PIS/ COFINS. NOTÍCIAS DA SEMANA (07/02/11 a 11/02/11)

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1 PIS/ COFINS NOTÍCIAS DA SEMANA (07/02/11 a 11/02/11) I NOVAS SOLUÇÕES DE CONSULTAS. A) ALÍQUOTA ZERO DE PIS/COFINS NA IMPORTAÇÃO DE PARTES E PEÇAS E OUTROS COMPONENTES EMPREGADOS NA INDUSTRIALIZAÇÃO DE PARTES, PEÇAS, COMPONENTES E OUTROS EQUIPAMENTOS PARA AERONAVES É APLICÁVEL A PARTIR DE B) DESPESAS COM MANUTENÇÃO E EQUIPAMENTOS DE MÁQUINAS EMPREGADAS NA PRODUÇÃO DE PRODUTOS DESTINADOS A VENDA, PARTES E PEÇAS DE REPOSIÇÃO QUE SOFRAM DESGASTE, DANO OU PERDA DE PROPRIEDADE FÍSICA OU QUÍMICA, COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES DE EMPILHADEIRAS UTILILIZADAS NO TRANSPORTE NA ÁREA DE PRODUÇÃO, COMBUSTÍVEL CONSUMIDO POR GERADOR QUE FORNEÇA ENERGIA PARA A PRODUÇÃO INDUSTRIAL GERAM DIREITO A CRÉDITO DE PIS/COFINS C) FORNECIMENTO DE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO E SUPERVISÃO DE MONTAGEM EM USINAS TERMELÉTRICAS E HIDRELÉTICAS NÃO SÃO ENTENDIDAS COM RECEITAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL D) SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO DE IMÓVEIS DE PESSOA JURÍDICA, QUE NÃO AUMENTE A VIDA ÚTIL DO BEM EM MAIS DE UM ANO, NÃO GERAM DIREITO A CRÉDITO DE PIS/COFINS E) ARMAZENAGEM, SEPARAÇÃO, MANUSEIO E TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE SEUS ESTABELECIMENTOS OU DESTES PARA SEUS CLIENTES REALIZADOS PELA PRÓPRIA EMPRESA NÃO GERAM DIREITO A CRÉDITO DE PIS/COFINS F) VAREJISTAS ESTABELECIDOS EM ÁREAS DE LIVRE COMÉRCIO PODEM EXCLUIR DA APURAÇÃO DO PIS/COFINS CUMULATIVO RECEITA DE REVENDA DOS PRODUTOS DE PERFUMARIA E HIGIENE PESSOAL G) RATEIO, COM CRITÉRIO, DE DESPESAS COMUNS COM TERCEIROS, DESDE QUE PREVISTAS EM CONTRATO, SÃO CONSIDERADAS REDUÇÃO DE DESPESA OPERACIONAL, ENQUANTO AS DESPESAS DE CONTROLADORA EM FAVOR DE OUTRAS EMPRESAS DO MESMO GRUPO SÃO CONSIDERADAS RECEITAS.... 9

2 H) IMPORTAÇÃO DE MÁQUINAS DESTINADAS AO ATIVO IMOBILIZADO EM REGIME DE ADMISSÃO TEMPORÁRIA SÓ GERAM CRÉDITO APÓS O DESPACHO PARA CONSUMO I) TRANSPORTE ESCOLAR, TURÍSTICO E FRETAMENTO SÃO EXCLUÍDOS DA SISTEMÁTICA NÃO CUMULATIVA DE PIS/COFINS... 11

3 3 I NOVAS SOLUÇÕES DE CONSULTAS. A) ALÍQUOTA ZERO DE PIS/COFINS NA IMPORTAÇÃO DE PARTES E PEÇAS E OUTROS COMPONENTES EMPREGADOS NA INDUSTRIALIZAÇÃO DE PARTES, PEÇAS, COMPONENTES E OUTROS EQUIPAMENTOS PARA AERONAVES É APLICÁVEL A PARTIR DE , conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 10, DE 27 DE JANEIRO DE 2011 ALÍQUOTA ZERO. IMPORTAÇÃO. AERONAVES, PARTES E PEÇAS. A alíquota zero da contribuição para o PIS/Pasep, de que trata o inciso VII do parágrafo 12 do art. 8º da Lei nº , de 2004, para as importações de partes, peças, ferramentais, componentes, insumos, fluidos hidráulicos, lubrificantes, tintas, anticorrosivos, equipamentos, serviços e matérias-primas a serem empregados na industrialização por transformação de partes, peças, componentes, ferramentais, equipamentos, e motores, de aeronaves classificadas na posição da NCM, passou a ser aplicada a partir da produção de efeitos