PROCEDIMENTO. PRC 29 Revisão: 01 Data: 10/09/2014

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1 Página 1 de 66 Data da Revisão Nº da Revisão Histórico das Alterações 00 Emissão inicial aprovada. 01 Inserção dos Anexos Específicos e aperfeiçoamento deste. Elaboração Jessica Leite Aprovação Sonia M. Bolsoni

2 Página 2 de OBJETIVO 1.1. Este Procedimento Estabelece os critérios para o Programa de Avaliação da Conformidade de Equipamentos de Aquecimento Solar de Água, fabricados, importados ou comercializados no mercado nacional, com foco na segurança, no meio ambiente e no desempenho energético do produto, atendendo ao Regulamento Técnico da Qualidade (RTQ) para Equipamentos de 2. CAMPOS DE APLICAÇÃO 2.1. Este Procedimento Específico aplica-se ao Departamento de Certificação de Produtos e aos demais departamentos envolvidos no sistema de gestão da CERTIFICADORA CONCEITOS É obrigação de todos os empregados ou subcontratados envolvidos no Departamento de Certificação de Produtos da CERTIFICADORA CONCEITOS trabalharem de acordo com este Procedimento De forma a garantir a confidencialidade, objetividade e imparcialidade nos processos de certificação, a CERTIFICADORA CONCEITOS não se utiliza de organismos relacionados, principalmente em: Fornecer e projetar produtos do tipo que ele certificar; Aconselhar e prestar consultoria ao solicitante quanto aos métodos de tratar as matérias que sejam obstáculos para a certificação solicitada; Fornecer quaisquer outros produtos ou serviços que possam comprometer a confidencialidade, objetividade ou imparcialidade nos processos de certificação. 3. OBJETOS DA CERTIFICAÇÃO 3.1. Os requisitos deste Procedimento se aplicam a: a) Coletores solares. b) Reservatórios térmicos fechados para fins de aquecimento solar e de volume padronizado menor ou igual a 1000 litros. c) Sistemas acoplados, excetuando-se aqueles cujos coletores e reservatórios acoplados não observem as restrições acima Excluem-se destes Requisitos os seguintes objetos: a) Concentradores solares, como parabólicos, disco e heliocêntrico. b) Reservatórios térmicos abertos.

3 Página 3 de AGRUPAMENTO POR MARCA/MODELO OU FAMÍLIA 4.1. Para certificação e registro do objeto desse Procedimento, aplica-se o conceito de família, para coletores solares e reservatórios térmicos, e marca/modelo, para sistemas acoplados Para Coletores Solares A certificação e o registro de coletores solares devem ser realizados para cada família de coletor solar, que se constituem como o agrupamento dos modelos desse objeto, provenientes de uma mesma unidade produtiva, em torno de um modelo base, sendo representados pelo desempenho térmico desse modelo base, possuindo a mesma aplicação (banho ou piscina) e podendo apresentar alterações exclusivamente dimensionais caracterizadas pelas extensões horizontal, vertical, por rebatimento ou por diâmetro da calha coletora Para Reservatórios Térmicos A certificação e o registro de reservatórios térmicos devem ser realizados para cada família de reservatório térmico, que se constituem como o agrupamento dos modelos desse objeto, provenientes de uma mesma unidade produtiva, possuindo as mesmas dimensões internas e externas, materiais de revestimento externo, de cilindro interno e de isolamento térmico, fluido de trabalho e, quando os aparelhos possuírem resistência elétrica, a mesma potência elétrica, presença de fio terra e fabricante do sistema elétrico auxiliar, podendo se diferenciar somente pela pressão de trabalho (alta ou baixa); pela existência de resistência elétrica (sim ou não); ou pela orientação (vertical ou horizontal) Para Sistemas Acoplados A certificação e o registro de sistemas acoplados devem ser realizados para cada modelo de sistema acoplado, que se constitui como versões de sistema acoplado, que são provenientes de uma mesma unidade produtiva e possuem a mesma aplicação (banho ou piscina), não apresentando diferença em suas características construtivas e dimensionais.

4 Página 4 de SIGLAS 5.1. Para fins deste Procedimento, são adotados as siglas dos documentos complementares citados no capítulo 6, além das seguintes: SIGLA ABNT Cgcre Conmetro Dqual DOU ENCE IAAC IEC ILAC IN Inmetro ISO MoU NBR OA OAC OCA OCP OCS PAC PET RAC RGCP RTQ SBAC SGA SGQ DEFINIÇÃO Associação Brasileira de Normas Técnicas Coordenação Geral de Acreditação Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade. Diretoria da Qualidade Diário Oficial da União Etiqueta Nacional de Conservação e Energia Interamerican Accreditation Cooperation International Electrotechnical Commission International Laboratory Accreditation Cooperation Instrução Normativa Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia. International Organization for Standardization Memorando de Entendimento (Memorandum of Understanding) Norma Brasileira Organismo de Acreditação Organismo de Avaliação da Conformidade Organismo de Certificação de Sistema de Gestão Ambiental Organismo de Certificação de Produto Organismo de Certificação de Sistema de Gestão da Qualidade Programa de Avaliação da Conformidade Planilha de Especificação Técnica Requisitos de Avaliação da Conformidade Requisitos Gerais de Certificação de Produtos Regulamento Técnico da Qualidade Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Sistema de Gestão Ambiental Sistema de Gestão da Qualidade

