GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS: abordagem da negociação empresarial para garantia do fornecimento de materiais

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS: abordagem da negociação empresarial para garantia do fornecimento de materiais"

Transcrição

1 FACULDADE TECSOMA Curso de Administração GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS: abordagem da negociação empresarial para garantia do fornecimento de materiais Maria Verônica de Faria Pereira Paracatu 2011

2 Maria Verônica de Faria Pereira GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS: abordagem da negociação empresarial para garantia do fornecimento de materiais Monografia apresentada à disciplina do Metodologia do Estágio Supervisionado II, ministrada pelo Professor Geraldo B. B. de Oliveira, como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Administração. Orientador: Carlos Alberto Kraemer Paracatu 2011

3 Pereira, Maria Verônica de Faria Gerenciamento da cadeia de suprimentos: abordagem da negociação empresarial para o fornecimento de materiais. / Maria Verônica de Faria Pereira. Paracatu, f. Orientador: Carlos Alberto Kraemer Trabalho de Conclusão de Curso (graduação) Faculdade Tecsoma, Curso de Administração. Bibliografia 1. Cadeia de Suprimentos. 2. Logística. 3. Aquecimento econômico. 4. Materiais. I. Kraemer, Carlos Alberto. II.Faculdade Tecsoma. III. Título. CDU

4 Maria Verônica de Faria Pereira GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS: abordagem da negociação empresarial para o fornecimento de materiais Monografia apresentada à disciplina Metodologia do Estágio Supervisionado II, ministrada pelo Professor Geraldo B. B. de Oliveira, como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Administração. Área de concentração: Logística Carlos Alberto Kraemer (Orientador) Fernando Antônio Antunes (Coordenador do curso) Guilherme de Paula Bartels Geraldo B. Barbosa de Oliveira Paracatu, Junho de 2011.

5 Ao meu filho, Davi Eduardo, por compreender a minha ausência nos períodos em que estive buscando minha formação profissional.

6 AGRADECIMENTOS Ao meu orientador, Professor Carlos Alberto Kraemer, que tornou possível a realização deste trabalho com paciência e dedicação. À Faculdade Tecsoma, em especial à Coordenação do curso de Bacharelado em Administração, pela prestação de serviços educacionais com transparência e profissionalismo. Aos professores, pelos grandes ensinamentos. Aos meus pais, que sem eles nada seria possível em minha vida.

7 Dirigir bem um negócio é administrar seu futuro; dirigir o futuro é administrar informações." Marion Harper

8 RESUMO Este trabalho de conclusão de curso realizou um estudo na empresa mineradora Kinross no município de Paracatu/MG, que explora e desenvolve a extração de ouro na região do Morro do Ouro naquele município. Seu objetivo foi analisar o gerenciamento da cadeia de suprimentos abordando a negociação empresarial para o fornecimento de materiais sob a aceleração da construção civil no Brasil. Foi realizado um estudo de caso e empregou, como de coleta de dados, a entrevista semi-estruturada, acompanhada de questionários estruturados. A pesquisa investigou a existência de planejamento para a negociação com fornecedores quanto à compra de materiais para manutenção dos serviços da empresa negociando os melhores preços previstos à época do crescimento e expansão da construção civil no Brasil em virtude das obras para a Copa do Mundo e Olimpíadas mundiais. Os resultados mostram que administrar o sistema de logística integrada da empresa é uma forma de capacidade de planejamento estratégico a longo prazo. Os componentes da cadeia de suprimentos devem ser preparados para juntos maximizarem seu desempenho, adaptando-se naturalmente a mudanças externas como o crescimento da engenharia civil e estocagem de materiais cumulada com a negociação contratual de reserva de produtos para fornecimento à empresa. Palavras-chave: Gerenciamento. Cadeia de Suprimentos. Estocagem. Planejamento.

9 ABSTRACT This conclusion of course work conducted a study on the mining company Kinross in Paracatu / MG, which explores and develops gold mining in the region of Morro do Ouro in that county. His goal was to analyze the supply chain management addressing the trading business for the supply of materials under accelerated construction in Brazil. We conducted a case study and used as data collection, the semi-structured interview, followed by structured questionnaires. The research investigated the existence of planning for negotiations with vendors regarding the purchase of materials for maintenance services of the company negotiating the best prices at the time of planned growth and expansion of construction in Brazil because of the works for the World Cup and Olympics world. The results show that administering the system of integrated logistics company is a form of strategic planning capacity in the long term. The components of the supply chain should be prepared to work together to maximize their performance, adapting naturally to external changes such as growth in civil engineering and storage of materials combined with negotiating contractual reservation of products for supply to the company. Keywords: Management. Supply Chain. Storage. Planning.

10 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 Organograma da Empresa... 20

11 LISTA DE QUADROS QUADRO 1 Recursos Financeiros QUADRO 2 Recursos Materiais QUADRO 3 Recursos Totais QUADRO 4 Cronograma de Atividades da Monografia... 27

12 LISTA DE ABREVIATURAS Abr. Abril Ed. Editora Ex. - Exemplo Fev. Fevereiro Jan. Janeiro Jun. Junho Mai. Maio Mar. Março MG Minas Gerais nº - número Org. Organizador p. Página Prof. Professor S/A Sociedade Anônima s/n sem número

13 LISTA DE SIGLAS BPR business process reengineering Cfem compensação financeira pela exploração de recursos minerais CNPJ Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica DCI Diário de Circulação DTD dock to dock time GCS Gestão da Cadeia de Suprimentos K Toronto KGC bolsa de Nova York PAC Programa de Aceleração do Crescimento PCP processo de controle de produção RCG Rockford Consulting Group RPM Rio Paracatu Mineração RSC Responsabilidade Social Corporativa SC supply chain SCM supply chain management VAF valor adicionado fiscal WIP work in process

14 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO INFORMAÇÕES SOBRE A EMPRESA Local do Estágio Razão Social Nome Fantasia Endereço Inscrições Forma Jurídica Capital Social Missão da Empresa Público Alvo da Empresa Objetivos Sociais Organograma da Empresa INFORMAÇÕES SOBRE O ESTÁGIO Coordenador (a) do Estágio Professor Orientador Supervisor de Estágio na Empresa Área de Conhecimento do Estágio PROJETO DE ESTÁGIO Título/Tema Situação Problema Hipótese Justificativa Objetivo Geral Objetivos Específicos Instrumentos de pesquisa a serem utilizados Metodologia de Trabalho Resultados Esperados Recursos Utilizados Recursos Humanos Recursos Financeiros Recursos Materiais Recursos Totais Atividades Desenvolvidas na Empresa Cronograma de Atividades PROCESSO DE SUPRIMENTOS O que é gestão da cadeia de suprimentos Atividades componentes da cadeia de suprimentos Desenvolvimento de fornecedores Compras TIPOS DE RELACIONAMENTOS EM CADEIAS DE SUPRIMENTOS Relacionamento negócio a negócio Relacionamento de fornecimento em parceria