da alteração introduzida pela Lei nº , de 2008, ou seja, em 24 de junho de 2008, o que antes, na vigência da alteração do mesmo dispositivo feita pela Lei nº , de 2004, estava restrito às importações destinadas à montagem, manutenção, reparo, revisão, conservação, modernização e conversão, dos bens mencionados; A prova de posse ou propriedade de aeronave, referida no 3º do art. 4º do Decreto nº 5.171, de 2004, diz respeito a aeronave já existente, que esteja em manutenção, reparo, revisão, conservação, modernização, ou conversão, ou seja, é exigida do importador proprietário ou de oficina especializada, conforme inciso I do 4º, do mesmo artigo, não sendo exigida no caso da importação de bens destinados à operação de montagem de aeronave, de suas partes, peças ou componentes, vez que das empresas montadoras, é exigido certificado de homologação, projeto de construção aprovado, ou documentos de efeito equivalente, conforme inciso II do mesmo 4o. Dispositivos Legais: Lei nº , de 2004, art. 8º, 12,inciso VII, na redação dada pela Lei nº , de 2004, e alterado pela Lei nº , de 2008; Decreto nº 5.171, de 2002, art. 4º, 3º e 4º, na redação dada pelo Decreto nº 5.268, de ALÍQUOTA ZERO. IMPORTAÇÃO. AERONAVES, PARTES E PEÇAS. A alíquota zero da contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins, de que trata o inciso VII do parágrafo 12 do art. 8º da Lei no , de 2004, para as importações de partes, peças, ferramentais, componentes, insumos, fluidos hidráulicos, lubrificantes, tintas, anticorrosivos, equipamentos, serviços e matérias-primas a serem empregados na industrialização por transformação de partes, peças, componentes, ferramentais, equipamentos, e motores, de aeronaves classificadas na posição da NCM, passou a ser aplicada a DOCS - / v1

4 partir da produção de efeitos da alteração introduzida pela Lei nº , de 2008, ou seja, em 24 de junho de 2008, o que antes, na vigência da alteração do mesmo dispositivo feita pela Lei nº , de 2004, estava restrito às importações destinadas à montagem, manutenção,reparo, revisão, conservação, modernização e conversão, dos bens mencionados; A prova de posse ou propriedade de aeronave, referida no 3º do art. 4º do Decreto nº 5.171, de 2004, diz respeito a aeronave já existente, que esteja em manutenção, reparo, revisão, conservação, modernização, ou conversão, ou seja, é exigida do importador proprietário ou de oficina especializada, conforme inciso I do 4º, do mesmo artigo, não sendo exigida no caso da importação de bens destinados à operação de montagem de aeronave, de suas partes, peças ou componentes, vez que das empresas montadoras, é exigido certificado de homologação, projeto de construção aprovado, ou documentos de efeito equivalente, conforme inciso II do mesmo 4º. Dispositivos Legais: Lei nº , de 2004, art. 8º, 12, inciso VII, na redação dada pela Lei nº , de 2004, e alterado pela Lei nº , de 2008; Decreto nº 5.171, de 2002, art. 4º, 3º e 4º, na redação dada pelo Decreto nº 5.268, de SONIA DE QUEIROZ ACCIOLY BURLO B) DESPESAS COM MANUTENÇÃO E