, há o nomeado de Implementação do Software Livre.

18 18 A partir de 2004, todo SL adotado pelo governo passou a se chamar Software Público Brasileiro (SPB), sendo caracterizado como um bem público, de licença livre, sujeito à licença pública de marcas e oferecido como benefício para a sociedade e o cidadão (BRASIL, 2013d)9. Esta iniciativa culminou em um programa de software livre brasileiro, aderido por diversas empresas públicas e órgãos de governo. Um marco na implementação dos projetos de incentivo ao uso do SL na APF foi a disponibilização do Guia Livre Referência de Migração para Software Livre do Governo Federal. Com o intuito de ser um referencial de planejamento e execução de processos de migração com base de sustentação em casos concretos de estratégias já implementadas, o Guia foi elaborado por um grupo interinstitucional formado por uma quantidade expressiva de órgãos da APF, além de ter contado com a participação da sociedade no aperfeiçoamento do conteúdo técnico (BRASIL, 2005)10. Ainda como medidas incentivadoras, encontram-se disponíveis os portais Software Livre e Software Público Brasileiro. Este, porque inaugura um novo modelo de licenciamento e de gestão das soluções desenvolvidas na Administração Pública, compartilhando ferramentas que podem ser úteis aos mais diferentes órgãos públicos e também à sociedade. Aquele, por ser uma das medidas integrantes das ações prioritárias definidas no Planejamento Estratégico da Implementação do Software Livre no Governo Federal, aprovado no dia 2 de outubro de Diretrizes para a implementação de ferramentas de controle editorial nos órgãos da APF O Comitê Executivo de Governo Eletrônico, criado pelo Decreto de 18 de Outubro de 2000, tem como objetivo formular políticas, estabelecer diretrizes, coordenar e articular as ações de implantação do Governo Eletrônico (BRASIL, 2013e). Através da Resolução nº 7 de 29 de julho de 2002, o Comitê instituiu as funcionalidades que devem estar presentes em todos os sítios da APF: Art. 6º Os órgãos e entidades da Administração Pública Federal deverão implementar ferramentas de controle editorial das informações publicadas, observadas as seguintes diretrizes: 9 O software público brasileiro foi o foco da apresentação do analista do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), Seyr Lemos, durante o 5º Congresso Catarinense de Software Livre. 10 De acordo com o Guia Livre, em 2004 foram realizadas seis Audiências Públicas em diferentes capitais brasileiras.

19 19 I - as ferramentas de publicação a serem adotadas deverão permitir o monitoramento da inclusão e atualização do conteúdo dos sítios e da expiração de validade das informações, quando for o caso; II - as informações devem ser organizadas, sempre que possível, em bancos de dados administrados por módulo de gestão descentralizado; III - as informações e serviços deverão ser estruturados de modo a permitir seu manuseio e manutenção independente da participação de técnicos especializados; IV - a data da informação e a periodicidade de sua atualização devem ser publicadas, quando for o caso (BRASIL, 2002). Para a administração pública cumprir a sua responsabilidade de oferecer ao cidadão a melhor experiência possível de acesso ao governo eletrônico, observando, inclusive, as particularidades da população atingida, o Departamento de Governo Eletrônico está instruindo os setores do governo a seguir procedimentos padronizados, através de recomendações de boas práticas em formato de cartilhas. Tais recomendações são chamadas de Padrões Web em Governo Eletrônico (e-pwg) (BRASIL, 2013c). Uma das cartilhas editadas é o Guia de Administração de Sítios, que pretende oferecer subsídios para a concepção, desenvolvimento, manutenção e administração de sítios de governo eletrônico na esfera federal (BRASIL, 2013f, p. 6). Apresentado como um documento de apoio ao guia, o Comparativo dos Sistemas de Gestão de Conteúdo, em harmonia com as diretrizes do Comitê Executivo, visa fornecer informações sobre sistemas utilizados na gestão, manutenção e atualização de sítios, porquanto um SGC é um sistema que integra uma série de soluções para a administração, manutenção e evolução de sítios, em conformidade com a Resolução nº 7. (BRASIL, 2012a, p. 6). 2.4 Sistema de Gerenciamento de Conteúdo (SGC) Gerir conteúdo em um sítio web não é uma tarefa trivial. De fato, com os inúmeros avanços tecnológicos, muitas instituições sofrem com o excesso de informações, sendo imprescindível a aplicação da gestão da informação para administrar esse caos informacional do mundo digital. (DIAS, 2001 apud ADIERS, 2007, p. 14). Parreiras e Bax (2003) ressaltam que os problemas de produção de conteúdo em sítios web podem ser atenuados ou solucionados com a gestão de conteúdo mediante a utilização de um conjunto de conceitos e ferramentas que integrem de maneira racional e segura os diversos atores do sítio, bem como os diferentes suportes à coleta, organização e divulgação da informação. Os sistemas de gerenciamento de conteúdo surgiram como resposta à referida problemática.

20 20 Um sistema de gerenciamento de conteúdo pode ser definido como uma plataforma que provê o controle total de todos os aspectos envolvidos com a disponibilização de um portal web. São eles: publicação, gestão de conteúdos, busca, administração, colaboração, personalização, categorização, segurança e facilidade de uso e desenvolvimento (ROMAGNOLI, 2009). Uma grande vantagem de uma ferramenta de gerenciamento de conteúdo é que o gestor não precisa ter conhecimento técnico, isto é, não precisa ser um programador. Romani e Campos (2005) citam ferramentas necessárias a um SGC, a fim de que seja possível criar um sítio de forma facilitada, tais como: ferramentas para edição de conteúdo, alteração de layout da página, controle de acesso de usuários, revisão de conteúdo e publicação na Internet, além do gerenciamento da estrutura e da navegação que deve poder ser controlada sem ônus para o editor e revisor de conteúdo. Segundo Parreiras e Bax (2003, p. 5), as funcionalidades mais significativas e minimamente necessárias aos SGCs são: Gestão de usuários e dos seus direitos (autenticação, autorização, auditoria); Criação, edição e armazenamento de conteúdo em formatos diversos (html, doc, pdf etc); Uso intensivo de metadados11 (ou propriedades que descrevem o conteúdo); Controle da qualidade de informação (com fluxo/trâmite de documentos ou workflow); Classificação, indexação e busca de conteúdo (recuperação da informação com mecanismos de busca); Gestão da interface com os usuários (atenção à usabilidade, arquitetura da informação); Sindicalização (syndication, disponibilização de informações em formatos XML visando seu agrupamento ou agregação de diferentes fontes); Gestão de configuração (gestão de versões); Gravação das ações executadas sobre o conteúdo para efeitos de auditoria e possibilidade de desfazê-las em caso de necessidade. Um SGC oferece funcionalidades para criação e gerenciamento de conteúdo, publicação e apresentação, harmonizadas em um ambiente de autoria que prioriza a facilidade de utilização e isenta o editor e revisor de conteúdo de conhecer a sintaxe da linguagem na qual o SGC foi desenvolvido. Neste ambiente, diversos tipos de conteúdos podem ser criados ou importados para a estrutura do SGC. Realizada geralmente por intermédio de softwares 11 Literalmente, "dados sobre dados", metadados fornecem um perfil completo dos elementos dos dados [ ] (HAIR et al., 1998, p. 540)

