O rio da história n. a dia. As barre. Complexo de Manguínhos: poluição e sobrevivência. Arouca ao. ios genéricos g Ô.^ 'V-níll'! "^ -»?? 5 o.

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1 TP. CPV-CEHTR DE DC E PESQUISA VERGUEIR R, Sa DBings, 22t Bela Vista Sa Paul SP Cmplex de Manguínhs: pluiçã e sbrevivência lê Infrmativ d CEPEL Centr de Estuds e Pesquisas da Lepldina An VIII - Númer 46 - Jan/Fev/Mar 2001 ~ üáf 'V-níll'! ri da história n a dia Página Central! "^ -»?? 5 "S ^ í.0 r 5 Ô.^ 5>S í Aruca a e Saúde da AP3.1 cã. e das Denças^ Crfr' As barre is genérics g

2 B SE LIGA.Ni Sinal JRNAL TRIMESTRAL PUBLICAD PEL CEPEL- CENTR DE ESTUDS E PESQUISAS DA LEPLDiNA, ENTIDADE SEM FINS LUCRATIVS PARA ASSESSRIAAS MVIMENTS DA REGIÃ DA LEPLDINA CMISSÃ EDITRIAL Cristina M.(Kita)Eitler FernandC. R.Fernandes Hmer T. de Carvalh M. Eugênia (Kena) U. Silva VictrVincent Valia Wallace Hermann Júnir API ADMINISTRATIV Maria de Fátima Crreia S. JRNALISTA RESPNSÁVEL. Hmer T. de Carvalh {Mtb1127/05/65v-PR) PRJET GRÁFIC Cac Chagas Kita Eitler EDITRAÇÃ Zna Criativa ( ) CAPA Kita Eitler API KFS JUVENTUDE CATÓLICA AUSTRÍACA ENSP/FICRUZ CEPEL autriza a reprduçã ttal u parcial ds artigs deste jrnal, bem cm sua utilizaçã para fins educativs. Slicitams citaçã da fnte e envi de cópia em cas de publicaçã. ilà-t EDITRIAL A rquestra desafinada e nós Cm rganizar-se em face da crise nã anunciada? T Xarefa ingrata essa de escrever um editrial numa cnjuntura cm muits prblemas. Dá a impressã que nã há alg de psitiv a dizer, quand realizações animadras sã anunciadas n país td. Mas as questões negativas sã muit maires e nã estã send divulgadas, u quand se tmam públicas, há puca discussã. Há um nv timism send difundid ns jrnais, cntand que a prduçã industrial está aumentand, que gvern federal está atraind mais investiments. Mas tud iss tem puc a ver cm a qualidade de vida da ppulaçã e cm a diminuiçã d desempreg. Cadern S deste númer, apresenta prblema das endemias e ns ajuda a prestar atençã a surgiment da epidemia de febre amarela n estad vizinh de Minas Gerais. "Crrupçã, crise energética, endemias, rebeliã ns presídis... As encrencas deles ameaçand a nssa vida. " dinheir ds impsts da ppulaçã e que funcinam a custs baixíssims, agra estã nas mãs de empresas estrangeiras, n mment de uma pssível crise de abasteciment de energia pr causa da falta de chuva. Se nã fsse suficiente essa lista de encrencas, um estud recente indica que a quantia de seis bilhões de reais sã desviads anualmente d dinheir públic brasileir, através da crrupçã nas esferas gvernamentais. jrnalista Jâni de Freitas, em sua cluna na Flha de Sã Paul, estima que valr verdadeir d desvi deve ser dez vezes mair. Esse desvi pde explicar em parte a crise plítica entre Senadr Antôni Carls Magalhães e Presidente da República Fernand Henrique Cards, que abriram sécul XXI Causad pel mesm msquit transmissr d dengue, desafinand a rquestra que há cinc séculs anima Aedes aegypt, a febre amarela freqüentemente mata mais baile à fantasia das elites brasileiras, de 50% de quem cntrai a dença. Mais um ds muits Pde-se smar a tds esses prblemas uma questã prblemas graves de saúde n Brasil, cm demnstra a que é puc discutida - a quase ttal vulnerabilidade da discussã apresentada sbre s medicaments genérics e ecnmia d país a mudanças bruscas na ecnmia essenciais neste númer d Se Liga n SINAL. internacinal, da qual Brasil se trnu ainda mais As recentes rebeliões nas prisões, lideradas P el0 PCC dependente desde 1994, quand fi intensificada a (Primeir Cmand da Capital), uma das várias privatizaçã d patrimôni públic, rganizações clandestinas ds própris presidiáris, A frma cm tds estes prblemas sã acnteceram a mesm temp em dezenas de presídis apresentads diariamente na televisã e ns jrnais, dá a cm milhares de reféns, deixand à mstra descas ds impressã de que nã há nenhuma relaçã entre eles. Mas, gasts gvernamentais e a ausência de uma plítica pública eles sã relacinads