15 6.3 Relacionamento como permuta COMPORTAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Política da cadeia de suprimentos Dinâmica da cadeia de suprimentos Melhoria da cadeia de suprimentos A OPERAÇÃO INDUSTRIAL O Estoque em Processo A Movimentação Física ESTUDO DE CASO Conhecendo um pouco da Kinross Gold Corporation O aquecimento no mercado com a expansão da construção civil A abordagem negocial da Kinross para o fornecimento de materiais Questões abordadas Levantamento dos resultados CONCLUSÃO REFERÊNCIAS

16 14 1 INTRODUÇÃO O gerenciamento da cadeia de suprimentos ou conhecido na área da Administração como supply chain management, revolucionou a forma de comprar como também a produção e a distribuição de bens e serviços. Em virtude dos sistemas cada vez mais complexos e do crescimento incessante da tecnologia de informação e de gerenciamento, a cadeia de suprimentos continuará revolucionando áreas como a administração de materiais, marketing, vendas e produção, sendo responsável, por exemplo, pelo aumento da satisfação de clientes e redução do tempo de estocagem e número de fornecedores. (MARTINS, 2006, p. 377). A gestão da cadeia de suprimentos apresenta-se no atual ambiente de negócios, como uma ferramenta que permite ligar o mercado, a rede de distribuição, o processo de produção e a atividade de compra de tal modo que os consumidores tenham um alto nível de serviço ao menor custo total, simplificando assim o complexo processo de negócios e ganhando eficiência. (CHISTOPHER, 2001; BOWERSOX e CLOSS, 2001). São relativamente recentes os esforços para desenvolvimento de abordagens para o estudo de cadeias de suprimentos. Apenas no final da década de 80, lastreado pelo amplo desenvolvimento da logística, o assunto começa a ser sistematicamente tratado em periódicos científicos nas áreas de Administração e Engenharia de Produção no ocidente, concomitantemente à difusão do novo padrão de relacionamento entre empresas, oriundo da indústria automobilística japonesa. A partir de então, cresceram exponencialmente tanto a literatura mais prescritiva quanto aquela que analisa as situações e as práticas implementadas para a coordenação ou gestão de cadeias de suprimentos, tendo sido abordada uma variedade de temas cuja amplitude vai além dos limites definidos pelos fluxos de bens e pelos correspondentes fluxos de informações. É também evidente a difusão acelerada do conjunto de ferramentas e a multiplicação de aplicações, em diversos setores da economia, do que se convencionou denominar Gestão da Cadeia de Suprimentos (GCS), um corpo de conhecimentos ainda em construção que pode ser aplicado com a finalidade de coordenar as ações/atividades das diversas empresas ou unidades produtivas que constituem os elos e a cadeia de elos para a produção de um conjunto de bens e serviços. Em função dessa variedade de temas

17 15 e desse desenvolvimento recente e dada, ainda, a variedade de tipos das cadeias analisadas, de setores em que estão inseridas, de localização de seus elos, de extensão das parcelas das cadeias (subconjunto de elos) que são examinadas nos trabalhos e, principalmente, de objetos de análise escolhidos, a literatura contempla propostas metodológicas heterogêneas, ou ainda não consolidadas, mesmo quando estes objetos estão bem delimitados. (ALVES FILHO, 2004). Na raiz da heterogeneidade metodológica, situam-se os pressupostos principais sobre o objeto de estudo: as cadeias de suprimentos. Especialmente a literatura de cunho mais prescritivo, e mesmo a literatura empírica, assume um conjunto de pressupostos e não propõe uma etapa metodológica inicial que poderia contemplar a avaliação (verificação ou não) de tais pressupostos ou a identificação das características estruturais e relacionais principais das cadeias de suprimentos examinadas. Em muitos casos, esses pressupostos não são explicitados ou, então, são enunciados como princípios norteadores de práticas de gestão mais eficazes, como se o conjunto destes pudesse ser adotado e ser o mais eficaz e eficiente em quaisquer circunstâncias. (ALVES FILHO, 2004). Admite-se que os pressupostos fornecem uma base sólida para um conjunto de princípios. Admite-se que, seja qual for a situação da cadeia de suprimentos, a implementação do modelo de produção enxuta ou de cadeia enxuta (lean supply) irá tornar a cadeia mais eficaz/eficiente e, portanto, pode-se passar, rapidamente, à avaliação de quão eficiente ou eficaz cada cadeia é, conforme são adotados os elementos que constituiriam a cadeia enxuta e a correspondente gestão da cadeia enxuta ou GCS. Partindo desse objetivo, este texto está organizado da seguinte forma. Inicialmente, serão apresentados os dados da empresa e estágio supervisionado. Em seguida, explorar-se-á o projeto em torno da pesquisa proposta. Introduzindo o trabalho é necessário entender o quem vem a ser gestão de suprimentos e o que compõem sua cadeia. Necessário se faz abordar os tipos de relacionamentos em cadeias de suprimentos, o comportamento da mesma, inclusive quanto à política, dinâmica e melhoria. Far-se-á uma abordagem em torno da operação industrial, explicitando o estoque em processo e a movimentação física. Por último, se torna útil e necessário para a conclusão deste trabalho a elaboração de um estudo de caso em torno da negociação empresarial para o fornecimento de materiais para

18 16 estruturação das atividades da empresa desenvolvendo um processo em cadeia de suprimentos.

19 17 2 INFORMAÇÕES SOBRE A EMPRESA 2.1 Local do Estágio Departamento de Suprimentos da Kinross Paracatu Brasil Mineração S/A. 2.2 Razão Social Kinross Brasil Mineração S/A. 2.3 Nome Fantasia Kinross Paracatu. 2.4 Endereço Em Paracatu/MG, a operação está situada na Estrada do Machado, s/n, CEP Em Belo Horizonte/MG, o escritório está situado na Av. Afonso Pena, nº 4001, 8ª andar, Ala A2, Bairro Serra, CEP Inscrições O CNPJ da operação em Paracatu/MG é / O CNPJ do escritório em Belo Horizonte/MG é /

20 Forma Jurídica Sociedade Anônima Fechada. 2.7 Capital Social R$ ,89 (um bilhão, quinhentos e sessenta e nove milhões, oitocentos e oitenta e oito mil, setecentos e vinte e nove reais e oitenta e nove centavos). 2.8 Missão da Empresa A Companhia tem por objetivo a pesquisa lavra, exploração, mineração, processamento, fusão e refinação de metal, distribuição, a comercialização e exportação de ouro e quaisquer outros minérios ou substâncias minerais; promover e executar, atendidas as formalidades legais, todas e quaisquer atividades relacionadas ao seu objeto; importar ou exportar todos e quaisquer produtos ou mercadorias necessárias à consecução do seu objeto; executar quaisquer outras atividades que possam ser consideradas como secundárias ou correlatas com seu objeto. 2.9 Público Alvo da Empresa Não há público alvo, uma vez que a extração de ouro e outros minérios são exportados e pequena parte é destinada ao comércio brasileiro.