21 21 navegadores, a atualização simultânea do sítio por diferentes usuários é garantida, sem o risco de conflito ou de geração de páginas fora do padrão (ROBERTSON, 2003 apud ROMANI e CAMPOS, 2005). Romani e Campos (2005, p. 10) expressam que o conteúdo a ser apresentado nas páginas do site é armazenado em um repositório central, destacando que o uso de uma base de dados permite: manter um histórico das versões das páginas, informações sobre quem e quando essas páginas foram alteradas; controlar o acesso às páginas do site apenas pelos usuários que tenham permissão para inclusão, alteração e revisão daquela parte do site; e integrar o site com outras fontes de informação e sistemas. Pontuando acerca da singularidade das organizações, Parreiras e Bax (2003) destacam que devido às especificidades de seus conteúdos, informação e conhecimento, frequentemente é necessário integrar ou associar produtos, visto que os SGCs dificilmente agregam de forma eficiente todas as funcionalidades requeridas por cada organização. Adiers (2007) ressalta que cada ferramenta possui vantagens e desvantagens e que a escolha pela ferramenta correta deve recair sobre aquela que atenda especificamente à necessidade na qual será utilizada. Ainda, em Brasil (2012a, p. 7) se lê: [...] muitos serviços eletrônicos a serem prestados para sociedade podem ter que ser desenvolvidos de forma independente para serem atrelados ao sítio mantido pelo SGC [...]. A organização modular é uma importante característica dos sistemas de gerenciamento de conteúdo. Esta estrutura garante que novos produtos possam ser desenvolvidos e incorporados ao ambiente, ou ainda, que módulos desenvolvidos por terceiros sejam integrados. Tratando deste assunto, Romani e Campos (2005) asseveram que a estrutura modular dos SGCs permite a adaptação que proporcionará melhor atendimento aos objetivos específicos de cada sítio, sem que seja necessário, inclusive, alterar o core do gerenciador, medida que poderia ocasionar problemas ou ruptura dos serviços fornecidos pelo sítio. 2.5 O Plone O Plone é um SGC livre e de código aberto, distribuído sob a licença GNU/GPL versão 2 e desenvolvido ativamente desde Escrito com a linguagem de programação

22 22 Python, o referido SGC está disponível para os sistemas operacionais Mac OS X, Linux12 e MS Windows e é executado sobre o servidor de aplicações Zope. A Fundação Plone é a mantenedora do projeto. Foi criada em 2004 com a missão de manter e proteger o Plone e apoiar a sua comunidade. Figura 1 Plone 4.3: Página inicial da instalação padrão Plone Foundation (2013a) o define como um sistema para gerenciamento de conteúdos, gerenciamento de documentos e gestão do conhecimento. Nele, pessoas sem conhecimento técnico podem contribuir com conteúdos diversos, sem a necessidade de instalação de software específico, visto que o Plone é utilizado através de um navegador web. Neste contexto, conteúdos diversos significam textos (páginas web), fotos e imagens, documentos, notícias e eventos, vídeos, arquivos de áudio e outros tipos de arquivos e dados. Chagas, Carvalho e Silva (2008) caracterizam o Plone como uma extensão do Content Management Framework (CMF), parcela do Zope responsável pela gestão de conteúdos, portais e aplicações diversas. Para Reis et al. (2011, p. 9-10), a usabilidade e a acessibilidade são os pontos 12 Com o instalador unificado, o Plone pode ser instalado em qualquer sistema Unix-like.

23 23 principais deste SGC, que também apresenta como pontos fortes o fluxo de trabalho (workflow) flexível e adaptável e a grande escalabilidade e segurança dos dados. Estes autores destacam, também, outros pontos básicos: Ampla gama de plugins; Adapta-se a qualquer sistema operacional; Apoio disponível na forma de uma grande equipe de desenvolvimento internacional e membros da comunidade Plone; Facilidade de instalação e uso; Motor de busca amigável, que inclui a opção de busca refinada (Mecanismo de busca avançada); Capaz de gerenciar conteúdo multilíngue (Suporte a internacionalização); Funciona igualmente bem como uma ferramenta de groupware (Ferramentas colaborativas para groupware) e também como um sistema de publicação de documentos. O Plone também se destaca por apresentar números expressivos, como estar entre os 2% dos melhores projetos de código aberto do mundo, possuir 340 desenvolvedores principais (core developers) e mais de 300 consultorias em 57 países, estar disponível para mais de 40 idiomas e ter o melhor histórico de segurança entre os grandes SGCs (PLONE FOUNDATION, 2013b). O sítio oficial do Plone registra 2364 sítios produzidos com Plone, dentre eles: FBI (Federal Bureau of Investigation), Amnesty International Switzerland, Governo Brasileiro, Chicago History Museum, Columbia Center for New Media Teaching and Learning, Discover Magazine, NASA Science, Nokia, The Free Software Foundation e Yale University. Figura 2 Portal Brasil: recorte da página inicial Fonte:

24 24 Com relação aos principais concorrentes do Plone, Andrei13 (2013) enfatiza que Drupal, WordPress e Joomla! disputam o segmento de entrada (entry-level). Já Liferay, Microsoft Sharepoint e Alfresco, o segmento corporativo (enterprise). Andrei, explica, ainda, que de acordo com o mapa de fabricantes de tecnologia para gerência de conteúdos, produzido em 2013 pelo Real Story Group14, o Plone se destaca dos demais produtos open source por estar classificado nas categorias: a) Portais e Integração de Conteúdo; b) Conteúdo Web e Gerenciamento de Experiência; c) Colaboração e Software Social. Para Reis et al. (2011, p. 15), o produto é [...] apoiado por uma programação bem planejada, com uma plataforma poderosa e madura para o desenvolvimento de sistemas complexos Histórico de versões Além das versões abaixo enumeradas, existem outras versões intermediárias, denominadas versões menores e de manutenção, que implementam melhorias, evoluções, corrigem erros e questões relacionadas a segurança. Quadro 1 Versões do Plone Descrição sucinta Versão Lançamento (as informações apresentadas foram extraídas do sítio do Plone e selecionadas a critério do autor da presenta pesquisa) 1.0 Fev, Mar, Set, 2005 Concentra-se nos tipos de conteúdo padrão baseados em protótipos (Archetypes), melhorias na interface, melhorias de velocidade e nova árvore de navegação/mapa do sítio. 2.5 Set, 2006 Provê integração com PAS15 e Zope Érico Andrei é evangelista de Plone, Vice-Presidente da Fundação Plone e um dos core developers do SGC. 14 O Real Story Group realiza pesquisas e consultorias para empresas que buscam investir em tecnologias de conteúdo. 15 PlonePAS adapta o PluggableAuthService do Zope para uso no Plone, oferecendo suporte para migração de algumas configurações de pasta de usuário existentes.

