PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DE ACORDO COM A NBR ISO 9001

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1 PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DE ACORDO COM A NBR ISO OBJETIVO Este procedimento estabelece os requisitos para Avaliação da Conformidade para Sistemas de Gestão da Qualidade de acordo com a NBR ISO 9001, através da certificação voluntária. 2 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA NBR ISO 9001 NBR ISO IEC NBR ISO ABNT ISO IEC Guia 2 NIT-DICOR-054 NIT-DICOR-008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos; Avaliação da Conformidade Requisitos para organismos que fornecem auditoria e certificação de sistemas de gestão; Diretrizes para auditoria de sistema de gestão da qualidade e/ou ambiental; Normalização e Atividades Relacionadas Vocabulário Geral. Documentos mandatórios do IAF para a aplicação da NBR ISO/IEC 17021:2007 Critérios de Acreditação para Organismos de Certificação de Sistemas de Gestão 3 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS Todos os serviços avaliados pelo IFBQ devem atender aos requisitos deste procedimento, em conformidade à NBR ISO 9001 Sistemas de gestão da qualidade Requisitos e outros documentos do sistema da qualidade do IFBQ. Sempre que houver revisão dos documentos que servem de base para o processo de Avaliação da Conformidade, o IFBQ deve comunicar seus clientes e partes interessadas e considerar suas opiniões, quando aplicável, e estabelecer um prazo para a adequação às novas exigências. Caso haja modificação no serviço prestado, a Organização deve comunicar este fato ao IFBQ que, por deliberação do Gerente Geral, poderá exigir nova auditoria para verificação das modificações efetuadas. Elaborado por: Verificado por: Aprovado por: PES-SBC /08/ /12/2011 1/13

2 3.1 Codificação da Certificação A codificação da certificação do sistema da qualidade deve obedecer às considerações do PSQ-IFBQ-003, adotando como identificação seqüencial OCS nº xxx/ano, onde: xxx número seqüencial da Organização certificado 3.2 Certificado do Sistema de Gestão da Qualidade Documento emitido com base em princípios e políticas adotadas no âmbito do SBAC, pelo IFBQ, outorgando um certificado, mediante o Contrato de Autorização para Uso o Selo de Identificação da Conformidade, de acordo com este procedimento. O Certificado do Sistema de Gestão da Qualidade da Organização deve conter os seguintes dados: a. Razão social, endereço completo e CNPJ da Organização; b. Número do certificado, data de emissão e validade do certificado; c. Nome do OCS e nº. de registro no INMETRO; d. Escopo da Certificação de acordo com o código NACE; e. Identificação da norma NBR ISO 9001:2008 e 3.3 Identificação da Conformidade A Organização só deve utilizar o Selo de Identificação da Conformidade para indicar o sistema da qualidade certificado. A identificação não pode ser usada em um produto, ou de modo a ser interpretado como denotando conformidade ao produto. Toda exibição da identificação da certificação feita pela Organização, deverá ser antecipadamente encaminhada ao IFBQ, para exercer o controle quanto à propriedade, uso da logomarca e do certificado do sistema da qualidade. As condições de utilização da identificação da conformidade estão descritas no item 7 Uso da Marca. PES-SBC /08/ /12/2011 2/13