5 Página 5 de DOCUMENTOS COMPLEMENTARES NOME Lei nº , de 17 de outubro de Portaria Inmetro nº 491, de 13 de dezembro de Portaria Inmetro nº 361, de 06 de setembro de Portaria Inmetro nº 164, de 05 de abril de Portaria Inmetro nº 301, de 14 de junho de Lei nº , de 17 de outubro de Lei n.º 8078/1990 Lei nº 9933/1999 Resolução Conmetro n.º 04/2002 Resolução Conmetro nº 05/2008 Portaria Inmetro nº 179/2009 ABNT ISO IEC Guia 67 Norma ABNT NBR ISO 9001 Norma ABNT NBR ISO/IEC Norma ABNT NBR ISO Norma ABNT NBR ISO/IEC CONTEÚDO Dispõe sobre a Política Nacional de Conservação de Uso Racional de Energia. Aprova o Procedimento para Concessão, Manutenção e Renovação do Registro de Objeto. Aprova os Requisitos Gerais de Certificação de Produtos (RGCP). Cientifica que os objetos sujeitos à avaliação da conformidade, no âmbito do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE), deverão ostentar, no ponto de venda, de forma claramente visível ao consumidor, a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia ENCE. Aprova o Regulamento Técnico da Qualidade para Equipamentos de Dispõe sobre a Política Nacional de Conservação de Uso Racional de Energia. Dispõe sobre a proteção do consumidor e dá outras providências. Dispõe sobre as competências do Conmetro e do Inmetro, institui a Taxa de Serviços Metrológicos, e dá outras providências. Dispõe sobre a aprovação do Termo de Referência do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade SBAC e do Regimento Interno do Comitê Brasileiro de Avaliação da Conformidade CBAC. Dispõe sobre a aprovação do Regulamento para o Registro de Objeto com Conformidade Avaliada Compulsória, através de Programa Coordenado pelo Inmetro. Aprova o Regulamento para uso das Marcas, dos Símbolos de Acreditação, de Reconhecimento da Conformidade aos Princípios das Boas Práticas de Laboratório - BPL e dos Selos de Identificação do Inmetro. Avaliação de Conformidade Fundamentos de Certificação de Produtos. Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos. Requisitos Gerais para a Competência de Laboratório de Ensaio e Calibração. Sistemas de Gestão Ambiental Especificações e Diretrizes para Uso Avaliação da Conformidade Vocabulário e Princípios Gerais. Manual de Aplicação Inmetro de Selos de Identificação da Conformidade. PRC 01 CONCEITOS PRC 02 CONCEITOS Controle de Documentos Controle de Registros

6 Página 6 de 66 PRC 09 CONCEITOS PRC 10 CONCEITOS PRC 14 CONCEITOS PRC 18 CONCEITOS PRC 20 CONCEITOS PRC 24 CONCEITOS MSGCC Procedimento para Grupo para Tratamento de Apelações Comitê para Salvaguardar a Imparcialidade Procedimento para Análise de Conflitos de Interesse Procedimento para Processo de Terceirização Procedimento para Troca de Informações Clientes e Conceitos e Vice-Versa Procedimento para Transferência de Certificação Manual do Sistema de Gestão da CERTIFICADORA CONCEITOS 7. DEFINIÇÕES 7.1. Para fins deste Procedimento, são adotadas as definições a seguir, complementadas pelas definições contidas nos documentos citados no capítulo Acompanhamento de mercado: Processo sistematizado que tem por objetivo monitorar, no mercado, os objetos regulamentados ou com a conformidade avaliada, no âmbito do SBAC, identificando o atendimento ou não aos requisitos estabelecidos, através de ações de fiscalização ou verificação da conformidade, visando à retirada dos objetos irregulares do mercado ou o aperfeiçoamento dos Programas de Avaliação da Conformidade Amostra: Consiste em uma ou mais unidades de produto, retiradas do universo a ser inspecionado, de forma aleatória, que seja representativa deste Amostragem: Fornecimento de uma amostra do objeto da avaliação da conformidade, de acordo com um Procedimento Auditoria: Processo sistemático, independente e documentado para evidenciar registros, afirmações de fatos ou outras informações pertinentes e avaliá-los de maneira objetiva para determinar a extensão na qual os requisitos especificados são atendidos Autorização para o uso do Selo de Identificação da Conformidade: Autorização dada pelo Inmetro, com base nos princípios e políticas adotadas no âmbito do SBAC e de acordo com os requisitos estabelecidos em regulamento pertinente, quanto ao direito de utilizar o Selo de Identificação da Conformidade em produtos, processos, serviços e sistemas regulamentados pelo Inmetro. De acordo com a Portaria nº 179/2009 o uso do Selo é restrito a objetos que tenham sido avaliados com base em Programas de Avaliação da Conformidade implantados pelo Inmetro. Para produto certificado passível de Registro,

7 Página 7 de 66 conforme Resolução Conmetro nº 05/2008, a autorização para o uso do Selo de Identificação da Conformidade será concedida na forma e nas hipóteses previstas nesta Resolução, que autoriza condicionado à existência do Certificado de Conformidade, a utilização do Selo de Identificação da Conformidade e a comercialização do produto Avaliação da Conformidade: Processo sistematizado, com regras pré-estabelecidas, devidamente acompanhado e avaliado, de forma a propiciar adequado grau de confiança de que um produto, processo ou serviço, ou ainda um profissional, atende a requisitos pré-estabelecidos pela base normativa, com o menor custo possível para a sociedade Certificação: Atestação relativa a produtos, processos, sistemas ou pessoas, por terceira parte Certificado de Conformidade: Emissão de uma afirmação, baseada numa decisão feita após a análise crítica, de que o atendimento aos requisitos especificados foi demonstrado Ensaio Inicial: Ensaio realizado durante a avaliação inicial, de forma a analisar que o produto, cuja avaliação da conformidade esteja prescrita em RAC, está em conformidade com requisitos préestabelecidos pela base normativa Ensaio de Manutenção: Ensaio periódico realizado durante a avaliação de manutenção, de forma a garantir que o produto, cuja avaliação da conformidade esteja prescrita em RAC, mantém conformidade com requisitos pré-estabelecidos pela base normativa Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE): Selo de Identificação da Conformidade que apresenta aos consumidores informações técnicas do objeto e de desempenho energético Extensão horizontal: Um dos critérios para a formação de famílias de coletor solar e sistemas acoplados. O coletor solar é considerado extensão horizontal quando apresenta aumento da dimensão externa horizontal (perpendicular aos tubos absorvedores) em relação ao coletor solar considerado modelo base da família, mantendo todas as especificações técnicas que não são diretamente relacionadas com a dimensão externa horizontal do coletor. A extensão horizontal de um coletor solar pode ser caracterizada por diversos valores de dimensão externa horizontal, desde que o aumento seja até o dobro da dimensão do modelo base. NOTA: A relação entre a dimensão externa horizontal do modelo base (X base ) e o número de tubos do coletor (N base ) deve manter-se na extensão horizontal, respeitando a distância entre tubos e o comprimento das aletas. Assim, (X base N base ) = (X extensão N extensão ), em que (X extemsão ) é a dimensão externa horizontal do modelo de extensão horizontal e (N extensão ) é o número de tubos do coletor do modelo de extensão horizontal Extensão vertical: Um dos critérios para a formação de famílias de coletor solar e sistemas acoplados. O coletor solar é considerado extensão vertical quando apresenta aumento da dimensão externa