25 25 Quadro 1 Versões do Plone (continuação) Descrição sucinta Versão Lançamento (as informações apresentadas foram extraídas do sítio do Plone e selecionadas a critério do autor da presenta pesquisa) 3.0 Ago, 2007 Visa tornar o Plone mais eficiente para trabalhar. Adiciona o controle de versões, o bloqueio, a edição inline, a validação da integridade do link, fluxos de trabalho (workflows) para intranet/extranet, suporte a Wiki, suporte a OpenID16 e indexação full-text17 de arquivos Word/PDF. 4.0 Set, 2010 Entrega melhorias na velocidade, capacidade de gerenciamento e aparência, na medida em que atualiza sua infraestrutura, preparando-o para a versão 5. Esta versão inclui melhorias significativas de desempenho, um novo tema, melhorias na pesquisa e indexação, painéis (dashboards) por grupos, redução do consumo de memória, melhor processamento de grandes arquivos e mídia, recurso de pastas novo e mais rápido, melhor gerenciamento de usuários e grupos, formulários dinâmicos usando ferramentas de jquery e uma melhor experiência para a primeira execução e atualização. 4.3 Abr, 2013 Inclui o framework Dexterity18 Content Type e o produto In-Plone Theme Editor19, aprimora a sindicalização, atualiza o editor TinyMCE20, ignora acentos nas buscas em textos simples e oferece nova API para a política de validação de senhas. A partir desta versão não são mais fornecidos o editor Kupu como parte do núcleo do Plone e o suporte a KSS (Kinetic Style Sheets) Características em destaque A Fundação Plone descreve o seu produto salientando as seguintes características: Poder e flexibilidade: o SGC é descrito como sendo ideal para ser utilizado como um servidor de intranet, extranet e portais, bem como para a publicação de documentos e como ferramenta de groupware para colaboração. 16 OpenID permite utilizar uma conta existente para acessar vários sites, sem a necessidade de criar novas senhas (OPENID, 2013). 17 Técnica de pesquisa para recuperação de texto. 18 Dexterity é o subsistema de objetos de conteúdo padrão para o Plone 5 e sucessores. Substitui o atual Archetypes. 19 O In-Plone Theme Editor integra o motor de temas Diazo. 20 TinyMCE é um editor HTML WYSIWYG baseado em Javascript, independente de plataforma e distribuído sob a LGPL.

26 26 Figura 3 Plone 4.3: Tipos de conteúdo da instalação padrão Facilidade de utilização: tecnologias são empregadas pelos especialistas em usabilidade, visando atrair os gestores de conteúdo, na medida em que facilita o trabalho de gestão. Internacionalização: a interface do Plone foi traduzida para mais de 40 idiomas, além de existir ferramentas para gerenciamento de conteúdo multilíngue.

27 27 Figura 4 Plone 4.3: Configurações de idioma Adequação aos padrões: mediante constante e rigorosa observação às normas de usabilidade e acessibilidade. As páginas do Plone são compatíveis com os padrões Seção dos EUA e a classificação AA22 do W3C para acessibilidade, além de usar padrões web de melhores práticas, como XHTML e CSS. Código aberto: o produto está licenciado sob a GNU/GPL. Não há taxas de licença vinculadas à sua utilização e o usuário pode melhorar o produto. Suporte: o apoio e o desenvolvimento do Plone estão garantidos por uma equipe formada por mais de três centenas de desenvolvedores em todo o mundo e uma grande quantidade de empresas. Extensibilidade: novos recursos e tipos de conteúdo podem ser adicionados ao Plone (Figura 5), utilizando-se os diversos produtos add-on disponíveis. Além disso, soluções em conformidade com os padrões web e linguagens de código aberto podem ser empregadas para se programar no Plone. 21 A Seção 508 do Ato de Reabilitação (EUA) requer que quando agências Federais desenvolvem, protocolam, mantêm ou usam tecnologia eletrônica e de informação, elas devem cumprir uma série de regras que garantem que esta tecnologia atinge pelo menos um nível mínimo aceitável de Acessibilidade (PICKARD, 2006). 22 AA é um nível de conformidade definido no WCAG, padrão internacional de acessibilidade na web, mantido pela WAI do W3C.

28 28 Figura 5 Plone 4.3: Produtos podem ser adicionados Multiplataforma: o Plone pode interoperar com a maioria dos sistemas de banco de dados relacionais, livres e comerciais. Também funciona em uma ampla variedade de plataformas, incluindo Linux, Windows, Mac OS X, Solaris e BSD. Protegido: o SGC está sob a tutela da Fundação Plone, organização sem fins lucrativos, formada em 2004 para promover seu uso em todo o mundo e proteger sua propriedade intelectual e marcas. Abaixo, o Quadro 2 demonstra como Brasil (2012a) classificou algumas características da versão 4.1 do Plone: Quadro 2 Plone 4.1: níveis de classificação por características Nível Características Itens que precisam de melhorias: 1) Facilidade de uso na administração do sítio; 2) Web 2.0. Comunidade/funcionalidade

29 29 Quadro 2 Plone 4.1: níveis de classificação por características (continuação) Nível Características Itens com futuras implementações: 1) Facilidade na hospedagem e instalação; 2) Facilidade de configuração de sítios simples e complexos. Itens estáveis: 1) Facilidade de uso do editor de conteúdo; 2) Flexibilidade gráfica; 3) Acessibilidade e otimização de motor de busca; 4) Flexibilidade estrutural; 5) Papéis de usuários e workflow; 6) Expansão e integração; 7) Segurança; 8) Apoio/força da comunidade Cenários em que o Plone pode não ser a melhor alternativa Plone Foundation (2013a) explica que adotar o Plone para produzir um sítio muito simples, pode ser um exagero. Mas quando se pretende gerenciar conteúdos diversos, inclusive aqueles diferentes de linhas e colunas estruturadas, os quais exigem fluxos de trabalho e tipos de conteúdos complexos, com regras de negócio, o Plone se sobressai. Explica, ainda, que o tomador de decisões deve considerar a curva de aprendizado necessária ao conhecimento dos detalhes internos do produto. Reis et al. (2011, p. 16) concordam afirmando que o Plone não é tão adequado para projetos de pequeno porte [...] e que sua complexa configuração [...] é feita em camadas diferentes, o que exige uma compreensão da estrutura de organização como um todo. Conforme destaca a documentação, algumas situações em que o Plone pode não ser a melhor alternativa são especificadas abaixo: Quando não há um servidor23 dedicado para a sua execução; Em servidores com configuração de Central Processing Unit (CPU) e Random Access Memory (RAM) abaixo de 1 GHz e 512 MB, respectivamente; Para o desenvolvimento rápido de soluções, quando a instalação padrão do Plone não 23 Um sistema de computação.

