20º CONGRESSO BRASILEIRO DE APICULTURA 6º CONGRESSO BRASILEIRO DE MELIPONICULTURA EXPOAPI FEIRA DE NEGÓCIOS 2014

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1 20º CONGRESSO BRASILEIRO DE APICULTURA 6º CONGRESSO BRASILEIRO DE MELIPONICULTURA EXPOAPI FEIRA DE NEGÓCIOS 2014 SUSTENTABLIDADE, TECNOLOGIA E MERCADOS Belém Pará Brasil 05 a 08 de novembro de 2014

2 2 ANAIS DO 20º CONGRESSO BRASILEIRO DE APICULTURA E 6º CONGRESSO BRASILEIRO DE MELIPONICULTURA A532 Anais do congresso brasileiro de apicultura (20. : 2014 : Belém- Pa) VI Congresso brasileiro de meliponicultura; expoapi feira de negócios [recurso eletrônico] 5 a 8 novembro de 2014 / coordenação [de] Profª Drª Lídia M.R.Carelli Barreto, Profª Drª Kátia P. Gramacho; organizadores [de] João Carlos Nordi, Vinicius da Silva Naldi, Wilza da Silveira Pinto - Belém-PA : CBA. ISSN Anais congresso, 2. Produção científica. 3. Apicultura. 4. Meliponicultura. I. BARRETO, Lídia M. R. C. (coord.), II. GRAMACHO, Kátia P. (coord.). III. NORDI, João Carlos, (org.) IV. NALDI, Vinicius da Silva (org.), V. PINTO, Wilza da Silveira, (org.) VI. Universidade Tiradentes. VII. Título. CDU: 638.1:061.3 Ficha catalográfica Rosangela Soares de Jesus CRB/5 1701

3 3 ORGANIZADORES: Profa. Dra.Lidia Maria Ruv Carelli Barreto Prof. Dr João Carlos Nordi Profa. Dra. Kátia Peres Gramacho Vinicius da Silva Naldi Profa. Dra. Wilza da Silveira Pinto

4 4 CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE APICULTURA-CBA PRESIDENTE JOSÉ SOARES DE ARAGÃO BRITO 1 O VICE- PRESIDENTE NÉSIO FERNANDES DE MEDEIROS 2 O VICE- PRESIDENTE CICERO CLEMENTE FREITAS CONSELHO FISCAL ALCINDO ALVES PAULO SERGIO CAVALCANTI COSTA ANTONILDO ALEXANDRE DE MEDEIROS SECRETÁRIO JOSÉ XAVIER LEAL NETO

5 COMISSÃO TÉCNICO CIENTÍFICO NACIONAL- CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE APICULTURA Presidente: Profa. Dra. Lidia M. R. C.i Barreto - Unitau-SP Vice-Presidente: Profa. Dra. Kátia Peres Gramacho- UNIT-ITP-SE Membros Comissões 1- Saúde das abelhas Prof. Dr. Dejair Message- UFRN-RN Prof. David de Jong-USP-SP 2- Biologia das Abelhas Profa. Dra.Kátia Peres Gramacho- UNIT-ITP-SE Prof. Dr. Ademilson Egea Espencer Soares-USP-SP 3- Flora e Polinização Prof. Dr. Breno Magalhães Freitas- UFCE-CE Prof. Dr. João Carlos Nordi-UNITAU-SP 4- Meliponicultura Prof. Dr. Carlos Alfredo Lopes de Carvalho-UFRB-BA Profa. Dr. Gislene Almeida Carvalho-Zilse- INPA-AM 5- Educação em Apicultura e Meliponicultura Profa. Dra. Lidia Maria Ruv Carelli Barreto- UNITAU-SP Prof. Dr. Laurielson Chaves Alencar- Rede e-tec Brasil MEC/UFPI 6- Certificação Rastreabilidade Qualidade. Produto das Abelhas Pesquisadora Esther Margarida Bastos- FUNED-MG Profa. Dra. Solange Carpes- UTFPR-PR 7- Desenvolvimento Sustentável, Economia e Empreendedorismo Prof. Dr. Luiz Eugenio Venezianni Pasin UNIFEI-MG Prof. Dr. Vagner Arnaut UEM-PR 8- Apiterapia Prof. Dr. Ricardo de Oliveira Orsi- UNESP-SP Profa. Dra. Juliana Cordeiro Cardoso UNIT-ITP-SE 9- Normatização e Regulamentação Pesquisador Dr. Ricardo Camargo-EMBRAPA-SP Prof. Dr. Paulo Sergio Cavalcante Costa- UESC- BA 10- Tecnologia da Produção e do Processamento Dr. James Arruda Salomé- Knowtec- SC Prof. Dr. Ederaldo Godoy Junior-UNITAU-SP 5

