WEBJORNALISMO HIPERMIDIÁTICO NA WEB 2.0: O USO DE FERRAMENTAS GRATUITAS PARA NOTICIAR

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1 ABCIBER - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISADORES EM CIBERCULTURA II SIMPÓSIO NACIONAL De 10 a 12 de novembro de 2008 PUC - São Paulo, Brasil WEBJORNALISMO HIPERMIDIÁTICO NA WEB 2.0: O USO DE FERRAMENTAS GRATUITAS PARA NOTICIAR Cláudio José Toldo 1 Faculdade SATC, Criciúma-SC, Brasil Leila Laís Gonçalves 2 Unesc, Criciúma-SC, Brasil Resumo Este artigo traz uma experiência de produção de Webjornalismo na Web 2.0 com o uso de ferramentas gratuitas. Discute as características do conteúdo jornalístico na Web e apresenta sua aplicação no projeto Jornal Criciúma. São apresentadas as ferramentas gratuitas utilizadas na edição e publicação de conteúdos hipermidiáticos na Web e relata os resultados da sua aplicação. Palavras-chave: Webjornalismo, Web 2.0, ferramentas gratuitas, hipermídia 1. Introdução O termo Webjornalismo, apresentado nas discussões, é toda a atividade jornalística que tem como objetivo a publicação de conteúdos informativos na World Wide Web (WWW). Silva Jr. (2000) e Pavlik (2001) apontam três fases distintas do Webjornalismo: a transpositiva, a perceptiva e hipermidiática. Neste artigo, explora-se a terceira fase, abordando as ferramentas gratuitas disponíveis na Web 2.0 para produção da narrativa hipermídia e veiculação da notícia. É importante observar que a crescente disponibilização de ferramentas online gratuitas para edição e publicação de informação na Web, com todos estes recursos e potencialidades, deve ser acompanhada do desenvolvimento de habilidades e 1 Professor das disciplinas Web Jornalismo I e II, especialista em Comunicação nas Organizações. 2 Professora das disciplinas Hipermídia e Imagens Digitais, Mestre em Ciência da Computação.

2 competências específicas no profissional de comunicação que pretende trabalhar em meios digitais. Dois pontos são relevantes: a capacitação tecnológica envolvendo conhecimento de aplicativos de edição e publicação de textos, imagens, vídeos e áudio digitais e o desenvolvimento de habilidades conceituais e teóricas referentes à produção de conteúdo jornalístico na Web. Dessa forma, as atividades práticas em disciplinas de Webjornalismo ou similares dos cursos de Jornalismo devem contemplar tanto ferramentas quanto as questões ideológicas e editoriais, propiciando a experimentação, a crítica e a aproximação do fazer profissional. Dentro deste contexto, foi desenvolvido o Projeto Jornal Criciúma na disciplina de Webjornalismo II do curso de Jornalismo da Faculdade SATC, no primeiro semestre de 2008, com intuito de desenvolver nos acadêmicos o conhecimento prático do fazer jornalístico para a Web 2.0. Este artigo descreve a trajetória do desenvolvimento do projeto, sob o ponto de vista de construção cooperativa e colaborativa, desde sua concepção até sua publicação. São discutidas, como enfoque, as ferramentas online gratuitas utilizadas na edição, armazenamento e publicação dos conteúdos informativos. 2. Contextualizando o Webjornalismo e a Web 2.0 Diferentes classificações e nomenclaturas são utilizadas para caracterizar o jornalismo praticado no ciberespaço (PALACIOS et al., 2002; MIELNICZUK, 2003; SCHWINGEL, 2005). Não há consenso quanto ao termo e, de acordo com a origem, são usadas as nomenclaturas jornalismo online ou jornalismo digital (norteamericanos e brasileiros), jornalismo eletrônico, jornalismo multimídia ou ciberjornalismo (espanhóis). A sistematização proposta por Mielniczuk (2003) apóiase nos meios tecnológicos que produzem e disseminam a informação para denominar o tipo de prática jornalística. Dessa forma, a autora justifica a aplicação do termo Webjornalismo para referir-se à utilização de uma parte específica da Internet, a Web, como meio de produção e disponibilização de informação no jornalismo contemporâneo. Silva Jr. (2000) e Pavlik (2001) apontam três fases distintas do Webjornalismo: a transpositiva, a perceptiva e hipermidiática. De acordo com Silva Jr. (2000), na prática mais recente do Webjornalismo, a terceira fase, pode-se constatar a intensificação do uso de recursos hipermidiáticos na construção da notícia envolvendo estruturas hipertextuais, convergência entre suportes diferentes (multimodalidade) e a disseminação de um mesmo produto em várias plataformas e/ou serviços informativos. Para Bastos (2005), a narrativa hipermídia integra vídeo, som e gráficos no sistema de armazenamento e manipulação dos conteúdos informativos, permitindo que na edição das notícias sejam utilizados diferentes recursos de mídia. Na evolução das fases do Webjornalismo foram sendo agregadas características comuns citadas por Bardoel e Deuze (2000), Palacios (1999) e Mielniczuk (2003) como sendo: interatividade, personalização, hipertextualidade e multimidialidade e duas específicas: memória e instantaneidade. A interatividade busca a inclusão do usuárioleitor como participante do processo jornalístico através de troca de s (leitorjornalista); da participação com comentários, enquetes e opinião; discussão em fórum e chats; e da navegação livre e seletiva de conteúdos. A personalização, customização do conteúdo ou a individualização consiste na configuração do produto jornalístico de acordo com os interesses do usuário. As possibilidades de configuração podem ser