30 30 se encaixa às necessidades do projeto, e Na construção de soluções web que, tecnicamente, suportarão pouca demanda. 2.6 Plone na APF O produto da Fundação Plone é expressivamente utilizado no desenvolvimento de soluções diversas do governo brasileiro, sobretudo, no âmbito federal. Diversos órgãos integrantes da administração pública direta e indireta, tais como a Presidência da República, o Banco do Brasil, o Interlegis, o Serpro, o Senado Federal, a Câmara dos Deputados, o Ministério das Cidades, o Departamento de Polícia Federal e Universidades Federais, possuem seus portais, intranets ou sistemas web desenvolvidos em Plone Plone no Serpro O Serpro é o maior provedor de Tecnologia da Informação e Comunicação do governo federal, suportando cerca de 5 bilhões de transações/ano através das suas aplicações desenvolvidas para múltiplas plataformas e em padrões abertos (ROMAGNOLI24, 2009). Romagnoli (2009) explica que na escolha da solução de gerenciamento de conteúdo web, o Serpro considerou, principalmente, fatores como: 1. Oferecer aderência às principais funcionalidades de gestão de conteúdo, a saber: workflow, publicação, segurança, acessibilidade, internacionalização, usabilidade e categorização. 2. Tratar, separadamente, conteúdo, estilo, layout e componentes. 3. Apresentar características de Web 2.0 (colaboração, interfaces ricas, wikis e blogs, participação ativa, fotos/vídeos e podcasts, redes sociais, tags, metadados e propagação de notícias). Quanto ao histórico da adoção do Plone no Serpro, Romagnoli (2009), elucida que em 2002, ano em que o governo ainda não dirigia seu olhar ao movimento do software livre, o Serpro realizou um grande estudo com as maiores empresas do mercado de gerenciamento de conteúdo. O documento produto deste estudo foi a base para a realização de uma consulta pública que, posteriormente, ensejou a publicação de um edital. No entanto, o processo não 24 Giuseppe Romagnoli é analista consultor do Serpro e membro da Fundação Plone.

31 31 obteve êxito devido ao modelo de licenciamento exigido na ocasião pelas empresas, isto é, por CPU. Explica Romagnoli (2009) que a transição de governo em 2003 permitiu ao Serpro iniciar a sua busca por uma solução de SGC open source. A participação no IV Fórum Internacional de Software Livre (FISL), realizada no mesmo ano, possibilitou ao Serpro o primeiro contato com a tecnologia Python/Zope/Plone, que mostrou expressiva compatibilidade com os requisitos da consulta pública anteriormente realizada. A aprovação do Plone foi confirmada com o desenvolvimento do novo portal do Serpro, completamente acessível, que foi, inclusive, apresentado na feira COMDEX daquele mesmo ano. Romagnoli (2009) garante que o sítio foi manipulado durante todo o tempo por um deficiente visual. Destarte, encerra Romagnoli (2009) que ser open source, possuir comunidade ativa, conter arquitetura robusta, aderir aos padrões do W3C, oferecer internacionalização e mais de 300 produtos prontos, maturidade no mercado, ser seguro, interoperável e muito fácil de usar, respondem por que o Plone é utilizado no Serpro. 2.7 A Comunidade Plone no Governo Reconhecido internacionalmente, o projeto PloneGov reúne centenas de organizações públicas da Europa, América do Norte, América do Sul e da África, com o objetivo primordial de compartilhar conhecimento e desenvolver de maneira cooperativa os sítios web dessas organizações. No Brasil, em julho de 2009 na sede do Serpro, ocorreu a primeira reunião de criação da comunidade PloneGov-BR. Dentre as expectativas e premissas do projeto registradas em ata, verifica-se que estão contempladas ações como a criação de um portal e de uma lista de discussões para a comunidade. Após algumas reuniões, em setembro do mesmo ano ocorreu a formalização da comunidade. Seus objetivos ficaram assim definidos: Estabelecer um canal de colaboração entre instituições que fazem uso, desenvolvem e incentivam a tecnologia Zope/Plone e o Software Livre, e Fomentar a criação de uma rede de profissionais que trabalham com essas tecnologias, trocar experiências, auxiliar instituições que estejam iniciando a implantação em suas unidades, compartilhar conhecimento (PLONEGOV-BR, 2013).

32 32 Moreira (2013) destaca que a missão da comunidade é [...] ampliar e reforçar o uso de Plone no Governo Brasileiro. Busca unir esforços para solucionar problemas e desafios relacionados ao uso do Plone em aplicações de governo eletrônico. Em 2012, a comunidade PloneGov-BR recebeu o prêmio Plone Innovation Awards O evento se propõe a apresentar os novos e mais interessantes desenvolvimentos na Comunidade Plone. Para ingressar na comunidade brasileira, a instituição interessada precisa assinar um protocolo de adesão. Atualmente, a Presidência da República, o Serpro, a Câmara dos Deputados, o Interlegis, a EBC e o Ministério do Planejamento compõem os órgãos membros da comunidade. Constata-se, outrossim, que a observação aos objetivos da comunidade ocorre através de medidas práticas. A organização da comunidade dentro do portal Software Livre (Figura 6) e a manutenção da lista de discussões25 e do wiki de documentação no domínio do Interlegis, são algumas destas medidas. Figura 6 Portal da Comunidade PloneGov-BR: recorte da página inicial Fonte: Brasil, 2013h 25 Lista de discussões da comunidade PloneGov-BR, aberta a toda comunidade:

33 33 3 LEVANTAMENTO DE DADOS 3.1 O questionário O questionário foi elaborado utilizando-se questões do tipo fechadas e semi-abertas, num total de 18. Nas questões fechadas foram utilizados formatos distintos, quais sejam, dicotômico, múltipla escolha e escalar (Likert). Um formulário on-line26 foi desenvolvido para submeter o questionário aos respondentes. Deste modo, o questionário pôde ser acessado via URL pública. Na elaboração das questões, foram abordados os seguintes aspectos: a) independentemente do(s) SGC(s) adotado(s) na instituição: o tempo de uso; o principal motivo da adoção; e os nomes dos SGCs. b) especificamente relacionado ao Plone: o tempo de uso; as versões em uso; os diferenciais positivos e negativos; a curva de aprendizado; a documentação; o desempenho na infraestrutura de TI da instituição; o nível de satisfação dos usuários; as categorias de software adotados e/ou desenvolvidos, por terceiros ou não; a motivação para a adoção de software de terceiros; o nível de aderência ao negócio; o nível de simplicidade para realizar customizações; os programas ou ações para disseminação do conhecimento; e se há investimento em treinamento dos profissionais de TI. 26 A plataforma aberta do Google Drive Google Docs foi escolhida para esta finalidade. O ambiente gera, automaticamente, a tabulação e a sumarização dos dados.

34 Os respondentes O questionário foi publicado na lista de discussões da Comunidade PloneGov-BR. Ao acessá-lo, o respondente verificava duas importantes orientações: a primeira determinava que o público alvo do questionário eram os profissionais de TI de órgãos da administração pública brasileira; a segunda esclarecia que o respondente deveria considerar somente o contexto da sua instituição, observando o trabalho, programas e ações realizadas, exclusivamente, na sua instituição. Em vista disso, garantiu-se a visão técnica necessária ao propósito deste estudo. Através do endereço de correio eletrônico dos membros da lista, foi possível identificar a inscrição de 46 órgãos públicos brasileiros de todas as esferas. Ao término de 15 dias, foram contabilizadas 36 respostas de 29 diferentes órgãos públicos das 5 regiões brasileiras. Na conferência das respostas, descartou-se 3 respostas, visto que 2 não continham a identificação do respondente e 1 estava registrada em duplicidade. Utilizou-se, por conseguinte, 33 respostas válidas, sendo: 23 respostas da esfera federal, 3 respostas da esfera estadual e 7 respostas da esfera municipal. Dentre as respostas válidas, constatou-se 7 respostas provenientes de 3 órgãos públicos que participaram com mais de um respondente: o Serpro, com 3 participações; a Presidência da República, com 2 participações; e a Câmara Municipal de Parauapebas/PA, também com 2 participações.