6 6 APRESENTAÇÃO A Apicultura e Meliponicultura no Estado do Pará cresce significativamente, principalmente nos últimos 14 anos, tanto em número de produtores e associações constituídas, como em produção, em entrepostos, unidades de extração de mel, fábricas de colmeias, usinas de cera, projetos de desenvolvimento e instituições de ensino, pesquisa e extensão; este fato se dá em função do desenvolvimento da organização dos produtores através da fundação das primeiras associações e da Federação dos Criadores de Abelhas do Pará-FAPIC, em A participação cada vez maior de produtores, técnicos e demais profissionais dos municípios de todo Estado em eventos especializados, como em encontros e congressos nacionais e no APIPARÁ- congresso paraense de Apicultura e Meliponicultura, com 12 edições já realizadas, é a comprovação desse crescimento e sinaliza também a busca de maior profissionalização e investimento na atividade. Em 2000 existiam menos de 300 famílias que desenvolviam a atividade como ocupação e geração de renda. Em 2014, já se somam mais de 3000 famílias, 63 associações, 2 cooperativas e a federação estadual, a FAPIC, bem como 2 empresas com serviço de inspeção federal (SIF), 2 empresas com o registro de Inspeção municipal (SIM) e 6 empresas em processos de Certificação Estadual (SIE). O Pará consolida-se como 14º maior produtor de mel do país, de acordo com pesquisa do IBGE. Em dados da FAPIC, a produção de mel aumentou de 8O toneladas em 2000 para 1000 em 2013 e a projeção para este ano é de superação. Gerson de Moraes Presidente do CONBRAPI 2014

7 NOSSOS NÚMEROS 7

8 8 INSTITUIÇÕES POR ENVIO DE TRABALHO EM PRIMEIRA AUTORIA Embrapa Meio Norte Embrapa Oriental Embrapa Pantanal Embrapa Semi Árido IFECT-BA IFMT-MT IFPA IFPI-PS IFSPE-PC Jardim Bot. RJ UEFS UEMA -MA UEPA UESB UF Catarinense UF Uberlândia UFAM UFC- CE UFERSA UFF UNEB UNIA.P MÉXICO UFRRJ UFSE UFSJ UFV - MG UFVJM UFPA UFPB-Pb UFPI-PI UFRA UFRB UFRN -RN UFRPE UFLA-MG UFMA-MA UFMS -MS UFOPA-PA UNITAU-SP UNIVASF UNAL-COLOMBIA UNOESTR USP

9 9 CONSIDERAÇÕES GERAIS O XX Congresso Brasileiro de Apicultura e VI Congresso Brasileiro de Meliponicultura brinda seus participantes com 9 Simposios 26 Conferências, 17 Minicursos e 18 Clinicas Tecnologicas. Seus 348 trabalhos científicos subdivididos em 10 áreas tematicas disitantas, destacando-se as áreas de Qualidade dos Produtos das Abelhas, Flora e Polinização bem como a Tecnologia de Processamento, com maior numero de trabalhos submetidos. Em uma breve leitura pode-se observar que de maneira geral as preocupações e dedicações da ciência neste evento nacional focou a qualidade dos produtos da colméia a possibilidades da transformação da materia prima apícola e meliponícola na insdustria alimenticia, abrindo grandes oportunidades para novos destinos no uso dos produtos das abelhas. Importante destaque pode-se dar também a preocupação com a flora, com a polinização valorizando a principal missão desse importante exercito de insetos, viabilizadores por conduzir as sementes iniciais para a formação dos produtos que alimentam a humanidade. A geração de emprego, renda e fixação do homem no campo encontra bases científicas de sustentação nos tantos modelos de Desenvolvimento Sustentável encaminhados, aprovados para as apresentação e publicação tornando rica e valorizada a tematica. O tema Apiterapia é contemplada com embasamento da pesquisa, a partir dos tantos testes ïn Vitro, dos diversos compostos identificados nos produtos da colméia aumentando a consistencia científica das inumeras informações originarias do impirimos e tradição cultural dos povos. Por fim este congresso é viabilizador de precisos resultados na pesquisa basica, em biologia das abelhas e na biodiversidade, ressaltando também os ricos trabalhos abordando a saude das abelhas que certamente norteará principalmente os esforços da Comissão Tecnica Cientifica da Confederação Brasileira de Apicultura. Profa. Dra. Lidia Maria Ruv Carelli Barreto Presidente da Comissão Técnico Científica da Confederação Brasileira de Apicultura