EQUIPAMENTOS DE MÁQUINAS EMPREGADAS NA PRODUÇÃO DE PRODUTOS DESTINADOS A VENDA, PARTES E PEÇAS DE REPOSIÇÃO QUE SOFRAM DESGASTE, DANO OU PERDA DE PROPRIEDADE FÍSICA OU QUÍMICA, COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES DE EMPILHADEIRAS UTILILIZADAS NO TRANSPORTE NA ÁREA DE PRODUÇÃO, COMBUSTÍVEL CONSUMIDO POR GERADOR QUE FORNEÇA ENERGIA PARA A PRODUÇÃO INDUSTRIAL GERAM DIREITO A CRÉDITO DE PIS/COFINS, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 11, DE 27 DE JANEIRO DE 2011 REGIME DE APURAÇÃO NÃO-CUMULATIVO. CRÉDITOS. INSUMOS. MANUTENÇÃO. REPOSIÇÃO DE PARTES E PEÇAS. COMBUSTÍVEIS. Geram direito a créditos a serem descontados da Contribuição para o PIS/Pasep, na apuração não-cumulativa, as despesas efetuadas com serviços de manutenção em máquinas e equipamentos empregados diretamente na produção de bens ou produtos destinados à venda. Também geram direito a créditos as despesas efetuadas com a aquisição de partes e peças de reposição, que sofram desgaste, dano ou a perda de propriedades físicas ou químicas, utilizadas nas mesmas máquinas e equipamentos que efetivamente respondam diretamente pelo processo de fabricação dos bens ou produtos destinados à venda, desde que tais dispêndios não devam ser incluídos no ativo imobilizado,

5 5 nos termos da legislação vigente. Também geram direito a crédito da contribuição em pauta, apurada em regime não-cumulativo, os combustíveis e lubrificantes utilizados ou consumidos por empilhadeiras que efetuem o transporte na área de produção da empresa, bem como o óleo diesel consumido por gerador, que forneça energia utilizada exclusivamente na sua produção industrial. Não geram direito a créditos da Contribuição para o PIS/Pasep, apurada em regime não-cumulativo, os custos relativos a combustíveis e lubrificantes, reparos e despesas de manutenção, inclusive materiais e peças de reposição, referentes a caminhões utilizados no transporte de entrega de produtos acabados da fabricante a seus clientes. Dispositivos Legais: Lei nº , de 2002, art. 3º, incisos II e VI; Lei nº , de 2003, art.15, inciso II; IN SRF nº 247, de 2002, art.66, inciso I, e 5º, inciso I. REGIME DE APURAÇÃO NÃO-CUMULATIVO. CRÉDITOS. INSUMOS. MANUTENÇÃO. REPOSIÇÃO DE PARTES E PEÇAS. COMBUSTÍVEIS. Geram direito a créditos a serem descontados da Cofins, na apuração nãocumulativa, as despesas efetuadas com serviços de manutenção em máquinas e equipamentos empregados diretamente na produção de bens ou produtos destinados à venda. Também geram direito a créditos as despesas efetuadas com a aquisição de partes e peças de reposição, que sofram desgaste, dano ou a perda de propriedades físicas ou químicas, utilizadas nas mesmas máquinas e equipamentos que efetivamente respondam diretamente pelo processo de fabricação dos bens ou produtos destinados à vem da, desde que tais dispêndios não devam ser incluídos no ativo imobilizado, nos termos da legislação vigente. Também geram direito a créditos da contribuição em pauta, apurada em regime não-cumulativo, os combustíveis e lubrificantes utilizados