3 apresentadas nas opções de pré-seleção de assuntos de interesse carregados automaticamente ao entrar no site; disponibilização do serviço de newsletter a partir do cadastro do usuário, que pode escolher assuntos sobre os quais deseja receber notícias por ; seleção do site como tela de abertura do navegador; e configuração de exibição do conteúdo do site com escolha de cores, tamanho de fonte e disposição das informações. A característica de hipertextualidade é empregada na estruturação e apresentação dos conteúdos, organizando a informação de blocos curtos e ligados por links, que conduzem para páginas de conteúdos correlacionados. O hipertexto pode ser utilizado como narrativa apresentada em hipertexto, elementos de navegação no conteúdo (menu), indicação de conteúdo extra (mais informação, fotos, arquivos de som, vídeo, animações, arquivos texto), material publicitário (banner) ou links externos. A multimidialidade é caracterizada pela convergência dos formatos das mídias tradicionais (imagem, texto e som) na narração do fato jornalístico em um mesmo suporte, agregando recursos como vídeo, galeria de fotos, infografia e animação. A viabilidade técnica e econômica de arquivamento e acesso às informações já produzidas possibilita a construção da memória das notícias. Esta característica dá suporte à hipertextualidade e a multimidialidade utilizada, por exemplo, na complementação de informações, comparativos e como referências anteriores. A instantaneidade é conseguida pela junção das possibilidades dos recursos tecnológicos digitais e de redes que proporcionam agilidade e facilidade na produção e distribuição das informações. A rapidez pode ser verificada na atualização dos conteúdos que são recebidos em tempo real pelos usuários-leitores. Os produtos jornalísticos da terceira fase buscam aplicar mais efetivamente as características do Webjornalismo, explorando as potencialidades oferecidas pela Web para este fim. É possível verificar nos conteúdos produzidos a presença, cada vez mais freqüente, de recursos de multimídia, como sons e animações; de interatividade, como enquetes, chats e fóruns de discussões; de colaboração, como comentários, avaliação e referências; de personalização, com opções para a configuração de visualização; de hipertextualidade, com a utilização do hipertexto tanto na organização das informações como na complementação e desdobramento do conteúdo; de memória, como a disposição cronológica das publicações; e de instantaneidade, com a disponibilização de atualizações de conteúdo a qualquer tempo. Recursos estes que visam enriquecer a narrativa jornalística, ampliando as possibilidades de construção e apresentação da notícia. É possível verificar que produzir conteúdo jornalístico para Web requer adequação às especificidades desse meio e de seus utilizadores. No que diz respeito ao meio Web, os avanços tecnológicos, a disponibilização de recursos e serviços e a mudança na forma de utilização, produção e disponibilização de conteúdo e nas regras para obter sucesso neste meio vêm ao encontro das características requeridas pelo Webjornalismo. Um novo termo, Web 2.0, foi cunhado em 2004 pela empresa O'Reilly Media, para designar uma segunda geração de comunidades e serviços baseados na plataforma Web. Segundo O'Reilly (2005), a regra mais importante é desenvolver aplicativos que empregam os efeitos da rede para se tornarem melhores à medida que são usados, aproveitando a inteligência coletiva. Neste sentido, a Web 2.0, enquanto plataforma que comunica e compartilha conteúdos e serviços, traz potencialidades e recursos que possibilitam tanto a produção, incluindo processos de criação coletivos com o uso de ferramentas online, quanto à veiculação do Webjornalismo hipermidiático. Ferramentas de edição, publicação e interação de conteúdo multimídia Web são disponibilizadas gratuitamente entre elas:

4 blogs 3, fotologs 4, wikis 5, webcast 6, podcast 7 e vodcast 8. No tocante às suas características, estas ferramentas são de fácil utilização, não necessitam de instalação e manutenção constantes, além de permitirem o trabalho cooperativo e colaborativo. Quanto aos seus recursos, as ferramentas de edição e publicação de conteúdos online disponibilizam espaço para armazenamento de dados; trabalham dentro do princípio da reutilização de conteúdos; oferecem recursos de interatividade, como chats, enquetes, fóruns de discussões e comentários; possuem opções para a configuração de interface; permitem a inserção de diferentes recursos, como vídeo, imagem e áudio; inclusão de widgets 9, add-on, feed RSS 10, mashups 11, serviço de tagging (rotulação) ou folksonomia 12 com o uso de tags (etiquetas ou marcadores) para indexação de conteúdo e mecanismos de busca. Sendo assim, estas ferramentas permitem a utilização do hipertexto, formato de documento Web, não apenas como um recurso de organização dos conteúdos, mas também passam a empregá-lo na narrativa de fatos (MIELNICZUK, 2003). Apesar de todas essas possibilidades tecnológicas agregadas às pesquisas e referenciais teóricos, mesmo que não conclusivos, tendo em vista a dinamicidade do meio, a produção de conteúdo jornalístico na Web ainda apresenta deficiências. Dentre as carências encontra-se a qualificação e preparação do profissional jornalista neste cenário que envolve produção de conteúdo com elementos multimídia, forma diferenciada de narrativa da notícia, coberturas em redes sociais, utilização de recursos diferenciados, interatividade e colaboração ou mesmo uso, de forma inteligente, das ferramentas de edição e publicação Web. Na formação acadêmica, disciplinas que tratam do assunto vêm sendo incorporadas as matrizes curriculares, sendo compostas por um conjunto de conteúdos teóricos e principalmente atividades práticas no formato, muitas vezes, de jornal-laboratório. De acordo com Melo (1986), a implantação dos laboratórios e equipamentos experimentais reduz o distanciamento da realidade e propicia a realização de projetos que se assemelham/confrontam com os padrões convencionais da comunicação industrial e estimulam a visão crítica perante a comunicação atualmente produzida. Dentro desta perspectiva, todo esforço de unir ensino, pesquisa e prática fortalece o processo de ensino e aprendizagem na busca do conhecimento, na experimentação do fazer, nas experiências do contexto do mercado de trabalho, contribuindo na construção de um profissional melhor qualificado. 3 Blog ou weblog é um sistema de publicação freqüente de conteúdo multimídia online. 4 Fotolog é um serviço de publicação de fotografias na Internet. 5 Wiki é um software colaborativo que permite a edição e publicação coletiva de documentos Web. 6 Webcast é a transmissão ao vivo utilizando a Internet por meio da tecnologia streaming para distribuir o sinal de áudio e vídeo em fluxo continuo de informação. 7 Podcast é a publicação de arquivos de áudio na Internet. 8 Vodcast é um método de distribuição de vídeos pela Internet ou por uma rede de computadores que utiliza as ferramentas desenvolvidas para os podcast. 9 Widgets são pequenos aplicativos que fornecem funcionalidades específicas ao utilizador, como previsão do tempo, cotação de moedas, relógio, etc. 10 Feed são alimentadores ou fontes. RSS (Rich Site Summary ou Really Simple Syndication) é uma tecnologia para agregar conteúdo Web. Feed RSS são sistemas que possibilitam o compartilhamento de conteúdo de forma simplificada. 11 Mashup é um website ou uma aplicação web que usa conteúdo de mais de uma fonte para criar um novo serviço completo. 12 Folksonomia é uma maneira de indexar informações, na qual cada usuário da informação pode classificá-la com uma ou mais palavras-chaves.