10 1-1-APITERAPIA, ENSAIOS IN VITRO,FÍSICOS, QUÍMICOS E BIOLÓGICOS 10

11 11 APITERAPIA: CIÊNCIA X APLICAÇÃO NORDI, J. C. ¹; BARRETO, L. M. R. C.¹; NALDI, V. S.²; NORDI, N.T.²; MOREIRA, N. C.²; FARIA, L. S. O. ²; CLARO, R. O. S.² 1- Prof. Dr. Orientador. Centro de Estudos Apícolas da Universidade de Taubaté, SP - Brasil 2- Acadêmico Bolsistas Universidade de Taubaté, SP- Brasil Produtos da colméia como mel, própolis, pólen apícola, geléia real, cera, apitoxina dentre outros, com fins terapêuticos em seres humanos e animais é denominado e opoteráicos. Deste contexto se insere a Apiterpaia. Atuando nas áreas cardiovascular, neurológica, endócrina, imunológica, reumatologica, oftálmica e dermatológica possui o reconhecimento científico internacional dos produtos das abelhas como terapêuticos graças às pesquisas as quais corroboram com as informações conceituais das tradições milenares em consonância com o emprego de altas tecnologias na atualidade. A Universidade de Taubaté-UNITAU, atenta as novas tendências de mercado vem preparando seus acadêmicos do Curso de Medicina para futuras possibilidades de inserção profissional, promovendo a aplicação da ciência, nos moldes de diversos países europeus e latino-americanos, que utilizam a apiterapia no sistema nacional de saúde como novo método de tratamento aplicado da medicina natural e tradicional. Em 2013 foi proposta e oferecida a disciplina intitulada Apiterapia como optativa aos alunos do Curso de Medicina da Universidade de Taubaté- SP, fato esse considerado um marco para as ações geradas a partir desta ação, no meio acadêmico. Foram oferecidas inicialmente 10 vagas em 2013 e 15 vagas em 2014 preenchidas na sua totalidade. Observou-se que havia um desconhecimento total da utilização dos produtos da colméia como terapêuticos e alimentos nutraceuticos, abrindo um novo campo para o conhecimento e futuras ações acadêmicas voltadas ao tema. Palavra chave: Apiterapia, Medicina, Ensino universitário

12 APITERAPIA E SEUS BENEFÍCIOS A SAÚDE 12 SILVA, L.N¹; CARDOSO, T. A¹; LOPES, L. L. S¹; SANTOS, W. M¹; FEITOSA, R.F¹; SILVA, M. T²; SILVA, L. N³; TAVARES, K. N. F 4 1-UNIVERSIDADE REDERAL RURAL DA AMAZÔNIA; 1-UNIVERSIDADE REDERAL RURAL DA AMAZÔNIA 1-UNIVERSIDADE REDERAL RURAL DA AMAZÔNIA; 1-UNIVERSIDADE REDERAL RURAL DA AMAZÔNIA; 1-UNIVERSIDADE REDERAL RURAL DA AMAZÔNIA; 2- UNIVERSIDADE REDERAL RURAL DA AMAZÔNIA; 3-UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ; 4-UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ; A zooterapia é o estudo da interação entre humanos e animais relacionados principalmente com a área terapêutica e educacional. O animal não é visto como alimento ou como companhia, mas sim estudado e posicionado para beneficiar as pessoas independentemente de suas necessidades. De acordo com MOREIRA, D. R, (2012) a Apiterapia é uma das modalidades das medicinas ou ciências alternativas que usa os produtos da abelha (mel, própolis, pólen, geléia real, cera, apitoxina e larvas de zangão) com fins terapêuticos em seres humanos e aos animais. A Apiterapia pode tratar diversas doenças de pele, reumatológicas, virais, infecciosas, pulmonares, ortopédicas, psicológicas e endócrinas. No mundo, essa terapia é muito utilizada, sendo comum em clínicas especializadas, com profissionais de varias especialidades da área da saúde. Nesse contexto, objetiva-se com essa pesquisa propor o conhecimento sobre a Apiterapia, e as suas clinicas especializas no Brasil. Os dados foram coletados de pesquisa em artigos científicos que continham informações sobre as clinicas e cursos especializados em Apiterapia no Brasil. Foram utilizadas duas clinicas, e os cursos disponíveis de Apiterapia. Foi ressaltado que há poucas clinicas especializadas no Brasil, sendo localizadas a Apiterapia Apiscure e Apiterapia Clínica - Terapia Alternativa Natural. Há poucos cursos disponíveis, encontrado apenas o curso de Apiterapia em São Paulo ministrado pela APACAME. Diante do exposto, conclui-se que essa área é recente no país e que apesar de simpósios e congressos científicos abordarem sobre o tema, ainda falta divulgação. A baixa oferta de cursos e de profissionais especializados na área acaba por limitar a expansão dessa forma alternativa de terapia.

