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1 Alcatel 1000 S12 SW de Contr./Numer./Numer./Roteamento de Chamada (Call Cont/Numb & Rout SW) System Description Software AAAA TR Ed. 02

2 Status Change Note Released CNQ Short Title CALL CONT/NUMB & ROUT SW All rights reserved. Passing on and copying of this 2 / AAAA TR Ed. 02

3 All rights reserved. Passing on and copying of this Contents 1 Introdução Visão Geral Planos de Software Plano de Conexão Plano de Protocolo Plano Controle de Chamada (Controle, Numeração e Roteamento de Chamada) Descriçãode Software Sistema de Controle de Chamada e Facilidade Ativação Arquitetura Entidades de Gerenciamento Entidades Funcionais Entidades de Base Entidade de Software de Extensões Comunicação Interna Enviando Mensagens Externas Shell CFCS e Entidades de Software Shell CFCS Entidades de Estabelecimento de Chamada Básica Entidades de Serviço Suplementar Interface de Rede Inteligente (Interface de Aplicação Externa) Descriçãode Software Numeraçãoe Roteamento Análise de Prefixo e Definição de Elemento de Tarefa Análise de Categoria Análise de Origem Preparação e Análise de Dígitos Definição de Elemento de Tarefa Identificação de Assinante Local Descriçãode Software Gerenciamentode Recurso Gerenciamento de Recurso de Acesso Privado Retirada de Classe Busca Gerenciamento de Recurso de Juntor Coordenador de Solicitação de Juntor Alocador de Solicitação de Juntor Controladora de Substituição de Reserva Quente Alocador TCE de Recurso Auxiliar Descriçãode Software Gerenciamentode Dados Gerenciador de Dados Dinâmico Dados Dinâmicos Inibir Acesso de Escrita Simutâneo AAAA TR Ed / 56

4 6.2 Gerenciador de Dados de Assinante Dados de Assinante Descriçãode Software Serviços SuplementaresEspeciais Serviço de Chamada de Alarme Configuração Registro e Exclusão Interrogação Execução Aviso de Duração da Chamada Inicialização Ativação Tempo de Varredura Estabelecimento de Chamada CDA pelo Software CFCS Simular Chamada de Saída Background Estabelecimento de uma Chamada de Saída Transferência de Controle Tradutor de Anúncio de Texto Background Operação Conferência Descriçãode Software Tarefa Solicitadapelo Operador Manejadores de Comando de Assinante Manejadores de Comando de Juntor/Rota Manejadores de Comando PATED Manejar ORJ de Conferência OperaçõesTípicas Estabelecimento de Chamada Resposta Liberação Autônoma Seleção de um Juntor de Saída Ativação de Facilidade Completamento de Chamada em um Assinante Ocupado Chamada de Alarme Anúncio de Texto Conectado Durante a Fase de Estabelecimento de Chamada Abbreviations All rights reserved. Passing on and copying of this Figures Figure 1 Planos de Software Figure 2 Software de Controle, Numeração e Roteamento de Chamada 11 Figure 3 Arquitetura de Software CFCS / AAAA TR Ed. 02

5 All rights reserved. Passing on and copying of this Figure 4 Entidades de Estabelecimento de Chamada Figure 5 Serviço Suplementar e Entidades IN Figure 6 Entidades Funcionais de software Estabelecimento de Chamada e Gerenciamento CC Figure 7 Divisões Funcionais PATED Figure 8 Processo de Seleção de Grupo de Busca Figure 9 Processo de Seleção de Juntor Figure 10 Software Serviços Suplementares Especiais Figure 11 Juntores Virtuais Figure 12 Cenário Comum para Estabelecimento de Chamada Básica (Parte 1) Figure 13 Cenário Comum para Estabelecimento de Chamada Básica (Parte 2) Figure 14 Seqüência de Evento de Resposta Figure 15 Seqüência de Eventos de Liberação Autônoma Figure 16 Seleção de um Juntor de Saída Figure 17 Ativação de Facilidade Figure 18 Completamento de Chamada em um Assinante Ocupado Figure 19 Chamada de Alarme Figure 20 Conectando um Anúncio de Texto Durante a Fase de Estabelecimento da Chamada AAAA TR Ed / 56