3 4 ETAPAS DA AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE 4.1 Solicitação da Certificação A Organização deve formalizar ao IFBQ, seu pedido para a obtenção da certificação, através do preenchimento do impresso IMP 078 Formulário de Solicitação de Certificação e Orçamento de SGQ e SGA. A partir das informações contidas na Solicitação, o IFBQ analisa a pertinência da certificação através do IMP 091 Descrição do Escopo de Atuação e realiza o dimensionamento da auditoria para futura elaboração da memória de cálculo e emissão da proposta técnico-comercial Elaboração da Proposta Técnico-Comercial Para o dimensionamento da auditoria, a quantidade de auditores/dia é definida no IMP 098 Memória de Cálculo para Emissão de Proposta Técnico-Comercial SGQ. Juntamente com a cópia da proposta técnico-comercial com o respectivo de acordo, devem ser encaminhados os seguintes documentos: - Cópia autenticada do contrato social da empresa e sua última alteração; - Cópia eletrônica do cartão de inscrição no CNPJ; - Documentação do Sistema da Qualidade, referente aos itens da NBR ISO 9001; - Cópia do Manual da Qualidade atualizado. Ob.: O documento IMP 098 Memória de Cálculo para Emissão de Proposta Técnico-Comercial SGQ foi elaborado de acordo com a Tabela QMS 1 Sistemas de Gestão da Qualidade, descrita no Anexo A da NIT-DICOR-054 rev. 02 de Fevereiro/2010. Análise da Documentação O processo de certificação só terá início após a análise da documentação do sistema da qualidade da Organização pelo IFBQ. A análise da documentação deve ser registrada no IMP 065 Análise do Processo de Certificação. 4.3 Programação da Auditoria Inicial Após análise e aprovação da Solicitação da Certificação e da documentação supracitada, o IFBQ acorda com a organização as datas das auditorias, envia o Planejamento da Fase 1 e qualquer observação que seja relevante e a composição da equipe auditora, para seu de acordo. A data da Fase 2 deve ser ajustada na Fase 1 em conjunto com a Organização e não poderá exceder a 90 dias préestabelecidos no plano aceito. PES-SBC /08/ /12/2011 3/13

4 O plano de auditoria para Certificação Fase 1 é elaborado conforme IMP 220 e para Auditoria de Certificação Fase 2 e demais auditorias conforme IMP.082. O planejamento deve ser elaborado pelo auditor líder e registrado no formulário especifico da auditoria. Para multi-sites, o detalhamento está no Anexo A. A escolha dos dias, horários e estação/época da auditoria é de tal forma que permita a equipe auditora, a oportunidade de auditar os processos da organização em uma situação representativa. A organização pode apelar contra a designação de quaisquer auditores ou especialistas, em particular, quando julgar pertinente. A solicitação de substituição de qualquer membro da equipe auditora por parte do solicitante deve ser encaminhada por escrito ao IFBQ. 4.4 Auditoria Inicial O auditor líder deve garantir a posse de que a documentação necessária esteja disponível, para a realização das auditorias. Deve garantir que os relatórios de auditoria, os termos de confidencialidade, as Listas de verificação e demais documentos estão disponíveis para os demais membros da equipe auditora. O auditor líder deve conduzir, nas dependências da empresa solicitante, uma reunião inicial conforme os requisitos da norma NBR ISO e IMP 106 Check-List para Reuniões de Abertura e Encerramento de Auditoria, exceto nos casos de Auditoria Fase 1 off site. Nesta reunião, deve comparecer a área responsável pelo sistema de gestão da qualidade, a alta direção empresa e por qualquer membro da empresa solicitante. Durante a auditoria, as informações pertinentes aos objetivos, escopo e critérios da auditoria, inclusive informações relativas às atividades e processos, devem ser coletadas de forma aleatória, com amostragem apropriada. As informações coletadas devem ser evidenciadas através de registros. As informações podem ser coletadas através dos métodos abaixo, porém não se restringindo a eles: entrevistas; observação de atividades; análise de documentação; indicadores de desempenho; consulta à bancos de dados e internet; A auditoria inicial para a certificação de ISO 9001 é conduzida em duas fases: fase 1 e fase Auditoria Fase 1 A Fase 1 tem o objetivo de avaliar o Sistema Documental, a Estrutura de Processos, os elementos estruturais do SGQ e Regulamentações e/ou Legislações aplicáveis, com base no planejamento de auditoria especifico para Auditoria de Fase 1 IMP PES-SBC /08/ /12/2011 4/13