ou consumidos por empilhadeiras que efetuem o transporte na área de produção da empresa, bem como o óleo diesel consumido por gerador, que forneça energia utilizada exclusivamente na sua produção industrial. Não geram direito a créditos da Cofins, apurada em regime não-cumulativo, os custos relativos a combustíveis e lubrificantes, reparos e despesas de manutenção, inclusive materiais e peças de reposição, referentes a caminhões utilizados no transporte de entrega de produtos acabados da fabricante a seus clientes. Dispositivos Legais: Lei nº , de 2003, art. 3º, incisos II e VI; IN SRF nº 404, de 2004, art.8º, inciso I, e 4º. SONIA DE QUEIROZ ACCIOLY BURLO C) FORNECIMENTO DE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO E SUPERVISÃO DE MONTAGEM EM USINAS TERMELÉTRICAS E HIDRELÉTICAS NÃO SÃO ENTENDIDAS COM RECEITAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL,conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 12, DE 28 DE JANEIRO DE 2011 DOCS - / v1

6 OBRA DE CONSTRUÇÃO CIVIL. REGIME DE APURAÇÃO As receitas auferidas com as atividades de fornecimento de equipamentos, e com prestação de serviços de instalação, supervisão de montagem, como parte do processo de construção, ampliação e reforma de usinas termelétricas e hidrelétricas, não podem ser entendidas como receitas de "obras de construção civil" e, portanto, não são passíveis de enquadramento no regime de apuração cumulativo da Cofins. Dispositivos Legais: Lei nº /2003, art. 10, caput e inc. XX e art. 15, caput e inc. V, com alterações das Leis nº /2004 e nº /2010; ADN Cosit nº 30/1999; OBRA DE CONSTRUÇÃO CIVIL. REGIME DE APURAÇÃO As receitas auferidas com as atividades de fornecimento de equipamentos, e com prestação de serviços de instalação, supervisão de montagem e teste, como parte do processo de construção, ampliação e reforma de usinas termelétricas e hidrelétricas, não podem ser entendidas como receitas de "obras de construção civil" e, portanto, não são passíveis de enquadramento no regime de apuração cumulativo da contribuição para o PIS/Pasep. Dispositivos Legais: Lei nº /2002, art. 8º, Lei nº /2003, art 10, caput e inc. XX e art. 15, caput e inc.v, com alterações das Leis nº /2004 e nº /2010; ADN Cosit nº 30/1999. SONIA DE QUEIROZ ACCIOLY BURLO D) SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO DE IMÓVEIS DE PESSOA JURÍDICA, QUE NÃO AUMENTE A VIDA ÚTIL DO BEM EM MAIS DE UM ANO, NÃO GERAM DIREITO A CRÉDITO DE PIS/COFINS, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 14, DE 31 DE JANEIRO DE 2011 COFINS NÃO-CUMULATIVA. DIREITO DE CRÉDITO. SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO EM IMÓVEIS. Os valores referentes a serviços de manutenção em imóveis utilizados nas atividades da empresa, que não aumentem a vida útil do bem em mais de um ano, não podem compor a base de cálculo dos créditos a serem descontados da Cofins não-cumulativa, por não constarem expressamente previstos na legislação de regência. Dispositivos Legais: Art. 3º da Lei nº , de 2003; art. 346, RIR, e IN SRF nº 404, de 2004.