21 Objetivos Sociais Com o objetivo de oferecer informações claras e consistentes sobre a atuação com os empregados, parceiros, governos, sociedade civil e comunidades, foram definidos 10 princípios básicos para a Responsabilidade Social Corporativa da Kinross, tais quais: 1. Colocar as pessoas em primeiro lugar e a prioridade é a segurança de todos os empregados da empresa. 2. Manter os mais altos padrões de governança corporativa, ética e honestidade em todas as negociações e, em todas as operações, agir em conformidade com as leis locais. 3. Promover diálogo e compromisso contínuos com as partes interessadas dentro das comunidades em que a empresa opera, mantendo o espírito de transparência e boa fé. 4. Manter-se extremamente vigilantes na proteção do meio ambiente e buscar formas de minimizar os eventuais impactos causados pelas operações da empresa, onde quer que elas aconteçam. Sempre cumprir, e quando possível exceder, as exigências regulatórias nas ações da empresa sobre o meio ambiente. 5. Ao tomar as decisões de investimento, a empresa considera todos os aspectos de uma operação ou de um novo projeto, incluindo questões sociais, ambientais e as que seguem o fechamento das operações. 6. Conduzir todas as atividades da empresa de acordo com os padrões aceitos de proteção e promoção dos direitos humanos. Respeitar as perspectivas históricas e culturais e também os direitos daqueles que se vêem afetados pelas da empresa operações, em particular as populações nativas. 7. Proporcionar um padrão de vida recompensador e adequado para os empregados da empresa e esforçar para ser o empregador de preferência. 8. Procurar maximizar as oportunidades econômicas, de emprego e de negócios para as comunidades locais, a partir das operações da empresa existentes e também dos novos projetos. 9. Proporcionar benefícios duradouros às comunidades onde operam a empresa ao apoiar iniciativas sustentáveis de desenvolvimento em suas estruturas social, econômica e institucional. Reconhecer que toda comunidade é única e

22 20 trabalhar com os parceiros comunitários da empresa para assegurar que o apoio corresponda às suas prioridades. 10. Manter diálogo ativo com os pares na indústria, associações, governos e sociedade civil, para tratar das melhores práticas de Responsabilidade Social Corporativa (RSC) e dos padrões globais de desenvolvimento Organograma da Empresa KINROSS GOLD CORPORATION KINROSS BRASIL KINROSS PARACATU Diretoria Executiva Diretor Presidente Diretor Jurídico Diretor de Desenvolvimento Tecnológico de Mineração Diretor Financeiro Diretor de Recursos Humanos Diretor Tributário Diretor de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Comunidades Diretor de Novos Negócios e Suprimentos Diretor de Exploração Figura 1: Organograma da Empresa Fonte: KINROSS BRASIL MINERAÇÃO S/A. Nota: Elaborado pelo autor.

23 21 3 INFORMAÇÕES SOBRE O ESTÁGIO 3.1 Coordenador (a) do Estágio Professor Geraldo B. B. de Oliveira. 3.2 Professor Orientador Professor Carlos Alberto Kraemer. 3.3 Supervisor de Estágio na Empresa Herbert Araujo Caldas. 3.4 Área de Conhecimento do Estágio Logística e Suprimentos.

24 22 4 PROJETO DE ESTÁGIO 4.1 Título/Tema Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: abordagem da negociação empresarial para garantia do fornecimento de materiais. 4.2 Situação Problema Garantir o fornecimento de materiais para sustentar as atividades da empresa diante do aquecimento mundial na área da engenharia civil e em obras importantes como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, sediadas no Brasil. 4.3 Hipótese Firmar contratos com os fornecedores; Estabelecer cláusulas contratuais para garantir o fornecimento dos materiais e produtos contratados; Estabelecer um relacionamento permanente entre a empresa e os fornecedores; Focar o melhor preço, prazo de entrega, confiabilidade e transparência com os produtos e serviços contratados;

25 Justificativa O processo de suprimentos ou obtenção de materiais tem papel fundamental na busca da excelência, tanto em organizações produtivas como em organizações de serviços. A aquisição dos materiais e dos produtos tem significado estratégico para a organização e deve satisfazer as necessidades de suprimento ou abastecimento a curto e longo prazo. Em razão disso, selecionar os provedores e manter relacionamentos duradouros é de fundamental importância para obter vantagem competitiva nesse processo. Com o crescimento do mercado na engenharia civil, em grandes obras como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, sediadas no Brasil, torna-se necessário a implantação de uma estratégia empresarial gerenciada em cadeia de suprimentos a fim de garantir uma negociação contratual para o fornecimento de materiais para as atividades da empresa. Manter negociação com fornecedores e garantir contratualmente o fornecimento de materiais obtidos com um menor custo possível e qualidade superior é a finalidade da empresa. O presente trabalho justifica-se pela garantia no fornecimento de materiais para manter as atividades da empresa Kinross Brasil Mineração S/A diante da negociação prévia em meados do aquecimento mundial em obras de expansão. 4.5 Objetivo Geral Elaborar uma estratégia gerenciada pela cadeia de suprimentos a fim de garantir a contratação de serviços e produtos para manter as atividades da empresa em questão assegurando o preço contratado e a disponibilidade de materiais. 4.6 Objetivos Específicos Observar a estratégia negocial com fornecedores;

26 24 Avaliar a contratação de produtos e serviços em larga escala e longo prazo; Analisar a cadeia de suprimentos em benefício da melhor contratação de produtos e serviços; Analisar o aquecimento no mercado mundial em virtude da expansão de grandes obras da engenharia civil; Determinar a melhor alternativa para manter as atividades da empresa não deixando faltar produtos e serviços; Pesquisar e ordenar as fontes bibliográficas. 4.7 Instrumentos de pesquisa a serem utilizados Pesquisa de observação do local através da prática do estágio supervisionado; Pesquisa bibliográfica em consulta de livros, artigos, sites, periódicos e trabalhos acadêmicos referentes aos tema proposto. 4.8 Metodologia de Trabalho Para o melhor desenvolvimento deste trabalho é necessário um pesquisa bibliográfica em livros, artigos, sites, revistas, etc, a fim de analisar a cadeia de suprimentos em torno da negociação empresarial para o fornecimento de materiais. É necessário um acompanhamento no trabalho desenvolvido pelo Departamento de Suprimentos da empresa Kinross, em Paracatu/MG, focando a compra e negociação de materiais para manter as atividades da empresa. Utilizar-se-á a experiência profissional do Departamento de Suprimentos como foco para o estudo de caso proposto ao final.

27 Resultados Esperados Garantia de contratação de produtos e serviços a longo prazo; Melhoria na relação empresa e fornecedor; Garantia de baixos custos e qualidade superior nos produtos e serviços negociados a longo prazo 4.10 Recursos Utilizados Recursos Humanos Equipe de colaboradores da pesquisa no Departamento de Suprimentos Recursos Financeiros Quantidade Recursos Materiais Valor (R$) 05 Mensalidades internet 300, Cópias reprográficas 34,20 04 Encadernações 10,00 TOTAL 344,20 Quadro 1: Recursos Financeiros Fonte: MARIA VERÔNICA DE FARIA PEREIRA. Nota: Elaborado pelo autor.