5 3. Projeto Jornal Criciúma na Web 2.0 O Projeto Jornal Criciúma constituiu uma atividade prática da disciplina de Webjornalismo II do curso de Jornalismo da Faculdade SATC, desenvolvida no primeiro semestre de Foram envolvidos vinte e um alunos da terceira fase que cursaram, em semestre anterior, a disciplina de Webjornalismo I como pré-requisito. O projeto visou à experimentação da produção de conteúdo jornalístico hipermiático para a Web 2.0 com o uso de ferramentas gratuitas fundamentadas nas características do Webjornalismo. O Jornal Criciúma (Figura 1), disponível no endereço é um blog jornalístico para cobertura do dia-a-dia da cidade de Criciúma nas editorias política, polícia, geral, economia, esporte, clima e entretenimento. Figura 1 - Jornal Criciúma Serão apresentados a seguir os aspectos metodológicos de desenvolvimento do projeto, a aplicação das características do Webjornalismo no Jornal Criciúma, as ferramentas gratuitas para edição e publicação de conteúdo, os resultados e perspectivas do projeto. 3.1 Aspectos Metodológicos O trabalho se apresenta como uma pesquisa exploratória, na qual se buscou proporcionar maior familiaridade com o processo e ferramentas para o fazer do Webjornalismo hipermidiático. Foi realizado um estudo de caso que permitiu um detalhado conhecimento do objeto, reflexão e descrição de cada procedimento. A coleta de dados, tanto para a concepção do projeto quanto para a produção dos conteúdos hipermidiáticos do Jornal Criciúma, foi realizada através de pesquisa bibliográfica, consulta em blogs e sites jornalísticos disponíveis na Web e entrevistas semiestruturadas.