8 Página 8 de 66 vertical (paralela aos tubos absorvedores) em relação ao coletor solar base da família, mantendo o número de tubos e todas as demais especificações técnicas que não são diretamente relacionadas com a dimensão externa vertical do coletor. A extensão vertical de um coletor solar pode ser caracterizada por diversos valores de dimensão externa vertical Extensão por Rebatimento: Um dos critérios para a formação de famílias de coletor solar e sistemas acoplados. Consiste na inversão das medidas das dimensões externas horizontais (perpendicular aos tubos absorvedores) e vertical (paralela aos tubos absorvedores) do modelo base de coletor solar, ocasionando um incremento no número de tubos absorvedores e a redução do comprimento dos mesmos Extensão por Diâmetro da Calha Coletora: Um dos critérios para a formação de famílias de coletor solar e sistemas acoplados. Consiste na diferenciação do coletor solar quanto ao diâmetro das calhas coletoras. Esse parâmetro é modificado para um valor maior ou menor que o do modelo base de coletor solar Família: Agrupamento de modelos do produto, para um mesmo fim, de um mesmo fabricante, de uma mesma unidade fabril, de um mesmo processo produtivo, que possuem em comum alguma(s) da(s) seguinte(s) característica(s): dimensões, massa, matéria-prima, configuração, uso, entre outras, conforme definido em cada RAC específico Família de coletor solar: Agrupamento dos modelos de coletor solar em torno de um modelo base e representados pelo desempenho térmico desse modelo base, que sejam provenientes de uma mesma unidade produtiva, que possuam a mesma aplicação (banho ou piscina) e que apresentem alterações exclusivamente dimensionais caracterizadas pelas extensões horizontal, vertical, por rebatimento ou por diâmetro da calha coletora Família de reservatório térmico: Agrupamento dos modelos de reservatório térmico, de uma mesma unidade produtiva, que podem se diferenciar somente pela pressão de trabalho (alta ou baixa); pela existência de resistência elétrica (sim ou não); ou pela orientação (vertical ou horizontal), além de apresentarem as seguintes características em comum: Dimensões internas e externas do reservatório térmico. Materiais do revestimento externo, cilindro interno e isolamento térmico do reservatório. Fluido de trabalho do reservatório térmico. Potência elétrica, presença de fio terra e fabricante do sistema elétrico auxiliar do reservatório térmico, quando os aparelhos possuírem resistência elétrica. NOTA: O peso e as características do cilindro interno do reservatório térmico podem possuir diferenças entre modelos de mesma família somente quando for devida à existência ou não de resistência elétrica ou à diferença de pressão de trabalho do aparelho.

9 Página 9 de Fornecedor: Pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, legalmente estabelecida no país, que desenvolve atividades de produção, criação, construção, montagem, transformação, recuperação, reparação, importação, exportação, distribuição, comercialização do produto ou prestação de serviços Laboratório Acreditado: Entidade pública, privada ou mista, acreditada pela Cgcre de acordo com os critérios por ela estabelecidos, com base nos princípios e políticas adotadas no âmbito do SBAC, para a realização de ensaios Lote: Conjunto de produtos com especificações próprias, classificados em uma mesma família Modelo de Certificação: É o modelo adotado considerando-se a natureza do produto, processo produtivo, características da matéria-prima, aspectos econômicos e nível de confiança necessário, respeitando-se o RAC específico do objeto Modelo de sistema acoplado: Versões de sistema acoplado, que sejam provenientes de uma mesma unidade produtiva, que possuam a mesma aplicação (banho ou piscina) e que não apresentem diferença em suas características construtivas e dimensionais Modelo base: Modelo que estabelece a referência para a definição de família de coletor solar OEM: Sigla do termo em inglês Original Equipment Manufacturer, ou seja, Fabricante de Equipamento Original, usado para identificar o fornecedor, legalmente constituído, que não fabrica o produto, mas irá comercializá-lo com sua própria marca Planilha de Especificações Técnicas (PET): Planilha modelo contendo as principais características do objeto, que deve ser preenchida conforme resultados de ensaios para a(s) família(s) em questão Plano de Ensaios: Plano que descreve a natureza dos ensaios, os métodos de análise a serem utilizados, a amostragem a ser coletada e os critérios de aceitação / rejeição Procedimento: Forma especificada de executar uma atividade ou processo Programa de Avaliação da Conformidade PAC: Conjunto de documentos que define os requisitos para Avaliação da Conformidade do objeto, de forma sistêmica e formalmente atestada, propiciando adequado grau de confiança na conformidade, com o menor custo possível para a sociedade. É composto pelos Requisitos Gerais de Avaliação da Conformidade, pelos Requisitos de Avaliação da Conformidade, específico para o objeto em avaliação e pela base normativa específica para o objeto Registro de Objeto: Ato pelo qual o Inmetro, no campo compulsório, na forma e nas hipóteses previstas na resolução Conmetro nº 05/2008, autoriza, condicionado à existência do Certificado de Conformidade, a utilização do Selo de Identificação da Conformidade e a comercialização do objeto.

10 Página 10 de Requisitos de Avaliação da Conformidade RAC: Documento que contém requisitos específicos aplicáveis à avaliação da conformidade de um determinado objeto, de acordo com os requisitos préestabelecidos pela base normativa, e pelos Requisitos Gerais de Avaliação da Conformidade Requisitos Gerais de Certificação de Produto RGCP: Documento que define os requisitos gerais aplicáveis a todos os Programas de Avaliação da Conformidade que adotem o Mecanismo da Certificação Selo de Identificação da Conformidade: Identificação que indica que o objeto avaliado está em conformidade com os critérios estabelecidos em RAC, RGAC, na Portaria Inmetro nº 179/2009 e nas suas substitutivas, e no Manual de Aplicação de Selos de Identificação da Conformidade do Inmetro. 8. MECANISMO DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE 8.1. O mecanismo de Avaliação da Conformidade, utilizado por este Procedimento é a certificação compulsória, a ser conduzido pela CERTIFICADORA CONCEITOS, devidamente acreditado no escopo de Equipamentos de Aquecimento Solar de Água pela Cgcre do Inmetro como OCP-. 9. MODELOS DE CERTIFICAÇÃO DE PRODUTOS Este Procedimento estabelece 2 (dois) modelos de certificação distintos, cabendo ao fornecedor optar por um deles: a) Modelo de Certificação 5: Ensaio de tipo, avaliação e aprovação do Sistema de Gestão da Qualidade do processo produtivo, acompanhamento através de auditorias no fabricante e ensaio em amostras retiradas alternadamente no comércio e no fabricante. b) Modelo de Certificação 7: Ensaio de Lote.