5 220. A Fase 1 é conduzida para: a) auditar a documentação do sistema de gestão da organização; b) avaliar a localização da organização e as condições específicas do local, e discutir com o pessoal da organização a fim de determinar o grau de preparação para a auditoria da Fase 2; c) analisar a situação e compreensão da organização quanto aos requisitos da norma, em especial com relação à identificação de aspectos-chave ou significativos de desempenho, de processos, de objetivos e da operação do sistema de gestão; d) coletar informações necessárias em relação ao escopo do sistema de gestão, processos e localizações da organização cliente, e aspectos legais e regulamentares relacionados e o respectivo cumprimento; e) analisar a alocação de recursos para a fase 2 e acordar com a organização os detalhes da auditoria da fase 2; f) permitir o planejamento da fase 2, obtendo um entendimento suficiente do sistema de gestão do cliente e do seu funcionamento no local, no contexto dos possíveis aspectos significativos e registrar o Planejamento de Auditoria no formulário especifico IMP.082; g) avaliar se as auditorias internas e as análises críticas pela direção estão sendo planejadas e executadas, e se o nível de implementação do sistema de gestão comprova que a organização está pronta para a auditoria da Fase 2. Ao final da auditoria fase 1, as constatações, conclusões e recomendação para a auditoria fase 2 são registradas no relatório de auditoria, conforme Rel 027 Relatório de Auditoria - ISO 9001: Fase I. Caso sejam detectadas não-conformidades, estas também deverão ser registradas no Relatório de Avaliação de Ação Corretiva RAAC (IMP 024), para cumprimento do requisito avaliado. A empresa deve encaminhar ao IFBQ, em tempo acordado com o auditor líder, as evidências objetivas relativas às não conformidades evidenciadas durante a auditoria. O intervalo entre as Fases 1 e 2 não deve ultrapassar 90 (noventa) dias. Quando não for possível atender o prazo estabelecido, a organização que almeja a certificação deve justificar a necessidade do adiamento e encaminhar para o Pólo de Negócios responsável, que prosseguirá com a análise técnica e decidir junto com a gerência de certificação a necessidade de realizar uma nova auditoria de fase Auditoria Fase 2 A Fase 2 tem o objetivo avaliar a implementação, incluindo eficácia no sistema de gestão da organização. Nesta, todos os requisitos da norma e todos os processos da empresa que fazem parte do Sistema de Gestão da Qualidade devem ser auditados na busca de evidências que todos estes estão em conformidade com a norma NBR ISO Esta auditoria acontece nas instalações da organização e deve incluir no PES-SBC /08/ /12/2011 5/13

6 mínimo o seguinte: a) informações e evidências sobre conformidade com todos os requisitos da norma aplicável de sistema de gestão ou outro documento normativo; b) monitoramento, medições, comunicação e análise do desempenho em relação aos principais objetivos e metas de desempenho (coerente com as expectativas na norma aplicável de sistema de gestão ou em outro documento normativo); c) o sistema de gestão da organização e seu desempenho em relação à conformidade legal; d) controle operacional dos processos da organização; e) auditoria interna e análise crítica; f) responsabilidade da direção pelas políticas da organização; g) ligações entre os requisitos normativos, política, objetivos e metas de desempenho e metas, quaisquer requisitos legais aplicáveis, responsabilidades, competência do pessoal, operações, procedimentos, dados de desempenho e constatações e conclusões de auditoria interna. Durante a auditoria as informações pertinentes aos objetivos, escopo e critérios da auditoria, inclusive informações relativas às atividades e processos, devem ser coletadas de forma aleatória, com amostragem apropriada. As informações coletadas devem ser evidenciadas através de registros. As informações podem ser coletadas através dos métodos abaixo, porém não se restringindo a eles: entrevistas; observação de atividades; análise de documentação; indicadores de desempenho; consulta à bancos de dados e internet; Após a realização das constatações, a equipe auditora deve se reunir, discutir sobre as atividades e fatos ocorridos durante o processo de auditoria e elaborar o relatório de auditoria, conforme Rel 003. O relatório de auditoria deve ser assinado por todos os integrantes da equipe auditora e os representantes da empresa solicitante. Após a elaboração do relatório de auditoria, o auditor líder convoca uma reunião de encerramento, para discorrer sobre o processo de auditoria, comunicar os resultados e as decisões da equipe auditora do IFBQ, utilizando o IMP 106 Check-List para Reuniões de Abertura e Encerramento de Auditorias. Convém que sejam relatados os pontos fortes dos sistemas e os pontos fracos e oportunidades de melhoria, bem como as não conformidades evidenciadas. Caso sejam detectadas não-conformidades, o Solicitante deve tomar todas as ações corretivas necessárias, para cumprimento do requisito avaliado. A empresa deve encaminhar ao IFBQ, em tempo acordado com o auditor líder, as evidências objetivas relativas às não conformidades evidenciadas durante a auditoria. PES-SBC /08/ /12/2011 6/13