13 13 A CIENTIFICIDADE DA APITERAPIA NORDI, J. C. ¹; BARRETO, L. M. R. C.¹; NALDI, V. S.²; NORDI, N.T.²; MOREIRA, N.C.²; FARIA, L. S. O. ²; CLARO, R. O. S.² 1- Prof. Dr. Orientador. Centro de Estudos Apícolas da Universidade de Taubaté, SP Brasil. 2- Acadêmico Bolsistas Universidade de Taubaté, SP- Brasil. Considerando que a Organização Mundial da Saúde (OMS) vem estimulando o uso da Medicina Tradicional/Medicina Complementar/Alternativa nos sistemas de saúde de forma integrada às técnicas da medicina ocidental modernas e que em seu documento "Estratégia da OMS sobre Medicina Tradicional " preconiza o desenvolvimento de políticas observando os requisitos de segurança, eficácia, qualidade, uso racional e acesso, as Práticas Integrativas Complementares (PINPIC) integrantes do Sistema de Saúde como da acupuntura, homoepatia, fitoterapia e termalismo social/crenoterapia aprovadas segundo Portaria nº 971, de 3 de maio de Visando contribuir para o processo de cientificidade da Apiterpia nos meios acadêmicos e sua inserção num futuro como prática integrativa complementar a Universidade de Taubaté iniciou o preparo de seus acadêmicos do curso de Medicina oportunizando a criação da disciplina Apiterapia com os seguintes objetivos específicos: conceituar Terapias Alternativas (Apiterapia Tradicional e Holística) e produtos com propriedades funcionais, bioativas e terapêuticas originários da colmeia; apresentar a composição química dos produtos apícolas e meliponícolas; estudar os de casos e as bases científicas do emprego da apiterapia; elencar critérios de escolha dos métodos alternativos de tratamento e prevenção de doenças e patologias. Seu conteúdo programático objetiva uma visão geral dos aspectos relacionados com a Apiterapia fazendo com que haja uma contextualização do acadêmico. Nesse processo se insere: introdução e histórico das Terapias Alternativas; diferença entre Apiterapia Tradicional e Holística; as abelhas e seus produtos terapêuticos: Mel - Própolis - Pólen Apícola Apitoxina - Cera e Geléia Real em termos de composição química, propriedades e indicações; produtos compostos apícolas e suas propriedades funcionais; protocolos para manipulação e prescrição dos produtos apícolas como nutraceuticos/funcionais, preventivo e terapêutico, além de estudos de casos de bases científicas da apiterapia. Mediante a essas ações, voltadas às bases científicas espera-se a contribuição na geração de dados consistentes sobre o tema. Palavras chave: Apiterapia, cientificidade, bases científicas da apiterapia

14 AÇÃO ANTIMICROBIANA DOS EXTRATOS DE PRÓPOLIS FRENTE AO Staphylococcus spp. EM PEQUENOS RUMINANTES 14 SANTOS, H. C.1; MATOS, E. J. A.2; YAMAMOTO, S. M.3; SILVA, E. M. S.4; COSTA, M. M.5; SILVA, T.M.S.6 1- Universidade Federal do Vale do São Franciso Univasf, 2.Univasf, ; 3. Univasf, 4. Univasf, 5. Univasf, 6. Universidade Federal Rural de Pernambuco, UFRPE, Objetivou-se avaliar os efeitos da própolis coletada no Submédio do São Francisco no município de Casa Nova, BA, extraída em diferentes solventes frente a isolados de Staphylococcus spp, causadora de mastite em pequenos ruminantes. A própolis foi coletada utilizando o coletor de própolis inteligente em 5 (cinco) colônias de abelhas Apis mellifera. Para determinação da atividade antibacteriana in vitro foram utilizados 34 isolados clínicos de Staphylococcus spp., depositados na Bacterioteca do Laboratório de Microbiologia e Imunologia Animal da Univasf. Diluiu-se 0,25 g de própolis oriunda da amostra composta das coletas realizadas em 10 ml dos seguintes solventes: álcool etílico (T1), acetato de etila (T2) e hexano (T3), obtendo-se ao final uma solução estoque na concentração de 25 mg/ml para cada solvente. Observou-se que o extrato hêxanico de própolis proporcionou a maior porcentagem de bactérias vivas (89,70%) em relação ao extrato em acetato de etila (43,38%) e ao extrato etílico (27,32%), demonstrando desta forma que o extrato etílico apresenta melhor eficácia sobre as bactérias do Staphylococcus spp. O resultado também pode ser comprovado de acordo com a porcentagem de bactérias mortas, onde o extrato etílico inibiu o crescimento de 72,67%, o extrato em acetato de etila de 56,49% e o extrato hexânico de 10,29% das bactérias avaliadas. Conclui-se que extrato etílico de própolis foi o mais eficiente em causar ação antibacteriana in vitro sobre as bactérias do Staphylococcus spp.