11 Página 11 de AVALIAÇÃO INICIAL MODELO 5 DE CERTIFICAÇÃO Fluxograma do Processo de certificação pelo Modelo Solicitação de Certificação O início do processo de Certificação está condicionado a uma manifestação formal do fornecedor, que deve ser feita diretamente à CERTIFICADORA CONCEITOS através do Formulário FOR.01-B Solicitação de Certificação para Produto, que será usado como base para a elaboração da Proposta Comercial anexa ao formulário FOR.16-B Proposta Comercial para Certificação de Produto e do Contrato de Prestação de Serviços de Avaliação da Conformidade para Equipamentos de Aquecimento Solar de Água Além do Formulário FOR.01-B, o solicitante da certificação deverá apresentar: a) Informações da razão social, endereço e CNPJ do(s) fornecedor(es). b) Pessoa para contato no(s) fornecedor(es), incluindo telefone e endereço eletrônico. c) Opção ao Modelo de Certificação, conforme mencionado neste Procedimento; d) FOR.85 Lista de Famílias, referenciando os modelos/produtos aos quais está sendo solicitado o Uso do Selo de Identificação da Conformidade;

12 Página 12 de 66 e) FOR.69 Planilha de Especificação Técnica (PET) de Equipamentos de Aquecimento Solar de Água, de cada modelo a ser certificado. f) Manual de instruções, de cada modelo da família a ser certificado, contendo informações sobre o uso, instalação, segurança e manutenção. g) Fotos individuais de cada modelo a ser certificado; h) No caso de coletor solar ou sistema acoplado, identificação do modelo base da família. i) Documentação do Sistema de Gestão da Qualidade do processo produtivo de cada fornecedor, elaborada para atendimento ao estabelecido na Tabela 2 deste Procedimento. j) Certificado de Conformidade do Sistema de Gestão da Qualidade de cada fornecedor, quando houver. NOTA: Sempre que possível, juntamente com o questionário incluso no Formulário FOR.01, o solicitante deverá enviar catálogos, folhetos, etc., referentes ao produto em questão, croquis informativo(s) da(s) planta(s) fabris, identificando a localização das áreas destinadas ao armazenamento das matérias primas, dos produtos acabados, fabricação (contendo se possível os pontos destinados as inspeções), embalagem, preservação, expedição e do(s) laboratórios Análise da Solicitação e da Conformidade da Documentação A CERTIFICADORA CONCEITOS, ao receber a documentação especificada, deverá realizar uma análise quanto à pertinência desta solicitação. Se a mesma for considerada viável, a CERTIFICADORA CONCEITOS apresentará ao solicitante uma Proposta Comercial (FOR.16-B Proposta Comercial para Produtos ), onde serão demonstradas todas as fases do processo de certificação, podendo incluir ou não valores relativos a ensaios de produtos e os custos do serviço de avaliação da conformidade para fins de certificação de produto, que serão prestados ao solicitante pela CERTIFICADORA CONCEITOS O solicitante, ao concordar com os termos apresentados na Proposta Comercial, sinalizará a CERTIFICADORA CONCEITOS de seu aceite, concedendo autorização para que o processo de certificação prossiga às etapas subsequentes. O aceite da Proposta Comercial se dará por parte do cliente mediante a assinatura da Proposta Comercial e do Contrato de Prestação de Serviço de Avaliação da Conformidade Caso o solicitante não concorde com os termos apresentados na Proposta Comercial, declarando assim sua recusa, a CERTIFICADORA CONCEITOS devolverá ao fornecedor todos os documentos que lhe fora apresentados e que serviram de base para a elaboração da Proposta Comercial Após o aceite da Proposta Comercial ser consolidado entre o solicitante e a CERTIFICADORA CONCEITOS, é firmado e assinado por ambas as partes um Contrato de Prestação de Serviços de Certificação, onde estarão salvaguardados em termos legais as obrigações de cada membro participante

13 Página 13 de 66 do processo de certificação. O Contrato de Prestação de Serviços de Certificação deverá ser assinado pelos respectivos representantes da direção de cada parte envolvida, solicitante e CERTIFICADORA CONCEITOS Após firmado o Contrato de Prestação de serviços de Certificação, a CERTIFICADORA CONCEITOS deverá abrir uma Ordem de Serviço para gerenciar o processo de concessão do Certificado e Autorização para Uso do Selo de Identificação da Conformidade A avaliação da conformidade da documentação encaminhada pelo solicitante da certificação, será registrado no formulário FOR.81 Registro de Análise Documental para Certificação de Produtos Caso seja identificada não conformidade na documentação recebida, esta deve ser formalmente encaminhada ao fornecedor para a sua correção, visando evidenciar a implementação da(s) mesma(s) para nova análise A Análise de Conflitos de Interesses e a Imparcialidade estabelecida entre o solicitante e a CERTIFICADORA CONCEITOS estarão salvaguardados e serão executados conforme o Procedimento PRC 14 Análise de Conflitos de Interesses ou Possíveis Conflitos de Interesses/Imparcialidade A CERTIFICADORA CONCEITOS agrupará os modelos de coletores solares e reservatórios térmicos em famílias, para dar andamento as etapas subsequentes do processo de certificação. Para coletor solar, a CERTIFICADORA CONCEITOS identificará o modelo base de cada família. A certificação de sistemas acoplados será feita por modelo de produto Auditoria Inicial dos Sistemas de Gestão Esta auditoria tem por objetivo verificar a efetiva implantação do Sistema de Gestão da Qualidade e/ou do Sistema de Gestão Ambiental do processo produtivo do objeto. A data da visita para a auditoria deve ser agendada em comum acordo com o fornecedor. Para o Modelo 5 de certificação a CERTIFICADORA CONCEITOS avalia o SGQ e/ou o SGA do processo produtivo do objeto, bem como realiza auditoria na(s) unidade(s) fabril(is), com o objetivo de verificar a conformidade do processo produtivo à documentação encaminhada, tendo como referência a Tabela 2 e a Tabela 3 deste Procedimento A avaliação do SGQ do processo produtivo do objeto poderá realizada pela CERTIFICADORA CONCEITOS com base na abrangência do processo de Certificação e conforme os requisitos da norma ABNT NBR ISO 9001 vigente, definidos a seguir:

14 Página 14 de 66 Tabela 2: Itens de verificação da norma ABNT NBR ISO 9001 REQUISITOS DO SGQ ITEM NA ABNT NBR ISO 9001 Controle de documentos Controle de registros Comunicação com o cliente Processo de aquisição Verificação do produto adquirido Controle de produção e prestação de serviço Identificação e rastreabilidade Preservação do produto Controle de equipamento de monitoramento e medição 7.6 Satisfação do cliente Monitoramento e medição de produto Controle de produto não conforme 8.3 Ação corretiva Ação preventiva A avaliação do SGA do processo produtivo do objeto poderá realizada pela CERTIFICADORA CONCEITOS com base na abrangência do processo de Certificação e conforme os requisitos da norma ABNT NBR ISO vigente, definidos a seguir: Tabela 3: Itens de verificação da norma ABNT NBR ISO REQUISITOS DO SGA ABNT NBR ISO Aspectos ambientais Requisitos legais e outros Objetivos, metas e programas Controle de documentos Controle operacional Preparação e respostas à emergência Monitoramento e medição Avaliação do atendimento aos requisitos legais e outros Não conformidade, ação corretiva e ação preventiva Controle de registros NOTA: os itens de verificação relacionados nas Tabelas 2 e 3 são aplicáveis, onde pertinentes, ao importador. A auditoria neste caso deverá ser realizada nas instalações do importador.

15 Página 15 de A execução da auditoria inicial do Sistema de Gestão do processo produtivo por parte da CERTIFICADORA CONCEITOS nas instalações do fornecedor procederá da seguinte forma: AUDITORIA FASE 1: Nesta fase, a CERTIFICADORA CONCEITOS avaliará os procedimentos documentados definidos pelo fornecedor para atendimento aos requisitos solicitados no item 10.2 ou 10.3 acima descritos Além disso, nesta fase será elaborado o planejamento para a realização da auditoria Fase 2, que deverá ser realizada conforme item deste Procedimento Esta fase da auditoria ocorrerá nas dependências da CERTIFICADORA CONCEITOS, sendo, portanto necessário que o solicitante da certificação encaminhe para a CERTIFICADORA CONCEITOS os documentos requisitados acima. Uma equipe técnica de auditoria irá verificar a conformidade dos documentos e registrará os resultados no FOR.18-A"Relatório de Auditoria Fase 1 para Produto" AUDITORIA FASE 2: Nesta fase, a CERTIFICADORA visitará as instalações do fornecedor afim de identificar a implementação do que foi proposto nos documentos do Sistema de Gestão apresentados e avaliar se os processos da linha de produção do produto estão de acordo com os requisitos especificados no Procedimento Específico e/ou outras quaisquer regulamentações normativas relativas vigentes. A equipe auditora da CERTIFICADORA CONCEITOS registrará os resultados desta fase da auditoria inicial no FOR.18-B "Relatório de Auditoria Fase 2 para Produto" Ambos os relatórios de auditoria, Fase 1 e Fase 2 serão apresentados em cópia ao fornecedor auditado (e ao solicitante, caso sejam entidades diferentes), para que tomem conhecimento do que foi levantando durante os eventos de auditorias realizadas e que tome as providencias sobre as demais etapas do processo de certificação. Os relatórios das auditorias devem ser assinados pelo menos pela equipe auditora da CERTIFICADORA CONCEITOS A CERTIFICADORA CONCEITOS poderá, sob sua análise e responsabilidade, optar por não avaliar o SGQ e/ou o SGA previstos nesse Procedimento durante a etapa de avaliação inicial, mediante a apresentação de um Certificado do SGQ e/ou do SGA do objeto, dentro de seu prazo de validade. O Certificado deve ter sido emitido por um OAC acreditado pelo Inmetro ou membro do MLA do IAF, para o escopo de acreditação adequado e segundo as edições vigentes das normas ABNT NBR ISO 9001 e/ou ABNT NBR ISO A certificação deve ser válida para o processo produtivo na unidade fabril do objeto a ser certificado no Modelo 5. Neste caso, o fornecedor deve colocar à disposição da CERTIFICADORA CONCEITOS todos os documentos correspondentes a esta certificação e apresentar os registros do processo produtivo onde conste claramente a identificação do objeto da certificação. A CERTIFICADORA CONCEITOS realizará a AUDITORIA FASE 1 para analisar a documentação pertinente e assegurar que os requisitos descritos na Tabela 2, foram atendidos para o SGQ, e/ou os requisitos descritos na Tabela 3 foram atendidos para o SGA, e caso a conclusão seja positiva, a CERTIFICADORA CONCEITOS poderá isentar o fornecedor de realizar a AUDITORIA FASE 2.

16 Página 16 de Qualquer alteração no processo produtivo deve ser informada a CERTIFICADORA CONCEITOS e poderá implicar em uma nova avaliação O não atendimento aos requisitos descritos nas Tabelas 2 e 3 deve ser comunicado à Cgcre, para aqueles casos em que o fornecedor apresentar Certificado válido de SGQ e/ou SGA emitido por outro OAC Os certificados assim como os relatórios de ensaios, emitidos por um OAC estrangeiro devem estar acompanhados de tradução juramentada no idioma português, quando estes forem emitidos em idioma distinto do inglês ou espanhol. Os demais documentos referentes ao Sistema de Gestão, que estiverem em idioma distinto do inglês ou espanhol, devem estar traduzidos para o português Antes da programação da auditoria inicial, a CERTIFICADORA CONCEITOS enviará ao Fornecedor uma cópia do FOR.53-G Plano de Auditoria fase 1 para produtos e FOR.53-H Plano de Auditoria fase 2 para produtos manutenção da certificação solicitada. junto com quaisquer requisitos suplementares julgados necessários à obtenção ou Plano de Ensaios Iniciais Os ensaios iniciais para Equipamentos de Aquecimento Solar de Água devem comprovar que o objeto da avaliação da conformidade atende aos requisitos normativos, baseado no estabelecido no RAC e neste Procedimento. A CERTIFICADORA CONCEITOS se responsabiliza por elaborar o FOR.80 Plano de Ensaios, onde definirá claramente os critérios para a amostragem, para os ensaios iniciais a serem realizados e os critérios de aceitação/rejeição para estes ensaios. O FOR.80 será elaborado de forma a cobrir os modelos que contenham o maior número de requisitos pré-estabelecidos pela base normativa de referência, exigíveis para uma mesma família. Caberá a CERTIFICADORA CONCEITOS realizar a análise crítica dos relatórios de ensaio do laboratório, confrontando-os com o Plano de Ensaios previamente estabelecido Definição dos Ensaios a serem realizados Para a certificação de Equipamentos de Aquecimento Solar de Água, todos os ensaios estabelecidos nos itens 5.1.2, e do Anexo B deste Procedimento devem ser realizados Para os sistemas acoplados do tipo justaposto, caso o coletor solar e o reservatório térmico do sistema acoplado justaposto já possuam Certificado de Conformidade válido, pode ser realizado somente o ensaio de Desempenho térmico de sistema acoplado no conjunto coletor e reservatório térmico declarado.