6 6 / AAAA TR Ed. 02 All rights reserved. Passing on and copying of this

7 All rights reserved. Passing on and copying of this 1 Introdução Este documento descreve o Software de Controle, Numeração e Roteamento de Chamada usado nas centrais Alcatel 1000 S12. O documento descreve as principais áreas do software e as funções que elas exercem. Exemplos de operações típicas executadas via software também são fornecidos. 2 Visão Geral Este subitem fornece uma breve descrição da principais funções executadas pelo Software de Controle, Numeração e Roteamento de Chamada. Uma visão geral das áreas de software envolvidas no manejo da chamada também é fornecida. O Controle de Chamada é executado pelo software Sistema de Controle de Chamada e Facilidade (CFCS) que gerencia o estabelecimento de chamada básico para linhas, juntores e serviços suplementares. O software CFCS também fornece uma interface com a Função de Comutação de Serviço (SSF) para habilitar o manejo de chamadas solicitando serviços de Rede Inteligente (IN). As funções de numeração e roteamento são executadas por software que suporta o software CFCS, acionando solicitações para informação específica solicitada durante o estabelecimento da chamada. as principais áreas de software de roteamento e numeração são o software Análise de Prefixo e Definição de Elemento de Tarefa (PATED) e o software Identificação de Assinante Local (LSIF). As funções de gerenciamento de recurso são executadas por software que aloca recursos telefônicos tais como receptores, circuitos de conferência, juntore e anúncios gravados em uma seqüência correta para completar cada chamada. As áreas de software de gerenciamento de recurso são os softwares Gerenciador de Recurso de Juntor (TRM), Alocador TCE de Recurso Auxiliar (ARTA) e Gerenciador de Recurso de Acesso Privado (PARM). O Elemento de Controle Terminal (TCE) de cada módulo originador/terminal, ex., Módulo de Assinante Analógico, Módulo de Juntor Digital, Módulo de Assinantes de serviços da Rede Digital de Serviços Integrados (ISDN), etc., contém software de aplicação que é específico para o tipo de sistema de sinalização empregado por aquele módulo. Por outro lado, o Software de Controle, Numeração e Roteamento de Chamada é comum parafunções demanejo dechamadas múltiplas, ex., controle de chamada, análise de prefixo, Identificação de Assinante Local, busca de juntor, etc., e é por isso usada como recurso comum por todos os tipos de Software Sinalização. O Software de Controle, Numeração e Roteamento de Chamada reside nos Elementos de Controle Auxiliares (ACEs). 2.1 Planos de Software Durante o manejo da chamada, software relacionado em três níveis hierárquicos está ativo como mostrado na Figura 1. Os níveis são referenciados comoplanos de software e compreendem o: plano de conexão plano de protocolo plano Controle de Chamada. O Software de Controle, Numeração e Roteamento de Chamada está localizado apenas no plano Controle de Chamada (CC). TACB + Identidade de Processo Plano Con- trole de Chamada Plano de Protoco- lo Plano de Conexão Abr. Figure 1 PCI TACB Softwarede Controle, Numeraçãoe Rotea- mento de Chamada TACB Software Sinalização Software Manejo de Dispositivo Telefônico TACB + Discriminador de Sinalização TACB + Número do Terminal + PCI Para/de Hardware Índice de Célula de Caminho Bloco de Controle de Transação Planos de Software Plano de Conexão O plano de conexão, que contém o Software Manejador de Dispositivo (DH) Telefônico, executa o nível AAAA TR Ed / 56

8 mais baixo de funções demanejo dechamada. Oplano de conexão executa as seguintes funções principais: fornece acesso a dispositivos telefônicos paravarredura, orientação, etc., incluindo aquelesrelacionados aos assinantes Analógicos e da ISDN, e juntores analógicos e digitais detecta os sinais elétricos produzidos pelos juntores e linhas de assinante (eventos telefônicos), e traduz estes sinais em sinais lógicos que sãoenviados ao Software Sinalização no plano de protocolo e vice versa inicia o estabelecimento e liberação de caminhos internos entre os terminais dos módulos originador/terminal e seus TCEs inicia o estabelecimento e liberação de caminhos da Rede de Comutação Digital (DSN) entre os módulos originador/terminal inicia o estabelecimento e liberação dos caminhos DSN entre os módulos originador/terminal e os ACEs, e entre os módulos originador/terminal e os Módulos de Circuitos de Serviço (SCMs) isola as características de hardware dos dispositivos acessando a central do Software Sinalização fornece tempo para supervisão de tom e sinal, definição e persistência de sinal. Outra função do Software DH Telefônico é a alocação dos números de Índice de Célula de Caminho (PCI). Um PCI é o número de referência que é designado para uma conexão de chamada (ou transação) e aponta aos dados relacionaados com o caminho, ex., identidade de caminho, estado de união de Interface de Terminal, etc. O PCI permite ao Software DH Telefônico discriminar entre as diferentes chamadas que está manejando. O PCI está alocado na solicitação do Software Sinalização ou outro Software DH Telefônico Plano de Protocolo Para tornar a função de manejo de chamada independente dos diferentes tipos de sistemas de sinalização usados na central. o plano de protocolo inclui o Software Sinalização que fornece uma interface genérica com o software do plano Controle de Chamada, i.e., o Software de Controle, Numeração e Roteamento de Chamada. Isto significa que para todos os sistemas de sinalização, o mesmo conjunto demensagens telefônicas é usado entre o Software Sinalização e o software Plano Controle de Chamada. Tipos diferentes de Software Sinalização são fornecidos para os vários sitemas de sinalização usados nos módulos originador/terminal da central. Qualquer tipo desistema desinalizaçãoque sejausado, oresultado é sempre o mesmo, i.e., o Software Sinalização coleta os dígitos/números de modo que eles podem ser transmitidos em direção ao Software de Controle, Numeração e Roteamento de Chamada no plano CC. Bloco de Controle de Transação A fim de acompanhar as chamadas individuais sendo manejadas pela central, cada chamada é alocada a um Bloco de Controle de Transação (TACB). Um TACB é alocado pelo Software Sinalização para cada transação iniciada por um usuário ou pela central, i.e., uma chamadaou umasub-chamada. OTACB éuma referência lógica para uma transação e é usado nas comunicações entre o Software Sinalização e o software Plano Controle de Chamada. O TACB fornece uma referência de sinalização única para cada transação. A informação contida dentro do TACB depende do tipo de chamada. Cada TACB pode conter referências a três tipos de caminho como a seguir. Um caminho principal, que em situações normais é o único caminho da transação, i.e., umcaminho de voz ou dados é o caminho principal para uma chamada de duas pessoas normal. Este caminho é referenciadocomo umcaminho controladopelo usuário. Um caminho temporário, que existe apenas como uma parte de uma configuração de chamada complexa, ex., chamada Passar Adiante Quando SemRespostaoucomoumcaminho monitorpara operadores de comutação da Alcatel 1000 S12. O Software Sinalização no plano de protocolo pode comandar o Software DH Telefônico no plano de conexão para comutar do caminho principal para o caminho temporário e declarar o caminho temporário como o caminho principal. Um caminho de sistema, que éusado paraconectar um emissor/receptor a um terminal. Um caminho de sistemapode coexistircom umcaminho principal e temporário. A cada caminho no TACB um PCI é dado pelo Software DH Telefônico como explicado previamente. All rights reserved. Passing on and copying of this 8 / AAAA TR Ed. 02