35 35 4 RESULTADOS OBTIDOS 4.1 Exposição dos dados Respostas por esferas federativas e nome dos órgãos públicos que responderam ao questionário Gráfico 1 Respostas por esferas federativas Analisando-se as 33 respostas submetidas, foram identificados 29 órgãos públicos brasileiros: Da esfera federal (20 órgãos): Presidência da República (PR), Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM), Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), Imprensa Nacional, Senado Federal, Interlegis, Câmara dos Deputados, Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN), Caixa Econômica Federal (CEF), Departamento de Polícia Rodoviária Federal (PRF), Superior Tribunal Militar (STM), Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), Tribunal Regional do Trabalho 13ª Região, Procuradoria da República no Estado da Paraíba (MPF/PRPB), Procuradoria da República no Estado do Tocantins (MPF/PRTO), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB); Da esfera estadual (3 órgãos): Procuradoria Geral do Estado da Paraíba (PGE/PB), Universidade Estadual de Maringá (UEM) e Porto Iracema das Artes (Escola de Formação e Criação do Ceará); Da esfera municipal (6 órgãos): Câmaras Municipais de Parauapebas/PA,

36 36 Telêmaco Borba/PR, Carneirinho/MG, Nova Friburgo/RJ, Salmourão/SP e Pindamonhangaba/SP Vivência em sistemas de gestão (tempo de utilização) Gráfico 2 Tempo de utilização de SGCs De acordo com as respostas, as instituições participantes possuem boa vivência em sistemas de gestão de conteúdo (não necessariamente o Plone), pois apenas 2 respondentes informaram que na sua instituição SGCs são utilizados há menos de 1 ano Principais motivos para a adoção de software SGC Gráfico 3 Principal motivo para a adoção de software SGC Estes dados possibilitam notar que houve preocupação dos órgãos consultados em aprimorar a gerência do conteúdo, visto que o principal motivo respondido foi a descentralização da gerência de conteúdo. Verifica-se, outrossim, que existiu empenho em se observar padrões e normas editadas pelo governo (como por exemplo o e-pwg, explanado no tópico 2.3 do presente estudo) e em realizar o acompanhamento da evolução tecnológica. Outras respostas registradas foram convênio com o Interlegis e extinguir terceirização de desenvolvimento e suporte ao website.

37 SGCs mais utilizados Gráfico 4 SGCs adotados (mais utilizados) O Gráfico 4 mostra que apenas 1 respondente não selecionou o Plone (32 respostas). Reuniu-se neste estudo, por conseguinte, uma parcela considerável de órgãos do governo que, além de estar inscrita na lista de discussões da Comunidade PloneGov-BR, também utiliza, em seu dia a dia, o produto da Fundação Plone. Outras respostas registradas foram: proprietário da empresa que desenvolveu e WordPress Vivência no Plone (tempo de utilização) Gráfico 5 Tempo de utilização do Plone Constatando-se o tempo de utilização do Plone, infere-se, relativamente, o grau de percepção do respondente para com os detalhes do mencionado SGC. Positivamente, apenas 2 respondentes informaram que na sua instituição o Plone é utilizado há menos de 1 ano.

38 Versões do Plone em uso Gráfico 6 Versões do Plone utilizadas atualmente O Gráfico 6 mostra que as versões mais utilizadas são a 3 e a 4. Foram computadas, também, 8 respostas informando a utilização das versões 2, 2.1, 2.5 e Deste modo, percebe-se que no governo existe um olhar atento às novas implementações e melhorias do produto. Outro dado interessante é, mais da metade dos respondentes informou ainda utilizar alguma versão do SGC que possui mais de 6 anos desde o seu lançamento Diferenciais positivos em relação aos concorrentes Gráfico 7 Diferenciais positivos em relação aos SGCs concorrentes Veja-se que o item segurança ficou em primeiro lugar na opinião dos respondentes. Nogueira e Nassif (2013, p. 18) explicam que o alto nível de segurança do Plone está associado ao fato de o seu servidor de aplicações ser o Zope, que, segundo Moreira e Lima (2008, p. 27) provê um framework de segurança extensível e granular [...]. A facilidade de uso pelo usuário não técnico aparece em segundo lugar. O nível de usabilidade oferecido pelo Plone é, realmente, um dos pontos fortes do produto, conforme já mencionado na revisão bibliográfica do presente estudo (tópico 2.5). Outros diferenciais positivos apontados foram open source, funcionalidades out-of-

39 39 box, acessibilidade e workflow de processos na delegação de atividades Diferenciais negativos em relação aos concorrentes Gráfico 8 Diferenciais negativos em relação aos SGCs concorrentes O resultado apresentado para esta questão valoriza a comunidade envolvida. Consoante citado no tópico 2.5 deste trabalho, Reis et al. (2011, p. 9-10) pactuam com este entendimento, afirmando que o apoio está disponível [...] na forma de uma grande equipe de desenvolvimento internacional e membros da comunidade Plone. Os 62% dos respondentes que apontaram outros aspectos negativos informaram: curva de aprendizado, documentação, poucos profissionais capacitados, linguagem de programação, dificuldade na migração de versão, infraestrutura complicada, banco de dados e customização Curva de aprendizado Gráfico 9 Curva de aprendizado Metade dos respondentes informou achar a curva de aprendizado pouco ou nada boa, aspecto este abordado também na questão anterior como negativo. Na análise de Reis et al.

40 40 (2011, p. 15), ainda que relativamente fácil de usar, a aprendizagem do Plone pode demorar mais tempo em comparação com o Joomla! e o Drupal. Miranda, Vieira e Carelli (2008, p. 16) asseveram que o trabalho dos desenvolvedores de portais é favorecido, devido à integração existente no conjunto Python, Zope e Plone Qualidade da documentação oficial Gráfico 10 Qualidade da documentação oficial A votação para o quesito documentação não culminou índices favoráveis ao Plone. Há vasta documentação na língua inglesa. Possivelmente, seja este um motivo para o resultado apresentado. Reis et al. (2011, p. 10) destaca que o Plone [...] possui documentos para desenvolvedores que falam de modelos, das tecnologias, entre outros tópicos de maneira bem organizada, além também de conter um manual do usuário bem completo Desempenho na infraestrutura de TI da instituição Gráfico 11 Desempenho do Plone na infraestrutura de TI da instituição O resultado apresentado é bastante favorável ao Plone. Andrei (2013) atesta que o Plone é capaz de atender a 27 requisições por segundo, quando não há uma política de cache

41 41 configurada. Ele complementa que ativar o cache27 em memória, por exemplo, eleva a capacidade de atendimento das requisições para cerca de 140 por segundo Nível de satisfação dos usuários das soluções Gráfico 12 Satisfação dos usuários das soluções utilizadas na instituição Somando-se os votos computados para muito e extremamente satisfeitos, verifica-se um índice de 85% de satisfação. Considerando que a satisfação do usuário está relacionada ao atendimento da sua necessidade, ou seja, o usuário sente-se satisfeito por conseguir realizar alguma tarefa com o mínimo de esforço, depreende-se que o Plone possui a flexibilidade necessária para produzir soluções que favoreçam tal convicção do usuário, porquanto a ferramenta que ele utiliza corresponde aos seus anseios Categorias de software de terceiros adotadas Gráfico 13 Categorias de software de terceiros adotadas Veja-se que somente cerca de 30% dos respondentes manifestaram utilizar alguma categoria de software de terceiro desenvolvido em Plone, pois 23 profissionais não responderam. Não é elevado o índice de reaproveitamento de soluções desenvolvidas por terceiros nas instituições pesquisadas. 27 O pacote plone.app.caching vem embarcado no Plone 4.