17 Página 17 de Além dos ensaios iniciais, os Equipamentos de Aquecimento Solar de Água devem ser inspecionados, com a finalidade de confirmar as informações declaradas na PET, seguindo as seguintes orientações: a) A inspeção deve ser realizada por meio da verificação visual e medições, que, para o caso dos coletores solares, devem possuir incerteza máxima de 0,3%. b) Quando não for possível verificar a conformidade de alguma característica do equipamento antes da realização dos ensaios, a evidência da conformidade pode ser obtida após a realização dos mesmos, quando o equipamento pode ser desmontado. c) A identificação de não conformidades na inspeção deve incorrer no tratamento de não conformidades na etapa de avaliação inicial, conforme o item 11.5 desse Procedimento A Produção Mensal Específica de Energia (PMEe) da família do coletor solar e do modelo de sistema acoplado deve ser calculada e informada, de acordo com as orientações do Anexo B deste Procedimento, devendo ser utilizada para classificar os modelos segundo as classes de eficiência A Produção Mensal de Energia (Pmen) de cada modelo de coletor solar e de sistema acoplado, sua área externa (Aext) e a sua eficiência térmica também devem ser calculadas e informadas, de acordo com as orientações do Anexo B deste Procedimento A estimativa de Perda Específica de Energia Mensal da família de reservatório térmico deve ser calculada e informada, devendo estar conforme aos limites máximos estabelecidos, de acordo com as orientações do Anexo B deste Procedimento Para a inclusão de um novo modelo em uma família existente, os seguintes requisitos devem ser atendidos: a) Para coletor solar e reservatório térmico, a inspeção referenciada no item é requisitada. b) Para reservatório térmico, caso a família não possua modelo já certificado com resistência elétrica, os ensaios de Tensão Suportável, Corrente de Fuga, Potência Absorvida e Resistência ao Calor e Fogo são requeridos. c) Para sistema acoplado, somente os ensaios citados nas alíneas a e b anteriores são requisitados Caso o modelo base de uma família de coletor solar já existente deixe de ser comercializado pelo fornecedor, a CERTIFICADORA CONCEITOS identificará um novo modelo base da família correspondente O novo modelo base da família será submetido à inspeção inicial e ao ensaio de Desempenho Térmico, devendo ser calculadas as variáveis mencionadas nos itens e e tomadas como referência para a reclassificação da família Deve constar no corpo do relatório dos ensaios ou anexo a este, as respectivas PET s dos produtos a serem certificados.

18 Página 18 de Definição da Amostragem Os critérios de aceitação dos ensaios para os Equipamentos de Aquecimento Solar de Água estão definidos do Anexo B deste Procedimento Para a realização dos ensaios dos Equipamentos de Aquecimento Solar de Água, devem ser coletadas unidades de amostra, segundo o modelo de distribuição abaixo: Tabela 4: Modelo de distribuição das amostras para os ensaios EQUIPAMENTO AMOSTRA COMPOSIÇÃO DA AMOSTRA ENSAIO Prova Uma unidade do modelo base de cada família Uma unidade a cada cinco modelos por família Desempenho Térmico Demais requeridos Coletor solar Contraprova Uma unidade do modelo base de cada família Uma unidade a cada cinco modelos por família Desempenho Térmico Demais requeridos Testemunha Uma unidade do modelo base de cada família Uma unidade a cada cinco modelos por família Desempenho Térmico Demais requeridos Prova Uma unidade de cada modelo Todos os requeridos Reservatório Térmico Contraprova Uma unidade do(s) mesmo(s) modelo(s) da prova Todos os requeridos Testemunha Uma unidade do(s) mesmo(s) modelo(s) da prova Todos os requeridos Prova Uma unidade de cada modelo Todos os requeridos Sistema Acoplado Contraprova Uma unidade do(s) mesmo(s) modelo(s) da prova Todos os requeridos Testemunha Uma unidade do(s) mesmo(s) modelo(s) da prova Todos os requeridos Para coletor solar, o ensaio de Desempenho térmico deve ser realizado na unidade do modelo base. A(s) outra(s) unidade(s) da amostra deve(m) se submeter a todos os demais ensaios estabelecidos A CERTIFICADORA CONCEITOS poderá selecionar o modelo base de coletor solar para ser submetido não só ao ensaio de desempenho térmico, mas também aos demais ensaios requeridos Para reservatório térmico, a seleção das unidades da amostra devem priorizar os modelos com resistência elétrica, caso existam na família.