15 ATIVIDADE ANTIBACTERIANA DE MÉIS DO PANTANAL E DA AMAZÔNIA MATO-GROSSENSES E O CONTEÚDO DE FENÓLICOS E FLAVONOIDES 15 FRANZ, G.M. 1 ; GALBIATI, C. 2 ; ALMEIDA-MURADIAN, L.B. 3 ; LOUREIRO, E.M. 4 ; LIMA, K.M.F. 5 ; ARAUJO, E.S Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT/ Programa de Ciências Ambientais, 2- Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT/ Programa de Ciências Ambientais, 3- Universidade de São Paulo USP/ Faculdade de Ciências Farmacêuticas/ Departamento de Alimentos e Nutrição Experimental, 4- Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT/ Programa de Pós-graduação em Biodiversidade e Biotecnologia Rede Bionorte, 5- Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT/ Programa de Ciências Ambientais, 5- Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT/ Engenharia Agronômica, 6- Universidade de São Paulo USP/ Faculdade de Ciências Farmacêuticas/ Laboratório de Química, Bioquímica e Biologia Molecular de Alimentos, O presente trabalho teve como objetivo avaliar a ação inibitória dos méis contra as bactérias Staphylococcus aureus, Streptococcus pyogenes e Escherichia coli e quantificar os compostos secundários dos méis. Os dezoito méis avaliados foram do Pantanal e da Amazônia matogrossenses, com três amostras de Cáceres, Nossa Senhora do Livramento, Poconé, Alta Floresta, Comodoro e Marcelândia. A ação inibitória foi avaliada pelo método de difusão em disco para estimar a mínima diluição ativa (MDA) com as concentrações de 5%, 12,5%, 25%, 50%, 75% (p/v) e mel puro. Os controles positivos de sensibilidade antibacteriano foram Oxacilina (1 µg), Amoxicilina (10 µg) e Ciprofloxacina (5 µg). Uma solução de mel artificial (glicose, frutose e sacarose) foi testada como ação inibitória. A ação inibitória foi mensurada pelo diâmetro da zona de inibição das bactérias após incubação de 24 horas. Os compostos secundários avaliados foram fenólicos totais, quantificados extrapolando uma curva padrão de ácido gálico, e flavonoides totais, extrapolados em uma curva padrão de quercetina. Os compostos secundários foram comparados entre os municípios pela análise de Kruskal- Wallis. A MDA foi calculada por regressão linear, e a ação inibitória de cada bactéria entre os municípios foi comparada pelo teste Kruskal-Wallis. A ação inibitória para S. aureus e E. coli formou pequenas zonas de inibição, com MDA de 44,58% (p/v), concentração considerada não eficaz. Os municípios não diferiram entre si quanto à ação inibitória para S. aureus (p=0,91) e E. coli (p=0,15). Os méis não apresentaram ação inibitória contra S. pyogenes. Os antibióticos formaram zona média de 27,71 mm para as três cepas. O mel artificial não apresentou ação inibitória, contrapondo que o efeito antibacteriano do mel natural provém da osmolaridade do açúcar. O teor médio de fenólicos totais foi de 37,78 mg de GAE/100 g de mel e de flavonoides totais 0,27 mg de QE/100 g de mel, que não diferiram entre os municípios (p=0,42 e p=0,47, respectivamente). Os méis do Pantanal e Amazônia matogrossenses não são indicados no controle das cepas S. aureus, S. pyogenes e E. coli, mas apresentam teores de fenólicos e flavonoides que conferem aos méis potencial antioxidante e prebiótico. Agradecimentos a CAPES pela concessão de bolsa.