28 Recursos Materiais Quantidade Recursos Materiais Valor (R$) 01 Notebook 2.000,00 01 Impressora Deskjet 350,00 01 Resma de papel A4 10,00 01 Cartucho de Tinta preta 40,00 02 Canetas esferográficas 3,00 03 Marca-textos 3,00 TOTAL 2.406,00 Quadro 2: Recursos Materiais Fonte: MARIA VERÔNICA DE FARIA PEREIRA. Nota: Elaborado pelo autor Recursos Totais Quantidade Tipo de Recurso Valor (R$) 237 Recursos Financeiros 344,20 09 Recursos Materiais 2.406,00 TOTAL 2.750,20 Quadro 3: Recursos Totais Fonte: MARIA VERÔNICA DE FARIA PEREIRA. Nota: Elaborado pelo autor Atividades Desenvolvidas na Empresa Apresentação do Projeto para supervisores e colaboradores; Levantamento da finalidade negocial da empresa; Aplicação de questionário; Mensuração e análise de resultados da pesquisa.

29 Cronograma de Atividades Etapas da monografia Meses / 2011 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Pesquisa Bibliográfica X X X X X Coleta e análise de dados X X X Elaboração do trabalho X X X X Revisão gramatical X X Relatório final Apresentação da Monografia Quadro 4: Cronograma de Atividades Fonte: MARIA VERÔNICA DE FARIA PEREIRA. Nota: Elaborado pelo autor. X X

30 28 5 PROCESSO DE SUPRIMENTOS O processo de suprimentos ou obtenção de materiais tem papel fundamental na busca da excelência, tanto em organizações produtivas como em organizações de serviços. O processo de aquisição de materiais é bem complexo. A decisão da escolha de fornecedores, a elaboração de contratos de fornecimento, a definição de compras centralizadas são atribuições do departamento de suprimentos. A aquisição dos materiais e dos produtos tem significado estratégico para a organização e deve satisfazer as necessidades de suprimento ou abastecimento a curto e longo prazo. A visão moderna de compras está relacionada com o sistema logístico empresarial, como atividades-pares envolvidas em ações estreitamente homogêneas, e essas atividades estão voltadas para a finalidade comum de operação lucrativa que é manter uma posição competitiva de mercado. A área de compras não é um fim em si própria, mas uma atividade de apoio fundamental ao processo produtivo, suprindo-o com todas as necessidades de materiais. (POZO, p. 133). 5.1 O que é gestão da cadeia de suprimentos Em grandes organizações, pode haver inúmeros ramos de unidades produtivas ligadas, passando pela operação. Esses ramos são denominados cadeia de suprimentos. A gestão da cadeia de suprimentos é a gestão da interconexão das empresas que se relacionam por meio de ligações à montante e à jusante 1 entre os diferentes processos, que produzem valor na forma de produtos e serviços para o consumidor final. (SLACK, p. 415). A gestão da cadeia de suprimentos ou supply chain management (SCM) tem representado uma nova e promissora fronteira para empresas interessadas na 1 A jusante: mais para a frente na cadeia. As expressões a montante e a jusante significam, pois, antes e depois do ponto considerado na cadeia logística. Seus equivalentes em inglês são up strem e down stream.

31 29 obtenção de vantagens competitivas de forma efetiva. A SCM direciona para uma atitude em que as empresas devem definir suas estratégias competitivas através de um posicionamento, tanto como fornecedores, quanto como clientes dentro das cadeias produtivas nas quais se inserem. O importante é ressaltar que o pressuposto básico da gestão da cadeia de suprimentos abranja toda a cadeia produtiva, inclusive a relação da empresa com seus fornecedores e seus clientes. A visão da competição do mercado também é introduzida pela cadeia de suprimentos. (POZO, p. 16). Um dos objetivos da gestão da cadeia de suprimentos é a satisfação efetiva dos consumidores finais, atuando eficientemente na redução de custos. O consumidor final é o que possui a única moeda corrente real da cadeia de suprimentos, e quando este decide fazer uma compra dispara ação ao longo de toda a cadeia. Embora todas as operações na cadeia possuam o objetivo imediato de satisfazer a seu próprio consumidor imediato, o propósito da gestão da cadeia de suprimentos é assegurar que elas tenham uma apreciação completa de como podem satisfazer o consumidor final. (POZO, p. 17). Assim, a gestão da cadeia de suprimentos se refere à integração de todas as atividades associadas com a transformação e o fluxo de bens e serviços, desde as empresas fornecedoras de matéria-prima até o usuário final incluindo o fluxo de informação necessário para o sucesso. O fluxo de produtos segue em direção aos consumidores, o de informação parte dos consumidores até chegar ao alcance dos fornecedores. O objetivo é que cada membro desempenhe as tarefas relacionadas à sua competência central, evitando-se desperdícios e funções duplicadas, facilitando o gerenciamento holístico que permite aproveitar as sinergias produzidas. (POIRIER, p. 123.) A redução de custos tem sido obtida através da adição de mais valor aos produtos finais com a redução do volume de transações de informações e dos custos de transporte e estocagem e da diminuição da variabilidade da demanda de produtos e serviços finais. Para se obter melhores resultados e sucesso em seus procedimentos, há cinco passos da supply chain management (SCM): 1) integração da infraestrutura com cliente e fornecedores; 2) reestruturação do número de fornecedores e clientes; 3) desenvolvimento integrado do produto; 4) desenvolvimento logístico dos produtos; e 5) cadeia estratégica produtiva. (POZO, p. 17).

32 30 Com a integração de sistemas de informações e o crescente uso de sistemas entre os fornecedores, clientes e operadores logísticos há possibilidade de flexibilização do atendimento ao cliente e a forte redução de custos. A reestruturação através da redução do número de fornecedores e clientes constrói e aprofunda as relações de parceria com o conjunto de empresas com as quais se deseja desenvolver um relacionamento colaborativo e forte proporcionando uma ação sinergética. O envolvimento dos fornecedores desde os estágios iniciais do desenvolvimento de novo produtos tem proporcionado uma redução no tempo e nos custos de desenvolvimento dos produtos e atendendo os requisitos reais do cliente. A concepção dos produtos deve ser projetada visando seu desempenho logístico dentro da cadeia de suprimentos, viabilizando as reduções de custo em todo seu processo e facilitando o atendimento do cliente. Uma cadeia estratégica e produtiva é uma estruturação estratégica e uma compatibilização dos fluxos da cadeia de suprimentos da empresa, controlando as medidas de desempenho atreladas aos objetivos de toda a cadeia produtiva. (POZO, p ). Conforme assevera Hamilton Pozo, Por fim, outro conceito importante no Supply Chain Management é o de outsourcing, que teve origem com áreas tidas como secundárias e, atualmente, fortemente nas áreas de manufatura, manutenção, distribuição e marketing. Outsourcing é a ação em que parte do conjunto de produtos e serviços utilizados pela empresa, dentro de uma cadeia produtiva, é providenciada por uma terceira empresa num relacionamento colaborativo e interdependente. Essa terceira empresa desenvolve continuadamente a melhora e a competência em atender o cliente. Porém, o cliente não deixa de manter estreita e colaborativa integração com a nossa empresa. (POZO, p. 18). A essência do outsourcing é uma relação de parceria e cumplicidade muito forte e de extrema lealdade com um ou mais fornecedores da cadeia produtiva com visão estratégica. 5.2 Atividades componentes da cadeia de suprimentos Sob a ótica de ser a única operação da cadeia, a gestão da cadeia de suprimentos pode ser vista como administração das operações que formam o lado do suprimento e das que forma o lado da demanda.