19 Página 19 de A amostra deve ser identificada, lacrada e encaminhada ao laboratório para ensaio, de acordo com o estabelecido em procedimento específico da CERTIFICADORA CONCEITOS Os ensaios devem ser realizados na amostra prova. Caso todos os resultados, em todas as unidades da amostra, sejam conformes, o produto será aprovado. Caso seja verificado algum resultado não conforme, a amostra prova deve ser considerada não conforme Caso haja reprovação da amostra prova, pode ser utilizada a contraprova, submetendo-a a todos os ensaios. Caso seja verificado algum resultado não conforme na contraprova, mesmo que a não conformidade seja diferente daquele verificada na amostra prova, a contraprova e o produto devem ser considerados não conformes Caso todos os resultados da amostra de contraprova sejam conformes, devem ser repetidos na amostra testemunha todos os ensaios. Caso seja verificado algum resultado não conforme na testemunha, mesmo que a não conformidade seja diferente daquele verificada na amostra de contraprova, a testemunha e o produto devem ser considerados não conformes, caso contrário, aprovados O fornecedor que tiver a amostra prova não conforme e não optar pela realização dos ensaios nas amostras contraprova e testemunha terá seu produto reprovado e o processo de certificação inicial cancelado A coleta da amostra realizada nas dependências do fabricante deve ser uma escolha aleatória, realizada pela CERTIFICADORA CONCEITOS, em lotes de fabricação já inspecionados e liberados pelo controle de qualidade da fábrica, na área de estoque de produto acabado, em embalagem pronta para a comercialização A CERTIFICADORA CONCEITOS ao realizar a coleta da amostra elaborará um relatório de amostragem, detalhando as condições em que esta foi obtida, a data, o local e a identificação do lote de fabricação Os ensaios não podem ser realizados em protótipos Definição do Laboratório O(s) laboratório(s) contratado(s) para a realização dos ensaios, sempre que possível, deve(m) ser definido(s) em comum acordo entre a CERTIFICADORA CONCEITOS e Fornecedor, porém, cabe a CERTIFICADORA CONCEITOS a decisão final sobre o aceite do(s) mesmo(s) A CERTIFICADORA CONCEITOS adotará prioritariamente laboratórios acreditados pela Cgcre no escopo dos ensaios especificados no Procedimento Específico. No caso de laboratórios não acreditados, a CERTIFICADORA CONCEITOS registrará, através de documentos comprobatórios, os motivos que o

20 Página 20 de 66 levaram a selecionar o laboratório, registrando ainda os resultados das avaliações feitas para efeito de sua qualificação. Para a definição dos laboratórios a CERTIFICADORA CONCEITOS considerará os seguintes itens: a) Os laboratórios definidos devem ser de 3ª parte acreditados pela Cgcre; b) Em caráter excepcional e precário, desde que condicionado a uma avaliação e aprovação pela CERTIFICADORA CONCEITOS, poderá ser utilizado laboratório não acreditado para o escopo específico, quando configurada uma das hipóteses abaixo descritas: I. Quando não houver laboratório acreditado para o escopo específico relativo ao PAC; II. Quando houver somente um laboratório acreditado e a CERTIFICADORA CONCEITOS evidenciar que o preço das análises do laboratório não acreditado, acrescido dos custos decorrentes da avaliação, em comparação com o acreditado é, no mínimo, inferior a 50%; III. Quando o(s) laboratório(s) acreditado(s) não puder(em) atender em, no máximo, dois meses ao prazo para o início das análises ou dos ensaios previstos nos Requisitos de Avaliação da Conformidade; c) Quando não existirem laboratórios de 3ª parte acreditados no devido escopo, a CERTIFICADORA CONCEITOS deverá seguir a seguinte ordem de prioridade na seleção do laboratório: - Laboratório de 1ª parte acreditado; - Laboratório de 3ª parte acreditado para outro(s) escopo(s) de ensaio(s); - Laboratório de 1ª parte acreditado para outro(s) escopo(s) de ensaio(s); - Laboratório de 3ª parte não acreditado; - Laboratório de 1ª parte não acreditado; d) Quando da designação pelo Inmetro de laboratório não acreditado, este tem o prazo de 18 meses para obter sua acreditação, sem o que não participará mais do programa de avaliação da conformidade em questão; e) A avaliação realizada pela CERTIFICADORA CONCEITOS no laboratório não acreditado será feita por profissional que possua registro de treinamento, de no mínimo de 16 horas/aula, na Norma ABNT NBR ISO IEC vigente, além de comprovação formal de experiência e conhecimento técnico específico quanto aos ensaios a serem avaliados; f) No caso de contratação de laboratório de 1ª parte, a CERTIFICADORA CONCEITOS deve acompanhar a execução de todos os ensaios, cada vez que o laboratório executar este serviço;

21 Página 21 de 66 g) No caso de contratação de laboratório não acreditado ou de 1ª ou 3ª parte acreditados para outro(s) escopo(s) de ensaio(s), a CERTIFICADORA CONCEITOS deve avaliar os requisitos discriminados no Anexo A deste documento; h) Para os ensaios realizados por laboratórios estrangeiros, desde que acordado pelo regulamentador, deve ser observada e documentada, a equivalência do método de ensaio e da metodologia de amostragem estabelecida. Além disso, esses laboratórios devem ser acreditados pelo Inmetro ou por um OAC que seja signatário de um acordo de reconhecimento mútuo do qual o Inmetro também faça parte. São eles: - Interamerican Accreditation Cooperation IAAC; - International Laboratory Accreditation Cooperation ILAC Tratamento de não conformidades na etapa de Avaliação Inicial Caso seja identificada alguma não conformidade na avaliação inicial, o fornecedor terá prazo acordado com a CERTIFICADORA CONCEITOS para que tome as devidas ações corretivas para sanar as não conformidades A análise crítica das causas das não conformidades, bem como a proposição de ações corretivas, é responsabilidade do fornecedor Os produtos não conformes devem ser documentados, identificados e estocados em áreas separadas, para que não haja possibilidade de mistura com o produto conforme Fica a critério da CERTIFICADORA CONCEITOS a necessidade de executar uma nova auditoria para verificar a implementação das ações corretivas Caso o fornecedor não cumpra o prazo estabelecido, o processo de solicitação será cancelado Novos prazos podem ser acordados, desde que formalmente solicitados pelo fornecedor, justificados e considerada a pertinência pela CERTIFICADORA CONCEITOS. Estes prazos também se aplicam para não conformidades ou pendências identificadas na análise da solicitação A evidência objetiva do tratamento das não conformidades é requisito para a emissão do Certificado de Conformidade Todas as não conformidades encontradas em quaisquer etapas do processo de certificação, assim como suas respectivas propostas de ações corretivas deverão ser relatadas no formulário FOR.15 Relatório de Não Conformidade e encaminhadas em cópia ao solicitante da certificação A CERTIFICADORA CONCEITOS avaliará a eficácia das ações corretivas implementadas. O