16 ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DO MEL E DA PRÓPOLIS PRODUZIDA POR Apis mellifera EM APIÁRIOS COMERCIAIS EM MATO GROSSO LOUREIRO, E.M. 1 ; GALBIATI, C. 2 ; FRANZ, G.M. 3 ; MENDONÇA, J.C Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT, Programa de Pós-graduação em Biodiversidade e Biotecnologia Rede Bionorte, 2 - Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT, Programa de Ciências Ambientais, 3 - Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT, Programa de Pós-graduação em Ciências Ambientais, 4 - Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT, Curso de Agronomia/ Campus de Cáceres, 16 O objetivo da pesquisa foi avaliar a atividade antimicrobiana do mel e da própolis produzida por Apis mellifera em dois municípios de Mato Grosso, sobre as bactérias patogênicas Staphylococcus aureus, Escherichia coli e Streptococcus pyogenes. O mel e a própolis foram coletados em apiários comercias nos municípios de Comodoro localizado na bacia Amazônica, sub-bacia do Guaporé em área de transição dos Biomas Amazônia e Cerrado, e de Cáceres, que está localizado no Pantanal norte do Mato Grosso. Cinco amostras de mel foram avaliadas, três amostras de Comodoro da safra/2013 e duas amostras de Cáceres da safra/2012. Cinco amostras de própolis foram coletadas utilizando coletor de própolis inteligente, em Comodoro em três apiários no período de abril a julho/2013, e em Cáceres em dois apiários no período de agosto/2011 a julho/2012. A solução de mel foi preparada nas concentrações de 5; 12,5; 25; 50; 75% (p/v) e mel puro. Os extratos alcoólicos de própolis foram preparados nas concentrações de 0, 50 e 75%. A atividade antimicrobiana foi determinada pelo método de disco-difusão em ágar e foi mensurada pelo diâmetro da zona de inibição ao redor dos discos (mm). A mínima diluição ativa (MDA) foi estimada pela curva dose-resposta, através da zona de inibição, estimando a concentração mais baixa de extrato em que o crescimento microbiano foi completamente inibido a 1 mm de diâmetro. A atividade antimicrobiana dos méis não apresentou inibição para as bactérias testadas. Os extratos de própolis de Comodoro apresentaram inibição a S. aureus (11.17 mm) e E. coli (10.67 mm). e os extratos de própolis de Cáceres apresentou inibição para S. pyogenes (9.66 mm). Os microrganismos testados apresentaram sensibilidade aos méis e aos extratos de própolis com a mínima diluição ativa em 44,58 e 41,65 % (p/v) respectivamente, o que não foi considerada uma diluição eficaz para atividade antibacteriana. Entre amostras analisadas apenas os extratos de própolis apresentaram atividade antimicrobiana, indicando que os recursos disponíveis para produção dos produtos, apresentam composição química diferenciadas, refletindo na atividade antimicrobiana.

17 ATIVIDADE ANTIOXIDANTE DA GEOPRÓPOLIS DA ABELHA Melipona fasciculata SMITH EM ÁREAS DE CAMPOS ALAGADOS E CERRADO NO ESTADO DO MARANHÃO, BRASIL 17 SILVA, D.L.C. 1 ; ROCHA. A.O. 1 ; CUNHA, M.S. 1 ; ABREU, B.V.B. 1 ; BATISTA, M.C.A 1 ; SILVA, V.C. 1 ; DUTRA, R.P. 1,2 ; RIBEIRO, M.N.S 1 1 Laboratório de Farmacognosia, Departamento de Farmácia, Universidade Federal de Maranhão, Campus Bacanga, , São Luís-MA, Brasil. 2 Laboratório de Ensino de Química, Departamento de Licenciatura em Ciências Naturais, Universidade Federal de Maranhão, Campus Imperatriz, , Imperatriz-MA, Brasil. * Tel.: Melipona fasciculata Smith (tiúba), abelha social sem ferrão, produz mel, cera e geoprópolis sendo cultivada no Estado do Maranhão. Para formar a geoprópolis, a tiuba coleta material resinoso de plantas, mistura com cera e secreções salivares e adiciona terra. O presente trabalho objetivou analisar a composição química e a ação antioxidante da geoprópolis de Melipona fasciculata Smith das regiões da Baixada e Cerrado maranhense. As geoprópolis foram moídas, separadamente, em moinho e submetidas a macerações e depois filtradas. As soluções extrativas concentradas em evaporador rotativo para obtenção os extratos hidroalcoólicos. Dos extratos determinou-se os teores de polifenóis e flavonoides totais por espectrofotometria, utilizando-se reagente de Folin Ciocalteu e cloreto de alumínio, usando concentrações de ácido gálico e de quercetina como padrões respectivamente; a atividade antioxidante pelos métodos fotocolorimétrico in vitro DPPH, ABTS e FRAP e os perfis químicos obtidos por cromatografia líquida de alta eficiência com detector de ultravioleta e visível (CLAE-UV-Vis). Os teores de polifenóis totais nos extratos variaram 6,54 a 35,8%, enquanto os de flavonoides totais de 0,29 a 4,68% e a atividade antioxidante pelo DPPH variou de 7,37 a 132,59 µg/ml, uma variação de 5,92 a 108,2 µg/ml foi encontrada pelo método ABTS e 1,51 a 23,52 mmol Fe 2+ /g pelo método FRAP. O extrato da geoprópolis da região do Cerrado maranhense apresentou maior potencial antioxidante por isso foi submetido a uma partição líquido-líquido, obteve-se as frações hexanica, clorofórmica e acetato de etila, as quais foram submetidas à avaliação da atividade antioxidante e obtenção do perfil cromatográfico. A fração acetato de etila demonstrou maior ação antioxidante com valores 6,5 µg/ml e 17,19 mmol Fe 2+ /g, pelos métodos DPPH e FRAP respectivamente. Os perfis cromatograficos evidenciam diferenças na composição química dos extratos e frações. Os dados obtidos demonstram teores de polifenois e ação antioxidante, parâmetros químicos para perfil de qualidade e identidade da geoprópolis de Melipona fasciculata Smith, cultivada no estado do Maranhão. Qualidade dos Produtos das Abelhas