33 31 É importante frisar que no lado do suprimento, a gestão de compra e suprimento é aceito para a função que lida com a interface da operação com os mercados de suprimentos. A gestão da distribuição física é ao lado da demanda, no qual para a gestão da atividade de suprimento imediato aos consumidores. A gestão de materiais é um termo bem limitado e refere-se à gestão de fluxo de materiais e informações através da cadeia de suprimento imediata, no qual inclui compra, gestão de estoque, gestão de lojas, planejamento e controle da produção e gestão da distribuição física. (POZO, p. 20). A Rockford Consulting Group, em Nova Iorque, (RCG, 1999) descreve que para estruturar uma cadeia de suprimentos a empresa deve entender os tipos de demanda, nível do serviço requerido pelo consumidor, a distância que está o cliente, custos e alguns outros pontos que venham a ser relevantes para sua cadeia. Os autores descrevem seis elementos básicos para uma cadeia de suprimentos: 1) Produção, no qual o foco deve ser o cliente que está procurando e a demanda do requerida pelo mercado; 2) Fornecedor, no qual a organização deve determinar onde e como serão produzidos os bens, determinando a fábrica ou as fábricas que são capazes de produzir de forma econômica e eficiente; 3) Estoque, no qual a empresa deve conseguir um equilíbrio entre trabalhar com um grande estoque, que tem um alto custo para a organização, ou nenhum estoque, o que pode comprometer a capacidade de atender a demanda do mercado. 4) Localização, que depende da demanda de mercado e da satisfação dos clientes a decisão de onde implantar a fábrica; 5) Transporte, onde por volta de 30% do custo de um produto é compreendido pelo transporte; 6) Informação, onde a empresa deve utilizar as informações adquiridas internamente e de seus clientes finais para melhorar o seu processo de gerenciamento da cadeia de suprimentos. (POZO, p ). A empresa também deve focar em outros pontos quando da cadeia de suprimentos, como o preço, prazo de entrega, confiabilidade, responsabilidade, transparência, plano estratégico, gerenciamento da demanda, planejamento de fornecimento, planejamento e programação da produção, benefícios do planejamento. (POZO, p. 23).

Vivendo de acordo com nossos valores...

Vivendo de acordo com nossos valores... Vivendo de acordo com nossos valores... o jeito Kinross Nossa empresa, Kinross, é uma empresa internacional de mineração de ouro sediada no Canadá, com operações nos Estados Unidos da América, Rússia,

Leia mais

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até

Leia mais

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos Prof. Paulo Medeiros Introdução nos EUA surgiram 100 novos operadores logísticos entre 1990 e 1995. O mercado para estas empresas que

Leia mais

Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro

Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro Prof. Adriano Alves Fernandes DCAB - Departamento de Ciências Agrárias e Biológicas CEUNES - Universidade Federal do Espírito Santo 1- Introdução Uma grande

Leia mais

Segundo o dicionário da American Production Inventory Control Society, uma Cadeia de Suprimentos (Supply Chain) pode ser definida como:

Segundo o dicionário da American Production Inventory Control Society, uma Cadeia de Suprimentos (Supply Chain) pode ser definida como: Fascículo 4 Gestão na cadeia de suprimentos Cadeias de suprimentos Segundo o dicionário da American Production Inventory Control Society, uma Cadeia de Suprimentos (Supply Chain) pode ser definida como:

Leia mais

Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão

Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão 1 Roteiro da Apresentação Definições Cadeia de Suprimentos Logística Gestão da Cadeia de Suprimentos

Leia mais

5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos

5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos 5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos 5.1 Conceitos e definições do supply chain management O conceito ou definição do SCM é algo recente na literatura especializada, datado mais precisamente da metade

Leia mais

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS Sistema Eletrobrás Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO 4 POLÍTICA DE Logística de Suprimento

Leia mais

ISO 9001 Relatórios. A importância do risco em gestao da qualidade. Abordando a mudança. ISO Revisions. ISO Revisions

ISO 9001 Relatórios. A importância do risco em gestao da qualidade. Abordando a mudança. ISO Revisions. ISO Revisions ISO 9001 Relatórios A importância do risco em gestao da qualidade Abordando a mudança BSI Group BSI/UK/532/SC/1114/en/BLD Contexto e resumo da revisão da ISO 9001:2015 Como uma Norma internacional, a ISO

Leia mais

A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras

A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras Medição do desempenho na cadeia de suprimentos Medição do desempenho Sob a perspectiva da gestão da produção, o desempenho pode ser definido

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec ETEC PAULINO BOTELHO EXTENSÃO EE ESTERINA PLACCO Código: 091.01 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnico

Leia mais

Política de Logística de Suprimento

Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento 5 1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas Eletrobras, através da integração

Leia mais

ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL

ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL ANA LAURA CANASSA BASSETO (UTFPR) alcanassa@hotmail.com Caroline Marqueti Sathler (UTFPR)

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

Gestão estratégica em finanças

Gestão estratégica em finanças Gestão estratégica em finanças Resulta Consultoria Empresarial Gestão de custos e maximização de resultados A nova realidade do mercado tem feito com que as empresas contratem serviços especializados pelo

Leia mais

GEBD aula 2 COMPRAS. Profª. Esp. Karen de Almeida

GEBD aula 2 COMPRAS. Profª. Esp. Karen de Almeida GEBD aula 2 COMPRAS Profª. Esp. Karen de Almeida Atividades típicas da Seção de Compras: a) Pesquisa; b) Aquisição; c) Administração; d) Diversos. Atividades típicas da Seção de Compras: a) Pesquisa: Estudo

Leia mais

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica Ementários Disciplina: Gestão Estratégica Ementa: Os níveis e tipos de estratégias e sua formulação. O planejamento estratégico e a competitividade empresarial. Métodos de análise estratégica do ambiente

Leia mais

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar.