7 7 PIS/PASEP NÃO-CUMULATIVO. DIREITO DE CRÉDITO. SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO DE IMÓVEIS. Os valores referentes a serviços prestados por pessoa jurídica domiciliada no País para manutenção em imóveis utilizados nas atividades da empresa, que não aumentem a vida útil do bem em mais de um ano, não podem compor a base de cálculo dos créditos a serem descontados da contribuição ao PIS/Pasep não-cumulativa, por não constarem expressamente previstos na legislação de regência. Dispositivos Legais: Art. 3º da Lei nº , de 2002; art. 346, RIR, IN SRF nº 247, de 2002; e IN SRF nº 358, de SONIA DE QUEIROZ ACCIOLY BURLO E) ARMAZENAGEM, SEPARAÇÃO, MANUSEIO E TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE SEUS ESTABELECIMENTOS OU DESTES PARA SEUS CLIENTES REALIZADOS PELA PRÓPRIA EMPRESA NÃO GERAM DIREITO A CRÉDITO DE PIS/COFINS, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 17, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2010 ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Cofins EMENTA: ATIVIDADE COMERCIAL. ARMAZENAGEM E DISTRIBUIÇÃO. PESSOAL E MEIOS PRÓPRIOS. CRÉDITO. IMPOSSIBILIDADE. Para fins de desconto de crédito na sistemática da não-cumulatividade da Cofins, as operações de armazenagem, separação, manuseio e transporte de produtos, executadas pela própria empresa dedicada a atividade comercial, entre seus estabelecimentos ou destes para os clientes, não caracterizam utilização como insumo de bens e serviços na prestação de serviço, tampouco se enquadram na hipótese de armazenagem de mercadoria e frete na operação de venda de que trata a legislação. ATIVIDADE COMERCIAL. ARMAZENAGEM E DISTRIBUIÇÃO. PESSOAL E MEIOS PRÓPRIOS. CRÉDITO. IMPOSSIBILIDADE. Para fins de desconto de crédito na sistemática da não-cumulatividade da Contribuição para o PIS/Pasep, as operações de armazenagem, separação, manuseio e transporte de produtos, executadas pela própria empresa dedicada a atividade comercial, entre seus estabelecimentos ou destes para os clientes, não caracterizam utilização como insumo de bens e serviços na prestação de serviço, tampouco se enquadram na hipótese de armazenagem de mercadoria e frete na operação de venda de que trata a legislação. DOCS - / v1

8 DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº , de 2002, art 3º, II,e 3º; Lei nº , de 2003, art. 3º, II e IX, e 3º, art. 15, II; INSRF nº 247, de 2002, art. 66; IN SRF nº 404, de 2004, art. 8º. CLEBERSON ALEX FRIESS F) VAREJISTAS ESTABELECIDOS EM ÁREAS DE LIVRE COMÉRCIO PODEM EXCLUIR DA APURAÇÃO DO PIS/COFINS CUMULATIVO RECEITA DE REVENDA DOS PRODUTOS DE PERFUMARIA E HIGIENE PESSOAL, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 22, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2010 ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Cofins. EMENTA: PESSOA JURÍDICA VAREJISTA. ÁREA DE LIVRE COMÉRCIO. PRODUTOS DE PERFUMARIA, DE TOUCADOR OU DE HIGIENE PESSOAL. REVENDA. REGIME DE APURAÇÃO CUMULATIVA. À pessoa jurídica varejista estabelecida em Área de Livre Comércio é cabível excluir, da base de cálculo para apuração da Cofins no regime cumulativo, a receita bruta auferida na revenda dos produtos de perfumaria, de toucador ou de higiene pessoal, classificados nas posições a e nos códigos , e , da Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados. PESSOA JURÍDICA VAREJISTA. ÁREA DE LIVRE COMÉRCIO. PRODUTOS DE PERFUMARIA, DE TOUCADOR OU DE HIGIENE PESSOAL. REVENDA. REGIME DE APURAÇÃO