7 Caso seja necessária, dependendo das características das não-conformidades, o IFBQ em comum acordo com o Solicitante, programa nova Auditoria de Follow-up, para constatação das ações corretivas tomadas. 4.5 Deliberação do Processo de Certificação Cumpridos todos os requisitos exigidos neste procedimento, é iniciado o processo de análise do qual participam o Coordenador do Pólo de Negócios, o Gerente de Certificação e o Gerente Geral (Executivo Sênior), cabendo ao Gerente Geral do IFBQ (Executivo Sênior) o parecer final sobre a certificação. O registro deste processo de análise é realizado no documento IMP Análise Final do Processo de Certificação. Com o parecer do Gerente Geral, o IFBQ comunica à organização a deliberação da mesma e envia o Contrato de Autorização para o Uso do Selo da Identificação da Conformidade e Certificado de Conformidade 4.6 Emissão do Certificado Após a assinatura do contrato, é enviado à Organização o Certificado de Sistema de Gestão da Qualidade de acordo com a NBR ISO 9001, para o escopo auditado, com validade de 36 (trinta e seis) meses, conforme PSQ-IFBQ Supervisão da Certificação Para supervisão, o IFBQ realiza as auditorias, de acordo com período estabelecido na Proposta Técnico-Comercial aceita pela Organização, podendo ser semestrais ou anuais (não superior a um intervalo de 12 meses), conforme os requisitos estabelecidos, podendo haver outras, desde que haja deliberação do Gerente Geral, baseado em evidências que as justifiquem. A data da primeira auditoria de supervisão seguinte a certificação inicial não excederá 12 meses do último dia da auditoria da fase 2. Nas auditorias de supervisão, o IFBQ verifica se o sistema de gestão certificado está sendo mantido, analisando quando houver, as implicações das alterações que deram origem à certificação e confirmar o contínuo atendimento aos requisitos da norma NBR ISO O programa de auditoria de supervisão deve incluir, no mínimo: a) auditorias internas e análise crítica pela direção; b) uma análise das ações tomadas para as não-conformidades identificadas durante a auditoria anterior; c) tratamento de reclamações; d) eficácia do sistema de gestão com respeito ao alcance dos objetivos do cliente certificado; e) progresso de atividades planejadas visando a melhoria contínua; f) controle operacional 7ontinuo; g) análise de quaisquer mudanças; e h) uso de marcas e/ou quaisquer outras referências à certificação. PES-SBC /08/ /12/2011 7/13