42 42 Outras respostas registradas foram ALM, Sistema de Apoio ao Processo Legislativo (SAPL) e Contabilidade/RH Principal motivo para a adoção dos softwares de terceiros Gráfico 14 Motivação para a adoção dos softwares de terceiros Complementando o assunto abordado na pergunta anterior, o Gráfico 14 demonstra não haver uma razão mais significativa. A singularidade dos trabalhos executados em cada órgão público, o cenário político local, as pessoas envolvidas, bem como outros fatores, possivelmente, determinaram este resultado. Outras respostas registradas nesta pergunta foram processo de desenvolvimento excessivamente burocrático e convênio Categorias de software desenvolvidas/personalizadas na instituição Gráfico 15 Categorias de software desenvolvidas/personalizadas na instituição Mais de uma resposta foi aceita nesta questão, assim, o resultado apresentado no Gráfico 15 demonstra que o Plone é utilizado para mais de uma finalidade. A eficácia do produto no cumprimento do seu principal propósito, isto é, ser utilizado como um servidor de intranet, extranet e portais, conforme descrito pela Fundação Plone, está comprovada.

43 43 Outras respostas registradas foram painel de projetos e sistemas de redação multimídia, portais de conteúdo multimídia Nível de aderência do Plone ao negócio da instituição Gráfico 16 Nível de aderência do Plone ao negócio da instituição Não foi sugerida ao respondente uma forma para se avaliar o critério aderência solicitado nesta pesquisa, possibilitando ao profissional liberdade no julgamento. O resultado apresentado no Gráfico 16 confirma que o nível de aderência do Plone às necessidades governamentais é elevado, o que justifica sua expressiva adoção Nível de simplicidade para realizar customizações Gráfico 17 Nível de simplicidade para realizar customizações Na opinião de 71% dos respondentes, é moderado o nível de simplicidade para realizar customizações no Plone, ainda que 42% (Gráfico 5) tenha informado possuir pelo menos 5 anos de experiência na ferramenta.

44 Programas ou ações para disseminação do conhecimento Gráfico 18 Programas ou ações para disseminação do conhecimento Os programas ou ações voltados para a disseminação do conhecimento informados nos 38% das respostas foram: Universidade Serpro, Grupo Interlegis de Tecnologia (GITEC), wiki interno, cursos e tutoriais, lista de discussões, seminários, participação em comunidades e no Comitê de Software Livre (CISL), criação da comunidade PloneGovBR, base de conhecimento e treinamento e eventos Plone e comunidades on-line Realização de investimento em treinamento/aperfeiçoamento Gráfico 19 Realização de investimento em treinamento/aperfeiçoamento Menos da metade dos respondentes confirmou que na sua instituição há investimento em treinamento e aperfeiçoamento para utilização do Plone. Este resultado comprova que o profissional acaba especializando-se por iniciativa própria.

45 45 5 CONCLUSÃO Há pelo menos 10 anos que o Plone é utilizado com sucesso na construção de portais, intranets e outras soluções para o governo brasileiro. Atualmente, o mercado de SGCs livres não é enxuto. Muitos outros softwares de qualidade estão disponíveis. No entanto, a adoção do Plone continua em franca expansão no governo brasileiro. Uma hipótese que poderia ser utilizada para explicar a adoção do Plone no governo brasileiro, é a escassez de SGCs livres encontrados há uma década. No entanto, os estudos aqui apresentados demonstraram que a efetiva aderência do Plone às diretrizes de governo eletrônico é que garantiu sua escolha e manutenção. Com o intuito de se evidenciar os aspectos relevantes envolvidos na continuidade desta solução de SGC no governo brasileiro, duas abordagens foram utilizadas: 1. o referencial teórico que possibilitou: a) caracterizar as iniciativas governamentais que fomentam a utilização do SL, tais como a criação do CISL, a edição do Guia Livre e a manutenção dos portais Software Livre e Software Público Brasileiro; b) externar a necessidade que a administração pública possui em gerir conteúdo online com eficiência e eficácia, relatando que o cumprimento desta necessidade ocorre mediante a utilização de sistemas de gerenciamento de conteúdo, com o intuito de oferecer ao cidadão a melhor experiência possível de acesso ao governo eletrônico; c) apresentar um detalhamento das características do sistema de gerenciamento de conteúdo Plone; d) realizar um enfoque histórico da adoção do Plone no Serpro; e) apresentar a Comunidade PloneGov-BR; 2. a submissão de um questionário aos órgãos públicos membros da Comunidade PloneGOV-BR, medida que permitiu realizar um exame geral do estado de utilização do Plone em diversos órgãos da administração pública. Uma das dificuldades vivenciadas na elaboração deste trabalho, foi encontrar uma forma objetiva e eficiente de comunicação com os órgãos de governo referência na pesquisa e desenvolvimento de soluções em Plone. A lista de discussões da Comunidade PloneGov-BR foi o canal escolhido para estabelecer esta comunicação. Na lista, foi possível perceber uma atuação profícua da comunidade, fato este que viabilizou o contato com as instituições.

46 46 Da análise de todas as informações reunidas no presente estudo, é possível concluir, principalmente, que: 1. O governo empreende medidas inovadoras, oferecendo a transparência dos seus atos; 2. A adoção do SL no governo está associada à busca da intitulada democracia digital; 3. O governo brasileiro compreendeu que há vantagens em se adotar o SL, transformando-o em patrimônio público; 4. Como medidas de estímulo ao governo eletrônico, existem estudos aprofundados objetivando garantir a utilização de softwares para gerenciamento de conteúdo, tais como o Guia de Administração de Sítios e o Comparativo dos Sistemas de Gestão de Conteúdo, pois que não existe mais espaço para a centralização das informações; 5. A descoberta do Plone pelo governo brasileiro foi resultado de amplo estudo, face ao posicionamento dos profissionais de TI, gestores e diretores, em busca das melhores soluções de governo eletrônico; 6. O Plone é notavelmente aderente às necessidades governamentais. Possibilita criar produtos sob medida, seguros, acessíveis, fáceis de usar e modernos. Possui bom desempenho na infraestrutura de TI dos órgãos públicos consultados e não é simples de se customizar, apresentando alta curva de aprendizado; 7. A comunidade PloneGov-BR está consolidada e atua no sentido de ampliar e reforçar a adoção do Plone no governo; 8. Em que pesem a maturidade e o alto nível de profissionalismo do Plone, não existe homogeneidade entre os órgãos de governo no quesito estado da adoção do Plone; 9. O Plone não é um produto em que o aprendizado, implantação, customização e atualização são triviais. Por fim, sugere-se como prosseguimento deste estudo, uma abordagem voltada à infraestrutura, ou seja, demonstrar quais tecnologias o governo brasileiro empreende na infraestrutura relacionada ao SGC Plone e, ainda, como essas tecnologias contribuem para melhorar a entrega dos serviços relacionados ao gerenciamento de conteúdo web.