sim: a presença das epidemias e neste setr. Mas, mais d que iss, a exibir publicamente endemias, s distúrbis nas prisões, a crrupçã uma rganizaçã de press "descnhecida" pel mesm desenfreada e a pssibilidade de uma séria crise energética gvern, a rebeliã ns presídis, cnhecids - tud iss sã reflexs de uma plítica gvernamental internacinalmente cm verdadeirs "camps de que abriu mã d seu cntrle sbre que é públic e é cncentraçã de pbres", arranhu a legitimidade ds cnduzida de acrd cm uma rientaçã que vem de gverns federal e estaduais. fra, d Fund Mnetári Internacinal (FMI). utr séri prblema que gvern federal terá que enfrentar é perig de nã pder abastecer as grandes Vams trcer para que esta análise esteja exagerada, cidades cm a energia elétrica necessária. De certa frma, Mas se nã estiver, está na hra da sciedade civil demnstra a vulnerabilidade d gvern em face d fat cmeçar a pensar numa rganizaçã de autdefesa, de de que as hidrelétricas fram privatizadas pr ele mesm, cm agir se a crise de fat pirar muit, clcand em Usinas que fram cnstruídas cm tecnlgia nacinal e risc a sbrevivência de tds.

3 MEI AMBIENTE Pesquisa mstra cm é a luta pela vida num ambiente degradad. Carla Mura Q A recente pesquisa realizada pela Fundaçã Bent Rubiã nas nze cmunidades d Cmplex de Manguinhs levantu X ÇQ dads sbre as cndições de vida da ppulaçã. Nesta maléria, publicams infrmações sbre a pluiçã ambiental da área e ^^f) cm s mradres se relacinam cm ela. f*^ t8 ícü. (0 X E Quand perguntadas sbre s principais prblemas d Cmplex de Manguinhs, lideranças cmunitárias e mradres antigs apntam para questões cm rede de esgt, insuficiente u inexistente, bem cm para a dificuldade de acess as serviçs de saúde e alt índice de desempreg. Diante de tanta carência e da enrme precupaçã cm futur das suas crianças e jvens, prblema da pluiçã ambiental em Manguinhs aparece secundarizad na mairia das falas. Prém, a pluiçã é identificada cm fnte de denças e também de temr ds mradres quant à segurança de suas casas. A alusã às principais fntes de pluiçã mdificase de acrd cm a lcalizaçã gegráfica da cmunidade (ver mapa). Em Mandela de Pedra, pr exempl, que se lcaliza ás margens d Canal d Cunha, s mradres reclamam d frte dr de gás prveniente da Refinaria de Manguinhs e apavram-se cm a chama da Refinaria que, segund eles, à nite fica ainda mais frte. fantasma d incêndi assmbra s mradres de Mandela de Pedra tant quant da enchente, pis quand nível d Canal d Cunha sbe, a água chega a dis metrs ns barracs das áreas mais carentes (Avenida Atlântica e Bat Caverna). Devid a elevad nível de pluiçã d Canal, as famílias que mram na sua margem sfrem ataques de animais cm cbras e rats dentr de seus barracs. Durante as entrevistas, algumas mães mstraram bebês cm partes d crp rídas pr ratazanas. Canal d Cunha é frmad na área d Cmplex de Manguinhs pela junçã ds ris Faria-Timbó e Jacaré, que atravessam váris bairrs da Zna Nrte. Esses ris e Canal que vai até mar, delimitam de diversas cmunidades d Cmplex. Assim, cm pde se bservar n mapa, Parque Carls Chagas (Varginha) fica entre s dis ris. A lad d Ri Jacaré estã CHP2 (Cnjunt Habitacinal Ppular 2), a Vila Uniã, Cnjunt Samra Machel (Mandela II) e Cnjunt Nelsn Mandela. Às margens d Canal d Cunha fica, de um lad, a Refinaria de Manguinhs e, de utr, parte d Cnjunt Nelsn Mandela (Mandela I) e Mandela de Pedra (Mandela III). Segund ambientalistas, Canal d Cunha carrega esgt de pel mens 1 milhã de pessas e s pluentes de 400 indústrias. Segund jrnal Flha de Sã Paul, de 19 de nvembr de 2000, pesquisa d Labratóri de Radiisótps da UFRJ cnstatu n Canal d Cunha a existência de metais pesads em cncentrações superires às existentes na natureza. Além da Refinaria e d Canal d Cunha, muit próximas a Cmplex de Manguinhs sã apntadas utras grandes fntes de pluiçã. Uma delas é a Suza Cruz, cuj cheir de resina incmda e precupa quem mra na Av. ds Demcrátics, esquina cm a Av. Dm Hélder Câmara (antiga Av. Suburbana). A