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar. C O B I T Evolução Estratégica A) Provedor de Tecnologia Gerenciamento de Infra-estrutura de TI (ITIM) B) Provedor de Serviços Gerenciamento de Serviços de TI (ITSM) C) Parceiro Estratégico Governança

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

Controles Internos e Governança de TI. Charles Holland e Gianni Ricciardi

Controles Internos e Governança de TI. Charles Holland e Gianni Ricciardi Controles Internos e Governança de TI Para Executivos e Auditores Charles Holland e Gianni Ricciardi Alguns Desafios da Gestão da TI Viabilizar a inovação em produtos e serviços do negócio, que contem

Leia mais

Estratégia Competitiva 16/08/2015. Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor

Estratégia Competitiva 16/08/2015. Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor Estratégia Competitiva é o conjunto de planos, políticas,

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação Gestão Organizacional da Logística CONCEITOS O nome Supply Chain, cujo termo têm sido utilizado em nosso país como Cadeia de Suprimentos, vem sendo erroneamente considerado como

Leia mais

Prof. Fabiano Geremia

Prof. Fabiano Geremia PLANEJAMENTO ESTRÁTEGICO PARA ARRANJOS PRODUTIVOS CURSO INTERMEDIÁRIO PARA FORMULADORES DE POLÍTICAS Prof. Fabiano Geremia Planejamento Estratégico ementa da disciplina Planejamento estratégico e seus

Leia mais

Profa. Gislaine Stachissini. Unidade II GOVERNANÇA DE TI

Profa. Gislaine Stachissini. Unidade II GOVERNANÇA DE TI Profa. Gislaine Stachissini Unidade II GOVERNANÇA DE TI Estratégia e governança em TI Estratégia empresarial A palavra estratégia vem do grego strategus = "o general superior ou "generalíssimo. Strategia

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS

GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. PLANO DE NEGÓCIOS:... 2 2.1 RESUMO EXECUTIVO... 3 2.2 O PRODUTO/SERVIÇO... 3 2.3 O MERCADO... 3 2.4 CAPACIDADE EMPRESARIAL... 4 2.5

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

A Terceirização da Manutenção como Estratégia Competitiva nas Organizações

A Terceirização da Manutenção como Estratégia Competitiva nas Organizações A Terceirização da Manutenção como Estratégia Competitiva nas Organizações Alessandro Trombeta Supervisor de Manutenção Valdemar Roberto Cremoneis Gerente Industrial Cocamar Cooperativa Agroindustrial

Leia mais

- Como utilizar essas medidas para analisar, melhorar e controlar o desempenho da cadeia de suprimentos?

- Como utilizar essas medidas para analisar, melhorar e controlar o desempenho da cadeia de suprimentos? Fascículo 5 A medição do desempenho na cadeia de suprimentos Com o surgimento das cadeias de suprimento (Supply Chain), a competição no mercado tende a ocorrer cada vez mais entre cadeias produtivas e

Leia mais

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning Curso e- Learning Planejamento Estratégico através do Balanced Scorecard Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. CRM e AFV

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. CRM e AFV Bloco Comercial CRM e AFV Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre os Módulos CRM e AFV, que fazem parte do Bloco Comercial. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS: UM PLANEJAMENTO INDISPENSÁVEL

ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS: UM PLANEJAMENTO INDISPENSÁVEL ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS: UM PLANEJAMENTO INDISPENSÁVEL DUMAS, Ana Carolina¹ Guirado CALDAMONE,Camila¹ Guerino FRANCO, Nathália¹ Ribeiro; Acadêmicos do curso de Administração da Faculdade de Ciências

Leia mais

SKF é uma marca comercial registrada do Grupo SKF.

SKF é uma marca comercial registrada do Grupo SKF. SKF é uma marca comercial registrada do Grupo SKF. SKF 2011 Os direitos autorais desta publicação pertencem ao editor e seu conteúdo não pode ser reproduzido (mesmo em parte) sem uma permissão por escrito.

Leia mais

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo:

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo: Perguntas e respostas sobre gestão por processos 1. Gestão por processos, por que usar? Num mundo globalizado com mercado extremamente competitivo, onde o cliente se encontra cada vez mais exigente e conhecedor

Leia mais

FIGURA 1: Capacidade de processos e maturidade Fonte: McCormack et al., 2003, 47p. Maturidade SCM Foco SCM. Inter-organizacional. Alta.

FIGURA 1: Capacidade de processos e maturidade Fonte: McCormack et al., 2003, 47p. Maturidade SCM Foco SCM. Inter-organizacional. Alta. Pesquisa IMAM/CEPEAD descreve os níveis de maturidade dos logísticos de empresas associadas Marcos Paulo Valadares de Oliveira e Dr. Marcelo Bronzo Ladeira O Grupo IMAM, em conjunto com o Centro de Pós-Graduação

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

O Supply Chain Evoluiu?

O Supply Chain Evoluiu? O Supply Chain Evoluiu? Apresentação - 24º Simpósio de Supply Chain & Logística 0 A percepção de estagnação do Supply Chain influenciada pela volatilidade do ambiente econômico nos motivou a entender sua

Leia mais

Introdução e Planejamento Cap. 1

Introdução e Planejamento Cap. 1 BALLOU, Ronald H. Gerenciamenrto da Cadeia de Suprimentos / Logística Empresarial. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman. 2006 Introdução e Planejamento Cap. 1 Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@fae.br L

Leia mais

A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável

A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável Felipe de Oliveira Fernandes Vivemos em um mundo que está constantemente se modificando. O desenvolvimento de novas tecnologias

Leia mais

Aula 2º bim. GEBD dia16/10

Aula 2º bim. GEBD dia16/10 Aula 2º bim. GEBD dia16/10 Compras e Manufatura (produção) O ciclo de compras liga uma organização a seus fornecedores. O ciclo de manufatura envolve a logística de apoio à produção. O ciclo de atendimento

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS O plano de negócios deverá conter: 1. Resumo Executivo 2. O Produto/Serviço 3. O Mercado 4. Capacidade Empresarial 5. Estratégia de Negócio 6. Plano de marketing

Leia mais

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 141 A LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Douglas Fernandes 1, Josélia Galiciano Pedro 1 Docente do Curso Superior

Leia mais

II SIMPÓSIO DE PESQUISA E DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS 2014 ANAIS

II SIMPÓSIO DE PESQUISA E DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS 2014 ANAIS BUSINESS GAME UGB VERSÃO 2 Luís Cláudio Duarte Graduação em Administração de Empresas APRESENTAÇÃO (DADOS DE IDENTIFICAÇÃO) O Business Game do Centro Universitário Geraldo Di Biase (BG_UGB) é um jogo virtual

Leia mais

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO P á g i n a 3 INTRODUÇÃO A Administração de Materiais compreende as decisões e o controle sobre o planejamento, programação, compra, armazenamento e distribuição dos materiais indispensáveis à produção

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das Partes Interessadas e da Integração

Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das Partes Interessadas e da Integração Diretoria de Desenvolvimento Gerencial Coordenação Geral de Educação a Distância Gerência de Projetos - Teoria e Prática Conteúdo para impressão Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das

Leia mais

EMC Consulting. Estratégia visionária, resultados práticos. Quando a informação se reúne, seu mundo avança.

EMC Consulting. Estratégia visionária, resultados práticos. Quando a informação se reúne, seu mundo avança. EMC Consulting Estratégia visionária, resultados práticos Quando a informação se reúne, seu mundo avança. Alinhando TI aos objetivos de negócios. As decisões de TI de hoje devem basear-se em critérios

Leia mais

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Artigo para a Revista Global Fevereiro de 2007 DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT O conceito de Supply Chain Management (SCM), denominado Administração da Cadeia de Abastecimento

Leia mais

Gerenciamento de Projetos

Gerenciamento de Projetos Gerenciamento de Projetos PMI, PMP e PMBOK PMI (Project Management Institute) Estabelecido em 1969 e sediado na Filadélfia, Pensilvânia EUA, o PMI é a principal associação mundial, sem fins lucrativos,

Leia mais

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro Matheus de Aguiar Sillos matheus.sillos@pmlog.com.br AGV Logística Rua Edgar Marchiori, 255, Distrito

Leia mais

Planejamento Organização Direção Controle. Termos chaves Planejamento processo de determinar os objetivos e metas organizacionais e como realiza-los.