6 O desenvolvimento da pesquisa se deu em oito etapas. Na primeira etapa foi realizada uma revisão bibliográfica conceituando, contextualizando, caracterizando e exemplificando o Webjornalismo. Como segunda etapa, foi apresentado, discutido e delineado o Projeto Jornal Criciúma, considerando as características: interatividade, personalização, hipertextualidade, multimidialidade, memória e instantaneidade. Na etapa seguinte, foram pesquisadas, analisadas e definidas as ferramentas de publicação e armazenamento de conteúdo hipermídia, avaliando: usabilidade, possibilidades de encaixe (embed - link para blog), facilidade de endereço (URL), flexibilidade no tamanho e diversidade de formato das mídias para upload e download, gratuidade, espaço de armazenamento e disponibilidade para recursos como widgets, slideshow, personalização e elementos de interação. As ferramentas foram avaliadas de acordo com sua aplicação: blogs, repositórios de áudio, vídeo e imagem. O projeto de interface foi elaborado no coletivo na quarta etapa do projeto, considerando aspectos de usabilidade e questões de arquitetura de informação. O mesmo processo se deu na seleção das editorias para cobertura do cotidiano da cidade de Criciúma, na quinta etapa. Foram definidas equipes responsáveis por cada editoria, encarregadas de operacionalizar a produção e publicação dos conteúdos informacionais hipermídia. Na sexta etapa foram definidas as interações e a inserção de widgets personalizados por editorias. Os conteúdos da página inicial e sua dinâmica de atualização foram definidos coletivamente na sétima etapa. A avaliação e revisão dos conteúdos publicados aconteceram de forma contínua, papel exercido pelo professor, que mediou todo o processo. Contudo, também se constituiu na oitava e última etapa como um momento de avaliação coletiva do projeto. 3.2 Características do Webjornalismo no Jornal Criciúma As características do Webjornalismo citadas por Bardoel e Deuze (2000), Palacios (1999) e Mielniczuk (2003), discutidas anteriormente e analisadas no projeto de jornal-laboratório Jornal Criciúma são a multimidialidade, interatividade, hipertextualidade, personalização e memória. A multimidialidade é aplicada na cobertura cotidiana das notícias com a utilização de multimídia (vídeos, sons, arquivos textos, infografia e animações) para complementar ou realizar a narrativa dos fatos. Os recursos podem ser acessados a partir de links com abertura de outra janela para exibição de conteúdo (Figura 2 1. Multimidialidade) ou exibidas diretamente na tela do site (Figura 3 6. Multimidialidade). Como interatividade, o Jornal Criciúma apresenta enquetes, fóruns, chats e e- mail e os exemplos podem ser visualizados na figura 2 (4. Interatividade e 5. Interatividade). A hipertextualidade é utilizada para a estruturação do conteúdo, na apresentação da narrativa, na complementação de conteúdo e para links externos. Como exemplo, a capa do site apresenta as chamadas das matérias de cada editoria e um link (Continuar lendo...) dá a possibilidade do usuário-leitor de acessar as matérias completas (Figura 2 2. Hipertextualidade). Outras aplicações da hipertextualidade podem ver vistas na estrutura de Menu do site (Figura 3 8. Hipertextualidade) e no link interno Quem Somos e nos links extenos Blogs Parceiros, Sites, Jornais, Radios e TV (Figura 3 9. Hipertextualidade).

7 A personalização é encontrada na possibilidade de inscrição no serviço de feed RSS para receber as atualizações do site: postagens ou comentários (Figura 2 3. Personalização). A memória de conteúdos publicados pode ser resgatada no link Arquivo, por ordem cronológica da informação (ano, mês e título) exibindo em primeiro lugar os textos postados em data mais recente (Figura 3 7. Memória). 2. Hipertextualidade 3. Personalização 4. Interatividade 1. Multimidialidade 5.Interatividade Figura 2 - Características do Webjornalismo no Jornal Criciúma

8 8. Hipertextualidade 6.Multimidialidade 7Memória 9. Hipertextualidade Figura 3 - Características do Webjornalismo no Jornal Criciúma 3.3 Ferramentas Gratuitas para Edição e Publicação de Conteúdo

9 A discussão, disponibilização e utilização de ferramentas computacionais gratuitas para publicação de conteúdo acompanham a evolução da Web. A disponibilização de serviços de publicação gratuitos ganhou força e foi consolidada com os web+log (ou simplesmente blog). Com o surgimento de novas necessidades, como a inclusão de galeria de fotos, vídeos, inclusão de funcionalidades diferenciadas, outros sistemas de publicação de conteúdos foram sendo disponibilizados. Apresentamos a seguir as ferramentas gratuitas para edição e publicação de conteúdos utilizadas no projeto Jornal Criciúma e as justificativas de sua escolha Ferramenta de criação de blog O Blogger (http://www.blogger.com), criado pela Pyra Labs em 1999 e comprado pelo Google em 2003, é um serviço que oferece ferramentas para publicação de textos, imagens, áudio e vídeo na Internet. O usuário não tem que escrever nenhum código ou preocupar-se com instalação de programas em servidores ou scripts. Permite ao usuário mudar livre e completamente o visual do blog. O Blogger (Figura 4) permite a hospedagem de blogs em seu BlogSpot ou num servidor do usuário (via FTP). Figura 4. Ferramenta de criação de blog - Blogger Esta ferramenta foi escolhida em função das seguintes necessidades: usabilidade, possibilidade de aceitar encaixe (embed - link), facilidade de endereço (URL), flexibilidade de extensão e tamanho fazer upload de arquivos, gratuidade e espaço de pelo menos 1Gb, disponibilidade de widgeds, disponibilidade de personalização da página Ferramenta de publicação de imagens O ImageShack (http://imageshack.us) proporciona um serviço fácil para uso e acolhimento de imagens. O serviço de hospedagem é livre. Pode ser usado para guardar imagens, arquivos em flash, vídeos e compartilhá-los pela rede em blogs e sites. A escolha desta ferramenta (Figura 5) se deu em função das seguintes necessidades: usabilidade, possibilidade de encaixe (embed - link para blog), facilidade