Ficruz e a fábrica General Eletric também sã mencinadas nas entrevistas, mas a Refinaria de Manguinhs é a mais citada pels mradres. Segund um mradr antig da Vila Turism, na mesma ediçã da Flha de Sã Paul já citada, a Refinaria de Manguinhs há it ans pluía muit mais, mas afirma ele que ainda existe a pssibilidade de uma explsã e que na épca d incêndi em Mandela de Pedra, huve uma reuniã cmunitária para se falar da retirada da Refinaria de Manguinhs. Caminhand-se pelas cmunidades d Cmplex de Manguinhs, pde-se bservar que a Refinaria pssui placas de api fixadas na fachada de casas e barracs pertencentes a grups cmunitáris rganizads, cm assciaçã de mradres e creches. Algumas lideranças recnhecem que a Refinaria auxilia cm cmputadres e mbiliári, mas utrs cntam que se surpreenderam a encntrar a placa na sua fachada. n c D) C D 0) "D x ) a E Refinaria de Manguinhs ra Cnj. Residencial Benfica t: %\ IVfF/ J. Cm. Agríc. Higienóplis 2. Vila Sã Pedra 3. Vila Turism 4. Parque swald Cruz 5. Parque Jã Gulard 6. Parque Carls Chagas Av, Suburbana.cT 5) Av, Brasil ^Vli I I Ficruz (4: 7. CHP Vila Uniã 9. Cnj. Samra Machel 10. Mandela de Pedra 11. Cnj. Nelsn Mandela

4 PRBLEMAS QUE ESTÃ N MAPA K> Carla Mura Nesta ediçã d Se Liga n SINAL, a abrdagem editrial da página "Prblemas Que Estã n Mapa" difere das edições anterires, que tem sid elabradas sbre dads levantads pela equipe d CEP EL em suas pesquisas e inserçã em entidades da Lepldina u a análise de infrmações ficiais sbre a regiã. Agra, as infrmações aqui reunidas fram selecinadas de ntícias publicadas pela grande imprensa durante an 2000, que fazem parte d acerv d CED- VIDA** (Centr de Dcumentaçã sbre as Cndições de Vida da Lepldina). Fram extraídas ds jrnais Dia, Jrnal d Brasil, Flha de Sã Paul e Glb, acrescidas de dads resultantes da minha experiência pessal cm mradra e pesquisadra de prblemas da regiã da Lepldina. ptams pela seleçã de infrmações mais gerais de alguns fats significativs d an, crrids n país, n estad e na cidade, pis quisems ressaltar que fats crrids na Lepldina, pdem ser cnseqüência da aplicaçã de plíticas públicas mais amplas que repercutem n dia a dia da ppulaçã ns camps da segurança pública, saúde, educaçã e lazer e nem sempre ns dams cnta diss. Achams que uma listagem das ntícias desses camps pdem ajudar aperceber essa relaçã. RELIGIÃ Além ds dads de pesquisa d CEPEL sbre religisidade ppular e saúde, que serã scializads sistematicamente pel SINAL, há ainda algumas ntícias cm: 1$ A Cnferência Nacinal ds Bisps d Brasil - CNBB pela primeira vez cmpartilhu cm utras seis igrejas cristãs patrcíni da Campanha da Fraternidade. tema d an passad fi '"Dignidade Humana e Paz" e lema "Nv Milêni Sem Exclusões". ^f Até 2002, lideranças das igrejas evangélicas querem ter um irmã na cadeira de presidente da República. ^ Igreja Universal cmpru, pr 6,5 milhões de dólares, emissra de rádi em Lndres. AS NTICIAS D DIA E S PRBLEMAS DE SEMPRE Pesquisa em jrnais n Centr de Dcumentaçã d CEPEL mstra que fi an TRANSPRTE w transprte cletiv em 2000 fi caótic. crreram váris reajustes nas tarifas de ônibus e trens. Estuds mstraram que s reajustes das passagens estava acima da inflaçã. trânsit n Ri registru pel mens 10 acidentes cm cletivs e it mrtes pr dia. Entre as causas está a falta de manutençã ds veículs. As crianças sã as principais vítimas. h* A linha 2 d metrô que atende, entre utrs, as mradres da Lepldina, s deixa irritads. s intervals entre s trens é muit mais lng d que a linha 1, que liga as znas Nrte e Sul passand pel centr da cidade. «A SuperVia refrmu as estações de Rams e Bnsucess. Prém, dis de seus trens bateram de frente em Sã Cristóvã deixand 56 ferids. «Fi aprvada verba para a Avenida Brasil. A cmissã de Assunts Ecnômics d Senad autrizu a liberaçã de empréstim d BNDS n valr de R$ 95 milhões. INDUSTRIA E CMERCI jsâ Huve um enrme incêndi n Mercadã de Madureira. j-jji Fi criad Banc d Pv que cncede empréstims para micr e pequens