9 All rights reserved. Passing on and copying of this Plano Controle de Chamada (Controle, Numeração e Ro- teamento de Chamada) O plano CC contém o mais alto nível de software de manejo de chamada, i.e., o Software de Controle, Numeração e Roteamento de Chamada, que é descrito neste documento. O Software de Controle, Numeração e Roteamento de Chamada é distribuído nos ACEs e é usado como um recurso comum pelo software denível maisbaixo dos módulos originador/terminal para controlar a maioria dos aspectos do estabelecimento da chamada e serviços suplementares de gerenciamento. Para tornar mais claro o fluxo de manejo dechamada através dos planos, considere o seguinte exemplo. Para uma chamada ser estabelecida, os planos de conexão e sinalização devem primeiro transferir os eventos telefônicos e os números discados para oplano CC, que é responsável para definir o dispositivo chamado. Para conseguir isto, o plano CC inclui o software que: analisa o prefixo do Número da Lista (DN) para determinar se o assinante chamado for um assinante local ou de outra central identifica o assinante local/central de Tronco Automático Privado (PABX) (se a análise do prefixo ti ver indicado que a chamada é local) busca por um juntor livre do tipo correto na rota apropriada (se a análise do prefixo tiver indicado que a chamada é para um assinante em outra central) retira dados associados ao assinante, ex., classe de serviço originadora e terminal determina se a chamada é possível, ex., classe de serviço permitida, o assinante chamado está disponível, ou um juntor está livre, etc.. Se o software Plano Controle de Chamada determina que a chamada pode ser estabelecida, ele envia a informação deestabelecimento decaminho atravésdo plano de protocolo para o plano de conexão que então estabelece um caminho controlado pelo usuário entre os dispositivos chamador e chamado. Áreas de Software Além das áreas de software já introduzidas, a Figura 2 mostra as outras áreas de software do Software de Controle, Numeração e Roteamento de Chamada. Juntas, as áreas de software compreendem o seguinte. CFCS Numeração e Roteamento, que compreende: PATED LSIF. Gerenciamento de Recurso, que compreende: PARM TRM ARTA. Gerenciamento de Dados, que compreende: Gerenciador de Dados Dinâmico (DDM) Gerenciador de Dados de Assinante (SDM) Dados de Assinante. Serviços Suplementares Especiais Tarefa Solicitada pelo Operador (ORJ). 3 Descrição de Software Sistema de Controle de Chamada e Facilidade O software CFCS controla o estabelecimento de chamada básico para as linhas, juntores e serviços suplementares. Uma interface com o SSF é fornecida permitindo que chamadas IN sejam gerenciadas. 3.1 Ativação O software CFCS, que é principalmente ativado pelo Software Sinalização em resposta às solicitações de chamada do assinante, usa: as funções de numeração e roteamento fornecida pelo software PATED e software LSIF (para uma chamada local) para definir o serviço chamado funções de gerenciamento de recurso fornecidas pelo software TRM, o software ARTA e o software PARM para tornar os recursos necessários disponíveis para manejo da chamada. O tipo de chamada solicitada pelo Software Sinalização determina quais serviços são solicitados. Por exemplo, para uma chamada de serviço suplementar solicitando acesso a um anúncio gravado: o software PATED é solicitado para definir onde o anúncio reside AAAA TR Ed / 56

10 o software TRM é solicitado para designar osrecursos de anúncio. Além da ativação pelo Software Sinalização, o software CFCS pode ser ativado por: o software Chamada Acordar (parte do Software Serviços Suplementares) para estabelecimento de uma chamada acordar o software DDM (descrito mais tarde neste documento) para manejar serviços suplementares de completamento de chamada, ex., Completamento de Chamada para um Assinante Ocupado outro software CFCS para supervisionamento de solicitações para estabelecimento de chamada básica e serviços suplementares. All rights reserved. Passing on and copying of this 10 / AAAA TR Ed. 02

11 All rights reserved. Passing on and copying of this Software Sinalização MSC Software Software IN (parte SSF) ACE de Serviçosde ChamadaLinha/Juntor Base de Dados Gerenciador de Dados Dinâmicos CFCS Software E/S e Software MMC ouj PATED TRC (parte do software TRM) 1 N CFCS LSIF ACE Dados de Assinante Software Sinalização LSIF Serviços Suplementares Especiais Tradutor PNP Base de Dados 1 N Tarifação ARTA Gerenciador de Dados de Assinante Gerenciador de Dados Dinâmico ouj ACE Alocador de Solicitação de Juntor TRC (parte do software TRM) N 1 PBX ACE PARM Software E/S e Software MMC ouj Espera Ativo Software E/S e Software MMC Software E/S e Software MMC ACE de Sistema ouj ACE de Administração ouj Ativo Espera Controladora de Substituição de Reserva Quente* Espera Ativo dados de assinante Gerenciador de Dados de Assinante Data Base Serviços Suplementares Especiais Gerenciador de Dados Dinâmico Nota * Parte do software TRM. Caixas de linha pontilhada mostram outro software. O Software Sistema Operacional foi omitido para maior clareza. O Tradutor PNP é parte do Software Serviços Profissionais da ISDN. CFCS Abr. ACE ARTA CFCS I/O IN ISDN LSIF MMC Elemento de Controle Auxiliar Alocador TCE de Recurso Auxiliar Sistema de Controle de Chamada e Facilidade Entrada/Saída Rede Inteligente Rede Digital de Serviços Integrados Identificação de Assinante Local (FMM) Comunicação HomemMáquina MSC ORJ PATED PBX PNP SSF TRC TRM Centro de Comutação de Serviços Móveis Tarefa Solicitada pelo Operador Análise de Prefixo e Definição Elemento de Tarefa Central de Tronco Privado Plano de Numeração Privada Função de Comutação de Serviço Coordenador de Solicitação de Juntor (FMM) Gerenciador de Recurso de Juntor Figure 2 Software de Controle, Numeração e Roteamento de Chamada AAAA TR Ed / 56