18 AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE ANTIMICROBIANA E ANTIOXIDANTE DE MÉIS DO PANTANAL E AMAZÔNIA MATO-GROSSENSE FRANZ, G.M. 1 ; SILVA, L.I. 2 ; PARDINHO, F.C. 3 ; OLIVEIRA, A.Q.C. 3 ; GALBIATI, C. 4 ; MARTINS, D.T.O Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT/ Programa de Ciências Ambientais, 2- Universidade Federal de Mato Grosso UFMT/ Programa de Ciências da Saúde, 3- Instituto Federal de Educação, Ciência de Tecnologia IFMT/ Engenharia de Alimentos, 4- Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT/ Programa de Ciências Ambientais, 5- Universidade Federal de Mato Grosso UFMT/ Departamento de Ciências Básicas em Saúde, Faculdade de Ciências Médicas, O mel é um produto apícola com grande destaque pelas suas propriedades terapêuticas, como a atividade antioxidante e antibacteriana. O objetivo do presente trabalho foi avaliar a atividade antibacteriana e antioxidante de méis produzidos em alguns municípios do Pantanal e Amazônia mato-grossenses. Os méis foram coletados em Cáceres, Nossa Senhora do Livramento e Poconé (bioma Pantanal) e em Alta Floresta, Comodoro e Marcelândia (bioma Amazônico), totalizando 18 amostras (3 por município). A atividade antibacteriana foi testada sobre as bactérias Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae, Pseudomonas aeruginos, Salmonella typhimurium, Shigella flexneri, Helicobacter pylori, Enterococcus faecalis, Staphylococcus aureus, Staphylococcus epidermidis, Streptococcus pyogenes, Bacillus subitilis, sobre as leveduras: Candida albicans, Candida albicans resistentes ao fluconazol, Candida parapsilosis, Candida tropicalis, Cryptococcus neoformans, Candida glabrata, e sobre os fungos filamentosos: Aspergillus fumigatus, Aspergillus niger, Aspergillus parasiticus e Aspergillus terreus. Os ensaios de atividade antibacteriana foram por microdiluição em caldo nas concentrações de 6,25 a 800 µg/ml. Os padrões antibacterianos utilizados foram claritromicina e amoxicilina (0,39-50 µg/ml) e antifúngico anfotericina (0,39-50 µg/ml). Os méis que apresentaram concentração inibitória mínima (CIM) de 6, µg/ml foram considerados ativos. A atividade antioxidante (CI50) foi avaliada pelos ensaios de DPPH, FRAP e óxido nítrico (NO), usando-se ácido ascórbico como padrão. As amostras de mel do Pantanal e da Amazônia não tiveram atividade antimicrobiana contra as cepas testadas. Os padrões antimicrobianos apresentaram CIM entre 0,39 6,25 µg/ml. Para H. pylori, todos os méis apresentaram até 88% de inibição à concentração de 0,1 µg/ml. Os méis do Pantanal não apresentaram atividade antioxidante e os méis da Amazônia apresentaram atividade antioxidante CI50 apenas para NO com média de 485,44 µg/ml. Os resultados indicam que os méis do Pantanal e da Amazônia matogrossenses não possuem potencial antimicrobiano, porém, os méis da Amazônia apresentaram ação antioxidante importante na neutralização da formação do óxido nítrico, prevenindo inflamação e outros efeitos nocivos deste radical no corpo humano. Agradecimentos a CAPES pela concessão de bolsa. 18