empreendedres. Êsl Balanç da ANATEL mstru que cnsumidr ainda tem serviç de má- qualidade e a TELEMAR está entre as pires prestadras de serviçs telefônics. Êâ Quants as utrs serviçs, as perspectivas nã fram melhres: A LIGHT admitiu utrs apagões n Ri e a CEDAE prevê cas n abasteciment de água. A CEG e a LIGHT reslveram tmar prvidência só após 5 explsões de bueirs. J-~l Além d gás de czinha ter ficad mais car, as cntas de luz fram reajustadas acima da inflaçã. ^ Fi inaugurad Restaurante Ppular Betinh cuj almç custa 1 real na Central d Brasil. SAÚDE \ A Lepldina pssui 0 menr númer de leits pr habitante em hspital públic na cidade d Ri " e J aneir - t?- Fi criad CNSA (Cnselh Cmunitári de Saúde d Cmplex d Alemã) entidade que é st^ articuland líderes cmunitáris na luta pela implantaçã de psts de saúde n (Cmplex. t?- Lançament d jrisumba: Bletim d Prgrama de Saúde d Grup Afr Re 8g ae -.,,,,-.. *, t^ Durante an 2000 rnais ^e ^ bebês fram deixads a própria srte nas ruas d Ri. t^ Ri recebeu R$ 1 milhões d Gvern Federal para cmbater a AIDS. Pr cnta da mrsidade da máquina burcrática, só usu 13%. & CEPEL está realüzand uma pesquisa na regiã da Lepldina, buscand entender víncul entre religisidade e saúde, principalmente, a mtivaçã da ppulaçã para a busca nas ijgrejas de sluçã de prblemas sciais cm a vilência, desempreg, alclism,, as brigas familiares e s baixs saláris. SCIEDADE fht Acnteceu n Ri a Assembléia geral da ABNG (Assciaçã Brasileira de rganizações Nã Gvernamentais). fm» N dia I de Mai acnteceu, na Lna Cultural de Vista Alegre a festa d IV Aniversári da Radi Cmunitária Bicuda FM 99,3. «Ht Cidadã, Jrnal d Cmplex da Maré cmpletu segund an de publicaçã. fht Inicia-se DRP-Manguinhs (Diagnóstic Rápid Participativ das Cndições de Vida da Regiã de Manguinhs) e as primeiras articulações para a cnstituiçã d Fórum Manguinhs, cuj bjetiv principal é discutir DLIS (Desenvlviment Lcal Integrad e Sustentável) das cmunidades que integram Cmplex de Manguinhs, ihí Pesquisas mstraram que a ppulaçã de rua aumentu e que há uma rede internacinal de prstituiçã que escraviza 75 mil brasileiras na Eurpa.»Ht Cmitê Pela Vida encaminhu a mercad 80% de seus aluns qualificads cm prfissinais d setr de turism entre 98 e MEI AMBIENTE Através d decret N , Prefeit Cnde criu a Área de Prteçã Ambiental e Recuperaçã Urbana (APARU) da Serra da Misericórdia (AF-3). A Secretaria Estadual de Mei Ambiente lançu um prjet de limpeza das praias, cuj cust é de cerca de 3 milhões de reais. A prmessa, mstrada em maquete, era de que até verã de 2001 as praias pluídas se transfrmariam em centrs de lazer. Já a Prefeitura anunciu investiment de R$ 11 milhões na cnstruçã de área de lazer na Praia de Rams, cm prjet prevend até cm parque aquátic. EDUCAÇÃ /? Em td país, fram descbertas fraudes de 3 bilhões de reais m FUNDEF (Fund de Manutençã d Ensin Fundamental e de Valrizaçã d Magistéri) e de 4 milhões de reais n FUNDESCLA (Fund de Frtaleciment das Esclas). ^ N an passad a crise ecnômica cntinuu levand aluns de esclas particulares para a rede pública. ^ A Lepldina pssui menr númer de esclas pr habitante da cidade e estad das esclas nã é ds melhres... /? Cnseguir matricular crianças na rede pública d Ri de Janeir fi tarefa difícil, apesar d serviç de cadastrament via Internet anunciad na televisã. /? Faltam biblitecas esclares mas há iniciativas da ppulaçã, cm Sr. Evand na Vila da Penha, que transfrmu a garagem de sua casa em bibliteca pública cm 15 mil livrs, atraind estudantes da rede pública e particular. /? A necessidade de creches públicas é cada vez mair. Há 50 mil crianças cm mens de 4 ans fra das creches, cujas famílias têm renda inferir a dis saláris mínims. HABITAÇÃ jg^ A Secretaria Municipal de Habitaçã autrizu pagament de auxíli-aluguel (R$200,00) as mradres da Vila Turism, em Manguinhs, vítimas de dis incêndis em quatr meses. I^l 130 famílias que mravam em um prédi abandnad em Bnsucess fram retiradas pela Defesa Civil, pr ameaça