22 Página 22 de 66 fechamento das não conformidades apontadas durante o processo será realizado apenas após a análise das evidências documentadas apresentadas A CERTIFICADORA CONCEITOS classifica as não conformidades identificadas da seguinte forma: a) Não conformidade maior: implica em um não atendimento de um requisito especificado da norma do produto e que afete diretamente a sua qualidade, ou que demonstre quebra do requisito do sistema de gestão exigido pela instrução técnica específica. b) Não conformidade menor: implica em que a segurança do produto e/ou a eficácia do sistema de gestão da qualidade não foi diretamente afetada. Este não atendimento normalmente é restrito a um determinado setor e não está disseminado pela organização e que não afeta o desempenho do processo fabril do produto avaliado ou sua rastreabilidade Todos os relatórios de não conformidade enviados ao solicitante devem retornar a CERTIFICADORA CONCEITOS, totalmente preenchidos, com as ações corretivas propostas devidamente redigidas, em até 30 (trinta) dias úteis a partir da sua liberação A CERTIFICADORA CONCEITOS classifica as ações corretivas em quatro níveis, sendo eles: a) Ações corretivas implementadas satisfatoriamente durante a auditoria de avaliação de fábrica: neste caso, o relatório de não conformidade pode ser fechado antes da reunião de encerramento. b) Ações corretivas que envolvam mudanças somente na documentação: neste caso, a verificação das mesmas pode ser feita sem a necessidade de auditoria suplementar às instalações, bastando o envio dos relatórios de não conformidade preenchidos com as evidências documentais de sua implementação. c) Ações corretivas que requeiram mudanças significativas e que somente possam ser encerradas por verificação no local: nesse caso, uma auditoria de ação corretiva é combinada entre a CERTIFICADORA CONCEITOS e o solicitante no seu devido tempo. Se a não conformidade for decorrente de uma auditoria de avaliação inicial de fábrica, enquanto as ações corretivas não forem eficazes a certificação não é recomendada. Porém se a não conformidade for decorrente de uma auditoria de acompanhamento a certificação pode ser suspensa, permanecendo nesta condição até que seja satisfeita as exigências. Os apelos e recursos devem seguir os procedimentos próprios. d) Ações corretivas decorrentes de Relatórios de Não Conformidade: serão analisadas e poderão ser fechadas apenas com avaliação de evidência documental ou pela realização de novos ensaios.

23 10.7. Emissão do Certificado de Conformidade Página 23 de A CERTIFICADORA CONCEITOS realizará uma análise crítica incluindo as informações sobre a documentação, auditorias, ensaios e tratamento de não conformidades. Essas informações serão relatadas no formulário FOR.83 Análise Final do Processo de Certificação de Produto, assinado pelo diretoria geral da CERTIFICADORA CONCEITOS, que terá a responsabilidade de conceder ou não a certificação ao solicitante. Cumpridos os requisitos exigidos neste Procedimento e no Procedimento Específico para o produto, a CERTIFICADORA CONCEITOS emitirá o Certificado de Conformidade Certificado de Conformidade O Certificado da Conformidade para Produto, FOR.25, tem sua validade de 4 (quatro) anos, e deve conter a seguinte redação: A validade deste Certificado está atrelada à realização das avaliações de manutenção e tratamento de possíveis não conformidades de acordo com as orientações da CERTIFICADORA CONCEITOS e previstas no Procedimento Específico e no RAC do objeto O Certificado de Conformidade, como um instrumento formal emitido pela CERTIFICADORA CONCEITOS, deve conter no mínimo: a) Do Fornecedor: Razão social; CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica); Nome fantasia do fornecedor objeto da certificação (quando aplicável); Endereço completo do fornecedor; b) Do Fabricante: Razão social; CNPJ (quando aplicável); Nome fantasia Nome fantasia do fornecedor objeto da certificação (quando aplicável); Endereço completo; País de origem; c) Da CERTIFICADORA CONCEITOS: Identificação e número de registro da acreditação; Número do Certificado de Conformidade; Número do Contrato firmado entre a CERTIFICADORA CONCEITOS e o solicitante; Data de emissão;

24 Página 24 de 66 Validade (quando aplicável); Nome e assinatura dos responsáveis pela CERTIFICADORA CONCEITOS; A determinação: Este Certificado de Conformidade está vinculado ao contrato nº (informar nº do contrato) e sua validade está atrelada à realização das avaliações de manutenção e tratamento de possíveis não conformidades de acordo com as orientações da CERTIFICADORA CONCEITOS e previstas no Procedimento Específico. d) Do Objeto Certificado: Modelo de certificação adotado (quando aplicável); Identificação dos modelos abrangidos pelo Certificado de Conformidade; Referência normativa; Número do Relatório de Ensaio expedido pelo laboratório. Identificação do produto: se coletor solar, reservatório térmico ou sistema acoplado. Unidade produtiva do produto certificado. Para coletor solar e sistema acoplado, faixa de classificação do desempenho energético. Para reservatório térmico, Perda Específica de Energia Mensal Junto ao Certificado da Conformidade para Produto, a CERTIFICADORA CONCEITOS emite ao solicitante certificado a Autorização para Uso do Selo de Identificação da Conformidade para as famílias/modelos certificados dentro deste processo. Esse documento é um anexo do Certificado da Conformidade para Produto, tendo, portanto sua validade atrelada ao mesmo. Quando o solicitante receber por algum motivo uma notificação de suspensão ou cancelamento do Certificado da Conformidade para Produto, esta também abrangerá a Autorização para Uso do Selo de Identificação da Conformidade. NOTA: O Certificado da Conformidade é condição para iniciar o procedimento de obtenção de Registro do Objeto, que dá a autorização para uso da ENCE e a comercialização dos objetos, conforme o estabelecido pela Portaria Inmetro que estabelece o procedimento para concessão, manutenção e renovação do Registro de objeto Concessão do Registro do objeto Para o Registro de Objetos, além dos documentos exigidos na Resolução Conmetro nº 05/2008 e na Portaria Inmetro correspondente, os seguintes documentos devem ser apresentados: a) Certificado(s) de Conformidade. b) PET do(s) modelo(s) que compõe(m) a família de coletor solar e reservatório térmico ou modelo de sistema acoplado a ser registrada. c) Sumário informativo do(s) modelo(s) que compõe(m) a família a ser registrada, contendo as informações da tabela abaixo:

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