8 Caso sejam detectadas não-conformidades, estas deverão ser registradas no relatório de auditoria (Rel 003) e no Relatório de Avaliação de Ação Corretiva RAAC (IMP 024) Deliberação do Processo de Certificação. Cumpridos todos os requisitos anteriores, é iniciada a análise do processo do qual participam o Coordenador do Pólo de Negócios, o Gerente de Certificação e o Gerente Geral (Executivo Sênior), cabendo ao Gerente Geral do IFBQ (Executivo Sênior) o parecer final sobre a certificação. O registro deste processo de análise é realizado no documento IMP Recertificação A cada período de três anos, o IFBQ realiza uma auditoria de recertificação. Essa auditoria é realizada seguindo os mesmos critérios a partir do item 5.5 deste procedimento. A auditoria de recertificação deve ser planejada e realizada para avaliar a continuação do atendimento a todos os requisitos da NBR ISO O propósito da auditoria de recertificação é confirmar a conformidade e a eficácia contínuas do sistema de gestão como um todo, e a sua contínua relevância e aplicabilidade ao escopo de certificação. A auditoria de recertificação acontece nas instalações da organização e considera os seguintes tópicos: a) a eficácia de todo o sistema de gestão, considerando mudanças internas e externas, e sua relevância e aplicabilidade continuas ao escopo de Certificação; b) comprometimento demonstrado para manter e eficácia e melhoria do sistema de gestão, a fim de melhorar o desempenho global; c) que a operação do sistema de gestão certificado contribui para alcançar a política e objetivos da organização. Caso sejam detectadas não-conformidades, a organização deve tomar todas as ações corretivas necessárias, em tempo acordado com o auditor líder, as evidências objetivas relativas às não conformidades evidenciadas durante a auditoria, antes do vencimento da certificação Deliberação do Processo de Recertificação Cumpridos todos os requisitos anteriores, é iniciada a análise do processo do qual participam o Coordenador do Pólo de Negócios, o Gerente de Certificação e o Gerente Geral (Executivo Sênior), cabendo ao Gerente Geral do IFBQ (Executivo Sênior) o parecer final sobre a certificação. O registro deste processo de análise é realizado no documento IMP 067, posteriormente é emitido o Certificado de Conformidade conforme item 4.6 e Termo Aditivo do Contrato do Contrato de Autorização para o Uso do Selo da Identificação da Conformidade para um novo período de 36 meses. 4.9 Redução, Mudança e Extensão do Escopo de Certificação PES-SBC /08/ /12/2011 8/13

9 Em caso de redução, mudança e extensão do escopo de certificação, deve utilizado o procedimento PSQ-IFBQ-006 Suspensão, Cancelamento, Extensão e Redução do Escopo de Certificação. 5. QUALIFICAÇÃO DE AUDITORES Para a seleção dos auditores e/ou especialistas técnicos, são analisados os critérios previstos na NBR ISO 19011:2002. Para a manutenção e melhoria da competência e avaliação dos auditores e/ou especialistas técnicos, aplica-se o estabelecido no procedimento PSQ-IFBQ-008 Contratação e Qualificação de Auditores, Especialistas e Técnicos Especialistas pelo IFBQ. 6. USO DA MARCA A empresa que buscar interesse na divulgação da Certificação deve analisar os requisitos previstos no procedimento PSQ-IFBQ-015 Controle da Propriedade, Uso e Exibição das Licenças, Certificados, Logomarcas e Marcas de Conformidade e ORI-MARC - Manual de Utilização da Marca IFBQ e Selo de Identificação da Conformidade. 7. OBRIGAÇÕES DA EMPRESA CERTIFICADA Quando a Organização possuir propagandas em catálogos, prospectos comercial ou publicitário, referenciando o seu Sistema de Gestão da Qualidade, estas só podem ser feitas para os escopos certificados, conforme Anexo A e no contrato entre IFBQ e a Organização. Gerenciar e manter o Sistema de Gestão da Qualidade pertinente à certificação concedida e assegurar a conformidade, conforme inicialmente aprovado. Informar, para análise do IFBQ, qualquer modificação do escopo, do processo de fabricação ou do Sistema de Gestão da Qualidade, que possam afetar a avaliação já realizada. Neste caso, o IFBQ notificará à Organização das ações a serem tomadas. Manter um arquivo com registro de reclamações e ações corretivas de suas Organizações para serem evidenciadas nas auditorias de manutenção. Aceitar todas as condições que constam dos Procedimentos do IFBQ, quando aplicáveis; Facilitar o acesso dos auditores do IFBQ a todos os meios necessários para realização dos controles definidos neste procedimento; Submeter previamente ao IFBQ, todos os documentos onde figura o símbolo do SBAC; Fazer uso da certificação somente em documentos que façam referência aos escopos certificados; PES-SBC /08/ /12/2011 9/13