de desabament. itui Na cidade d Ri há cerca de um milhã de pessas vivend em 600 favelas. E puc mens de 25% mram em cmunidades urbanizadas cm prjets sciais, cm Favela- Bairr. ^ Estima-se que pessas vivem na rua. Mas cerca de 600 nã mendigam, trabalham cm catadres de papel e lata e lutam de diversas frmas para sbreviver. MVIMENTS SCIAIS Aluns vltaram a mstrar a "cara pintada" em passeatas n Ri para reivindicar meiapassagem e prtestan cntra FHC. Acnteceram! inúmeras manifestações ds Sem-tet, ds Sem-terra e passeatas pela Paz n Ri. Numa delas, acnteceu cnfrnt ds Sem-tet cm a plícia na Avenida Brasil cm dis ds quatr ônibus que levaram 240 Sem-tet para mais um prtest n Shpping Ri Sul. Líderes cmunitáris de favelas articulam atuaçã cnjunta cntra a vilência plicial. Abraç simbólic na Praia de Rams: manifestantes cbraram das autridades um plan de despluiçã. ^ A Escla de Samba Imperatriz Lepldinense, lcalizada em Rams, fi bicampeã d Carnaval em ^ A Escla de Samba Acadêmics de Manguinhs em 2001 tiru 9 lugar n grup de acess B d Carnaval. ^ Apesar ds cinc mas de rua terem fechad, cm a inauguraçã de dis nvs shpping centers na Penha, a regiã da Lepldina ganhu quatr cinemas. ^ As áreas de lazer ns bairrs estã desaparecend cada vez mais, quer seja pel sucateament, pela cupaçã para utras finalidades u pela vilência, a ppulaçã da Lepldina está perdend a acess a antigas pções de lazer, cm parque Ary Barrs, na Penha. ALGUNS FATS HISTÓRICS Durante 2000 surgiram iniciativas interessantes das cmunidades da Lepldina. Dentre elas, realizu-se Seminári "Maré: História e Resistência", prmvid pel ELS/FICRUZ e CEASMI, que abrdu a história das cmunidades da Maré e sua relaçã cm prcess de urbanizaçã da cidade d Ri de Janeir. Entre tants faleciments, a mrte de Jã Ngueira e Mreira da Silva levaram quase 150 ans de samba. E mrreu também jrnalista Barbsa Lima Sbrinh as 103 ans, deixand uma marca prfunda n Brasil pr sua luta pela demcracia. **0 CED-VIDA (Centr de Dcumentaçã Sbre as Cndições de Vida da Lepldina) reúne infrmações variadas acerca da regiã da : Lepldina. acerv d CED- VLDA cnta cm infrmações de fntes diversificada, cm teses e dissertações acadêmicas, ntícias e artigs ' da grande imprensa, dcuments ficiais elabrads pel pder públic, além da própria prduçã d CEPEL, gerada pelas pesquisas da : equipe da entidade na Regiã da Lepldina. Durante an 2000 CED-VIDA fi cnsultad pr mais de 100 pessas de prcedências diversas cm pder públic, estudantes da ; rede pública, integrantes de instituições acadêmicas e militantes de ertíidades da sciedade civil, numa demnstraçã que as infrmações ' reunidas n Centr de Dcumentaçã pdem ser úteis para diferentesfinalidades. Em 2001 CED-VIDA cntinua abert para cnsultas ; tdas as sextas feiras, das 9:00 às 17:00 h, na sede d CEPEL. FME t«da fme quase ninguém fala, mas muitas pessas e crianças vivem ns lixões atrás de aliments e bjets e utras perambulam pedind alg para cmer. Se nã fsse pelas dações e ações slidárias de instituições religisas e utras iniciativas sciais, muitas mais pessas estariam ser ter que cmer. ca

5 PARTICIPAÇÃ PPULAR Wallace Herman Júnir CMPRMISS CM CNTRLE SCIAL Aruca participa de plenária d Cnselh Distrital de Saúde da A.R 3.1 N finalzinh d an 2000, mais precisamente n dia 14 de nvembr, atual secretári municipal de saúde Dr. Sérgi Aruca, recém indicad mas até aquela data ainda nã empssad n carg, atendend a um cnvite ds cnselheirs, cmpareceu a uma reuniã rdinária d Cnselh Distrital de Saúde da A.P Para ele "essa visita tinha também um caráter simbólic, pis sinalizava que a nva gestã de saúde d municípi vai dar mais atençã as cnselhs distritais e a cntrle scial. " Na casiã, disse que vinha nã só para cumprimentar Cnselh Distrital mas também, em suas próprias palavras, "para assumir algumas respnsabilidades". A seguir, cnheça utrs trechs da fala d secretári. Sérgi Aruca fi presidente da Fundaçã swald Cruz, secretári estadual de Saúde n gvern Mreira Franc