CUMULATIVA. À pessoa jurídica varejista estabelecida em Área de Livre Comércio é cabível excluir, da base de cálculo para apuração da Contribuição para o PIS/Pasep no regime cumulativo, a receita bruta auferida na revenda dos produtos de perfumaria, de toucador ou de higiene pessoal, classificados nas posições a e nos códigos , e , da Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei , de 2000, art. 1º; Lei nº de 2004, art. 2º, 3º; Lei nº , de 2005, art. 65, 1º, 2º e 8º; e IN SRF nº 594, de 2005, arts. 2º, 3º, 13 e 18. CLEBERSON ALEX FRIESS

9 9 G) RATEIO, COM CRITÉRIO, DE DESPESAS COMUNS COM TERCEIROS, DESDE QUE PREVISTAS EM CONTRATO, SÃO CONSIDERADAS REDUÇÃO DE DESPESA OPERACIONAL, ENQUANTO AS DESPESAS DE CONTROLADORA EM FAVOR DE OUTRAS EMPRESAS DO MESMO GRUPO SÃO CONSIDERADAS RECEITAS, conforme solução de consulta abaixo. SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 38, DE 13 DE JANEIRO DE 2011 Assunto: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica IRPJ RATEIO DE DESPESAS COMUNS DE GRUPO ECONÔMICO. PRESTAÇÃO DE SERVIÇO. INCLUSÃO NA RECEITA. DESPESAS COM TERCEIROS. REDUÇÃO DA DESPESA. As despesas comuns resultantes de atividades desenvolvidas por empresa controladora em favor de outras empresas do mesmo grupo econômico podem ser rateadas em relação estas empresas, devendo os valores recebidos pela empresa controladora serem por ela considerados receita. Também as despesas comuns, contratadas junto a terceiros por empresa controladora para empresas de um grupo econômico, podem ser rateadas. Neste caso, o valor rateado não é considerado receita, mas redução da despesa operacional da empresa controladora. Em ambos os casos, requer-se previsão contratual que estabeleça os coeficientes de rateio dentro de critérios razoáveis que correspondam à efetiva imputação da despesa. Dispositivos Legais: Decreto No /2009 (RIR/99), art. 299; PN CST No- 32/1991. RATEIO DE DESPESAS COMUNS DE GRUPO ECONÔMICO. PRESTAÇÃO DE SERVIÇO. INCLUSÃO NA RECEITA. DESPESAS COM TERCEIROS. REDUÇÃO DA DESPESA. As despesas comuns resultantes de atividades desenvolvidas por empresa controladora em favor de outras empresas do mesmo grupo econômico podem ser rateadas em relação estas empresas, devendo os valores recebidos pela empresa controladora serem por ela considerados receita para fim de incidência da Contribuição para o PIS/PASEP. Também as despesas comuns, contratadas junto a terceiros por empresa controladora para empresas de um grupo econômico, podem ser rateadas. Neste caso, o valor rateado não compõe a base de cálculo da Contribuição para o PIS/PASEP da empresa controladora. Em ambos os casos, requerem-se previsão contratual que estabeleça os coeficientes de rateio dentro de critérios razoáveis que correspondam à efetiva imputação da despesa. Dispositivos Legais: Lei No /2002, art. 1º, caput e 1º e 2º. RATEIO DE DESPESAS COMUNS DE GRUPO ECONÔMICO. PRESTAÇÃO DE SERVIÇO. INCLUSÃO NA RECEITA. DESPESAS COM TERCEIROS. REDUÇÃO DA DESPESA. DOCS - / v1