47 47 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ADIERS, Diego Ribas. Gerenciamento de conteúdo na web usando Plone: Aplicação ao Portal da Informática da UFSM f. Trabalho de Graduação (Bacharel em Ciência da Computação) Graduação em Ciência da Computação, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS, Disponível em: <http://wwwapp.inf.ufsm.br/bdtg/arquivo.php?id=46>. Acesso em: 15 maio ANDREI, Érico. Primeiros passos com Plone, o CMS Pythonico. Disponível em: <http://pycursos.com/conteudo/primeiros-passos-com-plone-cms-pythonico/>. Acesso em: 25 julho BRASIL. Portal Software Livre. Software Livre no Governo do Brasil. Disponível em: <http://www.softwarelivre.gov.br>. Acesso em: 12 novembro Rumo à Democracia Digital: Discurso do Ministro da Cultura. Disponível em: <http://www.softwarelivre.gov.br/artigos/dicursogil/>. Acesso em: 12 novembro Software livre também pode ser software público, 2013d. Disponível em: <http://www.softwarelivre.gov.br/noticias/software-livre-tambem-pode-ser-softwarepublico/>. Acesso em: 12 novembro Software Livre: O que é. Disponível em: <http://www.brasil.gov.br/sobre/ciencia-etecnologia/software-livre>. Acesso em: 19 novembro Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de Disponível em: <www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm>. Acesso em: 4 maio Programa brasileiro, 2013a. Disponível em: <http://www.brasil.gov.br/sobre/ciencia-e-tecnologia/software-livre/programa-brasileiro>. Acesso em: 7 maio Guia Livre: Referência de Migração para Software Livre do Governo Federal. Brasília: [s. n.], p. inicial-final. Disponível em: <http://www.governoeletronico.gov.br/anexos/guia-livre-versao-1.0>. Acesso em 12 maio Software Livre. Definição, 2013b. Disponível em: <http://www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/software-livre>. Acesso em: 14 maio Software Público. Apresentação. Disponível em: <http://www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/software-livre/portal-do-softwarepublico>. Acesso em: 14 maio Padrões Brasil e-gov, 2013c. Disponível em:

48 48 <http://www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/padroes-brasil-e-gov>. Acesso em: 15 maio Decreto de 29 de outubro de Institui Comitês Técnicos do Comitê Executivo do Governo Eletrônico e dá outras providências. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/dnn/2003/dnn10007.htm>. Acesso em: 15 maio Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação/MP. Comparativo dos Sistemas de Gestão de Conteúdo. Brasília: MP, SLTI, 2012a. 34 p. Disponível em: <https://www.consultas.governoeletronico.gov.br/consultaspublicas/download.do? acao=arquivodocumentoreferencia&tipo=pdf&compactado=false&id=113>. Acesso em 16 maio Resolução nº 7, de 29 de julho de Estabelece regras e diretrizes para os sítios na internet da Administração Pública Federal. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/resolução/2002/res07-02web.htm>. Acesso em: 16 maio Histórico do Governo Eletrônico, 2013e. Disponível em: <http://www.governoeletronico.gov.br/o-gov.br/historico>. Acesso em: 5 julho Guia de Administração, 2013f. Disponível em: <http://www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/padroes-brasil-e-gov/guia-deadministracao>. Acesso em: 5 julho Comitês Técnicos. Implementação do Software Livre, 2013g. Disponível em: <http://www.governoeletronico.gov.br/o-gov.br/comites-tecnicos/implementacao-dosoftware-livre>. Acesso em: 31 agosto O que é o PloneGov-BR, 2013h. Disponível em: <http://www.softwarelivre.gov.br/plone>. Acesso em: 31 agosto BRASIL ESCOLA. Regras ABNT. Pesquisas: Exploratória, Descritiva e Explicativa. Disponível em: <http://monografias.brasilescola.com/regras-abnt/pesquisas-exploratoriadescritiva-explicativa.htm>. Acesso em: 1 setembro CHAGAS, Fernando; CARVALHO, Cedric Luiz de; SILVA, João Carlos da. Um estudo sobre os sistemas de gerenciamento de conteúdo de código aberto. Goiás: Universidade Federal de Goiás, p. 19. (Instituto de Informática. Universidade Federal de Goiás. Relatório Técnico RT-INF_ ). Disponível em: <http://www.inf.ufg.br/sites/default/files/uploads/relatorios-tecnicos/rtinf_ pdf>. Acesso em: 30 agosto CONSEGI. O Evento. Disponível em: <http://www.consegi.gov.br/o-evento>. Acesso em: 31 agosto FREE SOFTWARE FOUNDATION. GNU Operation System. O que é software livre?,

49 Disponível em: <http://www.gnu.org/philosophy/free-sw.html>. Acesso em: 15 maio FALCÃO, Joaquim, et al. Estudo sobre o software livre. Rio de Janeiro: [s. n.], p. (Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas Rio de Janeiro. Comissionado pelo Instituto Nacional da Tecnologia da Informação ITI). Disponível em: <www.softwarelivre.gov.br/publicacoes/estudo_fgv.pdf>. Acesso em: 12 maio HAIR, Joseph F., et al. Análise Multivariada de Dados. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, p. LIMA, Cíntia Rosa Pereira de; MELLO, Fernando Amorim Soares de; RUBIM, Thiago Freitas. Política Pública de Utilização de Software Livre. Brasília: Senado Federal, p. (Série Cadernos Normativos). Disponível em: <http://www2.senado.gov.br/bdsf/item/id/243078>. Acesso em: 8 abril MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia Científica. 5 ed. São Paulo: Atlas, MIRANDA, Viviane Vieira de; VIEIRA, Carlos Eduardo Costa; CARELLI, Flávio Campos. O uso de Software Livre no Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). Volta Redonda, ano III, n. 8, dez Disponível em: <http://www.foa.org.br/cadernos/edicao/08/11.pdf>. Acesso em: 16 maio MOREIRA, João Rodrigo; LIMA, Rafael Aparecido de. Intranet para a Câmara Municipal de Pindamonhangaba Utilizando Software Open Source f. Monografia (Graduação em Análise e Desenvolvimento de Sistemas) Faculdade de Tecnologia IBTA. São José dos Campos, MOREIRA, Tânia Andrea Miranda. World Plone Day Apresentação da Comunidade PloneGov-BR. Brasília, Disponível em: <http://www.youtube.com/watch? v=m6vy7tzbkgw>. Acesso em: 1 setembro NEVES, José Luis. Características da Pesquisa Qualitativa. In: Pesquisa Qualitativa Características, Usos e Possibilidades. Caderno de Pesquisas em Administração. São Paulo, v. 1, n. 3, 2. sem./1996, p. 1. Disponível em: <http://www.unisc.br/portal/upload/com_arquivo/pesquisa_qualitativa_caracteristicas_usos_e _possibilidades.pdf>. Acesso em: 4 setembro OLIVEIRA, Klaus Felinto de. Estudo sobre os fatores que influenciam a decisão pela adoção do software livre em instituições públicas f. Dissertação (Mestrado em Administração e Negócios) - Mestrado em Administração e Negócios, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Faculdade de Administração, Contabilidade e Economia, Porto Alegre, Disponível em: <portal2.tcu.gov.br/portal/pls/portal/docs/ pdf>. Acesso em: 12 maio OPENID. What is OpenId? Disponível em: <http://openid.net/get-an-openid/what-isopenid/>. Acesso em: 22 setembro 2013.