entre 1987 e 1988, deputad federal de 92 a 98 e vlta agra cm secretári municipal nã só pr sua inegável cmpetência cm sanitarista, mas pr cnta d api plític à eleiçã de César Maia (PTB) para a prefeitura d Ri de Janeir, através d PPS, partid d qual Aruca é um ds fundadres. Aruca cmeçu sua expsiçã reafirmand seu cmprmiss históric cm cntrle scial da saúde, lembrand que quand ainda era presidente da Fundaçã swald Cruz, fi respnsável pela apresentaçã de uma das pucas Emendas Ppulares vindas da sciedade civil e aprvadas pela Cnstituinte de 1988, cm assinaturas cletadas em td país. A Emenda Ppular da Saúde, nascida na VIII Cnferência Nacinal da Saúde que "fi primeir grande event demcrátic d camp da saúde acntecid n Brasil, prque pela primeira vez na história da saúde pública neste país se realizu um debate cuja metade ds participantes eram usuáris. Antes da VIII Cnferência qualquer reuniã d setr era apenas entre s técnics d Ministéri da Saúde, s técnics da previdência, pesquisadres, membrs da academia de medicina e prnt. Eram esses que discutiam a saúde n Brasil. Fi na Fundaçã swald Cruz e n mviment que nós chamávams de Mviment pela Saúde n Brasil que nasceu essa idéia de que para mudar alguma cisa na saúde era necessári a participaçã d usuári e cntrle scial"... "Essa idéia para mim é üma idéia frça, é uma idéia chave... entã cmprmiss que estu assumind é que Cnselh Municipal de Saúde e s Cnselhs Distritais nesta administraçã vã ter pes". S PRINCIPAIS PRJETS Prsseguind, secretári destacu que vai assumir a questã da vilência urbana cm prblema de saúde pública - " seja a vilência dméstica cntra a mulher e a criança, seja a vilência n trânsit e nas tuas". Destacu que s cnselhs Municipal e Distritais de Saúde serã uma parceria fundamental para que a setretaria pssa atuar efetivamente nessa área. Anunciu também um prgrama ampl de prteçã a part - "é inadmissível uma mulher mrrer de part numa cidade cm Ri de Janeir e que as crianças cntinuem mrrend de sífilis cngênita e, mais ainda, que exame pré-natal nã seja acessível a tdas as mulheres". "A participaçã scial é únic jeit para melhrar serviç de saúde epara vigiar us d dinheir públic, para melhr estabelecer priridades epara que serviç de saúde seja humanizad... " secretári de saúde teceu também cnsiderações sbre atual sistema de saúde d municípi -" uma das críticas que faç a atual sistema de saúde da cidade d Ri de Janeir é que tems uma grande rede hspitalar, mal distribuída, mas grande. N entant, quand a gente passa para as ações de saúde na cmunidade, ela mstra-se extremamente deficiente, ainda nã penetra as cmunidades, funcina puc e muitas vezes nã reslve s prblemas. Pr iss, nde tiver prgrama Favela-Bairr, a saúde estará entrand junt e, além diss, vams cmeçar a instalar Prgrama Saúde da Família ( PSF) em tds s prjets Favela-Bairr que vã acntecer, cm agentes cmunitáris, abertura de psts de saúde etc..." Sbre relacinament d Ri de Janeir cm s municípis vizinhs, Aruca destacu que vai agir para que "pel mens n camp da saúde, se articule um cnsórci da regiã metrplitana para que se estabeleçam mínim de prcediments cmuns em relaçã, pr exempl, a dengue, cuj msquit causadr ignra divisões gegráficas. Entã, cmbate a dengue, assim cm as questões d lix, d saneament básic e d atendiment médic de emergência e de alta cmplexidade têm que ser equacinadas a partir de uma articulaçã ds municípis que cmpõem a chamada Regiã Metrplitana d Ri de Janeir". Finalizand, Sérgi Aruca assinalu que "nã se criu participaçã e cntrle scial simplesmente cm gest humanitári para uma vez pr mês estar cnversand cm a cmunidade e nem para ganhar vt... a estrutura de participaçã scial fi cnquistada prque é únic jeit para melhrar serviç de saúde e para vigiar us d dinheir públic, para melhr estabelecer priridades e para que serviç de saúde seja humanizad... e a única frma de humanizar serviç de saúde é quand a ppulaçã está lá dentr, cntrland, vigiand, tend canal para pder falar..."