Planejamento Organização Direção Controle. Termos chaves Planejamento processo de determinar os objetivos e metas organizacionais e como realiza-los. Decorrência da Teoria Neoclássica Processo Administrativo. A Teoria Neoclássica é também denominada Escola Operacional ou Escola do Processo Administrativo, pela sua concepção da Administração como um

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em LOGÍSTICA E SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em LOGÍSTICA E SUPPLY CHAIN MANAGEMENT CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em LOGÍSTICA E SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Coordenação Acadêmica: Prof. Jamil Moysés Filho OBJETIVO: Ao final do Curso, o aluno será capaz de: Conhecer

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

Introdução e Planejamento Cap. 1. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br

Introdução e Planejamento Cap. 1. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br BALLOU, Ronald H. Gerenciamenrto da Cadeia de Suprimentos / Logística Empresarial. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman. 2006 Introdução e Planejamento Cap. 1 Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br

Leia mais

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida Unidade IV MERCADOLOGIA Profº. Roberto Almeida Conteúdo Aula 4: Marketing de Relacionamento A Evolução do Marketing E-marketing A Internet como ferramenta As novas regras de Mercado A Nova Era da Economia

Leia mais

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos Capítulo 2 Logística e Cadeia de Suprimentos Prof. Glauber Santos glauber@justocantins.com.br 1 Capítulo 2 - Logística e Cadeia de Suprimentos Papel primordial da Logística na organização Gestão da Produção

Leia mais

Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br

Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Agenda Conceitos de Governança de TI Fatores motivadores das mudanças Evolução da Gestão de TI Ciclo da Governança

Leia mais

Auditoria Interna do Futuro: Você está Preparado? Oswaldo Basile, CIA, CCSA. Presidente IIA Brasil

Auditoria Interna do Futuro: Você está Preparado? Oswaldo Basile, CIA, CCSA. Presidente IIA Brasil Auditoria Interna do Futuro: Você está Preparado? Oswaldo Basile, CIA, CCSA. Presidente IIA Brasil O futuro é (deveria ser) o sucesso Como estar preparado? O que você NÃO verá nesta apresentação Voltar

Leia mais

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Projeto Saber Contábil O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Alessandra Mercante Programa Apresentar a relação da Gestão de pessoas com as estratégias organizacionais,

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE 1 ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE (D.O 01 revisão 05, de 22 de março de 2011) 2 SUMÁRIO PARTE I INTRODUÇÃO

Leia mais

Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento. Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto

Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento. Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto CURRÍCULO DO PROFESSOR Administradora com mestrado e doutorado em engenharia de produção

Leia mais

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br POR QUE ESCREVEMOS ESTE E-BOOK? Nosso objetivo com este e-book é mostrar como a Gestão de Processos

Leia mais

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO)

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO) EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 CONCESSÃO PARA AMPLIAÇÃO, MANUTENÇÃO E EXPLORAÇÃO DOS AEROPORTOS INTERNACIONAIS BRASÍLIA CAMPINAS GUARULHOS EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA

Leia mais

FUNDAMENTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA

FUNDAMENTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA FUNDAMENTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA Abordagem da estratégia Análise de áreas mais específicas da administração estratégica e examina três das principais áreas funcionais das organizações: marketing,

Leia mais

CADEIA DE SUPRIMENTOS MÉTODOS DE RECEBIMENTOS RESUMO

CADEIA DE SUPRIMENTOS MÉTODOS DE RECEBIMENTOS RESUMO 1 CADEIA DE SUPRIMENTOS MÉTODOS DE RECEBIMENTOS LEANDRO PANTOJO 1 PETERSON ROBERTO DE LARA 2 VAGNER FUSTINONI 3 RENATO FRANCISCO SALDANHA SILVA 4 VALDECIL DE SOUZA 5 RESUMO O objetivo deste trabalho será

Leia mais

IETEC Instituto de Educação Tecnológica. Artigo Técnico

IETEC Instituto de Educação Tecnológica. Artigo Técnico IETEC Instituto de Educação Tecnológica Artigo Técnico A Importância Do Desenvolvimento Dos Fornecedores Para A Atividade De Compras Autor: Fernando de Oliveira Fidelis Belo Horizonte MG 11 de Agosto de

Leia mais

Gestão de Fornecedores

Gestão de Fornecedores Treinamento Presencial: Gestão de Fornecedores Data: 20 de Maio de 2015 Carga horária: 8 horas Local: São Paulo/ SP Procurement Business School Quem somos: Procurement Business School é a mais completa

Leia mais

UNIMEP MBA em Gestão e Negócios

UNIMEP MBA em Gestão e Negócios UNIMEP MBA em Gestão e Negócios Módulo: Sistemas de Informações Gerenciais Aula 4 TI com foco nos Negócios: Áreas envolvidas (Parte II) Flávio I. Callegari www.flaviocallegari.pro.br O perfil do profissional

Leia mais

ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS

ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS Patrícia de Oliveira 1 Angélica Patrícia de Souza 2 Roginéia de Araújo Paula 3 RESUMO Buscou-se apresentar neste artigo, os principais pontos das estratégias empresarias e quais

Leia mais

POLÍTICA CORPORATIVA Código PC.00.001. PRESIDÊNCIA Revisão 00

POLÍTICA CORPORATIVA Código PC.00.001. PRESIDÊNCIA Revisão 00 Páginas 1/8 1. OBJETIVO O Código de Ética é um conjunto de diretrizes e regras de atuação, que define como os empregados e contratados da AQCES devem agir em diferentes situações no que diz respeito à

Leia mais

MECANISMOS PARA GOVERNANÇA DE T.I. IMPLEMENTAÇÃO DA. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

MECANISMOS PARA GOVERNANÇA DE T.I. IMPLEMENTAÇÃO DA. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza MECANISMOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DA GOVERNANÇA DE T.I. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza CICLO DA GOVERNANÇA DE TI O CICLO DA GOVERNANÇA DE TI O Ciclo da Governança de T.I. ALINHAMENTO

Leia mais

ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI)

ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI) ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI) APARECIDA DE GOIÂNIA 2014 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Áreas de processo por

Leia mais

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi e Sistema Integrado Objetivos do Tema Apresentar: Uma visão da logística e seu desenvolvimento com o marketing. A participação da logística como elemento agregador

Leia mais

Planejamento e Controle da Cadeia de Suprimentos

Planejamento e Controle da Cadeia de Suprimentos Planejamento e Controle da Cadeia de Suprimentos Planejamento e Controle da Cadeia de Suprimentos Planejamento e Controle da Cadeia de Suprimentos O mercado exige... Produtos e serviços entregues de acordo

Leia mais

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial Prof. Pedro Luiz de O. Costa Bisneto 14/09/2003 Sumário Introdução... 2 Enterprise Resourse Planning... 2 Business Inteligence... 3 Vantagens

Leia mais

Gestão em Nó de Rede Logística

Gestão em Nó de Rede Logística Gestão em Nó de Rede Logística Armando Oscar Cavanha Filho Com o crescimento das atividades de uma empresa e a sua multiplicação horizontal, ou seja, a repetição de processos semelhantes em diversos pontos

Leia mais

I D C A N A L Y S T C O N N E C T I O N

I D C A N A L Y S T C O N N E C T I O N I D C A N A L Y S T C O N N E C T I O N Dan Vesset Vice-presidente de Programa, Business Analytics P r át i cas recomendadas para uma estr a t ég i a d e B u s i n e s s I n teligence e An a l yt i c s

Leia mais

Aula 15. Tópicos Especiais I Sistemas de Informação. Prof. Dr. Dilermando Piva Jr.