19 ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DE MÉIS DE ABELHAS SEM FERRÃO, TIÚBA (Melipona fasciculata) E JANDAÍRA (Melipona subnitida) FRENTE A CEPAS DE Staphylococcus aureus, Escherichia coli E Pseudomona aeruginosa 19 JESUS, R. N.1; TENÓRIO, E. G. 2; NASCIMENTO, A. R. 3; TELES, A. M. 4 1-Universidade Federal do Maranhão UFMA 2-Universidade Estadual do Maranhão - UEMA 3-Universidade Federal do Maranhão UFMA 4- Universidade Federal do Maranhão UFMA Dentre os diversos efeitos biológicos do mel, têm sido observadas as propriedades antimicrobiana, antifúngica, imunológica e antioxidante. A ação tópica do mel de Apis mellifera como antimicrobiano e cicatrizante já foi comprovada, sendo uma alternativa de baixo custo financeiro. A reação enzimática glicose-oxidase e algumas de suas propriedades físicas são consideradas os principais fatores contribuem para sua atividade antimicrobiana. Teve-se como objetivo avaliar a atividade antimicrobiana de méis de Melipona fasciculata (tiúba) e Melipona subnitida (jandaíra) frente a cepas de bactérias patogênicas. As amostras de méis foram coletadas de diferentes regiões do Maranhão. Das 17 amostras coletadas, doze amostras foram de méis de M. fasciculata e cinco de mel M. subnitida. As análises foram realizadas no Laboratório de Microbiologia do Pavilhão Tecnológico do PCQA (Programa de Controle de Qualidade de Alimentos e Água) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Foi utilizado o teste de susceptibilidade das amostras, sendo empregado o método de Difusão de Disco em Agar através da medida do halo de inibição em milímetros. As amostras foram testadas frente às espécies: Staphylococcus aureus, Psedomonas aeruginosa e Escherichia coli. Os resultados dos testes foram negativos para todas as amostras, ou seja, o mel das 17 amostras analisadas não demonstrou atividade antimicrobiana em nenhum dos microorganismos testados. Entretanto, os testes realizados para M. subnitida, demonstraram halos bacteriostáticos que variaram entre 12 a 40 mm. A presença desses halos ressalta que o mel da M. subnitida age contra os microorganismos testados chegando a inibir o crescimento, mas não provoca a sua destruição o que faz com que o microorganismo cresça novamente. De acordo com os resultados apresentados, concluímos que os méis de abelha sem ferrão possuem atividade bacteriostática, entretanto essa atividade pode ser diferente nos méis de diferentes espécies.

20 ATIVIDADE ANTIMICROBIANA in vitro DA GEOPRÓPOLIS DE ABELHA INDÍGENA CUPIRA (Partamona cupira) 20 SILVA, J.B. 1 ; BATISTA, J.S. 2 ; VIANA, G.A. 3 ; OLINDA, R.G. 4 ; FERREIRA, J.M. 5 1 UFERSA Mossoró/RN, 2 UFERSA Mossoró/RN, 3 UFERSA Mossoró/RN, 4 UFCG Patos/PB, 5 UFERSA Mossoró/RN, A geoprópolis é um produto produzido pelas abelhas sem ferrão (stingless bees), a partir de resinas vegetais, óleos essenciais, pólen, açúcares e ceras. Por ser muito utilizada na medicina popular, vem despertando interesse devido às suas diversas atividades biológicas, a exemplo sua ação antibacteriana. O objetivo deste estudo foi avaliar a atividade antibacteriana in vitro da geoprópolis de abelha Cupira (Partamona cupira). As cepas bacterianas utilizadas foram provenientes de coleções padronizadas American Type Cell Culture, sendo são elas: Enterobacter aerogenes, Escherichia coli, Salmonella e Staphylococcus aureus. Estas cepas foram semeadas em ágar BHI (Brain Heart Infusion) e incubadas em estufa bacteriológica à temperatura de 37 por 24 horas. A análise da sensibilidade das bactérias frente ao extrato de geoprópolis da abelha cupira foi testado inicialmente na concentração de 100% (extrato puro), a partir dessa concentração foi adicionado ao extrato álcool de cereal para a obtenção das concentrações de 75%; 50% e 25%. Foi incluído como controle positivo o antibiótico doxiciclina 20μg, e como negativo 40μL de álcool de cereal 70%. Os resultados foram obtidos através da mensuração do diâmetro dos halos de inibição nas placas, mostrando que o extrato de geopropólis da abelha cupira inibiu o crescimento de todas as bactérias testadas. Em relação ao tamanho do halo de inibição, pôde-se observar que Staphylococcus aureus apresentou uma maior sensibilidade ao extrato de própolis. Foi visualizado atividade inibitória para Salmonella sp e Escherichia coli em todas as diluições. Os maiores halos de inibição ocorreram nas diluições de 75% para Escherichia coli; 50% para Salmonella sp; 25% para Enterobacter aerogenes e 25% para Staphylococcus aureus. A partir dos resultados obtidos nesse estudo, foi possível verificar que o extrato de geoprópolis da abelha Cupira demonstrou uma excelente atividade antimicrobiana, quando avaliada in vitro, frente às cepas gram-positivas e gram-negativas testadas, podendo assim contribuir como indicação de um antimicrobiano tópico eficiente e de fácil aquisição. Palavras-chave: Geoprópolis; Partamona cupira; Bactérias; Antimicrobiano.

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