6 SAÚDE Meditaments genérics; mercad [XJ interesse públic Fernand Carls Rsa Fernandes Após um an, gvern ainda nã incentiva a prduçã ds labratóris públics Em fevereir passad, cmpletaram-se dis ans da prmulgaçã da Lei 9.787, de 10 de fevereir de 1999, que estabeleceu medicament genéric e dispôs sbre a utilizaçã de nmes genérics ns remédis. Ns últims meses muit têm-se nticiad sbre tais medicaments, alguns prnunciaments, nã pucs, em rede nacinal de rádi e televisã, têm sid prferids pel Ministr da Saúde, Jsé Serra. Mas, que sã s genérics? H Definir que é um remédi genéric nã é tarefa simples, pis é uma discussã que envlve inúmers terms técnics. Sua simplificaçã pde acarretar errs de definiçã. Medicaments genérics, segund Cnselh Reginal de Farmácia d Estad d Ri de Janeir, "sã idêntics as medicaments de rigem, de referência u de marca, que cntém mesm princípi ativ, quant à dsagem, apresentaçã e açã np rganism." Já prdut invadr, é justamente prdut farmacêutic, frut, segund s labratóris, de vlumss gasts em pesquisas, send dessa frma patentead pel labratóri que descbriu. É encntrad nas farmácias e drgarias cm nme de marca, e é geralmente mais car justamente pr ser patentead. N entant, própri gvern brasileir nã tem acess, às planilhas de gasts destes labratóris na pesquisa ds remédis invadres. Desta frma estes ditam s preçs alegand cmpensaçã de investiments,assim, grande parte d preç cbrad nas farmácias destina-se a cbrir investiments em marketing e prpaganda. Nã se pde negar a imprtância ds medicaments genérics, n entant td este "carnaval" em tm de tais prduts, principalmente pr parte d gvern federal, acaba fuscand uma discussã muit imprtante para a ppulaçã - a ds remédis de us cntínu. Sabe-se que cerca de 70% das pessas cm mais de 65 ans sbrevivem graças a inúmers medicaments de us permanente. Qual deve ser papel d Estad diante dessa realidade? Antes de mais nada, deve-se refletir que a prvisã de medicaments n setr públic é element fundamental de api às ações de saúde. Mas que gvern fede- ral têm feit para garantir à ppulaçã acess a medicaçã de us permanente 7 Atualmente gvern defende a isençã fiscal, financiament cm recurss públics a labratóris privads, através d BNDES, assim cm a imprtaçã de remédis genérics da índia cm estratégias de estímul à prduçã interna. N entant, tdas as medidas de estímul à cnslidaçã ds genérics tem na própria lógica d mercad uma pdersa barreira. Explica-se: em alguns cass é mais lucrativ para "Ainda falta uma plítica para s remédis de us cntínu. " s labratóris criarem e explrarem nvas patentes d que investir na prduçã de genérics. Um bm exempl é da Bisintética, empresa nacinal que segund seu vice -presidente. Viscnde Júnir, em matéria na revista Carta Capital de 14 de fevereir d crrente an, afirma que "mesm prduzind genérics, é ideal ter uma patente para explrar." Dessa frma deríams indagar qual a prcentagem, dentre s inúmers remédis genérics prduzids, quantâ sã essenciais, uma vez que n mercad brasileir de medicaments, apenas 20% ds remédis genérics mais cnsumids sã de us cntínu. Será que ids, tã necessitad de remédi para craçã, para hipertensã, u mesm utr medicament de us freqüente nessa fase da vida, encntra tais prduts cm genérics? A mairia ds remédis genérics prduzids nã sã de us cntínu; a cntrári, s que já estã dispníveis sã justamente s que lideram a lista ds mais vendids. Infelizmente, também nestes cass impera a lógica d mercad. Mas para disseminar medicament ge- néric é urgente que gvern federal incentive cm recurss a sua prduçã pel labratóris ficiais, incluind s insums e a matéria-prima, cm determina a Plítica Nacinal de Medicaments. Dessa frma, pderá diminuir a dependência ds cnsumidres ds medicaments genérics prduzids pel parque de indústrias privadas. Uma tal ferta de medicaments, induzida pel gvern, pderia prvcar ainda uma diminuiçã