10 Abster-se de reproduzir o símbolo do SBAC nos impressos usados pelas suas Organizações, para correspondência, salvo nos casos em que toda a sua produção esteja certificada; Informar ao IFBQ a ocorrência de situações especiais tais como: suspensão definitiva ou temporária da produção, transferência do local de fabricação, abandono da licença, modificação jurídica ou mudança da razão social da empresa. Aceitar as decisões tomadas na aplicação deste procedimento e nas condições estabelecidas para cada caso; Efetuar todos os pagamentos pertinentes ao processo de certificação, acordados em documentos contratuais e propostas técnico-comerciais. 8 OBRIGAÇÕES DO IFBQ Implementar o Programa de Avaliação da Conformidade, previsto neste procedimento, dirimindo obrigatoriamente as dúvidas com o Inmetro. Utilizar o sistema de banco de dados, fornecido pelo Inmetro, para manter atualizadas as informações acerca dos serviços certificados. Notificar imediatamente ao Inmetro, a suspensão, extensão, redução e cancelamento da certificação, através do banco de dados supra. Notificar às Organizações sobre quaisquer alterações que se pretenda fazer nos seus requisitos para certificação. 9 CONTROLE DE ALTERAÇÕES Revisão Motivo 03 Revisão do item 6 Etapa 8 inclusão dos procedimentos para auditorias de Supervisão ou manutenção e de recertificação. 04 Revisão do Procedimento 05 Substituição do termo Acompanhamento por Supervisão e do termo Manutenção por Recertificação, no item 6, etapa Revisão geral do procedimento, em atendimento à norma NBR ISO IEC a) Menção da NIT-DICOR 054 e NIT-DICOR 056 no item 2 Documentos de Referência. b) Menção da NIT-DICOR 054 e NIT-DICOR 056 no item 5.1 Solicitação da Certificação c) Menção do IMP 098 Memória de Cálculo para Emissão de Proposta Técnico-Comercial SGQ 08 Revisão e adequação ao item 5.8: inclusão de intervalo mínimo da primeira auditoria de Supervisão e o detalhamento da Recertificação. 09 Exclusão da referência ao documento NIT-DICOR-056 e inclusão da referência ao documento NIT-DICOR-008 (Item 2 Documentos de Referência) Exclusão da Tabela 2 do Anexo B Atualização da Tabela 1 do Anexo B com base no documento NIT-DICOR Revisão geral para definição de critérios para realização das auditorias Fase I. PES-SBC /08/ /12/ /13

11 ANEXO A As condições abaixo abordam a situação onde uma organização tem atividades sob o controle de um único sistema de gestão da qualidade que atua através de vários locais geográficos (multi sites) 1 Podem ser emitidos certificados que cubram múltiplos sites desde que cada site incluído no escopo do certificado tenha sido: (a) auditado individualmente pelo organismo de certificação ou (b) incluído em uma abordagem com base amostral (ver abaixo) 2 O IFBQ utiliza o critério abaixo como amostragem para a programação de auditorias em empresas que apresentem sites com atividades similares. Auditoria Inicial: O tamanho da amostra deve ser a raiz quadrada do número de sites remotos (y= x), arredondado para mais. Visita de supervisão: o tamanho da amostra anual deve ser a raiz quadrada do número de sites remotos com 0,6 como o coeficiente (y=0,6 x), arredondado para mais. Recertificação: o tamanho da amostra deveria ser o mesmo da auditoria inicial. Entretanto, onde o SGQ provou ser efetivo por um período de três anos, o tamanho da amostra poderia ser reduzido por um fator 0,8, isto é: (y=0,8 x), arredondado para mais 3 Quando uma empresa solicitante possuir um número de sites similares cobertos por um único SGQ, um certificado pode ser emitido para uma organização para cobrir todos os tais sites, desde que: (a) todos os sites estejam operando sob o mesmo SGQ, que é administrado e auditado centralmente e sujeito à análise crítica pela administração central; (b) todos os sites sejam auditados de acordo com o procedimento de auditoria interna; (c) um número representativo de sites seja auditado pelo IFBQ, levando em consideração os fatores abaixo: 1. Os resultados e relatórios de auditorias internas no site e na central do SGQ 2. Os resultados da análise crítica pela administração 3. Maturidade do sistema de gestão 4. Qualquer conhecimento existente sobre a organização 5. Variações em tamanho dos sites 6. Complexidade do SGQ 7. Complexidade dos sites 8. Os turnos de trabalho que estejam operando PES-SBC /08/ /12/ /13