Aula 15. Tópicos Especiais I Sistemas de Informação. Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. 15 Aula 15 Tópicos Especiais I Sistemas de Informação Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. Site Disciplina: http://fundti.blogspot.com.br/ Conceitos básicos sobre Sistemas de Informação Conceitos sobre Sistemas

Leia mais

remuneração para ADVOGADOS advocobrasil Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados porque a mudança é essencial

remuneração para ADVOGADOS advocobrasil Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados porque a mudança é essencial remuneração para ADVOGADOS Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados advocobrasil Não ter uma política de remuneração é péssimo, ter uma "mais ou menos" é pior ainda. Uma das

Leia mais

IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson Fidalgo 1

IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson Fidalgo 1 IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson Fidalgo 1 Banco de Dados Introdução Por: Robson do Nascimento Fidalgo rdnf@cin.ufpe.br IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO. Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br

GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO. Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br Guia de Estudo Vamos utilizar para a nossa disciplina de Modelagem de Processos com BPM o guia

Leia mais

GESTÃO EM PRODUÇÃO E SERVIÇOS

GESTÃO EM PRODUÇÃO E SERVIÇOS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL MBA GESTÃO EM PRODUÇÃO E SERVIÇOS DISCIPLINAS E EMENTAS SINTONIZANDO PERCEPÇÕES E UNIFORMIZANDO A LINGUAGEM

Leia mais

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes.

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes. Logística Empresarial Aula 6 Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II Prof. Me. John Jackson Buettgen Contextualização Conceitos Importantes Fluxos logísticos É o movimento ou

Leia mais

Vamos nos conhecer. Avaliações 23/08/2015. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc.

Vamos nos conhecer. Avaliações 23/08/2015. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. Vamos nos conhecer Danillo Tourinho Sancho da Silva, M.Sc Bacharel em Administração, UNEB Especialista em Gestão da Produção

Leia mais

Terceirização de Serviços de TI

Terceirização de Serviços de TI Terceirização de Serviços de TI A visão do Cliente PACS Quality Informática Ltda. 1 Agenda Terceirização: Perspectivas históricas A Terceirização como ferramenta estratégica Terceirização: O caso específico

Leia mais

DECLARAÇÃO DE POSICIONAMENTO DO IIA: O PAPEL DA AUDITORIA INTERNA

DECLARAÇÃO DE POSICIONAMENTO DO IIA: O PAPEL DA AUDITORIA INTERNA Permissão obtida junto ao proprietário dos direitos autorais, The Institute of Internal Auditors, 247 Maitland Avenue, Altamonte Springs, Florida 32701-4201, USA, para publicar esta tradução, a qual reflete

Leia mais

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7)

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) A ESTRATÉGIA DA MANUFATURA E O SISTEMA PPCP: A estratégia

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi Marketing Prof. Angelo Polizzi Gestão de Produção Gestão de Produção Objetivos: Mostrar que produtos (bens e serviços) consumidos, são produzidos em uma ordem lógica, evitando a perda ou falta de insumos

Leia mais

UnB Universidade de Brasília. Administração de Recursos Materiais. Tema: Gestão de estoque. Alunos: - Beliza de Ávila.

UnB Universidade de Brasília. Administração de Recursos Materiais. Tema: Gestão de estoque. Alunos: - Beliza de Ávila. UnB Universidade de Brasília Administração de Recursos Materiais Tema: Gestão de estoque Alunos: - Beliza de Ávila - Felipe Jordán - Guilherme de Miranda - Jefferson Coelho O conceito de ocupação física

Leia mais

OS 14 PONTOS DA FILOSOFIA DE DEMING

OS 14 PONTOS DA FILOSOFIA DE DEMING OS 14 PONTOS DA FILOSOFIA DE DEMING 1. Estabelecer a constância de propósitos para a melhoria dos bens e serviços A alta administração deve demonstrar constantemente seu comprometimento com os objetivos

Leia mais

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens a seguir.

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens a seguir. 1. A administração de recursos humanos, historicamente conhecida como administração de pessoal, lida com sistemas formais para administrar pessoas dentro da organização. A administração de recursos humanos

Leia mais

FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM

FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM 5/5/2013 1 ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING 5/5/2013 2 1 Os SI nas organizações 5/5/2013 3 Histórico Os Softwares de SI surgiram nos anos 60 para controlar estoque

Leia mais

ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação

ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação UNIFEI Universidade Federal de Itajubá Prof. Dr. Alexandre Ferreira de Pinho 1 Componentes de uma empresa Organizando uma empresa: funções empresariais básicas Funções

Leia mais

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO 1 BUSINESS GAME UGB Eduardo de Oliveira Ormond Especialista em Gestão Empresarial Flávio Pires Especialista em Gerencia Avançada de Projetos Luís Cláudio Duarte Especialista em Estratégias de Gestão Marcelo

Leia mais

Logística Empresarial

Logística Empresarial Objetivos da aula: - Explorar as principais motivações para a redução dos níveis de estoque e as armadilhas presentes na visão tradicional, quando é focada apenas uma empresa em vez de toda a cadeia de

Leia mais

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Miriam Regina Xavier de Barros, PMP mxbarros@uol.com.br Agenda Bibliografia e Avaliação 1. Visão Geral sobre o PMI e o PMBOK 2. Introdução

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PROJETOS EM UM ESCRITÓRIO DE ARQUITETURA: VISÃO TRADICIONAL X NEGÓCIOS BASEADOS EM PROJETOS

GERENCIAMENTO DE PROJETOS EM UM ESCRITÓRIO DE ARQUITETURA: VISÃO TRADICIONAL X NEGÓCIOS BASEADOS EM PROJETOS GERENCIAMENTO DE PROJETOS EM UM ESCRITÓRIO DE ARQUITETURA: VISÃO TRADICIONAL X NEGÓCIOS BASEADOS EM PROJETOS Ana Carolina Freitas Teixeira¹ RESUMO O gerenciamento de projetos continua crescendo e cada

Leia mais

Outsourcing e Terceirização

Outsourcing e Terceirização ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Estratégia de Negócios em TI (Parte 4) Outsourcing e Terceirização Prof. Me. Walteno Martins Parreira Jr Definições Processo de gestão pelo qual se

Leia mais