12 Subgruposde Compartilhamentode Carga Para obter um balanço ótimo entre segurança e uso eficiente de processador, é necessário definir subgrupos de compartilhamento de carga com finalidade de ativação de CFCS. Os subgrupos de compartilhamento de carga são definidos pelo Elemento de Controle (CE) que gera o tráfego. Como mencionado antes, o software CFCS pode ser ativado por vários softwares. Qualquer software de ativação residindo em um CE onde o software CFCS não é corresidente deve saber qual grupo ativar. Por exemplo, Software Sinalização residindo inteiramente em um TCE, ex., Software Sistema de Sinalização de Assinante Digital Número 1, tem que acessar a base de dados para identificar o subgrupo de compartilhamento de carga apropriado para ativar. Em casos onde o Software Sinalização é dividido entre o TCE e o CE, tal subgrupo não é definido porque o software CFCS reside no CE e é ativado diretamente pela parte residente do Software Sinalização. Para permitir estabelecimento de chamada básico para linhas, juntores e serviços suplementares, e simultaneamente encontrar requisitos relacionados a aplicação usando um conjunto de módulos de software (i.e., requisitos de Engenharia de Projeto de Cliente (CDE)) a arquitetura do software CFCS compreende um módulo de shell conectado a várias entidades de software subordinadas como mostrado na Figura 3. O software CFCS por si mesmo é implementado como um multi-processo Máquina de Mensagem Finita (FMM) da qual o módulo da shell faz parte. Um processo é criado na ativação do software CFCS para executar a tarefa solicitada. O módulo shell não executa quaisquer funções dependentes de aplicação. Suas tarefas principais são: receber todas as mensagens enviadas ao software CFCS e roteálas para as entidades de software responsáveis pelo gerenciamento das mensagens fornecer meios de comunicação entre as entidades de software (entidades de software não podem se comunicar diretamente umas com as outras). All rights reserved. Passing on and copying of this 3.2 Arquitetura 12 / AAAA TR Ed. 02

13 All rights reserved. Passing on and copying of this Mensagensde Ativação e Resposta Entidadesde de Gerenciamento Entidade de Software Shell Entidade de Software Entidade de Software EntidadesFuncionais Entidade de Software Entidade de Software Entidade de Software Entidade de Software Entidades Base Entidade de Software Entidade de Software Entidade de Software Entidade de Software Entidade de Software Figure 3 Arquitetura de Software CFCS As entidades de software, que são implementados como Máquinas de Suporte de Sistema (SSMs), podem apenas ser ativadas pela shell. Cada entidade tem sua própria tarefa para executar que é apenas uma parte de um cenário de chamada completo, i.e., uma sub-chamada. Portanto, várias entidades devem ser ativadas pela shell para habilitar um cenário de chamada completo a ser executado. Exemplos de funções de sub-chamada gerenciadas pelas entidades de software incluem: solicitações ao software PATED para análise de dígitos solicitações ao software TRM para um juntor de saída ou anúncio gravado obtenção da Classe de Serviço da Linha Terminal de Serviço (TLCOS) de um assinante. Entidades de software podem ser comuns ou CDE, dependendo da função de controle de chamada principal a que ela pertencem. Por exemplo, todas as entidades envolvidas no estabelecimento de chamada básico são comuns, considerando que entidades envolvidas nos serviços suplementares podem ser CDE. As entidades de software são divididas em três classes hierárquicas como a seguir. gerenciamento funcional básico. A informação relacionada ao estado das entidades de software é armazenada em uma matriz. Cada entidade é responsável pela manutenção de suas informações relacionadas nesta matriz. Deste modo, a shell sabe quais entidades estão ocupadas e quais estão disponíveis Entidades de Gerenciamento As entidades de gerenciamento são as entidades de mais alto nível controlando as funções de controlede chamada principais, i.e., o estabelecimento de chamada básico para linhas, juntores, serviços suplementares e tratamento de chamada IN. Existem três entidades de gerenciamento uma para cada função de controle de chamada principal. Cada entidade de gerenciamento é responsável por desmanchar as funções de controle de chamada principais emtarefas aserem executadaspor outrasenti AAAA TR Ed / 56

14 dades. Por isso, uma entidade de gerenciamento ativa estas entidades para executar as tarefas e interpretar os resultados subsequentes. Outra tarefa de entidades de gerenciamento é a supervisão da configuração de chamada onde os eventos de todas as pessoas envolvidas em uma chamada são tratados. Por exemplo, o tratamento de um evento de uma liberação pode resultar no término de uma tarefa em execução. EM qualquer processo de software CFCS dado existe sempre pelo menos uma entidade de gerenciamento Ativa. A entidade de gerenciamento que é ativada pela shell quando o processo é ativado éconhecido como entidade master. A entidade de gerenciamento tem as seguintes tarefas adicionais: manejar todos os eventos enviados pelo Software Sinalização informar uma shell quando uma chamada atingiu o estado estável determinar quando o processo de software CFCS pode ser terminado Entidades Funcionais o software informação de sinalização envia uma mensagem ao Software Sinalização e recebe os dígitos como uma resposta. As entidades de base não analisam os resultados de suas tarefas, elas simplesmente os retornam as entidades chamadoras Entidade de Software de Extensões As entidades de software podem ter os seguinte tipos de software de extensão. o software CDE de extensão paraintroduzir afuncionalidade CDE para uma entidade comum. o software de estouro de extensão é usado quando uma entidade é muito grande para residir dentro do mesmo SSM que a entidade. o software de aplicação de extensão é usado quando uma entidade executa funções relacionadas a mais de uma função de controle de chamada principal. Em tais casos, a função específica de aplicação é separada e colocada na entidade de aplicação. All rights reserved. Passing on and copying of this As Entidades Funcionais gerenciam as funções de controle da subchamada indicada pelas entidades de gerenciamento ou por outras Entidades Funcionais. As funções de controle da subchamada desmanchadas em tarefas a serem gerenciadas pelas entidades base ou outras Entidades Funcionais. Por isso, uma entidade funcional ativa estas entidades para executar as tarefas e interpretar os resultados subsequentes. Exemplos das funções da sub-chamada incluem: interpretar os dígitos discados por um assinante obter os TLCOS de um assinante selecionar um juntor de saída conectar um anúncio manejar ações controladas pelo assinante Entidades de Base As entidades de base, que são as entidades de software de mais baixo nível executa tarefas no comando de gerenciamento ou Entidades Funcionais. As tarefas são executadas autonomamente. Geralmente, entidades de base são relacionadas a mensagens, ex.: o software Interface PATED envia uma mensagem ao software PATED e recebe uma mensagem de resposta ComunicaçãoInterna A comunicação interna entre a shell e as entidades e entre entidades por meio da shell, é atingida usando um sistema de buffers de mensagem interna. Este sistema de comunicação fornece uma interface padrão entre as entidades, sem considerar como elas são implementadas, i.e., como um procedimento de interface SSM separada ou como um procedimento ligado da shell FMM. Um buffer de mensagem interna contém: a identidade do emissor (fonte) a identidade do receptor (destino) tipo de mensagem parâmetros, ex., ponteiros para onde os dados procedurais estão localizados. O emissor de uma mensagem deve preencher o conteúdo do buffer de mensagem. Quando a shell inicializa uma entidade para executar um procedimento, ela envia uma buffer de mensagem. Dentro do buffer de mensagem, ponteiros são fornecidos para informar a entidade onde os dados procedurais podem ser obtidos. Isto evita a solicitação para fornecer todos os parâmetros dentro do buffer de mensagem cada vez que uma entidade é chamada. 14 / AAAA TR Ed. 02