12 9. Variações em práticas de trabalho 10. Repetitividade de funções 11. Variações em atividades realizadas 12. A distribuição do pessoal da organização pelos sites 13. A significância e extensão dos aspectos e impactos associados 14. Interação potencial com ambientes sensíveis 15. Diferentes requisitos legais 16. Opiniões de partes interessadas, e (d) a amostragem deve ser parcialmente seletiva, baseada nos fatores descritos na alínea c) e parcialmente não seletiva, devendo resultar em uma gama de diferentes sites sendo selecionados, sem excluir o elemento aleatório na seleção de site; (e) o programa de manutenção deveria incluir visita ao escritório central da organização, ser elaborado à luz dos fatores acima e deveria, dentro de um tempo razoável, cobrir todos os locais da organização de acordo com o método de amostragem do organismo de certificação; (f) em caso de uma não-conformidade identificada no escritório central, ou em um único site, de uma organização que possui um certificado de SGQ cobrindo sites múltiplos, o procedimento de ação corretiva deve aplicar-se a todos os sites cobertos pelo certificado; (g) A análise da documentação, descrita na etapa 2, deve abordar as atividades do escritório central da organização para assegurar que um único SGQ aplica-se por todos os sites e fornece gerenciamento central no nível operacional. A análise da documentação e a auditoria deve abordar todas as questões delineadas de a) a f) acima. PES-SBC /08/ /12/ /13

13 ANEXO B Tabela 1 - Relação de escopos de acreditação baseada na nomenclatura estatística para atividades econômicas (NACE Rev. 2 de 2006) publicadas pela Comissão da Comunidade Européia. Nº DESCRIÇÃO CÓDIGO NACE 01 Agricultura, silvicultura e pesca 01, 02, Mineração e Extrativismo 05, 06, 07, 08, produtos alimentícios, bebidas e tabaco 10, 11, Têxteis e Produtos Têxteis 13, Couro e Produtos de Couro Madeira e Produtos de Madeira Polpa, Papel e Produtos de Papel Editoras 58.1, Empresas de Impressão Fabricação de Coque e Produtos Refinados do Petróleo Combustível Nuclear Química, Produtos Químicos e Fibras Farmacêuticos Borrachas e Produtos Plásticos Produtos Minerais Não Metálicos 23, exceto 23.5 e Concreto, Cimento, Cal, Gesso, etc 23.5, Metais Básicos e Produtos Manufaturados de Metal 24 exceto 24.46, 25 exceto 25.4, Máquinas e Equipamentos 25.4, 28, 30.4, 33.12, Equipamentos Óticos e Elétricos 26, 27, 33.13, 33.14, Construção Naval 30.1, Aeroespacial 30.3, Outros Equipamentos de Transporte 29, 30.2, 30.9, Fabricações Não Classificadas 31, 32, Reciclagem Fornecimento de Energia Elétrica Abastecimento de Gás Abastecimento de Água 35.3, Construção Civil 41, 42, Comércio atacado e varejo; Conserto de veículos automotores, motocicletas e bens de uso pessoal e doméstico 45, 46, 47, Hotéis e Restaurantes 55, Transporte, Armazenagem e Comunicação 49, 50, 51, 52, 53, 32 Intermediação Financeira; Bens imóveis; Locação 64, 65, 66, 68, Tecnologia da Informação 58.2, 62, Serviços de Engenharia 71, 72, 74 exceto 74.2 e Outros Serviços 36 Administração Pública Educação Saúde e Serviço Social 75, 86, 87, Outros Serviços Sociais 69, 70, 73, 74.2, 74.3, 78, 80, 81, 82 37, 38.1, 38.2, 39, 59.1, 60, 63.9, 79, 90, 91, 92, 93, 94, 96 PES-SBC /08/ /12/ /13

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