10 As despesas comuns resultantes de atividades desenvolvidas por empresa controladora em favor de outras empresas do mesmo grupo econômico podem ser rateadas em relação estas empresas, devendo os valores recebidos pela empresa controladora serem por ela considerados receita para fim de incidência da COFINS. Também as despesas comuns, contratadas junto a terceiros por empresa controladora para empresas de um grupo econômico, podem ser rateadas. Neste caso, o valor rateado não compõe a base de cálculo da COFINS da empresa controladora. Em ambos os casos, requerem-se previsão contratual que estabeleça os coeficientes de rateio dentro de critérios razoáveis que correspondam à efetiva imputação da despesa. Dispositivos Legais: Lei No /2003, art. 1º, caput e 1º e 2º. MARCO ANTÔNIO FERREIRA POSSETTI H) IMPORTAÇÃO DE MÁQUINAS DESTINADAS AO ATIVO IMOBILIZADO EM REGIME DE ADMISSÃO TEMPORÁRIA SÓ GERAM CRÉDITO APÓS O DESPACHO PARA CONSUMO, conforme solução de consulta abaixo SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 52, DE 18 DE JANEIRO DE 2011 IMPORTAÇÃO DE MÁQUINAS DESTINADAS AO ATIVO IMOBILIZADO. REGIME DE ADMISSÃO TEMPORÁRIA. CRÉDITO SOMENTE DEPOIS DO DESPACHO PARA CONSUMO. As máquinas e equipamentos destinados ao ativo imobilizado e admitidos primeiramente sob o regime especial aduaneiro de admissão temporária com suspensão total de pagamento de tributos somente podem ser objeto do desconto de créditos, na sistemática de apuração não cumulativa da Contribuição para o PIS/PASEP, nos termos do 7º do art. 15 da Lei No , de 2004, depois de ocorrido o despacho para consumo dos referidos bens e na proporção de 1/48 (um quarenta e oito avos) do crédito total ao mês. Dispositivos Legais: Lei No , de 2004, art. 15, inciso V e 4º e 7º; Decreto No , de 2009 (RA), arts. 354 e 358, incisos I e II; IN SRF No- 285, de 2003, art. 4º, 1º, inciso II, art. 10, 1º, inciso II, art. 15, inciso V e 9º a 12. IMPORTAÇÃO DE MÁQUINAS DESTINADAS AO ATIVO IMOBILIZADO. REGIME DE ADMISSÃO TEMPORÁRIA. CRÉDITO SOMENTE DEPOIS DO DESPACHO PARA CONSUMO. As máquinas e equipamentos destinados ao ativo imobilizado e admitidos primeiramente sob o regime especial aduaneiro de admissão temporária com suspensão total de pagamento de tributos somente podem ser objeto do desconto de créditos, na sistemática de apuração não cumulativa da

11 11 Contribuição para o PIS/PASEP, nos termos do 7º do art. 15 da Lei No , de 2004, depois de ocorrido o despacho para consumo dos referidos bens e na proporção de 1/48 (um quarenta e oito avos) do crédito total ao mês. Dispositivos Legais: Lei No , de 2004, art. 15, inciso V e 4º e 7º; Decreto No , de 2009 (RA), arts. 354 e 358, incisos I e II; IN SRF No- 285, de 2003, art. 4º, 1º, inciso II, art. 10, 1º, inciso II, art. 15, inciso V e 9º a 12. MARCO ANTÔNIO FERREIRA POSSETTI I) TRANSPORTE ESCOLAR, TURÍSTICO E FRETAMENTO SÃO EXCLUÍDOS DA SISTEMÁTICA NÃO CUMULATIVA DE PIS/COFINS, conforme solução de consulta abaixo SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 53, DE 18 DE JANEIRO DE 2011 RECEITAS DE TRANSPORTE ESCOLAR, TRANSPORTE TURÍSTICO E FRETAMENTO. EXCLUSÃO DA NÃO CUMULATIVIDADE. São excluídas da sistemática de apuração não cumulativa da Contribuição para o PIS/PASEP as receitas decorrentes da prestação de serviços de transporte escolar, transporte turístico e de fretamento. Dispositivos Legais: Lei No , de 2003, art. 10, inciso XII, e art. 15, V, com redação dada pela Lei No , de RECEITAS DE TRANSPORTE ESCOLAR, TRANSPORTE TURÍSTICO E FRETAMENTO. EXCLUSÃO DA NÃO CUMULATIVIDADE. São excluídas da sistemática de apuração não cumulativa da COFINS as receitas decorrentes da prestação de serviços de transporte escolar, transporte turístico e de fretamento. Dispositivos Legais: Lei No , de 2003, art. 10, inciso XII; IN SRF No- 404, de 2004, art. 23, inciso XIV. MARCO ANTÔNIO FERREIRA POSSETTI DOCS - / v1

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