10 de endereço (URL), flexibilidade no tamanho das fotos para upload e download, gratuidade e espaço em Gb, possibilidade de slideshow e encaixe (embed). Figura 5. Ferramenta de publicação de imagem ImageShack Ferramenta de publicação de áudio O Mp3Tube (http://mp3tube.net) permite aos usuários carregar, ouvir e compartilhar áudios. O conteúdo de áudio pode ser disponibilizado em blogs e sites pessoais através de mecanismos (APIs) desenvolvidos pelo site. Esta ferramenta (Figura 6) foi escolhida em função das seguintes necessidades: usabilidade, possibilidade de encaixe (embed - link para blog), facilidade de endereço (URL), flexibilidade de extensão e tamanho dos áudios para upload e download, gratuidade e grande espaço em Gb. Figura 6. Ferramenta de publicação de áudio Mp3Tube Ferramenta de publicação de vídeo

11 O YouTube (http://youtube.com) permite aos usuários carregar, assistir e compartilhar vídeos. Ele utiliza o formato Macromedia Flash para disponibilizar o conteúdo. O material encontrado no YouTube pode ser disponibilizado em blogs e sites pessoais através de mecanismos (APIs) desenvolvidos pelo site. O serviço do YouTube (Figura 7) foi escolhido em função das seguintes necessidades: usabilidade, possibilidade de encaixe (embed - link para blog), facilidade de endereço (URL), flexibilidade de extensão e tamanho dos vídeos para upload e download, gratuidade e espaço em Gb. Figura 7. Ferramenta de publicação de vídeo YouTube 3.4 Resultados e Perspectivas No Webjornalismo, as tecnologias e recursos de edição e publicação de conteúdos informacionais não devem ser considerados apenas como ferramentas, mas sim, como integrantes dessa prática jornalística. O conhecimento e prática nestas ferramentas, aliados a uma sólida concepção teórica, são fundamentais para a formação do profissional de jornalismo atuante no contexto da Web. O processo de elaboração coletiva, colaborativa e cooperativa dos conteúdos e a atuação prática com o uso das ferramentas, que permearam todo o projeto no estudo de caso relatado, desde a concepção até sua publicação, foram fundamentais para o desenvolvimento das habilidades e competências essenciais ao profissional de Webjornalismo. Sob o ponto de vista tecnológico, a utilização de ferramentas online gratuitas no estudo de caso mostrou eficiência, adequação e apontaram outras potencialidades não exploradas no desenvolvimento do blog jornalístico hipermidiático. A experimentação permitiu a avaliação e a crítica embasadas no referencial teórico, bem como possibilitou a aproximação do fazer profissional. Os resultados alcançados com o uso de ferramentas online gratuitas na elaboração do blog jornalístico Jornal Criciúma podem ser avaliados a partir das características do Webjornalismo. Quanto à interatividade, foram implementados comentários e enquetes cujos recursos estão disponíveis na ferramenta de publicação de blog utilizada. Para personalização do layout, foi customizado um template disponível