50 50 PARREIRAS, Fernando S., BAX, Marcello P. Gestão de conteúdo com softwares livres. In: KMBrasil, 2003, São Paulo. Anais... São Paulo: SBGC - Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento, CD-ROM. Disponível em: <http://www.fernando.parreiras.nom.br/publicacoes/pgct166.pdf>. Acesso em: 16 maio PICKARD, Jack. O Alfabeto de um Standardista. Tradução: Luciano Rodrigues. São Paulo, Disponível em: <http://alabrasil.blogspot.com.br/2006/09/o-alfabeto-de-umstandardista.html>. Acesso em: 20 setembro PLONE AWARDS. Plone Awards Disponível em: <http://ploneawards.com/>. Acesso em: 5 setembro PLONE FOUNDATION. Plone CMS: Open Source Content Management, 2013a. Disponível em: <http://plone.org>. Acesso em: 6 maio Plone.org.br, 2013b. Disponível em: <http://plone.org.br>. Acesso em: 7 maio World Plone Day, 2013c. Disponível em: <http://www.plone.org/events/wpd>. Acesso em: 31 agosto PLONE SYMPOSIUM SOUTH AMERICA. Apresentação. Disponível em: <http://www.plonesymposium.com.br>. Acesso em: 31 agosto PLONEGOV. About PloneGov. Disponível em: <http://www.plonegov.org/summary>. Acesso em: 5 setembro PLONEGOV-BR. Wiki de documentação. Perguntas Frequentes. Disponível em: <http://colab.interlegis.leg.br/wiki/plonegovfaq>. Acesso em: 5 setembro PLONEGOV-BR. Wiki de documentação. Atas das Reuniões da Comunidade PloneGovBR. Disponível em: <http://colab.interlegis.leg.br/wiki/plonegovatas>. Acesso em: 5 setembro PRIBERAM. Dicionário Priberam da Língua Portuguesa. Disponível em: <http://www.priberam.pt/dlpo/>. Acesso em: 4 setembro REAL STORY GROUP Content Technology Vendor Map. Disponível em: <http://www.realstorygroup.com/vendormap/>. Acesso em: 19 setembro REIS, Julio Cesar Dos, et al. Uma Prospecção de Plataformas para o Desenvolvimento do Sistema Todos Nós em Rede. Campinas: DSI-IC-UNICAMP, p. 2. (Instituto de Computação. Universidade Estadual de Campinas. Relatório Técnico IC-11-17). Disponível em: <http://www.ic.unicamp.br/~reltech/2011/11-17.pdf>. Acesso em: 10 maio ROMANI, Luciana Alvim Santos; CAMPOS, Luciana Aparecida de. Comparativo do Plone com gerenciadores de conteúdo em PHP, Java e Python. Campinas: Embrapa Informática Agropecuária, p. (Documentos / Embrapa Informática Agropecuária; 55). Disponível

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52 52 BIBLIOGRAFIAS CONSULTADAS ACESSIBILIDADE LEGAL. Disponível em: <http://www.acessibilidadelegal.com/>. Acesso em: 20 setembro ALBUQUERQUE, Antônio; MEFFE, Corinto; MAIA, Paulo. World Plone Day Debate: Compartilhamento de Códigos no Governo. Brasília, Disponível em: <https://vimeo.com/ >. Acesso em: 23 junho ANJOS, Thiago Curvelo dos. Plone Symposium South America A adoção do Plone no TRT da Paraíba. Brasília, Disponível em: <http://ftp.interlegis.gov.br/interlegis/video/videosplone/plonesymposium/pssa-adocaoplone-trt-paraiba.wmv>. Acesso em: 25 julho BRASIL. Palestras Técnicas do CISL. Disponível em: <http://www.softwarelivre.gov.br/palestras-tecnicas-cisl>. Acesso em: 25 julho CASTARDO, Rodrigo. World Plone Day Programando Plone para o Governo. Brasília, Disponível em: <https://vimeo.com/ >. Acesso em: 23 junho DIAZO. Diazo theme engine guide. Disponível em: <http://docs.diazo.org/en/latest/index.html>. Acesso em: 22 setembro FERRI, Jean. World Plone Day Plone no Interlegis: muito além do portal. Brasília, Disponível em: <https://vimeo.com/ >. Acesso em: 23 junho NOGUEIRA, André. World Plone Day O Estado do Plone. Brasília, Disponível em: <https://vimeo.com/ >. Acesso em: 23 junho RIBEIRO, Luciano da Rocha. Sistema de Gerenciamento de Conteúdo para Internet: Estudo para Implantação na UEM f. Monografia (Especialização em Gestão Pública) Faculdade Instituto Superior de Educação do Paraná. Maringá, Disponível em: <http://plone.org.br/members/lrribeiro-40uem.br/sistema-de-gerenciamento-de-conteudopara-internet-estudo-para-implantacao-na-uem/at_download/file>. Acesso em: 30 agosto TINYMCE. Javascript WYSIWYG Editor. Disponível em: <http://www.tinymce.com/>. Acesso em: 22 setembro W3C RECOMENDATION. Web Content Accessibility Guidelines (WCAG) 2.0. Disponível em <http://www.w3.org/tr/wcag20/>. Acesso em: 20 setembro WEB ACCESSIBILITY INITIATIVE. WAI. Disponível em: <http://www.w3.org/wai/>. Acesso em: 20 setembro WIKIPÉDIA. A enciclopédia livre. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/>. Acesso em: 12 novembro 2012.

53 53 APÊNDICE A Modelo de questionário Figura 7 Questionário: questões 1 a 3 Fonte: Google Drive

54 54 Figura 8 Questionário: questões 4 a 8 Fonte: Google Drive

55 55 Figura 9 Questionário: questões 9 a 13 Fonte: Google Drive

56 56 Figura 10 Questionário: questões 14 a 18 Fonte: Google Drive

57 57 Figura 11 Questionário: identificação do respondente Fonte: Google Drive

58 58 APÊNDICE B Respostas registradas no questionário Quadro 3 Respondentes 1 a 8 (questões 1 a 7)

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