15 All rights reserved. Passing on and copying of this Quando uma entidade quer enviar uma mensagem a outra entidade, ela preenche o buffer de mensagem usando os ponteiros fornecidos pela shell no momento que ela foi chamada e retorna o buffer de mensagem para a shell. A shell agora chama a entidade solicitada, como indicado pela identidade destino no buffer de mensagem. Uma entidade pode enviar uma mensagem para terminar um processo ou informar a shell para aguardae por informação. A entidade preenche o buffer de mensagem de maneira normal, usando a shell como a identidade destino Enviando Mensagens Externas Quando uma Entidade de Software envia uma mensagem para outra área de software, ex., ao software PATED para uma solicitação de análise de dígitos, ela não recebe a resposta diretamente. Ao invés disso, após a mensagem ter sido enviada, ele informa a shell, que entra em um estado de espera. A resposta é recebida pela shell e roteada para uma entidade, normalmente a entidade que enviou a mensagem. 3.3 Shell CFCS e Entidades de Software O software CFCS compreende a Shell CFCS e as seguintes entidades de software: CC Comum 1, 2, 3, 4 e 5 CC CDE 1 e 2 Serviços Suplementares CDE 1, 2, 3 e 4 Manejador de Controle de Assinante Manejador de Controle de Assinante Remoto Interface IN. A Figura 4 mostra o estabelecimento de chamada básico relacionado a entidades e a Figura 5 mostra os serviços suplementares e as entidades IN relacionadas Shell CFCS O software CFCS está implementado como uma FMM multiprocesso da qual o software Shell CFCS é uma parte. Na ativação do software CFCS um processo é criado para executar a tarefa solicitada. As principais tarefas executadas pelo software Shell CFCS são: roteamento das mensagens de ativação software CFCS para as entidades comuns e CDE responsáveis para manejo da tarefa solicitada fornecimento de meios de comunicação interna entre entidades diferentes AAAA TR Ed / 56

16 Ativaçã e resposta de mensagens Entidades de Gerenciamento Entidades Funcionais CC Comum 2 CC Comum 1 Shell CFCS CC Comum 5 CC CDE 1 All rights reserved. Passing on and copying of this Entidades de Base CC Comum 3 CC Comum 4 CC CDE 2 Abr. CC CDE Controle de Chamada Engenharia de Projeto de Cliente CFCS Sistema de Controle de Chamada e Facilidade Figure 4 Entidades de Estabelecimento de Chamada Ativação e resposta de mensagens Shell CFCS Entidades de Gerenciamento Serviços Suplementares CDE1 Serviços Suplementares CDE2 Interface de Rede Inteligente Entidades Funcionais Serviços Suplementares CDE3 Manejador de Controle de Assinante Remoto Manejador de Controle de Assinante Entidades de Base Serviços Suplementares CDE4 Abr. CC CDE Controle de Chamada Engenharia de Projeto de Cliente CFCS Sistema de Controle de Chamada e Facilidade Figure 5 Serviço Suplementar e Entidades IN 16 / AAAA TR Ed. 02

17 All rights reserved. Passing on and copying of this Entidades de Estabelecimento de Chamada Básica O seguinte fornece uma descrição do software Entidades CFCS envolvida no estabelecimento de chamada básica. CC Comum 1 O software CC Comum 1 compreende uma entidade única, chamada de software gerenciamento de CC. Este é a entidade de gerenciamento responsável pelos aspectos Comuns do estabelecimento de chamada básica de duas pessoas (linhas e juntores) e todos os- Serviços Suplementares relacionados a chamada chamados durante a fase de estabelecimento da chamada. O software gerenciamento de CC desmancha a tarefa total em tarefas de sub-chamada comuns e as distribui para as entidades responsáveis. A Figura 6 mostra o papel das entidades de estabelecimento dechamada principal. O software gerenciamento de CC interopera com o software gerenciamento de CC CDE de extensão para habilitar tarefas dependentes de CDE a seremexecutadas (parte do software CDE de CC 1). O software gerenciamento de CC também tem software Estouro de Gerenciamento CC de extensão associado (Parte do software CC Comum 2). O software gerenciamento de CC também tem o software Estouro de Gerenciamento CC de extensão associado (Parte do software CC Comum 2). CC Comum 2 O software CC Comum 2 compreende as seguintes entidades. SoftwareEstouro Estourode GerenciamentoCC de Ex- tensão. Esta entidade contém o software de extensão do software gerenciamento de CC. Coletae Análisede Dígitosde Prefixo Durante Estabelecimento (CAPS). O software CAPS é uma entidade funcional que executa coleta e análise de dígitos de prefixo durante a fase de estabelecimento da chamada. O resultado produzido pelo software CAPS é o destino chamado. Os dígitos de prefixo são coletados usando osoftware Interface de Informação de Sinalização (parte do software CC Comum 3). O software CAPS coordena, usando o software Interface PATED (parte do software CC Comum 3), a fase de análise de dígitos até que o software PATED tenha definido o destino chamado AAAA TR Ed / 56