12 na ferramenta de publicação. O recurso de hipertextualidade foi utilizado para referências de outras matérias, fontes de informação e como recurso de navegação. A multimidialidade foi aplicada na narrativa jornalística dos fatos, utilizando encaixe (embed) apontando para repositórios de imagem, vídeo e áudio. O recurso de memória foi usado na forma de suite. Como perspectivas futuras e continuidade da pesquisa, pretendem-se aplicar nos próximos semestres letivos o mesmo projeto, com enfoques diferentes, abordando, por exemplo, a escrita coletiva e a metodologia de elaboração. 4. Conclusões A partir da contextualização do Webjornalismo, suas fases e características, e da Web 2.0, com suas especificidades e nova forma de pensar e utilizar a Internet, buscouse experimentar as potencialidades das ferramentas gratuitas e sua contribuição para um fazer jornalístico diferenciado. Observou-se que as ferramentas utilizadas vêm ao encontro das características do Webjornalismo de terceira geração, oferecendo recursos e serviços de edição e publicação de conteúdo multimidiático, interativo, com recursos de estruturação e narração hipertextual, possibilidade de personalização, registro e acesso facilitado aos conteúdos publicados, refletindo a memória dos fatos. O projeto Jornal Criciúma atingiu seu maior objetivo de propiciar aos acadêmicos do curso de Jornalismo a conciliação da fundamentação teórica e a atividade prática no exercício do Webjornalismo. O Jornal Criciúma buscou efetivar e explorar as potencialidades do meio, oferecidas ao jornalismo com a utilização refletida das ferramentas em consonância com os conceitos e características estudados. É importante salientar que o estudo de caso se apresentou útil para vivenciar o processo, apontar tendências e levantar possibilidades sobre a terceira fase de desenvolvimento do Webjornalismo, porém não encerra a discussão. Ao contrário, apenas introduz as noções gerais sobre esta prática. Compreende-se a necessidade de formação continuada, constantes adequações e adaptações com vistas a estender e ampliar as potencialidades do meio para a realização de um jornalismo próprio para a Web Referências Bibliográficas BARDOEL, Jo; DEUZE, Mark. Network Journalism: converging competences of old and new media professionals. In: VSOM-conference 'Horizon 1999', 1999 Proceedings... Utrecht, The Netherlands, BASTOS, Helder. Ciberjornalismo e Narrativa Hipermédia Prima. Com - Revista de Ciências da Informação e da Comunicação do CETAC, Edição Nº1, Lisboa, out Disponível em <http://prisma.cetac.up.pt/artigospdf/ciberjornalismo_e_narrativa_hipermedia.pdf>. Acesso em 10 fev

13 MELO, José Marques de. Ação educativa nas escolas de Comunicação: desafios, perplexidades. In: KUNSCH, Margarida Maria Krohling (org.). Comunicação e educação: caminhos cruzados. São Paulo: Edições Loyola, MIELNICZUK, Luciana. Jornalismo na web: uma contribuição para o estudo do formato da notícia na escrita hipertextual f. Tese (Doutorado) Universidade Federal da Bahia, Faculdade de Comunicação, Salvador. Disponível em: <http://www.facom.ufba.br/jol/producao_teses.htm> Acesso em: 04 fev O'REILLY, Tim. What Is Web 2.0: Design Patterns and Business Models for the Next Generation of Software. 09/30/2005. Disponível em: <http://www.oreillynet.com/pub/a/oreilly/tim/news/2005/09/30/what-is-web-20.html>. Acesso em: 10 fev PALACIOS. Marcos. O que há de (realmente) novo no Jornalismo Online? Conferência proferida por ocasião do concurso público para Professor Titular na FACOM/UFBA, Salvador, Bahia, em PALACIOS, Marcos; MIELNICZUK, Luciana; BARBOSA, Suzana; RIBAS, Beatriz; NARITA, Sandra. Um Mapeamento de Características e Tendências no Jornalismo Online Brasileiro e Português. Comunicarte, Revista de Comunicação e Arte, vol 1, n.2, Universidade de Aveiro, set. 2002, Disponível em: <http://www.facom.ufba.br/jol/index.htm>. Acesso em: 10 fev PAVLIK, John. Journalism and new media. New York: Columbia University Press, SCHWINGEL, Carla. Jornalismo digital de quarta geração: a emergência de sistemas automatizados para o processo de produção industrial no Jornalismo Digital. Disponível em: <http://www.ufrgs.br/gtjornalismocompos/doc2005/carlaschwingel2005.doc>. Acesso em: 11 fev SILVA JR. Jose Afonso. Jornalismo 1.2: características e usos da hipermídia no jornalismo, com estudo de caso do Grupo Estado de São Paulo. Dissertação Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporânea da Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2000.

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