ds preçs n balcã das farmácias. Da relaçã de prduts essenciais estabelecidas pel Ministéri da Saúde, a mairia, segund a SBRAVIME (Sciedade Brasileira de Vigilância de Medicaments) pde ser prduzida sb a frma de medicaments genérics, pis já expiraram suas patentes. N entant, após um an de anunciad, ainda nã se cncretizu Prjet de Mdernizaçã da Prduçã Pública de Medicaments Segund prjet, seis labratóris ficiais, entre eles, Farmanguinhs (Ficruz/Ministéri da Saúde) e Institut Vital Brasil, em Niterói, da Secretaria Estadual de Saúde d Ri de Janeir, fariam parte de um prcess de capacitaçã para atender as crescentes demandas d SUS, tmand-se mas cmpetitivs. Sem cntar cm s investiments necessáris, s labratóris ficiais atendem a apenas 30% da demanda d SUS, nerand dessa frma s cfres públics cm cmpras em labratóris privads, nã garantind atendiment a tda demanda. Pel prjet d Ministéri da Saúde, seriam destinads US$ 26 milhões a estes labratóris ficiais, pssibilitand, cm a sua mdernizaçã, atendiment a quase tda a demanda d SUS*

7 FIQUE PR DENTR m SERRA DA MISERICÓRDIA Caminhada eclógica mbiliza a ppulaçã pela preservaçã ambiental já prevista em lei N dia 18 de fevereir mais de 120 pessas participaram de uma caminhada pela Serra da Misericórdia, prmvida pel Cnselh de Saúde d Alemã (CNSA), a Bicuda Eclógica e s Grups Verdes e Verdejar. N event, s rganizadres chamaram a atençã ds participantes para quatr pnts: t^ a preservaçã d reflrestament da Serra da Misericórdia, que está send realizada pela Secretaria Municipal d Mei Ambiente; t^ a remçã da estaçã de passagem d lix da CML URB na Estrada d Itararé; ty a cnstruçã de uma Vila límpica n mesm espaç t^ a eliminaçã u reduçã da pluiçã causada pela fábrica de rupas Pesi. Depis d esclareciment de cada pnt fi iniciada a caminhada eclógica, que duru cerca de duas hras e meia, incluind sl de mei dia, e se estendeu pr mais de nve quilômetrs pela Serra de Misericórdia. Muits ds participantes se surpreenderam pel fat de que nã havia só favelas na regiã, mas também grandes áreas reflrestadas, váris camps de futebl, bras d Prjet Favela-Baiir e a pssibilidade de subir a uma altura de mais de 200 metrs cm vistas fantásticas d aerprt internacinal e d centr da cidade. À essa distância, a Igreja de Nssa Senhra da Penha parecia um brinqued. N mei da caminhada, entre Mrr d Alemã e a Vila Csms, grup passu pr três pedreiras. Uma delas, a Brasil Betn, é dirigida pel grup francês La Frge, que cntrla a cmpanhia Ciment Mauá. As pedreiras e a indústria Pesi sã s principais causadres da intensa e permanente pluiçã da regiã e pr iss sã também principal mtiv de reclamaçã das cmunidades. A caminhada Misericórdia. Essa cnquista será a garantia de que tda a área tme-se, realmente, uma área de preservaçã ambiental, cm determina decret sancinad pel entã prefeit Cnde, em 14 de nvembr de M^ 2000, que criu as APARUs (Áreas de Preservaçã Ambiental e Recuperaçã Urbana), da Serra da llr Misericórdia e da Serra ds Prets Frrs. As vastas áreas verdes vistas durante a caminhada sensibilizaram s participantes para a justiça d mviment pela criaçã de uma grande área de lazer na Serra da Nta: Excepcinalmente, nesta ediçã SE LIGA N SINAL está publicand só esta ntícia na cluna Fique Pr Dentr, que publica ntas de interesse geral e sbre events lcais. Neste númer, estams divulgand mviment scial pela preservaçã da Serra da Misericórdia, que deve cntribuir para a melhria da qualidade de vida nã só ds mradres da regiã Lepldina, mas também de tda a cidade d Ri de Janeir. \ CENTR DE ESTUDS E PESQUISAS DA LEPLDINA Av. Brasil, sala Manguinhs -Cep: Tel: E. Ri de Janeir NME: PRFISSÃ: Se vcê gstu d SINAL, faça uma assinatura. Vcê estará cntribuind para a cntinuidade deste trabalh. Assinatura anual: R$ 10,00. ENDEREÇ: TEL: BAIRR: CIDADE: _ CEP:

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