18 Manejo de Tentati- va de Chamada Originadora Aquisição de Dados CAPS Determinaçãodo destinoda da chamada GerenciamentoCC Seleçãode recurso terminal Dados terminais Seleção de juntor Limitaçãoterminal terminal Limitação terminal Completamentode estabelecimentode chamada Análise de Leiaute de Facilidade Estabelecimento de chamada completa All rights reserved. Passing on and copying of this Seleção de anúncio Abr. CAPS CC Coleção e Análise de Prefixos após o Estabelecimento (FMM) Controle de Chamada Figure 6 Entidades Funcionais de software Estabelecimento de Chamada e Gerenciamento CC Estabelecimento de Chamada Completa. O software Estabelecimento de Chamada Completa é uma entidade funcional responsável paraarmazenar dados de chamada dinâmicos, iniciando tarifação de chamada e chamadas de transferência para o estado estável. O armazenamento de dados de chamada dinâmicos é executado com o software Interface DDM (parte do software CC CDE 1), e a tarifação é iniciada pelosoftware Interfacede Tarifação (parte do software CC Comum 3). A transferência de chamadas para o estado estável é executada pelo software Dados Estáveis (parte do software CC Comum 3). Dados Terminais. O software Dados Terminais é uma entidade funcional que supervisiona a retirada de dados TLCOS para usuários públicos e do Grupo de Comunicação de Negócios (BCG). Ele coordena chamadas de outras entidades para o software Aquisição de Dados (parte do software CC Comum 3). O software Dados Terminais também solicita informação de sinalização adicional usando osoftware informação de sinalização (parte do software CC Comum 3). LimitaçãoTerminal erminal. O software Limitação Terminal é uma entidade funcional que inicia alimitação da pessoa chamada. Os resultados da limitação são retornados à entidade chamadora, ex., para o software gerenciamento de CC para estabelecimento de chamada básica. Seleçãode Juntor. O software Seleção de Juntor é uma entidade funcional que solicita: maisdígitos, usando osoftware informaçãode sinalização (parte do software CC Comum 3), até que o ponto deseleção dejuntor éatingido análise de dígito, usando o software Interface PATED (parte do software CC Comum 3) seleção de um juntor de saída, usando o software Interface TRM (parte do software CC Comum 3) quando o software PATED identificou o juntor de saída. Seleção de Anúncio. O software Seleção de Anúncio é uma entidade base responsável por executar solicitações por anúncios gravados conectando o recurso de anúncio apropriado. Anúncios têm as seguintes fontes: Módulos de Anúncios Integrado Dinâmico (DIAMs) 18 / AAAA TR Ed. 02

19 All rights reserved. Passing on and copying of this Módulos de Difusão de Memória de Acesso Aleatório (RAM) de Pacote, conectados a um juntor de saída o barramento de tom máquinas de anúncio local. Quando um anúncio é solicitado, o software Seleção de Anúncio recebe a identidade do anúncio e uma indicação de onde ele pode ser encontrado. Se o anúncio estiver localizado em um DIAM, um Módulo de Difusão de Memória de Acesso Aleatório de Pacote (PRAM), ou estiver disponível em várias localizações físicas, o software Seleção de Anúncio solicita ao software TRM usando a interface de softwaretrm paraconectar oanúncio. Os recursos de anúncio são gerenciados pelo software TRM. Se o anúncio for voz e estiver localizado no barramento de tom, o software Seleção de Anúncio não requer acesso a funções de gerenciamento de recurso do software TRM porque todos os anúncios do barramento de tom estão imediatamente disponíveis nas portas de tom de cada TCE. Por isso, o anúncio requerido está conectado e o software Estabelecimento de Chamada Completa é informado. Se o anúncio requerido contém texto, o software Seleção de Anúncio tem que retirar o texto usando o software Interface Tradutora de Anúncio de Texto. CC Comum 3 O software CC Comum 3 compreende entidades de base que executam tarefas de comando de gerenciamento ou Entidades Funcionais. As tarefas são executadas autonomamente. As entidades de base fornecem uma interface para áreas de software externas envolvidas em manejo de chamada. Mensagens de gerenciamento ou de Entidades Funcionais são empacotadas em mensagens virtuais para transmissão a áreas de software externas. Por outro lado, mensagens de áreas de software externas não são empacotadas para transmissão para o gerenciamento ou Entidades Funcionais. As entidades de base são as seguintes. Software Informação de Sinalização, que se comunica com o Software Sinalização para obter todos os dígitos solicitados para atender o requisito do assinante chamador. Software Dados Estáveis, que mantém o monitoramento das tabelas contendo informação em ambos os lados da chamada de duas pessoas. O software Dados Estáveis envia o estado de chamada estável para o Software Sinalização originador e terminal. Software Aquisiçãode Dados, que retira informação ambiental tal como identidade de grupo chamador, grupo LSIF e localização BCG. Ele também libera dados de perfil de usuário do software LSIF/PARM para usuários públicos ou do software Plano de Numeração Privado (PNP) para usuários BCG. SoftwareInterface InterfacePATED, que se comunica com o software PATED com a finalidade de análise de prefixosolicitadoreanálise dedefinição detarefa. SoftwareInterface InterfaceTRM, que faz interface com o software TRM para a alocação de um juntor de saída ou recursos de anúncio. Software Interface Tradutora de Anúncio de Texto, que retira e apresenta a informação textual usando o Tradutor de Anúncio de Texto. A solicitaçãoparaoanúncio detexto éfeita pelosoftware Seleção de Anúncio. Software Interface de Tarifação, que faz interface com o software Tarifação com a finalidade de solicitar células de tarifação e trocar mensagens de tarifação. CC Comum 4 O software CC Comum 4 contém uma base Entidade de Software, i.e., o software Desempacotar Mensagens Complexas, que permite que o software CFCS maneje mensagens complexas relacionadas a funções Comum CC. Uma mensagem complexa contém tarefas múltiplas. Cada tarefa é definida em um bloco de mensagem conhecido como bloco de mensagem virtual. O software desempacotar extrai, organiza os blocos de mensagem virtual e os copia na área de dados local. O CFCS FMM dá ao software Desempacotar Mensagens Complexas um ponteiro para o primeiro bloco de mensagem virtual a ser desempacotado. Após o desempacotamento, ponteiros posteriores são fornecidos até que todas as mensagens virtuais na mensagem complexa sejam desempacotadas e copiadas AAAA TR Ed / 56

20 CC Comum 5 O software CC Comum 5 compreende as seguintes entidades. Todas as entidades são entidades de base a menos que especificado o contrário. Seqüência de liberação. O software seqüência de liberação é uma entidade funcional responsável pelo início da liberação de recursos previamente alocada a uma chamada, ex., células de tarifação ou pessoas a e b. O software seqüência de liberação tem uma entidade de extensão CDE (parte do CC CDE 2 software) com a qual ele interopera para liberar outros recursos tais como pontes de conferência. Repasse de Chamada. O software Repasse de Chamada é uma entidade funcional responsável por coordenar solicitações de repasse de chamada do software gerenciamento de CC. O software Repasse de Chamada pode ser chamado durante o estabelecimento da chamada, i.e., repasse de chamada em ocupado, ou durante a fase estável, i.e., repasse de chamada em sem resposta. O software executa as seguintes funções principais: checa que o repasse de chamada é permitido analisa os dados dinâmicos relacionados a chamada por meio do software Interface DDM deleta a informação de repasse de chamada gerencia os aspectos de tarifação por meio dosoftware Interface de Tarifação obtém o destino de diversão de chamada por meio do software Interface PATED. Atualizar Dados Estáveis. Quando um serviço suplementar é solicitado durante uma chamada estável a informação de monitoramento das pessoas envolvidas pode mudar. O software Atualizar Dados Estáveis é responsável por atualizar a informação de monitoramento, para todas as pessoas, com a nova configuração de chamada. ReconFigurarChamada. O software Reconfigurar Chamada é responsável pela reconfiguração de uma chamada em resposta a reconfiguração da chamada dispara Transferência de Chamada. Quando um disparo de reconfiguração é recebido, a chamada é reconfigurada no protocolo e/ou o plano de conexão, i.e., os enlaces de protocolo existentes e/ou os caminhos de voze/ou dadosda Cadeia de Enlace de Protocolo são modificados. Trancar. O software Trancar é responsável por trancar/destrancar uma configuração de chamada existente, A função de trancar evita conflitos entre disparos de reconfiguração de chamada simultâneos, ex., quando um usuário chama Transferência durante um comando de handover da Estação Rádio Base para um dos usuários envolvidos na chamada. Solicitaçãode Estado. O software Solicitação de Estado determina, através do Software Sinalização, se o acesso específico é livre ou não. Atualizar Tarifação. O software Atualizar Tarifação é responsável por mover células de tarifação quando uma configuração de chamada existente muda ou quando um comando IN é recebido. O software Atualizar Tarifação é uma entidade Comum CC. Entretanto, a solicitação é sempre roteada através do Software Gerenciamento de Serviço Suplementar ou do software Interface IN. Registrar Interface. O software Registrar Interface é responsável por manejar a mensagem de registro do Sistema de Sinalização de Assinante Digital Número 1. Interface de Parte de Aplicação de Capaci- dades de Transação (TCAP) CAP). O software Interface TCAP faz interface com o software TCAP (parte do Software Pilha de Interconexão de Sistemas Abertos) com a finalidade de habilitar que alguns Serviços Suplementares sejam suportados com um protocolo parapar TCAP. Por exemplo, uma solicitação Completamento de chamada em Assinante Ocupado é enviada pelo software Interface TCAP ao software TCAP que a envia para o software TCAP remoto. O completamento da chamada pode ocorrer através do monitoramento de acesso ocupado/livre (pelo software DDM). Interfacede derecursode Anúncio. O Software Interface de Recurso de Anúncio, faz interface com o DIAM ou Módulo de Difusão PRAM para solicitar o começo de um anúncio de voz e/ou texto. Interfacede Tradução de Número Suplemen- tar. O Software Interface de Tradução de Número Suplementar faz interface com o Software Tradução de Número Suplementar com a finalidade de solicitar tradução de um número usado para chamar um serviço suplementar. All rights reserved. Passing on and copying of this 20 / AAAA TR Ed. 02

21 All rights reserved. Passing on and copying of this Interface Controladora de Equipamento de Teste Externo. O software interface Controladora de Equipamento de Teste Externo faz interface com oequipamentodetesteexternoquando umalinha de assinante deve ser testada. CC CDE 1 O software CDE de CC compreende as seguintes entidades CDE. Análise de Layout de Facilidade. O software Análise de Layout de Facilidade é uma entidade funcional que é responsável por: coletar os dígitos através do software Interface de Informação de Sinalização checar se a cadeia de dígitos discada por um assinante é consistente com a facilidade solicitada (serviço suplementar) retirada de dados de leiaute de facilidade para um assinante com facilidades de controle remoto. Um grupo de relações é usado para descrever o layout de cada facilidade em termos dos parâmetros mandatórios e opcionais. DDM Interface. O software Interface DDM é uma entidade base que faz interface com o DDM com finalidade de armazenagem, retirando ou deletando dados dinâmicos relacionados a uma chamada. AlocarPonte onte de Conferência. O sofware Alocar Ponte de Conferência é uma entidade base que é responsável pela solicitação de recursos de ponte de conferência usando o software ARTA. CC CDE 2 Em algumas aplicações, certas entidades Comum CC, ex., software gerenciamento de CC, software Dados Estáveis, etc., solicitam uma extensão CDE. Estas entidades CDE de extensão estão contidas dentro do software CC CDE Entidades de Serviço Suplementar Os seguintes itens fornecem uma descrição das entidades de Software Serviços Suplementares. Serviço SuplementarCDE 1 O software serviço suplementar CDE 1 compreende uma única entidade, conhecida como Software Ge renciamento de Serviço Suplementar. Esta entidade lida com Serviços Suplementares que são manejados após a fase de estabelecimento da chamada. O Software Gerenciamento de Serviço Suplementar podeserativado pelosoftware Shellquando umasolicitação de serviço suplementar é recebida ou pelo software gerenciamento de CC quando ele recebe uma solicitação de serviço suplementar que ele não pode gerenciar. Causas típicas para ativação incluem: um evento telefônico tal como uma rechamada de registro um comando de facilidade funcional informação de facilidade de teclado. O Software Gerenciamento de Serviço Suplementar desmancha a solicitação de serviço suplementar em tarefas individuais e as distribui para as entidades responsáveis. O Software Gerenciamento de Serviço Suplementar tem software Estouro de Gerenciamento de Serviço Suplementar de Extensão associado residindo nas entidades de software de serviço suplementar CDE 2 e 3. Serviço SuplementarCDE 2 Esta entidade contém apenas o software Estouro de gerenciamento de serviço suplementar de extensão. Serviço SuplementarCDE 3 Além do Software Estouro de Gerenciamento de Serviço Suplementar de extensão, o software Serviço Suplementar CDE 3 compreende as seguintes entidades. Coleta e Análise de Prefixos Após Estabeleci- mento (CAPA) A). O software CAPA é uma entidade funcional que executa coleta e análise de dígitos de prefixo após fase de estabelecimento de chamada. O resultado produzido pelo software CAPA é o novo destino chamado. Os dígitos de prefixo são coletados pelo software Interface de Informação de Sinalização (parte do software CC Comum 3). O software CAPA coloca a primeira chamada em espera e coordena com o software Interface PATED (parte do software CC Comum 3) afase deanálise de dígitos até que o software PATED tenha definido o novo destino chamado AAAA TR Ed / 56

22 DesempacotarMensagens MensagensComplexas. O software Desempacotar Mensagens Complexas já foi descrito no subitem de entidades de estabelecimento de chamada básica. Serviços SuplementaresCDE 4 O software Serviços Suplementares CDE 4 contém as extensões CDE para os softwares Reconfigurar Chamada, Atualizar Dados Estáveis, Atualizar Tarifação, Alocar Ponte de Conferência e Trancar. Manejadorde de Controle de Assinante O software Manejador de Controle de Assinante (SCH) é uma entidade funcional que operacom osoftware SDM e processa todas as manipulações de perfil disparadas pelo assinante, i.e., ativação, desativação e solicitação para usuários públicos e BCG. O software SCH: fornece acesso ao DDM para evitar acesso simultâneo retirar dados relacionados ao assinante executar checagens de permissão executar checagens de compatibilidade executar checagens de senha executar solicitações de dígitos adicionais fornecer acesso ao software PATED (checagens de saída bloqueadas e DN) ativar o software SDM para executar atualizações de dados iniciar tarifação. Manejadorde de Controle de AssinanteRemoto emoto O Manejador de Controle de Assinante Remoto éuma entidade funcional que gerencia os Serviços Suplementares que estão associados com o acesso ao lar de um assinante de um acesso visitado. O software Manejador de Controle Remoto executa checagens de permissão e permanece no controle até que o processo de aplicação esteja teminado. Quando o procedimento Manejador de Controle Remoto estiver completo, o software SCH trata o serviço suplementar como se ele fosse solicitado do acesso do lar Interface de Rede Inteligente (Interface de Aplicação Externa) O software Interface IN, que maneja comandos funcionais externos, i.e., comandos de fora do software CFCS, compreende as seguintes entidades. Gerenciamentode Interfacede IN O software Gerenciamento Interface de IN é a entidade de gerenciamento que faz interface com o SSF com a finalidade de manejo de chamada IN. Como com todas as entidades de gerenciamento, o software Gerenciamento Interface de IN é responsável pela divisão de tarefas em subtarefas e pela distribuição delas para as entidades responsáveis. Manejadorde de Gatilho de IN O software Manejador de Disparo de IN gerencia comandos de disparo de IN. Dependendo do tipo de comando, o software Manejador de Disparo de IN pode: suspender uma chamada e enviar uma solicitação de serviço usando o SSF para a Função de Controle de Serviço (SCF) solicitar o software Gerenciamento de CC para conectar um anúncio do assinante chamador executar gerenciamento de evento e relato de evento na solicitação do SSF supervisionar o estabelecimento de chamada solicitado pelo SCF usando o SSF. Tarifação IN Um comando disparo IN, solicitando tarifação, é enviado ao software Tarifação IN que é responsável pelo estabelecimento de uma célula de tarifação. Por exemplo, uma chamada IN pode solicitar um anúncio com tarifação, no caso em que o software Tarifação é ativado pelo software Tarifação IN quando o anúncio é tocado. ExtensõesIN O entidades de software de extensão IN compreendem os softwares Reconfigurar Chamada, Atualizar Dados Estáveis, Atualizar Tarifação e Trancar. All rights reserved. Passing on and copying of this 22 / AAAA TR Ed. 02

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